ECOTURISMO 2

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2/12/2009
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English
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E.E.E.F.M JOÃO BENTO DA COSTA

1º ANO “U” LINGUA PORTUGUESA Naiara Oliveira Silva Jalfen dos Santos Glauciana de Oliveira Maria de Fátima Marcos Silva Gilderlan José Juciela Magalhães Coordenadora: Sôniamar Salin Diretora: Suamy Lacerda Vice-diretora: ElbaCerquinha



" Ecoturismo é a prática de turismo de lazer, esportivo ou educacional, em áreas naturais que se utiliza de forma sustentável dos patrimônios natural e cultural, incentiva a sua conservação, promove a formação de consciência ambientalista e garante o bem estar das populações envolvidas."



Das diferenças existentes entre o turismo comum (clássico) e o ecoturismo (turismo ecológico) ressalta-se que enquanto no turismo clássico as pessoas apenas contemplam estatisticamente o que elas conseguem ver sem muita participação ativa, no ecoturismo existe movimento, ação e as pessoas, na busca de experiências únicas e exclusivas,caminham,carregam mochilas,suam,tomam chuva, e sol, tento um contato muito mais próximo com a natureza. O ecoturismo ainda se diferencia por passar informações curiosidades relacionados com a natureza,os costumes e a historia local o que acaba possibilitando uma integração mais educativa e envolvente com a região. Devemos ter em conta que somente teremos condições de sustentabilidade caso haja harmonia e equilíbrio no “dialogo” entre os seguintes fatores: resultado econômico, mínimos impactos ambientais e culturais, satisfação do ecoturista (visitantes, clientes, usuários) e da comunidade (visitada).



Os principais objetivos do ecoturismo: *Promover e desenvolver turismo com base cultural e ecologicamente sustentável; *promover e incentivar investimentos em conservação dos recursos culturais e naturais utilizados; *Fazer com que a conservação beneficie materialmente comunidades envolvidas, pois somente servindo de fonte de renda alternativa estas se tornarão aliadas de ação conservacionalistas; *Ser operado de acordo com os critérios de mínimos impactos para ser uma ferramenta de proteção e conservação ambiental e cultural; *Educar e motivar pessoas através de participação e atividades a perceber a importância de áreas natural e culturalmente conservadas; Existem varias hipóteses para tentar explicar o porquê das pessoas estarem buscando esse tipo de atividade. As mais comuns são a preocupação com o meio ambiente, a maior conscientização e ecológicos e uma maneira de fugir da rotina e do estresses dos grandes centros urbanos.



Para que uma atividade se classifique como ecoturismo, são necessárias quatro condições básicas: respeito às comunidades locais; envolvimento econômico efetivo das comunidades locais respeito às condições naturais e conservação do meio ambiente e integração educacional-garantia de que o turista incorpore para a sua vida o que aprende em sua visita, gerando a consciência para a preservação da natureza e dos patrimônios históricos, cultural e étnico. Os benefícios trazidos pelo ecoturismo a: *Comunidade: melhores condições de vida e mais benefícios; *Ao meio ambiente: uma poderosa ferramenta na valorização dos recursos naturais; *Á nação: uma fonte de riqueza, divisas e geração de empregos;

*Ao mundo: a oportunidade de conhecer e utilizar o patrimônio natural dos ecossistemas para onde convergem a economia e a ecologia, para o conhecimento e uso das gerações futuras.



Antes de implementar o ecoturismo é necessário saber se a população local esta disposta a se envolver, direta ou indiretamente, com essa atividade porque deve haver uma abertura inicial da população para receber pessoas estranhas e com hábitos diferentes. O dialogo permanente com a população, o esclarecimento e a informação constante, o incentivo ao seu envolvimento com estas atividades e participação no Conselho Municipal de Turismo são exemplos de reações que podem se abrem com a implantação do turismo. Pode haver degradação ambiental, mudanças nos valores locais e na sociabilidade dos moradores, com a descaracterização ou o abandono de atividades tradicionais e, até mesmo, aumento da violência e da criminalidade.



Os municípios brasileiros, em sua maioria, possuem atrativos para se tornarem pólos ecoturisticos. Mas além da disposição do município em implantar o ecoturismo, a existência de serviços e infra-estrutura (hotéis -, pousadas, estradas, telefones...) é précondição a ser observada. Um dos maiores atrativos turísticos do Brasil, a Amazônia, sabese que os principais problemas sociais que lá vem ocorrendo, a um acentuado processo de degradação ambiental, são decorrentes do confronto entre duas formas de uso: a “tradicional” e a “moderna”. A forma na quais os diferentes grupos sociais (povos da floresta: seringueiros, caboclos, indígenas, etc.) vivem em estreita relação com a natureza, praticando o extrativismo da borracha, a coleta da castanha, a caça e a pesca artesanais de subsistência, revelou-se capaz de manter o equilíbrio ecológico.



Já o “moderno”, adotado nos últimos 40/50 anos difere do “tradicional”, tanto na sua relação com o uso do solo, onde prevalece a especulação imobiliária, quanto ao processo produtivo que tem na exploração maciça dos recursos (madeira, garimpo, etc.) seu principal objetivo.O ecoturismo para ser sustentável deve buscar o modelo “tradicional” de extrativismo de nosso patrimônio natural e cultural.



“CÉUS DE RONDÔNIA”

três caixas d’ água  Estrada de Ferro Madeira Mamoré  Real Forte Príncipe da Beira  Parque Nacional do Pacaás Novos

 As



“As Três Caixas D’agua”



Vindas em kits dos EUA no começo do século para servir a Estrada de Ferro MadeiraMamoré, elas são símbolos de Porto Velho, o memorial histórico da construção dessa estrada de ferro, conhecida como E. F. M. M. Apelidadas de as “Três Marias”, podem ser vistas de vários pontos da cidade. Hoje, fazem parte da Praça das Caixas D’água. A primeira Caixa D’água foi construída em 1908, a segunda em 1909, e a terceira concluída nos fins de 1912. Nesta praça, são desenvolvidas várias atividades culturais. Avenida Carlos Gomes, esq. c/ Rogério Weber Caiari.



“Estrada de Ferro Madeira Mamoré”

A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, construída no coração da floresta Amazônica entre 1907 e 1912, foi uma das mais ousadas obras da engenharia ferroviária em todos os tempos. Estendida por mais de 300 km, foi aberta em meio a incríveis dificuldades climáticas e sanitárias, comuns à selva tropical, para prover a Bolívia de uma saída comercial pelo Atlântico. Poucos anos depois da sua inauguração em 1912, com o declínio da extração da borracha, ela foi desativada, restando por lá algumas locomotivas e outros trastes ferroviários como testemunhas mudas do enorme esforço inútil despendido na construção daquela que foi chamada de Ferrovia do Diabo, ou simplesmente Mad Maria



Real Forte Príncipe da Beira

O Real Forte Príncipe da Beira, localizado na margem direita do Rio Guaporé, fronteira natural entre Brasil e Bolívia, é o mais antigo monumento histórico de Rondônia, em pleno coração da floresta amazônica. Importante obra de 970 metros de extensão e 10 metros de altura, o Real Forte nem mesmo chegou a ser utilizado como base militar. Por sua localização estratégica, bem no coração da Amazônia, e beleza arquitetônica, tem atraído muitos turistas para a região. O Forte não é somente uma grande fortaleza, é o marco da devastação e prepotência de um reinado. Depois de servir, por muitos anos, apenas como presídio e asilo de desterrados portugueses durante a defesa dos limites de Portugal no Brasil, no auge do Ciclo do Ouro, a construção só iria voltar a ser lembrada em 1914, através do Marechal Cândido Rondon.



“Parque Nacional Pacaás Novas”



Belo e quase inacessível, é ainda praticamente virgem e contém a reserva indígena Uru Eu Wau Wau. Constitui uma Unidade de Conservação Ambiental, sob administração do IBAMA. Na serra nascem vários dos rios que alimentam as principais bacias hidrográficas do estado, como as do Guaporé-Mamoré, Madeira e Machado. As fotos são todas da autoria de Luis Cláudio Fernandes. Foram obtidas de um helicóptero, ainda a forma mais prática de acesso ao Parque. pacaás




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