OK PROJETO PEDROII SETECIDADES CADERNO DE PESQUISA

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					    1-IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO



                                  TITULO:

           O TRABALHO DE CAMPO COMO UM INSTRUMENTO
              ESSENCIAL PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA

      SETE CIDADES E PEDRO II – TURISMO SUSTENTÁVEL, ALTERNATIVA DE
            DESENVOLVIMETO LOCAL E CONSERVAÇÃO AMBIENTAL.


    1.2.   INSTITUIÇÃO: Centro de Formação “Odilon Nunes”

    1.3. ENDEREÇO: Rua Magalhães Filho S/N; BAIRRO: Marquês
         CIDADE: Teresina ESTADO: PI

    1.4. PÚBLICO ALVO: Professores cursistas e formadores do
    IQE/Geografia de Teresina-PI;

    1.5. PERÍODO DE REALIZAÇÃO: 12 e 13 de junho de 2010.




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2-apresentação:

       A Geografia é uma ciência empírica. Nesse sentido, é fundamental
o contato direto com a realidade concreta, possível a partir de visitas e
coleta de dados, em diferentes espaços, desde o entorno da escola até
espaços de maior escala. Desse modo, a pesquisa de campo, como
experiência vivida, é capaz de aguçar os sentidos e despertar no aluno a
vontade de estudar mais, para conhecer de forma mais intensa aquelas
realidades com as quais teve contato.
       A compreensão de determinados processos e fenômenos também
se faz possível com o recurso do trabalho de campo, rompendo com as
limitações existentes no espaço arquitetônico da escola.
       Desse modo, a equipe de formação do IQE/geografia de Teresina
(PI) propõe como trabalho final da primeira etapa do curso de formação de
Geografia, Caderno Conceito e Ação 1( Unidades I, II, III e IV) esta
pesquisa de campo ao parque Nacional de Sete Cidades e a cidade de
Pedro II – PI, com a finalidade de instrumentalizar o professor para o
trabalho docente na rede municipal de ensino.

          Com o objetivo de instrumentalizar os professores de Geografia
da rede municipal de ensino, a cerca da importância da pesquisa de
campo para o ensino e aprendizagem dessa área do conhecimento.Bem
como, incentivá-los a uma reflexão sobre temas importantes tais como:
desenvolvimento local, turismo e conservação ambiental, dentre outros,
que possam servir de suporte para a produção do conhecimento
geográfico.
          Serão     pressupostos     metodológicos   nesse   estudo    a
Fundamentação teórica sobre a importância do trabalho de campo como
instrumento do ensino-aprendizagem de geogr afia; seguindo as etapas
propostas neste caderno como :a Observação e registro da paisagem
através deProdução textual,Registro fotográfico,Filmagem;Confecção de
mapas e desenhos;Plenárias e avaliações de resultados preliminares
;Oficinas para culminância e produção de conhecimento geográfico, a
partir do material coletado no trabalho de campo.



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                Durante o desenvolvimento do trabalho de campo e no término
    do projeto a avaliação será realizada através das seguintes atividades
    propostas :Produção de texto contendo síntese do trabalho, Produção de
    documentário ,Produção de painel,Produção de mapas e desenhos ,
    Discussões e debates orientados sobre a paisagem estudada e sobre o
    trabalho de campo como instrumentos de ensino-aprendizagem em
    geografia.


    CRONOGRAMA

       DIA 12/06/2010


    SÁIDA: 6:00 HORA –Centro de Formação Odilon Nunes
    1ª PARADA: 7h30 – Campo Maior: Monumento do Jenipapo.
    2ª PARADA: 10h00 – Parque Nacional de Sete Cidades
    13:00 – Almoço em Sete Cidades
    3ª PARADA: açude do caldeirão (PIRIPIRI): 15h00
    18:3O – Jantar em Pedro II
    4ª PARADA: 20h00 – Visita ao Centro-Histórico-Cultural de Pedro II


       DIA 13/06

    1ª PARADA: 7h00 - Mirante do Gritador
    2ª PARADA: 9h30 - Visita à Mina de Opala – Boi Morto
    12h00: Almoço em Pedro II
    3ª PARADA: 14h00 – Visita ao Museu da Roça
    16h00: Saída para Teresina




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ETAPA 1 – OBSERVAÇÃO DA PAISAGEM DO
TRAJETO


ITINERÁRIO TERESINA – SETE CIDADES-
PEDRO II

OBJETIVOS


         Conhecer o trajeto TERESINA – SETE CIDADES-PEDRO II;
         Observar os principais usos do território as margens das principais
          rodovias nesse trajeto, bem como os impactos ambientais decorrentes .
         Compreender alguns dos processos que resultam em paisagens
          diferenciadas, e na formação de lugares valorizados ao longo das
          rodovias, e na produção das desigualdades sócio-espaciais.




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    Teresina
      Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre Procure adequar, configurar o mapa à pagina

                    Município de Teresina




       Fundação        1852
                            Localização




                      05° 05' 20" S 42° 48' 07" O

        Unidade            Piauí
       federativa
      Mesorregião      Centro-Norte Piauiense IBGE/2008 [1]
      Microrregião     Teresina IBGE/2008 [1]
                    Características geográficas
         Área          1.755,698 km²
       População       802.537 hab. est. IBGE/2009 [3]




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      Densidade      444,2 hab./km²
       Altitude      72 m
        Clima        Tropical Aw
     Fuso horário    UTC-3
                          Indicadores
         IDH         0,766 médio PNUD/2000 [4]
         PIB         R$ 6.505.610 mil (BR: 55º PI:1º) -
                      IBGE/2007 [5]

    PIB per capita R$ 8.341,00 IBGE/2007 [5]


Teresina é a capital e o município mais populoso do Piauí. Localiza-se no Centro-Norte
Piauiense a 366 quilômetros do litoral, sendo, portanto, a única capital da Região Nordeste que
não se localiza as margens do Oceano Atlântico[6]. É a 22ª maior cidade do Brasil, com 802.537
habitantes[3]. Está conurbada com o município maranhense de Timon e, juntos, aglomeram cerca
de 953.172 habitantes, e toda a Região Metropolitana da Grande Teresina aglomera mais de
1.135.920 habitantes. A única barreira natural que separa Teresina de Timon é o Rio Parnaíba, o
maior rio totalmente nordestino. A cidade representa cerca de 25% da população piauiense e
cerca 45% de sua economia, sendo sua região metropolitana 60% do PIB do Piauí.

A cidade é a terceira onde mais acontecem seqüências de descargas elétricas no mundo[7]. Por
esta razão, a região recebe a curiosa denominação de "Chapada do Corisco". Destaca-se como
um pólo de medicina, recebendo pacientes de vários estados do Nordeste, e por ser a primeira
capital planejada do Brasil[8]. Segundo o IPEA, é a terceira capital mais segura do Brasil
(perdendo apenas para Natal/RN e Palmas/TO).[9]

História

A origem de Teresina é ligada diretamente ao Rio Poti. As margens desse rio havia um povoado,
que depois seria elevado à condição de Nova Vila (do Poti). Essencialmente formada por
pescadores e pequenos comerciantes, era cortada por uma estrada que ligava Oeiras, então
capital da Capitania do Piauí, a Parnaíba, um dos mais prósperos centros do estado.

Uma das primeiras construções de Teresina foi a Igreja de Nossa Senhora do Amparo, localizada
no Centro da Capital, o que mostra a verdadeira devoção religiosa do povo da antiga vila. A
cidade já nasceu, ou seja, foi fundada, em 1852, com o objetivo de tornar-se capital do estado do
Piauí, totalmente planejada pelo Conselheiro José Antônio Saraiva, sendo, portanto, oficialmente
a primeira capital planejada do Brasil.

Vale ressaltar que a transferência da capital da Província do Piauí de Oeiras para Teresina
realizou-se sob vários protestos da comunidade oeirense, que desejava a todo custo, garantir a
permanência da capital naquela cidade.

Contudo, apesar da pressão, o Presidente da Província, José Antônio Saraiva, ardoroso defensor
das ideias mudancistas, efetiva a transferência da capital. E em 16 de agosto de 1852, dirige
circular a todos os Presidentes de Província do Império comunicando o fato, instituindo-a assim,
como nova capital do estado.


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    Vista da cidade.


    Avenida Frei Serafim, uma das principais da capital piauiense.

    O nome da cidade remete a imperatriz Teresa Cristina Maria de Bourbon, que teria intermediado
    com o imperador Dom Pedro II a ideia de mudança da capital, e em sua homenagem deu-se o
    nome da cidade, que é algo como o diminutivo de Teresa, no idioma italiano. Tornada capital,
    Teresina passou por um crescimento bastante acentuado, aumentando de 49 para cerca de 8 mil
    habitantes em duas décadas. Essa foi a primeira cidade do Brasil construída em traçado
    geométrico. Ela não nasceu de forma espontânea, mas de modo artificial. Saraiva, pessoalmente,
    tomou as primeiras providências: planejou tudo, juntamente com o mestre-de-obras português
    João Isidoro França, com o cuidado de estabelecer logradouros em linhas paralelas,
    simetricamente dispostas, todas partindo do Rio Parnaíba, rumo ao Rio Poti, principais fontes de
    água da cidade, até hoje.

    No ano de 1860, a nova capital já contava com uma área urbanizada de um quilômetro de
    extensão na direção norte-sul, com os seguintes confrontos: de um lado o largo do quartel do
    Batalhão (atual Estádio Lindolfo Monteiro) e do outro o "Barrocão" (atual Avenida José dos
    Santos e Silva). Na direção leste-oeste o desenvolvimento não ganhou a mesma intensidade.
    Tomando-se como base o lado do Poti, as ruas findavam a algumas dezenas de metros acima das
    duas principais praças, a da Constituição, atual Praça Marechal Deodoro da Fonseca (que
    anteriormente também denominou-se Praça do Palácio e Largo do Amparo), e a do Largo do
    Saraiva (atualmente Praça Saraiva). Para o lado do Parnaíba, nem todas as ruas chegavam ao rio.
    A Rua Grande, atual Rua Álvaro Mendes, uma das principais ruas da nova capital teve um papel
    significante no desenvolvimento da nova cidade.

    Teresina é conhecida por Cidade Verde, codinome dado pelo escritor Coelho Neto, em virtude
    de ter ruas e avenidas entremeadas de árvores. É um Município em fase de crescimento e,
    atualmente, possui uma área de 1.673 km² e uma população de 800 mil habitantes. É uma das
    mais prósperas cidades brasileiras, e atualmente destaca-se no setor de eventos, congressos,
    indústria têxtil e centro médico.

    Outros comentam que a criação da capital Teresina teria sido uma medida político-estratégica,
    sob o fato de que a cidade de Caxias, do estado vizinho do Maranhão, estava ameaçando a
    hegemonia da região norte do estado do Piauí, tendo então o conselheiro transferido a capital
    para resolver a questão da centralização no estado.

    Teresina foi a primeira capital do Brasil especificamente planejada para substituir outra já
    existente; as outras são Aracaju (1855), Belo Horizonte (1894), Goiânia (1933), Brasília (1960),
    e Palmas (1990. Todavia, convém ressaltar, que os núcleos fundacionais das cidades de Salvador
    (1549), São Luís (1612) e Recife (Mauritsstadt - 1637) também foram projetados. Ainda assim,



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os traçados de Salvador e Mauritsstadt tinham uma malha reticulada flexível e tais cidades não
foram projetadas para substituir outras Capitais já existentes

Geografia




Rio Poti.

Com uma latitude de 5°5'20 sul e longitude de 42°48'07 oeste, localiza-se próximo à divisa com
o Maranhão, ao oeste do estado, em uma altitude de 72 metros, em média. A cidade é separada
da cidade de Timon (Maranhão) pelo Rio Parnaíba.

A parte central da cidade está situada entre o Rio Parnaíba e o Rio Poti, pertencentes à bacia
hidrográfica do Rio Parnaíba. Por essa característica, há quem chame a capital piauiense de
Mesopotâmia do Nordeste.

Na zona norte da cidade, os dois rios se unem e transformam-se em um só leito em direção ao
Oceano Atlântico. No lugar há um parque ambiental, com mirantes, para que a paisagem possa
ser apreciada bem de perto. Lá também é possível encontrar algumas peças de cerâmica do rico
artesanato de Teresina e um monumento que ilustra a lenda do Cabeça de Cuia, personagem do
folclore local.

       Teresina é banhada por dois rios: o Rio Poti e o Rio Parnaíba. Os dois também se unem e
        deságuam diretamente no oceano.
       Teresina é a maior capital nordestina em extensão territorial, com 1.755,698 km².




        Clima




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             Gráfico climático para Teresina

      J      F    M     A     M J J A S O N D




     248    261   286   268   109 25 13 12 17 18 65 126



       32    30    30    32    32 32 33 34 36 36 35   34
       22    22    22    23    22 21 20 20 22 23 23   23

     Temperaturas em °C • Precipitações em mm
     Fonte: INMET


                  O Clima de Teresina é o tropical semi-úmido com duas estações características: o
    período de chuvas (que ocorrem no verão e outono) e o período seco (que ocorre no inverno e
    primavera). A precipitação pluviométrica anual situa-se em torno de 1.800 mm.

    Quente a maior parte do ano, Teresina possui uma temperatura média em torno dos 27ºC, tendo
    mínimas de 20ºC e máximas de 35ºC, porém nos meses mais quentes a máxima pode chegar aos
    40ºC. Estas oscilações são amenizadas pela contribuição dos ventos, que tornam o clima mais
    agradável no período noturno. A qualidade do ar de Teresina é considerado muito bom.

    Relevo




    Vista da Região Central da capital com a ponte João Isidoro França.

    O centro da cidade localiza-se em uma depressão, e na maior parte da área do município, o
    relevo é bastante plano, com destaque para a região do bairro Monte Castelo (zona Sul), onde se
    verificam as maiores altitudes, e as adjacências dos bairros Satélite e Vila Bandeirante (ambos na
    zona Leste), onde existem muitos morros.

    Vegetação


    Situada numa zona de transição entre o Nordeste e a Amazônia (Meio-Norte), Teresina é cercada
    pela mata dos cocais, cerrados e cerradões, onde pode se ver muitas carnaúbas, babaçuais,
    buritizeiros, jatobás, caneleiras e ipês, além de outras árvores de médio porte que dão a paisagem
    de Teresina uma cobertura arbustiva muito rica e densa.




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Hidrografia


A cidade é cortada pelos rios Parnaíba e Poti. Nas proximidades dos rios existem muitas lagoas,
principalmente na área "mesopotâmica".

Demografia


    Crescimento populacional de Teresina

    Ano Habitantes
    1872   21.692
    1890   31.523
    1900   45.316
    1920   57.500
    1940   67.641
    1950   90.723
    1960  142.691
    1970  220.487
    1980  377.774
    1991  598.449
    1996  655.473
    2000  764.866
    2007  779.939
    2008  793.915
    2009  802.537

    Fonte: Barsa
    Planeta Ltda


A população da cidade de Teresina é de 802.537 habitantes[3], sendo assim a maior do Piauí e a
22ª no Brasil. Tal população encontra-se espalhada numa área de 1.755,7 km² o que lhe confere
uma densidade demográfica de 444,2 hab./km². A sua área metropolitana Região Integrada de
Desenvolvimento da Grande Teresina, composta pela capital e os municípios de Altos,
Beneditinos, Coivaras, Curralinhos, Demerval Lobão, José de Freitas, Lagoa Alegre, Lagoa do
Piauí, Miguel Leão, Monsenhor Gil e União, no Piauí, além de Timon no Maranhão, tem mais de
1,15 milhão de habitantes.

O boom populacional ocorreu principalmente a partir década de 50, época de construção das
grandes rodovias no Piauí. Em quase 60 anos, a capital saiu dos 90 mil para os atuais quase 800
mil. Tal fato é uma das marcas da centralização dos serviços do estado na capital, que levou a
multiplicação das vilas e favelas na periferia do município. Uma das curiosidades relacionadas a
esse período é que Teresina possui hoje a segunda maior favela originada a partir de uma invasão
de terras em toda a América Latina, a Vila Irmã Dulce, local onde somente 8% da população



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    local tem acesso à água potável e 90% da população sobrevive com meio salário mínimo por
    mês.

    Socialmente, Teresina possui o melhor IDH do Piauí, e um dos maiores níveis de desigualdade e
    concentração de riqueza do Brasil. É notável, nos últimos 20 anos, um crescimento desordenado
    da periferia com aumento substancial do número de invasões e favelas (popularmente as vilas),
    culminando com uma forte especulação imobiliária o que cria vazios de urbanização dentro do
    sítio urbano.

    A rede de saneamento básico da cidade ainda é deficiente, o que provoca um aumento de
    doenças relacionadas a contaminação da água com dejetos domiciliares. Tal fato é marcante na
    zona Norte de Teresina que possui um complexo sistema de lagoas fluviais, envoltas de favelas
    com pouquíssima infraestrutura. Este quadro deve mudar nos próximos anos com o projeto
    "Lagoas do Norte" da Prefeitura de Teresina que deve urbanizar a região.

    Economia

            Teresina representa cerca 40% do PIB do Piauí.
            Teresina possui um dos únicos shopping centers de conceito Open Mall do país.[carece de
             fontes?]



            dedica-se principalmete a ao setor de comércio e serviços, com destaque para a
             educação, saúde e turísmo de eventos.



            Turismo




    Encontro dos rios no Parque Municipal do Encontro dos Rios.

    Teresina apresenta vocação para o turismo de negócios. A cidade tem o privilégio de ser bem
    servida por espaços para o desenvolvimento de eventos educativos e culturais, pois, além de
    dispor de locais para realização de feiras, práticas desportivas, exposição, dentre outros, possui
    26 auditórios. No contexto geral, os auditórios oferecem condições satisfatórias de conforto e
    comodidade. A rede hoteleira de Teresina e constituída por 22 unidades, totalizando 575
    apartamentos e 1.129 leitos.




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Monumento Cabeça de Cuia no Parque Municipal do Encontro dos Rios.

Os principais pontos turísticos são:

        Parque Municipal do Encontro dos Rios - Reserva ambiental localizada na zona Norte,
         onde deságua o rio Poti no Parnaíba, lugar de singular beleza principalmente ao pôr do
         sol.

        Parque Ambiental da Floresta Fóssil - Reúne exemplares de troncos de árvores
         petrificadas.

        Parque Zoobotânico de Teresina - O Parque Zoobotânico está situado no setor nordeste
         do perímetro urbano da cidade, entre o rio Poty, principal afluente do rio Parnaíba e a PI-
         112, que liga a capital ao interior do Estado. O Parque é uma área de preservação
         ambiental administrada pelo poder público através da Secretaria Estadual do Meio
         Ambiente e Recursos Hídricos - SEMAR e é utilizado também como zoológico,
         abrigando espécies animais americanas e africanas. Compreende área de 160 ha que se
         caracteriza como mata mista dicótilopalmácea.

        Igreja São Benedito - Uma das principais da capital, está localizada no coração da cidade.

        Praça da Bandeira - Grande área verde no centro da cidade, onde se encontram o Museu
         do Piauí, o Mercado Velho de Teresina, o Palácio da Cidade e a Igreja Matriz.

        Polo Cerâmico de Teresina - Área onde são confeccionadas peças de argila de singular
         beleza e que exporta, inclusive, para outros países.

        Praça Pedro II - Área verde que conserva o charme do passado e onde se localizam a
         Central de Artesanato, o Theatro 4 de Setembro e o Clube dos Diários.




    Floresta Fóssil



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           Balneário da Curva do São Paulo - localizado no bairro São Paulo, zona sudeste da
            capital, é uma estrutura construída nas margens do rio Poti, em um total de 32 hectares e
            19 mil metros de área construída. É um espaço composto por 46 bares, estacionamento
            para 130 carros, 2 baterias de banheiros com 24 sanitários e espaço para salva-vidas, tudo
            sendo feito para promover lazer ao teresinense e desenvolver o turismo da cidade.
            Através da Curva do São Paulo são gerados 500 empregos diretos e 1500 empregos
            indiretos.

           Ponte Estaiada Mestre João Isidoro França - A Ponte Estaiada de Teresina é a mais
            nova atração turística da Capital Piauiense. Construída sobre o Rio Poti, com 363 metros
            de extensão, seis pistas de rolamento e duas ciclovias, liga a Zona Norte da cidade à Zona
            Leste. Com torre única e estaios assimétricos em harpa, a ponte possui a singular
            característica de abrigar em seu topo um mirante de 95 metros de altura com capacidade
            para 100 pessoas, que serão levadas ao alto por dois elevadores panorâmicos. Está entre
            as cem maiores pontes estaiadas do mundo e é uma das poucas a possuir mirante em sua
            estrutura.

    Indústria


    Na indústria, destaca-se a indústria têxtil e de confecções, que exporta para outras regiões e gera
    cerca de dez mil empregos. Há ainda montadoras de bicicletas, indústrias de bebidas,
    medicamentos, química, móveis e cerâmica, entre outras. A construção civil merece destaque por
    ser um setor em rápida expansão, devido à verticalização da cidade nos últimos 15 anos.

    Infraestrutura
           Transportes/Malha viária




    Vista Zona Leste e Ponte JK.

    Ao longo dos últimos anos, Teresina vem sendo palco de uma significativa reestruturação
    urbana, fenômeno que decorre, sobretudo, do crescimento populacional, da intensificação do
    trânsito de veículos e da dinamização da economia.

    A cidade encontra-se dividida em quatro zonas: Leste, Sudeste, Norte e Sul, além, é claro, do
    Centro da cidade. Em cada uma delas há uma Superintendência de Desenvolvimento Urbano
    (SDUs) que funciona como uma espécie de subprefeitura. Teresina conta com três shopping
    centers.

    Teresina conta com avenidas de grande porte, grande parte na zona Leste. Dentre elas, podem-se
    citar:

           Avenida Frei Serafim: encontra-se no centro, é a mais movimentada e importante da
            capital piauiense, onde são comuns, em horários de pico, pequenos pontos de lentidão;
           Avenida João XXIII: é a continuação da avenida Frei Serafim na zona Leste, quando esta
            atravessa o rio Poti. Termina na BR 343, que liga Teresina a Fortaleza;


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       Avenida Miguel Rosa: liga o centro à BR 316, contornando o primeiro e atravessando
        inteiramente a zona Sul.

A cidade é entrecortada por três rodovias:

       BR-316 - na direção Sul dá acesso ao Sul do Piauí e no sentido oposto a São Luís;
       BR-343 - liga Teresina a Parnaíba e Fortaleza;
       PI-130 - liga Teresina a Parnaíba.

Além das rodovias, a integração nacional é feita pela ferrovia RFFSA, que liga a cidade à São
Luis e à Fortaleza e pelo Aeroporto Petrônio Portela que conta com vôos para todas as capitais
do país, atualmente operando além da sua capacidade, necessitando de uma grande reforma,
principalmente no terminal de passageiros.

O espaço urbano de Teresina ainda conta com um sistema de trens metropolitanos (Metrô de
Teresina) que liga o bairro Dirceu Arcoverde(zona sudeste) ao centro ao preço de R$ 0,50. Este
ano entro em funcionamento a estação Praça da Bandeira (centro), junto com a ampliação de
1 km do sistema que deve aumentar substancialmente o fluxo de passageiros, que hoje é de 5.000
passageiros/dia.

Referências

    1. ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto
        Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de
        outubro de 2008.
    2. ↑ http://mapas.ibge.gov.br/divisao/viewer.htm
    3. ↑ a b c Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População.
        Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em
        16 de agosto de 2009.
    4. ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano.
        Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de
        outubro de 2008.
    5. ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2003-2007. Instituto Brasileiro de Geografia e
        Estatística (IBGE) (16 de dezembro de 2009). Página visitada em 16 de dezembro de 2009.
    6. ↑ [1]
    7. ↑ [2]
    8. ↑ [3]
    9. ↑ Do Velho Oeste ao paraíso - Ranking das capitais, Revista Época, 04/04/2005
    10. ↑ Vídeo do Projeto Lagoas do Norte é apresentado a alunos do município. Prefeitura de Teresina.
        Página visitada em 14 de Junho de 2008




        PROBLEMATIZAÇÃO

        Responda inicialmente a seguinte questão: Como a ocupação humana entre
Teresina , Sete Cidades e Pedro II modificou as paisagens? Quais seriam os
componentes das paisagens que promovem valorização dos espaços ao longo das
rodovias?


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    Antes de começar a atividade, leia o texto que se segue:


            A implantação de rodovias induz a ocupação humana do meio ecológico. O
    geógrafo Orlando Valverde assim descreve o impacto sobre o meio natural causado
    pela construção da rodovia Belém-Brasília:
            “Como em todo trajeto da estrada, onde havia mata ela recuou para longe da pista,
    cedendo lugar a campos de cultivo, pastagens, barracos e casas de comércio; à paisagem
    humanizada, enfim!...”.
            A paisagem do litoral de São Paulo foi intensamente urbanizada pela ação das
    firmas privadas, empenhadas em lucrar com o espaço, e do Estado, que criou as
    condições de valorização da terra:
            “Pressionado pelo mercado imobiliário que já se havia apropriado de grandes áreas nesse
    litoral, implementando loteamento de alto padrão, o Estado atua em parceria com a iniciativa
    privada corporativista, dando condições para a expansão do processo”. Assim, constrói-se a
    Rodovia Rio-Santos, terminada em 1983, que acompanha paralelamente a linha da costa, ligando
    Santos ao Rio de Janeiro – elemento fundamental no processo de especulação imobiliária no
    litoral norte.
            É importante ressaltar que o desmembramento em pequenos lotes, inferior ao módulo
    rural mínimo, é proibido pelo INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária).
    “Assim, para legitimar os loteamentos, estes são transformados por leis municipais em áreas
    urbanas.”




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COLETA DE DADOS Configurar a página

        Para organizar a observação e o registro da paisagem, dividimos o itinerário da
viagem em Quatro segmentos, que são:
1. O trajeto Teresina-Campo Maior, com passagem pelo monumento do Jenipapo (BR
343);
        2. Campo-Maior – Sete- Cidades (BR-343 e BR-222);
        3. Trajeto Sete-Cidades –Acúde do caldeirão(Piripiri)
4. Açude do Caldeirão - Pedro II
        Anote os principais componentes da paisagem e o uso do espaço (urbano,
industrial, agrícola) nos espaços que se seguem.

Espaço para legenda




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    TERESINA– SETE CIDADES-PEDRO II: VISTA SINTÉTICA DO TRAJETO




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            Inicialmente, procure pensar em algumas respostas para as
seguintes questões:

1. Quais são as paisagens predominantes nesse percurso?

_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________

2. Como se organizam territorialmente expressões da pobreza e da

riqueza no território dos municípios?

_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
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_____________________________________________________________________________________
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                                TRECHO CAPITAL - CAMPO MAIOR




                     Campo Maior (Piauí)
          Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

                                                Localização




                                            04° 49' 40" S 42° 10' 08" O

    Mesorregião     Centro-Norte Piauiense IBGE/2008 [1]
    Microrregião    Campo Maior IBGE/2008 [1]
    Municípios                Ao Norte: com os municípios de Cabeceiras do Piauí e José de Freitas;
                              Ao Sul: com Jatobá do Piauí, Sigefredo Pacheco e Novo Santo Antônio;
    Limítrofes:
                              Ao Leste: com Nossa Senhora de Nazaré e Cocal de Telha;
                              Ao Oeste: com Altos, Alto Longá e Coivaras.



    Distância até   a capital :        84 km
                                         Características geográficas
        Área        1.699,383 km²
     População      46.068 hab. est. IBGE/2009 [2]
     Densidade      24,4 hab./km²
      Altitude      125 m
       Clima        tropical



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Fuso horário      UTC-3
                                              Indicadores
     IDH          0,675 médio PNUD/2000 [3]
     PIB          R$ 186.140 mil IBGE/2007 [4]

PIB per capita    R$ 4.178 IBGE/2007 [4]




 História

                 Foi nesse município que ocorreu a mais violenta e única batalha sangrenta pela
 Independência do Brasil, a Batalha do Jenipapo Esquecida historicamente, o 13 de março de
 1823 teve papel decisivo para manter a unidade territorial do país. Consistiu na luta de vaqueiros,
 agricultores e outros trabalhadores contra as tropas do Marechal Fidié, que cumpria ordens do
 Rei de Portugal, D.João VI, para que o norte do Brasil permanecesse sob o domínio português. O
 povo do Piauí, lutava com facões e instrumentos de trabalho , não com armas. Perderam a
 batalha, mas não a guerra. Depois disso, Fidié, seguiu para o Maranhão, onde foi preso.

              Campo Maior completou no último dia 8 de agosto de 2009, 247 anos de
 emancipação política.

 Aspectos físicos

 A cidade caracteriza-se pela beleza dos campos, com a presença marcante da Carnaúba
 (Copernicia prunifera), a qual tornou a cidade conhecida como "Terra dos Carnaubais". O Açude
 Grande também apresenta destaque, encantando turistas que passam pela cidade. Outros pontos
 turísticos são a "Serra" de Santo Antônio, a Barragem dos Corredores, o Monumento aos Heróis
 do Jenipapo e a Catedral de Santo Antônio.

 Localização geográfica


 Localiza-se a uma latitude 04º49'40" sul e a uma longitude 42º10'07" oeste, estando a uma
 altitude de 125 metros.

 A partir do fim do século XX e início do século XXI, seus limites são os seguintes:

         Ao Norte: com os municípios de Cabeceiras do Piauí e José de Freitas;
         Ao Sul: com Jatobá do Piauí, Sigefredo Pacheco e Novo Santo Antônio;
         Ao Leste: com Nossa Senhora de Nazaré e Cocal de Telha;
         Ao Oeste: com Altos, Alto Longá e Coivaras.

 Relevo


 O município de Campo Maior não possui grandes elevações e as planícies predominam na bacia
 sedimentar do Meio Norte, sendo sua baixada no rio Longá a de maior significação, onde há
 zonas intercaladas de "Cuestas" com chapadas de alitudes de 150 a 300 metros na parte Leste,




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    em que ocorre surgimento da Serra de Santo Antônio e as elevações de acesso a Castelo do Piauí
    e Pedro II.

    Hidrografia


    Banhado pelos rios Longá, Jenipapo, Surumbi, Titara e Fundo, que não são perenes, e os riachos
    Longazinho, Pontilhão, Jatobá, Angelim, Pintadas, Camaleão, Salubre e as lagoas de Búfalo,
    Sucurujá, Batoque, Arraial, Tuturumbá e Olaria, o município possui dezenas de açudes e
    barragens, destacando-se pela sua localização privilegiada o Açude Grande, no perímetro
    urbano, e as barragens do Emparedado, Bananeiras, Bolqueirão, Corredores, Formiga, Surumbi e
    Estrela, que podem reter considerável volume de água durante os períodos normais de
    chuvas.Merecem destaque, tantos por suas belezas quanto para recanto de lazer e banhos, as
    cachoeiras - quedas d'águas - no rio Foge Homem, na fazendo Pedras Negras, do Jatobá, no rio
    Jatobá, do Gavião e dos Pereiras, no lugar Buritizinho, Bica do Amarante, no lugar
    Frutica/Macacos, e finalmente as bicas e piscinas natirais existentes na Serra de Santo Antônio.

    Solo


    Com formação de rochas do tipo "folhelhos" na formação Longá, a espressura variada que chega
    a atingir cerca de 150 metros, sofre um adelgaçamento para o sul, susceptível à erosão e acidez
    em grandes extensões. No subsolo há grandes reservas d'água e por isso Campo Maior já conta
    com mais de 300 poços perfurados e atendendo diversas comunidades e fazendas.

    Vegetação


    Pela determinação do clima e solo, o município possui preponderantemente a sua vegetação
    concentrada no cerrado em transição para caatinga, vegetação rasteira com pouca predominância
    de árvores. Os campos limpos - as campinas - são características muito marcantes na região e
    ocupando extensas áreas afiguram-se ser adequadas a pecuária e à produção de cera, matéria-
    prima extraída das carnaubeiras nativas, uma das principais riquezas da microrregião de Campo
    Maior. Na região leste, entretanto, caracterizada por solos areno-argilosos, de matas, encontram-
    se inúmeras variedades de árvores frondosas como o angico preto, branco, a candeia, a faveira, a
    gameleira, chapadeiro, mirindiba, oiticica, jatobá, pereiro, sapucaia, umurana, entre outras.

    Economia

    Sua economia está baseada principalmente na atividade comercial,agricultura, pecuária e
    extrativismo. Concentra também um dos maiores pólos religiosos do Nordeste, contando com a
    Catedral de Santo Antônio, que atrai turistas para os maiores festejos Católicos do estado,além
    disso a cidade dispõe de um grande potencial caprino-ovinocultor notadamente advindo da
    adaptabilidade das raças às condições edafoclimáticas da região.




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Principais Atrações e Áreas de Lazer




Igreja Santo                                 Serra de Santo Antônio
Antônio              Açude Grande




Corredores           Monumento do                                                 Carnaubas de Campo
                     Jenipapo                Museu Zé Didor                       Maior




                                             Complexo de cultura e Lazer
                                             Valdir de Carvalho Fortes

Referências

    1. ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto
       Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de
       outubro de 2008.
    2. ↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto
       Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de
       agosto de 2009.
    3. ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano.
       Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de
       outubro de 2008.
    4. ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2003-2007. Instituto Brasileiro de Geografia e
       Estatística (IBGE) (16 de dezembro de 2009). Página visitada em 16 de dezembro de 2009.



Esse trecho possui a maior densidade de uso e ocupação do território de todo o trajeto. Tente
compreender o que isso significa, observando as paisagens pelas janelas do ônibus. Procure
perceber os tipos de usos e ocupações ao longo da BR 343. Observe um mapa desse trajeto que
faremos, e anote os símbolos dos principais objetos encontrados na tabela abaixo:




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    substituir esse mapa pelas imagens do geovista



       Trechos Observados                                    Componentes predominantes na paisagem
       Entre o centro de formação e a saída da capital




       Entre o posto da polícia rodoviária federal e Altos


       Entre Altos e monumento do jenipapo( Campo
       Maior)




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TRECHO: CAMPO MAIOR –PIRIPIRI


Piripiri (Piauí)
       Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

                   Município de Piripiri
      Fundação     04/07/1910
                             Localização




                       04° 16' 22" S 41° 46' 37" O

     Mesorregião Norte Piauiense IBGE/2008 [1]
    Microrregião Baixo Parnaíba Piauiense IBGE/2008 [1]
     Municípios Limita-se ao Norte com o município de
     limítrofes Brasileira Piracuruca/.

                   Ao Sul com Capitão de Campos. Ao Leste
                   limita-se com os municípios de Pedro II e
                   Olho D’água Grande. E a Oeste limita-se
                   com Barras e Batalha.



    Distância até a 160 km
        capital
                   Características geográficas



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           Área       1.408,928 km²
        População     62.107 hab. est. IBGE/2009 [2]
        Densidade     44,2 hab./km²
          Altitude    170 m
           Clima      Tropical
       Fuso horário UTC-3
                              Indicadores
            IDH       0,641 médio PNUD/2000 [3]
            PIB       R$ 194.470 mil IBGE/2007 [4]

      PIB per capita R$ 3.228,00 IBGE/2007 [4]


    Localiza-se a uma latitude 04º16'24" sul e a uma longitude 41º46'37" oeste (Google Earth: lat=-
    4.270664, lon=-41.781189), estando a uma altitude de 170 metros.

    História

    Sua origem vem das terras encravadas em um local denominado “Botica”, concedida a Antônio
    Fernandes Macedo em 20 de janeiro de 1777.

    A sua fundação remota-se a uma data desconhecida do ano de 1844, quando o seu proprietário, o
    Padre Domingos de Freitas e Silva, vindo buscar refugio após ter lutado pela independência do
    Piauí construiu uma casa em um local denominado Anajás, e depois, ao lado, uma capela
    dedicada a Nossa Senhora dos Remédios, que é a atual padroeira da cidade. Ali o padre passou a
    viver com sua família da agricultura e da criação de gado.

    Essas duas foram às únicas construções de Piripiri até 1855, quando o Padre Domingos de
    Freitas e Silva resolveu dividir as terras de sua propriedade em pequenos lotes, oferecendo-as a
    quem quisesse morar ali. Pouco tempo depois começaram a chegar muitas famílias. Primeiro
    vieram os Medeiros e instalaram-se. Depois os Melos, afastados por glebas, os Regos, os
    Resende e outras mais.

    Em 1857 Piripiri com seus habitantes começava a ter o aspecto de uma pequena vila, e com isso
    o Padre Domingos de Freitas e Silva abriu uma pequena escola. Nessa escola ele mesmo deu
    aula de primeiras letras e latim durante muito tempo.

    No ano de 1860, o Padre Freitas doou a capela dedicada a Nossa Senhora dos Remédios, 300
    braças quadradas de terras que demarcou judicialmente.

    No dia 16 de agosto de 1870, o distrito de Piripiri é elevado à categoria de freguesia com seus
    limites traçados e anexado ao município de Piracuruca.

    Já em 16 de junho de 1874, Piripiri foi elevada à vila, ainda anexada a Piracuruca.

    Em 1908 o Padre Antônio Bezerra de Menezes fundou o Instituto Arcoverde, um educandário
    que prestou elevantes serviços a Piripiri. Colaboraram Dr. José de Arimatéia Tito e João de


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Freitas Filho. Em 1910 foi inaugurado o Palacete do Conselho da Vila, prédio que foi construído
em 1909.

No dia 4 de julho de 1910 a vila de Piripiri foi finalmente elevada à categoria de cidade.

A grafia primitiva era Peripery. Em 21 de novembro de 1944 uma resolução de IBGE passou a
chamar a cidade de Piripiri.

Geografia

Piripiri vem de Peripery, que significa para uns, capim-capim ou capinzal e, para outros, junco,
arbusto encontrado perto de lagoas. Batizada assim por haver muito desse capim na fazenda do
fundador, o Padre Domingos de Freitas e Silva.

Banhada pelo Rio dos Matos, possui uma área de 1.629 quilômetros quadrados que representa
0,56% do Piauí, 0,091% da região Nordeste e 0,016% da área do Brasil. Suas coordenadas
geográficas são: 4º12’00” de latitude Sul e 41º46’29” de longitude a Oeste de Greenwich. Está
localizada sob uma altitude: 156 metros. Está localizada a 166 quilômetros da capital do Estado.
E distante do litoral 191 quilômetros.

Fica localizada na região do Meio-Norte e na Microrregião do Baixo Planalto Piauíense. Possui
uma população urbana de 72,4%, e uma população rural de 27,6%.

Limita-se ao Norte com o município de Brasileira e Piracuruca.

Ao Sul com Capitão de Campos. Ao Leste limita-se com os municípios de Pedro II e Olho
D’água Grande. E a Oeste limita-se com Barras e Batalha.

Piripiri, cidade do interior do Piauí, pode ser classificada no momento como a quarta cidade do
Estado em população, perdendo apenas por Teresina, Parnaiba e Picos. Situada entre a capital
Teresina e a cidade litorânea de Parnaíba possuí um clima Tropical , chegando a registrar uma
temperatura média entre 26ºC e 38ºC. Esta é uma região em que se pedromina a caatinga.
Anualmente registra índices de precipitação pluviometrica entre 800mm e 1600mm, o que
aumenta significativamente nos meses de fevereiro, março e abril que são os meses mais úmidos.

No passado, Piripiri tinha como principal economia a criação de gado e a cera de Carnaúba,
produto abundante do município. Esta teve espetacular valorização durante a Segunda Guerra
Mundial. No período pós-guerra, devido à descoberta e fabricação em grande escala de produtos
sintéticos incluindo cera sintética, houve queda maciça do preço da cera de Carnaúba, ao ponto
de não mais despertar interesse comercial.

A cidade se destaca, economicamente, como o segundo maior pólo de Indústria de Confecções,
possuindo cerca de 300 unidades fabris, todas elas micro e pequenas empresas, e destaca-se
ainda pelo Comércio. Além disso, Piripiri se destaca no turismo com várias atrações, que entre a
mais conhecida está o "Açude Caldeirão". Atualmente Piripiri possuí uma economia baseada no
turismo, agricultura, extrativismo e pecuária.




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    Atrações Turísticas

    A cidade de Piripiri desenvolve seu potencial turístico com os seguintes atrativos:

    Açude Caldeirão - Está localizado a 9 km da cidade e conta com uma capacidade de 54.600.000
    metros cúbicos de água. Bastante utilizado como fonte de lazer, principalmente durante o mês de
    março quando chega a sangrar.

    Museu Perypery - Museu que funciona em um prédio que funcionava uma agência bancária e
    uma casa de festas. Conta com várias peças que resgatam a história de Piripiri.

    Parque Municipal Cachoeira da Conceição - Com 28 hectáres de floresta nativa, está
    localizado distante do centro. Possui uma piscina natural e áreas para lazer.

    Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios - Construída pelos franciscanos na década de
    1950 com base na Catedral de St. Paulus, em Münster, na Alemanha. È o local onde é realizado a
    festa religiosa da padroeira da região, atraindo centenas de turistas.

    Memorial Expedito Resende - Erguido em 1985 e é mantido pelo Governo do Estado. Possui
    peças em exposição do Embaixador Expedito Resende, um auditório com capacidade para 200
    pessoas, e ainda uma biblioteca com cerca de 2 mil obras.

    Biblioteca Municipal Casa das Letras - Funciona onde era uma antiga Usina de Energia.
    Recebe vários estudantes e professores por dia. Atualmente conta com uma biblioteca com cerca
    de 5 mil livros.

    Praça de Eventos Arimatéa Sousa - Funciona em um local onde se encontrava a antiga Estação
    Ferroviária da cidade, e conta com um grandioso espaço que recebe eventos de muito público.

    Cachoeira do Bota-Fora - Também conhecida como Cachoeira Grande é um local de lazer que
    possuí um centro de visitantes e uma cachoeira para os banhistas.

    Açude Anajás - Local que é pouco utilizado como lazer, e principalmente é utilizado por
    pescadores por ter grande quantidade de peixes.

    Praça da bandeira - Principal praça em frente à ingreja matriz de Nossa Senhora dos Remédios

    Referências Bibliográficas

          BASTOS, Cláudio de Albuquerque. Dicionário Histórico e Geográfico do Piauí.
           Teresina, FCMC/Prefeitura de Teresina, 1994. Página 452/3.
          [[Enciclopédia do Municípios Brasileiros]]. Volume 15. Rio de Janeiro, IBGE. 1959.

    Referências

       1. ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto
          Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de
          outubro de 2008.
       2. ↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto
          Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de
          agosto de 2009.


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    3. ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano.
       Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de
       outubro de 2008.
    4. ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2003-2007. Instituto Brasileiro de Geografia e
       Estatística (IBGE) (16 de dezembro de 2009). Página visitada em 16 de dezembro de 2009.




Observe a densidade no uso do território ao longo da rodovias. Há dificuldade
para a ocupação ao longo da rodovia nesse trecho? com base no mapa do
trajeto,nas paisagens visíveis pelas janelas do ônibus , registre na tabela
abaixo os principais componentes que forma percebidos:




      Substituir pelas imagens do geovista




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    Trechos Observados                     Componentes das Paisagens




    Entre Campo - Maior e Cocal de Telha




    Trecho Cocal de Telha - Piripiri




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    TRECHO SETE CIDADES- AÇUDE DO CALDEIRÃO(PIRIPIRI)

    observe os mapas abaixo




      Configurar os mapas acima




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1. Identifique os tipos de usos, e as formas urbanas e rurais que
podemos observar ao longo da rodovias.

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2.Faça uma breve caracterização      quanto aos seguintes aspectos tratados nos
mapas: infra-estrutura, condições climáticas, hidrografia e relevo
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3. Com base nos aspectos físicos e humanos identificados, que diferenças podem
destacadas em relação aos ouros trechos observados?
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    TRECHO AÇUDE DO
    CALDEIRÃO-PEDRO II

          Observe o texto abaixo:


    Caldeirão terá orla urbanizada e estrutura de apoio ao turismo
                                                                                       02/01/2008 07:41
                                                                                        por Renée Marie
                                                                                        Foto: Divulgação




                                        Açude Caldeirão: orla urbanizada


    O Açude Caldeirão, em Piripiri, vai receber recursos para melhoria e construção de novas
    estruturas, voltadas ao fortalecimento turístico do local. A informação foi confirmada pelo
    secretário estadual de Turismo, Sílvio Leite, que esteve na barragem, na sexta-feira (28),
    acompanhado do secretário nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional, do Ministério
    da Integração, Simplício Mário; do deputado estadual Dr. Pinto (PDT) e do superintende
    regional do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), José Carvalho.

    Durante a visita ao perímetro irrigado, Sílvio Leite declarou que o Caldeirão deve receber
    obras de urbanização de sua orla na margem, localizada no povoado Banda, onde funcionam
    12 estabelecimentos comerciais do ramo de bares e restaurantes, empregando cerca de 80
    pessoas, bem como, do lado oposto do lago que abriga a sede do DNOCS e a colônia de
    irrigantes.

    “Iremos trabalhar para transformar o Caldeirão em um dos fortes destinos turísticos do
    Piauí”, disse Sílvio Leite, acrescentando que, além da paisagem exuberante, o açude
    apresenta potencial diversificado através de uma culinária farta e original e vocação para
    esportes aquáticos.

    Além disso, o secretário de Turismo coloca a Estação de Piscicultura Adhemar Braga como um
    atrativo. “A produção maciça de peixes é um processo que encanta estudiosos da área de
    biologia e turistas de todas as áreas, dada a organização, a complexidade e beleza.”,
    completou Sílvio Leite, referindo-se ao grande laboratório que produz milhões de alevinos
    anualmente em Piripiri.



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    As verbas para a execução do projeto serão, inicialmente, custeadas através de emendas
    parlamentares, destinadas por Simplício Mário, em 2006, durante seu mandato de deputado
    federal, no valor de R$ 2,800 milhões. “Com a liberação desta emenda, o governador
    Wellington Dias se comprometeu em repassar a verba para a realização deste trabalho”,
    explicou Sílvio Leite que, nesta visita de reconhecimento de área, levou o arquiteto Rannieri
    Pierotti, que vai elaborar a minuta do projeto para a área de lazer do Caldeirão.

    Sílvio Leite saiu bastante entusiasmado com a possibilidade de também atrair investimentos
    do setor hoteleiro para o Caldeirão. Já existe na margem norte da barragem um pequeno
    hotel, que funciona desde o início dos anos 70, e ostenta uma vista panorâmica encantadora.
    O secretário de Turismo acredita que a urbanização do local inevitavelmente vai estimular
    empresários de hotelaria.

    Para tanto, Sílvio Leite defende a formação de uma parceria público-privada, capaz de
    transformar a acomodação existente no balneário em um moderno hotel. Questionado sobre a
    previsão de execução das obras, Sílvio Leite disse que “apesar da determinação e habilidade
    do governador Wellington Dias, um trabalho dessa envergadura não leva menos de um ano
    para ser iniciada, portanto, vamos trabalhar na perspectiva de darmos o pontapé inicial no
    final de 2008”.

    Além dos recursos das emendas de Simplício Mário, o deputado estadual Dr. Pinto informou
    que o deputado federal Júlio César Lima (DEM) está lutando para a liberação de R$ 1 milhão,
    que seria destinado a obras de calçamento e saneamento da colônia de irrigantes.

    Estação produz 10 milhões de alevinos ao ano

    A Estação de Piscicultura Adhemar Braga foi construída no Açude Caldeirão no final de década
    de 1960. Até 2005, o laboratório produzia três milhões de alevinos anualmente, entretanto,
    no ano passado, a unidade foi ampliada pelo Governo Federal, através de recursos da
    Companhia de Desenvolvimento dos Vales dos Rios São Francisco e Parnaíba (Codevasf) e
    DNOCS, e, atualmente, produz 10 milhões de alevinos, destinados ao peixamento de
    reservatórios d’água de todo o Estado.

    Para o Açude Caldeirão, a Estação de Piscicultura coloca a cada ano 1 milhão de alevinos em
    suas águas. “Aqui produz-se três variedades de tilápia, carpa, tambaqui, pirapitinga, piau
    comum, curimatá e, recentemente, começamos a trabalhar com uma variedade de pirarucu”,
    informou o coordenador do DNOCS em Piripiri, Antônio Carlos Silva, ressaltando que esta
    produção agora consegue suprir a demanda de pescado em Piripiri, uma realidade que não se
    via há quatro anos.

    O gerente da Estação de Piscicultura, Raimundo Nonato Filho, informou que o Governo
    Federal já garantiu recursos para recuperação de quatro viveiros, para alojamento de cerca
    de 1 milhão de alevinos. Os recursos no valor de R$ 80 mil, são oriundos do DNOCS e também
    serão aproveitados para cercadura do complexo e iluminação da área. “Já licitamos a obra,
    que terá início em janeiro de 2008 e terá 60 dias para ser concluída”, informou Raimundo
    Nonato.

    Tendo por base o texto acima desenvolva as seguintes questões:
    1.Faça uma caracterização geoambiental da área do açude.
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    2. De que forma se dá o uso e aproveitamento das potencialidades do açude?
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    3. Que atividades econômicas podem ser desenvolvidas além das que já existem no
    local?
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    4. Há preocupação da comunidade local e do poder público com o uso racional e
    ecologicamente correto do açude?
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    ETAPA 2 – SETE CIDADES

    OBJETIVOS

            Caracterizar o ecossistema da área do parque nacional de sete cidades
            Refletir a respeito da ocupação humana nesse e em outros ambientes
    naturais.



    LEITURA DE TEXTOS

    Unidade: Parque Nacional de Sete Cidades/PI /ibama
    Última Alteração: Junho/2004

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE


    Conservar uma área dominada pelo cerrado, com elemento de Caatinga e Floresta Latifoliada, sua
    diversidade ecológica, suas potencialidades, seus recursos genéticos, seus recursos hídricos, suas pinturas
    rupestres e outros objetos de herança histórico-cultural .


    DECRETO E DATA DE CRIAÇÃO


    Foi criado pelo Decreto Federal n 50.744 de 08.06. 1961


    ANTECEDENTES LEGAIS


    As pesquisas arqueológicas na região se desenvolveram em data posterior a criação do Parque Nacional
    de Sete Cidades. Mas em 1928, o austríaco Ludwig Schwnnhagen, visita as Sete Cidades, descrevendo-as
    como ruínas de uma cidade fenícia, que teria sido fundada há 3 mil anos.


    ASPECTOS CULTURAIS E HISTÓRICOS


    A primeira notícia oficial sobre Sete Cidades, data de 9.12.1886, denominada então as "Sete Cidades de
    Pedra". As formações espetaculares encontradas no Parque, foram interpretadas por visitantes e
    pesquisadores de diversas maneiras, mas nenhuma das interpretações foi comprovada cientificamente.
    Historiadores brasileiros consideram que a área teria sido habitada pelos índios da nação Tabaranas, das
    tribos dos Quirirus e dos Jenipapos. O território destes índios abrangia uma área que se limitava ao norte
    pela região costeira, a oeste pelo rio Parnaíba, ao sul pelo rio Poty e a Leste pela Serra da Ibiapaba. O
    magnífico conjunto de monumentos geológicos foi trabalhado pela natureza ao longo de milhares de anos
    através de erosão pluvial e eólica. As pinturas encontradas nas paredes rochosas com tinta avermelhada
    atestam a passagem do homem pré-histórico pela região.




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    ÁREA, LOCALIZAÇÃO E ACESSOS


    Possui uma área de 7.700 ha e perímetro de 36,2 km. Está localizada ao norte do estado do Piauí, nos
    municípios de Brasileira e Piracuruca. Existem dois acessos para atingir o Parque, um deles é através do
    trecho Piripiri-Fortaleza, da BR-222, toda asfaltada, e o outro é através da BR-343, ligando Teresina a
    Paranaíba, totalmente pavimentada. As cidades mais próximas são Piripiri que fica a uma distância de 162
    Km da Capital e Piracuruca que fica a uma distância de 200 Km da Capital.


    CLIMA


    Clima complexo, com seca variável, tanto no tempo como no espaço. O regime desta região acha-se
    intermediário entre o regime tipicamente tropical do Planalto e o regime chamado de mediterrâneo da
    costa oriental. A temperatura média é de 24 a 26° C com amplitude anual fraca. A precipitação média é
    de 1.200 mm anuais, semi-árida.


    O QUE VER E FAZER (ATRAÇÕES ESPECIAIS)/ÉPOCA IDEAL PARA VISITAÇÃO


    A unidade é aberta a visitação o ano inteiro, sendo os meses com clima mais ameno (dezembro a junho)
    os de maior visitação. As visitas podem ser feitas durante toda a semana das 8:00 ás 17:00 hs, a um custo
    de R$3,00 (três reais) por pessoa. Há também visita guiada com preços a serem fixados. As visitas hoje
    são preferencialmente guiadas. Monumentos geológicos e pinturas rupestres, piscinas naturais e
    cachoeiras são os principais atrativos do Parque.


    RELEVO


    O relevo da área demonstra uma superfície pediplana anterior com altitude variando entre
    aproximadamente 450 m com testemunhos isolados, cônicos e tabulares que apresentam altitudes de 100
    a 300 m aproximadamente. É um relevo típico das bacias sedimentares.


    VEGETAÇÃO


    Pode-se apresentar o Parque de Sete Cidades como área de transição Cerrado/Caatinga com
    predominância de espécies típicas de Cerrado acompanhado de manchas de Campos Abertos Inundáveis e
    Matas Ciliares. Do ponto de vista florístico, ocorrem na área espécies características de formações tais
    como a Caatinga e Floresta Decídua, principalmente Cerrado.


    FAUNA


    A fauna deste Parque, pelo menos originariamente, deveria ser mais rica do que aquelas encontradas no
    cerrado típico, uma vez que deveria abrigar espécies de outras comunidades, porém muitas das espécies já
    desapareceram da região. Com a proteção da área do Parque a sua fauna poderá recompor-se, já que
    existem nas redondezas as formações vegetais encontradas no seu interior. As espécies da fauna mais
    expressivas encontradas na unidade são: veado-mateiro, tatu verdadeiro, onça suçuarana, mocó, jacú,
    iguana, paca, tamanduá-mirim, cutias e répteis.


    BENEFÍCIOS INDIRETOS E DIRETOS DA UNIDADE PARA O ENTORNO


    A unidade preserva extenso acervo arqueológico, pois no Brasil o estado do Piauí tem o mais extenso
    acervo, superando em qualidade e quantidade o da região de Lagoa Santa, em Minas Gerais. Além disso
    mantém a produção hídrica da região e promove a educação ambiental na região.




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    INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A UNIDADE

    Número total de Funcionários


    12 funcionários do IBAMA e 11 de Serviço Terceirizado.


    Infra-estrutura disponível


    1 alojamento para servidores/pesquisadores (2 quartos); 1 escritório (com almoxarifado, setor de
    transportes e equipamentos contra incêndio e garagem para 7 veículos); 1 centro de visitantes (com sala
    para exposição, sala de audio-visual); 1 abrigo (com 12 apartamentos); 1 laboratório; 2 portarias (entrada
    norte e sul do Parque); 24 Km de estradas internas; 36 Km de aceiros; 1 Toyota; 1 Fiat; 1 trator; 1 micro-
    ônibus; 2 motos; rede elétrica e hidráulica e sistema de comunicação (telefone e rádio com uma estação
    fixa, duas móveis e 4 hand-talks).
    Fonte: IBAMA


    PROBLEMATIZAÇÃO

           O processo de ocupação e preservação podem caminhar juntos?



    COLETANDO DADOS

    Atividade 01: Relações ecológicas

           Faça um relatório mostrando casos ou evidências de qualquer tipo de
    relação entre seres vivos, seja ela: positiva para um ser e negativa para outro,
    positiva para ambos; positiva para um e neutra para o outro.
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      Atividade 02: Faça uma relação dos animais observados e/ou das evidências de
      suas presenças.
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      ______________________________________________________________________
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          Atividades 3: Faça uma breve descrição do ecossistema do Parque Nacional
          de Sete Cidades:

             Para o exercício de leitura do meio natural você deve tomar consciência
      de como a paisagem é percebida através dos sentidos. Anote no quadro abaixo
      as suas sensações durante a caminhada na trilha. Caso as anotações sejam feitas
      em diferentes trechos da trilha, indique a que trecho cada informação se refere:



             O que observar                                Registros


Análise visual (variedade de
tons, cores predominantes,
densidade da mata)



Luminosidade       (relação    da
intensidade da luz com a altura
na mata e trecho da trilha)




Sons característicos ( para
realizar esse levantamento,
feche os olhos e tente identificar
cada som e sua possível origem)




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2
              O que observar          Registros



Sensações       térmicas        (em
diferentes partes do corpo e em
diferentes trechos da trilha)




Odores característicos (junto ao
solo e na altura do rosto. Anote
possíveis odores intensos e
mudanças no odor
predominante em diferentes
trechos da trilha)




Sensação de equilíbrio (em que
locais você precisou mais desse
sentido, em que locais se sentiu
desequilibrado)




Sentidos químicos comuns
(irritações na pele e olhos)



Experiência            individual
(pensamentos      e   sentimentos
experimentados na mata)




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    Atividades 4: A partir da fala do guia e das suas observações, faça os registros
    no quadro a seguir, referentes às características do ambiente na trilha.
    Organize-se para fazer perguntas ao guia caso ele não fale sobre algum dos
    pontos descritos abaixo.

              O que eu observei?                       O que o guia falou
    A vegetação




    O solo




    Relevo




    Estrutura geológica




    O clima




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    Interesses econômicos que acabam por
    prejudicar esse ecossistema




    SÍNTESE I
    1. Que dificuldades são encontradas para proteger os seres vivos presentes na
       região do parque?
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    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


    2. Quais as soluções encontradas para estas dificuldades?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


    3. Elabore um desenho, esquema ou um mapa conceitual que represente a
       importância do Parque nacional de sete cidades.




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    PLENÁRIA 1: 1º dia

    1.Revise suas anotações feitas nas atividades realizadas no dia de hoje.
    Complete, corrija e modifique o que for necessário.
    2. Anote o que o seu grupo vai ter que discutir e expor.
    Alguns aspectos relevantes:
        Pra que e por que preservar o Parque nacional de sete cidades?
        Como os turistas se relacionam com o Parque?
        Por que a área do parque apresenta f ormas de relevo
          peculiares?




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    ETAPA          3    –    LEVANTAMENTO                   FUNCIONAL            E
    OBSERVAÇÃO DO ESPAÇO URBANO E RURAL
    DE PEDRO II

    OBJETIVO

       Observar o traçado urbano do centro histórico de pedro ii e o conjunto
        arquitetônico , realizando o levantamento das funções das edificações.
       Analisar as adaptações da cidade ao modo de vida contemporâneo e o
        turismo.
       Verificar a infra-estrutura disponível para o turísmo e as diversas
        potencialidades turísticas que podem ser desevolvidas tanto em âmbito
        urbano como em âmbito rural;


        Observe o texto abaixo:


    Pedro II (Piauí)
    Histórico
    O município origina-se de Pequizeiro, um povoado fundado no fim do século
    XVIII por portugueses que ali edificaram uma pequena capela, para abrigar a
    imagem de Nossa Senhora da Conceição que trouxeram de Portugal. Em
    setembro de 1839, o povoado foi invadido por 218 homens que haviam
    promovido uma rebelião em Frecheiras, no município de Parnaíba. Em número
    inferior, os soldados da guarnição policial de Pequizeiro foram eliminados pelos
    rebeldes, que depois da chacina seguiram em direção à vila de Piracuruca.
    Mas eles foram cercados em Bebedor por uma força de praças comandados
    pelo major Joaquim Ribeiro, e conduzidos, presos, a Piracuruca. Em 20/8/1851,
    a Lei Provincial nº 295 criou a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição dos
    Matões, com área desmembrada de Piracuruca. A elevação à categoria de vila
    ocorreu em 11/8/1854, por meio da Lei Provincial nº 367, com a
    denominação de Pedro II, em homenagem ao imperador do Brasil.
    Mais tarde, o nome da vila foi mudado para Matões e depois para Itamaraty.
    Em 13/7/1911, a Lei nº 641 restabeleceu a denominação de Pedro II. O
    município é considerado a “Suíça piauiense”, pelo clima ameno decorrente da
    proximidade com as serras da Ibiapaba e Matões. Na década de 50, Pedro II
    ficou conhecido nacionalmente pela descoberta de minas de opala na
    região.Um de seus atrativos naturais é a Mina do Boi Morto.


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     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




         04° 25' 30" S 41° 27' 32" O04° 25' 30" S 41° 27' 32" O

     Mesorregião      Centro-Norte Piauiense IBGE/2008 [1]
    Microrregião      Campo Maior IBGE/2008 [1]
     Municípios       ao norte, Domingos Mourão,
     limítrofes       Lagoa de São Francisco e São João da
                      Fronteira;
                      sul: Milton Brandão, Buriti
                      dos Montes e Jatobá do Piauí;
                       leste: o estado do Ceará;
                      oeste: Capitão de Campos, Piripiri, Campo
                      Maior e Lagoa de São Francisco.
    Distância até a 220 km da capital
        capital
                  Características geográficas
        Área          1.518,186 km²
      População       37.850 hab. est. IBGE/2009 [2]
      Densidade       24,8 hab./km²
       Altitude       603 m
        Clima         Tropical
    Fuso horário      UTC-3
                           Indicadores



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             IDH           0,605 médio PNUD/2000 [3]
              PIB          R$ 59.838 mil IBGE/2005 [4]

        PIB per capita     R$ 1.601,00 IBGE/2005 [4]


    Geografia

    Localiza-se a uma latitude 04º25'29" sul e a uma longitude 41º27'31" oeste, estando a
    uma altitude de 603 metros. Sua população estimada em 2004 era de 37 158 habitantes.
    Possui uma área de 1957,2 km².

    Pedro II está localizada a 220 km da capital Teresina, mais precisamente ao norte do
    estado.

    A cidade está localizada na Serra dos Matões e é privilegiada naturalmente com um
    clima com temperaturas amenas. Sua temperatura varia entre 28º e 30º ao dia e 20º a 16º
    à noite.

    Economia

    A cidade tem como principal produto de sua economia a extração de pedras
    semipreciosas, com destaque para as minas de opalas, que são as mais belas e puras
    encontradas em todo o solo brasileiro. Também se destaca um rico artesanato à base de
    fio de algodão, que dá origem a belas tapeçarias e redes,mas a base da economia ainda é
    a agricultura.

    Turismo

    Entre as belezas naturais, estão o Morro do Gritador, canion com cerca de 280 metros a
    uma altitude de 730 metros acima do nível do mar; a Cachoeira do Salto Liso, com suas
    águas frias e cristalinas com véu de água de cerca de 30m; o Olho d'água Buritizinho,
    entre outros. Os sítios arqueológicos retratam a vida do homem pré-histórico nestas
    terras. Um conjunto arquitetônico em estilo barroco revela uma Pedro II histórica. O
    artesanato local, com sua tecelagem de redes e tapetes encanta os visitantes.

    Referências

       1. ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais.
          Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página
          visitada em 11 de outubro de 2008.
       2. ↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População.
          Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página
          visitada em 16 de agosto de 2009.
       3. ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento
          Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000).
          Página visitada em 11 de outubro de 2008.
       4. ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia
          e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de
          2008.




1
9
2
         Problematização:
         De que forma se dá a relação entre desenvolvimento local, turismo e
         conservação do meio-ambiente em Pedro II?



         Coleta de dados




Centro histórico de Pedro II
         1. Percorra as ruas do centro histórico da cidade e observe atentamente as
         construções nelas presentes.
         2.Construa um mapa do centro histórico, com legenda,destacando as áreas que
         seu grupo deverá percorrer. Nele, marque cada construção avistada e
         identifique:
              a. Sua funcionalidade original (residência/comércio, público, igreja).
              b. Função atual.
              c. Quantos andares a construção possui.
              d. Se a construção possui apenas portas no andar térreo, ou se portas e
                  janelas.
              e. A presença ou ausência de jardim.




    2
    0
    2
    3.Após percorrer toda a região delimitada para a seu trio, escolha duas
    edificações cujo acesso é público (loja, restaurante, ateliê) e observe:
         a. Os materiais utilizados na construção das paredes.
         __________________________________________________________________
         __________________________________________________________


         b. Como se dava a separação entre os andares térreo e superior.
         __________________________________________________________________
         __________________________________________________________


         c. Como era o sistema de abertura e fechamento de portas e janelas.
         __________________________________________________________________
         __________________________________________________________


    4. Desenhe a fachada e um detalhe arquitetônico da construção desta edificação.




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1
2
    Síntese II



          Discuta com seu grupo:
    1. Como ocorreu a adaptação das velhas formas dos elementos da paisagem de
       Pedro II à vida moderna?
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________


    2. Podemos descrever, após a observação da cidade, como vivia a população
       de PEDRO II no início do séc. XX?
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________


    3. Quais são as condições de preservação do patrimônio histórico em Pedro II?
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________




2
2
2
    ETAPA 4 – ENTREVISTA COM
    MORADORES E TURISTAS
    OBJETIVOS

     - Utilizar fontes de informação oral, adequando suas perguntas à situação
     comunicativa;
     - Identificar aspectos e elementos de Pedro II que influenciam a vida de seus
     cidadãos.
              Leia o texto abaixo:


              “O turismo tornou-se um dos principais combustíveis da economia,
    estimulando o aparecimento de hotéis, pousadas, condomínios.
              Ex-pescadores oferecem passeios de barco, agências organizam visitas às
    velhas fazendas e caminhadas na Mata Atlântica, incluindo um roteiro de
    alguns quilômetros num trecho preservado do Caminho do Ouro. Dos mais de
    100 alambiques que existiam por volta de 1700, restam apenas seis produtores
    de pingas que desde os tempos do império são festejadas entre as melhores do
    Brasil.
              Mas, junto com o progresso, acumulam-se problemas que parecem nos
    remeter de novo ao pior do pior dos séculos passados. Paraty produz 660
    toneladas de lixo por mês, quantidade que duplica na alta temporada e nos
    feriados prolongados. O sistema de saneamento básico é deficiente e o projeto
    de uma nova rede parece longe de ser posto em prática. A natureza sobre
    ataques clamorosos e o poder público não se apressa em tomar providências.
    João Fernandes, representante local do Instituto Estadual de Florestas,
    confirma:      ‘Temos     problemas   com    construções   irregulares,   turismo
    desordenado, extração vegetal e pesca predatória’. Na região de Mambucaba
    (43 quilômetros ao norte da cidade), segundo ele, a coleta do palmito é
    sistemática, apesar das proibições e da grita das ONGs.
              Junto à cidade, na Praia da Boa Vista, uma marina avança
    impetuosamente contra o manguezal, deixando só uma cortina de árvores para



2
3
2
    despistar quem olha da estrada. Na enseada de Parati-Mirim avistam-se barcos
    fazendo arrastão de rede para capturar camarões.'”
           RODRIGUES, O. “Parati: a jóia da coroa”. In. Os caminhos da Terra, ano
    10, nº 10.

    PROBLEMATIZAÇÃO

           O turismo realmente tem provocado impactos em Pedro II?


           Coleta de dados
           1.Apresente algumas implicações das práticas do turismo em PEDRO II.
    Destaque, ao menos, três conseqüências positivas e três negativas decorrentes
    do turismo no território da cidade.
           R.:______________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    _____________________________________________________________________


           2.Antes de começar a atividade, leia o texto que se segue, para
    compreender quais são os cuidados necessários para avaliar o impacto do
    turismo sobre o ambiente:
           “Há de ter-se suficiente lucidez e escrúpulo para a avaliação imparcial
    dos custos e benefícios do turismo, notadamente no tocante aos seus efeitos
    sobre as populações locais.
           Os trabalhos que focalizam a atividade com espírito crítico têm
    demonstrado que, na maior parte dos casos, os malefícios superam os
    benefícios, quando se aborda o turismo em menor escala, no âmbito, por
    exemplo, das comunidades tradicionais.
           Nos espaços turísticos criados artificialmente em áreas de pequeno
    contingente populacional faz-se um programa para a captação da população
    fixa, indispensável como força de trabalho. Invariavelmente essa população
    fixa, nas áreas menos nobres do núcleo turístico, em local, se possível, não


2
4
2
    visível para os turistas. Essa população é quase marginalizada não tendo acesso
    aos equipamentos implementados no núcleo. Nos espaços turísticos sofisticados
    geralmente não há lugar para a população residente.
          Quando o turismo ocorre em áreas já povoadas, como em zonas costeiras
    habitadas tradicionalmente por comunidades pesqueiras, observa-se impacto
    geralmente negativo, ocasionando, assim, séria transformação nos valores, nas
    tradições, nas crenças, desestabilizando essas comunidades. Trata-se de um
    processo irreversível. O problema é delicado, pois as populações residentes
    desejam as mudanças e sonham com sua integração à vida moderna, com o
    acesso aos bens que o ‘progresso’ proporciona.
          Por outro lado, defender as comunidades locais no estágio em que se
    encontram e tentar preservá-las como relíquias para o deleite dos cientistas
    sociais é assumir atitude paternalista, para não dizer autoritária.
          O que deve ser feito é uma campanha de educação ambiental para a
    conscientização das comunidades, para que elas possam decidir seu futuro.
          Sem dúvida, o turismo traz alto custo social para a população local. As
    repercussões socioculturais resultam em primeira instância das relações que
    ocorrem entre os turistas e a população residente em conseqüência dos seus
    contatos que podem efetuar-se em vários momentos  na compra de
    mercadoria e uso dos serviços; na freqüência de ambos a certos locais públicos
    onde se defrontam e quando se encontram a fim de travar conhecimentos,
    trocar informações e idéias. Neste caso são freqüentes os envolvimentos mais
    profundos de amizade, amor e sexo.
          O que se observa, na maioria das vezes, é que nessas relações o turista se
    encontra em posição privilegiada gozando de certo poder traduzido em
    superioridade, o que pode desenvolver, ao longo do tempo, sentimentos
    xenofóbicos na população local.
          Porém, os contatos não são muito freqüentes e nem muito profundos, em
    particular nos núcleos turísticos planejados, uma vez que os turistas
    permanecem isolados em “guetos”, não se relacionando de modo espontâneo
    com a população local. Mesmo assim podem ocorrer conseqüências desastrosas,



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5
2
    especialmente entre os representantes das classes etárias mais jovens. Estes se
    encantam com a aparente superioridade dos visitantes, criando novas
    aspirações que geram insatisfações profundas e predispõem os conflitos.”
           RODRIGUES, Adyr. Turismo e Espaço: rumo a um conhecimento
    transdisciplinar. São Paulo, Hicitec, 2001: pp. 92-4


           Em trio, realize ao menos duas entrevistas: uma com turistas e outra com
    comerciantes em Pedro II. Para cada uma das entrevistas, empregue os
    questionários a seguir. Perceba que há um questionário exclusivo para o
    Turista, e outro para o Morador.




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2
          QUESTIONÁRIO PARA SER APLICADO AOS MORADORES


          Dados pessoais:
          Nome ___________________________________________ Idade______
          Profissão_________________________________ Escolaridade________
          Onde nasceu______________________ Onde mora_________________
          Tempo que vive cidade ___________________________________________


          Sobre a cidade
       a- Como é viver numa cidade tombada pelo Patrimônio Histórico?

       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       _______________________________________________________



       b- O que tem de bom? O que tem de ruim?

       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       ___________________________________________________________________
       _______________________________________________________



    S- Por quê?

    ______________________________________________________________________
    ________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ________________________________________________________________


    c- Na sua opinião, a população moradora da cidade, tem consciência da
       necessidade de preservá-la? (peça que o entrevistado justifique a resposta).




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7
2
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________


    d- Você percebe se os moradores agem de forma a preservar a riqueza
       patrimonial de Pedro II?

    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


    e- Você poderia apontar atitudes dos moradores que demonstrem isso?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


          Sobre a história da cidade:
    a) O que você sabe sobre a história de Pedro II
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


          b) Na sua opinião, qual o lugar da cidade que melhor representa o
    passado de Pedro II?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________




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2
          c) Você conhece alguma história interessante da cidade que nos pudesse
    contar?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


          Sobre a cidade:


    a) A cidade oferece transporte público ? Por quê?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    b) A cidade oferece acesso a telefones e internet públicos?
    ______________________________________________________________________
    __________________________________________________________


    c) Existe esgoto em todos os bairros da cidade?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


    d) Como se dá a coleta de lixo? Com qual frequência? Você sa be dizer qual é o
    destino dado ao lixo coletado?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    e) Você sabe dizer qual é o destino dado ao lixo coletado?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    f) Quais são os principais problemas de Pedro II? Por quê?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


2
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2
          g) O Sr.(a) tem alguma proposta para resolver esses problemas? Qual(is)?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


          Sobre o turismo:
    a) De onde vem a maior parte dos turistas que Pedro II recebe?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


    b) O que eles buscam encontrar em Pedro II ?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    c) Há boa infra-estrutura na cidade para receber os turistas?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


    d) Quais são os principais problemas que o turista enfrenta aqui?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________




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2
    e) Como é o relacionamento entre a população local e os turistas?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________




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2
    QUESTIONÁRIO PARA SER APLICADO AOS TURISTAS


    Dados pessoais:
    Nome ___________________________________________ Idade______
    Profissão_________________________________ Escolaridade________
    Onde nasceu______________________ Onde mora_________________
     Quanto tempo está em Pedro II?
     Quanto tempo passará na cidade?
     É a primeira vez que visita a cidade?


    Sobre a cidade
    a)Como é visitar uma cidade tombada pelo Patrimônio Histórico?

    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________



    b)O que tem de bom? O que tem de ruim?

    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________



    c- Por quê?

    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________



3
2
2
    d - Na sua opinião, a população moradora da cidade, os turistas tem
    consciência da necessidade de preservá-la? Por gentileza, poderia justificar sua
    resposta?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


    e- Você percebe se os turistas agem de forma a preservar a riqueza patrimonial
       de Pedro II?

    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________


    f- Você poderia apontar atitudes dos turistas que demonstrem isso?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________




          Sobre a história da cidade:


          b) Na sua opinião, qual o lugar da cidade que melhor representa o
    passado ?
          ________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    __________________________________________________________
          c) Você conhece alguma história interessante da cidade que nos pudesse
    contar?



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3
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          ________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    __________________________________________________________




          Sobre a cidade:
          a) A cidade oferece uma boa infra-estrutura para os turistas no que se
    refere aos itens abaixo? Aponte um exemplo que justifique sua resposta.
          a) transporte:
          ________________________________________________________________
    ________________________________________________________________
          b) comunicações:
          ________________________________________________________________
    ________________________________________________________________


          c) saneamento básico:
          ________________________________________________________________
    ________________________________________________________________


          b) Quais são os principais problemas de Pedro II? Por quê?
          ________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    __________________________________________________________


          c) O Sr.(a) tem alguma proposta para resolver esses problemas? Qual(is)?
          ________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    __________________________________________________________




3
4
2
          Sobre o turismo:
          a) O senhor sabe de onde vem a maior parte dos turistas que Pedro II
    recebe?
          ________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    __________________________________________________________


          b) O que eles buscam encontrar em Pedro II?
          ________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    __________________________________________________________


          c) Como é o relacionamento entre a população local e os turistas?
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ______________________________________________________________________
    ____________________________________________________




3
5
2
    etapa 3
    -mirante do gritador-mina de opala-
    OBJETIVO

            - fazer uma carcterização do meio ecológico de Pedro II e verificar as
    diversas formas de sua apropriação;
            - Elaborar um mapa ou planta envolvendo as paisagens humanas e
    naturais em destaque no trabalho de campo;
            - Identificar os usos e destinação da opala extraída em pedro II;
            - Observar as adaptações humanas na natureza local;




            problematização




    Exploração da opala – atividade em
    expansão
    A partir dos anos 1970, pesquisas e estudos apontam o Estado do Piauí
    com diversas oportunidades de negócios no setor da indústria de base
    mineral, que vai desde a extração, passando pelo beneficiamento até a
    transformação.
    A importância desse setor econômico pode ser caracterizada tanto pelo



3
6
2
    grande número de ocorrência de jazidas conhecidas por todo o estado
    quanto pelos empreendimentos de minérios industriais já instalados ou que
    se encontram em processo de retomada.
    No primeiro semestre de 2004, cerca de 160 processos de pesquisa de lavra
    de minérios deram entrada no Departamento Nacional de Produção
    Mineral (DNPM), demonstrando a grande procura empresarial por essa
    atividade.
    A exploração da opala, no universo da exploração mineral, destaca-se não
    pelo tempo da atividade instalada no estado, mas, sobretudo, pela importância
    econômica que assume no âmbito das atividades mineradoras.
    No Território dos Cocais, especificamente em Pedro II, encontram-se as
    únicas jazidas de opala existentes no Brasil, ocupando cerca de trezentos
    trabalhadores que vivem exclusivamente da atividade da garimpagem.
    Nessa região, de acordo com o DNPM, as reservas somam um total de
    12.469.364 g de reserva medida, 50.269.416 g de reserva indicada e
    38.529.230 g de reserva inferida. As opalas são conhecidas e exploradas há
    mais de quarenta anos, sendo disputadas em todo o mundo.
    Segundo informações de garimpeiros, as melhores pedras são adquiridas
    por grandes joalheiros do sul do país, que efetuam as transações na própria
    mina, sem recolher nenhum imposto ao estado.
    Além do Brasil, apenas a Hungria, a Oceania e a Austrália possuem reservas
    de opala, verificando-se, no entanto, que as minas australianas estão se
    exaurindo. Vale ressaltar que a prospecção de minérios se configura em uma
    atividade que apresenta alto risco ao meio ambiente, devendo, portanto, ter
    estudos ambientais que assegurem o planejamento racional da atividade, de
               forma que mitigue seus impactos.
                 Atlas da bacia d parnaíba


    14/05/2009



    Mirante do Gritador é um espetáculo visual em Pedro II




    Divulgação                                                                Mirante do Gritador é mais uma beleza de Pedro II
    Uma das atrações turísticas mais belas e visitadas da cidade de Pedro II, município do Piauí, é o Mirante do Gritador,
    que fica a 14 Km da cidade. O Mirante é um lugar com uma vista impressionante que mostra diante dos olhos de quem
    o visita, os vales e planícies da região de Pedro II, Piracuruca e Domingos Mourão, isso é possível devido a sua alitude
    que é de 739 metros acima do nível do mar.

    O Mirante do Gritador é assim conhecido por que seus visitantes tem o hábito de gritar e ouvir o próprio eco repertir-se
    entre a serra. Além do eco, existe ainda outro espetáculo interessante da natureza que é a força centrípeda dos ventos
    quando em contato com os paredões do Mirante, isso faz com que qualquer objeto leve , como chapéus , quando
    jogado contra o precipício, retorne ao lugar de onde foi arremessado.

    A visão panorâmica do Mirante do Gritador é mais um espetáculo presente na cidade de Pedro II.



                 Fonte:Canalverde.tv(acesso em 28-05-2010)


3
7
2
          Agora responda:
         Até que ponto as potencialidades    naturais de Pedro II favorecem o
    desenvolvimento econômico e social da cidade ?que impactos sócio-ambientais
    podem ser verificados?




         COLETA DE DADOS




           ________________________________________________________________
           ________________________________________________________________
           ________________________________________________________________
           ________________________________________________




           Com base no mapa abaixo responda as seguintesb questões:




         cprm



3
8
2
    1. qual a estrutura geológica predominante em pedro II?
    2. existe relação entre sua estrutura geológia ,as formas de relevo          e as
    atividades econômicas ? justifique
    3.relacione a altitude de pedro II e suas condições climáticas?
    4.as   condições   climáticas   de   perdro   II   se   constituem   em   atrativo
    turístico?explique.
    5.Elabore um mapa conceitual da cadeia produtiva envolvida na
    extração da opala em Pedro II
    ________________________________________________________________
    ________________________________________________________________
    ________________________________________________________________
    ________________________________________________




3
9
2
    ETAPA 10 – visita ao museu da roça
    OBJETIVO

           Realizar exercícios de leitura da paisagem de Pedro II a partir da
    observação dos documentos históricos, quarós, fotografias, instruemntos e
    outros utensílios em exposição no museu da roça


    PROBLEMATIZAÇÃO
           Ler e analisar a paisagem é mais complexo do que apenas ver e perceber a
    paisagem.

    Museu da Roça é mais um dos encantos de Pedro II


    Aqui: natureza e história num ritmo envolvente, diz a
    placa

    Isabel Ribeiro, enviada especial

    Localizado à 8 km do município de Pedro II, no
    povoado Roça dos Pereiras, o Museu da Roça conta
    com muitas peças da década de 30 a 70 do século XX,
    além de outras muito mais antigas como uma moeda de
    1857. A peça mais antiga do museu é esta moeda, um
    patacão, que pertencia a José Galvão, avô de Anita
    Alice Passos Galvão, idealizadora do museu.

    São cinco hectares, onde a família Galvão protege o meio ambiente, preserva e divulga
    a história do município e redondezas.

                                   A primeira TV de Pedro II, primeiro relógio de ponto,
                                   inalador do primeiro posto de Saúde, instrumentos de
                                   trabalho, aparelhos domésticos, fotos, pedras do
                                   garimpo, entre muitas outras coisas podem ser
                                   encontradas lá.



    Primeira TV de Pedro II




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    Além das peças, outro atrativo do museu são seus
    espaços, além da casa principal onde ficam muitas das
    peças, estas também estão espalhadas por fonte dos
    desejos, santuário, cozinha caipira, largo dos pássaros,
    além de lojinha, lanchonete, restaurante, cascata. Conta
    ainda com uma mina aberta para visitação do público.

    No último ano, a família investiu no local instalando
    alguns novos espaços como a lanchonete, a loja de           Bar e restaurante estão
    souvenirs e a cascata Pedra D?água.                         sempre lotados


                                      Decorado de forma bem peculiar e com placas com
                                      frases alegres (Meu coração está sempre bem. Ele
                                      deságua alegria, paixão e paz.) por toda a sua estrutura,
                                      o Museu da Roça tem cheiro também, cheiro de
                                      eucalipto, que está espalhado por todo o chão da casa
                                      principal. Uma idéia que pretendia apenas tirar o cheiro
                                      de mofo das coisas, mas que deu muita personalidade ao
                                      lugar.
    Placas enfeitam todo o museu
                                    Muitas famílias visitam
    o museu, pais levam os filhos e explicam o que é o
    local. A exemplo da professora Darkyana Ibiapina, de
    Campo Maior, que levou as filhas Darkyelle, de 11
    anos, e Dianaelen, 4 anos, para conhecer o local. A mãe
    disse que considera este um local bem interessante para
    passar o dia com a família. Ao todo, cinco pessoas da
    família de Darkyana estavam visitando Pedro II pela
    primeira vez. A estudante Darkyelle disse que achou o Professora levou toda a família
    museu bem legal e diferente; e que gostou de vê coisas para passeio
    como a TV antiga igual tinha na casa de sua mãe e que ela nunca tinha visto.

    História
    Sítio adquirido em 1969, época do garimpo, pelo senhor José Galvão, que escolheu o
    local por este possuir uma mina. Esta se tornou a casa da família passar o final de
    semana e sua neta Anita passou a decorar a casa com peças antigas da família. Ela
    considera que hoje o Museu da Roça é um ponto importante da história de Pedro II.

                                      Anita Alice conta que depois do I Festival de Inverno,
                                      as pessoas de Teresina e municípios vizinhos
                                      começaram a fazer doações das mais variadas peças.
                                      Hoje, o Museu é passagem obrigatória dos turistas que
                                      vão a Pedro II.

                                      A família aguarda a liberação de recurso de um projeto
                                      encaminhado a Petrobrás, são 41 mil reais, que devem
    Anita Alice não imagina que seu   ser destinados a restauração do casarão, preservação,
    hobby pudesse virar um negócio    catalogação e investimento em segurança.

    Ela conta ainda que tem planos para, no futuro, construir chalés no local, uma vez que é
    uma solicitação de muitos turistas.


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    Anita ressalta que há uma grande preocupação com a preservação ambiental do espaço e
    em manter suas características. Sendo que eles procuram aproveitar os recursos que a
    própria natureza oferece, como a madeira que cai e é aproveitada, pedras da época do
    garimpo. ?Não descaracteriza o local e ainda dá pra economizar?, resume.


    Fotos: Isabel Ribeiro, enviada especial
          Retirado de: www.portalappm.com.br
         Acesso em 30-05-2010
          “texto para problematizar”



    com base nos elemntos expostos no museu é possível perceberas o
    processo de formação histórico-territorial de Pedro II e sua
    evoluação sócio-enômica?

    COLETA DE DADOS




          Com     seu    trio,   percorra   as   dependências    em    que   estão   os

    quadros,fotografias,utensílios que representama evolução histórica de Pedro II.

    Observe e escolha um item para analisar.



       1) Anote as informações técnicas do item:

          Autor: __________________________________________________________

          Título: __________________________________________________________

          Data: ___________________________________________________________



       2) Se houver alguma informação complementar fornecida por fonte externa

           (informativo na parede, folder ou vídeo), anote o que considerar mais

           relevante.

       ___________________________________________________________________

       ___________________________________________________________________

       ___________________________________________________________________



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       ___________________________________________________________________

       ___________________________________________________________________

       ___________________________________________________________________

       3) Descreva o item.

              a. Faça uma descrição geral de como ele se apresenta.

              _____________________________________________________________

              _____________________________________________________________

              _____________________________________________________________

              _____________________________________________________________

              _____________________________________________________________

              _____________________________________________________________




    SÍNTESE :

    Elabores mapa ou planta envlvendo as paisagens humanas e naturais em destaque no
    trabalho de campo;
         Espaço destinado para a planta/mapa :
         Elabore um esquema, um mapa conceitual ou um desenho para
    representar a leitura da paisagem de Pedro II realizada pelos integrantes do
    grupo.




    Produza um texto obsevando o seguinte
    tema:
    -turismo-desenvolvimento local e
    conservação
    -trabalho de campo:instrumento essencial
    à geografia


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    PLENÁRIA FINAL

         1. Anote nas linhas abaixo as instruções específicas para
    participação de seu grupo na plenária final. O professor apresentará as
    instruções no início da plenária.
         R.:
    ___________________________________________________________
    ________________________________________________________________
    ________________________________________________________________
    ________________________________________________________________
    ________________________________________________________________
    ____________




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2
    8.BIBLIOGRAFIA:
    “Além das Águas: A Discussão no Nordeste do Rio São Francisco”.
    LIMA, Luiz Cruls. FFLCH/USP. Revista do Departamento de Geografia.
    17 (2005). 94-100.

    “A Questão Nordestina: Permanências e Mudanças”. OLIC, Nelson
    Bacic. Portalimpacto.com.br

    ANTUNES, Celso. “O que é uma aula?”, “O que é conhecimento?”, “O
    que é ensinar?”, “O que é aprender?” e “Como saber se o aluno
    aprendeu?” in Professores e Professauros. Reflexões sobre a aula e
    práticas pedagógicas diversas. Rio de Janeiro: Vozes, 2009, págs. 22 a
    43.

    BENKO, Georges. “Mundialização da Economia, Metropolização do
    Mundo”. FFLCH/USP. Revista do Departamento de Geografia, 15 (2002)
    45–54
    BOLETIM PAULISTA DE GEOGRAFIA – TRABALHO DE CAMPO.Nº
    84, JULHO DE2006, AGB
    ENGELS, Friderich “Sobre o papel do trabalho na transformação do
    macaco em homem”. Escrito por Engels em 1876. Publicado pela
    primeira vez em 1896 em Neue Zelt. Publica-se segundo com a edição
    soviética de 1952, de acordo com o manuscrito, em alemão. Traduzido
    do espanhol.

    GEOGRAFIA – Caderno Conceito e Ação – EF II. INSTITUTO
    QUALIDADE NO ENSINO, 2009. São Paulo.

    GASPARIN, João Luiz. Problematização. Explicitação dos Principais
    Problemas da Prática Social (Capítulo 2, págs. 35 a 49);
    Instrumentalização. Ações Didático-Pedagógicas para a Aprendizagem.
    Procedimentos Práticos (Capítulo 3, págs. 107 a 127). Uma Didática
    para a Pedagogia Histórico-Crítica.Campinas: Editora Autores
    Associados, 2007.
    SORRE, Max. “Objeto e Método da Climatologia. Revista do
    Departamento de Geografia, 18 (2006) 89-94.

    STEIMBACH, Allan Andrei. O Processo de Ensino numa Perspectiva
    Histórico-Crítica (Sd, 07 págs).

    SILVEIRA, Maria Laura. Uma Situação Geográfica: do Método a
    Metodologia in Revista TERRITÓRIO, ano IV, n. 6, jan/jun, 1999. págs.



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2
8
    21 a 28.

    SANTOS, Milton. “Do Meio Natural ao Meio Técnico Científico
    Informacional”. A Natureza do Espaço (São Paulo, Hucitec, 1996, pp.
    187-197);

    SANTOS, Milton. O Espaço e seus elementos. Questões de Método in
    Espaço e Método. São Paulo: Nobel, 1985, págs. 5 a 20.

    _______________. Do físico ao humano. Do natural ao artificial.
    Geografia física, Geografia humana in Metamorfoses do Espaço
    Habitado. São Paulo: HUCTEC, 1994, págs. 87 a 93.

    SOUZA, Maria Adélia de. “Meio Ambiente e Desenvolvimento
    Sustentável – As Metáforas do Capitalismo”. In TERRITORIAL
    (www.territorial.org.br biblioteca virtual)

     “Tempo na Metrópole: A Fragmentação da Vida Cotidiana”. Resenha
    publicada na Revista do Departamento de Geografia, 15 (2002).

    TRICART, Jean. “O Campo na Dialética da Geografia”. Textos Clássicos
    publicados na Revista do Departamento de Geografia da USP, 19
    (2006) 104-110.




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