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					expectativa de bons presságios dos empresários do trade turístico do Rio
Grande do Norte deverá se confirmar, de acordo com a Associação Brasileira
da Indústria de Hotéis do estado (ABIH-RN) e a Cooperativa do
Desenvolvimento Hoteleiro e Turístico (Coohotur). Segundo as entidades, o
incremento da ocupação hoteleira neste mês, gira em torno de 15%.

Neste mês, a ocupação dos hotéis deverá fechar com índices favoráveis, entre
82 e 85%; muito superior aos 70% registrados no mesmo período de 2008. Os
números estão dentro das estimativas e os empresários esperam manter os
bons resultados de janeiro no resto do ano.


30/01 (13h30) – Governo Federal cria a Confederação Nacional do
Turismo
Os sindicatos patronais do setor turístico não serão mais filiados à
Confederação Nacional do Comércio, segundo decisão do Ministério do
Trabalho que aprovou a criação da Confederação Nacional de Turismo, cuja
sigla adotada será a CNTur. A decisão do governo federal atende à uma antiga
reivindicação da classe entidade que almejava se livrar da obrigação dos seus
sindicatos patronais de se vincular às federações estaduais do Comércio. Aliás,
para abrigar o setor do turismo no Rio Grande do Norte, a Federação do
Comércio e Serviços alterou sua denominação e acrescentou a palavra
Turismo.



Após muita polêmica em torno da realização da Cavalgada de Verão pelas
praias do litoral norte, parece que o evento realmente acontecerá, e já neste
final de semana... No entanto, bem acanhada... Apenas com poucos cavaleiros
das granjas próximas... A brincadeira ficou bem mais complicada... Além do
frete para transporte dos animais, o custo do exame para conferir o passe livre
dos animais é outro dificultador...
O comentário é que só participarão os agropecuaristas de peso, diferente de
outros anos, em que rolava de tudo... Estes já começaram a fazer os exames
necessários nos animais, junto aos seus veterinários... Tipo assim, cavalo pé
duro passará longe do evento... A multa para quem estiver sem o exame é de
cerca de R$ 1.500,00... Ainda mais com o Ministério Público em cima...



Aquela história de que a alta estação de janeiro seria um martírio para as casas
noturnas de bairros residenciais como Petrópolis, já faz parte do passado. Pelo
menos para o Corsário Restaurante e Bar, recém-inaugurado há pouco mais de
um mês na rua Potengi, a movimentação está em clima de verão. A casa vem
atraindo não apenas os natalenses, mas também famílias de turistas que
buscam um cardápio diferenciado de frutos-do-mar, e a possibilidade de esticar
o jantar para ouvir uma boa música ao vivo.
De cozinha contemporânea, mas viajando pela culinária de outros mares, o
Corsário traz desde um prato típico do Peru, o famoso Ceviche, até pratos
consagrados da culinária regional e internacional, como filés de camarão na
manteiga, à milanesa ou ao molho de maracujá, além do camarão ao molho de
Pisco, entre outros. Todos levam nomes referentes aos equipamentos náuticos.

A casa mescla o clima de bar, com varanda e happy hour abrindo às 17h30, e
restaurante aconchegante climatizado, com capacidade total para 120 pessoas.
E ainda possui uma outra área aberta ao fundo, uma espécie de grande jardim
ao ar livre, com uma fonte de água e a paisagem urbana do bairro de
Petrópolis. Em tempo de verão, é o local mais procurado pela clientela.

A grande sacada é a noite para jantar com horário mais flexível. A partir das
22h, a casa investe na música ao vivo, com pitadas instrumentais e de Música
Popular Brasileira, indo até 2h da manhã — por enquanto somente às quintas e
sextas-feiras. Ou seja, após o jantar, o cliente pode ouvir boa música e
prolongar sua noite com bons papos e drinques, ou mesmo jantar mais tarde. A
atração desta semana é o cantor Marcondes, experiente intérprete na noite
natalense cujo repertório traz sucessos da MPB de várias épocas, com ênfase
para a bossa nova.



SABORES DA CASA

As especialidades da casa são receitas da cozinha do chef David Cardoso e da
proprietária Sandra Pimenta, que é sócia de Hércules Albuquerque no
Corsário. Sandra vem de uma experiência bem-sucedida com o Natal Export,
pioneiro no ramo de bistrôs em Natal que funcionou há 10 anos, próximo à
praça Augusto Leite.

O prato peruano Ceviche, muito procurado pelos clientes, é feito com frutos-do-
mar (peixe, camarão, ou misto) cozidos no suco de limão, sem ir ao forno. Há
ainda o polvo gratinado e flambado na aguardente Pisco (destilado peruano),
casquinho de caranguejo, pastéis de massa caseira ao estilo italiano (recheios
de camarão, caranguejo, etc), berinjela gratinada, risoto de camarão, camarão
flambado no uísque com molho bechamel e uvas verdes, ou o crocante, com
salsa e vinho branco. Há ainda moquecas de peixe (badejo) e camarão (cozido
no leite de coco); risotos também de carne de sol e frutos-do-mar, e ainda
frangos, filés e carnes variadas.

O serviço de bar também é outro destaque da casa, dando o toque de pub
estilizado. Traz várias opções de coquetéis, drinques, vinhos — todos
adquiridos de casas especializadas como Magazzino, Vinhedos e Gran Cru —
e vários destilados, além de sete tipos de long-necks, de diversas marcas.
O assessor da presidência da Infraero, Jarnô Silva, disse ontem, ao apresentar
aos representantes do Consórcio Potiguar e do BNDES durante visita ao
projeto do futuro aeroporto de São Gonçalo do Amarante, que a expectativa é
que toda a obra da pista de pouso e do pátio de aeronaves seja concluída
ainda este ano, pelo Exército. Até dezembro, o investimento total da União na
estrutura deve alcançar os R$ 159 milhões.

De acordo com a engenheira da Infraero, Cristiane Leal, que há sete anos
acompanha o projeto, os serviços de terraplanagem, drenagem e
pavimentação estão sendo realizados paralelamente. Já foi concluída toda
terraplanagem da pista de pouso, colocada a primeira camada de pavimento (a
base de BGS) e parte da primeira das duas camadas de CBUQ (asfalto
quente). Do pátio das aeronaves, 40% da pavimentação foi concluída. ―Até o
fim do ano vai estar tudo pavimentado‖, aponta a engenheira.

Jarnô Silva ressaltou que a extensão da pista de pouso (3 mil metros) fará do
futuro aeroporto de São Gonçalo o único da América do Sul a ter capacidade
para receber aviões como a A380, com capacidade para 555 passageiros, e
aeronaves que já vêm sendo projetadas, como o Boeing 797, para cerca de mil
passageiros.

―A melhor maneira de prever o futuro é construí-lo‖, lembrou o representante da
Infraero, destacando o fato de Natal ser rota por onde passam diversos vôos
em direção à Europa e, por isso mesmo, deverá se transformar em um novo
portão de entrada do país. Ele enfatizou sua preocupação de que a área no
entorno do aeródromo seja preservada de forma a impedir que uma ocupação
desordenada atrapalhe o desenvolvimento futuro da estrutura, como ocorre
com outros aeroportos já ―engolidos‖ pelas cidades em volta.

Jarnô Silva afirmou que a obra é uma necessidade para a região e o Estado,
frente às limitações do aeroporto de Parnamirim. ―A evolução da aviação civil
no Augusto Severo está comprometida. Devemos fazer paliativos, enquanto se
viabiliza o aeroporto de São Gonçalo‖, defendeu. O prefeito de São Gonçalo do
Amarante, Jaime Calado, confirmou o entusiasmo com as obras e afirmou que
espera ver o edital de licitação pronto até o dia 30 de outubro.
.




Do alto do terraço do 25º andar, na cobertura do hotel Othon Classic, ícone do
centro velho de São Paulo fechado no começo de dezembro depois de dois
anos de operação no vermelho, o edifício Matarazzo, que abriga o gabinete do
prefeito, parece um anão de pouca estatura. Se juntada a fome com a vontade
de comer, os dois podem virar um prédio só.
Afogado numa dívida que só de IPTU e ISS chega a pouco mais de R$ 11,7
milhões, a prefeitura agora negocia a compra do hotel para transformá-lo num
anexo, com ligação e tudo.
Convenientemente localizado do outro lado da rua, no número 190 da Líbero
Badaró, o antigo Othon abrigaria algumas secretarias e outros órgãos públicos,
que hoje já ocupam alguns edifícios da região central, como o Martinelli.
Inaugurado em 1954 no quarto centenário da cidade, o Othon abrigou
hóspedes ilustres como Nat King Cole e o então príncipe Akihito, hoje
imperador do Japão, entre uma lista de outros estadistas.
Entre as décadas de 1950 e 1970, era freqüentado pela elite política
paulistana, como o ex-governador Franco Montoro e o ex-ministro do
Planejamento Antonio Delfim Netto. Luiza Erundina, a ex-prefeita, costumava
fazer reuniões de gabinete ali. E José Alencar, o vice-presidente da República,
passou a lua-de-mel com dona Mariza naquele Othon Classic.
No saguão do hotel, um painel de Burle Marx foi guardado para depois ser
instalado numa outra unidade da rede. Em São Paulo, restaram três Othons,
dois na região dos Jardins, outro na Berrini.
Todas as TVs e frigobares, alugados de uma empresa, tiveram de ser
devolvidos, e as camas e colchões foram selecionados. O que não pôde ser
reaproveitado em outros hotéis da cadeia foi doado.

Ocupação
Com ocupação de 70% nos últimos dias, o Othon Classic hospedava
basicamente viajantes do Nordeste que iam às compras na rua 25 de Março.
Cobrava diária de R$ 120, metade do valor dos hotéis equivalentes da região
da Paulista, quando o custo da manutenção era de ao menos R$ 180.
"O interesse é porque o prédio é bem ao lado, fica tudo mais rápido. Se eles
estão devendo [impostos], é possível abater", diz Sérgio Rondino, assessor do
gabinete do prefeito Gilberto Kassab (DEM).
A intenção foi ratificada por um executivo da rede. "Por mais que se cortassem
[os custos], a coisa não valia", diz o diretor que pede anonimato.
Do valor venal do prédio, estimado em R$ 25 milhões, seria abatida a dívida de
pouco mais de R$ 11,76 milhões (R$ 7.069.608,43 de ISS e mais R$
4.696.375,35 de IPTU). Sem contar o imposto predial devido neste ano, que é
de R$ 163.844,27. Até ontem, nenhuma das dez prestações de 2008 havia sido
paga, como mostrava o balanço da Secretaria Municipal de Finanças.
Especialista em imóveis do centro, Valentina Caran diz que, dependendo do
estado de conservação, o prédio pode valer mesmo R$ 25 milhões e que o
metro quadrado naquela região é avaliado em R$ 700.
O fechamento do Othon vem na esteira da falência de outros hotéis do centro,
como o Hilton, da Ipiranga, e o Caesar Park, da rua Augusta.
A prefeitura, que confirma a transação, diz ter interesse porque várias
secretarias, como a do Verde, estão desmembradas e hoje pagam aluguel. O
custo da reforma -seria preciso remodelar os quartos em escritórios- é que vai
tornar o negócio viável ou não.



04/12/2008 16:35
Escolha da National Geographic Adventure consolida o País na atividade
O segmento do turismo de aventura no Brasil, envolvendo atividades de
ecoturismo, esportes radicais e mais inúmeras outras diversificações do
turismo, tem mesmo que comemorar. O País foi escolhido como o melhor na
categoria pelos editores da National Geographic Adventure, com base na
opinião de mais de 2,4 milhões de leitores no mundo inteiro.

O Brasil é o melhor destino para aventureiros e apaixonados por esportes
radicais em 2009. Esta é a indicação da publicação que chegou às bancas nos
Estados Unidos e Canadá esta semana. Além do Brasil, o Nepal também
recebeu o título já que a partir deste ano são dois países indicados para.
Anteriormente, eram cinco..

\'O Brasil foi selecionado por suas consistentes melhoras na infra-estrutura, que
conta com transporte facilitado para o coração da Amazônia, a vida selvagem
do Pantanal e outros incontáveis lugares escondidos entre praias de areia
branca\', explica Brian Kinkade, diretor de viagem e turismo da National
Geographic Adventure.

O Brasil já havia levado o título em 2006, quando vários países eram
contemplados.

Em setembro deste ano, com a realização em em São Paulo, do Adventure
Travel World Summit (ATWS), um dos principais fóruns globais de Turismo de
Aventura, o Brasil passou a se credenciar ainda mais para galgar esta posição
de destaque. Foi a primeira vez que o evento, captado com o apoio da
Embratur, aconteceu fora da América do Norte.

Por ocasião da ATWS, o Ministério do Turismo, por meio da Embratur, trouxe
cerca de cem profissionais especializados em Turismo de Aventura de todo o
mundo, além de jornalistas especializados no segmento, para participar de
viagens antes do início do encontro, dentro do programa Caravana Brasil

Com uma das maiores biodiversidades do planeta, o Brasil ocupa um território
de 8,5 milhões de quilômetros quadrados em região tropical. Entre os principais
roteiros de aventura do País estão a Amazônia; Chapada Diamantina; Chapada
dos Veadeiros; Chapada dos Guimarães; Estrada Real; Fernando de Noronha;
Foz do Iguaçu e o parque nacional; Mata Atlântica; Jalapão; Serras Gaúchas;
Lençóis Maranhenses; Pantanal; e outros destinos.

Segundo a Abeta - Associação Brasileira das Empresas de Turismo de
Aventura - , esta indústria é responsável por quatro milhões de turistas (entre
brasileiros e estrangeiros) no Brasil, representando um faturamento médio
anual que deverá superar R$ 490 milhões neste ano.

O mercado já conta com mil empresas espalhadas nos principais pólos de
aventura do País. Dos turistas estrangeiros que visitam o País, 19,5%
escolheram o o País por motivo de ‗Natureza, Ecoturismo ou Aventura‘ em
2006. O número geral segue mostrando crescimento com previsão de 15 a
20% por ano.




Cadastur, sistema eletrônico para o cadastramento de prestadores de serviços
turísticos, guias de turismo e bacharéis em turismo no país, chega a 35,6 mil
nomes em seu banco de dados. Do total, cerca de 11,2 mil são agências de
turismo e mais de 8,8 mil identificam-se como transportadoras turísticas.
"Quanto maior o número de cadastrados, melhor será o desempenho do
turismo brasileiro, com o conhecimento mais próximo do atual estágio do
mercado e as políticas públicas focadas no atendimento às demandas
existentes", diz o secretário nacional de Políticas de Turismo, Airton Pereira.

O Sistema Cadastur tinha 15 mil nomes relacionados em 2002, e ainda
representa uma parcela bem pequena do mercado turístico brasileiro, embora
venha crescendo progressivamente. Agora, o objetivo do MTur é incentivar o
cadastramento em todo o país, estimulando o , a formalidade e a legalização
do setor.

O coordenador geral de Qualificação dos Serviços Turísticos do MTur,, Ricardo
Moesch, ressalta a importância de integrar o sistema federal. "As empresas e
profissionais cadastrados formam o mapa do turismo brasileiro. Com o
cadastramento, é possível ter acesso a linhas especiais de financiamento, além
de estar credenciado a participar de eventos, feiras e programas de
qualificação promovidos pelo Ministério do Turismo".

Os órgãos oficiais de turismo nos estados e no Distrito Federal já estão sendo
preparados para a demanda de cadastramento que será acarretada com a
nova Lei Geral do Turismo. A expectativa é que o banco de dados aumente
significativamente com a sanção da lei em tramitação no Congresso Nacional,
pela obrigatoriedade e sanções que a matéria estabelece.

O Sistema Cadastur recebe cadastros de pessoas físicas e jurídicas que atuam
em sete segmentos da cadeia produtiva, começando pelos: meios de
hospedagem: (hotel, pousada, resort, albergue, apart-hotel, hotel fazenda, hotel
fazenda/lazer, condohotel, hotel de selva, camping, pousada residencial e
motel – desde que atenda ao regulamento geral dos meios de hospedagem);
transportadoras turísticas; agências de viagem; organizadoras de eventos
(congressos, feiras ou congêneres e prestadores de serviços especializados);
parques temáticos; guias de turismo e bacharéis em turismo. A idéia é,
acrescentar próximamente, cadastramento de restaurantes turísticos, centros
de convenções, embarcações de turismo e outros profissionais do setor.



Representantes do turismo do Estado da Paraíba se reuniram para enviar carta
ao presidente da companhia aérea TAM, David Barioni. O objetivo é reivindicar
a não suspensão dos vôos 3403 e 3404 da companhia, que deixaram de
operar no aeroporto Castro Pinto, localizado em Bayeux, área metropolitana de
João Pessoa, desde o dia 30 de julho.

Na carta, assinada pela Secretaria do Turismo e do Desenvolvimento
Econômico do Estado da Paraíba, Secretaria de Turismo de João Pessoa,
Associação Brasileira das Agências de Viagem – Abav/PB, Associação
Brasileira da Indústria de Hotéis – ABIH/PB, João Pessoa Convention Bureau,
Sindicado dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Paraíba e Sebrae,
aponta motivos como alíquota de ICMS reduzida em 3%, sobre o combustível
de aviação, podendo gerar benefícios econômicos relevantes às empresas
aéreas. Uma tabela com informações atualizadas dos vôos 3403/3404,
contendo taxa de ocupação entre os meses de outubro de 2007 e julho de
2008, e a taxa de ocupação média mensal nesses 10 meses, foi anexada à
carta comprovando o bom fluxo alcançado pelos vôos. Foram 69% de
ocupação na taxa de embarque e 71% na taxa de desembarque no período em
que operou no aeroporto. Os vôos ligavam João Pessoa às regiões Sul e
Sudeste, fazendo a rota João Pessoa/Rio de Janeiro/São Paulo/Florianópolis.

Além desta reivindicação, as entidades pediram mais atenção para as
diferenças de tarifas existentes entre as passagens com embarque em João
Pessoa e Recife, capital de Pernambuco, o que segundo a carta, causa uma
diminuição considerável do embarque e desembarque de passageiros
utilizando o Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto. Eles pediram
justificativa adequada para diferença de 30% a 40% nos preços das passagens
entre os dois aeroportos.
O secretário de Turismo de João Pessoa, Elzário Junior, informou que a carta
foi enviada após várias tentativas de audiência. "Esperamos agora, que a
cidade não seja prejudicada com tal atitude da companhia", comentou.




O dólar cada vez mais baixo continua preocupando os hoteleiros de Natal. O
valor do câmbio tem oscilado nas últimas semanas, e chegou a subir ontem
chegando R$ 1,60. Porém, o valor ainda é considerado reduzido para trazer de
volta os turistas estrangeiros. Em Pipa, um dos principais destinos procurados
no Rio Grande do Norte, a ocupação não chega a 5%, segundo informações da
Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH RN). Em Natal, onde as
taxas costumavam ficar em torno de 70% de julho a setembro, o resultado é
apenas 30% dos leitos ocupados.



Um ônibus da empresa Viação Nordeste que fazia a linha entre Fortaleza e
Natal foi assaltado na rodovia BR-304, na madrugada desta quinta-feira (07),
entre Mossoró e Assu. Cinco homens armados com espingada e revólveres
interceptaram o veículo, desviaram o trajeto e fizeram um arrastão roubando
pertences dos passageiros.

Era por volta de 1h50 quando o bando utilizou um Gol cinza para interceptar o
ônibus nas imediações do posto Zé da Volta, a cerca de 40 km de Mossoró.
Segundo testemunhas que prestaram queixa na DP de Assu, apenas um deles
usava capuz. Os bandidos teriam utilizado ainda uma espingarda calibre 12 e
quatro revólveres.

Ainda de acordo com os depoimentos, os bandidos obrigaram o motorista a
entrar numa rodovia estadual, no sentido do município de Paraú, e estacionar o
ônibus numa estrada de acesso à comunidade de Limoeiro. Lá, os bandidos
fizeram o arrastão e roubaram cerca de R$ 400 em dinheiro, além de objetos
de valor como máquinas digitais e alianças.

Após mais de uma hora roubando os passageiros, por volta das 3h, os
bandidos fugiram. O motorista deixou o local e se dirigiu com os passageiros
para a DP de Assu. Segundo o delegado Normando Feitosa, foram
confeccionados 28 boletins de ocorrência. Ele contou que havia estrengeiros
entre os passageiros.

Feitosa afirmou que já tem pistas dos assaltantes. "Temos uma equipe
trabalhando para localizá-los", disse, acrescentando que a suspeita é que o
grupo seja formado por bandidos da região Oeste e Médio-Oeste.


Hotel sofrerá punição se hospedar crianças sem seus pais
Gol modifica sistema de venda de passagens com New Skies
Centro de Artesanato cresce e ganha reforma e ampliação
Aéreas pagarão R$ 40,9 mil em caso de morte de passageiro
Vôos da American para o Nordeste começariam em novembro
Cidade turística precisa de identidade arquitetônica ou cultural
Eventos fazem crescer a ocupação da hotelaria mossoroense
Paraíba realiza o seu congresso de turismo durante a Ruraltur
Charteira White que opera Natal e Recife reduz seus vôos
Turismo será Grande Tema hoje na Televisão Universitária.


As reuniões sobre a Gestão Estratégica Orientada para Resultados realizadas
em Mossoró tiveram uma participação efetiva dos municípios
 relação ao tópico "Desinteresse das prefeituras prejudica o Pólo Costa
Branca", gostaria de esclarecer que não é o que vem ocorrendo, temos tido
excelentes reuniões do Conselho do Pólo com. O que aconteceu foi uma
reunião organizada pelo Sebrae em Assu, onde foram convocados empresários
daquela cidade (hotéis e restaurantes). O GEOR é voltado para a iniciativa
privada e não para o poder público. Gostaria de ressaltar também que esta
mesma reunião já ocorreu em Mossoró com boa participação da iniciativa
privada. Assim sendo, não procede a informação de desinteresse das
prefeituras, muito pelo contrário.Um grande abraço,Gabriel Barcellos


capital da Rússia segue como a mais cara cidade do mundo para os
estrangeiros. O custo de vida em Moscou é 40% maior do que em Nova Iorque.
São Paulo teve uma grande alta desde a última pesquisa e subiu da 62a para a
25a posição, igualando-se a Atenas e Amisterdã e superando Madri. Assunção,
no Paraguai, continuou também como a cidade com menor custo de vida entre
as 143 capitais pesquisadas.
Moscou atingiu o índice de 142,4 pontos em comparação a Nova York, cidade
mais cara dos Estados Unidos e usada como parâmetro, com um índice de 100
pontos. Neste ano, o custo de vida nova-iorquino caiu da 15a para a 22a
posição
São Paulo subiu de 82,8 pontos em 2007 para 97 pontos neste ano e teve o
salto mais alto na elevação dos custos. O Rio de Janeiro, que somou 95,2
pontos, subiu da 64a para a 31a posição, igualando-se a Barcelona e a
Estocolmo
Tóquio ultrapassou Londres e assumiu a segunda posição no ranking anual
elaborado pela consultoria em recursos humanos Mercer, que mede o custo de
mais de 200 itens em 143 cidades. Já Oslo, impulsionada pelos petrodólares
da Noruega, subiu seis postos para assumir o terceiro lugar
A tendência global de aumento nos preços mostrou o impacto da alta da
inflação sob fatores cambiais e diferenças econômicas com o euro, o real e
diversas outras moedas valorizando-se frente ao dólar analisou Yvonne Traber,
gerente da Mercer, a consultoria que monitora os itens pesquisados que vão de
aluguéis a vestuário, transporte e entretenimento.

Tido como uma das causas na crise que provocou o fechamento da companhia
aérea BRA, o embargo no 8º andar do hotel em construção da empresa na Via
Costeira de Natal continua tramitando na justiça e, conseqüentemente, gerando
prejuízos para o grupo NAT HWF -- proprietário da obra inacabada.
Porém mesmo com o embargo judicial existente, três grupos já se mostraram
interessados em adquirir o imóvel. Sem poder revelar nomes, o advogado do
NAT HWF em Natal, Miguel Josino, disse que um grupo estrangeiro, um
nacional e um local procuraram os proprietários do hotel. "O grupo estrangeiro
já conversa com o NAT HWF há três meses. Os outros estão conversando há
menos tempo", afirmou.
Sem dispor no momento de capital financeiro, o hotel está à venda por R$ 42
milhões, o que corresponde, segundo o advogado, ao valor investido pelo
grupo NAT HWF na construção da obra. A obra embargada impede que o
grupo possa adquirir qualquer tipo de financiamento para concluir o projeto,
caso fosse autorizado.
Miguel Josino lembrou que apenas o 8º pavimento da ala norte permanece
embargado, mas que o restante da obra está legalmente liberada. Ele cita,
inclusive, que todo o equipamento como fechaduras, aparelhos de ar-
condicionado e outros equipamentos foram adquiridos há mais de um ano. "Se
a obra fosse liberada e retomada hoje, em apenas um ano o hotel estaria
concluído".


O Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (CET/UnB) foi
selecionado para a realização da pesquisa nacional no setor hoteleiro do
\'Programa de Competitividade dos Meios de Hospedagem\' promovido pela
ABIH Nacional em convênio com o Ministério do Turismo. O trabalho técnico
levantará a demanda de qualificação profissional em 738 meios de
hospedagem em todas as regiões brasileiras.
Escolhido por meio de um processo de licitação, para desenvolver, aplicar e
analisar as informações coletadas e produzir um documento apresentando
respostas ao mercado, o Centro da UNB iniciou o processo em julho e deverá
se estender por dois meses.

O objetivo do projeto é realizar um diagnóstico de possíveis carências de
capacitação e qualificação profissional do setor hoteleiro no país. A partir da
identificação das necessidades nas 26 capitais será elaborado um documento
com recomendações para políticas públicas da hotelaria.

‖Ao mapear o cenário nacional da prestação de serviços nos meios de
hospedagem, essa pesquisa possibilitará futuras melhorias na qualidade dos
serviços que são prestados pelo setor‖, explica Ariádne Bittencourt, gerente de
Hotelaria do CET/UnB e coordenadora executiva da pesquisa.

A pesquisa por amostragem, começou em 738 meios de hospedagem
cadastrados no Ministério do Turismo (MTur).
Os produtores culturais e artistas interessados em inscrever seus trabalhos na
Lei Djalma Maranhão devem ficar atentos. Falta pouco mais de uma semana
para que a Lei encerre suas atividades em 2008. O prazo limite será às 13
horas do dia 31 de julho. Após esta data, a Lei reabre somente em fevereiro de
2009. De acordo com a coordenadora da Lei Djalma Maranhão, Denise
Siqueira, para dar entrada com projeto é necessário estar cadastrado no estar
cadastrado na Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte). Caso o
produtor/artista ainda não esteja cadastrado, deverá fazê-lo até o dia 25 de
julho (sexta-feira).

Além do cadastramento obrigatório, Denise Abreu informa que para inscrever
os projetos são necessárias cópias do RG, CPF, comprovante de residência e
currículo artístico acompanhado de uma prova documental que confirme a
atuação cultural da pessoa que solicita o apoio da Lei. Os solicitantes devem
ainda entregar o formulário completo, acompanhado de todos os orçamentos
necessários para a realização do projeto. O modelo do formulário está
disponível para download no site www.funcarte.com.br.

Produtores culturais e artistas: não deixem a inscrição dos seus trabalhos para
última hora. Assim, será possível dar celeridade aos seus projetos ainda este
ano. Interessados em inserir trabalhos na Lei Djalma Maranhão devem entrar
em contato através dos telefones 3232-4943 ou 3232-4959, ou ainda pelo e-
mail leidjalmamaranhao@hotmail.com. O atendimento funciona na Capitania
das Artes, localizada na Ribeira, de segunda a sexta, das 8h às 13h.




Com um crescimento de 184% em apenas quatro anos no número de
passageiros, os cruzeiros turísticos na costa brasileira viraram alvo da indústria
hoteleira, especialmente a de resorts, que reclama de concorrência desigual e
pressiona o governo a mudar a lei.
Ajudados pela valorização do real, que barateou o aluguel ou a compra de um
navio, os cruzeiros transportam cada vez mais passageiros no Brasil.
A mais recente temporada, finalizada em abril, registrou recorde de 396 mil
passageiros. É quase o triplo do verificado há quatro anos (139 mil) e 11 vezes
os 35 mil da estação entre 1999 e 2000.
Para a próxima temporada, que começa em novembro, a expectativa do setor é
chegar a meio milhão de passageiros.
Além de oferecerem pacotes mais baratos em comparação com os resorts, os
cruzeiros têm atrativos como a oportunidade de jogar em cassinos ou de
comprar em free shops, atividades proibidas em solo brasileiro, mas liberadas
em águas internacionais.
Para os empresários de cruzeiros, trata-se de um produto que se tornou
acessível para a classe média e que, além de estimular o turismo interno, trará
no futuro mais visitantes ao país. Hoje apenas 12% dos passageiros são
estrangeiros.
Mas, para a Associação Brasileira de Resorts, a concorrência é injusta e a
legislação precisa mudar para equiparar os custos dos dois setores.
"Quem decidirá se prefere um resort ou navio é o consumidor, mas ao
legislador cabe equilibrar a concorrência. Eles pagam menos encargos
trabalhistas e ICMS e contribuem menos para a geração de empregos no país.
Isso cria uma concorrência assimétrica", diz Alexandre Zubaran, diretor-
presidente da entidade.

Legislação
Um dos pontos que mais incomodam o setor hoteleiro na disputa com os
resorts é o fato de a legislação permitir que apenas 25% dos trabalhadores
sejam contratados de acordo com a lei brasileira. Os demais são, em sua
maioria, estrangeiros com contratos que não são regidos pela CLT.
"Dentro de um navio desses, o cozinheiro é indiano, o garçom é malasiano e
por aí vai. Nesse sentido, a concorrência é desleal com quem paga encargos
trabalhistas de todos os funcionários e tem ainda o IPTU e outros tributos", diz
Álvaro Brito Bezerra de Mello, presidente da Associação Brasileira da Indústria
de Hotéis.
Ele afirma que os cruzeiros ainda têm contribuído pouco para atrair
estrangeiros ao país, mas vê aspectos positivos: "Entre os passageiros, o único
sotaque que a gente identifica é o do interior paulista. O lado bom é que é uma
classe média que não costumava viajar e começa a tomar gosto pelo turismo".
O presidente da Associação Brasileira de Representantes de Empresas
Marítimas, Eduardo Nascimento, rebate as críticas da indústria hoteleira
afirmando que, na última temporada, o setor pagou mais de US$ 40 milhões
em impostos e gerou 5.004 empregos diretos e 38 mil indiretos.
Para Nascimento, os resorts precisam melhorar sua estratégia de marketing e
diminuir preços antes de culpar os cruzeiros: "Eles querem manter suas tarifas
altíssimas. O preço de um navio é dez vezes maior que o de construção de um
resort, mas, mesmo assim, nossos pacotes custam a metade".
Em sua avaliação, resorts podem se beneficiar do aumento do turismo em
cruzeiros.
"Essa discussão aconteceu no Caribe nos anos 70. Também houve uma
campanha agressiva contra os navios, mas os hotéis logo perceberam que era
uma oportunidade para vender seus serviços ao vivo. Quem passa oito horas
numa ilha e gosta volta depois e fica mais tempo", diz.
Segundo Nascimento, os casinos e duty-frees também não podem ser
considerados concorrência desleal. "Somente quando atingimos águas
internacionais é que abrimos o cassino. Mesmo assim, o movimento financeiro
é tributado quando paramos no Brasil."
Ele diz que os navios geram receitas, pois são abastecidos nos portos
brasileiros, movimentando a economia local.


O Ministério do Turismo afirma que não está em seus planos onerar mais o
transporte de passageiros em cruzeiros para beneficiar o setor hoteleiro, mas
diz que tem discutido com donos de resorts estratégias para aumentar a
atração de turistas e diminuir os custos.
"Nosso papel é incentivar o turismo no Brasil em todos os setores. Tentamos
ser parceiros da hotelaria para ajudá-la a resolver o problema de baixa
ocupação. Mas não podemos onerar um setor para minimizar os momentos de
crise de outro. A intenção do ministério é desonerar, na medida do possível,
todos os segmentos", diz a assessora da Secretaria Nacional de Políticas do
Turismo, Mara Flora Krahl.
Para ela, o melhor caminho a buscar no caso brasileiro é repetir a experiência
do Caribe. "Lá, eles convivem muito bem e há uma sinergia muito saudável. O
turista que conhece um local num cruzeiro pode voltar depois para ficar num
resort."
Álvaro Mello, da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, discorda. "Muitos
dificilmente voltarão. Além disso, ouço dos agentes de viagem [Mel- lo é
presidente do conselho do grupo Othon] a reclamação de que eles não
conseguem levar os passageiros para outros programas na cidade, já que no
navio eles têm pensão completa."
O diretor de assuntos internacionais da Associação Brasileira de Agências de
Viagens, Leonel Rossi, diz entender as razões de cada lado na disputa entre
cruzeiros e resorts.
"Acho que os hotéis têm alguma razão ao dizer que pagam mais impostos,
mas, ao mesmo tempo, acredito que não adianta fazer reserva de mercado. No
mundo inteiro é assim. O que os resorts têm que fazer é ter uma política mais
agressiva de vendas e tentar vantagens de financiamento ou impostos com o
governo para empatar esse jogo", diz Rossi. Para ele, do ponto de vista dos
agentes de viagem, o melhor é ter opções.
Alexandre Zubaran, da associação dos resorts, reclama ainda de outros
fatores. "Os resorts não conseguem surfar no bom momento da economia
porque ainda têm que lidar com o câmbio muito adverso, com políticas
equivocadas como a cobrança de visto para importantes países emissores de
turistas e, também, com a situação da aviação civil nacional, que ainda não
conseguiu repor a sua malha aérea."



Desde o início do ano, o Reino Unido e o Brasil discutem a possibilidade da
exigência de visto ao turista brasileiro para entrar na Inglaterra. Segundo
autoridades inglesas, o objetivo da medida, que tem como foco 11 países
africanos, asiáticos e sul-americanos, entre eles o Brasil, seria o de reduzir os
abusos do sistema de imigração do país. Atualmente, o visto é concedido no
departamento de imigração do próprio aeroporto, ao contrário dos trâmites para
obtenção de visto para os Estados Unidos, por exemplo, em que há,
previamente, a exigência de obtenção de visto.
A Inglaterra está entre os principais países emissivos de turistas ao Brasil e a
aprovação desta medida seria extremante prejudicial ao turismo brasileiro, já
que teria a contrapartida brasileira. No ano de 2007, em relação a 2006, houve
um incremento de 4,1% no número de turistas ingleses, que totalizou 177 mil
no ano passado. Ainda em 2007, os turistas ingleses representaram 3,52% do
total de turistas estrangeiros no País. Caso a medida entre em vigor, o Brasil
poderá perder cerca de 170 mil turistas ingleses por ano.
As entidades brasileiras ligadas ao turismo, especialmente ao setor hoteleiro,
desaprovam a reciprocidade brasileira, alegando que tal medida de
compensação contribuiria para a queda do fluxo de turistas estrangeiros no
Brasil, reduzindo, drasticamente, as receitas cambiais advindas do turismo. O
presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro
(ABIH), Alfredo Lopes, considera a medida ‖míope, pois a contrapartida é um
direito do País, mas não um dever. Não podemos comparar o terrorismo em
que vivem os EUA e a Europa com a situação do Brasil. Não há migração de
americanos para cá, como na Europa. Não vemos americanos tomando
empregos de brasileiros, como lá. A situação aqui é completamente diferente\".
Outro ponto importante para reflexão é a necessidade de estruturação dos
órgãos brasileiros no exterior para se adaptarem às novas exigências, caso
sejam promulgadas, o que demandaria tempo e recursos, alongando,
conseqüentemente, os prazos de espera para obtenção de vistos. Atualmente
não há nenhum tipo de estrutura no exterior para exigir vistos dos estrangeiros.
Logo, caso a medida entre em vigor, haveria um agravamento do cenário
turístico brasileiro, com riscos iminentes de perda do mercado inglês para
outros países.
Esta medida vai contra o ―Plano Aquarela - Marketing Turístico Internacional do
Brasil 2007/2010‖ do Ministério do Turismo, que tem como objetivo impulsionar
o turismo internacional no Brasil, incrementando o número de turistas
estrangeiros e, conseqüentemente, ampliando a entrada de divisas. Para o
período 2007/2010, a Embratur projeta um incremento de 70% no número de
turistas ingleses, que pode chegar a 300 mil no final do período. Deste modo,
caso o Brasil adote o princípio da reciprocidade com o Reino Unido, os
resultados sobre o turismo brasileiro podem ser desastrosos. É preciso que o
governo avalie, com mais rigor, os impactos econômicos que tal medida pode
gerar aos empresários do trade turístico brasileiro.


Mais três nova empresas estão aderindo, hoje pela manhã ao quadro de
mantenedores do Natal Convention Bureau. Agora são 76 associados. A
adesão, segundo anuncia seu presidente Neiwaldo Rocha são da
representação da CVC do Rio Grande do Norte, Natal Praia Center e agência
de viagem Porto Atlântico Chalet Suisse Apart Hotel, localizado em Ponta
Negra e a locadora de veículos Don Rent a Car. também no bairro de Ponta
Negra. O Chalet Suisse possui caraterísticas de condominio fechado e está a
300 metros da praia. Já a locadora, além dos serviços conenionais de locação
de veículos, também trabalha com passeios de buggy e em quadriciclos,
mergulhos, e realiza passeios para Pipa e João Pessoa. 76
cvc
natal praia
atlantico




Realmente, o Portal da Serra e as nossas Pousadas (Boa Vista e Brisa da
Serra), estão sempre com excelente ocupação.
Além do Festival de Fondue, promovido pelo Portal da Serra, há outros eventos
que também ajudam a manter a taxa de ocupação, o último agora "São João
Alegre". E nem sempre é preciso eventos, porque a ocupação é mantida
significativamente, principalmente nos finais de semana, mesmo não tendo
grandes eventos, as pessoas vêm para descansar, apreciar o verde e curtir o
frio da serra nesse período.



O primeiro final de semana de Agosto, em particular, promete, pois dia 1º
teremos a inauguração do Fórum (Portalege é Comarca) e o Hotel bem como
as pousadas estão lotados. Haverá presenças do Presidente do Tribunal de
Justiça do Estado, Desembargadores, e possivelmente da Governadora (
presença ainda não confirmada).



Agências de viagens também já estão mobilizadas para com seus grupos,
virem a Portalegre desfrutar do Festival de Fondue. O interessante é que
quem se hiospeda em Portalegre, acaba visitando Martins o mesmo ocorre de
Martins para cá, ou seja, há um intercâmbio, a proximidade ajuda..



O nosso município está passando por uma série de infra-estruturações,
conseguimos alguns recursos junto ao Ministério do Turismo que virão a
beneficiar essa infra-estruturação. Precisamos revitalizar o Mirante, pois com o
período chuvoso houve danificações na área, mas recursos já estão sendo
alocados para sanar a situação, a visitação e o atendimento ao público não foi
prejudicado.



Dias atrás fui ao SEBRAE(Natal), para conseguir cursos de capacitação, já
está quase tudo certo para que haja novos cursos de capacitação na área de
turismo para a comunidade local, que oportunizará a inserção no mercado
local, que é bem pequeno, claro, mas que dará chance ao portalegrense de se
capacitar e conseguir uma ocupação.

Com o crescente fluxo turístico, percebemos que há uma grande exigência na
questão pela qualidade no atendimento, na prestação dos serviços, estamos,
portanto, procurando nos adequar para atender a essa crescente e exigente
demanda.
Aucely Costa

Sec. de Turismo de Portalegre/RN
exigência de vistos para visitantes estrangeiros – dentro da lei de reciprocidade
– foi tema também da pauta. Quem tratou do assunto foi o presidente da ABIH
Nacional, Álvaro Bezerra de Mello, que manifestou sua preocupação com o fato
de que o Reino Unido poderá, em breve, exigir vistos de cidadãos brasileiros.
Participando pela primeira vez como ministro de uma reunião do Conselho,
Luiz Barretto, fez questão de ouvir as manifestações das câmaras temáticas e
demais conselheiros.



―Depois da Inglaterra, a Espanha e todo a Europa Ocidental poderá fazer o
mesmo. Eu me pergunto se vamos exigir vistos de todos eles?‖, disse o
presidente da ABIH. Bezerra de Mello pediu atenção para o Projeto de Lei
1.409, do deputado pernambucano Carlos Alberto Cadoca, que facilita os
mecanismos para obtenção do visto. ―O PL é interessante, mas o que
precisamos mesmo é derrubar essa exigência. Se não tivéssemos essa
determinação, há estudos que mostram que o Brasil poderia receber um milhão
de turistas internacionais a mais‖, informou. ―Fiquei apavorado com as notícias
de que outros países poderão exigir visto de brasileiros‖, concluiu.


O dirigente aproveitou o tema para pedir ao MTur que converse com o
Itamaraty para criar uma forma de dar vistos aos estrangeiros eletronicamente.
"Vivemos numa época digital. Com essa facilidade, pesquisas apontam que o
país deve receber por volta de um milhão de turistas internacionais a mais",
frisou. O presidente da ABIH falou ainda da necessidade de discutirem
diretamente a questão dos cruzeiros e resorts para se chegar a uma solução.



Um ponto do cerrado brasileiro localizado a mais de 800 km do litoral agora
tem praia. Foi inaugurada na semana passada, em Rio Quente (cidade a 171
km de Goiânia), uma praia artificial considerada pelos responsáveis a maior da
América Latina e uma das maiores do mundo.
O local, com capacidade para 15 mil pessoas, tenta reproduzir tudo o que
existe em um balneário convencional, como ondas de até 1,20 metro e uma
faixa com areia fina.
O objetivo é atrair visitantes de grandes cidades da região central do país,
como Brasília, Uberlândia (MG) e Goiânia, que lamentam a grande distância
até o litoral.
"A praia tem para a região um significado de grande peso. Eles [moradores]
estão a 1.200 km da praia. As pessoas querem matar a curiosidade", disse
Manoel Cardoso, diretor de marketing do Rio Quente Resorts, responsável pelo
projeto.
A empresa investiu R$ 13 milhões no projeto, que demorou 11 meses para ficar
pronto. A praia tem 210 metros de extensão por 80 metros de largura. A
novidade em relação a outras praias do tipo é o abastecimento com água
quente natural. Não há tratamento para a água -a reposição de todo o volume é
feita a cada três horas. O piso sob a água da praia, porém, é de concreto.

Impressionado
O consultor Geraldo Gomes Gerais, de Goiânia, esteve no balneário artificial no
último fim de semana e disse ter ficado "impressionado". Para o visitante, o
local "oferece os mesmos prazeres que uma praia comum sem precisar andar
de carro por 12 horas". "E com água limpa e quente."
O parque onde a praia inaugurada recebe 1 milhão de visitantes por ano,
segundo a direção do complexo. A expectativa é dobrar a quantidade de
turistas que passam ao menos um dia no local -que atualmente é de 260 mil ao
ano. O ingresso custa a partir de R$ 65. (FELIPE BÄCHTOLD)



 Fernando Fernandes informa também que a taxa média de ocupação do Rio
Grande do Norte dos primeiros quatro meses de 2008 foi de 59%. ―Já o fluxo
da hotelaria de janeiro a março foi 147.603 em 2007, garantindo aumento para
152.007 este ano, aumento de 3%. Isso foi constatado através das guias que
são preenchidos pelos hospedes‖, confirma o secretário.




O setor do turismo já representa 7,15% da economia nacional e 11% do setor
de serviços, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística).
São 6,3 milhões de pessoas, das quais, 2,1 milhões com carteira assinada.
Para 2010, o Programa Nacional do Turismo projeta a criação de 1,7 milhão de
empregos, com o giro financeiro em torno de US$ 7,7 bilhões nas divisas
estrangeiras por ano, promover a realização de 217 milhões de viagens no
mercado interno até 2010 e estruturar 65 destinos turísticos com padrão de
qualidade internacional.
Pressionada, a Infraero desistiu de cobrar a mais para companhias aéreas e
empresas do setor usarem áreas internas e externas dos aeroportos
brasileiros. Menos de um mês depois de publicado, em abril deste ano, foi
revogado ato da diretoria comercial da estatal que assegurava reajuste de 7%
nos contratos de ocupação de áreas aeroportuárias, como hangares, balcões
de venda e check in e salas de apoio.
A Infraero arrecadou, no ano passado, R$ 179,5 milhões com a cessão dos
espaços. A estatal cobra, desde 2006, os mesmos valores por metro quadrado
ocupado. Além de reajustar a tabela com base na inflação acumulada de
dezembro de 2006 a fevereiro de 2008 medida pelo INPC (Índice Nacional de
Preços ao Consumidor), o ato alterava ainda os prazos para as concessões.
Assinadas pelo diretor comercial, Carlos Alberto Souza, as mudanças
passaram a vigorar em 24 de abril. Os objetivos eram, segundo funcionários de
Souza, acabar com a defasagem dos contratos e assegurar mais recursos para
a estatal, responsável pela administração dos principais aeroportos do país.
Mas o ato foi revogado pelo presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, em 23 de
maio.
Gaudenzi confirma ter sido procurado pela empresa de táxi aéreo North Wind,
que se queixou do aumento. A empresa alegou ter três contratos em vigor até
2011 que não poderiam ser alterados e tampouco anulados. "Ela [North Wind]
falou e fomos verificar. Realmente havia um equívoco e o equívoco foi desfeito.
Você não pode anular contrato em vigor, só se tivesse uma grave lesão", disse,
lembrando que a North Wind nunca atrasou um pagamento.
Ele, no entanto, não qualifica o que ocorreu como pressão. Alega que revogou
o ato porque a decisão de reajustar a tabela foi tomada pela diretoria comercial,
à revelia dele. "Esse ato tinha que ser meu", afirmou, dizendo que consultou o
departamento jurídico da estatal para anular o reajuste.

Horror
A Infraero, segundo Gaudenzi, decidiu adotar uma nova política comercial para
concessões de áreas externas. A estatal está disposta a trocar a tabela de
valores básicos por licitações. Há déficit de hangares e espaço nos pátios para
estacionar aeronaves, afirma ele, que pretende licitar espaços como esse em
aeroportos de São Paulo o mais rápido possível. "O pátio de Guarulhos hoje é
mais crítico que a estação de passageiros. O problema está nos horários. O
aeroporto de Brasília por volta das 17h30 é um horror, parece uma rodoviária."
Além construir novos espaços para licitar, Gaudenzi quer alterar a malha aérea
para não concentrar pousos e decolagens nos períodos da manhã e da noite.
Com relação ao uso de espaços internos, a assessoria da presidência informa
que estudos estão sendo feitos para modificar a forma de cobrança.
A revogação do ato do diretor comercial teve efeitos que foram além da busca
por alternativas que justificasse o cancelamento do reajuste da tabela para
atualizar os contratos a serem renovados ou firmados. Deu-se início às
especulações de que Carlos Alberto Souza seria substituído por ter tomado
uma decisão que caberia somente à presidência.
Pelo menos dois candidatos ao posto, todos trabalhando na Infraero, já se
manifestaram e têm atuado nos bastidores pelas próprias nomeações.
Gaudenzi, contudo, não dá sinais claros de que pretende demitir o diretor
comercial. Admite que Souza tem tomado posições "duras", mas afirma que
muitas vezes são necessárias.




A apresentação da pesquisa que mostrou os resultados dos 65 destinos
indutores do turismo no Brasil foi muito concorrida. No auditório cinco,
abarrotado de representantes de secretarias de turismo, a coordenadora do
programa de regionalização Tânia Brizolla mostrou um cenário duro sobre
atividade no País: em uma escala de zero a dez, o Brasil tirou cinco. Ou seja,
foi reprovado.

―Temos que buscar alternativas e pensar o turismo de um outro jeito. Temos
que estimular as parcerias entre o setor público e o privado, promover os
destinos constantemente e articular politicamente as nossas ações. Além disso,
saindo dessas alternativas óbvias, temos que pensar em saneamento básico,
estradas‖, disse Brizolla. Segundo ela, para o turismo se desenvolver, ele
precisa ir para o varejo, pois existe uma deficiência na distribuição dos
produtos. ―Precisamos entrar em contanto com os agentes, com guias, com as
pessoas que fazem turismo. Temos que gerar uma cultura de viagens‖,
completou.

Apresentado os dados da pesquisa, Luiz Gustavo, da Faculdade Getúlio
Vargas, explicou a metodologia do trabalho. ―Competitividade quer dizer
capacidade de gerar negócios no turismo. Nós levamos em conta tudo que
contribui e o que atrapalha. No saldo final, o Brasil foi reprovado em todos os
quesitos‖, comentou. Item por item, Gustavo fez uma panorama, não muito
animador, da cenário brasileiro. ―O que me preocupou mais foi o fato de que a
maioria das secretarias não desenvolvem pesquisas. Como você vai melhorar
seus resultados se não consegue medi-los?‖.

Dos 65 destinos, Brizolla, disse que espera que pelo menos 15 estejam
formatados em padrões internacionais até o final de 2008. ―Acho difícil
conseguimos formatar os 65 destinos até 2010, como havíamos planejado.
Mas não podemos desanimar: temos que trabalhar juntos e nos focarem
nossas metas‖.


O Ministério do Turismo vai investir R$50,6 milhões em festas juninas do
Nordeste, que possuem grande potencial turístico e atraem visitantes de todo
País. O valor deste ano é oito vezes superior ao investido em 2007, quando
foram repassados R$ 6,6 milhões. No total, receberão apoio 229 eventos em 8
Estados. Pernambuco (R$ 14,7 milhões), Ceará (R$ 11,6 milhões) e Paraíba
(R$ 9,9 milhões) são os Estados que mais receberam repasses, que são
compostos por emendas parlamentares ou da programação do MTur.

A festa de Caruaru (PE) deve receber 2 milhões de visitantes, movimentando
R$ 10 milhões e gerando 3 mil postos de trabalho. Segunda-feira, dia 23, o
ministro do Turismo, Luiz Barretto, visita Caruaru (PE), e no dia seguinte vai
conhecer o São João da Bahia. Shows com artistas nacionais, festivais de
quadrilhas estilizadas e o tradicional forró pé-de-serra são as principais
atrações.

O São João da Bahia conta com a participação dos 417 municípios baianos, e
recebeu investimentos de R$ 2 milhões do Mtur, apoiando a iniciativa do
governo do estado para diminuir os efeitos da sazonalidade. Até o dia 13 de
junho, mais de 10 mil pacotes turísticos para a Bahia já tinham sido vendidos, e
a expectativa das autoridades locais é de que este número chegue a 20 mil até
o final de junho

A pesca predatória, a poluição costeira produzida pela indústria e a agricultura,
a especulação imobiliária e ações devastadoras do homem estão ameaçando
os recifes de corais no mundo inteiro. Estima-se que, se não for feito nada para
reduzir as ações predatórias, os recifes de corais desaparecerão em menos de
um século. Em 2008, o mundo está comemorando o Ano Internacional dos
Recifes de Corais, promovido pela Iniciativa Internacional para os Recifes de
Corais, organização ligada a ONU.
Além da grande importância ecológica, a contribuição dos recifes de corais
para a alimentação humana e a economia mundial é imensurável.



A TAM receberá no final de julho o primeiro dos oito Boeings-777/300ER
encomendados nos últimos dois anos. A companhia pretende usar as
aeronaves para vôos intercontinentais, especialmente nas rotas para a Europa.
Outros três chegam até o fim do ano.
Com a crise da Varig, a TAM representa atualmente quase 75% do mercado de
vôos internacionais, segundo os mais recentes dados da Anac (Agência
Nacional de Aviação Civil). Com dólar barato e demanda aquecida, a
companhia optou por operar com três MD-11 até a chegada das novas
aeronaves nas rotas para Paris e Milão.
Segundo cálculos da Boeing, o consumo de combustível dos Boeings-777 é até
20% menor do que o do MD-11, um fator que tende a ganhar peso com a alta
do petróleo no mercado internacional. A própria TAM anunciou este ano a
perspectiva de aumentos na tarifa em razão da alta no preço do barril. Segundo
a Boeing, o 777 conta com 1.080 pedidos firmes e 56 clientes no mundo todo.
Além do consumo menor, o número de passageiros sobe de 267 para 365 com
a mudança de aeronave.
A TAM deve fechar o ano com um total de 123 aviões em operação, que
incluem quatro Boeings-777-300ER, dois 767 e 117 Airbus.
A partir de 2013 a companhia começa a receber 22 aviões A350 XWB,
aeronaves de grande porte da Airbus para rotas internacionais.
A renda maior e o crescimento da economia fizeram com que a América Latina
ganhasse espaço na Boeing. Há hoje 628 aviões da empresa em operação na
região.


A TIM lançou um serviço que permite que usuários em vôos internacionais se
conectem à internet, façam ligações, troquem mensagens de texto, acessem e-
mails e trafeguem dados utilizando o celular em aeronaves com rede GSM. O
serviço está implantado em vôos com origem e destino europeus da Air France
e vôos asiáticos da Emirates. As rotas australianas da Qantas permitem a
utilização do serviço de dados. Para usar o roaming internacional, é preciso
ativá-lo pelo *144. Cada mensagem enviada custa US$ 1,50. O recebimento é
gratuito. O tráfego de dados custa R$ 39 por MB. Chamadas custam US$ 11
por minuto. Informações: www.tim.com.br.


De hoje em diante, o motorista que tiver tomado uma latinha de cerveja, ou
qualquer bebida alcóolica, e for flagrado dirigindo poderá perder a habilitação,
além de pagar uma multa de R$ 955. Ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da
Silva sancionou o projeto de conversão que proíbe a venda de bebidas nos
trechos rurais das rodovias federais e determina que não será aceito nenhum
teor alcoólico no sangue dos motoristas em qualquer via. Até então, havia uma
tolerância de até 0,6 gramas por litro de sangue, o que correspondia a
aproximadamente duas latinhas de cerveja. Agora, a tolerância é zero.
O uso do bafômetro também será obrigatório e o motorista que se recusar a
fazer o teste poderá pagar multa também de R$ 955, além de ter a carteira
suspensa por um ano




Programação musical

Vários shows animarão o público durante os quatro dias de festa. Na quinta-
feira, dia 19, Meirinhos do Forró animará a abertura oficial do evento.

Na sexta-feira, dia 20, a animação ficará por conta de Deixe de Brincadeira,
Chiquinho do Acordeom e Roberto do Acordeom.

Já no sábado, dia 21, haverá shows com Max e Banda Estrelar, Manoel do
Coco e Silva Júnior.
Todos os dias haverá apresentação do Mamulengo de Heraldo Lins.

A Exponovos é uma realização da Prefeitura de Currais Novos e do Governo
do Estado, através da SAPE e conta com o apoio da EMPARN, EMATER,
CDL, SEBRAE, CERSEL, CREDISERIDO, ANCOC e ANORC.

Novidades

Dentro das novidades que o Barreira Roxa está lançando , além da parceria
com a UERN, estão Noites temáticas e o Menu Confiance, tudo capitaneado
pelo novo chef de conzinha do hotel, o uruguaio Francisco Gasteasouro.

Uma das novidades será a inclusão de novas noites temáticas, além da
italiana, que já vem sendo promovida pelo hotel, oferecendo uma oportunidade
ímpar, aos natalenses interessados em conhecer o melhor da culinária de cada
país. Outra novidade que completa o leque de atrações do Barreira Roxa é a
Sinfonia do do Risoto e o sábado de Frutos do Mar.

"O Menu Confiance é uma inovação que está sendo implantada no Barreira
Roxa, uma nova experiência de sabores e sensações, servido em seis pratos,
duas entradas, dois pratos principais e duas sobremesas", explicou
Gasteasouro.

O serviço consiste em surpreender os convidados na hora da degustação, por
isso o nome 'confiance', utilizado para expressar a confiança do cliente na
escolha do cardápio preparado pelo chef. O cliente deverá fazer a reserva de
seu grupo, no mínimo 10 pessoas, com cinco dias de antecedência, passando
para o chef as preferências gastronômicas dos seus convidados. Seguindo as
orientações do cliente, o chef elabora um cardápio e submete a apreciação do
mesmo, que só após aprovação, será servido na data reservada. Importante
destacar, que os convidados não serão informados do cardápio a ser servido,
preservando assim, a expectativa e a surpresa do que será degustado. As
reservas para o Menu Confiance podem ser feitas através do 3092-4000.




Começa o Rally dos Sertões cujo final será dia 28 em Natal
Musica executada no quarto de hotel tem que pagar ao Ecad
Marazul promove sua festa de São João na noite de quinta
Acari convida turista para quadrilhas após festas juninas
Rio Grande do Norte valorizará cultura no Salão de Turismo
Turismo em festa com abertura do Salão Roteiros do Brasil
Companhias americanas em crise pedem ajuda ao governo
Trade turístico envia carta aos senadores contra imposto
Maracajaú reclama da ação de bandidos e da falta de polícia.
Além disso, o projeto conta com o planejamento, gestão e organização dos
Seminários Empresariais "Brasil Pousadas" – estão previstos 22 seminários
pelo Brasil. Ações de interiorização da ABIH serão realizadas paralelamente
aos seminários. Será realizado também o acompanhamento da implantação do
Programa de Inteligência Competitiva (Convênio MTur), com vistas à geração
de produtos de IC para as seccionais estaduais e os meios de hospedagem.


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No evento, haverá apresentação do grupo de dança Araruna. Formado por oito
músicos e oito dançarinos, o Araruna se apresentará no espaço das
manifestações culturais do salão, sob o comando do coreógrafo Dimas Carlos.
As apresentações do grupo acontecerão na quarta (18) e quinta-feira (19) da
próxima semana a partir das 16h30.




A delegação potiguar presente ao Salão de Turismo - Roteiros do Brasil,
formada por empresários, técnicos e estudantes de turismo e que ultrapassa a
100 pessoas, vai vestir, no dia 19, uma camiseta com a imagem do Forte dos
Reis Magos, que foi o único monumento do Nordeste a figurar na lista da
revista Caras como uma das Sete Maravilhas do Brasil. Eles vão divulgar a
solenidade de premiação, que contecerá naquele dia. Por conta do evento, o
prefeito de Natal, Carlos Eduardo receberá jornalistas especializados em
turismo para uma entrevista coletiva onde abordará o tema "Natal em Natal". A
Secretaria de Turismo de Natal estará lançando também na oportunidade, a
primeira peça publicitária do "Natal em Natal".

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Com relação ao mercado internacional, Armando José anunciou que a partir de
setembro, o RN passa a receber vôos charters de Córdoba, na Argentina. E
enfatizou que o estado tem investido muito nos mercados do Chile e Argentina,
com várias ações, já que estes mercados representam grandes potenciais. O
charter de Córdoba está sendo negociado com a Lousada Viagens.
O governo também já concluiu e deve inaugurar nos próximos dias o acesso ao
Santuário dos Mártires de Uruaçu, a partir do entroncamento da RN-160. O
trecho, de 4,7 km de extensão, recebeu investimentos de R$ 2,3 milhões.
Ainda está para ser entregue, outra importante rodovia para a consolidação do
Pólo Costa Branca, que é a estrada que liga Ponta do Mel, no município de
Areia Branca, e Porto do Mangue.

Em janeiro deste ano, a governadora Wilma de Faria inaugurou a rodovia
ligando os municípios de Tibau e Grossos, na região Oeste, uma obra
importante para a consolidação do Pólo Costa Branca. O trecho, de 22
quilômetros, recebeu investimento de R$ 5,8 milhões.

Investimento na malha viária – Entre 2003 e 2007 foram construídas quase 180
km de novas rodovias e investidos R$ 41,2 milhões. Em reconstrução, foram
1.316 km, que receberam investimentos de, aproximadamente, R$ 200
milhões. A meta para 2008 a 2010 é de investir R$ 250 milhões na implantação
de 550 quilômetros de novas estradas e reconstruir outros 690 quilômetros em
todas as regiões do Estado. As licitações para estas obras estão sendo
realizadas este ano.

As obras estão previstas na Agenda do Crescimento, lançada em março de
2007, pela governadora Wilma de Faria, que prevê investimentos de R$ 15
bilhões até 2010 no Rio Grande do Norte.




Até o dia 29 de junho, a prefeitura da cidade promove sua tradicional festança
junina, que neste ano homenageia o músico e compositor paraibano Sivuca.
O evento, conhecido como "O Maior São João do Mundo", reúne mais de 500
atrações. Há shows de artistas consagrados, como Zé Ramalho (dia 20),
Fagner (dia 23) e Elba Ramalho (dia 27), e sanfoneiros locais e apresentação
de mais de 300 quadrilhas, grupos folclóricos e 160 trios de forró.
"O Maior São João do Mundo" acontece no parque do povo, onde, além dos
palcos para shows, há mais de 300 barracas de comes e bebes típicos, tablado
para apresentações folclóricas e uma fogueira com 20 metros de altura.
A festa junina de Campina Grande deve receber durante todo o mês de junho
mais de 1,5 milhão de pessoas, de acordo com a expectativa da coordenadoria
de turismo da cidade.
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A Justiça da Índia decidiu que a empresa aérea estatal Air India tem o direito
de proibir o trabalho de comissárias de bordo que estejam acima do peso.
A decisão da Corte Superior de Nova Déli foi uma resposta ao processo
movido por cinco comissárias de bordo proibidas de trabalhar pela Air India,
que alegou que elas estavam acima do peso.
Segundo o correspondente da BBC em Nova Déli Sanjoy Majumder, os juízes
concordaram com os argumentos da companhia aérea, de que uma tripulação
obesa pode gerar riscos à segurança dentro da aeronave.
A Air India também alegou que a condição física das comissárias de bordo e
sua aparência têm um papel importante dentro da empresa, levando-se em
conta a crescente concorrência no setor.
As comissárias de bordo da Air India usam o tradicional sari indiano.
A companhia aérea estatal está sofrendo com a competição de várias
companhias aéreas particulares, que contam com uma tripulação mais jovem
que usa saias e ternos ao estilo ocidental.
Há pouco mais de quatro anos, durante uma grande operação de recrutamento
de novas funcionárias em um estádio de Nova Déli, a Air India rejeitou
candidatas que tinham acne ou cujos dentes não eram considerados de boa
aparência.
.




Os Estados Unidos estão mais distantes. Pelo menos, em dois meses. Depois
de ter anunciado, ano passado, que pretendia reduzir o tempo de espera para
a entrevista de solicitação de visto de entrada de um mês para 15 dias, o
Consulado Americano no Recife exige hoje pelo menos 60 dias de
antecedência para marcar a audiência de concessão ou não da permissão de
entrada no país. ―A baixa do dólar em relação ao real fez a procura por viagens
para os Estados Unidos aumentar muito. Realmente, não temos atualmente
como atender num tempo menor‖, diz Edvaldo Amorim, assessor de
comunicação da repartição norte-americana na capital pernambucana.
Apesar de não existir mais a política de circunscrição consular, o que permite
que o cidadão brasileiro, de qualquer parte do País, solicite o visto na cidade
que lhe for mais conveniente – e não apenas, como no passado, em sua região
de origem –, o consulado localizado no Recife acaba concentrando a demanda
de todos os Estados nordestinos. É o único da região. Atualmente, cerca de
170 entrevistas são realizadas diariamente no casarão da Rua Gonçalves
Maia, no bairro da Boa Vista.
―Há também exceções. Solicitações de entrevistas para concessão de vistos
em caráter de urgência são analisadas especialmente e podem ser concedidas
em até uma semana‖, diz Edvaldo, que lista razões como negócios, trabalhos,
eventos, estudos, saúde e honrarias na categoria de emergência.

Mas nem sempre é o que ocorre. Pernambucano radicado em Salvador, o
publicitário Sérgio Martins ganhou um prêmio internacional promovido por uma
multinacional do setor de bebidas, o que lhe daria direito a viajar ao Caribe com
dois acompanhantes. Deveriam ter partido no dia 2 de maio. Mas, mesmo
tendo iniciado as tentativas para conseguir uma entrevista para a concessão do
visto dois meses antes da viagem, só conseguiram o agendamento para 2 de
junho. ―A burocracia é uma grande pedra no caminho‖, diz o publicitário. O vôo
para o Caribe faria conexão em solo norte-americano. Por isso, a necessidade
do visto.

Atualmente, para solicitar a entrevista, é preciso agendá-la pelo site www.visto-
eua.com.br e fazer um depósito de R$ 38 no Citybank. Após a confirmação da
entrevista, é preciso pagar uma nova taxa de US$ 131. O valor não é
reembolsado no caso do visto ser negado. ―As pessoas têm muito medo, mas a
média de vistos negados não chega a 11%‖, explica o porta-voz.

O tempo de espera, contudo, pode ser maior do que os dois meses agora
anunciados pelo consulado. ―Nós só conseguimos marcar a entrevista para três
meses depois da inscrição. Não vamos mais viajar para os Estados Unidos,
mas vou tentar o visto mesmo assim, caso a gente decida ir para lá no próximo
ano‖, diz um engenheiro pernambucano, que tenta visto para ele e a família e
prefere não se identificar. ―Tenho receio que eles façam algum tipo de
retaliação se a gente criticar o processo e se neguem a dar o visto‖, justific
 A presidência do Natal Convention encaminhou para os mantenedores da
entidade, cópia da minuta de alterações estatuárias da Fundação Comitê de
Captação de Eventos de Natal – Natal Convention & Visitors Bureau, elaborado
pelo Dr. Márcio Dantas, advogado contratado por esta entidade.
O envio atende a um compromisso assumido com os membros do Conselho
Curador e mantenedores.
Uma reunião do Conselho Curador, hoje, dia 27, analisou possíveis
contribuições para o aperfeiçoamento do estatuto.




A Costa Cruzeiros lançou esta semana sua temporada 2009. Ao todo são três
navios com roteiros nas costas brasileira e argentina. No Nordeste, o navio
Costa Magica, com capacidade para 3,47 mil passageiros, parte do porto de
Santos e vai até a Bahia, com pontos de embarque no Rio de Janeiro e
Salvador. O roteiro de sete noites em cabine dupla passa por Ilhéus e Ilhabela
e custa US$ 859. Já o Costa Mediterrânea, com capacidade para 2,68 mil
passageiros, faz a rota que parte de Santos ou do Rio de Janeiro e segue para
a Argentina. Um roteiro de oito noites com parada em Punta Del Este custa
US$ 989. Outra opção é o roteiro míni, com três noites, rumo a Ilhabela. Custa
US$ 339.
O último navio da temporada, o Costa Romântica, com 1,35 mil passageiros,
tem partida e desembarque em Buenos Aires, na Argentina, mas com opções
de embarque no Rio de Janeiro. O roteiro de nove noites passa, ainda, por
Porto Belo, Angra dos Reis e Búzios e custa US$ 979. Para quem pretende
passar um pouco mais de tempo em alto-mar, o Costa Romântica conta
também com um roteiro para a Itália, passando por Salvador, Maceió, Recife,
Cabo Verde, Ilhas Canárias e Espanha. Pacotes a partir de US$ 1,7 mil.
De acordo com a gerente de vendas da companhia, Cláudia Del Valle, o Recife
se tornou uma das mais importantes praças da Costa Cruzeiros no Nordeste na
última temporada. A informação veio durante um roadshow para vendedores na
última terça-feira. De acordo com a gerente, a procura pelos produtos da Costa
Cruzeiros na capital pernambucana dobrou, superando muitas cidades da
região. ―Recife despontou este ano. Revelou-se um mercado muito melhor que
outras praças do Nordeste. Tivemos um aumento na procura de 100% de uma
temporada para outra‖, conta Cláudia.
Segundo ela, o aumento da procura foi diretamente proporcional ao aumento
da oferta de navios, algo considerado raro pela própria gerente. ―Aumentamos
a oferta de navios na temporada passada e Recife acatou a oferta com vendas
compatíveis. Isso não é uma coisa que acontece com freqüência‖, diz. A
gerente explica, ainda, que uma ação da Costa, na qual vendedores
embarcaram em cruzeiros para experimentar o produto foi um dos principais
fatores da alta adesão.
A executiva destacou também o aumento da procura por cruzeiros corporativos
no Brasil, mas lamentou que a modalidade ainda não tenha conquistado o
Nordeste. ―Temos poucos grupos corporativos na região, que sempre procura
os mesmos produtos. E independente de quais empreendimentos irão se
instalar ou quanto a região vai crescer no futuro, o momento para esse tipo de
cruzeiro é agora‖, afirma.

				
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