Teorias Cibercultura by lucioamaral

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									Teorias da Cibercultura

Profa: Dra. Adriana Amaral

Mapeamento da Cibercultura
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Aspectos comunicacionais: filosóficos, históricos, sociológicos, culturais, antropológicos, econômicos, visuais, epistemológicos, metodológicos, mitológicos, etc.

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Paradigmas e modelos comunicacionais Aspectos teóricometodológicos
Países-Autores

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Temáticas & Autores
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Técnica e tecnologia Sociedade da informação Pós-humanismo e devir ciborgue

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Cultura e identidade nas redes

Práticas e rotinas produtivas (jornalismo, publicidade, marketing, relações públicas, etc);
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Vigilância e dispositivos de visibilidade

Representações da tecnologia e da cibercultura na cultura de massa
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Entretenimento Digital
Ciberativismo e política

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Campo Transdisciplinar
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Biologia Computação Social Comunicação

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Semiótica Economia Marketing

Literatura
Lingüística Antropologia

Educação
Design Direito

Filosofia
Sociologia Ciência Política

Ciência da Informação
Arquitetura Artes

Comunicação – enfoque + objeto
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Comunicação mediada por computador; Internet Studies; Webstudies Webcultures Cultura Digital

Recorte do objeto está no enfoque, determinado a partir do tipo de problema que se indaga ao objeto a ser investigado; Usos e apropriações dos artefatos tecnológicos/culturais Mídia como tecnologia

Estudos em cibercultura
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Pelo objeto e/ou temática: GameStudies Mundos Virtuais Blogs / Microblogs Redes Sociais Social Media Tecnologias Móveis/Mídias Locativas Ficção-científica Cultura pop

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Pelas práticas produtivas e profissionais: Jornalismo Publicidade Relações Públicas Cinema/audiovisual Marketing Produção Musical Design de Interface e Arquitetura da Informação

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Enfoque conceitual:
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Histórico

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Crítico (Teoria Crítica)
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Estudos Culturais
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Sistêmicos
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Sociais

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Antropológicos
Efeitos de sentido
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Estéticos

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Iconográficos

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Lingüísticos/Conversacionais
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Interacionismo Simbólico

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Teórico/empírico ou ambos

Metodologias
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Tópico extenso dada a complexidade dos objetos e da relação de contiguidade e complementariedade online/offline; Variam conforme aporte teórico, enfoque, objeto, problema, etc; Quantitativa, qualitativa, mista Será discutida em uma aula mais ao final da disciplina;

Sobre a pesquisa
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Grupos de Pesquisa Internacionais MIT/Media Lab MIT Convergence Consortium Digital Youth Instituto McLuhan (Canadá) GRETECH – França

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Associações: AOIR – Association Of Internet Researchers ABCIBER – abciber.org Algumas revistas: JCMC Ctheory First Monday Communication, Technology and Society

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Alguns eventos acadêmicos:
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Congresso da Aoir Simpósio Abciber IHC (nacional)/ HCI (Internacional) ICWSM Hypertext Gamepad (Feevale) Redes Sociais (Feevale)

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GT Comunicação e Cibercultura (Compós) NP Cibercultura (Intercom) GT Internet, Sociedad de La Informacion Y Cibercultura (ALAIC) GTs específicos em outros eventos como sbpjor, intercom sul, sudeste, coneco, celacom, etc;

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Festivais e eventos de cultura digital (artísticos, mercadológicos, etc)
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FILE – Festival Internacional de Linguagens Eletrônicas (Rio, SP, Poa) Campus Party Digital Age Fórum de Mídias Sociais FISL – Fórum Internacional de Software Livre Festivais de Arte Digital (Transmediale/Alemanha), Ars electronica, etc

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Fomento para pesquisa
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Agências: CNPq CAPES

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Empresas (fomento e patrocínio) Bolsa UOL Bolsa FUNARTE Programa Cultura Digital (Petrobras) Ars Electronica – categoria comunidades virtuais

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FAPESP, FAPEMIG, FAPERJ,Fundação Araucária, etc

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Evolução dos estudos em cibercultura no Brasil
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Início dos anos 90 – primeiras menções – caráter teórico, filosófico e até futurologístico de apologia ou crítica, estudos abstratos buscando referências em outros campos; dicotomia real x virtual exacerbada, preocupação com as noções de espaço (ciberespaço e seus impactos na sociedade contemporânea); relação cibercultura - pósmodernidade

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1a. metade dos anos 00 – estudos mais temáticos, enfoques comparativos com outras mídias (impresso, audiovisual, etc); análise estrutural de ferramentas online 2a. metade anos 00 – início de estudos mais empíricos, delimitação de corpus mais recortada, preocupações metodológicas mais nítidas

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5 Paradigmas (Scolari, 2008)

Dos meios às hipermediações (Scolari, 2008)

Teoria das Hipermediações (Scolari, 2008)

Ideologia na rede

Desmembrando:
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Fonte do mapa: Jornal italiano Il Manifesto. 2 eixos: (Confiança/Ceticismo e Bem Livre/Mercado), ao redor dos quais estão colocados nove grupos de autores e ativistas.

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Panglossianos ("Tudo na Web é o melhor dos mundos...), representados por Nicholas Negroponte, Dan Gillmor, Giuseppe Granieri e outros; os Web-Tribais, como Sherry Turkle, Steven Johnson, Henry Jenkins; os Lisérgicos, onde estão incluídos guias e oráculos como Pierre Levy, Derrick de Kerckhove, Howard Rheingold; os Neo.com, como Dan Tapscott, Chris Anderson e companhia; os Fundadores, como Manuel Castells,Lawrence Lessig, Albert Barabási;

Contracultura (Goffman & Joy, 2004)
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“O foco da contracultura é o poder das idéias, imagens e expressões artísticas”.

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Fenômeno perene e evanescente
Individualidade e criatividade

É tão velho quanto a civilização e a cultura em si;

Timothy Leary (1996)
“Counterculture blooms wherever and whenever a few members of society choose lifestyles, artistic expressions, and ways of thinking and being that wholeheartedly embrace the ancient axiom that the only true constant is change itself. The mark of counterculture is not a particular social form or structure, but rather the evanescence of forms and structures, the dazzling rapidity and flexibility with which they appear, mutate, and morph into one another and disappear”

Cibercultura
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Contra-cultura
Cultura de massa Subculturas Cultura hacker, cultura livre, cultura acadêmica (científica)

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Ficção-científica
Movimentos políticos Hippie, punk e outras subculturas

Cibernética e Devir Ciborgue
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Norbert Wiener (1a geração) Gordon Pask (2a geração)

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Kubernetes (governador, piloto) Sistemas complexos e processos de comunicação e controle dos mecanismos Sujeito fractal

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Paul Pangaro (2a geração) Heinz von Foerster (2a geração) Maturana e Varela Donna Haraway (Manifesto Ciborgue) Katherine Hayles Neil Postman Kevin Kelly
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Ciborgização
Fetichismo tecnológico Poder político

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Hans Moravec
Marvin Minsky Ray Kurzweill Olliver Dyens Joël de Rosnay

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Maquinização dos corpos
Fronteiras da designação do humano Controle (governo) e tecnociência

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Corpo & Tecnologia
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Hayles Haraway Stelarc Paula Sibilia

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Relação memória/tecnologia Separação mente/corpo

Sociedade da Informação
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Marshall McLuhan (1960)
Daniel Bell

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Pensar o mundo em termos de era da informação Perspectiva históricosociológica

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Manuel Castells
Mark Poster

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Redes
Remediações (aspectos midiológicos)

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Bolter & Grusin

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Propriedade e produção
Economia

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Leitura culturalista da tecnologia
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Raymond Williams (1974)
Henry Jenkins

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As tecnologias são sempre produtos de um sistema social e de um processo histórico

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Jacques Ellul
André Lemos

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Técnica como elemento definidor do modo de vida moderno Ruptura entre tecnocultura e cibercultura
Caráter sistêmico

Edmond Couchot

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Fatores sociais e simbólicos

Tecnoutópicos
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LIBERAIS: Pierre Lévy Alvin Toffler (tecnorebeldes) Nicholas Negroponte

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Inteligência coletiva Conexão como bem em si Potencialidades da máquina

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Perspectiva democrática
Internet como processo de desenvolvimento político e tecnológico Cultura livre, colaboracionismo, Cultura hacker

William Mitchell Phillipe Quéau ESQUERDISTAS: Richard Barbrook (Californian ideology) McKenzie Wark
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Sérgio Amadeu Pekka Himanen

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Tecnodistópicos
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Jean Baudrillard
Paul Virillio Lucien Sfez Arthur Kroker (grupo Ctheory)

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Ruína da própria técnica e do homem;
Máquina como expressão do projeto tecnocrático; Aniquilamento do homem;

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Mark Dery
Scott Bukatman Francisco Rüdiger Eugenio Trivinho

Tecnognósticos
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Erik Davis
David Noble Margareth Wertheim Diana Domingues Hervé Fischer

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Força das imagens míticas; Relação entre religiosidade, misticismo, fantasia e/ou lúdico e as tecnologias de comunicação Simbolismo de cunho gnóstico e imagens de trasncendência

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Jeffrey Fisher
Erick Felinto

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Fantasmagorias

Comunidades virtuais, redes sociais e identidades na web
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Sherry Turkle
Judith Donath danah Boyd Howard Rheigold Federico Casalegno

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Paradigma alternativo ao espaço físico
Organização comunitária Construção e mediação de identidades Personalização dos meios

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Raquel Recuero
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Cyberpunks e Ciberativismo
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William Gibson
Bruce Sterling Cori Doctorow Richard Stallmann Eric Raymond

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Literatura de Sci-Fi vinculada às questões do ciberespaço
Ciberativismo (EFF, BoingBoing, Software Livre, etc.)

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John Perry Barlow
Fabio Fernandes


								
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