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cap 13 O mundo rural brasileiro

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					                                                          Capitulo XIII
                                             O mundo rural brasileiro I
     Características do mundo rural brasileiro
     O mundo rural brasileiro apresenta enormes diversidade e complexidade, com aspectos muito contrastantes. Existe no
Brasil muito atraso no meio rural, com situações de violência ou relações de trabalho precárias. Mas existem também
inovações, ligadas tanto às atividades econômicas (agronegócio e agricultura familiar tecnificada) quanto aos aspectos
sociais. Nesse caso podem ser destacados assentamentos bem-sucedidos, experiências de agricultura orgânica e social,
experiências na área de educação e valorização da cultura. As contradições e diferenças manifestam-se em todas as regiões
do país, com destaque para três delas.
     Em primeiro lugar, existe uma contradição entre o sucesso do agronegócio e a imensa desigualdade social no campo. O
agronegócio brasileiro vem se mostrando um dos mais desenvolvidos e competitivos do mundo. Isso tem obrigado os países
desenvolvidos a criar barreiras para proteger seus mercados dos produtos brasileiros.
     Ao mesmo tempo, a grande concentração de renda cria uma imensa desigualdade social no campo. Os pequenos
produtores transformam-se em trabalhadores assalariados no campo ou migram para as cidades em busca de alternativas.
     Situação especialmente grave é a permanência do trabalho escravo e semiescravo em algumas áreas. Há, ainda, os
trabalhadores rurais sem-terra, que engrossam as fileiras de movimentos sociais em busca de melhores condições de vida.
     Outro contraste notável é a presença da agricultura moderna e da arcaica. O alto grau de tecnologia e de inovações em
algumas propriedades contrasta com a precariedade e a falta de condições em outras. Assim, ao mesmo tempo que temos
fazendas-modelo em tecnologia, ainda deparamos com fazendas arcaicas e improdutivas, além de faxinais e comunidades
quilombolas, que praticam uma agricultura de subsistência.
     Finalmente, contrapõem-se a destruição do meio ambiente com as alternativas sustentáveis. A agricultura brasileira tem
se caracterizado pela destruição do meio ambiente em larga escala. Isso não ocorre só nas grandes propriedades, mas
também nas pequenas, que não têm condições de adequar-se às legislações ambientais. A falta de tratamento de resíduos
na pecuária, o uso generalizado de defensivos agrícolas na lavoura, o uso desordenado dos recursos hídricos, entre outros,
têm sido graves problemas para o avanço da agricultura.
     Nesse cenário existem ainda experiências de agricultura sustentável, que buscam menor uso de defensivos agrícolas,
utilização racional dos recursos hídricos, preservação de matas e tratamento dos resíduos deixados por animais. Essas
práticas se concretizam não só pela imposição de uma legislação ambiental mais severa, mas também pela conscientização
de alguns setores de produção que visam atuar em nichos de mercado (segmento de mercado constituído por um número
pequeno de consumidores) mais exigentes.

    O coronelismo
    Mais comum em terras nordestinas, o coronelismo caracteriza-se pela associação direta entre a propriedade das terras e
o poder político, Ele originou-se no final do século XIX, mas seus efeitos têm influenciado a vida política até os dias de hoje,
    Na República Velha (1889-1930), o Brasil era um país rural, com mais de três quartos de sua população vivendo no
campo, O poder político era exercido principalmente pelos grandes proprietários de terra, os chamados "coronéis", Esse
nome vem do título que recebiam como oficiais da Guarda Nacional, criada na década de 1830, Nessa época, pessoas de
posses, civis, obtinham oficialmente o direito de constituir tropas em caso de conflitos, Sobretudo no Nordeste, os coronéis
chegavam a controlar a polícia, que agia de acordo com seus interesses,
    O voto não era secreto e grande parte da população rural morava nas terras do fazendeiro. Em época de eleição, as
pessoas, por gratidão, pressão política ou até mesmo violência, eram levadas a votar nos candidatos indicados pelo coronel
da região.
    Embora muitos redutos tradicionais do coronelismo tenham perdido força em eleições recentes, esse tipo de relação
social ainda é comum em vários estados, como Alagoas, Sergipe, Bahia e Maranhão,
    Em geral, são latifundiários que detêm a posse de grandes propriedades improdutivas ou pouco produtivas. A influência
política garante privilégios, como a construção de açudes em suas propriedades com mão de obra e recursos públicos, por
exemplo.
    A rede de clientelismo atinge as esferas estadual e federal. Deputados eleitos com a ajuda dos coronéis apresentam
pedidos de verbas do orçamento para execução de melhoria em áreas de atuação dos coronéis. Assim, serviços públicos
gratuitos, de obrigação do Estado, chegam às casas dos trabalhadores rurais como se fossem presentes obtidos por meio do
prestígio pessoal do grande proprietário de terra, o coronel, o padrinho. Alguns exemplos são a construção de escolas,
postos de saúde, igrejas e obras de infraestrutura, como rede de luz, água, esgoto e casas populares. Além disso, oferecem
transporte, refeições, ambulâncias, remédios e até emprego.

    A reforma agrária e as lutas sociais no campo
    Pode-se definir reforma agrária como uma mudança na estrutura da propriedade da terra. O tema da reforma agrária foi
incluído na última Constituição brasileira, em 1988, garantindo o direito à terra e a desapropriação dos latifúndios
improdutivos para fins de reforma agrária. No entanto, as divergências sobre a forma como a terra deve ser distribuída e
sobre as propriedades que podem ser desapropriadas para esse fim geram inúmeros conflitos de interesse e até violência no
campo.
     Em linhas gerais, pode-se considerar a reforma agrária de dois pontos de vista. O primeiro, mais distributivo, tem como
objetivo o aumento do número de propriedades e proprietários rurais. O segundo considera a eficiência dos métodos de
produção e o aumento da produtividade.
     Além disso, os modelos de distribuição variam desde a coletivização do uso da terra e a organização em cooperativas até
a posse comercial do terreno, em que predominam as leis de mercado praticamente sem intervenção do Estado. O jogo de
forças entre os defensores de cada proposta forma o contexto das lutas no campo.
     • A luta pelo acesso à terra
     No Brasil, os movimentos pelo acesso à terra existem desde a promulgação da Lei de Terras, em 1850. Antes disso, a
forma mais utilizada para o acesso à terra era a posse. O fim da escravidão e a lei que determinava que a posse só seria
dada a quem pagasse pelo terreno levaram a inúmeros conflitos entre o governo, os ex-escravos e os posseiros destituídos
de suas terras. Exemplos de resistência e luta camponesa estão presentes em Canudos (1893) e no Contestado (1908).
Nesses movimentos, milhares de camponeses se agruparam para garantir acesso à terra e organizar a resistência.
     • As ligas camponesas e o MST
     Por volta de 1945, ligas camponesas que lutavam por uma reforma agrária ampla começaram a se organizar. A estratégia
utilizada foi a ocupação de terras. Esse movimento gerou muitos conflitos e mortes no campo. Durou décadas até ser
violentamente reprimido e extinto após o golpe militar, em 1964.
     A redemocratização e as discussões da nova Constituição, na década de 1980, tornaram possível a reorganização dos
movimentos sociais que lutam pelo acesso à terra. O principal movimento de luta pela reforma agrária é o Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). Uma vertente progressista da Igreja católica, a Teologia da Libertação, e alguns
partidos políticos foram os principais fomentadores do MST.
     Conflitos com oligarquias e latifundiários, que detêm o controle das terras e do poder político, resultaram em mortes em
algumas ocasiões. As principais áreas de conflito estão em fronteiras agrícolas, principalmente em Mato Grosso e no
Tocantins.
     Atualmente, a luta é pela aceleração do processo de reforma agrária e pela ampliação dos benefícios aos assentados,
como assistência técnica e créditos agrícolas. Apesar de não ser o único movimento social que atua no campo brasileiro, o
MST é o que mais se destaca.
     Além da luta pela posse da terra, movimentos sociais como o MST criam propostas de educação para os moradores do
campo e para os assentados.
      O "novo rural" brasileiro
     A partir de meados da década de 1980 começaram a ganhar importância econômica no meio rural brasileiro algumas
atividades que até então eram dispersas e pouco valorizadas. Entre elas se destacam as atividades de lazer ou os pequenos
negócios que foram transformados em novas oportunidades de emprego e renda no campo. A piscicultura, a criação de
pequenos animais, a fruticultura de mesa, o plantio de flores e o turismo rural são exemplos de atividades que deram uma
nova dinâmica ao mundo rural em áreas que, por vezes, já estavam decadentes e sem competitividade na atividade agrícola
e na pecuária. Essas atividades, mais inseridas em cadeias produtivas e no comércio em geral, trouxeram uma nova
configuração ao espaço rural. Convencionou se chamar essa nova configuração de "novo rural". Também é usado o conceito
de pluriatividade para denominar a diversificação das atividades produtivas dentro da mesma área ou propriedade rural.
     O "novo rural" pode ser dividido em dois grandes grupos de atividades: as novas atividades agropecuárias e as atividades
rurais não agrícolas.
     Entre as novas atividades agropecuárias destacam-se a criação de pequenos animais e a plantação de flores, frutas e
hortaliças. Aproveitando a existência de nichos de mercado, essas novas atividades introduziram e intensificaram algumas
mudanças nas formas de produzir, como a hidroponia e a agricultura orgânica. Também houve mudanças em relação às
espécies que estão sendo produzidas e a novas formas de comercialização, como a produção sob encomenda para grandes
redes de supermercados. A produção orgânica voltada para um mercado mais exigente e que busca consumir produtos mais
saudáveis foi uma importante alternativa para as pequenas propriedades. É importante lembrar que essas atividades já se
inserem no mercado como parte de uma cadeia produtiva altamente especializada e integrada.
     O grupo das atividades rurais não agrícolas consiste nas atividades ligadas à moradia, à prestação de serviços, ao lazer e
a uma série de atividades industriais. Um exemplo disso são as construções rurais, seja de casas de luxo, como segunda
moradia das populações de mais alta renda em chácaras e sítios de lazer, seja de casas populares para as populações de
baixa renda, que buscam no meio rural uma forma mais barata de obter moradia. Outras atividades rurais não agrícolas,
relacionadas à prestação de serviços para essas chácaras e sítios de luxo, começam a surgir, tais como o trabalho de
caseiros, empregadas domésticas, jardineiros, entre outros. A maioria dessas pessoas reside no meio rural.
     Podemos citar ainda as atividades agroindustriais derivadas do processamento de produtos agrícolas, como a fabricação
de doces e geleias, açúcar mascavo, aguardente, entre outros. Essas atividades levam ao surgimento de outras, como os
serviços de embalagem e transporte de produtos agrícolas, e são frequentemente feitas no meio rural. Além disso, existem as
atividades ligadas ao lazer, como o pesque-pague (pesca esportiva em que o participante paga pela quantidade de peixes
pescados) e o turismo rural, que têm crescido muito nos últimos anos, motivados pela demanda de populações urbanas que
buscam nas áreas rurais uma alternativa de lazer mais ligada à natureza. As atividades não agrícolas passaram a
desempenhar papel muito importante na ocupação das famílias. Atualmente, o número de famílias rurais que possuem pelo
menos um integrante ocupado em uma atividade não agrícola já é superior ao das que se dedicam exclusivamente à
atividade agrícola.
                                            O mundo rural brasileiro II
    O SUBMUNDO DA CANA
    Pontualmente às 4h42, a canavieira Uma Francisca de Souza parte para o trabalho com sua marmita fornida de arroz
coberto por uma linguiça cortadinha. Em outro bairro de Serrana, ainda antes de o sol nascer, Rosimira Lopes sai para o
canavial levando arroz com um só acompanhamento: feijão.
    Durante o dia, elas vão dar conta da comida, que já terá esfriado. A despeito do notável progresso que ergue usinas de
etanol com tecnologia assombrosa, o Brasil segue sem servir refeições quentes aos lavradores da cana-de-açúcar.
    A boia continua fria.
    [ ... ]
    Pela primeira vez em cinco séculos, desde que as mudas pioneiras foram trazidas pelos portugueses, em 2008 ao menos
metade da cana de São Paulo não será colhida por mãos, mas por máquinas. É o que anunciam os usineiros.
    Como na virada do século XVI para o XVII, quando o país era o líder do fabrico de açúcar, a cana oferece imensas
oportunidades ao Brasil, em torno do álcool combustível do qual ela é matéria-prima. O etano 1 pode se transformar em
commodity, com cotação no mercado internacional. As usinas geram energia elétrica.
    A riqueza do setor sucroalcooleiro, que movimentará neste ano R$ 40 bilhões, não atingiu os lavradores. Em 1985, um
cortador em São Paulo ganhava em média R$ 32,70 por dia (valor atualizado). Em 2007, recebeu R$ 28,90. A remuneração
caiu, mas as exigências no trabalho aumentaram. Em 1985, o trabalhador cortava 5 toneladas diárias de cana. Na safra atual,
9,3. [. .. ]
    Exige alto esforço físico uma atividade em que é preciso dar 3792 golpes com o facão e fazer 3994 flexões de coluna
para colher 11,5 toneladas no dia. Nos últimos anos, mortes de canavieiros foram associadas ao excesso de trabalho.
    Conta-se a seguir o caso de um boia-fria que morreu semanas após colher 16,5 toneladas. Não há paralelo em qualquer
região com tamanho rendimento.
    Na estrada, flagraram-se ônibus deteriorados, ausência de equipamentos de segurança no campo, moradias sem higiene
e pagamento de salário inferior ao mínimo.
    Conheceram-se comunidades de canavieiros que dependem do Bolsa Família, migrantes que tentam a sorte e lavradores
que querem se livrar do crack e de outras drogas.
    Descobriram-se documentos que comprovam a existência de fraudes no peso da cana, lesando os lavradores.
    [. .. ]
    Impressiona na viagem ao mundo e ao submundo da cana a semelhança de símbolos da lavoura atual com a era pré-
Abolição. O fiscal das usinas é chamado de feitor.
    Acumulam-se denúncias de trabalho escravo. É um erro supor que as acusações de degradação passem longe do estado
mais rico do país e se limitem ao "Brasil profundo". [ ... ] Em São Paulo, localiza-se Ribeirão Preto, centro canavieiro tratado
como a nossa "Califórnia".
            [. .. ] .
    São muitos esses anti-heróis: segundo os usineiros, há 335 mil cortadores de cana no Brasil, incluindo os 135 mil de São
Paulo. No estado, prevê-se a extinção do corte manual para 2015, junto com as queimadas que facilitam a colheita.
    Uma e Rosimira compõem uma espécie em extinção.
    Por meio milênio, os cortadores, escravos ou assalariados, viveram tempos difíceis. Nos próximos anos, não será
diferente: com baixa qualificação, eles terão de procurar outros meios de sobrevivência.
    Não há sindicato que não constate queda nas contratações. O canavial não está tão longe quanto parece: ao encher o
tanque com 49 litros de álcool, consome-se 1 tonelada de cana; quando se adoça com açúcar o café da manhã, milhares de
brasileiros já estão na lavoura de facão na mão.
    .
    Em grupo, faça uma pesquisa sobre a convivência do arcaico e do moderno na lavoura canavieira e em outras atividades
agrícolas.


    Agregado
    O texto abaixo, escrito em 1947, retrata uma realidade do Brasil de mais de sessenta anos atrás. Ao lê-lo, convém prestar
atenção nas características da época descrita, em certos preconceitos sociais, na desatualização das informações e a
descrição da paisagem rural.
    Apesar de ser territorialmente grande e despovoado, o 3rasil não possui uma área importante de terras pertencentes ao
domínio público. A maior parte das terras encontra-se nas mãos de certo número de grandes proprietários, a maioria dos
quais constituída de fazendeiros.
    Dado a desmedida enormidade territorial, os domínios fazendeiros são muitas vezes forçados a viverem isoladamente,
dispersos pelo vasto interior do país. Como no Brasil há sempre falta de braços, a preocupação primária dos fazendeiros
consiste, então, em conservar bastante gente em volta de si, com o propósito :mal de assegurar um auxílio certo, inestimável,
à manutenção e desenvolvimento de seu pequeno mundo. Para isso e mediante certas combinações, procuram cercar-se de
elementos das classes sociais mais baixas, os quais, sem obrigação de pagamentos de locação, passam a ocupar as terras e
a trabalhar na fazenda. Dessa maneira, o fazendeiro toma-se personagem dominante. Em sua área territorial determina toda
uma série de ocupações. além disso, imprime até o regime de trabalho a ser seguido por todos. A explotação [extração de
proveito econômico] da fazenda fica assim assegurada, mantendo-se em estreita associação os gêneros de vida que
caracterizam os diferentes grupos de seus trabalhadores. Na fazenda, porém, nenhum desses elementos exerce outra função
que não seja a de trabalhar no processo da produção.
    A personagem típica que, assim, gravita em tomo das fazendas, quer de lavoura quer de criação, é justamente o
agregado. O termo foi usado antigamente para designar uma das personagens dependentes do fazendeiro, mas de condição
distinta da dos escravos. Era um homem livre. Nos tempos passados, com efeito, a classe dos agregados se diferençava da
classe dos escravos, não somente pela sua origem étnica, mas também pela sua situação social. Vivia fora dos limites da
casa residencial do proprietário e possuía condição econômica distinta da dos escravos. Como acentuou Oliveira Viana, os
agregados eram uma espécie de colonos livres, diferentes, todavia, dos colonos propriamente ditos. Os agregados vicentistas
[provenientes da capitania de São Vicente que ocuparam o litoral catarinense no século XVII], por exemplo, não eram nem
pequenos proprietários como os colonos alemães de Santa Catarina, nem trabalhadores assalariados ou parceiros como os
colonos italianos das fazendas paulistas. Eram, sim, moradores ou foreiros que habitavam "fora do perímetro das senzalas,
em pequenos lotes aforados, em toscas choupanas, circundantes ao casario senhorial, que, do alto da sua colina, os
centraliza e domina". Da terra extraíam o bastante para levarem uma vida sóbria. Caçavam, coletavam frutos e plantavam
apenas alguns cereais. Na opinião de Oliveira Viana, representavam "o tipo do pequeno produtor consumidor vegetando ao
lado do grande produtor fazendeiro". [ ... ]
    1-Quais são as características principais do agregado retratado nesse texto?
    2-O texto foi escrito em 1947. No meio rural brasileiro atual a figura do agregado ainda mantém suas características?
Explique e discuta com os colegas.


   Revendo conceitos
   1. Qual é a característica mais marcante do mundo rural brasileiro?
   2. Quais são as principais contradições existentes no meio rural brasileiro?
   3. O que é o coronelismo?
   4. Quais são as características das lutas sociais no campo brasileiro?
   5. Quais são as principais demandas dos movimentos sociais no campo?
   6. Como podemos classificar o "novo rural" brasileiro?
   7. O que são atividades rurais não agrícolas? Dê exemplos.
   8. Por que não podemos usar rural e agrícola como sinônimos?

				
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posted:3/1/2013
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