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TíTULO DO TRABALHO As faces e interfaces da Pedagogia e da Didática

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					             As faces e interfaces da Pedagogia e da Didática1

                                                                  Sandra Maria Dias de Queiroz/UNIPÊ
                                                                                    sdiasq@ibest.com.br
                                                               Clévia Suyene Cunha de Carvalho/UNIPÊ
                                                                                   csuyene@uol.com.br


             Resumo

            Este artigo traz considerações teóricas sobe questões relacionadas ao caráter científico
      da Pedagogia e sua relação com a Didática. Serão problematizadas as questões acerca do
      objeto de estudo da Pedagogia e da Didática a partir do enfoque histórico-social. O estudo
      argumenta a favor da Pedagogia como ciência da educação e a Didática uma disciplina
      pedagógica, que tem o processo ensino-aprendizagem como objeto de estudo. Defende
      também que os conhecimentos produzidos nesses campos devem compor o núcleo do
      processo de formação de professores para que sejam capazes de conduzir de forma científica
      o trabalho pedagógico.
            Palavras-chaves: educação, processo ensino-aprendizagem, teoria sócio-histórica.




                         Pedagogy and Didactics: faces and interfaces

             Summary

            This is a theorical apresentation about some issues related to the scientific status of
      Pedagogy and is relation to Didactis. Based on a social historical approach, matters
      about their object of study will be raised. This study also tries to argue for Pedagogy as
      an educational science and Didactics as a pedagogical discipline which have the teaching
      and learning process as object of study. It also considers that the kind of knowledge
      produced in such areas should constitute the “core” of teachers’s formation process in
      such a way that it would make teachers able to develop their pedagogic work in a more
      scientific way.
           Key words: education; teaching and learning process; social historical theory.



             Introdução

              O presente texto tem como objetivo principal contribuir para a discussão acerca do

      estatuto científico da Pedagogia e da Didática por considerarmos que essas questões no

      Brasil, e quiçá na América Latina, são questões ainda mal resolvidas, dificultando a superação

      dos problemas teórico-práticos presentes neste campo de trabalho, uma vez que predomina na


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 Texto apresentado na disciplina de Didática e Planejamento de Ensino no Curso de Especialização em Planejamento e
Gestão do Ensino-Aprendizagem.
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prática dos professores o pensamento de que a experiência, conquistada na vivência com o

objeto de trabalho, é o bastante para a organização e dinamização do processo escolar.

Estamos na contra-mão deste pensamento por defendermos o modo científico de pensar como

o mais indicado para responder à complexidade que envolve a formação humana a partir da

escola. Entendemos por modo científico a tomada de consciência por parte dos professores

dos pressupostos filosóficos e científicos que fundamentam sua prática e a reflexão desta

mesma prática a partir de processos de investigação.

        Desenvolver um processo de escolarização que privilegie a formação integral das

pessoas em que a criatividade, o senso crítico e estético, a postura ética em favor do humano,

sejam     ingredientes   fundamentais,   se   constitui   no   desafio   da   educação   nessa

contemporaneidade. Tais desafios está exigindo dos professores uma sólida formação nos

fundamentos teórico-práticos da profissão, e entre estes fundamentos se encontram os

relacionados à Pedagogia e à Didática. Capacitar os professores para que conduzam de forma

científica o trabalho pedagógico pressupõe termos clareza dos alcances e limites da Pedagogia

e da Didática como campos de conhecimentos científicos.

        Abordaremos as questões norteadoras desta reflexão a partir da perspectiva histórico-

social e são elas: a que estuda a Pedagogia e a Didática, qual relação entre elas, e em que

reside a importância delas para a prática docente. Essas questões se impõem como objeto de

reflexão/discussão por todos aqueles diretamente envolvidos com a prática docente, em todos

os seus níveis de educação. Afinal, pensar o processo de ensino-aprendizagem, nas suas mais

variadas dimensões, implica na reflexão acerca destas questões.

        Educação: objeto de estudo da pedagogia.

        A educação é uma prática social inerente à natureza humana. Assim é porque ela está

para atender e potencializar o desenvolvimento humano, que é determinado pela relação ativa

do indivíduo com o meio social.
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     Nenhuma outra espécie animal necessita de educação – incorporar e modo sistemático

elementos culturais produzidos historicamente pela humanidade- , pois as demais já trazem na

sua carga genética a experiência acumulada, sendo esta transmitida instintivamente a sua

prole. Com os seres humanos o desenvolvimento acontece através da apropriação pelos

indivíduos das qualidades genéricas da humanidade. Qualidades desenvolvidas ao longo do

processo de desenvolvimento do gênero humano e materializado em modos de pensar, agir e

sentir. A educação atende a essa exigência social e individual na medida em que é através

dela que as características especificamente humanas são desenvolvidas nos indivíduos.

Conforme Talízina (1988, p.34),


                  “o homem não nasce com formas de pensar préestabelecidas, com
                  conhecimentos prontos sobre o mundo nem descobre novamente as leis do
                  pensamento lógico nem as leis da natureza que a sociedade conhece:
                  assimila tudo isso mediante a experiência acumulada pelas gerações
                  anteriores. Subentende-se que, só depois de assimilar a experiência social
                  e a ela recorrendo, o homem pode multiplicar essa experiência”.


     É na educação que o ser humano vai encontrar os meios para assimilar a experiência da

sociedade e multiplicá-la. Sem negar a importância dos aspectos anatômico-fisiológicos

indispensáveis ao desenvolvimento do indivíduo — sem músculos, nervos e cérebro, não há

ser humano, afinal —, o que se quer dizer é que o modo social de vida do ser humano, com

suas leis e métodos específicos, é que determina o desenvolvimento humano.

     Saviani (2003), ao tratar da especificidade da educação, nos coloca que os seres

humanos se diferenciam dos demais animais porque necessitam produzir continuamente sua

própria sobrevivência. Os animais dependem exclusivamente dos produtos da natureza para

sobreviver e se adaptam a ela. Nós, humanos, precisamos produzir continuamente nossa

existência transformando a natureza, e nesse processo nos transformamos. Essa transformação

é mediada pelo trabalho, que psicologicamente falando, é antecipação mental daquilo que se

quer produzir.
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     Num processo histórico, o homem foi criando e aperfeiçoando seus instrumentos e

artefatos, foi conhecendo as propriedades dos objetos e construindo um mundo artificial, um

mundo cultural. E todo este aprendizado, este acúmulo de experiência, traduzidos em valores,

atitudes, técnicas, métodos, conhecimentos, são transmitidos às novas gerações pelo processo

educacional, um processo antropológico, como informa Lima (2001), uma vez que ele é

responsável por desenvolver em cada ser humano a humanidade, construída historicamente.

      A apropriação pelos indivíduos da experiência social ocorre em várias instâncias da

sociedade: família, meios de comunicação, trabalho, clube, igreja, escola. A escola é um dos

espaços em que a experiência é transmitida às novas gerações. Sem dúvida que na

contemporaneidade, e desde a modernidade, a escola, e o processo educacional aí

desenvolvido, tornou-se um espaço fundamental para a apropriação pelas novas gerações dos

conhecimentos, habilidades e modos de ser, já desenvolvidos pela humanidade. Embora

reconhecendo a essencialidade desse espaço, necessário se faz a crítica ao conteúdo e forma

como ela vem assumindo hoje a sua tarefa social.

      A dominância da escola no processo educacional decorreu da predominância da cultura

letrada em detrimento da cultura oral. O ensino das letras tornou-se então fundamental e o

profissional requisitado para esse ensinamento foi o professor. A família já não podia, e hoje

principalmente, atender a essa tarefa, qual seja, transmitir os conhecimentos e as habilidades

já desenvolvidas pelo gênero humano. Necessitava-se para isso de um processo formal e

sistemático, neste caso a educação escolar (SAVIANI, 2003).

      A Pedagogia surgiu, como campo de conhecimento, a partir da necessidade de pensar e

sistematizar os estudos acerca do processo educacional. É uma ciência que estuda o processo

educacional onde ele ocorra: na família, no trabalho, nos movimentos sociais, nos meios de

comunicação e na escola. Para a formação do professor essa ciência é fundamental porque ela

vem se responsabilizando, historicamente, por ―identificar os elementos culturais que

precisam ser assimilados pelos indivíduos da espécie humana para que eles se tornem
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humanos e, por outro lado, concomitantemente, estudar as formas mais adequadas de atingir

esse objetivo‖ (SAVIANI, 2003, p.31).

      Além da Pedagogia outras áreas de conhecimento estudam a educação como:

Psicologia, Sociologia, Filosofia, Biologia, Antropologia, e outras. Todas oferecem subsídios

teóricos para a compreensão da natureza humana, aspecto fundamental para o

desenvolvimento do processo educacional. Mas cabe à Pedagogia produzir uma síntese

dialética dos conhecimentos produzidos nesses campos no sentido de captar as leis

fundamentais do processo educacional, ou seja, as relações e os nexos aí presentes, e

identificar as regularidades (FREITAS,1985).

     Para Alvarez (1995), diferentemente do que ocorre nas ciências naturais, a investigação

dos objetos nas ciências sociais – dentre as quais se inclui a pedagogia — tem uma qualidade

e uma complexidade distintas: os objetos das ciências sociais manifestam-se como processos

conscientes, já que o homem é o centro de tal investigação. Dessa forma, as relações entre os

componentes dos objetos e destes com o meio são tais que o caráter das leis que nelas atuam

evidencia características diferenciadas daquelas de outras ciências tais como: as leis

manifestam-se como tendências; não é possível abstrair as características do objeto sem

modificá-lo substancialmente; não podemos estabelecer parâmetros rígidos nem unívocos

para o desenvolvimento futuro dessas leis. Ainda sobre as características das leis nas ciências

sociais, Pérez e Nocedo(1983, p.56) acrescentam que


                  “as leis sociais são o resultado da interferência e conjugação de leis de
                  sistemas diferentes. Assim, pois, as leis pedagógicas resultam de um
                  número de sistemas diferentes (físicos, ambientais, biológicos, histórico-
                  sociais, psicológicos etc.) que se conjugam e interatuam. Por sua vez,
                  essas leis não podem ser reduzidas a nenhum destes sistemas, nem à soma
                  mecânica deles, erro que têm cometido as concepções mecânicas. As leis
                  sociais apresentam uma especificidade qualitativa”.


     Diante de processos conscientes – os sociais e, no nosso caso, os processos educativos –

em que as relações são multidependentes, dialéticas, precisam ser investigadas com métodos
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que reflitam essas características. O método dialético historicamente vem sendo defendido

com o mais adequado para essa necessidade porque ele enfrenta as coisas e as suas imagens

conceituadas, a partir de suas conexões, filiação e concatenação, dinâmica e, principalmente,

a partir de sua gênese e caducidade (ENGELS, 1976).

     Do exposto, ressaltamos que a defesa da Pedagogia como ciência pressupõe a superação

da predominância do pensamento positivista de compreender a produção do conhecimento

(LIBÂNEO, 1997). Necessário, pois, desenvolvermos métodos próprios para captarmos a

qualidade das relações e o movimento dos objetos que se caracterizam por processos

conscientes, como são os fenômenos educativos.

     Pedagogia e Didática

     Enquanto que a Pedagogia estuda o fenômeno educacional, onde ele se desenvolve, a

Didática estuda o processo ensino-aprendizagem, uma particularidade do processo

educacional. A Didática atende só ao processo mais sistêmico, organizado, planejado e

desenvolvido sobre fundamentos teóricos e por pessoas especializadas, que são os

professores. Em conseqüência, a didática é um ramo da Pedagogia. Klingberg (1978: 35), ao

falar sobre a relação da didática com a pedagogia, diz que

                  “A didática está estreitamente vinculada à teoria da educação [portanto, à
                  Pedagogia]. Enquanto a didática analisa principalmente os processos
                  (docentes e extradocentes) do ensino e da aprendizagem, o objeto da teoria
                  educacional é o desenvolvimento de conceitos, convicções e modos de
                  conduta do homem, a formação da personalidade em desenvolvimento”.


     A Didática, que teoriza acerca do ensino, possui um caráter geral. Isso porque,

enquanto as metodologias das diferentes disciplinas se ocupam das questões pertinentes ao

ensino em particular de uma determinada disciplina, a Didática se abstrai das particularidades

das distintas disciplinas e generaliza as manifestações e leis essenciais do ensino e da

aprendizagem nas diferentes disciplinas e nas formas de ensinar (KLINBERG, 1978).

     Para Danilov e Skatkin (1978, p.21), a tarefa da didática, ao longo de seu

desenvolvimento histórico, tem consistido em determinar o “conteúdo do ensino das novas
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gerações, em buscar os métodos mais eficientes para prover a sociedade de conhecimentos,

habilidades e hábitos úteis e em revelar as leis objetivas ou regularidades desse processo”.

Para os autores, a didática, na etapa atual de seu desenvolvimento, tem como objeto a

totalidade do processo de ensino, isto é: o conteúdo do ensino refletido nos planos e

programas docentes e nos livros de textos; os métodos e meios de ensino; as formas

organizativas do ensino; o papel educativo do processo docente; as condições que propiciam

o trabalho ativo e criador dos estudantes e seu desenvolvimento intelectual.

     Nessa perspectiva, a didática não se restringe ao que ocorre nas aulas nem à sua própria

relação com os métodos, procedimentos e técnicas empregadas, mas envolve também a

concepção, planificação e organização do processo de ensino-aprendizagem e sua relação

com a educação, tendo em vista propiciar o desenvolvimento integral da personalidade dos

estudantes.

     Aqui no Brasil, a partir de 1980, ocorreu o movimento de revisitação do campo da

Didática, na tentativa de superar uma visão reducionista e instrumentalista acerca do processo

ensino-aprendizagem e afirmar a Didática fundamental (CANDAU,1983). Enquanto que a

primeira reduz a Didática aos aspectos técnicos e instrumentais e se define neutra

politicamente na condução do seu objeto de estudo, a Didática fundamental, por sua vez,

afirma o caráter multidimensional do processo ensino-aprendizagem. A partir de um enfoque

dialético, ela vai afirmar que os elementos estruturantes do seu objeto de estudo estão

intrinsecamente relacionados e os aspectos educativos e instrutivos estão presentes enquanto

totalidades no processo ensino-aprendizagem. Além disso, A Didática fundamental rompe

com a neutralidade política que caracteriza a Didática instrumental, afirmando seu

compromisso político com a educação daqueles que vivem da venda de sua força de trabalho.

Fundamentando essa revisitação vamos encontrar os estudos marxistas aplicados ao campo da

Didática e os de cunho fenomenológico, que impulsionaram as pesquisas nesse campo do tipo

histórico-social e etnográficos, respectivamente.
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     Baseado na concepção dialética da didática, Repilado (1998, p.06) aponta que o

processo de ensino-aprendizagem é constituído por dois momentos inseparáveis: sua

―concepção-planificação-organização-avaliação‖, por um lado, e sua ―dinâmica-execução-

avaliação‖, por outro. Esses momentos se manifestam como contrários dialéticos, em eterno

movimento de unidade e luta.

     Sobre a natureza do processo ensino-aprendizagem muito já se disse, afinal desde o

século XVII que seus estudos vêm sendo sistematizados. Desses estudos, o que foi sinalizado

acerca da contradição fundamental presente neste objeto, o que permite seu desenvolvimento,

foi explicitado por Danilov e Skatkin (1978), para quem a contradição está entre as tarefas

teórico-práticas sugeridas pelo professor e o nível de conhecimentos, habilidades e o

desenvolvimento intelectual dos estudantes. Essa contradição gera outras — como, por

exemplo, as existentes na relação entre objetivos-conteúdos, objetivos-métodos, conteúdos-

métodos, objetivos-avaliação —, que se manifestam nos problemas suscitados no processo de

escolarização de crianças, adolescentes e adultos.

     Ter consciência desta contradição por parte de quem conduz o processo ensino-

aprendizagem – os professores – é fundamental, porque todos os esforços teóricos e práticos

devem possibilitar a superação de tal contradição no processo. Para tanto, é preciso que os

professores dominem além dos conteúdos específicos da sua disciplina, os fundamentos da

Pedagogia; da Didática – disciplina pedagógica que estuda o processo ensino-aprendizagem,

que tem suas relações próprias que impulsionam seu movimento interno; da Filosofia -

especialmente os aspectos relacionados aos da teoria do conhecimento, pois todo processo

ensino-aprendizagem tem como base uma teoria do conhecimento; da Psicologia -

especialmente o ramo da psicopedagogia, pois, não pode haver uma compreensão

aprofundada do processo ensino-aprendizagem sem a devida clareza dos fundamentos

teóricos da aprendizagem, ou seja, das teorias que tratam do processo de assimilação e

desenvolvimento mental; da Cibernética - campo do conhecimento importante para a
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compreensão do processo de direção e avaliação da aprendizagem; da Sociologia, que estuda

as relações da escola com o contexto social e político. Todos esses fundamentos servem de

ferramentas teórico-práticas ao professor para melhor poder conceber, planejar, organizar,

executar, supervisionar, avaliar e pesquisar o processo ensino-aprendizagem, objeto do qual é

responsável.

     Temos clareza que no Brasil essa concepção de formação docente está longe de ser

alcançada, muito está por realizar. Melhorar as condições de vida e trabalho dos profissionais

que se dedicam a essa profissão, oferecer formação inicial e continuada consistente e

profunda, são desafios presentes nesse campo.

      Considerações finais

     As idéias aqui apresentadas sinalizam os estudos pedagógicos e didáticos como

fundamentais para potencializar a atividade docente. Sem teoria educacional e teoria do

ensino não há como superar os desafios presentes no processo de escolarização, esteja ele

acontecendo em qualquer nível de ensino.

     No que concerne à formação de professores, o objetivo fundamental a ser alcançado nos

parece ser capacitá-los para conduzir cientificamente o trabalho pedagógico escolar, levando

em conta suas especificidades políticas e sociais. Isto requer, da parte dos professores, o

domínio de métodos e conhecimentos científicos que lhes possam revelar as relações

necessárias e essenciais que se manifestam em seu objeto de trabalho e que são responsáveis

pelo seu movimento.

     Para que tal problemática possa ser enfrentada na formação dos professores, é

importante considerar no processo de formação desses profissionais, a consolidação dos

fundamentos da Pedagogia e da Didática. Essas disciplinas, enquanto campos de

conhecimento científicos, se constituem como essenciais para o pensar e o fazer de todos

aqueles profissionais que diretamente estão envolvidos com a prática docente.
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