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ÍNDICE
INTRODUÇÃO .........................................................................................................................................................................2
1- Programa de gestão administrativa ..........................................................................................................................................5
1.1 Plano orçamental ................................................................................................................................................................6
1.2 Plano da afectação de recursos .........................................................................................................................................7
1.3 Plano de intervenção em áreas prioritárias. .......................................................................................................................8
1.4 Plano de manutenção e recuperação de equipamento. .....................................................................................................8
2. Programa de acção da Assembleia de Escola .........................................................................................................................8
2.1 Plano de monitorização da implementação de planos de melhoria. ..................................................................................9
3.Programa de acção do Conselho Executivo ............................................................................................................................10
4. Programa de acção do Conselho Pedagógico .......................................................................................................................13
4.1.Plano de acompanhamento das actividades de enriquecimento curricular .....................................................................17
4.2 Plano de revisão do Regulamento Interno .......................................................................................................................17
4.3 Plano de coordenação e monitorização das equipas pedagógicas .................................................................................17
5. Gestão de Recursos Humanos ..........................................................................................................................................18
5.1 Plano de distribuição de serviço docente .........................................................................................................................18
5.2 Plano de distribuição de serviço não docente ..................................................................................................................21
5.4 Plano de ocupação plena dos alunos do ensino básico e secundário .............................................................................27
7. Faltas dos alunos: .......................................................................................................................................................................28
8. Registo no livro de ponto da turma: ............................................................................................................................................29
9. Registo no caderno diário dos alunos: ........................................................................................................................................29
1.Planos de Departamentos Curriculares/Áreas Curriculares ....................................................................................................32
1.1 Departamento de Educação Artística, Tecnológica e Física ............................................................................................32
1.2- Departamento de Ciências e Tecnologias ......................................................................................................................42
ACTIVIDADE ...................................................................................................................................................................................51
OBJECTIVOS .............................................................................................................................................................................51
TIPO DE AVALIAÇÃO .....................................................................................................................................................................51
1.3- Departamento de Ciências Sociais e Humanas ..............................................................................................................63
1.4- Departamento de Línguas ...............................................................................................................................................82
2. PLANO DE ACTIVIDADES da COORDENAção DE DIRECTORES de Turma .....................................................................93
3. Planos de recuperação de aprendizagens não realizadas ...................................................................................................102
4. Planos de reforço das aprendizagens ..................................................................................................................................102
5. Planos de valorização de aprendizagens realizadas ............................................................................................................102
6. Plano de Intervenção para Currículo Escolar Próprio e Alternativo dos Alunos com NEE ..................................................102
7. Coordenação de projectos -Plano de Actividades ................................................................................................................103
8. Plano de formação de professores, pessoal administrativo e pessoal auxiliar de acção educativa .....................................104
9. Plano de tutorias ...................................................................................................................................................................106
Anexos ..........................................................................................................................................................................................131
PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES DA ESCOLA
ANO LECTIVO 2007-2008
INTRODUÇÃO
O presente documento é uma proposta a ser apresentada à Assembleia de Escola, tendo presente o disposto no art.º 26º,
alínea d) do Decreto-Lei n.º 115-A/98, de 4 de Maio, e alteração introduzida pela alínea c) do mesmo artigo na Lei 24/99,
tendo contado com as propostas de diversos órgãos e intervenientes da comunidade escolar.
O plano anual de actividades do ano lectivo 2007-2008 da Escola Secundária com 3.º Ciclo Dr. Joaquim Gomes Ferreira
Alves, Valadares, é um dispositivo de operacionalização das finalidades contidas no Projecto Educativo de Escola, cujas grandes
metas deste centram-se no esforço de tornar a escola capaz de construir a autonomia enquanto:
«Lugar de Formação com um horizonte de melhoria de 15% nos próximos três anos escolares dos seus
estudantes e redução/anulação das taxas de abandono;
Lugar de Investigação, dando visibilidade às diferentes pesquisas relevantes e de interesse para a
comunidade educativa;
Lugar de Orientação na construção de projectos de vida autónomos;
Lugar de Encontros e Partilhas de saberes e de vivências;
Lugar Acolhedor regido por princípios de solidariedade e humanismo;
Lugar de Redes Educativas que aproximem, facultem e construam saberes;
Plataforma para o Mundo do Trabalho articulada com a realidade comunitária, da região, do país e do
mundo»1.
Deste modo, cabe ao Plano Anual de Actividades de Escola clarificar o modo como os princípios orientadores do Projecto Educativo de Escola e ,
sobretudo, as suas metas e finalidades, são paulatinamente aplicadas. Assim sendo delineiam-se para este ano lectivo os seguintes objectivos:
a) incentivar a realização de cada aluno, como cidadão potencialmente autónomo e responsável, empreendedor, com projecto
de vida próprio e construtor dos suas próprias aprendizagens;
b) garantir o acompanhamento pedagógico do aluno, prestando atenção às aprendizagens e às competências necessárias a
uma integração social correcta, como cidadão de pleno direito;
c) atingir uma melhoria de 5% em média as taxas de sucesso pleno2 e relativo3 por turma e por disciplina;
d) promover a continuidade de uma prática construtiva de auto-avaliação de escola;
e) implementar planos de melhoria de acordo com os resultados da auto-avaliação de escola, através da sua correcta integração nos
diversos planos de acção dos órgãos de gestão, administrativo e de articulação curricular;
f) valorizar a aproximação dos pais e encarregados de educação na vida escolar da comunidade;
g) garantir a formação e certificação dos adultos da região através do Centro de Novas Oportunidades.
Os objectivos gerais, operacionais e estratégias conducentes às finalidades acima enunciadas assenta em duas dimensões
orientadoras, uma organizacional e outra de sociabilização, tendo como base os seguintes documentos estruturantes:
1 Projecto Educativo de Escola, texto policopiado, 2007, p.7
2 Entende-se por taxa de sucesso pleno o calculo realizado tendo em consideração todos os alunos da turma, do ano ou do ciclo com todas as classificações
positivas.
3 Entende-se por taxa de sucesso relativo, ou apenas sucesso, o calculo realizado no universo de todos os alunos da turma, do ano ou do ciclo.
2
O Projecto Educativo de Escola e as indicações da Assembleia de Escola para a sua implementação;
O Projecto Curricular de Escola;
O Regulamento Interno de Escola;
O quadro legislativo.
O Plano Anual de Escola apresenta-se organizado em programas e subprogramas de modo a estabelecer uma inter relação
entre as dimensões organizacional e de sociabilização e, em simultâneo, responder a uma operacionalização mais eficaz.
Numa perspectiva de prestação de melhor serviço à comunidade educativa, cimentada numa cultura de transparência e
partilha, importa enraizar o espírito de exigência da responsabilização de todos os intervenientes na acção educativa. Deste
modo procurar-se-á:
a) reduzir a taxa de abandono e absentismo;
b) aumentar as taxas de sucesso quer ao nível de resultados da avaliação sumativa, quer da avaliação externa ou de
acesso ao ensino superior público.
a) assegurar níveis de rigor e qualidade nas práticas educativas;
b) acompanhar o percurso do aluno através de um regime de tutoria, em articulação com outros órgãos, dando instrumentos
que lhes permitam desenvolver capacidades de inovação, sentido auto critico e empreendedor;
c) proporcionar apoio educativo centrado em aprendizagens significativas no desenvolvimento de técnicas de estudo e na
construção de um projecto pessoal de aprendizagem;
d) aprofundar o envolvimento das famílias na escola e na educação escolar dos alunos;
e) promover a disciplina e prevenir comportamentos de risco para a saúde;
f) fomentar a prática de diálogo e partilha de saberes e experiências;
h) responder às necessidades formativas de jovens e adultos do meio onde se encere a Escola.
No entendimento do Projecto Educativo de Escola, a educação deve ser valorizada nas “dimensões formativas, integrando
a construção participada de saberes e o desenvolvimento de atitudes e valores, numa perspectiva socializadora, responsável e
multicultural”4, entendendo-se a “Escola como um espaço de saberes e de aprendizagens, de pertença, enriquecida pela
pluralidade de formações, de motivações, de capacidades e conhecimentos, indo ao encontro das necessidades do meio
envolvente, da região e do país, num processo de aprendizagem organizacional”5.
Deste modo, cabe ao Plano Anual de Actividade descrever as suas linhas orientadoras na promoção de estratégias
pedagógicas conducentes à aquisição e desenvolvimento de competências relevantes expressas nas diversas actividades
disponíveis à Comunidade Educativa, assegurando níveis de rigor e qualidade; espírito de iniciativa, inovador e empreendedor.
Assim sendo, para além do habitual funcionamento das equipas pedagógicas, a escola apresenta este ano lectivo, na
organização dos seus órgãos de articulação pedagógica, coordenação de cursos de ensino secundário recorrente nocturno; um
coordenador das ofertas educativas no âmbito da iniciativa Novas Oportunidades, o Director do Centro Novas Oportunidades,
que inclui o Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, Educação-Formação, Curso Profissional e
Cursos de Educação e Formação de Adultos. O Director e a Coordenadora Pedagógica têm assento no Conselho Pedagógico.
4 Projecto educativo de Escola 2005/2008- Valadares, texto policopiado, p. 11
5 Idem, ibidem,p.11
3
Cada curso de Educação e Formação de Jovens e os Cursos Profissionais, (Técnico de Gestão, Técnico de Turismo,
Técnico de Animação Social e Técnico Administrativo) possuem um director de Curso.
Mantêm-se as equipas pedagógicas de 7.º e 8.º anos, com a Língua Materna a manter relevância, como dimensão
essencial e transversal no 3.º ciclo, através do acréscimo de meio bloco na disciplina de Língua Portuguesa no 7.º Ano e de
igual tempo na Língua Estrangeira I, no 8.º ano. Merece, ainda, nota de relevo o segundo ano de funcionamento do plano de
Matemática que abrange todo o terceiro ciclo, com estratégias de implementação diversificadas em função do ano a aplicar. A
existência de três cursos de Educação Formação para alunos de ensino básico, de tipo 2, abrangendo uma população escolar
entre os 15 e os 18 anos consubstanciam uma aposta estratégica da escola que visa, por um lado, qualificar jovens em risco de
abandono escolar e, por outro, dar resposta aos interesses da comunidade educativa. É nesta lógica que se inscreve a aposta
crescente nos cursos de formação para adultos (cursos EFA). Para além dos aspectos enunciados, merecem menção a
continuação da aplicação de planos de melhoria baseados em práticas regulares de auto-avaliação, o aprofundamento do
envolvimento dos alunos nos processos de melhoria da Escola, a adesão a processos que contribuam para elevar níveis de
qualificação académica e cultural da comunidade educativa, procurando-se estabelecer na escola um funcionamento regular
que seja capaz de uma inovação constante, orgânica, promotor de aprendizagens. Trata-se de um conjunto de finalidades para
as quais o presente plano procura, de alguma forma, lançar as bases e que apenas será exequível com o esforço e dedicação
de todos os envolvidos, com particular relevo para os professores.
4
I Programa de gestão administrativa e pedagógica
1- Programa de gestão administrativa
Calendarização do ano escolar
O calendário para o ano escolar 2007-2008 é o constante do quadro seguinte:
Período Início Termo
1.º 14 de Setembro de 2007 14 de Dezembro de 2007
2.º 3 de Janeiro de 2008 14 de Março de 2008
31 de Março de 2008 6 de Junho para os 9.° 11.°e 12° anos;
20 de Junho para os restantes do ensino regular
3.º
diurno;
13 de Julho para o ensino recorrente e cursos de
educação e formação.
As interrupções das actividades lectivas dos alunos do ensino regular diurno ocorrem nos seguintes períodos:
Interrupções Períodos
1 De 17 de Dezembro de 2007 a 2 de Janeiro de 2008
2 De 4 a 6 de Fevereiro de 2008
3 De1 7a 30 de Março de 2008
O calendário acima referido desenvolve-se de acordo com o disposto no Despacho n.º 14.272/2007 (2.ª Série) de 5 de
Julho, tendo vem conta o Despacho Normativo nº 24/2000, de 11 de Maio, com as alterações introduzidas pelo Despacho
Normativo nº 36/2002, de 4 de Junho.
Avaliação sumativa
Os conselhos de turma para avaliação sumativa realizar-se-ão em:
Datas
1.º Período 17,18 e 19 de Dezembro de 2007
2º Período 17,18 e 19 de Março de 2008
9 e 11 de Junho de 2008 - 9.°, 11.° e 12o Ano
3º Período
23, 25 e 26 de Junho de 2008 - restantes anos do ensino regular
5
Exames
O calendário de exames nacionais será estabelecido pelo Ministério da Educação.
O calendário de exames de equivalência à frequência para o Ensino Secundário depende de definição de Despacho anual
que define o regulamento de Exames.
Ter-se-á em consideração para a respectiva calendarização, nos casos e que esta estiver a cargo da Escola, a não
realização, sempre que possível, de mais do que uma prova por dia pelos alunos inscritos em dois ou mais exames.
Matrículas e Formação de Turmas
Sem prejuízo de outras datas que se venham a revelar mais oportunas, as matrículas para o ano lectivo 2008-2009
decorrerão nos dias 1 e 2 de Julho de 2008 e a formação de turmas entre 3 a 18 de Julho de 2008.
1.1 Plano orçamental
O orçamento anual de escola é composto por dotações financeiras do Estado para satisfação de despesas regulares e
valores de compensação em receita.
Em função das linhas orientadoras da Assembleia, a aplicação das verbas de compensação em receita assume as
seguintes prioridades para 2007/8:
Manutenção, reparação e recuperação de espaços, instalações e equipamentos da escola;
Melhoria de condições e espaços para apoio ao estudo de alunos e trabalho de professores;
Aquisição de equipamentos essenciais ao funcionamento das actividades lectivas da escola;
Melhoria de sistema rede de comunicação interna (intranet), designadamente no âmbito da monitorização das
actividades lectivas e controlo de resultados;
Apoio ao desenvolvimento de projectos pedagógicos na escola;
Apoio ao desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis.
As actividades do Conselho Administrativo têm como referencial o quadro normativo em vigor, o Projecto Educativo de
Escola, o Regulamento Interno de Escola, as indicações e linhas orientadoras da Assembleia de Escola.
São objectivos da actividade do Conselho Administrativo para 2007-2008:
Gerir com eficácia e eficiência o plano de orçamento anual de escola, em conformidade com as normas vigentes e as
linhas orientadoras da Assembleia, nos seus múltiplos aspectos;
Promover a reparação ou recuperação de instalações e equipamentos conducentes a um funcionamento adequado
da escola;
Implementar o funcionamento do POC-Educação como instrumento de gestão e planeamento mais eficaz;
Definir um plano para as despesas necessárias em função de prioridades educativas identificadas;
Promover a afectação de recursos financeiros necessários à implementação de prioridades educativas;
Afectar recursos financeiros para iniciativas de âmbito pedagógico promotoras de melhores condições de
aprendizagem e de coesão entre os membros da comunidade escolar;
Apoiar iniciativas conducentes à melhoria dos locais de trabalho dos professores;
6
Afectar recursos para melhorar a comunicação interna, designadamente no âmbito da comunicação interna e da
monitorização de resultados;
Colaborar com o Centro de Formação de Professores Gaia-Sul no desenvolvimento do respectivo plano de formação.
Calendário de Reuniões
Reuniões ordinárias do Conselho Administrativo ao longo do ano lectivo:
Datas (2007/2008)
1.º Período 20 de Setembro; 11 de Outubro; 8 de Novembro; 29 de Novembro; 13 de Dezembro.
2º Período 10 de Janeiro; 7 de Fevereiro; 6 de Março.
3º Período 10 de Abril; 8 de Maio; 5 de Junho; 10 de Julho.
É previsível, para o ano 2007-2008, um montante de receitas próprias (bufete, utilização de instalações, taxas e
emolumentos e outros) de 49.000 euros. Tendo em conta o montante previsto, são os seguintes os planos para compensação e
receitas em 2007-2008.
1.2 Plano da afectação de recursos
Entende-se por afectação de recursos a aquisição de equipamentos e a adequação ou reformulação de novos espaços,
com vista ao reforço e melhoria de actividades pedagógicas e administrativas. Para 2007-2008, o plano a desenvolver é o
seguinte:
1. Na sequência de renovação de espaço de auditório, aquisição de mobiliário (mesas, cadeiras, biombos) para
apetrechamento do espaço, dotando-o de zonas de estudo individual ou em grupo, com capacidade total para 60 a 80 alunos. .
Valor estimado – 2.500 euros (IVA incluído);
2. Aquisição de cinco novos computadores para sala de professores e sala de directores de turma, melhorando as
condições de trabalho docente e trabalho com programa de gestão de alunos (GIAE) - Valor estimado – 3.700 euros (IVA
incluído);
3. Reforço do apetrechamento do espaço para o Centro Novas Oportunidades, designadamente no âmbito do CRVCC, com
aquisição de mobiliário (armários: 600 euros – IVA incluído); material informático (2.150 euros – IVA incluído), de acordo com
crescimento do número de formandos e crescimento do Centro.
4. Aquisição de bens duradouros e não duradouros para afectação a actividades pedagógicas dos diferentes departamentos
curriculares e cursos (exceptuando cursos de educação e formação, cursos profissionais e RVCC). Valor estimado – 2.150
euros (IVA incluído);
5. Publicações de documentos estruturantes da escola: regulamento interno, projecto educativo, projecto curricular. Valor
estimado – 750 euros (IVA incluído).
7
6. Sessão do quadro de valor e de excelência. Valor estimado – 750 euros (IVA incluído).
1.3 Plano de intervenção em áreas prioritárias.
As áreas prioritárias são definidas em função da resolução de situações problemáticas quanto à segurança e outras
necessidades urgentes no âmbito da actividade pedagógica, segurança e gestão da escola.
1. Aquisição de material e equipamento para a cozinha – máquina multiusos, renovação de palamenta. Valor estimado –
1.500 euros (IVA incluído);
2. Renovação e melhoria de equipamento desportivo: tabelas, balizas e comparticipação em obras de recuperação de
vedação de campo de jogos – 4.500 euros (IVA incluído);
3. Reformulação de rede de comunicação interna, a fim de dotar a escola de instrumentos de gestão e de segurança de
alunos mais eficaz. Valor estimado para reforço de equipamento e melhoria de rede informática: 6.150 euros (IVA incluído);
Valor estimado para melhoria de rede informática – 1.150 euros (IVA incluído);
Valor estimado para aquisição de servidor para monitorização permanente de resultados de alunos – 5.000 euros (IVA
incluído).
4. São consideradas áreas prioritárias de intervenção todas aquelas que forem definidas em resultado da auto-avaliação em
curso e das necessidades que aí forem definidas. Serão afectados os recursos disponíveis no orçamento da escola para 2008,
no que diz respeito a actividades pedagógicas.
1.4 Plano de manutenção e recuperação de equipamento.
1.Contratos anuais de manutenção de equipamentos informáticos, reprografia, jardins, desinfestação, extintores, “software”
de gestão, seguros de contratos de planos ocupacionais do Centro de Emprego e Formação Profissional. Valor estimado –
18.500 euros (IVA incluído).
2. Recuperação e reparação de instalações e de equipamentos não mencionados nos pontos anteriores. Valor estimado –
5.000 euros (IVA incluídos).
3. Actualizações de parque informático. Valor estimado – 1.500 euros (IVA incluído).
2. Programa de acção da Assembleia de Escola
A Assembleia de Escola rege-se pelo disposto no Decreto-Lei n.º 115-A/98, de 4 de Maio, Lei n.º 24/99, de 22 de Abril,
Decreto Regulamentar 10/99, de 10 de Maio, e Regulamento Interno de Escola.
São objectivos operacionais da Assembleia de Escola:
Acompanhar o funcionamento da Escola nos seus múltiplos aspectos e a implementação do Projecto Educativo e
Projecto Curricular de Escola;
8
Definir linhas orientadoras para elaboração do orçamento;
Definir medidas promotoras para a melhoria qualitativa da escola;
Emitir recomendações para a melhoria do funcionamento de Escola;
Promover o relacionamento com a comunidade educativa;
Reconhecer comportamentos de alunos que manifestem espírito de solidariedade e contribuam para uma cidadania
activa e responsável;
Emitir pareceres sobre contas de gerência;
Aprovação de Regulamento interno;
Monitorização da aplicação de planos de melhoria resultantes do processo de auto-avaliação de escola;
A Assembleia de Escola reúne ordinariamente uma vez por trimestre e extraordinariamente sempre que seja convocada
pela respectiva presidente, por sua iniciativa, a requerimento de um terço dos seus membros em efectividade de funções ou por
solicitação do Presidente do Conselho Executivo.
Actividades a desenvolver pela Assembleia de Escola ao longo do ano lectivo:
Actividades Calendarização
Apreciação e aprovação da proposta de Plano Anual de Actividades;
Definição de linhas orientadoras para elaboração de projecto de orçamento de Escola para
2008;
1º Período
Desenvolvimento do processo de auto-avaliação de escola e implementação do plano de
melhoria.
Organização, em conjunto com Conselho Pedagógico e Conselho Executivo, de cerimónia de
distinção de alunos do Quadro de Valor e Excelência relativo ao ano lectivo de 2006/2007;
Apreciação de relatório e contas de gerência do Conselho Administrativo relativas ao ano de 2.º Período
2007.
Apreciação de relatório crítico de aplicação do plano anual de actividades;
Definição de linhas orientadoras para o ano lectivo de 2008-2009;
Acompanhamento da aplicação de planos de melhoria de acordo com os resultados da auto- 3.º Período
avaliação de escola.
Aprovação de proposta para cargos de assessoria do Conselho Executivo.
Acompanhamento do funcionamento da Escola nos seus múltiplos aspectos; Ao longo do ano
Estruturar projecto de autonomia de Escola lectivo
2.1 Plano de monitorização da implementação de planos de melhoria.6
Objectivos:
- Garantir uma eficaz implementação de documentos orientadores e estruturantes de escola.
- Promover alterações decorrentes da autoavaliação nos seus documentos orientadores e estruturantes.
Calendarização:
9
- Criação de grupo de trabalho e realização da monitorização da implementação dos planos de melhoria – ao longo do ano.
- Criação de grupos de trabalho de análise da implementação do PEE, PCE e RI - 1.º período.
- Criação de grupo de trabalho de reestruturação do RI – 1.º e 2º períodos.
- Discussão pública de revisão do RI.
- Divulgação das alterações necessárias nos documentos orientadores de escola – final do ano lectivo.
- apreciação dos resultados da implementação dos planos de melhoria – 2.º e 3.º Períodos.
Avaliação
A avaliação deste plano decorrerá ao longo do ano, através de questionários à comunidade educativa e de documentos de
reflexão dos grupos de trabalho.
Da avaliação resultante dar-se-á conhecimento à comunidade educativa.
3.Programa de acção do Conselho Executivo
As actividades do Conselho Executivo têm como referencial o quadro normativo em vigor, o Projecto Educativo e o Projecto
Curricular de Escola, o Regulamento Interno de Escola, assim como as indicações e linhas orientadoras da Assembleia de
Escola.
São objectivos da actividade do Conselho Executivo para 2007-2008:
Organizar o funcionamento das actividades escolares orientadas para a consecução dos objectivos do Projecto
Educativo;
Garantir a ocupação plena dos alunos durante o respectivo horário lectivo;
Promover esforços para a melhoria das aprendizagens e dos resultados;
Incentivar os diferentes intervenientes da comunidade educativa e colaborar na implementação de práticas de
melhoria em resultado de processos de auto-avaliação, em relação directa com os objectivos de Escola, bem como em acções
de avaliação e de melhoria da Escola;
Proceder à avaliação de pessoal docente e não docente, de acordo com legislação em vigor;
Promover mecanismos na Escola para o desenvolvimento profissional de pessoal docente e não docente, em parceria
com o Centro de Formação da Associação de Escolas Gaia-Sul;
Melhorar condições de trabalho para os docentes e pessoal não docente desenvolverem a sua actividade profissional,
bem como condições de aprendizagem para os alunos e exercício das funções dos pais e encarregados de educação;
Desenvolver esforços para a manutenção das condições físicas da escola, assim como os respectivos espaços
ajardinados;
Fomentar clima de cooperação, confiança e responsabilidade, entre os diversos membros da comunidade educativa;
Aprofundar o desenvolvimento de mecanismos de acesso à informação e comunicação potenciadores de melhores
condições de participação.
Actividades a desenvolver pelo Conselho Executivo ao longo do ano lectivo:
6 Plano de melhoria vide anexo I
10
Actividades Calendarização
Sensibilizar as forças de segurança locais para a necessidade de
Início do ano lectivo e sempre que necessário.
vigilância regular.
Recepção aos novos alunos e respectivos encarregados de
Setembro de 2007
educação – 7.º e 10.º anos
Participação em reunião de equipa de auto-avaliação. Setembro de 2007
Melhorar condições de trabalho dos directores de turma, com a
aquisição de novos computadores ligados ao sistema de gestão Setembro de 2007
integrada.
Melhorar condições de trabalho de professores – renovação de
parque informático e condições de acesso a Internet em sala de Setembro de 2007
trabalho dos professores
Promover reuniões de equipas docentes e conselhos de turma para
Setembro e Outubro de 2007
iniciar a elaboração do Projecto Curricular de Turma.
Reunião com delegados de área disciplinar para explicitação de
Setembro de 2007
plano de melhoria e respectiva implementação
Organizar as actividades lectivas e de acompanhamento de alunos
Setembro de 2007
em congruência com os objectivos traçados no Projecto Educativo
Criação e organização de sala de estudo Outubro/Novembro de 2007
Reunião com Associação de Pais para realização de balanço sobre
o início do ano lectivo e sobre as actividades a realizar ao longo do Outubro de 2007
mesmo.
Reunir com Assembleia de delegados de turma para eleição de
representante ao Conselho Pedagógico e sensibilização para a Outubro de 2007
promoção de melhoria de clima e de resultados da Escola.
Sensibilizar a Direcção Regional de Educação do Norte para as
necessidades de intervenção e recuperação em diversos espaços 1.º Período
físicos da Escola.
Promover de eleição de Associação de Estudantes Novembro de 2007
Lançamento de discussão pública de revisão do Regulamento
Dezembro de 2007
Interno
Avaliar as actividades pedagógicas realizadas durante o 1.º período Dezembro de 2007
Participar em avaliação externa de escola 1.º Período
Apresentar proposta de Plano de Actividades da Escola à
1.º Período
Assembleia.
Promover reflexão sobre oferta educativa para 2008-2009 e
seguintes, designadamente Cursos Profissionais, de acordo com
Janeiro de 2008
necessidades locais, recursos disponíveis e ao alcance da Escola na
respectiva afectação, articulando com rede concelhia.
Organizar a realização de provas de aferição interna e de provas Fevereiro de 2008 e de acordo com calendário
11
intermédias estabelecido superiormente (para as provas de
avaliação intermédia)
Promover sessão cultural de homenagem aos alunos do quadro de
Março de 2008
valor e excelência da escola relativo ao ano lectivo 2006-2007.
Avaliar as actividades pedagógicas desenvolvidas ao longo do 2.º
Março de 2008
período.
Organizar painel com diferentes profissionais para esclarecimento e
Abril de 2008
contributo de orientação profissional de alunos dos 9.º e 12.º anos.
Promover a reflexão sobre as prioridades educativas da Escola,
tendo em conta a avaliação intermédia das actividades pedagógicas, Abril de 2008
bem como da implementação dos planos sectoriais de melhoria.
Desencadear processo relativo à eleição da Direcção Executiva, de
Abril de 2008
acordo com a legislação em vigor.
Promover a revisão de critérios de distribuição de serviço docente,
tendo em conta o quadro legal vigente, as prioridades definidas e os Maio de 2008
projectos a implementar.
Participar no Cortejo do “Maio Florido” e nas “Valadaríadas”,
organizados pela Junta de Freguesia de Valadares
Elaborar, em parceria com Instituições de Ensino Superior, de texto Maio de 2008
final relativo a protocolo de desenvolvimento de formação inicial de
professores em estágio, ouvido o Conselho Pedagógico.
Elaborar relatório final da execução do plano anual de actividades a
Julho de 2008
submeter à apreciação da Assembleia
Assegurar gestão e desenvolvimento do Centro Novas
Oportunidades, como entidade promotora do CRVCC, pelo Ao longo do ano lectivo
Despacho n.º 17.747/2006, de 31 de Agosto.
Promover reuniões de reflexão, convidando especialistas,
quando possível, para debate/esclarecimento de questões
Ao longo dos 2.º e 3.º períodos
promotoras da melhoria da escola, em geral, e das aprendizagens
de alunos, em particular.
Planear, coordenar, superintender e assegurar a execução das
actividades e serviços da Escola no âmbito das respectivas Ao longo do ano lectivo
atribuições formais e parecer da Assembleia de Escola.
Aprofundar as relações existentes e estabelecer novas relações
de parceria com diferentes intervenientes que possibilitem a
formação adequada de alunos dos cursos tecnológicos, profissional Ao longo do ano lectivo
e profissionalizantes (IEFP, Empresas, Juntas de Freguesia, Câmara
Municipal de Vila Nova de Gaia)
Estabelecer relações de cooperação e responsabilização com
Ao longo do ano lectivo
diferentes intervenientes, através de intervenção célere em casos de
12
indisciplina.
Participar nos órgãos formais em que têm assento os seus
Ao longo do ano lectivo
elementos.
Promover, em conjunto com o Conselho Pedagógico, acções de
formação e sensibilização a docentes e não docentes, congruentes Ao longo do ano lectivo
com os objectivos de Escola.
Apoiar e acompanhar a execução de projectos inovadores que
Ao longo do ano lectivo
visem o sucesso educativo dos alunos.
Promover e acompanhar, juntamente com o Conselho
Pedagógico de Escola, a execução adequada do Projecto Educativo Ao longo do ano lectivo
de Escola e dos planos sectoriais de melhoria.
Supervisionar, em conjunto com o Conselho Pedagógico,
processos de avaliação de alunos, tendo em conta critérios e Ao longo do ano lectivo
planificações definidos no início do ano lectivo.
Reunir periodicamente com a Associação de Pais e participar
em assembleias, reuniões, colóquios e outras realizações para que o Ao longo do ano lectivo
C. Executivo seja convidado
Proceder à avaliação do pessoal docente e não docente, de
Ao longo do ano lectivo
acordo com o quadro legal em vigor
Recepção – Setembro de 2007;
Organizar celebrações que incluam pessoal docente e não
Ceia de Natal – 19 de Dezembro de 2007.
docente da Escola.
Encerramento de ano lectivo – Julho de 2007.
Calendário de reuniões
As reuniões decorrem ordinariamente um vez por mês e extraordinariamente sempre que necessário. Realizam-se nas
seguintes datas as reuniões ordinárias previstas para o presente ano lectivo:
Datas (2007/2008)
1.º Período 14 de Setembro; 16 de Outubro; 20 de Novembro; 11 de Dezembro.
2º Período 8 de Janeiro; 12 de Fevereiro; 11 de Março.
3º Período 8 de Abril ; 6 de Maio; 3 de Junho; 8 de Julho
4. Programa de acção do Conselho Pedagógico
As actividades do Conselho Pedagógico têm como referencial as competências definidas no Decreto-Lei 115-A/98, de 4 de
Maio, a Lei 24/99, de 22 de Abril, o Projecto Educativo e o Regulamento Interno da Escola.
São objectivos operacionais do Conselho Pedagógico para o ano lectivo 2007-2008:
Incentivar a melhoria das actividades pedagógicas da Escola e os resultados dos alunos.
Promover a articulação das actividades de âmbito pedagógico da Escola.
Incentivar e apoiar iniciativas de índole formativa e cultural.
13
Apresentar propostas para a elaboração do Plano Anual de Actividades e pronunciar-se sobre o respectivo projecto.
Elaborar, em conjunto com outros elementos da comunidade educativa, cooptados para o efeito, actividades de
acompanhamento da execução do Projecto Educativo de Escola, do Projecto Curricular e do Plano Anual de
Actividades.
Promover e supervisionar a congruência entre práticas de ensino-aprendizagem e práticas de avaliação de
aprendizagens de alunos.
Analisar projectos, planos e documentos de índole pedagógica e dar sugestões para o seu desenvolvimento,
implementação e avaliação.
Fornecer juízos qualitativos acerca do desenvolvimento de projectos e da actividade pedagógica da Escola.
Intervir, nos termos da lei, no processo de avaliação docente e não docente.
Definir os requisitos para a contratação de pessoal docente e não docente, de acordo com o disposto na legislação
aplicável.
Pronunciar-se sobre proposta de regulamento interno.
Promover a formação e actualização dos profissionais da Escola, em colaboração com o Centro de Formação de
Associação de Escolas Gaia – Sul, com formadores internos ou com outras entidades de reconhecido mérito, a partir
de necessidades identificadas, incluindo-as no plano anual.
Dar pareceres sobre questões de âmbito pedagógico;
Colaborar na auto-avaliação da Escola;
Colaborar na elaboração de Plano de Melhoria da Escola.
Calendarização de actividades a desenvolver pelo Conselho Pedagógico ao longo do ano lectivo:
Actividades Calendarização
Análise e revisão do Regimento Interno.
Análise de documentos pedagógicos relativos ao funcionamento do ano
escolar 2007-2008:
- planificações, conteúdos e critérios de avaliação de alunos.
- documentos de registo de avaliação de alunos.
- nomenclatura a utilizar em registos de avaliação.
Setembro de 2007
Definição de medidas adequadas ao bom funcionamento das
actividades escolares.
Análise de plano de distribuição de serviço docente para a ocupação
plena dos alunos dos ensinos básico e secundário.
Organização de equipas de trabalho e secções do Conselho
Pedagógico. .
Reflexão sobre os resultados escolares dos alunos em 2006-2007 e
Setembro de 2007
medidas adoptadas.
14
Análise e aprovação de propostas para o Plano Anual de Actividades,
incluindo plano de formação de pessoal docente e não docente.
Outubro de 2007
Aprovação de plano de elaboração e aplicação das provas de aferição
interna em 2007-2008.
Apreciação de proposta de funcionamento de tutorias.
Aprovação de proposta de revisão do Projecto Curricular de Escola, a
apresentar à Assembleia de Escola.
Análise e parecer sobre linhas orientadoras para planos de recuperação,
acompanhamento e desenvolvimento.
Avaliação intermédia do desenvolvimento das actividades pedagógicas. Novembro de 2007
Apreciação de documentos de registo de avaliação de alunos.
Preparação das reuniões de conselhos de turma de final do 1.º período
e aprovação dos respectivos guiões e registos.
Análise de avaliação de final do 1.º Período e reflexão sobre as
actividades e planos de melhoria e de recuperação propostos.
Definição de linhas orientadoras para avaliações intercalares de 2.º
Janeiro de 2008
período.
Aprovação de cronogramas de desenvolvimento de exames de
equivalência à frequência e a elaborar a nível da escola.
Definição de linhas orientadoras para conselhos de turma intercalares do
2.º período.
Definição de propostas de oferta educativa para 2008-2009 para
Fevereiro de 2008
apresentar à Assembleia de Escola;
Supervisão da realização de provas de aferição interna.
Apreciação de equipas de trabalho para exames de 2008, bem como
dos respectivos procedimentos e calendários.
Aprovação de orientações para as reuniões de conselhos de turma para
avaliação sumativa de 2º período. Março de 2008
Emissão de parecer quanto aos protocolos a desenvolver com
instituições de ensino superior relativos à formação inicial de professores.
Análise de avaliação de final de 2.º Período e das actividades
curriculares realizadas.
Análise de ponto de situação relativamente à implementação do Projecto Abril de 2008
Curricular de Escola.
Reflexão sobre resultados das provas de aferição interna.
Análise e aprovação de matrizes (incluindo critérios de classificação)
para exames de equivalência à frequência.
Maio de 2008
Reflexão sobre funcionamento de estruturas de articulação educativa e
definição de propostas para a sua melhoria.
Apreciação das propostas dos departamentos curriculares para escolha Junho de 2008
15
de manuais escolares.
Apreciação de critérios para a elaboração de horários para 2008-2009.
Apreciação de critérios para a distribuição de serviço docente em 2008-
2009.
Apreciação de propostas de actividades de enriquecimento curricular
para 2008-2009.
Revisão de critérios de formação de turmas para 2008-2009.
Avaliação da aplicação de medidas implementadas nos planos de
recuperação, acompanhamento e desenvolvimento (elaboração de relatório
final).
Apreciação de propostas para o plano anual de escola de 2008-2009.
Definição de calendário escolar para 2008-2009.
Julho de 2008
Apreciação de resultados de auto-avaliação de escola e definição de
propostas para plano de melhoria (a integrar plano anual de escola de 2008-
2009).
Apreciação de processos de revisão de classificação e de retenções
repetidas (caso existam)
Análise e aprovação de propostas de visitas de estudo não previstas no
Ao longo do ano lectivo.
Plano Anual de Actividades.
Publicação de boletim electrónico (“newsletter”) do Conselho Ao longo do ano lectivo –
Pedagógico. periodicidade mensal.
Desenvolvimento e acompanhamento de plano de formação anual.
Acompanhamento e avaliação da implementação de planos de
Ao longo do ano lectivo
recuperação, acompanhamento e desenvolvimento.
Acompanhamento de projectos e actividades de âmbito pedagógico. Ao longo do ano lectivo
Colaboração no processo de auto-avaliação de escola Ao longo do ano lectivo
Adopção e monitorização de dispositivos de articulação pedagógica com
Ao longo do ano lectivo.
a Escola Básica de 2.º e 3.º ciclos de Valadares.
Supervisão dos processos de contratação de pessoal docente por oferta
Ao longo do ano lectivo.
de escola
Calendário de reuniões
As reuniões decorrem, ordinariamente, um vez por mês e extraordinariamente sempre que necessário. Realizam-se nas
seguintes datas as reuniões ordinárias previstas para o presente ano lectivo:
16
Datas (2007/2008)
1.º Período 12 de Setembro; 19 de Setembro; 10 de Outubro; 14 de Novembro; 28 de Novembro.
2º Período 9 de Janeiro; 13 de Fevereiro; 5 de Março.
3º Período 9 de Abril; 14 de Maio; 11 de Junho; 26 de Junho; 9 de Julho; 16 de Julho.
4.1.Plano de acompanhamento das actividades de enriquecimento curricular
Objectivos
- Apoiar a realização das actividades de enriquecimento curricular apresentadas pelos departamentos e ares disciplinares
- Promover e divulgar junto da comunidade educativa a realização de actividades de enriquecimento curricular.
- Avaliar a realização das actividades propostas realizadas
Calendarização
- Levantamento das actividades propostas pelos Departamentos curriculares e áreas disciplinares – 1.º período.
- Divulgação das actividades propostas – 1.º período.
- Apresentação de actividades e projectos que venham a ser propostos à escola – ao longo do ano.
- Avaliação das actividades realizadas ao longo do ano através de questionário e leitura de relatórios. – Final do ano lectivo.
Avaliação
A avaliação do plano de actividades do acompanhamento das actividades de enriquecimento curricular terá expressão no
relatório a apresentar pelo coordenador de projectos em Conselho pedagógico.
4.2 Plano de revisão do Regulamento Interno
Objectivos:
- Assegurar a actualização de documentos orientadores e estruturantes de Escola, de acordo com as necessidades
educativas e formativas.
Calendarização:
Criação de grupo de trabalho – 1.º Período
Levantamento e estudo de necessidades detectadas – 1.º e 2.º períodos.
Discussão pública da revisão do regulamento – 2.º período.
Elaboração de documentos para discussão e aprovação – 2.º período.
Aprovação de alterações ao RI – 3.º período.
Avaliação - Documento avaliação síntese do processo.
4.3 Plano de coordenação e monitorização das equipas pedagógicas
O plano de coordenação e monitorização das equipas pedagógicas decorre do plano de coordenação de directores de
turma, do plano de implementação de planificações e do plano de tutoria do 7.º e 10.º Ano.
4.4 Plano de implementação de Guias de Procedimentos
Objectivo:
17
- Acompanhar a aplicação procedimentos dos diversos órgãos da escola.
Calendarização:
- Análise de documentos reflexão decorrentes da aplicação de procedimento – 2.º e 3.º período.
4.5 Plano de acompanhamento de implementação de planificações
Objectivos:
- Promover o intercâmbio de experiências pedagógicas
- Elaborar documentos síntese de avaliação
- Confirmar a aplicação de planificações
Calendarização:
- Análise de planificações das diversas disciplinas. -1.º Período
- Propor grelhas de síntese de avaliação de final de período para os 3.º ciclo e secundário. – 1.º Período.
- Analisar os resultados da aplicação das planificações com base nos relatórios dos coordenadores de área disciplinar e dos
resultados de final de ano. – 3.º período
O plano de acompanhamento de implementação de planificações decorre dos planos de acção dos diversos Coordenadores
de Departamentos e de Áreas Disciplinares.
5. Gestão de Recursos Humanos
Os recursos humanos para a implementação do Plano são aqueles de que a Escola dispõe e referidos no P. C. E., bem
como aqueles que decorrem de parcerias que a Escola desenvolve com entidades externas. No casos do Cursos
Profissionalizantes e Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, a contratação de técnicos
externos obedece ao definido no Decreto-Lei n.º 35/2007, de 15 de Fevereiro e critérios definidos em Conselho Pedagógico.
5.1 Plano de distribuição de serviço docente
O plano de distribuição de serviço docente tem como quadro referencial o Despacho n.º 17 860/2007, de 13 de Agosto, que
altera o Despacho n.º 13 599/2006, de 28 de Junho, as indicações constantes em documentos orientadores, bem como os
critérios aprovados em Conselho Pedagógico realizado em Julho de 2007.
Nos casos de ausências previstas por docentes, promove-se a realização de permutas ou promove-se a realização de
substituições, de acordo com regulamento elaborado para o efeito e .que integra o presente Plano.
Objectivos:
- Assegurar o aproveitamento eficiente e racional dos recursos humanos existentes na Escola, garantindo o
acompanhamento educativo dos alunos enquanto estes permanecem no espaço escolar;
- Criar equipas docentes, com a atribuição preferencial de turmas comuns ao maior número possível, com particular
incidência para os 7.º e 8.º anos;
- Rentabilizar o perfil funcional e formativo de cada docente, flexibilizando quando necessário e possível o serviço
distribuído;
- Promover a constituição de equipas estáveis que acompanhem os alunos ao longo dos respectivos ciclos de estudos;
18
- Assegurar uma atribuição e gestão de horas de componente não lectiva, de acordo com linhas orientadoras aprovadas em
Conselho Pedagógico.
- No âmbito da elaboração de horários, assegurar a existência de tempos comuns de reunião para todos os docentes da
escola (Quartas-feiras, depois da 15:30).
Calendarização:
Actividades Calendarização
Elaboração de horários e respectiva distribuição Setembro de 2007
Elaboração de plano de acompanhamento de alunos no
Setembro de 2007
respectivo horário lectivo
Elaboração de materiais das diferentes disciplinas para ausência
Setembro e Outubro de 2007
não prevista de docentes.
Avaliação de aplicação de plano de distribuição de serviço,
tendo em conta as necessidades de ocupação plena dos alunos Dezembro de 2007
durante o seu horário lectivo.
Levantamento de necessidades ao nível de planos de
Dezembro de 2007
recuperação, desenvolvimento e de acompanhamento.
Ajustamento do plano face à avaliação realizada Janeiro de 2008
Avaliação intermédia da aplicação do plano de distribuição de
Março e Abril de 2008
serviço docente
Revisão de critérios de distribuição de serviço, de acordo com
prioridades e necessidades definidas em reflexão promovida para o Maio de 2008
efeito.
Apresentação de proposta de critérios de distribuição de serviço
Junho de 2008
docente para 2008-2009
Avaliação final de aplicação de plano de distribuição de serviço
Julho de 2008
lectivo 2007-2008
Avaliação:
Serão vários os momentos de avaliação da distribuição de serviço lectivo, com posteriores reajustamentos e novos
momentos de avaliação. Estes fazem parte da calendarização inserta no quadro anterior.
A atribuição de tempos de orientação educativa e coordenação pedagógica far-se-á de acordo com o estabelecido no
Despacho n.º 17 860/2007, de 13 de Agosto, designadamente o n.º 1 do art.º 4.º, que refere que ao número de horas de
redução da componente lectiva a que os docentes do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário tenham direito pelo
exercício de cargos de natureza pedagógica, designadamente de orientação educativa e de supervisão pedagógica, são
sucessivamente subtraídas as horas correspondentes à redução da componente lectiva semanal de que os mesmos já
beneficiem nos termos do artigo 79º do ECD.
19
Para além dos tempos resultantes da aplicação do artigo 79.º do ECD, são, ainda, considerados para atribuição de tempos
de coordenação, supervisão pedagógica, supervisão ou coordenação de actividades de enriquecimento curricular e de
acompanhamento de alunos em regime tutorial dois tempos de 45 minutos cada, designados tempos de escola.
a) atribuição de tempos de 45 minutos de coordenação de departamento e de área disciplinar:
N.º de Professores* Departamento Área Disicplinar
3 a 10 3 2
11 a 20 4 3
Mais de 20 5 4
b) Coordenação de ciclo, direcção de curso tecnológico, área curricular não disiplinar.
Direcção Área Curricular não
N.º de Turmas Coord.DT Ciclo
Curso Tec./Prof. disciplinar
1 - 3 -
2-6 2 4 1
7-11 3 - 2
Mais de 12 4 - 3
c) 5 tempos semanais de 45 minutos cada para gestão financeira dos Cursos abrangidos pelo PRODEP.
d) 6 tempos para coordenador de equipa TIC;
e) 3 tempos para Coordenador de Projecto para a Saúde;
f) 3 tempos semanais de 45 minutos para a coordenação de projectos.
g) 3 tempos semanais para técnico oficial de contas.
h) atribuição, até ao equivalente de um horário lectivo completo, de tempos para desenvolvimento de actividades da
equipa da Biblioteca;
i) inclusão nos horários de apoios pedagógicos acrescidos a alunos com necessidades educativas especiais, de acordo
com o estabelecido no Decreto-Lei n.º 319/91 ou outras decorrentes de identificação e fundamentação pelos respectivos
docentes ou de outras situação devidamente fundamentadas;
j) atribuição de um tempo de 45 minutos por cada grupo de alunos (7.º e 10.º anos) a acompanhar em regime tutorial, a
marcar em horário semanal comum de professor e alunos, sem prejuízo das actividades lectivas ou reuniões a que estejam
obrigados.
k) Aos coordenadores dos Cursos dos CEF e respectivos directores de turma serão atribuídos os números de tempos
constantes no Despacho n.º 453/2004, resultantes da aplicação de tabela incluída no documento “Ano lectivo de 2006-2007 –
algumas notas”.
As horas supervenientes resultantes da aplicação da formula do Despacho 17382/2001, serão aplicadas em:
a) Apoio educativo;
b) Complemento curricular;
c) Reforço das aprendizagens;
d) Acompanhamento de alunos em caso de ausência do respectivo docente;
20
e) Outras actividades de acompanhamento de alunos.
Componente lectiva Tempos lectivos Tempos supervenientes
(Art.ºs 77.º e 79.º do ECD) (blocos de 90 minutos) (blocos de 90 minutos)
22 11 1
20 10 1
18 9 1
16 8 0,5
14 7 0,5
12 6 0,5
Ouvido o Conselho Pedagógico, todos os docentes terão marcadas no respectivo horário:
1. Tempos lectivos a que estão obrigados no âmbito do artigo 77.º do ECD;
2. Tempos lectivos de aplicação dos tempos do artigo 79.º do ECD;
3. Tempos supervenientes, conforme quadro anterior;
4. Dois tempos de escola.
Nos casos dos horários incompletos os tempos supervenientes e de componente de escola serão proporcionais à
respectiva componente lectiva.
5.2 Plano de distribuição de serviço não docente
O pessoal não docente desempenha um papel importante no auxílio à implementação e realização das actividades da
Escola. O número insuficiente de auxiliares de acção educativa ao serviço, decorrente da tipologia das instalações,
configuração das áreas descobertas, necessidades de vigilância, serviços de apoio, funcionamento de ensino recorrente
nocturno, para além da ausência de dois auxiliares de acção educativa por doença prolongada há alguns anos, tem dificultado a
respectiva gestão e um exercício que promova a qualidade educativa nos seus múltiplos aspectos.
Na distribuição de serviço de pessoal não docente observam-se os critérios:
Respeito pela formação/competência específica sempre que a houver;
Adequação à função a desempenhar;
Respeito pelos direitos decorrentes da antiguidade nas funções;
Atendimento de preferências individuais desde que devidamente fundamentadas e não colidam com interesses de
natureza pedagógica.
Como forma de atenuar o problema da falta de auxiliares de acção educativa, o Conselho Executivo promoverá a
continuação da parceria com o Centro de Emprego e Formação Profissional de Vila Nova de Gaia para a continuação do "Plano
Ocupacional" de desempregados com perfil adequado ao desempenho de funções complementares à dos auxiliares de acção
educativa.
21
5.3 Princípios de organização de horários
Os critérios para elaboração de horários dos alunos para o 3.º ciclo e secundário seguem as orientações do Projecto
Educativo e do Projecto Curricular de Escola, com as indicações emanadas da Assembleia de Escola, tendo em conta as
realidades e possibilidades da escola. Para o ano lectivo 2007-2008, a escola adopta uma organização dos tempos lectivos de
acordo com o estabelecido no Decreto-Lei n.º 6/2001, de 6 de Janeiro, organizado em blocos de 90 minutos, com meios blocos
nos tempos sobrantes; é aplicado o turno normal (preferencialmente 2 a 2,5 blocos de manhã e 1 a 1,5 blocos no período da
tarde) para todas as turmas do ensino regular do 3.º ciclo. É também adoptado o regime de turno normal para as turmas dos
10.º ano e preferencial de manhã para os 11.º e 12.º anos, procurando libertar, sempre que possível, uma ou mais tardes da
semana.
Para todos os anos e cursos as aulas de Quarta-feira terminam às 15:30, a fim de permitir a realização de reuniões de
âmbito pedagógico, bem como outras actividades de formação que venham a ser consideradas úteis e pertinentes.
Adoptou-se, igualmente, a organização em blocos de 90 minutos para as turmas dos Cursos de Educação Formação de 3.º
Ciclo.
Grelha horária para ensino básico:
TEMPOS (0,5 bloco) Entrada Saída
1 08:30 09:15
1
2 09:15 10:00
3 10:20 11:05
1
4 11:05 11:50
0,
5 12:00 12:45
5
0,
5 13:00 13:45
5
6 14:00 14:45
1
7 14:45 15:30
8 15:45 16:30
1
9 16:30 17:15
22
Grelha horária para ensino secundário diurno:
TEMPOS (Blocos de 90 Entrada Saída
minutos)
1 08:30 10:00
2 10:20 11:50
3 12:00 13:30
4 14:00 15:30
5 15:45 17:15
Ensino Secundário Nocturno:
Entrada Saída
Noct 1 19:10 19:55
Noct 2 20:00 20:45
Noct 3 20:45 21:30
Noct 4 21:30 22:15
Noct 5 22:15 23:00
Noct 6 23:00 23:45
Turmas de 3.º Ciclo
7.º Ano (todas as turmas) – tempos de manhã – 2 blocos (2,5 em alguns dos dias) e 1 bloco ou 1,5 de tarde; inclusão das
áreas curriculares não disciplinar, de 1 bloco de Estudo Acompanhado, 1 bloco de Área de Projecto, 0,5 bloco de Formação
Cívica. No 0,5 bloco correspondente ao tempo a decidir pela escola, foi atribuído um reforço em Língua Portuguesa, visando o
aperfeiçoamento pelos alunos da prática da Língua Materna numa perspectiva funcional e comunicativa, tal como consta do
Projecto Curricular de Escola. Não deverá ser marcada qualquer aula após o oitavo tempo de cada dia. Sempre que possível, o
tempo para almoço ocorrerá entre as 12:45 e as 14:00 (exceptuam-se os casos em que será necessário alargar o período de
almoço imediatamente anterior à disciplina de Educação Física); a oferta educativa do 3.º ciclo inclui, ainda, Artes Plásticas. No
âmbito da oferta de Línguas Estrangeiras II, a oferta inclui a possibilidade de escolha entre Francês e Espanhol.
8º ano (todas as turmas) - 2 blocos (2,5 em alguns dos dias) e 1 bloco ou 1,5 de tarde; por força da adopção dos tempos de
90 minutos, haverá também um bloco destinado ao Estudo Acompanhado e 0,5 para o desenvolvimento de Formação Cívica
sob orientação do respectivo director de turma, tal como consta de do Projecto Curricular de Escola. Não deverá ser marcada
qualquer aula após o oitavo tempo de cada dia. O reforço de 0,5 bloco foi atribuído ao desenvolvimento de actividades de
Língua Estrangeira I (Inglês), no sentido de dotar os alunos de uma preparação mais consentânea com as exigência da
sociedade de comunicação, em geral, e para o ensino secundário, especificamente. Sempre que possível, o tempo para almoço
23
ocorrerá entre as 12:45 e as 14:00 (exceptuam-se os casos em que será necessário alargar o período de almoço
imediatamente anterior à disciplina de Educação Física); a oferta educativa do 8.º ano inclui, ainda, Artes Plásticas.
Na Área de Projecto, leccionada por um professor de TIC, os alunos desenvolvem projectos definidos nos respectivos
projectos curriculares de turma, com recurso prático às ferramentas informáticas, designadamente na criação, desenvolvimento
e manutenção de “portfolio” electrónico em plataforma “moodle”.
9º ano (todas as turmas): 2 blocos (2,5 em alguns dos dias) e 1 bloco ou 1,5 de tarde; por força da adopção dos tempos de 90
minutos, haverá também 0,5 bloco destinado ao Estudo Acompanhado e 0,5 para o desenvolvimento de um projecto de
Formação Cívica sob orientação do respectivo director de turma, 1 bloco para a Área de Projecto. Implementa-se ainda a
disciplina de Tecnologia da Informação e Comunicação. Sempre que possível, o tempo para almoço ocorrerá entre as 12:45 e
as 14:00 (exceptuam-se os casos em que será necessário alargar o período de almoço imediatamente anterior à disciplina de
Educação Física);
Nas turmas de ensino secundário, os horários organizam-se em turno normal, para o 10.º ano, com predominância da
ocupação lectiva se realizar no período da manhã para os restantes anos. Nos casos em que constrangimentos resultantes das
junções de turmas, desdobramentos de disciplinas e/ou número de horas curriculares na área de estudos não o permitam,
procura-se equilibrar a distribuição lectiva ao longo da semana, libertando, no mínimo, uma tarde em cada turma.
Nos cursos científico-humanísticos nas disciplinas abaixo designadas proceder-se-á ao desdobramento até uma unidade
lectiva semanal acrescida de um tempo de 45 minutos quando o número de alunos da turma for superior a 15, nas seguintes
disciplinas:
• Biologia e Geologia;
• Biologia;
• Desenho A;
• Física;
• Física e Química A;
• Geologia;
• Língua Estrangeira (na formação específica do curso de Línguas e Humanidades e de Línguas e Literaturas);
• Química.
Na componente de formação específica dos cursos científico-humanísticos até uma unidade lectiva semanal acrescida de
um tempo de 45 minutos quando o número de alunos da turma for superior a 15 e inferior ou igual a 22, e na totalidade da carga
horária semanal, quando o número de alunos for superior a 22, na disciplina de Oficina Multimédia B: até uma unidade lectiva
semanal, quando o número de alunos da turma for superior a 22, na disciplina de Desenho e Geometria Descritiva A.
As turmas dos cursos de Educação Formação, terão horário prioritariamente concentrado nas manhãs. Apesar de o projecto
permitir uma gestão flexível de tempos, parte-se de uma distribuição fixa que poderá ser flexibilizada em função de
necessidades decorrentes da acção da turma e disponibilidades da equipa de professores.
24
Os cursos em funcionamento como percursos diferenciados do ensino básico são os de Técnico de Electricista, Técnico de
Cabeleireiro, Assistente Administrativo e Técnico de Canalização, com organização e condições de realização definidas
naquele diploma.
Os Cursos Profissionais terão o seu horário organizado de acordo com o que foi definido nos respectivos planos.
O ensino recorrente nocturno tem as suas actividades lectivas ao longo de cinco tempos a partir das 19 horas e dez
minutos.
Cursos EFA e RVCC – horários definidos em função do número de adultos em processo de reconhecimento/formação.
Turmas e respectiva organização
A organização das turmas do 3.º ciclo tem em conta o quadro legislativo em vigor, nomeadamente o Despacho n.º
14026/2007, de 3 de Julho, assim como as orientações incluídas no Projecto Educativo de Escola e parecer do Conselho
Pedagógico. As turmas de 3º ciclo estão organizadas de acordo com os seguintes critérios:
7º , 8.º e 9.º anos
1. tendencialmente, máximo de 26 alunos, sempre que possível;
2. 20 alunos nas turmas que incluam alunos com necessidades educativas especiais, devidamente comprovadas, ao
abrigo do Decreto-Lei n.º 319/93;
3. manutenção de grupos - turma de alunos transitados, equilibrando os níveis etários, salvo ajustamentos que devam
ser efectuados por indicações pedagógicas devidamente fundamentadas, integração de alunos retidos, opções, ou outros;
4. as indicações para ajustamentos terão em conta, para além do número legal necessário para a formação de turmas,
o grau de desenvolvimento de competências e as aprendizagens realizadas, bem como a optimização de condições para
desenvolvimento dos planos de desenvolvimento dos alunos não transitados;
5. opções dos alunos;
6. manutenção de grupos-turma provenientes de outras escolas, quando estes escolham as mesmas opções/cursos;
7. colocação de alunos em turmas diferentes por indicação do conselho de turma do ano transacto.
Turma de 9.º Ano
O número 5.10 do Despacho n.º 14 026/2007, de 3 de Julho, refere que “Não poderão ser constituídas
turmas apenas com alunos em situação de retenção, devendo ser respeitada, em cada turma, a heterogeneidade do público
escolar, com excepção de projectos devidamente fundamentados pelo órgão de direcção executiva/direcção pedagógica dos
estabelecimentos de ensino, ouvido o conselho pedagógico”.
Perante a especificidade de constituição de turmas de 9.º ano, considerando o número de alunos retidos e a sua
impossibilidade de distribuição equitativa pelas diferentes turmas desse ano, foi apresentado o seguinte projecto para a
constituição de turma com alunos retidos:
1. Matricularam-se para repetir o 9.º ano de escolaridade 34 alunos, 25 dos quais com idade igual ou inferior a 15
anos;
2. Transitaram do 8.º para 9.º ano 141 alunos, respectivamente: 26 (turma A), 25 (turma B); 23 (turma C); 27 (turma
D); 16 (turma E, de ensino especial); 24 (turma F);
25
3. Em resultado destas transições e não aprovação, a constituição das turmas de 9.º ano, tendo em conta as
opções de Língua Estrangeira II, iniciadas no 7.º ano, as três primeiras com Espanhol e as restantes com
Francês como opção, obrigaria a que 32 dos 34 alunos não aprovados fossem distribuídos pelas 12 vagas
disponíveis nas turma com Francês, o que excederia amplamente o limite máximo de 28 ou de 20 alunos;
4. A formação de sete turmas em que fosse garantida a distribuição equitativa dos alunos não aprovados implicaria
o desmembramento das turmas transitadas, impossibilitando a continuidade dos grupos-turma, assim como a
manutenção do acompanhamento das equipas de docentes que vêm leccionando estes grupos desde o início do
3.º ciclo, solução que entendemos ser prejudicial para estes alunos;
5. A formação de sete turmas em que fosse garantida a distribuição equitativa dos alunos não aprovados implicaria
uma redistribuição que impossibilitaria a continuidade dos grupos-turmas e a manutenção da maioria dos
respectivos conselhos de turma que vêm leccionando estes grupos desde o início do 3.º ciclo;
6. Assim, é constituido um grupo-turma com alunos de 9.º ano, não aprovados, garantindo os seguintes requisitos:
a) atribuição de serviços a equipa docente experiente, do quadro da escola;
b) elaboração de projecto curricular de turma que garanta o acompanhamento dos alunos ao longo do ano lectivo,
com especial atenção ao desenvolvimento adequado de competências e concretização de aprendizagens que
possibilitem o sucesso;
c) utilização de metodologias activas, com recurso a novas tecnologias de informação e comunicação e a outros
dispositivos de discriminação positiva, no acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem;
d) promoção do acompanhamento da vida escolar dos alunos por pais e encarregados de educação, envolvendo-os
no processo desde o início do ano lectivo 2007-2008;
e) reuniões com carácter regular de equipa docente, para aferição de aprendizagens e desenvolvimento de
competências e adequação do projecto curricular de turma com vista ao sucesso educativo de cada alunos.
Cursos ao abrigo do Despacho n.º 453/2004, de 27 de Julho.
Cursos de: Praticante de Cabeleireiro, Electricista de Instalações, Canalizador e Assistente Administrativo
Será dada preferência a alunos que no ano transacto frequentaram a Escola e que se encontram em risco de abandono ou
de exclusão. São aceites candidaturas de alunos provenientes de outros estabelecimentos de ensino, em condições idênticas,
sempre que, após colocação de todos os candidatos que anteriormente frequentaram a nossa Escola, sobejem vagas. Para o
ano lectivo 2007-2008, o número máximo de alunos do Curso é de 16 para os todos os Cursos à excepção do Curso de
Canalizador que é de doze a quinze alunos.
Ensino Secundário
Para a formação das turmas do ensino secundário atende-se ao quadro legislativo em vigor, nomeadamente o Despacho n.º
14026/2007, de 3 de Julho e indicações do Projecto Educativo de Escola, bem como do Conselho Pedagógico. A constituição
dos grupos - turma tem, ainda, em conta a formação resultante da oferta curricular da escola e escolhas dos alunos,
salvaguardados direitos legais de frequência;
O número mínimo para a constituição de turmas dos Cursos de Científico – Humanísticos é de 24 alunos;
26
O número mínimo para a constituição de turmas dos Cursos Tecnológicos é de 24 alunos;
As disciplinas de opção dos Cursos Científico - Humanísticos funcionam com o número mínimo de 10 alunos;
A disciplina de especificação dos Cursos Tecnológicos funciona com o número mínimo de 15 alunos;
As unidades sequenciais dos cursos do ensino secundário, tanto no que se refere a turmas como a disciplinas
obedecem ao disposto legalmente; quando necessário, por razões de ordem legal, agrupar-se-ão os alunos de turmas
diferentes em disciplinas comuns.
Salvaguarda-se do referido anteriormente os casos específicos enquadrados legalmente ou autorizados
superiormente.
ordem de prioridades para formação das turmas de secundário:
prosseguimento / conclusão do plano de estudos por alunos que frequentaram a escola no ano transacto;
alunos com irmãos já matriculados no estabelecimento de ensino;
alunos com residência de pais/encarregados de educação na área de influência da escola;
alunos cuja actividade profissional de pais/encarregados de educação se situe na área de influência da escola;
alunos repetentes que pretendem concluir plano de estudos e frequentaram disciplinas na escola até final do ano
lectivo;
alunos provenientes de outras escolas que pretendem concluir plano de estudos;
alunos que pretendam concluir plano de estudos e tenham anulado a matrícula a todas as disciplinas ou tenham sido
excluídos por faltas em anos anteriores;
alunos que concluíram plano de estudos e pretendem a frequência de outro curso, bem como uma nova matrícula e
inscrição em qualquer das disciplinas do curso já concluído.
Opções a considerar no 7.º Ano (com manifestação de preferências):
Língua Estrangeira 2 – Alemão, Francês, Espanhol.
Área de Educação Artística – Artes Plásticas;
Ensino Recorrente Nocturno (ensino secundário)
As turmas de ensino recorrente nocturno são constituídas por alunos que transitaram para os 10.º e 11.º anos no plano de
estudos do Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, de acordo com a avaliação realizada com base na Portaria n.º 550_E, de
21 de Maio.
5.4 Plano de ocupação plena dos alunos do ensino básico e secundário
Os procedimentos a observar para as actividades de substituição foram definidos de acordo com o determinado no
despacho n.º 17860/2007, de 13 de Agosto, designadamente o seu art. 12.º, alínea c) do número 3, quando refere que incumbe
à direcção executiva da escola “proceder à aprovação de um plano anual de distribuição de serviço docente que assegure a
ocupação plena dos alunos dos ensinos básico e secundário, durante o seu horário lectivo, na situação de ausência temporária
do docente titular da turma/disciplina”.
São as seguintes as prioridades a observar, em caso de ausência às actividades lectivas programadas:
27
1. Preferencialmente deverá ser realizada permuta programada entre docentes da mesma turma, de acordo com regime
incluído no capítulo VI do presente documento.
2. Sempre que este procedimento não se revele possível, a leccionação da aula deverá ser efectuada por docente do
quadro com formação adequada e componente lectiva incompleta, se existir na escola, de acordo com planeamento diário
elaborado pelo docente titular de turma/disciplina.
3. Não sendo possível realizar as actividades previstas nos dois pontos anteriores, devem ser realizadas actividades de
substituição, de acordo com procedimentos que, a seguir, se estabelecem.
I
PROFESSORES DESIGNADOS PARA ACTIVIDADES DE SUBSTITUIÇÃO
1. Os professores designados para as actividades de substituição são os que constam de lista elaborada para o efeito pelo
Conselho Executivo, em tempos incluídos nos respectivos horários.
2. Os professores escalonados para as actividades de substituição deverão comparecer no início dos tempos lectivos
marcados, na sala S.A.P.O. (Pavilhão Norte, 1.º andar, em frente à sala 35).
3. Todos os professores indicados no número anterior deverão assinar um registo de presenças existente no local.
4. A coordenação das actividades de substituição encontra-se a cargo de um dos professores indicados no número dois,
designado, para o efeito, pelo Conselho Executivo e assinalado no mapa de substituições.
5. O coordenador disporá de um mapa, no qual assinalará o professor que entrou em serviço de substituição, procurando
respeitar, sempre que possível, a rotatividade de serviço.
6. Critérios a seguir na designação de professores de substituição:
a) Professor da mesma disciplina;
b) Professor da mesma área disciplinar ou de departamento;
c) Professor com menor número de actividades de substituição já realizadas, de acordo com registo a preencher pelos
coordenadores.
d) Coordenador das actividades de substituição (apenas nos casos em que se esgotem outras disponibilidades).
NOTAS:
i) Sempre que exista número suficiente de professores para suprir as necessidades, deverão ser designados dois
professores por sala/turma para actividades de substituição nas turmas de 3.º ciclo.
ii) Os professores que não forem designados para actividades de substituição poderão sair da sala S.A.P.O, quando
autorizados pelo coordenador, até final do tempo lectivo (45 minutos), informando-o do local onde podem ser encontrados.
iii) No final do respectivo turno, o coordenador entrega o registo de presenças e de faltas no Conselho Executivo.
iv) O coordenador das actividades de substituição vigia e controla as tarefas de alunos que, por motivos disciplinares,
para aí tenham sido encaminhados por outros docentes.
v) Quando, no local, estiverem disponíveis outros docentes, poderá um deles acompanhar o(s) aluno(s) para outro
espaço da escola, para realização de tarefas pedagógicas.
7. Faltas dos alunos:
São marcadas no livro de ponto da turma pelo professor substituto.
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As faltas são contabilizadas nas disciplinas marcadas no horário dos alunos e, no caso das faltas a aulas intermédias
ou em final de manhã ou de tarde, sempre que o aluno tiver estado presente nas outras aulas do dia, o(a) Director(a) de Turma
deverá comunicá-las aos Encarregados de Educação.
O(A) director(a) de turma regista, posteriormente, as faltas às disciplinas nos respectivos suportes administrativos,
seguindo o mesmo processo de justificação/injustificação de qualquer outra falta de presença.
8. Registo no livro de ponto da turma:
Os professores substitutos deverão assinalar no livro de ponto da turma o sumário da actividade de substituição e as
faltas dos alunos, de acordo com o exemplo seguinte:
Disciplina Hora Sumário Faltas Professor
Sumariar as actividades de (Marcar as
substituição realizadas. faltas dos alunos) (Não rubricar aqui)
Rubricar
(O sumário deve sintetizar,
com objectividade as actividades
realizadas pelos alunos).
NOTA: AS FALTAS DE PROFESSORES TITULARES DA TURMA NO LIVRO DE PONTO SÃO MARCADAS PELO(A)
AUXILIAR DE ACÇÃO EDUCATIVA
9. Registo no caderno diário dos alunos:
O sumário das actividades de substituição realizadas será, obrigatoriamente, registado pelos alunos, no caderno
diário da respectiva disciplina (área disciplinar).
10. Aplicação de tarefas/actividades de substituição:
Haverá uma tarefa/actividade proposta pelo professor da turma e disciplina ou área curricular em causa, para
aplicação na turma em que o professor vai efectuar a actividade, salvo informação ou decisão em contrário.
No final da aplicação, o professor substituto preencherá um formulário de aplicação da tarefa, como forma de
avaliação e controlo do trabalho, com vista a informar o professor titular.
O formulário, devidamente preenchido, juntamente com o material utilizado, nos casos aplicáveis, será entregue ao
coordenador.
Por decisão de cada conselho de turma, no âmbito dos respectivos projectos curriculares, poderão ser desenvolvidas
outras actividades educativas de enriquecimento e complemento curricular, que poderão, nomeadamente, compreender:
Actividades de sala de estudo;
Leitura orientada;
Pesquisa bibliográfica orientada;
Actividades em clubes temáticos;
Actividades de uso das novas tecnologias de informação e comunicação;
Actividades oficinais;
Outras a designar pelo conselho de turma, de acordo com prioridades definidas no respectivo projecto curricular.
29
II
COMUNICAÇÃO DE AUSÊNCIA AO SERVIÇO LECTIVO
1. Tendo em vista criar condições para o efectivo cumprimento dos programas, sempre que um professor preveja a
impossibilidade de comparecer ao serviço, para além da solicitação autorização de falta nos prazos legalmente estabelecidos,
nos casos aplicáveis, deve preencher ficha de registo, indicando o dia e a(s) hora(s) em que vai faltar e entregar o(s) plano(s)
de aula.
2. A ficha de registo deverá ser entregue no Conselho Executivo juntamente com o plano de aula a desenvolver com os
alunos, bem como outros materiais pedagógicos considerados necessários, para cumprimento de plano de aula, já policopiados,
sempre acompanhados de chave de autocorrecção. As tarefas a realizar devem ser planificadas com vista à ocupação integral do
tempo previsto para a aula em causa.
3. Nos casos de ausência imprevista, a comunicação deverá ser feita por telefone (227150440) para o Conselho Executivo,
atempadamente, de forma a poder ser organizada uma das actividades previstas no capítulo V (tarefas para actividades de
substituição em casos de ausências imprevista).
Nota: de acordo com o despacho n.º 17860/2007, de 13 de Agosto, “a não comunicação da intenção de faltar e a não
apresentação do plano de aula constituem fundamento bastante para a injustificação da falta dada sempre que a mesma
dependa de autorização ou possa ser recusada por conveniência ou necessidade de funcionamento do serviço”.
III
AUXILIARES DE ACÇÃO EDUCATIVA
1. Os auxiliares de acção educativa permanecem no respectivo sector, junto das salas, identificando os casos em que
haverá necessidade de substituição.
2. Quando se verifique a falta de um professor os alunos são encaminhados para a respectiva sala pelo auxiliar, onde
deverão aguardar, em silêncio, a chegada de professor de substituição, assegurando que há ordem na respectiva entrada.
3. O auxiliar informa o coordenador da sala S.A.P.O., indicando:
- turma;
- sala;
- disciplina.
IV
ALUNOS
1. Os alunos deverão acatar as instruções que lhes forem dadas pelos professores e auxiliares.
2. Sempre que um professor falte, deverão permanecer em silêncio, na respectiva sala, aguardando a chegada de
substituição.
3. O delegado e subdelegado de turma deverão contribuir para que a ordem e o silêncio sejam mantidos, comunicando
ao director de turma as situações de desrespeito pelas indicações dadas.
4. Os alunos registam o sumário das actividades de substituição nos cadernos diários das respectivas disciplinas.
5. É obrigatório o cumprimento das tarefas pedagógicas determinadas pelo professor responsável pela aula.
30
V
TAREFAS PARA ACTIVIDADES DE SUBSTITUIÇÃO EM CASOS DE FALTAS IMPREVISTAS
1. Nos casos de falta imprevisível do professor, constituem actividades de recurso tarefas propostas pelas respectivas
áreas disciplinares ou pelos conselhos de turma.
Nota: cada área disciplinar deverá elaborar três propostas de tarefas/actividades por disciplina/ano/nível, acompanhadas das
chaves de autocorrecção, aplicáveis a qualquer turma do respectivo ano/nível.
2. Nos casos previstos no número anterior, compete ao coordenador em serviço a cópia de tarefas/actividades propostas
para serem aplicadas nas turmas.
3. Compete, ainda, ao coordenador em serviço proceder ao registo, no mapa existente para o efeito, da actividade
realizada por cada turma.
4. Sempre que as tarefas/actividades de uma disciplina estiverem em vias de ser esgotadas, o coordenador informará o
conselho executivo, através de formulário existente para o efeito.
5. Depois de retomar o serviço, os professores que foram substituídos devem recolher, no Conselho Executivo, os
materiais utilizados pelos alunos, nos casos aplicáveis, assim como um registo de aplicação de tarefas, preenchido pelo professor
substituto, como forma de avaliação e controlo do trabalho dos respectivos alunos.
VI
REGIME DE PERMUTAS
1. Cada conselho de turma estabelece um mapa de possibilidades de permuta e a respectiva rede de contactos. Para o
efeito, haverá um dossiê com os horários na sala de professores.
2. O professor que prevê faltar deve contactar o(s) professor(es) para permuta, em tempo útil, de forma a que os alunos
sejam informados atempadamente para serem portadores do material necessário à aula que vai efectivamente ter lugar.
3. A permuta deve ser registada em formulário próprio, preenchido e entregue no conselho executivo, no qual constarão:
turma, disciplina, professores (com a respectiva rubrica) e horários envolvidos na permuta.
4. Compete ao conselho executivo autorizar previamente a realização das permutas propostas.
5. As permutas deverão ser realizadas em número de tempos idênticos.
6. Os registos em livro de ponto para as permutas serão efectuados de acordo com as seguintes orientações:
Disciplina Hora Sumário Faltas Professor
L. Mantém a Aula de permuta da disciplina Marcar as Assinatura do
Portuguesa hora prevista (referente à aula que efectivamente faltas dos alunos professor que
inicialmente vai ocorrer); n.º de aula; sumário: deu a aula
(Permuta) xxxxxxxxxxxxx
7. Nas disciplinas com junção de turmas, a permuta só poderá ser realizada se for salvaguardada a possibilidade de
presença de todos os alunos inscritos na turma e disciplina.
31
8. Os registos de faltas dos professores, bem como a respectiva justificação, obrigatoriamente apresentada nos termos e
prazos legalmente estabelecidos (com a indicação de “permuta”), são provisórios, só se tornando definitivos se os tempos
lectivos em falta não forem compensados nos termos previstos nos números seguintes.
9. A leccionação dos tempos em falta, por motivo de permuta, deve ser compensada logo que possível, de preferência
no próprio dia em que a falta se registou, ou, no máximo, até ao último dia lectivo da semana seguinte ou 5.º dia no caso dos
Cursos Profissionais.
10. Dentro do período definido para compensação, o máximo de tempos permitidos para permuta é de cinco (dois blocos
e meio de 90 minutos), ou um dia, por professor.
11. Nenhum professor poderá activar novo processo de permuta se não tiver compensado os tempos em falta
leccionados por um(a) colega.
12. Os prazos previstos nos números anteriores relativamente à compensação de aulas são prejudicados e adaptados em
conformidade, sempre que se revelem incompatíveis com as datas limite do término dos períodos lectivos.
13. Quando os tempos lectivos em falta forem compensados nos casos previstos nos termos anteriormente estabelecidos,
os registos provisórios de faltas a que se refere o n.º 8, bem como as justificações de faltas apresentadas nos termos nele
previstos, não produzirão efeitos para fins de contabilização das faltas dos professores.
14. A assinatura do formulário de permuta passa a vincular os professores que a aceitaram. Assim, no caso de as aulas
não serem leccionadas, têm falta os(as) professores(as) que deveriam dar as aulas, de acordo com a permuta.
15. Nos casos dos Cursos de Educação e Formação e Profissional, o reajustamento do horário semanal da turma, com
vista ao cumprimento integral das horas lectivas neles previstas, não é considerado permuta.
16. Os casos omissos serão decididos, pontualmente, pelo Conselho Executivo.
II Programa de Acção pedagógica
1.Planos de Departamentos Curriculares/Áreas Curriculares
1.1 Departamento de Educação Artística, Tecnológica e Física
Introdução:
No sentido de proporcionar uma aprendizagem enraizada no prazer de frequentar um estabelecimento de ensino, pretende-
se sustentar o sucesso educativo numa estratégia motivadora que se materialize num curto espaço de tempo e seja visível a
todos os utilizadores da escola.
Integrando-se nos objectivos do projecto educativo de escola as actividades a desenvolver devem substanciar-se na prática
lectiva e em actividades de complemento curricular.
Objectivos do Plano de Actividades da Coordenação:
Incentivar o desenvolvimento das capacidades psicossociais do aluno enquanto indivíduo;
Desenvolver as competências necessárias a uma integração social correcta do aluno, como cidadão de pleno direito;
Fomentar o sucesso escolar e pessoal do aluno;
Proporcionar actividades conducentes ao desenvolvimento do sentido crítico e estético do aluno;
Consciencializar o aluno para a importância e salvaguarda do património cultural e artístico do passado e do presente.
32
Explorar as novas tecnologias de acordo com os objectivos que os novos programas preconizam;
Promover a comunicação/cooperação da Família com a Escola;
Melhorar e incentivar a comunicação entre os delegados e professores entre si;
Promover o encontro de pontos comuns entre as diferentes áreas disciplinares;
Estimular a discussão entre professores;
Proporcionar aos professores do departamento melhores condições de trabalho.
Actividades da Coordenação:
Reuniões de conselho pedagógico;
Reuniões de áreas disciplinares e departamento;
Reuniões de delegados de áreas disciplinares;
Revisão do Regimento Interno do departamento e sub departamento;
Participação nos órgãos de gestão onde o coordenador tem assento;
Intercomunicação entre o grupo e os restantes grupos disciplinares;
Inventariação dos materiais, dos equipamentos e dos espaços dos grupos disciplinares.
Proposta de calendário para as reuniões
CONSELHOS PEDAGÓGICOS 2007 / REUNIÕES COM OS COORDENADORES REUNIÃO DE DEPARTAMENTO OU DE
2008 OU INTERMÉDIAS DE PROF. GRUPO
Reuniões às quartas às 15h 30min Reuniões às Quartas às ? h (3ª Reuniões às quartas às 16h 15min
(2ª quarta) quarta) (4ª quarta)
12 de Setembro de 2007 12 de Setembro de 2007 6 de Setembro de 2007
19 de Setembro de 2007 3 de Outubro de 2007
10 de Outubro de 2007 17 de Outubro de 2007 31 de Outubro de 2007
14 de Novembro de 2007 21 de Novembro de 2007 21 de Novembro de 2007
28 de Novembro de 2007 5 de Dezembro de 2007
9 de Janeiro de 2008 16 de Janeiro de 2008 30 de Janeiro de 2008
13 de Fevereiro de 2008 20 de Fevereiro de 2008 27 de Fevereiro de 2008
5 de Março de 2008 12 de Março de 2008 12 de Março de 2008
33
9 de Abril de 2008 16 de Março de 2008 27 de Março de 2008
14 de Maio de 2008 21 de Maio de 2008 28 de Maio de 2008
11 e 26 de Junho de 2008
A definir
9 de Julho de 2008
A definir
Plano de Actividades comum às diferentes Áreas Disciplinares:
ÁREAS DE INTERVENÇÃO
Ensino – Aprendizagem Comunicação Formação
Ensino – Aprendizagem
PRIORIDADE
Uniformizar práticas lectivas entre os docentes da mesma disciplina e do mesmo nível de ensino, partilhando saberes e
experiências.
ESTRATÉGIAS Momento de concretização Modalidade de Momento de Avaliação
/Intervenientes Avaliação
Ponto 1 Início do ano lectivo. em Discussão em reunião Final de cada período
Construção e reunião de área disciplinar. de área disciplinar. lectivo.
discussão da
Planificação anual, por
ciclo e área de estudos
Ponto 2 Início do ano lectivo, em Discussão em reunião Registo em acta.
Estabelecer reunião de: departamento / de área disciplinar. Final do ano.
grandes competências grupo disciplinar e de Registo em acta.
do departamento, ciclo professores de cada nível.
e, consequentemente,
modalidades, critérios
e instrumentos de
avaliação.
Ponto 3 Reuniões mensais. Discussão em reunião Final de cada período
Estabelecer uma Reunião de área de área disciplinar. lectivo.
prática comum de disciplinar, de professores ou Registo em acta.
planificação de cada disciplinar
34
Unidade didáctica,
articulando
competências,
conteúdos, estratégias,
actividades e materiais.
Ponto 4 Reuniões de professores Discussão em reunião Mensal.
Estabelecer, para ou área disciplinar / formação de área disciplinar. Registo em acta.
cada unidade didáctica, na área de avaliação por
uma prática comum de competências.
opção e construção de
modalidades de
avaliação, diagnóstica,
formativa e sumativa
e dos respectivos
instrumentos de
avaliação.
Ponto 5 Reuniões mensais de Discussão em reunião Mensal.
Partilhar professores de cada nível. de área disciplinar. Registo em acta.
planificações de Discussão em reunião de
Unidade. área disciplinar.
PRIORIDADE
Utilizar metodologias variadas de ensino aprendizagem e de avaliação, integrando as TIC, direccionadas para a
participação activa dos alunos no seu próprio processo de aprendizagem, de aperfeiçoamento e de progressão.
ESTRATÉGIAS Momento de concretização Modalidade de Momento de
/Intervenientes avaliação avaliação
Ponto 1 Início do ano lectivo. Discussão em reunião Final do(s) período(s)
Promover a Delegado disciplinar / de área disciplinar. lectivos.
informação sobre CRC/elementos de área Registo em acta.
recursos multimédia disciplinar
disponíveis na escola e
do material de cada
elemento do grupo de
trabalho
Ponto 2 De acordo com Discussão em reunião Final de cada período
Utilizar meios planificação de unidade. de grupo de professores lectivo.
multimédia na de cada nível de Registo em acta.
leccionação de acordo escolaridade.
35
com os equipamentos e
materiais disponíveis.
Ponto 3 De acordo com Discussão em reunião Final de cada período
Dinamizar a criação planificação de unidade. de área disciplinar. lectivo.
de materiais multimédia Registo em acta.
de acordo com as Professores/formadores
planificações por da oficina multimédia.
unidades didácticas,
integrando:
a)A motivação o
desenvolvimento e a
síntese;
b)Métodos e técnicas
de ensino/aprendizagem
- individual,
grupo/pares;
c)Materiais/recursos
direccionados para as
competências
específicas e
transversais;
d)Conteúdos
específicos articulados
com o currículo oculto
do aluno, sempre que
possível;
e)Estratégias e
actividades
propiciadoras da
participação activa do
aluno na construção da
sua aprendizagem e
progressão;
f)Instrumentos de
36
avaliação diversificados,
numa óptica processual.
PRIORIDADE
Desenvolver nos docentes hábitos de análise conjunta de práticas pedagógico-didácticas e de resultados de alunos.
ESTRATÉGIAS Momento de concretização Modalidade de avaliação Momento de avaliação
/Intervenientes
Ponto 1 Reuniões de área Discussão em reunião Final do(s) período(s)
Analisar disciplinar. de área disciplinar, após a Lectivos, com emissão
periodicamente os análise dos dados. de relatório de conclusões
resultados por turma e por Registo em acta.
área de ensino.
PRIORIDADE
Uniformizar modos de actuação/ comunicação, Professor/Aluno/ Encarregado de Educação, numa pedagogia por
competências.
ESTRATÉGIAS Momento de concretização Modalidade de Momento de avaliação
/Intervenientes avaliação
Ponto 1 – Ao longo de cada período Discussão em Final de cada período
Realizar planificação lectivo. reunião de área lectivo.
de Unidade referenciada Discussão em reunião de disciplinar. Registo em acta.
a competências a área disciplinar
desenvolver Partilha em reuniões
mensais por cada nível de
escolaridade/área de ensino.
Ponto 2- Início do ano lectivo. em Discussão em Início do ano lectivo
Reformular registos reunião de área disciplinar. reunião de área Final de cada período
de informação aos disciplinar. lectivo.
Encarregados de Discussão em Registo em acta.
Educação adequando-os reunião de directores de
às competências turma.
avaliadas
Ponto 3- Reuniões mensais. Discussão em Final de cada período
Sistematizar o uso de de professores ou área reunião de grupo. lectivo.
grelhas de correcção em disciplinar / formação na área Registo em acta.
37
que se explicitem as de avaliação por
competências avaliadas competências.
Comunicação
PRIORIDADE Diversificar e tornar mais rápida a comunicação entre os elementos de todos os grupos disciplinares.
ESTRATÉGIAS Momento de Modalidade de avaliação Momento de avaliação
concretização/Intervenientes
Ponto 1 – Início do ano lectivo. Discussão em reunião Final de cada período
Criar um Blog aberto Delegado de área disciplinar e de área disciplinar. lectivo.
aos elementos do todos os professores do Registo em acta.
departamento. departamento
Ponto 2- Início do ano lectivo. Discussão em reunião Início do ano lectivo
Criar espaço na Delegado de área disciplinar e de área disciplinar. Final de cada período
plataforma moodle para professores do grupo. Discussão em reunião lectivo.
colocar documentos de directores de turma. Registo em acta.
referentes à cada área
disciplinar, promover
Fóruns e registo de
materiais e de notícias.
Ponto 3- Durante todo o ano. Todos Discussão em reunião Final de cada período
Realização periódica os professores de Artes de área disciplinar. com registo em acta.
de exposições do Visuais e Ed Tecnológica
“produto” obtido no final Discussão em reunião de
de cada área disciplinar.
Unidade. Final de cada período com
registo em acta.
Ponto 4 No final do ano lectivo. Discussão em reunião Final do ano com
Exposição colectiva Todos os professores do de departamento registo em acta.
de trabalhos. departamento.
38
PRIORIDADE
Realizar uma comunicação mais eficaz entre os professores de cada grupo disciplinar e os encarregados de educação.
ESTRATÉGIAS Momento de concretização / Modalidade de Momento de
Intervenientes avaliação avaliação
Ponto 1 – Início do ano lectivo. Discussão em Final de cada ano
Criar documento Delegados das áreas reunião de lectivo.
próprio de informação disciplinares e todos os departamento. Discussão Registo em acta.
dos Encarregados de professores do departamento em reunião de directores
Educação, de acordo de turma.
com as competências
avaliadas.
Formação
PRIORIDADE
Promover a formação, nas áreas científica e pedagógica, dos elementos do grupo
ESTRATÉGIAS Momento de concretização Modalidade de Momento de
/Intervenientes avaliação avaliação
Ponto 1 – Centro de Formação. De acordo com os .De acordo com os
Dinamizar acção de Professores da Área das parâmetros parâmetros estabelecidos
formação na área das Expressões estabelecidos para cada para cada tipo de formação
Expressões tipo de formação.
Ponto 2- Primeiro período. Reunião Discussão em Final do ano lectivo .
Enriquecimento de de grupo disciplinar/ formação reunião de área Registo em acta.
práticas lectivas na área de avaliação por disciplinar.
(Infografia). competências
Ponto 3- Primeiro Período. Discussão em área Final do período.
Dinamizar formação Professores de Artes Visuais disciplinar. Registo em acta.
relativa ao tema “Avaliar
por competências”
Ponto 4 Primeiro Período. Discussão em área Final do período.
Participação em Professores de Artes Visuais disciplinar. Registo em acta.
Colóquios/ Conferências
(Ensino Artístico - C.
Música)
39
PRIORIDADE - Formar a comunidade escolar no âmbito das Expressões.
ESTRATÉGIAS Momento de Modalidade de Momento de
concretização avaliação avaliação
/Intervenientes
Ponto 1 – Todo o ano. Alunos e Discussão em reunião Final de cada período
Actividades de Professores de área disciplinar. lectivo.
complemento educativo – Registo em acta.
Oficina Digital. Artes
Plásticas, 9º anos.
Ponto 2- Todo o ano. Discussão em reunião Início do ano lectivo
Actividades de Alunos e Professores e de professores e APDES. Final de período lectivo.
enriquecimento curricular APDES Discussão em reunião Registo em acta.
– Oficinas: Animação, de área disciplinar
Cerâmica e Geometria
Descritiva
Ponto 3- Todo o ano. Alunos e Discussão em reunião Final de período.
Promover o Professores e APDES de professores e APDES Registo em acta.
intercâmbio com outras Discussão em reunião
instituições: de área disciplinar.
- Área de Projecto e
APDES (Cinema de
Animação);
- Casa Museu Teixeira
Lopes.
Ponto 4 Formativa através de Final de período.
Promover a relação da Todo o ano. Entidades instrumentos como: Registo em acta.
escola com o meio – promotoras, professores e - Fichas de trabalho;
Visitas de estudo: alunos. -Registo de
Palácio do Freixo – informação;
Salvador Dali -Relatórios
Casa da Animação – Discussão em reunião
Festa Mundial da de área disciplinar.
Animação
Museu Soares dos
Reis – Obras-primas da
Cerâmica Japonesa.
Pavilhão Rosa Mota –
Léonard di Vinci...
40
(Dependente da
programação dos Museus
Nacionais)
Porto Barroco
Estádio do Braga
Ponto 5- Todo o ano. Discussão em reunião Final de período.
Área Projecto – Alunos, Professores e de área disciplinar. Final de ano lectivo
ESCOLA/FAMÍLIA/ESCOLA pais eventualmente Discussão em reunião Registo em acta.
– (desenvolvimento da de Conselho de turma
noção de“pertença/adesão
à escola”)
Área de Projecto – 7ª
dimensão (Animação) 7ºA
Ponto 6- Todo o ano. Discussão em reunião Final de período.
Promover a Alunos e Professores de grupo. Registo em acta
colaboração com outras de Artes Visuais. Discussão em reunião
áreas disciplinares (de Professores de de Conselho de turma.
acção) da escola: diferentes áreas
no âmbito disciplinares
do(s)Projecto Curricular
de turma:
Participação dos
docentes deste
departamento no 7ºB na
construção de Origami e
ilustração de episódios da
Pré-História.
Nos 8º anos, C e D,
colaboração na exposição
de Geografia.
Ponto 7- Todo o ano. Discussão em reunião Final de período.
Produção, de materiais Professores de Artes de área disciplinar. Registo em acta.
e colaboração na Visuais. Discussão em reunião
organização de eventos Conselho Pedagógico de Conselho de turma.
Construção de postais Alunos e pais Discussão em reunião
de Natal em todas as eventualmente de Conselho Pedagógico
turmas do 3º ciclo.
Biblioteca:
Construção de Árvore
de Natal com Origami.
41
Manutenção da Árvore
da Poesia.
Produção, de materiais
e colaboração na
organização de eventos
1.2- Departamento de Ciências e Tecnologias
INTRODUÇÃO
O departamento de Ciências e Tecnologias é composto por áreas diversificadas das quais temos de identificar os pontos
em comum.
“A ciência em geral é um imenso trabalho de exploração dos muitos enigmas que a natureza nos apresenta. Algumas
vezes, estes enigmas são bem concretos e próximos: Como funciona o cérebro humano para que o homem seja capaz de
conhecer o que conhece? Quais são e como se relacionam os componentes últimos da matéria? De quantas maneiras
diferentes se pode dobrar um mapa das estradas com n x m divisões? Outras vezes, o que nos ocupa são enigmas mais
abstratos sobre as realidades mentais que criamos: Existirá uma infinidade de pares de números primos cuja diferença seja 2
(...) ? “
In Aventuras Matemáticas de Miguel de Guzmán
Em todas estas áreas e, de acordo com a filosofia subjacente aos actuais programas, defendemos a implementação de
múltiplas actividades, nomeadamente a resolução de situações problemáticas, que envolvam os alunos na construção do seu
próprio conhecimento, promovam a auto-confiança e desenvolvam o gosto pelas diferentes disciplinas.
1. C O O R D E N A Ç Ã O
1.1. A C T I V I D A D E S D A C O O R D E N A Ç Ã O
Reuniões da área disciplinar e departamento;
Reuniões com os delegados;
Revisão do Regimento Interno do Departamento e sub departamento;
Participação nos órgãos de gestão onde o coordenador tem assento;
Intercomunicação entre o grupo e os restantes grupos disciplinares;
Inventariação do equipamento e dos espaços dos grupos disciplinares.
Proposta de calendário para as reuniões
CONSELHOS PEDAGÓGICOS REUNIÕES COM OS REUNIÃO DE DEPARTAMENTO OU
2007 / 2008 COORDENADORES DE GRUPO
Reuniões às quartas às 15h Reuniões às Quartas às 12 h Reuniões às quartas às 15h
30min (2ª quarta) (3ª quarta) 30min (4ª quarta)
12 de Setembro de 2007 12 de Setembro de 2007 10 de Setembro de 2007
19 de Setembro de 2007 2 de Outubro de 2007
10 de Outubro de 2007 17 de Outubro de 2007 24 de Outubro de 2007
42
14 de Novembro de 2007 21 de Novembro de 2007 29 de Novembro de 2007 (5ª)
28 de Novembro de 2007 5 de Dezembro de 2007
9 de Janeiro de 2008 16 de Janeiro de 2008 23 de Janeiro de 2008
13 de Fevereiro de 2008 20 de Fevereiro de 2008 27 de Fevereiro de 2008
5 de Março de 2008 12 de Março de 2008 12 de Março de 2008
9 de Abril de 2008 16 de Março de 2008 23 de Março de 2008
14 de Maio de 2008 21 de Maio de 2008 28 de Maio de 2008
11 e 26 de Junho de 2008
A combinar
9 de Julho de 2008
A combinar
1.2. O B J E C T I V O S D O P L A N O D E A C T I V I D A D E S D A C O O R D E N A D Ç Ã O .
Identificar pontos de união das diferentes áreas do departamento;
Melhorar os meios de comunicação entre pares (coordenador / sub-coordenador; sub-coordenador / professor);
Estimular a discussão nas diferentes áreas, dando eco dessa discussão em Conselho Pedagógico;
Estimular os colegas a modificar/valorizar a percepção que o aluno tem da escola;
Melhorar as condições de trabalho dos professores das áreas disciplinares do departamento;
Estimular o uso de novas tecnologias;
Organizar os dossier de coordenação e de sub-coordenação de forma a serem de consulta fácil e útil.
2. P L A N O S D E A C T I V I D A D E S D E Á R E A S D I S C I P L I N A R E S
ÁREA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA
ÁREA
MOMENTOS DE MODALIDADE DE
DE PRIORIDAD
ESTRATÉGIAS CONCRETIZAÇÃO / AVALIAÇÃO / MOMENTO
INTERVEN ES
INTERVENIENTES DE AVALIAÇÃO
ÇÃO
1. Uniformizar - Estabelecer uma
ENSINO-
práticas lectivas metodologia de grupo de Discussão em reunião
Início do ano lectivo,
entre os docentes organização e de grupo no final de cada
APRENDIZAGEM
em reunião de grupo
da mesma apresentação da período lectivo com registo
disciplinar.
disciplina e do planificação anual, por em acta.
I–
mesmo nível de ciclo e área de estudos.
43
ensino, Início do ano lectivo,
partilhando - Estabelecer uma em reunião de grupo
Discussão em reunião
saberes e prática comum de disciplinar e em reunião de
de grupo mensalmente,
experiências. planificação de cada professores de cada nível,
com registo em acta.
Unidade. estando no 3º ciclo já no
PAM.
Primeiro período.
- Estabelecer uma Reunião de grupo Discussão em reunião
prática comum de disciplinar / formação na de grupo no final de cada
realização de instrumentos área de avaliação por período lectivo com registo
de avaliação. competências, em acta.
implementação do PAM.
- Estabelecer grandes
competências em grupo
Discussão em reunião
disciplinar, e, Início do ano lectivo,
de grupo no final de cada
consequentemente, em reunião de grupo
período lectivo com registo
critérios e instrumentos de disciplinar.
em acta.
avaliação.
- Partilhar planificações Reuniões mensais de
de Unidade. professores de cada nível:
7º, 8º e 9º às terças, às
- Promover a 14h, 15h e 16h
Discussão em reunião
realização de encontros respectivamente, tal como
de grupo mensalmente,
mensais de professores do se encontra no projecto do
com registo em acta.
mesmo nível, de modo a PAM;
discutir a planificação 10º às quintas às 15h
planeada e a preparar 30min, 11º e 12º às
instrumentos de avaliação. segundas, às 14h 30min.
2. Utilizar Início do ano lectivo. Discussão em reunião
- Promover a
metodologias Delegado de área de grupo no final de cada
informação sobre recursos
variadas de disciplinar / CRC / período lectivo com registo
multimédia disponíveis.
ensino- elementos do grupo. em acta.
aprendizagem e - Utilizar meios
Discussão em reunião
de avaliação multimédia na
De acordo com de grupo de professores
(integrando as leccionação de acordo
planificação de unidade. de cada nível de
TIC), com os materiais
escolaridade.
direccionadas disponíveis.
para a - Dinamizar a criação De acordo com Discussão em reunião
participação de materiais multimédia de planificação de unidade. de grupo no final de cada
44
activa dos alunos acordo com necessidades Professores / período lectivo com registo
no seu próprio de cada área de estudos. formadores da oficina em acta.
processo de multimédia.
aprendizagem, de
aperfeiçoamento
e de progressão.
A implementação
deste tipo de
metodologias
está já no
projecto do PAM.
ÁREA MODALIDADE DE
MOMENTOS DE
DE AVALIAÇÃO /
PRIORIDADES ESTRATÉGIAS CONCRETIZAÇÃO /
INTERVEN MOMENTO DE
INTERVENIENTES
ÇÃO AVALIAÇÃO
2. Utilizar - Promover a Início do ano lectivo.
Discussão em reunião
metodologias variadas informação sobre Delegado de área
de grupo com registo em
de ensino- recursos disciplinar / CRC /
acta.
aprendizagem e de multimédia disponíveis. elementos do grupo.
avaliação (integrando - Utilizar meios
Discussão em reunião
as TIC), direccionadas multimédia na
De acordo com de grupo de professores
para a participação leccionação de acordo
planificação de unidade. de cada nível de
activa dos alunos no com os materiais
escolaridade.
seu próprio processo disponíveis.
de aprendizagem, de
- Dinamizar a criação
aperfeiçoamento e de De acordo com
de materiais multimédia Discussão em reunião
progressão. A planificação de unidade.
de acordo com de grupo no final de cada
implementação deste Professores /
necessidades de cada período lectivo com
tipo de metodologias formadores da oficina
área de estudos. registo em acta.
está já no projecto do multimédia.
PAM.
3. Desenvolver Discussão em reunião
- Análise periódica de
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
nos docentes hábitos de grupo no final de cada
resultados por turma e
de análise conjunta de período lectivo com
por área de ensino. No 3º Reuniões de grupo.
práticas pedagógico- emissão de parecer para
ciclo esta análise está
didácticas e de apresentar em Conselho
contemplada no PAM.
resultados dos alunos. Pedagógico.
4. Uniformizar - Realizar Ao longo de cada Discussão em reunião
modos de planificação de Unidade período; partilha em de grupo.Final de cada
45
actuação/comunicação referenciada a reuniões mensais por período lectivo.
numa pedagogia por competências a cada nível de Registo em acta.
competências. desenvolver. escolaridade/área de
ensino.
- Reformular registos
de informação aos
Início do ano lectivo,
Encarregados de
em reunião de grupo. Discussão em reunião
Educação adequando-os
Apresentação do PAM de grupo.
às competências
nas reuniões com EE no
avaliadas. Este ponto
início do ano lectivo.
está subjacente à
implementação do PAM.
- Sistematizar o uso Segundo período,
de grelhas de correcção depois da aplicação do Discussão em reunião
em que se explicitem as primeiro teste intermédio de grupo.
competências avaliadas. feito pelo GAVE.
- Criar espaço na plataforma Início do ano
1. Diversificar e tornar
moodle para colocar documentos lectivo; Discussão em
mais rápida a comunicação
referentes à área disciplinar, Delegado de reunião de grupo no final
entre os elementos do
promover Fóruns e registo de área disciplinar e de cada período lectivo
grupo disciplinar.
materiais e de notícias. professores do com registo em acta.
grupo.
2. Realizar uma - Criar documento próprio de Início do ano
comunicação mais eficaz informação aos Encarregados de lectivo; Discussão em
I- COMUNICAÇÃO
entre os professores do Educação, de acordo com as Delegado de reunião de grupo.
grupo e os Encarregados de competências avaliadas, tal como área disciplinar e Apresentação nas
Educação. previsto no PAM. professores do reuniões com EE.
grupo.
ÁREA
MOMENTOS DE MODALIDADE DE
DE PRIORIDAD
ESTRATÉGIAS CONCRETIZAÇÃO / AVALIAÇÃO / MOMENTO
INTERVEN ES
INTERVENIENTES DE AVALIAÇÃO
ÇÃO
1- Promover a - Dinamizar a
formação, nas realização de acções de De acordo com
III- FORMAÇÃO
áreas científica e formação relativas ao tema Centro de Formação parâmetros estabelecidos
pedagógica, dos “Avaliar por competências”. para cada tipo de
elementos do - Dinamizar formação formação.
grupo. relativa ao tema “Quadros
46
Interactivos”.
- Promover uma acção
na modalidade projecto
para implementação do
PAM.
- Promover a
dinamização de uma acção
de acordo com os
interesses do grupo,
nomeadamente nas áreas
de História da Matemática
e de Astronomia. (no
próximo ano lectivo a APM
terá como ano temático a
Matemática e a
Astronomia).
- Divulgar todos os
eventos da APM, SPM e Durante todo o ano;
Discussão em reunião
de todas as Universidades Delegado de área
de grupo com registo em
e instituições que disciplinar e professores
acta.
promovem a formação na do grupo.
área da Matemática.
- Utilização da Todo o ano / Discussão em reunião
plataforma moodle da área professores do grupo de grupo com registo em
disciplinar. disciplinar. acta.
- Promover a Realização de debate
Inicio do 1º período.
realização da visita de em sala de aula.
Professores de
estudo à Casa da Música – Apresentação do
2- Formar a Matemática. Turmas de
workshop “A Matemática e workshop à comunidade
comunidade 11º ano.
a Música”. escolar.
escolar no âmbito
- Promover a Realização de debate
da Matemática Durante o 1º período.
realização da visita de em sala de aula.
Professores de
estudo ao museu Soares Exposições variadas
Matemática.
dos Reis subordinada ao com os trabalhos
Alunos do 7º ano.
III- FORMAÇÃO
tema “Origamis”. realizados nas aulas.
- Promover realização Meio do 1º período. Realização de debate
da visita de estudo Professores de em sala de aula.
“Simetria-Jogos de Matemática. Turmas de Apresentação em
47
Espelhos”, no Antigo Matemática B (10º D e 11º reunião de grupo com
edifício da Reitoria da D) registo em acta.
Universidade do Porto, na
rua D. Manuel II .
Realização de debate
- Promover a Todos os alunos que
em sala de aula.
realização da visita de participarem no pmate. 2º
Apresentação em
estudo à fábrica da Período. Professores de
reunião de grupo com
Ciência, em Aveiro Matemática.
registo em acta.
Janeiro de 2007. Realização de debate
- Promover a
Professores de em sala de aula.
realização da visita de
Matemática. Turmas de Apresentação em
estudo à exposição de
Matemática B (10ºD e reunião de grupo com
Leonardo da Vinci
11ºD). registo em acta.
MODALIDADE
MOMENTOS DE
ÁREA DE DE AVALIAÇÃO /
PRIORIDADES ESTRATÉGIAS CONCRETIZAÇÃO /
INTERVENÇÃO MOMENTO DE
INTERVENIENTES
AVALIAÇÃO
Olimpíadas de Matemática 1ª Eliminatória
para todos os anos -
14 de Novembro de
2007
h ttp:// ww w.m a t.uc .pt/~
2ª Eliminatória e
opm/
Final Nacional só para Questionári
alunos de 8º a 12º o a todos os
anos alunos e
2- Formar a comunidade escolar no âmbito da Matemática
Equamat professores
Alunos do 3º ciclo
envolvidos.
Escola : A definir
h ttp://pm ate.u a.pt: 808
Apresentação
Aveiro: 28 de Abril
1/p m at e/
dos resultados
de 200
em reunião de
Mat 12
Alunos do Secundário grupo e registo
Escola:. A definir em acta.
h ttp://pm ate.u a.pt: 808
Aveiro: 20 de Abril
1/p m at e/
de 2008
III- FORMAÇÃO
Campeonato nacional de Alunos do 3º ciclo
e secundário
Escola: A definir
jogos
Braga: 29 de
48
http://l udicum .o rg/ Fevereiro
Canguru Matemático Alunos do 3º ciclo
e secundário
http:// ww w.m a t.uc .p Escola: 10 de Abril
t/spm c /c ang ur u.htm l de 2008
Alunos do 3º
ciclo
1º período -
treino para a
1º Campeonato Nacional
competição;
de Cálculo Mental
SuperTmatik 2º período -
http:// ww w.su pe rtm campeonatos ao
atik. com / nível de escola
segundo
instruções da
organização;
3º período - Final
Nacional em Lisboa
MODALIDADE
MOMENTOS DE
ÁREA DE DE AVALIAÇÃO /
PRIORIDADES ESTRATÉGIAS CONCRETIZAÇÃO /
INTERVENÇÃO MOMENTO DE
INTERVENIENTES
AVALIAÇÃO
Toda a
2- Formar a comunidade escolar no âmbito da
comunidade escola.
No primeiro dia de
aulas e durante o mês Discussão em
Apresentação dos jogos
de Dezembro, na reunião de grupo com
do campeonato
biblioteca da escola. registo em acta.
Os alunos
dinamizadores são os
alunos do 10º A.
III- FORMAÇÃO
“O Problema da Toda a
Discussão em
Quinzena”/ “Anedota comunidade escola,
reunião de grupo com
Matemática
matemática”/ “Concurso de tal como se encontra
registo em acta.
fotografia” no PAM.
49
Correcção dos
Provas de aferição testes com os
Alunos de 8º, 9º,
externas de 8º, 9º, 10º, 11º e critérios de correcção
10º, 11º e 12º anos.
12º anos do Gave. Envio dos
Conselho Executivo.
resultados para o
Professores de
Gave. Discussão em
Matemática.
reunião de grupo com
registo em acta.
Expositor de curiosidades
matemáticas (humor, frases, Toda a Discussão em
fotos), materiais didácticos e comunidade escolar. reunião de grupo com
trabalhos dos alunos Ver PAM. registo em acta
produzidos nas aulas.
Participação nas leituras
na biblioteca – Os alunos Toda a Discussão em
explicam a outros o modo comunidade escolar. reunião de grupo com
como resolveram um dado Ver PAM. registo em acta
problema.
2.2. D A Á R E A - D I S C I P L I N A R D E F Í S I C O - Q U I M I C A
50
INTERVENIENTES / DATA(s RECURS TIPO DE
ACTIVIDADE OBJECTIVOS
DESTINATÁRIOS ) OS AVALIAÇÃO
* Conhecer
actividades desenvolvidas
na área da Astronomia. Questões
*Promover o gosto formativas
pelas disciplinas de realizadas na sala
Ciências e motivar para o de aula.
estudo das mesmas.
Professores de Física e
Visitas ao * Estimular a Inquérito aos
Química / Alunos de 7º
Planetário do curiosidade pelo mundo intervenientes
Ano.
Centro que nos rodeia sobre o modo
Multimeios de *Compreender 1º Autocarro como decorreu a
Espinho globalmente a período visita.
Professores de Física e
constituição do Universo (2006)
Química A / Alunos de 10º
e do Sistema Solar.
ano
*Promover o
(Turmas A, B, C )
desenvolvimento dos
conteúdos programáticos
das disciplinas de Física
e Química A (10 ano) /
Ciências Físico-Químicas
(7º)
- despertar o Inquérito aos
interesse pela Ciência intervenientes
- proporcionar sobre o modo
Visita ao contacto com como decorreu a
Professores de 8º Ano
Visionário do experiências e actividade
de F.Química / Turmas de 2º
Europarque demonstrações de índole Autocarro
8º Ano Período
(Sta Maria da científica não realizáveis
(2007)
Feira) na escola
- promover o convívio
entre alunos e entre
alunos e professores
- Facultar uma melhor Inquérito aos
Visita de compreensão dos Professores de 9º Ano Finais intervenientes
Estudo à princípios básicos da de F.Química / Turmas de do sobre o modo
Autocarro
Barragem de electricidade e suas 9º Ano 2º Período como decorreu a
Crestuma. aplicações e como é (2007) actividade
produzida e distribuída. Relatório da
51
- Sensibilizar para os visita
problemas energéticos do
país e do mundo.
- Motivar para o
estudo das ciências.
*facultar aos alunos a
oportunidade de contacto Inquérito aos
Visita de com sistemas industriais intervenientes
Prof. de F.Química de Finais
estudo à em laboração sobre o modo
11º ano / alunos de 11º ano do
Cerâmica de * promover o Autocarro como decorreu a
(turmas A, B,C e D ) 2º período
Valadares desenvolvimento dos actividade
(2007)
conteúdos programáticos
da disciplina de Física e
Química A (11º ano)
- despertar o
interesse pela Química
- divulgar a Química Inquérito aos
como ciência e cativar intervenientes
Olimpíadas de
vocações para carreiras sobre o modo
Química
científico-tecnológicas 1ª fase: como decorreu a
1ª fase: 1ª fase:
- seleccionar uma Fevereir actividade.
na escola Sala de
equipa que represente a o de 2007
aula grande
nossa escola nas
2ª fase: Computad
Olimpíadas de Química, Professores do Ensino 2ª fase:
Universidade or
concurso a nível nacional Secundário / Alunos do (a
do Porto ou de Projector
organizado pela Ensino Secundário determinar
Aveiro multimédia
Sociedade Portuguesa de pela SPQ)
(a determinar
Química
pela SPQ)
- proporcionar a
aproximação entre a
escola e as
Universidades.
Olimpíadas de - despertar o 1ª fase: 1ª fase:
Astronomia interesse pela Astronomia 2º Salas de
1ª fase: - divulgar a período aula Inquérito aos
Professores do Ensino
na escola Astronomia como ciência (2007) ( em número intervenientes
Secundário / Alunos do
- promover a a determinar sobre o modo
Ensino Secundário
2ª fase: representação da nossa 2ª fase: em função do como decorreu a
a determinar escola nas Olimpíadas de (a número de actividade.
pela SPA Astronomia, concurso a determinar candidatos)
52
nível nacional organizado pela SPQ)
pela Sociedade 2ª fase:
Portuguesa de
Astronomia
- proporcionar a
aproximação entre a
escola e as
Universidades.
- despertar o
interesse pela Física
- divulgar a Física Inquérito aos
Olimpíadas de como ciência 1ª fase: intervenientes
Física - promover a 2º período 1ª fase: sobre o modo
1ª fase: representação da nossa (2007) Sala de como decorreu a
na escola escola nas Olimpíadas de Professores do Ensino aula grande actividade
2ª fase: Física, concurso a nível Secundário / Alunos do 2ª fase: Computad
Universidade a nacional organizado pela Ensino Secundário (a or
determinar pela Sociedade Portuguesa de determinar Projector
SPF Física pela SPF) multimédia
- proporcionar a
aproximação entre a
escola e as
Universidades.
ACTIVIDADES DA ÁREA-DISCIPLINAR DE BIOLOGIA / GEOLOGICA
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação
ão intervenientes
1. Uniformizar - Estabelecer
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
práticas lectivas uma metodologia
entre os docentes de grupo de Final de cada
Início do ano
da mesma organização e Discussão em período lectivo.
lectivo, em reunião
disciplina e do apresentação da reunião de grupo. Registo em
de grupo disciplinar.
mesmo nível de planificação anual, acta.
ensino, partilhando por ciclo e área de
saberes e estudos.
53
experiências. Início do ano
- Estabelecer lectivo, em reunião
uma prática comum de grupo disciplinar Discussão em Mensal, com
de planificação de e em reunião de reunião de grupo. registo em acta.
cada Unidade. professores de cada
nível.
Primeiro
- Estabelecer período.
Final de cada
uma prática comum Reunião de
Discussão em período lectivo,
de realização de grupo disciplinar /
reunião de grupo. com registo em
instrumentos de formação na área de
acta.
avaliação. avaliação por
competências.
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação
ão intervenientes
- Estabelecer
grandes competências Final do ano
Início do ano
em grupo disciplinar, e, Discussão em lectivo.
lectivo, em reunião
consequentemente, reunião de grupo. Registo em
de grupo disciplinar.
critérios e instrumentos acta.
1. Uniformizar
de avaliação.
práticas lectivas
- Partilhar
entre os docentes
planificações de
da mesma
Unidade.
disciplina e do
- Promover a
mesmo nível de
realização de Reuniões
ensino, partilhando
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
encontros mensais de mensais de Discussão em Mensal, com
saberes e
professores do mesmo professores de cada reunião de grupo. registo em acta.
experiências.
nível, de modo a nível.
discutir a planificação
planeada e a preparar
instrumentos de
avaliação.
Área de Momentos de
Modalidade Momento
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação de avaliação
ão intervenientes
54
- Promover a
informação sobre Início do ano Final de
2. Utilizar recursos lectivo. Delegado cada período
Discussão em
metodologias multimédia disponíveis de área disciplinar / lectivo.
reunião de grupo
variadas de ensino- na escola e no material CRC / elementos Registo em
aprendizagem e de de cada elemento do do grupo. acta.
avaliação grupo.
(integrando as TIC), - Utilizar meios Discussão em
Final de
direccionadas para multimédia na De acordo com reunião de grupo
cada período,
a participação activa leccionação de acordo planificação de de professores de
com registo em
dos alunos no seu com os materiais unidade. cada nível de
acta.
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
próprio processo de disponíveis. escolaridade.
aprendizagem, de - Dinamizar a De acordo com
Final de
aperfeiçoamento e criação de materiais planificação de
cada período
de progressão. multimédia de acordo unidade. Discussão em
lectivo, com
com necessidades de Professores / reunião de grupo.
registo em
cada área de estudos. formadores da
acta.
oficina multimédia.
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação
ão intervenientes
3. Desenvolver
nos docentes
hábitos de análise
- Análise Final de cada
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
conjunta de
periódica de Discussão de período lectivo
práticas Reuniões de
resultados por grupo após análise com emissão de
pedagógico- grupo.
turma e por área de dados. relatório de
didácticas e de
de ensino. conclusões.
resultados dos
alunos.
Área de Momentos de
Modalidade Momento
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação de avaliação
ão intervenientes
55
Ao longo de
- Realizar
cada período; Final de
planificação de
partilha em reuniões Discussão cada período
Unidade
mensais por cada em reunião de lectivo.
referenciada a
nível de grupo. Registo em
competências a
escolaridade/área de acta.
desenvolver.
ensino.
- Reformular
4. Uniformizar modos Discussão
registos de
de em reunião de
informação aos
actuação/comunicação Início do ano grupo.
Encarregados de Final do
numa pedagogia por lectivo, em reunião Discussão
Educação ano lectivo.
competências.7 de grupo. em reunião de
adequando-os às
Directores de
competências
Turma.
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
avaliadas.
- Sistematizar Primeiro período.
o uso de grelhas Reunião de Final de
Discussão
de correcção em grupo disciplinar / cada período
em reunião de
que se explicitem formação na área de lectivo, com
grupo.
as competências avaliação por registo em acta.
avaliadas. competências.
7 Prioridade proposta pela área disciplinar de Biologia-Geologia, conducente à concretização das orientações curriculares emanadas pelo Ministério e que
possibilite uma uniformização de atitude face Às várias componentes do processo de Ensino-aprendizagem: planificação; prática lectiva; avaliação e
comunicação.
56
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação.
ão intervenientes
Início do ano
- Criar um blog
lectivo; Final de cada
aberto aos
Delegado de Discussão em período lectivo.
elementos do
área disciplinar e reunião de grupo. Registo em
grupo disciplinar.
professores do acta.
grupo.
1. Diversificar e - Criar espaço
tornar mais rápida a na plataforma
comunicação entre moodle para
os elementos do colocar Início do ano Discussão em
grupo disciplinar. documentos lectivo; reunião de grupo. Final de cada
referentes à área Delegado de Discussão em período lectivo.
disciplinar, área disciplinar e reunião de Registo em
promover Fóruns e professores do Directores de acta.
II- COMUNICAÇÃO
registo de grupo. Turma.
materiais e de
notícias.
Área de Prioridades Estratégias Momentos de Modalidade Momento de
intervenç concretização / de avaliação avaliação.
ão intervenientes
2. Realizar uma - Criar Início do ano Discussão em Final do ano
comunicação mais documento próprio lectivo; reunião de grupo. lectivo.
eficaz entre os de informação aos Delegado de Discussão em Registo em
professores do Encarregados de área disciplinar e reunião de acta.
II- COMUNICAÇÃO
grupo e os Educação, de professores do Directores de
Encarregados de acordo com as grupo. Turma.
Educação. competências
avaliadas.
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação
ão intervenientes
57
1- Promover a - Dinamizar a Centro de De acordo com De acordo com
formação, nas realização de Formação parâmetros parâmetros
áreas científica e acções de formação estabelecidos para estabelecidos para
pedagógica, dos na área de cada tipo de cada tipo de
elementos do Geologia, formação. formação.
grupo. subordinada ao
tema “Aprender
com a nossa costa
e ensinar o que ela
nos revela”.
- Dinamizar Centro de De acordo com De acordo com
acção de formação Formação parâmetros parâmetros
no âmbito da estabelecidos para estabelecidos para
Ecologia, cada tipo de cada tipo de
relacionada com o formação. formação.
programa Invader
da Universidade de
Coimbra – “Plantas
Invasoras em
Portugal”.
- Dinamizar Primeiro Discussão em Final do ano
formação relativa ao período. reunião de grupo. lectivo, com registo
tema “Avaliar por Reunião de em acta.
III- FORMAÇÃO
competências”. grupo disciplinar /
formação na área
de avaliação por
competências.
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação
ão intervenientes
De acordo
3º período (5 de
2- Formar a - Comemorar o Dia com metodologia
Junho) / alunos 3º
comunidade Mundial do Ambiente, de cada área
Ciclo / professores Final do 3º
escolar no com acções dirigidas disciplinar
do grupo / período.
âmbito das aos alunos e outras aos envolvida.
professores de
professores da escola. Em reunião de
III- FORMAÇÃO
Ciências
português e de EV
Naturais. área disciplinar.
- Utilização da 1º período / Discussão em Final do ano
plataforma moodle e do professores do reunião de grupo. lectivo.
58
blog da área disciplinar. grupo disciplinar. Registo em
acta.
- Promover a
realização de visita de
Final do 2º
estudo a ETAR.
período. Realização de
- Promover a
Professores de debate de aula e Final do 2º
realização de visita de
Ciências Naturais. de fichas período
estudo a E.L.A
Turmas de 8º formativas.
(Estação Litoral da
ano.
Aguda) – “Educação
Ambiental no Litoral”
Final do 2º
Realização de
- Promover a período.
debate em sala de
realização de visita de Professores de Início do 3º
aula.
estudo à Casa do home Ciências Naturais. período.
Realização de
na Corunha. Alunos do 9º
ficha inquérito.
ano.
- Promover
2º Período –
realização de Curso de
alunos do 9º ano / Discussão em
Suporte Básico de Vida Final do ano
coordenador do reunião de área
- A integrar no lectivo.
projecto “Educar disciplinar.
Educação para a
para a Saúde”.
Saúde
2º Período – Realização de
Promover visita de
alunos do ens. debate em sala de
estudo- "Ambientes Início do 3º
Secundário / aula.
geomorfológicos da período.
professores de Realização de
cidade (Porto)",
Biologia-Geologia ficha inquérito.
2.4. D A Á R E A - D I S C I P L I N A R D E I N F O R M Á T I C A – 2.4 Área disciplinar de Informática
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação
ão intervenientes
1. Uniformizar - Estabelecer
práticas lectivas uma metodologia Final de cada
Início do ano
APRENDIZAGEM
entre os docentes de grupo de Discussão em período lectivo.
IENSINO-
lectivo, em reunião
da mesma organização e reunião de grupo. Registo em
de grupo disciplinar.
disciplina e do apresentação da acta.
mesmo nível de planificação anual.
ensino, partilhando - Estabelecer Início do ano Discussão em Mensal.
59
saberes e uma prática comum lectivo, em reunião reunião de grupo. Registo em
experiências. de planificação de de grupo de área acta.
cada Unidade. disciplinar e em
reunião de
professores de cada
nível.
Primeiro
- Estabelecer período.
Final de cada
uma prática comum Reunião de
Discussão em período lectivo.
de realização de grupo de área
reunião de grupo. Registo em
instrumentos de disciplinar Formação
acta.
avaliação. na área de avaliação
por competências.
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação
ão intervenientes
- Estabelecer
grandes competências
Início do ano Final do ano
em grupo de área
lectivo, em reunião Discussão em lectivo.
disciplinar, e,
de grupo de área reunião de grupo. Registo em
consequentemente,
disciplinar. acta.
1. Uniformizar critérios e instrumentos
práticas lectivas de avaliação.
entre os docentes - Partilhar
da mesma planificações de
disciplina e do Unidade.
mesmo nível de - Promover a
ensino, partilhando realização de Reuniões
Mensal.
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
saberes e encontros mensais de mensais de Discussão em
Registo em
experiências. professores do mesmo professores de cada reunião de grupo.
acta.
nível, de modo a nível.
discutir a planificação
planeada e a preparar
instrumentos de
avaliação.
Área de Momentos de
Modalidade de Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
avaliação avaliação
ão intervenientes
60
2. Desenvolver
nos docentes
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
hábitos de análise - Análise
Final de cada
conjunta de periódica de Discussão de
Reuniões de período lectivo.
práticas resultados por grupo após análise
grupo. Registo em
pedagógico- turma e por área de dados.
acta.
didácticas e de de ensino.
resultados dos
alunos.
Área de Momentos de
Modalidade Momento
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação de avaliação
ão intervenientes
Ao longo de
- Realizar
cada período; Final de
planificação de
partilha em reuniões Discussão cada período
Unidade
mensais por cada em reunião de lectivo.
referenciada a
nível de grupo. Registo em
competências a
escolaridade/área de acta.
desenvolver.
ensino.
- Reformular
3. Uniformizar modos
registos de
de
informação aos
actuação/comunicação Início do ano Discussão
Encarregados de Final do
numa pedagogia por lectivo, em reunião em reunião de
Educação ano lectivo.
competências. de grupo. grupo.
adequando-os às
competências
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
avaliadas.
- Sistematizar Primeiro período.
Final de
o uso de grelhas Reunião de
Discussão cada período
de correcção em grupo de área
em reunião de lectivo.
que se explicitem disciplinar. Formação
grupo. Registo em
as competências na área de avaliação
acta.
avaliadas. por competências.
61
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação.
ão intervenientes
- Utilizar a
1. Diversificar e plataforma moodle Início do ano Discussão em
tornar mais rápida a para colocar lectivo. reunião de grupo. Final de cada
comunicação entre documentos Delegado de Discussão em período lectivo.
II- COMUNICAÇÃO
os elementos do referentes à área área disciplinar e reunião de Registo em
grupo disciplinar. disciplinar, professores do Directores de acta.
promover Fóruns e grupo. Turma.
notícias.
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação
ão intervenientes
Final do ano
1º Período.
- Utilização da Discussão em lectivo.
Professores da
plataforma moodle. reunião de grupo. Registo em
área disciplinar.
acta.
- Promover a 2º Período. Realização de
realização de visita Professores de debate em sala de
Final do 2º
de estudo ao Instituto TIC e Área de aula.
Período.
Superior de Projecto de 8º ano. Realização de
1- Formar a
Engenharia do Porto. Alunos 8º ano. ficha inquérito.
comunidade
2º Período.
escolar no âmbito - Promover a Realização de
Professores de
das Tecnologias realização de visita debate em sala de
TIC e Área de Final do 2º
de Informação e de estudo ao aula.
Projecto de 8º ano. Período.
Comunicação. Visionarium em Realização de
Alunos do 8ºano
Santa Maria da Feira. ficha inquérito.
e 9º ano.
3º Período.
- Promover a
Professores de
visita ao Salão da Realização de
TIC e Área de
Oferta Educativa e debate em sala de Final do ano
III- FORMAÇÃO
Projecto.
Formativa – Eduk@ - aula. lectivo.
Alunos 9ºano e
Exponor em Realização de
alunos dos cursos
Matosinhos. ficha inquérito.
profissionais.
Área de Prioridades Estratégias Momentos de Modalidade Momento de
intervençã concretização / de avaliação avaliação
62
o intervenientes
- Utilizar a
plantaforma moodle
para colocar os
2. Colaborar melhores trabalhos
na formação da realizados pelos Discussão em
comunidade alunos de Área de Final de cada reunião de grupo. Final de cada
escolar em Projecto do 8º ano. período. período.
outras áreas - Utilizar a página
curriculares. oficial da Escola para
colocar um link para
os trabalhos
III- FORMAÇÃO
desenvolvidos pelos
alunos de TIC e dos
alunos de Área de
Projecto do 8º ano.
2.5. O B J E C T I V O S D O P L A N O D E A C T I V I D A D E S D O D E P A R T A M E N T O
Criar/aumentar o gosto pela ciência em geral;
Desenvolver o espírito crítico, a criatividade, a autoconfiança e o raciocínio lógico;
Desenvolver actividades lúdicas que permitam estimular a aprendizagem de conhecimentos;
Explorar as novas tecnologias para ir ao encontro dos objectivos que os novos programas preconizam;
Promover actividades onde participem alunos, professores e encarregados de educação;
Propiciar o conhecimento do meio na sua dimensão científica;
Proporcionar a aproximação entre a escola e as Universidades;
Proporcionar contacto com experiências e demonstrações de índole científica não realizáveis na escola;
1.3- Departamento de Ciências Sociais e Humanas
INTRODUÇÃO
O departamento das Ciências Sociais e Humanas é composto por áreas diversificadas, das quais se tem vindo a identificar
pontos comuns e a tentar implementar um diálogo permanente, com vista a uma maior aproximação e de modo a alcançar
pontos de referência comuns que permitam um efectivo trabalho inter e transdiscipinar.
1. C O O R D E N A Ç Ã O
1.1. A C T I V I D A D E S D A C O O R D E N A Ç Ã O
Reuniões da área disciplinar e departamento;
Reuniões com os delegados das áreas disciplinares;
Revisão do Regimento Interno do Departamento e das áreas disciplinares;
Participação nos órgãos de gestão onde a coordenadora exerce funções representativas;
Intercomunicação entre o grupo e os restantes grupos disciplinares;
Facilitação do diálogo entre os professores das várias áreas disciplinares integradas neste departamento.
63
Proposta de calendário para as reuniões
CONSELHOS PEDAGÓGICOS REUNIÕES COM OS REUNIÃO DE DEPARTAMENTO OU
2007 / 2008 COORDENADORES DE GRUPO
Reuniões às quartas-feiras às Reuniões às quartas-feiras às
Reuniões às terças-feiras
15h 30min (2ª quarta) 15h 30min (4ª quarta)
12 de Setembro de 2007 10 de Setembro de 2007
19 de Setembro de 2007
10 de Outubro de 2007 9 de Outubro de 2007 10 de Outubro de 2007
14 de Novembro de 2007 21 de Novembro de 2007
28 de Novembro de 2007 4 de Dezembro de 2007
9 de Janeiro de 2008 15 de Janeiro de 2008 23 de Janeiro de 2008
13 de Fevereiro de 2008 19 de Fevereiro de 2008 27 de Fevereiro de 2008
5 de Março de 2008 11 de Março de 2008 12 de Março de 2008
9 de Abril de 2008 15 de Abril 16 de Abril de 2008
14 de Maio de 2008 21 de Maio de 2008 28 de Maio de 2008
11 e 26 de Junho de 2008
A combinar
9 de Julho de 2008
1.2. O B J E C T I V O S D O P L A N O D E A C T I V I D A D E S D A C O O R D E N A D Ç Ã O .
Identificar pontos de união das diferentes áreas disciplinares incluídas no departamento;
Melhorar os meios de comunicação entre pares (coordenador/sub-coordenador; sub-coordenador / professor);
Estimular a discussão entre as várias áreas disciplinares, dando a conhecer essas reflexões e conclusões aos órgãos
próprios, nomeadamente ao Conselho Pedagógico e Conselho Executivo;
Promover práticas comuns;
Estimular o uso das TIC na sala de aula;
Organizar os dossiers de coordenação e de sub-coordenação.
2. P L A N O S D E A C T I V I D A D E S D E Á R E A S D I S C I P L I N A R E S
Á R E A D I S C I P L I N A R D E HI ST ÓR IA
64
Área
Momentos de
de Modalidade Momento de
Prioridades Estratégias concretização /
intervenç de avaliação avaliação
intervenientes
ão
- Estabelecer
uma metodologia
Discussão em
de grupo de Final de cada
Início do ano reunião de grupo,
organização e período lectivo.
lectivo, em reunião sempre que for
apresentação da Registo em
de grupo disciplinar. considerado
planificação anual, acta.
necessário.
1. Uniformizar por ciclo e área de
práticas lectivas estudos.
entre os docentes Início do ano
da mesma - Promover a lectivo, em reunião Final de cada
disciplina e do prática comum de de grupo disciplinar Discussão em período lectivo.
mesmo nível de planificação de e em reunião de reunião de grupo. Registo em
ensino, partilhando Unidade. professores de cada acta.
saberes e nível.
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
experiências. Primeiro
- Fomentar uma período.
Final de cada
prática comum de Reunião de
Discussão em período lectivo,
realização de grupo disciplinar /
reunião de grupo. com registo em
instrumentos de formação na área de
acta.
avaliação. avaliação por
competências.
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação
ão intervenientes
1. Uniformizar - Estabelecer
práticas lectivas grandes competências Final do ano
Início do ano
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
entre os docentes em grupo disciplinar, e, Discussão em lectivo.
lectivo, em reunião
da mesma consequentemente, reunião de grupo. Registo em
de grupo disciplinar.
disciplina e do critérios e instrumentos acta.
mesmo nível de de avaliação.
ensino, partilhando - Partilhar Reuniões
Discussão em Mensal, com
saberes e planificações de mensais de
reunião de grupo. registo em acta.
experiências. Unidade. professores de cada
65
- Promover a nível.
realização de
encontros mensais de
professores do mesmo
nível, de modo a
discutir a planificação
planeada e a preparar
instrumentos de
avaliação.
Área de Momentos de
Modalidade Momento
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação de avaliação
ão intervenientes
- Promover a Início do ano Final de
informação sobre lectivo. Delegado cada período
Discussão em
recursos de área disciplinar / lectivo.
reunião de grupo
multimédia disponíveis CRC / elementos Registo em
2. Utilizar na escola. do grupo. acta.
metodologias - Utilizar meios Discussão em
Final de
variadas de multimédia na De acordo com reunião de grupo
cada período,
ensino- leccionação, de acordo planificação de de professores de
com registo em
aprendizagem e com os materiais unidade. cada nível de
acta.
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
de avaliação disponíveis. escolaridade.
(integrando as - Dinamizar a De acordo com
TIC). criação de materiais planificação de Final de
multimédia de acordo unidade. Discussão em cada período
com necessidades de Professores / reunião de grupo. lectivo, com
cada área de estudos. formadores da registo em acta.
oficina multimédia.
Área de Momentos de
Modalidade Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação avaliação
ão intervenientes
3. Desenvolver
ENSINO-
nos docentes - Análise Final de cada
hábitos de análise periódica de Discussão de período lectivo
Reuniões de
conjunta de resultados por grupo após análise com emissão de
APRENDIZAGEM
grupo.
práticas turma e por área de dados. relatório de
–
pedagógico- de ensino. conclusões.
didácticas e de
I
66
resultados dos
alunos.
Área de Momentos de Moment
Modalidade de
interven Prioridades Estratégias concretização / o de
avaliação
ção intervenientes avaliação
Ao longo de cada
Final de
período; partilha em
- Realizar cada período
reuniões mensais por Discussão em
planificação de lectivo.
cada nível de reunião de grupo.
Unidade Registo
escolaridade/área de
em acta.
ensino.
Discussão em
- Reformular
reunião de
registos de Início do ano
4. Uniformizar grupo/Departamento Final do
informação aos lectivo, em reunião de
modos de Discussão em ano lectivo.
Encarregados grupo/Departamento.
actuação/comunicação reunião de Directores
de Educação
de Turma.
-
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
Implementar o
Final de
uso de grelhas
Primeiro período. cada período
de correcção em Discussão em
Reunião de grupo lectivo, com
que se reunião de grupo.
disciplinar. registo em
explicitem as
acta.
competências
avaliadas.
67
Momentos de
Área de Modalidade Momento de
Prioridades Estratégias concretização /
intervenção de avaliação avaliação.
intervenientes
- Criar
1. Diversificar
espaço na
e tornar mais Início do 2º
plataforma
rápida a período - Discussão
moodle para
comunicação Delegado de em reunião de Final do ano lectivo.
colocar
II- COMUNICAÇÃO
entre os área disciplinar e grupo. Registo em acta.
documentos
elementos do professores do
referentes à
grupo disciplinar. grupo.
área disciplinar.
Área de Momentos de
Modalidade de Momento de
intervenç Prioridades Estratégias concretização /
avaliação avaliação
ão intervenientes
1- Promover a - Concretizar a 2º período
formação, nas sessão de
áreas científica e formação no Mendes Moreira Relatório sobre a No final do 2º
pedagógica, dos âmbito da pertinência do período
elementos do didáctica da tema para a prática
grupo. História lectiva.
- Sessão 2º período
sobre a utilização Relatório sobre a No final do 2º
do quadro Apresentação pertinência do tema período
interactivo na sala feita pela para a prática
de aula (em representante de lectiva,
comum com uma editora nomeadamente no
Geografia) uso das TIC.
-Divulgar e 2º período
dinamizar a A determinar A determinar
participação dos FOCO pela entidade pela entidade
docentes nas formadora formadora
várias acções de
III- FORMAÇÃO
formação que o
FOCO vai realizar
para a nossa
Escola
Área de Prioridades Estratégias Momentos de Modalidade de Momento de
68
intervenção concretização / avaliação avaliação
intervenientes
-Evocar várias
datas Ao longo do ano
significativas, seja lectivo, com a
com pequenas possível colaboração Final do ano
Em reunião de
exposições ou de outras áreas lectivo. Registo
área disciplinar.
outras acções, disciplinares do em acta.
dirigidas à mesmo
comunidade Departamento.
escolar.
Final do ano
- Utilização da Ao longo do ano
2- Formar a Discussão em lectivo.
plataforma lectivo - professores
comunidade reunião de grupo. Registo em
moodle. do grupo disciplinar.
escolar no âmbito acta.
da História e do - Visita de
seu significado no estudo ao Museu
2º período. Realização de Início do 3º
âmbito da dos Transportes
Duas turmas de relatório individual período. Registo
sociedade e Comunicações
oitavo e duas turmas por parte dos em acta de grupo
contemporânea (participação nos
de sétimo ano alunos e de turma.
“Ateliers de
Comunicação”)
- Visita de
estudo à Realização de
2º Período – Início do 3º
Assembleia da relatório individual
Turmas de História C período. Registo
República e por parte dos
(11º ano) em acta.
Museu Nacional alunos
do Traje
- Visita de
estudo ao Realização de
2º Período – Início do 3º
Mosteiro dos relatório individual
Turmas de História período. Registo
Jerónimos e por parte dos
8º ano em acta.
Museu da alunos
Marinha
- Participação
3- Promover a Realização de
no Peddy Paper – 2º Período – Início do 3º
cooperação relatório individual
“Da Sé à Ribeira Turmas de História período. Registo
III- FORMAÇÃO
com outras áreas por parte dos
“, promovido pela 8º ano em acta.
disciplinares alunos
Casa do Infante
- Vista de 1º período – três Final do 1º
69
estudo à turmas de 7º ano Realização de período. Registo
exposição de uma ficha de em acta de grupo
cerâmica trabalho por parte e de turma.
japonesa no dos alunos, sobre a
Museu Nacional apresentação
dos Reis – observada
preparação
prévia e Realização de
acompanhamento relatório individual
dos alunos, em por parte dos
colaboração alunos após a visita
directa com
Estudo
Acompanhado e
com os
professores de
Matemática que o
leccionam.
- Vista de estudo 1º período – três
à exposição turmas dos CEF”s, Final do 1º
“Leonardo da 2º ano. período.
Vinci – o Génio”. 2º período – Registo em
Preparação todas as turmas de Realização de acta de grupo.
prévia e 7º ano – neste ano, relatório individual
acompanhamento em colaboração por parte dos
dos alunos. directa com Estudo alunos Final do 2º
- Participação nas Acompanhado e com período Registo
actividades de os professores de em acta de grupo
Geografia “Marco Matemática que o e de turma.
Pólo – uma leccionam.
viagem através
do Mundo”: Final do 2º
Realização de
actividades em 2º período – uma período. Registo
uma ficha de
sala de aula, em turma de 7º ano em acta de grupo
trabalho
codocência e de turma
Área Disciplinar de Geografia
70
MOMENTOS DE MODALIDADE DE
ÁREA DE
PRIORIDADES ESTRATÉGIAS CONCRETIZAÇÃO / AVALIAÇÃO / MOMENTO
INTERVENÇÃO
INTERVENIENTES DE AVALIAÇÃO
- Estabelecer uma
metodologia de organização Balanço a realizar em
e de apresentação das Início do ano lectivo, em reunião de Área Disciplinar no
planificações anuais por reunião de Área Disciplinar. final de cada período lectivo com
disciplina e por ano de registo em acta.
escolaridade.
Registo em documento
- Estabelecer uma Início do ano lectivo, em
existente para o efeito (registos
prática comum de reunião de Área Disciplinar e em
das reuniões parcelares) e
planificação de cada unidade reuniões de professores de cada
análise dos documentos
didáctica. nível.
produzidos
Registo em documento
- Estabelecer uma
Em reuniões, ao longo do existente para o efeito (registos
prática comum de construção
ano lectivo, juntando os das reuniões parcelares) e
de instrumentos de
1. Uniformizar professores de cada nível. análise dos materiais
avaliação.
práticas lectivas entre produzidos.
os docentes da mesma - Estabelecer / analisar
Início do ano lectivo, em
disciplina e do mesmo grandes competências em
reunião de Área Disciplinar e, no Reflexão em reunião de
nível de ensino, grupo disciplinar, e,
que diz respeito aos Área Disciplinar no final de cada
partilhando saberes e consequentemente, produzir
instrumentos de avaliação, no período lectivo com registo em
experiências. critérios e instrumentos de
decurso do ano lectivo elaborar acta.
avaliação adequados.
aquilo que se tornar necessário.
- Partilhar planificações
de Unidade.
Reuniões regulares de
- Promover a realização
professores de cada nível (no Discussão no âmbito das
de encontros mensais de
mínimo, três por cada período reuniões parcelares com registo
professores do mesmo nível,
lectivo) na matriz existente para o efeito.
de modo a discutir a
planificação planeada e a
preparar instrumentos de
avaliação.
2. Utilizar - Promover a Ao longo do ano lectivo. Discussão em reunião de
metodologias variadas informação sobre recursos Delegada de Área Disciplinar / grupo no final de cada período
de ensino- multimédia disponíveis. CRC / elementos do grupo. lectivo com registo em acta.
aprendizagem e de - Utilizar meios
Análise do processo em
avaliação (integrando as multimédia na leccionação de De acordo com planificação
reunião de grupo de professores
TIC), direccionadas para acordo com os materiais de cada unidade.
de cada nível de escolaridade.
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
a participação activa disponíveis.
dos alunos no seu Análise do processo em
- Dinamizar a criação de
próprio processo de De acordo com planificação reunião de grupo de professores
materiais multimédia de
aprendizagem, de de cada unidade. de cada nível e discussão em
acordo com necessidades de
aperfeiçoamento e de Professores / formadores reunião de Área Disciplinar no
cada nível. 71
progressão. da Oficina Multimédia. final de cada período lectivo com
registo em acta.
ÁREA MODALIDADE DE
MOMENTOS DE
DE AVALIAÇÃO /
PRIORIDADES ESTRATÉGIAS CONCRETIZAÇÃO /
INTERVEN MOMENTO DE
INTERVENIENTES
ÇÃO AVALIAÇÃO
3. Desenvolver Discussão em reunião
nos docentes hábitos de Área Disciplinar no
- Análise periódica de
de análise conjunta de Reuniões de Área final de cada período
resultados por turma e
práticas pedagógico- Disciplinar. lectivo com emissão de
por nível.
didácticas e de parecer a apresentar em
resultados dos alunos. Conselho Pedagógico.
Ao longo de cada
- Realizar Discussão em reunião
período lectivo, partilha
planificação de unidades de Área Disciplinar no
em reuniões regulares
didácticas referenciada a final de cada período
(reuniões parcelares)
competências a lectivo.
por cada nível de
desenvolver. Registo em acta.
escolaridade.
4. Uniformizar
- Reformular registos
modos de Discussão em reunião
de informação destinados Início do ano lectivo,
actuação/comunicação de Área Disciplinar;
aos Encarregados de em reunião de Área
numa pedagogia por análise das propostas
Educação, adequando-os Disciplinar e de
competências. apresentadas.
às competências Departamento.
avaliadas.
- Sistematizar o uso
Ao longo do ano Reflexão em reunião
de grelhas de correcção
lectivo. de Área Disciplinar e
em que se explicitem as
Todos os análise dos documentos
competências avaliadas.
professores. produzidos.
72
1. Diversificar e
tornar mais rápida
a comunicação
- Criar um blogue, Início do ano lectivo; Discussão em reunião de
entre os elementos
promovendo a partilha de Delegada e outros Área Disciplinar, no final de
do grupo
informação e de formação. professores da Área cada período lectivo, com
disciplinar.
Disciplinar. registo em acta.
2. Realizar uma
- Criar documento
comunicação mais
próprio de informação sobre Discussão em reunião de
eficaz entre os Início do ano lectivo;
o desempenho dos alunos , Área Disciplinar.
professores da Delegada e outros
II- COMUNICAÇÃO
de acordo com as Apresentação nas
Área Disciplinar e professores da Área
competências avaliadas, reuniões com Encarregados
os Encarregados Disciplinar
dirigido aos Encarregados de Educação.
de Educação.
de Educação
MODALIDADE DE
ÁREA MOMENTOS DE
AVALIAÇÃO /
DE PRIORIDADES ESTRATÉGIAS CONCRETIZAÇÃO /
MOMENTO DE
INTERVENÇÃO INTERVENIENTES
AVALIAÇÃO
1- Promover a - Dinamizar a
formação, nas realização de acções
áreas científica e de formação. Centro de Formação.
De acordo com
pedagógica, dos Delegada e outros
parâmetros
elementos do docentes da Área
estabelecidos para a
III- FORMAÇÃO
grupo. - Propor a Disciplinar de Geografia
acção de formação.
realização de formação
na Área cientifica da
disciplina de Geografia
- Utilizar um
espaço na plataforma
moodle destinado à Ao longo do ano lectivo.
Reflexão em reunião
Área Disciplinar. Professores da Área
de grupo com registo em
III- FORMAÇÃO
- Divulgar alguns Disciplinar.
acta.
dos documentos Conselhos de Turma.
produzidos no âmbito
da Área Disciplinar.
73
MODALIDADE
ÁREA DE MOMENTOS DE
PRIORIDA DE AVALIAÇÃO /
INTERVEN ESTRATÉGIAS CONCRETIZAÇÃO /
DES MOMENTO DE
ÇÃO INTERVENIENTES
AVALIAÇÃO
Marco Polo – uma viagem
através do Mundo. Recriação de
1º ou 2º período.
ambientes dos diferentes sectores
Alunos de 7º ano de
de actividade na Idade Média.
Geografia.
- Visitas de estudo
Marco Polo – uma viagem
através do Mundo. Recriação de
ambientes dos diferentes sectores Relatórios,
de actividade na idade média. textos de
Final do 2º período ou
reflexão,
início do 3º período.
- Recriação de ambientes dos exposições
Alunos do 8º ano.
diferentes sectores de actividade orais, resposta
ao vivo ( com a colaboração dos a
alunos dos CEF ), no tema : “As questionários,
actividades económicos “ apresentações
diversas.
-Visitas de estudo à Etar da Apresentação
Madalena dos resultados
em reunião
-Visita ao Aterro Sanitário de parcelar ou de
Sermonde. Área
2- Formar a comunidade escolar no âmbito da Geografia
Disciplinar em
-Actividades de encerramento registo escrito
1º 2º e 3º períodos.
do Geovida/ Climagaia com :
Alunos do 9º ano.
-concurso de desenhos da
estação meteorológica;
- pesquisa sobre os diversos
instrumentos meteorológicos;
-Trabalho na página ( Internet
III- FORMAÇÃO
) do climagaia
-Pesquisa da rede pública
das estações meteorológicas
públicas /ou privadas.
74
-Concurso para a produção
de um placar do climagaia
- Debate sobre as alterações
climáticas; roll- playing para a
comunidade escolar
MODALIDADE
ÁREA DE MOMENTOS DE
PRIORIDA DE AVALIAÇÃO /
INTERVEN ESTRATÉGIAS CONCRETIZAÇÃO /
DES MOMENTO DE
ÇÃO INTERVENIENTES
AVALIAÇÃO
2ºPeríodo.
-Visita de estudo
Alunos do 10ºano
Profissional de turismo
- Participação nas actividades
do Climagaia.
-
Relatórios,
- Percursos na Cidade do textos de
Porto. reflexão,
exposições
orais, resposta
-Visita à estação agronómica a
de Vairão questionários
e
apresentações
2- Formar a comunidade escolar no âmbito da Geografia
-Visita ao Centro de Controlo Alunos do 11º e 12 º ano diversas.
de tráfego da Câmara Municipal 1 e 2ºPeríodos. - Apresentação
do Porto. . dos resultados em
reunião parcelar ou
de Área Disciplinar
-Visita ao Douro Património da em registo escrito.
Humanidade.
III- FORMAÇÃO
-Visita à PT Comunicações.
75
Área Disciplinar de filosofia e Psicologia
Objectivos Actividades População-alvo Responsáveis Data prevista Local
- Espaços
de
- Desenvolver uma - “Marcas no tempo”, a - Professores de
passagem
atitude crítica e propósito de - Alunos de Filosofia (c/ 15 Nov.
(na
valorativa face ao Filosofia Filosofia colaboração de 29 Mar.
escola)
mundo Juventude outros prof.s)
- Salas de
Fil.
-
- Vivenciar Serralves
- Alunos de - Professores de 3º período
experiências - Visitas de estudo - Museu
Filosofia (10º) Filosofia (10º) (início)
estéticas Soares
dos Reis
- Visita de estudo ao
- Consolidar saberes Planetário
- Alunos de - Professores de 3º período - Espinho
no âmbito da - Ida a exposições
Filosofia (11º) Filosofia (11º) (início) - Porto
epistemologia - Participação numa
conferência
- Reconhecer a - Alunos de - Professores de
- Contacto com
importância dos Filosofia (10º) Filosofia (10º) - Sede da
organizações 2º período
valores ético- - Alunos de - Professores de AMI
humanitárias
políticos Psicologia (11º) Filosofia (11º)
- Seleccionar e
- Construção de painéis
organizar informação - Alunos de - Professores de Ao longo do - Salas de
temáticos
- Problematizar Psicologia (11º) Psicologia ano Filosofia
- Aula aberta
temas de Psicologia
- Salas de
- Evidenciar o lugar - Dinamização dum
Fil.
da Filosofia como espaço de - Comunidade - Professores de Ao longo do
- Espaços
espaço de reflexão e reconhecimento da escolar Filosofia ano
de
de debate Filosofia
passagem
- Desenvolver o - Exposições
- Salas de
pensamento crítico e permanentes nos
Fil.
a reflexão placards das salas de - Alunos de - Professores de Ao longo do
- Espaços
- Partilhar ideias, Fil. Filosofia Filosofia ano
de
experiências e - Actividades da
passagem
aprendizagens “Oficina de Ideias”
ACTIVIDADES DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR
76
Objectivos Actividades Dinamizadores Destinatários Data Local
- Discutir modelos de
avaliação adequados - Doutora Alexandra
- Seminário: “Avaliação - Professores da -A
às competências Carneiro (a A confirmar
em filosofia” área disciplinar designar
específicas do confirmar)
trabalho filosófico
- Professores de
- Experimentar - Realização de
- Professores de Filosofia
práticas pedagógicas actividades práticas a Ao longo do
Filosofia - Alunos de - CRC
a partir da plataforma partir de recursos ano
- Outros Filosofia
Moodle disponíveis na escola
- Outros
- Professores de
- Aprofundar - Prof.s de Filosofia: - CRC
- Criação / dinamização Filosofia
conhecimentos no Amélia Nabais, Ao longo do - Salas de
do projecto “Oficina de - Alunos de
âmbito da Filosofia Elisabete Mesquita, ano Fil.
ideias” Filosofia
- Dinamizar projectos Sónia Múrias - Outros
- Outros
Área Disciplinar de Economia, Contabilidade e Secretariado
Introdução
O presente Plano de Actividades estabelece as linhas mestras do que se pretende que seja a actuação dos membros da área
Disciplinar de Economia, Contabilidade e Secretariado, enquanto grupo de trabalho, no decurso do presente ano lectivo.
A estrutura deste Plano assenta essencialmente no Documento conhecido como Plano de Melhoria, que estabelece 3 áreas de
intervenção entendidas como prioritárias relativamente à actuação dos professores.
Esta Área Disciplinar apresenta características que a distinguem da generalidade das restantes, nomeadamente:
- A sua composição é de apenas 9 elementos
- Aos seus membros está atribuída a leccionação de um elevado número de diferentes disciplinas
- O serviço lectivo encontra-se distribuído pelos Cursos de Educação e Formação de Assistente Administrativo, Profissional de
Técnico de Gestão, Profissional de Animador Sociocultural, Tecnológico de Acção Social, Curso de Ciências Sociais e
Humanas e também pelos cursos de Novas Oportunidades.
- A atribuição de tantas disciplinas a um tão reduzido número de docentes implica que, em geral, apenas um professor lecciona
cada uma das disciplinas.
Dos aspectos acabados de apontar pode-se inferir que o trabalho cooperativo, como a planificação e preparação conjuntas de
aulas bem como a realização de instrumentos de ava-liação comuns e a discussão dos seus resultados, nem sempre faz
77
sentido. No entanto sempre têm sido levadas a efeito e continuarão a sê-lo reuniões de Área Disciplinar para se definirem
princípios comuns e, principalmente, reuniões de trabalho de elementos com afinidades em termos de alunos, matérias,
problemas, a fim de trocarem experiências, discutirem estratégias, encontrarem soluções e melhorarem resultados.
Outro aspecto relevante relativo à especificidade desta Área Disciplinar é o facto de não existirem, para muitas das disciplinas
leccionadas, manuais ou outros materiais de apoio. Por esse facto os docentes estão sujeitos a uma sobrecarga de trabalho
para obterem e produzirem os textos apropriados para serem fornecidos, devidamente adaptados, aos seus alunos.
Os professores da Área Disciplinar de Economia, Contabilidade e Secretariado mani-festam interesse em realizar formação
sobre Planificação e Avaliação por Competências, já que sentem alguns constrangimentos nessa área. Por essa razão estão
interessados em integrar formação que seja oferecida nessa área.
Plano de Actividades
Área Momentos de
Modalidade Momento
de Prioridades Estratégias concretização /
de avaliação de avaliação
intervenção intervenientes
- Estabelecer uma
Final de
metodologia de grupo de Início do ano
Discussão cada período
organização e lectivo, em reunião
em reunião de lectivo.
apresentação da de grupo disciplinar e
grupo. Registo
planificação anual, por de pequeno grupo
em acta.
1. Uniformizar práticas ciclo e área de estudos.
lectivas entre os docentes Início do ano
da mesma disciplina e do - Estabelecer uma lectivo, em reunião Final de
Discussão
mesmo nível de ensino, prática comum de de grupo disciplinar e cada período.
em reunião de
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
partilhando saberes e planificação de cada em reunião de Registo em
grupo.
experiências. Unidade. professores do acta.
mesmo curso
- Estabelecer uma Primeiro período. Final de
Discussão
prática comum de Reunião de cada período
em reunião de
realização de instrumentos grupo disciplinar e de lectivo.
grupo.
de avaliação. pequeno grupo Registo em
78
acta.
- Estabelecer grandes Início do ano Discussão Final do
competências em grupo lectivo, em reunião em reunião de ano lectivo.
disciplinar, e, de grupo disciplinar e grupo. Registo
1. Uniformizar práticas consequentemente, de pequeno grupo em acta.
lectivas entre os docentes critérios e instrumentos de
da mesma disciplina e do avaliação.
mesmo nível de ensino,
partilhando saberes e - Partilhar planificações Final de
experiências. de Unidade/Módulos período
- Promover a realização de Reuniões, Discussão com
encontros de professores sempre que julgadas em reunião de registo em
com afinidades, de modo a oportunas, de grupo. acta ou em
discutir planificações professores com registo de
realizadas e a preparar afinidades reunião
instrumentos de avaliação.
Momentos de
Área de Modalidade Momento
concretização /
intervenção Prioridades Estratégias de avaliação de avaliação
intervenientes
- Promover a Final de
2. Utilizar informação sobre recursos Início do ano Discussão cada período
metodologias variadas de multimédia disponíveis na lectivo. Delegado de em reunião de lectivo.
ensino-aprendizagem e de escola e do material de área disciplinar / grupo Registo
avaliação (integrando as cada elemento do grupo. CRC / elementos do em acta.
TIC), direccionadas para a grupo.
participação activa dos - Utilizar meios Discussão Final de
alunos no seu próprio multimédia na De acordo com em reunião de cada período.
processo de leccionação de acordo planificação de grupo de Registo
aprendizagem, de com os materiais unidade/módulo. professores em acta.
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
aperfeiçoamento e de disponíveis.
progressão. - Dinamizar a criação De acordo com Final de
de materiais multimédia de planificação de Discussão cada período
acordo com necessidades unidade/módulo. em reunião de lectivo.
de cada área de estudos. Professores / grupo. Registo
formadores da em acta.
oficina multimédia.
79
3. Desenvolver nos Reuniões de Discussão Após
docentes hábitos de - Análise periódica de Área Disciplinar de grupo após avaliações de
análise conjunta de resultados por turma e por análise de cada período
práticas pedagógico- área de ensino. Reuniões de dados.
didácticas e de resultados pequeno grupo.
dos alunos.
- Realizar planificação Ao longo de cada Discussão Final de
de Unidades/Módulos período; partilha em em reunião de cada período
referenciada a reuniões por pequeno grupo. lectivo.
4. Uniformizar modos competências a afinidade Registo
de actuação/comunicação desenvolver. de reunião
numa pedagogia
porcompetências.
- Reformular registos Início do ano Discussão Final do
de informação aos lectivo, em reunião em reunião de ano lectivo.
Encarregados de de grupo. grupo.
Educação adequando-os Discussão
às competências em reunião de
avaliadas. Directores de
Turma.
- Sistematizar o uso de Primeiro período. Discussão Final de
grelhas de correcção em Reunião de Área em reunião de cada período
que se explicitem as Disciplinar / grupo. lectivo
competências avaliadas.
Momentos de
Área de Modalidade Momento
concretização /
intervenção Prioridades Estratégias de avaliação de avaliação
intervenientes
80
- Solicitar a
realização de Em momento a De acordo
1- Promover a acções de formação definir superiormente De acordo com parâmetros
formação, nas áreas na área de com parâmetros estabelecidos
científica e pedagógica, “Planificar e Centro de estabelecidos para cada tipo
dos elementos do grupo. Avaliar por Formação para cada tipo de de formação.
Competências” formação.
e
“Novo Sistema
Contabilístico
Português”
- Utilização da 1º período / Discussão Final do ano
plataforma moodle professores do grupo em reunião de lectivo.
disciplinar grupo Registo em
acta
2- Formar a
comunidade escolar no - Promover a Realização
âmbito das Ciências realização de visita 2º período. de debate em Final do ano
Sociais e Humanas. de estudo ao aula e de fichas Registo em
Centro de Professores da formativas. acta
Formalidades, em área técnica dos
Matosinhos cursos de Assistente
Administrativo
- Promover a
realização de visita
de estudo à
PETROGAL e
ÂMBAR
- Outras visitas A indicar Realização
II - FORMAÇÃO
julgadas oportunas oportunamente de debate em Final do ano
aula e de fichas Registo em
formativas acta
2 .5. O B J E C T I V O S D O P L A N O D E A C T I V I D A D E S D O D E P A R T A M E N T O /Á R E A S D I S C I P L I N A R E S
Evocar datas/eventos significativos, de modo a promover o debate/reflexão que possam propiciar;
Promover o espírito crítico e a criatividade dos alunos;
81
Incentivar uma utilização mais sistemática das novas tecnologias no processo de ensino/aprendizagem;
Favorecer experiências pedagógicas interdisciplinares no âmbito das áreas integradas no Departamento;
Favorecer experiências pedagógicas interdisciplinares com áreas disciplinares integrantes dos restantes Departamentos;
Promover actividades que favoreçam a participação dos alunos, professores e encarregados de educação;
Permitir uma maior aproximação entre a Escola e o Meio;
Proporcionar contacto com entidades/personalidades exteriores à Escola, de modo a enriquecer a formação contínua dos
docentes do Departamento;
1.4- Departamento de Línguas
INTRODUÇÃO
O Departamento de Línguas congrega as áreas disciplinares de Português (que, por sua vez, integra a disciplina de
Técnicas de Expressão e Comunicação), de Francês/Espanhol e de Inglês/Alemão.
Estamos convictos daquilo que cremos ser comummente aceite e que é expresso por Carlos Reis no documento
Recomendações sobre o ensino do Português8: «…o idioma é factor determinante de aquisição de conhecimento, de
representação de conceitos e de comunicação de saberes...». Por outro lado, procuramos encontrar os denominadores comuns
que facilitarão uma efectiva partilha de conhecimento(s) e de estratégias que conduzam os nossos alunos a um efectivo
desenvolvimento das competências de comunicação, para além das linguísticas e discursivas, campo de trabalho específico e,
portanto, mais restrito de cada uma das disciplinas.
Em todas estas áreas disciplinares e, de acordo com a filosofia subjacente aos actuais programas, defendemos o trabalho
cooperativo entre os vários docentes, nomeadamente no processo de elaboração de planificações por competências, na
definição, reflexão e análise de critérios de avaliação e de classificação, na concepção de materiais e na elaboração de
percursos de ensino e de aprendizagem que sejam motivadores para os discentes e os envolvam, também, na construção do
próprio conhecimento.
1. C O O R D E N A Ç Ã O
1.1. A C T I V I D A D E S D A C O O R D E N A Ç Ã O
Reuniões de Área Disciplinar e de Departamento.
Reuniões com os delegados de Francês/Espanhol e de Inglês/Alemão.
Revisão dos Regimentos Internos do Departamento e da Área Disciplinar de Português.
Participação no órgão de gestão onde o coordenador tem assento – Conselho Pedagógico.
Relação entre a Área Disciplinar de Português e as restantes Áreas Disciplinares.
Participação no processo de auto-avaliação da Escola, estando presente nas reuniões convocadas de coordenadores e
delegados convocadas no âmbito desse processo e fazendo cumprir o que aí se delibera
Recepção e arquivo de toda a correspondência e de outros documentos dirigidos ao Departamento.
Inventariação do equipamento e dos espaços dos grupos disciplinares.
8 Conferência Internacional sobre o Ensino do Português (Lisboa, 7, 8 e 9 de Maio de 2007)
82
Calendário das reuniões (proposta)
CONSELHO PEDAGÓGICO REUNIÕES DE COORDENAÇÃO (COM
DEPARTAMENTO OU ÁREA DISCIPLINAR
2007 / 2008 OS DELEGADOS)
Mínimo de duas reuniões por período
Reuniões mensais Reuniões mensais
lectivo (preferencialmente, terceira 4ª feira do
(segunda 4ªfeira de cada mês) (maioritariamente à 6ªfeira)
mês)
12 de Setembro de 2007 14 de Setembro de 2007 10 de Setembro de 2007(Depart.)
19 de Setembro de 2007 28 de Setembro de 2007 20 de Setembro de 2007 (Área Disc.)
10 de Outubro de 2007 16 de Outubro de 2007 3 de Outubro de 2007(Área Disc.)
14 de Novembro de 2007 16 de Novembro de 2007 7 de Novembro de 2007 (Depart.)
28 de Novembro de 2007 7 de Dezembro de 2007 21 de Novembro de 2007 (Área Disc.)
9 de Janeiro de 2008 11 de Janeiro de 2008 16 de Janeiro de 2008
13 de Fevereiro de 2008 15 de Fevereiro de 2008 20 de Fevereiro de 2008
5 de Março de 2008 7 de Março de 2008 19 de Março de 2008
9 de Abril de 2008 11 de Abril de 2008 16 de Abril de 2008
14 de Maio de 2008 16 de Maio de 2008 21 de Maio de 2008
11 e 26 de Junho de 2008
A estabelecer em função das prioridades que decorrerem das deliberações e
pareceres do CP ou do CE
9 de Julho de 2008
1.2. O B J E C T I V O S D O P L A N O D E A C T I V I D A D E S D A C O O R D E N A Ç Ã O
Identificar os denominadores comuns às diferentes áreas do Departamento, de modo a potenciar o trabalho em
equipa, optimizando saberes e recursos.
Melhorar a comunicação entre pares (coordenador - delegado; delegado – professor; professor - professor ).
Estimular a reflexão e a discussão nas diferentes áreas, dando eco dessa discussão em Conselho Pedagógico.
Estimular os colegas a valorizar e, se necessário, a modificar a percepção que o aluno tem da escola.
Melhorar as condições de trabalho dos professores das Áreas Disciplinares do Departamento.
Estimular o uso das novas tecnologias.
Responder, em tempo útil, às solicitações dos órgãos de gestão da escola.
Organizar os dossiês de coordenação do Departamento e de Área Disciplinar de forma a serem de consulta fácil e útil.
2. O B J E C T I V O S D O P L A N O D E A C T I V I D A D E S D O D E P A R T A M E N T O
83
- EM RELAÇÃO AOS DOCENTES
Promover a melhoria da comunicação.
Criar um ambiente de trabalho propício à partilha de saberes e de experiências.
Tornar o trabalho em equipa uma realidade generalizada.
Contribuir para uma formação contínua e adequada às necessidades de todos.
- EM RELAÇÃO AOS DISCE NTES
Contribuir para o desenvolvimento das competências de comunicação, estratégica e discursivas e linguísticas.
Desenvolver o espírito crítico, a criatividade e a autoconfiança.
Desenvolver actividades diversificadas que permitam estimular a vontade de aprender.
Explorar as novas tecnologias, indo ao encontro dos objectivos preconizados nos programas disciplinares.
Promover actividades onde participem alunos, professores e encarregados de educação.
Proporcionar a aproximação entre a escola e a Universidade.
Proporcionar experiências não passíveis de realização no âmbito da sala de aula.
3.1- Área Disciplinar de Português
ÁREA DE MODALIDADE DE
MOMENTOS DE CONCRETIZ AÇÃO
INTERVEN- PRIORIDADES ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO / MOMENTO DE
/ INTERVENIENTES
ÇÃO AVALIAÇÃO
- Estabelecer
uma metodologia
de organização e
de apresentação Balanço a realizar em reunião
Início do ano lectivo, em reunião de
1. das planificações de Área Disciplinar no final de cada
Área Disciplinar.
Uniformizar anuais por período lectivo com registo em acta.
práticas lectivas disciplina e por
entre os ano de
docentes da escolaridade.
mesma - Estabelecer
disciplina e do uma prática Registo em documento
Início do ano lectivo, em reunião de
mesmo nível de comum de existente para o efeito (registos das
Área Disciplinar e em reuniões de
ensino, planificação de reuniões parcelares) e análise dos
professores de cada nível.
I – ENSINO-APRENDIZAGEM
partilhando cada unidade documentos produzidos
saberes e didáctica.
experiências. - Estabelecer Primeiro período, inicialmente, em
Registo em documento
uma prática encontro para formação na área de
existente para o efeito (registos das
comum de avaliação por competências e, ao longo
reuniões parcelares) e análise dos
construção de do ano lectivo, em reuniões juntando os
materiais produzidos.
instrumentos de professores de cada nível.
84
avaliação.
- Estabelecer
/ analisar grandes
competências em
grupo disciplinar,
Início do ano lectivo, em reunião de
e,
Área Disciplinar e, no que diz respeito Reflexão em reunião de Área
consequentement
aos instrumentos de avaliação, no Disciplinar no final de cada período
e, produzir
decurso do ano lectivo elaborar aquilo lectivo com registo em acta.
critérios e
que se tornar necessário.
instrumentos de
avaliação
adequados.
- Partilhar
planificações de
Unidade.
- Promover a
realização de
encontros Reuniões regulares de professores
Discussão no âmbito das
mensais de de cada nível (no mínimo, três por cada
reuniões parcelares com registo na
professores do período lectivo)
matriz existente para o efeito.
mesmo nível, de
modo a discutir a
planificação
planeada e a
preparar
instrumentos de
avaliação.
2. Utilizar - Promover a
metodologias informação sobre Ao longo do ano lectivo. Delegada de Discussão em reunião de grupo
variadas de recursos Área Disciplinar / CRC / elementos do no final de cada período lectivo com
ensino- multimédia dispon grupo. registo em acta.
aprendizagem e íveis.
de avaliação - Utilizar
(integrando as meios multimédia Análise do processo em reunião
De acordo com planificação de cada
TIC), na leccionação de de grupo de professores de cada
unidade.
direccionadas acordo com os nível de escolaridade.
para a materiais
85
participação disponíveis.
activa dos
alunos no seu - Dinamizar a
próprio processo criação de Análise do processo em reunião
De acordo com planificação de cada
de materiais de grupo de professores de cada
unidade.
aprendizagem, multimédia de nível e discussão em reunião de
Professores / formadores da Oficina
de acordo com Área Disciplinar no final de cada
Multimédia.
aperfeiçoamento necessidades de período lectivo com registo em acta.
e de progressão. cada nível.
ÁREA DE MODALIDADE DE
MOMENTOS DE CONCRETIZ AÇÃO /
INTERVEN- PRIORIDADES ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO / MOMENTO DE
INTERVENIENTES
ÇÃO AVALIAÇÃO
3.
Desenvolver nos
docentes hábitos
- Análise Discussão em reunião de Área
de análise
periódica de Disciplinar no final de cada período
conjunta de
resultados por Reuniões de Área Disciplinar. lectivo com emissão de parecer a
práticas
turma e por apresentar em Conselho
pedagógico-
nível. Pedagógico.
didácticas e de
resultados dos
alunos.
- Realizar
planificação de
Discussão em reunião de Área
unidades Ao longo de cada período lectivo,
Disciplinar no final de cada período
didácticas partilha em reuniões regulares (reuniões
4. lectivo.
referenciada a parcelares) por cada nível de escolaridade.
Uniformizar Registo em acta.
competências a
modos de
desenvolver.
actuação/comuni
-
cação numa
Reformular
pedagogia por
registos de Discussão em reunião de Área
competências.
informação Início do ano lectivo, em reunião de Disciplinar; análise das propostas
destinados aos Área Disciplinar e de Departamento. apresentadas.
Encarregados
de Educação,
adequando-os
86
às
competências
avaliadas.
-
Sistematizar o
uso de grelhas
de correcção
em que se
explicitem as
competências Reflexão em reunião de Área
Ao longo do ano lectivo.
avaliadas, Disciplinar e análise dos
Todos os professores.
alargando a documentos produzidos.
experiência
obtida no
decurso da
realização de
provas de
aferição interna.
1. - Criar espaço na
Diversificar e plataforma moodle
tornar mais para colocar
rápida a documentos referentes
Início do ano lectivo; Discussão em reunião de Área
comunicação à Área Disciplinar,
Delegada e outros professores da Disciplinar, no final de cada período
entre os criar um blogue,
Área Disciplinar. lectivo, com registo em acta.
elementos do promovendo a partilha
grupo de informação e de
disciplinar. formação.
2.
Realizar uma
comunicação - Criar documento
mais eficaz próprio de informação
entre os sobre o desempenho Discussão em reunião de Área
Início do ano lectivo;
professores dos alunos , de acordo Disciplinar.
Delegada e outros professores da
da Área com as competências Apresentação nas reuniões com
Área Disciplinar
Disciplinar e avaliadas, dirigido aos Encarregados de Educação.
II- COMUNICAÇÃO
os Encarregados de
Encarregado Educação
s de
Educação.
87
ÁREA DE MODALIDADE DE
PRIOR MOMENTOS DE CONCRETIZ AÇÃO
INTERVEN- ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO / MOMENTO DE
IDADES / INTERVENIENTES
ÇÃO AVALIAÇÃO
- Dinamizar a
realização de acções
de formação relativas
ao tema “Avaliar por
competências”.
- Propor a
realização de formação
Centro de Formação.
na área das TIC De acordo com parâmetros
1- Delegada e outros docentes da Área
- Promover a estabelecidos para cada tipo de
Promover a Disciplinar de Português
realização de acções acção de formação.
formação,
de formação de acordo
nas áreas
com os interesses da
científica e
Área Disciplinar,
pedagógica,
nomeadamente na
dos
área da TLEBS
elementos
(actualmente em
do grupo.
processo de revisão).
- Divulgar todos os
eventos das entidades
que promovem a
Durante todo o ano lectivo. Apresentação e discussão em
formação na área das
Delegada e professores da Área reunião de grupo com registo em
III- FORMAÇÃO
disciplinas de
Disciplinar. acta.
Português e de
Técnicas de Expressão
e Comunicação.
- Sensibilizar para
2- a transversalidade do
Formar a Português.
comunidade - Utilizar o espaço Ao longo do ano lectivo.
Reflexão em reunião de grupo
escolar no da plataforma moodle Professores da Área Disciplinar.
com registo em acta.
III- FORMAÇÃO
âmbito do destinado à Área Conselhos de Turma.
Português Disciplinar.
- Divulgar alguns
dos documentos
88
produzidos no âmbito
da Área Disciplinar.
ÁREA DE MODALIDADE DE
PRIORI MOMENTOS DE CONCRETIZAÇÃO /
INTER- ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO / MOMENTO DE
DADES INTERVENIENTES
VENÇÃO AVALIAÇÃO
Visita ao Museu dos
Transportes e
1º ou 2º período.
Comunicações:
Alunos de 8º ano de Língua
- participação na
Portuguesa.
Oficina de Rádio e
Televisão
Final do 2º período ou início do 3º
Visita de estudo a
período.
Mafra
Alunos de Português do 12º ano.
Visita de estudo a
Início do 3º período. Relatórios, textos de
Tormes no âmbito da
Alunos do 11º ano. reflexão, exposições orais,
leccionação de A Cidade
resposta a questionários,
e as Serras.
apresentações diversas.
Participação numa
2ºPeríodo. Apresentação dos
ida ao teatro para assistir
Alunos do 8º ano. resultados em reunião
à representação de Falar
2- Formar a comunidade escolar no âmbito do Português.
parcelar ou de Área Disciplinar
Verdade a Mentir
e registo escrito
Participação numa
ida ao teatro para assistir 2ºPeríodo.
à representação de Alunos do 12º ano.
Felizmente Há Luar!
Actividades do Plano
2º Período.
Nacional de Leitura a
Alunos do 3º Ciclo / Professores do 3º
definir com a Biblioteca
Ciclo / Biblioteca Escolar.
III- FORMAÇÃO
Escolar
2º Período.
Visita de estudo ao
Alunos de Técnicas de Expressão e
Museu da Marioneta
Comunicação do 11º ano.
ÁREA DE MODALIDADE DE
PRIORI MOMENTOS DE CONCRETIZ AÇÃO /
INTERVEN ESTRATÉGIAS AVALIAÇÃO / MOMENTO DE
DADES INTERVENIENTES
ÇÃO AVALIAÇÃO
89
2º Período. - Relatórios, textos de
Visita de estudo ao
Alunos de Técnicas de Expressão e reflexão, exposições orais,
2- Formar a comunidade escolar no âmbito do
Museu de Arte Popular
Comunicação do 11º ano. resposta a questionários e
apresentações diversas.
Final do 1º Período.
Visita de estudo a - Apresentação dos resultados
Alunos de Técnicas de Expressão e
uma Escola de Música em reunião parcelar ou de Área
Comunicação dos 11º e 12º anos.
Disciplinar e registo escrito.
III- FORMAÇÃO
Participação no “1º 2º e 3º Períodos (2 de Janeiro a 30 de
Concurso Literário Junho). Quantidade e qualidade dos
Português
Infanto-Juvenil El Corte Alunos de todos os anos de trabalhos apresentados a concurso.
Inglês” escolaridade.
Correcção das provas aplicando
2º Período.
Provas de aferição os critérios previamente definidos.
Alunos de 9ºano.
interna no 9º ano. Envio dos resultados para o C. P.
Conselho Pedagógico.
depois de análise em Área
Professores de Língua Portuguesa.
Disciplinar
3.2 Área Disciplinar de Inglês e Alemão
Objectivos
Uniformizar práticas lectivas entre os docentes da mesma disciplina e do mesmo nível de ensino, partilhando saberes
e experiências.
Utilizar metodologias variadas de ensino-aprendizagem, direccionadas para a participação activa dos alunos no seu
próprio processo de aprendizagem, de aperfeiçoamento e progressão.
Desenvolver nos alunos as competências essenciais das disciplinas de Inglês e Alemão bem como competências
sócio-culturais e de aprendizagem.
Contribuir para a melhoria dos resultados dos alunos.
Aumentar nos alunos a motivação para as disciplinas de Inglês e Alemão.
Relação dos objectivos com o Projecto Educativo de Escola
O plano visa alcançar as grandes metas e finalidades do projecto educativo contribuindo para que a escola se torne cada
vez mais um lugar de formação completa dos alunos, um lugar de encontros e partilha de saberes e de vivências, bem como
um lugar de orientação e preparação para o mundo do trabalho.
Actividades Recursos Calendarização Avaliação
Melhorar a coordenação de actividades através A partir do Uma vez por
de uma comunicação mais efectiva entre os Professores primeiro período período em
docentes. envolvidos: todos os Conselho de Área
1. Criação de um blogue para a área disciplinar professores da Área Disciplinar
90
de Inglês e Alemão dinamizado pela delegada. Disciplinar
Inserção nesse blogue de toda a informação que
vá surgindo e que seja de interesse para a Área Recursos
disciplinar. materiais:
Utilização dos comentários do blogue para Blogue
coordenação de planificação por parte dos docentes Plataforma Moodle
que leccionem o mesmo nível e para partilha de
saberes e experiências.
2. Criação na plataforma Moodle de um espaço
para a Área disciplinar de Inglês e Alemão
Possível utilização do fórum para coordenação,
bem como para partilha de saberes e experiências.
Utilização da plataforma para partilha de
materiais.
Utilização de materiais inseridos na plataforma A partir do Uma vez por
Moodle na aprendizagem, aperfeiçoamento e Professores primeiro período período em
progressão dos alunos. envolvidos: todos os Conselho de Área
professores da Área Disciplinar
1. Apresentação a todos os professores dos Disciplinar
materiais produzidos na Oficina Multimédia (ano lectivo
2006/2007) já inseridos na plataforma Moodle. Recursos
2. Produção de novos materiais adequados às materiais:
necessidades das turmas. Plataforma Moodle
3. Inserção desses novos materiais na plataforma. Materiais
4. Trabalho com os alunos motivando-os para uma produzidos na Oficina
utilização regular e autónoma desses materiais, de Multimédia
modo a consolidarem e progredirem na sua
aprendizagem.
91
Projecto LTE - Learning and Teaching Efficiently Professores Anos lectivos As
Descrição: envolvidos: Ana Sousa 2007/2008 e professoras e os
Através do contacto estabelecido pela Universidade e Raquel Magalhães 2008/2009, durante alunos envolvidos
Católica do Porto, a escola participará no estudo, a ter Recursos as aulas das duas preencherão
lugar até 2009, em 16 países europeus, visando a materiais: professoras inquéritos que
redução do stress no ensino/aprendizagem do Inglês Fotocópias para os envolvidas no lhes serão
como língua estrangeira. alunos projecto fornecidos para
Com base no Script, enviado pelos mentores do Internet avaliação do
projecto, as duas professoras envolvidas, planificarão Sala de projecto.
as suas aulas, desenvolvendo as competências computadores Posteriorment
essenciais através das diferentes estratégias sugeridas Televisão e vídeo e, darão
no documento de trabalho. Leitor de CD conhecimento à
CDs específicos escola dos
Folhas A3 resultados através
Projector de uma acção de
multimédia formação para
Quadro Interactivo todos os
Retroprojector professores de
Auditório (por línguas
causa do espaço que estrangeiras.
algumas estratégias
requerem)
Ida ao teatro Professores No dia 4 de Em reunião de
Peça: “Not one of us” representada pela ETC - envolvidos: todos os Abril de 2008 das Área Disciplinar
English Theatre Company. professores da Área 9.00 às 10.00 (data no 3º período
Descrição: Disciplinar e hora ainda em
O ETC é uma companhia de teatro inglesa que fase de
oferece peças adequadas ao nível etário e linguístico Recursos confirmação)
dos alunos. Os actores são native speakers, treinados a materiais:
adaptar as peças às reacções da audiência. As peças Salão dos
são interactivas e criadas de modo a envolver a Bombeiros de
audiência emocionalmente, fisicamente e verbalmente. Valadares
São muito divertidas e geralmente do agrado dos (possibilidade que
alunos, contribuindo assim para aumentar a sua necessita ainda de
motivação em relação à disciplina de Inglês. Esta confirmação)
companhia tem a possibilidade de se deslocar às
escolas ou a outro lugar onde a peça possa ser Cada aluno pagará
representada. um bilhete de 2 Euros
Atelier de Música Alemã Professores Uma vez por Em reunião de
92
(Karaoke em Alemão) envolvidos: semana (60m), Área Disciplinar,
Ana Sousa depois das 15.H30 no 3º Período
Descrição: Recursos Possibilidade de
O público alvo é um grupo de alunos (máximo 20) materiais: abrir duas turmas.
do 9º B e 10º C / F. Sala de aula
A actividade “Karaoke” poderá ser dirigida para Fotocópias A participação
todos os alunos do 9º e 10º anos da escola. Leitor de CD no Karaoke,
Televisão e Leitor organizado pelo
Os alunos envolvidos contactarão com a cultura de CD departamento de
alemã através de diferentes tipos de música dos países Aparelhagem Letras da
de expressão alemã. técnica para os Universidade do
No início, será facultado aos alunos um curso ensaios do Karaoke Minho, terá lugar no
básico de aprendizagem da língua alemã para que fim do 2º período ou
possam participar no Concurso: Karaoke em Alemão, a início do 3º.
ter lugar na Universidade do Minho.
2. PLANO DE ACTIVIDADES da COORDENAção DE DIRECTORES de Turma
Actividade - Reunião com o Coordenador cessante.
- Obter, do coordenador cessante,
dossiês de coordenação;
legislação pertinente;
informação sobre dificuldades inerentes ao cargo;
esclarecimento sobre instalações e materiais.
Interlocutores Materiais
Coordenador cessante Dossiês de anos anteriores.
Calendarização
Início do ano lectivo anterior no início de funções.
Actividade - Reunião com o Presidente do Conselho Executivo.
- Definição do plano anual de actividade.
- Definição de procedimentos: presidência de reuniões; periodicidade de reuniões; designação de secretários; orgânica de
reuniões; preparação de reuniões; formas de comunicação.
Interlocutores Materiais
Presidente do Conselho Dossiê de coordenação.
Executivo.
Calendarização
Início de Setembro.
Actividade - Reunião com o Chefe dos Serviços Administrativos.
93
- Esclarecimentos sobre: acção dos gestores e sua relação com os DT.; programa informático; formas de comunicação.
Interlocutores Materiais
Chefe dos Serviços Dossiê de coordenação.
Administrativos.
Calendarização
Início de Setembro.
Actividade - Reunião com SPO.
- Discussão de pontos de colaboração (acompanhamento dos alunos; orientação vocacional, exames nacionais e
prosseguimento de estudos no ensino superior e politécnico – propostas de acções a desenvolver).
- Horário dos SPO.
Interlocutores
Psicólogo. Assistente Social.
Calendarização
Início de Setembro.
Actividade - Reunião com responsável do Ensino Especial.
- Informações sobre casos de alunos abrangidos pelo ensino especial.
Interlocutores
Professor responsável pelo Ensino Especial
Calendarização
Início de Setembro.
Actividade - Recolha de informação.
- Leituras:
Regulamento Interno;
PEE (valores; objectivos a atingir);
legislação em vigor (Estatuto do Aluno do Ensino Não Superior; Reorganização Curricular
do Ensino Básico, Decreto-lei 6/2001; Despacho Normativo nº 550; Código de Procedimento
Administrativo);
processo e objectivos de PCT;
síntese dos relatórios de equipas docentes do ano lectivo anterior.
- Consulta do dossiê de Coordenação do PCT.
- Início da organização do Dossiê de Coordenação.
Calendarização
Setembro
Actividade - 1ª reunião de Conselho de D.T.
Antes da reunião
- Avaliar o Regimento Interno em vigor.
94
- Marcar as reuniões com Encarregados de Educação das várias turmas.
- Convocar a 1ª reunião de Conselho de D.T.
Durante a reunião
- Aprovar o novo Regimento Interno, caso necessário.
- Dar a conhecer o Guia de Procedimentos e o Plano de Actividades do Director de Turma.
- Dar a conhecer o Guia de Procedimentos e o Plano de Actividades do Conselho de Turma.
- Propor actividades para o Plano Anual de Actividades (calendarização de reuniões ordinárias do Conselho de D.T.;
propostas de formação, etc.).
- Dar a conhecer o dossiê de Coordenação e outros dossiês de arquivo de materiais.
- Dar a conhecer a actividade dos SPO.
- Apresentar as tarefas a cumprir:
análise dos planos de estudos;
análise da situação de cada aluno;
regime de faltas;
avaliação;
preparação do início do ano lectivo (reunião com alunos, pais e Encarregados de
Educação; eleição do representante dos E.E..; eleição dos delegados de turma);
actas de eleição e de reunião;
preparação de reunião de discussão de PCT.;
preparação do dossiê individual do aluno (ensino básico).
- Discussão de necessidades de formação.
Após a reunião
- Dar a conhecer, aos órgãos de gestão e pedagógicos, os pareceres e decisões tomadas na reunião de Conselho de D.T.,
assim como as necessidades de formação detectadas.
- Dar a conhecer o mapa de reuniões com E.E., com pelo menos 48 horas de antecedência relativamente à sua
efectuação, divulgando essa calendarização junto da recepcionista e na portaria.
Interlocutores Materiais Legislação/Normativos
Directores de Guia de Procedimentos do D.T. PEE.
Turma. Guia de Procedimentos do Conselho de Turma. R.I., nomeadamente,
Psicólogo. Plano de Actividades do D.T. artº 28º;32º; 33º; 44º e 45º.
Professor do Plano de Actividades do Conselho de Turma. Decreto-lei nº74.
Ensino Especial. Dossiê de Coordenação. Estatuto do aluno do
Dossiê de direcção de cada uma das turmas. Ensino Não Superior.
Ficha de recolha de dados de caracterização socio-económica dos Despachos normativos
alunos. nº 550-A, C, D/2004.
Folha de presenças.
95
Legislação.
Listagem de procedimentos para ano lectivo.
Guiões de reuniões com alunos e E.E. Acta/Registo de reunião
com E.E.
Acta/Registo de eleição de delegados.
Calendário anual de actividades.
Calendarização
Início de Setembro.
Actividade - Acompanhamento dos D.T. e organização de Dossiê de Coordenação.
- Inquirir sobre os PCT.
- Aconselhar sobre a prossecução dos PCT.
- Verificar a existência dos PCT.
- Inquirir sobre a comunicação com Pais e E.E.
- Inquirir sobre comunicação com professores das respectivas turmas.
- Informar sobre novos normativos e legislação.
- Acompanhar a resolução de problemas relacionados com aspectos administrativos e pedagógicos.
- Discutir com Órgãos de Gestão Administrativa e Pedagógica problemas relacionados com a actividade dos DT.
- Monitorizar aspectos relacionais.
- Continuar a organização do dossier de Coordenação.
- Registar em livro próprio os sumários (datados e assinados), referentes à actividade de Coordenação, nos dias para isso
destinados e assinalados no horário do Coordenador.
Interlocutores
Directores de Turma. Gestores dos Serviços Administrativos.Conselho Executivo.
Calendarização
Ao longo do ano lectivo.
Actividade - Preparação de reuniões intercalares.
-Análise do Plano de Actividades do CT.
- Análise e reformulação dos PCT.
- Pedido de relatórios relativos às actividades desenvolvidas em Formação Cívica, Estudo Acompanhado, Área de Projecto
e Apoio Pedagógico.
- Reflexão sobre dificuldades sentidas pelos D.T.
- Reflexão sobre as primeiras reuniões de Conselho de Turma.
- Análise de registos de avaliação para o Ensino Básico e Secundário.
- Análise do guião e plano de trabalho da reunião.
Interlocutores Materiais
96
Presidente do Conselho Materiais a preparar:
Executivo. - Guia de procedimentos;
Conselho Pedagógico.
Chefe de Serviços
Administrativos.
Calendarização
* Até oito dias antes do período destinado às reuniões intercalares, aprovado em Conselho Pedagógico.
Actividade - Reunião de Conselho de D.T. – Preparação das reuniões intercalares.
- Promover a realização de caracterização geral da turma.
- Promover a discussão de casos particulares (aproveitamento, comportamento) no que se refere a resultados individuais e
em certas disciplinas, propondo-se medidas de remediação.
- Sensibilizar para adequar os PCT ao PCE.
- Informar sobre a existência de processos relacionados com a aplicação de programas específicos integrados em
medidas de apoio educativo ou planos de recuperação e de acompanhamento, que resultam da actividade dos vários
departamentos curriculares ou de conselhos de área disciplinar.
Após as reuniões intercalares.
-Fazer o levantamento dos PCT existentes e dar conhecimento aos órgãos de gestão.
Interlocutores
Directores de Turma.
Calendarização
* Até oito dias antes do período destinado às reuniões intercalares, aprovado em Conselho Pedagógico.
Actividades - Reunião com o Presidente do Conselho Executivo.
- Reunião com o Chefe dos Serviços Administrativos.
- Recolha de informação a fornecer aos D.T.
- Discussão de condições a fornecer aos D.T.
- Determinação do período em que se realizarão reuniões com E.E.
- Recolha de cópias de documentos a preencher em Conselho de Turma.
Interlocutores
Presidente do Conselho Executivo.Chefe dos Serviços Administrativos
Calendarização
Até duas semanas anteriores ao encerramento do respectivo período lectivo.
Actividade - Preparação da reunião de Conselho de D.T. – 1º e 2º momentos de avaliação.
- Convocatória para reunião Conselho D.T.
- Marcação de reuniões com Pais e E.E. no início do 2º e 3º períodos.
- Preparação de aviso sobre pedido de relatórios das actividades desenvolvidas em Formação Cívica, Estudo
Acompanhado, Área de Projecto, Apoio Pedagógico e Tutorias.
97
- Recolha da listagem de secretários e da calendarização das reuniões.
- Realização de convocatórias de delegados de turma e de representantes dos E.E.
- Realização de convocatória dos E.E.
- Cálculo de aulas previstas e dadas (P.D.).
- Realização de relatório sobre actividades inerentes aos PCT.
- Reflexão sobre principais dificuldades encontradas pelos D.T.
Materiais
Materiais a preparar:
- tabela de registo de P.D.;
- convocatórias de E.E. para reunião no início do período lectivo seguinte;
- justificação de faltas para E.E. que se ausentem do emprego;
- cópias de documentos a preencher na reunião;
- normativo de realização de actas/registo de reunião;
- calendário das reuniões com E.E.;
- acta/registo de reunião anterior.
Calendarização
Até duas semanas antes do final do período lectivo.
Actividade - Reunião de Conselho de D.T. – 1º e 2º momentos de avaliação.
Durante a reunião.
- Dar a conhecer informações provenientes dos Serviços Administrativos, Conselho Executivo e Conselho Pedagógico.
- Sensibilizar para a leitura de legislação referente ao processo de avaliação.
- Avaliar o processo referente aos PCT.
- Dar recomendações sobre o processo de condução dos PCT.
- Dar a conhecer procedimentos administrativos a cumprir antes da reunião:
convocatória de E.E.;
actualização de livros de ponto;
registos de faltas, transferências e anulações.
- Incentivar a produção de documento comprovativo dos contactos estabelecidos com E.E.
- Incentivar a produção de caracterização da turma com base em contactos com E.E., alunos e professores.
- Incentivar a preparação da participação dos Delegados e dos Representantes dos E.E. durante a reunião.
- Promover a recolha de relatórios referentes a apoios atribuídos, tutorias e outras formas de acompanhamento.
- Sublinhar aspectos relacionados com a realização de actas/registos da reunião.
- Promover o empenho na discussão de problemas, sua análise e propostas de remediação.
- Dinamizar a análise dos relatórios de Estudo Acompanhado, Formação Cívica e Área de Projecto.
- Promover a definição conjunta das actividades a desenvolver em Estudo Acompanhado, Formação Cívica e Área de
Projecto.
- Elaborar planos de recuperação.
Após a reunião.
98
- Publicitar o calendário das reuniões com Pais e E.E. (afixação na entrada dos pavilhões; informação dada na recepção
da Escola e no Conselho Executivo).
- Dar a conhecer, aos órgãos de gestão e pedagógicos, os pareceres e decisões tomadas na reunião de Conselho de D.T.,
assim como necessidades de formação detectadas.
- Dar a conhecer o mapa de reuniões com E.E., com pelo menos 48 horas de antecedência relativamente à sua
efectuação, divulgando essa calendarização junto da recepcionista e na portaria da escola.
Interlocutores Materiais Legislação/Normativos
Directores de Turma. Tabela de registo de P.D.s. Estatuto do Aluno do Ensino Não
Convocatórias de E.E para reunião no Superior.
início do período lectivo seguinte. Despacho Normativo Nº 5
Justificação de faltas para E.E que se
ausentem do emprego.
Cópias de documentos a preencher na
reunião (pautas, registos biográficos,
registos de avaliação).
Normativo de realização de
actas/registos de reunião
Calendarização
Até oito dias antes do final do período lectivo.
Actividade - Preparação da reunião de Conselho de D.T. – 3º momento de avaliação sumativa.
- Convocatória para reunião de Conselho de D.T.
- Marcação de reuniões com Pais e E.E. no final do período.
- Preparação de folha de registo de alunos propostos para o Quadro de Valor e para o Quadro de Excelência.
- Preparação de guião orientador da realização de actas/registos de reunião.
- Cálculo de P.Ds.
- Realização de relatório sobre actividade inerente aos PCT.
- Reflexão sobre principais dificuldades encontradas pelos D.T.
- Reflexão sobre registo de actividades dos Directores de Turma.
Materiais
Materiais a preparar:
- tabela de registo de P.Ds;
- guião orientador do relatório crítico de actividades;
- cópias de documentos a preencher na reunião(pautas; registos biográficos; termos);
- normativo de realização de actas/registos de reuniões.
- acta/registo de reunião anterior.
Calendarização
Até duas semanas antes do final do período lectivo.
Actividade - Reunião de Conselho de D.T. – 3º momentos de avaliação
99
- Dar a conhecer informações provenientes dos Serviços Administrativos, Conselho Executivo e Conselho Pedagógico,
nomeadamente no que se refere a processos de matrícula e exames nacionais.
- Avaliar o processo referente aos PCT.
- Dar a conhecer procedimentos administrativos a cumprir antes da reunião:
actualização de livros de ponto;
registos de faltas e anulações.
- Incentivar a produção de documento referente a contactos com E.E.
- Incentivar a produção de documento final referente à caracterização da turma no que respeitou a atitudes e
comportamentos manifestados assim como ao aproveitamento conseguido.
- Promover a recolha de relatórios referentes a apoios atribuídos, tutorias e outras formas de acompanhamento.
- Orientar processos, nomeadamente no que se refere a situações de segunda retenção.
- Dinamizar a realização de balanços das actividades realizadas em Estudo Acompanhado, Formação Cívica e Área de
Projecto.
- Sublinhar aspectos relacionados com a realização de actas/registos.
- Promover o empenho na discussão de problemas e na apresentação de propostas de remediação.
- Orientar os D.T. de maneira a que dinamizem Conselhos de Turma capazes de propor processos de organização de
turmas para o ano lectivo seguinte.
Interlocutores Materiais Legislação/Normativos
Directores de Guia de relatório crítico de actividades. Estatuto do Aluno do Ensino Não Superior.
Turma. Tabela de registo de P.Ds. Despacho Normativo Nº 5
Cópias de documentos a preencher na reunião
(pautas, registos biográficos, registos de
avaliação; termos).
Normativo de realização de actas/registos de
reunião.
Calendarização
Até oito dias antes do final do período lectivo.
Actividade - Elaboração de relatório crítico de actividade.
- Registar em relatório:
descrição de actividade (reuniões, relação com Órgãos de Gestão Administrativa e
Pedagógica; etc.).
descrição de relação com Directores de Turma (apoios prestados, dificuldades
encontradas, medidas de remediação de problemas).
discussão crítica da actividade, apontando pontos fracos, pontos fortes e propostas de
melhoria.
Interlocutores Materiais Legislação/Normativos
100
Dossiê de Coordenação. Dec. Regulamentar nº10/99
Calendarização
Até dia 30 de Junho desse ano lectivo.
Actividade - Apresentação do relatório crítico de actividade.
Reunião com Conselho Executivo: apresentação da actividade; exposição de dificuldades e propostas de melhoria.
Interlocutores Materiais Legislação/Normativos
Conselho Executivo Relatório crítico.
Calendarização
Dia 30 de Junho desse ano lectivo.
Actividade - Acompanhamento do processo de matrículas e de formação de turmas.
- Organizar os anexos de matrícula necessários à formação de turmas.
- Reunir com os Serviços Administrativos e executar simulações de matrícula suficientes com os modelos em vigor, de
maneira a inteirar-se de possíveis dificuldades na sua interpretação.
- Organizar o material necessário às matrículas por ano ou por turma.
- Reunir com o Órgão de Gestão e o Chefe dos Serviços Administrativos, de modo a calendarizar o processo de matrícula
e a estabelecer procedimentos.
- Publicitar pela escola o processo de organização das matrículas.
- Reunir com os Directores de Turma, orientando-os sobre o processo de matrículas.
- Acompanhar os momentos de matrícula dos Ciclos de ensino que coordena.
- Analisar dados relativos à formação de turmas do ano lectivo seguinte, organizando-os e sujeitando-os à apreciação do
órgão de gestão.
- Ajudar a organizar o processo de formação de turmas.
Interlocutores Materiais Legislação/Normativos
Órgão de Gestão. Anexos de matrícula.
Serviços Administrativos. Lista de requisitos necessários
Chefe dos Serviços à matrícula.
Administrativos. Pautas de 3º período.
Directores de Turma. Listas de alunos.
Calendarização
Durante o mês de Julho
Actividade - Organização de dados a fornecer ao coordenador da equipa de auto-avaliação da escola.
- Recolher e organizar dados estatísticos relativos às turmas e anos dos respectivos ciclos no que se refere ao sucesso e
qualidade do sucesso dos alunos.
- Entregar o relatório ao coordenador da equipa de auto-avaliação da escola.
Interlocutores Materiais Legislação/Normativos
Órgão de gestão. Pautas de final de 3º período.
Serviços Administrativos.
101
Coordenador da equipa de
auto-avaliação da escola
Calendarização
Durante o mês de Julho.
3. Planos de recuperação de aprendizagens não realizadas
Os planos de recuperação das aprendizagens não realizadas são da responsabilidade das Equipas Pedagógicas e dos
Conselhos de Turma, decorrendo do processo de ensino aprendizagem e da implementação do PCT.
4. Planos de reforço das aprendizagens
Os planos de reforço das aprendizagens têm como público-alvo as turmas do 9.º ano e são da responsabilidade dos
Conselhos de Turma.
5. Planos de valorização de aprendizagens realizadas
Os planos de valorização das aprendizagens realizadas são da responsabilidade das Equipas Pedagógicas e dos
Conselhos de Turma, decorrendo do processo de ensino aprendizagem e da implementação do PCT, encontram expressão de
aplicação no ATE.
6. Plano de Intervenção para Currículo Escolar Próprio e Alternativo dos Alunos com NEE
As competências que continuam a ser desenvolvidas nas áreas específicas de aprendizagem são:
- Autonomia de desenvolvimento pessoal e social;
- Implementar ritmos de aprendizagem
- Desenvolver o nível de raciocínio e percepção visual e espacial;
- Desenvolver e enriquecer a expressão oral, escrita e vocabulário;
- Melhorar a coordenação motora, espaço - temporal;
Reforço de Aprendizagem;
- Organização de um Plano de Estudo que contemplará hábitos e métodos de estudo;
- Regulação de metas e estratégias de interacção com o outro;
- Correcção de posturas corporais;
- Reforço de auto-conceito e auto-estima;
-Estimular a aquisição de competências básicas de higiene e comportamentos sociais, bem como a autonomia e
responsabilidade;
O sistema de avaliação será realizado de forma formal e informal.
A nível formal serão avaliadas as aquisições de:
- Domínio de competências das aprendizagens académicas;
- Conhecimento de técnicas expressivas (verbal e não verbal);
- Correcção de posturas corporais;
- Qualidade de interacção com o outro;
- Qualidade dos hábitos e métodos de estudo;
102
- Pontualidade e responsabilidade;
- Aquisição das competências gráfico – espacial
- Condições especiais de avaliação tendo em conta o tipo de prova ou instrumento de avaliação; a forma ou o meio de
expressão do aluno; valorizar a sua periodicidade de assistência às aulas; mais tempo de execução de provas e apoio do
docente no local de execução da mesma.
7. Coordenação de projectos -Plano de Actividades
I – Introdução
Numa escola em constante renovação, ávida em cativar energias que potenciem saberes e aprendizagens, sequiosa em
responder a necessidades formativas de cidadãos, comprometida com o meio envolvente e atenta às preocupações das
famílias, leva a que seja intenção da coordenação de projectos empreender uma dinâmica de intervenção que proporcione a
valorização de projectos, de diversa índole, consubstanciados na rentabilização de recursos e na aplicação de saberes com
repercussão na formação de estudantes e comunidade educativa.
II - Objectivos do plano de actividades
1- Colaborar no espírito de Escola motivadora, dinâmica e empreendedora, como pilar fundamental da formação do meio,
da sociedade e da região.
2- Garantir a qualidade desejável das planificações de actividades de enriquecimento curricular, com o intuito de:
2.1- incentivar o desenvolvimento das capacidades psicossociais dos elementos da comunidade educativa;
2.2- desenvolver as competências necessárias a uma integração social correcta, no aluno, como cidadão de pleno direito;
2.3- fomentar a apreensão de conhecimentos através de saberes da vivência no mundo de hoje;
2.4- cooperar no apoio às famílias através da motivação para a concretização de actividades a decorrer além do período
lectivo diário.
3- Divulgar toda a informação relativa a candidaturas a concursos de projectos pertinentes para a Escola..
III- Actividades
1. Designação
Colaboração na realização do Plano Anual de Escola e na sua avaliação.
Participar na construção de documentos estruturantes de escola.
Realização de reuniões com coordenadores, proponentes e fomentadores de projectos.
Equacionamento de meios e recursos necessários à concretização de projectos aprovados.
Acompanhamento da concretização de projectos.
Proporcionar a avaliação final de cada projecto.
2. Calendarização
A. Colaboração no plano anual de escola / 1º período
B. Participar na construção do Projecto Curricular de Escola e Regimento Interno /1.º e 2.º Períodos
C. Realização de reuniões / 1.º período e ao longo do ano sempre que se entenda necessário.
D. Inventariação de meios e recursos de cada projecto/ na sequência da sua apresentação.
E. Acompanhamento da concretização de projectos / ao longo do ano.
103
F. Avaliação das actividades de projectos / no final de cada um.
3. Recursos
Papel, meios riscadores e informáticos, correio e telefone.
4. Avaliação Relatório do Coordenador com base na análise qualitativa da adequação e aplicação dos diversos projectos, bem
como, na análise de relatórios de avaliação dos responsáveis por cada projecto.
7. Actividades de enriquecimento curricular
As actividades de enriquecimento curricular são as aprovadas em conselho pedagógico, aqui indicadas e anexadas ao
presente plano:
Oficina das Artes
Oficina de artes digitais
Clube estufa, jardim e horta pedagógica
Os padrinhos
Clima Gaia
Aprender a Estudar
8. Plano de formação de professores, pessoal administrativo e pessoal auxiliar de acção educativa
O plano de formação para professores, pessoal administrativo e pessoal auxiliar de acção educativa decorre do
levantamento junto dos departamentos curriculares e representantes do pessoal administrativo e auxiliar de acção
educativa.
São as seguintes as prioridades definidas pela Escola para 2007/2008, aprovadas em Conselho Pedagógico:
Área: Supervisão Pedagógica
Modalidade de formação: Projecto
Público-Alvo: coordenadores de departamento; delegados de disciplina; professores titulares.
Número de formandos: 10 a 15.
Formadores: a designar.
Período de realização: 10 sessões de 2,5 horas cada – 15:45 – 18:15.
Ano de realização: 2008
Parceria: Centro de Formação da Associação de Escolas Gaia-Sul.
Área: Trabalho Colaborativo na Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves (Projecto Curricular de Turma)
Modalidade de formação: Projecto
Público-Alvo: professores da Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves
Número de formandos: 3 turmas com o máximo de 15 formandos cada;
Formadores: Teresa Andrade, José Melim, Jorge Marinho;
Período de realização: 10 sessões de 2,5 horas cada – 15:45 – 18:15.
Ano de realização: 2008
104
Parceria: Centro de Formação da Associação de Escolas Gaia-Sul.
Área: informática - Iniciação às TIC
Modalidade de formação: Curso
Público-Alvo: professores da Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves
Número de formandos: 1 turma com o máximo de 15 formandos;
Formadores: Cristina Albuquerque;
Período de realização: 20 sessões de 2,5 horas cada – 15:45 – 18:15.
Ano de realização: 2008
Parceria: Centro de Formação da Associação de Escolas Gaia-Sul.
Área: Informática – Utilização das TIC na componente cientifico-didática
Modalidade de formação: Curso
Público-Alvo: professores da Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves
Número de formandos: 3 turmas com o máximo de 15 formandos cada;
Formadores: a designar
Período de realização: 20 sessões de 2,5 horas cada – 15:45 – 18:15.
Ano de realização: 2008
Parceria: Centro de Formação da Associação de Escolas Gaia-Sul.
Área: Informática – TIC – Gestão de redes
Modalidade de formação: Curso
Público-Alvo: pessoal administrativo
Número de formandos: 1 turma com o máximo de 15 formandos;
Formadores: a designar
Período de realização: 10 sessões de 2,5 horas cada – 15:45 – 18:15.
Ano de realização: 2008
Parceria: Centro de Formação da Associação de Escolas Gaia-Sul.
Área: Práticas de Socorrismo
Modalidade de formação: Curso
Público-Alvo: Pessoal auxiliar de acção educativa
Número de formandos: 2 turmas com o máximo de 15 formandos cada;
Formadores: a designar;
Período de realização: 1 sessão de 2,5 horas cada – 15:45 – 18:15.
Ano de realização: 2008
Parceria: Bombeiros Voluntários de Valadares e Centro de Saúde
Área: TIC e audiovisuais
Modalidade de formação: Curso
105
Público-Alvo: Pessoal auxiliar de acção educativa
Número de formandos: 2 turmas com o máximo de 15 formandos cada;
Formadores: José António Silva;
Período de realização: 10 sessões de 2,5 horas cada – 15:45 – 18:15.
Ano de realização: 2008
Parceria: Centro de Formação da Associação de Escolas Gaia-Sul.
Área: Atendimento e acompanhamento de jovens
Modalidade de formação: curso
Público-Alvo: Pessoal Auxiliar de Acção Educativa
Número de formandos: 2 turmas com o máximo de 15 formandos cada;
Formadores: Mónica Paiva;
Período de realização: 10 sessões de 2,5 horas cada – 15:45 – 18:15.
Ano de realização: 2008
Parceria: Centro de Formação da Associação de Escolas Gaia-Sul.
9. Plano de tutorias
Sinalização de alunos que poderão ser alvo de acção tutorial, pelo conselho de turma, directores de turma ou conselho
executivo;
Avaliação de cada caso pela equipa de coordenação da acção tutorial (Coordenador pedagógico, técnica de acção social e
psicóloga estagiária);
Encaminhamento de cada aluno de acordo com o tipo de tutoria:
- absentismo escolar e problemas económicos graves ( técnica de acção social);
- comportamentos disrutivos (psicóloga estagiária);
- dificuldades ao nível da aprendizagem (professor);
Nota: Em casos em que coexistam diferentes tipos de problemas, a acção toturial poderá ficar a cargo de mais de que um
tutor;
Definição, pelo conselho de turma, dos professores que acompanharão os alunos em programa de tutoria (máximo de
grupos de três/quatro alunos por professor);
Marcação de tempos comuns semanais para encontro entre tutor e tutorandos;
Registo obrigatório de actividades realizadas e de presenças nas sessões de tutoria;
Registo obrigatório em livro de ponto;
Avaliação pelo professor tutor através de relatório
Monitorização pelo conselho de turma/equipa docente do processo e avaliação no Carnaval.
Actividades (possíveis) a realizar:
- Aconselhar e acompanhar o plano de estudo semanal do aluno;
- Orientar o trabalho escolar;
- Encontrar outros apoios necessários ao desenvolvimento da aprendizagem do aluno;
- Favorecer a auto-estima do aluno;
- Valorizar a importância da escola na sua formação;
106
- Reflectir sobre a evolução do aluno;
- Avaliar, sempre que possível, com o conselho de turma, o desenvolvimento do aluno.
107
Anexos
Anexo I
PLANO DE MELHORIA
Grupo: ALUNOS
Focalização: PROCESSO DE ENSINO – APRENDIZAGEM/ COMUNICAÇÃO
Prioridades e Estratégias de Actuação:
Período de Modalidades de
Prioridades Estratégias de Actuação
actuação Avaliação
- Uso de estratégias, por parte de professores
voluntários, que se dirijam ao controlo pelos alunos das
suas intervenções, tendo em conta a auto-observação
de:
- organização na participação.
- pertinência da participação.
- qualidade da participação.
- respeito pelos outros demonstrado na atenção
1. Promover nos
com que se ouvem e na forma de argumentar face à
alunos uma - Relatórios dos
opinião de terceiros.
participação com professores voluntários.
qualidade e níveis Ao longo - Entrevistas com
- Uso de estratégias de leitura e comentário de
satisfatórios de do ano lectivo delegados de turma.
texto em turmas do Ensino Básico, com o apoio
expressão oral e - Entrevistas a
necessário da Biblioteca-escolar.
escrita. Directores de Turma.
- Uso de estratégias capazes de permitir uma auto-
observação sistemática, por parte dos alunos, no que
se refere à qualidade do seu discurso oral e escrito.
- Informar os Encarregados de Educação sobre a
eficácia das formas de comunicação dos seus
educandos e esclarecê-los sobre a importância deste
aspecto no desenvolvimento respectivo educando.
108
- Sinalizar, no final do 1º período, turmas que
necessitem de acompanhamento em regime de co-
docência. A partir do
- Estudar as possibilidades de implementar co- 2º período
2. Intervir de forma docência durante determinado período de tempo. lectivo.
sistemática no controlo - Permitir a atribuição de horas para realizar co-
- Análise dos
de comportamentos e docência deslocando professores de actividades não
relatórios finais de
atitudes que afectam o lectivas que lhe tenham sido atribuídas.
actividade dos D.T.
trabalho na sala de
- Reunir, por iniciativa do D.T., com Encarregados
aula.
de Educação, quando necessário com a presença dos
Ao longo
professores interessados e dos delegados de turma, no
do ano lectivo.
sentido de orientar e responsabilizar os E.E., de forma
positiva, no sentido da melhoria.
3. Promover o - Análise dos
Ao longo
reconhecimento do - Implementar Quadro de mérito da Turma. relatórios finais de
do ano lectivo.
trabalho dos alunos. actividade dos D.T.
Inquérito relativo a
primeira reunião com
- Reforçar a função do DT como divulgador do RI Encarregados de
da escola. Educação.
4. Informar os - Promover acções relacionadas com o papel dos Inquérito aos
alunos sobre a sua alunos na gestão escolar em aulas de Formação Representantes dos
participação nos Cívica, de acordo com proposta a apresentar ao 1º Período Encarregados de
órgãos de gestão da Conselho Pedagógico. Educação.
escola. - Publicitação através de painel com organigrama Questionário a
identificando cargos e pessoas que os ocupam, a realizar pelos alunos
colocar em pontos-chave da escola e no site. em aulas de Formação
Cívica.
- Destacar membro do Conselho Executivo para
assumir a liderança da comunicação, presidindo este,
5. Estabelecer em conjunto com representante dos alunos ao
comunicação eficaz de Conselho Pedagógico, a reuniões periódicas com
forma a melhorar a Assembleia de Delegados de cada Ciclo de estudos. Ao longo Inquérito aos
circulação da - Usar a Rádio-escolar como veículo de informação. do ano lectivo alunos.
informação. - Criar infos devidamente localizados com
informação pertinente. Procurar mesmo promover uma
secção do info dedicada ao que semanalmente é
importante saber-se (“Esta semana na escola…”).
109
- Criar boletim a ser realizado por equipa do
Conselho Pedagógico liderada pelo aluno que aí tem
assento, e que comunicará a cada Delegado de turma
reflexões/deliberações/informações provenientes
daquele órgão.
- Envolver a Associação de Estudantes em formas
de comunicação eficazes com o órgão de gestão e
promover o seu contributo na circulação de informação
na escola.
- Usar folhas de informação periódica de modo a
focalizar a atenção dos E.E. em aspectos particulares
6. Promover o - Relatórios finais
do processo de aprendizagem dos respectivos
envolvimento dos dos DTs.
educandos.
Encarregados de - Ao longo - Entrevistas aos
Educação no do ano lectivo Representantes dos
- Realizar exposições dos trabalhos dos alunos e
acompanhamento dos Encarregados de
envolver os pais em actividades lectivas e não lectivas
respectivos educandos. Educação.
(nomeadamente em turmas propostas para o efeito
pelos respectivos DTs)
Grupo: FUNCIONÁRIOS
Focalização: CONDIÇÕES NECESSÁRIAS AO PROCESSO DE ENSINO – APRENDIZAGEM/ COMUNICAÇÃO
Prioridades e Estratégias de Actuação:
Período de Modalidades de
Prioridades Estratégias de Actuação
actuação Avaliação
- Apresentar os funcionários de cada sector da
escola, usando:
- Infos à entrada de cada pavilhão.
- Informação na porta de cada sala,
- Actas de reuniões
identificando o funcionário responsável e o respectivo
com pessoal auxiliar de
horário.
1. Promover a acção educativa.
- formas de comunicação pessoal através dos 1º Período
imagem do funcionário
D.T.s e dos “padrinhos”.
- Inquérito a
- Mensagens que promovam a imagem do
realizar no final do ano.
funcionário afixadas pela escola.
- Aulas de Formação Cívica para apresentar
funções e formas correctas de comunicação com o
funcionário.
110
Ao longo do
- Remodelar a sala dos funcionários.
ano lectivo
Período de Modalidades de
Prioridades Estratégias de Actuação
actuação Avaliação
- Promover a realização de reuniões com
elemento do Cons. Exec., da equipa de auto-avaliação
e com a Encarregada do Pessoal Auxiliar.
- Destacar periodicamente os funcionários, pela
positiva, em relação ao trabalho desempenhado.
- Promover o uso de folhas de ocorrências por
sala e por sector:
- Indicando o estado das salas de aula,
destinadas aos professores.
- Indicando o estado das salas de aula,
destinadas aos funcionários.
- Indicando ocorrências várias, ao dispor de - Actas de reuniões
todos os elementos da comunidade educativa, em com pessoal auxiliar de
2. Dinamizar a cada sector. acção educativa.
actuação dos
- Implementar o uso de novas folhas de requisição - A partir do
funcionários,
de material. 1º período
responsabilizando-os
- Implementar trabalho de projecto da - Registos
pelas áreas em que se
responsabilidade dos alunos do 12º ano de Acção realizados em folhas de
situam.
Social no sentido de promover a higiene de espaços ocorrências e em
exteriores, das casas de banho dos alunos, da cantina folhas de requisição.
e do bufete.
- Implementar trabalho de projecto da
responsabilidade dos alunos do 12º ano de Acção
Social no sentido de melhorar as formas de
comunicação entre os funcionários e outros elementos
da comunidade.
- Recolher periodicamente informação, analisá-la e
proceder ao reajustamento da actividade dos
funcionários, quando necessário (elemento da equipa
de auto-avaliação, elemento do Conselho Executivo,
Encarregada do pessoal auxiliar).
111
Grupo: PROFESSORES
Focalização: PROCESSO DE ENSINO – APRENDIZAGEM
Ano: 2006 / 2007
Prioridades Estratégias de Actuação Período de Modalidades de
actuação Avaliação
- Reuniões para planificação de unidades
didácticas, articulando estratégias, actividades,
materiais e instrumentos de avaliação (incluindo Ao longo do
matrizes comuns de testes sumativos) com os ano:
conteúdos seleccionados e com as competências 2/3 vezes - Pela equipa de
visadas. por período auto-avaliação:
1. Uniformizar - Fazer o registo escrito da reunião, da
práticas lectivas entre os responsabilidade dos professores, enunciando, de análise das
docentes da mesma forma topicalizada, os principais pontos acordados. actas/registos das
disciplina e do mesmo
112
nível de ensino, - Preenchimento de formulário em reunião de reuniões efectuadas;
partilhando saberes e elementos da equipa de auto-avaliação com No final de análise dos
experiências. Delegados de Área Disciplinar, dando conta da cada período formulários preenchidos
supervisão efectuada e dos problemas de pelos Delegados de
implementação detectados, a par da apresentação de Área Disciplinar;
sugestões de remediação. análise das
actas/registos das
reuniões realizadas
pela equipa de auto-
avaliação com os
Delegados de Área
Disciplinar.
- Pelo Conselho
Pedagógico:
apreciação do
relatório elaborado pela
equipa de auto-
avaliação, a partir da
análise feita às
actas/registos das
reuniões efectuadas e
às respostas ao
formulário preenchido
- Redacção de um relatório, da responsabilidade No primeiro
pelos Delegados de
da equipa de auto-avaliação, para apresentar em conselho
Área Disciplinar.
Conselho Pedagógico. pedagógico do
2º e 3º
períodos.
No
penúltimo/último
conselho
pedagógico do
ano.
113
Ao longo do
ano:
- Formação interna, externa e autoformação. formação - Breve relatório da
segundo formação obtida, dando
calendário conta da utilidade na
previsto no prática lectiva.
plano anual de
2.Utilizar actividades do
metodologias departamento.
variadasde ensino-
aprendizagem e de - Planificação de unidades didácticas e/ou aulas,
avaliação (integrando as integrando: - Pela equipa de
TIC), direccionadas para auto-avaliação:
a participação activa dos motivação, desenvolvimento e síntese;
alunos no seu próprio métodos e técnicas de ensino- Em cada análise das
processo de -aprendizagem individual e em grupo/grupo-pares; período lectivo: actas/registos das
aprendizagem, de materiais/recursos direccionados para as - reuniões reuniões efectuadas;
aperfeiçoamento e de competências específicas e para as competências entre os
progressão. transversais: de comunicação (p.e., expor oralmente professores da análise dos
de forma estruturada) e estratégica (p.e., pesquisa e mesma formulários preenchidos
tratamento da informação); disciplina e do pelos Delegados de
conteúdos específicos articulados, sempre mesmo nível de Área Disciplinar;
que possível, com o “curriculum oculto” do aluno; ensino, 2/3
estratégias e actividades propiciadoras da vezes por análise das
participação activa do aluno na aprendizagem, no período; actas/registos das
aperfeiçoamento e na progressão; reuniões realizadas
instrumentos de avaliação (auto e co- pela equipa de auto-
avaliação) diversificados, numa óptica processual. avaliação com os
Delegados de Área
- Elaborar planificações a médio- Disciplinar.
-prazo (por período lectivo) e/ou enunciar, no
registo da reunião, de forma topicalizada, os inquérito aos
principais pontos acordados nas planificações. alunos (uma vez por
período).
- Preenchimento de formulário em reunião de
elementos da equipa de auto-avaliação com No final de observação de
Delegados de Área Disciplinar, dando conta da cada período aulas entre pares
supervisão efectuada e dos problemas de (facultativo), com
implementação detectados, a par da apresentação de parâmetros a definir;
sugestões de remediação.
114
- Redacção de um relatório, da responsabilidade No primeiro análise de
da equipa de auto-avaliação, para apresentar em conselho resultados dos alunos,
Conselho Pedagógico. pedagógico do utilizando-se como
2º e 3º referência os resultados
períodos. do ano anterior;
No
penúltimo/último
conselho - Pelo Conselho
pedagógico do Pedagógico:
ano.
análise do
relatório elaborado pela
equipa de auto-
avaliação, a partir da
análise feita aos
instrumentos de
avaliação acima
referidos.
- Reunião em departamento / em área disciplinar, - Pela equipa de
3. Desenvolver nos para análise de: Ao longo do auto-avaliação:
docentes hábitos de ano:
análise conjunta de operacionalização/eficácia das planificações; 1 vez por análise de
práticas pedagógico- definição/reajustamento de critérios de período actas/registos de
-didácticas e de avaliação/classificação; reuniões;
resultados dos alunos. análise de resultados dos alunos, por ano e por
turma;
definição de medidas para melhorar as análise dos
aprendizagens. formulários preenchidos
pelos Delegados de
Área Disciplinar;
análise das
actas/registos das
reuniões realizadas
pela equipa de auto-
avaliação com os
Delegados de Área
115
Disciplinar;
inquérito aos
professores (uma vez
por período) sobre o
funcionamento das
reuniões de
Departamento/de Área
Disciplinar e sobre a
actuação do
Coordenador/Delegado
de Área Disciplinar.
- Pelo Conselho
Pedagógico:
análise do
relatório elaborado pela
equipa de auto-
avaliação, a partir da
análise feita aos
instrumentos de
avaliação acima
referidos.
Grupo: DIRECTORES DE TURMA
Focalização: PROCESSO DE ENSINO – APRENDIZAGEM/ COMUNICAÇÃO
Prioridades e Estratégias de Actuação:
Período de Modalidades de
Prioridades Estratégias de Actuação
actuação Avaliação
- Actas de reuniões
1. Promover a
de Conselho de Turma.
uniformidade e correcção - Ao longo
- Cumprir Guias de Procedimentos. - Relatórios finais
de actuação entre os do ano lectivo.
de actividade dos
Directores de Turma.
Directores de Turma.
2. Promover nos - Implementar o uso de folhas de informação do - Ao longo - Inquérito final aos
Encarregados de desempenho dos alunos de cada turma. do ano lectivo. DTs.
116
Educação o interesse
pela intervenção em
- Promover preenchimento do guião de - Início de
aspectos particulares do
acompanhamento/apoio do Encarregado de cada período
processo de ensino-
Educação ao seu educando. lectivo.
aprendizagem dos
respectivos educandos.
3. Dinamizar a - Promover/dinamizar a apresentação periódica - Actas de reuniões
intervenção dos de trabalhos dos alunos. de Conselho de Turma
- Ao longo
Encarregados de - Promover a realização de actividades que e com Pais e
do ano lectivo.
Educação na vida da visem a participação dos Encarregados de Educação Encarregados de
escola. em actividades lectivas e extra-lectivas. Educação.
- Encomendar à área disciplinar de Artes Visuais
4. Melhorar
um estudo sobre a sala de trabalho de DTs. - A partir do - Inquérito final aos
condições de trabalho
- Recolher pareceres sobre programa 1º período. DTs.
dos Directores de Turma.
informático.
Grupo: ESPAÇO-ESCOLA
Focalização: PROCESSO DE ENSINO – APRENDIZAGEM/AMBIENTE ESCOLAR
Prioridades e Estratégias de Actuação:
Período de Modalidades de
Prioridades Estratégias de Actuação
actuação Avaliação
Ao longo do
ano lectivo, de
acordo com
- Realizar as modificações consideradas
disponibilidade
prioritárias pelos professores relativamente às várias
do funcionário - Listagem de
salas de aula.
responsável verificação de
pela progresso de obras
1. Renovação / manutenção. requisitadas.
actualização de espaços,
- Identificar, junto dos Directores de Instalações, - Relatório final dos
equipamentos e recursos
materiais prioritários e iniciar consulta, junto do Cons. 1º Período. Delegados de Área
didácticos.
Administrativo, de possibilidades de aquisição. Disciplinar e Directores
- Dinamizar os Delegados de Área Disciplinar no de Instalações.
sentido de registarem materiais individuais que
possam ser disponibilizados e partilhados, de acordo 1º Período.
com os conteúdos leccionados nos vários níveis de
escolaridade.
- Divulgar os materiais disponíveis no CRC. 1º Período.
117
- Remodelar o espaço de recepção aos E.E.; Inquérito dirigido
- Realizar a pintura dos pavilhões procurando aos Encarregados de
donativos de materiais. Interrupções Educação.
2. Harmonização de
- Promover a colocação de sistema de de actividades
espaços comuns.
aquecimento no Pavilhão Norte. lectivas.
- Promover melhorias nos espaços de lazer dos
alunos.
- Realização
de projecto de
intervenção
pelos alunos de
- Melhorar WC dos alunos (realizar em conjunto Acção Social
com alunos de Acção Social projecto de (12º ano) no 1º - Relatório das
monitorização das condições de higiene nos WC dos Período. professoras de PAS.
alunos, assim como noutros espaços). -
Implementação
3. Melhorar
do projecto ao
condições de higiene.
longo do ano
lectivo.
- Realizar
contactos no 1º
período.
- Promover a colocação de ecopontos e
- Procurar a
recipientes de recolha de lixo.
implementação
ao longo do ano
lectivo.
- Realizar sessões de esclarecimento dirigidas
aos D.T. e Directores de Instalações. - Inquérito sobre
4. Melhorar as - Verificar a sinalização de saídas de segurança a realizar a
2º Período.
condições de segurança. emergência. uma amostra da
- Promover sistema que permita guardar os população escolar.
materiais dos alunos à entrada da cantina.
118
Anexo II
PLANO DE ACÇÃO DA MATEMÁTICA
1. I D E N T I F I C A Ç Ã O D O A G R U P A M E N T O / E S C O L A
Escola ES/3 Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves – Valadares.
2. I D E N T I F I C A Ç Ã O D O C O O R D E N A D O R do projecto e dos professores que integram a equipa responsável pela sua
execução
O coordenador do projecto é o Professor João Vicente e os restantes professores de Matemática integram a equipa
responsável pela sua execução.
3. I D E N T I F I C A Ç Ã O D A S T U R M A S abrangidas pelo projecto
Todas as turmas do ensino básico
4. D I A G N Ó S T I C O dos resultados dos alunos na disciplina de Matemática:
4.1. Levantamento dos resultados dos alunos das turmas envolvidas no projecto
Classificações anterirores
6º 7º 8º
I S I S I S
7º A* 6 14 8º A 3 24 9º A 16 11
7º B 1 26 8º B 6 21 9º B 14 14
7º C 2 21 8º C 16 10 9º C 1 27
7º D 3 18 8º D 3 21 9º D 5 21
7º E* 12 8 8º E 15 4 9º E 11 14
7º F 6 21 8º F 10 16 9º F 8 12
7º G* 3 17 9º G 8 8
*Ensino Especial
4.2. Identificação das causas mais relevantes associadas ao trabalho na escola que influenciam negativamente os
resultados dos alunos dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico na disciplina de Matemática.
As dificuldades da escola inerentes às características da Matemática, com a sua abstracção de conceitos, a simbologia única e
unívoca e a sua linguagem fechada e limitada podem, só por si, influenciar negativamente os resultados dos alunos. Esta
percepção da Matemática como uma disciplina de difícil compreensão é frequentemente utilizada nos meios de comunicação e
no discurso dos encarregados de educação, o que vem dificultar ainda mais o sucesso dos alunos.
119
Assim, as causas mais relevantes no contexto da nossa escola são
Elevado número de alunos por turma;
Heterogeneidade das turmas a nível de competências;
Falta de atenção / concentração;
Falta de acompanhamento pelos encarregados de educação;
Falta de hábitos de trabalho em casa;
Programas extensos, tendo em conta as metodologias propostas, que exigem tempo para a sua implementação;
Dificuldades ao nível da Língua Portuguesa;
Cerca de trinta por cento de professores do grupo são contratados e por isso não acompanham os alunos ao longo
de um ciclo completo.
4.3. Levantamento dos resultados dos alunos do agrupamento/escola no exame de 9ºano e nas provas de aferição.
Resultados das provas de aferição 2004 (a nível nacional e a nível de escola, respectivamente)
120
Exame de Exame de
2005 2006
média 1,91 2,26
Escola desvio padrão 0,86 0,81
sucesso 21,3% 29%
média 2,17
A aguardar
Nível nacional desvio padrão 0,9
informação
sucesso 29%
5. O B J E C T I V O S ( nas classificações internas no final de cada ano lectivo; nos exames /prova de final de ciclo; na
melhoria do clima de trabalho proporcionado aos alunos).
Relativamente às classificações internas obtidas no final de cada ano lectivo os objectivos vão ser propostos turma a turma,
como se pode verificar na tabela apresentada. No caso dos exames / prova de final de ciclo vai ser proposta uma melhoria
resultante da média obtida na tabela apresentada. Relativamente ao clima de trabalho proporcionado aos alunos, consideramos
que esse ponto é trabalhado nas estratégias que nos propomos desenvolver em cada turma, pois sabemos que os alunos
estarão motivados para a disciplina se compreenderem, adquirirem e conseguirem aplicar os conhecimentos que lhes são
transmitidos.
% de Níveis
% de Níveis negativos % de Níveis negativos
negativos
Obti Obti Obti Espera
Esperados Esperados
dos dos dos dos
05/0 0 0 0 05/0 0 07 05/0
06/07
6 6/07 7/08 8/09 6 6/07 /08 6
6º 7º 8º 9º 7º 8º 9º 8º 9º
7 8 1 9
30% 11% 59% 49%
ºA 25% 20% 15% ºA 6% % ºA
7 0 0 0 8 1 9
4% 22% 50% 40%
ºB % % % ºB 17% 2% ºB
7 0 0 8 5 9
9% 62% 4% 0%
ºC 4% % % ºC 57% 1% ºC
7 0 8 3 9
14% 13% 19% 9%
ºD 9% 4% % ºD 8% % ºD
7 8 6 9
60% 79% 44% 34%
ºE 55% 50% 45% ºE 74% 9% ºE
7 22% 8 38% 2 9 40% 30%
121
ºF 17% 12% 7% ºF 33% 8% ºF
7 0 9
15% 50% 40%
ºG 10% 5% % ºG
Note-se que, no caso do 7º ano de escolaridade, as turmas são formadas por alunos provenientes de escolas EB2/3 e a única
informação concedida foi relativa às suas classificações de 6º ano.
Exame de Exame de Valores esperados
2005 2006 2007 2008 2009
média 2,14 2,26 3 3 3
insucesso 73% 71%
60% 55% 50%
6. E S T R A T É G I A S D E I N T E R V E N Ç Ã O P E N S A D A S P A R A C A D A P R O B L E M A / D I F I C U L D A D E E X I S T E N T E S .
Problema / dificuldade Estratégia
Indisciplina Assessoria
Concentração / Atenção Actividade mais práticas e de carácter lúdico
Competências específicas da matemática Maior utilização das TIC / parcerias parciais
7. A S E S T R A T É G I A S A I M P L E M E N T A R
7.1. Estratégias gerais de ciclo e de escola
7.1.1. Da responsabilidade do Conselho Executivo
A constituição de equipas de docentes de 7º e 8º anos permitindo o acompanhamento dos alunos pelos mesmos
professores ao longo de todo o ciclo, garantindo a continuidade do trabalho pedagógico.
Orientação das actividades realizadas nas áreas curriculares não disciplinares – Estudo Acompanhado – das turmas
abrangidas, para trabalho de apoio a Matemática.
Constituição de um grupo de trabalho que estude o insucesso a Matemática e que organize, num dia, após final as
aulas, conferências e debates sobre a construção do sucesso a Matemática, intervindo professores de Matemática,
pais, alunos e conferencistas externos.
Relativamente à componente não lectiva, serão atribuídas horas para Apoio aos alunos que no ano lectivo 2005/2006
tenham obtido nível negativo à disciplina.
Nos casos mais graves de indisciplina, o aluno será conduzido à sala onde permanecem os professores que nessa
hora tem marcada no horário actividades de substituição, onde trabalhará com um professor de Matemática ou áreas
afins, nos conteúdos que estão a ser explorados pelo professor da disciplina na sala de aula com a turma.
Da responsabilidade da área disciplinar de Matemática
Expositor de curiosidades matemáticas (humor, frases, fotos), materiais didácticos e trabalhos dos alunos produzidos
nas aulas.
122
Durante uma semana de aulas do 2º período, dinamização de exposições, jogos, concursos.
Periodicamente, um problema ou um jogo (p.e., “O Problema da Quinzena”, “Anedota matemática” “Concurso de
fotografia”, …), havendo um desafio final para os melhores alunos.
Participação no equamat, canguru matemático, olimpíadas matemáticas, campeonato de jogos, “alphaMat” e outros.
Clube dos Matemáticos - Apenas para os melhores alunos desenvolverem as suas competências matemáticas
(resolução de problemas, investigações, pesquisas, relatórios, …).
Aluno Cooperante - Um bom aluno auxilia um aluno mais fraco para ter sucesso a Matemática.
Participação nas leituras na biblioteca – Os alunos explicam a outros o modo como resolveram um dado problema.
O grupo de trabalho considera fundamental um maior envolvimento dos Encarregados de Educação no processo de
ensino-aprendizagem, para que se alcance sucesso na disciplina. Para tal, irá ser proposto na próxima reunião de
Directores de Turma o seguinte
No início do ano lectivo, o professor de Matemática de cada turma, participará na primeira reunião do Director de
Turma com Encarregados de Educação, com a finalidade de apresentar o conjunto de estratégias pensadas pelo Grupo
Disciplinar no sentido de melhorar os resultados escolares na disciplina. Para tal, poderá, inicialmente, ser feita uma
apresentação dos resultados obtidos pelos discentes da turma no ano lectivo anterior; as principais razões que poderão ter
provocado insucesso; o conjunto de medidas que serão adoptadas, quer em ambiente de sala de aula, quer em actividades
extra aulas, de modo a fomentar o gosto pela disciplina e, consequentemente, atingir uma melhoria ao nível da aquisição de
conhecimentos, etc. Nesta reunião inicial, será importantíssimo que o professor apele a todos os Encarregados de Educação
para a necessidade de uma participação mais activa destes na vida escolar dos seus Educandos fazendo, por exemplo, um
maior controle da realização dos trabalhos de casa. Mas mais importante ainda será o combate a ideias pré-concebidas que a
maior parte dos alunos e respectivos E.E. têm relativamente à Matemática.
Duas vezes por período, o aluno preencherá uma grelha de auto-avaliação, na qual será reflectido o trabalho
desenvolvido por ele em sala de aula, em actividades extra-aula, em casa e também o seu comportamento e atitudes na aula
de Matemática. Essa grelha será enviada ao E. E., de modo a que este acompanhe regularmente o seu educando.
Nas reuniões de final de período entre o Director de Turma e os E. E. para entrega dos registos de classificações,
estará presente o professor de Matemática para prestar esclarecimentos acerca do trabalho dos alunos, metodologias
adoptadas ou a adoptar, etc.
7.2. Estratégias a implementar
PROJECTO I
TURMAS ENVOLVIDAS
Turmas de 7º (A, E, F e G) e todas as turmas do 8º ano com 1 bloco e todas as turmas do 9º ano, com 1/2 bloco.
MODALIDADE
Assessoria
OBJECTIVOS
Proporcionar um espaço para trabalhar a capacidade de concentração / atenção;
Estimular o gosto pela ciência e, em particular, pela Matemática;
123
Desenvolver processos de pensamento crítico
Resolvendo problemas simples do quotidiano;
Partilhando opiniões, formulando conjecturas e desenvolvendo hábitos de persistência;
Desenvolvendo tarefas com recursos a materiais manipuláveis e às novas tecnologias.
ORGANIZAÇÃO
O trabalho desenvolvido pelos alunos deverá ser enquadrado na área não disicplinares de Estudo Acompanhado tendo a
duração de um bloco por semana. Em todas as aulas de Estudo acompanhado das turmas de 7º ano o professor titular terá um
assessor da sua área disciplinar. Logo no incío do ano lectivo deverá ser feito um calendário de assessorias e, através de uma
diagnose a incluir no projecto curricular de turma, uma divisão da turma em dois grupos com características próprias para,
através das actividades, se trabalharem as competências necessárias a cada um dos grupos. Os alunos poderão “saltar” de
grupo em grupo, em função das competências a desenvolver em cada sessão e que surgem naturalmente da reunião do
professor titular e do assessor. No caso dos 8º anos, o professor de Matemática será o assessor do professor titular do estudo
acompanhado.
ACTIVIDADES
Dinamizando ateliers que permitam aos alunos ter experiências enriquecedoras, desenvolver o espírito crítico, a
curiosidade científica, o raciocínio lógico e a criatividade. Pretendemos que os alunos analisem jogos de estratégia e,
recorrendo a conteúdos das diferentes disciplinas, construam algumas variantes. No final do primeiro e segundo períodos
propomo-nos dinamizar um campeonato de jogos inter-turmas. No 8º ano ainda se participará com um tratamento estatístico e
com actividades de modelação no projecto “ClimaGaia”. Promover-se-á, também, a realização de jogos de atenção e
concentração sempre que necessário. A utilização das novas tecnologias e a participação em jogos via internet como o
equamat e o alphaMat terá de ser contemplada.
Recursos
Jogos de estratégia, variantes de jogos, material desgastável, computadores com o excel e acesso à internet.
PROJECTO II
TURMAS ENVOLVIDAS
Todas as turmas.
MODALIDADE
“TIC”
OBJECTIVOS
Estimular o gosto pela ciência e, em particular, pela Matemática;
Explorar as novas tecnologias para ir ao encontro das competências definidas no currículo nacional do ensino básico;
Desenvolver experiências matemáticas que levem à concepção e à testagem de conjecturas;
Promover actividades onde participem alunos, professores e encarregados de educação.
ORGANIZAÇÃO
O trabalho desenvolvido pelos alunos deverá ser enquadrado numa das aulas
mensais de matemática, no caso dos 7º e 8º anos
semanais, no caso do 9º ano.
124
As actividades serão preparadas em reuniões em que participam os professores que leccionam o mesmo ano e
enquadradas nos conteúdos programáticos.
ACTIVIDADES
Com a utilização das novas tecnologias – sensores de movimento, calculadoras gráficas, quadro interactivo e internet.
Recorrer-se-á, sempre que oportuno, à Escola Virtual e a sítios na internet, de modo a fomentar o gosto pela
disciplina, aliado à prática das novas tecnologias dentro da sala de aula.
RECURSOS
Sensores, calculadoras gráficas; quadro Interactivo, escola Virtual .
PROJECTO III
TURMAS ENVOLVIDAS
7º E
CARACTERIZAÇÃO DA TURMA
Turma com 20 alunos
dois aluno com necessidades educativas especiais;
12 alunos com nível inferior 3;
quatro repetentes, dos quais dois tiveram nível 1.
MODALIDADE
Assessoria
OBJECTIVOS
Desenvolver, nos alunos, hábitos de trabalho e persistência.
Promover actividades onde haja uma participação efectiva dos alunos.
Aumentar progressivamente o sucesso na disciplina de Matemática
Cumprir os Programas de Matemática;
Contribuir, através da codocência e do desdobramento, para a diminuição dos problemas de indisciplina nas aulas de
Matemática, para a melhoria do clima de trabalho proporcionado aos alunos e, assim, possibilitar a melhoria do seu desempenho;
Contribuir para o aumento da motivação dos alunos para a disciplina de Matemática.
ORGANIZAÇÃO
O trabalho desenvolvido pelos alunos deverá ser enquadrado numa das aulas semanais de matemática. As actividades
serão preparadas em reuniões com o professor titular e o assessor e enquadradas nos conteúdos programáticos. A turma é
desmembrada em dois grupos mais homogéneos e o professor titular com o assessor deverá definir as actividades a
desenvolver em cada grupo.
ACTIVIDADES
Com recurso a materiais manipuláveis e às novas tecnologias, o grupo de alunos que ainda não atingiu as competências
necessárias poderá mais facilmente vir a acompanhar o outro grupo de alunos que terá uma aula “mais tradicional”.
RECURSOS
Os propostos nos projectos I e II.
125
PROJECTO IV
TURMAS ENVOLVIDAS
Turmas do 7º ano (A, C, D e E), 8º ano (B, C, D e E) e 9º ano (F).
MODALIDADE
Aulas de apoio (APA) e apoio aos trabalhos de escola (ATE)
OBJECTIVOS
Desenvolver, nos alunos, hábitos de trabalho e persistência.
Promover actividades onde haja uma participação efectiva dos alunos.
Aumentar progressivamente o sucesso na disciplina de Matemática
Tornar possível um trabalho regular, mais individualizado, com todos os alunos e em particular, com os de nível
inferior a 3;
Contribuir para o aumento da motivação dos alunos para a disciplina de Matemática.
ORGANIZAÇÃO
O trabalho desenvolvido pelos alunos deverá ser enquadrado nas aulas de apoio de matemática e nas aulas de apoio aos
trabalhos de escola.
ACTIVIDADES
Organizar, nas Aulas de Apoio aos Trabalhos de Escola, momentos de trabalho com pequenos grupos de alunos, de modo
a colmatar as dificuldades relacionadas com a falta de pré-requisitos.
Nas Aulas de Apoio aos Trabalhos de Escola recorrer-se-á, periodicamente, ao mat e ao Equamat, de modo a fomentar
nos alunos também espírito competitivo, para além da aquisição de saberes.
Nas aulas de apoio promover actividades que vão de encontro ao proposto em planos de recuperação.
RECURSOS
Os propostos nos projectos I e II.
PROJECTO V
TURMAS ENVOLVIDAS
Turmas de 9º ano.
MODALIDADE
Parceria parcial
OBJECTIVOS
No final de cada período avaliar-se-á os alunos de acordo com:
A capacidade de enfrentar, com confiança, situações novas;
A capacidade de exprimir e fundamentar as suas opiniões;
O desenvolvimento do desejo de aprender e o gosto pela pesquisa;
O reconhecimento do contributo da Matemática e das outras Ciências para a compreensão e resolução de
problemas do quotidiano;
126
A colaboração nos trabalhos e a partilha de saberes e responsabilidades.
ORGANIZAÇÃO
As aulas de Estudo Acompanhado serão ministradas pelo professor de Matemática e nela serão desenvolvidas actividades
em laboratório, sempre que possível com a colaboração de docentes de Ciências Físico-quimicas, Ciências Naturais, Geografia,
História, Língua Portuguesa e Educação Visual. Nestas aulas pretende-se promover a interdisciplinaridade, estimular o
trabalho cooperativo entre professores e proporcionar aos alunos a vivência de experiências de aprendizagem diversificadas.
ACTIVIDADES
A metodologia a utilizar nestas aulas será centrada no desenvolvimento do pensamento científico, na reflexão sobre os
processos utilizados e na comunicação de ideias.
Serão propostas actividades de modelação, com diferentes graus de dificuldade e para cada uma delas o aluno fará o
registo escrito do processo de resolução, seguido de uma reflexão sobre o processo adoptado na resolução da actividade.
Finalmente, os diferentes processos de resolução serão analisados e discutidos em grupo.
O trabalho será iniciado com a apresentação de actividades que favoreçam o trabalho de grupo, o domínio das novas
tecnologias, a comunicação de ideias, o desenvolvimento da capacidade de auto-questionamento, o registo do processo de
resolução, a revisão e a reflexão sobre todo o processo de resolução.
RECURSOS
As propostas nos projectos I e II.
PROJECTO VI
TURMAS ENVOLVIDAS
Turmas de 9º anos
MODALIDADE
Computadores portáteis
OBJECTIVOS
Desenvolver a curiosidade e o gosto pela Ciência.
Conduzir o aluno a estabelecer conexões entre a Ciência e as suas aplicações
Contribuir para que o aluno reconheça o papel da Ciência na compreensão e resolução de problemas do homem
através dos tempos.
Desenvolver o raciocínio matemático, superando a simples memorização de técnicas.
Proporcionar meios que permitam relacionar etapas da História da Ciência com a evolução da Humanidade.
Desenvolver a competência comunicativa através da escrita.
ORGANIZAÇÃO
O trabalho desenvolvido pelos alunos deverá ser enquadrado nas aulas de matemática ao longo de todo o ano lectivo,
contemplando os diferentes conteúdos programáticos a leccionar.
ACTIVIDADES
127
Realização de fichas de trabalho com vista a uma utilização
- do Excel, na parte de tratamento de dados estatísticos;
- do Sketchpad, na construção de elipses e hipérboles, na trigonometria e nos complexos;
- do Thales, na trigonometria de 9º ;
- da Internet com páginas específicas de Matemática, como o ALEA.
Utilização do computador como base de dados, instrumento de aquisição e processamento de dados
experimentais usando o software de DATA STUDIO, o CBR, o CBL e o Excel e, nas simulações, com o Modellus.
- do Science work, na Física.
Trabalhos de pesquisa com recurso à internet.
RECURSOS
Computadores portáteis e projectores multimédia.
8. Identificação dos recursos necessários para a aplicação das estratégias definidas na
alínea anterior, nomeadamente:
Recursos humanos - Utilização do tempo não lectivo dos professores de Matemática no caso das assessorias, na
coordenação do estudo relativo ao insucesso da Matemática, nas reuniões dos professores do mesmo ano, na direcção das
instalações.
Recursos Materiais - Melhoria do laboratório de Matemática, material didáctico, software específico, etc.
9. Identificação dos custos do projecto;
Aquisição de materiais
- 3 smartboard (quadro interactivo + pack de matemática) ________________________3 x 1600 € + IVA
- 3 projectores multimédia ________________________________________________3 x 990,90 € + IVA
- 3 computadores portáteis ________________________________________________3 x 1238,90 € + IVA
- 2 impressoras 86 €
- 1 placard para o corredor_________________________________________________ 160 €
- 2 scanners ____________________________________________________________ 200 €
Actualização dos materiais já existentes no laboratório de Matemática
- Upgrades dos 10 computadores do clube de matemática __________________________ 684 €
- Upgrades dos 8 computadores da sala 12 _____________________________________ 3760 €
- Rede estruturada das salas de matemática ______________________________________ 1249 €
Remodelação do espaço existente
- Construção de uma porta de acesso directa da sala 11 para o clube de matemática ............ 250 €
10. I N S T R U M E N T O S D E A V A L I A Ç Ã O ( G E R A I S )
A avaliação dos aspectos referidos nos objectivos de cada projecto pode ser levada a cabo usando diversas técnicas, por
exemplo observação directa, questionários (para posteriormente fazer a análise do seu conteúdo). No caso dos projectos a
desenvolver em aulas de estudo acompanhado ou de matemática, os instrumentos terão de ser os referidos nas respectivas
planificações.
128
Assim, a longo prazo pretende-se desenvolver os projectos da seguinte forma
2006/2007 2007/2008 2008/2009
Projectos de ciclo e de escola Em todas as turmas, excepto em casos não aplicávies
7º (A, E, F e G) Depende da avaliação no final do
Projecto I – assessoria (EA)
e todas 8º e 9º próximo ano
Projecto II – TIC Em todas as turmas
Projecto III – assessoria (aula) 7º E
7º A, C, D e E,
Projecto IV – APA e ATE 8º B, C, D e E e 9º
Depende da avaliação no final do
F
próximo ano
Projecto V – Parceria parcial (EA) Turmas 9º
Projecto VI - portáteis Turmas 9º
11. A M A T E M Á T I C A N A C O M P O N E N T E L E C T I V A E N Ã O L E C T I V A D O 3. º C I C L O
2006/2007
7.º Ano:
Estudo Apoio a
Prof. titular
TURMA acompanhado (1 Matemática Articulação
(2 blocos)
bloco) (1 bloco)
Lígia
Carvalho
Lígia Lígia
A +
Carvalho Carvalho Reunião PAM
Rosário
1
Monteiro
Mª Luisa
B
Vale
Cristina Cristina
C
Soares Soares
Cristina Cristina
D
Soares Soares
129
Lígia
Carvalho Lígia
+ Carvalho Rosário
E Rosário + Monteiro
Monteiro: Rosário (1/2 bloco) Reunião PAM
assessora (1 Monteiro 1
bloco) (semanais,
Mª Luisa Mª Luisa Vale incluídas no
F
Vale (assessora) horário)
Lígia Lígia
G
Carvalho Carvalho
Lígia
H*
Carvalho
* Percurso alternativo
8.º Ano:
Apoio aos
Prof. Estudo Apoio a
trabalhos
TURMA titular acompanhado (1 Matemática Articulação
escolares
(2 blocos) bloco) (1 bloco)
(1 bloco)
João João Vicente
A
Vicente (assessor)
João João Vicente João
B
Vicente (assessor) Vicente
Em reunião
José Paulo José Paulo
José Paulo de área
C Amaral Amaral (1/2
Amaral disciplinar e nas
(assessor) bloco)
reuniões
José Paulo José Paulo
José Paulo parcelares
D Amaral Amaral (1/2
Amaral
(assessor) bloco)
Carla Paula Mourão Cármen
E
Espinheira (assessora) Ribeiro
130
Carla Paula Mourão
F
Espinheira (assessora)
9.º Ano:
Apoio a
Prof. titular Estudo acompanhado (1/2
TURMA Matemática Articulação
(2 blocos) bloco)
(1 bloco)
Reunião
PAM 3
A Lurdes Ribeiro Lurdes Ribeiro
(semanais, incluídas no
horário)
Lurdes Ribeiro
B Lurdes Ribeiro
(assessora)
Cármen Ribeiro
+
C Ana Emília Nogueira
Ana Emília Nogueira
(assessora)
Ana Emília Nogueira
D Alice Ribeiro
(assessora)
E Matilde Almeida Matilde Almeida Matilde Almeida
F Matilde Almeida Matilde Almeida Matilde Almeida
José Paulo Amaral
G José Paulo Amaral
(assessor)
12. FORMAÇÃO
OFICINAS DE FORMAÇÃO
A finalidade destas oficinas será proporcionar, a três grupos grupo de professores (7º e 9º), uma oportunidade para
partilhar informações, planificar tarefas e, posteriormente, aplicá-las.
OBJECTIVOS
Estimular o trabalho cooperativo entre professores;
Proporcionar, aos alunos, a vivência de experiências diversificadas.
ORGANIZAÇÃO
O trabalho desenvolvido pelos professores deverá ser enquadrado na componente não lectiva, prevendo-se a duração
de um bloco mensal. Os alunos desenvolverão as actividades no estudo acompanhado ou na aula de matemática, pelo
que terão um carácter obrigatório.
131
METODOLOGIA
Pretende-se utilizar uma metodologia centrada
- no desenvolvimento de processos do pensamento científico;
- na reflexão sobre esses processos;
- na comunicação de ideias.
O trabalho será iniciado com a apresentação de actividades que favoreçam: o trabalho de grupo, o domínio das
novas tecnologias, a comunicação de ideias; o desenvolvimento da capacidade de auto – questionamento, o registo do
processo de resolução, a revisão e a reflexão sobre todo o processo de resolução.
AVALIAÇÃO
Os aspectos que se pretendem avaliar, nos alunos, distribuem-se pelas categorias seguintes:
a) enfrentar com confiança situações novas
b) exprimir e fundamentar as suas opiniões
c) manifestar o desejo de aprender e o gosto pela pesquisa
d) reconhecer o contributo da Matemática para a compreensão e resolução de problemas do quotidiano
e) colaborar nos trabalhos, partilhando saberes e responsabilidades
A avaliação dos aspectos acima referidos pode ser levada a cabo, usando diversas técnicas. Porém, neste caso,
prevê-se, para além da observação directa, a utilização de questionários e análise de conteúdo dos registos elaborados pelos
alunos.
No final do ano lectivo, será elaborado um relatório crítico com a avaliação do trabalho realizado.
WORKSHOP
12.2 .1. O J O G O E A C O M U N I C A Ç Ã O M A T E M Á T I C A
Com este wokshop pretende-se:
Dinamizar a formação e auto-formação dos professores nela envolvidos;
Conceber e implementar tarefas que permitam desenvolver alguns tipos de experiências de aprendizagem,
nomeadamente : (1) Resolução de problemas; (2) Actividades de investigação; (3) Realização de projectos; (4) Jogos.
12.2 . 2. O S G R A F O S
Dinamizado pelo grupo de estágio da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, este workshop realizar-se-á
nos dias de Janeiro de 2006
13. AVALIAÇÃO DO PROJECTO
As práticas avaliativas foram concertadas entre os diversos professores aquando da realização dos critérios de avaliação de
escola e que se apresentam a seguir.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação consiste na formulação de uma síntese das informações recolhidas sobre o desenvolvimento das
aprendizagens e competências definidas, dando uma especial atenção à evolução dessas aprendizagens e competências.
Sabendo que o processo de avaliação não se esgota num conjunto de critérios, pois, por mais amplo que seja, não
contempla toda a informação directa e indirecta que é recolhida sobre o aluno(a) ao longo do ano, o grupo definiu um conjunto
de critérios, pretendendo, dentro do possível, uma uniformização na atribuição das classificações.
132
Classificação: 1
Revela falta de assiduidade e pontualidade.
Perturba o bom ambiente de trabalho.
Demonstra falta de atenção e concentração.
Apresenta falta de hábitos de trabalho.
Apresenta dificuldade em descodificar (ler e interpretar) informação matemática simples.
Apresenta dificuldade em comunicar, por via oral e por escrito, raciocínios simples.
Rejeita oportunidades para ultrapassar ou minorar as dificuldades.
Não participa nas diversas actividades propostas (curriculares e não curriculares).
Utiliza de modo pouco adequado os instrumentos de medição e desenho, bem como a calculadora.
Apresenta um desempenho muito insuficiente (trabalhos individuais, de grupo e testes).
Revela níveis de desempenho não ajustados às competências específicas estabelecidas, evidenciando falta de pré-
requisitos em áreas elementares do conhecimento, nomeadamente nas regras elementares de cálculo e em conceitos
geométricos.
Classificação: 2
Revela falta de assiduidade ou de pontualidade.
Perturba o bom ambiente de trabalho.
Demonstra falta de atenção e concentração.
Manifesta pouco interesse pela disciplina.
A sua participação é irregular ou nula.
Revela falta de pré-requisitos.
Evidencia falta de empenho para consolidar novos conhecimentos e consequentemente tem dificuldades em aplicá-
los.
Apresenta falta de hábitos de trabalho e persistência.
Apesar de demonstrar algum interesse e de alguns progressos ainda está longe de atingir com segurança as
competências específicas.
Não revela autonomia para desencadear processos de resolução das actividades propostas.
Revela dificuldades na resolução de problemas.
Não apresenta análise crítica de raciocínios e de resultados obtidos.
Utiliza, mas nem sempre adequadamente, os instrumentos de medição e desenho, bem como a calculadora.
Apresenta um desempenho insuficiente (trabalhos individuais, de grupo e testes).
Os níveis de desempenho revelam que não foram adquiridas a generalidade das competências específicas.
Classificação: 3
Demonstra alguma falta de atenção e concentração.
Participa com regularidade.
Cumpre com regularidade as actividades propostas.
133
Apresenta algumas dificuldades, mas interessa-se por ultrapassá-las.
Colabora com espírito cooperante nas diversas actividades.
Demonstra curiosidade e gosto em aprender.
Apresenta alguma capacidade de raciocínio e de pensamento crítico.
Comunica, por via oral e por escrito, raciocínios matemáticos.
Aplica os conhecimentos a situações rotineiras, mas tem dificuldades em novas situações.
Revela por vezes dificuldades na resolução de problemas.
Apresenta um desempenho suficiente (trabalhos individuais, de grupo e testes).
Os níveis de desempenho revelam que não foram adquiridas algumas das competências específicas.
Classificação: 4
Colabora com espírito cooperante nas diversas actividades.
Domina as regras elementares de cálculo.
Interpreta gráficos e tabelas ligados a situações do dia-a-dia.
Demonstra curiosidade e gosto em aprender.
Demonstra capacidade de raciocínio e de pensamento crítico.
Resolve problemas, mobilizando conhecimentos e técnicas adquiridas.
Descodifica com facilidade informação matemática.
Comunica por via oral e por escrito, com clareza, raciocínios matemáticos.
Manifesta disponibilidade para pequenas tarefas e desafios facultativos.
Apresenta um desempenho bom (trabalhos individuais, de grupo e testes).
Os níveis de desempenho revelam que foram adquiridas a generalidade das competências específicas.
Classificação: 5
Domina as regras elementares de cálculo.
Possui, consolidados, os pré-requisitos necessários às novas aprendizagens.
Resolve problemas, mobilizando conhecimentos e técnicas adquiridas.
Envolve-se com persistência nos “desafios” colocados.
Toma iniciativas consistentes perante novas situações.
Comunica com clareza e utiliza o vocabulário específico correctamente.
Participa e toma iniciativas nas diversas actividades propostas.
Manifesta o desejo de aprender.
Revela autonomia para desencadear processos de aprendizagem através de pequenas pesquisas.
Apresenta um desempenho muito bom (trabalhos individuais, de grupo e testes).
Os níveis de desempenho revelam que as competências específicas foram adquiridas.
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
134
Participação oral (questões e discussão na turma)
Comportamento (inclui interesse, pontualidade e assiduidade)
Caderno e material (ao longo do ano)
Trabalhos de casa
Testes escritos (2 por período, incluindo questões para resolver em duas fases)
Trabalhos de grupo realizados na sala de aula
Actividades de investigação (1 por período, incluindo ou não relatório)
Actividades extra-aula (actividades e eventos diversos, facultativo)
Os critérios de avaliação, aprovados em conselho pedagógico, foram transmitidos, no início do ano lectivo, aos alunos e aos
respectivos encarregados de educação. Os dossiês que integram este material foram colocados na reprografia, na biblioteca e
na sala de directores de turma.
Em termos de auto-avaliação de alunos, já acima está referido que “Duas vezes por período, o aluno preencherá uma
grelha de auto-avaliação, na qual será reflectido o trabalho desenvolvido por ele em sala de aula, em actividades extra-aula, em
casa e também o seu comportamento e atitudes na aula de Matemática. Essa grelha será enviada ao E. E., de modo a que este
acompanhe regularmente o seu educando”.
135
Anexo III
Plano estratégico de intervenção
Ano lectivo 2006/2007
“ A educação ao longo da vida é uma construção contínua da pessoa humana, do seu saber e das suas aptidões, mas
também da sua capacidade de discernir e agir.”
Jacques Delors
Da construção contínua de aprendizagem feita ao longo da vida de um indivíduo resulta um vasto conjunto de saberes
adquiridos em situações diversas:
as aprendizagens formais que vulgarmente são expressas em diplomas e traduzem processos de ensino-
aprendizagem instituídos;
as aprendizagens não formais, muitas vezes reconhecidas como actividades de complemento associadas ao
desporto, à música, a associações e colectividades;
as aprendizagens informais que são construídas na vivência do dia-a-dia e que nem sempre as próprias pessoas têm
consciência de ter adquirido.
Os Ministérios da Educação e do Trabalho e da Solidariedade, através da Portaria nº 1082/A/2001 de 5 de Setembro,
criaram o Sistema Nacional de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências adquiridas ao longo da vida através
de procedimentos mais adequados a adultos com competências ganhas na sua vida pessoal e profissional e que constituem um
rico património pessoal nem sempre consciente.
Portugal é o país da União Europeia com mais baixos valores de qualificação e de certificação da população. Este facto
constitui só por si um desfasamento em relação à média comunitária e também se reflecte no desenvolvimento económico,
social e cultural da sociedade portuguesa. No entanto o panorama pode não ser tão negativo quanto as estatísticas traduzem,
já que as aprendizagens não formais e informais em muitos dos adultos se tornam tão importantes que a sua certificação
poderá passar por um processo mais célere, mais motivador e mais vantajoso do que o habitual percurso escolar em ciclos de
aprendizagem.
Valadares é uma freguesia do concelho de Vila Nova de Gaia, com 4,94 km² de área e 9 095 habitantes (2001). Densidade:
1 841,1 hab/km². A população de adultos sem o nível certificado de 9ºano é de 5757, mas se atendermos à área de influência
da escola, os adultos são 101 229 numa superfície de 63,62 km². Por este motivo e porque a Escola Secundária com 3º ciclo
Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves tem uma oferta educativa nocturna na educação de adultos, sentimos a necessidade de criar
um Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências. Mais ainda, por existirem na escola Cursos de
136
Educação e Formação e, neste ano lectivo, o Curso Profissional Técnico de Gestão, estamos a criar o Centro de Novas
Oportunidades.
Reconhecer, Validar e Certificar Competências (RVCC) é um processo que permite aos cidadãos portugueses, maiores de
18 anos, pela apresentação de resultados da sua experiência de vida, de trabalho e de formação não certificados, e com a
ajuda de técnicos especializados, identificar competências que foram adquirindo ao longo da sua vida, permitindo que sejam,
posteriormente, validadas e certificadas ao nível das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), da Cidadania e
Empregabilidade (CE), da Matemática Para a Vida (MV) e da Linguagem e Comunicação (LC).
Este sistema permite agilizar o processo de certificação e oferece uma nova forma de trabalho e de autoconstrução da
aprendizagem. No entanto, pelo tempo curto de duração do processo que, à partida, selecciona o público que se aproxima das
competências exigidas para o 3º ciclo, deve ser trabalhado de forma a não pôr em causa os objectivos para o qual foi
construído. Os adultos que validem e certifiquem as competências nesta escola serão os melhores promotores deste sistema
de ensino.
Objectivos do CRVCC
O Centro contribuirá para:
Elevar o nível de qualificação, promover o emprego e a coesão social;
Promover a competitividade e estimular a inovação;
Afirmar a valia do território e a posição geoeconómica do país e da região;
Promover o desenvolvimento sustentável da região;
Ajudar a combater o desemprego e a exclusão social;
Melhorar o autoconhecimento e fomentar a autoformação;
Reconhecer a importância da aprendizagem em todos os contextos da vida, valorizando tudo o que se aprende ao
longo da vida;
Desenvolver práticas de auto-reflexão e de auto-avaliação;
Contribuir para a formação de cidadãos mais responsáveis e participativos;
Aumentar a auto-estima do adulto;
Contribuir para a valorização pessoal e profissional dos adultos;
Certificar as habilitações escolares e profissionais dos cidadãos que ao Centro recorram. O Centro pode certificar
habilitações até ao 9º ano, as quais são reconhecidas pelo Ministério da Educação e pelo Ministério do Trabalho e da
Solidariedade.
Meta para 2006/2007
A meta estabelecida para este ano lectivo refere-se a 100 adultos a certificar. Este valor foi pensado com base:
no número de adultos que frequentam a escola em regime nocturno e que concluem o ciclo de aprendizagem em que
se inscrevem,
137
nos adultos que, nos últimos anos, declararam a sua desistência para poderem frequentar CRVCC que funcionam em
locais privados,
pelo interesse manifestado por alunos adultos em encontrar resposta de qualidade em RVCC nesta escola pública.
Caracterização das instalações do Centro
O Centro RVCC ficará sedeado no pavilhão norte da Escola e será composto por:
uma sala de trabalho para a coordenadora, as profissionais RVCC e os formadores, técnico informático, técnico
financeiro e técnicos administrativos,
uma sala para trabalho em grupo para alunos em formação,
duas salas para trabalho individual com alunos em processo RVCC,
uma sala para formação em TIC,
Os adultos em processo RVCC poderão utilizar o Centro de Recursos e a Biblioteca/Mediateca sempre que se
entender necessário e das 9 às 22.15 horas. A Escola dispõe ainda de um “Laboratório de Matemática” onde o formador da
área de Matemática para a Vida dará formação aos alunos. Esta sala tem um quadro interactivo e vários computadores. A
Escola dispõe de projector multimédia, vários retroprojectores, televisões e leitores de vídeo/DVD
Para além destas salas, e se a afluência do público o justificar, podem ainda destacar-se outros espaços em salas de
atendimento e formação individual ou em grupo ou salas para formação em TIC.
Identificação e caracterização da equipa
Director – Álvaro Almeida Santos, Presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária com 3º ciclo Dr. Joaquim Gomes
Ferreira Alves.
Coordenadora – Maria Eduarda Oliveira, professora do Quadro de Nomeação Definitiva desta escola, está há 14 anos a
leccionar o ensino recorrente nocturno e foi Assessora do Conselho Executivo para o ensino nocturno desde 1999. Iniciou as
suas funções como Coordenadora do Centro RVCC em Setembro de 2006.
Formadores:
Anabela Monteiro: Formadora de TIC – Licenciada em Informática de Gestão.
Christiano Lello: Formador de Linguagem e Comunicação – Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas/ Estudos
Franceses e Alemães, profissionalizado em Português/Francês, Professor do Quadro de Nomeação Definitiva desta Escola,
com experiência em formação de adultos (ensino recorrente).
Isabel Veiga Ribeiro: Formadora de Cidadania e Empregabilidade – Licenciada em Geografia, Professora do Quadro de
Nomeação Definitiva e Orientadora do núcleo de estágio em Geografia desta Escola e Pós-graduada no Curso de
Especialização em Supervisão Pedagógica e Formação de Formadores.
138
João Vicente: Formador de Matemática para a Vida – Licenciado em Engenharia Civil, Professor do Quadro de Nomeação
Definitiva desta Escola, com experiência em formação de adultos (ensino recorrente).
Técnicos:
Profissionais RVC: Maria Eduarda Oliveira e Maria Madalena Costa, licenciadas em Geografia, com experiência na formação
de adultos (ensino recorrente). Maria Eduarda Oliveira desempenhou, durante seis anos, as funções de Coordenadora dos
Cursos Nocturnos. Maria Madalena Costa fez ainda Formação Integrada em Tecnologias da Informação e Comunicação num
total de nove módulos.
Técnicas Administrativas
Margarida Lopes - Chefe dos Serviços de Administração Escolar desde 1997. Tem como habilitações o 9º ano de
escolaridade.
Ana Cristina Cunha: Assistente de Administração Escolar desde 2002. Tem como habilitações o ensino secundário
Maria Emília Ferreira: Assistente de Administração Escolar em contrato sem termo. Tem como habilitações a licenciatura em
Línguas e Literaturas Modernas, estudos Portugueses e Franceses.
Técnica Financeira: Maria da Conceição Panda, licenciada em Auditoria Contabilística, com Mestrado em Relações Inter
culturais e Técnica Oficial de Contas.
Técnico Informático: Mega stock
Identificação e Definição de Parcerias/Protocolos
A Escola tem vindo a incrementar as relações com o meio que a envolve através da participação activa da Associação de
Pais e Encarregados de Educação, das Juntas de Freguesia que integram a sua área de influência e ainda através de parcerias
e protocolos celebrados com empresas da região no sentido de os nossos alunos, nomeadamente os dos Cursos de Educação
e Formação, poderem fazer estágios. Ainda funciona nesta Escola o Centro de Formação Gaia Sul que tem servido de meio
dinamizador da formação complementar de professores e funcionários.
O sentido fundamental do estabelecimento de parcerias é a troca de interesses que servem a comunidade local e o
desenvolvimento regional. Assim, a Escola dispõe-se a prestar os seus serviços como CRVCC e as empresas e entidades
politicas e sociais poderão encontrar uma população mais qualificada e mais motivada para as exigências do desenvolvimento
regional sustentável, com aptidões de maior e melhor construção pessoal.
139
As parcerias que pensamos vir a estabelecer abrangem as entidades mais representativas da área de influência da Escola,
onde poderá existir um número significativo de empregados sem o 9ºano de escolaridade e desempregados. Estamos a
desenvolver contactos junto das seguintes entidades:
Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia
Juntas de Freguesia (Valadares, Vilar do Paraíso, Gulpilhares, Madalena Santa Marinha, Canelas, Arcozelo e S. Félix da
Marinha)
Bombeiros Voluntários de Valadares
Escolas públicas e privadas de Vila Nova de Gaia
Centros de Saúde de Vila nova de Gaia
Hospitais de Vila Nova de Gaia
Correios e Comunicações de Portugal
Transportes colectivos que servem a cidade de Gaia
CP Comboios de Portugal
Centro de Emprego e Formação Profissional de V.N. de Gaia
Fábrica Cerâmica de Valadares
Tegopi
Groz Becker
Divulgação e Publicidade
A divulgação da existência do Centro bem como a publicidade serão conduzidas de duas formas:
Por um lado, os contactos que se estabelecerão entre a Escola e a Associação de Pais e Encarregados de Educação,
bem como acções junto de empresas e organismos referidos em Parcerias e ainda sessões a realizar com os nossos alunos
dos cursos nocturnos. Os pontos fundamentais destes contactos serão os que se dirigem para um público de adultos de baixos
níveis de qualificação, Daremos prioridade ao contacto directo com dirigentes de empresas, Juntas de freguesia e escolas da
região e, numa fase posterior, ao contacto directo com grupos de adultos, potenciais candidatos a um processo RVCC,
identificados pelas entidades.
Também recorreremos a notícias nos jornais locais e num nacional, cartazes, desdobráveis, flyers, e anúncios na
rádio. No entanto, serão os alunos adultos que frequentam esta escola que poderão ser um dos mais importantes motores
desta divulgação.
Horário de Funcionamento
O Centro RVCC encontrar-se-á em funcionamento das 17.00 às 22.15 horas de segunda a sexta-feira.
Foi feito um horário base para todos os intervenientes no processo que será exposto e dado a conhecer mas existe
disponibilidade por parte da equipa para se efectuarem os ajustamentos necessários para dar resposta às necessidades dos
adultos frequentadores do CRVCC.
Caracterização do Público-Alvo
140
O atraso que separa Portugal dos países mais desenvolvidos deve-se, em grande parte, aos baixos níveis de qualificação
da sua população activa.
O número médio de anos de escolarização da população adulta em Portugal é de 8,2 enquanto a média dos países
da OCDE se situa nos 12 anos;
Metade da população activa tem apenas o 9.º ano ou menos;
Apenas 20 por cento da população adulta completou o ensino secundário.
Atendendo a este significativo défice de qualificação, é urgente dotar o país das competências fundamentais para enfrentar
os desafios que se impõem às modernas economias baseadas no conhecimento.
Valadares e a sua área de influência não fogem à triste realidade de existirem muitos adultos por qualificar. Assim, e para
retratar o que aqui é dito, apurámos alguns dados das freguesias envolventes à de Valadares:
Freguesias População residente População sem 9º ano de
escolaridade (em%)
Arcozelo 12 393 62,3
Valadares 9 095 63,3
Vilar do Paraíso 13 126 60,9
Gulpilhares 9 707 57,8
Santa Marinha 30 758 62,2
Canidelo 23 737 61,6
Madalena 9 356 66,3
Mafamude 38 940 51,6
\Canelas 12 303 66,4
Serzedo 7 547 75,9
Muitos destes adultos não estarão preparados para desenvolver o processo do CRVCC e será necessário encaminhá-los
para outras ofertas educativas de processo mais longo.
Plano de Formação
A formação dos elementos da equipa do CRVCC será iniciada na primeira de Outubro (3 a 20 de Outubro) e será
certamente fundamental para dar resposta a um processo inovador e complexo. No entanto foram já cedidas as informações do
Roteiro Estruturante a todos os elementos da equipa e ainda foi recomendada a leitura dos documentos do site www.efa.com
no sentido de os vários profissionais se prepararem para desempenhar as funções dentro do CRVCC.
141
É também muito importante a partilha de experiências por parte de outras entidades que já desenvolveram trabalhos
noutros CRVCC.
Monitorização
Dado o seu carácter inovador, a monitorização será desenvolvida num trabalho de articulação permanente com a equipa do
Centro, tendo por base o Roteiro Estruturante dos Centros RVCC, o Referencial de Competências-Chave e o Roteiro
organizativo para a auto-avaliação dos Centros RVCC.
A articulação permanente de todos os membros da equipa do Centro com base na promoção de um trabalho de grupo será
importante e por isso iremos reunir-nos semanalmente para trocar impressões e constantemente promover a autocrítica e a
auto-reflexão.
Cada grupo de adultos será um caso diferente e este trabalho constante de adaptação, de discussão de casos concretos,
de produção de instrumentos adequados a situações concretas e ainda de aprofundamento do processo sobre validação de
competências adquiridas será sempre partilhado pela equipa.
Momentos de reflexão auto avaliativa serão também analisados pela Equipa de Auto avaliação de Escola e pelo Conselho
Pedagógico.
Etapas do Processo RVCC
Sessão de esclarecimento:
1. Acolhimento, inscrição e informação com as Profissionais RVCC
(1 a 2 horas – individual ou em grupo)
Nesta etapa a Profissional RVCC deve:
Clarificar os objectivos do CRVCC.
Informar sobre o processo RVCC e identificar as expectativas do adulto face ao processo.
Esclarecer as dúvidas relativas ao processo, levando o adulto a identificar as suas expectativas.
O candidato deve proceder ao preenchimento da ficha de inscrição e anexar 2 fotografias, fotocópia do BI, do cartão de
contribuinte e cartão de eleitor,
certificado de habilitações e fotocópias de outros certificados.
A inscrição será feita através do preenchimento do modelo oficial 1709 – C13 da Imprensa Nacional.
142
Poderá haver lugar a pré-inscrições dos adultos interessados.
2. Entrevista/Encaminhamento
(1 a 2 horas distribuídas em uma ou duas sessões individuais ou em grupo)
A entrevista tem como finalidade o levantamento do perfil do adulto para o processo RVCC ou encaminhá-lo para outras
ofertas educativas de formação de adultos. Para tal, a Profissional RVC utilizará um guião próprio elaborado pela equipa com
um carácter semi-directivo e informal.
A entrevista deve ter, se necessário, dois momentos diferentes:
- no primeiro momento da entrevista pretende-se determinar o perfil do candidato de forma a decidir se o mesmo poderá
iniciar o processo RVCC ou se deverá ser conduzido para outra oferta educativa;
- no segundo momento da entrevista será realizado o Plano de Intervenção Individual (PII) com os candidatos que virão a
iniciar o processo RVCC, demonstrando-se ser o momento adequado para a efectivação do Contrato com o Centro.
Entre estes dois momentos ocorrerá uma sessão para explicitação do Referencial de Competências-Chave realizada pelos
formadores. Com esta metodologia proporciona-se a cada candidato uma melhor e mais eficaz apropriação do processo e do
referencial, de forma a possibilitar uma adequada realização do Plano de Intervenção Individual (PII).
Os pontos referidos anteriormente devem traçar um resumo do perfil do candidato e, entre outras orientações, identificar o
nível (B1, B2 ou B3) de qualificação que o candidato pretende, o grupo onde se vai integrar e a duração do tempo previsto para
o desenvolvimento do processo. Neste caso, o processo conduz ao registo da validação das unidades de competências na
Carteira Pessoal de Competências-Chave.
Se o adulto não reunir as condições necessárias para o processo RVCC será encaminhado para outras ofertas de
educação/formação.
Nesta fase, o Profissional deve ainda:
Recordar sumariamente ao adulto o processo RVCC;
Identificar e responder às dúvidas manifestadas pelo adulto;
Identificar as expectativas dos adultos;
Identificar potencialidades e estabelecer objectivos;
Encaminhar os adultos para o processo RVCC;
Apoiar os adultos no processo de elaboração de candidatura (dossier pessoal);
Encaminhar os adultos para modalidades de formação de curta duração, adequadas às suas necessidades
(formações complementares);
Apoiar os adultos na definição e implementação de projectos profissionais e pessoais subsequentes.
143
Este trabalho do Profissional RVC não se limita a este momento, mas é um processo contínuo de envolvimento suportado
por documentos que possam servir de avaliação de todo o processo e, em última instância, de todo o Centro.
3. Reconhecimento de Competências (Construção do Dossier Pessoal)
(26 a 39 horas - tempo de referência grupo)
Nesta etapa, o profissional, em articulação com o administrativo, deve providenciar 2 elementos burocráticos fundamentais
ao processo RVCC:
-o contrato;
-o seguro;
Antes de iniciar o processo de reconhecimento de Competências, o Profissional deve reunir-se com os Formadores de
modo a planificar as sessões de grupo e definir quais os instrumentos de mediação e as estratégias a utilizar, tendo em conta
os Planos de Intervenção Individuais (PII) dos adultos.
Ao formador compete:
- Desenvolver a formação das unidades de uma ou mais áreas de Competências-Chave;
- Interpretar o referencial de Competências-Chave e procurar as suas relações internas;
- Apoiar o processo de reconhecimento;
- Julgar a qualidade das provas produzidas;
- Posicionar, após a validação das competências, o candidato em níveis de competências (B1,B2,B3);
- Cooperar com os outros profissionais do CRVCC.
No Balanço de Competências deve-se promover/potenciar junto do candidato uma capacidade reflexiva para que seja
também o próprio adulto a participar nesse processo individual de reconhecer e redescobrir, através das suas experiências, as
competências que adquiriu ao longo da sua vida, em contextos de aprendizagens formais, informais ou não formais. É realizado
através de sessões de grupo, com a aplicação de instrumentos adaptados, podendo os adultos aperfeiçoá-los, quer em termos
de conteúdo quer em apresentação.
De forma a criar uma coesão de grupo e facilitar o processo de reconhecimento, devem ser utilizadas dinâmicas de grupo,
sendo de evitar o preenchimento/aplicação isolado das fichas/instrumentos de mediação.
Ao nível da coesão, devem ser trabalhadas as questões da identidade e imagem do grupo, nomeadamente a partir da
identificação do grupo - nome, símbolos, etc... - e metodologias de trabalho como as dinâmicas, os temas, jornal de parede,
visionamento de filmes, simulações etc., tendo como técnica fundamental a história de vida.
144
Para além das sessões em sala, cada adulto deverá recorrer a toda a sua disponibilidade para trazer para o processo,
documentos, informações, pareceres, certificados, desenhos, fotografias, cartas, enfim tudo aquilo que possa confirmar/fazer
prova de determinados critérios/unidades do referencial de competências-chave.
Sempre que se considerar necessário, pode/deve o adulto encontrar-se individualmente com o profissional.
Em todas as sessões, com a duração de 2 a 3 horas, num total previsto de 13 sessões (nº de referência), partindo das
informações existentes no dossier pessoal e nas demonstrações realizadas em presença da profissional de RVCC e
formadores, deverão ser explicitadas as competências e conhecimentos dos candidatos - de acordo com o referencial de
competências -chave. Trata-se de desenvolver um trabalho realizado ao longo do processo para as Unidades de
competências - chave do referencial.
A construção do dossier pessoal e a preparação da sessão de júri (que se enquadra já na etapa validação) fazem parte do
processo de reconhecimento de competências e têm de estar presentes desde a primeira sessão em grupo. É um processo
contínuo que não deve ser descurado. O número de sessões será ajustado ao ritmo dos adultos e/ou dos grupos onde estão
inseridos. Isto quer dizer que, desde a primeira hora, o adulto deve preparar-se para a sessão de júri, sendo o trabalho do
profissional orientado para esse objectivo, tal como deve demonstrar o dossier pessoal do adulto.
Embora seja o profissional o responsável pelo processo de Reconhecimento, o formador tem um papel relevante nesta fase
por ser o especialista em cada uma das áreas de competência-chave e ser tecnicamente o que melhor consegue relacionar as
evidências constantes do dossier pessoal com o Referencial de competências chave.
Organização das Sessões:
1 - Apresentação e acolhimento:
Apresentação da Profissional RVCC.
Apresentação dos Adultos.
Apresentação do processo.
Definição de competências e exploração de exemplos.
Finalidade: construção do dossier pessoal.
Processo de criação da identidade do grupo (nome, logo, etc)
2 a 5 - Levantamento de História de Vida (Pessoal, Social e Profissional)
Dinâmica de grupo e aplicação de alguns instrumentos de mediação
Registo individual das competências de cada adulto a partir de um trabalho (adulto/profissional) de articulação com o
referencial de competências - chave.
6 - Discussão participada com os adultos sobre as tarefas realizadas, com vista à sua avaliação e eventual reformulação se o
adulto, após a discussão com a equipa, assim o entender. Organização do dossier.
145
7 - Apoio à organização dos dossiers individuais dos adultos - organização dos documentos, paginação - índice/Conclusão do
dossier pessoal, tendo sempre presente que a organização do dossier é da responsabilidade do adulto e representa, por si, um
elemento de avaliação.
8 a 11- Demonstrações de evidências das 4 áreas de competência-chave: Cidadania e Empregabilidade (CE) e Linguagem e
Comunicação (LC), Matemática para a Vida (MV) e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Este trabalho deve ser
efectuado tendo em conta as necessidades de cada adulto, mesmo se aplicado em grupo (participação dos formadores).
12 - Preparação da formação complementar e/ ou Sessão de Júri (no caso de ocorrência de formação complementar deverá
decorrer uma 13ª sessão exclusivamente para preparação da sessão de júri).
O processo de reconhecimento é, essencialmente, o confronto do Referencial de Competências-Chave com a experiência de
vida do adulto, através de um processo de auto-avaliação do adulto. É desejável que esta reflexão sobre as experiências de
vida conduza à construção de um projecto formativo em termos futuros, já que o adulto tem de tomar consciência da
necessidade de desenvolver processos de aprendizagem ao longo da sua vida. O processo de RVCC não se esgota no
reconhecimento e validação de competências, pois é importante trabalhar com o adulto um projecto de vida, orientando-o nesse
caminho, de modo a assegurar o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Este processo ficará facilitado se tivermos perfis
profissionais de competências actualizados e registos de observação de cada formando.
Serão utilizados materiais construídos pela DGFV e a construir pelos profissionais de RVCC e formadores do Centro, a partir de
experiências recolhidas na observação de práticas de outros Centros, mas contextualizados nas experiências de vida dos
adultos.
O processo de reconhecimento consiste na identificação das competências detidas por cada adulto, através de um processo de
auto-reflexão e auto-avaliação das experiências de vida pessoais e profissionais vividas de cada adulto. O processo de
reconhecimento começa por o adulto reconhecer as suas próprias competências.
As competências partem da experiência vivida pelo adulto, dos saberes e do saber-fazer, mas é importante que o adulto
consiga encontrar respostas para novas situações de vida, ou seja, que tenha capacidade de discernir, de agir, de transferir
conhecimentos e saberes - fazer para a resolução de novos problemas e novos desafios que a vida pessoal e profissional lhe
coloca.
O profissional de RVC acompanha o adulto durante todo o processo de RVCC e tem ainda a função de o orientar e
aconselhar na implementação do seu projecto individual de formação.
Os formadores devem estar presentes nesta fase do processo, porque são os técnicos que conseguem relacionar as
evidências ou os indícios de evidências dos adultos com o referencial de competências-chave. As necessidades de formações
complementares devem ser identificadas o mais cedo possível a fim de desenvolver respostas formativas adequadas a cada
adulto e que não passam exclusivamente pelas formações complementares.
4. Formação Complementar
(máx.25 horas - grupo)
146
A formação complementar organiza-se tendo em atenção o suprimento de algumas lacunas detectadas ao longo do
processo e de acordo com o Referencial de Competências para as quatro Áreas-Chave : Cidadania e Empregabilidade (CE);
Linguagem e Comunicação (LC); Matemática para a Vida (MV) e Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Cada adulto
não poderá exceder as 25 horas de formação complementar no conjunto das quatro áreas-chave.
A formação será organizada por grupos de alunos, por área de competência-chave e por unidade de competência, mas
poderão estar em sala mais do que uma unidade de competência, utilizando pedagogias diferenciadas. Podem,
excepcionalmente, ocorrer formações individualizadas. As acções de formação serão sempre contextualizadas com
experiências de vida dos adultos.
Para cada grupo é feito um Plano de Formação. Cada adulto só vai às sessões de formação complementar de que
realmente necessita. Poderá haver, desde que acordado entre os profissionais e os formadores, troca de elementos entre os
diferentes grupos em formação complementar. Neste caso, estas trocas devem ser devidamente registadas para não se perder
qualquer informação sobre o adulto em causa.
Sempre que se afigure necessário, haverá um espaço para os adultos poderem desenvolver autoformação assistida na área
das TIC.
Se, desde o início do processo, forem detectadas algumas insuficiências no desenvolvimento de competências
consideradas chave no processo, tentaremos assegurar, o mais cedo possível, algumas respostas diversificadas de formação
que poderão passar pelo apoio de relações familiares/ profissionais ou sociais do adulto, por processos de autoformação
assistida no Centro ou aquisição de formação no exterior.
As funções do Centro cruzam transversalmente o espaço de intervenção dos diferentes elementos, profissionais RVC,
formadores e outros intervenientes, materializando-se através de um conjunto de actividades organizadas de forma clara,
intencional e consistente na concretização dos serviços prestados no CRVCC.
No final da formação complementar o adulto faz a avaliação de cada área-chave e os formadores produzem o relatório final
de avaliação desta formação.
5 Validação
(equipa e grupo de adultos)
Esta etapa não deve confinar-se apenas à reunião de júri de validação, mas sim incluir todo o trabalho de preparação que
envolve o profissional, formadores, adulto e avaliador externo. É uma espécie de "pré-validação" que, através da liderança do
profissional, pressupõe as seguintes actividades:
Análise dos dossiers pelo Profissional e Formadores;
Análise dos dossiers por parte dos adultos, com a possibilidade de reformulação acompanhada pelo Profissional;
Reunião com o grupo, com a participação do Profissional e dos Formadores, para análise global do processo;
Análise do dossier pelo avaliador externo; reunião entre este e o profissional, com a participação dos formadores.
(preenchimento das grelhas de apoio à validação). O avaliador externo deve ter um prazo de 15 dias antes da reunião de júri
para análise e discussão dos dossiers pessoais dos adultos.
147
Reunião de júri.
Como documentos a tratar relativamente a esta etapa identificam-se:
o meu projecto de formação (a preencher pelo adulto com o apoio do profissional/formadores, antes ou depois da
formação complementar)
o pedido de validação (a preencher pelo adulto, com uma antecedência mínima de 15 dias relativamente à reunião de
júri)
a Carteira de competências
o Certificado de competências (emitido pelo técnico administrativo após a reunião de júri)
avaliação de todo o processo RVCC pelo adulto - doc. E26, após a reunião de júri.
Será de evitar a ida do adulto várias vezes ao júri de validação, mas não podemos deixar de contemplar essa hipótese.
O pedido de validação é feito voluntariamente pelo adulto, embora possa resultar de um processo de discussão /
negociação / concertação com o profissional de RVC e formadores. O pedido de validação é um acto importante de reflexão e
de auto-avaliação do adulto. Este deve confrontar-se com as evidências que reuniu no dossier e ter capacidade para verificar as
unidades de competência que poderão ser objecto de validação.
A validação é feita perante um júri de validação devendo o adulto ter uma participação activa e defender o seu dossier
pessoal. Pode haver necessidade, por solicitação do júri ou por iniciativa do adulto, de demonstrar algumas das competências
perante o júri.
Em cada sessão de júri há lugar à elaboração de uma acta onde estarão explicitadas as intervenções do adulto e dos
membros do júri.
Após a decisão do júri, as unidades de competência validadas são registadas na carteira pessoal de competências-chave
do adulto.
Os resultados da sessão de júri permitem a certificação, a qual resulta da validação de todas as unidades de competência
das quatro áreas de competências-chave.
A certificação é um acto administrativo que consiste na confirmação das competências validadas pelo júri de validação, em
suporte próprio - a emissão do certificado.
6 Provedoria
(individual)
O adulto que obtenha a validação das suas competências e respectivo certificado deverá ser apoiado na definição e
reconstrução do seu projecto pessoal futuro, no sentido de o sensibilizar para a necessidade de prosseguir para níveis de
qualificação superiores. Assumindo particular importância no final desta etapa, deverá ter um carácter transversal ao longo do
processo.
148
Quando a adulto não conseguir reunir as condições necessárias para validar as suas competências deve ser aconselhado
pelo Profissional RVCC a fazer mais algumas sessões de formação complementar de curta duração para que possa concluir o
processo iniciado, certificando as competências adquiridas.
Pretende-se que o adulto se consciencialize da necessidade de construção e qualificação pessoal que não acaba com a
certificação mas que o prepara para outras oportunidades.
Anexo IV
Plano de Desenvolvimento 2007/2008
“Caminante, no hay camino,
el camino se hace al andar”
Antonio Machado
"... a função ideal de uma biblioteca seria a de fazer com que as pessoas lessem."
Umberto Eco
"Saber orientar-se frutuosamente no labirinto colossal da riqueza de informação que está agora
disponível é hoje exigível a qualquer trabalhador intelectual: saber buscar a informação relevante
para a criação de conhecimento é hoje uma técnica que deve ser proporcionada ao investigador
e ensinada ao estudante como ferramenta indispensável."
J. P. Barata
A estruturação do presente plano, nas suas opções fundamentais e estratégias de trabalho previstas, pretende
adequar-se às grandes linhas do Projecto Educativo de Escola, em particular no que se refere ao articulado relativo ao âmbito
da Biblioteca Escolar:
149
“Implementar a transversalidade da Biblioteca na escola enquanto recurso que
- apoia e enriquece o currículo escolar e as práticas pedagógicas;
- estimula o desenvolvimento cultural e a promoção da leitura;
- fortalece o crescimento pessoal, social e cívico
fomentando e organizando actividades de articulação com a sala de aula, de enriquecimento curricular e cultural.”
Projecto Educativo de Escola, ponto 2., alínea G
Dimensão organizacional
Espaço
Oferecer um ambiente que favoreça a formação e desenvolvimento de hábitos de leitura e pesquisa.
Oferecer um ambiente favorável ao incentivo e à formação do hábito de leitura.
"Urbanização" do espaço:
Reconfiguração da sinalização.
Extensão do acesso à Internet.
Reformulação do espaço de produção gráfica e multimédia.
Organização
Oferecer a maior eficácia possível na organização e funcionamento deste espaço.
Implementação do Guia do Leitor.
Implementação da cor na sinalização dos documentos-livro.
Reorganização da documentação:
Reformulação/revisão das seguintes áreas:
património
línguas e literatura (estudo)
geografia
Oferecer e manter actualizada a documentação.
Avaliação da colecção – pertinência, actualidade, oportunidade.
Proposta de aquisição de documentação nova face às necessidades da biblioteca escolar e articulação com o
currículo.
Consulta a professores e órgãos pedagógicos.
Implantação da consulta aos alunos.
Definição da “Política de desenvolvimento da colecção”.
Integração da documentação no programa informático.
Reformulação e implementação do tratamento biblioteconómico do material não-livro.
Reformulação da apresentação do material não-livro.
150
Acesso aos serviços
Contribuir para as diferentes actividades que se realizem na escola, disponibilizando os seus recursos em espaço,
documentação, equipamentos e serviços.
Horário de abertura: definição e ajustamento às necessidades da escola.
Revisão dos procedimentos de acesso aos vários serviços e respectivos regulamentos.
Preparar a consulta da documentação em catálogo informatizado.
Preparar a difusão selectiva.
Implantação da página da Biblioteca escolar na página WEB da Escola.
Staff
Definir e distribuir as competências na acção de intervenção da Equipa na BE e na escola.
Incentivar a formação contínua da Técnica Auxiliar da Acção Educativa responsável pela Biblioteca.
Comunicação
Divulgar a informação
Manutenção dos “infos”, no espaço interior e exterior da Biblioteca.
Implantação da página da Biblioteca escolar na página WEB da Escola.
Divulgação da informação:
as novidades;
as notícias;
as actividades;
tema(s) de divulgação;
outras.
Dimensão curricular e cultural
Formação do leitor
Orientar no uso do livro e do material não-livro, visando à pesquisa e à educação individual.
Facilitar o acesso aos documentos que respondam às necessidades dos leitores em informação, educação ou lazer.
Fazer formação do utilizador.
Implementação de um programa de leitor para Básico e para Secundário:
apropriação do espaço;
pesquisa na Biblioteca;
consulta de documentos.
Orientação na Biblioteca para Básico e Secundário:
resposta informal a solicitações de leitores;
visita guiada em resposta a solicitações de alunos e/ou professores;
151
formação do leitor em articulação, com a área curricular de Estudo Acompanhado no Básico, e/ou Projectos
Curriculares de Turma ou Áreas de Projecto, no Básico e no Secundário.
Seminário sobre Formação do Leitor
Animação da Biblioteca
Cultivar a leitura.
Favorecer a descoberta da leitura.
Possibilitar um campo de exploração e enriquecimento cultural.
DIVULGAÇÃO DE NOTÍCIAS NO “JORNAL DE PAREDE”
As novidades: livros / materiais não-livro chegados.
Os livros/filmes/músicas recomendados.
Selecção de noticiário cultural.
LEITURAS NA BE: EU LEIO, TU OUVES
na BE:
3/4 por ano
Comemoração de acontecimentos, efemérides
em articulação com a sala de aula
integradas em temáticas curriculares
“bolsas de leituras” (livro, imagem fixa, filme, música): protocolos a estabelecer com
interesses de professores
temáticas ligadas ao currículo
actividades/exposições
leituras-”surpresa”: leitura a organizar para as turmas de acordo com o professor e articuladas com o conteúdo
a trabalhar
apresentação de livros lidos no âmbito dos “Contratos de Leitura”
LER E APRENDER DIREITOS DO HOMEM
na BE:
exposição de textos de romance / poesia / teatro em associação com imagens ligados aos artigos da
Declaração com proposta de leitura do(s) livro(s)
concurso “Uma imagem para um texto” – lançamento no final do 1º período
em articulação com:
“Leituras na BE: eu leio, tu ouves”
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sala de aula
”bolsas de leituras”
Contrato de leitura
actividades da escola
…
O CORPO DAS LETRAS (EXPOSIÇÕES)
apoio e/ou articulação com os interesses dos Departamentos / Áreas disciplinares / PCTs / Oficinas /
professores / clubes / pais / …
temas curriculares ou não
dar espaço aos alunos das áreas visuais/gráficas
Exposições programadas:
Exposição nº 1: Miguel Torga, no 100º aniversário – Novembro de 2007.
A "ÁRVORE DA POESIA"
Com dinamização de várias turmas do Ensino Básico, ao longo do ano lectivo
" DIA INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR" – 22 de Outubro: “Aprender Mais e Melhor na Biblioteca
Escolar”
PLANO NACIONAL DE LEITURA
Apoio a actividades das turmas no âmbito do Plano (bibliografia; apoio a leituras e apresentações na Biblioteca).
Organização de um Concurso de Leitura Escolar: “Alto (ou Baixo) e Bom Som”- 2º período
“Semana da Leitura” (incluindo, nomeadamente, uma “Maratona da Leitura”)
"JOGOS POÉTICOS" E JOGOS MATEMÁTICOS
XADREZ
Disponibilidade de tabuleiros e proposta de problemas no “placard” da Biblioteca
DESENVOLVIMENTO DE DOSSIÊS TEMÁTICOS:
organização de novas temáticas
A "LOJINHA DA BE": exposição-venda de marcadores, blocos de notas, pisa-papéis,...
REALIZAÇÃO DA “FEIRA DO LIVRO ILUSTRADO”- Dezembro de 2007
APOIO À EDIÇÃO DO JORNAL ESCOLAR O CONTACOISAS
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Anexo V
APRENDER A ESTUDAR
11ºE | 2007-2008
PROJECTO
“Poder estudar, querer estudar e saber estudar são as chaves dum estudo eficaz.” (J.M. Louzao e T. Prieto)
I. OBJECTIVOS GERAIS
– Aprender a estudar, de forma autónoma e crítica
– Desenvolver hábitos de estudo
– Desenvolver hábitos de organização
– Recolher e processar dados de informação
II. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER
COMPETÊNCIAS BÁSICAS
1. Organizar, de forma contínua e sistemática, o caderno diário
2. Fazer uma leitura analítica ou crítica de texto
– reconhecer a importância duma pré-leitura
– sublinhar, distinguindo o essencial do secundário
– identificar e aplicar palavras-chave
– recorrer à utilização de símbolos, abreviaturas…
154
– elaborar tópicos
– elaborar esquemas
3. Tirar notas de aula
– organizar dados por categorias e subcategorias
– seleccionar/distinguir o essencial do secundário
4. Elaborar diferentes tipos de esquemas
6. Elaborar diferentes tipos de texto (análise, síntese, texto argumentativo, …)
OUTRAS COMPETÊNCIAS
1. Aprender a fazer um trabalho de pesquisa, a nível da
– selecção / recolha de dados de informação (elaboração de fichas de leitura…)
– adequação, rigor e clareza
– apresentação (apresentação geral, estrutura, bibliografia…)
2. Utilizar fontes diversificadas de informação
3. Utilizar formas diversificadas de apresentação de um trabalho
III. ETAPAS DO PROCESSO
1. APRESENTAÇÃO DO PROJECTO “Aprender a estudar” (aos alunos, aos professores e aos encarregados de educação),
como PCT.
2. INSCRIÇÃO dos alunos
– Todos os alunos devem entregar uma declaração, assinada pelo encarregado de educação, expressando o seu
interesse em frequentar as sessões de trabalho. Aqueles que não pretendam fazê-lo devem entregar uma declaração nesse
sentido, igualmente assinada pelo encarregado de educação.
– A declaração será entregue à directora de turma.
3. INÍCIO DAS SESSÕES de trabalho: 2 de Outubro de 2007, com todos os alunos.
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IV. OPERACIONALIZAÇÃO
1. ASPECTOS ORGANIZACIONAIS
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– Os alunos são divididos em 2 turnos, cada um dos quais c/ uma sessão de 45 min. por semana.
(Nota: Eventualmente, poderá haver uma sessão c/ todos os alunos.)
– As sessões estão integradas no horário da turma:
• 3ªfeira (16.30h – 17.15h) – sala 35
• 5ªfeira (14.45h – 15.30h) – sala 36
2. AS SESSÕES
– As coordenadoras propõem actividades
a) utilizando materiais de diferentes disciplinas (manual, caderno diário, textos, …);
b) visando o desenvolvimento das competências previstas e tendo em conta as necessidades e interesses
manifestados pelos alunos ou indicados pelos professores.
3. OS OUTROS PROFESSORES
– indicam, por período e por disciplina, em grelha própria, as competências prioritárias, bem como o contributo específico
que darão para a consecução do projecto;
– levam a cabo actividades adequadas ao desenvolvimento das competências em causa.
4. OS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO
− Comprometem-se a incentivar e a verificar o estudo realizado em casa.
V. AVALIAÇÃO (do grau de consecução dos objectivos relativos às “competências a desenvolver”)
1. NAS REUNIÕES DE CONSELHO DE TURMA
– os alunos apresentam, através dos seus representantes, uma auto-avaliação e uma avaliação do projecto
desenvolvido;
– os encarregados de educação, através do seu representante, apresentam dados relativos aos hábitos de estudo
dos alunos;
– os professores apresentam os dados colhidos nas disciplinas respectivas;
– as coordenadoras apresentam dados sobre assiduidade e características do processo individual de cada aluno.
2. NA REUNIÃO DE FINAL DO ANO LECTIVO
– as coordenadoras apresentam um relatório final, integrando os dados fornecidos por todos os intervenientes.
VI. DINAMIZADORAS: Amélia Nabais (directora de turma e professora de Filosofia) e Fátima Borges (professora de História)
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Clube de Jardins, Estufa e Horta Pedagógica
Introdução
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No sentido de dar respostas às necessidades de formação no âmbito da educação para a cidadania, procurando
interrelaciona-las com aspectos relevantes a respeito da alimentação, processos produtivos e valorização do respeito pelos eco
sistemas, pretende-se dinamizar um clube que vá de encontro às expectativas da comunidade educativa, motivando também os
alunos á frequência da escola com actividades que se pretendem aliciantes.
Finalidades:
- contribuir para o enriquecimento da vida em comunidade e dos alunos;
- despertar e desenvolver o gosto por actividades produtivas de interesse nacional;
- valorizar a produção de alimentos saudáveis;
- conhecer diversos meios de reutilização de detritos.
Objectivos:
- desenvolver o gosto pela escola e pelas aprendizagens;
- valorizar o trabalho individual e em equipa;
- conhecer os processos de produção agrícula, de jardinnagem e floricultura;
- contribuir para a preservação dos espaços verdes da escola
Actividades a desenvolver:
- agricultura biológica;
- os amigos do lago;
- os jardins e as aromáticas;
- estacaria e produção em estufa.
Publico alvo
As actividades do clube são dirigidas, em primeiro lugar a alunos do 3.º Ciclo, pais e encarregados de educação; em
segundo aos professores e alunos do ensino secundário em actividades de apoio à experimentação pedagógica.
Funcionamento
As actividades do clube irão funcionar com equipas de indicadas pelos seus directores de turma às 3.ª e 6.ª feiras das 15,30
às 17,15, nas quais podem participar pais e encarregados de educação. Para o ensino secundário depende da marcação
realizada pelo professor da disciplina interessada. Aos sábados das 9.30 às 12.00 horas pode também funcionar para
professores, funcionários, os pais e encarregados de educação.
Avaliação
A avaliação das actividades do clube será realizada pelos participantes através de questionários e terá expressão no
relatório final de avaliação da responsabilidade dos professores responsáveis pelo clube.
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