é preciso ousadia e tato para ensinar os alunos a questionar.doc by shenreng9qgrg132

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									Piratas do Vale do Silício – 96 Min
Título Original: Pirates of Silicon Valley
Título Traduzido: Piratas Da Internet
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 96 min
Ano de Lançamento: 1999
Direção: Martyn Burke




Sinopse: O filme conta através das personalidades de Steve Jobs, Steve Wozniak, Bill
Gates, entre outros, o desenvolvimento da história da microinformática e da popularização
dos computadores. Mostra algo sobre a luta de alguns estudantes contra o domínio da
produção de computadores por grandes empresas e também faz uma abordagem a cerca
das primeiras reações culturais a esse processo de popularização. Steve Jobs é um garoto
hippie e contestador, que vai a passeatas na universidade, toma LSD e tem inspirações
messiânicas. Toda essa fúria vem do sofrimento: Jobs chora, faz terapia e não se conforma
com o sumiço da mãe biológica. A namorada de Jobs fica grávida, e ele não quer assumir a
criança. Mas acaba exigindo escolher o nome da filha – Lisa, mesmo nome que deu, em
1978, ao antecessor do Macintosh. Bill Gates é o completo oposto. Faz coleção de revistas
Playboy e gosta de beber cerveja jogando pôquer com seus amigos Paul Allen e Steve
Ballmer. No início dos anos setenta, os computadores, chamados de mainframes, eram de
grande porte e ocupavam grandes espaços. Embora não houvesse computadores pessoais
como os que tão comumente encontramos hoje, existia um público ansioso por poder
usufruir dessa tecnologia. Alguns apaixonados pela eletrônica começaram a desenvolver
protótipos de circuitos que poderiam ser microcomputadores. Entre eles, podemos
mencionar os nomes de Steve Jobs e Steve Wozniak, que juntos desenvolveram uma
espécie de primeiro computador pessoal como resultado de intensos trabalhos numa
garagem. Eles deram o nome a esse protótipo de Apple. Com o sucesso do modelo, eles
decidiram fundar uma empresa para aprimorar o microcomputador Apple e em 1977, surgiu
a Apple Computer. No lançamento do Apple II em 1977 numa pequena feira de informática,
Bill Gates, até então desconhecido, é esnobado por Steve Jobs. A partir deste momento ele
resolve destruir a Apple. As grandes empresas como IBM, Xerox e outras não acreditavam
na popularização dos computadores pessoais e nessa época não se interessaram pelo
investimento. Mais logo perceberam o que estavam perdendo e começaram a retomada do
tempo perdido na busca de produzir melhores computadores que a Apple Computer, que
fechou a década como uma das melhores. Em 1980, a IBM decidiu entrar no setor e queria
fabricar um microcomputador que superasse o Apple II da Apple. A empresa criou o
hardware do computador, os circuitos lógicos em si, porém deveria haver um sistema
operacional para que ele e os programas pudessem funcionar. Contratou então uma outra
empresa, a Microsoft para criar um sistema operacional que fosse compatível com o seu
projeto. Precisamente nesse ponto, entra na história a figura daquele que se tornaria um dos
homens mais ricos de todos os tempos, Bill Gates. Ele comprou, por 50 mil dólares, os
direitos de um sistema operacional quase pronto, que não tinha muito poder de
processamento e nem muita memória, desenvolvido por outros universitários e fazendo
algumas modificações, entregou-o para a IBM, que por sua vez lançou o IBM PC em 1981.
Em um centro de pesquisa da Xerox, a APPLE é instrumentalizada com mecanismos que
facilitam o uso dos computadores pelas pessoas. A partir disto a Apple cria o Macintosh e o
Lisa, dois projetos com interface gráfica. É assim que surge a interface gráfica, ícones que
através do mouse guiam à seleção e execução de tarefas. Mas, uma cartada de Bill Gates
define a liderança da IBM e da Microsoft no mercado de computadores. Com muita malícia,
ele fecha um contrato para fornecer programas para o Macintosh. Quando Jobs percebe, Bill
já roubou sua tecnologia e criou o Windows – uma cópia deslavada do Macintosh. O filme
termina com a Apple se rendendo, em 1997, a Bill Gates – coisa que realmente aconteceu.

Mais.....

O filme retrata a história de como surgiram a Microsoft e a Apple. A narrativa evidencia uma
fala de Howard Rheingold: Não foram as grandes indústrias de computadores que criaram
as máquinas de computação pessoal, mas adolescentes, nas garagens. E não foram os
objetivos de defesa nacional ou de lucro, mas, apenas, o desejo de criar uma ferramenta
para mudar o mundo que motivou estes jovens empreendedores a criar a indústria moderna
de computadores pessoais.
O filme é relatado sob a visão de Stephen Wozniak. Inicia-se por volta dos anos da década
de 1970, onde Stephen e Steve Jobs, de modo simplório e ainda desconhecidos, propõem
um microcomputador pessoal, isso só em planos, nada concreto ainda.
Wozniak foi quem realmente montou o microcomputador, mas os dois jovens recebem o
mérito e foi a partir daí que se revolucionou a informática, já que o microcomputador deles
possuía acessórios que o microcomputador anterior, Altair, não possuía.
Este invento foi exposto e apesar dos receios, os jovens foram bem sucedidos, recebendo
inclusive encomenda de 50 microcomputadores como o que apresentaram. Todo trabalho
deles ainda era na garagem dos pais de um deles.
A idéia de um microcomputador pessoal apresentada à HP não foi aceita, questionada sobre
para que serviria e quem iria querer um computador em casa. Os jovens receosos recebem
de Mike Markulla um investimento de 250 mil dólares para que continuassem a trabalhar no
projeto dos micros, foi a salvação deles, já que não conseguiam capital para continuar o
negócio.
Quase ao mesmo tempo, a Microsoft que possuía sede em um quarto de hotel trabalhava
com um software (Microsoft Basic) ao contrário da Apple que trabalhava com hardware. Bill
Gates, que não recebeu atenção de Jobs na feira de exposição, consegue um contrato de
aluguel de seu sistema operacional (ainda inexistente) com a IBM.
O pensamento dos lideres da IBM era de que se ganha com hardware e não com software.
Em tempos atuais, isso é totalmente inverso. Gates e seus parceiros Allen e Balmer
precisavam agora de um sistema operacional; Pall Allen consegue comprar o Q-DOS da
Seattle Computer por 50 mil dólares e com algumas modificações surge o MS-DOS.
Steve Jobs e sua equipe (Apple) conseguem por rejeição do Xerox Palo Alto uma cópia de
interface gráfica e o mouse de dois botões. Surge o projeto Lisa com tela gráfica,
computador com nome da sua filha, onde é retratada sua má relação com uma possível
família, posteriormente todos conhecem o Macintosh. Bill Gates diante de sua lábia,
representado pela Microsoft, consegue trabalho na Apple, ocorre que eles realizam uma
nova cópia sobre a Apple, lançando então o Windows. Diante da arrogância de Jobs, ele se
traiu, mostrando o ouro ao pirata. Quando Jobs descobre já é tarde.
Finaliza-se o filme com o que se tornou a vida de cada personagem. Jobs com uma família
consolidada e de volta à Apple após ser desligado, Wozniak ensinando informática a
crianças e Gates figurado como o mais rico do mundo.
No bem estruturado desenvolver da narrativa, percebe-se alguns pontos relevantes: [1] o
interesse e a busca por ver realizados projetos; [2] o tratamento e a relação entre
empregado, empregador e cliente; [3] a visão de mundo e futuro do mercado e [4] a batalha
por um produto exclusivo e superior vantagem competitiva.
Sociedade dos Poetas Mortos – 129 Minutos
Drama

Duração: 129 min

Ano de Lançamento: 1989

Direção: Peter Weir

Elenco Robin Williams, Ethan Hawke, Robert Sean Leonard, Josh Charles, Dylan Kussman




Sinopse: A escola está preocupada em ensinar, e não em fazer o aluno aprender a pensar.
A chegada do professor Keating ao internato mexeu com as estruturas da instituição,
baseada nos princípios da tradição-honra-disciplina-excelência. Embora ex-aluno da Welton
School, Keating professava um estilo dito revolucionário, nas suas aulas de literatura inglesa
e no relacionamento proposto aos seus discípulos. O resultado é fácil de imaginar. Esta é a
trama central do filme Sociedade dos Poetas Mortos, dirigido por Peter Weir, e que foi um
dos premiados com o Oscar da Academia de Cinema de Hollywood. As cenas se passam
em 1959 e colocam em evidência os conflitos entre o conservadorismo expresso pela
direção exercida pelo anglicano Nolan e o jovem mestre, que entra na sala de aula
assoviando a 1812, para espanto dos seus engravatados alunos. Logo depois, manda
arrancar as folhas de Introdução à Poesia, de Pritchard , sob a alegação de que era um texto
superado. Keating, interpretado pelo excelente Robin Willians, permite que os seus alunos
subam nas mesas, joga futebol, com eles, incentiva Neil a ser ator, contrariando o pai
autoritário, que o retira da escola, ameaçando-o com uma academia militar:- Você não tem
nada que pensar, deixe que o faça por você ! Pressionado e angustiado, Neil se suicida,
com o revólver do pai.Foi uma das cenas mais fortes desse filme de altíssima qualidade.
Questiona-se até onde deve ir a autoridade paterna, chocando-se com a vocação do filho,
este amparado pelo professor compreensivo e amigo. Após o suicídio , a família de Neil
processa a escola, responsabilizando-a pelo desvio do jovem adolescente. E é claro que a
culpa recai sobre Keating, para quem a verdadeira educação é a que induz o indivíduo a
escolher o que gosta, o que está dentro de si, e não o que lhe é imposto. Por isso mesmo,
faz da legenda latina carpe diem (aproveite o dia) o seu lema permanente. Quando preciso,
as aulas eram dadas no pátio da escola, com forte sensibilização do aluno para o objeto do
estudo, sem passar pela teorização. Histórias sobre educação e métodos pedagógicos, em
geral, produzem trabalhos de pouco apelo popular. Não foi o que aconteceu com Dead
Poets Society. O seu sucesso internacional mostra, acima e tudo, um incrível interesse pelas
relações entre autoritarismo e liberdade, pais e filhos, colegas entre si. Aliás, o filho focaliza,
em fortes contornos, a figura do dedo-duro Cameron, um lourinho subserviente, que criticava
o professor querido da turma, pelos seus excessos de liberalidade. Foi ele que contou à
diretoria o que se passava em classe. Keating é expulso de Welton , Nolan retoma as suas
aulas e o faz dentro do estilo conservador de sempre. Quando Keating entra na sala para
apanhar os seus pertences, numa cena valorizada pela música de Maurice Jarre, alguns dos
alunos, mais chegados reagem à sua saída. Sobem à mesa, num gesto de solidariedade,
enquanto Keating se comove, chegando às lágrimas. O diretor esbraveja, protesta, mas a
atitude dos jovens é mais forte – e é o que fica da mensagem embutida nesta obra-prima do
cinema contemporâneo.




Análise do filme “Sociedade dos poetas mortos....
O filme “Sociedade dos Poetas Mortos, mostra claramente o papel de aparelho ideológico
que a escola assume .
Naquela escola considerada o “padrão” da época, ordem , disciplina, eram usados no
sentido de coibi a expressão e a valorização do pensamento livre. O diretor no início do filme
deixa claro para os novos alunos que eles estão tendo uma oportunidade ímpar, pois
estudar naquela instituição era privilégio de poucos. Segurando a vela o diretor diz aos
alunos: “esta é a luz do saber”, como se até aquele momento eles nada soubessem.
O tipo de escola mostrada no filme era a de uma instituição tradicional, com metodologia
tradicional arcaica, esfacela, com professores tradicionais, desatualizados,
incompreensíveis, acomodados, enfim, tartarugas. Mas como toda regra tem uma exceção ,
chega na escola o professor Keating¸ que usando de criatividade determinação,
competência, honestidade e valorização da experiências anteriores a escola, começa a
instigar os alunos da escola para que percebam – se sujeitos de sua aprendizagem e não
apenas objeto. A metodologia utilizada por Keating foi muito questionada pelos outros
professores. Após Keating haver terminado a sua aula na pátio da escola, um dos
professores o elogiou dizendo que a aula havia sido muito boa, no entanto, ele teria
problemas mais a frente, uma vez que estava ensinando aos alunos coisas que poderia
fazer com eles se revoltassem contra o próprio professor. Mas mostrando serenidade,
humilde e sabendo de suas limitações, Keating responde que não deseja formar artistas,
mas livres pensadores
A metodologia adotada pelo professor Keating desagradava profundamente a direção da
escola que buscava um forma para punir o professor inovador.
O que chama muito a atenção é que mesmo existindo tantas formas de linguagem, tantos
signos e código lingüísticos, é na arte que ele busca a sua inspiração para lecionar e refletir
sobre o mundo.
Os diversos poemas apresentados e as vários formas de interpretação que Keating os dava,
fazia com que os textos tivesse vida o que facilitava o processo ensino-aprendizagem. Tal
metodologia fazia das aulas dinâmica, participativa.
O filme é recheado de sensibilidade. Vemos claramente no filme a luta de Neil que deseja
ser ator e foi tolhido pela família o que o faz tirar a própria vida, pois, até aquele momento,
segundo o que deixará escrito: “não havia aprendido a viver”.
Percebemos na atitude de Neil como os nossos alunos e nós mesmos nos sentimos quando
somos privados de fazermos aquilo que realmente gostamos de fazer. Muitas vezes,
diferente de Neil, não tomamos uma decisão trágica de forma imediata, mas , passamos a
vida toda tentando compensar as nossas angustias e decepções.
Vimos também no filme a importância da arte na vida das pessoas. Através dela Keating,
conseguir despertar a sensibilidade que repousava dentro de cada um. Fez – os perceber
que não somos apenas razão, mas também sentimentos e que a vida precisa ser vivida
intensamente, aproveitando um dia de cada vez (Carpem Diem).
Através da arte, Keating os fez expressar – ri , porque o riso faz bem a saúde e a própria
vida. Os fez perceber que todos nós somos capazes de dá grandes contribuições para a
humanidade, pois cada um de nós é importante.
Os alunos de Keating ao tomarem conhecimento da história e dos mistérios que envolviam a
Sociedade dos poetas mortos, desejaram conhecer um pouco mais sobre o assunto.
Aprenderam vivendo profundamente “a essência da vida” que palavras e idéia podem mudar
o mundo. E é exatamente o que nós esquecemos muitas vezes. Que as nossas palavras
tem poder e que podem mudar o mundo para melhor ou para pior, mas mudam ainda que
seja apenas o mundo do nosso aluno e por isso somos responsáveis.
O filme é uma grande reflexão sobre a nossa prática pedagógica e sobre o tipo de escola
que queremos e o mais importante, sobre que tipo de cidadão queremos ajudar a formar: um
cidadão alienado ou um ser humano participativo, dinâmico que consegue não apenas se
perceber no mundo para interagir criticamente com ele. Um ser humano que vê seus sonhos
serem tolhidos ou alguém que nos agradecerá a vida toda pela grandes contribuições
dadas?
Desejo ser recordados pelas coisas boas que fizer, não pelos erros que cometo no desejo
de acertar.

Alan Carlos Dias

Que lição tirar de Sociedade dos Poetas Mortos?
Quebrar barreiras impostas é essencial para o crescimento, mas é igualmente
importante fazer isso de modo coerente


Texto
Gabriel Navarro


É preciso ousadia e tato para ensinar os alunos a questionar

FILME: Sociedade dos Poetas Mortos, dirigido por Peter Weir, com Robin Williams e Ethan
Hawke, 1989.


A HISTÓRIA: No final dos anos 50, ex-aluno (Robin Williams) de uma conservadora escola
preparatória se torna o novo professor de literatura da instituição. Entretanto, os métodos de
incentivar os alunos a pensarem por si mesmos criam um choque com a ortodoxa direção do
colégio.


QUEM INDICA: A jornalista e escritora Isabella Saes. “O professor que chega àquela escola
revoluciona a maneira dos alunos pensarem. Ele apresenta a emoção e os sentimentos
reais a eles, peça fundamental para que alguém possa se tornar um aprendiz de verdade.”


POR QUE VER: “É importante para a conscientização de que sempre é tempo de mudança.
As portas se abrem quando somos estimulados e encorajados. É papel do professor
caminhar lado a lado ao seu aluno, estimulá-lo, e levá-lo a busca dos próprios ideais”, opina
a coordenadora pedagógica Sueli Marchetti Zaparolli do Colégio Luiza de Marillac, São
Paulo.


QUE BOM EXEMPLO TIRAR: “A escola é o lugar onde não só aprendemos os conteúdos
programáticos propostos, para obtermos cultura e informação, mas principalmente onde se
aprende a viver em conjunto. Época de conquistas, de formação integral e de auto-
afirmação. Por meio do filme percebe-se o quanto a educação é coisa do coração, do
sentimento também”, completa Sueli.
Prova de Fogo – 112 Minutos
Dados do Filme
Título Original: Akeelah and the Bee
Título Traduzido: Prova de Fogo
Gênero: Drama
Duração: 112Min
Ano de Lançamento: 2006
Direção: Doug Atchison




Sinopse - Akeelah é uma menina de onze anos, que mora com sua mãe e seus dois irmãos,
seu pais já é morto e sua mãe não da muita atenção a ela, pois tem que sustentar a família.
Akeelah é provocada por umas gurias no colégio por ser muito esperta. O diretor do colégio
um dia obriga Akeelah a entrar num concurso no colégio de soletração.
No dia do concurso Akeelah é a vencedora, o diretor traz um homem chamado de Dr.
Larabee que pede para Akeelah soletrar umas palavras mais difíceis, até que ela erra uma e
as garotas que implicam com ela, começam a falar que a Nerd errou, Akeelah irritada sai
correndo pelas escadas do colégio e antes dela sair o diretor alcança ela e fala para ela não
desistir, pois ela tem muita chance de ir para o concurso estadual, e que o Dr. Larabee pode
ajudar ela a soletrar melhor, mas assim mesmo ela sai correndo para casa. Ao amanhecer
seu irmão mais velho o que não mais mora com ela, insentiva ela a soletrar, pois seu pai
gostaria que ela soletra-se como ele gostava. Ccom isso, Akeelah aceita proposta e tem que
aprender a soletrar sozinha, pois ela e o Dr. Larabee brigam. No dia do campeonato
Akeerah conhesse um amigo chamado Dylan. Akeelah quase no fim ela soletra uma palavra
errada e acaba sendo eliminada, mas uma mão de um outro menino sobra para ela as
ultimas letras e acaba sendo eliminado e deixando uma nova chance para Akeerah uma
nova chance, Akeerah soletra a palavra certa e acaba passando para o campeonato
estaduais. Akeerah começa a treinar para as estaduais junto com seu amigo Dylan, na
escola dele, ao chegar em casa ela é xingada por sua mãe por não pedir autorização para
sair, sua mãe acaba proibindo que ela continua com a soletração, Akeelah furiosa acaba
falsificando a autorização para ela ir ao campeonato regional. Akeerah pede para o Dr.
Larabee a ensinasse a soletrar melhor, ele aceita a proposta dela e começa a ensina a ela a
soletra melhor, ela começa a aprender latin e françês, ela tem um forte costume de bater
com a palma da mão na perna para contar quantas letras tem a palavra, o Dr. Larabee tira
esse costume dela batendo numa panela para ela perder a concentração de ficar batendo na
perna. Chega o dia de mais uma competição e ela vai com o Dr. Larabee, ela começa a
soletras e até que chega sua mãe e não quer deixar ela ficar lá, pois não aterrorizou
Akeerah a ir na competição, ela chama akeerah para sair do palco e os juizes falam que ela
tem que voltar antes de começar a próxima rodada de palavras, ela demora um tempão na
rua mas seu amigo fica enrolando os juizes, até ela convencer sua mãe e conseguir entrar.
Ela ganha junto com seu amigo e com um outro menino que é obrigado pelo pai a treinar dia
após dia para ganhar, pois sempre ficou no segundo lugar, e esse ano era seu ultimo, ele
teria de ganhar de qual quer maneira. Quando Akeera chega na casa do Dr. Larabee para
aprender mais ele fala que ja ensinou tudo o que sabia, ela ja sabia tudo e as estaduais era
a próxima competição. Akeerah vai para as competição e acaba ficando empatada com
Dévon, o menino que o pai obrigava a estudar, e ela erra para deixar ele ganhar mais ele ve
que ela erra para ele ganhar e ele erra também para competir com ela direito, vai até que os
dois empatam e os dois ficam em primeiro lugar.

Mais...

Este final de semana peguei este filme Prova de Fogo ( Akeela and the bee , EUA 2006),
com Laurence Fishburne e a excelente Keke Palmer , que trata de uma menina, Akeela, que
estuda em um colégio do governo com instalações precárias no sul da Califórnia e que tem a
curiosa habilidade de soletrar. Isto chama a atenção de sua professora e do diretor, que em
busca de promoção e recursos para a escola recorre a um amigo, o Dr. Larabee (Fishburne),
um professor afastado das salas de aula que guarda um trauma familiar e que se dispõe a
treinar a menina depois desta vencer o campeonato de soletração na escola. Enquanto a
menina passa por conflitos por não se adequar e querer ser “normal”, chegando a pensar em
não participar das seletivas regionais do concurso, vai-se criando uma relação forte entre a
menina e seu treinador, bem como são fortalecidos seus laços com sua mãe, que ainda
sofre com a morte violenta do marido e com o descaminho de um dos seus filhos. O filme
toca vários temas, como o sentimento de inadequação dos jovens — chegando até a
abordar o tema racial — ou a cooperação que se pode encontrar em uma comunidade. Trata
também da perda e da superação das dificuldades, do reconhecimento do seu próprio valor
e, é claro, do valor que têm o conhecimento das palavras não como memorização, mas
como agente de poder e elemento carregado de significado. O filme nos faz mergulhar no
universo dos concursos de soletração, no qual vemos toda a pressão que os filhos sofrem
dos pais como uma metáfora para toda a relação pai-filho. Uma boa recomendação, acho
eu, mesmo que você não goste muito do cinema americano, pois trata de um tema humano
com beleza e simplicidade. Essa menina, a Keke Palmer, tem futuro.
O Carteiro e o Poeta – 109 Minutos
título original: (Il Postino)
lançamento: 1994 (Itália)
direção:Michael Radford
atores:Massimo Troisi, Philippe Noiret, Maria Grazia Cucinotta, Renato Scarpa.
duração: 109 min
gênero: Romance




Sinopse: Por razões políticas o poeta chileno Pablo Neruda (Philippe Noiret) se exila em
uma ilha na Itália. Lá um desempregado (Massimo Troisi) quase analfabeto é contratado
como carteiro extra, encarregado de cuidar da correspondência do poeta, e gradativamente
entre os dois se forma uma sólida amizade, sendo que o carteiro solicita e recebe a ajuda do
poeta a fim de conquistar o grande amor de sua vida. O filme foi vencedor do Oscar de
melhor                                       trilha                                  sonora.
Um pouco da história… Mário Ruppolo vive à beira-mar com o pai; este um pescador como
a maioria dos homens da localidade. Acontece que Mário não quer ser mais um deles; tem
até alergia. Para fugir um pouco da pregação do pai, divide seu tempo entre longos
passeios, e quando pode, vai ao cinema. Ao ver uma vaga nos Correios, vê a chance de unir
seu gosto pelos passeios com sua bicicleta, a um trabalho longe das pescarias. Aliado a
isso, o prazer em ter um contato maior com Pablo Neruda, que se encontra em exílio
político. Aos poucos, as barreiras entre esses dois homens vão se quebrando. Surgindo uma
amizade. Mário, em sua simplicidade, ganha o carinho de Neruda. Que o ajuda a vencer a
timidez para se aproximar de sua amada Beatrice. Com o término do exílio, Neruda vai
embora. Mário, por sua vez já está casado. Mas não é mais o homem de outrora. Quer
agora      falar   e    muito.    Então     se      engaja na    política    de    oposição.
Destaco aqui, uma passagem onde a sogra fica a repetir “o pássaro comeu e foi embora“.
Que Neruda aproveitou-se do genro enquanto lhe foi útil. Então, Mário lhe diz que se alguém
fora útil ao outro, esse alguém fora Neruda a ele. Ele sim aproveitara aquela convivência.
Aprendera muito de si mesmo com o poeta. Claro que para ambos, carteiro e poeta, não
houve uma materialidade nessa convivência, mas sim uma troca saudável, prazeirosa e que
preencheu a vida deles naquele período. Por iniciativa de um, como também da boa
receptividade do outro, houve carinho, respeito e apreço naquela amizade. Mesmo num
curto período, fora marcante. E ele não foi apenas um cumpridor do seu dever - o de
entregar carta. Enfim, temos aqui uma linda história de amizade!

“Quando se explica a poesia, ela se torna banal.” (Neruda)

“O que se pode inferir sobre uma comparação entre a atividade do carteiro e a do poeta, é
que em maior ou menor grau ambos trabalham com a palavra, têm a atribuição de levar a
mensagem aos seus interlocutores.” (Prof. Juarez Firmino)

Mais...

Resumo do Filme O Carteiro e o Poeta
Autor: Raimundo da Silva Santos Júnior
Em: 08.12.2008

         O filme é uma longa metragem e apresenta a realidade de uma pacata cidade que
tinha como principal problema a falta de água doce, uma cidade ideal para refúgio dos
exilados de qualquer revolução. Numa cidade com essa característica o desemprego era
algo comum. Mário Ruopollo era um cidadão de poucas letras e conseguiu um emprego de
carteiro para um único destinatário, o escritor famoso Pablo Neruda, exilado. Mário teria que
sobreviver com a gorjeta que receberia do escritor, pois o salário era muito baixo segundo as
palavras do empregador.

        Mário interessou-se tanto pela fama que atraia a atenção de tantas mulheres que se
tornou amigo de Neruda, tendo aprendido com este a conquistar seu grande amor, uma bela
jovem da cidade. Além disso, o aprendiz tornou-se um notório crítico ao sistema opressor,
tendo sido morto na revolução por defender os direitos dos menos favorecidos.

        Vemos no filme a importância da afetividade para a aprendizagem. O Jovem Mário
não teria adquirido o espírito pesquisador e não teria se tornado uma pessoa diferente,
corajosa, livre da alienação se não tivesse sido valorizado pelo grande poeta. Este que
passou uma imagem fácil do que é a verdadeira poesia, tendo estimulado no espírito do
jovem o desejo de aprender tal arte.

         O desenvolvimento da habilidade do jovem senhor se deu com grande rapidez,
resultado de longas leituras. A leitura abre caminho para novas descobertas, ela liberta o
indivíduo de sua individualidade, de seu pequeno mundo e lhe permite ver o global e agir
sobre ele.

        Sem dúvida o Filme é uma grande fonte de reflexão para o Supervisor Educacional,
a quem é imprescindível a leitura, a investigação, a quem é imprescindível acreditar em seu
potencial e a quem é imprescindível criar estratégias inteligentes para desenvolver o
potencial de professores, alunos e demais funcionários.

         Com o filme, reforçamos a convicção de que as pessoas aprendem com muita
facilidade aquilo que interessa a elas. É importante que tornemos as aulas interessantes a
nossos alunos, assim como é importante que tornemos interessante nossa prática
supervisora, para que nossos professores tenham prazer em avançar em busca da melhor
qualidade da educação.
DIÁRIO DE UM ADOLESCENTE – 101 Minutos
título original: (The Basketball Diaries)
lançamento: 1995 (EUA)
direção:Scott Kalvert
atores:Leonardo DiCaprio, Lorraine Bracco, James Madio, Patrick McGaw.
duração: 101 min
gênero: Drama
Sinopse: Em Nova York, Jim Carroll (Leonardo Di Caprio) é um promissor jogador de
basquete, mas logo se afunda no submundo das drogas e, para manter o seu vício, ele
rouba e se prostitui. Em plenos anos 70, ele e seus amigos começam a usar as mais
diversas drogas para melhorar seu rendimento no basquete. Ele narra ainda, o destino de
seus amigos: Pedro (James Madio), que se perde nas drogas, Mickey (Mark Wahlberg) que
pega 15 anos de prisão após assassinar um traficante e Neutron (Patrick Mc Gaw), o mais
consciente da turma, que pula do "trem" antes do precipício. É deplorável ver como eles vão
topando qualquer coisa para conseguir as drogas. Para quem não conhece essa realidade,
só assistindo o filme para entender do que um viciado é capaz.

Comentário: Já ouviu falar do poeta, músico e ator de cinema americano, Jim Carroll? Bem,
descobri, assistindo ao ótimo filme O Diário de um Adolescente (1995), que, dos 13 aos 16
anos, ele sofreu demais por causa de drogas. Sua sorte foi encontrar uma pessoa disposta a
ajudar (um amigo que o resgata à beira da morte e o tranca em casa para desintoxica-lo), e
seu grande talento para as artes, que já despontava aos 12 anos, quando começou a
escrever seu diário, que se transformaria em livro e filme no futuro. Uma mistura de alerta e
desabafo, o filme é excelente, graças, ainda, ao talento do também adolescente na ocasião
das filmagens, Leonardo Di Caprio.

As cenas do garoto preso num apartamento, passando pela desintoxicação são pra lá de
realistas. Eu nunca vi ninguém naquela situação terrível, mas dizem que dói fisicamente e a
pessoa entra num desespero total para conseguir qualquer coisa que faça parar a dor. Na
primeira oportunidade, ele ganha as ruas e vai correndo atrás da droga. Sem dinheiro,
procura a mãe, desesperado. Essa cena é muito forte, porque o ator tenta de tudo para que
a mãe lhe dê dinheiro, gritando como um louco na sua porta. Ela, com o coração partido,
chama a polícia para o próprio filho.

O ótimo roteiro (numa abordagem absolutamente adolescente, portanto, muito realista), a
direção e o talento dos atores fazem de O Diário de um Adolescente um filme obrigatório
para quem tem filhos numa idade perigosa. Para adolescentes que estão pretendendo se
envolver com drogas, o filme é uma excelente "banho de água fria", podendo evitar o olhar
de fascínio sobre esse universo, que TODO MUNDO SABE, nunca acaba em boa coisa.
Você conhece algum viciado em drogas pesadas que tenha uma boa vida, produtiva,
saudável e digna? Eu não!

"Eu simplesmente amo esse filme! O desempenho de Leonardo De Capprio é´simplesmente
fantastico! Com certeza se eu fosse uma professora faria um trabalho muito rico com este
magnifico filme! "
                                                                  visitante Karen Patricya


"Esse filme é ótimo para utilizar em projetos didático-pedagógicos na escola, pois abrange a
questão das drogas de uma forma real tendo em vista que é inspirado em uma autobiografia.
Já o utilizei em duas ocasiões e, além de causar grande interesse aos alunos pude perceber
que a mensagem transmitida é assimilada de forma bem melhor do que quando é feito
através de palestras maçantes e cansativas. "
                                                            visitante Gilvander César Martins
Chocolate (Chocolat) – 121 Minutos
título original: (Chocolat)
lançamento: 2000 (EUA)
direção:Lasse Hallstrom
atores:Juliette Binoche, Lena Olin, Johnny Depp, Judi Dench.
duração: 121 min
gênero: Comédia




Sinopse - Como um doce pode transformar a vida de cidadãos comuns de uma cidade no
interior da França? Simples: fazendo-os questionarem sobre sua própria vida.

Esse é o principal mote do filme “Chocolate”, de 2000, com Juliette Binoche e Johnny Depp.
Como a protagonista e narradora, Vianne, diz logo no começo do filme: “Todos sabiam como
se esperava que agissem e conheciam seu lugar na ordem das coisas”. O chocolate
simplesmente rompe com todas as tradições e passionalidade daquele povo. Como? Vianne
e sua filha chegam à tranqüila vila de Lasquenet e com o passar dos dias, abrem uma
atraente loja de chocolates – vizinhas à igreja e no tempo da quaresma. Alguém queria
briga? Não intencionalmente, mas a tradicional e antiquada comunidade não vê com bons
olhos aquela mulher ateia, mãe solteira, independente e autoconfiante.

Além disso, Vianne tem sua misteriosa e quase mágica habilidade em perceber os desesjos
pessoais de cada freguês e satisfazê-los perfeitamente com o confeito certo. Pouco a pouco,
cada morador se entrega às tentações e a felicidade: Caroline e sua mãe, Armande, que não
conversavam há anos; a Sra. Audel, que guardava luto pelo marido durante mais de 30
anos; e Josephine, que era espancada pelo marido. Vianne contrai uma briga pessoal com o
Conde Reynaud, o prefeito da cidade, um homem amargurado, que foi abandonado pela
esposa. Se render ao prazer do chocolate não é algo fácil para esse homem. O cacau tem
poder de revelar desejos ocultos. Finalmente, é chegada a hora de Vianne render-se quando
outro forasteiro, Roux, um pirata, chega a vila. Porém, problemas surgem quando suas
      ações são confrontadas por aqueles que preferem os caminhos do passado a topar o
      desafio de descobrir e se render ao doce sabor do prazer.

      CHOCOLATE - QUIZ
      Confira se seus conhecimentos sobre "Chocolate" são bons
      TESTE
1) Quem narra a história de Vianne (Juliette Binoche), a responsável pelos deliciosos chocolates do filme?


     A própria Vianne

     Sua filha Anouk

     A velha Armande

     A amiga Josephine


2) Antes de partir para o interior da França, Vianne e Anouk (Victoire Thivisol) viveram em que cidade?


     Viena

     Paris

     Cidade do México

     Casablanca


3) O personagem Anouk tem um melhor amigo. Quem é?


     O cachorrinho Charlie

     Uma fadinha sem poderes mágicos

     Um gnomo

     Um canguru imaginário

4) A velha Armande, interpretada por Judi Dench, sofre de uma doença no filme "Chocolate". Qual é?


     Mal de Alzheimer

     Osteoporose

     Diabetes

     Mal de Parkinson

5) O pai de Vianne conheceu sua mãe numa viagem à América Central. Qual foi o motivo da viagem?


     Ele era arqueólogo e foi estudar a cultura asteca

     Ele era boticário e foi estudar os poderes medicinais das plantas americanas

     Ele era médico e foi, como voluntário, combater epidemias que se disseminavam entre as populações indígenas locais

     Ele era dono de uma loja de doces e foi conhecer novas formas de preparação do cacau
Meu Papai é Noel – 97 Minutos
                                                      Sinopse: Os problemas de Scott
                                                      Calvin (Allen), um executivo de uma
                                                      grande fábrica de brinquedos, têm
                                                      início num dia de Natal, quando Papai
                                                      Noel se acidenta na sua casa e,
                                                      impossibilitado de cumprir sua
                                                      função, desaparece. Mas há uma
                                                      cláusula no contrato de seguro do
                                                      bom velhinho que acaba forçando
                                                      Scott a se passar por Papai Noel.
                                                      Inicia-se então uma grande
                                                      transformação fisíca e psicológica em
                                                      Scott, que deixará todos
                                                      boquiabertos.




FICHA TÉCNICA
Diretor: John Pasquin
Elenco: Tim Allen, Judge Reinhold, Wendy Crewson, Eric Lloyd, David Krumholtz, Larry
Brandenburg, Mary Gross, Paige Tamada, Peter Boyle, Judith Scott, Jayne Eastwood, Melissa
King.
Produção: Richard Baker, Caroline Baron, Jennifer Graham Billings, Rick Messina, James
Miller, Robert F. Newmy
Roteiro: Leonardo Benvenuti, Steve Rudnick
Fotografia: Walt Lloyd
Trilha Sonora: Michael Convertino
Duração: 97 min.
Ano: 1994
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
O Presente do Papai Noel
Primeiramente, um pouco da história do Papai-Noel :
1. Em 280 d.C. existiu um bispo turco chamado Nicolau Taumaturgo que deixava moedas nas
chaminés das famílias pobres no Natal.
2. Nicolau foi decretado "santo" pela Igreja, de onde o nome "São Nicolau".
3. Até o séc. XIX a roupa do papai noel era marrom ou verde escuro, mais comum ao inverno.
4. Um cartunista alemão (Thomas Nast, 1886) fez um desenho do São Nicolau com roupas
vermelho e branco, que a Coca-cola usou a partir de 1931 para divulgar um novo papai-noel com
as cores da coca.
5. A lenda foi se transformando e há quem diga que Papai-Noel entrega brinquedos às crianças
bem-comportadas e carvão às más.
Hoje, a figura do Papai-Noel está mais do que difundida no mundo ocidental, embora nem todos
saibam sobre sua história. Famoso em filmes que incansavelmente são repedidos nas TV´s,
como "Papai Noel existe" e "Meu Papai é Noel 1" (2 e 3 também, believe me!). Estrela em
shoppings centers. Ativo nas festas de natal, em que um tio da família recebe a incumbência de
passar calor em Dezembro, debaixo da fantasia. Presença em comerciais de televisão,
anunciando de brinquedos a água sanitária. Boneco de vela nos iluminados enfeites natalinos. E
nas músicas que se repetem todo ano, a despeito das preferências e gostos musicais dos
ouvintes: "Eu pensei que todo mundo fosse filho de papai noel..."
Recentemente, comecei a manifestar mais ativamente minha opinião sobre o empenho em
ensinar a criança a acreditar na existência da figura do velhinho bonachão e fiquei surpresa com
a quantidade de pessoas que se zangaram comigo. "Revoltada!", "Implicante!", "Não teve
infância!", "As crianças PRECISAM acreditar!", foram algumas represálias.
Então percebi que na minha infância (sim, eu tive e foi muito boa, obrigada) as crianças não eram
ensinadas a acreditar na fantasia de Noel com tanto afinco. Ou eram e eu não percebia, já que
nunca acreditei? Os pais das crianças de hoje foram crianças na minha época. Então penso que
talvez tenham acreditado em Papai Noel e, tal qual um ritual de trote universitário, passam a
"lição" sobre a nova geração de crianças-calouros. Ou não acreditaram, e algo se passou em
nossa cultura nos últimos 20 ou 30 anos, e começaram a acreditar que devem ensinar a acreditar.

Perguntei para alguns adultos. Vários responderam que acreditavam quando crianças e depois
começaram a desconfiar. Uma parte desses se decepcionou bastante quando soube "a verdade".
Mas curiosamente, outra parte começou, em um belo dia, a desconfiar. E aí passaram a enganar
os pais, fingindo que acreditavam naquilo que os pais os enganavam a acreditar. Para continuar
ganhando presentes e para não decepcionar os pais (!!!). Incrível, não? Eu fico pensando: minha
nossa, quanto trabalho!!!
Agora chega a parte em que eu quero falar sério. Vamos falar de behaviorismo ao invés de
achismo ("eu acho bom" x "eu acho ruim"). A rede de comportamentos em torno do tema "Papai-
Noel" pode ser considerada uma prática cultural (3º nível de seleção). Acontece que
"metacontingências não envolvem necessariamente mudanças sociais. Ao contrário, seria mais
fácil exemplificar metacontingências de manutenção do status quo" (Todorov, 1987, p. 12). Mas
existem dois "subtipos" de metacontingências, as tecnológicas e as cerimoniais (Glenn, 1986).
Metacontingências tecnológicas não são arbitrárias; elas possuem valor e utilidades reais para
quem se comporta e todo o grupo. Metacontingências cerimoniais são mantidas por reforços
sociais em que as consequências reforçam devido ao poder de status, posição ou autoridade. E,
além disso, não se observa qualquer mudança no ambiente que beneficie as pessoas envolvidas
(Torodorv, 1987). Segundo Baum (2004), esse tipo de regra cerimonial é coercitivo. As
tecnológicas especificam: “Faça isso porque é importante para você e seu grupo, porque sua
ação vai produzir os benefícios X Y e Z”. As cerimoniais diriam: “Faça isso porque eu quero” (na
verdade elas não podem falar assim então há vários disfarces, como veremos).
Agora como você completaria a frase:
- Crianças precisam acreditar em Papai-Noel porque.............................
Essa prática não tem valor de sobrevivência nem de utilidade intrínsecos para a criança. É uma
prática cerimonial, que funciona para manter o status quo. Então talvez devêssemos nos
perguntar quem é que se beneficia de fato (quem?). Uma coisa interessante de práticas
cerimoniais é que certos valores começam a ser agregados arbitrariamente à própria prática, para
justificá-la. São novas regras (verbais) que funcionarão quanto mais forem ao encontro de outras
práticas culturais já estabelecidas. Uma delas é a da “felicidade de comercial de margarina”,
desconstruída em nossos trabalhos de Terapia de Aceitação e Compromisso (Hayes). É fácil
encontrar esse anúncio por aí, do comercial de margarina ao Papai-Noel, quando somos
ensinados a acreditar que precisamos ter um sonho no qual acreditar para sermos felizes. Como
na matéria de Contardo Calligaris, hoje: “Papai Noel encarna a esperança básica de que, ao
menos uma vez por ano, o mundo nos queira bem”. E daí surge uma necessidade (psicológica),
antes inexistente. E como nos viramos no resto do ano? Que controle tamanha fé e força de
vontade poderão exercer sobre os outros meses de nossa vida, em uma contingência de tão
longo prazo?
A prática se perpetua, temos um trabalhão e alguém sai ganhando. Podemos compreender
alguns benefícios econômicos, e não me refiro somente aos clássicos ataques “o-Natal-serve-à -
burguesia-capitalista”. Ora, se serve ao capitalismo, todos podem ser beneficiados. A produção
industrial aumenta as vendas, as contratações de funcionários, todas as classes podem levar o
seu filão. Que outras instituições se beneficiam? A família? Sim, como um evento que promove
união (mas nesse caso a figura de Santa Claus seria necessária?). Sim, como um evento que
promove coerção (“seja bonzinho ou Papai-Noel não vai te dar presente”). Mas quem mais
sobrevive é a própria prática cultural.
Benefícios há. Mas penso se essa pequena “redução de danos” do resto do ano acaba por nos
anestesiar para os problemas reais que poderiam ser enfrentados também de modo mais real,
com práticas culturais tecnológicas. Eficazes. Quanta energia desperdiçada no ensino da ditadura
da felicidade que, sendo impossível, é retroalimentada por novos sonhos também impossíveis. Se
é necessário tudo isso para que a a criança acredite que alguém gosta dela, há algo de podre no
reino do polo norte. Em tempo: sou totalmente defensora dos sonhos, das fantasias e das
brincadeiras (dedicar Mestrado e Doutorado sobre esse tema não é moleza). Não vejo mal em
contar à criança que o Papai-Noel faz parte de uma bonita lenda de Natal, que é uma brincadeira
divertida. Mas a serviço de qual status quo precisaríamos transformar uma brincadeira em uma
trama tão complicada? Tão perigosa?
O Besouro – 95 Minutos
título original: (Besouro)
lançamento: 2009 (Brasil)
direção:João Daniel Tikhomiroff
atores:Aílton Carmo, Jéssica Barbosa, Anderson Santos de Jesus, Flávio Rocha.
duração: 95 min
gênero: Ação




Sinopse: O besouro é um inseto que, por suas características, não deveria voar, mas voa.
E Besouro também é o nome do maior capoeirista de todos os tempos. Um menino que, ao se
identificar com o inseto que desafia as leis da Física, desafia ele mesmo as leis cruéis do
preconceito e da opressão. Um mito, um super-herói.
O filme Besouro, que conta a sua história, é um épico em que fantasia e registro histórico se
misturam no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano dos anos 20.
Inspirado em fatos reais, Besouro será um filme de aventura, paixão, misticismo e coragem sobre
este personagem real que se tornou lenda. Queremos que ele seja, para a capoeira, o que filmes
chineses contemporâneos como Herói e O Tigre e o Dragão são para as artes marciais orientais:
um espetáculo de aventura, onde a paixão, o misticismo e a emoção têm papel central.
Bahia, década de 20. No interior os negros continuavam sendo tratados como escravos, apesar
da abolição da escravatura ter ocorrido décadas antes. Entre eles está Manoel (Aílton Carmo),
que quando criança foi apresentado à capoeira pelo Mestre Alípio (Macalé). O tutor tentou ensiná-
lo não apenas os golpes da capoeira, mas também as virtudes da concentração e da justiça. A
escolha pelo nome Besouro foi devido à identificação que Manuel teve com o inseto, que segundo
suas características não deveria voar. Ao crescer Besouro recebe a função de defender seu povo,
combatendo a opressão e o preconceito existentes.
Em uma época na qual os negros ainda não tinham conquistado sua liberdade, embora
formalmente fossem considerados livres, alguns ex-escravos encontraram um caminho para lutar
pelos seus direitos, uma estranha coreografia que mesclava luta e dança, conhecida como
Capoeira. É neste cenário que surge um dos heróis mais lendários do Brasil, Besouro.

Nascido na Bahia, este símbolo do movimento negro logo se tornou um mito quando as pessoas,
incapazes de explicar de outra forma suas constantes vitórias contra os policiais e as autoridades
constituídas, passaram a atribuir este sucesso ao seu dom de voar. Manoel Henrique Pereira se
transformou então no invencível Besouro.

Esse enigmático personagem da história brasileira veio ao mundo em 1897, oito anos depois da
libertação legal dos escravos, em Santo Amaro da Purificação, cidade localizada no Recôncavo
Baiano. Seus pais, João Grosso e Maria Haifa, eram ex-escravos.

Embora portadores do status de pessoas libertas, os negros não eram exatamente tratados como
membros da sociedade. Na verdade eles faziam parte de uma massa informe, desprovida dos
direitos mais elementares, como moradia, alimentação e trabalho.

Mergulhados neste contexto marginal, os ex-escravos praticamente perpetuam sua antiga
condição, particularmente no campo, sob as garras dos mesmos fazendeiros e senhores de
engenho que tanto se beneficiaram na época da escravidão. É este cenário que Manoel encontra
ao nascer no interior da Bahia.

Aos vinte anos ele já é chamado de Besouro Mangangá, ou Besouro Cordão de Ouro.
Analfabeto, ele já era um capoeirista de renome, a quem ninguém conseguia superar nesta luta.
Apesar de ser um bravo guerreiro, ele também se submetia às condições de trabalho impostas
pelos fazendeiros de sua terra, labutando arduamente na lavoura de cana. Só que o destemido
negro não temia seus opressores, e não era preciso muito para que ele se rebelasse, o que
contribuiu para a construção de sua fama.

Pouco se sabe sobre os caminhos que ele percorreu, mas não é difícil imaginar que suas atitudes
tenham despertado a ira dos dirigentes daqueles tempos, os quais provavelmente o viam como
um perigoso insurgente. As histórias lendárias que circulam sobre este personagem descrevem
combates épicos com o corpo policial de então, dos quais Besouro sempre era o vencedor.
Alguns diziam que ele tinha o ‘corpo fechado’, pois nem mesmo as balas o atingiam.

Seu apelido, Mangangá, explica miticamente sua incrível capacidade de fugir dos seus
adversários – ele se refere a uma espécie de besouro que provoca uma contundente ferroada. Ou
seja, o lutador derrotava o inimigo e logo após desaparecia sem deixar vestígios. Diz a lenda que
ele simplesmente saía voando.

Sua morte também está envolta em mistério. Afirma-se que, depois de um confronto com
servidores de uma fazenda, ele teria levado uma facada; acrescentam os mitos que a faca seria
confeccionada com uma madeira ilustre chamada de ticum, única arma com poderes para
transpassar uma pessoa que tinha o ‘corpo fechado’, de acordo com o universo religioso afro-
brasileiro. Conforme a versão oficial, ele foi morto em uma armadilha organizada pelo filho de um
fazendeiro.

Besouro está de volta, mais forte do que nunca, comprovando sua imortalidade como símbolo da
cultura negra brasileira. Este mito foi resgatado pelo cineasta João Daniel Tikhomiroff, que por
sua vez se inspirou na obra Feijoada no Paraíso, de Marco Carvalho. Ele procura resgatar esta
história não como um filme documental, mas sim como uma mistura de ficção e fantasia.
1808 – A Corte no Brasil – 20 Min
Escrito por Priscila Cardoso em 4 de outubro de 2010 em Documentários, Filmes Históricos, Filmes Nacionais,




                                                                                 Ficha técnica

                                                                                 Lançamento: 2009
                                                                                 Duração: 20 min (cada)
                                                                                 Formato: Avi
                                                                                 Tamanho: 3,85 GB (total)
                                                                                 Legenda: S/L
                                                                                 Servidor: Megaupload




1° episódio – A fuga dos Reis – O tejo tema de tantos e poemas, ponto de partida das viagens que levaram
aos grandes feitos e descobertas dos navegadores lusitanos, foi testemunha de um embarque inusitado 200
anos atrás.

2° epísódio – Nobreza e política – No início do século XIX, a amizade entre Portugal e Inglaterra já tinha
500 anos. A mais duradoura aliança entre dois países. Parceiros no comércio navegavam juntos contra os
piratas e os inimigos.

3° episódio – Um reino sem Rei – Um povo abandonado. Depois da partida da família real a dor tomou
conta dos portugueses. Uma tristeza do fado, este sentimento de orfandade, faz parte da história de Portugal.

4° episódio – A travessia – Ha 2900 Km do Brasil, uma ílha vulcânica se ergue no meio do Oceano
Atlântico. No Santa Helena, um Napoleão derrotado pelos ingleses, dita suas memórias a dois
companheiros, Admite que a invasão da Península Ibérica foi um erro, reconhece que o príncipe D.João de
Portugal, foi o único que consegiu enganá-lo, quando embarcou para o Brasil.

5° episódio – Chegada a Bahia – A viagem da corte portuguesa, já durava quase dois meses desde a partida
no porto de Lisboa em Novembro de 1807. Um típico por de sol em Salvador, fez o soldado de plantão no
forte, no dia 21 de janeiro de 1808, levar um grande susto e correu para contar a novidade. Ao norte, quatro
embracações que parecia ser de guerra se aproximavam, a primeira no horizonte tinha a bandeira da
Inglaterra. João de Saldanha da Gama, o conde da Pontem governador geral da Bahia recebeu a notícia e
ficou em pânico. No diário que escreveu, ele relata o medo de uma invasão inglesa até o outro de que as
outras naus eram portuguesas e uma trazia o pavilhão real.

6° episódio – O desembarque no Rio de Janeiro – OO brique voador era a nau mais veloz da frota
portuguesa. A tripulação do voador fora designada uma importante missão. Chegar ao Brasil o quanto antes.
O voador partiu de Portugal na véspera do embarque da corte. No navio seguiam documentos, com algumas
decisões do príncipe regente D. João, um comunicado que ia deixar o Rio de Janeiro empolvorosa.

7° episódio – A economia do tempo de D. João – O Brasil já era a economia do futuro em 1808. Um
território imenso a ser explorado, o interior ainda desconhecido, um extenso litoral com portos apropriados
para o comércio. Um mercado consumidor praticamente virgente. Ansioso para receber novidades
estrangeiras. Muitas eram as possibilidaes e infinitas as dificuldades para o governo de D. João.

8° episódio – A política no tempo de D. João – No tempo de D. João, governar Portugal era viver na
defesa. Temer constantemente os vizinhos, maiores, mais fortes e poderosos. No Brasil o soberano destas
vastas terras, descobriu que havia uma enorme diferença. Naquela época, tamanho era documento, a
conquista de territórios, uma carta na manga, para negociar a qualquer momento em períodos de guerra ou
quando chegasse a paz.

9° episódio – A corrupção – No Brasil colonial ostentar riqueza era proíbido. Nas roupas, nada de tecidos
nobres ou ricos bordados, nas casas muita simplicidade. Tudo isso mudou com a chegada da corte. O luxo
nas festas, os gastos descontroladps, a troca de favores, a burocracia aliada a corrupção, tinham exmplos que
vinham de cima, do trono e dos fidalgos que cercavam a monarquia aqui instalada.

10° episódio – Arte e ciência, Reino do saber – Quando Napoleão perdeu a guerra, a família real
portuguesa não voltou para a Europa. O Brasil naquela altura dos acontecimentos, tinha se tornado o melhor
lugar para se chamar de lar, onde sede do Império Colonial Português. Faltava apenas arrumar a casa,
enfeitar o Rio de Janeiro, dar uma sofisticação a este reino tropical, foi o que fez D. João.

11° episódio – Templo do livros e das músicas – As catedrais e as bibliotecas, são até hoje templos
imponentes em Portugal. Em 1808, na nova corte do Rio de janeiro, D. João fez quesão de cultivar as duas
paixões da FAmília Bragança. Quando voltou para Lisboa, deixou os tesouros na Real Biblioteca no Rio de
Janeiro. Enquanto viveu no Brasil contratou músicos, maestros e cantores, trouxe atrações internacionais.
Duzentos anos atrás, encontramos as raízes das nossas bibliotecas públicas e da música brasileira.

12° episódio – O retorno da corte – A família de D. João VI, viveu uma saga surpreendente até os
momentos finais. O Rei não queria deixar o Rio de Janeiro, em Lisboa a rainha Carlota Joaquina e seu filho,
príncipe Miguel, comandaram um governo de terror. Duas crianças, filhos de D. Pedro, redeberam as coroas
do Brasil e de Portugal. Duzentos anos depois com o fim da monarquia no Brasil, ficaram os herdeiros do
trono que não existe mais.
Quem Quer Ser Um Milionário? 120 Min
título original: (Slumdog Millionaire)
lançamento: 2008 (EUA, Inglaterra)
direção:Danny Boyle
atores:Dev Patel, Ayush Mahesh Khedekar, Tanay Chheda, Freida Pinto.
duração: 120 min
gênero: Drama




Sinopse: Jamal (Dev Patel) é um jovem pobre que está prestes a se tornar um milionário no
"Show do Milhão" da TV Indiana. Mas como esse garoto simples da favela sabe todas as
respostas? Será armação? Ou o destino? Interrogado pela polícia, ele nos conta sua incrível
história: a morte da mãe, a vida na rua ao lado do irmão e a paixão que ele tem desde criança
pela bela Latika. Conseguirá Jamal provar sua inocência e ganhar o prêmio e o coração de sua
amada.

O filme indiano"Quem Quer Ser Um Milionário", dirigido por Danny Boyle, conta a história de
Jamal Malik (Dev Patel), um jovem sem instrução,apaixonado e perseguido por lembranças de
uma infância/adolescência com cenas de miséria e violência, porém onde também não faltam
risos e esperanças.O longa é baseado numa história real sobre um jovem analfabeto e muito
pobre que surpreendeu a todos,provando que tinha uma forma mais "refinada e eficiente" de
cultura, aquela que aprendeu nas ruas,porque foi o vencedor num programa de perguntas e
respostas na TV.Do mesmo jeito, no filme Jamal é um rapaz de dezoito anos, que fugiu da
extrema pobreza e da violência e conseguiu um emprego onde serve chá numa empresa de
telemarketing.Com o objetivo de chamar a atenção de uma moça(objeto de sua afeição), ele se
inscreve no programa "Quem Quer Ser Um Milionário",de perguntas e respostas.Apesar de ser
ignorante, Jamal consegue ir acertando tudo e se transforma numa celebridade..Isso gera um
clima de desconfiança geral e surgem questionamentos sobre o rapaz fazer uso de fraude, de ser
um embuste, porque não encontra-se uma explicação plausível para aquele jovem que não
possui cultura, ser vitorioso num quiz de conhecimentos gerais.Quando Jamal está prestes a
ganhar o prêmio máximo oferecido ( vinte milhões de rúpias) e quando só uma pergunta o separa
do tesouro, ele é preso e levado para um interrogatório numa delegacia.Desacreditado pela
opinião geral e desesperado para provar sua inocência,Jamal vai relatar que momentos vividos
por ele são verdadeiras pistas,que as lembranças são respostas para as perguntas que lhe foram
feitas,expostas em sua vida de órfão carente de tudo.Ele conta a sua história, fala da favela onde
ele e o irmão cresceram,das aventuras juntos, das fugas e dos enfrentamentos com gangues e
traficantes e principalmente do afeto por uma garota, um sentimento puro que o motivou a
aparecer na TV com o intuito de reconquistar seu único e verdadeiro amor.No filme Jamal diz: "Eu
entrei no show porque pensei que ela podia estar olhando, ela é meu destino."No filme, as favelas
servem de ponto de partida para falar desse amor , com uma linguagem extremamente popular.A
trilha sonora contagia, a dança é um elemento forte.Alguns diálogos do filme são em hindi e essa
história emocionante cativa porque ao mesmo tempo em que retrata a vida nas favelas da
Índia,conta com a beleza e o lirismo para falar de amor.
Um fato interessante a destacar: o ator que autografa a foto para Jamal ainda criança, é o
verdadeiro Amitabh Bachchan, que apresentava a versão indiana do programa de TV "Quem
Quer Ser Um Milionário?".A trilha sonora espetacular(premiada com o Oscar) foi composta em
apenas vinte dias.
Tempos Modernos – 87 Min (Preto e Branco Original)
título original: (Modern Times)
lançamento: 1936 (EUA)
direção:Charles Chaplin
atores:Charles Chaplin, Paulette Goddard, Henry Bergman, Tiny Sandford.
duração: 87 min
gênero: Comédia




Uma análise do filme “Tempos Modernos” Por Alexandre Pimentel
A Prática do Serviço Social na Revolução Industrial
A obra Tempos Modernos (1) de Charles Chaplin (1889-1977) é um mito contemporâneo. Um
mito se caracteriza por conter informações cuja interpretação dependerá da profundidade e da
dedicação do observador. Analisar esse filme na perspectiva do serviço social é tarefa árdua mas
gratificante. Embora estejamos começando o curso, parece-me que a alfabetização para a leitura
mítica é indispensável para que, no futuro, como assistentes sociais genuínos, possamos, de
forma madura, ler e interpretar a sociedade moderna. Acredito que esta leitura correta – que deve
iniciar nos primeiros dias de aula - seja a mola mestra que nos possibilitará a auxiliar no
processo que visa libertar o cidadão das práticas opressivas que o escravizam e mantém na
cadeia do estresse social.
Tempos Modernos, apresentado ao mundo em 1936 pela genialidade de Chaplin, critica o
conceito de modernidade industrial calcado na produção e especialização que torturavam a
classe operária. É uma peça cinematográfica que apesar de ainda utilizar o cinema mudo quando
há dez anos os filmes já praticavam linguagem falada, além da crítica social na formatação
simbólica, introduz o cinema como arte que transcende o mero teatro.
O filme de Carlitos retrata um momento industrial de impressionante volume produtivo. As
enormes engenhocas automotivas e os complexos maquinários, aparecem como monstros que
devoram o personagem. Perturbado pela novidade do trabalho repetitivo, oprimido por não
exercer uma atividade criativa, pressionado pelas longas horas compensadas pelos baixíssimos
salários do período histórico e por uma proposta de automação que visava provavelmente reduzir
o tempo de refeições, ampliando ainda mais a escravidão planejada, Chaplin mergulha num
comportamento patológico que o leva a atitudes bizarras.
Parece que esta representação simbólica, com o inequívoco título de tempos modernos,
preconiza a loucura, a violência e o caos ecossocial que, de forma sistêmica, hoje chega ao auge.
Penso que jamais na história humana experimentamos um momento tão delicado, tanto do ponto
de vista humano, quanto econômico, social e filosófico, exatamente (em meu ver) o que o gênio
Carlitos tentava alertar.
Temos hoje no mundo complexos industriais mais sofisticadas e metodologias de trabalho
operário melhor planejadas. Da mesma forma que as guerras do passado eram feitas com
espadas e escudos que hoje foram substituídos por arsenais nucleares, muda somente a
aparência do moderno explorador que aprimorou-se em manter dominados seus quadros de
trabalhadores e em viciar o consumidor em “necessidades” induzidas.
Apesar de não ser o objetivo central deste trabalho, que visa comentar e situar a prática do
serviço social no contexto da revolução industrial sob a ótica do filme Tempos Modernos de
Charles Chaplin, não posso deixar de comentar que as indústrias da alimentação, do remédio e
outras paralelas como a do tabaco, constituem uma das mais avançadas tecnologias de manter o
cidadão “dependente” e tresloucado no consumo supérfluo.
Retomando, então, o foco de nosso tema, notamos que o serviço social no contexto de Tempos
Modernos, meados da revolução industrial, tinha ainda forte influência da filosofia positivista de
Augusto Comte (1789-1857) e da visão de Stuar Mill (1848) sintonizadas com uma moral judaico
cristã deturpada pelo reducionismo epistêmico, onde a ajuda era considerada obra de caridade
baseada numa falsa noção de filantropia (2).
Na verdade ainda não tínhamos neste momento a figura técnica do assistente social conforme
hoje conhecemos. O que acontecia e Chaplin se esforçava em denunciar era um movimento de
manutenção da miséria, encomendado pelos grandes empresários, onde o assistente social era
sarcástica ferramenta de condicionamento de massas. Hoje esse profissional ainda luta para
banir o assistencialismo cuja atividade não beneficia comunidades senão presta favores com
objetivos                                                                                escusos.
Talvez seja salutar refletir que a prática industrial, bem como a comercialização não constituem
males intrínsecos. O problema dessas práticas está na abordagem não ecológica e não
humanitária dos processos, onde o lucro e a mais valia decorrente justificam impactos sociais de
grande espectro, contaminando os recursos naturais e deteriorando a qualidade de vida dos
seres vivos.
A pequena fábrica destinada a atender a demanda de comunidades bem próximas, utilizando
recursos regionais e tecnologias limpas, além de modelos cooperativos de divisão dos lucros e
economia solidária, pode fazer parte das grandes soluções que o futuro necessita. Futuro em
que, acredito, o papel do assistente social será condição sine qua non e este profissional
despontará, além da atenção básica e do atendimento imediato, como uma das principais armas
de     denúncia,       garantia   de      direitos     e   fecunda   formação      de     opinião.
Finalmente, acredito que as nuances da história demonstram que o modelo marxista hoje adotado
pela corporação de serviço social no Brasil constitua um movimento passageiro, dada á
constatação de que a qualidade de vida dos cidadãos dos países onde esse sistema social
domina, não é melhor do que a dos países de proposta capitalista-neoliberal.
Conforme podemos constatar nos estudos do cientista político Arnaldo Sisson Filho,
apresentados no site humanitarismo 21 (3), quanto à felicidade e bem-estar das populações, não
há uma supremacia real das propostas marxistas, socialistas, comunistas contemporâneas sobre
a visão capitalista, neoliberal.
Percebo que muito poderia ser dito e que uma apresentação como esta apenas introduz a
reflexão sobre o serviço social, seu passado sinistro, seu presente reflexivo e seu futuro de
resgate cidadão.
Meu Pé de Laranja Lima – 108 Min




                                                       Informações Técnicas
                                                       Título no Brasil: Meu Pé de Laranja Lima
                                                       Título Original: Meu Pé de Laranja Lima
                                                       País de Origem: Brasil
                                                       Gênero: Comédia
                                                       Classificação etária: 12 anos
                                                       Tempo de Duração: 108 minutos
                                                       Ano de Lançamento: 1970
                                                       Site Oficial:
                                                       Estúdio/Distrib.: Europa Filmes
                                                       Direção: Aurélio Teixeira




Um garoto chamado Zezé, tinha 6 anos (ou 5 mas gostava de dizer que ele tinha seis). Ele vivia
em uma casa de tamanho médio, seu pai se chamava Paulo, e estava desempregado, sua mãe,
que por causa de seu marido desempregado trabalhava até tarde numa fábrica, e mais três
irmãos: Totoca, Jandira e Glória. Por causa do desemprego de seu pai, eles foram obrigados a
mudar para uma casa menor, onde o garoto conheceu Minguinho seu pé de laranja lima, que fica
sendo seu melhor e único amigo. Como o moleque sempre foi muito arteiro, recebeu muitas
palmadas e era surrado constantemente, apesar de que as vezes não tinha culpa do que
acontecia. O garoto tinha cinco anos, aprendeu a ler e por isso foi a escola mais cedo. Lá ele era
um garoto muito comportado e gostava muito da professora Célia Paím, ao qual, levava flores
todos os dias, e apesar de contarem a ela o diabinho que ele era, ela não acreditava. Um dia o
garoto foi pegar uma carona do lado de fora do carro, mas o carro era de um português chamado
Manuel Valandarez, que tinha o carro mais bonito da cidade. O português viu isto e lhe deu uma
surra que o garoto jurou se vingar. Mas o tempo foi passando e o garoto ia se esquecendo. E
num dia ele pisou num caco de vidro que abriu um corte, mas mesmo assim o garoto ficou
decidido de ir para a escola. Enquanto atravessava uma rua o português viu o garoto e pediu para
ver o corte. Vendo aquele corte enorme ele levou o garoto de carro até o hospital, e fizeram
muitos ponto nele. Desde então eles ficaram muito amigos e o português foi lhe tratando como
um filho, sempre muito carinhoso. Foram até pescar algumas vezes e passavam a tarde toda
juntos. Outras vezes iam tomar sorvete e fazer outras coisas. Outra vez o português deixou o
menino andar de carona em seu carro, o português o convenceu até de não falar mais palavrões.
Eles eram muito amigos até que ele recebeu a notícia que o carro do português foi esmagado por
um trem, o português não resistiu e morreu. O garoto entrou numa depressão profunda, e como a
família desconhecia a sua amizade com o português, eles acharam que foi a notícia que seu pé
de laranja lima seria cortado. O garoto permaneceu dias comendo pouco, sem falar, deitado em
sua cama e querendo morrer. Mas com as palavras de Glória, sua irmã preferida, ele conseguiu
retornar a sua vida normal.
O Pequeno Príncipe - 88 min
FICHA TÉCNICA
Título Original: The Little Prince
Gênero: Infantil
Tempo de Duração: 88 min
Ano de Lançamento: 1974
Qualidade: DVDRip
Formato: Rmvb
Áudio: Português
Legenda: Sem Legenda




O inicio do filme O Pequeno Príncipe, baseou-se na obra de Saint-Exupéry, mostra que uma
mesma coisa pode ter mais de um ponto de vista.

O desenho da digestão de uma jibóia, por exemplo, do ponto de vista de uma criança que acaba
de descobrir que a jibóia engole sua presa inteira, tem uma representativa importância. Mas, o
mesmo desenho mostrado a um adulto, perde totalmente a importância e o significado inicial,
tornando-se então um mero chapéu. Tudo porque menosprezam a inteligência, a esperteza e a
facilidade de captação e transformação de uma informação para conhecimento de uma criança.

Os adultos perdem com o passar dos tempos a capacidade de ver além das coisas, só vêm
superficialmente. Mas tudo que inicialmente parece ser, muitas vezes não é o que pensamos nem
o que vemos.

Assim foi a vida do aviador da historia. Ele foi cercado por adultos no período da infância e
embora não conseguisse comprovar suas teorias, sua opinião não mudara. Percebeu que ser
adulto é ser manipulado e corrompido por poder, dinheiro, golfe e política, tornando-se então um
adulto razoável.

Por acidente o aviador cai no deserto do sahara e conhece um garotinho que pede
insistentemente que desenhe um carneiro. O aviador explica que não sabe desenhar e que em
sua vida toda só havia feito um desenho, e mostra o desenho para o menino. Pela primeira vez se
desenho é reconhecido e ganha seu verdadeiro significado. O menino, diz que ele não precisa de
uma jibóia e nem de um elefante, e sim de um carneiro, e que ele veio de um lugar muito
pequeno e longe dali.

Os dois têm uma boa relação depois disso e o menino curioso começa a perguntar sem parar e a
exigir como o desenho deve ser.

Segue a historia até que ocorre um conflito entre o aviador e a garotinho.

Desapontado e frustrado com a atitude do aviador sai correndo e vai embora. O aviador procura
pelo menino preocupado. Quando anoitece o menino ressurge e os dois começam a conversar
sobre o lugar de onde teriam vindo.

Ao contar sua historia, o pequenino fala de sua trajetória até chegar lá e conta então que
percebendo a infelicidade, resolveu partir de seu planeta em busca de conhecimento, mesmo que
para isso tivesse que deixar a rosa que deixara seu planeta mais bonito.

Assim, o filme mostra os diferentes mundos. Os quais, cada pessoa possui o seu.Há intenção de
mostrar que cada pessoa vive limitada em seu mundinho pequeno, e sabendo apenas de uma
única coisa. Mostra pessoas do mundo das regras, pessoas do mundo dos livros, as do mundo
dos números, etc.

Esse com certeza não era o caso do jovem.

Ele era um menino ignorante por não possuir conhecimento algum. Passou de mundinho a
mundinho buscando por conhecimento até chegar onde se encontrava.

Até chegar no sahara não havia descoberto nada sobre conhecimento, tão pouco algo que
pudesse reverter em conhecimento.

Porém sem iniciativa não se vai e não se chega a nenhum lugar. Tem que confiar no que acredita
e agir por instintos. É isso que acontece com o aviador quando tem receio de sair em busca de
água. Por medo de se perder e não conseguir voltar, ele resolve não sair de onde está e a criança
sai andando confiante no que acredita. Em alguns de seus conceitos. Quando se está em um
lugar desconhecido, precisa-se de cuidados. Encontramos vários tipos de pessoas. Pessoas
boas. Pessoas más, que não tem boas intenções e que gera alguma influencia e que pode levar a
caminhos errados. Na maioria das vezes, as pessoas que estão deslocadas e se envolvem com
essas pessoas más, podem ter desfecho de vida cruel e repentino. É sobre isso que se trata a
parte do filme em que o pequeno príncipe conta que a primeira pessoa que encontrou na Terra foi
a serpente.

Decepção e algo que passamos para que possamos ter algum tipo de conhecimento também.
Muitas pessoas ao se decepcionar com algo se bloqueiam para não se decepcionarem e errarem
de novo. Como acontece com o príncipe e a raposa.

O menino está decepcionado por descobrir que não é o único que possui uma bela rosa. Logo
será como a raposa, que se bloqueia e teme em se aproximar do menino. Porém, dá dicas de
como conseguir se aproximar.

Diante disso percebi que mesmo algo ou alguém que parece ser inatingível pode se tornar
atingível e próximo, é só analisar e descobrir como agir.
Conclui então que só com o coração podemos ver com clareza. O essencial é invisível para os
olhos e seguindo esse raciocínio só com a genialidade e inocência de criança é que podemos ver
além das coisas, mesmo que ela seja cruel, triste e com probabilidade de se tornar feliz.

Resumo: O narrador recorda-se do seu primeiro desenho de criança, tentativa frustrada de os
adultos entender o mundo infantil ou o mundo das pessoas de alma pura. Ele havia desenhado
um elefante engolido por uma jibóia, porém os adultos só diziam que era um chapéu. Quando
cresceu, testava o grau de lucidez das pessoas, mostrando-lhes o desenho e todas respondiam a
mesma coisa. Por causa disto, viveu sem amigos com os quais pudesse realmente conversar.
Pelas decepções com os desenhos, escolhera a profissão de Piloto e, em certo dia, houve uma
pane em seu avião, vindo a cair no Deserto de Saara. Na primeira noite, ele adormeceu sobre a
areia. Ao despertar do dia, uma voz estranha o acordou, pedindo para que ele desenhasse um
carneiro. Era um pedacinho de gente, um rapazinho de cabelos dourados, o Pequeno Príncipe. O
narrador mostrou-lhe o seu desenho. O Pequeno Príncipe disse-lhe que não queria um elefante
engolido por uma jibóia e sim um carneiro. Ele teve dificuldades para desenhá-lo, pois fora
desencorajado de desenhar quando era pequeno. Depois de várias tentativas, teve a idéia de
desenhá-lo dentro de uma caixa. Para surpresa do narrador, o Pequeno aceitou o desenho. Foi
deste modo que o narrador travou conhecimentos com o Pequeno Príncipe. Ele contou-lhe que
viera de um planeta, do qual o narrador imaginou ser o asteróide B612, visto pelo telescópio uma
única vez, em 1909, por um astrônomo turco. O pequeno Planeta era do tamanho de uma casa.
O Pequeno Príncipe contou o drama que ele vivia, em seu Planeta, com o baobá, árvore que
cresce muito; por este motivo, ele precisava de um carneiro para comer os baobás enquanto
eram pequenos. Através do Pequeno Príncipe, o narrador aprendeu a dar valor às pequenas
coisas do dia-a-dia; admirar o pôr-do-sol, apreciar a beleza de uma flor, contemplar as estrelas...
Ele acreditava que o pequeno havia viajado, segurando nas penas dos pássaros selvagens, que
emigravam. O Príncipe conta-lhe as suas aventuras em vários outros planetas: o primeiro era
habitado por apenas um rei; o segundo, por um vaidoso; o terceiro, por um bêbado; o quarto, por
um homem de negócios; o quinto, um acendedor de lampião; no sexto, um velho geógrafo que
escrevia livros enormes, e, por último, ele visitou o nosso Planeta Terra, onde encontrou uma
serpente, que lhe prometeu mandá-lo de volta ao seu planeta, através de uma picada. No oitavo
dia da pane, o narrador havia bebido o último gole de água e, por este motivo, caminharam até
que encontraram um poço. Este poço era perto do local onde o Pequeno Príncipe teria que voltar
ao seu planeta. A partida dele seria no dia seguinte. Falou-lhe, também, que a serpente havia
combinado com ele de aparecer na hora exata para picá-lo. O narrador ficou triste, ao saber disto,
porque tomara afeição ao Pequeno. O Príncipe lhe disse para que não sofresse, quando
constatasse que o corpo dele estivesse inerte, afirmando que devemos saber olhar além das
simples aparências. Não havia outra forma de ele viajar, pois o seu corpo, no estado em que se
encontrava, era muito pesado. Precisava da picada para que se tornasse mais leve. Chegado o
momento do encontro com a serpente, o Pequeno Príncipe não gritou. Aceitou corajosamente o
seu destino. Tombou como uma árvore tomba. E assim, voltou para o seu planeta, enfim. O
narrador, dias mais tarde, conseguiu se salvar, sentindo-se consolado porque sabia que o
Pequeno Príncipe havia voltado para o planeta dele, pois ao raiar do dia seguinte à picada, o
corpo do Pequeno não estava mais no local. Hoje, ao olhar as estrelas, o narrador sorri,
lembrando-se             do           seu             grande           Pequeno             amigo.

Obs.:O Pequeno Príncipe, embora pareça um livro escrito para crianças, é uma obra urgentíssima
para adultos. Suas palavras possuem conotações mais profundas, que não poderão ser notadas
em uma simples leitura. Esta obra pode ser considerada como Fábula, ou se preferir, Parábola.
OS INCONFIDENTES – 76 Min
                                                                  Título Original: Os
                                                                Inconfidentes
                                                                  Gênero: Drama | Histórico
                                                                  Ano de Lançamento: 1972
                                                                  Duração: 76 min
                                                                  País de Produção: Brasil




                                                                 Diretor(a): Joaquim Pedro
                                                                de Andrade




Sinopse:
A Inconfidência Mineira (conspiração pela independência do Brasil do século dezoito, em Minas Gerais, centro das riquezas
coloniais), do grupo, faziam parte poetas e nobres, incluindo o padre e o coronel da guarnição. O dentista Tiradentes é torturado,
para que divulgue a sua participação, na conjura contra a coroa portuguesa; os cúmplices haviam já confessado, negando
responsabilidades próprias. Tiradentes é o único a assumir-se plenamente, sendo condenado à morte.
Com base nos Autos da devassa, na poesia dos inconfidentes e de Cecília Meireles, Joaquim Pedro de Andrade constesta
cersões oficiais da história da Inconfidência Mineira, e trata da posição de intelectuais diante da prática de políticas
revolucionárias.Realizado para a TV Italiana, RAI, como parte da série intitulada "A América Latina vista por seus idealizadores",
Os Incofidentes foi sucesso internacional de crítica e público, tendo sido premiado no Festival de Veneza. Nesta edição o filme é
apresentado com imagem e som restaurados digitalmente.


Elenco:
José Wilker ... Tiradentes
Luiz Linhares ... Tomás Antônio Gonzaga
Paulo César Peréio ... Bueno da Silveira
Fernando Torres ... Cláudio Manoel da Costa
Carlos Kroeber ... Alvarenga Peixoto
Nelson Dantas ... Visconde de Barbacena
Carlos Gregório
Margarida Rey ... Marília
Suzana Gonçalves ... Dona Maria #1
Tetê Medina
Fábio Sabag
Wilson Grey
Roberto Maya
A CORRENTE DO BEM - 122 min




Título Original: Pay It Forward

Gênero: Drama

Origem/Ano: EUA/2000

Duração: 122 min

Direção: Mimi Leder
                                                                    [                                  .]
Elenco:

          Kevin Spacey...                            Eugene Simonet
          Helen Hunt...                              Arlene McKinney
          Haley J.Osment...                          Trevor McKinney
          Angie Dickinson...                         Grace
          James Caviezel...                          Jerry
          Jay Mohr...                                Chris Chandler
          Jon Bon Jovi...                            Ricki
          David Ramsey...                            Sidney
          Gary Werntz...                             Thorsen
          Shawn Pyfrom...                            Shawn
          Rusty Meyers...                            Newsstand Guy
          Marc Donato...                             Adam
          Jeanetta Arnette...                        ...
          Bob McCracken...                           Child Molester
          Eugene Osment...                           Cop Giving Directions
          Frank Whiteman...                          Doctor

Sinopse: A Corrente do Bem conta a história de um jovem que crê ser possível mudar o mundo a
partir da ação voluntária de cada um. A direção é de Miini Leder (Impacto Profundo e O Pacificador).

O professor de Estudos Sociais Eugene Simonet (Kevin Spacey, vencedor do Oscar de Melhor Ator por
Beleza Americana) não espera que a turma da 7.ª série deste ano seja diferente das anteriores. Por
isso, ele sugere o mesmo trabalho de sempre no primeiro dia de aula, sem maiores expectativas
quanto aos resultados: os alunos têm de pensar num jeito de mudar nosso mundo e colocar isso em
prática.

Mas o garoto Trevor Mckinney (Haley Joel Osment, indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por
O Sexto Sentido e protagonista de A.I. - Inteligência Artificial, o próximo lançamento de Steven
Spielberg) resolve levar o trabalho a sério.

Aos 11 anos, ele mora num bairro de classe operária de Las Vegas com a mãe, Arlene (Helen Hunt,
vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Melhor é Impossível), que trabalha à noite como garçonete
numa boate de strip tease, de dia, num cassino e tem pouco tempo para ele O pai (o músico Jon Bon
Jovi, que fez a ótima trilha musical de Jovem Demais Para Morrer), então, raramente aparece.

A paixão do professor Eugene inspira Trevor, que cria a corrente do bem. A idéia é baseada em três
premissas: fazer por alguém algo que este não pode fazer por si mesmo; fazer isso para três pessoas;
e cada pessoa ajudada fazer isso por outras três. Assim, a corrente cresceria em progressão
geométrica: de três para nove, daí para 27 e assim sucessivamente.

Eugene, que se transformou numa pessoa de defesas cerradas contra o mundo, vê no introspectivo
Trevor uma reedição do seu idealismo de outrora. Os primeiros alvos do garoto são sua mãe e seu
professor. Na busca por um pai e um lar estável, ele tenta unir os dois forçando um relacionamento.

Quando Arlene percebe a força do plano do seu filho, ela procura o professor para que este a ajude a
compreender Trevor. Eugene, por seu lado, começa a se permitir ser mais aberto também em relação
ao garoto, que quer compreender melhor, ainda sem se dar conta dos sentimentos que nutre pela mãe
dele.

Enquanto isso, o garoto vai em frente com seu plano e as conseqüências começam a aparecer. Ele dá a
um jovem sem-teto (Jim Caviezel, de Além da Linha Vermelha) um lugar para dormir e para tomar um
banho. Isso emociona uma sem-teto mais velha, Grace (Angie Dickinson, de Caçada Humana e Vestida
Para Matar) e acaba chegando até um jovem repórter (Jay Mohr), que tenta perseguir aquilo que
acredita ser uma grande história.

Sem que Trevor saiba, a concepção da corrente do bem iniciada em Las Vegas está se espalhando
pelos Estados Unidos.



                          Notas da Produção
                                     A Corrente do Bem

Em A Corrente do Bem, o professor Eugene não espera que sua turma da 7ª série seja diferente da
turma do ano passado. Kevin Spacey explica o enredo do filme: "Eugene faz o mesmo discurso para
sua turma todos os anos desejando, mas não esperando, que um de seus alunos realmente o leve a
sério. Um homem cujas cicatrizes físicas denotam cicatrizes emocionais muito mais profundas. Simonet
é um professor apaixonado pelo que faz". O ator continua: "Ele transfere sua esperança aos seus
alunos porque não tem esperança para si mesmo. Emocionalmente, ele está totalmente fechado".

A diretora Mimi Leder, que foi muito elogiada internacionalmente pelos filmes épicos de ação Impacto
Profundo e O Pacificador, dá mais detalhes: "Há 12 anos que Eugene passa sempre o mesmo trabalho
no começo de todos os anos escolares. Os alunos têm que pensar num jeito de mudar nosso mundo e
pôr isso em ação. Ele espera, mas não imagina, que isso possa acontecer um dia, que seus alunos
realmente levem isso a sério". Mas Trevor Mckinney resolve levar esse trabalho a sério. Mimi Leder
observa: "Trevor leva o trabalho a sério porque a sua vida está muito conturbada. Seu pai se foi e ele
tem que crescer de uma hora para outra. Ele precisa de alguma esperança em sua vida. E ele a recebe
de Eugene.

O pequeno Trevor, de 11 anos, vive num bairro de classe operária de Las Vegas com sua mãe, Arlene.
"A mãe de Trevor trabalha muito e tem alguns problemas que a limitam dar atenção ao filho, por isso
ele acaba cuidando de si mesmo, na maioria das vezes", explica o jovem Haley Joel Osment, que dá
seqüência à sua atuação muito elogiada em O Sexto Sentido. O ator continua: "Ele a ama e quer que
ela supere seus problemas, mas Trevor sabe que ela não pode fazer isso sozinha. Se ela pudesse, já
teria feito".

Helen Hunt, que ganhou um Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em Melhor É Impossível, faz a mãe
de Trevor, Arlene. "Arlene quer ser uma boa mãe para Trevor. Seu amor por ele é o que a ajuda a
enfrentar as noites trabalhando como garçonete numa boate de strip tease e, durante os dias, num
cassino. Por ele, Arlene está tentando deixar para trás os maus hábitos que a acompanharam durante
toda a sua vida. Mas esses hábitos não estão querendo largá-la tão facilmente", descreve a atriz.

Trevor encontra inspiração num lugar muito incomum — sua aula de Estudos Sociais. Haley Joel
Osment conta: "Trevor nunca teve um professor como o Sr. Simonet, que não fica apenas de pé na
frente da turma e diz, ‘muito bem, turma, abram seus livros na página 1; vamos responder as
perguntas de revisão que estão no final’. O Sr. Simonet realmente fala com seu coração para a sua
turma. Ele explica realmente o que quer dizer Estudos Sociais — é sobre você e o mundo". Eugene
conta à turma de Trevor que é possível uma pessoa mudar o mundo. Osment acrescenta: "Eugene tem
um jeito especial de ‘jogar’ alguma coisa para Trevor. O professor tem uma chave para destrancar o
que Trevor tem dentro de si. Ele inspira Trevor na ‘corrente do bem’. E isso é algo em que Trevor
realmente pode acreditar, algo que ele acha que tornará sua vida melhor".

Osment explica a idéia de Trevor da "corrente do bem": "Fazer por alguém uma coisa que ela não pode
fazer por si mesma. Você tem que fazer isso três vezes e as pessoas que você ajudou também têm
que fazer três vezes, e aí a coisa vai crescendo. De três para nove, e para 27, e assim por diante".

A diretora Mimi Leder sente que Eugene também vê uma qualidade em Trevor que o ajuda a olhar
mais profundamente para dentro de si. Ela diz: "Eugene se vê em Trevor. O professor vê como ele era
e o que poderia ter sido quando menino. Eugene é um homem cujas defesas estão totalmente
cerradas, mas esse garoto simplesmente as derruba. Trevor não vê suas cicatrizes. Ele apenas o vê
como pessoa".

O produtor Steve Reuther observa que um dos primeiros alvos de Trevor são sua mãe, seu professor e,
através deles, ele mesmo. Reuther revela: "Trevor está procurando um pai e um lar estável. Uma das
três coisas que ele faz para começar a ‘corrente do bem’ é tentar unir sua mãe e Eugene. Assim, ele
tenta forçar um relacionamento".

Porém, enquanto Arlene começa a ver a força do plano do seu filho, ela procura Eugene para ajudá-la
a compreender Trevor. "Ela fica perplexa com seu filho. Ele virou um jovem introspectivo e pensativo e
ela está sempre tão ocupada. Há um lado dele que ela simplesmente não conhece, mas que quer
conhecer, e ela quer que Eugene a ajude a compreendê-lo", conta a atriz Helen Hunt. E Kevin Spacey
observa: "Com o desenvolver da história, Eugene começa a se permitir a ser mais aberto por causa de
Trevor, e também por causa de seus sentimentos pela mãe dele, Arlene. Ele começa a se abrir e a se
permitir ser amado".

O produtor Peter Abrams conta a origem do relacionamento entre os três protagonistas: "Eugene e
Arlene são duas pessoas cautelosas com relação uma a outra, mas que acabam sendo unidas por esse
garotinho. O trabalho de Estudos Sociais de Trevor é o que inicialmente reúne os dois e eles começam
tentando conversar sobre esse garoto que nenhum deles compreende bem. O menino quer que eles
tentem se entender. Ele está esperando o efeito da ‘corrente do bem’ ao tentar curar o Sr. Simonet e
sua mãe".

Mimi Leder e os atores trabalharam juntos para ancorar esses personagens despertados nas duras
realidades de suas vidas. A diretora define: "Este filme é uma história de amor mais do que qualquer
outra coisa. É uma história de amor forte porque você pode ver a verdadeira dinâmica que une essas
duas pessoas. Eles são todos ‘deslocados’, de certa forma, pessoas que mal conseguem se manter
firmes, mas que acabam ficando juntas de uma forma que fortifica a todos".

Enquanto Trevor vai em frente com o seu plano, as conseqüências começam a ser sentidas por outros
pessoas que fazem parte de sua vida. Trevor dá a um jovem sem-teto (interpretado por Jim Caviezel)
um lugar para dormir e para tomar um banho. Isso emociona uma mulher sem-teto mais velha, Grace,
vivida na tela pela atriz Angie Dickenson. Ele acaba até atingindo um jovem repórter (papel
desempenhado por Jay Mohr), que tenta perseguir aquilo que ele acredita ser a história do século.

Sem que Trevor saiba, a concepção da "corrente do bem" foi iniciada em Las Vegas e está se
espalhando pelos Estados Unidos.

Haley Joel Osment ficou atraído pela oportunidade de trabalhar com Spacey e Hunt, como conta:
"Adoro vê-los fazendo as cenas. Aprendi muito só de olhar para eles". Como o relacionamento entre
Eugene, Arlene e Trevor era a chave para fazer o filme funcionar, a diretora Mimi Leder inspirou-se na
relação de Osment com os dois astros vencedores do Oscar. "Ele é realmente um ator incrível e muito
honesto, com um conhecimento e maturidade bem maior que sua idade. Ele deu dignidade e
honestidade tremendas ao personagem de Trevor. Ele pensa e sente cada palavra que fala", garante a
diretora.

O astro do rock e ator Jon Bon Jovi (que recentemente fez U-571 — A Batalha do Atlântico) adorou a
oportunidade de se juntar ao elenco de A Corrente do Bem como Ricky, o pai não muito presente de
Trevor. Ele afirma: "Eu ia lutar pelo papel só para estar na companhia de Kevin, Helen e Haley, sem
falar de Angie Dickinson e todo o resto. Participar deste filme, com esse calibre de atores, foi uma
experiência incrível para mim". E seu colega Jay Mohr acrescenta: "O roteiro era ótimo. Fiz o teste
para o papel do garoto sem-teto que Trevor tira das ruas. No entanto, alguns dias depois, Mimi ligou e
perguntou se eu estava interessado em outro papel. Fiquei igualmente ansioso porque o papel que me
deram tinha mais falas. Mas, honestamente, não havia nenhum papel ruim neste filme".

A lendária atriz de vários clássicos do cinema e da famosa série Police Woman, Angie Dickinson adorou
a oportunidade de fazer a mendiga bêbada Grace. "Levei muito tempo para finalmente fazer uma
personagem nada glamourosa. Fiz vários testes para papéis que eram um pouco angelicais, mas não
os consegui. Shirley MacLaine, Faye Dunaway ou Jane Fonda os ganhavam. Mas agora estou mais
velha e posso fazer qualquer coisa. É engraçado", diz a atriz.

Da mesma forma que Dickinson queria um papel rico, ela também se viu hesitante no início, como
confessa: "Fiquei apreensiva com o papel porque ele pedia que eu me apresentasse de uma forma
horrível. Contei ao meu amigo Gregory Peck sobre isso e ele ficou envergonhado de eu achar que
poderia não querer fazê-lo. Ele realmente me ajudou a sentir que seria muito bom apenas parecer tão
feia e verdadeira ao personagem o quanto possível. Peck estava certo. Este papel é um grande pulo
para eu poder fazer todos os bons papéis dramáticos que minha imagem glamourosa impedia". Mimi
Leder acrescenta: "Eu a fiz ler o roteiro duas vezes. Sei que ela acha que é porque eu queria ver como
ela parecia, mas foi porque era um papel diferente de tudo que ela já havia feito. Ou de qualquer coisa
que eu já a vi fazer". E na opinião da diretora, Dickinson se soltou. "Ela mergulhou profundamente. Ela
é real e honesta, simplesmente fantástica. Todo mundo neste set está apaixonado por Angie
Dickinson", diz Leder.

Quando chegou a hora de definir a locação do filme, a diretora decidiu levar o filme para Las Vegas,
como lembra: "Las Vegas foi perfeita em vários sentidos. O roteiro pedia um deserto com todos esses
personagens, principalmente a de Helen Hunt, que está no limite. Las Vegas oferecia todos os
contrastes que poderíamos imaginar entre a dura realidade do mundo dos nossos personagens e o
oásis de fantasia de uma vida perfeita".

Leder tirou todas as vantagens das paisagens de Las Vegas, freqüentemente criando tomadas que
acentuavam os contrastes. Quando a equipe de desenho criou uma área de sem-teto nos arredores da
cidade, perto de Mandalay Bay Road, onde Trevor conhece Jerry, Leder fez tomadas de forma que o
Luxor, em forma de pirâmide, e a parte sul de Las Vegas Strip subissem imponentes no fundo da área
coberta de lixo. Da mesma forma, o modesto apartamento de Eugene e a área da casa de Arlene
também mostram a brilhante Las Vegas ao fundo, tremulando como uma miragem no deserto.

A Centennial High School foi escolhida para se passar pela escola de Eugene e Trevor devido à sua
localização fora da cidade, cerca de 50 quilômetros a Noroeste de Las Vegas, perto de Red Rock. Para
Leder e o desenhista de produção Les Dilley, que trabalhou com a diretora em O Pacificador e Impacto
Profundo, o relativo afastamento da locação era uma metáfora perfeita para os personagens isolados
do filme e os complexos relacionamentos emocionais. Les Dilley descreve a paisagem: "Um estéril
jardim de rochas — perto do nada. Calçadas incompletas e estradas que levam a lugar nenhum.
Sentimos a sensação de estarmos dependurados, lutando para não cair".

A escola estava funcionando durante as duas semanas de filmagens. Mais de 125 alunos e uma dezena
de professores e funcionários da administração trabalharam como figurantes no filme, com o elenco e
a equipe cronometrando suas cenas nos corredores e estacionamento entre os intervalos. Centenas de
alunos ficavam observando Spacey, Hunt e Osment em cena antes de saírem correndo para suas salas
de aula.

Várias locações no centro de Las Vegas também foram utilizadas, incluindo o Royal Motel, no Las
Vegas Boulevard, o All American Sports Park, os Oasis Apartments, a Stratosphere, no Strip, bem
como o Golden Gate Hotel e Casino e o Union Plaza Hotel e Casino. O elenco e a equipe também
filmaram nas ruas ao longo do Glitter Gulch, incluindo o Fremont Experience. O show de luzes a laser à
noite aparece ao fundo durante as filmagens de uma cena no restaurante Center Stage, do Union Plaza
Hotel, onde Eugene e Arlene têm seu primeiro encontro.

Oliver Stapleton, o diretor de fotografia, conta: "É difícil encontrar um lugar à altura de Las Vegas
devido aos seus visuais muito interessantes. Ela supera tudo em termos de cor, confusão e luz. Nós a
contrastamos com uma tonalidade de cores cinza-azulado para o apartamento de Eugene, que é claro,
mas melancólico, e mostra que ele tem pouca aspiração para iluminar sua vida ou para viver num
ambiente que seja confortável. Aí está um homem que foi afastado por tantas pessoas por sua
aparência. Ele evita qualquer coisa ofuscante numa tentativa de manter seu lugar comum".

E esse "lugar comum" de Eugene estava em total contraste com o momento em que se encontrava o
ator Kevin Spacey durante a produção. Na semana em que começou a fotografia principal em Las
Vegas, em fevereiro de 2000, Spacey e seu colega de 11 anos, Haley Joel Osment, se viram sob o foco
dos holofotes por terem sido indicados para o Oscar por seus trabalhos anteriores. Spacey, que
anteriormente ganhou um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante com Os Suspeitos, foi indicado a Melhor
Ator por Beleza Americana, enquanto a interpretação de Osment em O Sexto Sentido rendeu ao jovem
artista uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Spacey ganhou seu segundo Oscar e o
filme também levou o cobiçado prêmio de Melhor Filme.

Osment, que comemorou seu 12º aniversário no seu último dia de filmagens de A Corrente do Bem,
avalia: "O Oscar foi muito divertido, mas desde que começamos a filmar, naquela mesma semana, eu
fiquei mais concentrado neste filme. Isso foi bom porque tive alguma coisa a mais para pensar".

No término das filmagens em Las Vegas, a produção foi para Los Angeles. Primeiro foram feitas as
cenas na sala de aula de Eugene, no Centennial High School, que tiveram que ser duplicadas no
estúdio The Lot (que já foi Warner Hollywood). Enquanto várias cenas eram filmadas numa sala de
aula na escola, outras pediam a possibilidade de movimentar paredes e trazer equipamentos que
seriam impossíveis em locação.

Da mesma forma, Dilley também reproduziu o exterior da casa de Arlene
em estúdio, mudando a frente de uma casa na esquina da Rua Lailani
com a Sunrise Avenue, no subúrbio de Las Vegas. Para a casa da
personagem, Dilley e sua equipe simplesmente construíram uma fachada
e a filmaram em Las Vegas. Em seguida, ela foi desmanchada, pedaço a
pedaço, levada para Los Angeles e reconstruída no The Lot. Dessa vez,
entretanto, havia um interior completo, incluindo uma sala totalmente
mobiliada, sala de jantar, cozinha, banheiro e dois quartos.

Os realizadores também filmaram em várias outras locações, incluindo Griffith Park, o Campo de Golf
Wilson-Harding, o Parque Lunark, em Sylmar, o Centro Médico Glendale Adventists, a antiga prisão
Lincoln Heights e a boate Stock Exchange. A abertura do filme, que inclui uma situação de seqüestro
durante uma noite escura e chuvosa, foi rodada em Fremmont Place, no Parque Hancock. Essa
seqüência mobilizou durante várias noites o elenco e a equipe, que também incluiu uma cena de ação
que pedia um acidente entre dois carros debaixo de um aguaceiro forte, criado por máquinas de chuva
artificial.

Os realizadores também filmaram em áreas industriais no centro de Los Angeles, bem como ao longo
da estrada de ferro MTA, onde um espetacular mural foi pintado e ainda é mantido por um grupo
organizado de artistas. A cena noturna, onde a repórter Chris Chandler encontra Grace, é iluminada
por uma lareira e enquadrada por um vagão abandonado. Da mesma forma, uma cena importante
envolvendo Arlene e Grace foi rodada num acampamento de sem-teto, onde a única luz vinha das
fogueiras do acampamento. Em ambos os momentos, Mimi Leder usou a fogueira não apenas para
sublinhar a intimidade das cenas, como também para iluminar o impacto dos encontros.

Leder, primeira diretora de fotografia aceita para estudar no programa de cinema do American Film
Institute, é conhecida como uma das primeiras e mais técnicas diretoras de Hollywood. Da mesma
forma que fez em seus filmes de ação O Pacificador e Impacto Profundo, Leder empregou uma ampla
variedade de lentes, suportes, equipamentos de câmera e movimentos de câmera para contar a
história. Apesar de A Corrente do Bem estar numa escala mais intimista, ela se aproveitou de seu
conhecimento de câmera e do know-how em iluminação para criar cenas interessantes e envolventes.
Por exemplo, Chandler persegue o advogado Thorsen (interpretado por Gary Werntz, marido de Leder
na vida real) — homem que entrou na "corrente do bem" por sua causa — numa enorme escadaria
antes de explicar-lhe o conceito da "corrente". A cena foi rodada no histórico e famoso Ray Bradbury
Building. Para esta cena, Leder precisou de uma tomada na qual a câmera os persegue verticalmente e
horizontalmente pela longa escadaria. Isso foi feito suspendendo a câmera numa plataforma, que
desce junto com os personagens desde o início da tomada até o fim da escada.

A produtora executiva Mary McLaglen elogia: "Mimi é uma cineasta completa. Ela é perita em tomadas
e não apenas conhece câmera e iluminação, mas também é maravilhosa com o roteirista e os atores.
Ela é aberta para idéias, está sempre calma e é generosa. É simplesmente incrível trabalhar com ela".

O produtor Peter Abrams, cuja companhia, a Tapestry Films, "comprou" o manuscrito não publicado de
Catherine Ryan Hyde (que deu origem ao roteiro) poucos dias depois de o ter lido, concorda que Leder
é uma cineasta talentosa, sempre à procura do próximo desafio. Abrams atesta: "Não dá para falar
todas as maravilhas que Mimi é. Ela está sempre tentando melhorar, se testando, como fazem os
grandes diretores. Ela é uma grande líder, que também está aberta para sugestões, o que torna todo o
processo mais criativo, emocionante e interessante".
  FILMES
  NOVOS

A PARTIR DE

 MAIO 2011
Profissão Repórter Álcool e Jovens - 30 MIN




                         Download Profissão reporter Álcool e Jovens HDTV

O Profissão Repórter foi às ruas para investigar porque o jovem brasileiro está bebendo cada vez mais cedo
 e cada vez mais. Em São Paulo, universitários esvaziam garrafas e garrafa em vez de estudar. Em Porto
                   Alegre, os jovens vão para a noite, mas não conseguem se divertir.

   Em Bragança Paulista, em uma festa de peão de boiadeiro, cerca de 20 atendimentos ocorrem em 40
                          minutos, e o descontrole faz lotar o posto médico.

                         Título Traduzido:Profissão Repórter – Álcool e Jovens
                                        Gênero:Documentário
                                          Duração: 30 MIN
                                     Ano de Lançamento: 2011
                                         Tamanho: 700 mb
                                           Formato: 720p
                                       Qualidade de Áudio: 10
                                       Qualidade de Vídeo: 10
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                                         Audio Codec: mP3
                                         Idioma: Português
 AS SETE MARAVILHAS DA ANTIGUIDADE
  AS 7 MARAVILHAS DO MUNDO ANTIGO
   ANCIENT 7 WONDERS OF THE WORLD
Na Antiguidade existiram sete grandes estruturas construídas pelo homem consideradas as maravilhas do
mundo...

Nome dado pelos gregos aos sete monumentos considerados como os mais notáveis e descritos na obra “De
Septem Orbis Miraculis”, atribuída a Filon de Bizâncio (Philon of Byzantium) no século III antes de Cristo –
ano 200, aproximadamente.

Todas foram construídas entre os anos de 2.500 a 200 antes de Cristo. Hoje, apenas uma resta: As Pirâmides
do Egito.

A listagem dessas maravilhas foi modificada muitas vezes, ao longo dos séculos, mas nela figuram
comumente os seguintes monumentos e obras listadas abaixo (não necessariamente nesta ordem):


                                    I. As Pirâmides e a Esfinge de Gizé
                                    Pyramides / The Pyramids at Giza


                                    II. O Farol de Alexandria
                                    Pharos / The Lighthouse at Alexandria


                                    III. Os Jardins Suspensos da Babilônia
                                    Murus Baby Lonia / The Hanging Gardens of Babylon


                                    IV. A Estátua de Zeus ou Júpiter
                                    Jupiter Olympicus / The Statue of Zeus


                                    V. O Templo de Ártemis ou Diana
                                    Diana Templum / The Temple of Artemis


                                    VI. O Mausoléu de Halicarnasso
                                    Mausoleum / The Mausoleum at Halicarnassus


                                    VII. O Colosso de Rodes
                                    Coloss Us / The Colossus of Rhodes
BBC - O Corpo Humano – A Origem da Vida – 50 MIN
(CADA)




1. História da Vida
2. Milagre Diário
3. Primeiros Passos
4. Fúria Adolescente
5. Poder Cerebral
6. E o Tempo Passa
7. O Fim da Vida

Existe uma coisa que todo mundo na Terra tem em comum.
Todos nós vivemos, comemos e respiramos através do corpo humano.
Vamos ver o corpo humano em todas as suas formas, desde o começo, até o fim de todos nós.

A verdade é que o conhecimento da ciência sobre a vida só está completo pelo conhecimento daqueles que a vivem.
O corpo humano não é apenas uma máquina biológica, é muito mais que isso - é uma pessoa.
Nesta série, serão as pessoas que nos contarão o que a história do corpo em mutação significa.
Imagine uma fila de pessoas, desde recém-nascidos até idosos, cada um deles 1 ano mais velho do que o anterior.
Todos nós temos um lugar ao longo desta fila, olhando para frente, para trás.
Vistos assim, despidos dos enfeites da riqueza e do status, temos uma coisa em comum, o lugar onde todos vivemos,
o veículo em que viajamos: o corpo humano.

Detalhes Técnicos
Fonte: DVDRip
Tamanho do Arquivo: 350MB em média
Duração: 50 min em média
Codecs: XviD - mp3
Legendado: Legendas no formato SRT
O Desafio do Pre-Sal - 44 min


                                                                   Título Original: O Desafio do Pré Sal
                                                                          Gênero: Documentário
                                                                       Tempo de Duração: 44 min
                                                                        Ano de Lançamento: 2011
                                                                            Qualidade: TVRip
                                                                              Formato: XviD
                                                                            Áudio: Português
                                                                              Legenda: S/L
                                                                         Qualidade de Audio: 10
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Sinopse:O Desafio do Pré-Sal foi realizado para o Discovery Channel pela Mixer, sob a direção de Rodrigo Astiz e
Marcello Bozzini. Carla Ponte e Michela Giorelli supervisionaram o projeto para a Discovery Networks Latin
America/US Hispanic.
Assista ao documentário para saber como os especialistas planejam ultrapassar todas as barreiras e usar alta
tecnologia para realizar um avanço histórico.

A 300km da costa brasileira, a uma profundidade de sete mil metros e sob uma camada de sal que pode chegar
a dois mil metros de espessura está a maior reserva submarina de petróleo encontrada nos últimos 10 anos.

Contudo, exploração dessa fonte, à qual está ligada a independência do Brasil em petróleo e em gás natural,
representa um verdadeiro desafio tecnológico e científico, que começou a ser enfrentado mesmo antes da
descoberta do petróleo ali. Encontrar petróleo em condições totalmente novas, vencendo a espessa camada de
sal, exigiu o desenvolvimento de novas tecnologias de extração e tentativas sucessivas para que ele fosse
enfim encontrado - algumas delas em vão.

O telespectador acompanha o trabalho da equipe de engenheiros e o contraponto: a exploração do petróleo
pode significar a saúde financeira do País, mas está na contramão do desenvolvimento sustentável e da busca
por fontes de energia renováveis e não poluentes.
Lixo Extraordinário Nacional – 90 Min
                                                                    Título Original: Lixo
                                                                Extraordinário / Waste Land
                                                                   Gênero: Documentário
                                                                 Tempo de Duração: 90 min
                                                                 Ano de Lançamento: 2010
                                                                     Qualidade: DVDRip
                                                                      Formato: RMVB
                                                                 Áudio: Português / Inglês
                                                                    Legenda: Português
                                                                  Qualidade de Audio: 10
                                                                   Qualidade de Vídeo: 10
                                                                     Tamanho: 379 mb




Sinopse:A trajetória do lixo dispensado no Jardim Gramacho, maior aterro sanitário da América Latina
localizado na periferia de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, até ser transformado em arte pelas mãos
do artista plástico Vik Muniz e seguir para prestigiadas casas de leilões internacionais. Obras que,
muitas vezes, retornam ao Rio para compor as paredes da alta sociedade carioca.
OCEANOS




O documentário “Oceanos” (2009), coprodução entre França, Suíça e Espanha, dirigido pela dupla Jacques
Perrin e Jacques Cluzaud, sufoca-nos de tédio na anoxia do lugar-comum. “Oceanos” é o novo produto do selo
verde Disney Nature, responsável também pelo doc “Terra” (2007).

Partindo da ideia de descobrimento (em sentido amplo), tanto entendida como a descoberta de novos territórios,
à época das grandes navegações, como a novidade do desconhecido, impressa pela primeira vez na percepção de
um garoto − que começa a ter contato com os segredos do mar, transmitidos pelos mais velhos −, o
documentário não chega nem perto do encantamento causado pelas aventuras épicas de Jacques Cousteau.
Longe de agitar as águas do marasmo, acrescentando ventos insólitos a um argumento de forte apelo, não difere
em nada dos programas que são exibidos há anos pelo Discovery Channel e pelo National Geographic.

Algumas imagens inclusive podem ser consideradas datadas, ou seja, foram exibidas à exaustão nos canais pagos
que tratam da vida natural. Alguns exemplos batidos são baleias se alimentando em grupos; orcas demonstrando
habilidade e inteligência caçando focas que se encontram na praia; turbilhões de peixes em postura defensiva
(juntos venceremos!); pinguins navegando por águas gélidas como minitorpedos; tubarões-brancos saltando do
mar como ogiva nucleares lançadas por algum submarino incógnito nas profundezas, abalroando focas
desprevenidas; gaivotas varando a superfície como flecha em busca de peixes; filhotes de tartaruga recém-
nascidos sendo predados por aves litorâneas; e golfinhos, golfinhos e mais golfinhos. Depois, mais um pouco de
golfinhos…

Por terem sido utilizados como elementos de transição de cenas (os cetáceos = não só, mas também os parentes
do Flipper), transparece a impressão de que, por causa da repetição obsessiva, parte das filmagens foi realizada
num aquário do Sea World, e não em mar aberto, e depois enxertada no processo de montagem. Uma ou outra
captação da natureza em estado bruto se salva – a sequência em que um mergulhador nada ao lado de um
grande branco faz com que ajeitemos nossa postura na poltrona, mesmo assim a Semana do Tubarão no
Discovery é muito mais emocionante −, mas não há nada inédito.

A sensação é a de estarmos numa daquelas lojas de departamentos em que filmes da vida selvagem, embalados
por melodias nirvânicas de Yoga, são projetados na parede (ou num telão) e entorpecem nossos sentidos
enquanto aguardamos que o frenesi de consumo de nossas acompanhantes (sim, geralmente são elas as
perdulárias) cesse.

As ondas também são personagens do doc, mas, para quem estiver interessado em morras monstruosas,
aconselho outro documentário, “Riding giants” (2004), de Stacy Peralta, ou o livro “A onda: em busca das
gigantes do oceano” (2010), da jornalista canadense Susan Casey – editora-chefe da O, The Oprah Magazine −,
que acaba de ser lançado aqui pela Editora Zahar. Leitura de tirar o fôlego! Pague um pouco mais e leia o livro.
No site da Livraria da Travessa você encontra a obra por R$ 23,62 (sem frete). E não, não somos patrocinados
pela Travessa.

A vertente política do doc “Oceanos” só tangencia a verdade inconveniente: os resultados da ação humana no
ecossistema marinho. A pesca predatória e a poluição dos mares são pautas da agenda ecológica abordadas
timidamente na parte final da produção. O dedo poluído da humanidade, carregado de bactérias do dito
desenvolvimento (ou progresso), que macula a assepsia da natureza não é o foco, mas apenas parte do projeto
maior (infelizmente). Nossas pegadas destrutivas não deixam rastros significativos, o que suscita leve
desconforto, mas não a indignação necessária.

Uma curiosidade: na versão em inglês, o doc foi narrado pelo ex-007 Pierce Brosnan.

Você não vai precisar do site Surfline para te alertar desta: “Oceanos” só vai ser comparado àquele swell perfeito,
arrebentando num pico selvagem e desconhecido, nunca antes surfado pelas retinas, por quem jamais assistiu ao
Discovery Channel ou ao National Geographic. Tinha tudo para ser o que não foi.

                                                                                         Carlos Eduardo Bacellar
PLATAFORMAS DE PETRÓLEO

O incrível mundo das Plataformas de Petróleo
Plataformas perfuram e produzem em locais com Lâminas d´água Ultra-Profundas




A engenharia acompanhou rapidamente a descoberta de campos de petróleo e gás em profundidades cada vez maiores,
desenvolvendo plataformas específicas para cada situação. E seguindo o ritmo das descobertas do pré-sal, a encomenda de
novas plataformas não pára. Em setembro, a Petrobras anunciou que contratará até 28 novas sondas de perfuração, a serem
construídas no Brasil, com conteúdo nacional crescente, para exploração em águas ultraprofundas, incluindo justamente os
campos localizados do pré-sal. A entrega dessas sondas está prevista para ocorrer entre 2013 e 2018.


Numa primeira fase, está prevista a contratação de um lote mínimo de nove sondas. Desse primeiro lote, sete unidades serão do
tipo navio, que utilizarão projeto consolidado e de amplo domínio no mercado mundial. As outras duas unidades, que poderão ser
tanto do tipo navio quanto plataforma semi-submersível, serão contratadas separadamente e poderão utilizar novas tecnologias
que incorporem conceitos ainda pioneiros na indústria, mas que proporcionem grandes benefícios econômicos e operacionais
para a Petrobras.


Devido às características dessas sondas, a sua construção no País também irá gerar um enorme incremento na indústria de bens
e serviços responsável pela cadeia produtiva desses estaleiros. Para viabilizar todo esse enorme empreendimento, que poderá
gerar mais de 40.000 novos empregos diretos e indiretos, quando todas as encomendas estiverem colocadas, o Governo Federal
irá alocar, através do Fundo Garantidor da Construção Naval, R$ 4 bilhões exclusivamente para garantia da construção dessas 28
sondas de perfuração.


Tipos de plataformas

A indústria do petróleo utiliza atualmente duas famílias de plataformas, segundo a função a que se destinam: plataformas de
perfuração ou sondas de perfuração marítima e as plataformas de produção.


As plataformas ou unidades de perfuração submarina são de três tipos: autoelevatória, semisubmersível e navios sonda. Estes
três tipos de unidades de perfuração têm, em comum, além das utilidades (alojamentos, refeitório, geradores, laboratório, heliporto
e outros) a sonda de perfuração que fica no centro da plataforma.
Nas perfurações submarinas a sonda é instalada sobre plataformas fixas ou móveis e navios de perfuração e as operações são
semelhantes às de terra, com riscos e complicadores inerentes às atividades em alto mar


A sonda, equipamento utilizado para perfurar poços, é composta por uma torre, da altura de um edifício de 15 andares que
sustenta os tubos de perfuração. Estes tubos que conduzem a broca passam por uma mesa giratória, na base da torre e, por
rotação, vão atravessando as camadas do subsolo.
Por dentro dos tubos corre um produto, denominado lama de perfuração, que serve como lubrificante da broca, age como reboco
das paredes do poço, mantém a pressão da perfuração evitando erupções e funciona como veículo para trazer à superfície os
fragmentos da perfuração que são examinados em laboratório na própria sonda, fornecendo informações importantes sobre as
camadas atravessadas. A lama, que é um composto de betonita, argila, óleo e água, depois de separada dos fragmentos da rocha
é reutilizada na perfuração.


A perfuração é um trabalho duro e ininterrupto. A cada 27 m os sondadores encaixam um novo tubo. Como a vida útil da broca,
que está na extremidade do primeiro tubo, é relativamente curta, em comparação com a duração da perfuração, ela precisa ser
trocada várias vezes durante a sondagem. Para realizar esta operação é preciso retirar todos os tubos em seções de 27 m e,
depois da troca da broca, recolocar tudo de novo no poço, sempre mantendo a pressão.


Se o poço estiver a 4 mil metros, o que é comum, serão necessárias mais de 200 operações com tubos, para retirar e colocar a
nova broca. Em alguns intervalos da perfuração retiram-se cortes (testemunhos) da seção atravessada pela broca para serem
analisados, fornecendo dados importantes para a continuação ou não da perfuração.




Depois da perfuração, a produção

Na atividade de produção de petróleo no mar são utilizados quatro tipos principais de plataformas: fixas, semisubmersíveis, FPSP
(sigla em inglês de navio plataforma que produz, processa, armazena e escoa petróleo e gás natural) e plataformas de pernas
atirantadas (tension leg plataform –TLP). A Petrobras utiliza em suas atividades de produção no mar os tipos fixa,
semisubmersíveis e FPSO. No mar brasileiro a empresa tem, em operação 117 plataformas de produção.


O processo de produção é idêntico em terra e nas plataformas no mar. Depois que um poço perfurado descobre petróleo, começa
a fase de avaliação da descoberta, com objetivo de definir se é ou não um reservatório com volumes comercialmente
recuperáveis. Este processo envolve testes de produção do poço descobridor, perfuração de novos poços de delimitação da
jazida e análises de informações geológicas e geofísicas da área. Declarada a capacidade comercial do reservatório, é realizado o
projeto de desenvolvimento da produção que envolve a definição de quantas plataformas serão necessárias e quantos poços
precisam ser perfurados para drenar da melhor forma possível o petróleo e o gás descobertos. Para produzir, cada poço precisa
ser preparado. São introduzidos tubos de aço, revestidos com cimento, cuja finalidade é evitar o desmoronamento das paredes e
a entrada de materiais indesejáveis.


Através desta coluna, é descido um instrumento que, a semelhança de um mini-canhão, vai ser detonado para abrir furos no tubo
por onde serão escoados o petróleo e o gás, empurrados pela pressão da jazida, até a superfície, onde estão instaladas as
válvulas de produção, conhecidas como “árvores de natal”.


Os poços podem produzir através de energia própria da jazida (poço surgente) ou através de ação externa (quando o petróleo é
muito viscoso, a rocha reservatório é pouco permeável, a quantidade de gás e água na jazida não é suficiente para impulsionar o
petróleo ou em poços mais antigos cuja pressão natural foi reduzida pelo tempo de produção). Nestes casos são utilizados
processos mecânicos para bombeio (conhecido como cavalo de pau), injeção de fluidos (água, gás, vapor, polímeros e outros
produtos) e métodos mais sofisticados e, por isso, de aplicação restrita e em casos específicos como a combustão in-situ (frente
de calor no interior da jazida) e poços horizontais. Estes processos de elevação artificial da produção são especialmente
empregados para recuperação complementar de petróleo de uma jazida que, pelos métodos tradicionais jamais poderiam ser
extraídos.


Para a produção de petróleo no mar são utilizadas plataformas cujos tipos, dimensões e sofisticação variam de acordo com a
profundidade da água, a vazão dos poços, as características locais do oceano, a distância do litoral, etc. As plataformas de
exploração e produção constituem verdadeiras ilhas artificiais de trabalho e tecnologia. O Brasil, através da Petrobras, em parceria
com empresas privadas e centros de tecnologia, domina todo o processo de construtivo de plataformas de vários tipos, desde o
projeto básico até às operações de instalação nas mais severas condições oceanográficas.


As primeiras produções marítimas de petróleo saíram do Lago Maracaibo, na Venezuela, ainda na década de 1940. Eram,
entretanto, em águas rasas e calmas e as operações se processavam quase como em terra, com equipamentos de perfuração e
produção colocados em plataformas fixadas no fundo do mar por estacas.


Nos primeiros campos submarinos brasileiros, em lâminas d’água inferiores a 150 m foram utilizadas plataformas fixas,
construídas em terra e posteriormente transportadas por barcaças e navios guindastes para instalação em pleno oceano, a
dezenas e até centenas de quilômetros do litoral.
A medida em que as descobertas foram atingindo águas mais profundas a utilização de equipamentos fixos no fundo do mar
passou a ser impossível. A opção técnica foram as plataformas flutuantes, também conhecidas como semi-submersíveis, antes
utilizadas apenas para perfuração, e os navios-plataforma (FPSO).


No inicio da exploração submarina os campos demoravam de quatro a oito anos para entrarem em produção comercial. Com
objetivo de reduzir estes prazos, os técnicos da Petrobras desenvolveram sistemas de antecipação que em poucos meses podem
extrair petróleo de um novo campo. Estes sistemas foram a base para os atuais processos de produção dos poços em águas
profundas e ultra-profundas, que variam de 300 a 3.000 m de lâmina d’água.
Conheça a seguir mais detalhes sobre os diferentes tipos de plataformas existentes.
Tsunami Os Segredos das Ondas Gigantes Dublado

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             Download Documentario Tsunami Os Segredos das Ondas Gigantes Dublado

     30 quilômetros abaixo da superfície do Oceano Índico, uma batalha épica é travada há séculos. Duas
 enormes placas tectônicas se colidem uma contra a outra acumulando uma monstruosa energia ao longo do
 leito do oceano. A pressão é tão grande que já não pode ser contida. Finalmente, no dia 26 de Dezembro de
                  2004, a placa tectônica menor desloca-se verticalmente por quase 10 metros.
A água do oceano é violentamente impulsionada para cima, criando poderosas ondas na superfície. Esse é o
pior Tsunami já registrado e em seu caminho encontra-se uma enorme faixa litorânea que inclui a Indonésia,
Malásia, Tailândia, Sri Lanka, Índia, Bangladesh, e Somália. O que testemunharemos a seguir é um dos sete
  desastres naturais mais mortais de toda a História. Enquanto o mundo inteiro tenta ajudar as vítimas dessa
   catástrofe, os cientistas continuam a lutar para entender uma das mais perigosas e enigmáticas forças da
       natureza. Apesar de um terremoto ter causado o Tsunami, essa não é a única causa do fenômeno.
VIAGEM FATÁSTICA - 50min




Discovery Channel – Viagem Fantástica pelo Corpo Humano – Dublado


» Dados do Filme
Título Original: Viagem Fantástica pelo Corpo Humano
Título Traduzido: Viagem Fantástica pelo Corpo Humano
Gênero: Documentário
Duração: 50min
Ano de Lançamento: 2005
Direção: Discovery Channel

» Sinopse
Imagine trilhões de robôs-miniatura dentro de um corpo humano destruindo células cancerígenas antes
mesmo de saber que você as tem. Imagine passar por uma cirurgia enquanto assiste televisão em casa.
Conhecida como Nano-Medicina, essa nova tecnologia está transformando a ciência médica. A ciência está
criando máquinas tão pequenas, capazes de serem introduzidas no corpo do paciente via oral ou através de
injeções. Esses minúsculos cirurgiões robotizados procuram e reparam estragos em áreas afetadas do corpo
humano. Em um experimento, os “Nano-Médicos” liberam drogas de combate ao câncer diretamente no
tumor. Isso poderia significar o fim dos indesejáveis efeitos da quimioterapia e da radioterapia. Com a ajuda
de imagens computadorizadas, o documentário Viagem Fantástica pelo Corpo Humano, explora o
desenvolvimento da Nano-Medicina e de sua poderosa e impressionante promessa: a completa erradicação
de doenças.

                                              »Informações
                                            Tamanho: 700 MB
                                           Resolução: 720×480
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                                           Vídeo Codec: MPEG
                                           Áudio Codec: MP3
                                            Idioma: Português
Documentário – Ser e Ter - 104 min




Ser e Ter é um documentário distante dos tradicionais. Não recorre ao esquema registro do real / entrevista /
imagem de arquivo. O longa-metragem do cineasta francês Nicholas Philibert está bem próximo ao chamado
”cinema-verdade”, com a diferença de permitir algumas experimentações estéticas. Para registrar o
relacionamento entre um professor e seus alunos em uma pequena escola na região rural da França, Philibert
foge do lugar-comum e ousa estender o tempo com planos que focalizam objetos escolares, o balançar das
folhas das árvores e o tanger do gado nas pradarias. Ser e Ter diz nas entrelinhas que nada melhor que o
tempo para fortificar laços afetivos entre as pessoas, principalmente entre o aluno e o professor. Logo no
início, duas tartaguras – símbolos da temporalidade – indicam a atmosfera que o filme seguirá.

Na pequena cidade de Auvergne, o professor George Lopez, 55, segue um método de ensino antigo e
considerado em desuso: ele acompanha 13 crianças, do pré-escolar até o ensino fundamental. Em uma única
sala, ele dá conta dos seus alunos com idades entre 3 e 11 anos. Lopez separa as lições conforme a faixa
etária, dividindo a turma em três grupos. O professor acompanha individualmente cada aluno, seja em
matérias de francês, matemática ou pintura. Munido de 35 anos de profissão, Lopez mantém uma
desenvoltura natural diante da câmera e, mais ainda, no trato com as crianças, entre o rigor e a delicadeza de
sua fala. Não levanta o tom de voz, mas fala diretamente, sem subterfúgios. Pela postura sincera, conquista o
respeito e a confiança dos alunos.

Com uma índole dessa, fica até difícil imaginar que George Lopez acabou processando os produtores de Ser
e Ter. Diante do sucesso de público e crítica inesperado do filme, o professor cobrou um cachê de 250 mil
euros reivindicando co-autoria por, em seu entender, ser tema principal e ator do documentário. É óbvio que
Lopez perdeu na Justiça. Se ganhasse, qualquer personagem de documentário teria garantido uma parcela
dos lucros de bilheteria. Além disso, os verdadeiros protagonistas de Ser e Ter são as crianças. A câmera
fixa boa parte do tempo nos rostinhos alegres ou decepcionados dos alunos.
O brilho do documentário está nas expressões das crianças, filmadas com intimismo e autenticidade perante
suas inquietações. O pequeno notável Jojo, de 4 anos, encanta pela inocência e curiosidade. Distraído com
os deveres de classe, o garotinho desobedece algumas regras impostas por Lopez e ainda participa de uma
cena cativante com Marie, quando ambos tentam tirar fotocópias e acabam quebrando a máquina da escola.
São momentos únicos, que retratam a infância no presente, sem fazer apologias à escola como futuro
promissor. Pouco importa saber que modelo pedagógico está por trás do ensino do professor, mas sim
evidenciar que tipo de relações humanas são construídas dentro da instituição.

Mesmo com a interferência inevitável da câmera, o documentário lampeja instantes reais. Não se trata de
expor um ”filme-tese” sobre a educação. O documentário nem procura ser tão pretensioso assim. Ser e Ter
compila fragmentos poéticos do relacionamento entre o adulto e a criança. O cineasta Nicholas Philibert
prefere ser menos hermético e mais sensível ao simples. Ele força o espectador a observar os pequenos
detalhes que fazem a diferença.

Documentário Ser e Ter – Nicolas Philibert

Título Original: Être et Avoir
Direção: Nicolas Philibert
Ano: 2002
Duração: 104 min
Origem: França
Tamanho 1.4gb
 BULLYING PROVOCAÇÕES SEM LIMITES - 93 minutos
                                                                                                 .

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                                                                                                 Tamanho: 291 MB
                                                                                                 Estilo: Filme – Ação
                                                                                                 Formato: DVDRip/Rmvb
                                                                                                 Idioma: Portugues
                                                                                                 Classificação Etária: Nao
                                                                                                 Informada
                                                                                                 Lançamento: 2010
                                                                                                 Qualidade Audio: 10
                                                                                                 Qualidade Video: 10




Jordi é um adolescente que perdeu recentemente seu pai e que, junto à sua mãe, decide mudar de cidade para
começar uma nova vida. Em princípio tudo parece bem, mas o destino reservado para ele será uma terrível
surpresa já que quando Jordi passar pelo portão da nova escola, cruzará sem saber a tenebrosa fronteira de um
novo inferno.

Comentários do Site WEBartigos:



Bullying - Provocações sem limites
Eu gostei muito desse filme, não pelo fato do sofrimento do protagonista, mas sim pelo conteúdo profundo abordado neste filme: o
bullying (bully = tiranete ou valentão), palavra de origem inglesa que é expressa na prática por abusos morais ou físicos praticados
contra uma pessoa.
O bullying é freqüentemente praticado em ambientes escolares, porém, menos freqüentemente, pode ser também praticado na
área do trabalho.
O filme Bullying – Provocações sem limites, ao contrário de ser americano, pois nos Estados Unidos essa ação é praticada há
muito tempo e violentamente nas escolas públicas, dentre outras razões, por causa de intriga entre gangues, adicionada a
facilidade de manuseio de armas de fogo; esse filme é espanhol, o que nos mostra que na União Européia esse tipo de violência
está aumentando, com estatísticas que colocam a Inglaterra em primeiro lugar neste tipo de violência.
No filme o personagem principal é Jordi, que junto com sua mãe se mudam para Barcelona, já que passaram por momentos ruins
na cidade anterior.
Jordi no primeiro dia de aula na escola nova se destaca em sua turma, na aula da matemática, o que faz chamar a atenção de um
grupo de garotos zombadores. Entre esses garotos está Nacho, que mora no mesmo apartamento de Jordi. Nacho é o garoto que
articula as ações de Bullying. Ações degradantes, muito ruins e tristes são sofridas por Jordi, que não conta a ninguém a sua
situação, nem a sua mãe, seja talvez, pelo fato dela estar se tratando com um psiquiatra.
Assim, o sofrimento de Jordi aumenta por não contar com ninguém, porém isso começa a mudar quando ele conhece uma garota
que também sofria bullying.
Os dois se conhecem pessoalmente e começam a se gostar.
Em uma cena do filme, essa garota vai parar no hospital, sofrendo uma parada respiratória por ter apanhado de um grupo de
garotas na escola.
Nessa mesa hora, Jordi que tinha ido ver essa garota no hospital sai correndo e fica longe de casa por uns dias.
No fim do filme, após sua mãe e o vizinho “Fred” terem procurado Jordi por todos os lugares, Jordi se suicida, pulando do telhado
de seu apartamento.
É então mostrado o caixão do garoto na quadra de sua escola, com os alunos de sua sala colocando flores sobre ele.
Na última cena, na sala de aula, sem Jordi e sem o grupo dos garotos zombadores que foram expulsos da escola, o professor diz
sentir falta de Jordi e inicia sua aula. O filme acaba com a voz de um narrador falando sobre as estatísticas de casos de bullying
na União Européia.

De acordo com a Enciclopédia Wikipédia, O cientista sueco - que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus
define bullying em três termos essenciais:
1. o comportamento é agressivo e negativo;
2. o comportamento é executado repetidamente;
3. o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.
O bullying divide-se em duas categorias:
1. bullying direto;
2. bullying indireto, também conhecido como agressão social
O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos. A agressão social ou bullying indireto é a forma
mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este
isolamento é obtido através de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:
• espalhar comentários;
• recusa em se socializar com a vítima
• intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima
• criticar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).
O bullying pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até
mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para
aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a
mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às
ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.

Alguns casos de bullying que terminaram em tragédia:
Colorado (EUA), 1999
Os estudantes da Columbine High School, Eric Harris, 18 anos, e Dylan Klebold, 17, mataram 12 colegas e um professor e
cometeram suicídio em seguida. A história motivou o documentário ‘Tiros em Columbine’, de Michael Moore, que ganhou o Oscar
em 2003.

São Paulo, 2003
Edmar Aparecido Freitas, 18 anos, era motivo de zombaria dos colegas de classe desde os sete anos de idade. Em 2003, ele foi
ao colégio em que estudou armado com um revólver, atingiu nove pessoas e depois se matou.

Virgínia (EUA), 2007
O estudante coreano Cho Seung-hui, 23 anos, invadiu a universidade de Virgínia Tech, nos Estados Unidos, matou 30 pessoas e
se suicidou.
(FONTE: http://fotolog.terra.com.br/bullying:8)

Dallas, Texas (EUA)
Jeremy Wade Delle se matou em 8 de Janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e
da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente.
(FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying)




Fonte: http://www.webartigos.com/articles/52372/1/Bullying---Provocacoes-sem-limites/pagina1.html#ixzz1OvJBsvXb
Discovery Channel – Brasília – A Construção de Um Sonho -42 Min




Informações do Arquivo

Áudio:Português
Legenda: Sem Legenda
Tamanho: 318 MB
Formato: AVI – TVRip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10

Informações do Filme

Ano de Lançamento: 2010
Gênero: Documentário
Duração: 42 Min.

Discovery Channel – Brasília – A Construção de Um Sonho – Dublado: Documentário feito pela
Discovery Channel. Juscelino K. de Oliveira conseguiu construir Brasília em tempo recorde e mudou para o
Centro Oeste Brasileiro a Capital Federal.
BBC: Pompeia – O Ultimo Dia – 51 Min




Os terríveis últimos momentos de uma cidade, apanhada na armadilha mortal de um vulcão. A 24 de Agosto
do ano de 79 d.C., a cidade de Pompeia conheceu o seu fim devastador, quando o poderoso Vesúvio entrou
                    em erupção, inundando os seus habitantes com pedras, cinza e fumo.
Alguns conseguiram escapar, mas os que permaneceram foram sepultados para sempre ao cair. Combinando
 espectaculares reconstituições, investigações de especialistas, maravilhosos efeitos digitais, e seguindo um
grupo de personagens centrais que inclui famílias inteiras, amantes, soldados e escravos, este filme recria de
                    forma realista e cativante o que aconteceu no último dia de Pompeia.
A Rede Social – 121 Min




É um filme americano de 2010, sobre a fundação da rede social Facebook e seus desdobramentos. O filme
foi dirigido por David Fincher, com um elenco composto por Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Justin
Timberlake, Armie Hammer, Max Minghella, Josh Pence, Brenda Song, Joseph Mazzello, Rashida Jones e
Rooney Mara.

O roteiro de Aaron Sorkin adapta o livro de não-ficção The Accidental Billionaires, escrito por Ben Mezrich.
Nenhum funcionário Facebook, ou seu fundador Mark Zuckerberg, se envolveu na produção do filme,
embora Eduardo Saverin tenha sido um consultor para o livro de Mezrich.[2] Foi distribuído pela Columbia
Pictures e estreou em 1 de outubro de 2010 nos Estados Unidos, 4 de novembro de 2010 em Portugal e 3 de
dezembro do mesmo ano no Brasil.

The Social Network foi geralmente aclamado pela crítica mundial, com os críticos aplaudindo sua edição,
atuação, trilha sonora, direção e roteiro. O filme apareceu em 78 listas de melhores filmes do ano; 22 como
número um. Recebeu oito indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme (Dana Brunetti, Ceán Chaffin,
Michael De Luca e Scott Rudin), Melhor Diretor (David Fincher) e Melhor Ator (Jesse Eisenberg),
vencendo nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado (Aaron Sorkin), Melhor Edição (Kirk Baxter e Angus
Wall) e Melhore Trilha Sonora Original (Trent Reznor e Atticus Ross). Também venceu quatro Golden
Globes, para Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor (David Fincher), Melhor Roteiro (Aaron Sorkin) e
Melhore Trilha Sonora (Trent Reznor e Atticus Ross).




Enredo
Em 2003, na Universidade de Harvard, o estudante Mark Zuckerberg tem a ideia de criar um website para
medir a beleza das estudantes de Harvard após sua namorada Erica Albright terminar com ele. Mark invade
as bases de dados de vários alojamentos, baixa as fotos e o nome das estudantes e, em algumas horas,
usando um algoritmo dado por seu melhor amigo Eduardo Saverin, ele cria o "FaceMash", onde os
estudantes homens escolhem quais das duas estudantes apresentadas são mais atraentes.

Mark é punido com seis meses de suspensão depois que as visitas do site fazem os servidores de Harvard
cairem. Ele se torna uma espécie de "vilão" para a comunidade feminina de universidade. Entretanto, a
popularidade do "FaceMash" e o fato que ele o criou o mesmo em uma noite e bêbado, chama a atenção dos
gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss, da equipe de remo, e seu parceiro Divya Narendra. Como resultado,
Mark começa a trabalhar para os Winklevoss como programador do site "Harvard Connection".

Pouco tempo depois, Mark fala com Eduardo sobre sua ideia para o site "Thefacebook", uma rede social
exclusiva dos estudantes de Harvard. Ele explica que isso iria permitir que as pessoas compartilhassem suas
informações pessoais e sociais em segurança. Eduardo concorda em ajudar Mark dando a ele US$ 1.000
para iniciar o site. Eles distribuem o link para as conexões de Eduardo no Phoenix S-K Club, e rapidamente
se transforma em um sucesso entre os estudantes. Quando os Winklevoss e Narendra descobrem sobre o
Thefacebook, eles acreditam que Zuckerberg roubou suas ideias. Cameron e Divya querem processar Mark
por roubo de propriedade intelectual, porém Tyler os convence que eles podem resolver o assunto como
"Cavalheiros de Harvard", sem precisar ir para o tribunal.

Após uma palestra de Bill Gates, a também estudante de Harvard Christy Lee se apresenta junto com sua
amiga Alice para Eduardo e Mark. Ela pede aos garotos: "Nos adicionem no Facebook"; o uso dessa frase
impressiona os dois. Christy os convida para irem ao bar, onde ela e Eduardo fazem sexo no banheiro. Mark
depois encontra sua ex-namorada, que não conhece o Facebook por não ser uma estudante de Harvard.
Surpreendido por isso, Mark decide expandir o site para outras escolas.

Por intermédio de Christy Lee, agora namorada de Eduardo, eles conseguem marcar um encontro com Sean
Parker, co-fundador do Napster. Quando Christy, Eduardo e Mark encontram com Parker, Eduardo fica
cético quanto a Parker, questionando sua personalidade problemática e sua história profissional. Christy nota
que Eduardo parece estar com inveja de Parker e tenta acalmá-lo para evitar um constrangimento. Mark,
entretanto, fica impressionado com Parker por ele apresentar uma visão similar a dele. Apesar de nenhum
acordo ser feito, Parker sugere que eles tirem o "The" de "Thefacebook" e deixem o nome do site como
apenas "Facebook". Eduardo mais tarde reconhece que essa foi a única contribuição de Parker para o
projeto.

Seguindo uma sugestão de Parker, Mark muda a sede da companhia para Palo Alto, enquanto Eduardo fica
em Nova York para procurar patrocinadores. Quando Eduardo os visita, ele fica bravo por encontrar Parker
vivendo na casa que eles alugaram e fazendo decisões sobre os negócios do Facebook. Depois de discutir
com Mark, Eduardo congela a conta da companhia e volta para Nova York. Quando ele chega em Nova
York, Christy briga com Eduardo sobre seu perfil no Facebook, que o lista como "solteiro". Quando ela
pergunta o porque de ele não ter alterado seu perfil, Eduardo diz que não sabe como, fazendo Christy
acreditar que ele está mentindo. Ela cita seu perfil como prova que ele a está traindo com uma mulher do
Vale do Silício. Ela taca fogo o cachecol que ela havia recebido dele como presente. Enquanto Eduardo
tenta apagar o fogo, Mark revela pelo telefone que eles haviam recebido dinheiro de um investidor através
dos contatos de Parker.

Enquanto isso, na Inglaterra, enquanto competiam em uma regata em Henley, os Winklevoss descobrem que
o Facebook se expandiu para três universidades de lá. Eles decidem finalmente processar Mark. Eduardo
descobre que o acordo que ele havia assinado com os investidores de Parker lhes permitiu diluir a sua parte
na empresa de 34% para 0,03%, enquanto mantinha a parte de todos os outros. Eduardo confronta Mark e
diz que vai processá-lo. Mais tarde naquela noite, durante a festa de 1 milhão de membros do Facebook,
Parker e alguns estagiários do Facebook são presos por porte de cocaína.

O método narrativo do filme mostra Mark respondendo em dois processos: um feito pelos Winklevoss e o
outro por Eduardo. Na última cena, uma das advogadas de Mark o aconselha a fazer um acordo com
Eduardo, já que os detalhes da fundação do Facebook e a personalidade de Mark fariam o júri ficar contrário
a eles. Segundo ela, Mark perderia o júri nos primeiros cinco minutos de audiência. O acordo feito com os
Winklevoss foi de US$ 65.000.000, e foi feito um acordo de valor desconhecido com Eduardo. O filme
termina com Mark mandando um pedido de amizade para sua antiga namorada, Erica Albright, via
Facebook, atualizando a página à espera de uma resposta.

Elenco
      Jesse Eisenberg como Mark Zuckerberg
      Andrew Garfield como Eduardo Saverin
      Justin Timberlake como Sean Parker
      Armie Hammer como Cameron Winklevoss/Tyler Winklevoss
           o Josh Pence atuou como dublê de corpo para Hammer
      Max Minghella como Divya Narendra
      Joseph Mazzello como Dustin Moskovitz
      Patrick Mapel como Chris Hughes
      John Getz como Sy
      Denise Grayson como Gretchen
      David Shelby como Gage
      Rashida Jones como Marylin Delpy
      Wallace Langham como Peter Thiel
      Rooney Mara como Erica Albright
      Brenda Song como Christy Lee
      Malese Jow como Alice Cantwell
      Shelby Young como K.C.
      Dakota Johnson como Amelia Ritter
      Trevor Wright como Josh Thompson
      Dustin Fitzsimons como Presidente do Phoenix S-K Club
      Douglcomo Urbanski como Larry Summers




Produção
Escolha do elenco

O elenco começou a ser escolhido no início de agosto de 2009, e foram abertas audições em vários estados
norte-amerticanos. Jesse Eisenberg foi o primeiro anunciado como parte do projeto, em setembro do mesmo
ano. Em uma entrevista para o Baltimore Sun, o ator comentou, "Mesmo que eu tenha feito parte de vários
filmes maravilhosos, esse personagem [Mark Zuckerberg] parece ser o mais evidentemente insensível em
tantos sentidos que deve ser o mais real para mim. Eu não costumo interpretar pessoas insensíveis, estão é
bastante confortável: novo e excitante, como se nunca tivesse que se preocupar com o público. Não que eu
me preocupe de qualquer maneira - essa deve ser a menor coisa na sua cabeça".[3] Justin Timberlake e
Andrew Garfield foram confirmados nos papéis de Sean Parker e Eduardo Saverin no mesmo mês.[4] Em
outubro de 2009, Brenda Song, Rooney Mara, Armie Hammer, Shelby Young e Josh Pence também foram
escolhidos, assim como Max Minghella e Dakota Johnson, mais tarde.[5]

Filmagens

As filmagens começaram em outubro de 2009, em Cambridge , Massachusetts.[6] As cenas foram filmadas
no campus de duas escolas, a Phillips Academy e a Milton Academy.[7] Cenas adicionais foram filmadas na
Wheelock College, que serviu de locação para o campus de Harvard.[8] A cena de abertura do filme, com
Zuckerberg e sua namorada, levou 99 tomadas para ser terminada.[9] A cena das regatas foram filmadas em
Newton e na Henley Royal Regatta.[10] Apesar de uma grande parte do filme se passar no Vale do Silício, os
produtores decidiram filmar essas cenas em Los Angeles e em Pasadena.
Armie Hammer, que interpretou os gêmos Winklevoss, atuou ao lado do dublê de corpo Josh Pence
enquanto filmava suas cenas. Seu rosto foi digitalmente colocado sobre o rosto de Pence durante a pós
produção, enquanto em outras cenas foi usado a técnica de divisão de tela.[11]

Música

Em 1 de junho de 2010 foi anunciado que Trent Reznor e Atticus Ross, da banda alternativa Nine Inch
Nails, iriam compor a trilha sonora do filme.[12] A trilha sonora foi lançada em 28 de setembro desse ano em
diversos formatos. Antes do lançamento da trilha, um extended play com cinco faixas foi disponibilizado de
graça para download.[13] A canção "Baby, You're a Rich Man", dos Beatles, aparece nos créditos finais do
filme, o que é notável porque a banda raramente libera suas músicas para serem tocadas em filmes ou outras
mídias; ela não está presente na trilha sonora.[14]

Em 2011, Trent Reznor e Atticus Ross ganharam um Oscar e um Globo de Ouro por Melhor Trilha Sonora
Original, para o filme A Rede Social.




Recepção
The Social Network foi aclamado pela crítica. No site Rotten Tomatoes o filme possui um indíce de
aprovação de 97%, baseado em 253 críticas.O consenso foi, "Com um roteiro impecável, bela direção e
cheio de ótimas performances, The Social Network é um ambicioso exemplo do melhor do cinema
moderno".[15] No Metacritic o filme recebeu uma média de 95/100, com base em 42 críticas, sendo
classificado como "aclamação universal".[16]

Peter Travers, da revista Rolling Stone, disse "The Social Network é o filme do ano. Porém Fincher e Sorkin
triunfam ao levá-lo além. Laçando suas sagacidades mordazes com uma doloroza tristeza, eles definem a
ironia negra da última década".[17]

Apesar disso, não foi apoiado pelo Facebook e seu diretor-executivo e co-fundador Mark Zuckerberg, que é
mostrado como um anti-herói; apesar do roteiro ter sido mostrado para os sócios da empresa e algumas
edições terem sido feitas, eles não o aprovaram.[18]
Entre os Muros da Escola – Legendado - 72 Min




Sinopse: François e os demais amigos professores se preparam para enfrentar mais um novo ano letivo.
Tudo seria normal se a escola não estive em um bairro cheio de conflitos. Os mestres têm boas intenções e
desejo para oferecer uma boa educação aos seus alunos, mas por causa das diferenças culturais –
microcosmo da França contemporânea – esses jovens podem acabar com todo o entusiasmo. François quer
surpreender os jovens ensinando o sentido da ética, mas eles não parecem dispostos a aceitar os métodos
propostos.

Dados do Filme:

Tamanho: 362 MB
Formato: DVDRip/Rmvb
Idioma: Frances (Legendado)
Lançamento: 2008

“Entre os muros da escola”: realidade dramática ou drama real?
Começo de ano letivo. François, professor de língua francesa, prepara-se para enfrentar uma sala de aula da
sétima série em uma escola da periferia de Paris. Alunos indisciplinados, diferenças culturais, problemas de
aprendizado. Não há mais o que dizer sobre a sinopse de “Entre os muros da escola” (“Entre les murs”,
2008), que estreou no Brasil na última sexta-feira. Grande vencedora da Palma de Ouro em Cannes e
indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro, a produção, dirigida por Laurent Cantet, faz do real seu
componente mais dramático.

A começar pelo fato de que François Bégaudau interpreta a si mesmo nas telas. O professor é autor do livro
que deu origem ao roteiro (também escrito por ele). E assim também acontece com todo o elenco, formado
por estudantes reais,usando seus nomes verdadeiros. Bebendo na fonte do neo-realismo italiano –
movimento representado por filmes como “Roma, cidade aberta” (1946), de Rossellini, ou “Ladrões de
bicicleta” (1948), de De Sica – “Entre os muros…” não é um filme sobre ações de personagens, mas sobre
personagens eles mesmos. Tudo acontece de forma a fazer com que o espectador conheça (ao invés de
assistir) o dia-a-dia de uma classe ginasial da periferia de Paris. Não há julgamento, apelo emocional, nem
estrutura narrativa melodramática. Há pessoas, com toda a complexidade que “ser humano” implica. O
julgamento, a empatia, a emoção, cabem justamente ao espectador.
                                                                        As diferenças raciais e culturais são
                                  fonte de vários conflitos na sala de aula

Então alguém vê e o filme e se pergunta: é um documentário? É ficção? Provavelmente, nunca haverá uma
resposta satisfatória, já que “Entre os muros…” parece querer justamente quebrar a fronteira entre essas duas
“categorias”. É como se o diretor tentasse dizer através de cada plano que a realidade possui histórias que
merecem ser contadas, histórias “cinematográficas”. E, ao mesmo tempo, que o cinema não precisa
incrementar essas histórias com uma decupagem elaborada, atores talentosos, fotografia bem trabalhada ou
efeitos especiais de última geração para torná-las interessantes É disso que trata “Entre os muros…”. Mais
do que o cotidiano da classe, mais do que os desafios de um professor (que se mostra falível, diferente dos
“mestres com carinho” a que Hollywood nos acostumou), o filme fala sobre histórias reais, humanas, e da
forma de contá-las.

Seguindo a linha de diretores como o brasileiro Walter Salles e o argentino Carlos Sorín, Cantet usa os
planos-seqüência e uma decupagem mais reflexiva como tática para envolver o espectador numa trama na
qual ele sempre será externo, intruso. É interessante notar, por exemplo, como todas as cenas do pátio são
filmados de um ângulo diagonal, sempre visto de cima, como se o público espionasse, sem ser convidado, a
ação que transcorre. Dentro da sala de aula, a câmera balança, perturba, “toma pancada” dos personagens
que passam indiferentes por ela. E, claro, ela nunca extrapola os “muros” do título. Não se sabe de onde os
alunos vem, como e onde eles vivem. O filme coloca o público na mesma condição do professor, dando-lhe
acesso apenas ao que ocorre na escola. O espectador é lembrado a todo momento que está assistindo a um
filme, e portanto, que aquela realidade não é a dele.




                                                    François: como o público, professor não consegue
                               adentrar completamente o mundo dos alunos
E é exatamente nisso que reside o criativo e o artístico de “Entre os muros…”. Numa época em que filmes
biográficos (“Milk”, em 2008, “Piaf”, em 2007) ocupam-se em melodramatizar, às vezes de forma caricata,
a vida de pessoas que representaram um grande papel no mundo, Cantet deixa de lado a linguagem “padrão”
do cinema ficcional para fazer com que personagens reais usem a sua própria ao contar suas histórias. E,
surpreendentemente, acaba sendo mais universal, “maior” do que se poderia imaginar. Impossível não
pensar na condição atual da cultura muçulmana ao ver como os alunos dessa religião se relacionam com os
demais. Difícil não refletir sobre os problemas de imigraçao na Europa ao observar o grande número
de estudantes estrangeiros na sala de aula. Até a comparação entre os jovens franceses e os brasileiros se
mostra inevitável. Com tudo isso, o público talvez se pegue pensando no papel da educação no mundo
contemporâneo. Nesse momento, o filme alcança seu “clímax”, por assim dizer: a reflexão, mais do que a
emoção ou a empatia. Se essa é uma estratégia que divirta ou impressione grandes platéias, há controvérsias.
Mas é, com certeza, um passo em direção à formação de audiências que apreciem o cinema em sua
amplitude máxima. Um cinema que, assim como o mundo, é bem mais complexo do que uma história.
Cleópatra – A Rainha do Nilo – 24 Min




                          Cleópatra, a rainha que conquistou generais romanos em busca de suas ambições políticas.


No ano de 69 a.C., o rei egípcio Ptolomeu teve a oportunidade de assistir o nascimento de sua filha mais
velha, Cleópatra, que viria a ser conhecida como uma das mais famosas e intrigantes rainhas do Egito.
Nascida na cidade macedônica de Alexandria, esta rainha herdou as heranças gregas e persas que se
instituíram na região nordeste da África pela ação do imperador macedônico Alexandre, o Grande.

Longe de ser apenas uma mulher fútil, poderosa e entregue aos prazeres da vida, Cleópatra ansiava dar fim
às dominações estrangeiras que tomavam seu reino. Além disso, era conhecida como hábil debatedora e
dominava várias línguas como aramaico, persa, somali, etíope, egípcio e árabe. Segundo o historiador
Plutarco, ela não detinha atributos físicos, mas se valia de outros artifícios para alcançar seus objetivos.

Quando chegou ao poder, suas intenções de restabelecer a soberania parecia ser um plano difícil de ser
concretizado. Após casar com seu irmão Ptolomeu XII para chegar ao trono, observou que as tropas do
opulento e vitorioso exército romano estavam próximas demais da cidade de Alexandria. Ao mesmo tempo,
sua posição real era decorativa em face dos poderes atribuídos aos burocratas que controlavam o Estado.

Estes ministros percebiam as ambiciosas pretensões políticas de Cleópatra e, não por acaso, obrigaram-na a
fugir de Alexandria e pedir auxílio militar das tribos do deserto. Nessa mesma época, o general romano
Pompeu, ao qual Cleópatra já havia prestado apoio, pediu abrigo a suas tropas derrotadas na Farsália. O
pedido gerou um grande dilema para os dirigentes do governo.

Por um lado, entendiam que o apoio a Pompeu poderia significar a invasão das tropas de Júlio César, outro
general romano que ambicionava ser ditador. Em contrapartida, a recusa também poderia causar a fúria de
Pompeu, que passaria a ver os egípcios como um bando de mancomunados com seu maior inimigo político.
Por fim, tentando se safar desta situação ambígua, os egípcios decidiram tramar o assassinato de Pompeu.

Após matarem o general romano, as tropas de César se dirigiram até Alexandria para tomar conhecimento
do comportamento egípcio em frente a suas tropas. Ptolomeu, o rei, receava sob as pretensões dominadoras
do general romano e decidiu não ir ao seu encontro. Em contrapartida, Cleópatra arquitetou um plano em
que conseguiria encontrar Júlio César sozinho e vulnerável à sedução da rainha.

Para conseguir tal feito, se sujeitou a ficar enrolada em um tapete que seria entregue como presente a Júlio
César. A ousadia conquistou César, que, em resposta, lutou ao seu lado contra os revoltosos contrários ao
governo da rainha no Egito. A empreitada quase fracassou, mas com o apoio de Mitríades de Pérgamo,
conseguiram abater as ambiciosas tropas egípcias que, no fundo, também disputavam o poder entre si.
A aliança entre César e Cleópatra a transformou em senhora do Egito. Contudo, não satisfeita com o
objetivo alcançado, resolveu apoiar César em novas conquistas que pudessem transformá-lo em um
conquistador de muitas fronteiras. Contudo, o general romano sabia que qualquer ambição de poder absoluto
poderia acender a fúria do Senado Romano, que não permitiria a dissolução da República.

Por isso, ele teve de se contentar com uma breve temporada em que desfrutou da companhia de sua
audaciosa amante. Depois disso, forçado a sinalizar sua devoção às instituições romanas, partiu com o seu
exército para a região de Ponto, onde abafou a revolta de Farnaces. Nesse meio tempo, a rainha Cleópatra
ficou grávida e deu à luz a Cesarião, nome que simplesmente atestava a paternidade de seu filho.

Depois que retornou para Roma, César nunca mais colocou os seus pés no Egito. Contudo, em mais uma
ação de extrema audácia, a rainha Cleópatra resolveu ir até Roma e visitar o seu amante e parceiro político.
Para os romanos mais conservadores, a presença daquela estrangeira era uma ameaça às tradições. Afinal,
quais garantias poderiam dizer que César não a transformaria em rainha de Roma?

Por fim, antes que tal ameaça se tornasse real, Júlio César foi assassinado por um grupo de republicanos que
temiam as pretensões hegemônicas do ditador. Temendo a reação dos romanos com a sua presença,
Cleópatra logo retornou para Alexandria e, após se livrar do irmão, colocou o seu filho no poder. Enquanto
os romanos decidiam quem assumiria o poder, ela resolveu ficar afastada das questões políticas e militares.

Após as lutas sucessórias, dois generais assumiram o poder político do Império: Otávio, que se preocupava
em buscar apoio do Senado e tinha um comportamento frio e ambicioso; e Marco Antônio, que ficara e
parecia ser uma figura mais receptível aos engodos da rainha. Ao contrário da primeira vez, Cleópatra
esperou que o seu mais novo alvo político chamasse pela sua presença. Não demorou muito, Marco Antonio,
que estava na Sicília, chamou a senhora do Egito pra discutir o poder na Ásia.

Organizando uma comitiva suntuosa e adornada com vários elementos que faziam menção à mitologia
grega, Cleópatra não teve grandes dificuldades para conquistar o general. Entre 41 e 31, Marco Antonio
dizimou os inimigos políticos de Cleópatra, abandonou a esposa (que era irmã de Otávio) e passou boa parte
desse tempo realizando conquistas militares que atendiam o interesse de sua amada egípcia.

A união entre Marco e Cleópatra deu origem a três filhos e somente colocava em dúvida o compromisso que
o general romano teria com sua pátria original. Como se não bastasse toda a situação, os filhos do casal
foram transformados em reis da Armênia, da Síria e da Ásia Menor. Dessa forma, o cenário político de
Roma estava divido entre dois senhores: um comprometido com o Ocidente (Otávio) e o outro maravilhado
com o Oriente (Marco Antonio).

Prevendo uma possível reviravolta, Otávio começou a realizar ataques sistemáticos contra o comportamento
de Marco Antonio e resolveu colocar Cleópatra como uma séria ameaça para os romanos. Marco Antonio,
que não resolveu abrir mão de sua aventura amorosa, decidiu combater as tropas do general Otávio. Sem
obter o sucesso almejado, ainda tentou se aliar com as tropas de Cleópatra para resistir à sua iminente
derrota.

Sitiados e abatidos na cidade de Alexandria, o general e a rainha decidiram acabar com suas próprias vidas.
Não satisfeito, Otavio aniquilou completamente a linha sucessória dos herdeiros de Cleópatra bem como
transformou o Egito em uma mera província subordinada aos representantes do poder romano. Com isso, o
sinal de lealdade representado pela vitória militar transformou Otávio no primeiro imperador romano.
Documentário: Terra 2100 (Earth 2100)




Programa levado ao ar pela rede americana ABC, em 2 de junho de 2009. Apresentado pelo jornalista Bob
Woodruff, o documentário explora a pior perspectiva futura se o homem não agir contra os problemas atuais
que ameaçam a civilização, como a mudança climática, o crescimento populacional e o mau uso dos
recursos energéticos. Os fatos se desenvolvem paralelamente à vida da personagem fictícia, “Lucy” (contada
através do uso de imagens e animações), enquanto ela relata como eles afetaram a sua vida. O programa
inclui previsões da Terra nos anos de 2015, 2030, 2050, 2085 e 2100, feitas por cientistas, historiadores,
antropólogos e economistas, incluindo Jared Diamond, Thomas Homer-Dixon, Peter Gleick, James Howard
Kunstler, Heidi Cullen e Joseph Tainter. Segundo o produtor Michael Bicks, “o programa foi criado para
mostrar a pior perspectiva para a civilização humana. Porém, não afirmamos que esses fatos irão se
concretizar — mas, se falharmos em resolver problemas como a mudança climática, o esgotamento dos
recursos e a super-população, é provável que se concretizem”.
Leonardo da Vinci – Arquivos Secretos –




O documentário conta a história deste grande artista, inventor, e sociólogo
estudante fervoroso das sagradas escrituras, já que Grande pintos das
Catedrais, Capelas da Idade Média, teve acesso à Grande Biblioteca do
Vaticano, e curioso por ver imagens inspiradoras, acabou descobrindo grandes
mentiras da Igreja e ocultando-as em suas obras. É mostrada ainda suas
invenções, que o coloca à frente ainda do grande sonhador, e futurólogo escritor,
Jules Wernes (Julio Verne), pois ao invés de fazer livros, Leonardo projetou e
construiu várias máquinas, tais como: Asa Delta, Helicóptero, Pára-Quedas,
Tanque de Guerra, etc...
História do Brasil




Série narrada pelo historiador Bóris Fausto e que, por meio de documentos e imagens de arquivo, traça um
panorama político, social e econômico do País, desde os tempos coloniais até os dias atuais. A série é
composta, ainda, de entrevistas com algumas personalidades que ajudaram a escrever essa história.

Episódio 01:Colônia – 28:19 Minutos

Episódio 02: Império – 27:07 Minutos

Episódio 03: República Velha – 28:02 Minutos

Episódio 04: A Era Vargas - 27:04 Minutos

Episódio 05: Período Democrático – 28:59

Episódio 06: Regime militar – 28:34 Minutos

Episódio 07: Redemocratização - 30:29 Minutos
Independência ou Morte – 108 Min



                                                            Ficha técnica
                                                            Direção: Carlos Coimbra
                                                            Lançamento: 1972
                                                            Duração: 108 min
                                                            Cor: Colorido
                                                            Formato: Rmvb
                                                            Tamanho: 316 Mb




Veja o sonho de Tiradentes e de tantos outros brasileiros, que derramaram sangue pela
Independência do Brasil, realizado pelas mãos de Dom Pedro I. Veja emoção, coragem,
aventura, drama e amor na maior história brasileira jamais filmada. Uma obra-prima às
margens plácidas do Ipiranga e no país do salve, salve. Onde, as vezes, as coisas só se
conseguem no grito. Descubra a imperiosa participação de Tarcisio Meira, como Dom Pedro
I, e de Glória Menezes como a Marquesa de Santos. Numa produção também heróica de
Oswaldo Massaini, com uma direção firme e competente de Carlos Coimbra. Independência
ou Morte. Uma história que virou filme, ou um filme que fez história.
LAMPIÃO, O Rei do Cangaço – 101 Min




Os últimos dias de Lampião e Maria Bonita. A ação tem inicio com o sequestro por Lampião do geólogo
inglês Steve Chandler. O cangaceiro usa Joana Bezerra como intermediária para negociar o resgate com o
governo da Bahia: 40 contos de Réis pela vida do Refém. Em Salvador, o jornalista Lindolfo Macedo
descobre que o governo pretende mandar prender Argemiro, irmão honesto e trabalhador de Lampião, para
forçar o cangaceiro a soltar o inglês. O jornalista parte então para o sertão na esperança de encontrar
Argemiro primeiro. Mas o governador decide enviar tropas comandadas pelo tenente Zé Rufino, tradicional
perseguidor          de          Lampião,            para          capturar         o          bandido.
A partir daí tem inicio uma série de negociações, perseguições e fugas, durante as quais o grupo vive
momentos de grande tensão, tanto pela presença de Chandler quanto pelo desaparecimento de Maria Bonita.
O governo e a embaixada inglesa oferecem recompensas para quem fornecer pistas sobre o paradeiro do
bando. O cerco se aperta. A volante de Zé Rufino, descobre o bando na fazenda de Manoel Severo, onde
Lampião e Maria Bonita haviam ido visitar Expedita, a filha do casal. Por fim, em 28 de Julho de 1938,
Lampião e Maria Bonita são metralhados na Serra de Angicos.

Ficha técnica
Direção: Carlos Coimbra
Lançamento: 1964
Duração: 101 min
Formato: Avi
Tamanho: 855Mb
Legenda: S/L
Documentário – Elas Da Favela – Duração:25 Min




                                               Descrição

 Em 27 de junho de 2007, tropas policiais do Estado do Rio de Janeiro realizaram uma incursão a uma das
     maiores favelas da cidade, o Complexo do Alemão. A “megaoperação”, como foi chamada pelas
autoridades, teve como saldo 19 mortos e o pânico levado à comunidade. “Elas da Favela” retrata, do ponto
              de vista feminino, o que representa uma ocupação policial no dia-a-dia da favela.
 Os relatos dessas mulheres, braços fortes da estrutura familiar, expõem uma política de segurança pública
que historicamente criminaliza a pobreza. Histórias que se produzem ciclicamente e que poderiam ilustrar a
quase totalidade dessas “operações”. Um retrato do preconceito e do desrespeito aos direitos humanos, que
                     tem se revelado uma prática consciente por parte do poder público.

                                             Dados do filme

         Titulo Original:Elas da Favela                                    Informações
        Título Traduzido:Elas da Favela
             Gênero:Documentário                                       Frame Rate:25 Fps
                Duração:25 Min                                          Formato:DVDRip
                   Diretor:…                                         Qualidade de Audio:9
           Ano de Lançamento:2010                                    Qualidade de Vídeo:9
                                                                   Codec do Vídeo:Real Video
                                                                   Codec do Áudio:Real Audio
                                                                      Idioma:Português-Br
Sinopse: A usina de Itaipu é a maior usina Hidroelétrica do mundo e um grande triunfo da
engenharia de grande escala. Descubra como os engenheiros e mais de quarenta mil
trabalhadores brasileiros e paraguaios trabalharam contra o relógio para criar esta imensa
estrutura.


Ano de Lançamento: 2010
Gênero: Documentário
Áudio: Português
Tamanho: 393 MB
Formato: AVI
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   A Escola Além da Aula ............................................... – 12:03 Minutos
   A História da Escravidão ............................................ – 24:30 Minutos
   A Organização do Tempo e do Espaço na Escola ...... – 11:04 Minutos
   A Pipa......................................................................... – 29:17 Minutos
   A Violência na Escola ................................................. – 10:15 Minutos
   Adultos ....................................................................... – 29:09 Minutos
   África no Currículo Escolar ......................................... - 24:51 Minutos
   Alimentação................................................................ – 25:10 Minutos
   Anísio Teixeira - Educação Não é Privilégio 1 ........... – 22:19 Minutos
   Anísio Teixeira - Educação Não é Privilégio 2 ........... – 22:00 Minutos
   Aquário de Santos ...................................................... – 27:38 Minutos
   Arte na Comunidade ................................................... – 28:04 Minutos
   Artes plásticas ............................................................ - 28:22 Minutos
   Assembleias Escolares.............................................. – 33:00 Minutos
   Avaliação e Contexto Social ....................................... - 16:17 Minutos
   Avaliando a avaliação ................................................. - 15:07 Minutos
   Brasil Alfabetizado ...................................................... – 26:05 Minutos
   Ciclo de Aprendizagem e Avaliação ........................... – 14:32 Minutos
   Comércio .................................................................... – 29:29 Minutos
   Conhecendo os Animais (A cor da Cultura) ................ – 25:19 Minutos
   Conversa de Um Educador ....................................... – 08:57 Minutos
   Corpo (A cor da cultura) ............................................. - 24:15 Minutos
   Costumes Africanos (A cor da Cultura)....................... – 24:46 Minutos
   Darcy Ribeiro um Vulcão de Ideias ............................. – 13:46 Minutos
   Direitos e Responsabilidades ..................................... – 10:10 Minutos
   Inclusão na Pré-Escola ............................................... – 08:06 Minutos
   Intercâmbio Entre Escolas .......................................... – 27:48 Minutos
   Jornal ......................................................................... – 27:56 Minutos
   Lápis, Papel e Muito Mais........................................... – 15:45 Minutos
   Mais Educação ........................................................... – 26:02 Minutos
   Minha comunidade ..................................................... – 27:37 Minutos
   O Planejamento Tintim por Timtim ............................. – 14:03 Minutos
   O Que é a Avaliação .................................................. – 13:03 Minutos
   O Saber e o Sabor ...................................................... - 23:57 Minutos
   O Vínculo .................................................................... – 11:52 Minutos
   Pais Inimigos ou Aliados............................................. – 10:43 Minutos
   Paranapiacaba ........................................................... – 28:37 Minutos
   Percepção da Paisagem ............................................. – 25:39 Minutos
   Perdidos no Espaço ................................................... – 15:09 Minutos
   Projetos Educacionais e Avaliação ............................. – 21:52 Minutos
   Quanto Tempo o Tempo Tem .................................... – 12:09 Minutos
Reciclagem de Lixo .................................................... – 26:39 Minutos
Síntese ....................................................................... – 28:36 Minutos
Toda Criança na Escola ............................................. – 12:31 Minutos
Viva a Diferença ......................................................... – 16:43 Minutos

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