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					INFORMAÇÕES DE PRODUÇÃO

A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2), a continuação do sucesso internacional de 2006, traz Steve Martin reprisando o papel do intrépido e destrambelhado detetive da polícia francesa, inspetor Jacques Clouseau. Quando grandes tesouros da humanidade são roubados por todo o mundo, incluindo o inestimável diamante Pantera Cor-de-Rosa, o inspetor-chefe Dreyfus (John Cleese) se vê forçado a designar Clouseau para integrar uma equipe de detetives e peritos internacionais engajada na caça ao criminoso e na recuperação das peças roubadas. Martin co-estrela com Jean Reno (como Ponton, seu parceiro) e Emily Mortimer (como Nicole, o objeto de seu amor inoportuno). O dream team internacional de investigadores inclui Andy Garcia, Alfred Molina, Yuki Matsuzaki (Cartas de Iwo Jima) e a estrela de Bollywood, Aishwarya Rai Bachchan, além de Lily Tomlin. A história se passa em Paris e em Roma.

Metro-Goldwyn-Mayer Pictures e Columbia Pictures apresentam uma produção de Robert Simonds, A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2). O filme é estrelado por Steve Martin, Jean Reno, Alfred Molina, Emily Mortimer, Aishwarya Rai Bachchan e Andy Garcia, com Lily Tomlin e John Cleese. Dirigido por Harald Zwart e produzido por Robert Simonds, o roteiro é de Scott Neustadter & Michael H. Weber e Steve Martin a partir do argumento de Scott Neustadter & Michael H. Weber. Baseado nos filmes da Pantera Cor-de-Rosa de Blake Edwards. Baseado nos personagens criados por Maurice Richlin & Blake Edwards. Os produtores executivos são Ira Shuman e Shawn Levy. O diretor de fotografia é Denis Crossan, BSC. O desenhista de produção é Rusty Smith. A montadora é Julia Wong. O figurinista é Joseph G. Aulisi. A trilha é de Christophe Beck.

STEVE MARTIN ESTÁ DE VOLTA COMO O INSPETOR CLOUSEAU

Depois do êxito de Steve Martin ao injetar um novo fôlego na lendária franquia cômica da Pantera Cor-de-Rosa com o sucesso de 2006, The Pink Panther, uma continuação foi uma fortuita consequência para o ator. ―Eu adoro viver o Clouseau‖, afirma Martin. ―Precisei dar uma leve burilada no sotaque, mas excetuando-se isso, foi como visitar um velho amigo. O papel me dá a chance de atuar numa comédia do tipo pastelão; Clouseau é um personagem absolutamente caricato, inocente e pueril. Ao mesmo tempo, ele sempre se julga por dentro de todas as situações, o que eu acho engraçado. Então, quando surgiu a oportunidade de atuar na sequência, a minha resposta, obviamente, foi sim.‖

O produtor Robert Simonds observa que Martin é a arma nada secreta do filme. ―Steve incorpora completamente o personagem e o enriquece com um mundo de coisas que não estão na página – e como ele é coautor do roteiro, há uma quantidade incrível de coisas que já estavam no roteiro‖, observa ele. ―Nós não teríamos feito essa continuação sem o Steve. Ele entende o Clouseau. Ele escreve para o Clouseau. Ele cria todo o seu mundo. Parte do peso de se fazer uma continuação é que ela precisa ser uma produção maior, mais engraçada e original do que o primeiro filme. Nós procuramos elevar os personagens, a diversão e tudo o que mais nos agradava acerca do primeiro filme, um patamar acima.‖ ―Steve confere a Clouseau uma combinação realmente interessante de vulnerabilidade e autoconfiança‖, continua Simonds. ―Ele tem um talento enorme para a comédia do gênero pastelão, mas também é incrivelmente erudito. Possui um senso de humor dos mais sofisticados, mas tem um fraco por boas gargalhadas. Além disso, sua comédia é irônica e afiada, mas nunca maldosa. Todo o humor nos filmes Pantera Cor-de-Rosa é à custa do Clouseau, que simplesmente lutar para manter a dignidade em todas essas situações. Graças

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ao desempenho do Steve, o filme é muito engraçado e os espectadores se envolvem emocionalmente com o Clouseau.‖ ―As pessoas amam o Clouseau‖, acrescenta o diretor Harald Zwart. ―Ele tem um coração enorme e os muitos erros que comete são todos fruto da sua ingenuidade e do seu jeito atrapalhado. Ele tenta sempre fazer o melhor – o problema é que nunca é bom o suficiente.‖ Emily Mortimer, que volta pela segunda vez como Nicole – o objeto do amor recatado de Clouseau – observa que ambos os filmes com Martin no papel de Clouseau se encaixam perfeitamente na filmografia da franquia. ―É um personagem dos anos 60 que manteve seu apelo intacto até hoje. Há algo nesse paspalho completo que acaba como herói que agrada às pessoas.‖ ―O que o Steve conseguiu, e que é brilhante, não foi fazer uma versão de Peter Sellers, mas sim preservar o espírito do Clouseau e o que ele tem de melhor: a sua essência‖, afirma Alfred Molina, que vive Pepperidge, um dos detetives do dream team que caçará o ladrão dos tesouros mais famosos do mundo, o Tornado, que resolveu voltar à ativa. ―Ele juntou o personagem com a nossa memória coletiva dele e criou algo próprio.‖ Nem todo mundo é só elogios às qualidades do personagem. ―Eu já conheci gente como o Clouseau na Inglaterra‖, afirma John Cleese. ―Nós os chamamos de ‗pronoicos‘ – o oposto dos paranoicos. Eles acham que todo mundo gosta deles e está do seu lado, sem nenhuma evidência disso. E eu acho que o Clouseau é assim. Ele nem imagina que as pessoas não o suportam – ele nem se dá conta de que é chato.‖

Não há como negar que o minucioso Clouseau incomoda as pessoas, mas o ator que o interpreta é irrestritamente admirado pelos seus colegas. ―Eu adoro trabalhar com o Steve‖, elogia Simonds, com quem Martin também trabalhou em

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Doze é Demais (Cheaper by the Dozen). ―Ele é um cara brilhante. É inteligente, ético, dedicado e um defensor ferrenho do uso de piadas sempre originais.‖ ―Não foi somente o personagem que me fez querer voltar a viver Ponton, foi a amizade que há entre mim e Steve Martin‖, enfatiza Jean Reno. ―Eu gosto muito dele como ator, como ser humano, como filósofo, enfim, como artista. Ele conhece o ofício do ator a fundo e sabe fazer rir. Nós fizemos uma ótima dupla no primeiro Pantera Cor-de-Rosa, e por isso, fiquei muito feliz em fazer o filme com ele, em participar dessa aventura e voltar a viver o Ponton.‖ ―O Steve é simplesmente brilhante e eu, definitivamente, me identifico com a Nicole num nível bem real‖, afirma Mortimer. ―Ele adora viver o Clouseau – é contagiante. É um grande prazer e uma honra observá-lo trabalhando. É interessante vê-lo interpretar Clouseau, mas – quando o diretor grita, ‗corta‘, o verdadeiro Steve é uma pessoa séria e incrivelmente sofisticada, que sabe tudo sobre arte, tem romances publicados e escreve para a The New Yorker! Pode haver algo mais maduro do que isso?‖ ―Steve tem o melhor raciocínio cômico que eu já vi‖, afirma John Cleese. ―Quando eu montava Um Peixe Chamado Wanda (A Fish Called Wanda), ele veio a uma das nossas cabines e quando saímos depois para jantar, ele me entregou o melhor conjunto de anotações que já me passaram na minha vida. Então, esse homem é um gênio da comédia. Estamos sempre comentando como é de repente que sua genialidade se manifesta – no modo como ele enuncia uma fala, como cria algum momento, um momento mágico, e aí a gente ri sem saber por quê.‖ Na direção da produção está Harald Zwart. ―A Pantera Cor-de-Rosa é uma franquia conhecida por todo mundo‖, explica ele. ―A trama do filme, que coloca um dream team de detetives enfrentando Clouseau, era fantástica, e eu sabia

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que o Steve estava ainda mais familiarizado com o personagem desta vez. Por tudo isso, foi um projeto emocionante.‖

O DREAM TEAM NA TELA

Os cineastas tiveram a ideia de destacar ainda mais o jeito destrambelhado de Clouseau, cercando-o com um dream team de detetives dos quatro cantos do mundo. ―Acho que Clouseau fica mais engraçado rodeado por um bando de gente altamente competente e inteligente‖, observa Simonds.

A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2) reúne um respeitado elenco internacional. Além de Jean Reno e Emily Mortimer, que reprisam seus papéis de Ponton e Nicole, respectivamente, vários atores altamente respeitados e engraçados integram o elenco, incluindo John Cleese, Lily Tomlin, Andy Garcia, Alfred Molina, Yuki Matsuzaki e a estrela de Bollywood, Aishwarya Rai Bachchan. ―Todo o elenco é muito generoso‖, elogia Jean Reno. ―Todos nos sentíamos privilegiados por participar desse projeto. Todo mundo estava em sintonia e na sua melhor forma.‖ Alfred Molina concorda; ―Era um ambiente de muita colaboração. Alguém sugeria alguma ideia e a gente dizia, ‗Claro, vamos tentar‘.‖

Ponton e Nicole

Era muito importante para os cineastas que os atores que interpretam Ponton e Nicole, os colegas de trabalho mais próximos de Clouseau, retornassem em A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2). A relação de Clouseau com

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ambos, agora já bem estruturada, se desenvolve na sequência de maneiras engraçadas e comoventes ―Embora nem Jean nem Emily sejam necessariamente famosos como atores de comédias‖, explica Steve Martin, ―eles se saem extremamente bem.‖

Reno afirma que a trama de A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2) deixava a relação de Ponton com Clouseau aberta a muitas possibilidades cômicas. Quando a mulher de Ponton o expulsa de casa por, aparentemente, ligar mais para o trabalho do que para a família, ele se muda para o apartamento de solteiro de Clouseau (juntamente com seus dois filhos e o cachorro). ―De repente‖, conta Reno, ―os dois homens são forçados a uma situação do tipo Um Estranho Casal (Odd Couple). Uma pessoa se muda para a sua casa com os dois filhos e o cachorro e revoluciona totalmente a sua vida. Mas acredito que ninguém possa, de fato, penetrar no interior do personagem Jacques Clouseau. Ponton sabe que precisa respeitar isso ou o quebra-se o sonho, quebra-se a fantasia de Jacques Clouseau, que é alguém intocável.‖ O produtor Robert Simonds observa, ―Jean Reno é uma das pessoas mais expressivas que já conheci. Ele é capaz de transmitir tanta coisa somente com um piscar de olhos.‖

Embora tenha uma presença imponente, Reno é considerado pelos colegas de elenco como uma das pessoas mais gentis e engraçadas do set. ―Jean Reno e eu ficamos bons amigos depois do primeiro filme. Eu o adoro‖, afirma Martin. ―Ele é um sujeito agradável que está sempre brincando e rindo.‖ ―Todos os dias ele me dava ‗bom dia‘ em japonês – ele fala bem o japonês‖, elogia Matsuzaki. ―Jean é famoso no Japão como um herói de ação muito cool, muito sério, mas, na verdade, é um homem muito gentil e engraçado. Até o instante em que o Harald grita, ‗Ação!‘, Jean procura nos divertir e deixar todo mundo relaxado.‖

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Emily Mortimer também retorna nesta sequência no papel Nicole. A relação entre Nicole e Clouseau pega fogo neste segundo filme, incendiada pelo ciúme que a atenção de Vincenzo desperta, do lado dele; e do lado dela, pela traição de que Nicole se supõe vítima quando, ao entrar no seu escritório, ela se depara com Sonia nos braços de Clouseau, embora ele só a estivesse consolando!

Segundo Mortimer, incorporar Nicole não exige todo o esforço que se possa imaginar. ―É estranhamente fácil acessar a minha ‗Nicole interior‘‖, explica ela. ―Eu tenho mesmo um lado Nicole. Embora eu tente disfarçar, tenho um lado meio atrapalhado. No set, algum ator vinha me dizer, ‗eu adorei o que você fez naquela cena – foi tão engraçado‘ e, por um instante, eu paro e percebo que o que quer que seja, não havia sido proposital.‖

Identificando-se claramente com a sua personagem, Mortimer multiplica o potencial cômico de todas as cenas. ―Tudo no filme é ligeiramente ridículo, mas se a gente se identifica com o que Nicole está vivendo num nível real, a cena ganha ainda mais força. Nicole está apaixonada por Clouseau e não tem certeza se é correspondida. Ambos estão se protegendo de seus verdadeiros sentimentos. Eu e o Steve interpretamos essas cenas alguns tons acima – quando você entende que Nicole é apenas uma garota apaixonada, é fácil se identificar com essas emoções.‖

Segundo o produtor Simonds, embora Mortimer se veja como parte da ação, na verdade, ela abre uma via alternativa para o espectador. ―Emily é absolutamente encantadora e cativante. Sua personagem é tão sensata que ela se torna a âncora emocional de Clouseau no filme. E ela se sai tão inacreditavelmente bem demonstrando seu amor por esse personagem descontrolado que se torna um elemento de identificação para o espectador.‖

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Dreyfus

No papel de Dreyfus, o inspetor-chefe que abomina Clouseau, está o consagrado comediante John Cleese. “Eu acho que há algo de absurdamente engraçado em um homem que é incontestavelmente brilhante e competente, que está numa posição de comando e que, por um azar do destino, vive sendo superado por um arrogante incompetente. Quando eles me convidaram para interpretar Dreyfus, eu imaginei, ‗como vou fazer isso?‘ E aí pensei nos meus antecessores, Herbert Lom e Kevin Kline, e, bem... ambos eram péssimos, então, bastava eu tentar me sair razoavelmente bem. E as pessoas notaram a diferença!‖

Deixando a brincadeira de lado, Cleese afirma que foi um prazer participar de um filme da Pantera Cor-de-Rosa. ―Eu sou velho o suficiente para me lembrar de ir ao cinema na Leicester Square para assistir ao primeiro filme da Pantera Cor-de-Rosa – e eu o achei tão sofisticado. Tinha Claudia Cardinale, Cappucine, David Niven e, é claro, Sellers, um gênio da comédia. Os ingleses sempre acharam muita graça no sotaque francês – eu não sei por quê.‖ ―Eu via Steve Martin e John Cleese – dois dos maiores gênios da comédia – lado a lado no meu monitor durante as filmagens e precisava me beliscar‖, afirma Zwart. ―Mas a gente precisa ficar atento com o John Cleese. Ele vivia aprontando pegadinhas no set.‖ ―Pessoalmente, é uma experiência inacreditável a chance de trabalhar com o John‖, afirma Simonds. ―Ele cria personagens pomposos de um jeito melhor e mais engraçado que qualquer outro – e na pele de Dreyfus, ele não poderia estar mais perfeito. Vê-lo contracenar com Steve, duas lendas da comédia, foi simplesmente o máximo.‖

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Os detetives

Integram o elenco, no papel dos detetives que formam o dream team internacional, Andy Garcia, Alfred Molina, Yuki Matsuzaki e Aishwarya Rai Bachchan.

Garcia interpreta Vincenzo, um detetive italiano que entra para o grupo depois que o Sudário de Turim é afanado pelo Tornado, o ladrão que tem roubado os tesouros mais famosos da humanidade. ―Eu adoro fazer comédias‖, conta Garcia. ―Minha formação acadêmica e minha experiência inicial nos palcos de Los Angeles se deram em grupos e trupes de comédia de improviso – é algo de que gosto muito. Então, quando surgiu esta oportunidade – sabendo que eu trabalharia não só com o Steve, o Jean e a Emily, mas também com o Alfred, a Lily e John Cleese – eu quis muito fazer o filme.‖ ―Andy é muito divertido‖, elogia Simonds. ―Seu personagem, Vincenzo, é um perfeito playboy; quando Andy chega ao set, ele tem tanta presença, tanta autoridade, que mesmo sem pronunciar uma única palavra, ele transpira o personagem.‖ Seus coadjuvantes elogiam sua dedicação e perspicácia. “Quando conheci o Andy, achei que ele seria um cara muito sério‖, conta Matsuzaki. ―Mas nas minhas cenas com ele, ou mesmo quando ele não está em cena, ele se preocupa em ajudar seus colegas a se saírem bem no filme.‖ Alfred Molina interpreta Pepperidge, ―um personagem inglês muito rígido‖, segundo ele. ―Ele é perito em ciência criminal e deduções.‖

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―Eu queria muito que ele usasse ternos grossos de tweed‖, afirma Molina, insinuando que o hábito faz o monge. ―Joe Aulisi, nosso figurinista, queria ter a certeza de que eu não me oporia a vestir roupas tão pesadas em Boston durante o verão. Mas acabou que rodamos lá no final de setembro e quando aquela brisa fria do outono começou a soprar junto ao rio, eu fiquei feliz.‖ “Alfred é hilário, maravilhoso e muito simpático — é uma pessoa especial‖, afirma a atriz. ―É um ator maravilhoso, o que é evidenciado pelos desempenhos ecléticos que já nos deu, mas também é naturalmente engraçado.‖

Rai Bachchan interpreta Sonia, uma surpresa no dream team, no papel da intrigante escritora e biógrafa do Tornado. Uma das maiores estrelas da Índia e frequentemente citada como uma das mulheres mais bonitas do mundo, ela faz sua estreia como grande estrela nos EUA e no resto do mundo. ―Aishwarya...‖, sorri Jean Reno, ―os olhos verdes, a beleza! Uau. O surpreendente é que ela tem um grande senso de humor, está sempre rindo, o que é maravilhoso numa mulher bonita. E ela está sempre disposta a trabalhar.‖

Rai Bachchan ressalta que Sonia, a biógrafa e maior autoridade sobre o Tornado, é um recurso precioso. ―Como Clouseau e seu dream team estão à caça do Tornado, eles a veem como alguém que dispõe de informações valiosas. Desse modo, ela se incorpora ao grupo como a mais nova integrante da equipe. É natural e espontâneo.‖ ―Você a conhece pessoalmente e diz, ‗uau, que mulher linda‖, comenta Simonds. ―E aí você a vê através do monitor, e ela brilha. Não imagino como poderíamos ter usado nenhuma outra atriz no papel de Sonia. Ela é encantadora, inteligente, engraçada e carismática – ela ilumina a tela.‖

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Citando a série de filmes do Clouseau como um fenômeno internacional, Rai Bachchan diz que o filme ―é um terreno familiar; o público conhece A Pantera Cor-de-Rosa na Índia. Na verdade, quando fui escalada, formou-se uma rede espontânea de apoio de gente que simplesmente ficou feliz por eu ser escalada no filme.‖

Será que a grande estrela do cinema indiano achou a filmagem de uma produção norte-americana em Paris e Boston muito diferente de uma filmagem no seu país natal, a Índia? ―Não, eu nunca encarei como algo diferente. Acho que cada experiência é única e depende do diretor e dos principais envolvidos na produção do filme — independentemente do idioma no qual ele está sendo rodado.‖ Yuki Matsuzaki completa o elenco no papel de Kenji, que ele descreve como ―um detetive japonês que é perito em programas e sistemas de segurança de computadores. Obviamente, ele é um gênio da informática (em japonês, o termo é ‗otaku’), mas ele não vê a si mesmo desse jeito. É algo corriqueiro para ele, que costuma achar que todos entendem tanto quanto ele. Ele fica empolgado quando descobre algum fato e quer compartilhar a sua alegria, mas as outras pessoas simplesmente não o compreendem.‖ ―Yuki é muito doce, sincero, respeitador e entusiasmado‖, elogia Rai Bachchan. ―É muito bom ver alguém tão empolgado com relação ao trabalho, tão disposto a contribuir e a ajudar a equipe. Esse tipo de espontaneidade e inocência é especial e seria maravilhoso se ele conseguisse preservá-las.‖

Matsuzaki também desempenhou outras funções nos bastidores: foi ele quem criou a primeira página do jornal japonês usado para anunciar o grande roubo e também ajudou os atores que interpretavam os repórteres japoneses com suas falas em sua língua materna.

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Martin e Tomlin

A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2) marca a reunião de Steve Martin e Lily Tomlin, dois grandes comediantes norte-americanos. ―Eu não sabia que Steve e Lily não atuavam juntos nas telas havia 20 anos, desde Um Espírito Baixou em Mim (All of Me)”, relembra Simonds. Foi muito divertido acompanhar o pingue-pongue entre eles. Uma cena de 10 segundos podia se estender por três, quatro minutos, e ficar cada vez mais engraçada. A química entre eles é extraordinária.‖ A dupla ficou empolgada com esse reencontro. ―Nós temos o mesmo senso de humor‖, diz Martin. ―Quando fizemos as nossas cenas, foi tudo muito natural, com muito improviso. Nós seguíamos o roteiro, mas também nos afastávamos dele e pirávamos. Lily e eu não nos vemos com frequência, mas sempre que nos encontramos, é como nos velhos tempos. Uma coisa curiosa acerca da indústria cinematográfica, é que a gente conhece alguém, passa três ou quatro anos sem ver a pessoa e aí quando a reencontramos, parece que foi ontem.‖

Tomlin afirma que sua personagem serve como um contraponto natural para Clouseau. ―A sra. Berenger foi contratada para ensinar a todos os funcionários do Palácio da Justiça a serem social e politicamente corretos‖, conta ela. ―E, obviamente, Clouseau é seu principal aluno, pois são tantas as suas gafes, coitado, que ele nem se dá conta disso. Ele não entende que não devemos fazer comentários sobre o corpo de uma mulher nem devemos nos referir a certas raças e etnias em termos pejorativos. É muito fácil repreender Clouseau, porque, em geral, ele é um paspalho. Mas ele também tem seu lado cativante. E eu confesso que fico frustrada porque ele não entende mesmo, não importa quantas vezes a gente fale com ele, pois tem um encanto inocente – é quase como se ele nunca tivesse aprendido a se socializar da maneira correta.‖

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A sua personagem, continua Tomlin, é ―uma americana da classe alta, culta, articulada, educada e ligeiramente arrogante. Há uma sensação de poder em ser capaz de se expressar com perfeição e de modo absolutamente apropriado.‖

O MUNDO DE PANTERA COR-DE-ROSA

Os cineastas de A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2) optaram por criar um mundo atemporal, clássico, romanceado e perfeito, como o de um cartão postal turístico: a Paris dos cafés na calçada, dos floristas, dos artistas de rua e carros de aparência bizarra, influenciados por filmes como Madeleine, The Red Balloon, os filmes do diretor Jacques Tati, e Ratatouille. Embora o filme seja definitivamente passado na Paris atual, seus elementos anacrônicos e os muitos carros clássicos e coloridos que agora circundam o Arco do Triunfo somente no filme, são claramente intencionais. ―Clouseau é um ícone da França‖, observa o produtor executivo, Ira Shuman, ―e por isso, nós queríamos que ele vivesse naquele mundo francês dos livros de história – não na Paris moderna dos arranha-céus de vidro e metal, mas na cidade que todos conhecemos e amamos.‖

O diretor de fotografia Denis Crossan, BSC, que trabalhou com o diretor Harald Zwart em O Agente Teen (Agent Cody Banks), acrescenta: ―O mundo do Clouseau é contemporâneo, mas ele meio que vive no seu universo particular; assim que nós o colocamos numa situação da vida real que seja ligeiramente dura ou genuína, as coisas não parecem funcionar. Então, meu ponto de partida foi criar um clima de um mundo hollywoodiano, e a cenografia e os figurinos se encarregaram disso.‖

A criação desse mundo hollywoodiano através dos figurinos, segundo o figurinista Joseph G. Aulisi, passou pelo uso de ―roupas normais, mas

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ligeiramente bizarras por conta das mudanças nas suas proporções‖, explica ele. Agora em sua sexta colaboração com Steve Martin, Aulisi comenta que o ator tem uma ideia muito clara do que quer expressar através dos figurinos do Clouseau. ―Nós confeccionamos um paletó de abotoamento duplo do tipo jaquetão, com uma lapela bem estreita, um colarinho fino, gravatas finas, sapatos pontudos e exagerados, calças e mangas de camisa curtas demais, chapéus com abas estreitas e cores contrastantes. Tudo isso acrescenta ainda mais humor, em função do que Steve foi capaz de fazer através da sua expressão corporal.‖

O desenhista de produção Rusty Smith, que também trabalhou com Zwart em O Agente Teen (Cody Banks), explica: ―Harald estava determinado a prestar uma homenagem ao diretor e comediante francês Jacques Tati e tentou dar ao filme um clima retrô ou nostálgico. Embora tenhamos equipamentos modernos de escuta e análises de DNA, o filme tem um tempo próprio. No desenho de produção, queríamos preservar a beleza e ar idealizado que Lily Kilvert havia conferido ao primeiro filme.‖ Smith também incorporou elementos clássicos como as linhas curvas do art nouveau na casa de Clouseau e na entrada do seu edifício residencial (aplicados sobre uma fachada já existente de Paris) e também as obras de arte famosas penduradas pelas paredes, como as catedrais de Monet na festa, ―Death of Marf‖, de Jean-Louis David, no escritório de Avellaneda, e seu ―Napoleon Crossing the Alps‖ juntamente com bustos do imperador que ajudam a dar o tom da decoração do gabinete de Dreyfus. Smith dá o crédito pela descoberta de várias antiguidades deslumbrantes do filme ―à minha brilhante cenógrafa, Carla Curry, com quem eu trabalho há muitos anos.” ―Este é um mundo visto pela lente do Clouseau‖, afirma o figurinista Joseph Aulisi. ―Então, é um mundo de contos de fadas ligeiramente mais caricatural e mais engraçado do que as coisas normalmente são. Eu criei coisas que considero clássicas e atemporais, mas que estão fundamentadas em personagens muitíssimo bem definidos.‖

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Os espectadores do filme ficam deslumbrados com a variedade de veículos desfilando pelas ruas parisienses em A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2), com destaque para um Citroen DS 19 1968 azul, dirigido no início do filme por um motorista revoltado que rejeita a multa de estacionamento emitida por Clouseau, dá a partida e acelera, levando o inspetor preso ao seu carro. A aderecista Jennifer Gerbino relembra: ―Harald me mostrou uma foto desse carro e me disse que ele tinha um idêntico quando era garoto. Por sorte, eu encontrei um online em menos de uma hora e o comprei poucas horas depois em Massachusetts, onde grande parte do filme foi rodado. O departamento de adereços em Paris foi obrigado a encontrar um carro igual — uma vez que seria mais fácil encontrar um carro igual na França do que vice-versa.‖

Os cineastas também espalharam pelas suas ruas veículos como um Glas Goggomobil 1957, um Fiat Polsky 1972, um Renault Dauphine 1962, um Austin A30 1952, uma caminhonete "Florista" Vespa Ape P501 e um Citroen 2CV 1972. Os caminhões da brigada do Corpo de Bombeiros que são chamados para apagar um incêndio são Unimogs e Pinzgauers, veículos de emergência tradicionais na Suíça e na comunidade européia. A equipe baseada nos EUA encontrou esses veículos em Cumberland, Rhode Island, onde uma companhia os importa para convertê-los aos padrões norte-americanos e vendê-los no país como veículos recreativos.

UMA SINFONIA DE SOTAQUES Como os personagens do filme falam com os mais variados sotaques, ―nós tivemos que manter todos esses sotaques sob estrito controle‖, ressalta Simonds. ―O sotaque mais ridículo sempre era o do Clouseau. A nossa sensacional professora dialetal do primeiro filme, Jessica Drake, está de volta neste filme, nos orientando.‖

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“Foi divertido voltar a adotar o sotaque‖, comenta Martin. ―Eu adoro trabalhar com uma professora. Acho que tenho a minha própria pronúncia para o sotaque dele, mas tenho que admitir que a Jessica é ótima.‖ ―O desafio do aprendizado de um dialeto varia de pessoa para pessoa e realmente depende da formação pessoal de cada um‖, explica Drake, que começou sua carreira como atriz, tendo estudado oratória e dialetos na Juilliard School e em outras instituições de ensino. ―No primeiro filme, nós tivemos somente variações do francês. Em A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2), temos o Steve, que é genuinamente americano, fazendo um sotaque francês maravilhoso com seu toque pessoal a la Clouseau. O francês do Clouseau é caricato, tem vida própria e uma criação única do Steve. Ele consegue fazer piada apenas ao emitir um som, pronunciando-o de um jeito diferente que se torna absolutamente hilário. Emily, que é inglesa, está usando um leve sotaque francês como complemento ao do Clouseau. Andy, que é cubano-americano, usa um sotaque italiano, e Yuki tem sotaque japonês. Alfred, que é inglês, está usando o inglês extremamente formal da alta classe e da aristocracia e Aishwarya fala com seu próprio belíssimo sotaque britânico dos indianos.‖ ―Os ingleses sempre zombaram do sotaque francês‖, observa John Cleese. ―Eu não sei por que nós o achamos tão engraçado. Nós reconhecemos os demais, o russo e o alemão, mas rimos do sotaque francês. Steve e eu discutimos se eu deveria ou não usar algum sotaque. Eu imaginava que fosse fazer um sotaque francês, pois já havia feito tantos, especialmente o provocador francês de Spamalot, mas aí pensei, ‗não, talvez fosse melhor se apenas o Steve tivesse sotaque francês. Eu sugeri isso a ele no primeiro dia de filmagem e foi nítida a sua expressão momentânea de alívio. É melhor criar esses pequenos contrastes.‖

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―Eu moro nos EUA há 15 anos‖, afirma Molina, ―então, acho que perdi um pouco do sotaque britânico, mas o que estou tentando fazer é carregar no sotaque inglês para que o exagero o torne mais divertido.‖ ―Eu estudei inglês e passei anos tentando me livrar do meu sotaque‖, conta Matsuzaki, que nasceu no Japão e agora mora em Los Angeles. ―Mas neste filme, eu precisei resgatar o meu sotaque japonês. Isso se reflete no meu desempenho – uma vez que Kenji não fala muito bem o inglês, ele costuma parar e pensar quando precisa encontrar o termo preciso.‖ ―Sotaques são sempre desafiadores‖, afirma Garcia. ―Primeiro, porque você precisa entendê-los e se familiarizar com eles a ponto de nem pensar mais neles. Você precisa perder a consciência de estar adotando um sotaque. Você deve pronunciá-lo naturalmente, como a sua própria voz.‖ O objetivo de Jean Reno era ―ser compreendido pelo espectador norteamericano. Mesmo que eu já tenha um sotaque‖, diverte-se, ―eu preciso me fazer entender. A minha mulher, Zofia Moreno (que interpreta uma repórter no filme), é inglesa, então, ela me ajuda muito.‖ ―Como o público espectador hoje inclui gente de todas as nacionalidades‖, comenta Rai Bachchan, ―acho que sotaques funcionam muito bem. O mundo está ficando menor, então, acho que faz muito sentido. É uma idéia inteligente.‖

Acerca da frivolidade e da falta de lógica subjacente nos sotaques, Mortimer comenta: ―Nessas circunstâncias criativas‖, observa Mortimer, ―ninguém se sente tão obrigado a criar um sotaque francês perfeito, pois ele seria, na verdade, até inapropriado no contexto do filme. Afinal, somos franceses tentando nos comunicar em inglês com um sotaque francês errado – faz parte da piada!‖

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SOBRE A PRODUÇÃO

A primeira semana de filmagem de A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2) foi realizada em Paris. O elenco e a equipe técnica visitaram a Torre Eiffel (para a cena da reapresentação de Clouseau), a Ponte de l'Archevéché atrás da Catedral de Notre Dame (na cena da coletiva de imprensa na qual todos os detetives, menos Clouseau, anunciam a identidade do Tornado), uma rua antiga no bairro do Marais (o prédio onde Clouseau mora), o Chateau Ferriere, nos arredores de Paris (que se passou pela mansão de Avellaneda), a Ecole Nationale Supérieure d'Arts et Métiers (para as fachadas do Palácio da Justiça e do Vaticano) e o Le Petit Palais (nas externas da climática cena da festa) e o Le Grand Palais — o gigantesco e recém-remodelado centro de exposições construído há mais de 100 anos, no qual o cinematográfico diamante Pantera Cor-de-Rosa se encontra em exibição.

De Paris, a produção se transferiu para Boston, que, nas palavras do desenhista de produção Rusty Smith, é ―uma cidade americana ao estilo europeu, com uma pesada influência parisiense.‖ “Graças à magia do cinema, entramos por uma porta de um país e saímos pela porta de outro‖, afirma Smith. ―Meu exemplo favorito neste filme é quando o carro que o Clouseau está tentando multar acelera em disparada embaixo da Torre Eiffel, e nós cortamos imediatamente para a cena em que ele percorre uma rua em Boston, cuja locação se faz passar por Paris. Eu topei com essa locação em Boston, tarde da noite, quando fui dar por acaso nessa praça [Winthrop Square]. Ela estava totalmente deserta e eu me senti como se estivesse em Paris. Foi mágico. Depois que montamos os cenários, instalamos os quiosques de flores, as mesas dos cafés e os demais elementos parisienses, até os residentes locais que vinham visitar o set exclamavam, ‗Uau‘.‖

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Outra locação de Boston foi a Biblioteca Pública de Boston, que se passa pelo quarto do papa e para o qual, explica Smith, ―precisávamos de amplitude. A varanda deste quarto fica suspensa a quase 20m de altura e é enorme – a janela mede 5,4m x 6m. E encontrar um quarto que fosse suficientemente ornamentado foi um dos nossos maiores desafios‖. A Biblioteca Pública de Boston é um exemplo maravilhoso de uma arquitetura de influência italiana. As demais locações em Boston incluem ainda a Assembléia Legislativa de Massachusetts – os três salões dos quais os grandes tesouros são roubados na sequência de abertura foram filmados lá, nos prédios Nurses Hall, que abrigou o set da Biblioteca Britânica; o Memorial Hall, transformado na sala de exibição do Sudário de Turim; e o Massachusetts Hearing Room, que se passa pelo exótico museu de Kyoto; a Mansão Crane, em Ipswich, MA (que se passa pela mansão de Avellaneda), e a mais famosa delas, o Centro Wang no Citi Performing Arts Center — um teatro da década de 20, cujo saguão foi ocupado durante uma semana para a filmagem da climática sequência da festa. ―Nós buscávamos grandiosidade, mármores e dourados‖, explica Smith, ―e o Centro Wang tinha simplesmente tudo isso!‖

SOBRE O ELENCO

STEVE MARTIN (Clouseau / Roteirista), um dos artistas mais polivalentes e prolíficos da indústria cinematográfica da atualidade – é ator, comediante, autor, dramaturgo e produtor - alcançou sucesso como escritor e ator em alguns dos filmes mais populares da história recente do cinema.

No ano passado, Martin atuou na comédia de sucesso, Baby Mama. Ele também foi produtor executivo e escreveu o argumento do filme dramático, Traitor.

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Em 2007, Martin publicou dois livros: Our Alphabet Book, um livro infantil de coautoria do ilustrador da The New Yorker, Roz Chast, e também sua autobiografia, Born Standing Up.

Em fevereiro de 2006, estrelou A Pantera Cor-de-Rosa (The Pink Panther), interpretando o inspetor Clouseau, papel consagrado por Peter Sellers. O filme, que reuniu Martin com o diretor Shawn Levy, foi co-estrelado por Beyonce Knowles e Kevin Kline.

Em 2005, foi elogiado pela crítica com o filme Shopgirl, co-estrelado por Claire Danes e Jason Schwartzman. O roteiro foi escrito por Martin e adaptado de seu best-seller editorial homônimo.

No Natal de 2003, estrelou o filme de maior faturamento da sua carreira, Doze é Demais (Cheaper by the Dozen), dirigido por Shawn Levy para a 20th Century Fox. A comédia para a família, co-estrelada por Bonnie Hunt e Hillary Duff, arrecadou mais de US$ 135 milhões de dólares nos EUA. No Natal de 2005, foi lançada sua aguardada continuação, Doze é Demais 2 (Cheaper by the Dozen 2), trazendo novamente o elenco original lado a lado com uma família rival, encabeçada por Eugene Levy. Em fevereiro de 2003, co-estrelou com Queen Latifah na comédia blockbuster, A Casa Caiu (Bringing Down the House), da Touchstone Pictures, cuja arrecadação somou US$ 132,7 milhões de dólares.

Martin apresentou a 75ª Cerimônia Anual de Premiação da Academia de Cinema de Hollywood em 2003, sua segunda vez como apresentador da transmissão, tendo apresentado a 73ª premiação do Oscar® pela primeira vez dois anos antes. O programa foi indicado a sete prêmios Emmy, entre eles uma indicação para Martin de Melhor Desempenho Individual em Programas de Variedade ou Musical.

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Natural de Waco, no Texas, Martin foi criado no sul da Califórnia e se tornou redator de televisão em meados dos anos 60, ganhando um prêmio Emmy por seu trabalho na série de sucesso, The Smothers Brothers Comedy Hour. No final dos anos 60, já interpretava esquetes de sua autoria em clubes e na televisão.

Lançado através de participações regulares no programa Tonight Show, de Johnny Carson, Martin seguiu como apresentador de várias edições do inovador Saturday Night Live, e estrelou e co-escreveu quatro especiais televisivos de grande audiência. Apresentando-se em turnês nacionais, ele lotava as maiores casas de espetáculo do país. Martin ganhou prêmios Grammy com dois discos cômicos, Let's Get Small e A Wild and Crazy Guy, e um disco de ouro com a canção, ―King Tut‖. Em 2003, também ganhou um Grammy® de Melhor Instrumentista Country, tocando no álbum do 75º aniversário de Earl Scruggs.

Seu primeiro projeto no cinema, The Absent-Minded Waiter, um curta escrito e estrelado por ele, foi indicado ao Oscar® em 1977. Em 1979, começou a trabalhar com longas-metragens, co-escrevendo e estrelando O Panaca (The Jerk), dirigido por Carl Reiner. Em 1981, co-estrelou com Bernadette Peters na comédia musical agridoce de Herbert Ross, Pennies From Heaven.

Em 1982, co-escreveu e estrelou o thriller policial, Cliente Morto Não Paga (Dead Men Don't Wear Plaid), e a comédia de ficção científica, O Homem Com Dois Cérebros (The Man With Two Brains), ambos dirigidos por Carl Reiner. Em 1984, ganhou o prêmio de Melhor Ator da Associação de Críticos de Nova York e do National Board of Review por seu desempenho junto com Lily Tomlin em Um Espírito Baixou em Mim (All of Me), seu quarto trabalho com o roteirista e diretor Carl Reiner.

Em 1987, o sucesso de bilheteria, Roxanne, uma adaptação moderna da história do Cyrano de Bergerac, deu a Martin não só o reconhecimento do público, como também o prêmio de Melhor Ator da Associação de Críticos de Cinema de Los

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Angeles e o prêmio de Melhor Roteiro do Círculo de Escritores da América. Ele também foi o produtor executivo do filme.

Em 1988, co-estrelou com Michael Caine na comédia de sucesso, Os Safados (Dirty Rotten Scoundrels), sua segunda produção de cinema com o diretor Frank Oz (a primeira foi A Pequena Loja de Horrores/Little Shop of Horrors). Em 1989, co-estrelou com Mary Steenburgen e Diane Wiest na divertida comédia para a família de Ron Howard, Parenthood - O Tiro Que Não Saiu Pela Culatra (Parenthood), da Universal Pictures.

Em 1991, Martin escreveu, estrelou e foi coprodutor executivo da comédia aclamada pela crítica, L.A. Story, um filme sobre uma história de amor passada em Los Angeles. Naquele mesmo ano, fez uma participação especial no filme de Lawrence Kasdan consagrado pela crítica, Grand Canyon – Ansiedade de Uma Geração (Grand Canyon), e co-estrelou com Diane Keaton no sucesso, O Pai da Noiva (Father of the Bride), da Disney, que lhe valeu o prêmio People‘s Choice Award de Atriz Favorita em Comédia. Em 1992, estrelou a comédia da Universal, Como Agarrar um Marido (Housesitter), com Goldie Hawn, ganhando o prêmio People's Choice de Ator Favorito em Filme Cômico pelo segundo ano consecutivo.

Em 1996, co-estrelou uma vez mais com Diane Keaton na bem sucedidas seqüência, O Pai da Noiva 2 (Father of the Bride 2), sendo indicado a um Globo de Ouro. Em 1997, foi aclamado pela crítica com seu desempenho eletrizante no thriller dirigido por David Mamet, A Trapaça (The Spanish Prisoner).

Martin escreveu e estrelou a divertida comédia de 1999, Os Picaretas (Bowfinger), co-estrelada por Eddie Murphy e dirigida por Frank Oz. O filme foi exibido no Festival Internacional de Cinema de Deauville.

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Seus demais créditos cinematográficos incluem Antes Só do Que Mal Acompanhado (Planes, Trains and Automobiles), dirigido por John Hughes e coestrelado por John Candy, e a comédia de faroeste, Três Amigos! (Three Amigos!), co-estrelada por Marin Short e Chevy Chase.

No outono de 1993, a primeira peça original de Martin, a tragicomédia Picasso at the Lapin Agile, foi apresentada no prestigioso Teatro Steppenwolf, de Chicago. Depois de críticas excelentes e de uma longa temporada em Chicago, a peça foi encenada com sucesso em Boston, Los Angeles e Off-Broadway em Nova York no Promenade Theatre, recebendo aplausos do público e a aclamação da crítica. Desde então, ela continua a ser montada por companhias teatrais do mundo todo. WASP, uma peça em um único ato escrita por Martin, foi originalmente montada no Public Theatre, de NY, em 1995. The Underpants, uma comédia de humor negro que Martin adaptou da peça de Carl Sterneim de 1911, estreou off-Broadway nos palcos da Stage Company, no dia 4 de abril de 2002.

Em 1996, Martin foi homenageado com uma retrospectiva do seu trabalho pelo Third Decade Council do American Film Institute em cerimônia do Festival Americano de Artes Cômicas, quando lhe foi outorgado o prêmio pelo conjunto de sua obra. Em 2004, foi honrado pela American Cinematheque por sua contribuição para o cinema.

Uma seleção de quadros de seu vasto acervo particular de arte moderna foi exibida na galeria do Hotel Bellagio, de Las Vegas, em 2000, cujo catálogo incluiu notas redigidas por ele.

Depois do sucesso do seu primeiro romance Shopgirl, o segundo romance escrito por ele, The Pleasure of My Company, publicado pela Hyperion, voltou a figurar na lista dos Mais Vendidos do país, incluindo a do New York Times. Ele também escreveu uma popular coletânea de contos humorísticos, Pure Drivel, e

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seu trabalho é publicado com frequência na The New Yorker e no New York Times.

Ele divide seu tempo entre Nova York e Los Angeles.

JEAN RENO (Ponton) é o renomado ator francês que rapidamente conquistou reconhecimento junto ao público norte-americano com papéis de destaque em grandes fenômenos de bilheteria como Missão Impossível (Mission: Impossible), de Brian DePalma, contracenando com Tom Cruise, Godzilla, de Roland Emmerich, O Profissional (The Professional), de Luc Besson, com Natalie Portman, e Ronin, de John Frankenheimer, contracenando com Robert De Niro. Recentemente, co-estrelou com Steve Martin em A Pantera Cor-de-Rosa (The Pink Panther), e contracenou com Tom Hanks em O Código Da Vinci (The DaVinci Code), da Sony Pictures, dirigido por Ron Howard. Ambos os filmes estreou em primeiro lugar nas bilheterias norte-americanas e se tornaram grandes sucessos internacionais. Atualmente, Reno está filmando Couples Retreat, em Bora Bora, com Vince Vaughn e John Favreau. Em seguida, será visto em Armored, contracenando com Laurence Fishburne, a ser lançado pela Screen Gems em setembro de 2009.

Reno é um dos atores mais adorados e respeitados da França, tendo contracenado com Gérard Depardieu na comédia de enorme sucesso de bilheteria, Dupla Confusão (Tais-toi!) e Os Visitantes – Eles Não Nasceram Ontem! (Les Visiteurs), a maior bilheteria da história do cinema francês à época do seu lançamento. Sua continuação, Les Visiteurs II, também bateu recordes de bilheteria. Mais recentemente, Reno impressionou o público americano no papel romântico de um chef e gourmet por quem Juliette Binoche se apaixona em Fuso Horário do Amor (Jet Lag). Também estrelou L'Empire de Loups (Empire of the Wolves), baseado num romance best-seller francês de JeanChristophe Grangé, que também escreveu Rios Vermelhos (Crimson Rivers), o

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romance cuja adaptação cinematográfica de sucesso foi estrelada por Reno. Também foi visto em The Tiger and the Snow, de Roberto Benigni.

Reno se consagrou mundialmente em sua bem sucedida parceria com o aclamado diretor francês Luc Besson. Além de O Profissional (The Professional), co-estrelou também outros filmes de Besson, como Le Dernier Combat, Subway contracenando com Christopher Lambert e Isabelle Adjani, Imensidão Azul (The Big Blue), contracenando com Roseanna Arquette, e no thriller aclamado, Nikita - Criada Para Matar (La Femme Nikita), contracenando com Anne Parillaud. A dupla colaborou ainda no longa, Wasabi, também estrelado por Reno.

Nascido em Casablanca, filho de pais espanhóis, decidiu seguir o sonho de se tornar ator na França, depois de prestar o serviço militar na Alemanha. Fixandose em Paris, Reno entrou para a companhia do diretor teatral Didier Flamand numa turnê itinerante que o levou por todo o país. Fez sua estreia cinematográfica no filme francês, Claire de Femme, dirigido por Costa Gavras. Seus demais créditos cinematográficos internacionais incluem Le Jaguar, de Francis Veber, Loulou Graffiti, de Christian Lejalé, L'Operation Corned Beef, de Jean-Marie Poire, L'Homme Au Masque D'Or, de Eric Duret, I Love You, de Marco Ferreri, Notre Histoire, de Bertrand Blier, e Signes Exterieurs de Richesse, de Jacques Monnet. No cinema americano, seus créditos incluem ainda Para Roseanna (For Roseanna), dirigido por Paul Weiland e co-estrelado por Mercedes Ruehl, Segredos do Coração (French Kiss), de Lawrence Kasdan, com Kevin Kline e Meg Ryan, e Rollerball, de John McTiernan, Flyboys, co-estrelado por James Franco e produzido por Dean Devlin, e o longa-metragem de animação da Dreamworks, Por Água Abaixo (Flushed Away), como dublador de Le Frog, contracenando com Kate Winslet e Hugh Jackman. Ele também dirigiu sua primeira ópera, uma montagem de Manon Lescaut, de Puccini, no Teatro Regio Torino.

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Reno, que se comunicou exclusivamente em seu idioma materno, o espanhol, durante os primeiros 11 anos de sua vida, também é fluente em francês, italiano, inglês e japonês. Ele divide seu tempo entre Paris e Nova York.

ALFRED MOLINA (Pepperidge) é um ator renomado e versátil, com mais de 70 produções de cinema, teatro e televisão em seu currículo.

Recentemente, Molina concluiu as filmagens do longa-metragem de Mike Newell para a Disney, The Prince of Persia, com Jake Gyllenhaal e Ben Kingsley, e a versão de Julie Taymor de A Tempestade (The Tempest), com Helen Mirren, Chris Cooper & Djimon Hounsou. Além disso, foi visto no longa independente, Nothing Like the Holidays, com John Leguizamo e Debra Messing bem como em The Little Traitor, dirigido por Lynn Roth e produzido por Marilyn Hall. Em breve, será visto em An Education, com Emma Thompson e Peter Sarsgaard, que estreou no último Festival de Cinema de Sundance.

Em 2007, atuou na montagem off-Broadway da peça de Patrick Mawber, Howard Katz, no Roundabout Theatre. Também foi visto no filme da Miramax, o Vigarista do Ano (Hoax), co-estrelado por Richard Gere e dirigido por Lasse Hallstrom, que também dirigiu Molina em Chocolate (Chocolat) de 2000. Além disso, estrelou a minissérie da TNT, The Company, com Michael Keaton e Chris O‘Donnell, produzida por sir Ridley Scott e John Calley, e foi visto ainda no telefilme da HBO, As You Like It, co-estrelado por Bryce Dallas Howard e dirigido por Kenneth Branagh.

Em 2006, Molina estrelou O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) dirigido por Ron Howard para a Sony Pictures. Também para os estúdios Sony, havia criado o papel revolucionário de Doc em Homem-Aranha 2 (Spider-Man 2), de 2004, dirigido por Sam Raimi. Ele também atuou na montagem do Mark Taper Forum de The Cherry Orchard, com Annette Bening. Sua carreira no teatro foi

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reconhecida com duas indicações ao prêmio Tony, com Um Violinista no Telhado (Fiddler on the Roof) e Art, e consagrada com um Drama Desk Award e um Outer Circle Critics Award com Art.

Seus créditos cinematográficos incluem ainda Frida, com Salma Hayek, Edward Norton, Geoffrey Rush e Ashley Judd, que lhe valeu indicações aos prêmios de Melhor Ator Coadjuvante do BAFTA, do Screen Actors Guild (o Sindicato dos Atores de Cinema), da Associação de Críticos de Cinema de Chicago e da Broadcast Critics Association. Também atuou no thriller da Columbia Pictures, Identidade (Identity), contracenando com John Cusack, Ray Liotta e Amanda Peet, no filme de Jim Jarmusch, Sobre Café e Cigarros (Coffee and Cigarettes), e Undertaking Betty, uma comédia com Brenda Blethyn, Naomi Watts e Christopher Walken.

Molina fez sua estreia cinematográfica em Os Caçadores da Arca Perdida (Raiders of The Lost Ark) e interpretou o inesquecível marinheiro soviético de Letter to Brezhnev. Em 1987, chamou atenção no papel de Kenneth Halliwell, o amante trágico de Joe Orton em O Amor Não Tem Sexo (Prick Up Your Ears). Em 1998, foi elogiado por seu desempenho vigoroso no longa de Paul Thomas Anderson, Boogie Nights – Prazer Sem Limites (Boogie Nights), vencedor do prêmio Screen Actors Guild Award de Melhor Elenco de Produção de Cinema. Seus créditos cinematográficos incluem Impostores (The Imposters), Anna Karenina, A Experiência (Species), Tudo Por Um Sonho (The Perez Family), Maverick, Um Sonho de Primavera (Enchanted April), Pete’s Meteor, Nunca Sem Minha Filha (Not Without My Daughter), Polícia Desmontada (Dudley-Do-Right) e Texas Rangers. Na televisão, foi produtor e astro do humorístico da CBS, Ladies Man, co-estrelando com Sharon Lawrence e Betty White.

Fez sua estreia na Broadway, em 1998, na peça premiada com o Tony, Art, contracenando com Alan Alda e Victor Garber. Além de ter sido indicado ao

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Tony de Melhor Ator, esse desempenho deu a Molina o prêmio Drama Desk. A montagem também foi honrada com o Outer Circle Critics Award de Melhor Elenco. Outros desempenhos teatrais dignos de destaque incluem o papel de protagonista na montagem off-Broadway de Molly Sweeney, que lhe deu um Theatre World Award e uma indicação ao Drama Desk Award de Melhor Desempenho de Estreia. Seus créditos teatrais adicionais incluem duas grandes montagens da Royal National Theatre, Night of the Iguana, e Speed the Plow, de David Mamet, com a qual foi indicado ao prêmio Olivier Award de Melhor Desempenho Cômico; e Serious Money, montada no Royal Court Theatre e no West End. O ator também foi indicado ao prêmio Olivier Award com seu desempenho em Oklahoma, no Palace Theatre.

Os inúmeros créditos cinematográficos de EMILY MORTIMER (Nicole) incluem seu papel revelação no aclamado Lovely & Amazing, uma fábula cômica e açucarada sobre quatro mulheres azaradas, mas que não se deixam abater, e as lições que aprendem enquanto lidam com as exigências absurdas de suas neuroses individuais. O desempenho de Mortimer no filme lhe valeu a aclamação geral da crítica e um prêmio Independent Spirit Award, em 2003.

Mais recentemente, a atriz foi vista numa série de sucessos de crítica e de público, incluindo O Cinturão Vermelho (Redbelt), de David Mamet, o suspense de Brad Anderson, Transsiberian, a comédia emocionante, Lars and the Real Girl, a comédia romântica, Chaos Theory, e Ponto Final (Match Point) de Woody Allen, após ter atuado no primeiro filme, A Pantera Cor-de-Rosa (The Pink Panther).

Sua filmografia diversificada inclui ainda Querido Frankie (Dear Frankie), de Shona Auerbach, como a mãe solteira pobre que se muda para uma cidade da costa escocesa com o filho surdo; O Jovem Adam (Young Adam), uma produção independente do autor e diretor estreante, David Mackenzie, estrelada por Ewan

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McGregor, que deu a Mortimer indicações ao prêmio Empire Awards de Melhor Atriz Inglesa de 2004 e ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante, no mesmo ano, da Associação de Críticos de Cinema de Londres; encabeçou o grande elenco da estreia diretorial de Stephen Fry, Bright Young Things; Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill); Love’s Labour’s Lost, de Kenneth Branagh; o premiado Elizabeth, de Shekhar Kapur; O Santo, (The Saint); A Sombra e a Escuridão (The Ghost and the Darkness); Baladas, Rachas e Um Louco de Kilt (The 51 st State), com Robert Carlyle e Samuel L. Jackson; Pânico 3 (Scream 3), de Wes Craven; Duas Vidas (The Kid), ao lado de Bruce Willis; e o filme independente Uma Esposa Para Dois Irmãos (A Foreign Affair), de Helmut Schleppi.

Paralelamente aos seus inúmeros projetos cinematográficos, Emily interpretou o papel recorrente de Phoebe (por quem o personagem de Alec Baldwin, Jack McBrayer, tem um interesse amoroso) na temporada atual do aclamado seriado televisivo, 30 Rock, e emprestou a voz ao personagem da jovem Sophie, em Howl’s Moving Castle, dos estúdios Walt Disney, dirigido pelo renomado animador japonês Hayao Miyazaki (lançado em 2004). Ela também estrelou diversas produções televisivas da BBC.

Seus créditos teatrais incluem as montagens de O Mercador de Veneza (The Merchant of Venice), no Lyceum Theatre, e The Lights, no Royal Court. Enquanto cursava Inglês na Universidade de Oxford, estrelou várias montagens teatrais, em papéis como Ophelia, na montagem de Hamlet do Oxford Shakespeare Festival; Gertrude, de Hamlet; Lady Nijo/Winn, de Top Girls, no Festival de Edimburgo de 1992; Miss Burstner/Leni, em The Trial, no Oxford Playhouse, e Helena, em Sonhos de Uma Noite de Verão (A Midsummer Night’s Dream), no Old Fire Station, de Oxford. Ela também montou, dirigiu e atuou na produção de Don Juan, premiada com o Drama Cupper de 1990.

Mortimer nasceu em Londres, Inglaterra. Ela é filha do famoso autor John Mortimer e de Penelope Glossop. Ela cursou a prestigiosa St. Paul‘s Girls

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School, de Barnes, Londres. Em seguida, estudou Inglês e Russo na Universidade de Oxford, de 1990 a1994. Ela se casou com o ator Alessandro Nivola, em 2002, e o casal teve o seu primeiro filho em 2003.

AISHWARYA RAI BACHCHAN (Sonia) é uma das estrelas mais famosas de Bollywood, a indústria de filmes indianos. A namoradinha da Índia estourou no cenário mundial quando com sua beleza deslumbrante, seu porte elegante e sua inteligência lhe deram o título de Miss Mundo, em 1994. Esta ex-estudante de arquitetura de 1,69cm logo se tornou uma das modelos mais famosas da Índia, estrela de uma prestigiosa campanha da Pepsi e estampando a capa da revista Vogue. Os maiores diretores indianos de Bollywood logo disputavam a presença de Ash em seus projetos. Fez sua estreia no cinema no filme de Mani Rathnam, Iruvar (1997), recebendo elogios da crítica, e recebeu o prêmio de Melhor Atriz Estreante com o filme de Rahul Rawail …Aur Paar Ho Gaya (1997). Em 2000, foi eleita Melhor Atriz pela FilmFare e Zee Cine por seu trabalho em Hum Dil De Chuke Sanam, de Sanjay Leela Bhansali. Neste mesmo ano, foi indicada ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por sua participação especial em Mohabbatein, de Aditya Chopra. Em 2001, Ash foi indicada ao prêmio FilmFare de Melhor Atriz Award com Hamara Dil Aapke Paas Hai, de Satish Kaushik.

Ela continuou sua ascensão para o estrelado, em 2002, trabalhando novamente com Sajay Leela Bhansali, em Devdas. Devdas é o filme mais caro e mais bem sucedido da história de Bollywood. Ele se tornou a primeira produção de Bollywood a ganhar uma exibição especial no Festival de Cinema de Cannes daquele ano e bateu recordes de bilheteria na Índia e nos EUA.

O ano de 2003 lhe trouxe oportunidades ainda mais incríveis. Rai Bachchan se tornou a primeira indiana a integrar o júri do Festival de Cinema de Cannes. Ela também é a mais nova representante do dream team de elite da L'Oreal, unindose a beldades como Catherine Deneuve e Beyonce como embaixatriz mundial

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da empresa. Ela estampou as capas da India Today e da respeitada revista Time. A Time também incluiu seu nome na lista das ―100 Pessoas Mais Influentes do Mundo na Atualidade‖. Ela já estampou inúmeras capas de publicações internacionais nos EUA, Reino Unido, China, Rússia, Israel, Emirados Árabes, Itália, Espanha, México e França. Ela também foi citada na "Hot List" anual da revista Rolling Stone, na lista das Mulheres Mais Atraentes do Mundo da revista Hello, nas revistas Stuff, FHM, na V-Life da Variety, na GQ, na revista do New York Times, Harper’s & Queen, e várias outras.

Em 2004, Rai Bachchan estrelou seu primeiro filme em língua inglesa, A Noiva Indecisa (Bride & Prejudice). Ela também se tornou a primeira mulher indiana a ser imortalizada em cera no famoso museu de cera Madame Tussaud, de Londres.

Em 2005, ela apresentou-se nos programas 60 Minutes, The Late Show With David Letterman e no programa de televisão mais assistido do planeta, The Oprah Winfrey Show. Sua recente participação no programa de maior audiência da BBC, HardTalk Extra, foi vista em 200 países.

Atualmente, ela é capa das revistas Cosmopolitan, Emirates Woman, Paris Match, Cine Blitz, America Way e America Magazine.

A carreira de Rai Bachchan continua em franco crescimento. Em 2006, ela foi vista em Sabor da Paixão (Mistress of Spices), do diretor Paul Berges, em Provoked, de Jag Mundhra, Umrao Jaan, de J. P. Dutta, Dhoom 2, de Sanjay Gadhvi, e Guro, de Mani Ratnam.

Em 2007, atuou no lançamento do lendário produtor de cinema Dino De Laurentiis, A Última Legião (The Last Legion), contracenando com Colin Firth e sir Ben Kingsley. Em abril, Aishwarya se casou com o ator Abhishek Bachchan.

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Ela será vista no aguardado épico do famoso diretor Ashutosh Gowariker, Jodhaa Akbar.

A rainha de Bollywood está atualmente em negociações para estrelar duas grandes produções cinematográficas e já tem filmes fechados até 2010.

ANDY GARCIA (Vincenzo) é um artista versátil e consagrado enquanto ator, produtor, diretor, compositor e músico.

Em 2006, fez sua estreia na direção com o filme A Cidade Perdida (The Lost City), projeto que desenvolveu por 17 anos, produzido em associação com a companhia produtora do ator, CineSon Productions. Garcia também compôs a trilha original do filme e produziu a trilha sonora com algumas das maiores lendas da música cubana.

A Cidade Perdida deu a Garcia os prêmios Image Awards de 2006 de Melhor Diretor e Melhor Filme. Ele também recebeu uma indicação ao prêmio Alma Awards de 2007 de Melhor Direção.

Há pouco, concluiu as filmagens de City Island, produzido por ele sob a bandeira da CineSon Productions e co-estrelado por Julianna Margulies, Emily Mortimer, Steven Strait, Alan Arkin e sua filha, Dominik Garcia-Lorido. O filme é escrito e dirigido por Raymond De Felitta. Ele também será visto em New York, I Love You, dirigido por Wen Jiang, a ser lançado este ano, e em La Linea, dirigido por James Cotton e co-estrelado por Ray Liotta. Mais recentemente, estrelou o drama policial independente, Ligados Pelo Crime (The Air I Breathe), exibido em sua estreia no Festival de Cinema de Tribeca de 2007 e lançado comercialmente em janeiro de 2008; e dublou o pastor alemão do filme live action dos estúdios Walt Disney lançado em outubro de 2008, Perdido Pra Cachorro (Beverly Hills Chihuahua), co-estrelando com Drew Barrymore, Salma Hayek e George Lopez.

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Também estrelou o filme de Joe Carnahan, A Última Cartada (Smokin’ Aces). Seus créditos cinematográficos recentes incluem ainda o papel-título no drama biográfico, Modigliani, do qual também foi produtor executivo; e o suspense de Philip Kaufman, A Marca (Twisted), com Ashley Judd e Samuel L. Jackson. Além disso, integrou o elenco de grandes nomes reunido por Steven Soderbergh em Onze Homens e Um Segredo (Ocean’s Eleven), Doze Homens e Outro Segredo (Ocean’s Twelve) e 13 Homens e um Novo Segredo (Ocean’s Thirteen).

Garcia recebeu indicações ao Oscar® e ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante por seu papel no terceiro filme de Francis Ford Coppola, O Poderoso Chefão – Parte 3 (The Godfather Part III) em 1990. Ele também recebeu uma indicação ao Emmy e sua segunda indicação ao Globo de Ouro por seu retrato do lendário trompetista cubano Arturo Sandoval, na telebiografia da HBO, de 2000, For Love of Country – The Arturo Sandoval Story. Como produtor executivo do telefilme, Garcia também foi indicado ao Emmy de Melhor Telefilme. O filme foi ainda indicado ao Globo de Ouro de Melhor Minissérie ou Telefilme. Além disso, produziu a trilha sonora do filme premiada com o Emmy, apresentando a música de Arturo Sandoval. O filme ganhou ainda dois prêmios ALMA de Melhor Telefilme e de Melhor Elenco Latino de Filme ou Minissérie de TV.

Em 1991, Garcia fundou a sua própria produtora, a CineSon Productions, que bancou a produção da estreia de Garcia na direção, o documentário Cachao… Como su Ritmo no Hay Dos (Like His Rhythm There is no Other), sobre o lendário co-criador do Mambo, Israel López ―Cachao‖. Na arena musical, produziu e tocou nos volumes 1 e 2 de Cachao –- Master Sessions (Crescent Moon/Sony). O primeiro volume ganhou um Grammy em 1994 e o segundo foi indicado ao Grammy em 1995. O CD ―Cachao – Cuba

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Linda (EMI Latin), produzido pelo selo fonográfico CineSon de Garcia, foi indicado ao Grammy em 2001 e ao Grammy Latino em 2000. Garcia E Garcia ganhou ambos, o Grammy e o Grammy Latino, em 2004, por sua última colaboração com Israel Lopez, Cachao, Ahora Si! (Univision), sua quarta gravação pelo selo CineSon, lançada em 2004. O polivalente Andy Garcia compôs ainda quatro canções para a trilha sonora do filme Disputa em Família (Steal Big, Steal Little), no qual também atua; e escreveu, produziu e executou várias músicas para a trilha sonora de Meu Adorável Sonhador (Just The Ticket), filme que ele produziu e estrelou

Nascido em Havana, Garcia tinha apenas cinco anos quando sua família fugiu para a Flórida depois que Fidel Castro assumiu o governo de seu país natal. Ele começou a carreira de ator no teatro local, antes de se mudar para Los Angeles para tentar a sorte em Hollywood. Destacou-se inicialmente no filme de Hal Ashby, Morrer Mil Vezes (8 Million Ways to Die), atuando em seguida em filmes como Os Intocáveis (The Untouchables), de Brian De Palma, Chuva Negra (Black Rain), de Ridley Scott, Justiça Cega (Internal Affairs), de Mike Figgis, Volta a Morrer (Dead Again), de Kenneth Branagh, Herói PorAcidente (Hero), de Stephen Frears, Quando um Homem ama uma Mulher (When A Man Loves A Woman), de Luis Mandoki, Coisas para Fazer em Denver Quando Você Está Morto (Things to Do in Denver When You’re Dead), de Gary Fleder, Sombras das Lei (Night Falls on Manhattan), de Sidney Lumet, e Medidas Desesperadas (Desperate Measures), de Barbet Schroeder.

Garcia foi honrado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, o prêmio de Astro do Ano da Associação Nacional de Exibidores, o prêmio PRISM, o prêmio Harvard University Foundation Award e o Hispanic Heritage Award For the Arts. Também recebeu um Champion Award da Oscar de la Hoya Foundation, o prêmio de Pai do Ano do Father‘s Day Council e um doutorado honorário em Artes pela Universidade St. John‘s. Em 2005, a Johnson Cancer Center Foundation da UCLA honrou Garcia com o prêmio Gil Nickel

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Humanitarian Award. Garcia também recebeu o maior prêmio da Indie Producer pela sua contribuição para o cinema e a ALMA o honrou com o prêmio Anthony Quinn de Excelência no Cinema. Em junho de 2006, o Festival de Cinema Karlovy Vary honrou-o com o prêmio Crystal Globe por sua contribuição artística. Recebeu ainda o Moet-Hennessey Privilege Award no Image Awards de Beverly Hills, o prestigioso prêmio da Covenant House, Dove Award, que reconhece exemplos que encontraram tempo de envolver em trabalhos comunitários locais com jovens em situações de risco. Em junho de 2007, Garcia foi honrado com o prêmio Vision Awards de Artista do Ano e serviu como co-chair honorário e apresentador da noite de abertura do Festival de Cinema de Los Angeles. Este ano, Andy foi reconhecido com o Outstanding American by Choice, um prêmio outorgado pelo Departamento de Cidadania e pelo Serviço Nacional de Imigração dos EUA.

LILY TOMLIN (Sra. Berenger), uma das maiores comediantes dos EUA, continua a se aventurar numa variedade cada vez mais espantosa de mídias, incluindo a televisão, o teatro, o cinema, a animação e vídeos. Ao longo de sua extraordinária carreira no cinema, ela recebeu inúmeros prêmios, incluindo: seis Emmys; um Tony por seu show solo na Broadway, Appearing Nitely; um segundo Tony de Melhor Atriz, um Drama Desk Award e o Outer Critics‘ Circle Award pelo espetáculo solo de Jane Wagner, The Search for Signs of Intelligent Life in the Universe; um CableAce Award como produtora executiva da adaptação cinematográfica de The Search…; um Grammy por seu disco de comédia, This is a Recording, bem como outras indicações para seus discos subseqüentes, Modern Scream, And That's the Truth e On Stage; e dois prêmios Peabody Awards – o primeiro com seu especial televisivo da ABC, Edith Ann’s Christmas: Just Say Noel, e o segundo como narradora e produtora executiva do telefilme da HBO, The Celluloid Closet.

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Tomlin nasceu em Detroit, Michigan e cresceu num bairro operário próximo a uma das áreas mais abastadas da cidade. Embora alegue não ter sido uma criança engraçada, ela admite que "sabia exatamente quem era e copiava todo seu material da telinha da TV‖. Suas atrizes favoritas eram Lucille Ball, Bea Lillie, Imogene Coca e Jean Carroll, uma das primeiras comediantes ao estilo stand-up a se apresentar no The Ed Sullivan Show. Depois de concluir o colegial, Tomlin matriculou-se na Wayne State University para cursar Medicina, mas suas matérias eletivas em artes cênicas a levaram a deixar a faculdade para se apresentar em cafeterias locais. Ela se mudou para Nova York em 1965, onde logo conquistaria uma legião de fãs apresentando-se em locais famosos como The Improvisation, Cafe Au Go GO e Upstairs at the Downstairs, onde ela posteriormente se apresentou como número de abertura para a lendária Mabel Mercer, no Downstairs Room.

Tomlin fez sua estreia na televisão, em 1966, no The Garry Moore Show, tendo feito inúmeras participações memoráveis no The Merv Griffin Show, o que a levou a se mudar para a Califórnia, onde atuou regularmente no Music Scene. Em dezembro de 1969, entrou para o elenco do campeão de audiência, LaughIn, e logo alcançou o estrelato nacional com sua personagem Ernestine, uma telefonista grosseira, e Edith Ann, uma encapetada menina de 6 anos. Quando Laugh-In saiu do ar, Tomlin foi co-redatora, com Jane Wagner, e estrelou seis especiais humorísticos televisivos: The Lily Tomlin Show (1973), Lily (1973), Lily (1974), Lily Tomlin (1975), Lily: Sold Out (1981) e Lily for President? (1982), que lhe deu três prêmios Emmy e um Writers Guild of America Award. Ela também estrelou o especial da HBO sobre a epidemia da AIDS, E a Vida Continua (And the Band Played On, 1993) e fez participações especiais em inúmeras produções da TV, como Homicide, Arquivo X (X-Files) e Will e Grace, e viveu durante dois anos o papel da chefe do popular seriado da CBS, Murphy Brown. Ela também pode ser ouvida dublando a voz da professora de ciências, srta. Frizzle, do popular seriado infantil de animação, The Magic School Bus, que lhe deu um Emmy.

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No cinema, fez sua estreia no papel de Linnea, uma cantora gospel mãe de dois filhos surdos no filme de Robert Altman, Nashville (1975); seu desempenho memorável lhe deu uma indicação ao Oscar® e os prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante da New York Film Critics e das National Society of Film Critics. Em seguida, co-estrelou com Art Carney no papel de uma aspirante a atriz que vive à margem de Hollywood em A Última Investigação (The Late Show, 1977), de Robert Benton, co-estrelou com John Travolta no papel de uma dona de casa solitária em A Cada Momento (Moment By Moment, 1978), de Jane Wagner, e com Jane Fonda e Dolly Parton na comédia do falecido Colin Higgin, 9 to 5 (1980). Viveu a chefe de família que se torna A Incrível Mulher Que Encolheu (The Incredible Shrinking Woman, 1981), escrito por Jane Wagner, e uma milionária excêntria que invade o corpo de Steve Martin na popular comédia de Carl Reiner, Um Espírito Baixou em Mim (All of Me, 1984). Ela voltou a contracenar com Bette Midler em Cuidado com as Gêmeas (Big Business, 1988).

Nos anos 90, estrelou a adaptação cinematográfica de The Search for Signs of Intelligent Life In the Universe (1991); integrou o elenco de grandes astros do longa de Woody Allen, Neblina e Sombras (Shadows e Fog, 1992); co-estrelou com Tom Waits no filme de Robert Altman, Short Cuts – Cenas da Vida (Short Cuts, 1993); interpretou a srta. Jane Hathaway na adaptação cinematográfica do popular seriado da TV, A Família Buscapé (The Beverly Hillbillies, 1993), fez participações especiais em The Player (1992) e Sem Fôlego (Blue in the Face, 1995), estrelou o lançamento da Miramax, Procurando Encrenca (Flirting With Disaster, 1996) e co-estrelou com Jack Lemmon, Dan Akroyd e Bonnie Hunt em Meu Vizinho Suspeito (Getting Away com Murder, 1996). Tomlin co-estrelou com Richard Dreyfuss e Jenna Elfman no filme da Buena Vista, A Tribo dos Krippendorf (Krippendorf’s Tribe, 1998) e com Maggie Smith, Judi Dench, Joan Plowright e Cher no filem de Franco Zeffirelli, Chá com Mussolini (Tea com Mussolini, 1999). Em seguidas, co-estrelou com Bruce Willis em Duas Vidas

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(The Kid, 2000), da Disney, fez uma participação especial em Correndo Atrás do Diploma (Orange County, 2002), co-estrelou com Dustin Hoffman em Huckabees – A Vida É uma Comédia (I ♥ Huckabees), uma comédia de David O. Russell que explora as idiossincrasias emocionais da vida (2004). Mais recentemente, foi vista em A Última Noite (A Prairie Home Companion, 2006), escrito por Garrison Keillor e dirigido por Robert Altman, no qual ela e Meryl Streep cantam juntas. Em seguida, foi vista em no filme de Paul Schrader, The Walker (2007), co-estrelando com Woody Harrelson, Kristin Scott-Thomas e Lauren Bacall. Pelo conjunto de sua extensa obra no cinema, Tomlin recebeu o Crystal Award de Mulheres no Cinema.

Em 2002, entrou para o elenco do seriado de sucesso NBC, The West Wing, interpretando a assistente do presidente Bartlett, Debbie Fiderer – um papel que lhe deu uma indicação ao Screen Actors Guild de Melhor Atriz de Seriado de 2003. Tomlin deu vida a Debbie até 2006, na temporada final de West Wing. No outono de 2003, ela foi honrada com o Mark Twain Prize for American Humor, em Washington DC. Continuou se apresentando pelo país e, em 2006, levou suas personagens para a Austrália em uma turnê por Sydney e Melbourne. Na temporada atual, também pode ser vista no seriado de grande audiência, Desperate Housewives.

Recentemente, Tomlin associou-se a um site dirigido às mulheres, www.WOWOWOW.com, onde participa juntamente com outras celebridades como Whoopi Goldberg, Candice Bergen, Liz Smith, Jane Wagner, Peggy Noonan, Marlo Thomas e Leslie Stahl, da criação de uma comunidade online de mulheres, administrada por mulheres para mulheres de todas as idades e origens.

O site pessoal e mágico de Tomlin é uma colaboração de Lily Tomlin, Jane Wagner, Allee Willis, e do divertido e criativo artista BUBBLES. A carreira

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completa de Lily em ilustrações, textos, fotos e vídeos pode ser encontrada em www.lilytomlin.com.

JOHN CLEESE (Inspetor-Chefe Dreyfus) é, há muito tempo, um dos comediantes mais inovadores e influentes da indústria. O público atual o reconhece nas telas no papel do novo ―Q‖ do filme de James Bond, 007 – Um Novo Dia Para Morrer ( Die Another Day) – após ter sido promovido de ―R‖, em 007- O Mundo Não é o Bastante (The World is Not Enough) – e no papel de Nick Quase-Sem-Cabeça, da franquia Harry Potter. Ele dublou o rei Harold em Shrek 2 e Shrek 3 (Shrek the Third). Recentemente, no papel de Lyle Finster, na sitcom da NBC Television, Will & Grace, recebeu a sua terceira indicação ao Emmy (já tendo vencido o prêmio com sua participação especial em Cheers, e tendo sido indicado por sua participação especial em 3rd Rock from the Sun). Mais recentemente, atuou em O Dia em Que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still).

Cleese nasceu na Inglaterra e conheceu a fama no seriado humorístico clássico que revolucionou a comédia, Monty Python’s Flying Circus, co-estrelado e também co-escrito por ele. A série começou a ser exibidas pela BBC em 1969, tornou-se um grande sucesso cult na Europa e conquistou uma legião igualmente fiel de fãs após suas estreia nos EUA, em 1972. A série originou várias adaptações cinematográficas, Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (Monty Python and the Holy Grail), A Vida de Brian (The Life of Brian) e The Meaning of Life. Ele também participou dos vídeos, CDs e especiais subsequentes do Monty Python.

Em 1988, Cleese co-escreveu, foi produtor executivo e estrelou a comédia popular, Um Peixe Chamado Wanda (A Fish Called Wanda), que lhe deu indicações ao Oscar® e ao BAFTA de Melhor Roteiro Original, e ganhou um BAFTA e foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator. Ele também co-

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escreveu, produziu e estrelou a continuação, Ferocidade Máxima (Fierce Creatures). Seus créditos cinematográficos adicionais incluem As Panteras Detonando (Charlie’s Angels: Full Throttle), Perdidos em Nova York (The Out-ofTowners), Rat Race, O Livro da Selva (The Jungle Book), Frankenstein de Mary Shelley (Mary Shelley’s Frankenstein), Silverado, O Homem Que Perdeu a Hora (Clockwise), Os Bandidos do Tempo (Time Bandits) e The Great Muppet Caper.

Cleese co-escreveu e estrelou Fawlty Towers, o humorístico televisivo passado em um resort litorâneo na Inglaterra (no qual interpretou o hoteleiro que empresta seu nome ao seriado, Basil Fawlty), que lhe deu um prêmio BAFTA. Fawlty Towers figura com freqüência na lista dos 10 melhores programas humorísticos de todos os tempos. No seu tempo livre, John cria galinhas e está tentando salvar o planeta.

SOBRE OS CINEASTAS

Com grande talento para contar histórias divertidas e acessíveis de grande magia visual, HARALD ZWART é um dos maiores nomes da nova geração internacional de cineastas. Fluente em três idiomas, o cineasta holandês conseguiu derrubar barreiras culturais para tocar os corações e mentes de espectadores de todas as procedências e idades.

Zwart nasceu na Holanda e cresceu em Fredrikstad, na Noruega, onde começou a fazer filmes com apenas oito anos de idade. Estudou na prestigiosa Dutch Film Academy, em Amsterdã. Quando ainda era estudante, seu filme, Gabriel's Surprise, foi exibido na televisão escandinava e ele passou a receber convites para dirigir comerciais de TV, tornando-se um dos mais bem-sucedidos diretores de publicidade e videoclipes da Europa. Foi agraciado com diversos prêmios, incluindo o de Diretor do Ano (1998) no London's Midsummer Awards.

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Seus créditos em campanhas comerciais incluem filmes publicitários para BMW Mini, ING, Sky Television e Nokia. Devido à sua experiência no cinema, ele sempre é convocado para depoimentos de celebridades, incluindo os de Jose Mourinho, Michael Douglas, John Travolta e o de Richard Gere para a Lancia.

Em 1997, fez sua estreia como diretor dramático com Comando 007 (Commander Hamilton), uma minissérie em quatro episódios da televisão escandinava. Estrelada pela atriz premiada com o Oscar®, Lena Olin (A Insustentável Leveza do Ser/The Unbearable Lightness of Being), Mark Hamill (da trilogia Guerra nas Estrelas/Star Wars) e Peter Stormare (Os Bad Boys II, Minority Report), a minissérie foi aclamada pelo público e pela crítica. Subsequentemente, sua adaptação cinematográfica em longa-metragem se tornou a maior bilheteria do ano naquela região.

Por conta desse sucesso, Zwart começou a receber propostas de Hollywood. Ele foi o primeiro diretor norueguês a ser aceito como membro do Director's Guild of America e foi incluído pela Variety na lista dos "10 Diretores Mais Promissores‖. Seu filme de estreia, Que Mulher É Essa (One Night at McCool), de 2001, foi estrelado por Liv Tyler, Michael Douglas, Matt Dillon e Paul Reiser. Uma comédia de humor negro sobre três homens que se apaixonam pela mesma mulher na mesma noite, o filme demonstrou o talento de Zwart dirigindo uma narrativa complexa, com humor cortante e um elenco inspirado.

Zwart dirigiu em seguida O Agente Teen (Agent Cody Banks), um filme de ação e aventura estrelado por Frankie Muniz e Hilary Duff na história de um agente secreto adolescente. Ele se envolveu tanto no projeto que, posteriormente, criou a história de O Agente Teen 2 (Cody Banks II).

Atualmente, Zwart trabalha na pré-produção da refilmagem de The Karate Kid, que será rodado na China com Jaden Smith e Jackie Chan.

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Harald Zwart, que divide seu tempo entre Los Angeles e Oslo, continua a dirigir filmes publicitários e a desenvolver projetos em longa-metragem por intermédio da Zwart Arbeid, a produtora que ele fundou com Veslemoey Ruud Zwart.

SCOTT NEUSTADTER & MICHAEL H. WEBER (Roteiro / Argumento) se conheceram em 1999 quando Weber se candidatou a um estágio e Neustadter o contratou para a vaga. Desde que venderam seu primeiro roteiro em 2005, já escreveram filmes para os estúdios Sony, Universal, 20th Century Fox, Paramount e Fox Searchlight, incluindo o semi-autobiográfico (500) Days of Summer.

Neustadter nasceu em Margate, NJ, e atualmente mora em Los Angeles. Ele adora a música pop britântica e o filme A Primeira Noite de Um Homem (The Graduate). Weber nasceu em Manhattan, de onde nunca pretende se mudar. Jamais. Ambos foram incluídos recentemente na lista de 10 Roteiristas Mais Promissores da Variety.

ROBERT SIMONDS (Produtor) é um dos produtores de comédia mais prolíficos de Hollywood.

No início de sua carreira, Simonds se tornou um dos executivos de cinema mais jovens de Hollywood quando, imediatamente depois de formado, foi contratado como estagiário de produção da MGM. Pouco depois, ele desenvolveu e produziu seu primeiro longa-metragem, O Pestinha (Problem Child), o filme de maior faturamento do estúdio naquele ano, o que o jovem de 26 na invejável posição de ser um bem sucedido produtor de cinema. Continuou solidificando e expandindo o prestígio que conquistou no mercado com seu primeiro filme, aventurando-se num subgênero da comédia que dominou o mercado

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adolescente por uma década, incluindo sucessos como Billy Madison – Um Herdeiro Bobalhão (Billy Madison), Um Maluco no Golfe (Happy Gilmore), Pra Lá de Bagdá (Half Baked), Recém-Casados (Just Married) e Afinado no Amor (The Wedding Singer).

Recentemente, concentrou-se em filmes de apelo mais amplo para o grande público, como O Rei da Água (The Waterboy), O Paizão (Big Daddy), Herbie: Meu Fusca Turbinado (Herbie: Fully Loaded) e Os Seus, os Meus e os Nossos (Yours, Mine and Ours).

Produziu também Doze é Demais (Cheaper by the Dozen) e A Pantera Cor-deRosa (The Pink Panther), ambos estrelados por Steve Martin.

Os mais de 30 longas-metragens de Simonds somam um faturamento de mais de US$ 3 bilhões de dólares.

IRA SHUMAN (Produtor Executivo) trabalhou com Robert Simonds em inúmeras ocasiões. Foi coprodutor da comédia Recém-Casados (Just Married), estrelada por Ashton Kutcher e Brittany Murphy, e de Doze é Demais (Cheaper by the Dozen), estrelada por Steve Martin e Bonnie Hunt. Foi coprodutor também de Taxi, estrelado por Queen Latifah e Jimmy Fallon, Os Seus, os Meus e os Nossos (Yours, Mine and Ours), estrelado por Rene Russo e Dennis Quaid, Joe Dirt, e de quatro filmes de Adam Sandler: O Rei da Água (The Waterboy), Afinado no Amor (The Wedding Singer), À Prova de Balas (Bulletproof) e Os Cabeças-de-Vento (Airheads).

Shuman cursou a School of Visual Arts de Nova York. Começou a carreira trabalhando na produção de comerciais antes de exercer o cargo gerente de produção executiva da Walt Disney Television. Seus créditos cinematográficos adicionais incluem Spot – Um Cão da Pesada (See Spot Run), estrelado por

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David Arquette, Cinco Evas e Um Adão (Head Over Heels), Screwed, Pra Lá de Bagdá (Half-Baked), Deu Tudo Errado (Mr. Wrong), Estranhos Prazeres (Strange Days) e Extra! Extra! (Newsies).

SHAWN LEVY (Produtor Executivo) dirigiu e foi produtor executivo do piloto televisivo do canal WB, Pepper Dennis, estrelado por Rebecca Romijn, como parte do seu acordo de produção com a 20th Century Fox Television.

Anteriormente, dirigira Steve Martin em A Pantera Cor-de-Rosa (The Pink Panther) e no blockbuster de fim de ano, Doze é Demais (Cheaper by the Dozen). Sua comédia romântica, Recém-Casados (Just Married), estrelada por Ashton Kutcher e Brittany Murphy, arrecadou mais de US$ 100 milhões de dólares em todo o mundo.

Em 2002, dirigiu a comédia de sucesso, Big Famiy Fat Liar, com Frankie Muniz, Paul Giamatti e Amanda Bynes.

Bacharelado em Teatro aos 20 anos pela Universidade de Yale, cursou posteriormente o programa de mestrado em Produção Cinematográfica na USC, onde produziu e dirigiu o curta-metragem, Broken Record. O curta venceu a Medalha de Ouro do Festival de Cinema de Chicago, além de ter sido selecionado para exibição no Directors Guild of America. Após seu bem aceito filme estudantil, Shawn passou vários anos dirigindo, escrevendo e trabalhando como produtor de produções televisivas. Seus pilotos para The Famous Jett Jackson, So Weird, In a Heartbeat (todos para o Disney Channel) e Caitlin’s Way (do Nickelodeon) foram comprados e transformados em séries.

Levy trabalhou durante duas temporadas como produtor executivo de The Famous Jett Jackson, tendo também escrito e dirigido vários episódios da série. Acabou produzindo e dirigindo o telefilme premiado, Jett Jackson: The Movie.

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DENIS CROSSAN (Diretor de Fotografia) filmou pela primeira vez para o diretor Harald Zwart o sucesso O Agente Teen (Agent Cody Banks), estrelado por Frankie Muniz, Hillary Duff e Angie Harmon, mas a dupla já reeditou a parceria em uma série de filmes publicitários internacionais criativos e premiados.

Seus créditos no cinema incluem os filmes Eu Sem Você (Me Without You), dirigido por Sandra Goldbacher, estrelado por Anna Friel e Michelle Williams, indicado ao BAFTA de Melhor Filme; O Buraco (The Hole), dirigido por Nick Hamm e estrelado por Thora Birch e Embeth Davidtz; Casamento Clandestino (Clandestine Marriage), dirigido por Christopher Miles e estrelado por Joan Collins e Nigel Hawthorne, prêmio de Melhor Fotografia do Festival de Cinema de Newport Beach, Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (I Know What You Did Last Summer), dirigido por Jim Gillespie, estrelado por Jennifer Love Hewitt, Sara Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Freddie Prinze Jr., Incógnito (Incognito), dirigido por John Badham, estrelado por Jason Patric, Irene Jacob e Ian Holm, As Profecias de Nostradamus (Nostradamus), dirigido por Roger Christian, estrelado por Tcheky Karyo, F. Murray Abraham, Julia Ormand e Amanda Plummer, O Grande Assalto (The Real McCoy), dirigido por Russell Mulcahy e estrelado por Kim Basinger, Val Kilmer e Terrence Stamp, Silent Scream, dirigido por David Hayman e estrelado por Iain Glen, prêmio de Melhor Filme do BAFTA escocês e de Melhor Filme Britânico do Festival de Edimburgo.

RUSTY SMITH (Desenhista de Produção) formou-se pela Yale School of Drama, em 1986. Depois de uma breve carreira na Broadway e off-Broadway, com Blood Knot, de Athol Fugard, e The Good Times are Killing Me, de Lynda Barry, decidiu se mudar para Los Angeles, na costa leste dos EUA. Teve a sorte de conhecer o diretor Jay Roach e foi desenhista de produção dos filmes Esquentando o Alasca (Mystery Alaska), Austin Powers – O Agente Bom de Cama (Austin

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Powers in The Spy Who Shagged Me), Austin Powers – O Homem do Membro de Ouro (Austin Powers in Goldmember), Entrando Numa Fria (Meet the Parents) e Entrando Numa Fria Maior Ainda (Meet the Fockers). Foi indicado ao Emmy com o aclamado telefilme de Billy Crystal para a HBO, 61. Ele também se orgulha do seu trabalho com Harald Zwart em O Agente Teen (Agent Cody Banks) e com Jon Favreau em Um Duende em Nova York (Elf). Mais recentemente, foi desenhista de produção da adaptação da Sony Classics, O Clube de Leitura de Jane Austen (The Jane Austen Book Club) com o roteirista e diretor Robin Swicord. Smith mora em Encino com a mulher, a cantora e atriz, Connie Smith, e os filhos do casal, Jackson (12) e Emily (10).

JULIA WONG (Montadora) nasceu e foi criada na Filadélfia. Enquanto cursava a faculdade de Cinema da Temple University, foi reconhecida nacionalmente pela American Cinema Editors (A.C.E.) com um prêmio Eddy de Melhor Estudante de Montagem. Depois de ser montadora adicional do longametragem de Brett Ratner, Ladrão de Diamantes (After the Sunset), o cineasta recrutou Wong para montar alguns filmes de baixo orçamento que ele vinha produzindo, bem como seu piloto para a televisão, Prison Break. Pouco depois, ela montou o blockbuster de Ratner, X-Men – O Confronto Final (X-Men The Last Stand), juntamente com Mark Helfrich e Mark Goldblatt, o que valeu ao trio o prêmio Golden Satellite de Melhor Montagem. Seu projeto seguinte foi Maldita Sorte (Good Luck Chuck), a comédia romântica estrelada por Jessica Alba e Dane Cook.

JOSEPH G. AULISI (Figurinista), que também assinou os figurinos de As Panteras (Charlie’s Angels®), As Panteras Detonando (Charlie’s Angels®: Full Throttle) e Duplex, trabalha em cinema há mais de 25 anos. Paralelamente, criou os figurinos de dezenas de peças e musicais famosos da Broadway.

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Seus créditos cinematográficos incluem dois filmes do diretor Chris Columbus, Lado a Lado (Stepmom) e O Homem Bicentenário (Bicentennial Man), bem como Os Picaretas (Bowfinger), dirigido por Frank Oz e estrelado por Steve Martin e Eddie Murphy. São seus também os figurinos de três filmes dirigidos por Robert Benton: Fugindo do Passado (Twilight), com Paul Newman e Susan Sarandon, Um Casal Mais-Que-Perfeito (Nobody’s Fool), também estrelado por Newman, e Billy Bathgate – O Mundo a Seus Pés (Billy Bathgate), com Nicole Kidman e Dustin Hoffman.

Entre seus primeiros créditos no cinema, destacam-se Sombras da Lei (Night Falls on Manhattan), com direção de Sidney Lumet, Duro de Matar – A Vingança (Die Hard With a Vengeance), estrelado por Bruce Willis, Em Terreno Selvagem (On Deadly Ground), com Steven Seagal, Shaft, Nos Calcanhares da Máfia (The Pope of Greenwich Village) e Três Dias do Condor (Three Days of the Condor), estrelado por Robert Redford e dirigido por Sydney Pollack. Além disso, os figurinos dos longas Meu Pequeno Paraíso (My Blue Heaven) e O Segredo do Meu Sucesso (The Secret of My Success), ambos de Herbert Ross, também foram assinados por Aulisi.

Seus demais filmes de época incluem Ironweed, estrelado por Meryl Streep e Jack Nicholson, Confissões de Uma Adolescente (Brighton Beach Memoirs), de Neil Simon, e também de O Rei da Baixaria (Private Parts), estrelado por Howard Stern e dirigido por Betty Thomas.

Na Broadway, assinou os figurinos das montagens Broadway, de Jerome Robbins, Rockabye Hamlet, de Gower Champion, Marilyn: A Musical, de Kenny Ortega, Barbara Cook in Concert, e de quatro musicais de Neil Simon: Broadway Bound, Rumors, God’s Favorite e da montagem de San Diego de Jake’s Women.

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CHRISTOPHE BECK (Trilha) compôs as trilhas de inúmeros filmes de quase todos os gêneros, da comédia adolescente As Apimentadas (Bring It On) à adaptação do best-seller Sob o Sol da Toscana (Under the Tuscan Sun). Seus créditos cinematográficos incluem Doze é Demais (Cheaper by the Dozen), de Shawn Levy, Recém-Casado (Just Married), Os Seus, Os Meus e os Nossos (Yours Mine and Ours), Taxi, A Nova Cinderela (A Cinderella Story), Garfield, Totalmente Sem Rumo (Without a Paddle), Elektra – O Filme (Elektra), A Agenda Secreta do Meu Namorado (Little Black Book), American Pie – O Casamento (American Wedding), A Lente do Desejo (Guinevere), O Alarmista (The Alarmist), O Terno de 2 Bilhões de Dólares (The Tuxedo) e Dickie Roberts – O Pestinha Cresceu (Dickie Roberts).Compôs ainda a trilha do drama estrelado por Michael Douglas, Sentinela (The Sentinel) e também da série que revolucionou a TV, Buffy, a Caça-Vampiros (Buffy the Vampire Slayer), que lhe deu o Emmy de Melhor Composição Musical.

Natural de Montreal, Beck se interessou pela música ainda criança, quando, aos cinco anos, começou a estudar piano. Aos 11, compunha músicas para a sua banda, Chris & the Cupcakes. Durante o colegial, estudou flauta, saxofone, trombone e bateria e se apresentava em bandas de rock.

Prosseguiu seus estudos musicais na Universidade de Yale, onde teve uma epifania: ―Eu descobri que meu talento para compor era maior que meu talento para me apresentar em público.‖ Ele compôs dois musicais com seu irmão, Jason (conhecido como Chilly Gonzales, o artista da cena hip-hop de Berlim), bem como uma ópera, The Tell-Tale Heart, baseada no conto de Edgar Allen.

Depois de se formar em Yale, em 1992, mudou-se para Los Angeles para cursar o prestigioso programa de composição para cinema da USC, onde estudou com Jerry Goldsmith. Uma recomendação pessoal de Buddy Baker, o chefe do Departamento de Música das USC, levou ao seu primeiro serviço para o seriado

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da TV canadense, White Fang. Pouco depois, foi convidado para compor a trilha de Buffy the Vampire Slayer.

―ACADEMY AWARD®‖ e ―OSCAR®‖ são marcas registradas e marcas de serviço da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.

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