Fases Psicossexuais do Desenvolvimento

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5/23/2012
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							                                      1-6




Psicoterapia com diferentes
       faixas etárias:
Especificidades técnicas e
           éticas
                    Carolina Munhoz
                    Caroline Marola
                     Juan Moreno
                      Paula Lima
                     8º Semestre
PSICOTERAPIA
PSICANALÍTICA INFANTIL
Psicoterapia Psicanalítica Infantil

   Freud
   Anna Freud
   Melanie Klein
   René Spitz
   Winnicott
   Bion
      Práticas na Análise Infantil
Comportamentos característicos comuns:

   Instabilidade já que está em pleno período de
    transformações;
   Maturação biológica, que pode possibilitar ou
    dificultar a realização de determinadas atividades
    solicitadas;
   Resposta rápida e, às vezes, intensa a certos
    estímulos;
Comportamentos característicos comuns (cont)



   A expressão de suas fantasias e sentimentos
    subjacentes se faz, predominantemente, pela
    comunicação não-verbal;
   Facilidade de contrair um vínculo
    transferencial com o analista;
   Frequente manifestação de actings;
   Dependência dos pais é total e absoluta;
   Fazem experimentações continuadas no
    sentido de verificar como é seu terapeuta.
                      Indicações
   Crianças com transtornos emocionais severos e
    persistentes, após diagnóstico psiquiátrico e dinâmico
    da situação. Ex: autismo psicogênico.

                       Contrato
   Feito com os pais, em alguns casos juntamente com a
    criança. Deixar claro: horários, duração da sessão,
    assunção de faltas, plano de férias, participação dos
    pais.
   Importante que se verifique as expectativas dos pais.
                     Setting
   Técnica (associação livre – expressas no
    brincar; abstinência e neutralidade; atenção
    flutuante e amor às verdades)
   Clima
   Limites para preservação do próprio setting
   Especificidades do espaço
     Setting como objeto continente, espaço de
           sustentação primária provedor e
                     delimitador.
                        Técnica
   Desenho infantil
       Consideração da força expressiva (cores, linhas,
        formas, proporções, identificação do ‘eu’ e relação
        com mundo exterior)
   Caixa lúdica
       Oferta de brinquedos, objetos e materiais gráficos
        para uso espontâneo
       Polêmica: oferta excessiva seria menção a não
        precisar dirigir a atenção ao outro?
                     Os pais

   Parceria no tratamento
   Psicoterapia analítica conjunta pais-bebê (H.
    Fainberg); depressão pós-parto – autismo.
   Estimulados a participar do tratamento do filho
    Resistência e contra-resistência

Razões para apresentação das resistências:
   Decorrente de falha de entendimento por parte do
    analista; expressão do comportamento cotidiano
    familiar; formação de conluio de acomodação; dupla
    resistência (criança e pais)
                    Transferência
   Dupla Transferência (pais e crianças) – intrigas por
    parte da criança ou pais (medo da melhora
    ‘excessiva’) o que pode levar a interrupção da análise.



              Contra-transferência
   Identificada quando terapeuta evita implicações da
    interação na sessão;
   Cuidado para não assumir papel da ‘mãe substituta’ –
    deve exercer novo modelo de ‘função de maternagem’
              Comunicação
Exploração e compreensão de outras formas de
comunicação (não-verbal).

“Compete ao terapeuta conter, decodificar, dar um
      significado, sentido e nome ás experiências
emocionais que estão sendo expressas pela linguagem
lúdica e comportamental, para, então, poder devolver
   com alguma forma de atividade interpretativa, em
 linguagem capaz de ser compreendida pela criança.”
                (ZIMERMAN, p.354).
                      Acting

    Surge, muitas vezes, da falha de comunicação
    entre criança e terapeuta.
   Indução de relação complicada entre analista e
    pais;
   Manutenção do vínculo (fortemente simbiótico)
    com os pais ou com um deles (conluio.)
           Atividade interpretativa
    Para criança um continente adequado é fundamental –
    primeira competência do psicanalista infantil. O analista
    deve:
   Estimular a participação da criança na construção da
    interpretação – despertar funções do ego.
   Reconhecer significados conferidos pela criança às suas
    vivências com pais, suas identificações.
   Considerar outras formas de comunicação para esse
    processo.
Atividade interpretativa (cont.)


    Quando se trata de crianças muito regredidas
    (borderlines, psicóticas, ou com autismo
    psicogênico), o analista deve:
   Ter atitude de busca de seu paciente –
    possibilitando experiência de ligação.
   Propiciar estado mental de existência.
   Investigar possíveis alterações neurológicas e
    propor trabalhos de plasticidade cerebral.
                Aspectos Éticos
Art. 26° O sigilo profissional protegerá o menor
impúbere ou interdito, devendo ser comunicado aos
responsáveis o estritamente necessário para promover
medidas em seu benefício.

Comunicar os responsáveis, apenas, sobre informações
que favorecem um melhor encaminhamento do sujeito na
vida familiar e social, não sendo necessário repassar ,aos
mesmos, detalhes do conteúdo trazido pela criança.
Aspectos Éticos (cont.)




   Da mesma forma, quando informações sobre a
    criança forem solicitadas judicialmente,
    fornecer apenas informações fundamentais
    para o bom andamento do processo.
   Implicar-se, legalmente, na preservação do
    sujeito, denunciando casos em que a criança
    esteja sendo vítima de maus tratos, abusos e
    exploração.
             Psicopatologias
    Casos mais comuns de encaminhamento
    psicoterápico de crianças:
   Autismo Psicogênico;
   Depressão;
   Psicopatias;
   TDAH.
ZIMERMAN, D. E. Manual de técnica psicanalítica: uma re-visão. Porto
Alegre: Artmed, 2004. Reimpressão: 2007.


PSICOTERAPIA
PSICANALÍTICA PARA
ADOLESCENTES
                 Conceituação

   Três níveis de maturação

   Puberdade ou pré-adolescência – de 12 a 14 anos
   Adolescência – de 15 aos 17 anos
   Adolescência tardia – de 18 aos 21 anos



Episódio 03 – Sophie – 3 min.
     Como adolescentes chegam a
        terapia psicanalítica
   Hoje a procura está partindo cada vez mais do adolescente a
    partir de alguns aspectos típicos como:
       Confusão de sentimento de identidade
       Transformações físicas e hormonais
       Perdas do infantil para o adolescer
       Não ser mais criança mas também não ser mais adulto
       Auto estima em desequilíbrio
       Surgimento de transtornos
       Depressão
       Luto por perdas
       Quadros de Borderline
       Dúvidas existenciais e ideológicas
       Fenômeno no campo grupal
       Cultura pós modernismo
        O adolescente e a família
   A busca intensa por uma identidade própria
   Diferenciar-se de ser “filho de seus pais”
   Conflitos reativos vontam-se contra os pais

“Os pais também estão em momentos de crise
                como ele”

     Episódio 23 – Sophie e sua mãe – 5 min.
                 Grupalidade
   A tendência dos adolescentes se agruparem
    propicia uma nova identidade, também se
    sentem menos expostos à criticas. A formação
    de turmas se dá também por reconhecimentos
    e afinidades de sinais exteriores, como roupas,
    tatuagens, penteados, ou até mesmo as
    questões que estão “na moda”. Essa
    identificação de grupalidade é importante para
    se entender que existe e é normal.
             A Prática Clínica
     Atributos pessoais de um terapeuta
   Gostar de adolescentes, ter empatia
   Flexibilidade sem esquecer dos limites e
    papéis estabelecidos no setting
   Manter equilíbrio em momentos de
    necessidade urgente e intensa
   Capacidade de continente
   Pais – ajudar/sabotar
             A Prática Clínica
     Atributos pessoais de um terapeuta
   Reunião Conjunta com consentimento =
    Intervenção vincular
   Aliança terapêutica familiar     Comunicação
   Colocação de limites – entender os pais e
    gerações atuais
   Evitar conluios conscientes e incosncientes de
    contra-identificações
   Sigilo ético é indispensável – combinações de
    forma clara
             A Prática Clínica
     Atributos pessoais de um terapeuta
   Fortalecer a autoconfiança
   Pode aparecer sentimentos de
    despersonalização, mentiras, drogas, roubos
   Posição esquizoparanóide: Posição do analista
    é transformar o estado de egossintonia para um
    de egodisintonia
            Episódio 38 – Sophie – 4 min
PSICOTERAPIA
PSICANALÍTICA PARA
ADULTOS
    TERAPIA COM CASAIS

  TERAPIA COM A FAMÍLIA

GRUPOTERAPIA PSICANALÍTICA
         Terapia com casais e família

   Crescente Demanda
   Trabalha com os conflitos inconscientes do
    casal
   “Todo indivíduo é um grupo” – Zimerman
   Busca no externo a reprodução do interno.
   A repetição é a forma de configuração vincular
   Colusão é a combinação vincular
     Terapia com casais e família
Patologia de Casais

   Configurações vinculares podem ser de: amor,
    ódio, conhecimento e reconhecimento.
   São eles que fundamentam, alicerçam, a casa,
    a relação.
            Patologia de casais
   A maioria dos casais que procuram a terapia
    estão se separando.
   Tentam: salvar o casamento ou aceitar a
    separação.
   Mecanismo da negação: não enxergam
   Crise pode ser positiva.
   Assemelha-se à crise da adolescência.
    Causas do desejo da separação
   Desilusão -> Expectativa X Realidade

   Personalidades imaturas ou dependentes

   Infidelidade
      Motivos para a infidelidade
   Secreto conluio inconsciente.
   Suprir as falhas
   Sentimento de incompletude
   Vingança com propósitos agressivos e cruéis;
   Individuação
   Aliviar a ansiedade do “engolfamento”
   Consentida inclusão do amante
    Causas do desejo de separação
   Lutos patológicos não elaborados
   Reprodução da configuração vincular parental
   Agressões recíprocas -> identificação projetiva
   Configuração Vincular sádica e masoquista
   Desempenho Estereotipado de Papeis
   A indefinição de papeis
   Transgeracionalidade
               Tipos de Colusões
   O que são?
       Amor paixão
       Amor simbiótico
       Amor distante
       Amor sadomasoquista
       Amor narcisista
       Amor com controle obsessivo
       Amor tantalizante
       Outras formas, como Histérica, Fóbica, Perversa e
        o Amor Sadio!
               Prática Clínica
   Reconhecer o tipo de colusão, qual o
    desempenho de papeis de cada um.
   Restabelecer o processo de comunicação.
   Apontar a radicalização dos papéis e posições
   Personalidades histéricas no setting.
   Reconhecimento e respeito pelas diferenças
   No contrato deve ficar claro que o paciente é o
    casal.
               Prática Clínica
   Transferência - Cena primária triangular.
   Casal Perverso.
   Interpretação.
   O problema dos filhos, ante ao descasamento
    dos pais.
   Isenção da responsabilidade dos filhos
   Luto da separação. Elaborar.
   Dramatização. Utilizar a inversão.
               Prática Clínica
   Duração das sessões.

   Figura do mediador

   Papel dos pais e sogros

   Teoria da Visão caleidoscópica do casal
TERAPIA COM A FAMÍLIA
             Terapia com a família
   O que é uma família hoje?
           “... a família é uma unidade sistêmica, com identidade
           característica, que seguidamente segue o perfil
           transgeracional dos pais, que, às vezes, fica anquilosada,
           sempre repetindo as mesmas pausas de conduta e de
           valores, porém, em muitas outras vezes, vai sofrendo
           inevitáveis transformações, em meio a crises e
           surgimento de novas necessidades e problemas, assim
           adquirindo uma modificação de estrutura familiar, além
           de uma aquisição de novos valores, normas e conduta.”
           (ZIMERMAN, 2007. P.378).
          Terapia com a família
   Identificações projetivas cruzadas
   Lugares a serem ocupados
   Papeis a serem executados
   Expectativas a serem preenchidas.
   É um intercâmbio de influencias.
                       A MÃE
   Desempenha cinco papéis, a saber,
       Geradora da vida.
       Objeto de desejo do filho.
       Objeto amoroso do filho no complexo de Édipo.
       Provedora e contenedora das necessidades básicas
        e angústias.
       Imprimidora.
   Mãe morta
   Mãe falha
                     O PAI
   Provedor.
   Cunha interditora da díade fusional mãe X
    filhinhos, tem a ver com o complexo de Édipo.
   Representante da Lei (Lacan),
   É Continente, depois da mãe.
   A animosidade do filho contra o pai ou
    substitutos sociais dele, nem sempre resulta de
    um conflito edípico. Pode se tratar de uma
    formação reativa, ou de uma contrafobia.
             OS FILHOS
 Mudam a dinâmica da família.
 Conflitos revividos com os filhos.

 Quando chega o primeiro filho...

 O nascimento de outros filhos...

 Estrutura e funcionamento durante os anos

 Crise familiar

 Famílias simbióticas

 QUAL PAPEL FUNDAMENTAL DOS PAIS
       Processos de Identificação
   Admiração
   Idealização
   Com o Agressor
   Com a Vítima
   Aspecto parcial
   Tradição

Banho de linguagem (Lacan)
                   OS IRMÃOS
   Complexo fraterno:
       duplo investimento
       duplo do outro.


   Depressão e Sabotagem
             Tipos de Família
   Famílias Aglutinadas
   Famílias Dispersadas
   Famílias Aquarteladas
   Famílias Narcisistas
   Famílias com algum tipo de psicopatologia.
    Funcionam de forma moderada ou franca.
       Famílias com patologia
   Psicótica
   Psicopatia
   Fóbicas
   Obsessivas
   Adictas
   Somatizadoras
   Paranoides
   Depressivas
   Ansiosas
   Falso-selves
           Tipos de Família

   Famílias Mistas

   Famílias normalmente Integradas
               Prática Clínica
   Encarar a terapia como produção coletiva
   Conhecimentos necessários de diversas teorias
   Cuidado com o paciente-emergente
   Sabotagem
   Mitos familiares
   Segredos de família
                 Prática Clínica
   Mal-entendido das comunicações.
       Transmissão
       Recepção
       Canais de linguagem
               Prática Clínica
   Qual o papel que cada um representa na
    família?
   Neutralidade
   Falso-self nos filhos
   Discurso dos pais
   Os filhos aprendem com os pais, e o contrário
    também é verdadeiro!
GRUPOTERAPIA
PSICANALÍTICA
      Grupoterapia Psicanalítica



   Breve histórico e características
                  Setting Grupal
   O básico!
   A diferença:
       Abertura da possibilidade de um novo espaço de
        ressignificação de antigas experiências, para tanto
        o terapeuta deve ser adequado continente para
        TODAS as identificações projetivas que vierem,
        ou seja, o conteúdo. O próprio grupo quando
        estabelecida a mútua confiança também se torna
        um continente.
Resistência e Contra-Resistência
   Alta probabilidade de conluios inconscientes.
   Negação Coletiva
   Fascinação Narcisista
   Dependência e Infantilização
   Acomodação
   Resistência
    Transferência e Contra-Transferência

   As transferências ocorrem em todos os níveis
    para o terapeuta e entre os membros do grupo.

   Contra-transferência
                   Comunicação
   “O maior mal da humanidade consiste no problema dos mal-
    entendidos”.
   Transmissão, recepção e canais.
   A linguagem não verbal analisada por:
       Linguagem postural
       Linguagem gestural
       Linguagem somática
       Actings
       Efeitos contra-transferenciais
       Silêncio
                 Actings


   Antes – nefasto

   Hoje - ferramenta
                Interpretação

   Antes – Interpretação Individual

   Depois – Interpretação DO Grupo

   Hoje - Interpretação COM o grupo
           Insight e Elaboração
   Insight Intelectivo
   Insight Cognitivo
   Insight Afetivo
   Insight Reflexivo
   Insight Pragmático


   A elaboração é a aquisição de um
    insight total!
           Mecanismos de Cura
   Benefícios terapêuticos X resultados
    analíticos.
   É importante salientar que nem toda
    psicopatologia está enraizada na clássica luta
    ID versus SUPEREGO mediado pelo EGO
    (conflitos estruturais). Muitas vezes o sujeito
    sofre de carências primitivas (patologia do
    vazio). Outro fato é que existem pulsões inatas
    às quais devem ser dadas o mesmo valor que
    outras estruturas.
       Aspectos da Grupoterapia
   Atuação do indivíduo
   Espelhos
   Distribuição de lugares, posições, funções e
    papeis.
   Configurações vinculares
   Reprodução
   Comunicação
   Continente
        Aspectos da Grupoterapia
   Pessoa real do analista – identificação
   Reparações verdadeiras
   Oportunidade do vínculo de reconhecimento:
       Reconhecimento em si próprio
       Reconhecer os outros
       Ser reconhecido a outras pessoas
       Ser reconhecido pelos outros
       Aspectos da Grupoterapia
   Identificação coletiva
   Complexo fraterno
   Fantasias compartilhadas
   Outras importâncias: função psicanalítica da
    personalidade (Bion), reconhecimento dos
    múltiplos, ressignificações, desindetificações,
    reconstruções e recíprocas reparações fazem
    dessa técnica a importância que tem.
PSICOTERAPIA
PSICANALÍTICA PARA
IDOSOS
                  Idosos
Processo normal do ciclo vital, caracterizado
      por mudanças físicas, mentais e
                psicológicas.
   Segundo as Dras. Kach e Rosa (2008)
     existem fatores psicossociais, que
         predispões os transtornos
            mentais/patologias:
 Perda de papéis sociais
   Perda de autonomia
Morte de amigos e parentes
    Saúde em declínio
     Isolamento social
  Restrições financeiras
Encontramos na literatura também, que as
 patologias podem iniciar a apartir de uma
 busca maníaca pelo rejuvenescimento, já
   que a velhice é incompatível com os
  padrões de beleza atuais da sociedade.
Muitos psicanalíticas concordam com Freud
 que ele diz que psicanálise não se aplica
   a idosos, pela magnitude do “material”
    psíquico, assim prolongaria a análise
               indefinidamente.
  Mas Filho e Santos (2007) o objeto de
   estudo da psicanálise é o inconsciente.
      Como sua forma característica de
  funcionamento e constituição que ignora
   qualquer ordem cronologia e temporal.
        Psicopatologias
            Depressão
Demência e Demência tipo Alzheimer e
              Vascular
           Esquizofrenia
        Transtornos bipolar
        Transtorno delirante
      Transtorno de ansiedade
Transtorno de estress pós-traumático
     Obsessões e compulsões
     Transtornos somatoformes
                Técnica
           Psicoterapia Breve
        Psicoterapia Grupal Breve
          Oficinas Terapêuticas

OBS: Psicoterapeuta, deve gostar do
 publica atendido, sensibilidade e
 formação.
             Conclusão
 A base do conhecimento sobre as técnicas
psicanalíticas no atendimento aos sujeitos em
  diferentes etapas da vida é essencial para o
   exercício profissional em Psicologia. Os
  aspectos éticos fundamentam uma prática
   consciente dos direitos dos sujeitos e dos
deveres profissionais, vinculados ao exercício
 da cidadania, favorecendo a legitimidade do
trabalho e a preservação do sujeito de direitos
                 que é o cliente

						
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