Influenza A H1N1 - PowerPoint

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Influenza A H1N1 - PowerPoint Powered By Docstoc
					Influenza A



        Maio - 2009
         Características do Virus
• RNA, enveloped
  Família:
•   Orthomyxoviridae


• Tamanho:
    80-200nm ou .08 – 0.12 μm
    (micron) in diameter        Credit: L. Stammard, 1995




• Três tipos
    – A, B, C
• Antígenos de
  Superfície
    – H (haemaglutinina)
    – N (neuraminidase)
           Vírus da                          hemaglutinina
          Influenza
    (aspectos estruturais)


                       neuraminidase

Envoltório de natureza lipídica, no qual se inserem antígenos
           de superfície de natureza glicoprotéica :
                  Hemaglutinina (H):
   Responsável pela adsorção e fusão do vírus à célula.
       São reconhecidas 16 diferentes tipos de H.
                  Neuraminidase (N):
        Implicado na liberação do vírus da célula
        São reconhecidas 9 diferentes tipos de N
       Vírus da Influenza

          Tipo A:
  • Associado a epidemias e
           pandemias
 • Infecta humanos e animais


        Tipo B:                         Tipo C:
  • Associado a surtos            • Sem potencialidade
  epidêmicos moderados.          epidêmica é associado a
• Infecta apenas humanos.           doença sub-clínica.
                               • Infecta humanos e suínos.
        NOMENCLATURA
                    Registro
                                     Hemaglutinina
Origem geográfica              Ano      Neuraminidase

 Tipo
        A/Chicken/China/220/97 (H5N1)


        A/CALIFORNIA/04/2009(H1N1)
             Gripe (Influenza)




• Ocasiona elevadas taxas de hospitalização e
  óbito em maiores de 60 anos de idade
• Acentuadas taxas de absenteísmo no trabalho e
   nas escolas
• Alta morbidade infectando todas faixas etárias
• Distribuição mundial ocasionando surtos
  localizados, epidemias ou pandemias.
              Disseminação
• Gotículas produzido durante a fala, tosse e espirro.
• Contato com superfícies e mãos contaminadas com
  secreções.
• Replicação viral em células epiteliais do trato
 respiratório.
                     Disseminação

Muito rapidamente devido ao curto período de
            incubação (1 a 4 dias).

 Indivíduos infectados excretam o vírus:
• 2 dias ANTES do aparecimento dos sintomas.
• Pico de excreção durante os 3 primeiros dias
  de doença.
• Declínio da transmissão após o 5º dia de doença.
• Excreção prolongada em crianças e
•imunossuprimidos.
                      Rotas Migratórias



• Rota Costa Atlântica:
   – Mangue Seco (Bahia e Sergipe)
   – Lagoa da CETREL (Camaçari)
   – Cacha-Prego (Itaparica)
   – Corumbau (Nova Viçosa)
   – Ituberá



     Fontes: SVS/MS e IBAMA
             Vírus isolados na Bahia

2008 - amostras (119)               2009 (*) – amostra (24)
        isolamento:                           isolamento:
            Influenza A (2)                       Influenza A (3)
            Influenza B (3)
            Parainfluenza 01 (0)
            Parainfluenza 02 (3)
            Parainfluenza 03 (14)
            Adenovirus (4)
            VSR (10)



        Fonte: LACEN/SESAB
        (*) Dados até 15/05/2009
Transmissão entre espécies
Transmissão
                  Influenza A (H1N1)
•   Não é comum a infecção pelo
    vírus   suíno   em    humanos,
    entretanto quando isto acontece
    a transmissão de pessoa-a-
    pessoa tem sido documentada


•   O casos humanos de infecção
    pelo vírus da influenza suína
    normalmente     acontece     entre
    tratadores    mas     existe     a
    possibilidade que o vírus circule
    entre humanos.
       Cenário Mundial da Influenza:


 Três questões distintas para a saúde pública:


• Influenza sazonal: Problema permanente

• Influenza A (Gripe suína):
            • Problema atual
            • Pandemia (possibilidade concreta?)
Principais  fatores   associados   a
disseminação de uma cepa pandemica

• Patogenicidade e virulência da nova cepa;
• Eficiência   da   transmissão      do    agente
infeccioso;
• População com pouca           ou        nenhuma
imunidade a esta nova cepa;
• Altas taxas de contato efetivo;
• Capacidade de resposta            rápida    das
autoridades de saúde pública.
Em 24 de abril de 2009, sexta-feira, a
Organização    Mundial       da   Saúde    (OMS)
notificou os países membros da ocorrência
de casos humanos de Influenza A(H1N1) no
México,   a   partir   de    18   de    março   e,
posteriormente,   nos       Estados    Unidos   da
América (EUA).
La OPS ha estimado que, en un escenario de severidad moderada —como la
observada en 1968— una primera onda pandémica de 8 semanas de duración y
25% de tasa de ataque clínico produciría, en promedio, um impacto pandémico
potencial equivalente a 334.163 defunciones, 1.461.401hospitalizaciones y más
de 76 millones de consultas ambulatorias en toda América Latina y el Caribe.
El impacto de tal onda pandémica sobre la capacidad hospitalaria alcanzaría su
máximo alrededor de la cuarta a quinta semanas pandémicas, con cerca de
43.600 hospitalizaciones diarias, consumiendo 84% de la capacidad instalada.
Endicho escenario, la capacidad de las unidades de terapia intensiva y de
respiradores se vería sobrepasada desde la segunda semana pandémica. Estas
estimaciones, de carácter conservador, dejan en evidencia vulnerabilidad de
los servicios de salud de la Región de América Latina y el Caribe ante una
pandemia de influenza.

Mujica OJ, Oliva O, dos Santos T, Ehrenberg JP. Pandemic influenza preparedness: regional planning efforts; In:
Institute of Medicine (IOM) 2007. Ethical and Legal Considerations in Mitigating Pandemic Disease. Workshop
Summary. The National Academies Press; Washington DC.
Fluxos de atendimento

     Influenza A
Influenza A
Influenza A
Influenza A
Influenza A
Influenza A
Condutas nos casos em monitoramento
            e suspeitos
Recepção ao paciente:

• Colocação de máscara cirúrgica (paciente)

• Encaminhamento à triagem

Atendimento ao paciente:

• Paramentação adequada (profissional saúde)

• Realização consulta triagem.
              Paciente suspeito de influenza
 ENCAMINHAR O PACIENTE        CHAMAR O MP OU MA        AVISAR
PARA LEITO DE ISOLAMENTO       QUE PRIORIZARA O    IMEDIATAMENTE
                             ATENDIMENTO USANDO      NHE OU CCIH
                               A PARAMENTAÇÃO
                                  ADEQUADA

                                              NOTIFICAR CEVESP
    SE NÃO EXISTIR
   QUARTO PRIVATIVO                               9994-1088
    ÁREA RESTRITA          ACIONAR SERVIÇOS      08002842177
                              DE APOIO DO
  MENOR CIRCULAÇÃO              HOSPITAL
     DE PESSOAS              (LABORATORIO         ACIONAR O LACEN
                             RADIOLOGIA...)

                                                      COLETA
                                                     ESPECIMES
                      USAR PARAMENTAÇÃO
                          ADEQUADA
         Manejo clínico do caso

AVALIAR GRAVIDADE DO
        CASO                    AO SOLICITAR EXAMES
                          LABORATORIAIS E/OU RADIOLOGICOS:
                              PRIORIZAR ATENDIMENTO E
                                    RESULTADOS
LEVE
       MODERADO
                  GRAVE

                                  USAR PARAMENTAÇÃO
                                      ADEQUADA
             Avaliar indicação de
                internamento
         REDE                          REDE PRÓPRIA
 PRIVADA/FILANTRÓPICA



  MANTER O PACIENTE             ORIENTAR NECESSIDADE
INTERNADO NA PRÓPRIA          TRANSFERÊNCIA HOSPITAL DE
      UNIDADE                     REFERENCIA (HEOM)



                        TRANSFERÊNCIA VIA CENTRAL ESTADUAL
     EVITAR
                         DE REGULAÇÃO (0800-714000/9967-8741)
 DESLOCAMENTOS
 DESNECESSÁRIOS
                                 PROFISSIONAIS DE SAÚDE
                               DEVIDAMENTE PARAMENTADOS

                       PARAMENTAR PACIENTE COM
                          MÁSCARA CIRÚRGICA
        Condutas em caso de monitoramento

                                  SE NÃO             AVISAR
  APÓS A TRIAGEM DO            CONSIDERADO       IMEDIATAMENTE
        CASO                     SUSPEITO         NHVE OU CCIH


1- UTILIZAR MASCAR
CIRURGICA DESCARTAVEL
                                              NOTIFICAR CEVESP
2-NÃO COMPARTILHAR          NÃO RECOMENDADO
ALIMENTOS, COPOS,                                 9994-1088
TALHERES E OBJETOS DE USO
                               INTERNAÇÃO
PESSOAL                        HOSPITALAR       08002842177
3-EVITAR TOCAR OLHOS,
NARIZ E BOCA                                   ACIONAR O LACEN
4- LAVAR AS MAOS
FREQUENTEMENTE COM AGUA
E SABAO                      ENCAMINHAMENTO PARA
4- MANTER O MABIENTE        DOMICILIO COM AS DEVIDAS COLETA
VENTILADO                                           ESPECIMES
                               RECOMENDAÇÕES
5-EVITAR CONTATO PROXIMO
COM PESSOAS
Assistência ao paciente Influenza

               A
              ANÁLISE LABORATORIAL

Espécime preferencial : secreção de nasofaringe
                    Fase aguda da doença – até o 5º dia

Técnica de coleta:
  Aspirado nasofaringe                     Swab combinado




                                   Nasal              Oral
Influenza A
Influenza A
Influenza A
        SITUAÇÕES ESPECIAIS

PASSAGEIRO SUSPEITO

1 - DESEMBARCANDO NO AEROPORTO:

• ENCAMINHAR PARA ATENDIMENTO MÉDICO NO
  POSTO DA SESAB/ EQUIPE MÉDICA PARAMENTADA

• OFERECER MÁSCARA DESCARTÁVEL AO
  PACIENTE

• TRANSPORTAR O PACIENTE EM AMBULÂNCIA DA
  INFRAERO PARA O HOSPITAL DE ATENDIMENTO
        SITUAÇÕES ESPECIAIS

PASSAGEIRO SUSPEITO
2 - DESEMBARCANDO NO PORTO:
• EQUIPE ATENDIMENTO PARAMENTADA
• OFERECER MÁSCARA DESCARTÁVEL AO
  PACIENTE
• ACIONAR SAMU (192)
• TRANSPORTAR O PACIENTE EM AMBULÂNCIA DO
  SAMU PARA O HOSPITAL DE ATENDIMENTO
      SITUAÇÕES ESPECIAIS

PACIENTE SUSPEITO

3 - HOTEL OU DOMICILIO:

•ACIONAR O SAMU (192) EM SE CONFIRMANDO A
SUSPEITA:
      –   OFERECER MÁSCARA DESCARTÁVEL AO PACIENTE

      –   TRANSPORTAR O PACIENTE EM AMBULÂNCIA DO
          SAMU PARA O HOSPITAL DE ATENDIMENTO

      –   NÃO SE CONFIRMANDO A SUSPEITA, DESCARTAR E
          ORIENTAR
Recomendações:

1) Aos viajantes que se destinam às áreas afetadas:

Usar máscaras cirúrgicas descartáveis, durante toda a permanência
  nas áreas afetadas. Substituir sempre que necessário.

Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço,
  preferencialmente descartável.

Evitar locais com aglomeração de pessoas.

Evitar o contato direto com pessoas doentes.

Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso
  pessoal.
Recomendações:

1) Aos viajantes que se destinam às áreas afetadas (cont.):


Evitar tocar olhos, nariz ou boca.

Lavar as mãos freqüentemente com sabão e água, especialmente
   depois de tossir ou espirrar.

Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar
  história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes a
  áreas afetadas.

Não usar medicamentos sem orientação médica.
Recomendações:

2) Às Secretarias Estaduais de Saúde (SES)

Manter os Hospitais de Referência para Influenza
  prontos e equipados para assistência aos casos.

Designar pelo menos uma ambulância do SAMU ou
  outra ambulância para transporte de pacientes.

Os dois tópicos acima devem obedecer rigorosamente
  os critérios de biossegurança
Recomendações:

3) Portos, aeroportos e fronteiras

Intensificar a vigilância de casos suspeitos em vôos provenientes
   das áreas afetadas, com abordagem dos viajantes
   procedentes das áreas afetadas.

Solicitar a Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA), parte
  relativa à informação dos viajantes, de todos os viajantes de
  vôos provenientes das áreas afetadas.

Aplicar o fluxo de informação constante no plano específico para
  Portos e Aeroportos.
Recomendações:
3) Portos, aeroportos e fronteiras


Emitir o Termo de Controle Sanitário de Viajantes (TCSV) diante
  da identificação de viajantes procedentes das áreas afetadas
  que apresentam sintomatologia clínica sugestiva de quadro
  infeccioso, atentando para o envio imediato de cópias para o
  notifica@saude.gov.br , notifica.ggpaf@anvisa.gov.br e
  Coordenação Estadual de Vigilância as Emergências de Saúde Pública
  (CEVESP/DIVEP/SUVISA) via tel: 0800-2842177 e 9994-1088;

Utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) nas
   investigações de casos que apresentarem sintomatologia
   clínica sugestiva de quadro infeccioso.
Contatos e Informações técnicas

 Tels.: 71 9994-1088/3353-0652/

       71-3351-6604/3351-8949

 sesab.divep@saude.ba.gov.br

      www.saude.gov.br

     www.saude.ba.gov.br

      www.anvisa.gov.br

				
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