Suas flores by n7uME0Gi

VIEWS: 15 PAGES: 21

									Projeto Pomar

Arq. Sem número

09 - Inga uruguensis 1 ................................................................................................................... 5

16 – Ipê-Branco 1 .......................................................................................................................... 3

31 - Jenipapo 1 .............................................................................................................................. 4

32 - Paineira Branca 1 ................................................................................................................... 6

34 - Paiúva 1 .................................................................................................................................. 6

36 - Paineira branca 1 ..................................................................................................................... 7

40 - Ipê-rosa 1 ............................................................................................................................... 9

48 – Ingá 1 ..................................................................................................................................... 9

49 - Araçá do Campo 1 ................................................................................................................ 10

51 - Jatobá 1 ................................................................................................................................ 10

89 - Farinheira 1 .......................................................................................................................... 10

95 - Cerejeira do mato 1.............................................................................................................. 12

99 - Ingá 1 .................................................................................................................................... 13

100 – Jatobá 1 ............................................................................................................................. 13

110 - Farinheira 1 ........................................................................................................................ 13

111 – Farinheira 1 ....................................................................................................................... 14

113 - Pameira Guariroba 1 .......................................................................................................... 15

120 – PITANGUEIRA 1.................................................................................................................. 15

138 – Lixeira 1 ............................................................................................................................. 16

144 – Pitanga 1 ............................................................................................................................ 16

148 - Ingá 1 .................................................................................................................................. 19

243 - Ciriguela 1........................................................................................................................... 21




          NATALIA FRANCO PASQUANTONIO, 3ºH, Nº36
       Cajueiro-do-mato
       é o nome vulgar das seguintes espécies de plantas:

       Anacardium giganteum, da família da Anacardiaceae,
       Curatella americana, da família das Dilleniaceae, conhecido como cajueiro-bravo-do-
        campo.

O Cajueiro-bravo[1] (Curatella americana; Dilleniaceae) é uma árvore ou arbusto tortuoso que
mede de 1 a 12 metros de altura. Sua folha é tão dura e áspera que parece lixa - pelo que é
também conhecida como lixeira.

              Cajueiro-bravo



          Classificação científica

         Reino:   Plantae

         Divisão: Magnoliophyta

         Classe: Magnoliopsida

         Ordem: Dilleniales

         Família: Dilleniaceae

         Género: Curatella

         Espécie: C. americana

             Nome binomial

           Curatella americana


Ocorrência

       Freqüente em cerrados, cerradões e capões, onde formam o "lixeiral".

Distribuição

     Espécie amazônica de grande dispersão. É encontrada do México a São
  Paulo.

Utilização
      O fruto serve de alimento para aves. É uma apícola importante. Sua
  madeira é pesada e compacta, ideal para marcenaria, lenha e carvão. A folha
  pode ser usada como lixa. Tem propriedades medicinais contra artrite, diabete,
  pressão alta, e a flor, contra tosse, bronquite e resfriado.

Outros nomes vulgares
        A espécie é conhecida pelos nomes de:

       Caimbé, Caju-bravo , Cajueiro-bravo , Cajueiro-bravo-do-campo, Cajueiro-do-mato,
        Cajupeba , Cambarba , Craibeira , Lixeira ...



16 – Ipê-Branco 1

Filipe Kaneaki Ijuim

Tabebuia roseo-alba (Ridl.) Sand.

Família Bignoniaceae

Nomes Populares

Ipê-branco, pau-d'arco, ipê-do-cerrado

Sinonímia botânica

Bignonia roeo-alba Ridl., Tecoma adontodiscus Bur. et K. Sch., Tabebuia odontodiscus (Bur.
et K. Sch.) Tol., Tecoma piutinga Pilg., Tabebuia piutinga (Pilg.) Sand., Tecoma
papyrophloios K. Sch., Tabebuia papyrophloios (K. Sch.) Melc., Handroanathus roseo-albus
(Ridl.) Mattos

Características Morfológicas

Altura de 7-16 m, dotada de copa alongada. Tronco ereto, de 40-50 cm de diâmetro, com
casca suberosa e superficialmente fissurada. Folhas compostas trifolioladas; folíolos
levemente pubescentes em ambas as faces, os menores com 6-11 cm de comprimento e o
maior com 8-13 cm.

Ocorrência

Norte do estado de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás, na floresta
latifoliada semidecídua.

Madeira

Moderadamente pesada, macia, superfície lustrosa, de ótima durabilidade em ambientes
internos.

Utilidade

A madeira pode ser empregada na construção civil, principalmente para acabamentos
internos. A árvore é extremamente ornamental, não somente pelo exuberante florescimento
que pode ocorrer mais de uma vez por ano, mas também pela folhagem densa de cor verde
azulada e forma piramidal da copa. É ótima para o paisagismo em geral, o que já é
amplamente utilizada; é particularmente útil para a arborização de ruas e avenidas, dado ao
porte não muito grande. Em função de sua adaptação a terrenos secos e pedregosos, é
muito útil para reflorestamentos nesse tipo de ambiente, destinados à recomposição da
vegetação arbórea.

Informações ecológicas

Planta decídua, heliófita e seletiva xerófita, característica de afloramentos rochosos e
calcários da floresta semidecídua. Ocorre tanto no interior da mata primária como nas
formações secundárias. É esparsamente encontrada também na caatinga do nordeste
brasileiro. É particularmente freqüente nos terrenos cascalhentos das margens do pantanal
mato-grossense. Produz anualmente grande quantidade de sementes, facilmente
disseminadas pelo vento.

Fenologia

Floresce principalmente durante os meses de agosto-outubro com a planta totalmente
despida da folhagem. Os frutos amadurecem a partir de outubro.

Obtenção de sementes

Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida
deixá-los ao sol para completarem a abertura e liberação das sementes. Um quilograma
contém aproximadamente 71.000 sementes.




31 - Jenipapo 1

Taynara Furlan N°44 3°H

Fruto do jenipapeiro da família das Rubiaceae, origem na América Tropical e Índia
Ocidental. Fruta (baga) ovalóide de 8 a 12 cm. comprimento e 6 a 9 cm. de
diâmetro, de cor escura e casca rugosa e murcha, com polpa marrom clara e
numerosas sementes pardas e achatadas. Ácida para ser consumida ao natural,
mas utilizada como matéria-prima alimentícia de doce, licor, xarope, vinho e
quinino. também utilizada para tintura empregadas em tecidos, artefatos de
cerâmica e tatuagem.




       Nome                             Jenipapo


       N. Científico                    Genipa americana


       Família                          Rubiaceae


       Nomes populares                  Jenipapeiro, Jenipaba.


       Altura média                     8-14 metros
                                              Simples, lisas, grandes, até
       Folhas
                                          35 cm.


       Flores                                 Amarelas, com 5 petalas.


                                              Grande, (12 cm) macio.
       Fruto                              Tem um cheiro muito forte, e
                                          dele pode ser feito doce ou licor.


       Sementes                               0,5 cm, marron claro.




09 - Inga uruguensis 1

Dilson colman cassaro      Nº12     3ºI

Legum.- Mimosoideae

GÊNERO: Inga

Inga uruguensis

LUGARES: -
 Brasil
  Sudeste (N), São Paulo; Sul (N)
  Paraná, Rio Grande Do Sul, Santa Catarina.

HABITATS:
 Brasil
  capoeira, floresta pluvial, floresta pluvial Atlântica
  floresta semi-decídua

DESCRIÇÃO:
 Agente dispersor: outros animais
 Altura: 0-10m
 Ciclo de vida: semi-decídua
 Cor da flor: branca
 Desenvolvimento das mudas no campo: rápido
 Desenvolvimento de mudas em cultivo: rápido
 Diâmetro do tronco: 15-30cm
 Folha - comprimento: 0-10cm
 Folha - largura: 0-3cm
 Forma de vida I: heliófita
 Forma de vida II: higrófita
 Germinação das sementes: 0-10 dias
 Habito: Arvore
 Mês de floração: agosto , setembro , outubro , novembro
 Mês de frutificação: janeiro , fevereiro , dezembro




Usos:

 Fruto Comestível ; Madeira para Construção Civil ; Madeira para
 Embalagem ; Madeira para Objetos Leves ; Paisagismo

Nome popular:

 Ingá-Banana;Ingá; Ingazeiro




32 - Paineira Branca 1

Parque das Nações M24
medida horizontal:29cm
medida vertical:1,5
tronco meio espinhento,com florzinha e meio descascado.
Folha meio manchada,paumada.
Nome comum: paineira-branca, barriguda, árvore-da-seda, árvore-da-lã
Família: Bombacaceae
Nome científico: Chorisia glaziovii (O. Kuntze) E. Santos
Sinonímia botânica: Xylon glaziovii O. Kuntze, Ceiba glaziovii O.
Kuntze
Ocorrência: Nordeste brasileiro, na Região Agreste e Vale do Rio São
Francisco
Árvore com uma floração branca muito vistosa, que ocorre entre Junho e
Julho. Encontrada em paisagismo urbano, quase não é vista nas matas.
Durante o inverno perde totalmente a folhagem, dando lugar a
exuberante
florescimento, onde flores brancas conferem à árvore beleza ímpar




34 - Paiúva 1

Larissa Santos Teixeira, n° 29, 3°H
Amarela. Ela media 6cm na horizontal e 36 cm na vertical. Procurei no
google, mas não encontrei dados sobre a planta. Adorei ter adotado-
a!!! Muito legal. Obrigada.



36 - Paineira branca 1

Aluna: Juliana Benfatti, nº 22, 3º H
Local: Parque das Nações M24
Medida horizontal: 25 cm
Medida vertical: 95 cm
Observações: Está com liquens e orquídeas sobre a superfície do caule

Nome comum: paineira-branca, barriguda, árvore-da-seda, árvore-da-lã
Família: Bombacaceae
Nome científico: Chorisia glaziovii (O. Kuntze) E. Santos
Sinonímia botânica: Xylon glaziovii O. Kuntze, Ceiba glaziovii O. Kuntze
Ocorrência: Nordeste brasileiro, Região Agreste e Vale do Rio São Francisco

Árvore ornamental de tronco bojudo com flores brancas. Excelente para
plantios heterogêneos em recomposição de áreas degradadas, devido ao seu
rápido crescimento. Seus frutos são apreciados por periquitos e maritacas
que consomem a semente e a casca dos frutos, mesmo quando imaturos.

A altura da árvore quando adulta varia de 10-15 m, com copa larga e muito
ramificada que projeta boa sombra quando provida de folhas.

Durante o inverno perde totalmente a folhagem, dando lugar a exuberante
florescimento, onde flores brancas conferem à árvore beleza ímpar.

O tronco pode passar de 1 m de diâmetro, intumescido a meia altura e
revestido por acúleos negros de formato cônico, medindo em média 5 cm.

Seu fruto é uma cápsula elipsóide, conhecida popularmente por paina.
Internamente as sementes são revestidas por uma fibra conhecida por lã-de-
barriguda, outrora muito utilizada no enchimento de travesseiros e
colchões. Em locais sem as conveniências do progresso, alguns ainda fazem
uso                            desse                              recurso.

A madeira da paineira-branca é macia, moderadamente pesada (0,59 g/cm3
de densidade), mas quando exposta as intempéries apodrece facilmente.

Vegeta a pleno sol sempre em solos bem secos, florescendo em seu habitat
nos meses de maio a julho; frutificando logo em seguida e produzindo
quantidade razoável de sementes viáveis.


Curiosidades
O gênero Chorisia foi dado em homenagem a Ludwig Choris, artista plástico
alemão, nascido em 1795. Ainda jovem participou de uma grande expedição
ao redor do mundo em 1815. Em sua obra sempre retratou os costumes dos
povos indígenas da América, África, Ásia e Polinésia.
Em 1828 foi tragicamente assassinado por bandidos em uma viagem ao
México.
Já o epíteto glaziovii foi dado em homenagem a Auguste François Marie
Glaziou.
Glaziou nasceu na França na cidade de Lannion, na Bretanha, em 30 de
agosto de 1833, cursou engenharia civil e posteriormente botânica pelo
Museu de História Natural de Paris.
Em 1858 a convite do Imperador Pedro II, Glaziou veio para o Rio de
Janeiro assumindo a diretoria de Parques e Jardins da Casa Imperial.
A importância de Glaziou para o Brasil, além dos belos jardins que projetou,
está na reflexão do paisagismo urbano, na concepção e criação de praças e
jardins públicos e a adoção de plantas nativas para fins paisagísticos.
Glaziou introduziu árvores como o oiti e a sapucaia em praças públicas.

Além de projetar os jardins da Quinta da Boa Vista, residência do Imperador
Pedro II, foi também responsável pela reforma do Passeio Público e do
Campo de Santana.
Coletou inúmeras plantas e hoje sabemos que o epíteto glaziovii está ligado
a 236 espécies descritas.
Em 1906 Auguste François Marie Glaziou retornou à França onde faleceu na
cidade de Bordeaux.
40 - Ipê-rosa 1

Mariany Miranda Souza – n° 33 – 3° H

medida vertical: 4,60 metros / medida horizontal: 22 cm

Análise: apresenta a base do caule cortada; as folhas estão secas, manchadas e com buracos;
apresenta formigas.

Nome científico: Tabebuia impetiginosa

De crescimento bem rápido em regiões livres de geadas, (em 2 anos ela atinge
3,5 metros), podendo atingir até 35 m. A árvore é originária da Bacia do
Paraná. Floresce abundantemente de Junho a Agosto, e prefere climas mais
quentes, porem num Inverno seco e ameno, ela oferece também uma linda florada
no começo da Primavera. Ideal para áreas isoladas, ou paisagismo de grandes
avenidas,    o   Ipê  Rosa    prefere    solos    férteis  e   bem     drenados.

Temos 16 espécies distintas que foram classificadas segundo a cor de suas flores
(roxa, rosa, amarela, branca). Sua madeira é tida como uma das melhores do
mundo, por sua dureza. Suas flores, em forma de pequenas trombetas, surgem
quando caem todas as folhas velhas, atraindo os beija-flores e todos os pássaros
que se alimentam de néctar.


CUIDADOS GERAIS:

-   Cova de 60 x 60 x 60, devidamente adubada e curtida por 1 mês, de preferência;
-   Boa drenagem do solo onde a mesma será plantada;
-   Podas de controle e/ou formação, caso deseje-se manter certa altura;
-   Rega abundante após plantio
-   Pragas e moléstias: controle fitossanitário contínuo;
-   Iluminação correta: sol pleno;
-   Adubação mensal, para fortificá-la e auxiliar seu crescimento e beleza;
-   Implantação no local correto



48 – Ingá 1

Alexandre Kanehide Ijuim

(Inga edulis)

Muito comum nas margens de rios e lagos, é muito procurada pela fauna e pelo
homem por suas sementes com arilo branco e adocicado. Existem várias
espécies, que se diferenciam pelo tamanho do fruto. Costuma apresentar floração
mais de uma vez por ano, porém a mais forte é entre Setembro e Outubro.

       As espécies comestíveis de ingá produzem frutos em vagem, grandes e
verdes, com sulcos no sentido comprido, que podem atingir até 1 m de
comprimento. A polpa é branca, levemente fibrosa e adocicada, bastante rica em
sais minerais. Em geral, ela é consumida ao natural, pois não se presta a
preparações culinárias. Também é usada na medicina caseira, sendo útil no
tratamento da bronquite (xarope) e como cicatrizante (chá).

Medida Horizontal: 45cm, Medida Vertical: 4,5m



49 - Araçá do Campo 1

Aluna: Katarine Rezende Coelho, N°: 22, Série: 3° I

       O araçá pertence à família Myrtaceae, espécie Psidium guineense Sw., sendo
conhecido popularmente como araçá-comum, araçá-azedo ou araçá do campo. É encontrado
no Brasil em estado silvestre no Amazonas, Pará, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro,
São Paulo, Mato Grosso e Santa Catarina, e também no Paraguai, Argentina e México.

       Trata-se de arbusto grande ou arvoreta com 1 a 4 m de altura, sendo muito
semelhante à goiabeira.

       Floresce de junho a dezembro, frutifica de janeiro a maio, mas pode fornecer fruto o
ano todo e perder quase todas as folhas na seca.

       Cresce bem em solos fracos e arenosos, apresentando potencial para os mal-drenados.
Não é exigente quanto ao clima, resistindo a geadas.

       É freqüente em todas as sub-regiões, campos inundáveis, borda de capão, solos
arenosos e argilosos.

       Produz frutos ovóides ou oblongos, amarelos, de polpa branca e mucilaginosa, sendo
muito apreciados na forma de araçazada, geléia, suco, doce, sorvete e licor.

Dia: 23/06/2007

      Espécie           Número                Local          Medida          Medida Vertical
                                                            Horizontal
  Araçá do Campo           49             Pq das Nações       21 cm            2 m e 20 cm
                                         Indígenas – M24




51 - Jatobá 1

Aluno (a): Aline dos Santos Miranda no 04, 3a I

Nome Científico: Hymenaea courbaril
Família: Leguminosae – Caesalpinoideae
Nomes Populares: Jataí, Farinheira, Jatobá-miúdo, Jatobá-da-mata.
Altura Média: 15-20 metros
Ocorrência: AC, AL, AM, AP, BA, CE, ES, GO, MA, MG, MS, MT, PA, PB, PE, PI, PR, RJ,
RN, RO, RR, SE, SP, TO,
Ocorrência Florestal: Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual,
Mata Ciliar.
Folhas: Compostas de dois folíolos, lisos, brilhantes, 6- 14 cm.
Floração: Floresce durante os meses de novembro a Janeiro. Suas flores são pequenas,
brancas com pedúnculo marrons.
Fruto: Casca muito dura, marrom, 15 cm.
Semente: Duas a quatro em cada fruto, cobertas por um pó comestível de cheiro peculiar e
forte.
Outras características: Árvore de grande porte encontrada nas matas desta região
(leste de MG), sendo também comum no cerrado. Seu fruto, de casca dura com
sementes cobertas por um pó verde com cheiro forte e característico, é muito apreciado
pelas pessoas do interior. Uma de suas características são as folhas compostas de dois
folíolos. Tem o tronco avermelhado, de madeira pesada e muito utilizado
comercialmente.




89 - Farinheira 1

Aluna: Camila Yukie Moroto 3º G
Tamanho da planta pesquisada:
Horizontal: 70 cm      Vertical: 5m
Caracteristicas encontradas: A planta apresentava muitas formigas.
Pesquisa sobre a espécie estudada no Parque das Nações
Nome: Jatobá
Nome Científico: Hymenaea courbaril
Família: Leguminosae - Caesalpinoideae
Nomes populares: Jataí, Farinheira.
Altura média: 15-20 metros
Folhas: Compostas de dois folíolos, lisos, brilhantes, 6- 14 cm.
Flores: Pequenas, brancas com pedunculos marrons..
Fruto: Casca muito dura, marrom, 15 cm.
Obtenção de sementes : Produz anualmente grande quantidade de sementes viáveis. Colher
os frutos diretamente da árvore ou quando iniciarem a queda espontânea que ocorre no mês
de setembro. Em ambos os casos levá-los ao terreiro para secagem, quebrando-os em seguida
para a liberação das sementes, estas encontram-se envolvidas pelo material farináceo
existente dentro do fruto, que deve ser removido superficialmente. Sua viabilidade de
armazenamento é curta, não ultrapassando quatro meses.

Fenologia : Floresce durante os meses de outubro-dezembro. Os frutos amadurecem a partir
do mês de julho.

Utilidade: A madeira é usada na construção civil, como vigas e tábuas para assoalhos. A
árvore é de fácil multiplicação, não pode faltar na composição de reflorestamentos
heterogêneos e, na arborização de parques e jardins. Os frutos possuem uma farinha
comestível e muito nutritiva, consumida tanto pelo homem como pelos animais silvestres. A
casca e resina têm aplicações medicinais, adstringentes e peitorais. A casca interna é
vermífuga. A seiva pode ser usada em casos de bronquite crônica.

Outras características: Árvore de grande porte encontrada nas matas da região, sendo
também comum no cerrado. Seu fruto, de casca dura com sementes cobertas por um pó verde
com cheiro forte e característico.
95 - Cerejeira do mato 1

Tatyane                         T.Ogatha                       nº48                    3ºG

Local:Parque      das               Nações         Indígenas            M2(eu      acho)
Medida       Vertical:75                 cm          Medida             Horizontal:4,5cm

Eugenia                                    involucrata                                 DC.

Família                                                                          Myrtaceae

Nomes Populares:

Cerejeira, cerejeira-do-mato, cereja, araçazeiro, cerejeira-da-terra,
cereja-do-rio-grande.
Características                                          Morfológicas
Altura de 5-8m (10-15m na mata), dotada de copa arredondada. Tronco
ereto                                                               e
mais ou menos cilíndrico, de 30-40cm de diâmetro, com casca lisa e
descamante. Folhas solitárias, axilares, longo-pedunculadas, de cor
branca.
Fruto drupa piriforme, glabra e brilhante, coroada pelo cálice
persistente,
de cor vermelha ou vinácea-escura, com polpa carnosa, adocicada e
comestível,             contendo            1-3             sementes.


Ocorrência
Minas    Gerais    ao             Rio       Grande        do    Sul,        principalmente
na         floresta                     semidecídua              de             altitude..

Madeira
Moderadamente                                 pesada,                            compacta,
elástica,
muito                      resistente                 e                de              boa
durabilidade                                                                      natural.

Fenologia
Floresce      durante       os                  meses       de            setembro      a
novembro           junto                       com            o                surgimento
da      nova      folhagem.                 Os       frutos            amadurecem      em
outrubro-dezembro.

Utilidade
A madeira é empregada para confecção de cabos de machado e outra
ferramentas
agrícolas e, para lenha e carvão. A árvore é extremamente ornamental e
pode
ser utilizada no paisagismo principalmente na arborização de ruas
estreitas
e sob redes elétricas. Seus frutos são comestíveis e muito saborosos,
aproveitados para confecção de docres, geléias, licores e também para
       consumo in natura. É amplamente cultivado em pomares domésticos de toa
       a
       região sul do páis. São também avidamente consumidos pela avifauna,
       tornando
       a planta bastante interessante para o plantio em áreas degradadas de
       preservação permanete.




       99 - Ingá 1

       Aluna: Larissa Nogueira de Castro, Nº: 29, Turma: 3º G
        Local: Parque das Nações Indígenas M24
       Nome científico: Inga edulis
       Medida horizontal: 50,5 cm
       Medida vertical: 3,5 m

       Anotações: A árvore está com aparente bom desenvolvimento. Sua folhagem está verde e vistosa. Há nela
       pequena quantidade de formiga, com um pequeno formigueiro na proximidade.
                A árvore do tipo Inga edulis é muito comum nas margens de rios e lagos. Existem várias espécies que
       se diferenciam pelo tamanho do fruto. Costuma apresentar floração mais de uma vez por ano, porém a mais
       forte é entre setembro e outubro.
                É muito procurada pela fauna e pelo homem por suas sementes com arilo branco e adocicado.




 100 – Jatobá 1

 Aluna: Kátia Emy Onoda                         3º G

   N. Científico: Hymenaea courbaril

    Família: Leguminosae - Caesalpinoideae

    Nomes populares: Jataí, Farinheira.

    Altura média: 15-20 metros

    Folhas: Compostas de dois folíolos, lisos, brilhantes, 6- 14 cm.

    Flores: Pequenas, brancas com pedúnculo marrons..

    Fruto: Casca muito dura,marrom, 15 cm.

     Sementes: Duas a quatro em cada fruto, cobertas por um pó comestível de cheiro peculiar e
forte.

    Outras características: Árvore de grande porte encontrada nas matas desta região (leste de MG),
sendo também comum no cerrado. Seu fruto, de casca dura com sementes cobertas por um pó verde
com cheiro forte e característico, é muito apreciado pelas pessoas do interior. Uma de suas
características são as folhas compostas de dois folíolos. Tem o tronco avermelhado, de madeira pesada
e muito utilizada comercialmente
110 - Farinheira 1

Nome:Jucelaine Vaz Ramos, Série:3ºG, N:27

Medida horizontal-67cm, Medida vertical-7m

Local:Parque das Nações indígenas M-24

Obs: Presença de formigas

Nome popular: Jatobá, Jataí, Farinheira

Nome científico: Hymenaea spp

Família botânica: Caesalpinoideae

Ocorrência: Floresta Amazônica, Mata Atlântica e principalmente em Cerrado, nas Matas de
galeria e cerradões

Características da planta: Há duas espécies, o jatobá-da-mata (Hymenaea courbaril) e o
jatobá-do-campo (Hymenaea Stignocarpa). A primeira é uma árvore alta, podendo chegar a
30 metros e tronco de 3-5 metros de circunferência, retilínes e de folhas muídas. A segunda,
o jatobá-do-campo, ou do cerrado, é menor, mais oui menos de 3 a 6 metros, de troncos
tortuosos e folhas largas.

Fruto: As duas espécies tem frutos muito parecidos, grandes, de 10-20cm, vagem de casca
coriácea e com polpa farinhenta envolvendo as grandes sementes, cerca de 6 a 10 unidades
por vagem.

Utilização: A madeira é dura e resistênte, usada na construção civil em postes, vigas,
caibros, esteios e mourões. Através de um furo no tronco, retira-se a seiva-de-jatobá,
excelente remédio para problemas respiratórios. Da polpa farinhenta faz-se, misturada a
outras farinhas, bolos, biscoitos e doces. É rico em cálcio, magnésio e ferro.

Ecologia: O polpa farinhenta é muito apreciada pela fauna, como macacos e roedores.
Utilizada também para recomposição de áreas degradadas, apesar do lento crescimento,
tem alta longevidade e extensa copada.



111 – Farinheira 1

Aluna:    Priscila    Somera    –                n°39,       Série:       3°ano       –        G
Nome científico: Hymenaea courbaril

Ocorrência: Do Piauí ao norte do Paraná, em solos de a média
fertilidade (cerradões). Características Morfológicas: Altura de 15 a
20 m e tronco com até 1 m de diâmetro.

Sua Flor floresce de outubro a dezembro.

Ocorrencia dos Frutos: Amadurecimento dos frutos a partir do mês de
julho    e    queda    espontânea    dos   mesmos    em    setembro.

Utilidades: A madeira é usada na construção civil, como vigas e tábuas
para assoalhos. A árvore é de fácil multiplicação, não pode faltar na
composição de reflorestamentos heterogêneos e, na arborização de
parques e jardins. Os frutos possuem uma farinha comestível e muito
nutritiva, consumida tanto pelo homem como pelos animais silvestres. A
casca e resina têm aplicações medicinais, adstringentes e peitorais. A
casca interna é vermífuga. A seiva pode ser usada em casos de
bronquite crônica.



113 - Pameira Guariroba 1

Medida horizontal: 8cm, Medida vertical: 38cm

Aluna: Paolla da Silva Ferreira nº:38 - Série: 3ª Turma: G

Guariroba (Syagrus oleracea Becc.) - o palmito do Cerrado.
Por Adriano Stephan Nascente, Pesquisador da Embrapa Rondônia
    Pertencente à família palmae, as palmeiras são geralmente de porte alto, raras
vezes trepadeira. O tronco ou estipe não tem ramificações, é cilíndrico ou cônico. A
raiz é fasciculada ou adventícia. Na maioria das espécies, as folhas inserem-se em
espiral ao redor do caule, persistindo por vários anos. As folhas mais velhas, que são
as inferiores, secam e caem sucessivamente, enquanto em cima nascem folhas novas.
São pecioladas e possuem bainha e lígula. As flores são unissexuais ou hermafroditas.
O fruto é uma baga ou drupa. A inflorescência é uma panícula com muitas flores,
envolta por uma espata grande (Schultz, 1943).
    As espécies desta família, com cerca de 1.200, são quase todas tropicais (Schultz,
1943). Dentre estas espécies temos a guariroba, palmeira nativa da região dos
Cerrados, presente nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito
Federal, Tocantins e Minas Gerais (triângulo mineiro). É conhecida como guariroba,
gariroba, gueiroba, gueroba e coqueiro-amargoso, sendo caracterizada pelo sabor
amargo de seu palmito. A planta não perfilha, apresenta caule único, o fruto é uma
drupa, contendo uma amêndoa sólida, córnea, branca e oleaginosa, onde se localiza o
embrião. Seu peso médio é de aproximadamente 34g, com variação de 19 a 62
sementes por quilograma (Nascente & Peixoto, 1999) e grande variabilidade quanto
ao ponto de colheita, variando de 30 a 72 meses.




120 – PITANGUEIRA 1

ALUNA: Natália Gameiro, Nº: 37 3ºG

Nome científico: Eugenia pitanga

      Fruto da pitangueira, que se apresenta em forma de arbusto ou de
pequena árvore, quando cultivado, tem as folhas pequenas, verde-
lustrosas e aromáticas. As flores também são pequenas e alvas e o
fruto, a pitanga,apresenta-se em forma de bagas, achatadas nos dois
pólos e divididas em gomos salientes. A fruta corresponde a uma única
semente, redondo-achatada, coberta por uma pele fina e uma coloração
vermelho-lustrosa, quando madura. A pitanga é uma fruta muito
apreciada e digerida crua, pois sua polpa é agridoce e aromática. Com
a pitanga se produz também geléias, vinhos e licores. A pitanga é uma
fruta originária do Brasil.



138 – Lixeira 1

Aluna: Karla Gonçalves da Cruz Nº25 3ºH

O Cajueiro-bravo[1] (Curatella americana; Dilleniaceae) é uma árvore ou arbusto
tortuoso que mede de 1 a 12 metros de altura. Sua folha é tão dura e áspera que parece
lixa - pelo que é também conhecida como lixeira.

Ocorrência: Freqüente em cerrados, cerradões e capões, onde formam o "lixeiral".

Distribuição: Espécie amazônica de grande dispersão. É encontrada do México a São
Paulo.

Utilização: O fruto serve de alimento para aves. É uma apícola importante. Sua madeira
é pesada e compacta, ideal para marcenaria, lenha e carvão. A folha pode ser usada
como lixa. Tem propriedades medicinais contra artrite, diabete, pressão alta, e a flor,
contra tosse, bronquite e resfriado.

Outros nomes vulgares: Caimbé, Caju-bravo, Cajueiro-bravo, Cajueiro-bravo-do-
campo, Cajueiro-do-mato, Cajupeba, Cambarba, Craibeira, Lixeira, Marajoara,
Penteeira, Pentieira, Sambaíba, Sambaíba-de-minas-gerais, Sambaíba-do-rio-são-
francisco, Sobro.

Obs.: Muitas formigas




144 – Pitanga 1

pitangueira, pitanga-vermelha.
       Local: parque das nações indígenas
       Medida horizontal: 4.5 cm
       Medida vertical:46cm
    Espécie que ocorre de Minas Gerais até o sul do Brasil, metade norte
 do Uruguai e parte da Argentina, sendo também cultivada. Árvore
 pequena de cerca de 3 metros de altura.
     Uso: As folhas da pitangueira são referidas como antidiarréicas,
 antiespasmódicas e carminativas, antipiréticas, anti-reumáticas,
 sudoríferas, diuréticas, emenagogas, estimulantes, digestivas, enquanto
 que as folhas e cascas são referidas como adstringentes. Também anti-
 séptica bucal. Os frutos são empregados como digestivo.
Contra-

PITANGA

A pitangueira (Eugenia uniflora L.) é uma planta da família das Myrtaceae,
originária do Brasil, encontra-se por toda parte do país, espalhando-se desde o
Nordeste até o Rio Grande do Sul, ultrapassando fronteiras para chegar até
algumas regiões do Uruguai e da Argentina. Á planta pode alcançar até 10 m de
altura com tronco irregular, ramificado, de cor avermelhada. Possuem folhas ovais
avermelhadas quando jovens e de coloração verde quando adulta, e brilhantes,
com aroma característico quando maceradas. Florescem de agosto a novembro. A
floração da pitangueira é abundante, branca e perfumada. O fruto é arredondado,
achatado nas extremidades com sulcos longitudinais, de coloração vermelha, rubra,
roxa, às vezes quase preta, na maturação. O período de frutificação varia de
outubro a janeiro.
Trata-se de uma fruta muito apreciada e a sua polpa é agridoce e perfumada. Da
sua polpa se obtém geléias, vinhos, doces e licores. O estado de Pernambuco é um
dos principais produtores e tem uma produção estimada em 1700 toneladas de
frutos.
Conforme análise físico-química de 100 gramas de polpa de pitanga foram
constatadas 38 calorias, 0,3g de proteína, 10mg de cálcio, 20mg de fósforo, 2,3mg
de ferro 0,03mg de vitamina B2 e 14mg de vitamina C.

Clima e solo

Desenvolve-se bem em locais de clima quente e úmido com boa distribuição de
chuvas durante o ano e umidade do ar em torno de 80%. A planta é bastante
sensível ao frio e nem suporta geada. Deve-se dar preferência a solos férteis,
profundos e bem drenados com topografia favorável ao seu cultivo. Não é exigente
quanto ao solo de alta fertilidade. A propagação pode ser por sementes e enxertia.




Formação de Mudas:

A propagação da pitangueira pode ser feita utilizando sementes de plantas matrizes
de alta produtividade e qualidade de frutos; é o método comum de propagação
para pequenos plantios e pomares domésticos. Os recipientes utilizados são sacos
de polietileno com dimensões 12cm. x 16cm cheios da mistura de terra com esterco
de curral. Utilizando 3 partes de terra para 1 parte de esterco de curral. Semeiam-
se 2 sementes por recipiente irriga-se e cobre-se com palha de palmeira; a
semente deve germinar entre 20-25 dias período que deve ser retirada a cobertura
de palha.
Para os plantios comerciais recomenda-se o método de propagação vegetativa,
através da enxertia. Este método é indicado para obtenção de mudas que permitem
assegurar uniformidade de plantas, precocidade de produção, produtividade e
qualidade de frutos.

Plantio

Para o plantio o espaçamento mais utilizado é o de 4m. x 5m em retângulo com
densidade de 500 plantas/ha. As covas devem ter dimensões 0,30m. x 0,30m. x
0,30m em todas as direções. O adubo deve ser misturado à terra dos primeiros
15cm da superfície na abertura da cova. No plantio misturar 10 litros de esterco de
curral 200g. de superfosfato simples e 100g. de cloreto de potássio no fundo da
cova. O plantio é efetuado no início da estação das chuvas.O pomar deve ser
mantido limpo sempre que possível, com capinas ou coroamento em volta da
muda.

Tratos Culturais

A poda deverá ser feita próximo ao tronco visando a eliminação de ramos laterais e
devem ser feitas no primeiro ano de plantio com 49 cm de altura. Adubações em
cobertura são feitas, anualmente, aplicando-se 10 kg de esterco e 250g por planta,
em 2 aplicações no ano da fórmula NPK 10:10:10 no primeiro ano; no 2º ano -
500g; 3º ano - 750g; 4º ano - 1.000g.; 5º ano em diante 1.200g da mesma
formulação.

Pragas e doenças

As pragas que mais se destacam são: as coleobrocas do tronco e dos ramos, a
mosca-das-frutas e as formigas saúvas.

Broca-do-caule e controle:

Praga importante da pitangueira que causa grandes prejuízos, sua presença é
constatada pela ocorrência nas áreas atacadas de pequenos orifícios junto a casca
destruída, em formação de teias e excrementos ao redor. A lagarta ataca os ramos
e tronco ao se alimentar abrindo galerias.

O controle da broca passa por: injeção de calda pelos orifícios e através das
galerias; pulverização com inseticidas e poda de ramos secos com destruição
imediata pelo fogo.

Mosca-das-frutas e controle:

A fêmea procura frutos verdes ou em maturação e nele deposita seus ovos; a larva
alimenta-se da polpa danificando-a e tornando o fruto imprestável para o consumo.
Alcançando o máximo de desenvolvimento a lagarta abandona o fruto e vai pupar
no solo a alguns cm de profundidade.

Enterrar a mais de 20 cm de profundidade frutos caídos ao chão ou catá-los e
queimá-los; preparar e aplicar calda inseticida; pulverizar frutos verdes.

Formiga saúva e controle

Pode desfolhar repetidas vezes a planta enfraquecendo-a até causando a sua
morte. Controle: Combater sistematicamente os formigueiros, já a partir do
preparo da área para instalação do pomar, com aplicações de formicidas sob forma
de pó, iscas ou gás.

Colheita e rendimento:

A pitangueira a partir do 3º ano de plantio e 50 dias após a floração inicia-se a
colheita, os frutos maduros devem ser colhidos no pé, à mão delicadamente, e
colocados em caixas apropriadas e abrigadas do sol. A planta torna-se safreira aos
6 anos de idade. A planta entra em produção de frutos duas vezes no ano.
Normalmente, nos meses de março a abril e de agosto a dezembro. Uma
pitangueira pode produzir de 2,5 a 3,0Kg. de frutos/planta/ano em pomares não
irrigados. Em áreas irrigadas o rendimento em toneladas por hectare é de 500kg no
2º ano-, de 3.000kg no 3º ano; de 5.000kg no 4º ano do 6º ano em diante 9.000
toneladas de frutos por hectare.




148 - Ingá 1

Lorhenn Bryanda Lemes Maia
Nome popular: ingá-da-praia; ingá-verdadeiro
Nome científico: Ínga edulis Mart.
Família botânica: Leguminosae – Mimosoideae(leguminosas, a mesma da vagem)
Origem: Brasil - Amazônia
Características da planta: Árvore de grande porte que pode atingir 15m de altura.
Folhas divididas em 6 a 8 folíolos presos a uma haste folhosa com pilosidade de
coloração ferrugíneo-tomentosa. Flores aglomeradas de coloração branco-esverdeada.
Floresce quase o ano todo.

Fruto: Longo, linear, atingindo até I m de comprimento, de coloração verde-pardacenta.
Polpa branca, fibrosa que envolve sementes pretas. Frutifica quase o ano todo.

Cultivo: Cultivo por sementes. Prefere solos arenosos próximos aos rios. De
crescimento rápido, esta espécie é a mais conhecida dentre os "ingás".

Em meio à densa e rica floresta, por onde serpenteiam as águas móveis dos igapós,
nascem, também, uma infinidade de árvores conhecidas como ingás. Ali, na beira
d'água, os ingás juntam-se às bacabas e às touceiras das palmeiras acaí, cheias de frutos
e alimento.

Nas matas de terras firmes, repletas de árvores gigantescas intrincadas num emaranhado
de cipós e de raízes aparentes, folhas, frutos e bichos por trás deles, encontram-se outros
e variados ingás. Tudo isso envolto em perfumes inebriantes, magia e silêncios,
quebrados apenas pelas revoadas ruidosas dos pássaros.

De acordo com Pio Corrêa, pelo nome indígena de ingá - que significa "embebido,
empapado, ensopado", devido talvez à consistência de seu arilo, polpa aquosa que
envolve as sementes são conhecidas mais de duzentas espécies do gênero Inga, da
família das Leguminosas.

Nem todas elas são nativas das florestas amazônicas, como o ingá-cipó. Mas, em geral,
os ingás preferem nascer às margens dos igapós, embrenhando-se pelas matas marginais
dos rios amazônicos. Quando ocorrem em outras regiões, os ingás também são
característicos das matas de galeria que seguem os cursos d'água por onde passam.

Assim como todos os outros ingás brasileiros, o fruto do ingá-cipó é uma vagem. Nesse
caso, vagens grandes e verdes.

A principal característica deste ingá - e que faz com que ele se destaque dos demais - é o
fato de sua vagem conseguir atingir até 1 metro de comprimento sem se partir. E é
provavelmente por esse motivo, por ser tão comprido e ficar meio espiralado, que ele
leva o nome do cipó.
Dentro dessa vagem encontram-se sementes negras e brilhantes. Envoltas pelo arilo - de
cor branca, levemente fibroso, de consistência macia e sabor adocicado estas sementes
são chupadas e depois botadas fora. Apesar do conteúdo dessa polpa ter propriedades
nutritivas, esse fruto é consumido pela população da Amazônia mais como espécie de
distração ou passatempo.

As vagens do ingá-cipó são facilmente encontradas à venda nos mercados das cidades
amazônicas, podendo ser transportadas da floresta e das áreas de cultivo com facilidade
sem se estragarem. Bastante apreciado em toda a Amazônia, o ingá-cipó é muito
cultivado nos arredores das habitações e por toda parte, sendo freqüente na mata, no
estado subespontâneo. É muito comum, também, utilizar-se a árvore do ingá-cipó para o
sombreamento dos cafezais plantados na região.
A árvore no DF: nos estacionamentos entre o Parque da Cidade e o Setor de Rádio e TV
Sul, no canteiro central da Estrada Parque Península Norte e nas cidades.

Características da planta: Árvore de grande porte que pode atingir 15m de altura.
Folhas divididas em 6 a 8 folíolos presos a uma haste folhosa com pilosidade de
coloração ferrugíneo-tomentosa. Flores aglomeradas de coloração branco-esverdeada.
Floresce quase o ano todo.

Fruto: Longo, linear, atingindo até I m de comprimento, de coloração verde-pardacenta.
Polpa branca, fibrosa que envolve sementes pretas. Frutifica quase o ano todo.

Cultivo: Cultivo por sementes. Prefere solos arenosos próximos aos rios. De
crescimento rápido, esta espécie é a mais conhecida dentre os "ingás".

Em meio à densa e rica floresta, por onde serpenteiam as águas móveis dos igapós,
nascem, também, uma infinidade de árvores conhecidas como ingás. Ali, na beira
d'água, os ingás juntam-se às bacabas e às touceiras das palmeiras acaí, cheias de frutos
e alimento.

Nas matas de terras firmes, repletas de árvores gigantescas intrincadas num emaranhado
de cipós e de raízes aparentes, folhas, frutos e bichos por trás deles, encontram-se outros
e variados ingás. Tudo isso envolto em perfumes inebriantes, magia e silêncios,
quebrados apenas pelas revoadas ruidosas dos pássaros.

De acordo com Pio Corrêa, pelo nome indígena de ingá - que significa "embebido,
empapado, ensopado", devido talvez à consistência de seu arilo, polpa aquosa que
envolve as sementes são conhecidas mais de duzentas espécies do gênero Inga, da
família das Leguminosas.
Nem todas elas são nativas das florestas amazônicas, como o ingá-cipó. Mas, em geral,
os ingás preferem nascer às margens dos igapós, embrenhando-se pelas matas marginais
dos rios amazônicos. Quando ocorrem em outras regiões, os ingás também são
característicos das matas de galeria que seguem os cursos d'água por onde passam.

Assim como todos os outros ingás brasileiros, o fruto do ingá-cipó é uma vagem. Nesse
caso, vagens grandes e verdes.

A principal característica deste ingá - e que faz com que ele se destaque dos demais - é o
fato de sua vagem conseguir atingir até 1 metro de comprimento sem se partir. E é
provavelmente por esse motivo, por ser tão comprido e ficar meio espiralado, que ele
leva o nome do cipó.
Dentro dessa vagem encontram-se sementes negras e brilhantes. Envoltas pelo arilo - de
cor branca, levemente fibroso, de consistência macia e sabor adocicado estas sementes
são chupadas e depois botadas fora. Apesar do conteúdo dessa polpa ter propriedades
nutritivas, esse fruto é consumido pela população da Amazônia mais como espécie de
distração ou passatempo.

As vagens do ingá-cipó são facilmente encontradas à venda nos mercados das cidades
amazônicas, podendo ser transportadas da floresta e das áreas de cultivo com facilidade
sem se estragarem. Bastante apreciado em toda a Amazônia, o ingá-cipó é muito
cultivado nos arredores das habitações e por toda parte, sendo freqüente na mata, no
estado subespontâneo. É muito comum, também, utilizar-se a árvore do ingá-cipó para o
sombreamento dos cafezais plantados na região.
A árvore no DF: nos estacionamentos entre o Parque da Cidade e o Setor de Rádio e TV
Sul, no canteiro central da Estrada Parque Península Norte e nas cidades.




243 - Ciriguela 1

Nome:                                                                         melissa
medida                                                               horizontal:7,5cm
medida                                                                  vertical:40cm

A cirigueleira (Spondias purpurea L.), originária da América Tropical,
produz a ciriguela, fruto tipo drupa de cor vermelho-escura quando
maduro, que possui polpa de aroma e sabor agradáveis (Leon & Shaw,
1990). Devido sua excelente qualidade organoléptica, a ciriguela é
muito apreciada no Nordeste brasileiro, refletido pelo contínuo
aumento do consumo do fruto in natura ou processado na forma de
diversos produtos, normalmente disponibilizados no mercado, o que tem
proporcionado   crescente   interesse  para   seu  cultivo   comercial
(Sacramento & Souza, 2000).

								
To top