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Gary Numan Report Famalicao by b8g9d06

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									                                      Gary Numan



 30th Years of “The Pleasure Principle”, 2 Days Shows Tour 2010
               Casa das Artes – Vila Nova de Famalicão (Oporto - Portugal)
                                  28 – May – 2010 (Friday)




                                 (Image not from PT Show)


Band Members:
Gary Numan - vocals, guitar, pretend keyboards
Steve Harris - Guitar
Ade Fenton - keyboards
Dave Brookes – keyboards
Tim Muddiman - bass
Richard Beasley - drums
Running Time: aprox. 1:30
Suport Band: doesn’t had
Numan on Stage: 21:45



                                 Set List
                       Intro (taped recording by laptop)
                                     The Fall
                                       Metal
                                     Haunted
                                       Bleed
                                       Cars
                                       Zulu
                                Down In The Park
                                       Films
                                    Pressure
                                      Jagged
                                  Noise Noise
                                       Halo
                                       Pure
                             Are 'Friends' Electric?
                  A Prayer For The Unborn (Andy Grey Remix)
                                    - encore -
                                       Blind
                                        Rip

REPORT (In Portuguese):

       Antes de começar o espectáculo as pessoas começaram a juntar-se à porta
da entrada, esperando ansiosamente por ver um espectáculo único de um dos
pioneiros do Synthpop do Mundo. Foi sem duvida alguma o primeiro concerto que
Gary Numan realizou em Portugal, nunca antes tinha vindo cá fazer qualquer
concerto ou promoção da carreira.
       Antes, em 28 de Julho de 2006 no Estádio Alvalade XXI em Lisboa tinha
sido a primeira tentativa de realizar o seu primeiro concerto, abrindo para o
concerto dos outros gigantes do Synthpop os Depeche Mode, em que teria como
primeira banda do alinhamento os dinamarqueses The Raveonettes. Foi um
concerto que acabou por ser cancelado por supostos motivos de fraca afluência às
bilheteiras e desentendimentos entre promotoras.
        O tema das conversas seria sem dúvida alguma sobre a carreira do Gary
Numan, bem como dos restantes elementos da banda, nomeadamente a do Ade
Fenton. As idades das pessoas compreendiam, mais ou menos, entre os 20 e os 60
anos, notando assim a afluência dum público mais velho. Vieram desde
simpatizantes, passando por fãs, até aos mais batidos de longa data. Também
pode-se verificar a presença de portugueses (obviamente), mas também de
estrangeiros, por exemplo do país de origem de Gary Numan, o Reino Unido,
como também de Espanha.
       Depois de ter soado a campainha para o inicio da abertura das portas, as
pessoas começaram a entrar e dirigir-se para os seus lugares marcados (sim os
bilhetes dispunham de lugares marcados). Acabando por se sentar todas as
pessoas já desesperadas pelo inicio, o espectáculo começa com a Intro, feita a
partir de uma gravação vinda do laptop de Ade Fenton. Começa então, a meio da
introdução, a entrar Ade Fenton, Steve Harris, Dave Brooks, Tim Muddiman e
Richard Beasley, aplaudidos pela plateia. Por fim, já perto do final entra Gary
Numan levando ao rubro as pessoas que o aplaudiam. Todos vestiam o mesmo
estilo habitual de já de longa data. A Intro representava a mesma Intro do
concerto de aquecimento dado em 13 de Abril de 2010 em Londres (UK) no Scala.
        Após a Intro começou por uma música que irá ser incluída no próximo
álbum, a The Fall. É uma música que segue muito o trabalho do seu antecessor
algum Jagged, com uma sonoridade pesada, mas ao mesmo tempo clara. Depois
sucedeu-se a bem conhecida Metal que tanto Trent Reznor adora e o publico
português também. A sonoridade foi ao estilo na nova era de Numan, a era
industrial, com um tom mais melancólico e pesado. Seguiu-se então a Haunted do
álbum mais recente, levando a um nível mais imponente do som dos
sintetizadores Virus TI e as guitarradas frenéticas das Les Paul de Gary e Steve.
        Dado o andamento do concerto, ainda se podiam ver as pessoas muito
tímidas a apreciar o espectáculo sentadas, mas algumas já a explodirem de
emoção. É de notar que a sala não dispunha de qualquer segurança ou grades a
separarem o público do palco tornando assim um espectáculo mais íntimo e
reservado. Pode-se também verificar um certo pouco à vontade de Gary Numan ao
público durante a primeira hora do espectáculo, embora o resto da banda, com
excepção de Steve Harris que dançava freneticamente, tivessem sob um plano
mais reservado e afastado.
        No seguimento do alinhamento seguiu-se a Bleed do álbum Sacrifice. Foi
um tema muito mais calmo e pacífico, embora para o meio tornasse mais forte e
pujante com guitarradas agressivas, levando o público a soltar-se um pouco mais.
Depois seguiu-se um dos pontos altos da noite lusitana, o êxito de 79, a Cars,
levando ao rubro todo o público a cantar quase em uníssono a letra da canção. Foi
um tema ao estilo industrial, com uma sonoridade mais agressiva e imponente,
mas com um toque de nostalgia pelo meio a recordar os primeiros concertos dados
nos finais dos anos 70, princípios dos anos 80. Pode-se constatar que já surgia um
certo histerismo por parte de algum público feminino.
        O tema seguinte foi outro novo do próximo álbum que irá ser lançado este
ano, a Zulu. É um tema recheado de frases rítmicas muito aceleradas e com
variações de tonalidades vocais, onde se pode verificar uma expressão mais
contestatária do Gary Numan ao proferir-las. Este tema relembra-nos o álbum os
três primeiros álbuns após a era industrial de Numan. Neste pode-se verificar uma
certa estranheza, mas ao mesmo tempo admiração positiva por parte do público,
tornando assim um tema promissor a nível de concertos.
        Outro momento alto foi também, sem dúvida alguma, o tema Down In The
Park, onde também se pode ouvir o publico a cantar e a vibrar ao som de uma
versão bastante ao estilo actual. Aqui já se notava um maior à vontade por parte
do público e também por parte de Gary Numan, como se tivessem em sintonia de
emoções. De seguida surgiu Films com um inicio um pouco diferente do que é
habitual, curto e directo. Foi um tema que deu novo andamento ao ambiente da
sala, talvez por lembrar muito o álbum The Pleasure Principle mas com um toque
forte a industrial.
        Outro momento também muito peculiar foi o tema Jagged, tornando o
ambiente mais soturno, obscuro e pesado, com os Virus (sintetizadores) a
entrarem dentro dos corpos do público a um ritmo agressivo e industrial. Gary
Numan interpretava-o num modo não habitual, onde empregava uma vocalização
mais baixia e rasgada a lembrar um pouco NIN. Foi de certo um tema muito forte
para o público português.
        Seguiu-se um tema b-side do álbum I, Assassin, o carismático e forte,
talvez o primeiro tema com uma forte componente industrial da carreira de Gary
Numan, Noise Noise, é um tema que o publico sentiu bem, mas tornou-se mais
sedutor para uma parte do público, isto porque trata-se de um tema forte e
melodramático. É um tema cuja sonoridade é bem mais forte que o original,
parecendo que tivesse sido um tema feito para uma era futura de Gary, a actual
era industrial. Foi perfeita para o ambiente que existia na sala.
        De seguida veio outro tema do recente álbum, a Halo, fazendo parecer a
Zulu, mas a um ritmo muito menos acelerado. Foi um tema que tornou o ambiente
mais descontraído e calmo, como se estivesse a preparar para algo mais forte. As
expectativas surgiram com o tema seguinte, a Pure. Foi um tema que começou a
levantar muito mais os ânimos do público, fazendo com que grande parte se
juntasse mais ao palco. Surgiu um maior histerismo por parte que algum público
feminino, mas também masculino, preparando para outro tema bastante querido
entre os fãs de Gary Numan, o famoso Are ‘Friends’ Electric?. Foi um tema com um
arranjo diferente do original, lembrando a versão do concerto em Wembley de 81,
mas com uma dose mais pujante na estética da música.
        Antes de vir o encore, foi interpretada uma balada muito forte, a A Prayer
For The Unborn, uma versão diferente do original, a versão alternativa e
remisturada de Andy Grey que aparece no álbum Hibrid e na compilação
Exposure. É um tema que para muitos surge como melhor que o original, pelo
facto que ter uma componente sequenciada e forte sonoridade dos sintetizadores
que não se verifica no original. Foi, de certo modo, o tema que fez mais dançar o
público da sala.
        Dado o final do tema surgiu uns três minutos de encore, onde todo o
publico aplaudiam a banda e gritavam por “Numan”. Dando assim, uma certa
oportunidade do público se manifestar perante um concerto memorável que ficou
para a história do público português. Dando azos a gritos e mensagens de força e
de agradecimento. Ainda deu tempo para Gary agradecer ao público português,
desejando as maiores felicidades a todos, e dar esperança em voltar para breve.
        Por fim regressaram ao palco para interpretar mais dois temas, primeiro o
Blind, um tema bastante calmo e obscuro, com uns toques fortes a guitarra pelo
meio, levando a acalmar os ânimos do público e apreciar com bastante emoção.
Foi um tema que levou o público a juntar-se ao palco em conjunto com a banda.
Depois seguiu-se o último tema da noite mais marcante para todos os fãs e
apreciadores de Gary Numan e sua trupe, esse tema foi o RIP, como se fosse um
titulo que desse alusão á despedida da banda e agradecimentos por parte da
mesma., do tipo Rest In Peace. Foi um tema ao estilo do tema Jagged que levou o
público a proferir, em conjunto, as palavras de Gary, num tom de agressividade e
satírico. Dado o tema, finalizou-se o concerto onde se pode ver a banda a
agradecer de novo ao público lusitano, onde este retribuía com alegria e respeito
pedindo por mais temas e desejar as maiores felicidades para toda a banda,
acabando assim todo o espectáculo.
        Foi de notar que o concerto foi marcado por uma fraca afluência de público,
foi estimado em cerca de 600 pessoas das 1000 que a sala suportava. Esta
ocorrência talvez deveu-se à localização do concerto e por ser numa altura de
semana. Os bilhetes foram vendidos a um preço bastante simbólico, cerca de 20€,
com promoção de 25% de desconto para quem tivesse Cartão Jovem.
       Após o final pode-se observar a saída, de certo modo, silenciosa do público,
dando impressão que tinha-se acabado tudo. Já no exterior pode-se observar as
conversas e excitações do pessoal quanto a um concerto memorável e tudo num
ambiente intimista e muito apetecível. Com uma atmosfera nostálgica ao mesmo
tempo pesada a relembrar o binómio contrastante da carreira dele
Synthpop/Industrial.
       Em termos de som foi a alto nível, com um profissionalismo marcante. É de
notar que para esta tournée de aquecimento foi pedido emprestado, neste caso, à
organização portuguesa de lhes fornecerem/emprestarem quase todo o
equipamento, nomeadamente o equipamento de som, iluminação, e material de
mistura de som. Não deixou de transparecer algumas mudanças a nível do som e
de equipamento, caso como a guitarra que Gary Numan adoptou não ser as suas
habituais Gibsons Les Paul, mas uma Les Paul fornecida pela organização. Para
além deste caso outro surgimento foi com o baixo adoptado por uma sonoridade
mais limpa e menos quente como de costume.
       A setlist foi pequena com cerca de 1h:30 de concerto. Foi de estranhar a não
presença de temas do álbum Telekon, um pormenor negativo do concerto, visto
ser um álbum bastante marcante para a carreira de Gary Numan, o qual deixou
incrédulo alguns fans, como eu, com o sucedido. Uma nota muito reveladora foi o
retorno de Steve Harris à banda, que digamos que prestou um excelente
contributo (onde se pode ver ele a dançar constantemente com a sua guitarra),
bem como todos os outros incluindo o carismático Ade Fenton.
       Outra nota bastante sentida, para quem soube, foi a presença da esposa de
Gary, Gemma O'neill, no concerto, deu um grande contributo para um memorável
tributo em Portugal.
       Outra situação que se comentou foi a promoção do concerto bem como a
sua anunciação totalmente não divulgada pela imprensa portuguesa ou meios de
comunicação social deste grande senhor da música electrónica levou a que
intimidasse muito o publico português.
       No final foi feita uma sessão de autógrafos nas traseiras do recinto, onde se
pode ver alguns fãs em estado de ansiedade, levando alguns deles, edições
especiais da carreira de Gary Numan, como um single em vinil de Cars e Call Out
The Dogs. Pode-se ver um Gary Numan bastante afável e acolhedor juntamente
com a sua simpática e bem respeitada esposa juntamente com o resto da banda
um pouco cansados e prontos para se irem deitar para o dia seguinte em Barcelona
no Primavera Festival 2010.

The End, but not so far !!!!!
REPORT (In English – Quickly translated with goggle app.):

Before starting the show, people began to join the front door, waiting anxiously to see
a unique performance of one of the pioneers of Synthpop World. It was without doubt
the first concert that Gary Numan held in Portugal, had never been here before
making any concert or career promotion.
Previously, on July 28, 2006 at the Alvalade XXI stadium in Lisbon was the first
attempt to perform their first concert, opening for the concert the other giants of the
Synthpop Depeche Mode, which would first band alignment The Danes Raveonettes.
It was a concert that was eventually canceled for alleged reasons for low turnout at
the box office and misunderstandings between promoters.
The topic of conversation would no doubt about the career of Gary Numan and the
other band members, particularly that of Ade Fenton. The ages of the people
understood, more or less, between 20 and 60 years, noting the inflow of an older
audience. They came from supporters, past fans, even the most beaten a long way.
You can also verify the presence of Portuguese (obviously), but also foreigners, for
example the country of origin of Gary Numan, the UK, but also from Spain.
After the bell sounded for the start of opening doors, people started coming in and
head to their seats marked (yes tickets had seating). Eventually, he would sit all the
people already desperate for the beginning, the show begins with the intro, made
from a recording coming from the laptop Ade Fenton. Then begins the middle of the
entry, enter Ade Fenton, Steve Harris, Dave Brooks, Tim Muddiman and Richard
Beasley, applauded by the audience. Finally, toward the end comes Gary Numan
leading to the red people who applauded him. All wore the same style as usual has a
long history. The Intro represented the same heating Intro concert given in April 13,
2010 in London (UK) in Scala.
After the Intro started with a song that will be included in the next album, The Fall. It's
a song that follows much the work of his predecessor some Jagged, with a heavy
sound, but at the same time clear. Then came the well-known that both Metal Trent
Reznor loves and public Portuguese too. The sound was the style in the new era of
Numan, the industrial era, with a melancholy and heavy. Then followed the Haunted's
latest album, taking on a more majestic sound of the Virus TI synths and frantic
guitars of Les Paul Gary and Steve.
Given the pace of the concert, you could still see the very shy to enjoy the show sitting
down, but some already burst of emotion. It is noted that the room had no security or
grids to separate the audience from the stage making it a more intimate show and
reserved. You can also check some uncomfortable Gary Numan to the public during
the first hour of the show, although the rest of the band, with the exception of Steve
Harris, who danced wildly, had under a more reserved and away.
Following the alignment followed by the album Bleed Sacrifice. It was a theme much
more calm and peaceful, although for the medium become more strong and powerful
guitars with aggressive, taking the audience to loosen up a bit. Then followed one of
the highlights of the night Lusitanian, the success of 79, the Cars, leading to redness
around the audience to sing almost in unison the lyrics. It was a theme to the industrial
style, with a more aggressive and imposing, but with a touch of nostalgia for the way
to remember the first concerts given in the late '70s, early 80. One can see that
already appeared a certain hysteria by some female audience.
The next topic was a new one the next album will be released this year, the Zulu. It is a
theme full of rhythmic phrases and with very rapid changes in vocal tone, where you
can check one more expression of contestation Gary Numan to deliver them. This
theme reminds us of the album the first three albums after the industrial era of
Numan. This can be observed a little strange, but at the same time positive
appreciation by the public, thereby making it a promising theme at the concert.
Another high point was also, undoubtedly, the theme Down In The Park, where
visitors can also hear the audience to sing and vibrate with the sound from one version
to the very trendy style. Here already noticed a greater willingness on the part of the
public and also by Gary Numan, as if in tune with emotions. Then came Films with a
start a little different than usual, short and direct. It was a theme that gave way to the
new environment of the room, perhaps remembering the very album The Pleasure
Principle but with a touch stronger industry.
Another time was also very peculiar theme Jagged, making the environment more
gloomy, dark and heavy, with the Virus (synthesizers) to enter inside the bodies of the
public to an aggressive pace and industrial. Gary Numan played it in a manner not
usual, where he employed a lower vocalization and torn to remember a little NIN. Was
certainly a strong theme for the Portuguese public.
There followed a theme of the album b-side I, Assassin, the charismatic and strong,
perhaps the first theme with a strong industrial component of the career of Gary
Numan, Noise Noise is an issue that the public felt good, but it became more alluring
for the public, because it is a strong theme and melodramatic. It is a theme whose
sound is much stronger than the original, sounding a theme that had been done for a
future era of Gary, the current industrial age. It was perfect for the environment that
existed in the room.
Then came another theme of the recent album, Halo, making it appear the Zulu, but
at a pace much less rapidly. It was a theme that has made the environment more
relaxed and calm, as though preparing for something stronger. The expectations have
arisen with the next theme, Pure. It was a theme that began to lift the mood much of
the public, causing much more to join the stage. There was a greater hysteria than by
some female audience, but also men, preparing for another theme very dear to fans of
Gary Numan, the famous "Are 'Friends' Electric?. It was a theme with a different
arrangement of the original, noting the version of the concert at Wembley in 81, but
with a dose more vigorous in the aesthetics of music.
Before coming to Encore, was played a very strong ballad, A Prayer For The Unborn, a
different version of the original, the alternative version and remixed by Andy Grey
Hibrid that appears on the album and compilation Exposure. It is a theme that appears
to many as better than the original, because they have a strong component
sequenced sound of synthesizers that there is no original. It was, in a sense, the theme
that made most of the public dance hall.
Since the end of the song came about three minutes of encore, where the entire
audience screamed and applauded the band for "Numan". Thus giving the public some
opportunity to speak before a concert that was memorable in the history of
Portuguese public. Giving azos the screams and shouts of strength and gratitude.
Gary still has time to thank the Portuguese public, wishing good luck to all, and hope
to return soon.
Finally returned to the stage to play two more issues, first the Blind, a theme very
quiet and dark, with strong touches the guitar in the middle, leading to calm fears of
the public and enjoy with plenty of emotion. It was a theme that led the public to join
together on stage with the band. Then followed the theme of last night remarkable
for all fans and lovers of Gary Numan and his troupe, this theme was the RIP, like a
title that this allusion to the band's farewell and thanks by the same., Type Rest In
Peace. It was a theme in the style of Jagged theme that led the public to make of all of
the words of Gary, in a tone of aggressiveness and satirical. Given the theme, ended
the concert where you can see the band again thank the public Lusitanian, where the
joy and respect in return for asking for more items and want the best for the whole
band, thus ending the whole show.
It was noted that the concert was marked by low turnout of audience was estimated
at about 600 people in 1000 which bore the room. This may occur due to the location
of the concert and being a time of week. Tickets were sold at a very symbolic, about €
20, with promotion 25% discount for anyone with the Youth Card.
After the end one can observe the output, in a sense, the silent audience, giving the
impression that it had finished everything. Already abroad can observe the
conversations and excitement of staff on a memorable concert in an intimate
atmosphere and everything and very attractive. With a nostalgic mood while heavy to
remember the contrasting duality of his career Synthpop / Industrial.
In terms of sound was a high level, with a remarkable professionalism. Note that for
this tour of heating was borrowed in this case, the organization providing them with
Portuguese / borrow almost all equipment, including sound equipment, lighting, and
sound mixing equipment. No longer reflected some changes in sound and equipment,
as if the guitar that Gary Numan is not adopted their usual Gibson Les Paul, but a Les
Paul supplied by the organization. Apart from this case was another appearance with
the low adopted by a cleaner sounding and less hot as usual.
The setlist was small with about 1h: 30 concert. It was not surprising that the presence
of themes of the album Telekom, one negative detail of the concert, as it is quite
remarkable for an album of Gary Numan's career, which left some doubting fans, like
me, with what happened. A very revealing note was the return of Steve Harris of the
band, who say it has provided an excellent contribution (where you can see him
constantly dancing with his guitar) as well as all others including the charismatic Ade
Fenton.
Another note sorely felt, for whom he knew, was the presence of the wife of Gary,
Gemma O'Neill, in concert, made a major contribution to a memorable tribute to
Portugal.
Another situation that was said was to promote the concert and its announcement is
not fully disclosed by the Portuguese press or media of this great master of electronic
music led to intimidate the public is very Portuguese.
At the end was an autograph session at the rear of the enclosure, where visitors can
see some fans in a state of anxiety, leading some of them, special editions of the
career of Gary Numan, as a single on vinyl Cars and Call Out The Dogs. You can see a
Gary Numan very friendly and welcoming with its friendly and well-respected wife
along with the rest of the band a little tired and ready to go lie down for the next day
Spring Festival in Barcelona in 2010.

The End, but not so far !!!!!

								
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