Backup by zhangyun

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									                                  ORACLE



A ARQUITETURA DO ORACLE


O conhecimento da arquitetura Oracle é essencial para a compreensão das
técnicas de otimização de produto. Os mecanismos de execução são
estruturas de memória e os processos são executados no servidor. Um
conjunto de processos do servidor do Oracle que tem sua própria área global
do sistema e um conjunto de banco de dados associados é chamado de
instância Oracle.
SGA A SGA é um grupo de buffers de memória compartilhados que são
destinados pelo Oracle para uma instância. Basicamente é formada pelas
estruturas identificadas por shared pool, database buffer cache e redo log
buffer cache. Entretanto, em algumas configurações do Oracle podem existir
outras estruturas.




Arquitetura Lógica:



A arquitetura lógica é composta por quatro componentes, são eles: Bloco de
Dados (Data Block)

O bloco de dados corresponde a um número especifico de bytes do banco de
dados para armazenado em disco. Sendo que esse valor é especificado
durante a criação do banco de dados, pelo parâmetro db_block_size.

Então, o Oracle gerencia todo o espaço de armazenamento nos arquivos de
dados (datafiles) através dessas pequenas unidades chamado blocos de
dados, que carregam informações importantes como cabeçalho, diretório da
tabela, diretório de linha, dados de tabelas ou índices e espaço livre para
inserções ou atualizações de dados.
Extensões(Extent)

As extensões são unidades lógicas de armazenamento composta por um
conjunto de blocos de dados, um ou mais extensões formam um segmento.

As extensões são muito utilizadas para definir a característica de
armazenamento de algum objeto, como um tabela ou índice. Eles podem
influenciar muito na fragmentação de espaço ou ajudar a definir um bom plano
de crescimento da base de dados.

Segmentos (Segment)

Os segmentos é um conjunto de extensões que possui todos os dados
necessários para uma estrutura de armazenamento lógico, como as
tablespaces.

Para cada tabela criada, o Oracle aloca um ou mais extensões para formar um
segmento de dados, assim, também podemos dizer que o Oracle aloca um ou
mais extensões para formar um segmento de índice.



Na arquitetura do Oracle, podemos encontrar quatro tipos de   segmentos:




Espaços de tabela (Tablespace)

Os espaços de tabelas, ou mais conhecidas como Tablespaces, é dividido
através de unidades lógicas de armazenamento chamadas segmentos. Uma
tablespace pode conter um ou mais segmentos, segmentos do tipo de dados,
índices, desfazer ou temporário.


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A tablespace é a camada lógica do Oracle, ficando anexada a uma camada
física, que são os arquivos de dados (datafiles), onde se origina o
armazenamento físico dos dados.

Podemos perceber que existe uma relação entre os quatro componentes
citados, analise o raciocínio: Sem o bloco de dados não temos extensões, sem
extensões não temos segmentos, e sem segmentos não temos tablespaces e
sem tablespaces não temos banco de dados Oracle.

Todos eles são responsáveis pela arquitetura lógica do banco de dados. Por
isso que é fundamental o DBA ter esses conhecimentos. Abaixo podemos ver
uma demonstração gráfica de como funciona o armazenamento lógico com e
suas camadas:




Na figura acima, observamos que nosso bloco de dados em destaque é de
8KB, então concluímos que no momento da criação do banco de dados, o
parâmetro db_block_size é de 8192 bytes (8Kb), esse parâmetro é estático
não podendo ser alterado.

Percebemos também que a Extensão possui 24 blocos de dados, fazendo uma
matemática simples, 24 (blocos de dados) x 8192 (bytes) temos o tamanho da



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extensão, que possui 196608 bytes (192Kb). Seguindo o mesmo exemplo,
nosso segmento possui duas extensões, determinando que o tamanho do
segmento seja de 384 Kb.

Assim podemos imaginar que se o segmento acima fosse um Segmento de
Dados (Tabela), a nossa tabela teria um tamanho de 284Kb. Isso sem levar em
consideração a configuração de storage desse segmento, que envolve os
parâmetros de INITIAL, NEXT, MINEXTENTS, MAXEXTENTS e
PCTINCREASE, que já é outro assunto mais detalhado.

O tamanho da tablespace não tem vinculo nenhum com os componentes
citados, pois seu tamanho é especificado no momento de sua criação.Foi um
breve resumo sobre sua arquitetura, espero que tenham gostado do assunto e
que acrescente mais informações para os futuros Dbas.




Backup

      BACKUP é uma cópia de dados do seu banco de dados local ou remoto,
no entanto, essa cópia pode incluir partes importantes do seu banco de dados,
como por exemplo, arquivos de controle e datafiles. Na prática seria uma
réplica dos dados originais atual guardados em um outro lugar mais seguro,
pois se tiver algum acidente ou erro fatal nas aplicações do seu sistema, você
terá seus valiosos dados perdidos, numa empresa de grande porte isso ocorre
direto. No Oracle podemos fazer dois tipos de BACKUPs, os backups físicos e
os backups lógicos. E você saberia dizer qual a diferença de cada um deles?

      Os BACKUPs físicos são onde guardamos todo o banco de dados, todas
as views, triggers, procedures e etc. Geralmente gravados nas chamadas
FITAS DE BACKUP de uma grande capacidade e armazenados em estandes
especial, físicamente, podendo ser reposto a qualquer momento. O BACKUP
Lógico é apenas o "salvamento" dos seus dados de algum banco de dados ou
trigger, procedure e etc, porém não será armazenado em forma física e sim
virtual. Para esse tipo de BACKUP utilizamos muito o Oracle Export Utility, e


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para o BACKUP Físico utilizamos o Oracle9i Recovery Manager Utility ou
Operating System utilities.

          O que é um backup, para que serve e quais os tipos de backups
existentes, e o RECOVERY, o que ele faz? Para que serve? O que faço? Mata
ele ...

          O RECOVERY, como o próprio nome diz (RECOVERY =
RECUPERAÇÃO), é a recuperação dos arquivos do sistema, quando fizemos
um Backup, nós fizemos uma cópia dos dados para um outro lugar, físico ou
virtual, e com o Recovery nós iremos recuperar esses dados e repor para
dentro do sistema, voltar a forma que estava antes do problema ou do erro fatal
ao seu banco de dados É válido lembrar que fazer um backup ou recovery no
Oracle são tarefas, que algumas vezes são bem complicadas, se fosse tão
fácil, a própria Oracle não iria fazer Guias de como se fazer um Backup ou
Recovery.




Dicas para o Gerenciamento de Estrutura de Dados

          Muitos DBAs ou até mesmo administradores de rede fazem uma
estratégia de Gerenciamento de Backup ou Recovery. Pois o principal objetivo
saber tudo que está se passando dentro do sistema e quando ocorrer algum
problema, saber quais serão as medidas imediatas a serem tomadas. Ex:

          Nós somos DBAs de uma empresa multinacional, onde nosso banco de
dados recebe 12.000 registros por dia e armazena dados do sistema de ERP
inteiro da empresa e de todas as suas filias mundiais, um belo dia, ocorre
problemas como seu datafile, ou um arquivo de controle é corrumpido e vários
dados são perdidos. Seus diretores lhe perguntam : O que fazemos agora?
Quais serão as medidas para contornar este erro? A empresa está parada!
Logo, como você leu está coluna já sabe que existe um Gerenciamento de
estrutura de dados que você criou e irá rapidamente consultar para saber como




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repor seu backup "em cima do problema existente" e fazer um recovery
rapidamente, não deixando a empresa parar.

Logo sabemos que existe um tipo de Gerenciamento (backup e recovery) para
cada tipo de erro, assim, existe um gerenciamento para os arquivos de
controle, um para os datafiles e outros para os archived redo logs.

      Também temos que salientar que existe vários tipos de backup de um
banco de dados, datafiles e etc, e existem aplicativos específicos e métodos,
isso tudo pode variar de DBA para DBA, porém vou ensinar um método padrão
de utilização do backup, ele se chama User-Managed Backup.

      Antes de fazer o backup, iremos listar todos os Datafiles, Red Logs e etc
que tem no sistema para vermos o que temos de especial para salvar, para
termos uma confiança a mais no nosso serviço, certinho! Agora chega de blá
blá blá e abra o SQL*PLUS.

      SQL > SELECT T.NAME "TABLESPACE", F.NAME "DATAFILE" ,
L.MEMBER "LOGFILE", C.NAME "CONTROLFILE"
2 FROM V$TABLESPACE T, V$DATAFILE F, V$LOGFILE L, V$CONTROFILE
C
3 WHERE T.TS# = F.TS#
4 ORDER BY t.NAME;

      Acima estamos fazendo um SELECT para saber todos os tipos de
TABLESPACE, DATAFILE, LOGFILE e CONTROLFILE que estão dentro do
sistema e saber onde estão os danados. CUIDADO! Que algumas vezes essa
listagem não pode funcionar, porque como estamos utilizando dentro do
SELECT acima a "varredura" no sistema e tentando encontrar também os
controfiles, talves por ocassionar algum erro, devido a estrutura do banco de
dados não conseguir achar a estrutura do banco a tempo e criar um
CONTROLFILE, com isso alguns procedimentos de RECOVERY não poderão
funcionar. Para sanar este problema se ocorrer, basta retirar do SELECT acima
o parametro V$CONTROLFILE, que de resto irá funcionar que é uma beleza.




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      Depois de conseguimos ver todos os nossos arquivos, temos que dar
um SHUTDOWN no nosso banco de dados, sabe porque? Porque talvez nosso
sistema esteja utilizando alguns dos arquivos que iremos copiar, como algum
CONTROLFILE ou DATAFILE, e para isso nada melhor que deixar nosso
banco de dados no "chão" (FORA DO AR!), para isso utilizei um SHUTDOWN
IMMEDIATE ou TRANSACTIONAL

      SQL > SHUTDOWN IMMEDIATE

      PRONTO! Acabamos de colocar todo o banco de dados fora do ar, com
isso alguns aplicativos e sistemas da tua empresa deverão para de funcionar,
mais tudo bem, passe aquele velho NET SEND para toda a empresa com
aquela velha frase "ESTAMOS EM MANUTENÇÃO", risos. E espere até o
banco de dados esteja totalmente fora do ar, não faça nada até o Oracle dar a
mensagem que está tudo fora.

      Agora podemos começar a fazer nossas cópias de arquivos para um
lugar mais seguro, como por exemplo criar uma outra pasta chamada
BPORACLE (BP = BACKUP), para isso pode utilizar o famoso WINDOWS
EXPLORER. Depois de criado a pastinha vamos copiar os arquivos, vou
escrever a forma mais prática de se copiar para quem usa WINDOWS
(risadas), pois para quem usa UNIX ou LINUX o procedimento será outro.

      Usuário Windows:

1º Passo: Abra o WINDOWS EXPLORER
2 º Passo: Vá até a pasta ORACLE/ORA9i (OBS: O nome dessa pasta pode
variar de usuário para usuário)
3º Passo: Dentro de ORA9i vá até NETWORK/ADMIN e aperte CTRL + A, e
depois CTRL + C.
4º Passo: Vá até a pasta BPORACLE e aperte CTRL + V, e Pronto! Copiado
os arquivos.




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Atenção: Repita o 3º Passo para as pastas RDBMS/ADMIN e DBS, E na pasta
BPORACLE crie as respectivas pastas com o mesmo nome para não se
perder.


Usuário Unix / Linux:

% cp /HD1/oracle/dbs/*.dbf /HD2/bporacle
% cp /HD1/oracle/dbs/*.cf /HD2/bporacle
% cp /HD1/oracle/network/admin/*.ora /HD2/bporacle
% cp /HD1/oracle/rdbms/admin/*.ora /HD2/bporacle

Tudo compreendido até agora, agora que já fizemos as cópias de segurança,
deveremos colocar a empresa de volta ao ar, colocando o banco de dados
novamente funcionando, para isso volte para o seu SQL*PLUS e digite :

SQL > STARTUP

E Espere um momento até a instância Oracle voltar completamente ao AR! E
"FINISH", a empresa está de volta ao ar.




      Constraints
      Constraints são restrições que você estabelece para uma coluna no
banco de dados, e podem ter os seguintes tipos:

* Primary Key (PK) = Está restrição cria um índice único para um conjunto de
colunas ou uma coluna para Chave Primaria.

* Unique = Está Contraint determina que uma coluna não poderá ter 2 linhas
com o mesmo valor.

* Foreign Key (FK ou Chave Estrangeira) = Determina uma coluna ou um
conjunto de colunas que possuem valores em outras tabelas, referente a uma
referência ou um relacionamento.

* Check = Especifica a condição que a coluna precisa para salvar o registro.

* Not Null = Determina que a coluna tem preenchimento obrigatório.


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Depois de sabermos as opções de restrições (Constraints), temos que aplicar
isso na prática. Vamos imaginar que você tenha que criar uma tabela para
receber informações de consultas de empregados na sua empresa, onde no
formulário de cadastro existe os campos Código, Nome, Departamento, Sexo,
Idade e E-mail. Então nosso código deverá ter os seguintes campos todas com
suas restrições para inclusão.

  SQL >   CREATE TABLE EMPREGADOS (

          COD NUMBER(6) NOT NULL CONSTRAINT CODEMP_PK
   2      PRIMARY KEY,

   3      NOME VARCHAR2(20) NOT NULL,
          DEPARTAMENTO VARCHAR2(40) NOT NULL CONSTRAINT
   4      DEPTO_FK REFERENCES DEPTO

   5      INITIALLY DEFERRED,

          SEXO CHAR(1) NOT NULL CONSTRAINT CHECK_SEXO
   6      CHECK (SEXO IN ('F','M')),
          IDADE NUMBER(2) CONSTRAINT CHECK_IDADE CHECK
   7      (IDADE > 18),

   8      EMAIL VARCHAR2(40) NOT NULL UNIQUE
   9      )
   10     TABLESPACE USERS;




Análise do código:

1º Linha: Está sendo criada a tabela chamada EMPREGADOS

2º Linha: Vamos criar uma coluna COD onde tem preenchimento obrigatório e
está relacionada com outra tabela chamada CODEMP (Código Empregado)
como chave primaria.

3º Linha: Criamos uma coluna NOME que o preenchimento é obrigatório.

4º Linha: Criamos uma coluna DEPARTAMENTO onde o preenchimento é
obrigatório e como chave estrangeira para a tabela DEPTO e a cláusula
DEFERRED significa que a transição poderá ser adiada até o fim da execução
do serviço do banco.

6º Linha: Criação da coluna SEXO onde tem preenchimento obrigatório e só
será aceito os caracteres F (Feminino) e M (Masculino).




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7º Linha: Criamos uma coluna IDADE onde a idade do empregado da empresa
tem que ser superior a 18 anos.

8º Linha: Criação da coluna EMAIL onde o preenchimento é obrigatório e não
permite que os valores da coluna seja repetido.

9° linha: Finalizar comandos.

10º Linha: Estamos determinando a área de reserva para aquela tabela.




CERTIFICAÇÃO

        Para sabermos por onde começar nossos estudos, primeiramente
devemos seguir as regras de certificação da Oracle, que se segue abaixo:

1º) OCA = Oracle Certified Associate

2º) OCP = Oracle Certified Professional

3º) OCM = Oracle Certified Máster

      As ordens das certificações são obrigatórias. Primeiro a conclusão do
OCA, depois OCP e no final OCM. Existem dentro delas algumas linhas de
carreira que o novo profissional poderá escolher, sendo na parta de DataBase
Administrator, Web Application Server Administration e Application Developer.
Para cada tipo de certificação e carreira, serão aplicadas provas equivalentes
ao nível de conhecimento do profissional, podendo ser separados por carreira
dessa forma:




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MERCADO

      Quanto aos sistemas de gerenciamento de banco de dados, a Oracle
lidera com 59% da implementação nas empresas pesquisadas. Em segundo
lugar, com 53% e implementação, temos o SQL Server.     Outros sistemas
como Progress, Access e DB/2 tiveram representatividades semelhantes, na


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faixa de 8%, 7% e 6,5%, respectivamente, encontrando-se, porém, ainda muito
abaixo dos dois líderes.

      Outros sistemas como Progress, Access e DB/2 tiveram
representatividades semelhantes, na faixa de 8%, 7% e 6,5%, respectivamente,
encontrando-se, porém, ainda muito abaixo dos dois líderes.




SISTEMAS ERP

          No desenvolvimento interno de ERP, o banco de dados Oracle
também é líder,com 83,8% das respostas e, em segundo lugar, está o SQL
Server, com 66,7%. O Progress tem um razoável nível de utilização, com
16,7%. Entre as empresas que utilizam ERP SAP 68,3% usam o banco de
dados daOracle, e 61,7% utiliza SQL Server.




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PLATAFORMAS COMPATIVEIS




    Windows NT 4 SP 6a
    Windows 2000 server
    Windows 2003 server
           UNIX
          LINUX
          HP-UX
         IBM AIX




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COMERCIAL

Produtos Oracle


Oracle E-Business Suite: Business Intelligence contínuo e em tempo real
O Oracle E-Business Suite - primeiro e único conjunto de aplicativos capaz de
trabalhar com um único banco de dados global - lhe permite conectar e
automatizar todo o fluxo de processos de negócios entre o front office e o back
office. Isso proporciona uma base para informações completas, consolidadas e
críticas, como posições de vendas, níveis de estoque e faturamento em todas
as linhas de negócios, produtos e regiões geográficas. Além disso, não há mais
necessidade de esperar os dados passarem por um sistema separado de
agregação e análise. Os executivos da sua empresa podem obter business
intelligence diário que revela a situação dos seus negócios em relação a
métricas de performance anteriores, atuais e projetadas -para que possam
gerar lucratividade diariamente e não apenas uma vez por mês ou a cada
trimestre.


Oracle Outsourcing
A terceirização está transformando o mercado ao reduzir o custo do
gerenciamento do software e do hardware. O Oracle Outsourcing lhe possibilita
acessar seu software Oracle através de uma rede segura, enquanto nossos
especialistas cuidam do gerenciamento, manutenção e atualizações. Com isso,
você fica livre para dedicar seus recursos a suas principais competências de
negócios. Oferecendo um modelo de implementação altamente flexível, o
Oracle Outsourcing lhe permite escolher onde seu hardware e software ficarão
hospedados. Seu software pode ficar hospedado em um dos data centers
seguros da Oracle ou você pode aproveitar seu investimento existente em
hardware e solicitar que a Oracle gerencie remotamente o software Oracle
residente nos servidores de uma localidade à sua escolha.


Serviços Oracle: conexão contínua com especialistas Oracle
A Oracle Consulting fornece experiência para atender às suas necessidades de
implementação, enquanto a Oracle University e o Oracle Support oferecem


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recursos educacionais de classe mundial, serviços assistidos e suporte
constante para ajudá-lo a implementar o nosso software de forma a render um
valor estratégico ideal para a sua empresa.




Licenciamento

        Esse tipo de Banco de Dados, não é requerida o custo de licença na
hora de adquirir o servidor, mas sim é cobrado o valor de R$ 900,00 por
estação de trabalho. (usuário)




Expansão do Sistema ORACLE:



System Global Área (SGA) – Área global do sistema


       SGA é um local na memória onde o banco de dados Oracle armazena
informações pertinentes sobre si mesmo. Ele faz isso na memória porque a
memória é o modo mais rápido e eficiente de permitir que os processos se
comuniquem. Essa estrutura de memória é acessível a todos os processos do
usuário e os processos do servidor.
É um mecanismo pelo qual vários processos do usuário e do servidor
comuniquem. É dividida nos componentes chaves a seguir:
      Cache de buffer de dados: É onde o Oracle armazena os blocos de
       dados usados mais recentemente.
      Cache de dicionário: Contém linhas do dicionário de dados. O dicionário
       de dados contém todas as informações que o Oracle precisa para se
       auto gerenciar.
      Pool de sql compartilhado: É o cache de programa, onde todos os
       programas são armazenados.




                                                                             15
   Área global do programa (PGA): É uma área da memória usada por um
    único processo do Oracle. A PGA é o buffer de memória que contém
    dados e algumas informações de controle de uma sessão de um
    usuário. A PGA é criada e alocada quando um novo processo é
    inicializado no servidor. As suas informações dependem da configuração
    do ORACLE. Assim, existe uma área de memória PGA para cada
    usuário que está executando seus trabalhos no ORACLE. Dentro da
    PGA existem três estruturas: uma contendo um espaço para a pilha
    (para armazenar as variáveis e matrizes), outra contendo dados sobre a
    sessão do usuário e uma terceira com as informações dos cursores
    usados. A PGA não é compartilhada entre os usuários; ela é única para
    cada sessão.




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Bibliografia:


Transparências do Oracle:
ABBEY, Michael, ORACLE 8i Guia Introdutório. Makron Books.
Oracle University
Sites:
www.imasters.com
www.tecnologica.com.br




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                                                    Sumário




Arquitetura Oracle……………………………………………………....…..pág.01

Arquitetura Lógica………….……………………………………………..

Backup...................................................................................................pág.04

Dicas para Gerenciamento de Estrutura de Dados...........................pág.05

Constraints............................................................................................pág.08

Certificação...........................................................................................pág.10

Valores dos Cursos..............................................................................pág.11

Mercado.................................................................................................

Sistemas ERP.......................................................................................pág.12

Plataformas Compatíveis....................................................................pág.13

Comercial.............................................................................................pág.14

Licenciamento.....................................................................................pág.15

Bibliografia..........................................................................................pág.17




                                                                                                                  18
            FAC – SÃO ROQUE



            Alunos TGSI – 2 A:

             André Luis Araújo

              André Luis Góes

      Carlos Roberto de Carvalho Júnior

           Fernando Hisao Suzuki

                 Luis Lorieri




BANCO DE DADOS EMPRESARIAIS



                Prof° Sandro




       Banco de Dados ORACLE




                    2005


                                          19

								
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