Controlo hormonal na mulher by H6CnsdK

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									SISTEMA REPRODUTOR FEMININO
Anatomia II

      O Sistema reprodutor feminino consiste nos ovários e tubas uterinas ( ovidutos )
bilaterais , um útero normalmente bicórneo , cérvix , vagina , vestíbulo , vulva e glândulas
associadas .Ele está vinculado à produção e transporte de óvulos , ao transporte dos
espermatozóides à fertilização e à acomodação do concepto até o nascimento.

      TUBA UTERINA ( OVIDUTO ) .
      As tubas uterinas são estruturas tortuosas bilaterais que se estendem da região do
ovário para os cornos uterinos e transportam ovos e espermatozóides .Três segmentos da
tuba uterina podem ser distinguidos : ( 1 ) o infundíbulo , um grande orifício no formato de
um funil ; ( 2 ) ampola , um segmento de parede delgada que se estende caudalmente do
infundíbulo ; ( 3 ) o istmo , um segmento muscular unido ao útero.

      Estrutura histológica :
      O epitélio é simples cilíndrico , ou pseudoestratificado cilíndrico , com cílios móveis
na maioria das células .Ambos os tipos de células possuem microvilos .Atividades
secretoras estão evidentes apenas nas células não –ciliadas.

       Histofisiologia :
       O infundíbulo capta os ovócitos liberados do ovário .O infundíbulo possui projeções
digitiformes denominadas fímbrias .A ampola é o local da fertilização .Os óvulos
fertilizados são transportados da ampola para o útero por leves contrações musculares
peristálticas e pelos cílios da tuba uterina , que batem no sentido do útero .Os ovos
necessitam de aproximadamente quatro ou cindo dias para atravessar o istmo .Este período
independe do comprimento do istmo e da duração da gravidez entre as espécies .
       A passagem dos espermatozóides para a ampola é explicada pelas contrações
musculares das paredes uterinas e tubárias .Pela motilidade própria dos espermatozóides .

     ÚTERO:

      O Útero é o local de implantação do concepto .Ele sofre uma seqüência definida de
alterações durante o ciclo reprodutivo .Na maioria das espécies consiste em cornos
bilaterais ligados às tubas uterinas , e um corpo e um colo ou cérvix , que unem à vagina.
Nos primatas todo o útero é um único tubo , denominado útero simples. O útero é o órgão
em que o embrião aloja-se e desenvolve-se até seu nascimento. Está localizado entre a
bexiga e o reto.
        Esse órgão é envolvido pelo ligamento largo do útero, que é uma prega transversal
formada pelo peritônio que, após recobrir a bexiga, reflete-se do assoalho e paredes laterais
da pelve sobre o útero. O ligamento largo do útero divide a cavidade pélvica em:
 Escavação vésico-uterina: compartimento anterior disposto entre a bexiga e o reto;
 Escavação reto-uterina: compartimento posterior disposto entre o útero e o reto.
        Como principais meios de fixação do útero há o ligamento largo do útero e o
ligamento redondo do útero. Vale destacar que o ligamento largo do útero, devido a sua
disposição, acompanha o útero quando esse aumenta de volume no período gestacional.
        Nesse órgão, que apresenta a forma de pêra invertida, mas pode ter sua forma
variada, assim como o tamanho, posição e a estrutura, é possível observar as seguintes
subdivisões:
 Fundo do útero: região acima dos óstios das tubas uterinas;
 Corpo do útero: região que se comunica de cada lado com as tubas uterinas através dos
    óstios das tubas uterinas;
 Istmo: região estreita e curta, inferior ao corpo do útero;
 Cérvix ou colo do útero: região que faz projeção na vagina comunicando-se com ela
    através do óstio do útero.

      Estrutura histológica:

    A parede uterina é constituída de três camadas : ( 1 ) a mucosa ou endométrio , ( 2 ) a
muscular ou miométrio , e ( 3 ) a serosa ou perimétrio .

      Endométrio : O epitélio superficial é simples cilíndrico na égua e na cadela . Ele é
pseudoestratificado cilíndrico e ou simples cilíndrico na porca e nos ruminantes .Glândulas
simples , tubulares ramificadas espiraladas , revestidas de epitélio simples cilíndrico ciliado
e não-ciliado , estão presentes em todo endométrio exceto nas áreas das carúnculas dos
ruminantes ( onde as membranas embrionárias se fixam durante a prenhez ). As células de
revestimento são contínuas com o epitélio das glândulas uterinas .
      Miométrio : O miométrio consiste numa espessa camada circular interna e uma
camada longitudinal externa de células musculares lisas que aumentam de número e
tamanho durante a gravidez.
      Perimétrio : O perimétrio consiste em tecido conjuntivo frouxo coberto pelo
mesotélio peritoneal .Células musculares lisas ocorrem no perimétrio .Numerosos vasos
sangüíneos e fibras nervosas estão presentes nesta camada .

Controlo hormonal na mulher

O sincronismo entre o ciclo ovárico e o ciclo uterino é conseqüência da ação de hormônios
ovárico, estrogênios e progesterona, sobre o endométrio uterino.

        Estrogênios – estes são produzidos pelas células foliculares e pela teca interna. A
         concentração deste hormônio vai aumentando, primeiro progressivamente, à
         medida que os folículos ováricos crescem, e depois de um modo rápido, atingindo
         o valor máximo um pouco antes da ovulação. A concentração baixa mo período
         da ovulação, devido, em parte, à perda de células foliculares, e volta a aumentar
         durante a fase luteínica, devido atividade do corpo amarelo.


        Progesterona – produzida pelo corpo amarelo atinge o valor máximo de
         concentração quando este se desenvolve totalmente. Quando o corpo amarelo
         regride, a concentração baixa conseqüentemente.
                      Fase menstrual
Ciclo                 fase proliferativa
Uterino                       fase secretora



                      Fase folicular
Ciclo                 ovulação
Ovárico                      fase luteínica




         Fase menstrual – ocorre à destruição parcial do endométrio, visto que devido à
          contração dos vasos sanguíneas dessa estrutura, deixam de receber os nutrientes
          necessários e morrem. Essa destruição é conseqüência da baixa concentração de
          hormônios ováricos. Sangue e fragmentos de tecidos são expulsos, constituindo a
          menstruação.

         Fase proliferativa – há um crescimento em espessura do endométrio, com o
          desenvolvimento de glândulas e de vasos sanguíneos, devido ao amento da taxa de
          estrógenos que ocorre durante a fase folicular.

         Fase secretora – prossegue o aumento de espessura do endométrio, bem como a
          atividade secretora de glândulas nele existentes, devido à ação conjunta dos
          estrogênios e da progesterona produzidos durante a fase luteínica.


O funcionamento dos ovários é regulado pelo complexo hipotálamo-hipófise. Esse controla
ocorre a dois níveis: a nível da hipófise anterior e ao nível do hipotálamo.

         Hipófise anterior – produz dois hormônios, gônado-estimulantes (FSH e LH), que
          vão atuar ao nível dos ovários.

     - A foliculo-estimulante (FSH) induz um crescimento e a maturação de folículos
     ováricos e intervém na secreção de estrogênios.

     - A luteo-estimulante(LH) atua no folículo maduro, estimulando a sua ruptura e,
     portanto, a ovulação, em função do pico dessa secreção no final da fase folicular.
     Estimula ainda a transformação do folículo em corpo amarelo, o que leva à produção
     de progesterona além da produção de estrogênios.

O hipotálamo atua sobre a hipófise anterior por intermédio de uma neuro-hormõnio, GnRH,
para onde é mobilizada por um sistema particular de vasos sangüíneos. GnRh estimula a
produção e libertação de gonadoestimulante pela hipófise, tal que, a concentração de FSH e
LH varia ao longo do ciclo sexual.
As hormônios ováricos também atuam, por sua vez, sobre o complexo hipotálamo-hipófise,
designando-se este processo por retroação ou retroalimentação.

        Retroação negativa – durante a maior parte da fase folicular, o crescimento dos
         folículos e a secreção de estrogênios são estimulados pelo FSH. No entanto, não
         ocorrem grandes oscilações na taxa de estrogênios. A detecção de uma elevação
         da concentração de estrogênios é seguida por uma diminuição da taxa de FSH e,
         conseqüentemente, baixa também a produção de estrogênios cujo valor é
         restabelecido.




Teor relativamente elevado de estrogênios inibe Complexo hipotálamo-hipófise diminui
Produção FSH diminui Desenvolvimento Folicular diminui Produção de estrogênios (-) ____
Valor de estrogênios é restabelecido

Esta retroação tende a amortecer as variações nas taxas de gônado-estimulantes e, portanto,
assegurar a sua regulação.
Nem sempre ocorre retroação negativa, tal, é comprovado pelos picos na concentração de
FSH e LH que se verificam no final da fase folicular.

        Retroação positiva – algum tempo antes da ovulação, com o aumento das células
         foliculares, os estrogênios são produzidos em maior quantidade, ultrapassando o
         valor-limite, que desencadeia um retrocontrole negativo, invertendo-se o efeito
         dos estrogênios sobre o complexo hipotálamo-hipófise. Neste caso, por ação de
         uma concentração de estrogênios mais elevada, a produção de gônado-
         estimulantes é estimulada em vez de ser inibida. Daí o aumento da concentração
         de FSH e, principalmente, de LH.

Teor muito elevado de estrogênios estimula Complexo hipotálamo-hipófise aumenta Produção de
gônado-estimulantes (+)

É este processo de retroação, com o aumento do teor de LH, que desencadeia a ruptura do
folículo maduro e, conseqüentemente, a ovulação.
Após a ovulação, os estrogênios e a progesterona, em conjunto, exercem uma retroação
negativa sobre o complexo hipotálamo-hipófise, o que explica a queda da taxa de FSH e
LH. Esta diminuição desencadeia, por sua vez, a regressão do corpo amarelo e,
conseqüentemente, a diminuição da taxa de hormônios ováricos e o aparecimento da
menstruação.


      Estímulos externos e internos que atuam sobre o complexo hipotálamo-hipófise,
alterando os ciclos sexuais:
       Stress
       Emoções de certa intensidade
        Doenças
        Alguns medicamentos
        Fatores climáticos

      CICLO ENDOMETRIAL

Fisiologia da Menstruação

       A menstruação é um fenômeno definido como um sangramento periódico e cíclico
em que ocorre a perda do endométrio proliferativo acompanhado de perda de sangue. Ela
ocorre entre intervalos de aproximadamente 28 dias, durante o período entre a menarca e a
menopausa.
       O endométrio normal é um espelho da função ovariana, respondendo aos níveis
flutuantes dos esteróides sexuais de uma maneira bastante precisa. A descrição dos eventos
endometriais toma por base um ciclo padrão de 28 dias, com ovulação ocorrendo por volta
do 14º dia. O primeiro dia da menstruação é o primeiro dia do ciclo. O ciclo endometrial
toma por base este ciclo padrão. Na mulher com adequada função ovariana, a fase
progestacional que se segue à ovulação dura 14±1 dia. Segue-se a menstruação que dura
aprox. 3 dias e logo após, a fase de reparo ou proliferativa que dura aproximadamente 11
dias. Quando a duração do ciclo varia, esta variação se faz à custa da fase proliferativa.




FASE PROLIFERATIVA

   Com a conclusão do período menstrual, resta um endométrio necrótico, desorganizado,
   sem o epitélio de superfície, onde pode se observar apenas a camada basal das células
   Endométrio congestionado e hemorrágico. A hemorragia infiltra-se pelo estroma
   fragmentando e desprendendo as glândulas. Há extensa infiltração leucocitária no
   estroma. São também identificados trombos de fibrina e glândulas com secreção
   esgotada. Ressalte-se que as glândulas são fragmentadas e colabadas. Há sinais de
   apoptose: núcleo picnótico e membrana citoplasmática imperceptível.
O endométrio inicia sua regeneração a partir do coto das glândulas basais, sendo que há
evidências de comece antes mesmo do término da menstruação. O endométrio cresce
rapidamente em resposta aos estrogênios circulantes. A superfície é novamente
recoberta pelo epitélio, - as mitoses vão ocorrendo em ritmo cada vez mais acelerado e
ao final de 3 dias a superfície está intacta. Novos vasos crescem a partir do coto de
vasos antigos e nesse ponto as glândulas e o estroma estão prontos e intactos. Nesse
estágio as glândulas são pequenas, tubulares e curtas, sendo o epitélio de revestimento
cúbico. Nas fase proliferativa média, as glândulas vão se tornando alongadas e pouco
tortuosas. As células de revestimento são colunares, altas e apresentam uma
pseudoestratificação. Cerca de 8 a 10 dias da fase de proliferação há um período
transitório de discreto edema. Na fase de proliferação tardia as glândulas acham-se
alongadas ao máximo, perpendiculares à superfície e bastante tortuosas. O estroma é
denso e abundante e os núcleos são ovais e com escasso citoplasma. O endométrio pós-
menstrual que era de 1mm, passa ao final da fase proliferativa a medir 2-3 mm.

FASE SECRETORA

o endométrio até então submetido somente ao estímulo estrogênico , começa a mostrar
alterações provocadas pelo aparecimento da progesterona secretada pelo corpo lúteo.
Durante essa primeira fase, o endométrio continua a crescer atingindo a máxima
espessura de 5-7 mm. Durante os 3 primeiros dias, o epitélio mostra células ainda em
mitose e pseudoestratificação de seus núcleos. depois de cessadas as mitoses, as
glândulas aumentam em tamanho e começam a secretar ativamente, havendo formação
de vacúolos infranucleares em algumas glândulas, claros, ricos em glicogênio( de
síntese crescente), lípides, frutose e glicose, com função de nutrir um possível embrião.
Por volta do 18º dia vão migrando para posição supranuclear, próximo a luz da
glândula. Por volta do 18º dia vão migrando para posição supranuclear, próximo a luz
da glândula. No 20º são derramadas na luz, as células glandulares tornam-se cubóides e
suas bordas não são mais nitidamente definidas, tornando-se franjadas e irregulares. Os
núcleos são fusiformes e os citoplasmas e membranas são mal definidos. Edema de
estroma surge no 21º dia, atingindo o grau máximo no 22º, alcançando aí o endométrio
sua espessura máxima, 8-9 mm. . As glândulas se tornam dilatadas e tortuosas e com o
epitélio secretor esgotado. As artérias que se mostravam, no início, pouco evidentes,
continuam a proliferar e alongar, acentuando seu aspecto espiralado na fase secretora
média. A partir desse momento , no 24ºdia o endométrio passa a ser denominado pré-
decídua, mostrando as seguintes alterações: núcleos redondos e centrais, bordas
celulares distintas, sendo que essas alterações que se iniciam no estroma vão se
espalhando por todo endométrio. O termo pré-decídua é reservado ao estado não
gravídico, e o termo decídua para o estroma gestacional. Após o 24º dia, a secreção
glandular diminui e torna-se mais espessa.
No 26ºdia, algumas glândulas adquirem aspecto serrilhado; outras se mostram dilatadas
e esgotadas. As a.a. espiraladas são proeminentes e dilatadas. No 27º dia, devido à
queda dos estrogênio e progesterona conseqüente à regressão do corpo lúteo, há uma
reabsorção do edema do estroma, levando a uma acentuada diminuição da espessura do
endométrio e acentuando ainda mais a tortuosidade e achatamento das glândulas e
arteríolas espiraladas. Aparecem nesta época os polimorfonucleares no estroma, sendo
sua origem desconhecida.
Mecanismo fisiológico da menstruação.
O processo é desencadeado pela queda dos estrogênios e progesterona que se segue à
involução do corpo lúteo. Tal evento provocaria a reabsorção do edema, conforme já foi
dito, levando a uma regressão na altura da mucosa. Esse fato acarretaria uma
dificuldade circulatória devido ao aumento da tortuosidade das artérias, provocando
uma isquemia que desencadearia uma série de processos metabólicos, com a liberação
de prostaglandinas, proteases, colagenases e relaxina. A vasoconstricção e a possível
abertura das anastomoses arteriovenosas aumentariam esta isquemia, levando a
alterações na própria parede vascular e toda camada funcional, causando o
desmoronamento da estrutura endometrial, dissolução da substância intersticial e das
membranas celulares. A nutrição contínua da camada basal pelas artérias retas, que não
sofrem as influências hormonais nem as alterações acima descritas, irá garantir a
renovação do endométrio no ciclo seguinte.

MENSTRUAÇÃO

No primeiro dia do período, a perda de tecido. O fator responsável pela morte do tecido
e pelo sangramento é a isquemia. A atividade fibrinolítica está aumentada nas fases pré-
menstrual e menstrual do ciclo e pode estar relacionada à descamação endometrial e à
fluidez do sangue menstrual. A hemorragia se infiltra pelo estroma, fragmentando e
desprendendo as glândulas . há congestão vascular e focos hemorrágicos. Há intensa
infiltração leucocitária no estroma e trombos de fibrina.
No segundo dia do sangramento, a perda de tecido é maior, ficando praticamente
desnuda toda a superfície. Existem muitas diferenças individuais na quantidade de
endométrio destacado, mas, de um modo geral, todas as camadas, exceto a basal, se
destacam, sendo que as alterações degenerativas se tornam mais pronunciadas. O
estroma se torna mais condensado. O núcleo torna-se picnótico e a membrana
citoplasmática imperceptível. A esta altura há uma desorganização muito intensa da
arquitetura e da citologia.

CORRELAÇÃO ENTRE OS CICLOS OVARIANO E ENDOMETRIAL

Ao final de um ciclo endometrial, um novo folículo começa a se desenvolver no ovário;
a fase proliferativa coincide com a fase folicular no ovário e é resultado direto do
estímulo estrogênico.
A ovulação marca a mudança da fase proliferativa para secretora no endométrio. A
atividade secretora e reação decidual são manifestações da fase lútea e vêm da ação da
progesterona agindo em presença do estrógeno.
O endométrio pré-menstrual coincide com o começo da falência do corpo lúteo e da sua
capacidade manter um nível adequado de progesterona.
Na menstruação há queda nos níveis hormonais insuficiente para manter a integridade
do endométrio.



     REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS:
CARLSON, B. M. 1996. Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento.
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