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									                           Informações de Produção


Reese Witherspoon, Owen Wilson, Paul Rudd e Jack Nicholson estrelam Como
Você Sabe (How Do You Know), a nova comédia escrita e dirigida por James
L. Brooks que oferece uma visão contemporânea e romântica da eterna
pergunta, Como Você Sabe (How Do You Know)?


Lisa (Witherspoon) é uma mulher cuja destreza atlética definiu sua paixão pela
vida e tem sido sua prioridade desde a sua infância. Quando ela é cortada da
sua equipe, tudo ao qual ela está acostumada desaparece de repente. Sem
saber muito bem o que fazer, ela assume aos tropeços uma vida comum. É
assim que ela começa um caso com Matty (Wilson), um arremessador da liga
profissional de beisebol, um conquistador egocêntrico, um narcisista com seu
próprio código de honra.


George Madison (Rudd) é um homem de negócios convencional, cuja relação
complicada com seu pai, Charles (Nicholson), assumes contornos inesperados
quando George é acusado de um crime financeiro, apesar de não ter feito nada
de errado. Embora ele possa acabar na prisão, sua honestidade, integridade e
inesgotável otimismo pode ser seu único recurso para manter a sanidade.


Antes que a relação de Lisa e Matty se fortaleça, ela fica com George em um
primeiro encontro na pior noite das suas vidas: ela acaba de ser cortada e ele
acaba de ser intimado. Quando parece que seus mundos estão desmoronando,
eles descobrirão como é quando algo maravilhoso acontece.


Columbia Pictures apresenta uma produção Gracie Films, um filme de James
L. Brooks, Como Você Sabe (How Do You Know). O filme é protagonizado
por Reese Witherspoon, Owen Wilson, Paul Rudd e Jack Nicholson, e também
por Kathryn Hahn. Escrito e dirigido por James L. Brooks, é produzido por
James L. Brooks, Paula Weinstein, Laurence Mark e Julie Ansell. Os
produtores executivos são John D. Schofield e Richard Sakai. O diretor de
fotografia é Janusz Kaminski. A desenhista de produção é Jeannine Oppewall.
Os montadores são Richard Marks, A.C.E., e Tracey Wadmore-Smith A.C.E.
Os figurinos são de Shay Cunliffe e a trilha é de Hans Zimmer.




SOBRE O FILME


“Se este filme é sobre um pergunta, ela é: ‘Como você sabe quando está
realmente apaixonado?’”, afirma Reese Witherspoon, a protagonista de Como
Você Sabe (How Do You Know), a nova comédia do roteirista e diretor James
L. Brooks.


“Todos nós passamos por um momento em nossas vidas em que sentimos que
já não podemos contar com tudo aquilo com que contávamos. E quando isso
acontece, a única coisa que nos resta é o amor”, afirma Brooks. “Você pode
pensar que a sua vida é horrível, e aí, de repente, alguém entra em cena e tudo
muda. Esse é o segredo – o amor é a nossa salvação”.


Para a grande maioria, a questão do título é a mais importante que
enfrentaremos em nossas vidas e, à medida que o mundo se complica e se
torna cada vez mais desconexo, ela se torna cada vez mais difícil de
responder.


Como Você Sabe (How Do You Know) é a comédia sobre quatro pessoas em
plena transição. Witherspoon interpreta Lisa Jorgenson, uma mulher cuja vida
tal qual ela a conhecia desmorona. O papel foi escrito para Witherspoon. “Jim
me telefonou e disse que esta planejando seu próximo filme e que gostaria que
eu interpretasse a protagonista”, conta a atriz. “Foi uma honra e me emocionei,
porque sou uma grande admiradora do trabalho dele. Eu pensei que íamos sair
apenas para almoçar, mas ele me disse que queria escrever um filme para
mim. Eu nunca imaginei que ele pensaria em mim para algo assim”.


“Então, nós falamos acerca do que ele tinha em mente e, pouco depois, ele
começou a me enviar cenas e coisas diferentes que ele havia escrito durante
seu processo de pesquisas”, continua Witherspoon. “Foi uma experiência
fantástica, porque quando eu finalmente li o roteiro definitivo, eu já conhecia a
personagem. Eu estava curiosa para ver aonde ele levaria a Lisa e o que
aconteceria a ela”.


Brooks afirma que o projeto começou de uma forma muito simples. “Enquanto
dirigia ao longo de alguns campos de futebol, cheios de mulheres e garotas de
todas as idades, eu pensei que fazia tempo que não víamos uma heroína
desportista. E como sou um apaixonado por pesquisas, passei mais de um ano
falando com grandes mulheres atletas”.


E só havia uma mulher perfeita para este papel. “Eu tinha acabado de assistir a
Johnny e June (Walk the Line), e conhecia seu talento para a comédia. Reese
era ideal”, afirma Brooks. “Então, eu conversei com ela e aí me retirei durante
um ano e meio”.


“Embora haja não mais do que uns cinco minutos de softball no filme, eles nos
dizem tudo acerca da personagem”, conta Brooks. “Durante meu processo de
pesquisa, tenho uma máxima: quando ouço algo pela terceira vez,
normalmente é verdade. Desta vez, todas as atletas com quem conversei
disseram que somente outra atleta é capaz de entender todo o tempo que é
preciso se dedicar a um esporte. Elas não podem sair, não podem ir a festas,
porque têm que jogar e tem que aperfeiçoar sua técnica. É muito duro para um
homem aceitar a situação, se ele não faz não faz parte disso”.


Para começar, Brooks escreveu uma cena em que um arremessador da liga
profissional de beisebol a convida para sair. “Queria mostrar com que tipo de
atletas ela saía antes de conhecer o personagem de Paul Rudd”, afirma
Brooks. “Quando comecei a escrever o personagem de Owen Wilson, eu me
diverti com ele mais do que havia imaginado, então, mudei a história e o tornei
uma parte central da trama”.


“A palavra que melhor descreve Matty é despreocupado. Ele não quer
complicações”, afirma Wilson. “A princípio, é só mais uma garota e ele só quer
se divertir. Mas a coisa muda à medida que ele passa mais tempo com ela”.


“Se o Matty não está se divertindo a cada minuto da sua vida, ele se sente
desconfortável”, conta Brooks. “Quantas mulheres, ao conhecer alguém como
Matty, sabem no instante em que se apaixonam por ele que, para ele, pode ser
que não signifique nada?”


A última coisa que Lisa quer ou de que precisa é uma relação complicada, e
tudo vai se complicar ainda mais quando ela sai em um encontro às escuras
com George Madison (Rudd), um homem que também está enfrentando
mudanças em sua vida. “Ele recebe uma carta que diz: ‘Governo dos Estados
Unidos contra George Madison’, e de repente, se vê envolvido em algo que ele
não acredita ter feito”, conta Rudd. “A partir daí, tudo vai de mal a pior e
quando ele conhece Lisa, ele está arrasado. Mas há algo nela – o modo como
ela fala, a forma como ela lida com a situação – que faz com que ele se
apaixone no ato. Quando li isso, achei que daria um grande impulso à história.
O que aconteceria se duas pessoas se conhecessem no pior dia das suas
vidas?” Para Brooks, a situação foi a terceira e última peça do quebra-cabeça
quando começou a escrever o roteiro.


Jack Nicholson interpreta o pai de George, Charles. Um empresário magnata
que trabalhou a vida toda para conseguir duas coisas: o êxito da sua
companhia e o bem-estar do filho. Na verdade, ele pôs o filho como o testa de
ferro do seu império (embora Charles continue exercer o poder por trás do
trono).


“Por conta de sua longa associação, Jim e Jack queriam ter a certeza de que o
papel permitiria a Jack mostrar facetas do seu talento nunca vistas
anteriormente”, explica o produtor Laurence Mark. Por incrível que pareça,
Nicholson nunca havia interpretado o pai de homem adulto. “Então, a
participação de Jack realmente afetou o papel de uma maneira positiva, dando-
lhe uma dimensão ainda maior”.


SOBRE OS PERSONAGENS


Em Como Você Sabe (How Do You Know), Brooks recheou sua história com
um punhado de personagens, todos passando por momentos de transição e
que terão de enfrentar decisões que alterarão suas vidas e que eles sempre
evitaram.


LISA


Lisa Jorgenson tem um amor grande e verdadeiro em sua vida: o esporte,
softball. Ela se dedicou a ele e se tornou uma das melhores do mundo. Como
muitos atletas, ela é altamente competitiva e determinada. “Ela passou a vida
toda se impondo metas e as superando”, afirma Reese Witherspoon. “Quando
nós a conhecemos na trama, ela está numa encruzilhada, com muitas dúvidas
quanto ao futuro da sua carreira”.


Na verdade, aos 31 anos, ela está velha demais para jogar e foi cortada da
equipe. “Acho que todo atleta tem em mente a ideia de que, algum dia, terá de
tomar um rumo diferente; a carreira esportiva não dura para sempre”, afirma
Witherspoon. “Mas é diferente quando te expulsam do barco de um momento
para o outro. Ela se vê forçada a reconstruir a sua vida sem ter a mínima ideia
de como fazer isso”.


Segundo Witherspoon, é um personagem que somente Brooks poderia ter
escrito. Não só é um personagem construído com uma grande riqueza de
detalhes, mas que também tem a marca pessoal de Brooks e do seu modo de
encarar a vida. “Jim tem uma compreensão extraordinária do absurdo da vida
da normal”, continua ela. “Ele pode ver uma situação simples e até trivial que
lhe parece absurda e totalmente hilária. Essa é a sua perspectiva das coisas.
Também é brilhante no modo como cria personagens baseados na realidade –
ele encontra essas ocasiões em que as pessoas se encontram em uma
encruzilhada e retira o que há de belo nesses momentos”.


Witherspoon, que não tinha qualquer experiência com o softball, treinou de
duas a três horas por dias durante meses com jogadores de softball em
preparação para o seu papel, segundo Brooks. “Talvez haja 20 segundos de
Reese jogando bola. A questão não é como ela pegava, lançava ou acertava a
bola, embora ela, embora ela tenha aprendido um pouco de tudo isso. O
importante é que, estando com esses atletas, ela se sentiu uma deles”.




MATTY


Matty, aparentemente, é o sonho de toda garota. Bonito, charmoso, divertido,
atlético, famoso e rico, ele não leva nada muito a sério, aliás, não leva nada a
sério. Sobretudo no que se refere aos seus relacionamentos, já que com a sua
ampla escolha de mulheres, por que deveria? E Lisa é apenas mais uma
garota com a qual ele pode passar bons momentos… até que ele começa a
sentir algo mais por ela. “Ele começa a enxergar todas as coisas que a tornam
única e se apaixona”, afirma Owen Wilson.


“Não há dúvida de que ele se apaixonou”, afirma Brooks. “Mas ele se apaixona
de um modo diferente do que qualquer outro cara faria”.


Matty poderia parecer meio canalha saindo com várias garotas ao mesmo
tempo, mas Brooks explica que ele é regido por um código de honra estrito.
“Ele sempre diz a verdade”, diz Brooks. “Ele não é manipulador, não mente e
não faz rodeios. Tem um código de ética que o obriga a dizer a verdade”.


Quando ele dá o passo decisivo para conquistá-la com todas as suas forças,
ou ao mesmo tanto quanto ele é capaz, tal é a autoconfiança de Matty que
mesmo diante do surgimento de um rival em potencial, George, ele permanece
inabalável.
“Matty é um cara legal, mas que não se dá conta do que falam ou pensam
aqueles que o rodeiam”, diz Witherspoon. “Para Matty, a vida é uma festa e ele
quer que Lisa seja parte dela, sem pô-lo para baixo. Ele nunca se interessa
pela vida pessoal de Lisa, diferentemente de George, que quer saber tudo
sobre ela e quer ajudá-la, embora já tenha seus próprios problemas”.


Brooks e Wilson mantém uma amizade há bastante tempo. “Quando conheci
Owen, eu estava produzindo Pura Adrenalina (Bottle Rocket). Ele dormia no
chão de um apartamento onde moravam seus brothers, Wes Anderson e outros
atores. Ele é muito talentoso e o personagem precisa dominar cada cena e ser
exuberante em todos os momentos. Não podia ser outra pessoa a contar a
piada e ele apenas reagir à comédia – ele é quem precisa fazer tudo isso. E é o
que faz magistralmente. Não há um só minuto sem que ele transmita reações
brilhantes em todas as tomadas”.




GEORGE


Em meio a tudo o que Lisa está passando, entra em cena um personagem com
sérios problemas. George Madison é totalmente diferente de qualquer outro
homem com que Lisa já saiu – é estranho, divertido e, acima de tudo, não é
atleta. E também se encontra em um momento conturbado, já que é alvo de
uma investigação federal. Um novo amor em potencial seria a última coisa que
passa pela sua cabeça, mas também poderia ser a única coisa que pode fazê-
lo seguir adiante. Ele tem motivos para duvidar que possa realmente se
apaixonar nesse estado, mas está convencido de que está.


“Tudo começa a se intensificar”, afirma Paul Rudd. “Ele é indiciado por fraudes
no mercado de ações, sua namorada o deixa e sua ex-assistente o avisa
seriamente de que ele se encontra em um perigo que desconhece. Ele lhe
pede que não diga mais nada, já que, legalmente, ela está impedida de fazê-lo,
E quando realmente chega ao fundo do poço, ele conhece Lisa e, de repente,
começa a ver tudo de modo mais positivo”.
“George está tão absorto em seus próprios problemas que, em seu primeiro
encontro, ele não consegue falar sobre outra coisa”, explica Rudd. “A forma
como ela lida com ele é simplesmente perfeita: ela sugere que eles não falem
disso durante todo o jantar. E, por um momento, ele se esquece de seus
problemas, e creio que é justamente nesse instante que ele se apaixona por
ela”.


Como um sujeito cuja vida está desmoronando pode competir com um
esportista rico, charmoso, bonito e atlético? “Ele só conta com a sua
honestidade e o fato de que saber que não tem nada a perder”, afirma Rudd.
“E ele sabe escutá-la, que é exatamente o que ela necessita”.


“A única coisa que George e Lisa têm em comum é algo que nem eles sabem:
eles estão se conhecendo no pior dia de suas vidas”, conta Brooks. “Eles estão
tentando livrar-se dos seus problemas, cada um a sua maneira”.


Brooks elogia o desempenho de Rudd como impressionante: seu personagem
esquece seus problemas se apaixonando, porém, graças à atuação de Rudd,
que não é superficial nem vã. “Creio que assim como eu não poderia ter feito
Melhor É Impossível (As Good As It Gets) com ninguém mais senão o Jack, eu
não creio que teria sido possível fazer este filme com outra pessoa que não
fosse o Paul”, afirma Brooks. “Acho que sua reação é real. Nós acreditamos, de
fato, em todos os passos que ele dá para resurgir das cinzas. Eu creio que o
público entende que alguém poderia realmente reagir dessa maneira. Isso é o
que o Paul nos deu. E de algum modo, ele consegue fazer isso sem perder a
graça. Ele é realmente divertido e muito real”.


“O papel tem muitos estados de ânimo”, afirma o produtor Laurence Mark. “Ele
requer do ator que seja divertido, emotivo, triste, infeliz e algumas vezes meio
louco, e além de tudo isso, que seja convincente. Paul parece ter tudo isso no
seu repertório”.




CHARLES
No papel de Charles, o pai de George, Jack Nicholson tem que fazer um
personagem muito pouco compreensivo, mas às vezes vulnerável, humano e
até simpático.


“No início do filme, o personagem de Jack conta ao filho que ele precisa
escolher entre seu próprio filho e sua empresa. Embora isso possa acabar com
ele, ele escolhe a empresa”, conta Brooks. Mas ele também é um homem que
criou o filho sozinho, depois que a mulher os deixou. Ele estaria disposto a
abandonar o filho dessa maneira? “Eu escrevi suas falas, escrevi o
personagem, mas ainda não consigo me decidir se isso é realmente o que diz o
seu coração. O mistério final para ele mesmo e para todo mundo é se ele é um
sujeito bom ou mau. Como Bill Hurt me disse há muito tempo, às vezes, nosso
trabalho nos traz a pergunta, mas não nos dá a resposta”.


“Ele ama o filho, mas também ama a si mesmo e sabe de algo que ninguém
mais sabe: que enfrenta a possível destruição de uma das pessoas que ele
mais ama no mundo”, explica a produtora Paula Weinstein. “Ele se encontra
em um momento em que procura se proteger, mas isso deixa seu filho exposto
para sofrer as consequências. Foi fascinante ver como sua camaradagem e
afeto se mostram em meio a toda essa confusão emocional”.


“Por já haver trabalhado com o Jack, era natural que eu o procurasse”, afirma
Brooks. “Eu sempre fico de queixo caído com seus desempenhos, mas ele tem
momentos muito elegantes neste filme, como eu nunca o havia visto”.


“Eu não conseguia imaginar ninguém mais exceto Jack Nicholson no papel de
Charles”, diz Rudd. “Trabalhar com ele é uma das maiores emoções da minha
carreira profissional. Ele tem uma personalidade impressionante e tem sido um
dos maiores nomes do cinema há quatro décadas, mas o que é ainda mais
incrível para mim é o ótimo ator que ele é. Ele faz com que pareça tão fácil,
mas dá tudo de si em todos os momentos em que se contra diante das
câmeras”.
ANNIE


Kathryn Hahn completa o elenco no papel de Annie, a assistente de George,
que está grávida. “Ela é extremamente leal ao seu chefe”, afirma Hahn. “Está
grávida de um homem que ama, mas que receia não ser suficientemente bom
para ela e, por isso, não quer se casar com ela. Então, quando conhecemos
Annie, ela se encontra em um momento em que seu mundo se concentra no
seu trabalho e no homem para o qual ela trabalha e que, de repente, se vê em
meio a graves problemas”.


Annie também enfrenta um dilema. Ela valoriza a lealdade em si mesma e nos
outros, e por isso, sente uma forte necessidade de dar a George informações
que poderiam ajudá-lo no caso. Entretanto, ela foi proibida pelos advogados da
empresa de falar com seu chefe – e uma mulher solteira e grávida precisa
manter seu emprego. “Ela odeia ver o estado em que George se encontra. Mas
ele não permitirá que ela lhe conte nada sobre o caso, porque isso
representaria um risco para ela”, continua Hahn. “Então, ela tem que ajudá-lo
de outra maneira. Ela encontra um apartamento para ele e faz sua comida,
quando suas despesas com advogados o obrigam a vender tudo o que ele
tem”.


“Kathryn Hahn é um ser humano inebriante”, afirma Brooks. “Se você não
gostar dela, você não gosta de ninguém. Ela é assim na vida real e assim é sua
personagem”.


Sem saber, Hahn estava grávida quando Brooks a escalou no filme. “Por
acaso, eu a havia visto num desempenho incrível em Boeing Boeing em Nova
York, e assim que ela entrou no nosso escritório de produção, notei que ela
estava grávida e pensei: ‘Ah, vai ser uma barbada. O Jim vai querer contratá-
la”, conta Mark, rindo.
Filmar as cenas de Hahn antes do nascimento do bebê exigiu alguns
malabarismos, mas tudo correu bem até quase o final. “Eu estava com cerca
de oito meses de gravidez e disposta a terminar meu trabalho, ir para casa e
ter meu filho”, relembra Hahn. “Mas as coisas não se passaram exatamente
nessa ordem”.


Hahn passou três dias rondando a exaustiva cena no quarto de hospital em
que Annie dá à luz. Depois, nas primeiras horas da manhã seguinte à
filmagem, Hahn entrou em trabalho de parto. Sua filha, Mae, nasceu naquela
noite. E ela só concluiria a cena dois meses mais tarde.




SOBRE JAMES L. BROOKS


“Jim é a pessoa mais observadora que conheço”, afirma Laurence Mark,
produtor de Como Você Sabe (How Do You Know). “Ele é um excelente
ouvinte, um observador afiado, e isso fica visível nos seus personagens. É por
isso que eles são tão profundos, tão interessantes e têm tantas coisas
fascinantes a dizer”.


“Sua voz é única”, afirma a produtora Julie Ansell, que vem trabalhando na
produção dos filmes de Brooks há 20 anos. “Ele consegue ver dentro das
pessoas. Quando escreve algo sobre o qual você já passou, pessoalmente,
você pensa: ‘É exatamente assim. Eu não teria descrito melhor, mas foi
exatamente isso o que eu senti’. Você sente um impacto profundo”.


“Ele escreve sobre gente de carne e osso e sobre os dilemas reais que eles
enfrentam”, afirma a produtora Paula Weinstein. “Seus personagens são
complicados, difíceis, confusos, humanos, falhos, divertidos e verdadeiros. Ver
seus filmes é como ler um grande romance que você não quer que termine,
querendo permanecer no seu mundo um pouco mais”.


“Ninguém escreve diálogos como ele”, continua Ansell. “Ele quer entrar nos
seus personagens tão profundamente que costumamos tirar dois anos
investigando e falando com centenas de pessoas para construir cada um
deles”.


“Jim tem uma ideia para seus personagens e, posteriormente, quer averiguar o
que há de certo e de verdadeiro”, afirma Weinstein.


Dizem que são os detalhes que vendem uma história: podemos acreditar que
os personagens são reais se acreditamos nos pequenos detalhes e sutilezas
do seu comportamento. “Tudo o que temos nos filmes são os detalhes”,
comenta Reese Witherspoon. “São eles que tornam um filme divertido, que o
tornam real e autêntico. É por isso que você investe nos personagens,
detalhando quanto eles ganham, a frequência com que viajam e como viajam,
quem são seus amigos mais próximos, que tipo de gente eles namoram, o que
comem ou não comem. Tudo ajuda a dar forma ao personagem e à história”.


Brooks fica fascinado por esses detalhes. “Em suas pesquisas para criar o
apartamento de Lisa, ele foi ver apartamentos de atletas de verdade”, conta
Mark. “Jim viu uma vitrine de troféus que não tinha nenhum luxo especial, mas
demonstrava o quanto a pessoa se orgulhava de ter ganhado aqueles troféus.
Jim se apega a esse tipo de detalhes e essa é a recompensa de toda sua
investigação”.


Até mesmo os menores detalhes são analisados. Por exemplo, há um drinque
especial que o personagem de Paul Rudd, George, prepara para Lisa. Jim
procurou um amigo, chef do restaurante The French Laundry, cotado com três
estrelas no guia Michelin, e pediu a Keller que criasse algo propício. E ele
inventou um drinque brilhante para o filme.


Os interessados podem conferir exatamente qual é o sabor do drinque da Lisa:


O DRINQUE DA LISA


Em uma coqueteleira, ponha:
       1 cubo de açúcar
        3 gotas de angustura
        44 mililitros de uísque Makers Mark


Agite, e acrescente à coqueteleira, com gelo:
        14 ml de sumo de limão
        14 ml de Cointreau
        Um toque de granadina


Despeje em um copo de Martini ou sobre pedras de gelo. Decore com uma bela espiral de
casca de laranja.


Os atores também tiveram que se preparar para atuar no filme. Embora
Witherspoon só apareça jogando softball por uns breves instantes no final do
filme, ela treinou durante meses com a lendária treinadora do time de softball
da UCLA, Sue Enquist. “Eu treinei com ela três dias por semana durante duas
ou três horas, apenas praticando coisas básicas como arremessar, receber,
rebater, as posturas, e coisas do tipo. Mas também aprendi um outro aspecto
diferente, já que estudava alguém completamente diferente de mim. Eu nunca
tinha conhecido atletas de verdade, então, mergulhei no seu mundo e aprendi
como eles acordam, como é o seu dia, o quanto eles malham, quanto tempo
têm para sua vida pessoal, como viveram sua vida universitária, e tudo isso me
ajudou muito na hora de criar a minha personagem. Suas relações com suas
companheiras de equipe são de suma importância em suas vidas”.


Witherspoon também treinou com a seleção nacional feminina de softball dos
EUA. “Eu conheci quase todas as jogadoras e treinei com algumas delas. Foi
uma experiência incrível e alucinante. Elas são muito atléticas, profissionais,
metódicas e centradas. Foi muito inspirador”.


O filme é passado em Washington, DC, e a produção foi rodada na capital e na
Filadélfia. “Filmar no distrito federal se tornou mais fácil, mas ainda assim é
mais complicado do que na maioria dos outros lugares”, afirma a supervisora
de produção de DC, Carol Flaisher. “Pode haver quatro órgãos encarregados
de fornecer licenças, ou até mais: o Serviço de Parques e Jardins, o Serviço
Secreto, a polícia do Capitólio e a Administração de Serviços Gerais. E por
questões de segurança, não é fácil isolar nenhuma área da cidade. Mas a
recompensa é que se consegue uma cidade única e com muita vida que se
converte em mais um personagem do filme”.


A produção teve até a oportunidade de filmar em Parques Nacionais, no
estádio da equipe da liga profissional de beisebol, Washington Nationals, a
equipe na qual Matty joga como lançador. Com o time profissional fora da
cidade, a produção encampou o estádio para rodar as cenas de Wilson
conversando com outros lançadores no meio de uma partida, bem como uma
tomada de um outfielder pegando um arremesso espetacular.


A desenhista de produção indicada quatro vezes ao Oscar®, Jeannine
Oppewall, foi a responsável pela criação do desenho de arte do filme. “O
desenho de produção é um processo orgânico”, segundo ela. “Tudo começa
com uma ideia sobre um lugar e um universo, e você faz suas escolhas a partir
daí. Você vai construindo o desenho com base em uma série de escolhas
geradas por uma ou duas sensações ou ideias fortes”.


Por se tratar de uma comédia romântica contemporânea, “eu tenho dificuldade
em diferenciar entre uma imagem estilizada e outra real”, afirma Oppewall.
“Neste filme, há personagens que definitivamente vivem em circunstâncias
muito reais, enquanto os personagens de Jack Nicholson e Owen Wilson vivem
em circunstâncias um tanto artificiais, pois fazem escolhas ostentosas. Seus
gastos financeiros os separam da vida real”.


Na verdade, Matty e Charles moram no mesmo prédio, um edifício de luxo em
um bairro exclusivo da cidade. “Matty tem dinheiro e um certo gosto.
Normalmente, as pessoas com dinheiro podem comprar o bom gosto, e foi isso
o que fizemos com a sua casa. Ele comprou um apartamento em um prédio
bonito e caro e mandou redecorá-lo. Charles tem um apartamento menor. Para
ele, nós basicamente pegamos o apartamento de Matty e o redividimos
acrescentando paredes para torná-lo menor”.
Se comparado ao apartamento em que Lisa vive, “o apartamento de Matty é
amplo e sofisticado, enquanto Lisa mora em um bairro modesto e residencial,
em um apartamento bem menor, mas muito arejado, com muita luminosidade e
cores quentes”.


Oppewall observa que à medida que a vida de George vai desmoronando, essa
queda é refletida no desenho do filme. “George começa em um apartamento de
solteiro de classe alta, confortável e bem decorado, e acaba morando em cima
de uma confeitaria numa esquina suja, onde seus pertences se empilham
desordenadamente”.


Cada um dos personagens tem um esquema de cores diferente, não apenas
para diferenciá-los, mas para ressaltar quem são. “Matty tem um corredor num
tom de laranja queimado indicativo de quase tudo mais nesse lugar; ele gosta
de coisas brilhantes e vivas. Lisa se associa à palheta de púrpuras que reflete
o sol, o calor e a luminosidade de sua personalidade. A casa de George não
tem nenhuma cor em particular, já que ele está tentando descobrir em que
ponto se encontra sua vida”.


A figurinista, Shay Cunliffe, também descreve os personagens através do seu
guarda-roupa e observa que o desafio é fazer o que é adequado para os
personagens sem ir longe demais. “Jim procura um equilíbrio entre tentar
extrair o lado mais emocional e a parte mais cômica de cada cena”, afirma ela.
“Todos os departamentos tentam sempre encontrar aquilo que o faça sorrir,
mas sem que seja demasiadamente óbvio”.


A chave dos filmes de Brooks é que ele insiste para que cada detalhe da
produção realce a sua narrativa. “O meu departamento, o de figurinos, enfrenta
um desafio enorme nesse universo, sobretudo com roupas contemporâneas,
que você poderia pensar que pode simplesmente sair porta afora e comprar
nas lojas. Cada mudança de figurino é tremendamente importante para o Jim.
Cada passo do filme é minuciosamente planejado. Ele sabe perfeitamente
como deveria ser a representação visual de cada cena. Então, encontrar
aquele vestido simples pelo qual você se apaixona, mas que você também
sente que seria adequado à personagem que o usará se torna um desafio e
tanto”.




SOBRE O ELENCO


Vencedora do Oscar®, REESE WITHERSPOON (Lisa) é uma das atrizes mais
requisitadas e respeitadas de Hollywood. Ela cresceu no Tennessee e voltou
às suas origens ao interpretar June Carter Cash, na cinebiografia musical,
Johnny e June (Walk the Line). Seu desempenho lhe valeu o Oscar® de Melhor
Atriz de 2005, o BAFTA, o Globo de Ouro, o Screen Actors Guild Award e o
New York Film Critics Award, entre inúmeros outros.


Mais recentemente, estrelou como a gigante Susan o filme da DreamWorks
Animation, Monstros vs. Alienígenas (Monsters vs. Aliens). Em 2008, ela
coestrelou com Vince Vaughn em Surpresa no Amor (Four Christmases),
também produzido por ela.


Também interpretou um espírito que se recusa a aceitar a sua morte na
comédia romântica, E Se Fosse Verdade (Just Like Heaven), e uma das
personagens mais memoráveis da literatura inglesa, Becky Sharpe, uma
mulher em busca de ascensão social na adaptação de Mira Nair do romance
de Thackeray, Feira das Vaidades (Vanity Fair).


Aos 14 anos, Witherspoon tinha esperanças de ser contratada como figurante
no drama sobre o amadurecimento de Robert Mulligan, No Mundo da Lua (The
Man in the Moon), e, inesperadamente, acabou escalada como protagonista.
Em seguida, estrelou a aventura dramática, Viagem ao Grande Deserto (A Far
Off Place), e o telefilme de Diane Keaton aclamado pela crítica, Wildflower.


Em 1995, Witherspoon coestrelou com Mark Wahlberg no thriller, Medo (Fear),
e foi elogiadíssima em seu desempenho no longa-metragem independente,
Freeway, uma versão moderna da história de Chapeuzinho Vermelho
produzida por Oliver Stone, exibida em sua estreia no Festival de Cinema de
Sundance e recordista de audiência em sua exibição na HBO.


Witherspoon contracenou com Paul Newman, Gene Hackman e Susan
Sarandon no thriller dramático de Robert Benton, Fugindo do Passado
(Twilight), demonstrando em seguida sua veia cômica no filme, Pleasantville –
A Vida em Preto e Branco (Pleasantville), escrito e dirigido por Gary Ross e
coestrelado por Tobey Maguire.


Em 1999, ela estrelou a comédia satírica de Alexander Payne, A Eleição
(Election), que lhe deu o prêmio de Melhor Atriz da Associação Nacional de
Críticos de Cinema, e também uma indicação ao Globo de Ouro. Em seguida,
estrelou Legalmente Loura (Legally Blonde), que faturou US$ 100 milhões nas
bilheterias dos Estados Unidos e transformou a atriz numa estrela internacional
e um nome com grande apelo de marquise.


Witherspoon estrelou, então, Doce Lar (Sweet Home Alabama), uma das
comédias românticas protagonizadas por uma mulher de maior êxito até então.
Ela se lançou então numa segunda carreira, como produtora de Legalmente
Loura 2 (Legally Blonde 2: Red, White e Blonde). A produtora de Witherspoon,
Type A Films, desenvolveu e produziu a seguir, Penelope, uma fábula moderna
estrelada por Christina Ricci e James McAvoy, e possui uma série de títulos em
produção. Ela também estrelou o thriller dirigido por Gavin Hood, O Suspeito
(Rendition), contracenando com um elenco de grandes astros que incluiu Jake
Gyllenhaal, Meryl Streep, Peter Saarsgard e Alan Arkin.


Fora das telas, ela continua a se dedicar ativamente a inúmeras instituições
humanitárias, como o Rape Treatment Center de Santa Monica-UCLA Medical
Center e a Save the Children e, atualmente, integra o conselho do Children’s
Defense Fund, para quem trabalhou levantando fundos e divulgando seus
muitos programas. No ano passado, ela viajou a Nova Orleans com um grupo
de mulheres para inaugurar a primeira Freedom School local e, desde então,
elas já abriram mais 13 centros comunitários na região.
Um dos atores de maior êxito do cinema contemporâneo, OWEN WILSON
(Matty) vem sendo elogiado em papéis memoráveis tanto em produções de
grandes estúdios quanto em filmes independentes. Atualmente, pode ser visto
em Entrando Numa Fria Maior Ainda Com a Família (Little Fockers),
contracenando com Ben Stiller e Robert De Niro. Recentemente, concluiu as
filmagens da comédia dos irmãos Farrelly, Hall Pass, com Jason Sudekis, e do
filme de David Frankel, The Big Year, com Steve Martin, Jack Black e Anjelica
Huston, além de Midnight in Paris, dirigido por Woody Allen. Ele também
empresta sua voz ao longa de animação Disney, Carros 2 (Cars 2), a ser
lançado no verão norte-americano de 2011.


Mais recentemente, coestrelou com Jennifer Aniston em Marley & Eu (Marley &
Me), baseado no popular livro de memórias de John Grogan. Dirigido por David
Frankel e adaptado por Scott Frank, o filme arrecadou mais de US$ 200
milhões de dólares nas bilheterias.


Sua filmografia de grandes sucessos inclui Uma Noite no Museu (Night at the
Museum) e sua sequência, Uma Noite no Museu 2 (Night at the Museum 2:
Battle of the Smithsonian), com Robin Williams e Ben Stiller; a comédia
blockbuster, Penetras Bons de Bico (Wedding Crashers), com Vince Vaughn; e
a comédia romântica, Dois É Bom, Três É Demais (You, Me and DuPree).


Também recentemente, coestrelou com Adrien Brody e Jason Schwartzman no
filme de Wes Anderson aclamado pela crítica, Viagem a Darjeeling (The
Darjeeling Limited). Esta foi a sua quinta parceria como o cineasta, após já ter
sido dirigido por Anderson em A Vida Marinha com Steve Zissou (The Life
Aquatic With Steve Zissou), estrelado por Bill Murray e Anjelica Huston, e Os
Excêntricos Tenenbaums (The Royal Tenenbaums), com o qual Wilson e
Anderson foram indicados ao Oscar® de Melhor Roteiro Original. Wilson
também coescreveu e foi coprodutor executivo do segundo longa-metragem de
Anderson, Três É Demais (Rushmore). A dupla conquistou sucesso comercial e
junto à crítica com o primeiro filme de Anderson, Pura Adrenalina (Bottle
Rocket), estrelado e coescrito por Wilson.
Seus créditos cinematográficos adicionais incluem Starsky & Hutch – Justiça
em Dobro (Starsky & Hutch), Zoolander, Meu Nome É Taylor, Drillbit Taylor
(Drillbit Taylor), Wendell Baker Story, Bater ou Correr (Shanghai Noon), Atrás
das Linhas Inimigas (Behind Enemy Lines), Sou Espião (I Spy), Bater ou Correr
em Londres (Shanghai Knights), Armageddon, The Minus Man e O Pentelho
(The Cable Guy). Também foi produtor associado do filme premiado com o
Oscar®, Melhor É Impossível (As Good As it Gets).


Wilson também emprestou sua voz aos longas animados, O Fantástico Sr.
Raposo (Fantastic Mr. Fox), de Wes Anderson, Marmaduke, e o blockbuster
animado Disney, Carros (Cars), indicado ao Oscar na categoria de Melhor
Longa-Metragem de Animação.




PAUL RUDD (George) está rodando atualmente Wanderlust, dirigido por David
Wain e coestrelado por Jennifer Aniston, nos papéis de um casal de Nova York
que se muda para uma comunidade liberal para fugir da sua vida moderna na
grande cidade. Rudd produz o filme juntamente com Judd Apatow, David Wain
e Ken Marino.


Recentemente, ele concluiu as filmagens de My Idiot Brother, dirigido por Jesse
Peretz e coestrelado Elizabeth Banks, Zooey Deschanel, Emily Mortimer e
Rashida Jones. O filme gira em torno de um idealista (Rudd) que lida com sua
mãe dominadora e que se hospeda nas casas de suas três irmãs ambiciosa,
levando a verdade, felicidade e otimismo às suas vidas, enquanto provoca ao
mesmo tempo um grande caos. O filme é a segunda sua colaboração com
Peretz, com quem já havia trabalhado anteriormente em The Chateau.


Mais recentemente, Rudd estrelou o filme de Jay Roach, Um Jantar Para
Idiotas (Dinner for Schmucks), com Steve Carell. Antes disso, estrelou Eu Te
Amo, Cara (Love You, Man), de John Hamburg, que faturou mais de US$ 90
milhões no mundo todo. Também estrelou e coescreveu o sucesso de
bilheteria de David Wain, Modelos Nada Corretos (Role Models), coestrelando
com Seann William Scott. O filme foi indicado aos prêmios de Melhor Comédia
da Broadcast Film Critics Association e do St. Louis Film Critics Group.


Rudd protagonizou o sucesso de Judd Apatow, Ligeiramente Grávidos
(Knocked Up), contracenando com Seth Rogen e Leslie Mann. O filme
arrecadou mais de US$ 300 milhões de dólares em todo o mundo e venceu o
People's Choice Award de Melhor Filme de Comédia. Foi também indicado a
um Critics Choice Award na mesma categoria, tendo sido também classificado
pelo AFI entre os 10 melhores filmes do ano.


Sua filmografia inclui ainda os títulos Monstros vs. Alienígenas (Monsters vs.
Aliens), Forgetting Sarah Marshall, O Virgem de 40 Anos (The 40 Year Old
Virgin), O Âncora – A Lenda de Ron Burgundy (Anchorman), The Ten, do qual
também foi produtor, Uma Noite no Museu (Night at the Museum), Diggers,
Reno 911, Regras da Vida (The Cider House Rules), A Razão do Meu Afeto
(The Object of My Affection), Wet Hot American Summer, The Chateau, As
Patricinhas de Beverly Hills (Clueless) e William Shakespeare's Romeu e
Julieta (Romeo + Juliet), entre outros.


Na Broadway, estrelou a peça de Richard Greenberg, Three Days of Rain,
contracenando com Julia Roberts e Bradley Cooper. Também estrelou Bash,
de Neil Labute, nas montagens de Nova York e Los Angeles, bem como outra
peça de Labute, The Shape of Things, em Londres e Nova York. O ator reviveu
seu papel na versão cinematográfica da peça de Labute, Arte, Amor e Ilusão
(The Shape of Things).


O versátil ator fez sua estreia no West End, na montagem londrina de Long
Day’s Journey into Night, de Eugene O’Neill, contracenando com Jessica
Lange. Seus demais créditos teatrais incluem a montagem dirigida por Nicholas
Hynter de Noite de Reis (Twelfth Night), no Lincoln Center Theater, com uma
récita especial transmitida exibida no Great Performances, da PBS, e na peça
de Alfred Uhry premiada com o Tony, The Last Night of Ballyhoo.
Na televisão, fez uma participação especial em Friends, da NBC, no papel do
marido de Phoebe (Lisa Kudrow), Mike Hannigan, nas duas temporadas finais
do seriado, e estrelou como Nick Carraway a produção da A&E de The Great
Gatsby.




JACK NICHOLSON (Charles Madison), um dos atores mais prestigiados de
todos os tempos, já trabalhou com muitos dos diretores mais respeitados da
indústria do cinema ao longo da sua carreira, que abarca cinco décadas e inclui
mais de 60 filmes. Mais recentemente, estrelou a comédia de sucesso da
Warner Bros., Antes de Partir (The Bucket List), com Morgan Freeman e o
drama premiado com o Oscar®, Os Infiltrados (The Departed), dirigido por
Martin Scorsese.


Em 2002, Nicholson recebeu sua 12ª indicação ao Oscar® no papel-título de
As Confissões de Schmidt (About Schmidt), de Alexander Payne, conseguindo
a honra de ser o ator com o maior número de indicações ao Oscar®. Ele
venceu o Oscar® três vezes: duas estatuetas como Melhor Ator por seu
trabalho em Um Estranho no Ninho (One Flew Over the Cuckoo’s Nest), de
Milos Forman, e em Melhor É Impossível (As Good As It Gets), de James L.
Brooks, e uma de Melhor Ator Coadjuvante com seu papel em Laços de
Ternura (Terms of Endearment), de Brooks. Também foi indicado ao Oscar®
com seus desempenhos em Questão de Honra (A Few Good Men), de Rob
Reiner, Ironweed, de Hector Babenco, A Honra do Poderoso Prizzi (Prizzi’s
Honor), de John Huston, Reds, de Warren Beatty, Chinatown, de Roman
Polanski, A Última Missão (The Last Detail), de Hal Ashby, Cada Um Vive
Como Quer (Five Easy Places), de Bob Rafelson, e Sem Destino (Easy Rider),
de Dennis Hopper.


Nicholson venceu ainda Globos de Ouro com seu trabalho em As Confissões
de Schmidt, Melhor É Impossível, A Honra do Poderoso Prizzi, Laços de
Ternura, Um Estranho no Ninho e Chinatown. Também foi indicado ao Globo
de Ouro com seus papéis em Alguém Tem Que Ceder (Something’s Gotta
Give), Questão de Honra, Um Homem, Uma Lenda (Hoffa), de Danny DeVito,
Batman, de Tim Burton, Ironweed, Reds, A Última Missão, Cada Um Vive
Como Quer e Sem Destino.


Seu trabalho no cinema lhe valeu numerosos prêmios da crítica. Além disso, o
American Film Institute lhe concedeu o prêmio pelo conjunto de sua carreira e
recebeu o Cecil B. DeMille Award da Hollywood Foreign Press Association.


Entre sua longa lista de créditos cinematográficos figuram ainda a comédia
popular, Tratamento de Choque (Anger Management); os filmes dirigidos por
Sean Penn, A Promessa (The Pledge) e Acerto Final (The Crossing Guard);
Marte Ataca! (Mars Attacks!), de Tim Burton; Lobo (Wolf), de Mike Nichol, Ânsia
de Amar (Carnal Knowledge); Nos Bastidores da Notícia (Broadcast News), de
James L. Brook; As Bruxas de Eastwick (The Witches of Eastwick), de George
Miller; The Postman Always Rings Twice, de Bob Rafelson; O Iluminado (The
Shining), de Stanley Kubrick; O Último Magnata (The Last Tycoon), de Elia
Kazan; e The Passenger, de Michelangelo Antonioni.


Nicholson fez sua estreia diretorial em 1971 com Drive, He Said, também
escrito e produzido por ele. Em seguida, dirigiu e estrelou Goin’ South e dirigiu,
produziu e estrelou The Two Jakes, a sequência de Chinatown.




Com seu talento nato, uma presença encantadora e uma energia inegável,
KATHRYN HAHN (Annie) deixou sua marca em marca em inúmeros
personagens divertidos e memoráveis.


Recentemente, ela concluiu a produção de Wanderlust, de David Wain, sobre
um casal da cidade grande, George (Paul Rudd) e Linda (Jennifer Aniston), que
decide levar uma nova vida rechaçando os valores sociais. Hahn interpreta
Karen, uma mãe excêntrica que é membro de uma comunidade alternativa e
que recebe George e Linda nessa sociedade New Age liberal. O filme da
Universal Pictures tem estreia prevista para 2011. Anteriormente, concluiu em
Nova York as filmagens de My Idiot Brother, de Jesse Peretz. O filme gira em
torno de Ned (Paul Rudd), um idealista. Suas três irmãs, interpretadas por
Elizabeth Banks, Zooey Deschanel e Emily Mortimer, são ambiciosas. Hahn
interpreta Janet, a ex-namorada de Ned que, por despeito, tenta mantê-lo
afastado do seu querido cachorro, Willie Nelson.


Ela fez sua estreia na Broadway na peça premiada com o Tony na categoria de
Melhor Remontagem de 2008, Boeing-Boeing, contracenando com Bradley
Whitford, Gina Gershon, Mary McCormack, Christine Baranski e Mark Rylance.


Seus créditos cinematográficos incluem desempenhos memoráveis em Quase
Irmãos (Step Brothers), no papel do interesse amoroso de John C. Reilly,
hilária Alice, e Revolutionary Road, interpretando a vizinha de Kate Winslet e
Leonardo DiCaprio, Milly Campbell. Sua filmografia adicional incluiu ainda
Carros Usados, Vendedores Pirados (The Goods: Live Hard, Sell Hard), Mimzy
– A Chave do Universo (The Last Mimzy), O Amor Não Tira Férias (The
Holiday), Around the Bend, Âncora – A Lenda de Ron Burgundy (Anchorman:
The Legend of Ron Burgundy), O Ídolo dos Meus Sonhos (Win a Date With Tad
Hamilton!), Como Perder Um Homem em 10 Dias (How to Lose a Guy in 10
Days) e Flushed. Seus créditos televisivos incluem o papel recorrente de Lily
Lebowski no popular seriado da NBC, Crossing Jordan, bem como Four Kings
e, mais recentemente, uma participação especial na série da HBO, Hung.


Com vasta experiência teatral, seus créditos teatrais incluem Dead End
(Ahmanson     Theater,     Huntington   Theater     Company),      Ten   Unknowns
(Huntington Theater Company), A Midsummer Night's Dream (Williamstown
Mainstage), Hedda Gabler (Williamstown/Baystreet), Othello (Yale School of
Drama),   Chaucer     in   Rome     (Williamstown    Mainstage),    Camino   Real
(Williamstown Mainstage) e The Birds (Yale).


Hahn possui um bacharelado pela Northwestern University e um mestrado em
Artes pela Yale School of Drama. Atualmente, mora em Los Angeles com o
marido e os dois filhos do casal.




SOBRE OS CINEASTAS
JAMES L. BROOKS (Roteirista e Diretor/Produtor) venceu três Oscar®, tendo
sido indicado oito vezes ao prêmio da Academia ®, e 19 Emmys ao longo de
sua duradoura e prolífica carreira. Ele compartilha com mais um profissional o
recorde de serem os indivíduos com o maior número de Emmys.


Mais recentemente, escreveu, produziu e até contribuiu para a trilha sonora do
sucesso de bilheteria, Os Simpsons – O Filme (The Simpsons Movie). Antes
disso, escreveu, produziu e dirigiu Espanglês (Spanglish), estrelado por Adam
Sandler, Tea Leoni e Paz Vega.


Brooks começou sua carreira na televisão como redator, contribuindo para
séries televisivas históricas como Taxi, The Mary Tyler Moore Show, Rhoda,
Lou Grant, Room 222, The Tracey Ullman Show e Os Simpsons (The
Simpsons). Também escreveu e produziu o telefilme, Thursday's Game.


Entrou para a indústria cinematográfica em 1979, escrevendo o roteiro de
Starting Over, coproduzido por ele com Alan J. Pakula. Em 1983, Brooks
escreveu, produziu e dirigiu Laços de Ternura (Terms of Endearment), que lhe
valeu três Oscars®, incluindo os de Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e
Melhor Diretor. Em 1987, escreveu, produziu e dirigiu Nos Bastidores da
Notícia (Broadcast News), que ganhou o New York Drama Critics Award de
Melhor Filme e Melhor Roteiro, bem como duas indicações ao Oscar®. Através
da Gracie Films, Brooks foi produtor executivo da estreia diretorial de Cameron
Crowe, Say Anything, produziu A Guerra dos Roses (War of the Roses) e
coproduziu Quero Ser Grande (Big), com Robert Greenhut.


Em 1990, produziu e dirigiu sua primeira peça, Brooklyn Laundry, uma
montagem de Los Angeles estrelada por Glenn Close, Woody Harrelson e
Laura Dern. A produtora de Brooks, Gracie Films, assinou um acordo com a
Sony Pictures em 1990. Ele produziu duas novas séries para a ABC, The Critic,
outra série de animação estrelada por Jon Lovitz, e Phenom, estrelada por
Judith Light, William Devane e Angela Goethals. Para a Columbia Pictures, ele
dirigiu Disposto a Tudo (I'll Do Anything), estrelado por Nick Nolte, Albert
Brooks e Julie Kavner.


Em 1996, Brooks foi produtor executivo da estreia diretorial de Wes Anderson,
Pura Adrenalina (Bottle Rocket) e produtor de outro filme de Crowe, Jerry
Maguire – A Grande Virada (Jerry Maguire), estrelado por Tom Cruise, Cuba
Gooding, Jr. e Renee Zellweger. Em 1997, coescreveu, produziu e dirigiu,
Melhor É Impossível (As Good As It Gets), estrelado por Jack Nicholson, Helen
Hunt e Greg Kinnear. O filme foi indicado a sete Oscars®, incluindo o de
Melhor Filme, e tanto Nicholson quanto Hunt venceram Oscars® com seus
desempenhos.




PAULA WEINSTEIN (Produtora) já trabalhou com praticamente todos os
grandes estúdios no decorrer da sua carreira de 20 anos na indústria
cinematográfica. Uma das ativistas políticas mais ativas da indústria do
entretenimento, é igualmente famosa por seu envolvimento em questões
sociais e por produzir longas-metragens de qualidade através da sua
produtora, a Spring Creek Pictures.


Weinstein foi criada na Europa e começou sua carreira como assistente de
montadora em Nova York. Tornou-se, então, diretora de eventos especiais do
gabinete do prefeito John Lindsay, montando peças, balés e festivais de rua em
várias comunidades da cidade.


Mudando-se para Los Angeles em 1973, foi contratada como agente por
aquela que se transformaria na International Creative Management (ICM). Mais
tarde, transferiu-se para a Agência William Morris, com um portfólio de clientes
que incluía Jane Fonda e Donald Sutherland.


Ansiosa para assumir novos desafios, entrou para a Warner Bros. como vice-
presidente de produção de 1976, passando posteriormente à 20th Century Fox
como   vice-presidente   sênior   de   produção   mundial,   desenvolvendo    e
produzindo inúmeros filmes, entre eles Como Eliminar Seu Chefe (Nine to Five)
e Brubaker. Em 1979, transferiu-se para a Ladd Company, colaborando em
filmes como Corpos Ardentes (Body Heat), a estreia diretorial de Lawrence
Kasdan.


Após dois anos na Ladd, ela assumiu o cargo de presidente da divisão
cinematográfica da United Artists, onde supervisionou todas as suas
produções. Dois dos muitos sucessos que levou às telonas nessa época foram
Jogos de Guerra (War Games) e Yentl.


Em 1984, Weinstein fundou a WW Productions, uma produtora independente,
em parceria com Gareth Wigan. Em 1987, assumiu o cargo de consultora
executiva da divisão mundial da MGM. Em sua gestão, produziu projetos
independentes como Assassinato Sob Custódia (A Dry White Season), que deu
a Marlon Brando uma indicação ao Oscar®, e Suzie e os Baker Boys (The
Fabulous Baker Boys), indicado a quatro Oscars®, que foi produzido por ela
juntamente com a Mirage Productions em 1989.


Em 1990, Paula Weinstein e Mark Rosenberg, outro produtor veterano
trabalhando há 20 anos na indústria do cinema, criaram a Spring Creek
Productions. Sua primeira produção foi o longa-metragem Sem Medo de Viver
(Fearless), dirigido por Peter Weir. A atriz Rosie Perez recebeu uma indicação
ao Oscar® de Melhor Atriz Coadjuvante por seu desempenho no drama
coestrelado por Jeff Bridges, Isabella Rossellini, Tom Hulce e John Turturro. O
segundo filme produzido pela Spring Creek foi A Força de um Passado (Flesh
and Bone), que reuniu os produtores aos seus colaboradores de Suzie e os
Bakers Boys (The Fabulous Baker Boys), o roteirista e diretor Steve Kloves e a
Mirage Productions de Sydney Pollack. A história romântica contemporânea,
dirigida por Kloves a partir do seu próprio roteiro original, foi estrelada por
Dennis Quaid, Meg Ryan e James Caan e a jovem Gwyneth Paltrow.


Inspirada em sua paixão pela política, Weinstein foi produtora executiva de
Citizen Cohn, estrelado por James Woods no papel do notório advogado da era
McCarthy. O telefilme da HBO venceu quatro Emmys, três CableAce Awards e
foi indicado a dois Globos de Ouro.
Em 1995, Weinstein e Anthea Sylbert produziram O Poder do Amor (Something
to Talk About), da Warner Bros., estrelado por Julia Roberts, Dennis Quaid,
Robert Duvall, Gena Rowlands e Kyra Sedgwick e dirigido pelo indicado ao
Oscar®, Lasse Hallstrom.


Retornando às suas raízes políticas, foi produtora executiva de Truman,
estrelado por Gary Sinise para a HBO, premiado com o Emmy de Melhor
Telefilme. Dirigido por Frank Pierson e baseado na biografia de David
McCullough sobre o presidente Harry Truman, é uma crônica da sua vida
desde a Segunda Guerra Mundial à sua saída da Casa Branca.


Em dezembro de 1996, a HBO exibiu The Cherokee Kid, com produção
executiva de Weinsteinm, estrelado por Sinbad, James Coburn, Gregory Hines
e Burt Reynolds. Em 1997, foi produtora executiva de First Time Felon, da
HBO, dirigido por Charles Dutton.


Weinstein produziu o grande sucesso de bilheteria, Máfia no Divã (Analyze
This), com Billy Crystal e Robert DeNiro. O filme arrecadou mais de US$ 100
milhões de dólares. Ela coproduziu Ruas da Liberdade (Liberty Heights), de
Barry Levinson, recebido com elogios pela crítica em seu lançamento em
novembro de 1999. Também produziu Mar em Fúria (The Perfect Storm),
estrelado por George Clooney e Mark Wahlberg, lançado em junho de 2000.


Em 1989, Weinstein e Rosenberg receberam o prêmio Bill of Rights Award de
direitos humanos da divisão do sul da Califórnia do American Civil Liberties
Union. Quando Rosenberg morreu vítima de um ataque cardíaco em novembro
de 1992, o Mark Rosenberg Legal Center da região de South Central Los
Angeles foi fundado em memória da Fundação ACLU. O casal era casado
desde 1984.


Membro e fundadora da Hollywood Women’s Political Committee, Weinstein foi
honrada pelo National Urban League Guild no seu Baile Beaux Arts, de 1990.
Quando Nelson Mandela fez sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, ela
foi a representante oficial da comunidade de Hollywood e supervisionou todos
os elementos da visita dele a Los Angeles. Ela também recebeu da Women in
Film um prêmio Crystal Apple, em reconhecimento pela sua contribuição
extraordinária à comunidade do entretenimento.


Em 2002, produziu Possessão (Possession), estrelado por Gwyneth Paltrow e
Aaron Eckhart. Dirigido por Neil LaBute, o filme foi baseado no romance do
autor britânico A.S.Byatt, Possession: A Romance. Naquele mesmo ano, ela
produziu Máfia Volta ao Divã (Analyze That), a bem-sucedida continuação de
Máfia no Divã (Analyze This).


Em 2004, produziu o telefilme da HBO aclamado pela crítica, Anjos Rebeldes
(Iron Jawed Angels), sobre o movimento em prol dos direitos sufragistas das
mulheres, estrelado pela vencedora do Oscar®, Hillary Swank, e pela
vencedora do Globo de Ouro, Anjelica Huston. No final daquele ano, concluiu a
produção do filme da New Line Cinema, A Sogra (Monster In Law), estrelado
por Jane Fonda e Jennifer Lopez e Warner Bros.’ Dizem Por Aí (Rumor Has It),
estrelado por Jennifer Aniston, Shirley MacLaine, Kevin Costner e Mark Ruffalo,
e dirigido por Rob Reiner.


Em outubro de 2005, Weinstein produziu O Astronauta Fazendeiro (The
Astronaut Farmer) para a Warner Independent Films, escrito e dirigido por
Michael Polish e Mark Polish, e estrelado por Billy Bob Thornton e Virginia
Madsen. No ano seguinte, produziu o thriller político, Diamante de Sangue
(Blood Diamond), dirigido por Ed Zwick e estrelado por Leonardo DiCaprio e
Djimon Hounsou. O filme foi indicado a cinco Oscars®, incluindo o de Melhor
Ator e Melhor Ator Coadjuvante para DiCaprio e Hounsou.


Mais recentemente, foi produtora executiva de Recontagem (Recount), da
HBO, vencedor do Emmy de Melhor Telefilme. Atualmente, faz a produção
executiva de Too Big to Fail, da HBO, dirigido por Curtis Hanson e baseado no
livro de Andrew Ross Sorkin sobre a crise financeira.


Weinstein mora em Los Angeles com a filha, Hannah Mark.
LAURENCE MARK (Produtor) produziu mais recentemente o sucesso
aclamado pela crítica, Julie & Julia dirigido por Nora Ephron e estrelado por
Meryl Streep e Amy Adams. Streep foi indicada ao Oscar® de Melhor Atriz e
venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz (de Musical ou Comédia)
performance, e o filme também foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme
(Musical ou Comédia). Também produziu Dreamgirls – Em Busca do Sonho
(Dreamgirls), estrelado por Jamie Foxx, Beyonce Knowles e Eddie Murphy e
escrito e dirigido por Bill Condon. O filme recebeu três Globos de Ouro,
incluindo o de Melhor Filme Musical ou Comédia, além de oito indicações ao
Oscar®, vencendo em duas categorias.


Mark também foi indicado ao Oscar® pela produção de Jerry Maguire - A
Grande Virada (Jerry Maguire), indicado ao à estatueta de Melhor Filme, e foi
produtor executivo de Melhor É Impossível (As Good As It Gets) e Uma
Secretária do Futuro (Working Girl), ambos indicados ao Oscar® de Melhor
Filme.


Mark e Bill Condon Mark e Bill Condon produziram a 81a Cerimônia Anual de
Entrega dos Prêmios da Academia, apresentada por Hugh Jackman.


Produziu ainda Eu, Robô (I, Robot), estrelado por Will Smith, Last Holiday,
estrelado por Queen Latifah, e The Lookout, estrelado por Joseph Gordon-
Levitt e dirigido por Scott Frank, vencedor do Independent Spirit Award de
Melhor Filme de Estreia de 2008. Antes disso, produziu Os Garotos da Minha
Vida (Riding in Cars With Boys), Procurando Forrester (Finding Forrester),
Linhas Cruzadas (Hanging Up), Em Qualquer Outro Lugar (Anywhere But
Here), A Razão do Meu Afeto (The Object of My Affection) e Romy & Michelle
(Romy and Michele’s High School Reunion).


A Laurence Mark Productions está baseada nos estúdios da Sony, onde a
produtora tem um acordo de produção de longo prazo com a Columbia
Pictures. Os demais créditos de Mark como produtor incluem O Mistério da
Viúva Negra (Black Widow), Cookie, A Um Passo do Poder (True Colors),
Mudança de Hábito 2 (Sister Act 2), The Adventures of Huck Finn, O Pequeno
Milagre (Simon Birch), O Homem Bicentenário (Bicentennial Man) e Sob a Luz
da Fama (Center Stage), e Sob a Luz da Fama (Center Stage: Turn It Up)


Antes de trabalhar como produtor, Mark exerceu as mais variadas funções em
publicidade e marketing na Paramount Pictures, até ser eleito vice-presidente
de Marketing da costa oeste. Ele passou então à área de produção, como vice-
presidente de produção da Paramount e vice-presidente executivo de produção
da Twentieth Century Fox, onde esteve envolvido no desenvolvimento e
produção de filmes como Laços de Ternura (Terms of Endearment), Trocando
as Bolas (Trading Places), Amor À Primeira Vista (Falling in Love), A Mosca
(The Fly) e Nos Bastidores da Notícia (Broadcast News).




JULIE ANSELL (Produtora) iniciou sua carreira na Gracie Films em 1989
depois de se formar pela Northwestern University. Começou como executiva de
desenvolvimento, chegando rapidamente à vice-presidência, trabalhando em
filmes como A Guerra dos Roses (The War of the Roses), Disposto a Tudo (I'll
Do Anything), Pura Adrenalina (Bottle Rocket), Jerry Maguire – A Grande
Virada (Jerry Maguire) e Melhor É Impossível (As Good As It Gets). Ela
também chefiou o escritório da Gracie Films em Nova York durante dois anos.


Em 1996, deixou a empresa para se tornar presidente da Barry Mendel
Productions, na Disney, onde supervisionou Três É Demais (Rushmore) e O
Sexto Sentido (The Sixth Sense). Ela retornou à Gracie Films em 1998 como
presidente da divisão de cinema e supervisionou Os Garotos da Minha Vida
(Riding in Cars With Boys). Em 2005, ela produziu Espanglês (Spanglish).




JOHN D. SCHOFIELD (Produtor executivo) BIOGRAFIA EM BREVE




RICHARD SAKAI (Produtor Executivo) BIOGRAFIA EM BREVE
JANUSZ KAMINSKI (Diretor de Fotografia) filmou mais recentemente Gente
Engraçada (Funny People), dirigido por Judd Apatow, estrelado por Adam
Sandler e Seth Rogan.


Vencedor de dois Oscars®, Kaminski ganhou o primeiro Oscar® com sua
fotografia em preto & branco para A Lista de Schindler (Schindler’s List), de
Steven Spielberg. Seu trabalho como diretor de fotografia do filme também lhe
valeu um BAFTA e inúmeros prêmios de associações de críticos, incluindo o da
Los Angeles Film Critics Association e o New York Film Critics Circle Award.
Venceu seu segundo Oscar® com a fotografia do drama de Spielberg sobre a
Segunda Guerra Mundial, O Resgate do Soldado Ryan (Saving Private Ryan).
Recentemente, Kaminski foi indicado ao terceiro Oscar® de Melhor Fotografia
com Amistad, de Spielberg, e a uma quarta estatueta, em 2007, com O
Escafandro e a Borboleta (The Diving Bell and the Butterfly) de Julian
Schnabel, que lhe deu o Grande Prêmio Técnico do Festival Internacional de
Cinema de Cannes de 2007, além de um Spirit Award de Melhor Fotografia em
2008.


Mais recentemente, voltou a fotografar para Spielberg, desta vez, o filme de
ação e aventura Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (Indiana Jones
and the Kingdom of the Crystal Skull), tendo também fotografado a comédia
dramática ambientada nos anos 60, Prenda-me Se For Capaz (Catch Me If You
Can), o thriller futurista, Minority Report – A Nova Lei (Minority Report), O
Terminal (The Terminal) e o filme político, Munique (Munich).         Também foi
diretor de fotografia de outros dois filmes dirigidos por Spielberg A.I.:
Inteligência Artificial (A.I.: Artificial Intelligence) e O Mundo Perdido (The Lost
World: Jurassic Park). Sua filmografia adicional como diretor de fotografia inclui
ainda As Aventuras de Huck Finn (The Adventures of Huck Finn), Colcha de
Retalhos (How to Make an American Quilt), Jerry Maguire – A Grande Virada
(Jerry Maguire), de Cameron Crowe, e Mission Zero, de Kathryn Bigelow.


Natural da Polônia, Kaminski emigrou para os Estados Unidos em 1981.
Estudou cinematografia na Columbia College de Chicago, onde se bacharelou
em 1987. Depois de formado, mudou-se para Los Angeles, tornou-se
cinegrafista associado do American Film Institute e começou sua carreira
profissional no longa-metragem Anjo ou Demônio (Fallen Angel). Filmou
também duas produções televisivas: o longa da Amblin Entertainment, Class of
’61 e o aclamado filme da TV a cabo, Wildflower, dirigido por Diane Keaton. Em
2000, Kaminski fez sua estreia diretorial com o thriller Dominação (Lost Souls),
estrelado por Winona Ryder, Ben Chaplin e John Hurt. Posteriormente, dirigiu
também o drama polonês, Hania, sobre um jovem casal que convida um
menino de um orfanato à sua casa durante as festas natalinas.




JEANNINE OPPEWALL (Desenhista de Produção) foi indicada a quatro
Oscars®, mais recentemente por seu trabalho em O Bom Pastor (The Good
Shepherd) de Robert De Niro. Ela também foi indicada ao Oscar® com a
produção de Gary Ross, Seabiscuit – Alma de Herói (Seabiscuit) e A Vida em
Preto e Branco (Pleasantville); seu desenho de produção para o mundo mais
que perfeito deste último filme também lhe valeu o prêmio Los Angeles Film
Critics Award de Melhor Desenho de Produção. Oppewall foi indicada ao
Oscar® pela primeira vez, e também a um BAFTA, com a ambientação
evocativa da Los Angeles da década de 50 no filme de Curtis Hanson, Los
Angeles – Cidade Proibida (L.A. Confidential).


Mais recentemente, foi desenhista de produção do thriller Peacock, com Ellen
Page e Susan Sarandon, bem como Fim dos Tempos (The Happening), de M.
Night Shyamalan. Seus créditos anteriores incluem Prenda-me Se For Capaz
(Catch Me If You Can), que deu a ela o prêmio Excellence in Production Design
Award do Art Directors Guild, A Soma de Todos os Medos (The Sum of All
Fears), Garotos Incríveis (Wonder Boys) e Neve Sobre Cedros (Snow Falling
on Cedars).


Formada pela Bryn Mawr College, iniciou sua carreira como pesquisadora para
os designers famosos, Charles e Ray Eames. Fez sua estreia na indústria do
cinema, trabalhando com o desenhista de produção Paul Sylbert em filmes
como Hardcore, Um Tiro na Noite (Blow Out) e Ressurreição (Resurrection).
Seu primeiro filme como desenhista de produção foi A Força do Carinho
(Tender Mercies), de Bruce Beresford.


Seus créditos cinematográficos subsequentes incluem Os Amantes de Maria
(Maria’s Lovers); The Big Easy; Ironweed; Muito Mais Que um Crime (Music
Box); Loucos de Paixão (White Palace); Tem Um Morto ao Meu Lado (Sibling
Rivalry); Código de Honra (School Ties); Corina, Uma Babá Perfeita (Corrina,
Corrina); Losing Isaiah; As Pontes de Madison (The Bridges of Madison
County) e As Duas Faces de um Crime (Primal Fear).


Oppewall também integra o conselho de membros votantes das Academia de
Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood e é vice-presidente da
comissão do seu museu.




RICHARD MARKS, A.C.E. (Montador) é um montador veterano em atividade
há 40 anos. No decorrer da sua carreira, foi indicado a quatro Oscars®
(Apocalypse Now, Laços de Ternura/Terms of Endearment, Nos Bastidores da
Notícia/Broadcast News, Melhor É Impossível/As Good As It Gets), quatro
prêmios Eddie ACE (Apocalypse Now, Nos Bastidores da Notícia, Melhor É
Impossível e Julie & Julia), três prêmios BAFTA (Dick Tracy, Apocalypse Now,
O Poderoso Chefão Parte II/The Godfather, Part II) e um Emmy (com a 74a
Cerimônia Anual do Prêmio da Academia de Hollywood). Também foi
coprodutor de Espanglês (Spanglish), de James Brooks, Melhor É Impossível
(As Good As It Gets) e Disposto a Tudo (I’ll Do Anything). Mais recentemente,
montou o longa de Nora Ephron, Julie & Julia.


Marks nasceu e foi criado em Nova York. Começou sua carreira como
assistente de montagem de The Rain People, de Francis Ford Coppolla, em
1969, e passando a montador três anos depois no filme, Parades. Entre seus
créditos cinematográficos, destacam-se filmes como Serpico, A Última Batalha
de um Jogador (Bang the Drum Slowly), O Último Magnata (The Last Tycoon),
Dinheiro do Céu (Pennies From Heaven), Digam o Que Quiserem (Say
Anything...), Mensagem Para Você (You’ve Got Mail) e Os Garotos da Minha
Vida (Riding in Cars com Boys).




TRACEY WADMORE-SMITH, A.C.E. (Montador) BIOGRAFIA EM BREVE




SHAY CUNLIFFE (Figurinista) BIOGRAFIA EM BREVE




HANS ZIMMER (Compositor) é um dos compositores mais respeitados da
indústria cinematográfica, possuindo mais de 100 trilhas de cinema em seu
currículo nas últimas três décadas. No início do ano passado, Zimmer recebeu
sua oitava indicação ao Oscar® com sua trilha para o filme de Guy Ritchie,
Sherlock Holmes.


Também no início do ano, Zimmer colaborou com o diretor Christopher Nolan
no blockbuster, A Origem (Inception). Ele já havia colaborado anteriormente
com Nolan em Batman Begins e Batman - O Cavaleiro das Trevas (The Dark
Knight), recebendo uma indicação ao BAFTA com sua trilha para o último.


A música de Zimmer pode ser ouvida atualmente em Megamente (Megamind),
da DreamWorks Animation. No momento, ele está trabalhando em vários
futuros lançamentos, incluindo os filmes Rango, de Gore Verbinski, e a
sequência de Kung Fu Panda.


Em 1994, venceu um Oscar® e um Globo de Ouro com a trilha do fenômeno de
animação, O Rei Leão (The Lion King), que também produziu o álbum de trilha
sonora de maior sucesso da história. A trilha de Zimmer para O Rei Leão
continua sendo aplaudida na atual montagem do musical teatral, premiado com
o Tony de 1998 de Melhor Musical, bem como o Grammy de Melhor Álbum de
Elenco Original.
Também foi indicado seis outras vezes ao Oscar®, com a trilha de Gladiador
(Gladiator), Além da Linha Vermelha (The Thin Red Line), O Príncipe do Egito
(The Prince of Egypt), Melhor é Impossível (As Good As It Gets), Um Anjo em
Minha Vida (The Preacher’s Wife) e Rain Man. Além disso, venceu um Globo
de Ouro e foi indicado ao Grammy e ao BAFTA com Gladiador (Gladiator),
tendo também sido indicado ao Globo de Ouro com suas composições para
Frost/Nixon, O Código Da Vinci (The Da Vinci Code), Espanglês (Spanglish),
Pearl Harbor, O Último Samurai (The Last Samurai), Spirit, O Corcel Indomável
(Spirit: Stallion of the Cimarron) e O Príncipe do Egito (The Prince of Egypt).


Sua longa lista de créditos cinematográficos inclui ainda Simplesmente
Complicado (It’s Complicated), Anjos e Demônios (Angels & Demons),
Madagascar 2 (Madagascar: Escape 2 Africa), Os Simpsons – O Filme (The
Simpsons Movie), O Amor Não Tira Férias (The Holiday), Piratas do Caribe: No
Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End), Piratas do Caribe: O
Baú das Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest), Madagascar, Os
Vigaristas (Matchstick Men), O Espanta Tubarões (Shark Tale), Falcão Negro
em Perigo (Black Hawk Down), O Chamado (The Ring), Hannibal, Maré
Vermelha (Crimson Tide), Conduzindo Miss Daisy (Driving Miss Daisy), Missão
Impossível 2 (Mission: Impossible II), Uma Equipe Muito Especial (A League of
Their Own), Chuva Negra (Black Rain), Cortina de Fogo (Backdraft), Thelma &
Louise, Amor À Queima Roupa (True Romance) e Minha Adorável Lavanderia
(My Beautiful Launderette).


Em 2003, a ASCAP conferiu a Zimmer o prestigioso prêmio Henry Mancini pelo
conjunto de sua obra, reconhecendo sua extraordinária contribuição para o
cinema. Além de impressionante filmografia como compositor de cinema,
Zimmer foi produtor ou consultor musical de inúmeros filmes, incluindo o
blockbuster recente, Homem de Ferro (Iron Man), do qual foi produtor executivo
musical.



“ACADEMY AWARD®” e “OSCAR®” são marcas registradas e marcas de serviço da Academy of Motion Picture Arts

                                             and Sciences.

								
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