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					O Investimento Público em
Urgência e Emergência: uma
      Análise Crítica


Conselheiro Carlos Alberto Benfatti
        CRM Minas Gerais
     Vitória/ES – Julho 2011

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Princípios Doutrinários do SUS

   Universalidade

   Equidade

   Integralidade


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       Organização do SUS

   Regionalização

   Hierarquização

   Resolutividade



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      Organização do SUS

   Descentralização.

   Participação dos cidadãos.

   Complementaridade do setor
    privado.


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    SUS: Plano de Saúde dos
            Brasileiros

   Sofre duras críticas
   Diretrizes e objetivos
   Sistema em construção
   Função constitucional
   Direito à saúde


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 Prioridade: duas grandes portas
 de entrada do SUS...

 Atenção básica.
 Urgência e Emergência.




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A atenção básica, para ser resolutiva, precisa
 ter o suporte permanente da atenção
 especializada.

O médico que está no centro de saúde tem
que analisar seu diagnóstico com um médico
da atenção especializada (Tele-Medicina?).




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 Um novo pensar...

 Reestruturar fisicamente a unidade básica de saúde.

   Renovar o padrão construtivo das unidades de saúde
    do país, inclusive as de urgência e emergência.

   A vida média dos nossos hospitais é de 35, 40 anos.

   Foram construídos no padrão de uma medicina que
    não existe mais.


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     Realidade das urgências e
           emergências

 A grande maioria dos hospitais foi
construída    quando     as   urgências    e
emergências eram um espaço pequeno, a
centralidade nos hospitais eram os leitos de
internação crônica, de longa duração.


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Salvavam-se poucas vidas na
   urgência e emergência.
Isso mudou nos últimos 15
            anos.


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 Caminhos a seguir:

 Mudar todo o padrão construtivo das
  urgências e emergências do país
 Garantir equipes médicas
 Valorização Profissional
 Assegurar a relação desta unidade com a
  atenção hospitalar de média complexidade.


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É preciso ter uma unidade de urgência
 e emergência hospitalar em que a
 entrada seja ampla, faça classificação
 de risco, diga quem é de risco alto,
 vermelho,     quem     é   de     risco
 intermediário, amarelo, quem não é de
 risco. Haverá também o leito de
 retaguarda

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Urgência lotada significa sobrecarga de
trabalho, falta de recursos humanos, falta de
recursos técnicos, falta de espaço físico, falta
de retaguarda de leitos de internação.




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   Soluções?

 Urgências e emergências amplas.
 Rede.
 Na atenção básica: observação, o primeiro
  atendimento.
 No intermediário uma Unidade de Pronto
  Atendimento.
 Transporte seguro- Samu.


                                              14
   SUS: sistema de saúde público, único,
  regulamentado, legal, que assegura para
todos os indivíduos uma assistência à saúde
  de qualidade (oportuna, resolutiva e ....).




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I.     Política Nacional de Humanização
II.    Política Nacional de Urgência e
       Emergência
III.   Estratégias
IV.    Estratégia de Saúde da Família
V.     Avanços

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Evidência clara que as políticas
  de saúde e os avanços não
    suprem o atendimento
 das urgências e emergências.



                                   17
  Em mais de duas décadas de
 existência, o Sistema Único de
Saúde (SUS) tem se firmado como
  uma das maiores políticas de
    inclusão social do Brasil.


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São mais de 5,8 mil hospitais, 60
mil unidades ambulatoriais e 500
    mil leitos (entre públicos e
     privados contratados).



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 A cada ano são realizadas, em
média, 11 milhões de internações,
  1,4 bilhão de procedimentos
  ambulatoriais, 44 milhões de
 consultas especializadas e 250
  milhões de consultas básicas.

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Recursos mínimos:
União: crescimento do PIB;

Estados: 12% dos recursos próprios
provenientes de impostos;

Municípios: 15% dos recursos próprios
provenientes de impostos.

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O Porém:

 As políticas de saúde governamentais são
para atendimento da população pobre e
enquanto perdurar      essa estreiteza de
pensamento teremos políticas pobres de
saúde na cronicidade de recursos parcos ou
insuficientes.



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OBRIGADO




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