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Slide 1 - Clube Foto Amigos de Santos

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									O Histograma e o
Sistema de Zonas
I - O Histograma
II - Casos Práticos de Interpretação
III - Conceito Básico de Exposição


IV - O sistema de Zonas
V - Aplicação
O Histograma

  Em uma foto digital (seja RGB ou Grayscale) cada
   pixel pode variar de 0 (preto absoluto) até 255
   (branco absoluto).
  Em outras palavras, o brilho de um pixel é
   determinado por um número que vai de 0 a 255.


    0   ...   50   ...   100   ...   150   ...   200   ...   255



    0   ...   50   ...   100   ...   150   ...   200   ...   255
O Histograma
   Então podemos ter 256 zonas de brilho.
   O histograma representa a distribuição de todos os
    pixels de uma imagem de acordo com a luminosidade
    de cada um.
pixels




         0   25   50        130   150            255   brilho
O Histograma
Imagem totalmente branca
   Imaginemos uma imagem totalmente branca:
    como esperamos que seja seu histograma?




   Todos os pixels caem na zona de brilho 255 (branco absoluto),
            representados pelo filete à direita do histograma.
O Histograma
Imagem totalmente preta
   Vamos agora à uma imagem totalmente preta:
    como esperamos que seja seu histograma?




     Todos os pixels caem na zona de brilho 0 (preto absoluto),
         representados pelo filete à esquerda do histograma.
O Histograma
Imagem cinza média (128)
   Imaginemos uma imagem cinza média:
    como esperamos que seja seu histograma?




    Todos os pixels caem na zona de brilho 128 (cinza médio),
         representados pelo filete ao centro do histograma.
O Histograma
Imagem preta de 4 pixels
   Agora uma imagem preta com apenas 4 pixels (2x2).




                                Observe que no histograma,
                                  apenas 4 pixels caem na
                                  zona de brilho 0, mas são
                                  suficientes para preencher o
                                  histograma até o topo.
Histograma de uma cena
 aproximadamente média
Histograma de uma cena mais
       clara que a média
Histograma de uma cena mais
      escura que a média
O Histograma
O Histograma como Feedback
   Saber interpretar o histograma é o meio mais preciso para analisar
    a gama de tons de uma imagem, o histograma "não mente".
O Histograma
O Caso do Balão
O Histograma
O Caso do Balão
O Histograma
O Casarão
O Histograma
O Lago
Fotômetro Incorporado
Matricial (Evaluative)
Tipos de Medição
Matricial (Evaluative, Multi-
 Pattern)
   Funciona através da segmentação
    da área da imagem. A leitura é
    feita em cada segmento
    separadamente, e depois o
    padrão é comparado com uma
    biblioteca de situações
    conhecidas.
   Dados como ponto de foco,
    tamanho do sujeito, posição,
    distancia, nível de luz, luz frontal,
    luz de fundo, cores, etc. São
    levados em conta no ajuste da
    exposição.
Tipos de Medição
Matricial (Evaluative, Multi-
 Pattern)
   “Vantagem”
    Conforto de quase não precisar
    pensar pra fotografar
   Desvantagem
    Imprevisível em diversas
    situações práticas.
Ponderado ao Centro (Center Weigthed)
Tipos de Medição
Ponderado ao Centro (Center
 Weigthed)
   É feita uma média de toda a
    imagem porém é dada ênfase à
    parte central (típicamente entre
    60% e 75%).
   Tipo mais comum de padrão de
    medição, encontrado na grande
    maioria das SLR manuais, e
    sempre presente nas modernas
    SLR, analógicas ou digitais.
Tipos de Medição
Ponderado ao Centro (Center
 Weigthed)
   Vantagem
    Medição fácil da maioria das
    cenas com compensações
    relativamente simples
   Desvantagens
    Risco de erro em cenas com
    muito céu, em caso de não
    compensar a leitura.
    Imprecisão em cenas complexas.

   Uso indicado: Quando o sujeito cobre a maior parte da
    imagem, por exemplo, quando está circundado por
    sombras ou áreas claras.
Parcial
Tipos de Medição
Parcial
   Limita a medição à uma área
    geralmente central ao VF.
   A medição parcial cobre
    geralmente 9,5% da imagem,
    e todo o resto é desprezado
    pelo fotômetro.
   Com o auxílio de uma tele, a
    medição parcial pode se tornar
    extremamente precisa,
    eliminando a necessidade de se
    ter a opção de medição spot.
Tipos de Medição
Parcial
   Vantagem
    Controle preciso
   Desvantagem
    Variações bruscas na leitura
   Uso Indicado:
    Quando existem grandes diferenças
    de brilho e quando necessitamos de
    precisão na medição.
Spot (Pontual)
Tipos de Medição
Spot (Pontual)
   Limita a medição à uma pequena
    área geralmente central ao VF.
   A medição spot cobre de 1% a
    3,5% da área da imagem, e
    todo o resto é desprezado
    pelo fotômetro.
   Com o auxílio de uma tele, a
    medição spot fica ainda mais
    precisa, permitindo a leitura de
    áreas ainda mais detalhadas.
Tipos de Medição
Spot (Pontual)
   Vantagem
    Controle preciso
   Desvantagem
    Variações bruscas na leitura
   Uso Indicado:
    Quando existem grandes
    diferenças de brilho e quando
    necessitamos de precisão na
    medição.
Exposição
Exposição
Mas afinal, porque tudo sai cinza???
   Para entender o que a camera faz, vamos fotografar 3 tecidos, um
    cinza, um branco e um preto, aceitando a sugestão da camera,
    sem nenhuma compensação (0EV).


   Tecido Cinza          Tecido Branco           Tecido Preto
Exposição
Tecido Branco
   Temos que ajudar a camera, pois a cena é mais clara que a
    média, sobrexpondo a cena em cerca de 2 pontos (+2EV).
    Assim a camera nos entrega uma cena 2 pontos mais clara que a
    média, e o tecido branco é apresentado como branco!
Exposição
Tecido Preto
   Temos que ajudar a camera, pois a cena é mais escura que a
    média, subexpondo a cena em cerca de 2 pontos (-2EV).
    Assim a camera nos entrega uma cena 2 pontos mais escura que
    a média, e o tecido preto é apresentado como preto!
Exposição
  Uma leitura feita a partir de uma
   superfície de luminância uniforme
   indicará ajustes de exposição que
   reproduzirão esta superfície como
   cinza-médio.
Exposição


 “Uma camera em modo
  automático tenta produzir
  histogramas centralizados.”
Exposição


 “A idéia de exposição correta é
  valiosa, mas só se for
  expressa de forma livre.”
Exposição
Exposição Normal
   Exposição normal é aquela sugerida pela camera.
Exposição Correta
   A exposição correta é aquela obtida após nossa
    interferência nos parâmetros, visando obter uma
    apresentação que julgamos correta das tonalidades
    que estão sendo registradas.
Exposição Criativa
   A exposição criativa é aquela onde usamos nossa
    criatividade para alterar os parâmetros e obtemos as
    tonalidades e efeitos que desejamos, independente das
    mesmas representarem a realidade.
O Sistema de Zonas
Sistema de Zonas
    O Sistema de Zonas nos permite relacionar várias
     luminâncias de um objeto com o cinza-médio
    Essa é a base do método de visualização, seja a
     representação do objeto literal ou um
     distanciamento da realidade.
Sistema de Zonas
  • Definimos um objeto que deva cair na Zona 5
  • Fazemos a exposição normal desse objeto
    (EV0).
  Ou
  • Definimos uma zona para o objeto
  • Com leitura no objeto, ajustamos os
    parâmetros de exposição de maneira que a
    leitura do fotômetro o coloque nesta zona
    (EV+ ou EV-).


Ao fixar a Zona de um objeto, todos os outros
  “caem” nas outras zonas.
Sistema de Zonas
Procedimento Padrão
  • Ajustamos a luminância de um objeto à uma
    zona de exposição específica e então
    observamos onde as outras luminâncias do
    objeto caem.
1
2       6
3
4
            4
5
    5
6
7
8
1
2       7
3
4           5
5
    6
6
7
8
1
2       5
3
4           3
5
    4
6
7
8
Sistema de Zonas
    O tom médio (cinza 18%)
    Zona 5 (0EV)*

                              F8
    Céu azul médio           1/30s
    Pele escura
    Pedra cinza
    Madeira gasta
Sistema de Zonas
    Zona 6 (+1EV em relação à Zona 5)



                                        F5.6
    Tom de pele de pessoas brancas     1/30s
    Céu difuso
    Pedra clara
Sistema de Zonas
    Zona 7 (+2EV em relação à Zona 5)



                                        F4
    Pele muito clara                   1/30s
    Objetos cinza claro
    Branco em algumas situações
     práticas
Sistema de Zonas
    Zona 8 (+3EV em relação à Zona 5)



                                        F4
    Brancos com textura e tons         1/15s
     delicados
    Neve com textura
    Altas luzes na pele de pessoas
     claras
Sistema de Zonas
    Zona 9 (+4EV em relação à Zona 5)



                                        F4
    Branco sem textura                 1/8s
    Quase nenhuma tonalidade
    Aproxima-se do branco absoluto
     (255)
Sistema de Zonas
    Zona 10 (+5EV em relação à Zona 5)



                                     F4
    Branco puro na base do papel    1/4s
    Branco absoluto (255)
    Pode representar brilhos
     especulares ou fontes de luz
Sistema de Zonas
    O tom médio (cinza 18%) – Zona 5 (0EV)*



                                     F8
    Céu azul                        1/30s
    Pele escura
    Pedra cinza
    Madeira gasta
Sistema de Zonas
    Zona 4 (-1EV em relação à Zona 5)



                                        F11
    Sombras médias de folhagens,       1/30s
     pedras e paisagens escuras
    Sombras normais na pele de
     pessoas brancas à luz natural
    Céu azul bem escuro
    Asfalto limpo
Sistema de Zonas
    Zona 3 (-2EV em relação à Zona 5)



                                        F16
    Materiais escuros                  1/30s
    Baixas luzes
    Preto em algumas situações
     práticas*




*não é o preto mais escuro que
   podemos obter, mas é conveniente
   para algumas situações
Sistema de Zonas
    Zona 2 (-3EV em relação à Zona 5)



                                        F22
    Preto com um pouco de textura      1/30s
    Tonalidades profundas que
     representam a parte mais escura
     da imagem na qual há alguns
     detalhes
Sistema de Zonas
    Zona 1 (-4EV em relação à Zona 5)



                                         F22
    Primeiro passo acima do preto       1/60s
     total, leve tonalidade, mas quase
     nenhuma textura
Sistema de Zonas
    Zona 0 (-5EV em relação à Zona 5)



                                        F22
    Preto total na cópia               1/125s
    Próxima do preto absoluto (0)
Zona0 (-5EV) – h5
Zona1 (-4EV) – h9
Zona2 (-3EV) – h20
Zona3 (-2EV) – h36
Zona4 (-1EV) - 72
Zona5 (0EV) - 128
Zona6 (+1EV) - 183
Zona7 (+2EV) - 222
Zona8 (+3EV) - 250
Zona9 (+4EV) - 255
Zona10 (+5EV) - 255
Sistema de Zonas
Todas as zonas em uma só imagem
Sistema de Zonas
Todas as zonas em uma só imagem
Sistema de Zonas
No LCD da Camera (Canon)
Sistema de Zonas
No LCD da Camera (Nikon)
Sistema de Zonas
A exposição pelo Sistema de Zonas
   O Ajuste Inicial
    Área mais escura ou área mais clara da cena onde os
    detalhes são necessários, coloque-as nas zonas
    desejadas e Visualize o efeito.
   Verificar em que zonas caem as outras áreas da cena e
    mais uma vez visualize o efeito.
   Escolha uma referência
   Faça a exposição com base na referência
   Confira o histograma
      Sistema de Zonas
      O Casarão

      4




                    5.5


                  7.5
3.5                           1.5



                          3
Sistema de Zonas
A Santa

1


                 7



             6
                     6
Sistema de Zonas
A Igreja


           3.5
                 7
    5                      6


                     2 6
5          5                             4
                               7.5

                                     1
Sistema de Zonas
Lápis de Cor


     1

                   7

                           4.5



         4     4       6
Sistema de Zonas
Financial Center

        5


                       3.5
                   6
                             6



4
         7
    3
Sistema de Zonas
Balão



                7.5



                 6

            4

                      4.7

        7
Sistema de Zonas             5
Balão




                   7.5



                         4       3

                             2

                                     6
Sistema de Zonas
Toyo




                   0
  3
        3.5
                           3

                       2
Sistema de Zonas
  É impossível uma fotografia reproduzir a amplitude de
   brilho da maioria dos objetos, por isso a fotografia é
   uma interpretação dos tons do objeto.
  Através da fotografia podemos interpretar um objeto
   de maneira literal ou livremente, com alto grau de
   “afastamento da realidade”.
Latitude (Dynamic Range)
   Nas cenas de alto contraste pode ocorrer perda de
    detalhe, pois a variação de tons pode ser maior do que
    a que a camera pode registrar.
   Cabe ao fotógrafo escolher os tons que devem ser
    preservados




                                                       3

                                                  2
Latitude (Dynamic Range)



               -3   -2   -1   0   1   2   3




                                                      3


          -4   -3   -2   -1   0   1   2   3   4   5
    Falta de Latitude
    Barigui




               8

                        5



1                           2
That’s All Folks!

								
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