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Kant e educação fisica center doc

Educação Física: de Kant ao novo milênio Sani Belfer Cardon Todas as competências da espécie, de sujeitos capazes de falar e de agir, são acessíveis a uma reconstrução racional, na qual se detecta aquele saber prático do qual lançamos mão intuitivamente quando produzimos qualquer realização já comprovada. Nesta linha, o trabalho filosófico desenrola- se em continuidade com o trabalho científico. HABERMAS INTRODUÇÃO A minha inspiração para escrever, surgiu da necessidade de justificar a importância e a permanência da Educação Física escolar, nas instituições de ensino privado. Para tal não gostaria de buscar estas respostas em questões referentes a área da saúde, da educação, da higiene, pois estas me parecem desgastadas. No entanto devo referir- me a um breve histórico da Educação Física no Brasil. A origem deu- se com as instituições militares, tentando imprimir uma Educação Física com um enfoque calistênico, logo após surgiu uma tendência Higienista, que se preocupava com questões de saúde, higiene e a eugenia. HISTÓRICO Em 1851 com a reforma veio a obrigatoriedade da Educação Física nas escolas, sendo que somente era obrigatório para os meninos, mostrando assim o preconceito oriundo das organizações militares. No ano de 1929 a escolanovista descreveu a Educação Física como sendo na busca do desenvolvimento integral do ser humano, a partir de princípios biológicos com uma forte influência dos métodos Europeus, através do Movimento Ginástico Europeu. Na década de 30 o exército volta com força, buscando divulgar um movimento em prol do ideal da Educação Física, que se sustentava no civismo e na preparação para guerra. Na constituição de 1937 foi votado pelo congresso a prática obrigatória da Educação Física nas escolas, abrindo caminho para que em 1961, através da LDB, fosse dado ênfase para o esporte dentro da Educação Física escolar. 1 Com a tendência tecnicista, em 1964, o enfoque foi dado para o desempenho técnico e físico do indivíduo, cultivando assim a performance física. Nos anos 70, em plena ditadura, a ênfase no nacionalismo, na segurança nacional, na formação para o exército e na oposição aos elementos que não acreditavam nesta forma de ver a Educação Física. O exército nesta época tem forte influência no âmbito escolar, de forma que, o enfoque é dado no desenvolvimento e aprimoramento da força física, enaltecendo a postura moral e cívica . Já na década de 80 a Educação Física traz para a escola um enfoque psicomotor, com abordagens na área psicológica, sociais, cognitiva e afetiva. Atualmente busca- se a abordagem de diferentes teorias, dentro das múltiplas dimensões do ser humano, como: o psicológico, sociológico e o filosófico, este último sendo o foco principal para os meus estudos na busca da justificativa da Educação Física escolar. EDUCAÇÃO FÍSICA DE KANT No livro “Sobre Pedagogia” de Immanuel Kant, o autor faz uma abordagem da Educação Física como uma forma educacional da criança dentro da sua própria casa, onde a Educação Física, segundo Kant consiste propriamente nos cuidados materiais prestados às crianças ou pelos pais, ou pelas amas de leite, ou pelas babás. Podemos aqui fazer um contraponto com a escola, desmistificar que somente o professor de Educação Física deva cuidar do corpo da criança e sim que todos os profissionais que atuem com os alunos responsabilizem- se pelo desenvolvimento global da criança. Segundo Kant a Educação Física passa necessariamente por uma alimentação sadia, assim podemos utilizar essa afirmação e fazer uma metáfora que “os conteúdos desenvolvidos nas aulas de Educação Física podem ser uma forma de alimentar o corpo da criança para esta desenvolver- se. Outro aspecto importante salientado por Kant diz respeito aos ambientes frescos que tornam o homem mais forte, e que as roupas utilizadas devem ser adequadas para o exercício físico. Esta observação feita por Kant entre os anos de 1776 e 1787, podemos afirmar que é de uma atualidade inegável, pois a busca constante de espaços adequados 2 para as diferentes práticas esportivas, bem como a utilização de trajes adequados inspiram a tecnologia e a mente dos profissionais das áreas afins para dar mais qualidade, seriedade e dinamismo nas atividades e na qualidade de vida. Uma crítica pontual de Kant na Educação Física do indivíduo, era dirigida as questões culturais de alguns povos que se preocupavam em enfaixar as crianças recémnascidas, ou utilização de roupas apertadas para evitar o crescimento das crianças, e passados tantos anos é lamentável que atualmente alguns povos ainda utilizem estas formas arcaicas de cerceamento para evitar por exemplo que os pés das chinesas não cresçam. ...com o choro, porém, eles desenvolvem melhor as partes internas e os vasos do corpo. É muito prejudicial para os bebês procurar aquieta- los, logo que começam a chorar, cantando- lhes algo, como costumam fazer as nutrizes ou semelhantes. E esse é o primeiro mal costume dos bebês, posto que, vendo que tudo cede aos seus choros, eles o repetem mais freqüêntemente.. Se, pelo contrário, não nos preocupamos com os seus choros, eles acabam por não mais chorar. Se acostumarmos os bebês a verem satisfeito todos os seus caprichos, depois será tarde para dobrar a sua vontade. Se cedermos, porém, a todos os seus caprichos na primeira infância, corrompemos deste modo o seu coração e os seus costumes. Concordo em parte com esta citação, ainda mais se fizermos uma analogia a Educação Física escolar, não podemos ajudar o nosso aluno a primeira frustração, devemos confiar no aluno e passar segurança para o mesmo estimulando a tentar novamente com suas próprias condições, no entanto, se persistir a dificuldade devemos intervir, não no sentido de mostrar como se faz, mas sim, para dar um apoio necessário para aquisição da confiança nele próprio, respeitando as suas individualidades, oferecendo-lhes momentos de exploração do meio e manipulação dos mais variados objetos; trabalhando suas potencialidades a partir do que eles teriam condições de realizar e não do que nós adultos acreditamos que eles poderiam realizar; levando em consideração o background cultural de cada um, não fazendo comparações, permitindo e estimulando acima de tudo o senso crítico individual; isto é: fazendo uma pedagogia centrada na relação professor x aluno. Kant faz uma crítica muito forte em relação a aqueles pais que para castigar os seus filhos lhe batem com varas, e logo após exigem que os mesmos beijem a sua mão, desta forma estaria estimulando as crianças à dissimulação e a falsidade. Podemos transportar 3 estas críticas aos adultos e crianças que durante uma determinada atividade que envolvam regras se utilizem das mesmas de forma inadequada para benefício próprio, prejudicando os demais competidores, agindo assim também de maneira dissimulada e falsa. De acordo com Kant a Educação Física do indivíduo passa por um desenvolvimento natural, sem a necessidade de instrumentos artificiais, ele diz que quanto mais o homem utiliza meios artificiais mais dependentes ficam, temos de deixar a criança engatinhar para depois iniciar a caminhar, temos que deixar as crianças caírem para aprenderem a se equilibrar. Com a vida moderna e tumultuada o que vemos diariamente é a utilização destes meios in natura tão contestados pelo Kant há muitos anos atrás, digo, há centenas de anos ! como exemplo mais comum posso citar a utilização de “andadores” para facilitar a vida dos pais, que muitas vezes são mal informados do prejuízo que na verdade este meio pode causar aos seus filhos, como: uma deformidade da noção espacial, a falta de equilíbrio e uma inconsistência tônica entre outras. Na Educação Física escolar não podemos cair no mesmo erro, temos que deixar os nossos alunos desenvolver as suas potencialidades da forma mais natural possível, incentivando e estimulando sempre que possível suas capacidades natas na busca do controle dos seus movimentos. Kant escreve nos seus livros que a cultura é uma parte positiva da Educação Física, sendo esta, que nos diferencia dos animais. Baseado nesta premissa os pais devem oportunizar aos seus filhos ocasiões favoráveis para aquisição das mais variadas culturas, estendendo esta posição para as escolas favorecendo assim uma assimilação de diferentes culturas para o desenvolvimento da criança. REFERÊNCIA DE OUTROS AUTORES SOBRE A EDUCAÇÃO FÍSICA Alguns autores contemporâneos deram vazão a este assunto contribuindo com tais citações: “a cultura humanística é uma cultura genérica, que, pela via da filosofia, do ensaio, do romance, alimenta a inteligência geral, enfrenta as grandes interrogações humanas, estimula a reflexão sobre o saber e favorece a integração pessoal dos conhecimentos. 4 a cultura científica, bem diferente por natureza, separa as áreas do conhecimento; acarreta admiráveis descobertas, teorias geniais, mas não uma reflexão sobre o destino humano e sobre o futuro da própria ciência”. Edgar Morin “2º Leontiev o cérebro é um autêntico órgão social, necessitando de estímulos ambientais para o seu desenvolvimento é preciso reconhecer que os sentidos se constroem a partir da vivência cultural”. Luis Carlos Restrepo. “ diversidade cultural, multiculturalismo, pluriculturalismo e o termo mais apropriado interculturalidade enquanto o 2 e 3 significam a coexistência e mútuo entendimento de diferentes culturas na mesma sociedade, o último significa a interação entre diferentes culturas”. Ana Mae Barbosa “ aprendemos com Paulo Freire a rejeitar a segregação cultural na educação ,onde uma educação libertária só terá sucesso quando os participantes no processo educacional forem capazes de identificarem seu ego cultural e se orgulharem dele”. Ana Mae Barbosa “ A diversidade cultural presume o reconhecimento de diferentes códigos, grupos sociais, étnicos, crenças e sexos”. “ as revoluções culturais em nível global causam impactos sobre o modo de viver, indo contra os fundamentalista que continuam enclausurados em suas crenças”. “as 4 dimensões da centralidade da cultura: 1) ascensão dos novos domínios, instituições associadas as industrias culturais que transformaram as esferas tradicionais da sociedade. 2) a cultura vista como uma força de mudança 3) a transformação cultural do quotidiano 4) a centralidade da cultura na formação das identidades pessoais”. Stuart Hall “ a cultura é a soma de diferentes sistemas de classificação, formações discursivas, aos quais a língua recorre a fim de dar significado as coisas. (deu-se a virada cultural) -2º Marx o que distingue a ação social humana da animal , é que a ação e o comportamento humano são guiados e informados pelos modelos culturais. -2º Giroux as imagens eletronicamente medidas, especialmente a tv, representam uma das armas mais potentes da hegemonia cultural no séc. XX “a investigação dirigida na constituição de uma psicologia geral que permite explicar a especificidade dos processos psíquicos superiores(psicologia sociocultural)” ( vygotsky) 5 -Vigotsky- faz a ontogênese do significado e da interpretação, levando em conta a mediação lingüistica e o contexto cultural. “a rotina organiza os tempos, espaços e atividades das crianças e adultos na ed. infantil, constituindo assim uma visão das mesmas como concretização paradgmática de uma concepção de educação e de cuidado”. “porém não pode-se transformar o cotidiano em rotineiro, é necessário diferenciar a vida cotidiana das rotinas”. “educar as crianças por formas naturais, e o papel da ciência é o de mostrar uma descrição verdadeira do mundo objetivo, imparcial e racional”. Maria Carmen S. Barbosa Fazendo uma comparação com as idéias de Kant e as dos autores contemporâneos, chegamos a conclusão que os conceitos descritos por ele, estão intimamente ligados com uma maneira moderna de educação, sendo estes conceitos básicos para determinarmos uma evolução na visão da Educação Física escolar. Já no século XVIII, kant descrevia que o jogo de bola era um dos melhores para as crianças, e que em geral, os melhores jogos são aqueles que, além de desenvolver a habilidade, provocam exercício dos sentidos. Hoje quando trabalhamos com as crianças, ainda a bola seduz os alunos e, é um ótimo instrumento para desenvolver as capacidades motoras dos alunos, no entanto a função mais emergente da utilização da bola, é a capacidade de unir grupos propiciando assim uma maior socialização entre os seus membros, independente de raça, gênero e condição social. Gostaria de salientar que uma outra forma de desenvolvimento, além do jogo com bola, são os jogos infantis universais como a cabra- cega e pião entre outros, e que muitas vezes são esquecidos, e vistos com um certo preconceito, no entanto estes jogos podem contribuir para a aquisição de conteúdos necessários para o dia a dia da criança, brincadeiras estas que eram extremamente valorizadas antigamente. Podendo ser resgatadas devido aos seus grandes valores. “A natureza do corpo e da alma concordam no seguinte: cultivando- as, deve- se procurar impedir que se corrompam mutuamente e buscar que a arte aporte algo tanto àquele como a esta. Pode- se, portanto, em um certo sentido, qualificar de física tanto a formação da alma quanto a do corpo”, citação de kant. 6 Porém é importante salientar que nada garante que o indivíduo que tenha um excelente físico terá uma capacidade moral, ou vice- versa. De acordo com Kant se deve ter em mira na formação do caráter da criança três traços, como: a obediência, a veracidade como elemento principal e a sociabilidade. Estas características citadas acima, são inerentes a prática da Educação Física, principalmente se dermos um cunho educacional, no entanto em alguns momentos estas qualidades são suprimidas e esquecidas tanto pelos profissionais quanto pelos aprendizes, pois é mais fácil trabalhar sem esta carga de responsabilidade, porém se fizermos uma análise mais profunda, podemos salientar a importância da “obediência” no momento de respeitar as regras das atividades, no momento de comportar- se taticamente durante um jogo; a “veracidade” durante as propostas que envolvem grupos onde não pode existir a mentira, pois muitas atividades são baseadas na confiança entre os companheiros e por último a “sociabilidade” onde na Educação Física podemos resgatar as relações de amizade, os relacionamentos através da ajuda mútua no momento de ultrapassar obstáculos. De acordo com Kant o homem não nasce moral ele torna- se moral, fazendo uma reflexão sobre esta idéia, a contribuição da Educação Física teria grande valor, pois para formar uma moral satisfatória, alguns elementos são essenciais como a liberdade, a volúpia, o vício e a virtude, quando trabalhamos a Educação Física de forma séria podemos incutir no aluno a dosagem adequada destes fatores dentro de um equilíbrio e confiança para favorecer um desenvolvimento saudável da criança. Na busca da justificativa da Educação Física através da filosofia, revisitei um tradicional filósofo chamado Merlou Ponty, que lutou contra o dualismo corpo- mente fazendo as seguintes reflexões: ... o sujeito deve considerar que está presente enquanto consciência conhecedora(que possa vir a atingir o conhecimento objetivo), mas que, também, participa, ativamente, enquanto corpo situado no mundo, do processo de conhecimento. O sujeito tem uma função ativa e criativa, pois seu olhar sobre o mundo implicará seu olhar sobre sí mesmo dentro deste mundo, o qual submete ao conhecimento. A unidade intrínseca entre corpo, pensamento e linguagem reside, pois, no fato de que é como corpo que me situo no mundo, é como corpo que me relaciono com o outro, que sei que o outro me percebe - e percebo-lhe percebendo-me. Conforme Ursula Rosa da 7 Silva,1994,p 66, tudo aquilo que, enquanto corpo, eu vivo e penso, transforma-se em significação. Uma significação que é, essencialmente ato comunicativo. Nestas afirmações, temos presentes alguns pontos que devemos abordar. Primeiro: se o indivíduo situa-se no mundo como corpo, qual o papel da Educação Física Escolar? Como trabalhar o corpo de uma forma global, não dicotomizando o gesto da mente ? Segundo :Se é através do corpo que me relaciono, que importância devemos dar para a prática das atividades físicas e seus movimentos? Será que se faz necessário a participação no jogo como forma de aprimorar o relacionamento, já que algumas das premissas básicas do jogo é a cooperação, integração e a socialização? Segundo Rousseau, em Ensaio Sobre a Origem das Línguas, a necessidade que o homem sentiu de comunicar ao outro seus pensamentos fez com que buscasse meios para expressá-los. Tais meios só poderiam basear-se nos sentidos, pois somente esses são instrumentos que possibilitam ao homem agir sobre o outro. Assim, Rousseau encontrou dois meios principais de expressão, o movimento e a voz, sendo que a ação do movimento proviria ou do tato ou do gesto. Platão não poderia deixar de ser citado, pois muitas das colocações e pensamentos de Kant fundamentavam- se nas suas teorias. No que dizia respeito a Educação Física Platão denominava que deveria comportar um regime de alimentação racional, de repouso conveniente e satisfação das necessidades físicas que assegurasse a saúde e o equilíbrio, respeitando os contextos onde imprimimos essa frase na época quando foi feita, estava ele, referindo- se a uma concepção tecnicista e de culto ao corpo, para desenvolver guerreiros a terem corpos fortes e resistentes para defenderem os ideais dos magistrados. Hoje se cultua o corpo de uma forma desordenada, agressiva e imatura, de maneira que, muitas pessoas procuram formulas milagrosas para ter um corpo vultuoso e belo, sem preocupar- se de como possa adquirir este “corpo”, utilizando- se de drogas e programas sem orientações adequadas. Um autor contemporâneo chamado Silvino Santin , na sua obra Educação Física uma abordagem filosófica da corporeidade, mostra na atualidade a importância de entendermos a Educação Física como uma forma de nos comunicar com o mundo, aproveitando os conteúdos da Educação Física para a nossa vida diária. 8 CONCLUSÃO Fazendo uma releitura de alguns importantes filósofos e teóricos que abordavam este tema nos meados do século XVIII e XIX, percebi que já apresentavam estas preocupações com a Educação Física, poderia novamente citar o próprio Platão, onde sua obra descrevia que: ...imprimir à alma um movimento que, da claridade tenebrosa que a rodeia, a elege até a verdadeira luz do ser, pelo caminho que chamaremos da verdadeira filosofia. Outro teórico que apresentava enunciados referentes a Educação Física era Robert Owen, um reconhecido transformador social que expressava- se através de suas obras no campo da educação, descrevendo a Educação Física da seguinte maneira: ... as crianças são conduzidas pelo movimento e pela curiosidade, pregando o fim da ociosidade nas escolas, sendo as atividades mantidas constantemente pela alternância dos trabalhos intelectuais e físicos, de forma que, através das atividades físicas trabalharia o corpo e o espírito, buscando atingir melhores condições de saúde, graça natural, paz e alegria. No entanto não podemos descartar completamente as dimensões que deram até hoje consistência na prática da Educação Física, como o campo da saúde e dos esportes dentro de variados contextos sociais. Portanto, baseado nas informações históricas e nas informações contemporâneas, chego não a uma conclusão, mas a um sinal que indica que o provável caminho para uma justificativa da Educação Física escolar esteja intimamente ligado com uma perspectiva filosófica, pois acredito que o indivíduo deva ser trabalhado e reconhecido como um todo nas diferentes dimensões do conhecimento. 9 Referências Bibliográficas: DOMMANGET, Maurice. Os Grandes Socialistas da Educação de Platão a Lenine. Portugal : Publicações Europa- América., 1974. KANT, Immanuel. Sobre a Pedagogia. Piracicaba: ED. Unimep, 1996. MEDINA, João P. S. A Educação Física cuida do Corpo ... e “Mente”. Campinas: Papirus, 1990. SANTIN, Silvino. Educação Física uma abordagem filosófica da corporeidade. Ijuí: Unijuí Ed, 1987. PONTY, M a ur i c e M e r l e a u. O P r i ma d o da percepção e s ua s c o n s e q üê nc i a s f i l o s ó f i c a s. C a mp i na s , 1 9 8 9 . S I L V A, Ur s ul a R o s a d a . A L i n g ua ge m mu d a e o p e n sa me nt o f a l a nt e : Sobre a f i l o so f i a d a l i n g ua ge m e m M a ur i c e M e r l e a u - P o n t y. P o r t o Al e gr e , 1 9 9 4 . HABERMAS, Jürgen. Pensamento pós metafísico. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1990. 10
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