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Transportes em Angola

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									                             Transportes em Angola
Um dos grandes problemas em Angola é o transporte. Por isso, resta ao turista a opção de
lugar um carro em Luanda ou nas capitais de províncias.Por exemplo, em Luanda, os
oradores (luandenses ou caluandas) chamam de táxis às peruas ou vans de lotação,
geralmente veículos em péssimo estado de conservação que não garantem muita segurança
ao turista, devendo, portanto, ser evitados.

Há pouquíssimos táxis tradicionais, dificílimos de encontrar e que cobram tarifas
exorbitantes. O transporte público é praticamente inexistente, contando com número
reduzido de ônibus, também em estado precário de conservação.

Por questões de segurança, também é desaconselhável a deslocação por estrada para
localidades muito distantes. Portanto, as viagens de carro devem ser restritas a um perímetro
reduzido nas proximidades da capital ou das capitais das províncias. Para se chegar a outras
províncias, deve-se optar pela via aérea, que conta com linhas regulares da TAAG (empresa
nacional de transportes aéreos) e de outras companhias particulares.


(Fonte: Folha Online – Turismo - http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/africa/angola-
ransportes.shtml)


Transportes

Transportes rodoviários

De 72.000 quilómetros de estrada, menos de 20.000 são asfaltadas. Contudo, algumas das
estradas asfaltadas são intransitáveis devido a pontes quebradas e a minas terrestres,
embora a maioria das estradas principais que ligam as capitais provinciais tenham sido
desminadas. O estado geral das estradas e das respectivas infra-estruturas é mau, mesmo
dentro dos limites da cidade de Luanda. Há gasolina na maior parte das zonas urbanas.
Estão disponíveis carros para aluguer em Luanda e nalgumas cidades provinciais. Conduzir
fora das áreas metropolitanas pode ser perigoso devido ao mau estado das estradas,
sobretudo à noite. Todos os viajantes são incentivados a registarem-se na Embaixada
Americana.
De forma semelhante às agências americanas de aluguer de automóveis, as agências
angolanas têm preços que variam segundo a duração do aluguer e da classe do carro. A
maioria dos preços inclui seguro. Não é necessária uma carta de condução internacional mas
é recomendada. Recomenda-se vivamente a contratação dum condutor local pois conduzir
através de ruas não sinalizadas, estradas confusas e tráfego perigoso pode ser uma tarefa
assustadora para um visitante.

Transportes aéreos

A maioria do tráfego aéreo em Angola chega através do Aeroporto Internacional 4 de
Fevereiro em Luanda. Air France, British Airways, TAP (Portugal), South African Airways,
TAAG (a companhia aérea angolana), Namibia Airways, Ethiopian Airlines e algumas
transportadoras regionais servem Luanda. Houston Express é um serviço privado de voos
charter operado pela World Airways, sedeada nos EUA, para a companhia petrolífera
nacional subsidiária, Sonair, e está disponível apenas para os membros da Associação U.S.
Africa Energy. TAAG, Air Gemini e outras pequenas companhias de voos charter ou táxi
aéreo fazem voos domésticos. As taxas do aeroporto estão normalmente incluídas no preço
do bilhete.



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Transportes Ferroviários

Apenas uma pequena parte da outrora extensa estrutura ferroviária funciona presentemente
devido à guerra e aos danos causados pela guerra. A ligação ao porto de Luanda ainda não
está operacional; o trabalho de reabilitação está presentemente em curso e interrompe
temporariamente o serviço de Luanda para Viana (35 quilómetros). O caminho-de-ferro de
Benguela, que antigamente cobria 1.340 quilómetros desde o porto de Lobito à fronteira com
a Zâmbia, cobre actualmente apenas 154 quilómetros entre as cidades de Lobito, Benguela e
Cubal. Apenas o serviço entre Namibe e Matala (320 quilómetros) se aproxima dos níveis
anteriores à guerra. A reabilitação da via-férrea constitui uma prioridade para o governo de
Angola.

Transportes marítimos

Os transportes marítimos internacionais chegam a Angola através dos portos de Luanda,
Lobito, Namibe e Cabinda. Não existem empresas organizadas de transporte fluvial de
passageiros. As cargas enviadas para os portos angolanos devem apresentar o Certificado
de Embarque, o certificado de carga, para poderem ser descarregadas à chegada. Compete
ao expedidor obter o documento, antes da carga sair do porto, junto do representante do
Conselho Nacional de Carregadores (CNC) no porto de origem. A maioria dos portos de
embarque tem um representante do CNC que fornece o certificado de carga. Para mais
informação queira contactar a Embaixada de Angola nos EUA ou a Câmara de Comércio
EUA – Angola

(Fonte: Embaixada dos Estados Unidos, Angola
http://portuguese.angola.usembassy.gov/informao_para_viajantes.html)



TRANSPORTES ANGOLA

       Caminhos de ferro: total 2.761 km
       Estradas: total 51.429 km, pavimentadas 5.349 km, não-pavimentadas 46.080 km
        (1999)
       Hidrovias: 1.295 km
       Ductos: Gás 214 km; Gás Natural 14 km; GLP 30 km; Petróleo 845 km; Refinados
        de petróleo 56 km (2003)
       Portos: Ambriz, Cabinda, Lobito, Luanda, Malongo, Namibe, Porto Amboim, Soyo
       Marinha mercante: total 8 navios (1,000 GRT) 30,311 GRT/48.924 DWT
       Navios por tipo: cargueiros 7, petroleiro 1 ( 2002 est.)
       Aeroportos: 243 (2002)
       Aeroportos com pistas pavimentadas: 32, com mais de 3.047 de pista: 4, de 2.438
        a 3.047 m: 8 de 1.524 a 2.437 m: 14, de 914 a 1.523 m:5 menor que 914 m: 1 (2002)
       Aeroportos com pistas não pavimentadas: 211, com mais de 3.047 m: 2, de 2.438
        a 3.047 m: 4, de 1.524 a 2.437 m: 30, de 914 a 1.523 m: 95 menor que 914 m: 80
        (2002)

(Fonte: ANIP, http://www.investinangola.org/web/exibe.asp?cod=74)


Directório de empresas de transporte e logística
http://www.angoladigital.net/directorioempresas/index.php?option=com_content&task=blogse
ction&id=42&Itemid=48


Transportes

A produção do sector dos Transportes medido pelo indicador carga é assegurada predominantemente
pelo modo marítimo que absorve 44% do total, seguido do rodoviário com cerca de 39% e do modo
aéreo com 9%.



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No que concerne aos passageiros, o modo rodoviário absorve cerca de 87% da transportação, seguido
do modo ferroviário com cerca de 8,5%.

(Fonte: República de Angola – Especial Cimeira SADC,
http://www.mirex.gv.ao/sadc/informacaogeral.htm)




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