RELATóRIO DE AUTO AVALIA__O by malj

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									DGERT – DIRECÇÃO GERAL DO EMPREGO E DAS RELAÇÕES DE TRABALHO
DSQA – Direcção de Serviços de Qualidade e Acreditação




                 RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO 1.06


                                     Entidade:

                                        NIPC:
                Processo de Acreditação Nº:
                Data de conclusão do Relatório:
Apresentação e Objectivo
Este modelo de Relatório é uma ferramenta de suporte demonstrativo e de certificação interna do cumprimento dos Requisitos de Acreditação e pode ser
usado para os processos:

      de renovação (obrigatoriedade);
      de auto-avaliação regular de qualquer entidade formadora;
      de 1ª acreditação ou reacreditação (de utilização prévia facultativa mas recomendada).


Estrutura do Relatório

                                Parte                                                            Conteúdo
           (faça CTRL + Click sobre os termos sublinhados)

               I       Termo de Responsabilidade               Validação do conteúdo do Relatório Final de Auto-avaliação
              II       Orientações Metodológicas               Orientações de apoio ao exercício de auto-avaliação.
              III      Instruções                              Instruções para o preenchimento do Relatório.
              IV       Relatório Final de Auto-avaliação       Apresentação dos resultados da auto-avaliação.
              V        Lista de evidências                     Lista de evidências consultadas pela equipa de auto-avaliação.
              VI       Plano de Acções de Melhoria             Acções de melhoria definidas no processo de auto-avaliação e aprovadas pela
                                                               Direcção/Gestão de Topo.
              VII      Painel de Indicadores de                Indicadores de acompanhamento e avaliação da actividade formativa.
                       Acompanhamento
            Anexo      Bibliografia                            Fontes consultadas e pistas para aprofundar os
                                                               conhecimentos/competências/benchmarking ao nível da Auto-avaliação.
                                                               A entidade não deve juntar Anexos a este documento (os anexos da
                                                               candidatura limitam-se aos referidos nos formulários RENOV/06 e
                                                               ACT/06).




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I – Termo de Responsabilidade
Declara-se que este relatório resultou de um processo de auto-avaliação conduzido internamente, pela equipa abaixo identificada, no período decorrido entre
________ e___ ____.

Equipa de auto-avaliação
                                                                                                                                Tipo de contrato
                                                                               Função/funções desempenhadas na         (prestação de serviços, de trabalho
                                                       Nome
                                                                                           Entidade                      a termo; de trabalho sem termo;
                                                                                                                                       etc.)




Declara-se ainda que:
    este relatório resulta do envolvimento da Direcção e Responsável de Formação, que validaram o seu conteúdo;
    todas as evidências/pontos fortes referidos correspondem a práticas efectivas da entidade, que a todo o momento podem ser verificadas pelo IQF;
    as acções incluídas no Plano de Acções de Melhoria são reflectidas no(s) Plano(s) de Intervenção e que a sua execução é acompanhada pelo
        Responsável de Formação e pela Direcção;
    existe pleno conhecimento que o incumprimento de qualquer uma das situações acima referidas ou o fornecimento de informação distinta da
        situação real da entidade, tem como consequência provável a Suspensão da Acreditação ou a sua não Renovação, sem prejuízo das consequências
        legais decorrentes da prestação de falsas informações.

Assinatura do Responsável Máximo da Entidade (com poderes para o acto) e do Responsável de Formação (que deverão rubricar todas as páginas
seguintes)


                        Nome                                      Cargo                                          Assinatura




Data:



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II – Orientações Metodológicas

A auto-avaliação é reconhecida como um instrumento poderoso nos processos de mudança, pois permite uma consciencialização do estádio de desenvolvimento da
organização, dando pistas em relação às áreas mais e menos desenvolvidas e permitindo identificar oportunidades de melhoria.
A aplicação da auto-avaliação em si, não proporciona a melhoria das práticas formativas da entidade. No entanto, é facilitadora dessa melhoria, permitindo identificar áreas de
intervenção, necessária ou estratégica, através de uma análise abrangente e sistemática de actividades e resultados, tendo como referência os standards do Sistema de
Acreditação. Os resultados da aplicação do exercício de auto-avaliação proporcionam às organizações/entidades que o aplicam um referencial de evolução e de melhoria da
qualidade dos seus serviços.

Vantagens do processo de auto-avaliação:
    permite uma visão geral das actividades e processos desenvolvidos pela entidade;
    facilita a verificação da coerência entre o que a organização preconiza, o que faz e os resultados que obtém;
    facilita a identificação das áreas que necessitam de melhorias e ao mesmo tempo a sua priorização;
    auxilia a tomada de decisão.

Como se constrói o processo de auto-avaliação:
O processo de auto-avaliação é um instrumento de gestão em que se destacam quatro etapas principais:
    1. Planeamento da auto-avaliação
    2. Recolha de dados e caracterização da situação actual
    3. Processo de consenso entre os membros da equipa de auto-avaliação/ preenchimento do Relatório
    4. Validação do Relatório /Elaboração do Plano de Acções de Melhoria (PAM)

1ª etapa – Planeamento da auto-avaliação

        Factores Chave de Sucesso:

        Envolvimento da Direcção/Gestão de Topo
        Composição e características da equipa de auto-avaliação
        Motivação
        Selecção da equipa de auto-avaliação:

Entre os factores estruturais que condicionam o sucesso do funcionamento deste tipo de equipas temos: a sua composição (nº de elementos); as características dos seus
membros (competência, experiência, estilo de resolução de problemas), diversidade (sexo, idade, grupo profissional, experiência profissional), familiaridade (grau de
conhecimento recíproco).

Composição - deve ser composta preferencialmente por colaboradores internos à entidade. No caso de existir a participação de elementos externos estes devem ter uma
colaboração regular e intensa na actividade formativa da entidade;

Dimensão - recomenda-se que a equipa de auto-avaliação seja constituída, no mínimo, por 3 elementos ( deve ser sempre considerado o número ímpar por uma questão de
desempate nas decisões a tomar);

Critérios de selecção – é recomendável que quem coordena a equipa (pode ser o RF, mas não é necessário que o seja) tenha sensibilidade para os processos de auto-
avaliação e, se possível, formação ou experiência nesta área; uma eficaz liderança e coordenação deste processo é essencial para que cumpra os seus objectivos. Os
restantes elementos, sempre que possível, deverão exercer funções diversificadas no âmbito da actividade formativa ou de outras com esta relacionadas, de forma a existir
uma visão mais alargada da organização.


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É natural que aos elementos da equipa ocorram questões como “quem somos nós para avaliar o trabalho da organização e dos colegas?” ou “ se chegarmos a resultados
pouco abonatórios para a entidade, poderemos ser prejudicados…”. Compete à Direcção/Gestão de Topo esclarecer e “por à vontade” estes colaboradores, realçando que
quanto mais rigoroso e verdadeiro for o seu trabalho, maiores serão os benefícios para todos, incluindo para a entidade.
Poderá também esclarecer-se que, do ponto de vista da Acreditação/IQF, terá mais valor um trabalho que “transpire” rigor, frontalidade, exigência, evidenciando capacidade
crítica para analisar os problemas e défices do presente mas também estratégias de melhoria no futuro, do que um trabalho tendencioso, excessivamente “optimista”, que
sugira uma não avaliação ou uma avaliação pouco profunda e sem benefícios.

Na fase de “Apresentação do Projecto” aos restantes colaboradores, deve ser passada a mesma ideia, bem como a de que num futuro exercício poderão ser eles a fazer parte
desta equipa.

                Programação/Calendarização

O processo de auto-avaliação deve obedecer a um planeamento de acções associado a um cronograma. Para as entidades acreditadas, recomenda -se que este processo
tenha lugar aproximadamente a meio do ciclo de acreditação, de forma a abranger, pelo menos, um Balanço de Actividades e um Plano de Intervenção (se possível) e a
permitir efectuar alguns ajustamentos que se mostrem necessários. Todavia, recomenda-se a criação e aplicação de mecanismos que tornem este processo contínuo,
maximizando os seus efeitos positivos na qualidade das intervenções.

                Apresentação do Projecto

A Direcção/Gestão de Topo deverá dar a conhecer a todos os colaboradores da entidade o exercício de auto-avaliação que vai decorrer. A vantagem deste procedimento
prende-se com a facilitação do trabalho a desenvolver pela equipa. Estando toda a organização informada do exercício, os colaboradores que não estão directamente
envolvidos no processo, podem dar contributos muito válidos, podem ser fontes de informação importantes, desbloqueando algumas dificuldades/entraves que possam ir
surgindo no decurso do processo.

2ª etapa – Recolha de dados e caracterização da situação actual
       Factores Chave de Sucesso
             Selecção criteriosa das evidências
             Associação das evidências aos requisitos

A equipa de auto-avaliação deve estabelecer os critérios para seleccionar as melhores evidências para cada um dos grupos de requisitos. As evidências podem ser obtidas ou
recolhidas de várias formas: através de recolha de dados físicos, através da realização de entrevistas a actores – chave do processo formativo, por aplicação e ou análise de
questionários, por levantamentos de práticas, por análise de dados como o nº de reclamações/tipo de reclamações, nº de desistências/tipo de desistências, etc..

De seguida deverá efectuar-se a correspondência entre as evidências e os requisitos – classificação/catalogação das evidências (chama-se a atenção para o facto de uma
evidência poder dar resposta a mais do que um requisito).

O processo de auto-avaliação deve ser documentado, gerando registos das reuniões da equipa (podendo limitar-se apenas às conclusões), de evidências recolhidas (ou
sinalização precisa da sua localização na entidade), das várias etapas do Relatório, de eventuais inquéritos propositadamente realizados aos colaboradores/clientes, etc.
Compete à equipa determinar a composição relevante dos registos deste processo, ponderando os custos/benefícios inerentes. Por exemplo, vale a pena incluir a cópia de
uma peça/documento que tenha um papel importante na actividade ou que seja especialmente ilustrativo/revelador ou, ainda, que careça de especial intervenção de
melhoria...ao contrário, não se justifica incluir no dossier do processo cópias de outras peças ou documentos que não mereçam tal destaque, bastando mencioná-las dentro da
sua pertinência.

3ª etapa – Processo de consenso entre os membros da equipa de auto-avaliação / Preenchimento do Relatório
       Factores Chave de Sucesso
             Decisões tomadas com base no consenso entre os membros da equipa
             Eficácia da liderança da equipa de auto-avaliação

Esta etapa é fundamental na medida em que é necessário avaliar o desempenho da organização realçando os seus pontos fortes e identificando as áreas de melhoria. Depois
de sinalizadas e/ou recolhidas as evidências, estas devem ser catalogadas, para que sejam facilmente identificadas posteriormente pela entidade. É nesta fase que se inicia o
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trabalho de preenchimento do Relatório de Auto-avaliação, ou seja, a equipa vai preencher a coluna referente ao cumprimento dos requisitos gerais e específicos (neste caso
só os que dizem respeito ao seu perfil de acreditação (domínios de intervenção)), vai identificar os pontos fortes (suportados nas evidências recolhidas na sua organização),
identificar as áreas a melhorar e as acções que irá sugerir à Direcção.

Aconselha-se que cada membro da equipa de auto-avaliação faça individualmente, a título prévio e baseado nas evidências sinalizadas/recolhidas, uma avaliação rigorosa da
organização e preencha por si o relatório - identificando os requisitos cumpridos, não cumpridos ou parcialmente cumpridos, os pontos fortes e as áreas a melhorar. Após
esta avaliação individual, a equipa deve reunir-se, apresentar os seus resultados individuais e tentar chegar a acordo, sendo por vezes necessário um processo de negociação
de forma a chegar-se a um consenso nas decisões a tomar. O líder da equipa tem aqui um papel fundamental na condução do grupo a um consenso (através da identificação
dos principais pontos de consenso e divergência resultantes da partilha de ideias, da discussão dos casos mais significativos de divergência e por último da procura do
consenso, se necessário, a partir de uma segunda avaliação). Em qualquer dos casos, a discussão deve ser baseada em evidências concretas das práticas e nos resultados
alcançados pela organização.

4ª etapa – Validação do Relatório/ Elaboração do plano de acções de melhoria
       Factores Chave de Sucesso
             Envolvimento da Direcção/Gestão de Topo

Nesta etapa o relatório é entregue pela equipa de auto-avaliação à direcção/gestão de topo para discussão e validação. À direcção/gestão de topo compete examinar
cuidadosamente os resultados da auto-avaliação, as áreas relativamente às quais é necessário actuar e quais os tipos de acções que devem ser desenvolvidas. Na
preparação do Plano de Acções de Melhoria (PAM), a direcção poderá utilizar uma abordagem estratégica que inclua questões do tipo:
-“Onde queremos estar nos próximos 2 ou 3 anos?” (fixação de objectivos estratégicos para a organização)
- “O que há a fazer para alcançar esses objectivos?” (qual a estratégia a seguir, qual o plano de acção a estabelecer)

Na elaboração do PAM, a direcção/gestão de topo pode considerar útil agrupar em grandes áreas os aspectos a melhorar na organização, antes de decidir quais as
prioridades. Aconselha-se a direcção a começar por identificar áreas que necessitem de uma intervenção mais simples de por em prática e cujos resultados sejam rápidos de
alcançar. O PAM deve ser objectivo e adaptado às capacidades reais da entidade/organização.

Após a formulação do referido PAM, isto é, identificação de acções, sua priorização e calendarização, preconiza-se a necessidade de o pôr em prática introduzindo-o no
respectivo Plano de Intervenção. Deste modo o processo de auto-avaliação passa a integrar uma prática regular de funcionamento da entidade, contribuindo de forma
marcante para os processos de mudança e de melhoria contínua.

III- Instruções
Preenchimento do Relatório Final (Parte IV)
O preenchimento do Relatório final faz-se de acordo com o perfil de Acreditação (domínios de intervenção…) detido ou desejado pela entidade:
       Requisitos Gerais – efectuar a auto-avaliação completa nos quatro grupos;
       Requisitos Específicos - efectuar a auto-avaliação apenas nos domínios/fases do ciclo formativo em que existe intervenção relevante e em que foram sinalizadas
        evidências/pontos fortes no exercício de auto-avaliação.

Em regra, todas as questões inseridas no instrumento estão directamente ligadas aos requisitos de acreditação. Todavia, acrescentaram-se outras (em itálico e sem
identificação prévia do requisito associado), que incidem sobre aspectos relevantes e que devem ser apreciados ao nível da auto-avaliação, enriquecendo esse exercício.

        Campos de informação a preencher pela Entidade

                      o   Auto-avaliação de cumprimento do Requisito – para cada requisito a entidade deverá identificar o grau em que se situa:
                                   cumpre (Sim): classificação suportada por pontos fortes/evidências que a justifiquem;
                                   não cumpre (Não): situações associadas a ausência de pontos fortes ou evidências, determinam o incumprimento do Requisito.
                                   cumpre parcialmente (Em parte): implica uma resposta satisfatória ao nível das áreas e acções de melhoria, caso contrário, determinam o
                                    incumprimento do requisito;
                      o   não aplicável: apenas se o requisito associado não for aplicável à situação da entidade (por exemplo, a exigência de contratos de formação – RG
                          4.5. – a entidades que fazem apenas formação intra).
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                        o    Fundamentação/pontos fortes relativos aos requisitos – para cada grupo de requisitos, deverão identificar-se todas as situações que traduzem
                             cumprimento, sinalizadas na auto-avaliação, que possam cobrir todos eles, de forma sintética e objectiva, facilmente associáveis a factos, práticas
                             ou documentos concretos. Adicionalmente, podem sinalizar-se pontos fortes que não estejam directamente associados aos requisitos mencionados
                             mas que se relacionem com a dimensão/grupo de requisitos em causa;
                                 a fundamentação de cumprimento e os pontos fortes não devem ser indicados de uma forma vaga, sob pena de não se revelarem úteis para
                                  nenhuma das entidades clientes do processo de auto-avaliação (a própria entidade, os colaboradores, o IQF, entre outros...):
                                       o Indicação errada: “Faz-se a avaliação da actividade formativa regularmente”
                                       o Indicação correcta: “A avaliação da actividade formativa é feita no final das acções e dos cursos (dando origem a Relatórios por
                                          curso), e no final de cada período de Gestão (Balanço de Actividade); dimensões avaliadas: satisfação, aprendizagem, desempenho
                                          e ocorrências…”.
                                       o Indicação errada: “A nossa metodologia de concepção é a seguinte: …..”
                                       o Indicação correcta: “É aplicada uma metodologia de concepção que envolve formadores e peritos, com 3 fases de aplicação e que se
                                          aplica a todos os programas”

                           Áreas de Melhoria– sempre que a fundamentação não cubra todos os requisitos aplicáveis do grupo, devem identificar-se as áreas a melhorar;

                           Acções de Melhoria – para as áreas de melhoria assinaladas, devem propor-se acções/medidas/projectos concretos de actuação tendo em vista a
                            evolução desejada.

A determinação do cumprimento de cada requisito, para efeitos de decisão, depende da solidez da fundamentação da sua relação com o requisito em causa e da
forma como se identificam e sinalizam áreas e acções de melhoria.

Fornece-se um exemplar deste instrumento, auxiliar, contendo, para cada um dos campos de informação referidos, exemplos ilustrativos da forma de descrição
sintética e objectiva das observações efectuadas na auto-avaliação, das conclusões alcançadas e das iniciativas delineadas em função das mesmas. Não
pretendem ser exemplos exaustivos, não correspondendo ao preenchimento integral do relatório numa situação fictícia (não cobrem todos os requisitos de cada
grupo).

Campos de informação a preencher pelo IQF

Os campos a sombreado destinam-se ao preenchimento por parte do Sistema de Acreditação de Entidades Formadoras, que irá comparar a informação fornecida com
evidências obtidas noutras fontes.


Preenchimento da Lista de Evidências (Parte V)
A equipa de auto-avaliação deve sinalizar e registar todas as evidências consultadas aquando do seu trabalho e que fundamentam os resultados alcançados, apresentados no
relatório final.
Estas evidências deverão estar disponíveis para consulta nas instalações da entidade, não devendo ser enviadas em anexo (salvaguardando as que sejam mencionadas no
formulário RENOV/06 e – se aplicável – no formulário ACT/06).

Preenchimento do Plano de Acções de Melhoria - PAM (Parte VI)
As acções de melhoria que vão sendo identificadas progressivamente ao longo do processo de auto-avaliação e registadas no relatório final respectivo, serão, no todo ou em
parte, canalizadas para um Plano de Acções de Melhoria, fazendo-se, nessa altura uma reflexão sobre a respectiva selecção e ordem de prioridade (envolvimento da
Direcção/Gestão de Topo – vide “Orientações Metodológicas”). Em suma, pode acontecer que acções de melhoria sinalizadas pela equipa, e constantes no Relatório Final,
não venham a ser aprovadas/seleccionadas pela Direcção/Gestão de Topo, não constando, assim, do PAM.
Esta ordenação deve ser consistente com os objectivos estratégicos da entidade, dando-se prioridade às acções que maior potencial de contributo apresentem para o alcance
dos mesmos.
O PAM pode ser integrado num ou em vários Planos de Intervenção/Gestão anuais, conforme o tempo necessário/ou o momento escolhido para a implementação das acções
sinalizadas.

                                                                                                                                                                              7
Preenchimento do Painel de Indicadores de Acompanhamento (Parte VII)
O estabelecimento de indicadores de avaliação e acompanhamento de qualquer actividade contribui para a utilidade e impacto do processo de auto-avaliação.
As entidades formadoras acreditadas podem e devem incluir este tipo de reflexão/observação no seu exercício de auto-avaliação. Cada entidade deve definir os seus próprios
indicadores, adequados à avaliação de cumprimento dos objectos estratégicos que definiu para a sua actividade.
O Balanço de Actividade, enquanto relatório de resultados alcançados em cada ciclo de gestão, deve ser enriquecido com uma parte relativa aos “indicadores-chave de
desempenho” onde o presente painel será apresentado e analisado nos seus desvios.

Questões associadas à construção do painel de indicadores: Quais são os objectivos estratégicos da minha entidade relacionados com clientes, processos internos,
desenvolvimento interno e resultados? Como poderei medir o alcance desses objectivos? Que metas pretendo alcançar (situação desejada)?


Orientações práticas importantes:

    1.   A entidade deve preencher o Relatório informaticamente. Para isso, deverá gravar o documento para o seu disco (C:\). Para poder usar os apontadores
         (hiperligações) inseridos no documento, deverá incluir na barra de ferramentas as teclas “web” (navegação  e ).

    2.   Depois de preenchido o documento, para efeitos de apresentação ao IQF, deve imprimir apenas as partes que tiverem conteúdo, atendendo ao seu perfil de
         Acreditação (por exemplo, não pretendendo a Acreditação no domínio do Diagnóstico, não deve imprimir essa parte).

    3.   Depois de impresso, o documento deve ser assinado pela Direcção/Gestão de Topo e pelo Responsável de Formação, que rubricarão também todas as páginas.

    4.   O Relatório deverá acompanhar o pedido de Renovação (formulário RENOV 06) em formato papel e electrónico (CD-ROM, de prefª).

    5.   Recorda-se, mais uma vez, que NÃO DEVEM SER ENVIADOS ANEXOS associados especificamente a este Relatório de Auto-avaliação (apenas os que decorram
         do preenchimento dos formulários RENOV/06 e ACT/06).

    6.   Qualquer dúvida sobre a utilização deste modelo pode – e deve – ser colocada à Acreditação de Entidades formadoras, nomeadamente através do endereço 
         acreditacao@dgert.mtss.gov.pt.

Lista de siglas e abreviaturas mais utilizadas neste documento:

IQF – Instituto para a Qualidade na Formação
EF – Entidade Formadora
RF – Responsável de Formação
PF – Ponto Forte
PAM – Plano de Acções de Melhoria
RENOV – Renovação (da acreditação)
PI – Plano de Intervenção
BA – Balanço de Actividade
SAEF – Sistema de Acreditação de Entidades Formadoras
TIC – Tecnologias de Informação e Comunicação

Lista de palavras estrangeiras mais utilizadas:

Input – informação/elementos considerada/utilizados para a realização de determinado processo/actividade/melhoria;
Output – resultados de um determinado processo/actividade;
Stakeholders – agentes com interesse directo ou indirecto na entidade: sócios, colaboradores, prestadores de serviços, associados, accionistas, clientes…
Feedback – reacção a determinada actuação; retorno de informação;



                                                                                                                                                                        8
IV- Relatório Final de Auto-avaliação
Requisitos Gerais
G1. Política e Planeamento Estratégico
A entidade deve ter uma política e estratégia de actuação, claramente definidas, consistentes com a sua missão e que tenham em
consideração o seu contexto de intervenção e os seus destinatários.

                                            Sim/Não/        Fundamentação da classificação de
                                            Em parte/           cumprimento assinalada                  Áreas de Melhoria       Acções de melhoria
              Indicadores                                                                       x
                                              Não                    (campo único)                       (campo único)            (campo único)
                                            aplicável
G1.1. A missão, política e estratégia da                    …                                                             
entidade estão bem definidas e
apropriadas por todos os seus
colaboradores/associados? Encontra-se
expressa nos seus estatutos/pacto social?

G1.1. A missão, a visão, a cultura e
estratégia são permanentemente
desenvolvidas?



G1.2. As necessidades dos utilizadores
são regularmente avaliadas,
nomeadamente, através de levantamentos
de necessidades?

G1.2. São antecipadas necessidades, a
partir da observação do contexto
económico-social, com influência directa
na actividade formativa (ex.
regulamentação de acesso a diversas
actividades/profissões, código do
trabalho, directivas comunitárias, novas
tecnologias, etc.)?
São definidas respostas a essas
necessidades, de forma célere e
sustentada?
G1.2.Os projectos formativos estão em
consonância com as conclusões dos
levantamentos de necessidades? Existe
uma clara relação causa-efeito entre
ambos?




                                                                                                                                                     9
                                            Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                            Em parte/       cumprimento assinalada              Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores                                                                   x
                                              Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                            aplicável
G1.3. A entidade está bem inserida no seu
contexto de actuação: conhece os
principais actores, as oportunidades, as
ameaças, relevantes para a actividade
formativa?


G1.3. São estabelecidas parcerias com
diversas entidades relacionadas com a
formação?
Considera ter esgotado todas as hipóteses
de parcerias ou interacções?

G1.4. A entidade tem uma estratégia de
actuação bem definida?

G1.5. O planeamento da actividade faz-se
regularmente, traduzindo-se em Planos de
Intervenção com projectos, objectivos e
metas consistentes com a estratégia de
desenvolvimento e com as necessidades
detectadas nos utilizadores?
G1.5. Os objectivos definidos no Plano de
Intervenção são calendarizados e
mensuráveis (operacionais), permitindo a
avaliação do seu alcance?
G1.5. O Plano de Intervenção não se
limita à actividade formativa
propriamente dita, incluindo outros
projectos, objectivos e metas com esta
relacionados (melhoria interna dos
processos; desenvolvimento da estratégia;
etc.)?


G1.5. A entidade acompanha a evolução
da sua actividade recorrendo ao PI como
instrumento de suporte? Todos os
colaboradores com funções de
chefia/coordenação seguem o PI como
documento orientador?


                                                                                                                                         10
                                          Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                          Em parte/       cumprimento assinalada              Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores                                                                 x
                                            Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                          aplicável
G1.5. O Plano de Intervenção inclui as
acções de melhoria sinalizadas nos
Balanços de Actividade e no processo de
Relatório Final de Auto-avaliação?




                                                                                                                                       11
Requisitos Gerais
G2. Gestão e Recursos Humanos
A entidade deve assegurar uma gestão eficaz da actividade relevante para a Acreditação assente numa liderança e numa clara repartição de
funções, atribuídas a recursos humanos com competências adequadas
                                          Sim/Não/        Fundamentação da classificação de
                                          Em parte/           cumprimento assinalada                      Áreas de Melhoria           Acções de melhoria
             Indicadores
                                            Não                    (campo único)                            (campo único)               (campo único)
                                          aplicável
G2.1.A actividade formativa tem uma
liderança clara, existindo um                            .                                          .                          .
Responsável de Formação que
assegura o cumprimento dos
objectivos do Plano de Intervenção?



G2.1.É o Responsável de Formação
que assegura o cumprimento dos
Requisitos de Acreditação, a ligação
entre a entidade e o IQF e entre a
gestão de topo e a actividade
formativa?
G2.1.O Responsável de Formação
tem um vínculo estável com a
entidade? (se for externo, tem um
contrato de prestação de serviços                                                             x
onde constam as suas
responsabilidades na área formativa?
G2.2.A Direcção/gestão de topo está
envolvida com a actividade formativa
e os seus objectivos?
G2.2. A Direcção/Gestão de topo
envolve-se activamente nas
actividades de melhoria? Promove a
identificação de necessidades de
mudança e lidera esse processo
eficazmente?
G2.3.Existe um organigrama
funcional onde conste a actividade
formativa? Todos têm pleno
conhecimento das relações
hierárquicas aí representadas?
Estão identificados os processos-
chave e os respectivos intervenientes?
(ex. atendimento, comunicação,
diagnóstico, selecção, avaliação, etc.)

                                                                                                                                                           12
                                       Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                       Em parte/       cumprimento assinalada              Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
            Indicadores                                                                x
                                         Não                (campo único)                    (campo único)       (campo único)
                                       aplicável
G2.4.Todas as funções são
desempenhadas por colaboradores
com as competências ajustadas?

G2.4. Para promover o ajustamento
das competências existentes às
necessidades, existe um plano de
formação ou planos individuais de
desenvolvimento?
G2.4.Os colaboradores são
incentivados a participarem em
acções de formação regulares,
workshops, seminários…?

G2.5.Existe um corpo de
colaboradores interno que se tem
mostrado suficiente para assegurar a
actividade sem roturas e com
qualidade?
G2.6. Em qualquer momento, a
entidade pode consultar informação
sobre as competências dos seus
colaboradores, através de um registo
interno permanentemente
actualizado?
Cada colaborador contribui de forma
alinhada (com a direcção, os outros
colegas e áreas) para os objectivos
estratégicos e operacionais da
organização?
São estipulados e actualizados
objectivos individuais e de equipa?
A entidade promove a satisfação dos
seus colaboradores, por exemplo,
registando regularmente o seu
feedback, proporcionando
mecanismos de motivação e
incentivo?
Avalia de alguma forma essa
satisfação?




                                                                                                                                    13
 Requisitos Gerais
 G3. Orientação para Resultados e Melhoria Continua
 A entidade deve promover uma permanente auto-avaliação da sua actividade com reflexos ao nível da melhoria contínua dos seus produtos e
 serviços. As acções correctivas e de melhoria devem ter como objectivo a promoção da qualidade das intervenções, incluindo
 necessariamente a revisão de conteúdos, metodologias, instrumentos e composição de equipas, no sentido da sua constante actualização, por
 forma a permitir uma continua adequação das suas intervenções aos objectivos propostos
                                              Sim/Não/        Fundamentação da classificação de
                                              Em parte/           cumprimento assinalada                      Áreas de Melhoria           Acções de melhoria
               Indicadores
                                                Não                    (campo único)                           (campo único)                (campo único)
                                              aplicável
G3.1. A entidade realiza balanços
regulares (semestrais/anuais) em que                            .                                       .                          .
aprecia os resultados das diversas
dimensões de avaliação (avaliação de
reacção, avaliação de aprendizagem,
avaliação do desempenho dos
colaboradores, avaliação das desistências,
avaliação de ocorrências e reclamações)?
São avaliados resultados do ponto de
vista de todos os stakeholders?

G3.1. Nos Balanços a entidade efectua
interpretações críticas dos resultados,
analisa eventuais desvios e indica áreas de
melhoria?
G3.1. As áreas de melhoria dão origem a                                                           x
acções/projectos incluídos nos Planos de
Intervenção seguintes? (Existe uma
relação entre Balanço e Plano?)
G3.2.. A entidade revê com regularidade
programas, metodologias, instrumentos,
etc? Essa revisão, além de sistemática,
abrange toda a actividade?
G3.3. Nas alterações/revisões
consideram-se resultados de análises de
necessidades do público-alvo e de
avaliação da sua satisfação/reacção?
G3.3. São identificadas, compreendidas e
antecipadas as necessidades e
expectativas do seu público alvo e
restantes stakeholders?
G3.3. Existem registos do processo de
melhoria contínua? (registo de conclusões
de reuniões; relatórios; …)


                                                                                                                                                               14
                                           Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                           Em parte/       cumprimento assinalada              Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores                                                                  x
                                             Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                           aplicável
G3.4. Em situações de recurso a outras
entidades formadoras, existem
mecanismos e indicadores de controlo da
sua actuação?

G3.4. São aplicados e os seus resultados
dão origem a acções concretas?




                                                                                                                                        15
Requisitos Gerais
G4. Práticas e Normas de Conduta
A entidade deve preservar a sua idoneidade, seguindo uma conduta exemplar no respeito pelos interesses e direitos de terceiros.
                                              Sim/Não/        Fundamentação da classificação de
                                              Em parte/           cumprimento assinalada                      Áreas de Melhoria           Acções de melhoria
               Indicadores
                                                Não                    (campo único)                           (campo único)                (campo único)
                                              aplicável
G4.1. A entidade tem preocupações                                                                        .                          .
explícitas quanto à preservação dos                           .
princípios da igualdade, lealdade,
equidade,…? Assegura que o
comportamento dos seus colaboradores é
o mais correcto? Promove a ética dos
seus profissionais? Não existem
ocorrências de reclamações sobre esses
aspectos?
G4.2. A entidade tem conhecimento e
obtém informação regular sobre todas as
normas legais que afectam a sua
actividade, cumprindo-as?

G4.4. Todos os acordos estabelecidos
com terceiros, no âmbito da formação,                                                             x
são escritos? (contratos, protocolos, etc.)
G4.5. Os contratos de formação, com os
formandos ou com as empresas de onde
provêm, são sempre formalizados?

G4.5. São sempre formalizados contratos
de prestação de serviços com os
colaboradores externos (formadores,
coordenadores, etc.)?
G4.2. Existe um cumprimento contratual
generalizado, não havendo situações de
reclamações, etc. a esse nível?
G4.6. Existem procedimentos
amplamente divulgados de recepção e
tratamento de reclamações?

G4.7. A promoção da actividade
formativa assenta em mensagens claras,
inequívocas e verdadeiras? Todos os
distintivos (logótipos) usados têm
suporte legal de utilização?




                                                                                                                                                               16
                                            Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                                                                            x
                                            Em parte/       cumprimento assinalada              Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores
                                              Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                            aplicável
G4.7. A entidade divulga adequadamente
o seu estatuto de Acreditação? Dá
conhecimento desse facto a formandos e
formadores? Dá informação sobre os
Requisitos de Acreditação a que está
vinculada?

G4.7. Todos os reconhecimentos
externos invocados (homologações, etc.)
foram efectivamente atribuídos e estão
dentro da sua validade?


G4.8. Existe um conhecimento e domínio
da legislação que regula a protecção de
dados pessoais e tudo o que ela implica?
G4.8. As fichas de inscrição e/ou os
contratos têm indicação da utilização que
irá ser dada aos dados pessoais
recolhidos no âmbito da formação? Pede-
se o consentimento aos visados para
utilização dos dados para outros efeitos
que não a formação?

G4.8. Os suportes e registos usados na
gestão da formação cumprem a lei em
causa?

G4.9. São emitidos Certificados de
Formação ou Certificados de Frequência
de Formação para todas as acções, de
acordo com o Decreto Regulamentar nº
35/2002, de 23/4?




                                                                                                                                         17
Requisitos Específicos
1. Diagnóstico de Necessidades de Formação

                                            Sim/Não/        Fundamentação da classificação de
                                            Em parte/           cumprimento assinalada          x           Áreas de Melhoria           Acções de melhoria
               Indicadores                    Não                    (campo único)                            (campo único)               (campo único)
                                            aplicável
 E1.1. Existe na equipa quem assegure o
trabalho de Diagnóstico com                                  .                                        .                          .
competências adequadas, tais como:                                                                                              
         experiência profissional e/ou
          formação em diagnóstico de
          necessidades de formação;
         formação e/ou experiência
          pedagógica;
         experiência profissional e/ou
          formação técnica na área de
          incidência do Diagnóstico?
E1.2. Está identificado, reconhecido pela
equipa, o colaborador que
lidera/coordena os trabalhos de
diagnóstico? Sendo externo, existe
formalização contratual que garanta
estabilidade da sua ligação à entidade?
E1.3. Existe um referencial metodológico
de Diagnóstico desenvolvido? Está
formalizado de forma explícita e
documental?
E1.4. Nesse referencial, está prevista a
forma de envolvimento dos vários
actores-chave num processo de
diagnóstico?
E1.5. Em qualquer trabalho de
diagnóstico é aplicado um plano de acção
detalhado, que contemple a
calendarização das várias fases, a
indicação dos seus intervenientes e os
recursos a mobilizar?




                                                                                                                                                             18
                                            Sim/Não/
                                            Em parte/
                                                        Fundamentação da classificação de
                                                            cumprimento assinalada
                                                                                            x   Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores
                                              Não                (campo único)                    (campo único)       (campo único)
                                            aplicável
E1.6. Nas fases do trabalho de
diagnóstico incluem-se:
         A caracterização do contexto?
         A definição das metodologias
          associadas a cada fase e
          respectivos instrumentos?
         As estratégias específicas de
          envolvimento dos actores-
          chave?
         A recolha de dados?
         A análise de problemas e
          causas?
         A identificação de uma
          situação de referência em
          relação à qual se identificam e
          analisam desvios?
         O estabelecimento/sugestão de
          prioridades de acção?
         Uma proposta de solução
          adequada às necessidades
          detectadas, assente no tipo de
          competências a desenvolver?
         Uma orientação antecipada
          e/ou prospectiva?


E1.6. As conclusões do diagnóstico
constituem input suficiente para o
processo de concepção (indicam quais as
competências a desenvolver para
colmatar as necessidades)?
E1.7. A recolha de informação para o
diagnóstico é baseada em fontes
credíveis, diversificadas e em amostras
representativas?

E1.8. Existem procedimentos definidos
para controlar e acompanhar o trabalho
de diagnóstico?
 E1.9. Os resultados dos diagnósticos
desenvolvidos traduzem-se em planos de
formação?




                                                                                                                                         19
                                             Sim/Não/
                                             Em parte/
                                                         Fundamentação da classificação de
                                                             cumprimento assinalada
                                                                                             x   Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores
                                               Não                (campo único)                    (campo único)       (campo único)
                                             aplicável
E1.11. Sendo desenvolvidos trabalhos de
diagnóstico sectorial, foram
contemplados: O enquadramento
socioeconómico do sector? O estudo dos
empregos no sector e suas perspectivas
de evolução quantitativa e qualitativa? A
construção de cenários alternativos para o
desenvolvimento do sector? As
necessidades e propostas de reorientação
da formação especificamente
vocacionadas para o sector? As
necessidades de formação ao nível das
competências e qualificações, em
detrimento das áreas de formação?
E1.12. No âmbito do Diagnóstico
sectorial existe uma metodologia de
integração dos resultados numa
perspectiva macro/meso, com uma
orientação antecipada e/ou prospectiva?




                                                                                                                                          20
Requisitos Específicos
2. Planeamento

                                          Sim/Não/            Fundamentação da classificação de
                                          Em parte/               cumprimento assinalada                      Áreas de Melhoria           Acções de melhoria
             Indicadores
                                            Não                        (campo único)                           (campo único)                (campo único)
                                          aplicável
E2.1. Ao nível do planeamento, são                       .                                              .                          .
envolvidos colaboradores com
experiência prévia em planeamento
e/ou formação específica ou
experiência em gestão da formação?

E2.2. O Planeamento parte de um
conjunto de necessidades de formação
detectadas previamente?


E2.3. Ao nível organizacional, o
planeamento é feito com o
envolvimento das várias partes
                                                                                                  x
interessadas?
E2.4. Existe um suporte documental
(plano de formação) para o
planeamento que contemple: a
fundamentação das intervenções; a
definição do tipo de intervenção; a
designação das acções a desenvolver,
objectivos e destinatários; a previsão
de metas físicas e financeiras; a
definição das metodologias a aplicar; a
definição antecipada dos recursos
humanos a mobilizar; a identificação
dos recursos e meios necessários; a
identificação de possíveis parcerias; a
caracterização do modelo de
monitorização e controlo do plano de
formação?




                                                                                                                                                               21
Requisitos Específicos
3. Concepção

                                            Sim/Não/        Fundamentação da classificação de
                                            Em parte/           cumprimento assinalada                      Áreas de Melhoria           Acções de melhoria
              Indicadores
                                              Não                    (campo único)                           (campo único)                (campo único)
                                            aplicável
E3.1. No processo de concepção são                         .                                          .                          .
envolvidos elementos com competências
técnicas na área de formação em causa
(adquiridas pela experiência ou formação
de base)?
Existem igualmente elementos com
competências pedagógicas?
E3.2. Existe uma metodologia de
concepção que contemple os inputs
necessários (necessidades a satisfazer ao
nível de competências; características do
público alvo; informação relativa a
resultados de avaliação de acções
anteriores; requisitos normativos…)?
Essa metodologia prevê as fases do                                                              x
processo? Os intervenientes? Os inputs e
os outputs de cada uma? Os instrumentos
associados?
E3.3. O resultado final da concepção,
quando se trate de intervenções
formativas, é suficientemente
esclarecedor na medida em que
contempla: objectivo geral; objectivos
específicos, população-alvo; modalidade
de formação; formas de organização;
metodologias de formação e avaliação;
conteúdos programáticos; cargas horárias;
recursos materiais e pedagógicos; espaços
e respectivos requisitos?
E3.3. Todos os agentes (formandos,
formadores, coordenadores) têm acesso à
informação detalhada acima referida,
antes do seu envolvimento directo nas
acções?




                                                                                                                                                             22
                                             Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
              Indicadores
                                             Em parte/       cumprimento assinalada          x   Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
                                               Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                             aplicável
E3.3. Os objectivos pedagógicos estão
bem definidos, contemplando as
dimensões:
         comportamento a desenvolver;
         condições de realização;
         critérios de êxito?
E3.4. No processo de concepção são
ponderados critérios pedagógicos que
determinam cargas horárias, conteúdos,
…tendo em conta o seu ajustamento ao
público alvo e aos objectivos?
(é sempre possível explicar os motivos
que levam a determinadas opções:
durações; repartição teórica/prática,…)?
E3.5. Os suportes de apoio à
aprendizagem (manuais) contemplam
informação esclarecedora quanto aos seus
objectivos, aos benefícios e condições de
utilização e outros aspectos que facilitem
a sua apropriação?

E3.6. Nos manuais e outros suportes
concebidos, são sempre identificadas as
fontes/bibliografia?

E3.7. Existe um procedimento/prática que
visa controlar a qualidade dos resultados
da concepção?
Os programas cumprem os seus
objectivos? Os suportes são bem aceites,
contribuem para a aquisição de
competências a que se propõem?




                                                                                                                                          23
Requisitos Específicos
4. Organização
                                              Sim/Não/        Fundamentação da classificação de
                                              Em parte/           cumprimento assinalada                      Áreas de Melhoria           Acções de melhoria
               Indicadores
                                                Não                    (campo único)                           (campo único)                (campo único)
                                              aplicável
E4.1. Ao nível da organização/preparação                       .                                        .                          .
das acções, existe na equipa elementos
com experiência ou competências
pedagógicas?
E4.1.Existem outros profissionais com
qualificações adequadas ao tipo de
formação e público alvo em causa (para
efeitos de selecção dos participantes)?
E4.2. É disponibilizado apoio logístico
permanente às acções de formação?

E4.3. Existe uma metodologia de
                                                                                                  x
selecção     dos    formandos?      Está
adequadamente segmentada em função
das diferentes (eventuais) tipologias de
cursos?
E4.3. Os métodos e critérios são claros
para o exterior, não originando
equívocos, reclamações, perante os seus
resultados?
E4.3. A informação relativa à selecção é
publicada com a indicação dos resultados
obtidos para cada critério?

E4.3. Existe uma metodologia com
critérios de selecção para os
colaboradores externos?
É aplicada regularmente?
E4.4. O processo de gestão da informação
inclui a organização de Dossiers Técnico
Pedagógicos com o conteúdo previsto
neste requisito?
E4.4. Existem suportes informáticos
adequados aos registos de resultados de
avaliações, dados dos intervenientes, etc.?




                                                                                                                                                               24
                                              Sim/Não/
                                              Em parte/
                                                          Fundamentação da classificação de
                                                              cumprimento assinalada
                                                                                              x   Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
               Indicadores
                                                Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                              aplicável
E4.5. Quando da promoção e divulgação
da formação recorre a meios adequados
às características do público-alvo?

E4.6. Quando a formação se destina a
participantes individuais externos
(público em geral) é sempre assegurado
que os mesmos têm informação
atempada, antes do estabelecimento de
qualquer compromisso, relativa a:
métodos e critérios de selecção;
conteúdos e objectivos; custos
associados; datas e locais de realização da
formação e das provas de avaliação?
E4.7. São assegurados meios
complementares de consulta e pesquisa
aos formandos, formadores e outros
agentes? A entidade possui um centro de
documentação, uma biblioteca, com
espaço de acesso à Internet?

E4.7. Não dispondo de meios próprios,
são incentivados os agentes a consultarem
Centros de Recursos em Conhecimento,
por exemplo? Existe alguma informação
distribuída sobre a Rede de Centros de
Recursos em Conhecimento?
E4.8. Os equipamentos disponíveis para a
formação são considerados os mais
adequados às diferentes tipologias de
acções?


E4.8. No caso da formação prática em
informática, é assegurada uma relação
mínima de 1 computador para 2
formandos?




                                                                                                                                           25
                                           Sim/Não/
                                           Em parte/
                                                       Fundamentação da classificação de
                                                           cumprimento assinalada
                                                                                           x   Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores
                                             Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                           aplicável
E4.8. A selecção dos espaços de
formação é feita com base em critérios
relativos a: dimensão e condições
ambientais adequadas, condições de
higiene e segurança e infra-estruturas
disponíveis (todas permitem uso de
equipamento áudio-visual)?
E4.8. Para a formação prática, são
assegurados espaços adequados que
reproduzem o contexto normal de
trabalho?
E4.8. No caso da formação para públicos
com necessidades especiais, os critérios
de selecção dos espaços são ajustados às
mesmas?




                                                                                                                                        26
Requisitos Específicos
5. Desenvolvimento
                                           Sim/Não/        Fundamentação da classificação de
                                           Em parte/           cumprimento assinalada                      Áreas de Melhoria           Acções de melhoria
              Indicadores                    Não                    (campo único)                           (campo único)                (campo único)
                                           aplicável
E5.1. Ao nível do                                                                                     .                          .
desenvolvimento/execução existem na                         .
equipa os seguintes elementos:
    Coordenadores – em nº ajustado ao
     volume e com experiência e/ou
     competências pedagógicas?
    Formadores – com competências
     técnicas na área de formação em
     que intervêm e/ou competências
     pedagógicas certificadas?
    Outros      agentes     –    com
     qualificações ajustadas à sua
     intervenção no processo?
E5.2. A formação desenvolvida
encontra-se enquadrada no planeamento
da entidade?
                                                                                               x
E5.2. Independentemente de serem
concebidos pela entidade ou por
terceiros, todos os programas e suportes
obedecem aos Requisitos E3.3. e E3.5.?

E5.3. Estão claramente definidas as
responsabilidades e funções de cada
agente?
Os perfis funcionais do coordenador, do
formador, …estão definidos?
E5.4. Existe uma articulação sistemática
entre coordenadores, formadores, e
outros intervenientes ao longo do
processo formativo? Encontra-se
diferenciada por tipo de intervenção?

E5.4. Criam-se registos (ex. actas de
reuniões com conclusões, acções
correctivas decididas, etc.) da
articulação entre os agentes?




                                                                                                                                                            27
                                              Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                              Em parte/       cumprimento assinalada              Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
             Indicadores                                                                      x
                                                Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                              aplicável
E5.5.     Existe      um      referencial
metodológico      de    avaliação    que
contemple      as    metodologias,    os
intervenientes, os momentos de
aplicação, os instrumentos, associados a
cada nível ou tipo de avaliação?
Esse modelo é aplicado a toda a
formação, homogeneizando práticas de
formadores diferentes?

E5.5. É aplicada avaliação
Diagnostica?
E5.5. É aplicada         avaliação       de
reacção/satisfação?
E5.5. É aplicada avaliação de
aprendizagem (conhecimentos e
competências adquiridos/aferição do
alcance dos objectivos pedagógicos)?
E5.6. Existem metodologias de
acompanhamento dos formandos,
diferenciadas por tipo de intervenção?
Estão claramente
definidas/explicitadas?
E5.7. Existe uma ligação directa entre
as orientações da concepção e a
operacionalização das acções?

E5.8. Quando previsto no processo de
concepção, são organizados estágios
para os quais se definem critérios de
selecção das entidades receptoras?
Existem mecanismos para acompanhar
e avaliar os estágios?
E5.9 Quando a formação é de longa
duração e se destina a desempregados
(1º emprego ou outros), são
desenvolvidas diligências no sentido da
promoção da inserção dos formandos?
Essas diligências são registadas nos
dossiers-técnico-pedagógicos?




                                                                                                                                           28
                                            Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                            Em parte/       cumprimento assinalada              Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores                                                                   x
                                              Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                            aplicável
E5.10. Para a formação dirigida a
individuais externos, existe um
Regulamento/Manual de
Funcionamento com o conteúdo
previsto no requisito?
E5.10. Este documento é sempre
distribuído a formandos, formadores e
outros intervenientes, antes do início da
formação?
E5.11. Quando a formação é dirigida a
participantes individuais externos,
existem instalações de acesso público,
com horário de atendimento
permanente?
As instalações estão devidamente
identificadas com a imagem da
entidade?
O acesso é fácil para pessoas com
deficiência?
E5.12. Quando existe desenvolvimento
de acções em vários concelhos/distritos,
sem uma estrutura fixa associada a cada
local, são asseguradas as mesmas
garantias de qualidade? É assegurado o
apoio logístico permanente? A
articulação entre os vários agentes
mantém-se regular? Existe um
coordenador pedagógico que
acompanha o curso com a mesma
regularidade? O acompanhamento aos
formandos é assegurado antes, durante e
depois?

E5.12. Os índices de satisfação são
semelhantes?

E5.13. Existem mecanismos de controlo
e de monitorização das diversas fases
do desenvolvimento (para além do
acompanhamento aos formandos)?




                                                                                                                                         29
Requisitos Específicos
6. Avaliação
                                          Sim/Não/        Fundamentação da classificação de
                                          Em parte/           cumprimento assinalada                  Áreas de Melhoria            Acções de melhoria
             Indicadores
                                            Não                    (campo único)                       (campo único)                 (campo único)
                                          aplicável
E6.1. Na equipa existem elementos                         .
com as seguintes características:                                                                .                          ..
         experiência profissional e/ou
          formação em avaliação?
         competências técnicas na
          área de formação em causa?
         experiência e/ou formação
          pedagógica?
E6.2. Encontra-se identificado,
reconhecido pela equipa, o colaborador
que lidera/coordena os trabalhos de
avaliação? Se for externo, existe
formalização contratual que garanta
estabilidade da sua ligação à entidade?
E6.3. Caso intervenha também no
domínio do desenvolvimento/execução
prevê metodologias de
acompanhamento de todo o processo,
com vista a uma melhor garantia e
controlo de resultados face aos
objectivos pré-defenidos?
E6.4.. Existe um referencial
metodológico de avaliação
desenvolvido? Está formalizado de
forma explícita, documental?
E6.5. Em qualquer trabalho de
avaliação é aplicado um plano de
acção detalhado, comunicado ao
cliente, com a calendarização das
várias fases, com indicação dos
intervenientes e dos recursos a
mobilizar?
E6.5. No plano de execução da
avaliação estão incluídos os níveis de
avaliação a abranger, respectivas
metodologias e instrumentos
associados?



                                                                                                                                                        30
                                         Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                         Em parte/       cumprimento assinalada          Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
             Indicadores
                                           Não                (campo único)               (campo único)        (campo único)
                                         aplicável
E6.6.Está prevista a forma de
envolvimento dos vários actores-chave
num processo de avaliação?

E6.7. São analisados os resultados
finais das acções face aos objectivos
traçados (ao nível de cada competência
a desenvolver)?
E6.7. Existem projectos em que a
avaliação alcança, pelo menos, o nível
3 do modelo de D. Kirkpatrick?
Os impactos da formação no posto de
trabalho/contexto de actuação real dos
formandos pós-formação são aferidos?
E6.8. As metodologias utilizadas são
diversificadas, garantindo dados
objectivos (vão além dos inquéritos,
entrevistas…)?
E6.9. Se a avaliação incide sobre
formação da própria entidade, os seus
resultados são usados na melhoria de
projectos futuros? Constam do
Balanço de Actividades?
E6.10 Existem práticas de
monitorização e controlo do processo
de avaliação? (que garantam
cumprimento de prazos, focalização
nos objectivos, etc.)

E6.12. Se desenvolve estudos de
avaliação ao nível sectorial, tem um
referencial Metodológico específico?
Contempla o enquadramento sócio-
económico dos resultados da
formação? Contempla o impacto da
formação ao nível das necessidades de
desenvolvimento das competências-
chave sectoriais? Propõe actuações aos
decisores para futuras intervenções,
políticas de formação, etc.




                                                                                                                                  31
Requisitos Específicos
7. Outras Formas de Intervenção
                                             Sim/Não/        Fundamentação da classificação de
                                             Em parte/           cumprimento assinalada                  Áreas de Melhoria       Acções de melhoria
              Indicadores
                                               Não                    (campo único)                       (campo único)            (campo único)
                                             aplicável
E7.1 Existem actividades relacionadas
com formação/inserção social, que não                         .                                        .                        .
sendo de natureza formativa, contribuem,
a montante ou juzante, para os seus
objectivos?
São intervenções estruturadas, regulares?


E7.2. Os recursos humanos envolvidos
são ajustados às características das
intervenções em causa?
                                                                                                 x



E7.3. Existe(m) referencial(ais)
metodológico(s) que regulem as
intervenções em causa? Estes referenciais
contemplam objectivos, destinatários,
etapas, metodologias, intervenientes e
instrumentos?

E7.4. Estão definidos para cada actividade
modelos de controlo e de monitorização
que permitam acompanhar e aferir o
alcance dos objectivos?




                                                                                                                                                      32
FORMAÇÃO A DISTÂNCIA
Requisitos Específicos
3. Concepção

                                           Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                           Em parte/       cumprimento assinalada              Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores
                                             Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                           aplicável
ED3.1. Existem colaboradores na equipa
com formação e experiência em na
concepção de soluções formativas a
distância e respectivas metodologias? Há
pelo menos um elemento que se pode
considerar especialista na matéria?
ED3.2.Há uma metodologia específica
para a concepção da formação a
distância?

ED3.2. Essa metodologia é suportada
numa ferramenta de autor?
Está integrada num sistema de gestão de                                                    x
aprendizagens e de conteúdos?
ED3.2. Existe uma adequação evidente da
metodologia de concepção aos canais de
distribuição e às opções pedagógicas
assumidas?
ED3.3. Os produtos concebidos
(intervenções formativas) têm associada:
- a definição de objectivos de
aprendizagem;
- uma estruturação de itinerários de
aprendizagem a distância (podendo
incluir momentos presenciais);
- a estruturação de unidades/sequências
de aprendizagem;
- a definição dos momentos de
consolidação e aplicação de
conhecimentos/competências adquiridos?




                                                                                                                                        33
                                                 Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                Indicadores
                                                 Em parte/       cumprimento assinalada          x   Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
                                                   Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                                 aplicável
  ED3.4.Os conteúdos de aprendizagem,
  destinados à formação a distância, têm
  características próprias para ser utilizados
  dessa forma, tais como:
     acessibilidade (fácil acesso pelos
      destinatários)
     legibilidade (qualidade da
      apresentação de gráficos, textos,
      imagens...)
     autonomia
     interactividade (potencia a relação
      activa entre o conteúdo e o utilizador)
     sequência pedagógica (de acordo com
      uma lógica construtivista de
      aquisições)
     navegabilidade interna (orientação e
      progressão dentro do conteúdo)
     flexibilidade (ajustado a ritmos de
      aprendizagem diferentes)
     práticas com retorno /”feedback”
      (possibilidade de o utilizador praticar
      e receber orientação/comentário ao
      seu trajecto de aprendizagem )
     reutilização (o conteúdo pode ser
      enquadrado em itinerários de
      aprendizagem diferentes).

(por oposição a conteúdos que apenas
sofrem uma transformação de formato –
manuais concebidos para formação
presencial, disponibilizados em PDF na
formação a distância).




                                                                                                                                              34
Requisitos Específicos
4.Organização

                                             Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                             Em parte/       cumprimento assinalada              Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores
                                               Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                             aplicável
ED4.1.Existe um coordenador/gestor da
formação interno, claramente
identificado, para as intervenções
formativas a distância?

ED4.1. Esse profissional tem formação
específica para coordenar/gerir um
dispositivo de formação a distância ou
experiência prévia na implementação
desse tipo de intervenções?

ED4.2..Existe um dispositivo pedagógico
(sistema com metodologias, instrumentos,
suportes…) suportado numa plataforma
tecnológica ou noutra alternativa, que
garanta as seguintes funcionalidades:
. helpdesk;                                                                                  x
. contratualização de aprendizagens;
. inscrições;
. divulgação;
. redes de contactos/fóruns (entre
aprendentes, tutores, gestores);
. disponibilização de conteúdos
pedagógicos;
. suporte da tutoria;
. orientação e apoio diverso aos
formandos;
. recepção e resposta a reclamações.
ED4.3. Existem métodos e instrumentos
de gestão dos recursos humanos
(formandos e tutores), capazes de
monitorizar a realização das várias etapas
do processo formativo e das
tarefas/actividades (formandos;
formadores; tutores) que lhe estão
associadas?
Esta gestão é transversal a todo o
processo?



                                                                                                                                          35
                                            Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
              Indicadores
                                            Em parte/       cumprimento assinalada          x   Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
                                              Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                            aplicável
ED4.3. Existem métodos e instrumentos
apropriados para a
distribuição/apresentação dos conteúdos
pedagógicos, suportados ou não por
plataforma tecnológica?
 (por oposição à sua disponibilização sem
método ou critério, nomeadamente
relacionados com o momento de
aprendizagem ideal para a sua introdução
ou utilização)




                                                                                                                                         36
Requisitos Específicos
5. Desenvolvimento

                                              Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
                                              Em parte/       cumprimento assinalada              Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
              Indicadores
                                                Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                              aplicável
ED5.1. Na equipa de colaboradores estão
incluídos tutores com formação em
métodos e técnicas de tutoria em contexto
de formação/ensino a distância ou
experiência prática na supervisão e
orientação pedagógica de
aprendentes/formandos a distância?

ED5.1. Na mesma equipa existe um
coordenador nomeado que obedece ao
Requisito ED4.1.?

ED5.2. Existe uma consonância entre o
modelo de formação e o modelo                                                                 x
pedagógico de aprendizagem (com
adequação a objectivos, destinatários)?

ED5.2. Tendo sido feita opção pelo
modelo misto (blearning) a relação entre
componentes presencial e a distância
obedece a critérios pedagógicos pré
determinados?
ED5.3. Existe um sistema de tutoria,
ajustado à formação e ao público-alvo?
ED 5.3. Esse sistema de tutoria é
divulgado com antecedência aos
candidatos a formandos?

ED 5.3. Esse sistema tem uma capacidade
de resposta suficiente, garantindo retornos
no prazo máximo de 48 horas?




                                                                                                                                           37
                                             Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
              Indicadores
                                             Em parte/       cumprimento assinalada          x   Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
                                               Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                             aplicável
ED 5.4. Esse sistema tem uma relação
equilibrada com o nível de autonomia e
de interactividade dos conteúdos?
 Quanto maior o carácter estático e linear
dos conteúdos/informação apresentada
aos formandos (relação formando-
conteúdo) maior deve ser o investimento
do dispositivo de formação na interação
formando-tutor.

ED5.5. O sistema de tutória é passivo
(reage a pedidos) ou activo (promove
formas de comunicação e interacção entre
os próprios formandos e entre estes e os
tutores; introduz mecanismos de
incentivo e de feedback não solicitado;
prevê formas de organização do trabalho
em equipa; controla os trabalhos
individuais e colectivos e verifica
continuamente a evolução das
aprendizagens)?
ED5.6. Existe um sistema de avaliação
em consonância com o modelo de
formação (auto-
avaliação/heteroavaliação;
presencial/online)? Contempla
metodologias e instrumentos de avaliação
diagnostica; de reacção e de
conhecimentos?

ED5.6. Existe um sistema de avaliação
que garante a fiabilidade da informação
recolhida (respostas a testes/trabalhos
desenvolvidos)?

ED5.6. Esse sistema garante igualmente o
retorno dos resultados da avaliação
(óptica externa)?
… e o seu aproveitamento para o
processo de melhoria contínua do
dispositivo de formação (óptica interna)?



                                                                                                                                          38
                                           Sim/Não/    Fundamentação da classificação de
              Indicadores
                                           Em parte/       cumprimento assinalada          x   Áreas de Melhoria   Acções de melhoria
                                             Não                (campo único)                   (campo único)        (campo único)
                                           aplicável
ED5.7. Os conteúdos de aprendizagem
possuem as características previstas no
requisito ED3.4.?

ED5.7. Havendo características com
menor expressão nos conteúdos, existe o
efeito “compensação” através de um
modelo de tutoria activo?

ED5.8. Existem suportes escritos que
regulam os serviços pedagógicos, as
actividades dos vários agentes
envolvidos, o trabalho individual e
colectivo (o que é esperado do formando;
do tutor;…)?

ED5.8. Existem guias que ajudam a
explorar materiais e conteúdos?




                                                                                                                                        39
V- Lista de evidências
Identificação das evidências que foram observadas, consultadas no processo de auto-avaliação e que suportam os seus resultados.
Assinale com “X” o(s) grupo(s) de requisitos no âmbito do qual/quais a evidência foi tida em conta.


          Evidências (planos, balanços, referenciais, instrumentos, etc.)                       E1   E2   E3   E4   E5   E6        ED   ED   ED
Nº                                                                          G1   G2   G3   G4                                 E7
                  Designação, data, localização do documento                                    D    P    C    O    D    A          3    4    5




                                                                                                                                             40
VI- Plano de Acções de Melhoria
Acções Correctivas e de Melhoria Previstas identificadas na auto-avaliação e aprovadas pela Direcção/Gestão de Topo


                                                                                  Grau de           Data de           Data de                            Observações
                                Acções de melhoria                               Prioridade          Início          Conclusão                   (estratégias; parcerias; etc.)
                                                                                 (ver legenda)




Grau de prioridade: 1- requer implementação imediata (<1 mês); 2 – implementação de curto prazo (entre 1 a 3 meses); 3-implementação necessária de médio prazo (3 a 12 meses); 4- implementação
necessária de longo prazo (> 1 ano).




                                                                                                                                                                                                  41
     VII- Painel de Indicadores de Acompanhamento
     Cada entidade deverá seleccionar/criar os seus próprios indicadores de acompanhamento, tentando não ultrapassar 3 por cada perspectiva (admite-se que no
     1º exercício ainda não possa apresentar dados para as colunas “Resultados” e “Desvios”).
     As metas devem ser fixadas no Plano de Intervenção; a interpretação dos desvios deve ser feita no Balanço de Actividades.

                                                                                                                      Metas
     Perspectiva
                                                                     Indicadores                                   (ano/período)   Resultados      Desvios
                                                                                                                       2006


       Clientes




      Processos


 Desenvolvimento
 e Aprendizagem




     Resultados




Adaptado de Robert S. Kaplan e David P. Norton (vide Bibliografia)




                                                                                                                                                             42
Anexo- Bibliografia
a) Para utilizar este instrumento, é importante/indispensável a consulta de algumas publicações do IQF (por ordem de prioridade)

Sistema de Acreditação de Entidades Formadoras - Requisitos de Acreditação (Standards) – Instituto para a Qualidade na Formação (IQF), 2002, Lisboa
www.iqf.gov.pt

Colecção Guias Metodológicos (Guia para a Concepção de Cursos e Materiais Pedagógicos, IQF, 2004 (www.iqf.gov.pt/concepcao ); Guia para a
Inclusão, IQF, 2005 (www.iqf.gov./inclusao );
Outras Publicações IQF

b) Apresentam-se ainda algumas referências de organismos e documentos que foram consultados para construir este instrumento de auto-avaliação, numa
perspectiva de Benchmarking com outros sistemas de reconhecimento e de certificação internacionais. Recomenda-se a sua consulta para o próprio
desenvolvimento interno do exercício de auto-avaliação por parte da entidade formadora.

Assessor Scorebook/ The Radar Card– European Foundation for Quality Management (EFQM), 2003, Bélgica
www.efqm.org

An European Guide on Self-Assessment for VET-Providers – European Centre for the Development of Vocational Training ( CEDEFOP)
www.cedefop.gr

The Strategy-Focused Organization – Robert S. Kaplan; David P. Norton, Harvard Business School Press, 2000

ISPI’s Performance Technology Standards – International Society for Performance Improvement (www.ispi.org), 2002, Maryland, USA

Self-Assessment Report – New South Wales Vocational Education and Training Accreditation Board, 2005, Australia
www.vetab.nsw.gov.au

Estrutura Comum de Avaliação (CAF) – Melhorar as Organizações Públicas através da auto-avaliação, 2003, DGAP




                                                                                                                                                      43

								
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