CARGO ADMINISTRADOR

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CARGO ADMINISTRADOR Powered By Docstoc
					                               CONCURSO PÚBLICO
                             EDITAL 01/UFSC-UFFS/2009

                              CAMPO DE CONHECIMENTO:
                 LÍNGUA ESPANHOLA E LINGUÍSTICA APLICADA

                Atenção: NÃO ABRA este caderno antes do início da prova.
                 Tempo total para resolução desta prova: 4 (quatro) horas.

                                        INSTRUÇÕES

Confira, no cartão-resposta, seu nome, seu número de inscrição e o campo de conhecimento para o
qual se inscreveu. Transcreva seu nome e seu número de inscrição nos campos abaixo. Transcreva
também os números correspondentes ao local, setor, grupo e ordem. Assine no local indicado.
Verifique no caderno de prova se faltam folhas, se a sequência de questões está correta e se há
imperfeições gráficas que possam causar dúvidas. Comunique imediatamente ao fiscal qualquer
irregularidade.
Para cada uma das 20 (vinte) questões objetivas são apresentadas 5 (cinco) alternativas (de “A” a
“E”), das quais apenas 1 (uma) é correta.
A interpretação das questões é parte integrante da prova, não sendo permitidas perguntas aos
fiscais. Utilize os espaços e/ou páginas em branco para rascunho. Não destaque folhas do caderno
de prova.
Examine o cartão-resposta e veja se há marcações indevidas no campo destinado às suas
respostas. Se houver, reclame imediatamente.
Transcreva com caneta esferográfica fabricada em material transparente, de tinta preta
(preferencialmente) ou azul, as respostas das questões objetivas para o cartão-resposta, que será
o único documento válido para efeito de correção.
Em nenhuma hipótese haverá substituição do cartão-resposta ou da folha oficial da questão
discursiva por erro de preenchimento ou qualquer dano causado pelo candidato.
Questões objetivas em branco, que contenham mais de uma resposta, emendas ou rasuras, não
serão consideradas.
A resposta da questão discursiva deverá ser transcrita, com caneta esferográfica de tinta preta ou
azul e dentro do tempo de duração da prova, para a folha oficial de resposta, a qual não deverá ser
assinada nem identificada pelo(a) candidato(a).
Não será permitida, durante a realização da prova, a comunicação entre candidatos, o porte nem a
utilização de aparelhos celulares ou similares, de calculadoras ou similares, de relógios, de livros de
anotações, de impressos nem de qualquer outro material de consulta, sendo eliminado do concurso
o(a) candidato(a) que descumprir esta determinação.
Ao terminar, entregue ao fiscal o caderno de prova, o cartão-resposta e a folha de resposta da
questão discursiva. Você só poderá se retirar definitivamente do grupo de realização da prova a partir
das 16h30min (horário oficial de Brasília).
Para conferir suas respostas com o gabarito oficial, anote-as no quadro constante da última folha, o
qual poderá ser destacado e levado com você.

  INSCRIÇÃO       NOME DO(A) CANDIDATO(A)



ASSINATURA DO(A) CANDIDATO(A)                                      LOCAL / SETOR / GRUPO / ORDEM
                           QUESTÃO DISCURSIVA


      A Lei n° 12.029, de 15 de setembro de 2009, que cria a Universidade
Federal da Fronteira Sul, estabelece em seu Artigo 2° que “A UFFS terá por
objetivo ministrar ensino superior, desenvolver pesquisa nas diversas áreas do
conhecimento e promover a extensão universitária, caracterizando sua inserção
regional mediante atuação multicampi, abrangendo, predominantemente, o norte
do Rio Grande do Sul, com campi nos Municípios de Cerro Largo e Erechim, o
oeste de Santa Catarina, com campus no Município de Chapecó, e o sudoeste do
Paraná e seu entorno, com campi nos Municípios de Laranjeiras do Sul e
Realeza”.

      Considerando que a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) é uma
instituição universitária comprometida com a promoção da extensão e com o
desenvolvimento da região na qual se insere, e considerando que uma das
atribuições do professor da UFFS será desenvolver atividades de extensão,
apresente e discuta, em um texto de até 30 (trinta) linhas, uma proposta de
extensão que possa produzir impacto positivo junto à sociedade e que, na sua
maneira de ver, deva ser considerada prioritária pela UFFS. Explicite as razões
que sustentam esta priorização, tendo em vista as contribuições que a sua área
do conhecimento poderá trazer à região.




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                 FOLHA DE RASCUNHO – QUESTÃO DISCURSIVA


                   ESTE RASCUNHO NÃO SERÁ CORRIGIDO!

 TÍTULO
01
02
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          TRANSCREVA A QUESTÃO DISCURSIVA DESTE RASCUNHO PARA A
                  FOLHA OFICIAL DA QUESTÃO DISCURSIVA.


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                                     PROVA OBJETIVA


                                        Texto 1

                                   Dueños de su cultura

          Aquellos indios que yo siempre había visto a través de relatos más o menos
fantasiosos, considerándolos seres situados al margen de la existencia real del hombre, me
resultaban, en su ámbito, en su medio, absolutamente dueños de su cultura. Nada era más
ajeno a su realidad que el absurdo concepto del salvaje. La evidencia de que desconocían
cosas que eran para mí esenciales y necesarias, estaba muy lejos de vestirlos de
primitivismo. La soberana precisión con que éste flechaba peces en el remanso, la
prestancia de coreógrafo con que el otro embocaba la cerbatana, la concertada técnica de
aquel grupo que iba recubriendo de fibras el maderamen de una casa común, me revelaban
la presencia de un ser humano llegado a maestro en la totalidad de oficios propiciados por
el teatro de su existencia. Bajo la autoridad de un viejo tan arrugado que ya no le quedaba
carne lisa, los mozos se ejercitaban con severa disciplina en el manejo del arco. Los
varones movían potentes dorsales, esculpidos por los remos; las mujeres tenían vientres
hechos para la maternidad, con fuertes caderas que enmarcaban un pubis ancho y alzado.
Había perfiles de una singular nobleza, por lo aguileño de las narices y la espesura de las
cabelleras. Por lo demás, el desarrollo de los cuerpos estaba cumplido en función de
utilidad. Los dedos, instrumentos para asir, eran fuertes y ásperos; las piernas, instrumentos
para andar, eran de sólidos tobillos. Cada cual llevaba su esqueleto dentro, envuelto en
carnes eficientes. Por lo menos, aquí no había oficios inútiles, como los que yo hubiera
desempeñado durante tantos años.

                                                   CARPENTIER, Alejo. Los pasos perdidos.




01) Señala la alternativa que responde CORRECTAMENTE la siguiente pregunta:

¿Cuál de las opciones que siguen refleja el contenido del texto 1?

A( ) El autor del texto conocía a los indios sólo a través de descripciones fantásticas,
     altamente elogiosas; al conocerlos en su medio constata la veracidad de aquellas
     descripciones.
B( ) El texto presenta una información pormenorizada de las actividades de hombres y
     mujeres de una tribu indígena, cada grupo con labores exclusivas e inconfundibles,
     según la edad.
C( ) El narrador pone de relieve la autoridad de los ancianos en el mundo indígena, a
     quienes por el hecho de serlo, se les confía el gobierno de la comunidad.
D( ) El encuentro con los indios en su cotidianidad pone al narrador en presencia de
     verdaderos seres humanos, tanto en lo que son como en lo que hacen.
E( ) En vista de la organización y eficiencia demostrada por “aquellos indios”, los salvajes
     no son ellos sino sus antepasados que se dicen civilizados.




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02) La columna de la derecha describe las unidades léxicas de la izquierda.
    ¿Cuáles son las opciones correctas (V) y cuáles las incorrectas (F)?
(   )   DUEÑOS – plural masculino de Doña, tratamiento de respeto.
(   )   PECES – lo mismo que pescados, aunque más chicos.
(   )   PERFILES – plural de perfil, contorno de la persona vista de lado.
(   )   REMANSO – manso con el prefijo intensificador re-.
(   )   ASIR – agarrar, aferrar, atrapar.
        Indica la secuencia CORRECTA, en orden descendente.
A(      )   F–F–V–F–V
B(      )   V–F–F–V–F
C(      )   F–V–F–F–V
D(      )   V–V–F–V–F
E(      )   F–V–V–V–F


03) Coteja la Columna 1 con la Columna 2 y relaciónalas según convenga.
                 Columna 1                                 Columna 2
              1. Metáfora         (   ) “… la soberana precisión con que…” (Texto 1).
              2. Aposición        (   ) Ha venido él personalmente.
              3. Epíteto          (   ) “… el teatro de su existencia” (Texto 1).
              4. Hipérbaton       (   ) “… las piernas, instrumentos para andar” (Texto 1).
              5. Pleonasmo        (   ) “Del salón en un ángulo oscuro… yacía el arpa”.
        La secuencia CORRECTA en la Columna 2, en orden descendente, es:
A(      )   2–4–3–1–5
B(      )   3–5–1–2–4
C(      )   5–3–4–2–1
D(      )   4–2–1–5–3
E(      )   3–1–2–4–5



04) Coteja las dos columnas a continuación y señala la forma verbal correspondiente.

                           Columna 1                                            Columna 2
       I. “… yo siempre había visto (aquellos indios)…”       (   ) imperativo.
      II. “Los dedos, instrumentos para asir…”                (   ) pluscuamperfecto de subjuntivo.
     III. Hagan lo que les ordeno.                            (   ) infinitivo.
    IV. No creo que desconocieran sus oficios.                (   ) pluscuamperfecto de indicativo.
     V. “… como los que yo hubiera desempeñado…”              (   ) imperfecto de subjuntivo.

        La secuencia CORRECTA en la Columna 2, en orden descendente es:

A( ) II – III – I – V – IV
B( ) I – IV – III – II – V
C( ) III – V – II – I – IV
D( ) IV – III – V – II – I
E( ) V – I – IV – III – II

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05) Hay en el mundo hispánico un cuento popular que empieza de la siguiente manera:

    “Una vieja y un viejo tenían un queso.
    Vino un ratón y se comió el queso que tenían la vieja y el viejo.
    Vino un gato y se comió al ratón, que se comió el queso
    que tenían la vieja y el viejo …”.

    ¿Por qué en el primero de los casos en negrita se usa EL y en el segundo AL?

A( ) La divergencia se debe a que en la primera instancia el artículo precede a un
     complemento directo y en el segundo a un indirecto.
B( ) En “se comió al ratón” el artículo acompaña un aumentativo, cosa que no ocurre en “se
     comió el queso”.
C( ) La divergencia se explica por la diferencia de sujetos que ejecutan la acción: el ratón en
     el primer caso, el gato en el segundo.
D( ) En ambos se trata de complemento directo; en el primero, EL, es de cosa, y en el
     segundo, AL, es de persona o de algo tomado como persona.
E( ) Se trata de reminiscencias del latín en las lenguas neolatinas. El dativo se expresa con
     artículo más preposición, el acusativo la excluye.



06) Observa las frases a continuación y señala con (V) las verdaderas y con (F) las falsas.

 I. ¿Porqué has llegado tarde?
 II. Yo voy a donde me inviten.
III. Son las 19:00 horas aún hay luz natural.
IV. ¿Adónde está el libro? En el estante.
V. Todos alaban al nuevo jefe, aún sus adversarios.
VI. Nadie sabe el porqué de tantas calamidades.

    Indica la secuencia con el uso CORRECTO de las palabras en negrita:

A( ) III – V
B( ) II – IV – V
C( ) II – III – VI
D( ) III – V – VI
E( ) I – IV – VI




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07) Hay un número considerable de adjetivos que invierten el significado con el prefijo
    privativo IN, DE(S) u otros.

      Obsérvalo en la lista y ejecuta lo que se pide a continuación:

a) SEGURO – INSEGURO
b) NECESARIO – DESNECESARIO
c) SABROSO – DESABRIDO
d) NUEVO – INNOVADOR
e) PIADOSO – IMPIEDOSO
f) DOLIENTE – INDOLENTE

      Indica la secuencia con las respuestas CORRECTAS.

A( ) a, c, e.
B( ) a, b, f.
C( ) b, d, e.
D( ) c, e, f.
E( ) b, c, d.


08) Pronombres de complemento directo e indirecto; morfología y colocación.

      Señala la forma CORRECTA.

A( ) Hace buen tiempo; vamos a la playa. Hoy no puedo; me invita otro día.
B( ) Ya llegó Pepe. ¿Lo llamo? Sí, llámalo.
C( ) El patrón a sus empleados: “han trabajado muy bien; felicítoles”
D( ) Y añadió el susodicho señor: “los voy a dar un aumento de 0.001 %”.
E( ) Los empleados agradeciéronle con un ruidoso abucheo.


09) Interferencias sui generis.
     Señala las correctas (V) y las incorrectas (F), de la lista a continuación.

(   ) Dime de una buena vez lo qué quieres.
(   ) Cuando vayamos a la feria te compraré lo que te guste.
(   ) El enfermo está muy débil. Se comprende, apenas come.
(   ) El día que la suegra la visita sale de casa.
(   ) Cuando me visites, le prepararé un banquete.
(   ) Cuando me visitó, le preparé una magnífica recepción.

      Indica la secuencia CORRECTA, en orden descendente.

A( ) F – V – V – F – F – V
B( ) V – F – F – V – V – F
C( ) F – V – F – V – F – V
D( ) V – V – F – F – V – V
E( ) F – F – V – F – F – F


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10) Competencia y actuación.
    La lingüística ha acuñado los conceptos competencia y actuación que, con algunas
    acotaciones, han pasado a usarse también en la lingüística aplicada. Entre las
    proposiciones que se presentan enseguida señala la opción que corresponde al
    concepto de competencia comunicativa.
A( ) Completo dominio teórico y práctico de la lengua al punto de poder comunicarse sin
     ninguna interferencia.
B( ) Conocimiento suficiente de la lengua y uso adecuado a las diversas circunstancias en
     que se encuentre el hablante.
C( ) Conocimiento de las reglas sintácticas mediante las cuales el hablante comprende y
     produce toda clase de enunciados.
D( ) Suficiente conocimiento de la lengua para comunicarse en una emergencia, sin
     remilgos de ninguna clase.
E( ) Conocer a fondo las exigencias de la lengua oral y de la escrita; usar una u otra
     evitando las imbricaciones inoportunas.


                                           Texto 2

                                     VIDA DE VELÁZQUEZ

       En 1610, Velázquez, con 11 años, empieza a estudiar con Francisco Pacheco, pintor
mediocre, pero de gran penetración en la sociedad, autor de un libro “Arte de la Pintura”. A
los 19, se casa con la hija de Pacheco; Velázquez vive ya de pinturas y clases de dibujo en
su atelié.
       Por influencia de su suegro y de familiares, Velázquez hace un retrato del rey Felipe
IV en 1623 y pasa a ser el pintor de la corte. Va a conocer y se hace amigo del pintor
Rubens, que vendrá dos veces a Madrid, y le aconsejará en materia de su
perfeccionamiento en pintura. Velázquez irá dos veces a Italia para ampliar sus
conocimientos y para comprar obras de arte para el rey. En 1652, tendrá el puesto de Gran
Mariscal del Palacio, que hará tranquila su vida hasta su muerte en 1660.
       Velázquez dejará una obra en que la separación-unión de colores [...] traza belleza y
calmo encantamiento. [...] “Como Descartes reduce el pensamiento a la racionalidad,
Velázquez reduce la pintura a la visualización”, dice Ortega y Gasset (1883-1955) sobre el
más importante pintor clásico español y uno de los mejores del mundo.

             XAVIER, Valêncio. O olho e a fenda. Folha de São Paulo. 5 set. 1999. Mais!, p. 5.
             (Traducción nuestra)




11) A partir de la lectura del texto 2, es CORRECTO afirmar que:

A( ) Ortega y Gasset son autores que admiran la obra de Velázquez.
B( ) Rubens admira tanto la obra de Velázquez que va dos veces a Madrid para
     perfeccionarse con él.
C( ) el profesor de pintura de Velázquez era un pintor mediocre y fue también su suegro.
D( ) todas las obras de Velázquez están en el museo del Prado, reunidas por Felipe IV.
E( ) Velázquez va a Italia para comprar obras y aconsejarse con Rubens.


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12) Relaciona las fechas de la Columna 1 con los acontecimientos de la Columna 2.

               Columna 1                         Columna 2
              a) 1610        (   ) comienza los estudios de pintura
              b) 1599        (   ) se casa con la hija de F. Pacheco
              c) 1618        (   ) pinta el retrato de Felipe IV
              d) 1652        (   ) asume el puesto de Gran Mariscal del Palacio
              e) 1623        (   ) muere Velázquez
              f) 1660        (   ) nace Velázquez

    Señala la alternativa con la secuencia cronológica CORRECTA de la vida de Velázquez:

A( ) b – a – c – e – d – f
B( ) e – f – a – b – c – d
C( ) f – e – a – b – c – d
D( ) a – c – e – d – f – b
E( ) c – b – a – e – f – d


13) A partir del texto 2, señala la única alternativa CORRECTA.

A( ) Todos los verbos están en presente de indicativo porque se trata de tema siempre
     actual.
B( ) Aunque se cuenten hechos pasados, el presente empleado en la autobiografía se
     relaciona al presente analítico.
C( ) Solo los verbos conjugados en futuro traen acciones que están para ocurrir.
D( ) Nunca se sabe cuando ocurrirán los hechos que esa historia ficcional nos relata.
E( ) “Empieza” está conjugado en presente y “vendrá” en futuro porque el autor se vale del
     recurso del presente histórico para dar actualidad al relato.


14) Valêncio Xavier relató en 1999: “Por influencia de su suegro y de familiares, Velázquez
    hace un retrato del rey Felipe IV en 1623 y pasa a ser el pintor de la corte. Va a conocer
    y se hace amigo del pintor Rubens, que vendrá dos veces a Madrid, y le aconsejará en
    materia de su perfeccionamiento en pintura.”

    En discurso indirecto, está CORRECTO decir:

A( ) el autor del texto nos cuenta que Velázquez hizo un retrato del rey porque había
     pasado a ser pintor de la corte.
B( ) el autor del texto nos relatará que Velazquez hace un retrato del rey y pasó a ser pintor
     de la corte.
C( ) el autor del texto informa que la vida de Velázquez transcurrió en la corte, por c ausa de
     la influencia de Rubens.
D( ) el autor del texto nos dije que Velázquez fue pintor de la corte por haber hecho el
     retrato del rey.
E( ) el autor del texto nos dijo que Velázquez había hecho el retrato del rey y por eso había
     pasado a ser pintor en la corte.


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15) En relación con los siguientes enunciados: “Velázquez vive feliz en la corte” y
    “Velázquez viviría feliz en la corte”, es posible decir que:
A( ) el segundo enunciado comprende una hipótesis ya que se da la realización de la acción
     del verbo “vivir”, independiente de cualquier otra.
B( ) los dos enunciados son afirmativos y los dos son igualmente factibles porque están en
     indicativo.
C( ) aunque los dos enunciados sean afirmativos, el condicional del segundo no afirma que
     la acción de “vivir feliz” sea un hecho.
D( ) el primer enunciado es negativo y el segundo es afirmativo y atemporal porque un
     pintor célebre será siempre recordado.
E( ) el primer enunciado es afirmativo y el segundo exhortativo, dependiendo del contexto
     en que se encuentre.


16) En el enunciado: “Los chilenos que construyen sus casas al pie de la Cordillera en
    Santiago suelen perderlas, al final del invierno, por causa del alud.”
      La palabra señalada:
A(   ) es una locución verbal que significa: recoger una alusión, efectiva o aparente, que le
       atañe de algún modo, para reaccionar en función de su contenido.
B(   ) es un adjetivo, que dicho de una persona o una cosa hace referencia a ella, sin
       nombrarla.
C(   ) es un sustantivo que significa hacer alusión, relacionar o referirse a.
D(   ) es una palabra neutra, ya que no se trata ni de sustantivo ni verbo.
E(   ) es un sustantivo que nombra un accidente de la naturaleza producido por el deshielo.


17) Examina la palabra algodón en diferentes idiomas: algodão (portugués), algodón
    (español), coton (francés), cotone (italiano) demuestran un proceso de
    sonorización/ensordecimiento en las formas en portugués/español y las demás lenguas
    románicas.
      ¿Cuáles de los cinco pares de vocablos abajo presentan proceso similar en
      portugués/español?
A(   ) empréstimo/préstamo, saída/salida, venda/venta, arrependimento/arrepentimiento.
B(   ) pergunta/pregunta, depois/después, folga/huelga, empréstimo/préstamo.
C(   ) venda/venta, arrependimento/arrepentimiento, internato/internado, botica/bodega.
D(   ) fundo/hondo, pergunta/pregunta, venda/venta, saia/salga.
E(   ) depois/después, saída/salida, internado/internato, gostoso/exquisito.


18) Examina los siguientes vocablos en portugués: avião/aviões, pão/pães, irmão/irmãos.
    Examina también los siguientes pares en español: jabón/jabones, pan/panes,
    hermano/hermanos.
      A partir de esos ejemplos, es CORRECTO afirmar que:
A(   ) tanto español como portugués conservan un morfema cero para la significación
       fraternal.
B(   ) el portugués presenta un sistema morfológico más complejo que el español en relación
       con los nombres terminados en nasal.
C(   ) tanto el género como el número de los sustantivos corresponden en ambas lenguas.
D(   ) el español presenta un sistema morfológico más complejo que el portugués en relación
       con el plural de los nombres.
E(   ) las alternativas B y C se complementan.

                       LÍNGUA ESPANHOLA E LINGUÍSTICA APALICADA                            10
    19) Eunice Pontes, en Estrutura do verbo no português coloquial (Petrópolis: Vozes,
        1973) considera irregulares verbos como “fechar – aprovar”, a diferencia de otros
        autores que clasifican tales verbos como regulares porque se atienen básicamente a la
        grafía. En la escritura, la conjugación de dichos verbos en presente de indicativo es:
        “fecho, fechas, fecha, fechamos, fechais, fecham” y “aprovo, aprovas, aprova,
        aprovamos, aprováis, aprovam”. E. Pontes dice que son irregulares porque sufren
        abertura vocálica en las personas de singular y tercera de plural. Transcribimos de
        manera a señalar la abertura vocálica diferente a que la autora se refiere, como: “fécho,
        féchas, fécha, fechamos, fechais, fécham” y “apróvo, apróvas, apróva, aprovamos,
        aprováis, apróvam”. Tal transcripción fonética muestra que, en estos verbos
        portugueses, hay vocales distintas para las personas de singular y tercera de plural, que
        traen la “é” y “ó”, abiertas, respectivamente, en verbos que también traen la vocal
        cerrada “e” y “o” en las personas de plural “nós – vós”. Te decimos eso para que veas la
        relación de la morfología verbal en portugués/español. Por lo tanto, te sugerimos que
        traduzcas al castellano “fechar” – “aprovar”, y contesta: ¿Son verbos regulares en
        español? ¿Cómo se conjugan?

         Señala la alternativa CORRECTA.

    A( ) fechar/cerrar, aprovar/aprobar se conjugan como verbo regulares porque presentan
         misma conjugación en presente de indicativo.
    B( ) fechar/cerrar, aprovar/aprobar son irregulares porque también presentan en español el
         proceso de abertura vocálica.
    C( ) fechai/cerrad, aprovai/aprobad son formas arrizotónicas del verbo en segunda persona
         de plural de imperativo afirmativo.
    D( ) fechar/cerrar, aprovar/aprobar son verbos irregulares en castellano porque presentan
         proceso de diptongación en presente de indicativo.
    E( ) fechar/cerrar, aprovar/aprobar son verbos irregulares en las dos lenguas porque en
         ambas sufren diptongación.


    20) Vicente Salvá, autor de la Gramática de la lengua castellana según ahora se habla,
        de 1850, cuenta cerca de 180 verbos, y Andrés Bello, autor de la Gramática de la
        lengua castellana destinada al uso de los americanos, de 1847, cuenta cerca de
        140 verbos clasificados en la clase de diptongación.
         Indica la alternativa que solo contenga ejemplos de verbos diptongables en “e” y “o”:

    A(   )   pretender, comprender, defender, soñar, soler.
    B(   )   pretender, tender, sonar, volcar, sorber.
    C(   )   atender, pretender, defender, sonar, cortar.
    D(   )   atender, entender, volar, colgar, sonar.
    E(   )   depender, entender, contener, sonar, montar.




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                 GRADE DE RESPOSTAS (Somente esta parte poderá ser destacada)

     QUESTÕES           01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
     RESPOSTAS

                              LÍNGUA ESPANHOLA E LINGUÍSTICA APALICADA                           11

				
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