CONCURSO PÚBLICO 022. PROVA OBJETIVA 021. CONSULTOR TÉCNICO

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							CONCURSO PÚBLICO 022. PROVA OBJETIVA

Língua Portuguesa e Conhecimentos Específicos

021. CONSULTOR TÉCNICO LEGISLATIVO – FISIOTERAPIA
INSTRUÇÕES VOCÊ RECEBEU SUA FOLHA DE RESPOSTAS E ESTE CADERNO CONTENDO 50 PREENCHA LEIA ASSINE
A QUESTÕES OBJETIVAS.

COM SEU NOME E NÚMERO DE INSCRIÇÃO OS ESPAÇOS INDICADOS NA CAPA DESTE CADERNO.

CUIDADOSAMENTE AS QUESTÕES OBJETIVAS E ESCOLHA A RESPOSTA QUE VOCÊ CONSIDERA CORRETA.

FOLHA

DE

RESPOSTAS

COM CANETA DE TINTA AZUL OU PRETA E TRANSCREVA PARA ESSA

FOLHA, TAMBÉM COM CANETA DE TINTA

AZUL OU PRETA, TODAS AS RESPOSTAS ESCOLHIDAS.

RESPONDA A A

A TODAS AS QUESTÕES.

DURAÇÃO DA PROVA É DE

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HORAS.

SAÍDA DO CANDIDATO DO PRÉDIO SERÁ PERMITIDA APÓS TRANSCORRIDA A METADE DO TEMPO DE DURAÇÃO DA PROVA OBJETIVA. TERMINAR A PROVA, VOCÊ ENTREGARÁ AO FISCAL A

AO

FOLHA

DE

RESPOSTAS

E LEVARÁ ESTE

CADERNO.

AGUARDE

A ORDEM DO FISCAL PARA ABRIR ESTE CADERNO DE QUESTÕES.

22.07.2007 manhã

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LÍNGUA PORTUGUESA Texto para responder às questões de números 01 a 06. O que aconteceria se o voto nulo ganhasse as eleições? Guerra? Tumulto? Que nada: os votos nulos até podem melar eleições se chegarem a mais de 50% do total, só que a Lei Eleitoral exige um novo pleito. Deve rolar outra votação entre 20 e 40 dias depois, com os mesmos candidatos. E isso vale tanto em eleições para o Executivo como para o Legislativo. Já, se os nulos chegarem na frente sem passar dos 50%, não acontece nada. Num eventual 2.º turno, eles também não contam. Mesmo se um candidato levar por dois votos a um, está valendo – os nulos acabam subtraídos do resultado final, do mesmo jeito que os votos em branco. A única diferença entre brancos e nulos, aliás, é justamente a chance de estes últimos invalidarem a eleição. “Em tese, o branco significa aceitação, tipo: ‘Qualquer candidato está valendo.’ E o nulo é de quem diz ‘Nenhum candidato merece meu voto’”, diz o cientista político Carlos Melo, da Faculdade Ibmec São Paulo. Nos tempos pré-urna eletrônica, quando os eleitores podiam escrever na cédula, os descontentes tinham como mostrar quem “merecia” mesmo seus votos. Em 1958, por exemplo, o grande nome das eleições para vereador em São Paulo foi um rinoceronte, o Cacareco. Ele já freqüentava as colunas sociais desde a inauguração do Zoológico de São Paulo, e entrou na política pelas mãos do então bairro de Osasco, que brigava para se tornar uma cidade. O chifrudo ficou em 1.º, com 100 mil votos. No Rio, 30 anos depois, foi a vez de outro ilustre mamífero: o macaco Tião. Lançada pela revista Casseta e Planeta, a candidatura do chimpanzé à prefeitura rendeu um imponente 3.º lugar – foram 400 mil votos, ou 9,5% do total.
(Raquel Cozer, Superinteressante, junho, 2006)

02. Em – A única diferença entre brancos e nulos, aliás, é justamente a chance de estes últimos invalidarem a eleição. – a expressão em destaque, aliás, (A) assinala o argumento mais forte de uma escala orientada no sentido de determinada conclusão. (B) introduz um argumento decisivo, com o qual se dá o “golpe final”, anulando os demais argumentos. (C) introduz um argumento, deixando subentendida a existência de uma escala com outros argumentos mais fortes. (D) soma argumentos a favor de uma mesma conclusão, ou seja, corrobora afirmações já apresentadas. (E) contrapõe argumentos orientados para conclusões contrárias ao que já foi anteriormente apresentado.

03.

I. Já, se os nulos chegarem na frente sem passar dos 50%, não acontece nada. II. Ele já freqüentava as colunas sociais desde a inauguração do Zoológico... As expressões em destaque expressam, correta e respectivamente, sentido de (A) tempo – conclusão. (B) causa – explicação. (C) adição – proporção. (D) concessão – conseqüência. (E) adversidade – tempo.

01. A partir da leitura do texto, pode-se asseverar que (A) os votos brancos e nulos não modificam os resultados de uma eleição. (B) desde 1958, os eleitores podem escrever na cédula seu descontentamento. (C) se os votos nulos forem inferiores à metade dos votos, não precisa nova eleição. (D) em Osasco, os votos em branco foram superiores aos votos nulos. (E) um grande percentual de votos em branco pode invalidar uma eleição.

04. Leia as frases. I.Nomes de animais passam à freqüentar as eleições desde 1958. II.As eleições com grande incidência de votos nulos levaram a resultados discrepantes. III. Em qualquer pleito, a contagem de votos nulos deve ocorrer as claras. IV.Faz-se mister dar um fim a essa situação calamitosa de votos nulos. De acordo com o uso do acento indicativo da crase, está correto apenas o contido em (A) I e II. (B) I e IV. (C) II e III. (D) II e IV. (E) III e IV.
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05. O texto, quanto à sua tipologia, é predominantemente (A) descritivo, pois explicita, figurativamente, características de pessoas e de situações. (B) expositivo, pois apresenta informações precisas acerca de um determinado assunto. (C) narrativo, pois enumera fatos vivenciados por personagens, numa seqüência temporal. (D) injuntivo, pois emprega expressões lingüísticas típicas da linguagem fática, para não interromper a comunicação. (E) dissertativo, pois desenvolve argumentação crítica a respeito de um fato, com exaustivos exemplos.

08.

I. Dentro de um ano, ela estará aqui. II. Cabe-me, pesarosamente, anunciar que ele faleceu. III. É possível que ele vença o concurso. Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, expressões que marcam a enunciação do discurso. (A) ela – faleceu – é possível (B) aqui – Cabe-me – o concurso (C) estará – anunciar – ela (D) dentro de um ano – pesarosamente – é possível (E) um ano – ela – vença

06. Assinale a alternativa em que a substituição da expressão destacada pelo pronome pessoal, entre parênteses, está em consonância com a norma culta. (A) A contagem dos votos nulos poderá invalidar a eleição. (invalidá-la) (B) Os resultados mostram o descontentamento e a revolta dos eleitores. (mostram- os) (C) O candidato mereceu o número de votos. (mereceu-lo) (D) A candidatura irá render ao vereador muitos votos. (rendê-lo) (E) Os animais freqüentam as eleições há muito tempo. (freqüentam-as)

09. Assinale a alternativa em que a flexão verbal está corretamente empregada, de acordo com a norma culta. (A) Os empresários ficarão contentes quando transporem o obstáculo das altas taxas de juros. (B) A economia dos países sul-americanos se modernizou sem que a estrutura de renda acompanhou as transformações. (C) Quando se fazer previsões acerca da situação econômica, deve-se ter em mente as indicações do Banco Mundial. (D) A polícia interviu na greve dos bancários com hostilidade. (E) Quando o deputado vir o resultado das eleições, ficará exultante.

07.

I. Todos devem comparecer em traje social. II. O tempo deve melhorar amanhã. III. – Vamos, a reunião deve estar começando. Considerando-se que o uso de recursos lingüísticos diversos acarreta modalidades distintas, pode-se afirmar que (A) em I, há uma modalidade de possibilidade. (B) em III, a modalidade do dever é predominante.

10. Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das frases. I. É uma situação______nunca nos esqueceremos. II. A situação _________ chegamos é inadmissível. III. A reportagem, _______teor discordei, foi censurada. IV. O hotel _______ ficava era distante do centro. V. É uma situação ______ se deve evitar. (A) que ... em que ... de cujos ... o qual ... que

(C) em II e III, as modalidades expressam o mesmo sentido. (B) da qual ... a que ... cujo ... que ... por que (D) em II, a modalidade presente é a probabilidade. (E) em I, II e III, a expressão deve pressupõe a modalidade obrigatória. (C) de que ... a que ... cujo ... de que ... que (D) de que ... a que ... de cujo ... em que ... que (E) da qual ... em que ... cujo ... onde ... a que

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 11. “Respeitar a vida humana, desde a concepção até a morte, jamais cooperando em ato em que atente contra ela ou que coloque em risco a integridade física ou psíquica do ser humano”, é dever do fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional previsto na (A) Lei n.º 8.856/1994. (B) Resolução COFFITO-10. (C) Resolução COFFITO-80. (D) Decreto-Lei n.º 938/69. (E) Lei n.º 6.316/75. 12. A fisioterapia está buscando cada vez mais firmar-se como ciência através de revisões sistemáticas da literatura, produzindo uma fisioterapia baseada em evidências científicas cujo objeto de estudo é (A) o conhecimento metodicamente ordenado fundamentado em hipóteses. (B) a formação acadêmico-profissional para atuação nos diferentes níveis de assistência. (C) o desenvolvimento de pesquisas. (D) o movimento humano em todas as suas formas de expressão e potencialidade. (E) preservar, manter, desenvolver ou restaurar a integridade de órgãos ou funções orgânicas. 13. O método Pilates é um modelo alternativo de atenção à saúde que carece de estudos controlados para evidenciar sua eficácia e segurança. A técnica Pilates é caracterizada (A) por uma série de movimentos contrastantes e ligados, com constante deslocamento de peso de uma perna para a outra, mudança de direção e movimentação dos braços no espaço. (B) pela educação no uso da mecânica corporal apropriada em todos os movimentos, estabilização de tronco e pelve, respiração coordenada e contrações musculares excêntricas para promover fortalecimento com pouco aumento de massa. (C) pelo uso das mãos, como sensores, para localizar o problema, servindo como condutor de energia universal, transferindo conscientemente energia para o campo energético do paciente em movimentos rítmicos de varredura. (D) pelo uso das mãos, em toques leves, em locais específicos do corpo do paciente, permitindo que a força vital flua do terapeuta para o corpo do paciente. (E) pela melhora da postura cervical, enfatizando o desenvolvimento do equilíbrio entre a cabeça e o pescoço em situações estáticas e dinâmicas.
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14. Os movimentos angulares grosseiros do corpo dos ossos descritos nos três planos do corpo: flexão e extensão no plano sagital, abdução e adução no plano frontal e rotação medial e lateral no plano transverso se referem a (A) osteocinemática. (B) artrocinemática. (C) hipermobilidade. (D) amplitude de movimento passiva. (E) trabalho linear.

15. Ao se realizar uma avaliação músculo-esquelética, objetiva-se I. determinar a presença ou ausência de comprometimento, envolvendo músculos, ossos e estruturas articulares relacionadas; II. identificar os tecidos específicos que estão causando o comprometimento; III. ajudar a formular objetivos de tratamento, resultados almejados e intervenções terapêuticas apropriadas; IV. verificar a efetividade do tratamento fisioterapêutico, médico ou cirúrgico; V. motivar o paciente; VI. determinar as adaptações e equipamentos ortóticos necessários para a habilidade funcional nas atividades cotidianas, ocupacionais e recreativas. Está correto o contido em (A) I, II, III, IV e VI, apenas. (B) I, II, III e VI, apenas. (C) I, II, III e V, apenas. (D) I, III, V e VI, apenas. (E) I, II, III, IV, V e VI.

16. O deslocamento de uma parte, geralmente de partes ósseas de dentro de uma articulação, levando à lesão de tecidos moles, inflamação, dor e espasmo muscular é definição de (A) subluxação. (B) distensão. (C) entorse. (D) luxação. (E) sinovite.

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17. A efetividade de um programa de atividades de alongamento é influenciada pelas respostas dos tecidos moles contráteis e não contráteis do alongamento. Considerando o fator intensidade, pode-se afirmar que (A) quanto mais alta a intensidade, maior o tempo em que o paciente tolerará o alongamento e os tecidos moles poderão ser mantidos na posição de alongamento. (B) quanto mais baixa a intensidade, menor o tempo em que o paciente tolerará o alongamento e os tecidos moles poderão ser mantidos na posição de alongamento. (C) quanto mais alta a intensidade, mais freqüentemente a intervenção do alongamento poderá ser aplicada para que o tecido tenha tempo de se regenerar. (D) um alongamento de alta intensidade e curta duração é considerado a forma mais segura de alongar e produzir a deformação elástica mais significativa com alterações plásticas em longo prazo nos tecidos moles (E) um alongamento de baixa intensidade e longa duração é considerado a forma mais segura de alongar e produzir a deformação elástica mais significativa com alterações plásticas em longo prazo nos tecidos moles. 18. A metodologia de trabalho em equipe que mais se adequa à reabilitação é a da (A) investigação etiológica. (B) fisioterapia baseada em evidências. (C) interdisciplinaridade. (D) investigação científica. (E) abordagem psicocognitiva. 19. Na reabilitação de portadores de incapacidades múltiplas, profissionais de diferentes formações compõem a equipe, dentre eles o fisioterapeuta, que deve (A) manter e estimular o nível de motricidade e funcionalidade dos portadores de incapacidades. (B) prevenir incapacidades secundárias desde a instalação da doença. (C) integrar o indivíduo na sua nova situação dentro do núcleo familiar e social. (D) dar suporte e entendimento aos pacientes de suas perdas e como superá-las, assim como deve ser elemento essencial na fase de aquisição e adaptação de habilidades específicas para determinada ação e função. (E) educar os portadores de necessidades especiais, dentro de todas as possibilidades, à integração e inclusão social junto aos indivíduos sem nenhuma necessidade.

20. Para obtenção de calor moderado, com aplicação de ultra-som, é recomendada a intensidade de (A) 4 W/cm2. (B) 0.1 W/cm2. (C) 1 W/cm2. (D) 5 W/cm2. (E) 2W/cm2.

21. R.S., 20 anos de idade, vítima de acidente de carro. Na admissão era capaz de abrir os olhos após estímulos verbais e táteis, mas incapaz de acompanhar visualmente o alvo. Retirava os membros superiores e inferiores em resposta à estimulação, mas não era capaz de movê-los sob comando. Estava alerta, porém confusa e incapaz de se envolver em uma conversa. Considerando AO abertura ocular; MRM melhor resposta motora e RV resposta verbal, o nível de consciência do paciente, usando a Escala de Coma de Glasgow é (A) AO=1; MRM=2; RV=2 – TOTAL = 05. (B) AO=4; MRM=6; RV=5 – TOTAL = 15. (C) AO=3; MRM=4; RV=4 – TOTAL = 11. (D) AO=2; MRM=3; RV=3 – TOTAL = 08. (E) AO=3; MRM=3; RV=4 – TOTAL = 09.

22. O plexo braquial compõe-se de nervos que provêm de C5 a T1. Após deixarem os corpos vertebrais e passarem por entre os músculos escaleno anterior, médio e posterior, as raízes nervosas de C5 e C6 unem-se para formar o tronco (A) lateral. (B) inferior. (C) medial. (D) superior. (E) axilar.

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23. O acidente vascular encefálico (AVE) é considerado a causa mais comum de deficiência em adultos. No AVE, a localização anatômica da lesão pode ser estabelecida baseada na delineação cuidadosa dos déficits neurológicos. As características típicas observadas em pacientes com síndrome da artéria cerebral média são (A) movimentos involuntários: coreoatetoses, tremor de intensão, hemibalismo. Hemiplegia contralateral. (B) perda do olhar conjugado para o lado oposto, ataxia do(s) membro(s) contralateral(is). (C) paresia da perna e do pé oposto e, em menor grau, no braço e incontinência urinária. (D) paralisia com atrofia de metade da língua e da sensibilidade à dor e à temperatura do rosto. (E) paresia dos movimentos oculares verticais, miose, ptose ligeiras e resposta lenta da miose.

26. A distrofia muscular, que tem como características clínicas o envolvimento inicial da musculatura da cintura escapular, face, músculos umerais (bíceps e tríceps), fixadores da escápula e peitorais e, nos estágios finais, o acometimento do músculo deltóide, é denominada (A) de Emery-Dreifuss. (B) de Becker. (C) de cinturas. (D) de Duchenne. (E) facioescapuloumeral.

27. A presença do sinal de Babinsk no adulto indica lesão do primeiro neurônio motor associado à lesão cerebral pós-trauma ou tumor cerebral expansivo. Na reação positiva, (A) os dedos se movem em flexão plantar.

24. M.H.B, 72 anos de idade, hospitalizado, 5.º dia após AVC, deambula, usando passo para marcha como forma de manter o equilíbrio. Não move voluntariamente o braço direito que está aduzido no ombro, com flexão do cotovelo, punho e dedos. Apresenta fala difícil, áspera, lenta e com alguns sons produzidos de forma incorreta. Sua capacidade de produzir e compreender a linguagem oral e escrita está absolutamente normal. Diante do exposto, é correto afirmar que a lesão ocorreu (A) no córtex motor primário, na substância branca ou na cápsula interna. (B) no hipotálamo e ponte. (C) no tálamo, no tronco encefálico e no bulbo. (D) no hipocampo e no lobo parietal. (E) na área de Wernicke.

(B) os músculos faciais se contraem bruscamente. (C) o hálux se estende, enquanto que os outros dedos se afastam um dos outros e fletem em direção plantar. (D) a coxa pende em adução. (E) o hálux se move em flexão plantar, com dorsiflexão do tornozelo.

28. As cicatrizes de queimadura tornam-se patológicas quando se apresentam na forma de hipertrofia. Assinale a alternativa que contém a terapia mais indicada para o tratamento de cicatriz hipertrófica. (A) Correntes elétricas de baixa intensidade. (B) Pressoterapia (terapia por pressão).

25. A trombose Venosa profunda (TVP) e o embolismo pulmonar (EP) são complicações potenciais para todos os pacientes imobilizados, especialmente pacientes com acidente vascular encefálico (AVE), durante a fase aguda. O teste diagnóstico padrão ouro (Gold Standard) para o diagnóstico de TVP é (A) sinal de Homan. (B) ultra-sonografia de Doppler. (C) teste de fibrinogênio marcado. (D) flebografia/venografia com radiocontraste. (E) pletismografia de impedância.

(C) Estimulação nervosa transcutânea. (D) Exercícios resistidos. (E) Exercícios ativos e passivos.

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29. A profundidade da queimadura é um parâmetro importante para a abordagem do paciente. A queimadura que acomete toda a espessura da derme e pode cicatrizar em 21 dias, mas geralmente necessita de enxertia para reduzir dor, cicatrizes e aumentar a função, deixando seqüelas sensoriais, apócrinas e vasculares, gerando muita dor, são classificadas como espessura (A) total. (B) parcial superficial. (C) parcial profunda. (D) superficial. (E) total profunda.

32. Em condições patológicas, o tipo respiratório se modifica ou se inverte. O ritmo respiratório que se compõe de quatro fases (inspirações ruidosas gradativamente mais amplas alternadas com expirações rápidas e de pequena amplitude; apnéia em inspiração; expirações ruidosas gradativamente mais profundas alternadas com inspirações rápidas, de pequena amplitude e apnéia em expiração) é a respiração (A) de Biot. (B) suspirosa. (C) de Kussmaul. (D) diafragmática. (E) de Cheyne – Stokes.

30. No paciente queimado, as contraturas se desenvolvem muito rapidamente, pois ele busca alívio movendo os membros e o tronco para uma posição relaxada. O posicionamento do paciente deve ser instituído, enfatizando a (A) flexão – adução. (B) flexo – extensão. (C) adução – abdução. (D) posição fetal (E) abdução – extensão.

33. Na reabilitação fisioterapêutica do paciente com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, DPOC, os aspectos mais importantes a serem observados no recondicionamento físico são: a intensidade, a duração e a freqüência que deve ser, correta e respectivamente, (A) 36 a 90% da freqüência cardíaca máxima; 30 minutos de atividade aeróbia contínua; 2 vezes por semana. (B) 65 a 90% da freqüência cardíaca máxima; 15 a 60 minutos de atividade aeróbia contínua ou descontínua; 3 a 5 vezes por semana. (C) 50% da freqüência cardíaca máxima; 30 minutos de atividade aeróbia contínua; 2 vezes por semana. (D) 90 a 100% da freqüência cardíaca máxima; 60 minutos de atividade aeróbia descontínua; 3 a 5 vezes por semana. (E) 20 a 50% da freqüência cardíaca máxima; 45 minutos de atividade aeróbia contínua; 5 vezes por semana.

31. Existe indicação de drenagem intercostal fechada, no pneumotórax espontâneo primário, quando I. o volume excede 10%; II. o pneumotórax é bilateral, simultâneo ou não; III. existe alguma patologia no pulmão oposto; IV. o pneumotórax é progressivo e recorrente; V. complica com hidropneumotórax, piopneumotórax ou hemopneumotórax. Está correto o contido em (A) I, II, III, IV e V. (B) I, III, IV, e V, apenas. (C) I, IV e V, apenas. (D) II, III, IV e V, apenas. (E) III, IV e V, apenas.

34. A medida da força dos músculos respiratórios é determinada pela mensuração das pressões inspiratórias máximas (Pimax) e expiratória máxima (Pemax). O valor da Pimax, que indica fadiga muscular respiratória, medida em cm H2O, é (A) –90 a –120. (B) –70 a –45. (C) </= 20. (D) 40 a 25. (E) –40 a –25.

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35. Algumas técnicas manuais e recursos de desobstrução brônquica estão indicados na terapia intensiva. A técnica BagSquezing consiste (A) na utilização de um ambu associado a manobras de vibrocompressão. (B) na retirada da secreção através da aspiração traqueal. (C) no posicionamento do paciente no leito. (D) no recrutamento alveolar por meio do aumento do volume corrente pela elevação da pressão de suporte. (E) no treinamento dos músculos respiratórios.

38. O exercício físico, quando aplicado sistematicamente, considerando-se intensidade, freqüência e duração, pode aumentar a capacidade funcional dos portadores das disfunções cardiovasculares. Há contra-indicação absoluta para os portadores de (A) angina estável. (B) angioplastia coronária. (C) aneurisma ventricular. (D) miocardite ativa ou suspeita. (E) transplante cardíaco.

36. Na reabilitação cardiovascular do paciente cardiomiopata, a fase de acomodação do tratamento tem por objetivo melhorar a capacidade física por meio da estimulação da função cardiorespiratória. Nesta fase, realizam-se exercícios (A) calistênicos e alongamento de membros superiores e inferiores. (B) puramente aeróbios. (C) exercícios calistênicos de pequena amplitude. (D) exercícios respiratórios. (E) exercícios de coordenação e equilíbrio.

39. Durante a inspeção a um paciente que relata dores lombares, o fisioterapeuta constata a presença de sinais pilosos nas costas, o que sugere alguma osteopatia do tipo (A) espinha bífida. (B) ciatalgia. (C) nódulos fibro-adiposos. (D) espondilolistese. (E) diastematomielia.

37. Pacientes portadores de cardiomiopatia que apresentam insuficiência cardíaca, compensados clinicamente, têm indicação para participarem de programas de reabilitação cardiovascular, devendo ser excluídos aqueles com (A) doenças pulmonares obstrutivas crônicas.

40. C.B. 60 anos de idade, sexo feminino, obesa, sedentária, refere dor espontânea e localizada nos joelhos que piora com atividades de carga e sobrecarga, à noite, e em mudanças bruscas de temperatura, principalmente no frio, e pós-estresse emocional. Na avaliação fisioterapêutica, constata-se atrofia e fraqueza muscular e instabilidade articular. Sinais radiológicos mostram diminuição do espaço articular de modo irregular. A descrição sugere (A) artrite reumatóide.

(B) revascularização do miocárdio. (B) osteoartrose. (C) cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica. (C) osteomalácia. (D) infarto agudo do miocárdio com boa evolução. (D) osteoporose. (E) hipertensão arterial sistêmica controlada. (E) doença de Paget.

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41. Alguns testes especiais são realizados pelo fisioterapeuta para confirmação do diagnóstico ou suspeita de alguma patologia. O teste que investiga a presença de hérnias discais cervicais ou compressão das articulações interapofisárias é (A) compressão foraminal. (B) Laguerre. (C) Patrick ou Fabere. (D) sinal de Schoeber. (E) deglutição.

44. C.Z.J.C., 40 anos de idade, sexo feminino, digitadora há mais de 24 meses, refere dor na apófise estilóide do rádio que às vezes irradia para o polegar, antebraço, cotovelo e ombro, além de redução de força dos músculos intrínsecos. O teste de Finkelstein foi positivo enquanto que o sinal de Tínel estava ausente. O exame ultra-sonográfico evidenciou lesão no 1.º compartimento dos extensores dos dedos, edema e espessamento da bainha do tendão. O quadro clínico descrito sugere hipótese diagnóstica de (A) tendinite do supra-espinhoso. (B) contratura de Dupuytren. (C) síndrome do túnel do carpo.

42. As articulações mais comumente acometidas na artrite reumatóide são: (A) úmero radial, úmero ulnar e radioulnar. (B) esterno clavicular, acrômio clavicular e escápulo-torácica. (C) punho, metacarpofalângicas e interfalângicas proximais. (D) metatarsofangeana, esterno clavicular e úmero ulnar. (E) acetábulo femoral e sacro-ilíaca.

(D) tenossinovite de De Quervain. (E) dedo em gatilho. 45. C.R.J.C., 48 anos de idade, sexo masculino, ajudante de serviços gerais, refere dor que não cede com o repouso, localizada na face anterior do ombro e no terço superior do braço. Na avaliação, constata-se que a mobilização articular passiva está normal enquanto a ativa está limitada pela dor, gerando impotência funcional com manobra de Yergason positiva. Pode-se concluir que o paciente está com (A) ruptura da bainha rotatória.

43. Um homem, 35 anos de idade, entra no ambulatório de fisioterapia queixando-se de dor lombar irradiada para face posterior da coxa, perna e lateral do pé que melhora com o repouso. O exame físico mostra retificação da lordose lombar e escoliose antálgica; mobilidade diminuída principalmente no plano sagital. O teste da elevação da perna estendida de Lasegue é positivo em um ângulo de até 30º. O exame motor evidencia uma diminuição da força de flexão do joelho e do pé. O reflexo Aquileu está abolido. O caso clínico descrito é característico de (A) hérnia discal nos segmentos L4 – L5. (B) hérnia discal nos segmentos L5 – S1. (C) lombalgia discogênica. (D) espondilite infecciosa. (E) doença de Paget.

(B) deslocamento crônico do ombro. (C) instabilidade do tendão longo do bíceps no sulco biciptal. (D) instabilidade anterior do ombro. (E) capsulite adesiva. 46. A Síndrome do Impacto é uma das causas mais freqüentes das queixas dolorosas no ombro do adulto, que ocorre em virtude da lesão do manguito rotador. A intervenção fisioterapêutica no tratamento conservador, na fase inicial do tratamento, inclui (A) exercícios isométricos submáximos para os músculos do manguito rotador em posição neutra ou no plano da escápula. (B) exercícios de fortalecimento isotônicos para os músculos estabilizadores da escápula. (C) exercícios de fortalecimento para os músculos bíceps e tríceps braquial. (D) treino proprioceptivo, incluindo exercícios em cadeia cinética fechada e aberta, além dos exercícios pliométricos. (E) exercícios de alongamento da cápsula articular posterior.

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47. Em relação aos níveis de amputação dos membros inferiores, na amputação do tipo Syme, o paciente (A) consegue descarregar todo o peso do corpo sobre a extremidade amputada, permitindo uma condição ambulatória, embora precária, sem o uso de prótese. (B) possui dificuldades para se adaptar a um calçado convencional, pois esse nível de amputação determina um coto de amputação muito curto. (C) perde o fim da fase de apoio durante a marcha sobre o lado amputado, quando o ante-pé se desprende do chão, impulsionado pelos músculos flexores plantares, sendo compensado com a utilização de palmilhas especiais para impulsão. (D) possui um grau de independência definitivamente comprometido, pois não tem condições de vestir a prótese sem auxílio de outra pessoa. (E) possui descarga de peso, embora parcial do peso sobre a extremidade do coto, favorecendo a protetização e permitindo ao paciente deslocamentos dentro da casa, sem o uso da prótese.

49. O padrão característico da marcha do paciente com hanseníase é denominado marcha (A) escarvante. (B) de Trendelemburg. (C) anserina. (D) atáxica. (E) festinante.

50. O posicionamento ideal para a gestante que está confinada ao leito, em virtude do estado de alto risco, é: I. decúbito lateral esquerdo para prevenir compressão da veia cava, favorecer o débito cardíaco e diminuir o edema de membros inferiores; II. decúbito lateral com travesseiros entre os joelhos e sob o abdome; III. decúbito dorsal por curtos períodos, com calço sob a coxa direita para diminuir a compressão da veia cava inferior; IV. decúbito dorsal por longos períodos, com calço sob a coxa esquerda para diminuir a compressão da veia cava inferior; V. decúbito ventral modificado, isto é, decúbito lateral parcialmente rodada para ventral, para diminuir o desconforto e pressão lombar. Está correto o contido, apenas, em (A) I, II, III e V. (B) I, II, IV e V. (C) II, III, e IV. (D) II, III, IV e V. (E) III e IV.

48. A musculatura do assoalho pélvico é composta de várias camadas com inserções gerais no osso púbico e no cóccix. Compõem a camada superficial do assoalho pélvico os músculos (A) transverso profundo do períneo, compressor da uretra e esfíncter uretrovaginal. (B) levantador do ânus, pubococcígeo, iliococccígeo e puborretal. (C) iliococcígeo, isquiococcígeo e levantador do ânus. (D) isquiocavernoso, bulboesponjoso, transverso superficial do períneo e esfíncter anal externo. (E) esfíncter uretrovaginal, levantador do ânus, compressor da uretra e transverso profundo do períneo.

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