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TURISMO DE SAÚDE E BEM-ESTAR HEALTH AND WELLNESS TOURISM by pharmphresh36

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									            TURISMO DE SAÚDE E BEM-ESTAR
            HEALTH AND WELLNESS TOURISM
Um produto turístico que está a assumir cada vez maior importância é o
turismo de saúde e bem-estar.

 O turismo de saúde e bem-estar abrange as viagens a lugares e
instalações (hospitais, clínicas especializadas, termas, SPAs, Centros
Thalasso, de fitness e de bem-estar) com o propósito de realização de
tratamentos profiláticos, terapêuticos e/ou de reabilitação, bem como de
relaxamento, recuperação e de beleza/estética.

Deve-se distinguir turismo de saúde e turismo de bem-estar, embora
frequentemente se encontrem associados.

O turismo de bem-estar abrange os turistas que viajam para manter o seu
bem-estar submetendo-se a terapias saudáveis, relaxantes e prazerosas em
SPAs, centros talasso e termas, em regiões paisagisticamente e
climatericamente aprazíveis.

O turismo de saúde refere-se especificamente ao segmento que abrange
os turistas que viajam para se submeter a terapias curativas. O turismo de
saúde inclui o turismo médico, o turismo de terceira idade, de
incapacidades, o termalismo e a talassoterapia.

 O turismo médico, abrange intervenções cirúrgicas, transplantes e
tratamentos, designadamente em hospitais e em clínicas acreditadas
internacionalmente.

Inclui diversos tipos de cirurgias e de tratamentos (cardíacos, renais,
hepáticos, oftálmicos, odontológicos, dermatológicos, estéticos, etc),
realizados muitas vezes em conjunto com terapias termais, de
talassoterapia e/ou de SPA, quer nos períodos pré e pós cirúrgicos.

O turismo estético abrange diversos tipos de tratamentos,
designadamente cirurgias plásticas, pelo que é designado turismo de
bisturi de que se salienta: abdominoplastia (correcção do abdómen)
blefaroplastia (correcção das pálpebras), botox (implantes em diversas
zonas do corpo), implante de cabelo, implante de cabelos, implante de
pómulos, liftings (facial, mamário, sobrancelhas), lipoaspiração,
lipoenxertia, mastoplastia de aumento, mastoplastia de redução,
mastopexia (elevação da mama), mentoplastia (plástica do queixo),
reconstrução do hímen, rinoplastia (plastia do nariz), ritidoplastia
(rejuvenescimento facial), otoplastia (plástica da orelha), vaginoplastia.

O Brasil assume a liderança mundial em cirurgia plástica e em turismo
estético.




         TURISMO MÉDICO/MEDICAL TOURISM


 As instituições de turismo médico reúnem quatro requisitos
fundamentais:

profissionais de saúde acreditados e credenciados internacionalmente;

tecnologia de ponta;

articulação em rede e cooperação estreita entre as instituições de saúde,
de hotelaria e de relaxamento e bem-estar (SPAs, Centros Talasso e
Termas).

instalações      e     equipamentos       acreditados     e     certificados
internacionalmente, apresentando índices de conforto e luxo equivalentes
a hotéis de seis estrelas. Na concepção das suas instalações todos os
pormenores são tidos em conta: halls de entrada luxuosos; quartos
particulares com janelas através das quais se pode desfrutar vistas
panorâmicas aprazíveis e relaxantes; instalações contíguas para
acompanhante com casa de banho privativo; paredes de cores suaves e
alegres; tectos falsos decorativos com iluminação indirecta; jardins….
O crescimento exponencial do Turismo Médico advém de sete
razões fundamentais:
envelhecimento da população nos países mais desenvolvidos;

aumento da proporção dos turistas com mais de cinquenta anos, em que
a luta pela saúde constitui uma preocupação prioritária;

diminuição da cobertura dos Serviços Nacionais de Saúde com a
consequente privatização dos seguros de saúde que dão cobertura a
cuidados médicos a realizar no estrangeiro;

existência de longas listas de espera para a realização de cirurgias e
transplantes a realizar no âmbito do SNS;

diferença acentuada entre os custos dos serviços médicos prestados nos
países desenvolvidos (EUA, Canadá, Europa) e o de países do Sul que
desenvolveram a excelência em diversas especialidades médicas;

crescente tomada de consciência da importância de factores ambientais,
paisagísticos e climáticos aprazíveis na promoção da saúde, na reabilitação
e na convalescença da doença;

procura do relaxamento, da saúde e do bem-estar em SPAs, Centros
Talassos e Termas, designadamente através de hidroterapias e
massoterapias.

Alguns países, designadamente na América Latina, na Ásia e na África têm
vindo a desenvolver o turismo médico devido à conjugação de vários
factores: excelência da prestação de serviços em algumas especialidades
médicas; baixos preços comparativamente aos praticados nos E.U.A.,
Canadá e Europa; atractivos paisagísticos, climatéricos, históricos e
culturais. Os principais países receptores de turismo médico são: África
do Sul, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador,
Filipinas, Guatemala, Hungria, Índia, Israel, Jordânia, Coreia do Sul,
Malásia, México, Panamá, Singapura, Tailândia, Tunísia, Turquia,
Vietname.
Em Portugal é de salientar no âmbito do turismo médico o Madeira
Medical Center.



O turismo médico implica que se tomem diversas precauções.

 Em primeiro lugar, é necessário um adequado estudo da instituição onde
irá decorrer a intervenção cirúrgica. Somente instituições hospitalares
acreditadas e certificadas internacionalmente são dignas de crédito.

Em segundo lugar, é necessário conhecer os currículos dos médicos que
vão intervir. Sendo somente aceitável médicos com certificação
internacional. Por exemplo, a International Society of Aesthetic Plastic
Surgery (ISAPS), tem no seu site (www.isaps.org) uma lista com cerca de
mil e quinhentos cirurgiões plásticos certificados, em setenta e três países.

Em terceiro lugar, é vantajoso conhecer pessoalmente a equipa médica
para que se possa estabelecer uma relação de confiança entre o paciente
a mesma.

Em quarto lugar, é sempre aconselhável uma permanência para
convalescença e acompanhamento pós-operatório no local, de duração
variável consoante a intervenção realizada.

Em quinto lugar, não é aconselhável que os pacientes sejam operados
logo após longas viagens de avião porque as mesmas podem favorecer o
aparecimento de coágulos sanguíneos nos membros inferiores e aumentar
os riscos de embolia pulmonar e consequente morte durante a cirurgia.

Em sexto lugar, é necessário tomar muitas precauções em relação às
cirurgias intermediadas por agências de turismo especializadas, porque
em regra prevalece o interesse comercial da agência em relação à saúde
dos clientes/pacientes.

Em sétimo e último lugar também é desaconselhável marcar cirurgias por
mail ou via telefónica com médicos por mais atractivos que sejam os seus
sites, sem se comprovar da certificação pessoal e institucional onde as
cirurgias serão realizadas.

								
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