Saúde Mental No Trabalho
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Saúde Psicológica No
Trabalho.
Stress
e
Burnout
Profª Denise Ferreira 1
Do Estresse a Síndrome de
Burnout.
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O termo Estresse Surge Em
1867 - Claud Bernard
Hans Seyle e seus
seguidores
focalizaram
estressores físicos e
respostas fisiológicas
de estresse,
definindo-o como uma
resposta orgânica não
específica para
demandas
estressoras ao
organismo.
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Pesquisas Mais Recentes
Cristina Maslasch
(1994) - enfatiza os
estressores
psicológicos e as
respostas
psicossociais dos
estímulos.
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Síndrome de Burnout
A primeira descrição –
Freudenberg
(1974) .
“Perder o fogo,
perder a energia ou
queimar (para fora)
completamente”.
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Conceitos
Um estado relacionado
com experiências de
esgotamento,
decepções e perda de
interesse pelo trabalho.
Surge em profissionais
que trabalham em
contato com pessoas.
Desenvolve-se na
interação de
características do
ambiente de trabalho e
pessoais.
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Síndrome de Burnout
É desenvolvida em
resposta a fontes
crônicas de estresse
emocional e
interpessoal no
trabalho.
Põe em foco as
profissões de ajuda
(cuidar do outro).
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Ajudar Pessoas, Objetivo
Nobre ...
Possui custos
emocionais altos.
A profissão implica
em uma relação
permeada de
ambigüidades,
como envolver-se
profissionalmente e
não pessoalmente
na ajuda ao outro?
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Características da Síndrome
1. Exaustão emocional 3.Falta de envolvimento
– os trabalhadores pessoal no trabalho –
sentem que não afeta a habilidade para
podem mais dar de si a realização do trabalho
em nível afetivo.
e o contato com as
2. Despersonalização
pessoas usuárias do
do outro – atitudes
negativas e de cinismo trabalho.
aos clientes,
endurecimento afetivo.
(coisificação)
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Diagnóstico Diferencial
Burnout Estresse
Defesa - desistência Superenvolvimento
Emoções – embotadas Hiperativas
Dano - emocional Físico
Depressão- esperança Conservar energia
Desmoralização-ideais Desintegração
Sensação-abandono Urgência
Paranóia- Hiperatividade-Pânicos,
despersonalização e fobias, ansiedades.
desligamento.
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Etiologia Da Síndrome
Os estudos têm
enfatizado aspectos
organizacionais nas
causas da
síndrome.
Incluem aspectos
como a Cultura e
valores
Organizacionais.
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Conseqüências
Individuais Organizacionais
Manifestações Baixa na
psicossomáticas satisfação e
Prejuízo nas envolvimento no
relações trabalho.
interpessoais. Queda na
qualidade de
serviços na
organização.
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Mercado Atual
A falta de emprego faz com que o funcionário
se mantenha na organização não se
concretizando desta forma o absenteísmo e o
abandono do emprego.
Segundo CODO ( 1999),a persistência da
síndrome, conduz o trabalhador a uma
“retirada” psíquica do trabalho ( manutenção
do vínculo empregatício, com o
enfraquecimento do envolvimento com o
trabalho).
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Custos
A indiferença ao
problema por parte
da organização gera
custos.
A melhor forma de
previní-lo é tratá-lo.
O problema é
coletivo e
organizacional e
não individual.
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Prevenção
As intervenções
preventivas são
caracterizadas por
aquelas que
enfatizam a
promoção dos
valores humanos.
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