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Apresentação Experiência do Brasil na área de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social - ACMS

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Apresentação: Carlos Basilia Observatório Tuberculose Brasil Reunião Regional dos Chefes de Programa Nacionais de Controle da Tuberculose São Paulo – Brasil – 07 a 10 de agosto 2012

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									Experiência do Brasil na área de Advocacy, Comunicação
e Mobilização Social - ACMS




Apresentação: Carlos Basilia
Observatório Tuberculose Brasil

Reunião Regional dos Chefes de Programa Nacionais de
Controle da Tuberculose
São Paulo – Brasil – 07 a 10 de agosto 2012
Dimensões & Desafios no enfrentamento da tuberculose


   Dimensão Política (advocacy)


   Dimensão Técnico-científica (biomédica/farmacológica)


   Dimensão Humana e Social (informação, comunicação, educação, estigma,
    direitos humanos, ativismo e mobilização social)



      Existem lacunas e defasagem em todo o processo!
Problemas no enfoque e abordagem do tema TB


Mito do controle década de 70 – visão biomédica e farmacológica


-   Caiu no esquecimento da sociedade mais continuou se disseminando
    entre as camadas mais pobres da população e grupos vulneráveis.


-   Epidemia concentrada: fora de controle em favelas, presídios, população
    de rua.


-   Barreiras: falta de informação, dificuldades de acesso aos serviços de
    saúde, pobreza.
Desafio para um efetivo controle


        Desconstruir o discurso da pessoa como vetor da doença.


        Falta de discussão e fundamentação para a questão TB & direitos
         humanos.


        Discurso biomédico, higienista e sanitário centrado na doença e
         medidas de contenção e controle de vetores.


        Termos e imaginário impregnado de imagens e práticas estigmatizantes
         e segregadoras.


         Ex: controle, vigilância, faltosos, suspeitos, tuberculosos
Desafio para um efetivo controle (continuação)


        Amplas e diversificadas campanhas de informação, e conscientização:
         PENSAR EM TUBERCULOSE
        Ampliar o debate público (político) com os diversos atores e setores.

        Combater os mitos causadores de estigma, preconceito e
         discriminação.

        Elaboração de políticas públicas intersetorias (SUS/SUAS).

        Considerar os determinantes sociais. (ODM)

        Promoção e garantia dos direitos sociais e humanos dos pacientes,
         família e comunidade.

        Fortalecer mecanismos de participação da sociedade civil e do controle
         social.
Criando novos mecanismos e estratégias de ação para a
superação dos obstáculos e barreiras em tuberculose


   Datas e eventos de mobilização social (campanhas).


   Frentes Parlamentares.


   Comissões, Comitês, GTs etc.. (CNS).


   Observatório de Tuberculose.


   Ativismo: Fóruns, Redes e Grupos de pacientes.


   Setores e áreas de articulação entre gestores e ONGs (PNCT).
Marcos de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social
( ACMS) no Brasil

   Liga Brasileira contra a Tuberculose (1900)

   Fórum ONGs Tuberculose RJ (2003)

   Parceria Brasileira contra a Tuberculose - Stop TB Brasil (2004)

   Frente Parlamentar Estadual TB/HIV RJ (2008)

   Resolução Nº 444 do Conselho Nacional de Saúde que trata do enfrentamento
    da tuberculose no Brasil. (2011)

   Comitês Metropolitanos - Rede Brasileira de Combate à Tuberculose
    (2007/2012)

   Frente Parlamentar Nacional de Luta contra a Tuberculose (2012)
Cenas de Advocacy (visitas Stop TB, OMS, ONU e M.Saúde)
Evento na Rocinha, homenagem pela contribuição na luta contra a tuberculose e alcance do Objetivo
do Milênio no Brasil.
Uma reflexão:



“Não podemos querer resultados diferentes se continuamos a fazer
  do mesmo jeito”.
                  Muito Obrigado!




Contato: carlosbasilia@yahoo.com.br; carlosbasilia@ibiss.com.br
Telefone: (55)219807.6622

								
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