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Setembro 2008




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Topologias
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                            Topologias

         A topologia de uma rede de comunicação irá, muitas vezes caracterizar
seu tipo, eficiência e velocidade. A topologia refere-se a forma com que os
enlaces físicos e os nós de comunicação estão organizados, determinando os
caminhos físicos existentes e utilizáveis entre quaisquer pares de estações
conectadas a essa rede.




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                           Topologias

        Na organização dos enlaces físicos num sistema, encontramos diversas
formas de utilização das linhas de comunicação. As ligações físicas podem ser
de dois tipos: ponto a ponto ou multiponto. Ligações ponto a ponto caracterizam-
se pela presença de apenas dois pontos de comunicação, um em cada
extremidade do enlace ou ligação.




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                          Topologias
        Nas ligações multiponto observa-se a presença de três ou mais
dispositivos de comunicação com possibilidade de utilização do mesmo enlace.




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                            Topologias
         A comunicação no enlace refere-se à
utilização do meio físico que conecta estações, e
pode ser:

Simplex: o enlace é utilizado apenas em um dos
dois possíveis sentidos de transmissão.

Half-duplex: o enlace é utilizado nos dois possíveis
sentidos de transmissão, porém apenas um por
vez.

Full-duplex: o enlace é utilizado nos dois possíveis
sentidos de transmissão simultâneamente.
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   Redes Geograficamente distribuídas
Topologia Totalmente Ligada


Nessa topologia, todas as estações são interligadas duas a duas entre si através
de um caminho físico dedicado. A troca de mensagens entre cada par de
estações se dá diretamente através de um desses enlaces. Os enlaces
utilizados poderiam ser ponto a ponto com comunicação full-duplex de forma a
permitir a comunicação plena entre quaisquer pares de estações embora essa
topologia apresente maior grau de paralelismo de comunicação, torna-se quase
sempre impraticável, principalmente em redes com grande número de estações
e físicamente dispersas.



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   Redes Geograficamente distribuídas
Topologia Totalmente Ligada


Numa rede com N estações,       por exemplo, seriam necessárias N(N-1)/2
ligações ponto a ponto para que se pudesse conectar todos os pares de
estações através de linhas dedicadas. Dessa forma o custo do sistema, em
termos de instalação de cabos e de hardware específico para comunicação,
cresceria com o quadrado do número de estações, tornando tal topologia
economicamente inviável.




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Redes Geograficamente distribuídas




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   Redes Geograficamente distribuídas
Topologia em Anel


Nessa topologia procura-se diminuir ao máximo o
tipo de ligação utilizada. Dessa forma , utiliza-se,
em geral, ligações ponto a ponto que operam num
único sentido de transmissão
(ligações simplex) fazendo com que o anel
apresente uma orientação ou sentido único de
transmissão. Uma mensagem deverá circular pelo
anel até que chegue ao módulo de destino, sendo
passada de estação em estação, obedecendo ao
sentido definido pelo anel.
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   Redes Geograficamente distribuídas
Apesar de considerar uma economia considerável no número de ligações, em
sistemas geograficamente distribuídos tal topologia apresenta fatores limitantes
que inviabilizam a sua utilização. O primeiro deles diz respeito ao aumento de
pontos intermediários entre os pontos finais de comunicação. Em redes
geograficamente distribuídas isso significa um aumento drástico no número de
ligações pelas quais uma mensagem tem que passar até chegar ao seu destino
final, ou seja, um aumento intolerável no retardo de transmissão, principalmente
considerando-se que redes geograficamente distribuídas utilizam meios de
transmissão de baixa velocidade.




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   Redes Geograficamente distribuídas
Outro fator limitante refere-se a inexistência de caminhos alternativos para o
tráfego das mensagens; em redes geograficamente distribuídas caminhos
alternativos devem ser providenciados dado que as linhas utilizadas são, em
geral de baixa velocidade e pouca confiabilidade.
Considerando as limitações de confiabilidade e velocidade é preciso criar
caminhos redundantes, para um aumento tanto de confiabilidade quanto de
desempenho através do paralelismo de comunicações, sem, no entanto, cair na
topologia totalmente ligada que possui restrições.




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   Redes Geograficamente distribuídas
Topologia Parcialmente Ligada


        É uma topologia intermediária usada na maioria das redes
geograficamente distribuídas. Possui as mesmas característica da topologia em
estrela , acrescida de caminhos redundantes.




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   Redes Geograficamente distribuídas
         Nessa topologia, nem todas as ligações entre pares de estações estão
presentes, mas caminhos alternativos existem e podem ser utilizados em caso
de falhas ou congestionamento em determinadas rotas. No caso em que
estações sem conexão física direta desejem se comunicar, elas deverão de
alguma forma encaminhas as suas mensagens para alguma outra estação que
possa fazer a entrega da mensagem para a estação de destino. Esse processo
pode se repetir várias vezes, de forma que uma mensagem pode passar por
vários sistemas intermediários até ao seu destino final.




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   Redes Geograficamente distribuídas
Topologia em Estrela
Nesse tipo de topologia cada nó é interligado a um nó central (mestre) através
do qual todas as mensagens devem passar. Tal nó age, assim, como centro de
controle da rede, interligando os demais nós (escravos). Nada impede que haja
comunicações simultâneas, desde que as estações envolvidas sejam
diferentes.




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   Redes Geograficamente distribuídas
        Várias redes em estrela operam em configurações onde o nó central
tem tanto a função de gerenciamento de comunicação como facilidades de
processamento de dados. Em outras redes o nó central tem como única função
o gerenciamento das comunicações. O nó central cuja função é chaveamento
(ou comutação) entre as estações que desejam se comunicar é denominado
comutador ou switch.




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   Redes Geograficamente distribuídas
        O arranjo em estrela evidentemente é a melhor escolha se o padrão
normal de comunicação na rede combinar com essa topologia, isto é, um
conjunto de estações secundárias se comunicando com o nó central. Este é o
caso típico das redes de computadores onde o nó central é um sistema de
computação que processa informações informações alimentadas pelos
dispositivos periféricos (nós escravos). As situações mais comuns, no entanto
são aquelas em que o nó central está restrito às funções de gerente das
comunicações e a operações de diagnóstico.




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   Redes Geograficamente distribuídas
         Redes em estrela podem atuar por difusão ou não. Em redes por
difusão, todas as informações são enviadas ao nó central que é o responsável
por distribuí-las a todos os nós da rede. Os nós aos quais as informações
estavam destinadas as copiam e os outros simplesmente as ignoram. Em redes
que não operam por difusão, um nó pode apenas se comunicar com outro nó
de cada vez, sempre sobre controle do nó central. Redes em estrela não têm
necessidade de chaveamento, uma vez que concentram todas as informações
no nó central.




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   Redes Geograficamente distribuídas
        O gerenciamento das comunicações por este nó pode ser por
chaveamento de pacotes ou chaveamento de circuitos. O nó central também
pode ter a função de compatibilizar a velocidade de comunicação entre o
transmissor e o receptor. Os dispositivos de origem e destino podem operar
com protocolos e/ou conjunto de caracteres diferentes.




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   Redes Geograficamente distribuídas
         O nó central atuaria nesse caso como um conversor de protocolos
permitindo ao sistema de um fabricante trabalhar satisfatoriamente com um
outro sistema de um outro fabricante.Confiabilidade é um problema das redes
em estrela. Falhas em um nó escravo escravo apresentam um problema
mínimo de confiabilidade, uma vez que o restante da rede ainda continua em
funcionamento. Falhas no nó central, por outro lado, podem ocasionar a parada
total do sistema.




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   Redes Geograficamente distribuídas
         Outro problema da rede com topologia em estrela é relativo à
modularidade. A configuração pode ser expandida até um certo limite imposto
pelo nó central: em termos de capacidade de chavemaneto, número de circuitos
concorrentes que podem ser gerenciados e número total de nós que podem
ser servidor.




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   Redes Geograficamente distribuídas
        O desempenho obtido em uma rede em estrela depende da
quantidade de tempo requerido pelo nó central para processar e encaminhar
uma mensagem, e da carga de tráfego na conexão, isto é, o desempenho é
limitado pela capacidade de processamento do nó central.




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   Redes Geograficamente distribuídas
Topologia em Anel


         Uma rede em anel consiste em estações conectadas através de um
caminho fechado. Por motivos de confiabilidade, o anel não interlliga as
estações diretamente, mas consistem em uma série de repetidores ligados por
um meio físico, sendo cada estação ligada a esses repetidores. Redes em anel
são, teoricamente capazes de transmitir e receber dados em qualquer direção.




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   Redes Geograficamente distribuídas
Topologia em Anel


         As comunicações mais usuais, no entanto são unidirecionais, de forma
a simplificar o projeto dos repetidores e tornar menos simplificados os
protocolos de comunicação que asseguram a entrega de mensagem ao destino
corretamente e em seqüência, pois sendo unidirecionais evitam o problema de
roteamento. Os repetidores são em geral projetados de forma a transmitir e
receber dados simultaneamente, diminuindo assim o retardo de transmissão.




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   Redes Geograficamente distribuídas
Topologia em Anel




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   Redes Geograficamente distribuídas
Caracterização das Redes


As redes podem caracterizar-se quanto à sua dispersão geográfica em três
tipos principais que são LAN (Local Area Network) , MAN (Metropolitan Area
Network) e WAN (Wide Area Network).




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   Redes Geograficamente distribuídas
LAN


LAN é o acrónimo de Local Area Network, é o nome que se dá a uma rede de
carácter local, e onde estão ligados alguns sistemas numa área geográfica
pequena. Normalmente uma LAN está enquadrada num escritório ou numa
empresa não dispersa geográficamente. As tecnologias principais que uma LAN
pode utilizar são a Ethernet, o Token Ring, o ARCNET e o FDDI ("Fiber
Distributed Data Interface").




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   Redes Geograficamente distribuídas
LAN


O FDDI alarga a extensão de uma LAN para uma área geográfica muito maior
do a habitual com Ethernet, o que pode trazer um incremento no numero de
utilizadores do sistema. Numa LAN Ethernet é normal ter-se somente 4 ou 5
utilizadores, enquanto que numa LAN que utilize FDDI podem existir algumas
centenas de utilizadores.




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   Redes Geograficamente distribuídas
LAN


Existe um conjunto de aplicações tipicas que estão no servidor de uma LAN, e
permitem aos utilizadores da rede correr as aplicação remotamente. Os
utilizadores da LAN podem utilizar diversos serviços desde a impressao até à
partilha de ficheiros. O acesso a ficheiros, nomeadamente para leitura e/ou
escrita é gerida pelo administrador da LAN. Um servidor de LAN pode também
ser configurado como servidor de web, sendo conveniente tomar as devidas
precauções.




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   Redes Geograficamente distribuídas
MAN


MAN significa em inglês Metropolitan Area Network. Esta rede de carácter
metropolitano liga computadores e utilizadores numa área geográfica maior que
a abrangida pela LAN mas menor que a á rea abrangida pela WAN. Uma WAN
normalmente resulta da interligação de várias LAN numa cidade, formando
assim uma rede de maior porte, pode inclusive estar ligada a uma rede WAN. O
termo MAN é também usado para referir a ligação de várias redes locais por
bridges (este procedimento pode ser denominado de bridging), por vezes este
tipo de MAN é referida por campus network. Existem várias cidades que
possuem redes metropolitanas de vários tamanhos como Londres, Lodz,
Genebra, etc.
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   Redes Geograficamente distribuídas
WAN


WAN significa Wide Area Network, e como o nome indica é uma rede de
telecomunicações que está dispersa por uma grande área geográfica. A WAN
distingue-se duma LAN pelo seu porte e estrutura de telecomunicações. As
WAN normalmente são de caráter público, devido à sua dimensão, mas podem
eventualmente ser privadas e conseqüentemente alugadas. Duas ou mais
redes separadas por uma grande distância e interligadas, são consideradas
uma WAN.




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   Redes Geograficamente distribuídas
Ethernet


A Ethernet é a tecnologia mais utilizada nas redes locais, tendo sido
especificada pela norma IEEE 802.3, foi inicialmente desenvolvido pela Xerox
vindo posteriormente a ser desenvolvido pela Xerox, DEC e Intel. Uma rede
Ethernet utiliza normalmente cabo coaxial ou par entrançado, permitindo
normalmente velocidades até 10Mbps (10Base-T). Os diversos dispositivos que
estão ligados à rede competem pelo acesso à rede através do protocolo
CSMA/CD ("Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection"). Os
dispositivos Ethernet possuem um endereço de 6 bytes (48 bits) que é atribuído
por uma entidade central por forma a não haver endereços repetidos.

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Redes Geograficamente distribuídas


   Mac           Fabricantes
   00 00 0C      Cisco
   00 00 AA      Xerox
   00 0C F1      Intel
   00 00 E2      Acer
   00 40 B4      3Com




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   Redes Geograficamente distribuídas
Ethernet


Existe a Ethernet rápida também denominada 100BASE-T que proporciona a
transmissão a velocidades até 100Mbps. É tipicamente usada para sistemas de
backbone que suportam workstations com acessos à rede de 10Mbps. Como a
sua congenere 10Base-T a Ethernet rápida utiliza também o protocolo
CSMA/CD para acesso ao meio. O protocolo CSMA/CD tem uma propriedade
muito interessante que permite aumentar ou diminuir o tamanho da rede sem
que a performance e confiabilidade da rede se degradem o que facilita a sua
gestão. Está especificada na norma IEEE 802.4u.



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   Redes Geograficamente distribuídas
Ethernet


A passagem de 10Base-T para 100Base-T é fácil uma vez que ambas utilizam o
protocolo CSMA/CD. Muitos dos adaptadores de rede suportam comunicações
a 10 e 100Mbps sendo a detecção da velocidade feita automaticamente. A
passagem de 10 Mbps para 100 Mbps reduz o tamanho máximo que a rede
pode ter, para um comprimento máximo de 500 metros a 10 Mbps passa-se
para cerca de 200 a 100 Mbps. Para se conseguirem distâncias superiores a
205 metros numa rede a 100 Mbps é necessário instalar repetidores em cada
200 metros.



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   Redes Geograficamente distribuídas
Ethernet


Presentemente estão a ser desenvolvidas novas normas dentro desta
tecnologia. A primeira é a Gigabit Ethernet (também conhecida como
1000Base-T ou 802.3z), e permitirá aumentar a velocidade de transmissão para
1000 Mbps. Foi desenvolvida para funcionar com os mesmos cabos que a
100Base-T de forma a que qualquer upgrade será barato e fácil de realizar. Até
ao momento a rede de 1000 Mbps é utilizada como backbone das redes de 100
Mbps, mas à medida que o tecnologia evolui as redes de 1000 Mbps tornar-se-
ão mais comuns.



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   Redes Geograficamente distribuídas
Ethernet


Está também a ser desenvolvida uma outra norma conhecida como 10 Gigabit
Ethernet, que será baseada nas normas Ethernet precedentes, serão
necessários cabos de maior capacidade (fibra óptica e cabos coaxiais de
elevada capacidade), o que irá permitir velocidades de 10000 Mbps.




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   Redes Geograficamente distribuídas
FDDI


A FDDI (Fiber-Distributed Data Interface) destina-se à transmissão de dados
por fibra óptica para redes locais (LAN). As redes desta tecnologia podem ter
uma extensão máxima de 200 km e podem suportar milhares de utilizadores.
Com velocidades de transmissão de 100Mbps, costumam ser utilizadas na
ligação de 2 ou mais LANs.




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   Redes Geograficamente distribuídas
FDDI


As redes FDDI têm uma topologia dupla em anel, que consiste em dois aneis
fechados e onde os pacotes viajam em direcções opostas nos aneis. Ambos os
aneis podem transportar dados ao mesmo tempo, mas o anel primário é
utilizado no transporte de dados enquanto o secundário funciona como backup.
Caso se utilizem os dois aneis para transporte de dados, a capacidade da rede
para passa para 200 Mbps, e a distância máxima diminui para 100 km.




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   Redes Geograficamente distribuídas
FDDI


O FDDI é um producto do American National Standards Committee, e foi
desenvolvido de acordo com o modelo OSI (Open Systems Interconnect) de
camadas funcionais. As redes FDDI também são conhecidas como ANSI
X3T9.5




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   Redes Geograficamente distribuídas
FDDI


O FDDI tem 4 tipos de nós distintos, o DAS ( Dual-Attached Stations ), o SAS (
Single-Attached Stations ), o SAC ( Single-Attached Concentrator s ), e o DAC (
Dual-Attached Concentrators ). Os nós DAS e DAC ligam-se em ambos os
anéis, enquanto os nós SAS e SAC ligam-se somente ao anel primário. Caso
um cabo seja danificado ou uma ligação falhe, o nó DAS ou DAC nos extremos
da quebra/falha fará o roteamento dos dados por forma a passarem pelo anel
secundário no local da falha, mantendo assim a rede funcionando. O principal
problema da FDDI é o preço, uma vez que os adaptadores e cabos são
relativamente caros quando comparados com tecnologias com a mesma
velocidade.
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   Redes Geograficamente distribuídas
FDDI


O FDDI-II é uma outra versão de FDDI mas com a capacidade acrescida de um
serviço de comutação de circuitos de forma a permitir a transmissão de sinais
de voz pela rede. Entretanto estão a ser conduzidos esforços para a
interconexão de redes FDDI às redes SONET ( Syncronous Optical NETwork )
ainda em desenvolvimento.




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                               Wireless
Terça-feira, 21 de Outubro de 2008
Novo padrão Wi-Fi - 802.11r
Novo padrão Wi-Fi permite troca mais rápida entre pontos de acesso
Category WiFi, VoIP | No Comments »


Padrão 802.11r permitirá que usuários utilizando telefones VoIP, por exemplo,
se movimentem livremente sem afetar a conexão.
A IEEE completou a especificação do novo padrão de transmissão sem fio
802.11r, que vai permitir que os dispositivos Wi-Fi troquem mais rapidamente
entre pontos de acesso.
Esta propriedade permitirá que usuários utilizando telefones VoIP, por exemplo,
se movimentem livremente sem perder a conexão.
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                               Wireless
A nova especificação, também conhecida como Fast Basic Service Set
Transition, permite que o dispositivo valide padrões de segurança e qualidade
de conexão com o novo ponto de acesso antes que ele deixe o antigo, o que
reduz pela metade o tempo no salto da transição.
Com isso, o tempo médio para transição cai de 100 milissegundos para 50
milissegundos - considerado padrão para transição de voz.
O IEEE vem trabalhando no 802.11r há quarto anos e conceito já está
estabelecido desde 2005, mas o padrão só foi formalmente aprovado e
publicado pelo IEEE agora.




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Exercícios
(1) Projete uma rede para uma empresa onde existem 2
prédios (A e B) separados por 400 m. Cada prédio
possui 3 andares (A1,A2,A3, B1,B2,B3). Os
computadores estão distribuídos da seguinte maneira:
    A3 = 20 B3 = 5
    A2 = 16 B2 = 28
    A1 = 30 B1 = 40 (5 destes são servidores)
A medida de cada andar é 20 m x 50 m.
Uma linha LP externa chega ao andar B1.




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Cabeamento
Estruturado
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                            Cabeamento
Ao planejar a instalação de cabos dentro de tetos e paredes, lembre-se das
seguintes regras:

· Sempre planeje a organização de modo que os cabos de dados de fibra ótica
cruzem os fios de energia elétrica nos ângulos corretos. Essa estratégia limita a
absorção de energia e o ruído elétrico do cabo.

· Nunca instale cabos de dados de cobre em posições paralelas a fios elétricos
de 120 volts em distâncias inferiores a 2 ou 2,5 centímetros. Mantenha os
cabos de dados a pelo menos um metro de distância das linhas de voltagem
mais altas.

· Mantenha cada cabo de cobre o mais longe possível de fontes elétricas de
ruídos, inclusive luzes fluorescentes, motores, relés de elevador, transmissores
de rádio, transmissores de microondas para alarmes anti-roubo e qualquer
outra coisa que consuma energia elétrica.

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                           Cabeamento
. Utilize um percurso o mais reto possível ao instalar os cabos. Os metros
extras de cabo utilizados em uma ligação horizontal com a tomada da parede
poderão reduzir a extensão de cabo disponível para as outras ligações.

· Se você tiver um teto falso, utilize prendedores de cabo (ganchos, presilhas
etc.) para impedir seu contato direto com o teto.

· Não instale fios UTP dentro do mesmo trecho de cabo que fios de telefone
(voz) e de dados. O sistema de voz causará interferência e diafonia, que
adulteram o sistema de dados.

· Da mesma forma, mantenha os fios que transportam dados e os que
transportam vozes em diferentes blocos perfurados.




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                           Cabeamento
· Retire o mínimo possível da cobertura externa do cabo. Se você retirar a
cobertura externa principalmente nas partes em que os fios entram em
conduites, os condutores poderão ficar próximos demais uns dos outros,
gerando diafonia.

Em alguns prédios solidamente construídos, talvez você não consiga instalar os
cabos dentro de paredes ou tetos, portanto é necessário o uso de conduites
para instalação externa.




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Cabeamento




             50
                Organização dos Cabos
A organização também é importante! Você é julgado pela aparência do seu
gabinete de fiação e por alguma outra razão. Os cabos que saem de conduítes
ou de racks devem ser organizados de forma a evitar danos aos pares de
cabos e simplificar a inclusão de cabos e o diagnóstico de problemas.

Além de organizados, os seus cabos também deverão ser claramente
identificados. Você poderá comprar etiquetas de identificação para as presilhas
ou para os cabos.




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                 Fontes de Alimentação
O seu gabinete de fiação precisa de uma fonte de alimentação permanente (no-
break). Não faz qualquer sentido equipar os servidores com uma fonte de
alimentação auxiliar e permitir que os hubs de fiação fiquem sem energia
elétrica durante uma falha de fornecimento. Os hubs de fiação não necessitam
de muita energia elétrica, mas se você tiver outros dispositivos no gabinete,
como um roteador ou um servidor de acesso, precisará de uma capacidade
maior. Você deverá fazer a seleção do no-break com base nos requisitos
elétricos dos equipamentos contidos no gabinete de fiação.




                                                                                52
                 Fontes de Alimentação
O seu gabinete de fiação precisa de uma fonte de alimentação permanente (no-
break). Não faz qualquer sentido equipar os servidores com uma fonte de
alimentação auxiliar e permitir que os hubs de fiação fiquem sem energia
elétrica durante uma falha de fornecimento. Os hubs de fiação não necessitam
de muita energia elétrica, mas se você tiver outros dispositivos no gabinete,
como um roteador ou um servidor de acesso, precisará de uma capacidade
maior. Você deverá fazer a seleção do no-break com base nos requisitos
elétricos dos equipamentos contidos no gabinete de fiação.




                                                                                53
Backbone




           54
          Armário de Telecomunicação
O Armário de Telecomunicações é o local, dentro de um prédio, onde são

alojados os elementos de cabeação. Dentro do Armário de Telecomunicações

são encontrados terminadores mecânicos, conectores de cruzamento (cross-

connects), terminadores para os sistemas de Cabeação Horizontal e Vertical

(patch panel).




                                                                             55
Cabeamento Horizontal




                        56
Administração de rede centralizada




                                     57
  Cabos UTP e STP ( Cabos par trançado )
Os cabos UTPs são compostos de pares de fios trançados não blindados de
100 Ohms. Este tipo de cabo, nos dias de hoje, são projetados para alto
desempenho na transmissão de dados ou voz.


Os cabos de pares trançados blindados STPs, como o nome indica, combinam
as técnicas de blindagem e cancelamento. Os STP projetados para redes têm
dois tipos. O STP mais simples é chamado "blindado de 100 ohms", pois, a
exemplo do UTP, tem uma impedância de 100 ohms e contém uma blindagem
formada por uma folha de cobre ao redor de todos os seus fios. No entanto, o
formato mais comum de STP, lançado pela IBM e associado à arquitetura de
rede token-ring IEEE 802.5, é conhecido como STP de 150 ohms devido a sua
impedância de 150 ohms.
                                                                               58
Estrutura da rede macro




                          59
Estrutura da rede departamental




                                  60
Estrutura da rede completa




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posted:6/4/2011
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