Docstoc

ESPORTE forma DE INCLUSAO

Document Sample
ESPORTE forma  DE INCLUSAO Powered By Docstoc
					O ESPORTE PARA TODOS COMO FORMA DE INCLUSÃO

BOMBEIROS MAIS QUE UMA PROFISSÃO UM COMPROMISSO SOCIAL
Felipe José Aidar Martins Luciana Silva Lopes de Oliveira Frois

1

CORPO DE BOMBEIROS
A VIDA E SUA VALORIZAÇÃO COMO UM IDEAL

PROGRAMAS DESENVOLVIDOS
 Bombeiro nas Escolas;  Bombeiro Mirim;  Programa Primeiros Socorros e Resgate (tem por finalidade o ensinamento de técnicas de Socorros de Emergência e Resgate a todos de forma gratuita. De 1996 até 2003 forma treinadas mais de 20.000, em 2003 cerca de 2.000 e em 2004 até a presente data mais de 700 pessoas, dentro de um padrão do Curso “First Responder” dos EUA com 40 h/a).
3

PROGRAMAS DESENVOLVIDOS
 Programa Novos Horizontes (tem por finalidade o atendimento de pessoas portadoras de necessidades especiais em atividades esportivas como forma de inclusão. Atualmente as atividades são na área aquática e em basquete para cadeirantes).
4

PROGRAMA NOVOS HORIZONTES
 Atendimento de forma gratuita de cerca de 250 pessoas na atividade de natação e 25 em basquete para cadeirantes;  Idade variando de 07 meses a 83 anos de idade;  Visa a melhora da qualidade de vida para a inserção na sociedade.
5

6

7

O PORQUE DO ESPORTE
 Melhora da parte física, psicológica e emocionais dos praticante;  Atividade como ato de prazer;  Possibilidade de uma maior autonomia e melhora da auto-estima;  Respeito aos limites apresentados por cada indivíduo, com valorização de cada resultado alcançado mesmo que seja mínimo.
9

PROPÓSITOS
 Metas do conteúdo – Aptidão física, habilidades motoras e desenvolvimento motor (jogos e esportes, neste caso esporte aquático);  Metas – Psicomotor (Afetivo e Cognitivo);  Aspiração do Programa – Indivíduo fisicamente educado;  Declaração do Propósito – Auto Realização.
(WINNICK, 2004)
10

PROPÓSITOS
 Respeito as diferenças individuais (FIGUEIREDO,?);  Homem interagindo com o meio social (WALLON, 1981);  Fazer a pessoa se sentir mais humana , buscando com isso uma maior integraçãoe uma sociedade melhor (SHERRIL, 1998).
11

OBJETIVOS
 A atividade física como forma de se buscar a alegria, diversão, prazer, socialização, recreação e saúde (MELHEN, 2003);  O esporte como forma de proporcionar bem estar, principalmente para o portador de necessidade especial (JUAN PALLAN, 1988);  Foco principal é o esporte como ato prazeroso, proporcionando melhora na auto-estima, desenvolvimento físico e inserção social.
12

ENTENDENDO O PORTADOR DE NECESSIDADE ESPECIAL
 Tendem a se isolar. A necessidade do portador de necessidade especial é a mesma, porém o método é que difere (ADAMS, 1985);  A atividade física deve ser um ato recreativo, que visa a intervenção proporcional no comportamento social, emocional e físico (NATIONAL THERAPEUTIC RECREATION SOCIETY, ?);  o portador de necessidades especiais é uma pessoa como nós e tem os mesmos desejos, pretensões, sonhos e motivações.
13

METODOLOGIA
 Respeito às individualidades biológicas e na cooperação (BARRETO 2000);  Envolvidos no processo são, o aluno, se for possível, pais ou responsáveis e os instrutores;  O desenvolvimento humano visa o aprimoramento do ser como sujeito social. Na processualidade, cada passo é dado, levando-se em conta os progressos anteriormente alcançados.
14

METODOLOGIA
 Os exercícios utilizados visam basicamente o bem estar momentâneo, tendo como objetivo principal ser um ato prazeroso para o aluno;  Em complemento a parte técnica, houve uma preparação psicológica (CARVALHO, 1997);  A preparação teve por objetivo incentivar o potencial de cada aluno, o reconhecimento de suas progressões e a crença no seu sucesso de forma ampla e abrangente, com ênfase que o sucesso do aluno é também o sucesso do professor. Os alunos durante todo o programa sempre foram, são e serão considerados com componentes da sociedade, e não como deficientes.
15

RESULTADOS

16

CONCLUSÃO
 A diferença é a marca constrativa de cada sujeito, é o que nos define a todos como seres únicos, e nisto o trabalho de Bombeiros foi um fator facilitador (ABRANCHES, 2000);  Através das coisas que estamos fazendo, esperamos que os alunos, sejam felizes, dêem risadas, descubram que a vida é boa (ALVES, 1994).
17

CONCLUSÃO
 O desenvolvimento físico somente pode ser conseguido por meio de uma vivência na qual a dimensão afetiva real, aprofundada e espontânea faça parte do trabalho (LAPIERRE, 1986);  É mais fácil governar uma cidade que governar a si mesmo. Isto nos leva a refletir sobre nós mesmos como pessoas e a procurar o crescimento pessoal (PROVÉRBIOS 16. 32b ).
18

AGRADECIMENTO
 A Deus pela oportunidade;  A cada aluno e amigo que muito tem nos ensinado sobre a vida, sobre a persistência;  Ao Professor e apoiador Pedro Américo de Souza Sobrinho, nosso mentor;  A Cruz Vermelha de Minas Gerais;  Ao Secretário de Estado de Desenvolvimento Social e Esportes, Dep. Estadual João Leite;  Ao Prof. Claudio Boschi, presidente do CREF 06;  A Sr Carlos Augusto Baldo, por ter acreditado no sonho de uma sociedade mais justa e igualitária;  A cada professor que tem acreditado e dado o máximo de si em prol de uma sociedade melhor. 19

Cada sorriso significa uma conquista

Bombeiros! Mais que um sonho, este é o nosso ideal.


				
DOCUMENT INFO
Shared By:
Categories:
Stats:
views:123
posted:7/5/2008
language:English
pages:20
richard quintanilla richard quintanilla computer technician
About