Texto a enviar a todos os movimentosobras Concílio Vaticano

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12/31/2009
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							Texto a enviar a todos os movimentos/obras: 
 
Concílio Vaticano II, Constituição dogmática sobre a Igreja (Lumen Gentium) 
O sacerdócio comum e o sacerdócio ministerial 
10.  Cristo Nosso Senhor, Pontífice escolhido de entre os homens (cfr. Hebr. 5, 1‐5), fez do novo 
povo um «reino sacerdotal para seu Deus e Pai» (Apoc 1,6; cfr. 5, 9‐10). Na verdade, os baptizados, 
pela  regeneração  e  pela  unção  do  Espírito  Santo,  são  consagrados  para  serem  templo  espiritual, 
sacerdócio santo, para que (…) ofereçam oblações espirituais e anunciem os louvores daquele que 
das trevas os chamou à sua admirável luz (cf. 1 Ped. 2, 4‐10). Por isso, todos os discípulos de Cristo 
(…),  dêem  testemunho  de  Cristo  em  toda  a  parte  e  àqueles  que  lha  pedirem  dêem  razão  da 
esperança da vida eterna que neles habita (cf. 1 Ped. 3,15). 
        O  sacerdócio  comum  dos  fiéis  e  o  sacerdócio  ministerial  ou  hierárquico,  embora  se 
diferenciem essencialmente e não apenas em grau, ordenam‐se mutuamente um ao outro; pois um 
e outro participam, a seu modo, do único sacerdócio de Cristo. Com efeito, o sacerdote ministerial, 
pelo seu poder sagrado, forma e conduz o povo sacerdotal, realiza o sacrifício eucarístico fazendo 
as vezes de Cristo e oferece‐o a Deus em nome de todo o povo; os fiéis, por sua parte, concorrem 
para a oblação da Eucaristia em virtude do seu sacerdócio real, que eles exercem na recepção dos 
sacramentos, na oração e acção de graças, no testemunho da santidade de vida, na abnegação e na 
caridade activa. 
 
João Paulo II, Exortação Apostólica sobre a vocação e a missão dos leigos (Christifideles laici) 
O exercício do sacerdócio comum pelos leigos no mundo 
15.  O  «mundo»  torna‐se  assim  o  ambiente  e  o  meio  da  vocação  cristã  dos  fiéis  leigos,  pois 
também ele está destinado a dar glória a Deus Pai em Cristo. (…) Estes não são chamados a deixar o 
lugar que ocupam no mundo. O Baptismo não os tira de modo nenhum do mundo; mas confia‐lhes 
uma  vocação  que  diz  respeito  a  essa  mesma  condição  intra‐mundana:  pois,  os  fiéis  leigos  «são 
chamados  por  Deus  para  que  aí,  exercendo  a  sua  profissão,  inspirados  pelo  espírito  evangélico, 
concorram  para  a  santificação  do  mundo  a  partir  de  dentro,  como  o  fermento,  e  deste  modo 
manifestem Cristo aos outros, antes de mais, pelo testemunho da própria vida, pela irradiação da 
sua fé, esperança e caridade». 
 
S. João Maria Vianey (Cura d’Ars) 
O sacerdócio ministerial é essencial na Igreja 
«Oh  como  é  grande  o  padre!  (…)  Se  lhe  fosse  dado  compreender‐se  a  si  mesmo,  morreria.  (…) 
Deus obedece‐lhe: ele pronuncia duas palavras e, à sua voz, Nosso Senhor desce do céu e encerra‐
se numa pequena hóstia». «Sem o sacramento da Ordem, não teríamos o Senhor. Quem O colocou 
ali naquele sacrário? O sacerdote. Quem acolheu a vossa alma no primeiro momento do ingresso 
na  vida?  O  sacerdote.  Quem  a  alimenta  para  lhe  dar  a  força  de  realizar  a  sua  peregrinação?  O 
sacerdote. Quem a há‐de preparar para comparecer diante de Deus, lavando‐a pela última vez no 
sangue  de  Jesus  Cristo?  O  sacerdote,  sempre  o  sacerdote.  E  se  esta  alma  chega  a  morrer  [pelo 
pecado],  quem  a  ressuscitará,  quem  lhe  restituirá  a  serenidade  e  a  paz?  Ainda  o  sacerdote.  (…) 
Depois de Deus, o sacerdote é tudo! (…) Ele próprio não se entenderá bem a si mesmo, senão no 
céu».  «Se  compreendêssemos  bem  o  que  um  padre  é  sobre  a  terra,  morreríamos:  não  de  susto, 
mas  de  amor.  (…)  (citações  do  Santo  Cura  d’Ars  contidas  na  Carta  de  S.  S.  Bento  XVI,  na 
proclamação do Ano Sacerdotal) 
 
 
Questões: 
 
‐ Como temos vindo a tomar consciência da nossa participação no sacerdócio de Cristo? 
 
‐  Como  se  manifestou  nos  nossos  fundadores  e  se  manifesta  hoje  em  nós  a  consciência  da 
dignidade e da missão sacerdotal de todos os baptizados? 
 
‐ Que esperamos de específico e insubstituível dos nossos assistentes para a animação espiritual do 
nosso movimento ou obra? 
 

						
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