UNIVERSIDADE DO PORTO by c9t0f87l

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									DGES DIRECÇÃO GERAL DO ENSINO SUPERIOR
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR




                    UNIVERSIDADE DO PORTO

                 DOUTORAMENTO EM MUSEOLOGIA
                     Exmo. Senhor Director-Geral do Ensino Superior:


                                                                  Porto, 18 de Maio de 2009




Ao abrigo no disposto do nº1 do artº 63º do Decreto-Lei 74/2006, de 24 de Março, a
Faculdade de Letras da Universidade do Porto vem, por este meio, requerer a V. Exª o registo
do ciclo de estudos conducente ao grau de doutor em Museologia. O presente requerimento
vai acompanhado de uma “síntese de caracterização” e instruído conforme o “relatório”
previsto pelas “Normas técnicas para a apresentação das estruturas escolares e dos planos de
estudo dos cursos superiores e sua publicação”, publicadas em 11 de Maio de 2005 (Despacho
nº 10 543, DR nº 91, II Série), bem como pelas “Normas de organização dos processos
referentes ao registo de adequação de ciclos de estudo”, publicadas em 31 de Março de 2006
(Despacho nº 7287-C/2006).




                     Pede deferimento


                     O Director da Faculdade de Letras




                     Prof. Doutor Jorge Fernandes Alves



                     O Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Belas Artes




                     Prof. Doutor Francisco Artur de Vaz Tomé Laranjo
                       UNIVERSIDADE DO PORTO
                        FACULDADE DE LETRAS
                     FACULDADE DE BELAS ARTES




RELATÓRIO DOS ÓRGÃOS CIENTÍFICO E PEDAGÓGICO DA FACULDADE DE
LETRAS E DA FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DO PORTO,
  TENDO EM VISTA O PROCESSO DE CRIAÇÂO DO CICLO DE ESTUDOS
        CONDUCENTE AO GRAU DE DOUTOR EM MUSEOLOGIA


       Em conformidade com o Despacho n.º 7287-C/2006, de 31 de Março
       FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO

       FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DO PORTO

                           Peças integrantes do


                      PEDIDO DE CRIAÇÂO DO
       CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE DOUTOR EM
                          MUSEOLOGIA


INTRODUÇÃO

PEÇA A - A PREPARAR PELA REITORIA (DELIBERAÇÃO)
PEÇA B – ESTRUTURA CURRICULAR (DE ACORDO COM O DESPACHO     Nº   10543/2005,
               DR, 2ª SÉRIE, DE 11 DE MAIO)

PEÇA C – C1 A) OBJECTIVOS DO CICLO DE ESTUDOS;
            B) DA SUA ORGANIZAÇÃO;
            C) DO PROJECTO EDUCATIVO, CIENTÍFICO E CULTURAL PRÓPRIO
                ADEQUADO AOS OBJECTIVOS FIXADOS

PEÇA C2 – DESCRIÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO DA ADEQUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS
               ÀS EXIGÊNCIAS CUIENTÍFICAS E PEDAGÓGICAS E À QUALIDADE DO
               ENSINO
PEÇA C3 - DESCRIÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO DA ADEQUAÇÃO DOS RECURSOS
               MATERIAIS ÀS EXIGÊNCIAS (…)
PELA C4 – VER PONTO I.B. DAS NORMAS TÉCNICAS

PEÇA   D – FUNDAMENTAÇÃO    DOS CRÉDITOS ATRIBUÍDOS A CADA UNIDADE
               CURRICULAR INCLUINDO INQUÉRITOS REALIZADOS A ESTUDANTES E
               DOCENTES TENDO EM VISTA ESSE FIM

PEÇA E - FUNDAMENTAÇÃO SUCINTA DO Nº TOTAL DE CRÉDITOS E DURAÇÃO DO CICLO
               DE ESTUDOS


PEÇA F - DEMONSTRAÇÃO DA ADEQUAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO DO CICLO E
METODOLOGIAS DE ENSINO À AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS



DOCUMENTO G - ANÁLISE COMPARATIVA COM A ORGANIZAÇÃO NOUTROS CICLOS DE
ESTUDO MINISTRADOS NA EUROPA


ANEXO I – RECURSOS MATERIAIS DISPONIBILIZADOS PELA FLUP
ANEXO II – RECURSOS HUMANOS     DISPONIBILIZADOS PELA   FLUP (FICHAS   DE
             DOCENTES)

ANEXO III – REGULAMENTO  DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE
               DOUTORAMENTO EM MUSEOLOGIA

ANEXO IV – REGIME TRANSITÓRIO
INTRODUÇÃO

       A Faculdade de Letras da Universidade do Porto tem estado associada às
principais inovações no domínio do ensino e da investigação da Museologia em
Portugal, tendo sido pioneira nos vários passos que conduziram à autonomização desta
área do saber no Ensino Superior público em Portugal. Com efeito, a Faculdade de
Letras da Universidade do Porto conta-se entre as primeiras instituições universitárias
portuguesas a oferecer um Curso de Especialização em Museologia, o que ocorreu no
ano lectivo de 1994-95, propondo, então, um curriculum inovador. Mais recentemente,
criou o Curso Integrado de Estudos Pós-graduados em Museologia que, para além de
um Curso de Especialização, desenvolve um programa de Mestrado e de
Doutoramento.
       Por sua vez, a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto iniciou em
2006 um curso de 2º ciclo em Estudos Museológicos e Curadoriais, também ele
inovador, na medida em que propõe um modelo de formação especializada que,
colocando a actividade da curadoria de exposições no centro do programa de formação,
a articula com a globalidade das práticas museológicas implicadas com a arte,
nomeadamente a contemporânea.
       No actual panorama português, a Museologia – quer seja encarada na sua
vertente da investigação científica, quer seja perspectivada numa vertente mais
profissionalizante – é uma área científica e profissional em clara expansão. A qualidade
científica da investigação museológica que tem sido praticada em Portugal tem vindo a
incrementar-se de forma significativa, num processo que não pode ser isolado da
crescente qualificação dos seus profissionais. Nesta área, como é natural, não pode ser
subestimado o papel que as instituições universitárias têm assumido, quer na vertente
de qualificação dos profissionais, quer na promoção de investigações de fôlego
(enquadradas, muitas delas, em provas académicas, de mestrado e de doutoramento).
Por outro lado, a explosão museológica verificada em Portugal nos últimos anos, a par
dos contextos internacionais que conferem uma importância central aos museus e ao
património, atribuiu uma nova dimensão à prática museológica. As crescentes
solicitações, nomeadamente ao nível do inventário patrimonial e museológico, da
conservação preventiva, dos estudos de públicos, de serviços de educação e mediação e
da arquitectura e design, a par do desenvolvimento de alguns projectos museológicos
de grande impacto, ajudaram a conferir à Museologia uma visibilidade e uma projecção
social enormes. O extraordinário desenvolvimento que a prática museológica conheceu
nas duas últimas décadas teve, igualmente, correspondência no salto qualitativo que se
verificou nos nossos conhecimentos não só sobre as colecções como também dos
próprios    processos   de   fruição   e   comunicação     materializados   em   museus,
desenvolvimento que é fruto da qualidade da formação universitária e dos projectos de
investigação.
       Atenta a esta realidade, a Faculdade de Letras da Universidade do Porto tem
procurado adaptar a estrutura curricular do seu Curso de Museologia à transformação
do sector em Portugal. No momento em que se discute a implementação das propostas
decorrentes da Declaração de Bolonha, com o seu novo paradigma pedagógico, a
Faculdade de Letras da Universidade do Porto vem propor, em parceria com a
Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, a reorganização da estrutura
curricular do 3º Ciclo de ensino de Museologia.
       Subjacentes à proposta de reorganização curricular estão os princípios da
Declaração de Bolonha, com a adopção do European Credit Transfer and
Accumulation System (ECTS), baseado na avaliação do trabalho do estudante, a
mudança de um paradigma pedagógico baseado no sistema de transmissão de
conhecimentos, apoiado em aulas magistrais, para um paradigma pedagógico baseado
no desenvolvimento e definição de competências que os detentores dos diferentes
ciclos de formação devem adquirir.
       No contexto do Processo de Bolonha torna-se imperioso reorganizar o Curso
tendo em conta os objectivos globais desse processo e as alterações pedagógicas dele
decorrentes. Neste sentido, a reestruturação que agora se propõe tem os seguintes
objectivos:
       - Formar para a empregabilidade, isto é, garantir que os alunos estejam
           preparados para o exercício de uma profissão;
       - Formar para uma actividade profissional que pode ser exercida em todo o tipo
           de museus e instituições paramuseológicas, mas também no seio das mais
           diversas organizações;
       - Formar para a investigação nesta área.
       Neste sentido, a Universidade do Porto, através das suas Faculdades de Letras e
de Belas Artes, propõe a criação do 3º ciclo de ensino em Museologia.




       3º Ciclo de Estudos – Doutoramento em Museologia


       Ao aluno que tenha completado com sucesso o 2º Ciclo de formação em
Museologia ou em Estudos Museológicos e Curadoriais, totalizando 120 ECTS, é
facultada a possibilidade de aprofundar a sua investigação e de prosseguir os estudos
para obter o diploma de 3º Ciclo, conferente do grau de Doutor, abertura para o evoluir
de competências que também se estende a titulares de outros percursos académicos que
demonstrem capacidade e formação básica para desenvolverem este ciclo de estudos
avançado de especialização.
       A estrutura curricular prevê o aprofundamento das competências de
investigador, através quer do acompanhamento da sua actividade por parte do
Orientador, em Seminário e em Sessões Tutoriais, quer por um prolongado esforço de
investigação na preparação da dissertação de Doutoramento. A integração no meio
científico e a divulgação das primícias da investigação em desenvolvimento resultarão
da obrigatoriedade de estar presente em reuniões científicas e de nelas apresentar
comunicações e/ou de remeter artigos para publicação em revistas da especialidade.
PEÇA A – A PREPARAR PELA REITORIA (DELIBERAÇÃO)
PEÇA B - ESTRUTURA CURRICULAR (DE          ACORDO COM O     DESPACHO   Nº   10543/2005,
         DR, 2ª SÉRIE, DE 11 DE MAIO)


FORMULÁRIO



1. Estabelecimento de ensino:

    Universidade do Porto



2. Unidade orgânica (faculdade, escola, instituto, etc.):

    Faculdade de Letras

    Faculdade de Belas Artes



3. Curso: Museologia



4. Grau ou diploma: Doutor (3º Ciclo)



5. Área científica predominante do curso: Museologia



6. Número de créditos, segundo o sistema europeu de transferência de créditos,
necessário à obtenção do grau ou diploma: 180 ECTS



7. Duração normal do curso: Seis semestres



8. Opções, ramos, ou outras formas de organização de percursos alternativos em
que o curso se estruture (se aplicável):

Não aplicável.
9. Áreas científicas e créditos que devem ser reunidos para a obtenção do grau ou diploma:


                                                          Universidade do Porto
                                 Faculdade de Letras e Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
                                                          Curso de Museologia
                                                         Doutoramento (3º ciclo)

                                                            QUADRO N.º 1


                                                                    CRÉDITOS
      ÁREA CIENTÍFICA                      SIGLA             OBRIGATÓRIOS  OPTATIVOS
Museologia                                  MUS                      180
                                                 TOTAL               180
11.Plano de estudos:

                                                         Universidade do Porto
                                Faculdade de Letras e Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
                                                         Curso de Museologia
                                                        Doutoramento (3º Ciclo)
                                          Área científica predominante do curso: Museologia



                                                         QUADRO N.º 2

                                                              1º ANO
                                                            1º semestre

                                                                                 TEMPO DE TRABALHO
                                         ÁREA                                                                CRÉDIT    OBSERVAÇ
    UNIDADES CURRICULARES                                       TIPO                    (HORAS)
                                      CIENTÍFICA                                                               OS         ÕES
                                                                                 TOTAL       CONTACTO
Metodologia de Investigação                                                                 TP: 49 H; OT:
                                            MUS               Semestral           162H
                                                                                              13; O: 2 H     6 ECTS
Estudos de Museus e Curadoria                                                               TP: 195 H; OT:
                                            MUS               Semestral           648 H
                                                                                              13; O: 2 H     24 ECTS
                                                          QUADRO N.º 3

                                                              1º ANO
                                                            2º semestre

                                                                             TEMPO DE TRABALHO
                                              ÁREA                                                          CRÉDIT        OBSERVAÇ
    UNIDADES CURRICULARES                                      TIPO                 (HORAS)
                                           CIENTÍFICA                                                         OS             ÕES
                                                                             TOTAL       CONTACTO
                                                                                         S: 13 H; OT:
Seminário de Orientação de Tese*               MUS           Semestral        162 H          26 H;           6 ECTS
                                                                                            O: 2 H
                                                                                          OT: 26 H;
Preparação da Tese                             MUS           Semestral        648 H                         24 ECTS
                                                                                            O: 2 H

   * Um dos seguintes Seminários, de acordo com a definição anual:
   - Património e Conservação Preventiva
   - Colecções e Património;
   - Espaço e Comunicação;
   - Gestão e Empreendedorismo;
   - Curadoria

   Anualmente, a Comissão Científica do Programa define e publicita quais os Seminários que funcionam nesse ano lectivo
                                                  QUADRO N.º 4

                                                     2º ANO

                                                                 TEMPO DE TRABALHO
                                        ÁREA                                              CRÉDIT    OBSERVAÇ
       UNIDADES CURRICULARES                         TIPO             (HORAS)
                                     CIENTÍFICA                                             OS         ÕES
                                                                 TOTAL     CONTACTO
Práticas de Comunicação Científica      MUS          Anual        108H       O:2 H
                                                                                          4 ECTS
                                                                          OT: 26H; O: 2
Seminário de Orientação da Tese         MUS          Anual       162 H                    6 ECTS
                                                                               H
                                                                          OT: 26H; O: 2
Tese                                    MUS          Anual       1350 H                   50 ECTS
                                                                               H


                                                  QUADRO N.º 5

                                                     3º Ano

                                                                 TEMPO DE TRABALHO
                                        ÁREA                                              CRÉDIT    OBSERVAÇ
       UNIDADES CURRICULARES                         TIPO             (HORAS)
                                     CIENTÍFICA                                             OS         ÕES
                                                                 TOTAL     CONTACTO
Práticas de Comunicação Científica      MUS          Anual       108 H       O: 2 H       4 ECTS
                                                                           OT: 40 H;
Tese                                    MUS          Anual       1512 H                   56 ECTS
                                                                            O: 2 H
PEÇA C – C1 A) OBJECTIVOS DO CICLO DE ESTUDOS
             B) DA SUA ORGANIZAÇÃO
             C) DO PROJECTO EDUCATIVO, CIENTÍFICO              E CULTURAL PRÓPRIO
               ADEQUADO AOS OBJECTIVOS FIXADOS



       O Programa Doutoral tem como objectivo formar para a investigação científica
de alto nível Museólogos, capazes de uma prática profissional autónoma, com sólida
formação teórica, prática experimental, e com aptidões profissionais que lhes permitam
desempenhar várias tarefas na área da Museologia e do Património Cultural,
nomeadamente nas vertentes da pesquisa e investigação científica, da gestão, do
planeamento, da intervenção, da preservação, da valorização e da divulgação.
       Apesar desta ser uma das áreas científicas de doutoramento recentemente
oferecida pela Faculdade de Letras do Porto, os docentes da área de Museologia do
Departamento de Ciências e Técnicas do Património têm vindo a orientar teses de
doutoramento, respondendo à procura crescente quer de antigos alunos, quer de mestres
oriundos de outras instituições, nomeadamente do Brasil, que procuram esta Faculdade
para aqui desenvolver a sua investigação de 3º Ciclo.
       Com a reestruturação do Ensino Superior no espaço europeu pareceu-nos
pertinente proceder à criação do Programa Doutoral, enquadrando de forma sistemática
todo este potencial de investigação, criando melhores condições para a formação de
uma comunidade de alto nível de especialização capaz de produzir conhecimento
científico e investigação aplicada de excelência.


       São, pois, objectivos deste curso de 3.º Ciclo em Museologia:
              Providenciar uma qualificação de 3.º Ciclo em Museologia de elevada
qualidade científica e técnica que seja reconhecida pelo meio académico e profissional;
              Aprofundar, sistematizar e produzir conhecimento científico em áreas
específicas da Museologia propondo abordagens inovadoras;
              Promover nos alunos uma motivação e aptidão para o questionamento
intelectual, avaliação crítica, inovação criativa e um compromisso em relação a uma
aprendizagem continuada ao longo da vida;
              Reforçar a capacidade de investigação académica autónoma no campo
da Museologia;
             Desenvolver a reflexão teórica e a consciência crítica no domínio da
museologia.


       O titular de Doutoramento em Museologia poderá encontrar saídas profissionais
quer na docência a nível superior e de formação contínua, quer em Organismos Centrais
do Estado, Organismos Autárquicos, Museus (nacionais, municipais ou outros),
Colecções de Organismos públicos ou privados, Gabinetes de Planeamento e de Gestão
Patrimonial, Empresas ligadas ao Património, no Ensino e Formação especializados, ou
enveredar pela Profissão Liberal. Ao longo dos anos de vigência dos actuais cursos de
Especialização e de Mestrado em Museologia, esta área tem revelado uma alta taxa de
empregabilidade pelo que se espera que, numa sociedade cada vez mais exigente em
qualificações e competitiva, os novos doutorados assumam posições de destaque na
profissão.


       Aos diplomados com o 3º Ciclo de Estudos em Museologia são reconhecidas
competências profissionais plenas, que conferem autonomia de actuação profissional,
nomeadamente e entre outras, a capacidade de: desenvolver e coordenar projectos de
investigação nesta área científica; desenvolver e implementar planos de gestão de
colecções que incluam o inventário, documentação e estudo de colecções; criar e
implementar projectos inovadores de carácter educacional e lúdico para públicos
diferenciados; desenvolver, gerir e implementar projectos expositivos em equipa;
desenvolver programas e estratégias de comunicação que motivem os públicos para o
papel importante que podem desempenhar na deterioração/preservação do património;
encetar relações transversais e institucionais de trabalho e promover o seu envolvimento
no desenvolvimento de uma política institucional de identificação, caracterização
material e diagnóstico do edifício/colecções; utilizar metodologias de gestão de risco,
estabelecendo prioridades para uma estratégia integrada, pró-activa e adaptável a
mudanças, de protecção quer do edifício/museu quer das colecções, com base no
conhecimento profundo das suas características, dos seus contextos e respectivas
interacções; gerir de forma integrada os recursos materiais e humanos de acordo com a
visão de missão da instituição; integrar os sistemas, as novas tecnologias e as técnicas
mais eficazes e eficientes em matéria quer de gestão de colecções quer de comunicação.
PEÇA C2      -
             DESCRIÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO DA ADEQUAÇÃO DOS RECURSOS
HUMANOS ÀS EXIGÊNCIAS CIENTÍFICAS E PEDAGÓGICAS E À QUALIDADE DO ENSINO


       O Programa Doutoral em Museologia é assegurado, na sua estrutura principal,
pelos docentes com doutoramento afectos à área de Museologia do Departamento de
Ciências e Técnicas do Património (DCTP) da FLUP e à área dos Estudos
Museológicos e Curadoriais da FBAUP, sem por isso deixar de recorrer à colaboração
de outros departamentos desta e de outras Faculdades da Universidade do Porto, de
outras universidades, organismos e individualidades nacionais e estrangeiras de
reconhecido mérito internacional.
       O Corpo Docente doutorado afecto ao Programa Doutoral de Museologia é
integrado por:


       Professores Catedráticos
                 Professora Doutora Ana Maria Rodrigues Monteiro Sousa, DG-FLUP
                 Professor Doutor Armando Coelho Ferreira da Silva, DCTP-FLUP


       Professores Associados com Agregação
                 Professor Doutor João Teixeira Lopes, DS-FLUP
                 Professor Doutor Rui Manuel Sobral Centeno, DCTP-FLUP


       Professores Associados
                 Professora Doutora Amélia Assunção Beira Ricon Ferraz, FMUP
                 Professor Doutor Carlos Alberto Esteves Guimarães, FAUP
                 Professor Doutor José Roberto Tinoco Cavalheiro, FEUP


       Professores Auxiliares
                 Professora Doutora Alice Lucas Semedo, DCTP-FLUP
                 Professor Doutor Helder Manuel de Jesus Gomes, FBAUP
                 Professora Doutora Lúcia Almeida Matos, FBAUP
                 Professora Doutora Maria Alice Duarte Silva, DG-FLUP
PEÇA C3        -
               DESCRIÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO DOS RECURSOS MATERIAIS ÀS
EXIGÊNCIAS CIENTÍFICAS E PEDAGÓGICAS E À QUALIDADE DO ENSINO


       A Faculdade de Letras da Universidade do Porto disponibiliza um conjunto de
infra-estruturas materiais que asseguram o normal funcionamento do Doutoramento de
Museologia, nomeadamente:
       - Salas de Aulas equipadas com meios pedagógicos (permitindo a utilização
regular de PowerPoint, de projectores de slides, de projectores de acetatos, etc.);
       - Laboratório de Conservação e Restauro (dependente do Departamento de
Ciências e Técnicas do Património), um espaço detentor de equipamento específico
capaz de potenciar a investigação científica aplicada (lupas binoculares, balança
electrónica, equipamento fotográfico digital, etc.), permitindo o exame de materiais, o
desenho técnico, a prática de restauro, etc.;
       - Biblioteca Central, detentora de um acervo invulgar (320.000 títulos em
estudos monográficos; 2100 títulos de periódicos), a qual tem sido enriquecida com o
depósito de algumas bibliotecas especializadas; possui um sector reservado à
Museologia;
       - Biblioteca do Departamento de Ciências e Técnicas do Património,
especializada em Arqueologia e História da Arte e Museologia (com vários milhares de
títulos em estudos monográficos e um conjunto de duas centenas de títulos de
periódicos).


       Também a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto disponibiliza
uma série de infra-estruturas e equipamentos onde os estudantes podem encontrar os
meios necessários ao desenvolvimento da sua investigação, nomeadamente:
       Museu com uma colecção de arte nacional (desenho, pintura e escultura) dos
séculos XVIII a XXI, com perto de 3 000 peças e um acervo de cerca de 3000 gravuras
e desenhos antigos.
       Arquivo documental referente a toda a actividade da Academia Portuense de
Belas Artes desde a sua fundação em 1836 até hoje, procurado por investigadores
nacionais e estrangeiros interessados em informação relativa ao meio artístico nacional
dos últimos séculos.
       Biblioteca de arte especializada em arte contemporânea (13.300 títulos) com um
núcleo, em contínua actualização, reservado à curadoria.
       - Salas de Aulas equipadas com meios pedagógicos (permitindo a utilização
regular de PowerPoint, de projectores de slides, de projectores de acetatos, etc.);
       Salas de exposições temporárias (2), uma vocacionada para exposições de obras
de arte em suportes tradicionais e outra para exposição de obras em filme ou vídeo.
       Laboratórios de vídeo e fotografia com equipamento e apoio técnico à produção
de trabalhos de natureza artística ou documental.
       Equipamentos de hardware e software para produção de peças gráficas de apoio
a exposições como catálogos, flyers, websites.


       Todos estes meios asseguram localmente o apoio necessário para o
desenvolvimento do trabalho dos alunos de Museologia. Não devemos, porém, olvidar
outros recursos existentes a nível nacional e internacional, nomeadamente museus,
bibliotecas e laboratórios especializados, a que os alunos devem recorrer sempre que
necessário, para o desenvolvimento do seu trabalho de investigação científica,
potenciando assim a multidisciplinaridade e a rentabilização e qualidade no uso dos
meios técnicos.
PEÇA C4 -      ENQUADRAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS NA REDE DE FORMAÇÃO
NACIONAL




A criação do Curso de Pós-graduação em Museologia da Universidade do Porto, em
1992, Decreto-Lei nº 96, Diário da República, II Série, 24.04.1992, na sequência de um
apelo do Instituto Português do Património Cultural dirigido à Universidade do Porto,
após a interrupção dos cursos por si organizados entre 1981 e 1985, consagrou um
processo de formação em Museologia integrado no Sistema Oficial de Ensino, que se
pode considerar pioneiro no domínio do ensino e da investigação desta área do saber.
Em funcionamento desde 1992 até 2005, em sete edições, evoluiu para uma organização
como Curso Integrado de Estudos Pós-graduados em Museologia (Deliberação nº
1459/2004, Diário da República, II Série, 17.12.2004) que, para além de um Curso de
Especialização, desenvolve um programa de Mestrado e de Doutoramento.
Respondendo à procura, quer de recém-licenciados, quer de profissionais, há muito
estabelecidos na carreira, mas sem formação especializada na área da Museologia, vem
atraindo candidatos oriundos de todo o país, especialmente do Norte e Centro, tendo
formado mais de 471 profissionais, globalmente assimilados pelo mercado de emprego
da especialidade, adstritos a 104 instituições públicas e privadas, a que se deverão
adicionar mais 28 alunos do actual Curso de Especialização.


Inicialmente acolhido como mais uma iniciativa do Grupo de História, afirmou-se pela
inovação no âmbito de uma reflexão profunda sobre o contributo das Faculdade de
Letras para o desenvolvimento sócio-cultural do País, de que resultou a criação do
Departamento de Ciências e Técnicas do Património, em que a Museologia constitui
uma Secção, a par das Ciências Documentais, da Arqueologia e da História da Arte,
com o objectivo de promover a formação de docentes e quadros especializados nas
diferentes áreas patrimoniais, permitindo dotar as instituições públicas e privadas de
técnicos superiores qualificados, a diversos níveis, para a realização de funções de
salvaguarda e defesa, conservação e restauro, investigação e promoção do património
nacional.
Por seu lado, a Faculdade de Belas Artes identificou a necessidade de, não só
proporcionar aos estudantes com formação artística de 1º ciclo uma formação avançada
na área da Museologia orientada para as artes potenciando assim a sua empregabilidade,
mas também dar resposta a crescentes necessidades de profissionais qualificados com
competências orientadas especificamente para a arte contemporânea. O curso de 2º ciclo
em Estudos Museológicos e Curadoriais, criado em 2006 na Faculdade de Belas Artes,
constituiu um primeiro passo nessa direcção sendo que o presente 3º ciclo de estudos
em Museologia, integrando uma valência em Curadoria, e docentes com perfil de ensino
e investigação em arte contemporânea, completa a oferta de formação avançada
vocacionada para a formação de docentes e quadros especializados em arte,
nomeadamente a arte contemporânea.


O presente Programa Doutoral dá, portanto, continuidade a dois cursos de 2º ciclo da
Universidade do Porto, nomeadamente o curso de Museologia da Faculdade de Letras e
o curso de Estudos Museológicos e Curadoriais da Faculdade de Belas Artes.




Pede deferimento


                     A Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Letras


                     _______________________________________
                     (Prof. Doutora Maria de Fátima Marinho Saraiva)



                     O Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Belas Artes


                     _________________________________________
                     (Prof. Doutor Francisco Artur de Vaz Tomé Laranjo)
PEÇA D – FUNDAMENTAÇÃO DOS CRÉDITOS ATRIBUÍDOS A CADA UNIDADE
CURRICULAR


       Para o cálculo dos créditos a atribuir a cada unidade curricular foram tidos em
linha de conta os seguintes valores médios:
       - Duração média de um semestre lectivo: 13 semanas
       - Duração média do período de avaliação (incluindo recurso): 2 semanas
       - Nº total de horas de trabalho efectivo do aluno por ano: 1620 horas
       - Nº total de horas de trabalho efectivo do aluno por semestre: 810 horas
       - Nº total de unidades de crédito por ano lectivo: 60 ECTS
       - Nº total de unidades de crédito por semestre: 30 ECTS
       - Nº total de horas efectivas de trabalho do aluno por cada ECTS: 27 horas.


       Estes valores estão de acordo com a legislação em vigor, nomeadamente o Art.º
5º do DL 42/2005 (de 22 de Fevereiro), e com o «Regulamento de Aplicação do
Sistema de Créditos Curriculares aos Cursos conferentes de Grau da Universidade do
Porto», aprovado pelo Senado da Universidade do Porto em 4 de Maio de 2005.


       Tendo em consideração estes valores, foram definidas três situações para as
componentes do ciclo de estudos conducente ao grau de Doutor em Museologia:


A) Metodologia de Investigação
162 horas de trabalho do Aluno repartidas por três semestres :
               Nº total máximo de horas de contacto: 64 horas
               Orientação tutorial: 13 horas (OT)
              Avaliação: 2 horas (O)


B) Estudos de Museus e Curadoria
648 horas de trabalho do Aluno repartidas por três semestres :
               Nº total máximo de horas de contacto: 210 horas
               Orientação tutorial: 13 horas (OT)
              Avaliação: 2 horas (O)
C) Práticas de Comunicação Científica
216 horas de trabalho do Aluno repartidas por 4 semestres:
                Nº total máximo de horas de contacto: 4 horas
               Avaliação: 4 horas (O)


D) Seminário de Orientação da Tese
324 horas de trabalho do Aluno repartidas por três semestres :
               Nº total máximo de horas de contacto: 69 horas
               Horas de seminário: 13 horas (S)
               Orientação tutorial: 52 horas (OT)
               Avaliação: 4 horas (O)


E) Preparação da Tese e Tese
3510 horas de trabalho do Aluno repartidas por cinco semestres:
               Nº total máximo de horas de contacto: 98 horas
               Orientação tutorial: 92 horas (OT)
               Avaliação: 6 horas (O)


       No Ciclo de estudos conducente ao grau de doutor em Museologia pareceu-nos
fundamental reservar uma elevada percentagem do tempo de trabalho do discente para a
preparação da Tese a apresentar em prova pública no final do ciclo. Só assim será
possível viabilizar trabalhos de qualidade elevada, que contribuam para o avanço da
investigação científica.
       Este direccionamento definitivo para a problemática a aprofundar será
confirmado pelo Seminário de Orientação, apenas existente no primeiro ano do curso,
onde poderão ser ultrapassadas indecisões e confirmada a viabilidade das temáticas
escolhidas.
       À presença em reuniões científicas e à preparação de artigos para publicação é
reservado um mais curto período de tempo, distribuído apenas pelos dois primeiros
anos, para que o terceiro esteja completamente centrado na finalização da Tese.
Reputamos de importante este contacto com o meio científico da especialidade para
aferir competências e resultados de investigação, e ainda para criar boas práticas de
comunicação e futuras aberturas para trabalhos de equipa.


       Assim, apesar de não ter sido realizado o inquérito dirigido aos discentes do
Curso Integrado de Estudos Pós-Graduados em Museologia, por questões de
desfasamento de calendário, mas tendo em atenção as recomendações do nº 2 do Art.º 9º
do DL 74/2006 (de 24 de Março) e à semelhança do que acontece com outras
instituições universitárias europeias, que serviram de referência a esta proposta de
adequação bem como de instituições congéneres portuguesas, optou-se por atribuir a
cada unidade curricular um valor de 6 ECTS, garantindo a mobilidade no Espaço
Universitário Europeu e salvaguardando o acolhimento aos alunos dos outros países da
União Europeia, dando cumprimento ao espírito do Acordo de Bolonha.
PEÇA E - FUNDAMENTAÇÃO SUCINTA DO Nº TOTAL DE CRÉDITOS E DURAÇÃO DO CICLO


       Para obter o diploma de Doutoramento em Museologia o aluno necessita de
realizar, com aproveitamento, um total de 180 ECTS. O plano de estudos está
organizado em três anos lectivos (seis semestres), de acordo com a alínea b) do Artº 32º
do DL 74/06 (de 24 de Março).
       A definição da duração do Ciclo de estudos conducente ao grau de doutor em
Museologia resultou da consideração da prática europeia e de outras instituições
públicas portuguesas que conferem o mesmo grau. Tivemos também em conta a duração
dos demais cursos de terceiro ciclo propostos pela Faculdade de Letras da Universidade
do Porto e a auscultação dos alunos dos cursos de pós-graduação e mestrado já
realizados, com quem foi mantido o contacto, e que manifestaram interesse em
frequentar um 3.º ciclo de estudos conducente ao Doutoramento, neste modelo.
Recolheram-se ainda opiniões junto de alunos actualmente inscritos em Doutoramento.
PEÇA   F   - DEMONSTRAÇÃO   DA ADEQUAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO DO CICLO E
           METODOLOGIAS DE ENSINO À AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS



       O Doutoramento em Museologia pretende desenvolver um conjunto de
competências genéricas e de competências específicas.


       São competências genéricas:
      desenvolver e aprofundar os conhecimentos adquiridos no 2º ciclo;
      adquirir capacidade de lidar com informação complexa e eventualmente
       contraditória, sobretudo no que respeita a temas de natureza museológica e
       patrimonial;
      analisar e sintetizar a informação disponível sobre um tema;
      inovar;
      comunicar sob diversas formas o conhecimento adquirido, junto de diferentes
       destinatários, adaptando-o a cada um destes;
      integrar o seu conhecimento específico em novas situações, sobretudo em
       contexto multi, inter e transdisciplinar;
      coordenar trabalho de investigação e planeamento em equipa;
      planear e gerir em matérias da sua especialidade;
      formar uma consciência crítica sobre a função social da Museologia e do
       Património Cultural em geral;
      desenvolver a consciência cívica e a defesa empenhada pela diversidade cultural.
      demonstrar familiaridade com os temas teóricos, metodológicos e profissionais
       mais importantes para o estudo contemporâneo de museus;
      demonstrar consciência de um grupo alargado de questões relacionadas com a
       Museologia e – criativa e reflexivamente – aplicar os conhecimentos construídos
       durante o curso em contextos profissionais e académicos específicos, sobretudo
       transversais.
   São competências específicas:


      adquirir fluência na utilização de instrumentos conceptuais e metodológicos
       fundamentais para compreensão e a elaboração de conhecimento em
       Museologia e Património Cultural;
      identificar, problematizar reflexivamente e sustentar decisões de carácter
       teórico-metodológico tendo presentes os diferentes paradigmas científicos
       subjacentes à produção do saber em Museologia;
      produzir conhecimento inovador nesta área do saber.


       Estas competências transversais desenvolvem-se através: de uma sólida
formação teórica e metodológica; de métodos de trabalho científico e de equipa; do
interesse pela actualização bibliográfica e pela diversificação das fontes de informação;
do conhecimento directo de museus e de sítios patrimoniais relevantes; da
experimentação e participação em trabalhos científicos e práticos no país e no
estrangeiro; da abertura a uma permanente actualização e discussão de problemáticas e
de saberes, mesmo que de outras origens disciplinares; do interesse pela auto-
aprendizagem a manter ao longo da vida; do espírito crítico e aberto; de uma
mundividência diversificada; de uma cultura de exigência no trabalho e de intervenção
na sociedade.


       Organização do ciclo e metodologias de ensino:


       A formação de 3º Ciclo em Museologia, correspondente ao Ciclo de estudos
conducente ao grau de doutor, decorrerá nos três anos em:


1. Metodologia de Investigação: decorrerá no primeiro semestre do primeiro ano, com
aulas teórico-práticas em grupo, de avaliação contínua, em que se privilegiará:
               a apresentação das grandes questões da Museologia, em geral, com
                reforço da aquisição de instrumentos conceptuais e metodológicos;
               a perspectivação da área de investigação a desenvolver, de acordo com
                os temas propostos para os Seminários;
              a identificação de paradigmas epistemológiocs de pesquisa;
              a selecção dos métodos de investigação mais apropriados à natureza
               da investigação a desenvolve;r
              a utilização de instrumentos e práticas de investigação e as suas
               aplicações ao processo de investigação.


2. Estudos de Museus e Curadoria: decorrerá no primeiro semestre do primeiro ano,
com aulas teórico-práticas em grupo, de avaliação contínua, estruturadas em módulos,
em que se privilegiará:
              a identificação e análise das diversas áreas de investigação do âmbito da
               Museologia
              a problematização das questões centrais espcíficas de cada uma das áreas
              o conhecimento das principais contribuições teóricas e práticas para o
               desenvolvimento de cada área


3. Práticas de Comunicação Científica: nos dois últimos anos, os alunos serão
encorajados a participar em reuniões científicas, nelas apresentar comunicações e ainda
a enviar para publicação em revistas da especialidade trabalhos que reflictam resultados
preliminares do projecto de investigação que estão a desenvolver:
              o aluno deverá participar, em cada ano, em duas reuniões científicas;
              o aluno deverá realizar e entregar para publicação numa dessas reuniões,
               em cada ano, uma comunicação original, ou enviar um artigo para
               publicação numa revista da especialidade;
              sempre que possível, e no espírito de Bolonha, os contactos
               internacionais deverão ser privilegiados.


4. Seminário de Orientação: decorrerá no segundo semestre do primeiro ano e durante
os dois semestres do segundo ano, com aulas teórico-práticas em grupo, de avaliação
contínua, em que se privilegiará:
              o desenvolvimento e aprofundamento dos conhecimentos sobre
               Museologia em geral, com reforço da aquisição de instrumentos
               conceptuais e metodológicos;
              o contacto mais aprofundado com as problemáticas da área escolhida
               para a elaboração da Tese;
              a capacidade de reunir informação publicada, na área escolhida, e de a
               reelaborar de forma inovadora;
              a capacidade de eleger uma problemática para sobre ela focalizar o
               projecto de investigação a desenvolver;
              a disponibilidade para debater problemáticas complexas e perceber a sua
               relevância para a formação da consciência crítica e cívica.


5. Preparação da Tese: será um espaço de investigação existente ao longo de dois anos e
meio, a partir do segundo semestre do primeiro ano, dotado de um significativo número
de   ECTS,     orientado   tutorialmente,    dedicado    à   delimitação,    exploração   e
desenvolvimento de contextos e problemáticas bem delimitadas e caracterizadas,
escolhidas como projecto de investigação conducente à elaboração da Tese, para as
quais se identificarão metodologias, questões a desenvolver a métodos de trabalho a
aplicar, potenciando o recurso a todos os meios e conhecimentos que o aluno seja capaz
de adquirir e a que tenha acesso, do que resultará a elaboração do trabalho de síntese
original e inovador a apresentar e discutir em prova pública.


           No decurso da orientação o aluno deverá
              apresentar e discutir com o(s) orientador(es) o projecto de investigação a
               implementar e o faseamento dos trabalhos a desenvolver;
              apresentar regularmente relatórios de progresso, elencando os resultados
               obtidos e as dúvidas e dificuldades encontradas;
              consolidar, no final do primeiro ano, o plano definitivo da Tese, apenas
               sujeito a ajustamentos pontuais devidamente justificados;
              entregar, até ao início do sexto semestre, uma primeira versão da Tese,
               para ser debatida e corrigida com o(s) orientador(es).


           O trabalho final deverá reflectir.
              capacidade de compreensão sistemática da área de estudo escolhida para
               o projecto de investigação;
   competências no domínio das metodologias, do método de trabalho e do
    conhecimento na área de estudo escolhida para o projecto de
    investigação;
   respeito pela ética profissional;
   capacidade de gizar e executar um projecto de investigação original e de
    qualidade;
   capacidade para atingir resultados inovadores que representem um real
    avanço na elaboração do conhecimento, e que mereçam divulgação
    nacional e internacional;
   capacidade para comunicar esse conhecimento nos meios científicos e
    académicos;
   competência para transformar esse conhecimento, por forma a resultar
    acessível e útil à sociedade em geral, fazendo com que se torne numa
    mais-valia para a qualificação;
   capacidade para a partir desse conhecimento gerar reflexão crítica
    conducente ao progresso social e cultural.
PEÇA G – ANÁLISE COMPARATIVA COM A ORGANIZAÇÃO NOUTROS CICLOS DE ESTUDO
          MINISTRADOS NA EUROPA


       Analisados comparativamente os curricula de 40 cursos de pós-graduação
dentro da mesma área científica, e reconhecida a diversidade, foi possível sintetizar e
agrupar de acordo os traços mais relevantes. Ainda assim pode-se sublinhar uma matriz
mais larga caracterizando a diferenciação das tradições continental e anglo-saxónica,
notando que esta se encontra presente nas instituições do centro e norte da Europa.
Parece ainda poder concluir-se que a cada caso não terão sido indiferentes as reais
especificidades de cada país e região, bem como os recursos existentes e
disponibilizados.
       Ainda que para este estudo se tenha reunido um significativo conjunto de
documentos sobre os cursos, o resultado que ora se propõe distingue apenas os traços
mais significativos dos curricula abrigados, já que as designações que as diversas
línguas europeias e a tradição das instituições particulares analisadas torna difícil e
complexa uma determinação mais transparente às diversas comparações. Assim, e a
título de exemplo, sob a designação de Museologia, Estudos de Museus ou ainda de
Estudos Museológicos, verifica-se uma singular diversidade de concepções na
composição dos curricula e duração dos cursos, variando entre extremos de formação
técnica de curta duração e, para o caso que nos interessa, cursos de composição mais
abrangente impondo a formação teórica e prática mais alargada que se reflecte nos
curricula mais ambiciosos e na duração mais longa das componentes lectivas e prazos
para apresentação de projectos, dissertações e teses. Estes revelam, de modo global para
o grau de doutor, um padrão organizativo comparável de 6 semestres.
       De uma outra perspectiva se pode observar a semelhança, que aproxima as
componentes especificamente técnicas e práticas dos modelos comparados, já que se
também aqui se verifica a possibilidade de conduzir a formação para duas vertentes
opcionais complementares, uma de cariz profissionalizante, visando a integração no
mercado de trabalho, e uma outra de investigação, essencial para o desenvolvimento
cientifico da área de especialidade da Museologia e acesso a um ciclo e um grau de
formação superior.
       Deverá referir-se que a tradição anglo-saxónica tem vindo a impor a concepção
de um ciclo, na via de investigação, como um M.A. vocacionado para a prossecução de
estudos dirigidos para a obtenção de um Ph.D na área de estudos da Museologia (por
exemplo, Universidade de Leicester, Universidade de Newcastle, University College,
Londres). No continente a matriz francesa é provavelmente a que mais diverge, nos
modelos analisados, já que, atendendo à dimensão, centralidade e peso cultural, apenas
nos foi possível seleccionar um modelo aproximado ao referido, ainda que possua um
imenso conjunto de cursos de formação essencialmente técnica, sectorial e sub-sectorial,
agrupados sob a tutela pública e essencialmente ligados às instituições que se
consagram à área da conservação, restauro e protecção do património, e na área
especificamente museológica sobretudo na École du Louvre.
       O modelo que propomos para um ciclo de estudos em Museologia na
Universidade do Porto, estruturado como um 3º Ciclo, contempla os aspectos
considerados mais relevantes dos modelos comparados, sobretudo atento às
necessidades do País e à formação de investigadores nesta área científica. Impõe-se a
consolidação de uma formação obtida no segundo ciclo, bem como, sobretudo, o
aprofundamento da investigação que aqui, como em todos os casos consultados, ficará
plasmada na Tese a discutir em provas públicas, com características originais e
inovadoras, significativas para o avanço da área científica escolhida.




País                   Instituições   Cursos                Pós-graduações / 2º ciclo
Alemanha               3              3                     1
                                       Comparados
Croácia                1              1                     1
Dinamarca              4              4                     2
Espanha                6              7                     2
França                 3              3                     1
Finlândia              1              1                     1
Grécia                 1              1                     1
Holanda                2              4                     2
Reino Unido            16             19                    6
Suécia                 2              2                     1
Suiça                  1              1                     0
       Para efeitos de comparabilidade foram consideradas as ofertas de formação
avançada das seguintes instituições europeias:

                                        Alemanha [3]
● Fachhochschule für Technik und Wirtschaft Berlin
  • Diplom in Museumskunde
● Humboldt-Universität zu Berlin
  • Schwerpunktes Museumspädagogik
● Leipzig: HTWK (University of Applied Sciences), Department of Library Science,
  Book Trade and Museology:
  • Postgraduate Diploma in Museology
                                         Croácia [1]
● University of Zagreb Philosophy Faculty
  • Degree programmes in Information Sciences specialising in Museology
                                        Dinamarca [4]
● University of Aarhus
  • Museology course
● Copenhagen: School of Conservation at the Royal Danish Academy of Fine Arts
● Esbjerg: Syddansk Universitet (University of Southern Denmark)
  • Master's in Cultural History Information Technology
● Soroe: Museumshojskolen
  • Museum Studies programmes
                                         Espanha [6]
● Universitat de Girona, Institut del Patrimoni Cultural
  • Títol d'Especialització Professional en Patrimoni Cultural
● Universidad de Granada, Vicerrectorado de Postgrado y Enseñanzas Propias
  • Master Universitario en Museología
● Universidad Carlos III de Madrid, Instituto de Cultura y Tecnologías "Miguel de
Unamuno"
  • Máster en Gestión Cultural
● Universidad Carlos III de Madrid y Universidad Nacional de Educación a Distancia,
  Instituto Interuniversitario para la Communicación Cultural
   • Doctorado de Derecho de la Cultura
● Universidad Politécnica de Valencia, Centro de Formación de Postgrado
   • Master Universitario en Museologia
   • Master Universitario en Gestion Cultural
● Universidad de Zaragoza
   • Postgrado en Educator de Museo
                                            Finlândia [1]
         ●         University of Helsinki, Faculty of Arts, Institute for Cultural research
                                             França [2]
                                  ●       École du Louvre, Paris
   • History of Art and Museology courses
● Institut National du Patrimoine, Paris
[Ecole National du Patrimoine (ENP) + the Institut de Formation des Restaurateurs d'
Oeuvres d'Art (IFROA)].
Professional and administrative programme for curators, archaeologists, archivists,
librarians, conservation architects; advanced training in the conservation and restoration
of works of art.
______________________________________________________________________
Holanda [2]
● Reinwardt Academy, Amsterdam School of Arts
   • Undergraduate Museology courses
   • Postgraduate Museology courses
   • International MA in Museum Studies
● Amsterdam: School of Conservation, Netherlands Institute for Cultural Heritage
(ICN)
Reino Unido [16]
● Bournemouth University, School of Conservation Studies
   • MA Museum & Collections Management
● University of Cambridge, Department of Archaeology
   • MPhil. (taught) and PhD (by research) in Archaeological Heritage and Museums
● University of Birmingham's Ironbridge Institute
   • MA in Heritage Management
(Recognised by the Museums Association and the Cultural Heritage National Training
Organisation)
● University of Leicester Department of Museum Studies
  • MA, MSc, Graduate Certificate and PhD in Museum Studies
(Recognised by the Museums Association and the Cultural Heritage National Training
Organisation)
● Lincoln: Bishop Grosseteste College
  • BA degree in Heritage Studies
● London: City University Department of Arts Policy and Management:
  • MA, MPhil. & PhD degrees in Museum & Gallery Management, Arts
Management, and Arts Criticism,
  • Postgraduate Diploma in Cultural Management (full-time, part-time and modular)
(Recognised by the Museums Association and the Cultural Heritage National Training
Organisation)
● Institute of Romance Studies, University of London
  • MA in Cultural Memory
● University College, London, Institute of Archaeology
  • MA degrees in Cultural Heritage Studies, Museum Studies and Public
Archaeology,
and a range of
Conservation MSc degrees
(Recognised by the Museums Association and the Cultural Heritage National Training
Organisation)
● University of Manchester Department of Art History
  • MA in Art Gallery and Museum Studies
(Recognised by the Museums Association and the Cultural Heritage National Training
Organisation)
● University of Newcastle, International Centre for Cultural Heritage Studies
  • MA degrees, Postgraduate Diplomas and Postgraduate Certificates in Museum
Studies, Gallery Studies, and Heritage Education & Interpretation
(Recognised by the Museums Association and the Cultural Heritage National Training
Organisation)
● Newcastle-upon-Tyne: University of Northumbria: School of Arts and Social
Sciences:
  • MA degree in Cultural Management
● Norwich: University of East Anglia School of World Art Studies and Museology:
  • MA in Museology; MPhil. & PhD by Research in Museology
● Nottingham Trent University
  • MA in Heritage Management
(Recognised by the Museums Association and the Cultural Heritage National Training
Organisation)
● University of St. Andrews, Scotland
  • MA in Museum and Gallery Studies
(Recognised by the Museums Association and the Cultural Heritage National Training
Organisation)
● University of Salford, Centre for Heritage Studies
  • MAs and Postgraduate Diplomas in Arts & Museum Management, Heritage
  Interpretation, Presentation & Design, and Museum & Heritage Exhibition Design
● University of Southampton, Winchester Campus
  • MA Museum Studies: Culture, Collections & Communication
                                         Suécia [2]
● University of Goteborg
  • Master´s Degree Programme in International Museum Studies
● University of Umea Department of Culture and Media
  • Museology & Museum Studies courses
                                          Suiça [1]
● Università della Svizzera Italiano, Lugano
  • MSc in Communication Technology-Enhanced Communication for Cultural
Heritage
A Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Letras


__________________________________________________
(Prof. Doutora Maria de Fátima Aires Pereira Marinho Saraiva)




O Presidente do Conselho Científico da Faculdade de Belas Artes


__________________________________________
(Prof. Doutor Francisco Artur de Vaz Tomé Laranjo)
                                                                      ANEXO I
              RECURSOS MATERIAIS DISPONIBILIZADOS PELA FLUP E PELA FBAUP



FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO


                                                   Área     Capaci
                                      Nº. de       total     dade     Nº. de
                                                               de
                                                            utiliza   Utiliza
                                     espaços       (m2)       ção     dores
                                                                       (a)
Infra-estruturas dos Serviços
Administração/Direcção                         3    105.6       18             6
Secretariado/Assessoria                        1       49        3             3
Sala de
Reuniões                                       1      110       62
Bar de Docentes /funcionários                  1      100       40
Serviço Pessoal/Recursos
Humanos                                        1       45        5          5
Gabinete de Gestão de Recursos                 1       16        3          4
Secretaria/Serviços Académicos                 2     89,9       10         14
Contabilidade/Tesouraria/
Economato/Património                           2      199                  14
Gabinete de Gestão de Projectos
Internacionais                                 1     29,3         5            5
Direcção do Serviços de Gestão
de Recursos e Projectos                        1     17,5         2            2
PBX                                            1     19,3         2            2
Gabinete de Gestão de Projectos
Nacionais                                      1     51,4         4            6
Gabinete de Formação e
Educação Contínua                              1     29,5         4            4
Gabinete de Eventos e de
Relações com o Exterior                                35         3            2
Sala de Apoio da Segurança                     1       19         2            2
Gabinete de Apoio Técnico                      1       42         3            2
Oficina                                        1     51,8         5            5
Armazém                                        2      174
Informática                                    6    159,4       12             7
Garagem                                        3       92        3
Infra-estruturas de Utilização
Pedagógica
Salas de aulas                             28 1.852,20        1.441
Salas de informática (também
utilizadas como salas de aula)      9      433   360
AnfiteatroNobre                     1      150   110
Anfiteatros                         2    272,8   223
Infra-estruturas de Apoio à
Actividade Pedagógico-
Científica
Gabinetes de docentes              69 4.146,66   260   251
Laboratório de Conservação e
Restauro                            5   235.46    32     2
Unidade de Investigação
GEHVID                              1      49      4     4
Departamento de Geografia (+
ex-CEPESA)                          2    152.6    13     5
Laboratório de Fonética             1       42    10     1
Sala de Reuniões de Fonética        1     54,6    12
Laboratório de Geografia Física
1                                   1     50.4    12     6
Laboratório de Geografia Física
2                                   1     67.2    24     8
Departamento de Estudos
Germanísticos                       2     96,6    30     1
Departamento de Estudos Anglo-
Americanos                          2     96,6    30     1
Departamento de Estudos
Portugueses e Estudos Românicos     2     96,6    30     2
Departamento de Sociologia          2     96,6    30     2
Departamento de Filosofia           2     96,6    30     2
Departamento de História            2     96,6    30     2
Departamento de Ciência e
Técnicas de Património              2     96,6    30     2
Sala de estudo – MAPOTECA           2    100,8    56     2
Infra-estruturas da Biblioteca

Biblioteca Central e Serviços de
Apoio                              25    3.600   260     3
  Nº. de títulos de livros –
280.000
  Nº. de volumes – 320.000
  Nº. de títulos de periódicos -
2.100
  Periódicos activos – 900
Serviços técnicos                   9      300    22    20
Bibliotecas especializadas         12      600   300
Arquivo Central                     2       70     3     2
Gabinete de Cartografia             1       13     2     1
Gabinete de Apoio ao Deficiente     1     25,2     3     3
Equipamento Informático

Número total de Computadores –
480
    Serviços Administrativos e
    Departamentos – 170
    Gabinetes de Docentes – 122
    Biblioteca – 28 (incluindo 10
    portáteis)
    Salas de Aulas – 160
Palacete Burmester

    Centro de Linguística                         2      70.9       20         1
    Instituto de Cultura Portuguesa               1      26,6       10         1
    Instituto de Filosofia Medieval               1      27,4       10
    Centro Interuniversitário da
    História da Espiritualidade                   1      36,8       10
    Instituto de Estudos Ingleses                 1      19,6       10
    Gabinete de Filosofia da
    Educação                                      1      15,8         4
    Gabinete de Filosofia Moderna
    e                                             1      15,8         4
    Contemporânea
    Linguateca                                    2      31,2         5        3
    Núcleo de Estudos Literários                  1      15,4         4
    Centro de Investigação
    Histórica                                     1      27,2       20
    Instituto de História Moderna                 1      37,2       20
    Instituto de Sociologia                       1      53,7       40
    Salas de aula                                 2      90,7       80
    Sala de informática                           1      48,2       30

Outras infra-estruturas
Bar dos alunos                                           410       300
Reprografia da AEFLUP                                     73                   2
Serviços Administrativos da AEFLUP                     69,35                   2
Sala de informática da AEFLUP                             59        26         1
Livraria AEFLUP                                           86                   2
Reprografia da FLUP                                   147,48                   4
Posto de 1ºs.Socorros                                  20,24

(a) Considerou-se no Nº. de utilizadores, quem ocupa o espaço em permanência
FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DO PORTO


                                                                              Área total
                                                              Nº de espaços         (m2) Capacidade Nº de Utilizadores
Infra-estruturas dos Serviços
Administração/Direcção                                                   6         105           13                  5
Secretariado/Assessoria                                                  1          19            1                  1
Sala de Reuniões                                                         2         103           28                  0
Serviço de Contabilidade e Pessoal/Recursos Humanos                      1         103            7                  6
Tesouraria                                                               1           7            1                  1
Gabinete de Gestão de Projectos Internacionais                           2          25            3                  2
Gabinete de Apoio Técnico                                                7          89           10                  6
Arrecadação                                                              6          54            3                  0
Informática                                                              2          96           22                  1
Portaria                                                                 1           6            1                  1
Central Telefónica                                                       1           7                               0

Infra-estruturas de Utilização Pedagógica
Salas de Aulas                                                          31        2677          755                  2
Salas de informática (também utilizadas como salas de aula)              2         231           51                  0
Anfiteatro Nobre                                                         1         257          237                  0
Anfiteatros                                                              2         185          162                  0
Oficinas                                                                12        1320          227                  7
Salas de apoio                                                           7         116           11                  0
Laboratórios                                                             8          83           10                  0
Infra-estruturas de Apoio à Actividade Pedagógico-Científica
Gabinetes de docentes                                          12    124   22    0
Gabinetes de atendimento                                        3     59   14    0
Unidade de Investigação IDD                                     1     40    4    0
Grupo de Ciências da Arte                                       1     34    2    0
Grupo de Desenho e Geometria                                    1     40    2    0
Departamento de Pintura                                         1     40    2    0

Infra-estruturas da Biblioteca
Biblioteca Serviços de Apoio                                    2    355   64    3
Arquivo                                                         1     11    1    1

Infra-estruturas do Museu
Museu                                                           6    640   59    1

Outras infra-estruturas
Jardim                                                          1   1216         0
Reprografia                                                     1     42     4   1
Papelaria                                                       2     27     6   0
Bar                                                             1    280   160   0
Loja UP                                                         1     14     2   0
Refeitório                                                      2    180   160   0
Salas de exposições                                             2    102    40   0
Associação de Estudantes                                        2     20     8   0
                                                                                                                   2
             Edifício      Piso      Sala Descrição                                  Tipo      Unidade Área (m )CapacidadeOcupantes
                                                                                                                                                           2
                                                                                                                                               Área total
                                                                                                                                         Nº de espaços (m ) CapacidadeNº de Utilizadores
Infra-estruturas dos Serviços
             PC                 1     116 Administrativa - Expediente                                              19
                                                                                     expediente Secção de Expediente e Alunos 3      2
             PC                 1     117 Administrativa - Alunos                    alunos                        22
                                                                                                Secção de Expediente e Alunos 4      1
             PC                 2     207 C. Científico - Presidente                 -          Conselho Científico17         1      0
             PC                 2     208 C. Pedagógico                                         C
                                                                                     atendimento onselho Pedagógico 8         2      0
             PC                 2     210 Gabinete - Secretária Conselho Directivo              S                  20
                                                                                     secretariado erviço de Relações Externas 2      1
             PC                 2     211 Gabinete - Conselho Directivo              -          Conselho Directivo 19         1      1
Administração/Direcção                                                                                            105         13     5           6       105        13         5
             PC                 1     101 Gabinete - Secretário                                                     19
                                                                                     direcção Serviços Administrativos         1     1
Secretariado/Assessoria                                                                                             19         1     1           1        19         1         1
             PC                 2     212 Sala de reuniões                           -           -                  43        12     0
             PS                 4      42 Sala de reuniões                                       -
                                                                                     sala de reuniões               60        16     0
Sala de Reuniões                                                                                                  103         28     0           2       103        28         0
             PC                 1     118 Administrativa - Contabilidade e Pessoal               Secção de Pessoal e Contabilidade
                                                                                     contabilidade e pessoal      103          7     6
Serviço de Contabilidade e Pessoal/Recursos Humanos                                                               103          7     6           1       103         7         6
             PC                 1     102 Administrativa - Tesouraria                funcionários                    7
                                                                                                 Serviços Administrativos      1     1
Tesouraria                                                                                                           7         1     1           1         7         1         1
             PC                 1     103 Administrativa                                         D                  15
                                                                                     investigação epartamento de Design        1     1
             PC                 1   109 A Gabinete - Relações Externas/Erasmus       -           -                  10         2     1
Gabinete de Gestão de Projectos Internacionais                                                                      25         3     2           2        25         3         2
Edifício Piso Sala Descrição                             Tipo              Unidade                         Área (m2)   Capacidade Ocupantes
J           1 101 Não determinada                        -                 -                                   1216                       0
P           1 101 Aula - Pedra                           tecnologia        Serviços Técnicos e Oficinais         138           30         1
                                                         sala de
P         1   102   Sala de apoio                        ferramentas       Serviços Técnicos e Oficinais         10            2         0
PA        1   101   Aula                                 anfiteatro        -                                     65           78         0
PA        1   102   Reprografia                          Reprografia       -                                     42            4         1
PA        1   103   Gabinete                             funcionários      Departamento de Design                15            2         1
PA        1   105   Sanitário - WC - H/M                 -                 -                                      7            2         0
PA        2   201   Aula                                 ensino            -                                     76           30         0
PA        2   202   Aula - Sala de pintura               Sala de pintura   Departamento de Pintura              133           30         0
PA        2   203   Gabinete                             docentes          Departamento de Pintura               34            2         0
PA        2   204   Gabinete                             docentes          Departamento de Pintura                6            1         0
PA        2   206   Sanitário - WC - H/M                 -                 -                                      5            2         0
PA        2   207   Gabinete                             atendimento       -                                     15            4         0
PA        3   301   Aula                                 ensino            -                                    108           27         0
PA        3   302   Aula                                 ensino            -                                    100           25         0
PA        3   303   Gabinete                             atendimento       Departamento de Design                34            9         0
PA        3   304   Arrecadação                          arrumo            -                                      6            1         0
PA        3   305   Sanitário - WC - H/M                 -                 -                                      8            2         0
PA        3   306   Gabinete - Gabinete de Informática   atendimento       -                                     15            2         1
PA        4   401   Aula                                 ensino            Departamento de Design               100           25         0
PA        4   402   Aula                                 ensino            Departamento de Design               100           44         0
PA        4   403   Aula - Sala Media Design             ensino            Departamento de Design                34           15         0
PA        4   404   Arrecadação                          arrumo            -                                      4            1         0
PA   4   405   Sanitário - WC - H/M                        -                 -                                7     2    0
PA   4   406   Gabinete                                    técnica           Departamento de Design          15     2    0
PC   1   101   Gabinete - Secretário                       direcção          Serviços Administrativos        19     1    1
PC   1   102   Administrativa - Tesouraria                 funcionários      Serviços Administrativos         7     1    1
PC   1   103   Administrativa                              investigação      Departamento de Design          15     1    1
PC   1   104   Sanitário - homens                          -                 -                                2     1    0
PC   1   105   Sanitário - mulheres                        -                 -                                7     1    0
PC   1   106   Papelaria                                   papelaria         -                               15          0
PC   1   108   Papelaria                                   papelaria         -                               12     6    0
         109
PC   1     A   Gabinete - Relações Externas/Erasmus        -                 -                               10     2    1
         109   Gabinete - Secretariado dos Departamentos
PC   1     B   e Secções Gabinete de Apoio ao Aluno        -                 -                                10     1   0
PC   1   110   Bar                                         -                 -                               280   160   0
PC   1   111   Livraria                                    -                 -                                14     2   0
PC   1   112   Portaria                                    -                 Serviços de Apoio                 6     1   1
PC   1   113   Telefonista - Central Telefónica            -                 Serviços de Apoio                 7         0
PC   1   114   Sala de apoio - Electricista                electricista      Serviços de Apoio                 8    1    0
PC   1   115   Arrecadação - Equipamento obsoleto          arrumo            Serviços Administrativos         10         0
PC   1   116   Administrativa - Expediente                 expediente        Secção de Expediente e Alunos    19    3    2
PC   1   117   Administrativa - Alunos                     alunos            Secção de Expediente e Alunos    22    4    1
                                                           contabilidade e   Secção de Pessoal e
PC   1 118 Administrativa - Contabilidade e Pessoal        pessoal           Contabilidade                   42     7    6
PC   1 119 Sala de apoio - Universia                       computadores      -                               81    20    0
                                                           sala de
PC   1 120 Sala de apoio                                   exposições        -                                18    30   0
PC   2 201 Auditório                                       anfiteatro        -                               257   237   0
PC   2   202   Sanitário                                  homens         -                               18    2   0
PC   2   203   Sanitário                                  mulheres       -                               18    2   0
PC   2   204   Sala de leitura - Biblioteca               -              Biblioteca                     321   47   3
PC   2   205   Sala de apoio - Biblioteca                 -              Biblioteca                      34   17   0
PC   2   207   C. Científico - Presidente                 -              Conselho Científico             17    1   0
PC   2   208   C. Pedagógico                              atendimento    Conselho Pedagógico              8    2   0
PC   2   209   Administrativa - Gabinete de Arquivo       -              Arquivo                         11    1   1
PC   2   210   Gabinete - Secretária Conselho Directivo   secretariado   Serviço de Relações Externas    20    2   1
PC   2   211   Gabinete - Conselho Directivo              -              Conselho Directivo              19    1   1
PC   2   212   Sala de reuniões                           -              -                               43   12   0
                                                          gabinete de
PC   3 301 Museu - Gabinete de trabalho                   trabalho       Museu                          29     3   1
PC   3 302 Sanitário - WC - H/M                           -              Museu                           6     1   0
PC   3 303 Museu - Oficina                                oficina        Museu                          63     3   0
                                                          sala de
PC   3 304 Museu - Sala de Exposições                     exposições     Museu                          202   30   0
                                                          gabinete de
PC   3   305   Museu - Gabinete de desenho                desenho        Museu                           38    3   0
PC   3   306   Museu - Reservas                           reservas       Museu                          146    5   0
PC   3   307   Museu - Terraço                            terraço        Museu                          162   15   0
PE   1   101   Aula                                       ensino         Departamento de Escultura       40   10   0
PE   1   102   Aula                                       ensino         Departamento de Escultura       40   10   0
PE   1   103   Aula                                       ensino         Departamento de Escultura      110   26   0
PE   1   104   Gabinete                                   docentes       Departamento de Escultura        4    2   0
PE   1   105   Aula                                       ensino         Departamento de Escultura      110   26   0
PE   1   106   Gabinete                                   docentes       Departamento de Escultura        4    2   0
PE   1   107   Gabinete                                   funcionários   Departamento de Escultura        3    1   1
PE    2   201   Aula                               ensino             Departamento de Escultura   87    22   0
PE    2   202   Gabinete                           docentes           Departamento de Escultura    4     2   0
PE    2   203   Aula                               ensino             Departamento de Escultura   87    22   1
PE    2   204   Gabinete                           docentes           Departamento de Escultura    4     2   0
                                                   bancas -
PE    2   205   Sanitário - Bancas - WC - H/M      escultura          Departamento de Escultura    10    4   0
PE    3   301   Aula                               ensino             -                           158   40   0
PE    3   302   Gabinete                           docentes           -                             4    2   0
PE    3   303   Aula                               docentes           -                           158   40   0
PE    3   304   Gabinete                           docentes           -                             4    2   0
PE    3   305   Sanitário - Bancas                 bancas - pintura   -                            10    6   0
PEX   1   101   Aula - Sala de pintura - 5.º ano   ensino             Departamento de Pintura      99   25   0
PEX   1   102   Aula - Sala de pintura - 4.º ano   ensino             Departamento de Pintura      99   25   0
PEX   1   103   Vestiário                          limpeza            -                             6    1   0
PEX   2   201   Aula - Sala de pintura - 4.º ano   ensino             Departamento de Pintura      54   13   0
PEX   2   202   Aula - Sala de pintura - 5.º ano   ensino             Departamento de Pintura      54   13   0
PEX   2   203   Sala de apoio                      bancas - pintura   Departamento de Pintura       7    2   0
PM    1   101   Oficina - Madeiras e Metais        tecnologia         Departamento de Escultura   350   30   2
PM    1   102   Gabinete                           docentes           Departamento de Escultura    16    4   0
                                                   sala de
PM    1   103   Sala de apoio                      ferramentas        Departamento de Escultura    16    4   0
PM    1   104   Sanitário - Bancas - WC - H/M      -                  Departamento de Escultura     6    2   0
PM    1   105   Sanitário - Bancas - WC - H/M      -                  Departamento de Escultura     6    2   0
PM    2   201   Sala de apoio - Cacifos            -                  Departamento de Escultura    65        0
PS    0     1   Auditório                          anfiteatro         -                           120   84   0
PS    0     2   Sala de apoio - Régie              técnica            -                             9    2   0
PS    0     3   Serviços                           bombas de água     -                             -    -   0
PS   0    4   Sanitário                              deficientes    -                           -     -   0
PS   0    5   Sanitário                              mulheres       -                           -     -   0
PS   0    6   Sanitário                              homens         -                           -     -   0
PS   0    7   Serviços                               gás            -                           -     -   0
PS   0    8   Serviços                               avac           -                           -     -   0
PS   0    9   Refeitório                             -              -                         180   160   0
                                                     gabinete de
PS   1   11   Gabinete - Ciências da Arte            trabalho       -                         34     2    0
PS   1   12   Aula - Teóricas/Mestrados              ensino         -                         58    52    0
         13
PS   1    A   Aula - Vídeo/Som                       ensino         -                         66    32    0
         13
PS   1    B   Aula - Vídeo/Som                       ensino         -                         76    12    1
PS   1   14   Gabinete                               funcionários   Serviços de Apoio         28     1    2
PS   1   15   Arrecadação                            arquivo        -                         22     1    0
PS   1   16   Sanitário                              mulheres       -                          5     2    0
PS   1   17   Sanitário                              homens         -                          5     2    0
PS   1   18   Arrecadação                            limpeza        -                          2          0
PS   2   21   Aula - Desenho/Geometria               ensino         -                         98    33    0
         22
PS   2    A   Sala de apoio - Sala de computadores   computadores   Conselho Directivo        120   26    0
         22
PS   2    B   Aula                                   alunos         -                         38    12    0
PS   2   23   Sanitário                              mulheres       -                          5     2    0
PS   2   24   Sanitário                              homens         -                          5     2    0
                                                     gabinete de
PS   3   31 Gabinete - Desenho                       trabalho       -                         40     4    0
PS   3   32 Aula - Teóricas/Mestrados                ensino         Departamento de Pintura   60    15    0
PS   3   33    Aula - Desenho                      ensino             -                              83    30   0
PS   3   34    Aula - Desenho                      ensino             -                              92    32   0
PS   3   35    Sanitário                           mulheres           -                               5     2   0
PS   3   36    Sanitário                           homens             -                               5     2   0
                                                   gabinete de
PS   4   41 Gabinete - Departamento de Pintura     trabalho           Departamento de Pintura         40    4   0
PS   4   42 Sala de reuniões                       sala de reuniões   -                               60   16   0
PS   4   43 Aula - Imagem Digital                  -                  -                              111   25   0
                                                   gabinete de
PS   4    44   Gabinete - Departamento de Design   trabalho           Departamento de Design          40    4   0
PS   4    45   Aula                                alunos             -                               54   12   0
PS   4    46   Sanitário                           mulheres           -                                5    2   0
PS   4    47   Sanitário                           homens             -                                5    2   0
PT   1   101   Aula - Cerâmica                     tecnologia         Departamento de Pintura        164   29   2
PT   1   102   Sanitário - WC - H/M                -                  -                               17    3   0
PT   1   103   Aula - Cerâmica                     tecnologia         Departamento de Pintura         53   14   2
PT   1   104   Arrecadação                         arrumo             Departamento de Pintura         10        0
PT   2   201   Aula - Desenho                      ensino             Grupo de Desenho e Geometria    86   21   0
PT   2   202   Gabinete                            docentes           Grupo de Desenho e Geometria    15    1   0
PT   2   203   Aula - Desenho                      ensino             Grupo de Desenho e Geometria    81   21   0
PT   2   204   Gabinete                            funcionários       Grupo de Desenho e Geometria     5    1   1
PT   2   205   Aula - Técnicas de Impressão        ensino             -                               57   14   0
PT   2   206   Aula - Mosaico                      tecnologia         Departamento de Pintura         51   17   0
PT   2   207   Aula - Vitral                       tecnologia         Departamento de Pintura         77   19   0
PT   2   208   Gabinete                            docentes           Departamento de Pintura         18    1   0
PT   2   209   Sanitário - WC - H/M                -                  -                                6    2   0
PT   2   210   Sala de apoio                       alunos             -                                3        0
PT   3   301   Aula - Fotografia           ensino       Departamento de Design    138   15   0
PT   3   302   Gabinete                    docentes     Departamento de Design     11    1   0
PT   3   303   Aula - Atelier de Pintura   alunos       Departamento de Pintura    90   22   0
PT   3   304   Aula - Serigrafia           tecnologia   Departamento de Pintura   149   22   0
PT   3   305   Aula - Régie                tecnologia   -                          30    1   0
PT   3   306   Aula - Estúdio              -            Departamento de Design     58   14   0
PT   3   307   Gabinete - Fotografia       técnica      Departamento de Design     15    2   1
PT   3   308   Laboratório - Fotografia    -            Laboratórios               21    2   0
PT   3   309   Laboratório - Fotografia    -            Laboratórios               15    2   0
PT   3   310   Laboratório - Fotografia    -            Laboratórios                7    1   0
PT   3   311   Laboratório - Fotografia    -            Laboratórios                8    1   0
PT   3   312   Laboratório - Fotografia    -            Laboratórios                8    1   0
PT   3   313   Laboratório - Fotografia    -            Laboratórios                8    1   0
PT   3   314   Laboratório - Fotografia    -            Laboratórios                8    1   0
PT   3   315   Laboratório - Fotografia    -            Laboratórios                8    1   0
T    1   102   Aula - Gravura              tecnologia   Departamento de Pintura   103   15   0
                                           sala de
T    2 201 Assoc. Estudantes               exposições   -                         84    10   0
T    3 301 Assoc. Estudantes               alunos       -                         10     4   0
T    4 401 Assoc. Estudantes               alunos       -                         10     4   0
                                                                                  ANEXO II
    RECURSOS HUMANOS DISPONIBILIZADOS PELA FLUP               E PELA FBAUP (FICHAS DE
                                                                           DOCENTES)




                         FICHA CURRICULAR DE DOCENTE

                                       Dados Pessoais

Nome                       Ana Maria Rodrigues Monteiro de Sousa

Instituição                Faculdade de Letras da Universidade do Porto /
                           Departamento de Geografia

Regime de Tempo            Dedicação exclusiva



                                 Formação Académica

 Ano          Grau                Área                Instituição            Classificação
2004      Agregação        Geografia Física      FLUP                       Aprovado por
                                                                            unanimidade
1993      Doutoramento     Geografia Física      FLUP                       Aprovado por
                                                                            unanimidade, com
                                                                            distinção e louvor
1982      Licenciatura     Geografia             FLUP                       16 valores



                 Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)

2006 - Monteiro, A., Sousa, A., Santos, M., Martins, N., “ Accidents de la route et types de
       temps dans la commune de Porto (Portugal) entre 2000 et 2005”, XXIè Colloque de
       l’Association Internationale de Climatologie. September 2006, Epernay.
     - Monteiro, A., “A Climatologia Urbana enquanto indicador de sustentabilidade
       urbana - estudos de caso na Área Metropolitana do Porto”, PLURIS 2006 – II
       Congresso Luso-Brasileiro para o Planeamento Urbano, Regional Integrado e
       Sustentável, Gualtar Campus, University of Minho, 27-29 September 2006.
2001 - Relatório Final do projecto PRAXIS/PCSH/GEO/198/96, financed by the
       Programme Praxis XXI, entitled: "CLIAS: Exemplos de agravamento de
       algumas patologias do foro respiratório, relacionáveis com as modificações
       introduzidas pela urbanização portuense na conjuntura climática e na
       composição química da atmosfera" policopiado e online em
        web.letras.up.pt/anamt/clias/default.htm)
      - Monteiro, A., “La fragilité d’un pays qui se développe en ignorant l’irregularité
        des précipitations: une réflexion sur le chaos provoqué par la pluie au cours de
        l’hiver 2000/2001 dans la zone de Porto”, XIV Colloque International de
        Climatologie, 12-15 September 2001, Seville, Spain
1997 - Monteiro, A., O clima urbano do Porto. Contribuição para a definição das
       estratégias de planeamento e ordenamento do território, Textos Universitários
       de Ciências Sociais e Humanas, Fundação Calouste Gulbenkian, Junta Nacional
       de Investigação Científica e Tecnológica, Lisbon, 1997, 486p



                  Experiência Profissional Relevante (5 referências)

Áreas de especialização e interesses de investigação: Climatologia Aplicada (urbana,
bioclimatologia e agroclimatologia); Clima e Saúde Pública; Planeamento Estratégico;
Avaliação de Impactes Ambientais; Geopolítica e geoestratégia.
Docência na licenciatura e mestrado de Geografia, Gestão de Riscos Naturais, Projecto e
Ambiente Urbano
Direcção de trabalhos de investigação em climatologia aplicada.
Coordenadora dos projectos internacionais: CLIAS; Atlas Agroclimatológico do NW; Ondas de
Calor e Vagas de Frio e Riscos para a Saúde Pública no NW
Membro das COST Action 733, ES0601, TU0701 e 734
                          FICHA CURRICULAR DE DOCENTE

                                       Dados Pessoais

Nome                        Armando Coelho Ferreira da Silva

Instituição                 Faculdade de Letras da Universidade do Porto /
                            Departamento de Ciências e Técnicas do Património

Regime de Tempo             Dedicação exclusiva



                                   Formação Académica

 Ano           Grau                 Área                Instituição            Classificação
1994       Agregação        História (4.º grupo)    FLUP                     Aprovado por
                                                                             unanimidade
1987       Doutoramento     Letras (Pré-História    FLUP                     Aprovado por
                            e Arqueologia                                    unanimidade, com
                                                                             distinção e louvor
1974       Licenciatura     História                FLUP                     17 valores



                 Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)

2007     A cultura castreja no Noroeste de Portugal, Paços de Ferreira, (dissertação de
         Doutoramento) (1ª edição, 1986)
         Pedra Formosa – Arqueologia Experimental, Câmara Municipal de Vila Nova de
         Famalicão – Museu Nacional de Arqueologia (coord.; colab.)
2005     Museu Judaico de Belmonte, Belmonte (coord.; colab.)
1995     “Portuguese castros: the evolution of the habitat and the proto-urbanisation process”,
          in Proceedings of the British Academy, 86, Oxford, p.263-289
1992     Proto-História de Portugal, Universidade Aberta, Lisboa (coord.; colab.)



                  Experiência Profissional Relevante (5 referências)

Áreas de especialização e interesses de investigação: Proto-História e Romanização;
Arqueologia e Epigrafia; Museologia e Património
Docência na licenciatura e mestrado e docência e orientação de mestrandos e doutorandos em
Arqueologia e Museologia
Direcção de trabalhos de investigação arqueológica particularmente relacionados com a cultura
castreja e a romanização do Noroeste Peninsular
Desenvolvimento de acções na área da Museologia e Património, designadamente na concepção
de projectos museológicos (Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins, Museu da Região
Flaviense, Museu Municipal – Museu do Móvel, Museu Rural de Boticas, Museu Judaico de
Belmonte, entre outros), consultoria científica de exposições e coordenação de cursos, em
particular o Curso de Pós-graduação em Museologia, Curso Integrado de Estudos Pós-
graduados em Museologia e o Curso de Especialização em Museologia da FLUP
Direcção do Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins, Paços de Ferreira, desde 1982
                          FICHA CURRICULAR DE DOCENTE

                                      Dados Pessoais


Nome                       João Miguel Trancoso Vaz Teixeira Lopes

Instituição                 Faculdade de Letras da Universidade do Porto


Regime de Tempo             Dedicação exclusiva



                                   Formação Académica


 Ano           Grau                Área                 Instituição          Classificação
2006       Agregação        Sociologia             FLUP                    Aprovado por
                                                                           unanimidade
1999       Doutoramento     Sociologia da          FLUP                    Muito bom com
                            Educação e da                                  Distinção e
                            Cultura                                        Louvor por
                                                                           unanimidade
1995       Mestrado         Ciências Sociais       Instituto de Ciências   Aprovado com
                                                   Sociais da              Muito Bom, por
                                                   Universidade de         unanimidade
                                                   Lisboa
1992       Licenciatura     Sociologia             FLUP                    17 valores



                 Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)

2007: Da Democratização à Democracia Cultural, Porto, Profedições
2003: Escola, Território e Políticas Culturais, Porto, Campo das Letras
2002, Novas Questões de Sociologia Urbana, Porto, Afrontamento
2000, A Cidade e a Cultura, Porto, Afrontamento
1996, Tristes Escolas, Porto, Afrontamento



                  Experiência Profissional Relevante (5 referências)

1993 – 2009: Docente na FLUP
1998-2000: Programador Cultural da Porto Capital Europeia da Cultura, S.A.
2002 -2006: Deputado à Assembleia da República
                         FICHA CURRICULAR DE DOCENTE

                                      Dados Pessoais

Nome                       Rui Manuel Sobral Centeno


Instituição                Faculdade de Letras da Universidade do Porto /
                           Departamento de Ciências e Técnicas do Património

Regime de Tempo            Dedicação exclusiva




                                    Formação Académica

 Ano          Grau                  Área               Instituição         Classificação
2004      Auditor          Defesa Nacional       Inst. Defesa Nacional   Aprovado
1996      Agregação        História              FLUP                    Aprovado por
                                                                         unanimidade
1987      Doutoramento     Letras                FLUP                    Aprovado por
                                                                         unanimidade, com
                                                                         distinção e louvor
1975      Licenciatura     História              FLUP                    15 valores



                Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)

2005    Museu Judaico de Belmonte, Belmonte (coord. com A.C.F. Silva)

2001    Uma Lulik Timur/Casa Sagrada de Oriente, Porto (com Ivo Carneiro de Sousa)

1999    “ Rutas, ciudades y moneda en Hispania” in Actas del II Encuentro Peninsular de
         Numismática Antigua, (Anejos de Archivo Español de Arqueología, XX), Madrid (ed.
         com M.ª Paz García-Bellido e G. Mora)

1995    “La moneda hispánica, ciudad y territorio” in Actas del I Encuentro Peninsular de
        Numismática Antigua, (Anejos de Archivo Español de Arqueología, XIV), Madrid
        (ed. com M.ª Paz García-Bellido)

1987    Circulação monetária no Noroeste de Hispânia até 192, Porto
                  Experiência Profissional Relevante (5 referências)

Presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1996-
2003)
Director do Curso de Jornalismo e Ciências da Comunicação da Universidade do Porto
Membro da Comissão do Curso de Pós-graduação em Museologia da Universidade do Porto
Coordenador Científico do Centro de Estudos em Tecnologias, Artes e Ciências da
Comunicação da Universidade do Porto
Director do Laboratório de Conservação e Restauro do Departamento de Ciências e Técnicas do
Património da FLUP (desde a sua fundação até 2002)
                         FICHA CURRICULAR DE DOCENTE

                                      Dados Pessoais

Nome                       Amélia Assunção Beira de Ricon Ferraz


Instituição                Faculdade de Medicina da Universidade do Porto /
                           Museu de História da Medicina “Maximiano Lemos”


Regime de Tempo            Tempo integral



                                 Formação Académica


 Ano          Grau                Área               Instituição           Classificação
2006      Associado        Sociologia Médica     FMUP                    Classificada em 1º
                           (5.º grupo)                                   lugar
1996      Doutoramento     História da           FMUP                    Aprovado por
                           Medicina                                      unanimidade, com
                                                                         distinção e louvor
1985      Licenciatura     Medicina              FMUP                    14 valores



                Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)

2008     Ricardo de Almeida Jorge. Médico e Humanista Portuense, Higienista
         Intemporal In – Arquivos de Medicina. Porto: ArquiMed, 2008. Vol. 22,
         Nº2/3, p. 91-100.
2006     The Pregraduate Teaching of History Medicine in Portugal. In – Actas do XL
         Congresso da Sociedade Internacional da História da Medicina. Budapeste:
         [s.n], 2006. Vol.1, p. 337-341.
2002     Actas do X Congresso da Associação Europeia de Museus de História das Ciências
         Médicas. Vila Nova de Gaia: Amélia Ricon Ferraz, 2002
2000    Catálogo do Museu de História da Medicina”Maximiano Lemos”da Faculdade de
        Medicina da Universidade do Porto. Lisboa: Circulo Médico, 2000
1996    Uma análise da estrutura e forma dos instrumentos cirúrgicos. O contributo
        português desde o século XVII ao século XX. Porto: Medisa, 1996
                   Experiência Profissional Relevante (5 referências)

Direcção do Museu de História da Medicina “Maximiano Lemos” da Faculdade de Medicina da
Universidade do Porto, desde 1990

Responsável pela docência de História da Medicina na FMUP desde 1988
Delegada Nacional para a International Society of History of Medicine
Membro do Conselho de Administração da Association Europeénne des Musées d’Histoire
des Sciences Médicales
Áreas de especialização e interesses de investigação: História da Medicina Portuguesa, História
da Medicina Internacional, Museologia Médica.
                         FICHA CURRICULAR DE DOCENTE

                                         Dados Pessoais

Nome                         Carlos Alberto Esteves Guimarães

Instituição                   Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto



Regime de Tempo               Integral




                                    Formação Académica


 Ano             Grau                Área               Instituição          Classificação

1980          Licenciatura   Arquitectura           ESBAP                  15 valores


1999       Doutoramento      Arquitectura           FAUP                   Aprovado com
                                                                           MB, Distinção e
                                                                           Louvor



                   Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)

2006 - Arquitectura Contemporânea da segunda metade do Século XX — Referências
        Fragmentadas, in Arte e Cultura da Galiza e Norte de Portugal, Arquitectura II, Nova
        Galícia Edicións, S.L., Vigo.
2004 - Carlos Guimarães, Luís Soares Carneiro, Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de
        Sousa, Arquitectura Ibérica, Ano I, Out./Nov., p.10-27.
     - Carlos Guimarães, Luís Soares Carneiro, Arquitectos, Obras e Projectos, 1988-2003,
        Edições ASA, Porto.
1999 - “Arquitectura e Museus em Portugal — Entre Reinterpretação e Obra Nova”, Porto,
        FAUP.
                 Experiência Profissional Relevante (5 referências)

Complexo Turístico e Residencial do Solar das Necessidades (Séc.XVII), S. Miguel, Ponto
Delgada, Açores (em co-autoria com Arqtº. Luís Soares Carneiro).
Restauro e Adaptação do Solar dos Pinheiros de Aragão a Biblioteca Municipal, Lamego (em
co-autoria com Arqtº. Luís Soares Carneiro).
Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa, IPM, Braga, (em co-autoria com Arqtº.
Luís Soares Carneiro).
Museu Nacional de Arqueologia, Projecto de Renovação, IPM, Lisboa; Exposição “Religiões da
Lusitânia”, Museu Nacional de Arqueologia, IPM, Lisboa, (em co-autoria com Arqtº. Luís
Soares Carneiro).
Restauro e Renovação do Forte da Pontinha: Espaços Multimédia, Exposições, Lounge e
Restauante, Molhe do Funchal, Madeira (em co-autoria com Arqtº. Luís Soares Carneiro).
                          FICHA CURRICULAR DE DOCENTE

                                      Dados Pessoais


Nome                       José Roberto Tinoco Cavalheiro

Instituição                 Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto


Regime de Tempo             Dedicação exclusiva



                                  Formação Académica


 Ano           Grau                Área                 Instituição          Classificação
1974       Licenciatura     Engª Metalurgica       FEUP                     14 valores
1987       Doutoramento     Metalurgia Fisica      FEUP                     Bom




                 Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)

2004 - Cavalheiro, J. C3R- Centro de Caracterização Conservação e Restauro. in Porto Cidade
         Região, pp156-163,UP, Porto
2003 - Cavalheiro, J. Conservar descobrindo (8ª Mesa Redonda da Primavera, “Conservar para
         quê? Porto, FLUP Publicado em livro, 2003
      - Cavalheiro, J. Sá, C. O que se passa na cabeça de S. Pantaleão? Interpretação de alguns
         resultados analíticos - Encontro Internacional Ligas Metálicas: Investigação e
         Conservação, Museu Soares dos Reis. Porto, in Esta é a cabeça de S Pantaleão,
         pp329-379, ed Museu S Reis
2000 - Silva, A. M. Menendez, J. A. Cavalheiro, J. Ribeiro, M. S.. Elementos
         Paleometalúrgicos do Castro de Valinhas (Arouca, Aveiro) entre o período tardo
         romano e a época da reconquista. 3º Congresso de Arqueologia Peninsular, Vª Real in
         Terrenos da Arqueologia da Península Ibérica vol IX, pp. 173-190, ADECAP, Porto
1995 - Cavalheiro, J. Sanches, M. Um caso de metalurgia primitiva de ouro na 1ª metade do 3º
         milénio A.C. : abrigo do buraco da Pala-Mirandela. Aceite para publicação na revista
         Arqueologia , nº de
                  Experiência Profissional Relevante (5 referências)

Presidente da Assembleia de Representantes da Faculdade de Engenharia em 1979.
Entre 1975 e 1982 foi responsável pelo controlo de Qualidade da empresa Galvameta -
Galvanização e Metalurgia.
Desde 1982 até fins de 1990 foi responsável pelo Laboratório de Análise Química da
empresa Compagnie Royale Asturienne des Mines, tendo desenvolvido actividade
nomeadamente em Espectrofotometria de absorção Atómica
Foi um dos fundadores do Centro de Materiais da Universidade do Porto –CEMUP, em 1985,
um centro de prestação de serviços na área da microscopia electrónica e análise de superfícies
Em Dezembro de 1999 foi nomeado representante do Governo na Comissão Científica
Independente para controlo da Co-Incineração (CCI), tendo sido co-autor de 2 livros :
“Parecer Relativo ao Tratamento de Resíduos Industriais Perigosos”; ed Principia , Maio
2000
                             FICHA CURRICULAR DE DOCENTE

                                            Dados Pessoais


Nome                           Alice Lucas Semedo


Instituição                    Departamento de Ciências e Técnicas do Património /
                               Faculdade de Letras da Universidade do Porto

Regime de Tempo                Dedicação exclusiva



                                       Formação Académica


  Ano             Grau             Área                      Instituição             Classificação

2004          Doutoramento     Museologia        Department of Museum Studies,       n.a.
                                                 University of Leicester, GB
1992          Master of Arts   Museologia        Department of Museum Studies,       n.a.
                                                 University of Leicester, GB
1987          Licenciatura     História –        Faculdade de Letras da              13 valores
                               variante          Universidade de Coimbra
                               Arqueologia



                         Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)

2006 - Museus: políticas de representação e zonas de contacto, Boletim Rede Portuguesa de
       Museus, RPM, Dez. 2006. ISSN 1645-2186, pags.3-6.
    - Poéticas de la profesión museológica en Portugal: la practica de (re)producir
       significados in Cristóbal Belda e M.ª Teresa Marin (eds.) La Museologia y la Historia
       del Arte, Universidad de Múrcia: Murcia. ISBN 84-8371-623-2 pags. 121-179.
    - Introdução: o domínio da prática, in Alice Semedo e João Teixeira Lopes (Coord.)
       Museus, Discursos e Representações, Edições Afrontamento: Porto. ISBN10:972-36-
       0818-9 pags.13-26
2005 - Políticas de gestão de colecções (Parte 1), Revista da Faculdade de Letras, Ciências e
       Técnicas do Património, 1ª série, Vol. IV.
     - Que museus universitários de ciências físicas e tecnológicas? in Armando Coelho
       Ferreira da Silva e Alice Semedo (coord.) Museus Universitários com Colecções de
       Ciências Exactas – Homenagem ao Professor Doutor Bragança Gil, Secção de
       Museologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património, FLUP: Porto.
       ISBN 972-8932-03-0.
                    Experiência Profissional Relevante (5 referências)

Consultoria e Membro da Comissão Científica e de Acompanhamento de diferentes Projectos
Museológicos (ex. Museu da Cidade de Aveiro, Museu Carlos Machado, Casa Museu da Quinta
de Santiago).
Participação na organização e montagem de exposições em museus.
Membro da Comissão editorial da revista Museologia.pt (Instituto dos Museus e Conservação)
Docência na licenciatura de Arqueologia e no mestrado com orientação de mestrandos e
doutorandos em Museologia.
                         FICHA CURRICULAR DE DOCENTE

                                       Dados Pessoais


Nome                       Helder Manuel de Jesus Gomes


Instituição                Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto


Regime de Tempo            Dedicação exclusiva



                                 Formação Académica


 Ano          Grau                Área                Instituição          Classificação
1990      Licenciatura     Filosofia             Faculdade de Letras     15 valores
                                                 da Universidade de
                                                 Coimbra
1991      Licenciatura     Filosofia - Ramo de   Faculdade de Letras     15 valores
                           Formação              da Universidade de
                           Educacional           Coimbra
1996      Mestrado         Filosofia             Faculdade de Letras     Aprovado, com a
                           Contemporânea         da Universidade de      classificação final
                                                 Coimbra                 de “Muito Bom”
2002      Doutoramento     Filosofia             Faculdade de Letras     Aprovado por
                           Contemporânea         da Universidade de      Unanimidade com
                                                 Coimbra                 Distinção e
                                                                         Louvor



                 Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)

- «O Espaço como Representação do Espaço (O Saber como Encenação do Saber)», «Space as a
         representation of space (Knowledege as a standing of knowledge)», in Paulo
         Bernaschina (ed.), Transnatural, ARTEZ, 2006, ISBN: 972-99912-2-7.
- «O Rosto e a Representação», in Paulo Bernaschina (fotografia), Massa Cinzenta, ARTEZ,
         2006, ISBN: 972-99912-1-9.
- «17 Testes Contra a Ocupação», in 17 Testes Contra a Ocupação (com Paulo Bernaschina,
         fotografia), ARTEZ, 2005, ISBN: 972-99912-0-0.
- Relativismo Axiológico e Arte Contemporânea: De Marcel Duchamp a Arthur C. Danto
- Critérios de Recepção Crítica das Obras de Arte, Edições Afrontamento, Porto, 2004, ISBN:
          972-36-0736-0.
- «Arte, Experimentação e Vanguarda no Pensamento de Jean-François Lyotard», in Revista
          Filosófica de Coimbra, n.º 21, 2002



                  Experiência Profissional Relevante (5 referências)

Coordenador do Grupo de Ciências da Arte da Faculdade de Belas Artes da Universidade do
Porto, por dois mandatos, de Setembro 2003 a Setembro de 2007.
Presidente do Conselho Pedagógico da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, por
dois mandatos, de 2004 até ao presente.
Docente da unidade curricular de Estética, do Mestrado em Estudos Artísticos – Estudos
Museológicos e Curadoriais.
Docente da unidade curricular Texto Crítico, do Mestrado em Estudos Artísticos – Estudos
Museológicos e Curadoriais.
                         FICHA CURRICULAR DE DOCENTE

                                        Dados Pessoais


Nome                        Lúcia Almeida Matos


Instituição                 Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto


Regime de Tempo             Dedicação exclusiva



                                 Formação Académica


 Ano          Grau                Área                   Instituição      Classificação
1978      Licenciatura      Filosofia             FLUP                  16 valores
1983      Master of Art     Fine Arts             Syracuse              n/a
                                                  University (Estados
                                                  Unidos)
1986      Master of         Humanities            Syracuse              n/a
          Philosophy                              University (Estados
                                                  Unidos)
2003      Doutoramento      Ciências da Arte      FBAUP                 Aprovado por
                                                                        unanimidade




                Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)

2009 – “Proceso de conservación: Dialogar, investigar y decidir”, 9ª Jornada de
Conservación de Arte Contemporáneo, Dpto. Conservación-Restauración MNCARS,
ISBN 978-84-8026-349-8, pp.197-205 (co-autoria com Filipe Duarte).
2007 – Escultura em Portugal no Século XX (1910-1969), Fundação Calouste
Gulbenkian e Fundação para a Ciência e Tecnologia. ISBN 978-972-31-1200-9.
2007 - @phaBoletim, Preservação da Arte Contemporânea, (coord.;colab.)
2007 – “O arquivo visual de Lanhas: inventariar, cartografar, coleccionar”, Fernando
Lanhas, Museu de Serralves, pp. 29-40.
2002 – “Visitas Privadas/Private Views”, catálogo de exposição, Museu Nacional de
Soares dos Reis, IPM.
                Experiência Profissional Relevante (5 referências)

Direcção do Mestrado em Estudos Artísticos, especializações em Teoria e Crítica da
Arte e Estudos Museológicos e Curadoriais, FBAUP, desde 2006
Direcção do Museu da FBAUP, desde 1996
Direcção do Museu Nacional de Soares dos Reis, 1999-2001.
Coordenação do Centro de Investigação para a Conservação da Arte Contemporânea
(CICAC) da UP
Coordenação Científica dos projectos Museu Virtual e Museus UP 2ª fase, (POSI e
POC), 2005-2008
                         FICHA CURRICULAR DE DOCENTE


                                        Dados Pessoais


   Nome                       Maria Alice Duarte Silva


   Instituição                Departamento de Geografia – FLUP


   Regime de Tempo            Exclusividade



                                    Formação Académica


   Ano            Grau                Área               Instituição          Classificação

2008      Doutoramento        Antropologia         ISCTE                   Aprovado        com
                                                                           Distinção         e
                                                                           Louvor

1997      Mestrado            Antropologia         Universidade        do Muito Bom por
                                                   Minho                  Unanimidade

1987      Licenciatura        Antropologia         FCSH Universidade Dezasseis Valores
                                                   Nova de Lisboa



                     Investigação Relevante (5 publicações ou trabalhos)


2008 - Novos Consumos e Identidades em Portugal: Uma Perspectiva Antropológica. Lisboa:
ISCTE . ISBN: 978-989-8154-23-1; ISBN em papel: 978-989-8154-24-8. (Tese de
Doutoramento)

2003 - “O Centro Comercial, o espaço público e os cidadãos”. Trabalhos de Antropologia e
Etnologia, vol.43 (1-2), pp.75-85.

2002 - “Daniel Miller e a Antropologia doConsumo”. Etnográfica, vol. VI (2), pp. 367-378.

1998, “O museu como lugar de representação do Outro”. Antropológicas, nº 2.

1997 - Colecções e Antropologia: Uma Relação Variável Segundo as Estratégias de
Objectificação do Saber. Braga: Universidade do Minho, pp. 284. (Tese de Mestrado)
                   Experiência Profissional Relevante (5 referências)

Regência e Leccionação das disciplinas: Antropologia Social e Cultural; Antropologia do
Espaço; Geografia dos Grandes Espaços Mundiais; Sociedades Contemporâneas, Globalização
e Mudança Social; Museus, Identidades e Representações.
                                                 ANEXO III
    REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE
                                                           DOUTOR EM MUSEOLOGIA




                                        Artigo 1º
                                         Criação
A Universidade do Porto, através da Faculdade de Letras e da Faculdade de Belas
Artes, confere o grau de Doutor em Museologia.


                                        Artigo 2º
                          Área científica do Ciclo de Estudos
A área científica deste 3º ciclo de estudos é a Museologia.


                                        Artigo 3º
                            Objectivos do Ciclo de Estudos
O Ciclo de Estudos conducente ao grau de Doutor em Museologia tem como objectivo
especializar licenciados e mestres ou equiparados nesta área científica, nos termos do
Art. 8º do presente Regulamento, dotando-os de competências para o exercício da
actividade profissional e/ou da investigação científica.

                                        Artigo 4º
                    Direcção e Coordenação do Ciclo de Estudos
1. De acordo com o «Regulamento Geral de terceiros ciclos da Universidade do
Porto», aprovado pelo Senado em 27 de Setembro de 2006, o Ciclo de Estudos possui
Director de Ciclo de Estudos, Comissão Científica e, sempre que se justifique,
Comissão de Acompanhamento.
2. O Director de Ciclo de estudos, a Comissão Científica e a Comissão de
Acompanhamento têm as competências definidas nos pontos quatro, cinco e seis do artigo
8.º do Regulamento Geral de Terceiros Ciclos da Universidade do Porto.
                                      Artigo 5º
                            Duração do Ciclo de Estudos
O Ciclo de Estudos conducente ao grau de Doutor em Museologia tem a duração de
seis semestres lectivos.


                                      Artigo 6º
                           Organização do Ciclo de Estudos
1. O ciclo de estudos conducente ao grau de Doutor em Museologia organiza-se pelo
sistema de créditos europeus (European Credit Transfer and Accumulation System -
ECTS).
2. Estão previstas unidades curriculares e/ou seminários de acompanhamento da Tese de
Doutoramento e de redacção da mesma. Aos alunos que concluírem a parte curricular, com
38 ECTS, a que se somarão mais 36 ECTS, correspondentes à preparação da Tese, será
conferido um Diploma do Curso de Doutoramento em Estudos Aprofundados em
Museologia.
3. Para obter o grau académico de Doutor em Museologia o aluno deverá perfazer 180
ECTS.


                                      Artigo 7º
                                Estrutura Curricular
1. A estrutura curricular do Ciclo de Estudos conducente ao grau de Doutor em
Museologia consta do Anexo I.
2. O elenco das unidades curriculares do Ciclo de Estudos conducente ao grau de
Doutor em Museologia, assim como a explicitação dos correspondentes créditos
europeus, descritos nos termos das normas técnicas a que se refere o Art.º 12º do
Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de Fevereiro, constam do Anexo II.
                                        Artigo 8º
                                  Condições de acesso
1. Em conformidade com o disposto no Art.º 17º do Decreto-Lei 74/2006, de 24 de
Março, são admitidos à candidatura à matrícula no Ciclo de Estudos conducente ao
grau de Doutor em Museologia os alunos detentores das seguintes habilitações:
1.1. Os titulares do grau de Mestre (que, cumulativamente com o grau de Licenciatura,
deve perfazer um mínimo de 300 ECTS) ou equivalente legal;
1.2. Os titulares de grau de Licenciado (correspondente a um mínimo de 180 ECTS),
detentores de um currículo escolar ou científico especialmente relevante, que seja
reconhecido pela Comissão Científica como atestando capacidade para a realização deste
ciclo de estudos.
1.3. Os detentores de um currículo escolar, científico ou profissional que seja reconhecido
como atestando capacidade para a realização deste ciclo pela Comissão Científica.
2. Podem requerer a apresentação de uma tese ao acto público de defesa sem inscrição no
ciclo de estudos e sem orientação os que, por decisão do órgão científico estatutariamente
competente, reúnam as condições para acesso ao ciclo de estudos conducente ao grau de
doutor, definidas com base na apreciação do currículo do requerente e da adequação da
tese aos objectivos visados pelo grau de doutor.


                                         Artigo 9º
                              Admissão ao ciclo de estudos
As regras sobre a admissão ao ciclo de estudos e as normas de candidatura serão
definidos pela Comissão Científica e divulgados até seis meses antes do início do
funcionamento.

                                      Artigo 10º
                                    Número de vagas
1. A matrícula no Ciclo de Estudos conducente ao grau de Doutor em Museologia está
sujeita a limitações quantitativas a fixar, anualmente, por despacho do Reitor da
Universidade do Porto, sob proposta dos Conselhos Científicos da Faculdade de Letras
e da Faculdade de Belas Artes, ouvida a Comissão Científica do Ciclo de Estudos.
2. O despacho a que se refere o número anterior poderá, ainda, estabelecer o número de
vagas que será reservado, prioritariamente, a docentes de estabelecimentos de ensino
superior ou a candidatos de outros países.
3. Deverá, também, ser fixado pelo mesmo despacho, o número mínimo de inscrições
indispensável ao funcionamento do Ciclo de Estudos.


                                      Artigo 11º
                                 Critérios de selecção
1. Os candidatos à matrícula no Ciclo de Estudos conducente ao grau de Doutor em
Museologia serão seleccionados pela respectiva Comissão Científica, tendo em
consideração os seguintes critérios:
1.1. Currículo académico
1.2. Currículo científico
1.3. Experiência profissional
1.4. Entrevista
2. Os candidatos poderão ser submetidos a provas académicas de selecção para a
avaliação do seu nível de conhecimentos nas áreas científicas de base correspondentes
ao Ciclo de Estudos.
3. A falta injustificada do candidato à entrevista determinará a sua exclusão imediata do
processo de selecção.
4. Das decisões da Comissão Científica sobre a selecção dos candidatos não cabe
recurso, salvo quando baseado em vício de forma.


                                        Artigo 12º
                                       Candidaturas
As candidaturas serão formalizadas em requerimento de modelo próprio, a dirigir ao
Director do ciclo de estudos.


                                        Artigo 13º
                                Processo de candidatura
1. Recebido o processo de candidatura nos serviços académicos, será o mesmo submetido,
no prazo de dez dias, à apreciação da Comissão Científica, a qual se pronunciará por forma
a que o Director do ciclo de estudos possa decidir sobre a aceitação da candidatura nos
trinta dias subsequentes à entrega do requerimento
2. Caso o Director do ciclo de estudos, ouvida a Comissão Científica, julgue não estarem
reunidos os requisitos formais, decidirá de imediato, sem necessidade de qualquer
pronúncia.
3. No que concerne à notificação da decisão sobre a aceitação ou recusa da candidatura,
seguir-se-ão os termos aplicáveis do Código do Processo Administrativo.


                                          Artigo 14º
                                    Regime de Precedências
Só poderão apresentar-se a provas públicas, de apreciação e discussão da Tese de
Doutoramento, os alunos que tenham completado, com aproveitamento, todas as unidades
curriculares do ciclo de estudos.


                                          Artigo 15º
                          Regimes de Frequência e Avaliação
No que respeita aos Regimes de Frequência e de Avaliação do Ciclo de Estudos
conducente ao grau de Doutor em Museologia aplicam-se as regras previstas nas
Normas de Avaliação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto no que
concerne ao «Regime de Avaliação Contínua», implicando a presença assídua do aluno
nas unidades curriculares e seminário de Orientação.


                                          Artigo 16º
                                      Prazos e calendário
Os prazos para a candidatura, matrícula e inscrição, bem como o calendário lectivo,
serão fixados pelo despacho a que se refere o Artigo 9º deste Regulamento.


                                          Artigo 17º
                                           Propinas
O montante das propinas será fixado pelo Senado da Universidade do Porto, com base
em proposta dos Conselhos Directivos da Faculdade de Letras e da Faculdade de Belas
Artes da Universidade do Porto, sujeita ao definido no artigo 27º do Decreto-Lei nº
74/2006, de 24 de Março.


                                         Artigo 18º
                       Orientador da Tese de Doutoramento
1. A preparação da tese de doutoramento deve efectuar-se sob a orientação de um
doutor ou investigador doutorado especialistas da Universidade do Porto ou, caso seja
aceite pela comissão científica, de outro estabelecimento de ensino superior ou de
investigação, nacional ou estrangeiro.
2. O orientador e o co-orientador, caso exista(m), serão propostos pela comissão
científica do ciclo de estudos, depois de ouvido o candidato, e da aceitação expressa
do(s) designado(s), e serão nomeados pelo Conselho Científico da unidade orgânica
sede do ciclo de estudos.
3. A orientação pode ser assegurada em regime de co-orientação. O regime de co-
orientação será obrigatório no caso de um dos Orientadores ser um Professor ou um
Investigador de uma universidade estrangeira devendo, nesses casos o Orientador ser um
Professor da Universidade do Porto e o co-orientador o Professor ou Orientador exterior à
instituição.


                                         Artigo 19º
                            Registo do tema e do plano da tese
1. O tema da tese é proposto pelo orientador, tão cedo quanto possível, até ao final do
primeiro ano do Ciclo de Estudos.
2. A inscrição definitiva do candidato como estudante de doutoramento depende de parecer
favorável da Comissão Científica do ciclo de estudos, que terá em consideração o plano da
tese.
3. Após a inscrição definitiva como estudante de doutoramento, este deve, no prazo de
trinta dias a contar da notificação, proceder ao registo do tema da tese e do respectivo
plano junto dos Serviços Académicos, que comunicarão ao Observatório das Ciências e
Tecnologias os dados necessários à inclusão no registo nacional de teses de doutoramento
em curso, conforme estipulado no Decreto-Lei nº 52/2002, de 2 de Março.
4. O registo caduca se a tese não for entregue nos cinco anos subsequentes ao mesmo.
5. A caducidade do registo prevista no número anterior pode ser revista e renovado o
registo, por decisão da Comissão Científica, com base em motivos concretos e
fundamentados.
.
                                        Artigo 20º
                            Condições de preparação da tese
1. A inscrição em doutoramento será feita em regime de tempo parcial ou integral.
2. O orientador informará anualmente a Comissão Científica sobre a evolução do trabalho
do candidato.
3. A informação a que se refere o número anterior, sob a forma de relatório escrito, deverá
dar entrada na Comissão Científica até trinta dias antes do termo do período para o qual o
candidato tem inscrição válida.


                                       Artigo 21º
           Regras sobre a apresentação e entrega da tese e sua apreciação
1. A tese deve ser apresentada em versão provisória e formato normalizado, em língua
portuguesa ou outra de reconhecida divulgação na comunidade científica nacional e
internacional, devendo ser acompanhada de um parecer do(s) orientador(es) e de um
resumo em português e inglês.
2. Após aprovação da versão provisória, o estudante deverá, no prazo de um mês,
entregar a versão definitiva da tese, em formato normalizado e com a indicação do
nome do orientador(es) e dos membros do júri.


                                       Artigo 22º
                           Condições para a entrega da tese
1. Para prestação da prova de doutoramento, o candidato apresentará requerimento nos
serviços académicos da respectiva unidade orgânica.
2. O requerimento não poderá ser apresentado antes de decorridos três anos sobre a data
de admissão do candidato ao ciclo de estudos, salvo se, tratando-se da situação prevista
no n.º 2 do artigo 6º, este se apresentar sob sua exclusiva responsabilidade.
3. Sem prejuízo do disposto no número anterior, o requerimento poderá ser apresentado
em qualquer altura, desde que se mantenham válidos o registo do título da tese e a
inscrição do candidato.
4. O requerimento será instruído com:
4.1. Documentação comprovativa de que o candidato se encontra nas condições a que se
refere o artigo 8º;
4.2. Tese de doutoramento e curriculum vitae, impressos, policopiados e/ou em suporte
electrónico ou óptico, nos termos e no número de exemplares a definir pelo(s) órgão(s)
competente(s) da unidade orgânica;
4.3. Parecer do orientador e co-orientador, quando exista;
4.4. Parecer análogo ao da alínea anterior, subscrito por dois professores designados
pela comissão científica, no caso dos candidatos que se apresentem ao doutoramento
sob sua exclusiva responsabilidade.
5. Organizado o processo, os serviços académicos apresentá-lo-ão ao director do ciclo
de estudos, quando exista, ou ao Conselho Científico, no prazo de dois dias úteis a
contar da data de apresentação da tese.


                                          Artigo 23º
                          Constituição do Júri de avaliação final
A constituição do júri deverá seguir o preceituado no artº 16º do Regulamento Geral de
Terceiros Ciclos da Universidade do Porto.


                                          Artigo 24º
            Funcionamento do júri e prazos para a defesa pública da tese
1. Nos sessenta dias subsequentes à afixação pública da sua constituição definitiva, o
júri proferirá despacho liminar no qual declara se aceite ou não a tese e, em caso de não
aceitação, recomendará fundamentadamente ao candidato a sua reformulação.
2. Do despacho de aceitação deverão constar as condições em que decorrerão as provas,
nomeadamente:
2.1. Tempo atribuído ao candidato para apresentação oral da tese;
2.2. Identificação dos arguentes principais.
3. Caso o júri recomende a reformulação da tese, o candidato dispõe de um prazo de
cento e vinte dias, improrrogável, durante o qual pode proceder à reformulação ou
declarar que pretende manter a tese tal como a apresentou.
4. Considera-se ter havido desistência do candidato se, esgotado o prazo referido no
número anterior, este não apresentar a tese reformulada ou a declaração referida no
mesmo número.
5. Recebida a tese reformulada ou feita a declaração referida no número anterior, o
presidente do júri procede à marcação da data e local das provas públicas de discussão e
defesa da tese.
6. A prova deve ter lugar no prazo máximo de sessenta dias a contar, conforme os casos:
6.1. Da data do despacho de aceitação da tese pelo júri;
6.2. Da data de entrada da tese reformulada ou da declaração do candidato de que
prescinde da reformulação;
7. As deliberações do júri são tomadas por maioria dos membros que o constituem,
através de votação nominal justificada, não sendo permitidas abstenções;
8. Das reuniões do júri são lavradas actas, das quais constam os votos de cada um dos
seus membros e a respectiva fundamentação, que pode ser comum a todos ou a alguns
dos membros do júri.
9. As reuniões de júri anteriores aos actos públicos de defesa da tese podem ser
realizadas por teleconferência.


                                         Artigo 25º
                  Regras sobre as provas públicas de defesa da tese
1. A discussão pública da tese não pode ter lugar sem a presença do presidente e da
maioria dos restantes membros do júri.
2. O candidato iniciará a prova com uma apresentação oral da tese, que não deve ter
uma duração superior a trinta minutos.
3. Na discussão da tese, cuja duração não poderá exceder duas horas, deve ser
proporcionado ao candidato tempo idêntico ao utilizado pelos membros do júri.
4. Sem prejuízo do disposto nos números anteriores, compete ao presidente do júri
estabelecer, no início da prova, a ordem e duração concreta de cada uma das
intervenções, bem como resolver quaisquer dúvidas, arbitrar eventuais contradições,
velar para que todos os direitos sejam respeitados e garantir a dignidade do acto.
                                        Artigo 26º
                       Processo de atribuição da classificação final
1. Concluídas as provas, o júri reúne para apreciação e deliberação sobre a classificação
final do candidato, a atribuir mediante votação nominal fundamentada, não sendo
permitidas abstenções.
2. O presidente do júri dispõe de voto de qualidade e não pode ser vogal do júri.
3. A classificação final é expressa pelas fórmulas de Recusado ou Aprovado, podendo
esta última ter, se for decidida por unanimidade, a qualificação de “Distinção”.
4. A qualificação de “Distinção” dependerá da excepcionalidade da qualidade científica
da tese e deverá terá em consideração as classificações obtidas nas unidades
curriculares.


                                        Artigo 27º
                          Diploma do Curso de Doutoramento
1. A aprovação no Curso de Doutoramento confere direito a um Diploma com uma
denominação diferente da do grau de Doutor;
2. O Diploma é acompanhado de um Suplemento ao Diploma elaborado nos termos e
para os efeitos do Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de Fevereiro.


                                        Artigo 28º
                Carta doutoral, suas certidões e do suplemento ao diploma
1. O grau de doutor é titulado por uma carta doutoral emitida pelo órgão legal e
estatutariamente competente da Universidade do Porto.
2. A emissão da carta doutoral, da certidão de doutoramento e do suplemento ao
diploma fica dependente da entrega da versão definitiva, com as correcções, caso
existam, indicadas na acta da prova pública, que deverão ser objecto de verificação pelo
orientador da tese.
3. A emissão da carta doutoral, bem como das respectivas certidões, é acompanhada da
emissão de um suplemento ao diploma elaborado nos termos e para os efeitos do
Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de Fevereiro.
4. A carta doutoral, acompanhada do suplemento ao diploma, será emitida no prazo de
180 dias após a aprovação na defesa pública da tese.
5. As certidões, acompanhadas do suplemento ao diploma, serão emitidas até trinta dias
depois de requeridas.


                                     Artigo 29º
                                   Casos omissos
   As situações não contempladas neste Regulamento seguem o preceituado no
Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março, e demais legislação aplicável, sendo os casos
omissos decididos por despacho do Reitor, sob proposta da comissão científica do ciclo
de estudos.


                                     Artigo 30º
                                 Entrada em vigor
O presente Regulamento entra em vigor após aprovação pelo Reitor e publicitação nos
termos legais.
                                      ANEXO 1
                                Estrutura Curricular
A área científica do curso e o número de Unidades de Crédito do plano de estudos do
Ciclo de estudos conducente ao grau de doutor em Museologia são os seguintes:


1 - Área científica do curso - Museologia
2 - Duração normal do curso - seis semestres lectivos
3 - Número total de unidades de crédito necessárias à concessão do grau: 180 ECTS.
4 - Distribuição das unidades de crédito (ECTS):
     4.1 – Metodologia de Investigação: 6 ECTS;
     4.2 – Estudos de Museus e Curadoria: 24 ECTS;
     4.3 - Práticas de Comunicação Científica: 8 ECTS;
     4.4 - Seminário de Orientação: 12 ECTS;
     4.5 - Preparação da Tese: 24 ECTS;
     4.6 – Tese: 106 ECTS.
                                                               ANEXO 2
                           Estrutura curricular do ciclo de estudos conducente ao grau de doutor em Museologia


1.    Estrutura geral do curso:


              Metodologia de Estudos de Museus Seminário de                                 Preparação da        Tese
                                                                 Práticas de Comunicação
               Investigação     e Curadoria    Orientação da                                    Tese                    Total / Ano
                                                                         Científica
                                                   Tese
 1º Ano
 - 1º sem -      6 ECTS           24 ECTS                                                                                30 ECTS
 1º Ano
 - 2º sem -                                       6 ECTS                                       24 ECTS                   30 ECTS


 2º Ano                                           6 ECTS                 4 ECTS                             50 ECTS      60 ECTS


 3º Ano                                                                  4 ECTS                56 ECTS                   60 ECTS
 Total/Área      6 ECTS           24 ECTS         12 ECTS                8 ECTS                80 ECTS      50 ECTS     180 ECTS
2. Elenco das unidades curriculares do ciclo de estudos conducente ao grau de doutor
em Museologia:


Nota: Em cada ano escolar, no acto de matrícula, será fornecido ao Aluno o elenco das
unidades curriculares que irão funcionar nesse ano lectivo, conforme a estrutura
curricular.

2.1. Unidades curriculares
 MUS            Metodologia de Investigação                               6 ECTS
 MUS            Estudos de Museus e Curadoria                             24 ECTS


2.2. Seminário de Orientação de Tese (um dos Seminários, de acordo com a definição anual)
 MUS            Património e Conservação Preventiva                       12 ECTS
 MUS            Colecções e Património                                    12 ECTS
 MUS            Espaço e Comunicação                                      12 ECTS
 MUS            Gestão e Empreendedorismo                                 12 ECTS
 MUS            Curadoria                                                 12 ECTS

2.3. Práticas de Comunicação Científica

 MUS            Práticas de Comunicação Científica                        8 ECTS

2.4. Preparação da Tese - áreas
 MUS            Património e Conservação Preventiva                       130 ECTS
 MUS            Colecções e Património                                    130 ECTS
 MUS            Espaço e Comunicação                                      130 ECTS
 MUS            Gestão e Empreendedorismo                                 130 ECTS
 MUS            Curadoria                                                 130 ECTS

								
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