Com rela��o aos sintomas

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Com rela��o aos sintomas Powered By Docstoc
					Critérios pra a prescrição de
         exercícios :

    Agachamentos
• Considerado como exercício dos mais
  completos, com resultados sobre diversos
  sistemas corporais, ao longo de décadas é
  sempre discutido em polêmicas sobre sua
  execução e prescrição.
• “Não existe exercícios contra indicados,
  existem... pessoas contra indicadas “.
• Identificação e cuidados a partir de
  diagnóstico de avaliação médica.
Agachamento
Aspectos Biomecânicos e Cuidados
• Não passar o joelho da linha do pé diminui a força de compressão
  patelofemoral, menor probabilidade de lesões.
• Os estudos indicam que a força compressiva se dá na condição quando
  o joelho ultrapassa o tornozelo devido uma combinação de fatores :
  ângulo e posição relativas de joelhos.
• O torque do quadril também aumentouo que de forma análoga pode
  levar uma maior possibilidade de lesão de coluna lombar esta condição
• Por outro lado, passar o joelho ao executar o agachamento, poderia ser
  justificável pelo aumento da solicitação da musculatura de quadríceps
  e glútea.
• Para esse fim é recomendável o aumento de carga ao risco de lesão em
  médio a longo prazo pela execução do movimento.
      Iniciativas de prevenção e
        preparação-exercícios
• Músculos eretores – paravertebrais
• Músculos abdominais
• Flexibilidade de isquiotibiais e dorso flexão
  de tornozelo.
• Agachamento abduzido
• “ Agachamento “ no hack machine
• Agachamento com ‘ Passada a Frente “
• Agachamentos no Cross Over ( p. baixa ) e
  no Smith com passada para trás
• Agachamento
Abaulamento Discal (ou Protusão Discal)

        Degeneração Facetária

           Espondilolistese

          Estenose do Canal

 Hérnia de Disco e Degeneração Discal

              Escoliose

          Degeneração Discal

      Lombalgia e Lombociatalgia

     Osteófitos (Bico de papagaio)

         Fratura osteoporótica

         » Hérnia de Schmorl

            » Hemangioma
                      Dor irradiada
• O principal sintoma é conhecido como ciática, que consiste na dor
  irradiada para as pernas. Dependendo da raiz nervosa atingida pela
  hérnia, a dor será irradiada para uma área específica do membro, o que
  deverá ser diagnosticada pela avaliação clínica e confirmada pelos
  exames de raios-x, tomografia computadorizada ou ressonância
  magnética.
                Articulação de joelhos
                      Lesão LCP
• O ligamento cruzado posterior(LCP), é um dos ligamentos centrais da
  articulação do joelho, localizado posteriormente ao ligamento cruzado
  anterior(LCA). Promove, em conjunto com o LCA, a estabilização da
  articulação no plano ântero-posterior,sendo também um importante
  estabilizador das forças rotacionais que atuam no joelho.

• Com relação aos sintomas, após o trauma é comum ocorrer dor ,
  derrame articular e dificuldade para flexão ou extensão do joelho.
  Passada a fase inicial podem ocorrer sintomas de instabilidade da
  articulação, como sensação de falseio ou sentir o joelho “desencaixar”,
  porém o sintoma mais comum é DOR na parte posterior do joelho ao
  realizar movimento ou mesmo ao andar.
A lesão do LCP é menos comum, e normalmente está
relacionada com traumas em flexão extrema.
                   Osteoartrose
• Também chamada de artrose, é o processo degenerativo
  (desgaste) que ocorre na superfície cartilaginosa das
  articulações.
• A cartilagem articular é um tecido, formado basicamente por
  colágeno, que reveste a extremidade de cada osso que compõe
  uma articulação(exemplos: QUADRIL é a articulação entre a
  bacia e o fêmur , o JOELHO é a articula
• ção entre patela, fêmur e tíbia). Este tecido tem como funções :
  diminuir o atrito durante a movimentação e absorver o
  impacto(principalmente nas articulações que sofrem mais carga
  como tornozelo, joelho e quadril).
• As causas da osteoartrose não são completamente
  compreendidas, embora haja conhecimento da contribuição
  importante de fatores genéticos, ambientais, metabólicos e
  biomecânicos para seu desenvolvimento.
    LESÃO EM LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR
                    LCA
•
    O ligamento cruzado anterior (LCA), é uma estrutura localizada no centro da
    articulação do joelho à frente de um outro importante ligamento, o
    ligamento cruzado posterior. Ambos tem a importante função de manter a
    estabilidade da articulação .
•   A lesão do LCA ocorre geralmente por um entorse do joelho com o pé fixo no
    solo, podendo também ocorrer após trauma (menos comum).
•   Os principais sintomas são:
•   - Dor importante no momento do entorse com possível estalido na articulação;
•   - Edema e derrame articular, devido à ruptura do ligamento, podendo ocorrer
    sangramento dentro da articulação;
•   - Limitação da movimentação do joelho, ocorre na fase inicial devido ao
    derrame articular;
•   - Sensação de “falseio” ou de “algo que desencaixa” no joelho, devido a
    instabilidade ocasionada pela lesão;
•   - Insegurança/incapacidade para descer escadas ou ladeiras;
                           Meniscos
• Os meniscos, temos 02 em cada joelho - um na parte interna (medial) e
  outro na parte externa (lateral), são estruturas fibrocartilaginosas
  (possuem aproximadamente 75% de colágeno em sua constituição),
  ficam situados sobre o planalto da tíbia, recobrindo aproximadamente
  2/3 da sua superfície articular
• Distribuição e absorção de parte da carga (peso) através da articulação,
   diminuindo assim o “stress” de contato;
• - Melhora da conformidade da articulação, facilitando deste modo
  o seu movimento e auxiliando na estabilidade da mesma;

• - Prevenção do pinçamento de tecidos moles durante o movimento do
  joelho.
São portanto estruturas importantes e infelizmente bastante sujeitas à
lesões. Normalmente, as lesões meniscais estão relacionadas à entorses
do joelho ou até mesmo a traumas (menos comuns), sendo mais
freqüentes nas práticas esportivas. Por vezes, os meniscos podem
apresentar alterações degenerativas (mais comuns na idade adulta e no
idoso), o que fragiliza sua estrutura, ficando assim mais susceptível a
lesões ocasionadas por entorses mais leves (não relacionados à prática
de esportes).
Os sintomas mais comuns são :
- Dor importante no momento do entorse, podendo ser acompanhada de
sensação de estalido ou mesmo estalido audível (nas lesões em meniscos
com alterações degenerativas, o quadro de dor pode não ser muito intenso
no início e sim ir piorando progressivamente);
- Bloqueio da movimentação do joelho (limitação da flexão e/ou extensão);
- Ressalto durante a movimentação do joelho;
- Dor aguda ao agachar-se;
- Edema e derrame articular no joelho podem estar presentes ou não;
                    Condromalácia
• O termo condromalácia patelar é utilizado para definir a doença
  degenerativa que acomete a cartilagem da patela
  (antigamente denominada rótula).
  Os principais sintomas podem ser :
• 1.DOR na região anterior do joelho(atrás da patela) ao subir e descer
  escadas ou mesmo ladeiras, aos exercícios físicos, ao levantar de uma
  cadeira, ao agachar-se e até mesmo ao manter o joelho flexionado por
  períodos prolongados;
• 2.CREPITAÇÃO E ESTALIDOS atrás da patela ao flexionar e extender o
  joelho, por vezes audíveis;
• 3.EDEMA E DERRAME ARTICULAR que são ocasionados pelo acúmulo
  excessivo de líquido sinovial formado no processo inflamatório.
•
As causas da condromalácia envolvem alterações de alinhamento da
patela, que excursiona fora do local adequado, ocasionando atrito
entre sua superfície articular e a superfície articular do fêmur, desse
modo provocando “desgaste”. Tais alterações de alinhamento muitas
vezes estão relacionadas à desequilíbrios da musculatura do
quadríceps como atrofias, hipotrofias e encurtamentos musculares;
variações anatômicas tanto do fêmur como da patela (rotação interna
femural, tróclea rasa, patela alta,...).Também estão correlacionados
microtraumatismos de repetição, bastante comuns em esportes de
impacto (futebol, vôlei, basquete, ...).Deve ainda ser citada a chamada
causa idiopática, quando não são identificadas alterações anatômicas
que justifiquem o desenvolvimento da doença.

Classificaões
               Conclusão
               Atividades
• Iniciantes

• Intermediários

• Avançados
 Abaulamento Discal (ou Protusão Discal)
 Degeneração         dos      discos
  intervertebrais da coluna.
 Pode ser causado por vários
  motivos, entre eles o processo
  natural de envelhecimento.
 Causa fissuras em seu anel fibroso,
  não conseguindo impedir que o
  núcleo pulposo escape para fora do
  espaço intervertebral, gerando um
  abaulamento que pode ser doloroso
  ou não.
 Podemos utilizar uma câmara de
  pneu como exemplo, pois quando
  ela envelhece perde-se a capacidade
  de se manter normal e forma-se
  uma                          bolha.
          Degeneração Facetária
• As vértebras articulam-se
  entre si através dos discos
  intervertebrais    e     as
  articulações facetárias. A
  degeneração facetária é a
  alteração da articulação
  posterior da coluna, o que
  torna     o     movimento
  doloroso, e em alguns
  casos, diminui o espaço
  para nervos e medula.
                     Espondilolistese
 Escorregamento de uma vértebra
  sobre a outra.
 Pode ser causada por degeneração
  da coluna, lise de alguma estrutura
  óssea gerando instabilidade, ou por
  falha na constituição óssea do
  paciente.
 Costuma gerar dor lombar, dor nas
  pernas (dor ciática), incapacidade
  de      caminhar       (claudicação),
  formigamento e até a perda da força
  e coordenação dos movimentos.
 Se o grau da espondilolistese for de
  pequena amplitude, esta condição
  pode ser tratada com fisioterapia
  ou procedimentos de injeção.
                   Estenose do Canal
 As vértebras e os ligamentos da coluna
  vertebral formam o estojo protetor da
  medula espinhal e dos nervos que saem
  da coluna por entre as vértebras e
  comandam      os     movimentos    dos
  músculos e nos dão sensibilidade.
 Desgaste das articulações (artrose)
  ocasionado principalmente pela idade;
  degeneração discal e hérnia de disco,
  causada pela perda de água e perda de
  altura do disco, causa a diminuição do
  espaço apertando-os, causando dor
  (compressão da raiz, medula ou saco
  dural).
 Caso localiza-se na coluna cervical,
  dores no pescoço e/ou nos braços; se
  lombar, dores nas costas e/ou nas
  pernas, ou ainda, dificuldade para
  caminhar (claudicação).
 A estenose do canal é mais comum em
  pacientes idosos.
 Hérnia de Disco e Degeneração Discal
 A principal dificuldade está em
  reconhecer a fase em que a
  patologia se encontra.
 As diferentes fases requerem
  diferentes      abordagens    e
  tratamentos e atualmente são
  tratadas erroneamente como se
  fossem hérnia de disco.
 A doença divide-se em 4 fases,
  de acordo com o seu grau de
  degeneração.
 Atenta-se ao fato de que ela
  pode estar ou não associada a
  outras patologias do disco
  vertebral e da coluna.
             Fases da hérnia discal
 Abaulamento discal:

  Etapa inicial da patologia. O
  disco intervertebral começa a
  apresentar       sintomas      de
  envelhecimento e suas fibras
  (anel    fibroso)     apresentam
  fissuras que levam a uma forma
  de arco o disco intervertebral
                 Fases da hérnia
  Protrusão discal:
• Abaulamento          mais
  proeminente,      podendo
  atingir nervos, medula e
  saco dural. A doença está
  em     uma    fase   mais
  avançada,    normalmente
  acompanhada de inicio de
  degeneração         discal.
             Fases da hérnia discal
Hérnia de Disco:
  A hérnia de disco consiste em
  uma     extrusão     do    disco
  vertebral,         normalmente
  contendo o núcleo pulposo do
  disco intervertebral envolvido
  pelo anel fibroso já em estágio
  avançado de degeneração. As
  estruturas    nervosas     estão
  comprometidas               pelo
  estreitamento dos canais por
  onde     passam     os   nervos
  (forames     de     conjugação),
  medula ou saco dural (canal
             medular).
           Fases da hérnia discal
Sequestro ou Fragmento
• Essa é a etapa mais rara da
  patologia, e consiste na
  ruptura da parte herniada
  com o disco intervertebral.
  Parte do disco que se
  encontrava extruso se
  separa do disco e acaba
  comprometendo            as
  estruturas       nervosas,
  dependendo da posição do
          fragmento.
                          Escoliose
• Escoliose é um desvio látero-
  lateral que ocorre na coluna
  vertebral, ou seja, a coluna fica
  deformada lateralmente (eixo
  coronal), formando como se
  fosse uma letra "S" e em alguns
  casos, uma letra “C”. A escoliose
  ocorre, muitas vezes, em
  conjunto     com      gibosidade
  (corcunda) e com rotação das
  vértebras. A escoliose é uma
  deformidade      vertebral     de
  diversas origens, apesar de que
  seu aspecto físico pode ser
  parecido.
                Degeneração Discal
 Processo degenerativo comum
  envolvendo o núcleo pulposo e o
  ânulo fibroso.
 Com      a   idade      ocorre    a
  desidratação e o ressecamento do
  disco               intervertebral,
  particularmente       o     núcleo
  pulposo, o que gera o seu
  desgaste.
 Essas alterações normalmente
  iniciam na terceira década da
  vida e tornam-se importantes em
  indivíduos idosos.
 O núcleo se torna quebradiço e
  perde      a    capacidade       de
  amortecimento.        O       disco
  intervertebral     perde     altura
  (colapso do disco) e normalmente
  formam-se           abaulamentos,
  protrusões e hérnias discais.
    Osteofítos – Bico de Papagaio
• Com o desgaste da articulação vertebral e a instabilidade do
  segmento, ocorre a formação óssea nas bordas articulares. Esse
  novo osso é o osteófito, comumente chamado de bico de papagaio.
  O principal sintoma é dor local, podendo ou não apresentar sinais
  neurológicos dependendo da sua localização.
             Fratura osteoporótica
• A fratura osteoporótica
  caracteriza-se pela perda de
  altura do corpo vertebral devido
  ao colapso do corpo vertebral. A
  osteoporose gera o
  enfraquecimento dos ossos, e
  por suportar grande parte do
  peso do corpo, os corpos
  vertebrais sofrem a fratura e o
  colapso. A dor pela fratura por
  osteoporose está relacionada
  com a instabilidade da vértebra
  fraturada, ou seja, qualquer
  movimento que seja feito pelo
  corpo vertebral doente irá gerar
           Hérnia de Schmorl
• Herniações
  intrassomáticas
  benignas localizadas
  nos platôs vertebrais,
  indiciando
  degeneração       das
  articulações
  intervertebrais.
                 Hemangiomas
 Lesões         vasculares
  benignas formadas por
  novos vasos sanguíneos.
 Geralmente               é
  assintomático            e
  descoberto
  incidentalmente,    sendo
  relatada incidência de
  11% na população.
 A coluna torácica e a
  lombar são os locais mais
  acometidos           pelos
  hemangiomas vertebrais.
      Lombalgia e Lombociatalgia
 Lombalgia: Dor nas costas

 Lombocitalgia: Dor na parte baixa
  das costas (lombar) que também
  acomete o trajeto do nervo ciático,
  ou seja, a dor que começa na coluna
  lombar baixa e vai para uma ou as
  duas pernas.

 Esta dor é chamada ciática porque
  vem da pressão no nervo ciático
  (dor radicular).
 Este nervo normalmente começa na
  parte mais baixa das costas, então
  se espalha pelas nádegas e corre
  em direção à coxa e à perna.
    Osteofítos – Bico de Papagaio
• Com o desgaste da articulação vertebral e a instabilidade do
  segmento, ocorre a formação óssea nas bordas articulares. Esse
  novo osso é o osteófito, comumente chamado de bico de papagaio.
  O principal sintoma é dor local, podendo ou não apresentar sinais
  neurológicos dependendo da sua localização.
Osteoartrose
Ligamento Cruzado Posterior
Lesões no Lig. Cruzado Anterior
              LCA
Lesão Meniscal
Classificação
Condromalásia

É utilizada uma classificação
que divide em 4 (quatro)
diferentes graus (Outerbridge):
GRAU I : amolecimento da
cartilagem
GRAU II : fragmentação e fissura
da cartilagem em uma área
menor ou igual à
aproximadamente 1,5 cm (1/2
inch)
GRAU III: fragmentação e fissura
da cartilagem em uma área
maior ou igual à
aproximadamente 1,5 cm (1/2
inch)
GRAU IV: erosão da cartilagem
com exposição do osso
subcondral

				
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