RECUPERAÇÃO 1º - Download Now DOC

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					EEEFM PROF. JOÃO BENTO DA COSTA ALUNO: _________________________ Nº _______________1º _____________ AVALIAÇÃO RECUPERAÇÃO/2ª semestre

subjetivo do narrador. III. A expressão "duas vezes apenas", na última frase, aponta para exceções que confirmam a validade de uma regra habitual formuladas na frase anterior. Em relação ao texto, está correto afirmar em (A) I.

01. (ITA) Assinale a figura de linguagem predominante no seguinte trecho: A engenharia brasileira está agindo rápido para combater a crise de energia. (A) Metáfora. (B) Metonímia. (C) Eufemismo. (D) Hipérbole. (E) Pleonasmo. 02. (ITA) Leia o seguinte trecho com atenção: Iniciamos a jornada, uma jornada sentimental, seguindo as regras estabelecidas. Os cavalos pisavam tão macio, tão macio que parecia estarem calçados de sapatilhas. A rigor não pisavam. Faziam cafuné com as patas delicadas ao longo do caminho. (OLIVEIRA, Raymundo Farias de. Na madrugada do silêncio. Linguagem Viva, n° 142. São Paulo, jun. 2001, p. 2.) O confronto das frases "Os cavalos pisavam" e "A rigor não pisavam" concretiza: (A) um desmentido. (B) uma indecisão. (C) uma ironia. (D) uma contradição. (E) um reforço. Texto para as questões 03 e 04 Antônio. Assim se chamava meu pai, vindo de Piracicaba, cidade do interior de São Paulo. (...) Foi saco de pancada quando pequeno, pois meu avô paterno levava ao exagero a filosofia do "quem dá o pão dá o ensino". No entanto nunca se referiu de maneira rancorosa a esses castigos, nem achou necessário desforrar-se em mim do tanto que havia apanhado. Quando as coisas não lhe agradavam, preferia gargalhar num jeito muito seu, que lembrava bola de pingue-pongue descendo lentamente uma escada. Duas vezes apenas botou de lado esse tipo de reação. (Mário Lago, Na rolança do tempo) 03. (FUVEST) Considere as seguintes afirmações: I. A frase "quem dá o pão dá o ensino" é a que apresenta marcas mais visíveis do gênero narrativo, ao qual pertence o texto. II. Em "nem achou necessário" expressa-se juízo

(B) II. (C) III. (D) I e II. (E) II e III. 04. (FUVEST) O autor estabelece uma comparação entre: (A) seu pai e seu avô, distinguindo o modo pelo qual cada um extravasava a euforia. (B) seu pai e seu avô, buscando neles traços comuns de temperamento e de personalidade. (C) a gargalhada de seu pai e a queda da bola de pingue-pongue, com base nos estímulos visuais provocadas por ambas. (D) a gargalhada de seu pai e a queda da bola de pingue-pongue, com base no mesmo efeito cômico que ambas provocam. (E) a gargalhada de seu pai e a queda da bola de pingue-pongue, com base em impressões de ritmo e de andamento. Texto para as questão de numero 5 : A característica da relação do adulto com o velho é a falta de reciprocidade que se pode traduzir numa tolerância sem o calor da sinceridade. Não se discute com o velho, não se confrontam opiniões com as dele, negando-lhe a oportunidade de desenvolver o que só se permite aos amigos: a alteridade, a contradição, o afrontamento e mesmo o conflito. Quantas relações humanas são pobres e banais porque deixamos que o outro de expresse de modo repetitivo e porque nos desviamos das áreas de atrito, dos pontos vitais, de tudo o que em nosso confronto pudesse causar o crescimento e a dor! Se a tolerância com os velhos é entendida assim, como uma abdicação ao diálogo, melhor seria dar-lhe o nome de banimento ou discriminação. (Ecléa Bosi, Memória e Sociedade - Lembranças de Velhos) 05. (FUVEST) Na avaliação da autora, o que habitualmente caracteriza a relação do adulto com o velho é: (A) o desinteresse do adulto pelo confronto de idéias, expressando uma tolerância que atua como discriminação do velho. (B) uma sucessão de conflitos, motivada pela baixa tolerância e pela insinceridade recíprocas. (C) a inconseqüência dos diálogos, já que a um e a outro interessa apenas a reiteração de

seus pontos de vista. (D) o equívoco do adulto, que trata o velho sem considerar as diferenças entre a condição deste e a de um amigo mais próximo. (E) a insinceridade das opiniões do adulto, nas quais manifestam sua divergência e sua impaciência. 06. (UFV-MG) Leia atentamente o fragmento do sermão do Padre Antônio Vieira: A primeira cousa que me desedifica, peixes, de vós, é que comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas a circunstância o faz ainda maior. Não só vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. Se fora pelo contrário era menos mal. Se os pequenos comeram os grandes, bastara um grande para muitos pequenos; mas como os grandes comem os pequenos, não bastam cem pequenos, nem mil, para um só grande […]. Os homens, com suas más e perversas cobiças, vêm a ser como os peixes que se comem uns aos outros. Tão alheia cousa é não só da razão, mas da mesma natureza, que, sendo criados no mesmo elemento, todos cidadãos da mesma pátria, e todos finalmente irmãos, vivais de vos comer. VIEIRA, Antônio. Obras completas do padre Antônio Vieira: sermões. Prefaciados e revistos pelo Pe. Gonçalo Alves. Porto: Lello e Irmão — Editores, 1993. v. III, p. 264-265. O texto de Vieira contém algumas características do Barroco. Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela em que NÃO se confirmam essas tendências estéticas: (A) O culto do contraste, sugerindo a oposição bem / mal, em linguagem simples, concisa, direta e expressiva da intenção barroca de resgatar os valores greco-latinos. (B) A tentativa de convencer o homem do século XVII, imbuído de práticas e sentimentos comuns ao semipaganismo renascentista, a retomar o caminho do espiritualismo medieval, privilegiando os valores cristãos. (C) A presença do discurso dramático, recorrendo ao princípio horaciano de ―ensinar deleitando‖ — tendência didática e moralizante, comum à ContraReforma. ( 07. (UNOPAR-PR) Oh! Que saudadesDo luar da minha terra Lá na serra branquejando Folhas secas pelo chão Este luar cá de cidade Tão escuro não tem aquela saudade Do luar lá do sertão! (D) volta ao passado para escapar das agruras do presente. (E) oposição entre o campo e a cidade. 08. (UNOPAR-PR) Considere as seguintes afirmações: I. A temática e a linguagem barroca expressam os conflitos experimentados pelo homem do século XVII. II. A linguagem barroca caracteriza-se pelo emprego de figuras, como a comparação e a alegoria, entre outras. III. A antítese e o paradoxo são as figuras que a linguagem barroca emprega para expressar a divisão entre mundo material e mundo espiritual. IV. A estética barroca privilegia a visão racional do mundo e das relações humanas, buscando na linguagem a fuga às constrições do dia-a-dia. Dentre elas, apenas (A) I e III estão corretas. (B) II e IV estão corretas. (C) III está correta. (D) I, II e IV estão corretas. (E) I, II e III estão corretas. 09. (UFSM-RS) Autor de Obras poéticas, apresenta, em suas composições, motivos árcades. Assinale a alternativa que identifica esse autor, associando, corretamente, seu nome à característica presente nessa obra: (A) Cláudio Manuel da Costa — desencanto e brevidade do amor (B) Basílio da Gama — preocupação com feito histórico (C) Tomás Antônio Gonzaga — celebração 10-(UFSM-RS) O poema épico O Uraguai, de Basílio da Gama, é uma: (A) composição que narra as lutas dos índios de Sete Povos das Missões, no Uruguai, contra o exército espanhol, sediado lá para pôr em prática o Tratado de Madri. (B) das obras mais importantes do Arcadismo no Brasil, pois foi a precursora das Obras Poéticas de Cláudio Manuel da Costa. (C) exaltação à terra brasileira, que o poeta compara ao paraíso, o que pode ser comprovado nas descrições, principalmente do Ceará e da Bahia. (D) crítica a Diogo Álvares Correia, misto de missionário e colono português, que comanda um dos maiores extermínios de índios da história. (E) exaltação à índia Lindóia, que morre após Diogo Álvares decidir-se por Moema, que ajudava os espanhóis na luta contra os índios.

Os versos acima ilustram características do Arcadismo: (A) exaltação à natureza da terra natal. (B) declarada contenção dos sentimentos. (C) expressão de sentimentos universais.

II – PARTE – PRODUÇÃO TEXTO Floresta amazônica perdeu 11.968 km² em um ano, aponta Inpe
A Amazônia Legal sofreu um desmatamento de 11.968 km² entre agosto de 2007 e julho de 2008, segundo dados do sistema Prodes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados sexta-feira (28/11/2008). O dado aponta um crescimento de 3,8% em relação ao período anterior (agosto de 2006 a julho de 2007), quando o instituto registrou 11.532 km² de devastação. A margem de erro da medição, contudo, é de 5% para cima ou para baixo. "Estatisticamente, estamos no mesmo patamar de 2007”, afirmou o diretor do Inpe, Gilberto Câmara, que interpreta dos dados como uma estabilização do ritmo de devastação.( Dados do Inpe se referem a período entre agosto de 2007 e julho de 2008)
Ritmo de desmatamento dispara no Maranhão e cai em Rondônia Enquanto o desmatamento em toda a Amazônia Legal sofreu um aumento de 3,8%, no Maranhão a devastação disparou. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados nesta sexta-feira (28), o estado perdeu uma área de 1085 km² de florestas entre agosto de 2007 e julho de 2008. O número é 77% maior que a devastação registrada no período anterior, quando o Inpe mediu 613 km² de matas maranhenses derrubadas. Em entrevista coletiva concedida em Brasília, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, demonstrou preocupação com a situação do Maranhão. “Isso [o aumento do desmatamento no estado] se deve principalmente à parte oeste do Maranhão, tanto no noroeste quanto no sudoeste, e o principal problema foi o avanço da soja e o carvão com as siderúrgicas”, avaliou o ministro. O local em que a diminuição do desmatamento foi mais significativa foi o de estado de Rondônia. Em 12 meses, houve perda de 1061 km² de florestas – uma redução de 34% em relação ao mês anterior, quando a devastação atingiu 1611 km²./ .(Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)(Inpe)

A partir da leitura dos textos motivadores, expresse a sua opinião, fundamentada em dois argumentos sobre a

melhor maneira de se preservar a maior floresta equatorial do planeta.

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GABARITO 01 –B 02 – E 03 – E 04 – E 05 – A 06 - A 07 – E 08 - E 09 – A 10 - A


				
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