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									    CONSTRUÇÃO PRÉDIO DO LABORATÓRIO TEMÁTICO
    DE QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS, LOCALIZADO
    NO CAMPUS ALEIXO II DO INSTITUTO NACIONAL DE
       PESQUISAS DA AMAZÔNIA – INPA - Convênio
     01.04.0919.00 – BIOTEC Consolidação do Centro de
       Excelência em Biotecnologia no INPA: Ensino e
                  Pesquisa na Amazônia.

                    PROJETO             BÁSICO

1        DISPOSIÇÕES GERAIS

         Localização: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA –
          Campus Aleixo II, Manaus Amazonas;

         Os serviços iniciarão mediante emissão da ORDEM DE SERVIÇO pela
          DEAR;

         Será obrigatória a visita ao local dos serviços;

         Prazo máximo para execução da obra: 180 (cento e oitenta) dias
          corridos;

         Alimentação e Transportes: INCLUSO NO ORÇAMENTO;

         BDI: INCLUSO NO ORÇAMENTO;

         Leis Sociais: INCLUSAS NO ORÇAMENTO;

         Materiais e Mão-de-obra: POR CONTA DA CONTRATADA;

         A empresa executora da obra deverá possuir em seu quadro
          permanente comprovado através de: Carteira de Trabalho, Contrato
          de Trabalho, Registro no CREA-AM, ENGENHEIRO CIVIL designado
          como Responsável Técnico durante toda a execução da obra.

           SÃO PARTES INTEGRANTES DESTE PROJETO BÁSICO: AS
           ESPECIFICAÇÕES NELE CONTIDAS, OS PROJETOS E A
           PLANILHA ORÇAMENTÁRIA.
     1.1    Todos os serviços deverão ser executados dentro da mais perfeita

                                                                          1
      técnica, obedecendo rigorosamente às especificações fornecidas
      no projeto básico;
1.2   Caberá à firma executora dos serviços, inteira responsabilidade
      pelos mesmos, assumindo todo e qualquer prejuízo que,
      porventura, venha ser causado, quer por má interpretação do
      projeto básico ou por imperícia de seus operários;
1.3   Caberá à fiscalização feita pelo INPA impugnar qualquer serviço
      que esteja em desacordo com o projeto básico;
1.4   O material a ser utilizado nos serviços deverá ser conforme
      especificado, sendo terminantemente vetado o uso de material que
      esteja em desacordo com as especificações constantes do presente
      projeto básico;
1.5   Serão de responsabilidade da firma executora, o transporte e
      alimentação de seus operários;
1.6   Todo entulho decorrente dos serviços deverá       ser retirado do
      Campus do INPA pela firma executora;
1.7   O local onde forem executados os serviços deverá ser entregue
      limpo e pronto para utilização imediata, logo após o recebimento
      do mesmo;
1.8   Todos os serviços especificados deverão ter suas medições
      verificadas previamente no local por um representante da
      empresa, a fim de que sejam suprimidas as eventuais dúvidas;
1.9   Os serviços rejeitados pela fiscalização, devido à utilização de
      material que não seja de primeira qualidade, ou serviços
      considerados fora do padrão exigido, deverão ser refeitos
      corretamente com o emprego de material aprovado pela
      fiscalização e com mão de obra qualificada, de forma a não
      comprometer o andamento da obra, arcando a empresa contratada
      com o ônus decorrente do fato;
1.10 Os preços unitários da CONTRATADA deverão corresponder a
     serviços prontos, considerando incluídas todas e quaisquer
     despesas diretas e indiretas sobre eles incidentes;
1.11 As medidas de proteção e uso de EPIs pelos operários e técnicos,
     obedecerão ao disposto nas "Normas de Segurança do Trabalho na
     Atividade da Construção Civil";
1.12 Os empregados da Contratada serão identificados obrigatoriamente
     através do "Distintivo de Identificação", devendo portá-los à altura
     do peito, com anverso voltado para o observador, durante todo o
     tempo em que permanecerem nas áreas do INPA;
1.13 Os empregados da Contratada deverão usar obrigatoriamente o

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           uniforme de identificação com as cores da empresa, durante todo o
           tempo em que permanecerem nas áreas do INPA;
    1.14 A Contratada deverá proceder toda a regularização da obra, tais
         como:
                      Registro do CREA-AM – ART;
                      Alvará de Construção;
                      Registro (Matricula CEI) junto ao INSS;
                      Certidão de Habite-se.

    1.15 Esta documentação deverá ser apresentada a DEAR/INPA, no
         máximo, até 10 (dez) dias úteis após a assinatura do Contrato,
         excetuando-se a Certidão de Habite-se, que deverá ser entregue
         quando da conclusão da obra.
2    SERVIÇOS GERAIS

     2.1    INSTALAÇÕES DA OBRA
           2.1.1  Limpeza do Terreno – o local onde será erguido o prédio
                  deverá ser completamente limpo, não sendo permitido a
                  retirada de qualquer vegetação fora do perímetro do
                  prédio sem autorização da FISCALIZAÇÃO;

           2.1.2   Barracão – A CONTRATADA executará o barracão para
                   escritório, refeitório, depósito, dotado de instalações
                   elétricas e sanitárias, devendo apresentar Lay-out e
                   sugestão     de     localização,  para  aprovação    da
                   FISCALIZAÇÃO. Esta localização não deverá implicar em
                   qualquer desmatamento, sendo usadas apenas às áreas
                   já desmatadas;

           2.1.3   Depósitos/ baias – os depósitos descobertos para guarda
                   de materiais como areia, pedras, etc, deverão ter seu piso
                   forrado com tábuas, devendo sua localização ser aprovada
                   pela FISCALIZAÇÃO;

           2.1.4   Instalação de Água – O INPA será responsável pelo
                   fornecimento de água potável, a ser utilizada na execução
                   dos serviços, não sendo permitida a utilização de águas
                   paradas ou poças de chuva. A execução do ponto, por
                   conta da contratada.

           2.1.5   Instalação Elétrica – A CONTRATADA será responsável
                   pelas alimentação de rede aérea em alta e baixa tensão,
                   necessária a ligação provisória de energia elétrica para as
                   obras;

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          2.1.6   A CONTRATADA deve fornecer a placa de identificação da
                  obra regulamentar, conforme modelo a ser fornecido;

          2.1.7   A CONTRATADA deverá fornecer a instalar a Placa de
                  Inauguração, fabricada em aço inoxidável nas dimensões
                  0,40x0,60m, em modelo a ser fornecido pelo INPA.

3   ENCARGOS ADMINISTRATIVOS

    3.1    ADMINISTRAÇÃO DA OBRA
          3.1.1  Será exercida por engenheiro responsável, em horário
                 integral, além de encarregado, mestre, apontadores,
                 almoxarifes e demais elementos necessários;

          3.1.2   A vigilância será ininterrupta, por conta da CONTRATADA,
                  até o recebimento definitivo da obra, não sendo permitido
                  o acesso a áreas restritas de uso da CONTRATANTE.

    3.2    LIMPEZA
          3.2.1   Da obra – Será procedida periódica remoção de todo o
                  entulho e detritos que venham a se acumular durante a
                  construção, devendo tais materiais ser retirados da área
                  do INPA;

          3.1.1   Deverá ser feito desmatamento das árvores e vegetações
                  que se encontram no local da obra, devendo ser
                  desmatado o mínimo possível, sob anuência da
                  fiscalização.

    3.3    LOCAÇÃO
          3.3.1  Será executada pela CONTRATADA, com o auxílio de
                 aparelhos topográficos, e de acordo com o RN, projetos,
                 e alinhamento geral fornecido pelo CONTRATANTE;

          3.3.2   Após a locação a contratada cientificará a FISCALIZAÇÃO
                  para a aprovação;

          3.3.3   A ocorrência de erros na locação, mesmo que aprovada
                  pela FISCALIZAÇÃO, não desobriga a CONTRATADA de
                  proceder as suas custas e a qualquer tempo, as
                  modificações que se tornarem necessárias.




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    3.4    EQUIPAMENTOS
          3.4.1  Competirá a CONTRATADA fornecer todo o ferramental,
                 maquinário e aparelhamento adequado para a mais
                 perfeita execução dos serviços contratados.

4   MOVIMENTO DE TERRA

    4.1    PREPARO DO TERRENO
          4.1.1   A CONTRATADA executará todos os movimentos de terra
                  necessários e indispensáveis para o nivelamento do
                  terreno nas cotas fixadas pelo projeto arquitetônico e de
                  urbanização;

          4.1.2    As   áreas   externas,   quando    não    perfeitamente
                   caracterizadas em plantas, serão regularizadas de forma
                   a permitir, sempre fácil acesso e perfeito escoamento
                   das águas superficiais, sem que isto implique em
                   derrubada da vegetação do entorno.

    4.2    ESCAVAÇÃO
          4.2.1  As cavas para fundações, e outras partes da obra
                 previstas abaixo do nível do terreno serão executadas de
                 acordo com as indicações constantes dos projetos de
                 fundações, demais projetos de obra e com a natureza do
                 terreno encontrado e volume de trabalho encetado;

          4.2.2    As      escavações,   caso      necessário,   serão
                   convenientemente isoladas, escoradas, esgotadas,
                   adotando-se    todas as   providências   e  cautelas
                   aconselháveis para a segurança dos operários e dos
                   serviços.

    4.3    ATERRO
          4.3.1   Os trabalhos de reaterro de cavas de fundações, camada
                  impermeabilizadora, passeios, etc, serão executados
                  com material escolhido, em camadas sucessivas de no
                  máximo 20cm, molhadas até se obter a “umidade ótima“
                  energicamente apiloados de modo a serem evitados
                  ulteriores fendas, trincas e desníveis, por recalque das
                  camadas aterradas;

          4.3.2    Caso as camadas de aterro ultrapassem a espessura de
                   50cm, o apiloamento deverá ser executado por meios
                   mecânicos, através de equipamentos apropriados.


                                                                         5
    4.4    MATERIAL EXCEDENTE
          4.4.1  Caso o material escavado seja excedente, a
                 CONTRATADA ficará na obrigação de removê-lo da área
                 da obra e para fora das dependências do INPA.

5   MURO DE ARRIMO

    5.1    Deverá ser executada escavação no terreno natural de acordo
           com indicação de cortes e planta baixa do projeto arquitetônico
           Muro de Arrimo em forma trapezoidal, utilizando o processo de
           pedra argamassada. Será utilizada pedra vermelha tipo moura,
           assentadas individualmente umas sobre as outras, utilizando
           argamassa de traço 1:1:4 (cimento: barro: areia), ou 1:4
           (cimento: areia: vedalit);

    5.2    O muro deverá ter as dimensões de: base= 0,76m, topo=
           0,20m, a altura será variável em função do caimento do
           terreno. No perímetro indicado o topo do muro deverá ficar
           0,20m acima do nível do terreno natural. A base do muro
           deverá ser executada 0,80m abaixo do terreno nivelado pela
           escavação;

    5.3    Deverão ser instalados drenos em tubo de PVC 75mm,
           comprimento 0,70m, contra-fiados a cada 1,50m no sentido
           horizontal, em 2 (duas) fiadas ao longo da altura, espaçadas de
           50cm no sentido vertical. Na boca dos drenos em contato com
           o terreno, deverá ser instalado tela de nylon, formando uma
           bolsa contendo seixo graúdo, fixadas/presas com abraçadeiras
           de PVC;

    5.4    Na parte superior e na base inferior ao longo de todo o muro,
           serão construídas canaletas em concreto, emboçadas e
           impermeabilizadas em 2 (duas) demãos de sika-top 107,
           desaguando em 4 (quatro) caixas coletoras de águas pluviais
           emboçadas co tampa em concreto, grelha metálica, com tubos
           de PVC 150mm saindo em direção a rede de drenagem do INPA.

6   FUNDAÇÕES

      6.1 PROJETO
       6.1.1    As fundações serão executadas rigorosamente de acordo
                com a projeto fornecido pelo CONTRATANTE e com o
                laudo de sondagem conhecido;




                                                                        6
          6.1.2   A   execução    das   fundações implica  em    total
                  responsabilidade da CONTRATADA por sua resistência e
                  estabilidade;

          6.1.3   A CONTRATADA deverá, antes do início dos serviços de
                  fundações, executar sondagens para confirmar a taxa de
                  tensão admissível do solo, considerada no projeto da
                  infra-estrutura.

          6.1.4   Executada as escavações das sapatas e vigas
                  baldrames,    inicia-se  a    primeira    etapa    da
                  impermeabilização das fundações.    Para tanto, será
                  colocada no fundo de todas as cavas, lona plástica de
                  cor amarela (mais espessa que a preta), emendas com
                  transpasses de 15cm, estendendo-se na vertical do
                  perímetro da escavação por 20cm, fixadas por grampos
                  de ferros 4.2mm.

          6.1.5   Após esta etapa, executar lastro de concreto magro,
                  traço 1:3:6 (cimento: areia média: seixo), espessura de
                  5cm, adicionado de sika-1 ou similar, proporção 1:10
                  (sika-1 : água de amassamento).

    6.2    MODIFICAÇÕES
          6.2.1  Caso se torne necessário fazer modificações nas
                 fundações, diferente daquilo que foi projetado
                 especificado e orçado, deverá a CONTRATADA, de
                 comum acordo com a FISCALIZAÇÃO, apresentar um
                 novo projeto, acompanhado do orçamento.

7   ESTRUTURAS

      7.1     ESTRUTURA DE CONCRETO

          7.1.1    PRELIMINARES
                  7.1.1.1 Na leitura e interpretação do projeto estrutural e
                          sua execução, será sempre levada em conta que
                          as mesmas obedecem as normas estruturais da
                          ABNT aplicáveis ao caso, na sua forma mais
                          recente;
                  7.1.1.2 Será observada rigorosa obediência a todas as
                          particularidades,   do    projeto   arquitetônico,
                          competindo       à     CONTRATADA         verificar
                          previamente as divergências que possam existir
                          entre os projetos;

                                                                           7
    7.1.1.3 Nenhum conjunto de peças estruturais tais
            como: vigas, pilares, lajes, etc. poderá ser
            concretada sem a primordial e minuciosa
            verificação por parte da FISCALIZAÇÃO da
            perfeita disposição, dimensões, ligações, furos
            para a passagem de canalização, drenos para
            ocasionais ocorrências de águas pluviais por
            falta da cobertura, e correta execução das
            mesmas;

    7.1.1.4 A execução de qualquer parte da estrutura
            implicará na integral responsabilidade da
            CONTRATADA por sua resistência e estabilidade.

7.1.2     FORMAS E ESCORAMENTOS
    7.1.2.1 Na execução das fôrmas deverá ser observado:
             a) Perfeita superposição dos pilares, conforme
                projetos;
             b) Perfeito nivelamento das lajes e vigas,
                conforme projetos;
             c) Adoção      de     contra-flexa,     quando
                necessárias;
             d) Escoramento suficientemente rígido.
             e) Contraventamento de painéis; Furos para a
                passagem de tubulações e drenagem
                previstas no projeto;
             f) Limpeza das formas antes da concretagem.

    7.1.2.2 Na execução das fôrmas deverá ser observado:
            As fôrmas das lajes serão executadas com
            tábuas de madeira branca (azimbre) de
            espessura mínima de 2,5cm e contraventamento
            conveniente, de tal modo que seja garantida a
            não deformação das mesmas;

    7.1.2.3 Nos pilares e vigas, as fôrmas serão em madeirit
            resinado e = 12mm, considerando um
            reaproveitamento da ordem de 50% de
            utilização


7.1.3     ARMADURAS
    7.1.3.1 As armações serão as indicadas no projeto
            estrutural;

                                                          8
    7.1.3.2 O aço comum destinado a armar concreto
            deverá obedecer a “EB-3” (barras laminadas de
            aço comum para concreto armado). As barras de
            aço torcidas a frio para concreto armado
            deverão obedecer a “EB-130” da ABNT;

    7.1.3.3 Os aços destinados as armaduras serão
            submetidos a ensaios e análise, de acordo com
            as normas da ABNT, feitos por tecnologistas de
            reconhecida competência e        fornecidas à
            FISCALIZAÇÃO para avaliação;

    7.1.3.4 Os ferros cujos comprimentos sejam superiores
            ao comprimento normal das barras, deverão ser
            soldados, ou então utilizados barras especiais
            sem emenda. No primeiro caso deverão ser
            previamente ensaiados e dispostos segundo
            prescrição das NB-1.


7.1.4     CONCRETO
    7.1.4.1 A dosagem do concreto será racional e deverá
            ser de acordo com a resistência à compressão à
            28 dias e conforme especificado no cálculo
            estrutural;

    7.1.4.2 O amassamento deverá ser mecânico e depois
            da adição da água não deverá decorrer mais que
            60 minutos para o lançamento;

    7.1.4.3 O cimento deverá ser sempre indicado em peso,
            não se permitindo o seu emprego em frações de
            saco;

    7.1.4.4 O lançamento do concreto deverá obedecer
            sempre ao plano de concretagem, devendo-se
            sempre antes do lançamento, limpar e molhar
            abundantemente as fôrmas;

    7.1.4.5 O adensamento do concreto será feitos por meio
            de vibradores, convenientemente aplicados;

    7.1.4.6 A cura do concreto será processada com
            particular cuidado, devendo-se conservar as

                                                        9
            partes expostas, como por exemplo, lajes,
            permanentemente úmidas e protegidas por meio
            adequado durante pelo menos 07 dias, contados
            do dia do lançamento;

    7.1.4.7 O concreto a ser usado será usinado com
            21,0MPa.

7.1.5     RETIRADA DAS FÔRMAS
    7.1.5.1 A retirada das fôrmas não deverá ocorrer antes
            dos seguintes prazos:
            a) 03 dias para faces laterais;
            b) 14 dias para faces inferiores, deixando-se
                pontaletes       bem        cunhados     e
                convenientemente espaçados;
            c) 21 dias para desforma completa, quando
                autorizado pela FISCALIZAÇÃO

7.1.6 CONCRETO APARENTE
    7.1.6.1 Na execução do concreto será levado em conta
            que o mesmo deverá satisfazer, não somente
            aos requisitos exigidos no item 6.4.1 como
            também as condições inerentes a um material
            de acabamento;

    7.1.6.2 Essas condições exigem um rigoroso controle
            para assegurar-se uniformidade de coloração,
            homogeneidade de textura, regularidade de
            superfície e resistência ao pó e as intempéries
            em geral;

    7.1.6.3 As fôrmas serão forradas com chapas de
            MADEIRIT plastificado, com no mínimo 12mm
            de espessura;

    7.1.6.4 É vedado a untagem com óleo queimado e
            outros materiais, que venham posteriormente
            prejudicar a uniformidade de colocação e textura
            do concreto;

    7.1.6.5 Todas as superfícies de concreto aparente terão
            corrigidas as suas falhas, sob orientação da
            FISCALIZAÇÃO para posterior proteção contra
            ação das intempéries com aplicação de
            impermeabilizantes repelente a água;

                                                         10
    7.1.6.6 Caso o concreto aparente não satisfaça as
            condições de um material de acabamento de
            primeira qualidade, conseqüentemente de má
            execução     das   fôrmas   ou   defeitos   de
            concretagem       será     refugado       pela
            FISCALIZAÇÃO, ficando a CONTRATADA,
            obrigada a revestir e pintar os elementos
            estruturais com reboco paulista e pintura com
            tinta PVA para exteriores, de acordo com o
            consentimento e instrução da FISCALIZAÇÃO,
            e sem ônus para o CONTRATANTE.

7.1.7     JUNTAS
    7.1.7.1 De concretagem, deverá ser consultado um
            calculista;

    7.1.7.2 De dilatação, as juntas de dilatação deverão ser
            totalmente desobstruídas, para o perfeito
            funcionamento das mesmas;

    7.1.7.3 Deverão ser previstos materiais especiais para
            essas juntas, do tipo FUNGEN-BAND.

7.1.8     IMPERMEABILIZAÇÃO
    7.1.8.1 VIGAS BALDRAMES – em todas as vigas
            baldrames após a desforma, deverá ser
            executada impermeabilização com aplicação 2
            demãos de Igolflex ou similar. A aplicação será
            nas faces laterais e face superior dos baldrames;
            pulverizar com grãos de areia média, visando a
            aderência dos blocos de alvenaria.

7.1.9     ENSAIOS DE CONCRETO
    7.1.9.1 Deverão ser retirados corpos de prova, de no
            mínimo 02 (dois) e de acordo com os métodos
            preconizados pela ABNT, a cada 30m3 de
            concreto preparado, cujos resultados, fornecidos
            por firmas especializadas, serão remetidos à
            FISCALIZAÇÃO.




                                                          11
8   INSTALAÇÕES ELETRICAS

    8.1    ALIMENTAÇÃO GERAL
          8.1.1  Deverá ser executada escavação manual com valas de
                 0,30x0,30x0,50m, para a passagem dos eletrodutos,
                 interligando a Subestação existente ao Quadro de
                 Distribuição Geral do prédio;

          8.1.2   Serão construídas caixas de passagens 60x60x60cm, em
                  alvenaria de 1 vez, chapiscada, emboçada e fundo com
                  seixo em camada de 10cm. Tampa com espessura de
                  5cm em concreto armado e 2 puxadores na tampa;

          8.1.3   Deverão ser assentados eletrodutos de 4”, interligando o
                  Quadro de Distribuição Geral a Subestação existente, nas
                  valas já escavadas, feita esta etapa, deverá ser
                  executado o reaterro;

          8.1.4   A cabeação a ser INSTALADA será (3 # 50mm2 + 1#
                  35mm2 + 1 # 35mm2);

          8.1.5   Deverão ser instalados 2 Disjuntores Tripolares Nofuse
                  160A, 1 no Quadro Geral de Cargas e outro na
                  subestação com acionamento manual na porta do quadro
                  da subestação;


    8.2    QUADRO GERAL DE CARGAS (QDG)
          8.2.1 Deverá ser fornecido e instalado Quadro de Cargas –
                em local determinado em projeto, modelo QDSTG-UX,
                sobrepor – com capacidade para 32 disjuntores +
                disjuntor geral e barramento 250A, conforme
                diagrama unifilar. O aterramento dos diversos circuitos
                deverá ser feito através de barramento de cobre
                instalado no interior do quadro. O quadro deverá ser
                identificado na parte externa com plaquetas de alumínio
                ou acrílico com letras pretas. Internamente os circuitos
                serão     identificados  com    números   e    legendas
                correlacionando os circuitos com seus respectivos
                números, em material adesivo, com fundo branco e letras
                pretas. Deverão ser utilizados TERMINAIS em todos os
                cabos que derivarem dos disjuntores ou barramento do
                QDG;




                                                                       12
8.3    QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGAS
      8.3.1 Deverão ser fornecidos e instalados Quadros de Cargas
            – em locais determinados em projeto, modelo QDSTG-
            UX, sobrepor – com capacidade para 40 disjuntores
            + disjuntor geral e barramento 250A, conforme
            diagrama unifilar. O aterramento dos diversos circuitos
            deverá ser feito através de barramento de cobre
            instalado no interior do quadro. O quadro deverá ser
            identificado na parte externa com plaquetas de alumínio
            ou acrílico com letras pretas. Internamente os circuitos
            serão     identificados  com    números   e    legendas
            correlacionando os circuitos com seus respectivos
            números, em material adesivo, com fundo branco e letras
            pretas. Deverão ser utilizados TERMINAIS em todos os
            cabos que derivarem dos disjuntores ou barramento do
            QDG;

8.4    FORÇAS / TOMADAS / ILUMINAÇÃO
      8.4.1 Toda a instalação elétrica será aparente. Toda a
            distribuição partindo do QDLC será feita com tubos de
            PVC rígidos, conexões e conduletes de alumínio
            apropriados, no padrão TIGRE, DAISA etc. Estas
            tubulações serão fixadas com abraçadeiras tipo “D”
            metálicas de pressão, espaçadas entre si a cada metro.
            Toda a tubulação deverá estar PERFEITAMENTE
            ALINHADA E APRUMADA. Não serão aceitas ligações
            executadas a fogo ou forçadas, sem as conexões
            necessárias. Os conduletes deverão ser todos metálicos,
            pintados na cor cinza;

      8.4.2   Circuitos: Os circuitos de iluminação e força serão todos
              independentes e aterrados;

      8.4.3   Disjuntores: Serão instalados      de   acordo   com   as
              especificações do projeto;

      8.4.4   Cabos e eletrodutos: Serão totalmente novos, SEM
              REAPROVEITAMENTO, compatíveis com as exigências dos
              circuitos. Os cabos de alimentação dos quadros serão do
              tipo singelo, com isolamento para 1000 Volts, fabricação
              PIRELLI, FICAP ou ALCOA. Os cabos para distribuição
              dos circuitos internos de iluminação e tomadas serão tipo
              singelo, isolamento para 750 Volts, do tipo PIRASTIC
              antichama de fabricação PIRELLI, FICAP ou ALCOA. Para


                                                                     13
        os condutores deverá ser seguido o sistema de cores
        abaixo:

             FASE:..............preto, branco, vermelho ou cinza
             NEUTRO:...................azul claro
             TERRA: .....................verde;

8.4.5   Luminárias: Deverão ser fornecidas e instaladas
        luminárias de sobrepor, (4x32)W, (2x32)W, (1x32)W
        conforme posicionamento e legendas indicadas em
        projeto. As lâmpadas fluorescentes deverão ser de 32W
        fab. PHILLIPS ou similar, sendo 50% do tipo luz do dia e
        50% branca fria.     Os reatores serão de alto fator de
        potência, partida rápida, fab. PHILLIPS ou similar, série
        ouro ou similar. As luminárias externas nos beirais serão
        comandadas por células fotoelétricas;

8.4.6   Tomadas simples: Serão instaladas tomadas do tipo 2P
        +T – fase, neutro e terra. Todas as tomadas 110V e
        220V, serão do tipo SOBREPOR em conduletes de corpo
        metálicos em alumínio, parafusos de aço bicromatizados,
        entradas rosqueadas calibradas do tipo BSP, junta em
        “U” de borracha ou nylon e tampa estanhada de
        alumínio. As tomadas deverão obedecer ao tipo de
        interligação conforme sua instalação sendo em “X”, “E”,
        “LL”, “T”, “C”, LR”e etc. Todas serão devidamente
        aterradas e os circuitos identificados em seus
        respectivos quadros com o número do circuito,
        localização e finalidade. Os espelhos das tomadas de
        110V serão pintados na cor amarela identificados com
        a nomenclatura em plaquetas de alumínio de 110V com
        letras na cor preta (existentes prontas no mercado). Os
        espelhos das tomadas de 220V serão pintados na cor
        vermelha identificados com a nomenclatura em
        plaquetas de alumínio de 220V com letras na cor preta
        (existentes prontas no mercado);

8.4.7   Tomadas       para    ar-condicionado:     Deverão    ser
        instaladas Tomadas Bipolares 2P+T 25A a 2,10m do piso,
        com Interruptor Bipolar de 25A para comando (liga-
        desliga) instalado a 1,30m do piso, conforme indicado em
        projeto;

8.4.8   Interruptores: Serão instalados interruptores simples
        de 1, 2 e 3 teclas, (seções) do tipo SOBREPOR em

                                                                14
               conduletes de corpo metálicos em alumínio, parafusos de
               aço bicromatizados, entradas rosqueadas calibradas do
               tipo BSP, junta em “U” de borracha ou nylon e tampa
               estanhada de alumínio. Deverão obedecer ao tipo de
               interligação conforme sua instalação sendo “E”, “C”, e
               etc. Todos serão devidamente aterrados.

8.5    ATERRAMENTO
      8.5.1  A execução da malha de aterramento deverá obedecer
             aos seguintes critérios;

      8.5.2    Limpar e preparar a área do terreno onde será instalada
               a malha;

      8.5.3    Lançar o cabo de cobre “nu” na bitola de #25.0mm2,
               utilizando malha triangular;

      8.5.4    Colocação das hastes de aterramento;

      8.5.5    Medição e interligação do aterramento;

      8.5.6    A distância mínima entre as hastes, na malha, será igual
               ao comprimento das hastes (3,00m);

      8.5.7    O valor máximo da resistência desejada da malha será
               de3,0ohm (três). Caso não seja conseguida essa
               resistência ôhmica da terra, deverão ser acrescentadas
               hastes COPPERWELD até atingir o valor exigido, bem
               como, executar o tratamento químico com o objetivo de
               redução da resistência do solo, utilizando LABORGEL ou
               outro produto se similar qualidade, em todos os pontos
               das hastes, conforme instrução do fabricante;

      8.5.8    A malha devera ter configuração triangular e possuir
               pontos para medições em vértices opostos compostos de
               caixas em alvenaria com dimensões 30x30x60cm,
               rebocadas internamente, com tampas em concreto e=
               5.0cm. O fundo será em terreno natural com uma
               camada de 10.0cm de brita;

      8.5.9    Os cabos serão em cobre “nu” na bitola de # 25.0mm2;

      8.5.10   As hastes serão tipo COPPERWELD com Ф 5/8” 254µ com
               núcleo de aço revestido de cobre e comprimento 3,00m.
               As conexões entre hastes e cabos serão efetivadas com

                                                                    15
                  solda exotérmica. A malha deverá ficar no mínimo
                  50.0cm abaixo do nível do solo. O aterramento deverá
                  começar com o encravamento da quantidade de hastes
                  às quais serão acrescidas de quantas forem necessárias a
                  fim de atingir o valor de 3.0ohms (três.

9   INSTALAÇÕES SANITÁRIAS

    9.1    FOSSA SÉPTICA E SUMIDOURO
          9.1.1 Deverá ser executada fossa séptica em paredes de
                 alvenaria de 1 - vez (dobrada), com viga baldrame em
                 concreto ciclópico, 4 pilaretes nos cantos e cinta de
                 amarração na união das paredes com laje da tampa, a
                 laje terá espessura de 10cm, armada com ferro ¼” a
                 cada 15cm nas duas direções. Obedecer dimensões de
                 projeto.
          9.1.2 O sumidouro, em alvenaira de 1 vez (dobrada) intercada,
                 com furos voltados para o interior da escavação.
                 Constituída de 4 pilares, cinta intermediária e superior na
                 união da laje de tampa, espessura 10cm. A laje terá
                 espessura de 10cm, armada com ferro ¼” a cada 15cm
                 nas duas direções. Obedecer dimensões de projeto.

    9.2    CAIXAS DE INSPEÇÃO
          9.2.1 Deverão    ser   construídas   Caixas   de Inspeção
                 60x60x60cm, em alvenaria de 1 vez, chapiscadas,
                 emboçada e fundo em concreto. Tampa com espessura
                 de 5cm em concreto armado e 2 puxadores;

    9.3   CAIXA DE GORDURA
           9.3.1 Deverá ser construída Caixa de gordura 60x60x60cm, em
                 alvenaria de 1 vez, chapiscadas, emboçada e fundo em
                 concreto. Tampa com espessura de 5cm em concreto
                 armado e 2 puxadores;

    9.4   TUBULAÇÕES E CONEXÕES
           9.4.1 Os tubos e conexões a serem utilizados deverão ser da
                 marca TIGRE ou similar;

           9.4.2 Deverão ser utilizados tubos de PVC esgoto, na
                 interligação das tubulações internas às externas na bitola
                 de 100mm;




                                                                         16
           9.4.3 Deverão ser utilizados tubos de PVC esgoto, na
                 interligação das tubulações internas às externas na bitola
                 de 50mm, 40mm;

           9.4.4 Deverão ser assentadas caixas sifonadas em PVC
                 100x150x50mm, com tampa metálica do tipo abre e
                 fecha;

           9.4.5 Deverá  ser assentado   ralo   sifonado        em     PVC
                 100x100x40mm, com tampa metálica.

10   INSTALAÇÕES DE DADOS – CATEGORIA 5E

     10.1 INTERLIGAÇÃO DA REDE DE DADOS
              10.1.1 Deverá ser executada interligação com a Rede de
                     Dados do prédio da Entomologia, sendo executada
                     tubulação do Rack ao prédio existente;

              10.1.2   Serão    construídas   caixas  de   passagens
                       60x60x60cm, em alvenaria de 1 vez, chapiscada,
                       emboçada e fundo com seixo em camada de 10cm.
                       Tampa com espessura de 5cm em concreto armado
                       e 2 puxadores na tampa;

              10.1.3   Deverão ser assentados eletrodutos de 1 ½””,
                       interligando o Rack do prédio ao ponto a ser
                       interligado existente, nas valas já escavadas, feita
                       esta etapa, deverá ser executado o reaterro;


     10.2 ELETRODUTOS/CONDULETES
              10.2.1 Deverão ser fornecidos e instalados eletrodutos de
                     PVC rígido antichama, fabricados de acordo com a
                     NBR-6130,     com     extremidades     rosqueadas,
                     diâmetro e maneira de instalar de forma APARENTE
                     conforme projeto, fab. TIGRE;

              10.2.2   Toda a tubulação será aparente, com eletrodutos e
                       conduletes de alumínio;

              10.2.3   Toda a tubulação aparente de dados deverá ser
                       pintada na cor branca, com exceção dos conduletes
                       de alumínio que deverão permanecer na cor
                       natural;


                                                                        17
              10.2.4   Deverão ser fornecidos e instalados Conduletes em
                       Alumínio fundido com espelho e unidut de acordo
                       com as bitolas especificadas em projeto.

     10.3 CABOS
             10.3.1    Deverá ser fornecido e instalado cabo de fibra
                       óptica multimodo 50/125 micrômetros, índice
                       gradual totalmente dielétrico para instalações em
                       dutos, com Revestimento da fibra óptica “acrilato”,
                       núcleo geleado e capa externa de polietileno ou
                       copolímero na cor preta, número de fibras ópticas
                       08 (oito), número de fibras por unidade básica 02
                       (duas), interligando a rede existente ao novo
                       prédio.

              10.3.2   Deverá ser fornecido e instalado Cabo Lógico
                       Eletrônico FAST LAN 24x 4 pares Categoria 5E, em
                       toda a rede interna do prédio;

     10.4 PONTOS DE REDE DE DADOS
             10.4.1 Deverão ser executados pontos de rede de dados,
                     com conector RJ-45 fêmea, com 1 posição,
                     condulete de alumínio, espelho com porta retrátil,
                     nos locais especificados em projeto, Categoria 5E;

     10.5 RACK
             10.5.1    Deverá ser fornecido e instalado Rack fechado
                       19U’s x 19”x570mm, fechado com porta com chave
                       em acrílico, com telescópica para Rack de 19” U’S
                       de 570mm.

11   INSTALAÇÃO TELEFÔNICA

     11.1 INTERLIGAÇÃO DA REDE TELEFÔNICA
              11.1.1 Deverá ser executada interligação com a Rede
                     Telefônica do existente, sendo executada tubulação
                     do Quadro Telefônico ao Armário existente;

              11.1.2   Serão    construidas   caixas  de   passagens
                       60x60x60cm, em alvenaria de 1 vez, chapiscada,
                       emboçada e fundo com seixo em camada de 10cm.
                       Tampa com espessura de 5cm em concreto armado
                       e 2 puxadores na tampa;




                                                                       18
              11.1.3   Deverão ser assentados eletrodutos de 2 ½””,
                       interligando o Quadro Telefônica ao Armário
                       existente, nas valas já escavadas, feita esta etapa,
                       deverá ser executado o reaterro.

     11.2 PONTOS TELEFÔNICOS
             11.2.1 Deverão     ser    executados    pontos telefônicos
                     aparentes com conjunto RJ-11, condulete de
                     alumínio, espelho metálico padrão TELEBRAS, nos
                     locais especificados em projeto;

     11.3 ELETRODUTOS
              11.3.1 Deverão ser fornecidos e instalados eletrodutos de
                     PVC rígido antichama, fabricados de acordo com a
                     NBR-6130,     com     extremidades     rosqueadas,
                     diâmetro e maneira de instalar de forma APARENTE
                     conforme projeto, fab. TIGRE;

              11.3.2   Toda a tubulação será aparente, com eletrodutos e
                       conduletes de alumínio;

     11.4 CABOS
             11.4.1    Deverão ser instalados cabos telefônicos internos
                       tipo CCI-50.2 pares, em toda a rede interna do
                       prédio;

              11.4.2   Deverá ser instalado cabo telefônico externo CTP-
                       APL 50 pares, na interligação do Armário existente
                       ao Quadro de Telefônico do prédio, em tubulação
                       subterrânea telefônica;

12   INSTALAÇÃO DE GÁS

       12.1     REDE DE GÁS
              12.1.1 Deverá ser executada tubulação para instação de
                      gás com tubos galvanizdos de ½”, incluindo
                      manometro, bicos de saida com registros
                      individuais, mangueiras de ligação, vávulas e 4
                      botijas de 45KG




                                                                        19
13   PAREDES

       13.1     DE ALVENARIA
               13.1.1 Serão executadas em tijolos furados de barro
                      cozido e obedecerão as dimensões e alinhamentos
                      indicados no projeto;

               13.1.2   Os tijolos serão assentados com argamassa de
                        cimento, areia e barro, no traço 1:6:2;

               13.1.3   Os tijolos serão assentados reticulados com maior
                        dimensão, no sentido horizontal, as fiadas serão
                        perfeitamente niveladas, alinhadas e aprumadas.
                        As juntas terão espessura uniforme de 15mm,
                        serão rebaixadas à ponta de colher melhor
                        aderência;

               13.1.4   Os vãos das portas e janelas, caso não sejam
                        coincidentes com as vigas, levarão vergas de
                        concreto armado;

               13.1.5   As partes de vedação sem função estrutural serão
                        calçadas nas vigas e lajes com tijolos colocados
                        obliquamente. * Este respaldo só será executado
                        depois de decorridos 08 (oito) dias da conclusão
                        de cada pano de parede;

               13.1.6   Todos os parapeitos, guarda-corpos, platibandas e
                        paredes baixas de alvenaria, não calçadas na parte
                        superior, terão como respaldo, percintas de
                        concreto armado.

       13.2 VERGAS E CONTRA VERGAS
             13.2.1 Deverão ser construídas vergas e contra vergas em
                      todos os vão de portas e janelas.

14   REVESTIMENTO

       14.1 CHAPISCO COMUM
             14.1.1 O chapisco comum será executado com argamassa
                    de cimento e areia no traço 1:3;

               14.1.2   Serão chapiscadas todas as alvenarias externas e
                        internas, e aquelas que estiverem expostas à
                        umidade, assim como forro de lajes rebocadas e

                                                                       20
               elementos de concreto que não estejam previstos
               para acabamento aparente.

14.2 EMBOÇO PAULISTA OU MASSA ÚNICA
      14.2.1 O emboço será executado com argamassa de
             cimento, areia e barro, nas proporções 1:6:2;

      14.2.2   O emboço deverá ser fortemente comprimido
               contra as superfícies, e apresentar acabamento
               áspero;

      14.2.3   Serão emboçadas todas as superfícies das paredes
               do prédio;

      14.2.4   Deve ser observada a perfeita verticalidade do
               embôço depois de pronto, assim como o mesmo
               distorcimento em toda a superfície, além de no
               encontro com outras paredes manter sempre a
               ângulo de 90º.

14.3 CERÂMICA 31X31cm
      14.3.1 O revestimento com cerâmica 31x31cm deverá ser
             executado por profissional devidamente habilitado;

      14.3.2   Todas as peças serão comprovadamente de
               primeira qualidade, sendo refugadas todas as que
               apresentarem defeitos de superfícies, colocação,
               bitola ou empenamento;

      14.3.3   A colocação será feita de modo a serem obtidas
               juntas de espessura constante, não superior a
               1,2mm devendo os azulejos ser assentados com
               juntas alinhadas no sentido horizontal e vertical;

      14.3.4   O assentamento das cerâmicas será feito sobre o
               embôço previamente executado, com argamassa
               especial espalhada na contra-face de cada peça;

      14.3.5   O rejuntamento das cerâmicas será feito com pasta
               apropriada para rejuntamento, removendo-se os
               excessos com estopa;

      14.3.6   Serão revestidas com cerâmicas de 31 x 31cm,
               assentadas até a altura do teto, todas as
               dependências indicadas em projeto;

                                                              21
             14.3.7   Serão usadas cerâmicas 31x31cm, nas paredes dos
                      banheiros, copa e área de serviço;

             14.3.8   Deverão ser assentados Filetes 3.0x30cm na cor
                      branca em 2 (duas) carreiras, em todas as paredes
                      da copa, banheiros e áreas de serviço;

15   ESQUADRIAS

      15.1   DE MADEIRA (portas em compensado tipo Paraná)
              15.1.1 Deverão ser executadas rigorosamente de acordo
                     com o projeto;

             15.1.2   Serão recusadas todas as peças que apresentarem
                      sinais   empenamento,      rachaduras,      lascas,
                      desigualdade de madeira ou outros defeitos;

             15.1.3   Toda a madeira a ser empregada na confecção das
                      esquadrias será seca em estufa;

             15.1.4   As guarnições serão fixadas aos tacos de acapú ou
                      sucupira por meio de parafusos de latão,
                      adequadamente dimensionadas os quais não
                      deverão ficar aparentes;

             15.1.5   A madeira a empregar nas esquadrias, ADUELAS,
                      ALISARES e nas BANDEIROLAS será o CEDRO,
                      com acabamento para receber verniz incolor e
                      fosco;

             15.1.6   Antes do acabamento as esquadrias deverão ser
                      tratadas com produtos adequados;

             15.1.7   As portas serão em compensado tipo Paraná,
                      revestidas com fórmica texturizada em ambos os
                      lados,   nas   cores   a   ser    definidas pela
                      FISCALIZAÇÃO;

             15.1.8   Deverão ser fornecidas e assentadas nos portas
                      (1,20x2,10)m,      fabricadas em    compensado,
                      revestidas com fórmica texturizada em ambos os
                      lados, incluindo fechadura com chave tetra,
                      dobradiças, etc...;


                                                                      22
             15.1.9   Deverão ser fornecidas e assentadas portas
                      (1,80x2,60)m em alumínio linha 25, com vidro
                      veneziana e bandeirola nas entradas do prédio;

             15.1.10 Deverão ser assentadas portas de 1 folha
                     0,80x2,10+bandeirola         0,80x0,45m,     em
                     compensado revestidas com fórmica texturizada
                     em ambos os lados, incluindo fechadura com chave
                     tetra, dobradiças e aduelas;

             15.1.11 Deverão ser assentadas portas de 1 folha
                     0,80x2,10+bandeirola 0,80x0,45m, com visor de
                     vidro, em compensado revestidas com fórmica
                     texturizada em ambos os lados, incluindo
                     fechadura com chave tetra, dobradiças e aduelas;

             15.1.12 Deverão ser assentadas portas         de    1    folha
                     0,60x2,10 em PVC tipo sanfonada.

      15.2   ALUMÍNIO
              15.2.1 As esquadrias de alumínio serão executadas de
                     acordo com especificação do projeto arquitetônico,
                     com perfis da linha 25 para janelas e linha 30
                     para portas;

             15.2.2   As esquadrias terão acabamento na cor natural
                      claro;

             15.2.3   As janelas serão do tipo MAXIM-AR;

             15.2.4   Os basculantes   dos   banheiros   serão   do    tipo
                      MAXIM-AR.

16   VIDROS (5mm)
       16.1 CONDIÇÕES GERAIS
            16.1.1 Os vidros serão do tipo, espessura e cor conforme
                   indicado nos projetos;

             16.1.2   Quando não referidos nos projetos e detalhes, os
                      vidros serão planos, lisos, comuns e com espessura
                      mínima de 5mm;

             16.1.3   O assentamento de lâmina de vidro, por pessoal
                      especializado, será sempre em leito elástico e


                                                                        23
                      fixado com emprego de baguetes de alumínio e
                      observadas as recomendações dos fabricantes;

             16.1.4   Será assegurada a folga de 3 a 5mm entre vidro e
                      esquadria;

             16.1.5   As indicações dos locais de uso dos diversos tipos
                      de vidros então indicados nos projetos e detalhes;

             16.1.6   Os vidros não poderão apresentar distorções ou
                      ondulações aparentes, quando examinados a um
                      ângulo superior a 5º.

      16.2   ESPELHOS
              16.2.1 Deverão ser fornecidos e instalados em local
                     indicado e conforme detalhes do projeto, espelhos
                     ovais com moldura sobre as bancadas dos
                     lavatórios, não podendo os mesmos apresentar
                     ondulações, defeitos, etc.

17   FORRO (Laje)

      17.1   LAJE DE CONCRETO
              17.1.1 Os forros em laje deverão ser emassados e
                      pintados com tinta acrílica em cor especificada pela
                      Fiscalização.

18   PAVIMENTAÇÃO

      18.1   CAMADA IMPERMEABILIZADORA
              18.1.1 Deverá ser executada em camada de 15cm de
                     espessura, sobre base de apiloado;

             18.1.2   Deverá possuir como agregado graúdo o seixo
                      rolado, na proporção de 1:3:6 (cimento, areia e
                      seixo respectivamente).

      18.2   CAMADAS NIVELADORAS (com 5cm)
              18.2.1 Niveladora   comum     –   Deverá    servir  para
                     pavimentações diversas, a serem executadas com
                     argamassa de cimento e areia no traço 1:4,
                     sarrafeada e acabada conforme o tipo de material a
                     receber;




                                                                       24
       18.2.2   Niveladoras com impermeabilizantes – Deverá
                servir de base para os pisos sujeitos a umidade,
                como é o caso dos banheiros, copa e pátios,
                devendo ser executada com argamassa de cimento
                e    areia   no    traço   1:4    acrescida   de
                impermeabilizante, usado na proporção adequada,
                possuindo acabamento razoavelmente áspero.

18.3   CERÂMICA ANTIDERRAPANTE
        18.3.1 Levarão pavimentação de cerâmica antiderrapante
               de 1º qualidade, indicadas em projetos com PEI -5;
               alto tráfego Eliane ou similar (31x31)cm - e serão
               usados em todo o prédio;

       18.3.2   Todos os pisos a pavimentar com cerâmica e que
                tenham previsto ralos de escoamento ou incidência
                de águas superficiais, deverão ter o caimento
                mínimo necessário para o escoamento da água;

       18.3.3   As peças cerâmicas cuidadosamente escolhidas no
                canteiro da obra, sendo separadas todas as que
                apresentarem defeitos de superfície, tamanhos,
                empenos ou colocação. As peças deverão ser
                imersas em água limpa durante 24 horas antes do
                assentamento;

       18.3.4   A coloração das juntas será feita de modo a deixá-
                la perfeitamente alinhadas, de espessura mínima e
                não superior a 4mm;

       18.3.5   O assentamento de cerâmica deverá ser feito sobre
                argamassa 1:5 (cimento – areia), de espessura
                máxima de 2cm, devendo ser pulverizado cimento
                PORTLAND sobre a superfície de argamassa a fim
                de dar ao pavimento maior aderência;

       18.3.6   Como alternativa para o assentamento das peças
                cerâmicas, poderão ser usadas argamassas
                apropriadas para este fim, desde que sejam
                resistentes as águas, onde devem ser seguidas
                todas as normas e recomendações do fabricante e
                sob o controle da FISCALIZAÇÃO.




                                                               25
19   TRATAMENTO

       19.1   DE CONCRETO APARENTE
               19.1.1 As superfícies em concretos aparente deverão
                      depois de limpas e corrigidas as suas falhas serem
                      tratadas com VERNIZ SOLUÇÃO MUR - CÔTE ou
                      similar, acabamento incolor e fosco obedecendo as
                      normas e recomendações do fabricante.

20   RODAPÉS, SOLEIRAS e PEITORIS

       20.1   RODAPÉS
               20.1.1 De uma maneira geral serão arrematados com
                      rodapé os pisos das dependências cujas paredes
                      sejam revestidas com argamassa, para pintura;

              20.1.2   Serão executados rodapés em cerâmica, nas
                       dimensões de 10x30cm nas áreas das paredes
                       externas e internas do prédio especificadas no
                       projeto;

       20.2   SOLEIRAS
               20.2.1 As soleiras serão assentadas com argamassa de
                      traço 1:3, de cimento e areia;

              20.2.2   Sempre que possível, as peças deverão ser inteiras
                       devendo, caso as dimensões não permitam as
                       juntas situadas no centro;

              20.2.3   As soleiras deverão caso necessário, possuir
                       rasgos, rebaixos e outros detalhes imprescindíveis
                       ao seu funcionamento;

              20.2.4   Serão assentadas soleiras nas portas de entradas,
                       corredor, banheiros, copa, área de serviço;

              20.2.5   As soleiras terão 3cm de espessura e serão
                       executadas em GRANITO Cinza Mauá ;

       20.3 PEITORIS

              20.3.1   Os peitoris serão em argamassa de traço 1:3, de
                       cimento e areia;




                                                                      26
             20.3.2   Os peitoris deverão ter inclinação para o lado
                      externo das paredes.

             20.3.3   As soleiras em granito de 2cm, cinza mauá deverão
                      caso necessário, possuir rasgos, rebaixos e outros
                      detalhes imprescindíveis ao seu funcionamento;

             20.3.4   Serão assentadas soleiras em todas as portas do
                      prédio;

21   PINTURAS

      21.1    CONDIÇÕES GERAIS
             21.1.1 Os serviços serão executados por profissionais de
                    comprovada     competência   e   com     produtos
                    preparados industrialmente;

             21.1.2   As superfícies serão cuidadosamente limpas, e
                      convenientemente preparadas para o tipo de
                      pintura a que se destina;

             21.1.3   As superfícies só poderão ser pintadas quando
                      perfeitamente enxutas;

             21.1.4   Deverão ser observadas todas as instruções para o
                      uso, fornecidas pelos respectivos fabricantes de
                      tintas;

             21.1.5   Todas as pinturas deverão obedecer aos tipos e
                      cores indicadas no projeto.

      21.2    SELADOR ACRILICO
          17.3.1 Todas as paredes deverão receber aplicação de Selador
                  Acrílico, antes da aplicação da massa corrida acrílica;

      21.3    ACRILICA COM MASSA
             21.3.1 INTERNAS - Todas as paredes internas indicadas
                     com acabamentos de pintura, serão lixadas,
                     seladas, corrigidas as imperfeições do revestimento
                     e reboco, com massa acrílica e pintada com duas
                     demãos de tinta ACRILICA semibrilho, de primeira
                     qualidade;

             21.3.2   EXTERNAS – Todas as paredes externas indicadas
                      com acabamentos de pintura, serão lixadas,

                                                                      27
                seladas, corrigidas as imperfeições do revestimento
                e reboco, com massa acrílica e pintada com duas
                demãos de tinta ACRILICA semibrilho, de primeira
                qualidade;

21.4    ANTICORROSIVO
       21.4.1 Todos os elementos a pintar              com    tinta
              ANTICORROSIVO deverão ser lixados;

       21.4.2   No caso de superfície metálica, aplicar 2 demãos de
                anticorrosivo;

       21.4.3   Serão pintados com tinta anticprrosiva todas a
                estrutura da cobertura na cor cinza.

21.5   ESMALTE
        21.5.1 Todos os elementos a pintar com tinta ESMALTE
               deverão ser aplicados deverão ser lixados e
               aplicada 1 demão de anticorrosivo;

       21.5.2   No caso de superfície metálica, aplicar uma demão
                de CORALFER ou similar sobre primeira base de
                cromato de zinco;

       21.5.3   Serão pintados com tinta esmalte sintético
                CORALIT ou similar em duas demãos todos os
                elementos de superfície metálica tais como brises
                das fachadas.

21.6    VERNIZ
       21.6.1 Serão envernizadas todas as superfícies de madeira
               aparente, tais como caixilhos, aduelas, alisares, e
               demais peças em madeira.

21.7   RESINA ACRILICA
        21.7.1 Deverá ser aplicada pintura em resina acrílica em
               todas as telhas cerâmicas da cobertura, em 2
               demãos.

21.8 RESINA EM SILICONE
      21.8.1 Deverá ser aplicada pintura com silicone em toda a
              Estrutura em Concreto Aparente – Vigas e Pilares.

21.9 PINTURA EM TUBULAÇÃO ELETRODUTO


                                                                28
             21.9.1   Toda a tubulação aparente em eletrodutos
                      (elétrica, dados, telefônica, devera ser pintada com
                      tinta esmalte na cor especificada em projeto.

22   FERRAGENS

      22.1   CONDIÇÕES GERAIS
              22.1.1 Todas as ferragens para esquadrias de madeira,
                     serão em latão cromado de primeira qualidade, do
                     tipo LA FONTE, LOCKWELL, ou similar conforme
                     especificado nos detalhes e sempre com prévia
                     aprovação da FISCALIZAÇÃO, e deverão possuir
                     perfeitas   condições   de   funcionamento     e
                     acabamento;

             22.1.2   O assento de ferragens       será   procedido   com
                      particular esmero;

             22.1.3   Os rebaixos ou encaixes para dobradiças,
                      fechaduras, etc; terão as formas das ferragens não
                      sendo toleradas folgas que exijam emendas,
                      taliscas, etc;

             22.1.4   Para o assentamento serão empregados parafusos
                      de latão cromado e dimensões correspondentes ao
                      das peças que fixarem;

             22.1.5   A localização das ferragens nas esquadrias será
                      medida com precisão, de modo a serem evitadas
                      discrepâncias de posição ou diferenças de nível
                      perceptível á vista;

             22.1.6   A   localização  das    fechaduras,    etc;  será
                      determinada     pelos     detalhes     ou    pela
                      FISCALIZAÇÃO,    devendo     a   princípio  haver
                      fechaduras em todas as portas;

             22.1.7   As ferragens, principalmente as dobradiças,
                      deverão ser em número suficiente, de forma a
                      suportarem com folga o regime de trabalho que
                      venham a ser submetidas;

             22.1.8   Para evitar escorrimentos ou salpicaduras de tinta
                      nas ferragens, serão adotadas as precauções de
                      proteção das mesmas.

                                                                       29
23   APARELHOS E ACESSÓRIOS E FERRAGENS

     23.1   Todos os aparelhos sanitários, assim como os acessórios
            deverão seguir as indicações dos projetos, no que diz respeito
            à cor e tipo;

     23.2   Em todos os cantos das paredes revestidas com cerâmicas,
            deverá ser assentado Perfil em alumínio (cantoneira);

     23.3   Os VASOS SANITÁRIOS serão com caixa de descarga
            acoplada, e na cor BRANCA;

     23.4   O mictório a ser instalado deverá ser de louça com sifão
            embutido, padrão DECA ou similar, na cor branca;

     23.5   Deverá ser fornecido e instalado Comando de Descarga para
            Mictório do tipo monocomando para uso público, com ciclo de
            fechamento    automático     arejador e   botão  antifurto,
            funcionamento alta e baixa pressão, regulagem por meio de
            registro integrado, acabamento cromado, Decamatic ou
            similar;

     23.6   As torneiras dos lavatórios deverão ser de aço inoxidável e de
            giro, DECA ou similar;

     23.7   A bancada da copa deverá ter tampo, vistas e roda bancada,
            em Granito Cinza Mauá;

     23.8   Os acessórios para a bancada da copa deverão constar de:
             1 (uma) cuba em aço inoxidável rasa 50x40x17cm;
             1 Torneira de parede tipo monocomando para uso publico,
               de giro, com fechamento manual, acabamento cromado,
               Decamatic ou similar;
             1 Válvula forjada máster 1 ½” metálica cromada;
             1 Sifão metálico, cromados 1 ½”, STEVES ou similar;

     23.9   O tanque da área de serviço será de aço inoxidável e deverá
            possuir sifão e válvula cromada, com torneira de giro metálica
            manual DECA ou similar, nas dimensões especificadas pelo
            projeto hidráulico;

     23.10 As ferragens para os aparelhos deverão ser de primeira
           qualidade, no modelo a ser escolhido pela FISCALIZAÇÃO e
           colocadas por pessoal especializado;

                                                                       30
     23.11 Os registros e torneiras serão instalados em locais indicados
           em projeto, e serão cromados com canopla de metal
           inoxidável;

     23.12 As duchas a serem instaladas deverão ser cromadas e de boa
           qualidade tipo DECA ou similar;

     23.13 As grelhas dos ralos e caixas sifonadas deverão ser de AÇO
           INOXIDÁVEL cromado e do tipo ABRE-FECHA;

     23.14 As bancadas dos Laboratórios deverão ter tampo, vistas e
           roda bancada, todos em Granito Cinza Mauá;

     23.15 Os acessórios para as bancadas dos Laboratórios deverão
           constar de:
             1 (uma) cuba em aço inoxidável 56x34x17cm;
             1 Torneira de parede tipo monocomando para uso publico,
              de giro, com fechamento manual, acabamento cromado,
              Decamatic ou similar;
             1 Válvula forjada máster 1 ½” metálica cromada;
             1 Sifão metálico, cromados 1 ½”, STEVES ou similar;

     23.16 Além desses itens citados acima, deverão fazer parte da
           instalação os seguintes elementos:
            a) Saboneteiras para sabão líquido, no modelo a ser
               indicado e no local marcado em projeto;
            b) IDEM, IDEM, porta-toalhas de;
            c) IDEM, IDEM, ducha manual.
            d) IDEM, IDEM, porta papel higiênico.

24   DRENOS PARA AR CONDICIONADO
      24.1 Deverão ser executados pontos de drenos para ar-
           condicionado tipo Split, com tubo de 25mm, curva
           90/25mm; curva     45/25mm, mangueira 3/8", embutidos na
           parede e na calçada;

25   COMBATE A INCENDIO
       25.1 Deverão ser fornecidos e instalados sistema de combate a
            incêndio composto de 02 Extintores de Água pressurizada de
            10 L e 02 Extintores de Bicarbonato de sódio de 8KG.
26   BRISES
       26.1 Deverão ser fabricadas e instaladas brises em cantoneiras de
            ferro 1 ½”, barra chata de 1 ½” e tela de aço galvanizado #
            1”, nas Fachadas.

                                                                     31
27   LIMPEZA
       27.1 Será removido todo o entulho do terreno e do prédio, sendo
            cuidadosamente limpos e varridos os acessos e áreas
            externas.

       27.2 Toda a pavimentação, revestimentos cimentados, lajotas,
            pedras naturais, cerâmicas, vidros, aparelhos sanitários,
            ferragens etc; será limpo e lavado conforme a natureza do
            material, de forma a não serem danificadas outras partes da
            obra;

       27.3 A lavagem das pedras deverá ser feita com sabão neutro,
            perfeitamente isento de álcalis cáusticos;

       27.4 Haverá particular cuidado de remover-se quaisquer detritos
            ou salpicos de argamassa endurecida das superfícies;

       27.5 Deverão ser abertas todas as caixas de passagem, assim
            como as sifonadas, para limpeza dos detritos.

28   LIMPEZA PERMANENTE E FINAL

     28.1   LIMPEZA PERMANENTE
               28.1.1 A obra deverá permanecer completamente limpa
                       durante a execução da mesma, para isso a
                       empresa deverá realizar limpeza diária;

     28.2   LIMPEZA FINAL
               28.2.1 Será removido todo o entulho do terreno,
                        proveniente dos serviços, sendo cuidadosamente
                        limpos e varridos os acessos e áreas externas, a
                        fim de serem removidos todos os resíduos da obra.
                        Os vidros, pisos, azulejos, metais, ferragens e etc.,
                        deverão ser completamente limpos para a entrega
                        da obra.

29   ENERGIA E ÁGUA
      29.1 O INPA fornecerá energia e água para a execução da obra;

30   MATERIAÍS
     30.1 Para os materiais que eventualmente figurarem no projeto,
          especificados através de suas marcas, serão admitidas sempre
          marcas equivalentes. A marca especificada em projeto serve


                                                                          32
            apenas para ilustrar o padrão desejado, não sendo exigido a
            obrigatoriedade de seu emprego.

31   ENTREGA DA OBRA
      31.1 Para o recebimento da obra, deverão ser adotados os seguintes
           procedimentos: Teste de todo o equipamento e instalações;
           revisão de todos os detalhes de acabamento e ligação definitiva
           de todas as instalações.

32   CONDUTA DOS OPERÁRIOS
      32.1 A empresa deverá manter obrigatoriamente todos empregados
           identificados por camiseta ou macacão com o logotipo da
           empresa, enquanto em serviço na área da Instituição. Deverá
           ser substituído imediatamente qualquer operário, cuja atuação,
           permanência e/ou comportamento sejam julgados prejudiciais,
           inconvenientes ou insatisfatórios às normas disciplinares do
           INPA.

OBS: A empresa deverá manter constantemente atualizado, um diário de
obras em 03 (três) vias, o qual deverá ser assinado pelo engenheiro da
empresa responsável pela obra e um membro da fiscalização da DEAR/INPA.


                                 Manaus (AM), 07 de Agosto de 2008.




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