Clipping 2011 04 08 by dnVsAn7w

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Biblioteca ETEC Deputado Ary de Camargo Pedroso

08/04/2011


Sumário

     Avaliação docente: todos de olho no professor
     Frente do ensino técnico e profissionalizante será lançada às 16
      horas
     "O grande entrave para o ensino técnico se chama corpo docente"
     Escolas técnicas participam de Workshop de Formação Profissional
     Workshop profissional reúne 6.000 pessoas
     Marinor Brito critica plano nacional de educação do governo federal
     Eles deixaram suas carreiras para empreender
     Pleno Emprego e Inflação
     Emprego, produtividade e crescimento
     MEC Quer Saber Como Estão os Graduados no Mercado de Trabalho
     Maior renda e empregos terão impacto forte no varejo
     Tecnologias da casa do futuro se tornam itens básicos de prédios
     TIM oferece serviços de automação e localização para PMEs
     AUTOCOM está com 90% da área comercializada
     Home controller é o lançamento da iHouse que simplica o uso do
      Home Theater
     Honeywell traz seu primeiro PDA para o mercado de saúde no Brasil
     Giesecke & Devrient e Wincor Nixdorf decidem cooperar na
      automação do ciclo do numerário mundial
     Válvula de descarga Draco é a mais econômica no consumo de água
     Contratações devem crescer nos setores de serviços e informática
     Mudanças regulatórias na indústria farmacêutica impactam na TI
     A importância dos meios de transportes para a logística empresarial
     Corredores cheios e reuniões de negócios marcam o segundo dia da
      Intermodal
     Logística e Comercio Eletrônico: nado sincronizado do mercado atual
     Maestra Navegação apresenta serviço de logística integrada
     CeMAT South America: GKO Informática integra solução de Business
      Intelligence ao GKO Frete
     Logística em pauta
     [BR Week] Logística promocional: Um mercado de US$ 1 bilhão para
      quem fornece ao varejo
     Petrobras dobrará capacidade logística para pré-sal, diz gerente




Palavras- chave: ensino técnico/profissionalizante, carreira/qualificação profissional,
profissões, empregabilidade, automação, instrumentação, tecnologia da
informação/informática, logística e comércio
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VISÃO GLOBAL

A avaliação docente precisa incluir múltiplos olhares para ser efetiva
Avaliação docente: todos de olho no professor




                            Para que a prática ajude a ensinar melhor, é
preciso desenvolver um sistema que vá além da aplicação de provas

Rodrigo Ratier (rodrigo.ratier@abril.com.br)

Avaliar, avaliar, avaliar. De alguns anos para cá, a prática tem se tornado um tema
recorrente no mundo da Educação. Países criam complexos sistemas de medição,
juntas de especialistas estabelecem padrões e faixas de desempenho, organismos
internacionais desenvolvem testes para comparar resultados em todo o mundo. No
Brasil, uma das novidades foi a instituição de um Exame Nacional de Ingresso na
Carreira Docente. Previsto para ser aplicado a partir de 2011, vai medir os
conhecimentos dos que querem se dedicar ao Magistério. O atrativo é grande:
municípios e estados podem aderir à iniciativa, considerando-a um componente da
nota dos concursos ou mesmo substituta dela.

A ideia é interessante. No início da docência, a avaliação é fundamental para
verificar se o candidato cumpre os requisitos de entrada na profissão. Durante a
carreira, ajuda a indicar o que está bom e, principalmente, o que deve ser
aperfeiçoado. Mas não basta aplicar uma prova e achar que o problema está
resolvido. Se desejamos que o processo ajude o docente a ensinar melhor, é
preciso dar um passo atrás e perguntar: o que é mesmo que estamos avaliando?

A resposta requer reflexão sobre o que significa ser um bom professor. É aquele
cujos alunos só tiram dez? O que tem uma formação recheada de cursos? Quem se
dá bem com colegas e funcionários? Ou tudo isso junto (e muito mais)? Para
produzir os Referenciais para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente, o
Ministério da Educação (MEC) compilou pesquisas de padrões docentes em sete
países. Chegou a uma lista com 20 características do perfil do professor ideal
(conheça algumas delas no quadro da página seguinte).

Além da constatação de que exercer o Magistério não é nada fácil, percebe-se que
muitos aspectos não podem ser aferidos por provas. Como elaborar uma questão
para certificar se o profissional "estabelece um clima favorável à aprendizagem?".
Ou se demonstra "valores, atitudes e comportamentos positivos?". Os especialistas
na área (e o próprio MEC, faça-se justiça) reconhecem essa impossibilidade. Ao
realizar uma sondagem comparativa sobre a avaliação de professores em diversas
nações, a uruguaia Denise Vaillant, coordenadora do Programa de Desenvolvimento
Profissional Docente na América Latina e Caribe (Preal), concluiu que os sistemas
de sucesso apostam na combinação de múltiplas estratégias, como a avaliação
pelos pares e pelos gestores das escolas e a autoavaliação. As provas são apenas
uma parte do cardápio - e, muitas vezes, não a mais importante.
                                          3


No Brasil, ainda precisamos construir essa estrutura de avaliação múltipla. A
esperança é de que a prova seja apenas o primeiro tijolo, ao qual se somem outros
tipos de aferição. Para chegar lá, uma primeira providência é apostar na formação
de bons avaliadores. Aqui, os programas de formação têm um papel importante, já
que o assunto costuma ser pouco contemplado tanto nos currículos de graduação
como na formação em serviço. Esse conhecimento é a base de sistemas como o
australiano, em que cada ciclo de avaliação dura dois anos e compreende
planejamento (para definir o foco do trabalho), coleta de dados (para aferir a
qualidade do ensino e projetar objetivos de evolução, que variam de acordo com o
nível do desenvolvimento profissional de cada um, dos principiantes aos mais
experientes) e acompanhamento (para avaliar o auxílio oferecido e o avanço na
obtenção das metas).

Um segundo passo é estabelecer a participação dos avaliados na definição de
critérios e metas. Isso é fundamental para que o corpo docente apoie a avaliação,
encarando-a como uma oportunidade pedagógica e não como uma ameaça.

Avaliação docente e plano de carreira devem caminhar juntos

Equacionados o "que" e o "como" avaliar, chega a hora de pensar no que fazer com
os resultados da avaliação. É preciso ter atenção especial aos dois extremos do
estrato: os educadores que se saem mal e os com performances excelentes.
Comecemos pelos que menos se destacam. A constatação óbvia - a de que esses
profissionais precisam de ajuda para evoluir - não tem sido acompanhada de
atitudes práticas nessa direção. Muitas vezes, se diz que o ideal seria eliminar os
piores automaticamente, mas isso está mais para uma medida extrema, não deve
ser a primeira atitude.

Novamente, o caso australiano pode servir de base. Por lá, docentes com
desempenho ruim têm a chance de passar por um plano de melhora, elaborado
com o coordenador ou o diretor da escola. Durante um ano, o educador recebe o
auxílio de um mentor (geralmente, um colega com ótimos resultados),
incorporando conhecimentos e aprendendo novas práticas de ensino. Se mesmo
após esse período persistir a baixa qualidade, aí, sim, ele deixa de lecionar - mas
raramente abandona a escola: pode, por exemplo, passar a exercer funções
administrativas na instituição.

Também é preciso considerar o topo da pirâmide. Nesse ponto, fica claro que a boa
avaliação docente precisa caminhar de braços dados com a estruturação de um
plano de carreira no Magistério. No Brasil, a progressão é burocrática, derivada
quase exclusivamente do tempo de serviço ou da titulação - e, pior, estimula a fuga
da sala de aula. Para muitos, virar coordenador ou diretor é o único caminho para
um salário mais alto. Icentivar professores a assumir mais responsabilidades nas
escolas é uma saída que deu certo em Cingapura, na Inglaterra e em estados
brasileiros, como o Ceará, onde docentes de destaque são convidados a trabalhar
como formadores de seus pares em metade da carga horária. Esses e outros
exemplos mostram que uma avaliação por múltiplos caminhos, que privilegie a
formação inicial e continuada, que contemple o diálogo entre todos os envolvidos e
que esteja atrelada à evolução na carreira, tem chances mais concretas de fazer a
Educação avançar. Já a prova, sozinha...

20 qualidades do professor ideal
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Ao listar características de bons professores, o Referencial para o Exame Nacional
de Ingresso na Carreira Docente reconhece que nem todos podem ser avaliados por
provas


O docente ideal:

1. Domina os conteúdos curriculares das disciplinas.
2. Tem consciência das características de desenvolvimento dos alunos.
3. Conhece as didáticas das disciplinas.
4. Domina as diretrizes curriculares das disciplinas.
5. Organiza os objetivos e conteúdos de maneira coerente com o currículo, o
desenvolvimento dos estudantes e seu nível de aprendizagem.
6. Seleciona recursos de aprendizagem de acordo com os objetivos de
aprendizagem e as características de seus alunos.
7. Escolhe estratégias de avaliação coerentes com os objetivos de aprendizagem.
8. Estabelece um clima favorável para a aprendizagem.
9. Manifesta altas expectativas em relação às possibilidades de aprendizagem de
todos.
10. Institui e mantém normas de convivência em sala.
11. Demonstra e promove atitudes e comportamentos positivos.
12. Comunica-se efetivamente com os pais de alunos.
13. Aplica estratégias de ensino desafiantes.
14. Utiliza métodos e procedimentos que promovem o desenvolvimento do
pensamento autônomo.
15. Otimiza o tempo disponível para o ensino.
16. Avalia e monitora a compreensão dos conteúdos.
17. Busca aprimorar seu trabalho constantemente com base na reflexão
sistemática, na autoavaliação e no estudo.
18. Trabalha em equipe.
19. Possui informação atualizada sobre as responsabilidades de sua profissão.
20. Conhece o sistema educacional e as políticas vigentes.

Fonte: Adaptado de Referenciais para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente -
Documento para Consulta Pública, MEC/Inep

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Agência Câmara de Notícias - 06/04/2011 09:13

Frente do ensino técnico e profissionalizante será lançada às
16 horas

A Frente Parlamentar Mista de Apoio ao Ensino Técnico e Profissionalizante será
lançada hoje, às 16 horas, na sala da Comissão de Educação e Cultura (Anexo 2,
ala C, sala 170).

O objetivo da frente é colaborar com a discussão de toda e qualquer matéria
legislativa relativa ao ensino técnico e profissionalizante no âmbito do Congresso
Nacional. Os integrantes da frente também buscam “instruir a população sobre a
necessidade que a presença do técnico de nível médio representa para o mundo do
trabalho, sobretudo em função do crescente aumento das inovações tecnológicas e
dos novos modos de organização da produção”.
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200 integrantes
A frente – que já conta com 200 deputados e senadores – é apoiada pela
presidente da Comissão de Educação, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), e tem
como candidato ao cargo de coordenador-geral o deputado Marçal Filho (PMDB-
MS).

O lançamento da frente terá a participação do secretário nacional de Educação
Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Eliezer Pacheco, e de
representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Sistema S.

*Matéria atualizada em 06/04

Fonte: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/195129-
FRENTE-DO-ENSINO-TECNICO-E-PROFISSIONALIZANTE-SERA-LANCADA-AS-16-HORAS.html


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"O grande entrave para o ensino técnico se chama corpo
docente"
Coordenador de ensino médio e técnico nas Etecs, Almério de Araújo fala
de sucessos e limites do modelo

02/04/2011 07:00

O aumento da oferta de ensino técnico a estudantes de ensino médio é apontado
por especialistas e governo como uma das principais propostas para melhor a
educação brasileira. Com uma experiência no assunto que praticamente coincide
com a história das renomadas Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) de São Paulo,
Almério Melquíades de Araújo conhece de perto o sucesso e as dificuldades de
ampliar a oferta da integração entre o ensino médio e o profissionalizante.




                              Atual cooordenador do ensino médio e
técnico em SP, Almério está nas Etecs desde 1983

Atual coordenador das duas áreas na autarquia paulista, o Centro Paula Souza, ele
começou como professor em 1983, apenas três anos após a criação das primeiras
                                         6

escolas técnicas. Em quase 30 anos, viu expansões derrubarem a qualidade,
recuperações e acredita que hoje a integração precisa “gradativa e planejada”.
Apesar de concordar com a importância da infra estrutura e qualidade docente que
fazem das Etecs as primeiras colocadas em todos os rankings paulistas, diz que as
escolas comuns poderiam oferecer cursos técnicos de qualidade e aponta como
principal dificuldade a contratação dos professores.

iG: A integração com ensino técnico é uma solução para o ensino médio?
Almério Melquíades de Araújo: Até certa medida, mas não pode ser uma
panacéia, não deve ser para todo mundo. Em outros países, a oferta de vagas para
técnico em relação ao médio chega a 30%. Teoricamente, observando só o número
de vagas, no Brasil esse dado é de 10% e no Estado de São Paulo, 18%, mas
temos muitos adultos fazendo o técnico depois que já saíram do médio. Ele vai para
o mercado de trabalho, não consegue se colocar e corre para o técnico. O certo
seria ele já ter feito junto.

iG: Quantos fazem o técnico junto com o médio?
Almério: O médio e o técnico ao mesmo tempo cai para 4,3% no País e 5% em
São Paulo. O certo era esse último porcentual crescer seis vezes, para 30%. Em
São Paulo, por exemplo, temos cerca de 1,2 milhão de alunos no ensino médio na
faixa etária correta, então precisaríamos de umas 350 mil vagas para técnico
concomitante.

iG: Qual a capacidade do Centro Paula Souza?
Almério: Oferecemos 65 mil vagas por semestre (130 mil por ano). Tem que
considerar que o aluno poderia fazer o técnico nos dois últimos anos do médio, ou
seja, em uma conta arredondada teríamos que dobrar as vagas totais ou, para ser
mais realista, quadruplicar as atuais 25 mil vagas oferecidas durante o dia porque
os cursos noturnos já usam toda a capacidade física das nossas escolas.

iG: O secretário Estadual de Educação de São Paulo, Herman Voorwald,
disse que a principal proposta para melhorar o ensino médio em São Paulo
é oferecer opção de técnico de quatro anos aos interessados. As Etecs
podem oferecer isso?
Almério: Não precisa ser obrigatoriamente de 4 anos, muitos dos nossos alunos
fazem em 3 anos, só que tem 8 aulas por dia. Em relação ao plano, uma coisa é
dizer que vai começar este processo, outra é atender todo mundo. Além disso eles
não contam apenas com as Etecs, mas também com outras parcerias com governo
federal, por exemplo.

“Teríamos que dobrar as vagas totais ou, para ser mais realista,
quadruplicar as atuais 25 mil vagas oferecidas durante o dia"

iG: Qual seria a possibilidade de criar as vagas em parceria com as Etecs?
Almério: Pela experiência que temos com nossos alunos do ensino médio, não é
todo mundo que quer fazer um técnico, só 30% ou 40% mesmo. Então, é aquela
conta que fizemos antes, teríamos de criar 100 mil vagas. A maioria quer cursar o
noturno, como as Etecs estão lotadas à noite, sobra utilizar a ociosidade das
escolas estaduais comuns, que é muito alta: deve ter hoje 40 mil salas ociosas
durante algum período do dia. O problema é que não posso mexer na estrutura da
escola para criar laboratórios, salas, etc., sem desalojar os alunos dos outros
períodos. Teria que fazer um mapeamento e pensar em como resolver isso a médio
prazo, ir criando as vagas gradativamente por uns cinco anos.

iG: Já foram feitas reuniões entre o Centro Paula Souza e a Secretaria de
Educação?
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Almério: Foram feitas reuniões com o secretário-adjunto (João Cardoso Palma
Filho), mas nunca se quantificou. Agora, é bom que se diga que já temos um
convênio que nos permite oferecer 9 mil vagas por semestre em escolas estaduais
e municipais de São Paulo, só que daí são cursos que dependem apenas de
laboratório de informática.

iG: Estes alunos conseguem ter o mesmo aprendizado dos que estudam
nas Etecs?
Almério: Sim, 80% dos nossos alunos são oriundos da rede pública.

iG: Então por que o desempenho dos estudantes da rede pública comum e
das escolas técnicas é tão diferente em avaliações como Enem e Pisa?
Almério: A maioria dos estudantes vem do sistema público, sim, até porque os da
rede particular vão fazer vestibular e entrar na universidade, nem se interessam
pelo técnico. Agora, geralmente, quem procura uma Etec já é mais focado em um
objetivo e, como a procura é maior que a oferta, existe a seleção dos melhores.
Depois, quem faz o técnico passa mais tempo na escola estudando e com a
contextualização do ensino, a aplicação na prática de conceitos, eles aprendem
melhor.

“Uma mudança do modelo e de gestão causou uma crise em 1994 e 1995,
mas em 5 ou 6 anos as escolas já estavam iguais. Hoje faríamos um
processo melhor planejado"

iG: A infraestrutura não tem parte nisso?
Almério: Com certeza. O aluno que está em uma escola que tem mais
laboratórios, trabalha com projetos, tem um ambiente científico, feira de
apresentação de trabalhos todo ano, tende a se manter motivado.

iG: E há diferença na formação do professor?
Almério: Sempre tem. No caso das Etecs, cada curso tem um coordenador, além
de um geral que olha o desenvolvimento dos cursos. Estou dizendo o que nós
somos, não quero falar o que os outros deixam de ser: 25% dos nossos professores
participam de formação continuada, 20% fazem uma especialização, são
professores que investem na própria carreira.

iG: Se a infraestrutura e a qualificação do professor fazem diferença, como
uma escola estadual comum conseguiria oferecer um curso médio
equivalente ao das Etecs para que os seus alunos acompanhassem bem o
técnico?
Almério: Não vou dizer que não dá. Acho que tem escola boa na rede comum, não
posso citar nome porque não acompanho. Sei que nos rankings do Enem, por
exemplo, 90% das Etecs estão nos primeiro lugares, mas acho que deve haver
escolas estaduais bem colocadas também, é que quando você trabalha em larga
escala, dilui.

iG: Neste caso, a ampliação das Etecs poderia significar a diminuição da
qualidade?
Almério: Há 4 anos a gente tinha 20 mil matrículas no ensino médio e hoje tem 50
mil e estamos mantendo a qualidade. Não sei dizer se manteríamos se fosse para
300 mil, mas presumo que sim porque existe um modelo de gestão que consegue
dar conta do crescimento. Em 1993 tínhamos 14 escolas técnicas, herdamos 84,
passamos a ser 98. Por alguns anos, foi difícil, mas acredito que hoje você não vai
diferenciar a original das que recebemos. Foi um processo de mudança do modelo
de gestão que causou uma crise em 1994 e 1995, mas em 5 ou 6 anos as escolas
já estavam iguais. Hoje faríamos um processo melhor planejado.
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iG: Qual seria a maior dificuldade para ampliar o técnico?
Almério: O grande entrave se chama corpo docente, teria que ter salário atraente
para o profissional da área técnica optar pela docência no curso diurno, porque hoje
boa parte trabalha em empresas durante o dia e dá aulas à noite. Com algumas
áreas está difícil competir.

Fonte:
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/o+grande+entrave+para+o+ensino+tec
nico+se+chama+corpo+docente/n1300021757483.html

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Escolas técnicas participam de Workshop de Formação
Profissional
Evento ocorre no Engenho Central, Armazéns 9 e 14, até quinta-feira (7)

04/04/2011 - 12:01
Da redação - EPTV

Os cursos oferecidos pelas escolas técnicas de Piracicaba são o tema do Workshop
Municipal de Formação Profissional, que começa nesta segunda-feira (4) e vai até
quinta (7) no Engenho Central. O objetivo do evento, dirigido a estudantes do 2°
ano do ensino médio da rede estadual de ensino, é apresentar os cursos das
escolas técnicas de Piracicaba, expor as possibilidades profissionais para atuação no
mercado de trabalho a partir dessa formação, além de informar e despertar o
interesse de estudantes do ensino médio em cursos técnicos profissionalizantes.

A programação foi elaborada pela Secretaria Municipal de Trabalho e Renda
(Semtre), em conjunto com as escolas de ensino técnico de nível médio que
participam do workshop: Colégio Cidade de Piracicaba - Anglo, Centro de Educação
Profissional de Piracicaba – Cepp/Fumep, Colégio Técnico Industrial de Piracicaba –
Cotip/Fumep, ETB Enfermap, Escola da Saúde de Piracicaba – Esaup, Etec Cel.
Fernando Febeliano da Costa, Etec – Dep. Ary de Camargo Pedroso, Colégio de
Prótese – FOP/Unicamp, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de São
Paulo – IFSP / campus Piracicaba, Microcamp, Colégio Técnico PoliBrasil, Senac,
Senai “Mário Dedini”, Senai “Mário Henrique Simonsen”, Sesi “Mário Mantoni”,
Sest/Senat.

O Workshop Municipal de Formação Profissional acontece no Engenho Central,
Armazéns 9 e 14, na Avenida Maurice Allain, s/nº, das 8h às 12h e das 19h às 22h.

Fonte:
http://eptv.globo.com/empregos/NOT,1,5,342957,Escolas+tecnicas+participam+de+Worksh
op+de+Formacao+Profissional.aspx

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Workshop profissional reúne 6.000 pessoas
em 08/04/2011 04:30:00
Segundo o professor de química Sérgio Severino, o evento foi uma
oportunidade única para sensibilizar a população quanto à qualidade do
ensino da cidade.




                                              Foto: Daniel Damasceno - Durante os
quatro dias de evento, mais de 6.000 alunos conheceram o workshop de qualificação
profissional

Felipe Poleti

A Secretaria Municipal do Trabalho e Renda de Piracicaba (Semtre) encerrou ontem
o I Workshop Municipal de Formação Profissional de Piracicaba, realizado no
Engenho Central. “Podemos dizer que o evento foi sucesso e que atingiu as
expectativas”, disse a secretária da Semtre, Ângela Corrêa.

Durante os quatro dias de evento, compareceram mais de 6.000 mil pessoas.
“Tivemos a presença de estudantes e também de pessoas interessadas em saber
mais sobre os cursos técnicos oferecidos na cidade”, enfatizou Ângela, que ainda
completou: “Recebemos alunos de várias cidades da região. Ontem, estiveram aqui
estudantes de São Pedro, Santa Maria da Serra e também de Capivari”.

Para Adriana Latanze Mendes, aluna do curso técnico em química do Anglo, os dias
em que participou do evento no estande da escola foram gratificantes. “Consegui
mostrar para diversos estudantes muita coisa que aprendi em sala de aula. Acho
que isso pode auxiliar a esclarecer dúvidas dos alunos em relação ao seu futuro
profissional, já que, no Brasil, o ensino técnico está em ascensão”, afirmou.

Segundo o professor de química Sérgio Severino, o evento foi uma oportunidade
única para sensibilizar a população quanto à qualidade do ensino da cidade. “Unir
escolas e empresas para mostrar aos estudantes que existe uma grande
oportunidade no mercado de trabalho para os técnicos é de suma importância”,
comentou o educador que, segundo ele, recebeu mais de 800 alunos em seu
estande no evento até o início da noite de ontem.

PRÓXIMO EVENTO – A Semtre já pensa em preparar o próximo workshop de
qualificação profissional no ano que vem. “Demoramos seis meses para conseguir
tirar este evento do papel, porém já estudamos a possibilidade de trazer
universidades locais, tendo em vista que duas delas já nos procuram para participar
do workshop em 2011”, comentou Ângela Corrêa.

A intenção da Semtre é elaborar um evento como este todos os anos “e, se
possível, sempre melhorar e inovar, para atrair cada vez mais os jovens a se
qualificarem ao mercado de trabalho”, finalizou a secretária.

Fonte: http://www.tribunatp.com.br/modules/news/article.php?storyid=8910#

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Marinor Brito critica plano nacional de educação do governo
federal
7/4/2011 17:20, Por Agencia Senado

A senadora Marinor Brito (PSOL-PA) criticou em Plenário, nesta quinta-feira (7), a
proposta do Plano Nacional de Educação (PNE) que o governo federal elaborou para
a próxima década. A proposta (PL 8035/2010), que tramita na Câmara dos
Deputados, substituirá a Lei 10.172/2001 que criou o PNE cuja vigência expirou em
31 de dezembro do ano passado.

Na avaliação de Marinor Brito, o modelo de inclusão educacional que o governo está
propondo no projeto é inadequado, visto que prevê, por exemplo, que a expansão
do ensino profissionalizante seja feita mediante a troca de bolsas escolares por
isenção fiscal para o setor privado.

- Não há no projeto de lei do Executivo nenhuma referência sobre o percentual de
crescimento que a rede pública, seja de educação básica ou do ensino superior,
deve ter na próxima década – assinalou.

Marinor apontou, na proposta do governo federal, a falta de definição sobre qual
será o esforço de cada ente federado para cumprir as metas do PNE. Ela considerou
insuficiente para superar os principais entraves educacionais brasileiros o
percentual de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) proposto pelo governo para
investimento direto no setor.

A parlamentar criticou a falta de prioridade dada ao setor educacional por diversos
governadores brasileiros. Segundo ela, esse fato pode ser comprovado pela
resistência à implementação da lei do piso salarial para professores manifestada
pelos estados do MS, PR, SC, RS e CE.

Massacre no Rio

Marinor também lamentou o assassinato de 11 crianças da Escola Municipal Tasso
da Silveira, no bairro do Realengo, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira. Para ela, o
episódio dificilmente poderia ter ocorrido em uma escola privada da classe média
da Barra da Tijuca, por exemplo, onde, o atirador teria enorme dificuldade para
acessar as salas de aula.

- Melhorar a segurança pública, especialmente nas escolas públicas, é a melhor
homenagem que os governos federal e estadual podem prestar aos que morreram
na manhã deste dia 7 de abril de 2011 – afirmou.Da Redação / Agência Senado

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/marinor-brito-critica-plano-nacional-de-educacao-do-
governo-federal%C2%A0/227492/

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Eles deixaram suas carreiras para empreender
Cinco empresários, com histórias comuns, tornaram-se finalistas de um
dos maiores prêmios de empreendedorismo do País
Estadão - 05 de abril de 2011 | 0h 00
Naiana Oscar - O Estado de S.Paulo


O farmacêutico Ricardo Nantes ganhava R$ 4 mil para trabalhar meio período como
funcionário público. Daniel Wjuninski, administrador, teve a oportunidade de fazer
carreira na Johnson & Johnson. Na Globo, maior emissora de TV do País, Alexandre
Pi havia acabado de saber que seu salário ia aumentar. Ernesto Villela, formado
pela FGV, avaliava uma lista de multinacionais onde poderia iniciar a carreira
profissional. E, por fim, o publicitário Clair Bizzo estava desempregado.




                             Werther Santana/AE-2/6/2010
Candidato. Ernesto Villela, da Enox, é um dos finalistas do prêmio de
empreendedorismo

Foi nesse momento, em períodos e cidades diferentes, que a história de
empreendedorismo desses cinco brasileiros começou a se desenhar. Exceto para
Bizzo, que precisava encontrar um emprego na época, todos os outros estavam
"confortáveis" em suas áreas de atuação antes de montar o próprio negócio. Mas
preferiram arriscar.

Hoje, cada um deles comanda uma empresa de médio porte com faturamento
anual superior a R$ 10 milhões e são finalistas, pela primeira vez, do prêmio Ernst
& Young Terco de empreendedorismo, que será anunciado na próxima quinta-feira,
em São Paulo. "Em comum essas empresas têm uma capacidade enorme de fazer
inovações e de crescer sustentavelmente", diz Mauro Terepins, vice-presidente de
mercados da consultoria internacional.

A premiação é realizada simultaneamente em 50 países. Os empresários concorrem
em duas categorias: Master (para empresas de grande porte, consolidadas) e
Emerging (para premiar negócios médios, com alto potencial de crescimento). Na
primeira categoria, concorrem nomes como Alexandre Costa, da Cacau Show,
Marcio Mello, da HRT, e Daniel Rivas Mendez, da Gran Sapore. Entre os
emergentes, estão os empreendedores citados no início deste texto.

Ricardo Nantes deixou o funcionalismo público para criar o Portal Educação, um site
que oferece cursos à distância. Ele começou com uma página na internet que
agregava conteúdo de interesse de farmacêuticos e acabou evoluindo para o e-
learning. "Muita gente me achou um louco: passei quatro anos esperando a
empresa dar lucro", diz o empresário. Agora, com 140 funcionários e 715 cursos
(entre livres e de pós graduação), o portal faturou no ano passado R$ 11 milhões,
com 230 mil matrículas, e já está no azul.

Daniel Wjuninski também viu na internet a oportunidade de ser seu próprio chefe.
Deixou uma multinacional para ganhar experiência na web e, enfim, montar o seu
                                        12

negócio. "Estava vendo a internet acontecer e ao mesmo tempo enfrentava uma
briga contra a balança", lembra.

O que uma coisa tem a ver com a outra? Daniel criou um programa online de
emagrecimento, com orientação nutricional, e vende o produto no website Minha
Vida. "Nossa meta é fazer com que nossos clientes percam 100 toneladas em
2011." O portal faturou R$ 10 milhões no ano passado e pretende dobrar esse valor
até dezembro.

Inovação. Nesse grupo de empresários, Alexandre Pi é o que está empreendendo
há mais tempo. Fundou o primeiro dos três negócios próprios em 1984. A APPI, sua
atual empresa, foi criada dez anos depois e já passou por duas grandes
reestruturações, para atingir novos públicos e se adequar ao mercado de tecnologia
de informação.

"Fomos tão visionários que, na época, ninguém acreditou no produto que tínhamos
para oferecer." A APPI oferece soluções para o setor de meios de pagamentos,
como Cielo e Mastercard - ambas clientes da empresa, que faturou no ano passado
R$ 12 milhões.

A Enox, de Ernesto Villela, surgiu numa mesa de bar, de um bate-papo entre
amigos de infância. Eles desenvolvem ações publicitárias em ambientes fechados,
com grande fluxo de pessoas. Com mais de 20 escritórios pelo País, a empresa
faturou no ano passado R$ 20 milhões. "Meu perfil é de sola de sapato, saliva e
massa cinzenta. Aproveitei esses ativos para investir num negócio próprio." No fim
do ano passado, a Enox agregou clientes como Petrobrás e Pão de Açúcar ao
portfólio.

Entre os empresários, selecionados pela Ernst & Young, só a Pietra, fabricante de
pisos e revestimentos, começou por necessidade. O publicitário Clair Bizzo estava
desempregado e passou a importar porcelanato com um amigo para ganhar
dinheiro. Ele quase quebrou com a valorização do real em 2004, e viu ali uma
oportunidade de entrar no varejo, já que seus produtos estavam encalhando no
estoque. Das lojas para a fabricação própria, foi um pulo. "Hoje, temos mais de mil
itens na nossa linha de produtos e estamos em mais de 70 pontos de venda no
País." A empresa faturou R$ 25 milhões no ano passado, produzindo revestimentos
exclusivos em madeira e cimento.

"Todas esses exemplos mostram empresários que estão atrás de realização e não
de dinheiro", diz Marcelo Simões, gerente da área de serviços a empreendedores da
Instituto Endeavor, de apoio aos chamados "empreendedores de impacto". O
Instituto também participou da seleção dos cases feita pela Ernst & Young.
"Começar acreditando numa causa, como esses empresários fizeram, é um primeiro
passo para fazer o negócio dar certo", diz Simões.

FINALISTAS
Cases
Portal Educação
Pietra Revestimentos
Minha Vida
Enox
APPI Sistema para Meios de Pagamentos

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110405/not_imp701831,0.php

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                                           13

Pleno Emprego e Inflação
Paulo Krieser - quinta-feira, 07/04/2011 - 12:52

O desemprego em Porto Alegre está em cerca de 3% e São Paulo 5,3% segundo o
IBGE. Estes índices demonstram claramente o aquecimento da economia e o
grande número de oportunidades de trabalho.
Além da TI, outras áreas encontram dificuldade em encontrar mão-de-obra
qualificada, como na construção civil, call centers e marketing. Falta mestre de
obra, gerente financeiro, atendente, analista e uma série de outras funções.
Precisa-se contratar e não se encontra o candidato adequado.
Por um lado, este cenário é positivo pois diminui o desemprego, aumenta os
salários (lei de oferta e da procura) e possibilita uma injeção maior de dinheiro na
economia através da elevação do consumo e do nível de vida. As pessoas vivem
melhor e gastam mais.
Muitas vezes, em função da dificuldade de contratação, as empresas freiam seu
crescimento, pois não possuem mão de obra qualificada para dar conta da nova
demanda. A maior procura por bens de consumo é provocada pelo aumento no
nível de empregabilidade. Inevitavelmente, esta combinação de fatores culmina
com a elevação da inflação.
O centro da meta do governo para a inflação é de 4,5%, e algumas projeções já
indicam 5,5% até o final do ano, no limite superior da meta. O governo, na
tentativa de atingí-la, utiliza o artifício tradicional de elevar a taxa de juros, que no
último Copom foi estipulada em 11,75% (aumento de 0,5%). A idéia é frear o
crescimento.
Bom, aqui compreendemos a situação atual e podemos levantar uma série de
questionamentos: o pleno emprego é ruim para a sociedade? Não conseguimos
crescer sem inflação? Puxa, temos que frear o crescimento?
O natural é pensar que pleno emprego e crescimento são excelentes. Por que não
conseguimos fazer isto sem inflação, visto que a taxa de juros já é uma das mais
altas do mundo? Pergunta que a nossa presidente terá que responder ao longo de
seu mandato.




         Paulo Krieser
Paulo Krieser é Diretor Executivo da Krieser IT Solutions, Mestrando em
Administração de Empresas pela USP e Graduado em Ciência da Computação pela
UFRGS. Possui mais de 10 anos de experiência no mercado de TI, gerenciando
projetos de software, implantando aplicações e atendendo clientes corporativos....

Fonte: http://www.baguete.com.br/colunistas/colunas/51/paulo-krieser/07/04/2011/pleno-
emprego-e-inflacao
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Emprego, produtividade e crescimento
Estadão - 02 de abril de 2011 | 0h 00
Paulo Paiva - O Estado de S.Paulo

O bom desempenho recente da economia brasileira resultou, no ano passado, no
menor nível de desemprego desde que o IBGE mantém estimativas regulares desse
indicador. Em dezembro de 2010 o desemprego para as regiões metropolitanas
atingiu 5,3%, 64% menor do que o verificado cinco anos antes. A taxa de
desemprego informa a proporção das pessoas economicamente ativas (PEA) que,
na semana de referência, estavam à procura de emprego.

Uma observação mais detalhada na estrutura sociodemográfica dessas taxas
aponta para grandes variações. Por exemplo, o desemprego feminino é bem
superior ao masculino. Em dezembro do ano passado, enquanto 4,1% dos homens
estavam desempregados, o desemprego entre as mulheres chegou a 6,7%. Entre
2005 e 2010 essa diferença aumentou, possivelmente indicando que a
empregabilidade dos homens é maior do que a das mulheres no período de
expansão da economia.

Considerando a distribuição etária, as diferenças nas taxas de desemprego são
também expressivas. O desemprego das pessoas entre 25 e 44 anos era de apenas
4,4%, enquanto os jovens apresentavam taxas muito mais elevadas - 21,1%, para
os de 15 a 17 anos; e 11,5%, para os de 18 a 24 anos de idade.

O desemprego segundo escolaridade tem igualmente suas diferenças.
Trabalhadores sem instrução e com até 8 anos de educação tinham a menor taxa
de desemprego (4,4%), abaixo inclusive do nível agregado para o conjunto da PEA.
Ela chegou a 7,4% para trabalhadores com 8 a 10 anos de estudo e a 5% para os
com 11 ou mais anos de escolaridade.

Essas informações sugerem que, apesar de baixo desemprego, o mercado de
trabalho no Brasil não opera em condições ótimas de eficiência. Por um lado, alto
nível de desemprego de jovens significa que, por causa da pobreza, muitas pessoas
que deveriam estar na escola estão à procura de emprego. Por outro lado,
diferenças no desemprego por gênero e por grau de escolaridade, com taxas
menores para trabalhadores com baixa escolaridade, podem indicar falta de
mobilidade no emprego.

Crescimento econômico, com estímulo à educação e inclusão social, poderá
contribuir para a redução do desemprego dos jovens. Contudo, para as outras
distorções torna-se necessário rever o marco regulatório do mercado de trabalho. A
legislação trabalhista é um fator inibidor da mobilidade da mão de obra. O
argumento de que a rotatividade resulta em desemprego mais alto para os
trabalhadores menos qualificados não tem suporte nas evidências.

Seria, então, o momento para uma revisão da legislação trabalhista, buscando dar
maior flexibilidade ao mercado de trabalho e, em consequência, contribuir para o
aumento da produtividade.

Do debate recente sobre o salário mínimo emergiu uma excelente oportunidade
para essa tarefa, perdida pela oposição que preferiu, mais uma vez, jogar para a
plateia. O governo apresentou uma alternativa sobre a determinação do salário
mínimo abrindo uma porta para que questões de relações trabalhistas pudessem
ser objeto de negociações coletivas, e não de legislação. O mesmo princípio poderia
ser estendido incluindo temas elencados no artigo 7.º da Constituição federal e o
poder normativo da Justiça do Trabalho. Uma agenda positiva sobre relações
trabalhistas e emprego deveria ainda incluir a redução dos encargos sobre a folha
                                        15

salarial, a eliminação do imposto sindical compulsório e maior amplitude para
acordos sobre bancos de horas, já normatizados pela Lei n.º 9.691/98.

Na mesma linha, poder-se-ia abandonar medidas e propostas que caminham na
contramão das tendências modernas, como a inapropriada adoção do novo sistema
de ponto eletrônico, a adoção da Convenção 158 da OIT, sobre demissão
imotivada, e a PEC n.º 231/95, que trata da redução da jornada de trabalho e do
aumento da multa rescisória. Enfim, há uma oportunidade ímpar para a
modernização das relações trabalhistas no Brasil visando a estimular o emprego e a
produtividade. A hora é esta.

PROFESSOR DA FUNDAÇÃO DOM CABRAL, FOI MINISTRO DO TRABALHO E DO
PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO DO GOVERNO FHC


Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110402/not_imp700696,0.php

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MEC Quer Saber Como Estão os Graduados no Mercado de
Trabalho
04/ Abril 2011

Teve início na sexta-feira, dia 1°, estudo inédito destinado a identificar como os
formados na educação superior estão situados no mercado de trabalho. A
pesquisa sobre emprego e empregabilidade, sob responsabilidade do Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), será feita com os
participantes das edições de 2005 e 2008 do Exame Nacional de Desempenho
dos Estudantes (Enade). Eles receberão questionário, enviado por mensagem
eletrônica, e terão prazo até o dia 29 para informar, entre outras coisas, como o
currículo acadêmico ajudou na formação profissional.

O formulário, composto de 16 questões, leva em média cinco minutos para ser
respondido. Duas das perguntas, subjetivas, permitirão ao graduado sugerir
melhorias no curso em que se formou. O concluinte que não receber a pesquisa
poderá respondê-la na página eletrônica do Inep. Ao ter acesso ao sistema, ele
deve informar o CPF, a unidade da Federação da instituição de ensino e o curso.
As informações serão validadas nas bases de dados da Receita Federal e do
Inep. A pesquisa não divulgará respostas individuais.

A iniciativa integra o estudo qualitativo do segundo ciclo de aferição do Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) de 2005 e 2008. O estudo
é composto por variáveis que permitem medir pontualmente a evolução dos
cursos — as médias do Enade, do conceito preliminar de curso (CPC), os
relatórios de autoavaliação realizados pelas instituições e, a partir deste ano, o
perfil dos egressos.

Os resultados devem ser divulgados no segundo semestre. As informações do
primeiro ciclo de avaliação, referente a 2004 e 2007, estarão disponíveis em
breve na página eletrônica do Inep.

Em 2005 e 2008, o Enade avaliou os cursos de arquitetura e urbanismo,
biologia, ciências sociais, computação, engenharia (oito grupos), filosofia, física,
geografia, história, letras, matemática, pedagogia e química. No último ano,
foram acrescentados os cursos superiores de tecnologia em construção de
                                          16

edifícios, alimentos, automação industrial, gestão da produção industrial,
manutenção industrial, processos químicos, fabricação mecânica, análise e
desenvolvimento de sistemas, redes de computadores e saneamento ambiental.
Essas áreas serão avaliadas novamente este ano.

Fonte: Portal MEC

Fonte: http://www.portaluniversidade.com.br/noticias-ler/mec-quer-saber-como-estao-os-
graduados-no-mercado-de-trabalho/1854

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Maior renda e empregos terão impacto forte no varejo
DCI – 08/04/2011

São Paulo - O poder de consumo do brasileiro nos próximos meses ficará elevado,
com o aumento do salário mínimo de 6,87%, que colocará na mão dos brasileiros
R$ 36,7 bilhões. Além disso, há a perspectiva de 3 milhões de pessoas serem
colocadas no mercado de trabalho, ou seja, um aumento de 50% em relação ao
ano passado. Cenário este que deve impactar de maneira positiva o comércio
varejista. Por conta disso, nem mesmo o aumento do preços em torno de 6%, além
do recorde de inadimplência divulgado pela Confederação Nacional de Dirigentes
Lojistas (CNDL) em março deste ano, que bateu a casa de 22,61% em relação a
fevereiro do mesmo período, deve impactar com queda as vendas deste ano.

Para o assessor econômico da Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo
do Estado de São Paulo (Fecomércio), Fábio Pina, todos os fatores positivos da
economia brasileira devem gerar um aumento no estoque de crédito no País entre
20 e 25%, o que põe à disposição do mercado R$ 1.8 trilhão a serem gastos
gradativamente no varejo brasileiro. " O aumento de juros está no mercado, porém
o brasileiros continuam otimistas a empregabilidade no Brasil e estagnação do
preço da parcela", afirma.

Isso vai ao encontro do pensamento da presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena
Trajano. Ela afirmou que as medidas do governo para conter o consumo não
deverão atingir o varejo nem frear os gastos dos consumidores de baixa renda.
"Não acredito que terá efeito sobre o consumo das classes C e D", afirmou
recentemente. Para a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), o
mercado continua promissor e os empreendimentos comerciais mantêm o mesmo
número de fluxo de pessoas em todos os estados brasileiros.

Fatores sazonais

Segundo a CNDL, dentre os fatores que podem ter contribuído para o aumento
ainda estão as compras de Natal e as comemorações de carnaval. Para a entidade,
os pagamentos de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto sobre a
Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) ainda impactaram o orçamento dos
consumidores no período, levando-os a postergar a quitação de outras dívidas. Da
mesma forma, os atrasos superiores a 60 dias aumentaram 4,32% em relação a
março do ano passado. No acumulado do ano, a inadimplência teve alta de 1,81% .

Para o presidente da entidade, Roque Pellizzaro Junior, trata-se de um fator
temporário que deve se regularizar nos próximos, porém que não impede o
comércio a ficar alerta com as próximas compras. "A alta deve esfriar nos próximos
meses com as medidas vindas tanto do governo federal e do varejo", explica.
                                          17


Pellizzaro acredita que daqui para a frente as lojas que utilizam do crédito para
efetuar suas vendas devem criar medidas internas para evitar o calote. "Será
colocada uma torneira na disponibilidade do crédito, porém isso não deve afetar o
consumo. O intuito é ter um controle juntamente com o consumidor", disse. Na
comparação com março do ano passado, porém, as consultas ao Serviço de
Proteção ao Crédito (SPC) caíram 5,17%. Ainda assim, no acumulado do primeiro
trimestre do ano, as vendas aumentaram 1,43% em relação ao mesmo período de
2010.

Medidas do governo

A CNDL afirma que as medidas anunciadas pelo governo federal para reduzir o
consumo e a inflação foram não foram prejudiciais do ponto de vista da pressão de
demanda, que se baseia principalmente no gastos com alimentos, transportes e
habitação.

O presidente da Fecomércio, Abram Szajman, reforça que "a intenção do governo
de reduzir o que julga ser um excesso de crédito, tentando conter o consumo
interno, é uma meta que claramente não será atingida, uma vez que há cada vez
mais liquidez no mercado devido à capacidade financeira dos brasileiros honrarem o
crédito contraído, dado o elevado nível de emprego e expansão da renda
verificados no Brasil", enfatiza.

Paulistas

Em fevereiro, 34,3% dos paulistas afirmam estar comprometidos com dívidas por
mais de um ano, 25% por três a seis meses e 22,5% por menos de três meses. A
maior parte deles, 60,9%, tem entre 11% e 50% da renda familiar mensal
comprometida com o pagamento das contas, 22,8% causaram menos de 10% da
renda e 14,1% mais de 50%. O principal meio utilizado para adquirir essas dívidas
continua sendo o cartão de crédito, 68,3% dos paulistas tem alguma dívida devido
às compras desse tipo. A participação dos carnês subiu e, em fevereiro, 30,6% dos
paulistas assumiu o pagamento de um deles. A terceira forma mais comum de
dívida é o financiamento de carros - 12,9%. Mesmo assim o consumidor paulista
está mais confiante e deve manter o ritmo e acompanhar o País no consumo.

Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=11&id_noticia=369463

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G1-08/04/2011 09h19 - Atualizado em 08/04/2011 09h21
Tecnologias da casa do futuro se tornam itens básicos de
prédios
Apartamentos para classe média oferecem pacote básico de automação.
Sistemas automatizados estão 50% mais baratos que há cinco anos.
Laura Brentano Do G1, em São Paulo

Além da garagem para dois carros, churrasqueira e salão de festas, a automação
residencial começa a fazer parte dos requisitos básicos dos apartamentos no Brasil.
Com os preços das tecnologias caindo pela metade, a casa do futuro está mais
perto da classe média brasileira.




Prédios já trazem controle remoto que permite controlar até 12
equipamentos (Foto: Laura Brentano/G1)

A automação permite que o cliente, antes de chegar em casa, ligue o ar-
condicionado, a TV, regule a iluminação do ambiente e abra as cortinas apenas
clicando em uma tecla do celular conectado à internet. O cliente também pode
controlar esses equipamentos a partir de um único controle remoto ou de uma tela
sensível ao toque instalada na parede de casa.




                                     Tela sensível ao toque na parede
do apartamento é opcional no 'OneBrooklin' (Foto: Laura Brentano/G1)
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Empreendimentos para a classe média já oferecem um pacote básico de automação
que permite controlar até 12 equipamentos eletrônicos. É o caso do “One Brooklin”,
em São Paulo. O apartamento mais barato, de 64 metros quadrados, é vendido por
R$ 460 mil. A previsão é que o prédio fique pronto em dezembro de 2013.

“Não posso dizer que foi um fator crucial, mas com certeza ajudou muito na minha
decisão”, conta Marcus Villalobos Mendes, de 26 anos, que comprou um
apartamento de 85 metros no One Brooklin. Mendes faz parte do grupo de jovens
ligados em tecnologia que estão buscando apartamentos com essas facilidades.
Além de ser fã dos produtos da Apple – ele tem um iPad, um iPhone e um MacBook
– Mendes trabalha na área tecnológica.

“Acredito que o público mais velho também passará a adotar porque a automação
visa simplificar e automatizar os hábitos das pessoas. Além disso, a tecnologia está
muito mais intuitiva”, diz Roberto Oliveira, diretor da Fast Life, nova operação de
automação da Fast Shop e responsável pelo sistema do One Brooklin.




                                           No lugar da chave, apartamento
'do futuro' traz leitor digital (Foto: Laura Brentano/G1)

A facilidade de navegação é um dos motivos que Oliveira acredita ter popularizado
a automação. “Além do preço, soluções complexas eram uma das barreiras que
impediam os varejistas de entrar no negócio. Ouvimos histórias de clientes que
gastaram R$ 100 mil e não conseguiram usar a tecnologia”, explica.

Tecnologia mais barata
Segundo a Associação Brasileira de Automação Residencial (Aureside), os preços de
sistemas automatizados caíram pela metade nos últimos 5 anos e o número de
projetos cresceu de 35% a 40% ao ano. “Na Aureside, registramos o dobro de
fabricantes associadas em dois anos, o que mostra uma maior variedade de
tecnologias no mercado”, conta José Roberto Muratori, engenheiro da Aureside. “As
pessoas vivem em um universo tecnológico e já faz sentido para elas investir na
automação”. Como exemplo, Muratori diz que um cliente gasta mais com um
armário embutido do que com as soluções automatizadas.
Cada vez mais, o mercado vai exigir que os prédios venham
com automação"
Roberto Oliveira, diretor da Fast Life

Essas soluções começaram a aparecer como parte dos apartamentos há apenas um
ano. “Entramos nessa área em 2009. Na ocasião, entregávamos apartamentos
adaptados, caso o cliente optasse em colocar o sistema”, diz Sandra Germanos,
gerente da incorporadora Stan, responsável pelo One Brooklin. No entanto, ela
conta que a receptividade foi tão boa que a empresa decidiu oferecer algumas
soluções no kit básico dos apartamentos.
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"Não acho bom entregar um apartamento cheio de automação. Como a tecnologia
precisa ser personalizada, a melhor opção é oferecer uma degustação ao
consumidor. Assim, ele complementa aquele sistema com outras opções ao seu
gosto", explica Muratori.

“A automação ainda é um diferencial, mas começará a ser uma oferta necessária.
Cada vez mais o mercado vai exigir que os prédios já venham com a tecnologia”,
diz Oliveira. “Hoje, as construtoras não entregam mais edifícios sem o sistema de
câmeras de segurança. E isso é um exemplo bem próximo da automação. Se já
abrimos o vidro do carro eletronicamente, porque não vamos fazer isso no nosso
apartamento?”, questiona Muratori.


Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/04/tecnologias-da-casa-do-futuro-se-
tornam-itens-basicos-de-predios.html

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Tecnologia

TIM oferece serviços de automação e localização para PMEs
Parceria é a primeira do gênero, mas operadora afirma ter planos de expandir as
ofertas nesse modelo ainda este ano.
Por Redação da Computerworld

01 de abril de 2011 - 13h03

Com foco em atingir o mercado de empresas de pequeno e médio portes, a área de
negócios empresarias da TIM assinou parceria com a empresa brasileira Prime
Systems para a oferta de soluções de mobilidade.

O acordo é a primeiro do gênero, mas a TIM declarou a intenção de incrementar o
portfólio de soluções de mobilidade ainda neste ano. No mês passado, a companhia
havia assinado acordo com a Brightstar para ampliar sua presença com serviços de
voz e dados nas PMEs.

A empresa passa a oferecer uma solução de automação e localização de força de
campo, por meio de tecnologias LBS (serviços baseados em localização) e GPS,
com cobrança realizada direto na fatura da operadora.

Com as soluções, as empresas podem monitorar em tempo real entregas ou
serviços realizados e os que ainda estão por ser feitos, com obtenção também da
localização geográfica da força de trabalho em campo. O software mede ainda a
produtividade dos funcionários, além de contar com sistema automatizado para
inclusão ou cancelamento de ordens de serviços e previsão de possíveis atrasos.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/04/01/tim-oferece-
servicos-de-automacao-e-localizacao-para-pmes/

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AUTOCOM está com 90% da área comercializada

SEG, 04 DE ABRIL DE 2011 15:47 SYLVIA MIE

Mais de 200 marcas nacionais e internacionais apresentarão novidades para um
mercado que movimenta R$ 1,3 bilhão por ano

A dois meses de sua realização, a AUTOCOM 2011 – 13ª Exposição e Congresso de
Automação Comercial, Serviços e Soluções para o Comércio já está com 90% da
área de exposição comercializada. Isso significa que do total de 3400 m²
disponível, mais de 3000 m² está ocupado. A feira acontecerá entre 7 e 9 de junho,
no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, em São Paulo.

A expectativa do IDETI – Eventos em Tecnologia da Informação, promotor da feira,
é que em poucas semanas os 10% de área restante já estejam esgotados. Serão
mais de 200 marcas nacionais e internacionais que apresentarão as principais
novidades para um mercado que movimenta, anualmente, cerca de R$ 1,3 bilhão.

Considerada o maior evento da América Latina no setor de automação comercial, a
AUTOCOM 2011 deverá receber cerca de 14 mil visitantes, entre lojistas,
comerciantes, atacadistas, representantes de canais de distribuição, profissionais
de grandes redes de varejo e prestadores de serviço para o comércio.

Pré-credenciamento

Para facilitar a entrada do visitante, já está disponível, no site oficial,
www.autocom2011.com.br, o pré-credenciamento online. O procedimento é rápido,
fácil e gratuito. Basta entrar na homepage e preencher a ficha de inscrição. A
pessoa que realizar seu credenciamento até 30 de abril receberá no endereço
fornecido sua credencial. A partir desta data, a retirada da credencial deverá ser
feita na entrada da feira.

Edição anterior

A 12ª AUTOCOM contou com mais de 80 empresas expositoras e cerca de 9 mil
visitantes. A maior parte desse público, cerca de 70% , foi formado por decisores
de compra, ou seja, proprietários, sócios, diretores e gerentes de importantes
cadeias varejistas, distribuidoras, atacadistas, canais de venda, entre outros.

Congresso de Automação Comercial

Paralelamente à feira, acontecerá o 13º Congresso de Automação Comercial,
Serviços e Soluções para o Comércio. Alguns temas que estarão na edição deste
ano são Cloud Computing, Mobilidade na Automação, Publicidade “Indoor”,
aplicação em RFID (Identificação por Rádio Frequência). A organização e realização
são da AFRAC – Associação Brasileira de Automação Comercial, em parceria com o
IDETI.

Para a apresentação de palestras e casos de sucesso, a Comissão Organizadora
iniciou o processo de seleção das propostas de conteúdo. As inscrições já estão
encerradas. A divulgação dos conteúdos escolhidos será em abril.

Serviço

13ª AUTOCOM - Exposição e Congresso de Automação Comercial, Serviços e
Soluções para o Comércio
                                        22

Data: 7 a 9 de junho de 2011

Local: Expo Center Norte – Pavilhão Amarelo - Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila
Guilherme

Horário Feira: 14h às 21h

Horário Congresso: 14h às 18h

Site Oficial: www.autocom2011.com.br

Fonte;
http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=34035:autocom-
esta-com-90-da-area-comercializada-&catid=71:categoria-veiculos&Itemid=367

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Home controller é o lançamento da iHouse que simplica o uso
do Home Theater
5 de abril de 2011




Com características inéditas no mercado, o Home Controller substitui os diversos
controles remotos da sala de TV por tablets ou smartphones. E por possuir
barras onetouch, elimina a grande quantidade de botões e telas normalmente
encontrados em outros aplicativos de mercado.

A líder do segmento de automação residencial, iHouse, lança durante a Feicon
2011 o Home Controller HC210. Com uma proposta funcional e afinada às
tendências de mercado, o Home Controller é comandado via tablets ou
smartphones, dispositivos móveis que têm como vantagens a qualidade de telas,
a duração de bateria e o formato slim com baixo peso. Outra vantagem é a
incorporação da função onetouch no painel do Home Controller, que liga em um
único toque os equipamentos de áudio e vídeo e faz a seleção automática para
exibir o conteúdo desejado.
Interface inteligente e elegante no Smartphone ou tablet
Outra inovação do Home Controller HC210 é a criação das barras onetouch, que
eliminam a grande quantidade de botões e telas normalmente encontrados em
outros aplicativos de mercado. Cada uma das barras é destinada a um propósito
específico. A primeira, por exemplo, contempla as funções de comando de áudio
e vídeo, como a TV a cabo, DVD, rádios AM/FM. Basta selecionar qualquer uma
                                       23

das opções para o Home Controller ligar os equipamentos pertinentes e fazer
as seleções. Outra barra, que contém cenas como “dormir”, “acordar”, “assistir
TV”, funciona da mesma forma, bastando selecionar a opção desejada para
obter um cenário propício. A cena “assistir TV”, por exemplo, pode significar
iluminação dimerizada, ar-condicionado ligado e persianas baixadas. Outra barra
permite selecionar a intensidade das luzes do ambiente entre 0 e 100%. Com
um toque no botão off todos os equipamentos são desligados, inclusive do modo
espera (standby), pois o Home Controller possui uma tomada na parte traseira
que alimenta os equipamentos de áudio e vídeo. Isso trás uma vantagem
adicional: a economia de energia, pois os aparelhos quando estão em standby
consomem eletricidade. O aparelho já vem liberado para uso de um tablet sem
nenhum custo adicional, ao contrário do que acontece com a maioria dos
fabricantes que cobram pela licença. Outra vantagem é que ele permite que o
tablet possa ser substituído por outro, sem ônus de licença.
Estética e funcionalidades
O gabinete do Home Controller foi concebido para combinar com os mais
modernos equipamentos de áudio e vídeo do mercado. Seu design compacto,
com revestimento nas laterais em alumínio anodizado, tem acabamento
impecável. O painel frontal informa as funções por meio de elegantes inscrições
retroiluminadas e o botão power, quando programado como onetouch, aciona
concomitantemente os equipamentos de áudio e vídeo, bem como o programa
predileto. O segundo toque desenergiza todos os equipamentos ao mesmo
tempo. A vantagem de desligar todos os equipamentos da energia elétrica, além
da economia, é que na vez seguinte que se desejar utilizar o sistema todos
equipamentos estarão sincronizados. Isso evita conflito de comunicação, tendo
em vista que alguns aparelhos, em particular os decoders de tv a cabo, não
possuem comando discreto para desligar ou ligar, o que frequentemente causa
transtorno de uso quando comandados por equipamentos de automação de
mercado convencionais ou controle remoto universais. Essa característica de
sincronização garante confiabilidade e é uma exclusividade do Home Controller.
No painel traseiro estão disponíveis 6 saídas independentes para comandar
equipamentos de áudio e vídeo, sendo 4 delas por IR (infra-vermelho) e duas
delas compartilhadas: IR e serial RS232. A vantagem de se utilizar a serial é
permitir o feedback do equipamento controlado, inclusive no tablet. Com esse
recurso pode-se por exemplo saber qual rádio esta sintonizada. Outra saída é a
tomada chaveada, que suporta 1000W em 127V e que serve para alimentar os
equipamentos de áudio e vídeo e gerar o sincronismo. Também na parte traseira
encontra-se a porta ethernet, que pode ser usada tanto para programar o Home
Controller, bem como colocá-lo em rede, permitindo seu acesso via tablet.
A programação do Home Ccontroller é feita através de browser, que contém
centenas de modelos de equipamentos de mercado. Caso não se encontre o
equipamento desejado, três receptores de IR, permitem fazer o learn do código
IR necessário para a sua programação. O uso de três receptores de IR garante
melhor qualidade na captura de códigos IR dos mais variados fabricantes de
áudio e vídeo. Na parte inferior do equipamento encontra-se um compartimento
que contém um cartão micro SD. Nele fica armazenada a programação do
sistema. Caso seja necessário, ele pode portar a programação para outro
aparelho.
O Home Controller é o equipamento que reúne o maior numero de portas da
categoria e é o único de mercado a incorporar a função onetouch no painel,
assim como a saída chaveada de energia e a função de sincronismo. Também é
o único a dispor da barras deslizantes onetouch no aplicativo de tablet ou
smartphone.
iHouse
A iHouse , empresa líder em automação residencial e náutica, é reconhecida
pelo desenvolvimento de soluções altamente tecnológicas, que agregam
conforto, segurança e praticidade à rotina das pessoas. Fundada pelo empresário
                                         24

Leonardo Senna, a empresa é pioneira em seu segmento, tendo sido
responsável por inserir no mercado o conceito de automação junto a algumas
das principais construtoras do país, viabilizando a existência de edifícios
inteligentes, equipados com o que há de mais exclusivo na indústria de
automação internacional. A marca iHouse está presente em empreendimentos
de construtoras como Adolpho Lindenberg, Agre, Cyrela, Condomínios
Inteligentes, Construtora Patrimônio, EBM, Gafisa, Helbor, Inpar, Kallas, Lúcio
Engenharia, Onoda, Plarcon, PR Figueiredo, Rossi, Senpar e Tricury. Os produtos
iHouse trazem à realidade projetos futuristas, que permitem a automação de
residências com comando à distância (via celular). Os produtos também
favorecem o consumo consciente de água e energia elétrica. Para mais
informações acesse www.iHouse.com.br

Informações à Imprensa:
Atitude Press Assessoria de Comunicação
(55 11) 2311-5889 | 7893-3558
Damaris Lago – damaris@atitudepres.com.br
Claudia Gisele Gonçalves – claudia@atitudepress.com.br
Patricia Monte – patriciasantos@atitudepress.com.br

Fonte: http://www.inteligemcia.com.br/27950/2011/04/05/home-controller-e-o-lancamento-
da-ihouse-que-simplica-o-uso-do-home-theater/

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Honeywell traz seu primeiro PDA para o mercado de saúde no
Brasil
por Danilo Sanches, especial para o Reseller Web
16/03/2011

"Vertical de saúde é um desafio, mas empresa encara como investimento", diz
Cássio Pedrão

O mercado de saúde no Brasil já foi um grande desafio para o segmento de
automação e coleta de dados. E a Honeywell, fabricante norte-americana, anunciou
na última terça-feira (15) a homologação de um PDA usado especificamente para
o setor de saúde, o que marca o pontapé inicial da marca neste segmento no País.
A parceria foi firmada com a MV Sistemas, empresa de software focada em gestão
clínica e financeira de instituições de saúde - a 6ª maior empresa de software do
País.

"A vertical de saúde no mercado de Scan & Mobility é uma novidade para a
Honeywell no Brasil", explica Cássio Pedrão, diretor-geral para América Latina da
divisão Scan & mobility da Honeywell. "No Brasil, para negócios de automação,
uma vertical como a de saúde ainda é difícil."

Os desafios, segundo Pedrão, estão no estabelecimento de parcerias para a
integração dos equipamentos. A iniciativa da MV, segundo ele, coloca no mercado
um equipamento sem precedentes. "A MV teve uma iniciativa inovadora, ao
desenhar uma solução tão eficiente para o mecado de saúde, com um PDA inédito
no Brasil", afirma.

A solução tem como objetivo garantir a segurança do paciente, automatizando a
rotina dos profissionais de saúde e seguindo com precisão a prescrição médica. A
                                         25

automatização dá à instituição também a segurança do controle de medicamentos e
da cobrança correta do que foi administrado. "Quando o enfermeiro lança a
medicação no PDA e faz a checagem na beira do leito, o sistema lança,
simultaneamente, a cobrança na conta do cliente", explica Charle Schimmock,
diretor de sistemas da MV.

O PDA Dolphin 9700hc, que foi apresentado durante o iPlanet, da distribuidora
Officer, na última terça-feira (15), possui revestimento que permite ser esterilizado,
interface de comunicação wireless e bluetooth e uma tela touch de 3,7 polegadas.
O aparelho também lê código de barras.

Por outro lado, o setor de saúde no Brasil ainda carece de investimentos e
regulamentações para que soluções de automatização sejam amplamente
implementadas. "É um negócio com grande potencial para a Honeywell, mas que
ainda é um investimento", afirma Pedrão.


Fonte: http://www.resellerweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76653

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Giesecke & Devrient e Wincor Nixdorf decidem cooperar na
automação do ciclo do numerário mundial
TER, 22 DE MARÇO DE 2011 16:24 WILIANS GEMINIANO NOTÍCIAS - INFO & TI

A parceria inclui o estabelecimento de uma empresa conjunta – CI Tech
Components AG – que desenvolverá e comercializará tecnologia de segurança para
a autenticação e o processamento de cédulas.

As empresas de tecnologia Giesecke & Devrient (G&D) e Wincor Nixdorf unem seus
conhecimentos para automatizar o ciclo do numerário – para consumidores, através
dos bancos comerciais e varejistas e empresas de transporte de numerário por
meio de bancos centrais – e cooperará mais estreitamente para padronizar
sistemas, possibilitando assim, o processamento eficiente do numerário. Além de
partilhar as suas competências tecnológicas, os dois parceiros compartilharão o
extenso conhecimento de seus respectivos clientes e canais de acesso ao mercado.
A parceria vai incluir o estabelecimento de uma empresa conjunta – CI Tech
Components AG – que desenvolverá e comercializará tecnologia de segurança para
a autenticação e o processamento de cédulas.

Anualmente, 300 bilhões de dólares são gastos em processamento de numerário
em todo o mundo – somente na Alemanha são gastos 12 bilhões de euros. Além
disso, desde a implantação do euro, o número de cédulas em circulação nos países
que utilizam esta moeda, continua a crescer a uma taxa anual de 8%. É por este
motivo que os representantes dos bancos centrais defendem, há muito tempo, a
racionalização da logística de caixa, para torná-los o mais eficiente possível. Isso
requer não somente ideias inovadoras e o desenvolvimento de novas tecnologias,
mas também a gradativa delegação de tarefas dos bancos centrais de
processamento de numerário para bancos, empresas de transporte de valores e
empresas de varejo.

Durante a conferência de imprensa realizada hoje em Frankfurt, Dr. Karsten
Ottenberg, presidente do Conselho de Administração e CEO da Giesecke & Devrient,
e Eckard Heidloff, presidente e CEO da Wincor Nixdorf, enfatizaram o potencial
                                        26

resultante da cooperação entre as empresas. Trabalhando em conjunto, a G&D e a
Wincor Nixford estão capacitadas a criar soluções que reduzirão significativamente
o custo do gerenciamento de numerário – tanto para empresas individuais como
para todas as economias nacionais. Outra vantagem é que os riscos inerentes ao
processamento de numerário serão minimizados para todos os participantes do
ciclo do numerário.

O objetivo da parceria entre a G&D e a Wincor Nixdorf é desenvolver soluções
especificamente para estes requisitos. Os bancos e varejistas já têm acesso seguro,
à prova de auditoria, a uma solução totalmente automatizada, para organizar o seu
ciclo de numerário. Batizado de CINEO, este sistema de última geração da Wincor
Nixdorf foi especificamente desenvolvido para bancos e lojas de varejo e é
equipado com inovadores e inteligentes cassetes de numerário. A G&D integrou
estes cassetes em um sistema de processamento para Cash Centers.

A vantagem deste novo sistema é que, pela primeira vez, o grupo de apoio dos
Cash Centers não precisa abrir os cassetes entregues pelos bancos e lojas de varejo
para contar manualmente e classificar o numerário. “Esta parceria é um marco na
reorganização dos ciclos de numerários, com o uso da nova tecnologia que
lançamos ano passado”, disse Eckard Heidloff, presidente e CEO da Wincor Nixdorf
AG.

No início de março de 2011, a G&D e a Wincor Nixdorf formaram uma joint venture
– CI Tech Components AG – unificando suas atividades de desenvolvimento,
fabricação e comercialização de tecnologias de segurança para autenticação e
processamento de cédulas. A CI Tech Components AG está localizada em Burgdorf,
Suiça, e – sujeita à aprovação das autoridades antitruste – iniciará suas operações
em Março de 2011. Inicialmente, cerca de 160 funcionários trabalharão nesta nova
empresa em sua sede em Burgdorf, assim como em Munique. Através da nova
empresa, a G&D e a Wincor Nixdorf pretendem elevar substancialmente, nos
próximos anos, a sua atual quota de participação, de cerca de 10%, no mercado
em expansão para os sensores de autenticação de cédulas e módulos. De acordo
com as estimativas das duas empresas, este mercado, atualmente no valor de 650
milhões de dólares, deve, em 2015, atingir cerca de 1 bilhão de dólares.

Os sensores e módulos da CI Tech Components também serão comercializados
para outros fornecedores dos sistemas de autoatendimento, por exemplo,
quiosques bancários, varejistas e serviços postais, ou equipamentos de tickets de
metrô e trem. “Todas as nossas soluções, bem como os componentes individuais de
hardware e software serão desenvolvidos com base em padrão aberto. Temos
também o interesse em persuadir outros agentes de mercado para que se juntem a
nós no desenvolvimento contínuo da plataforma tecnológica e de marketing em
todo o mundo”, disse Dr. Karsten Ottenberg, presidente do Conselho de
Administração e CEO da Giesecke & Devrient.

O próximo objetivo concreto de ambas as empresas é integrar o software de
gerenciamento de Cash Centers da Giesecke & Devrient e a plataforma de software
para gestão de processos de numerário em bancos e empresas de varejo. Isto
ajudará a unificar as soluções complementares existentes das duas empresas para
que o software reflita todo o processo do numerário desde a sucursal ou loja,
diretamente para os cash centers dos bancos centrais.

A tecnologia dos sistemas de processamento de cédulas da Giesecke & Devrient é a
escolha quando os mais altos níveis de segurança, confiabilidade e velocidade são
requeridos. A G&D fornece seus sistemas para cerca de 150 bancos centrais ao
redor do mundo, bem como para um grande número de operadores de Cash
Centers. A empresa também oferece especialização de ponta a ponta, ao longo de
                                        27

todo o ciclo de vida das cédulas – do desenvolvimento de recursos de segurança à
produção de papel moeda e impressão de cédulas através de processamento
automatizado e, por fim, a destruição de cédulas. A Wincor Nixdorf é parceira de
negócios de 21 dos 25 maiores bancos comerciais do mundo. No ano passado, a
empresa lançou uma nova plataforma de tecnologia para o gerenciamento e
automação total dos ciclos de numerários locais entre bancos e empresas de
varejo.

Sobre a Giesecke & Devrient

A Giesecke & Devrient (G&D) é líder internacional em fornecimento de tecnologia,
com sede em Munique, Alemanha. Com um efetivo de mais de 10 mil funcionários,
o Grupo obteve um faturamento de 1,7 bilhão de Euros em 2009. Fundada em
1852, a G&D é também líder mundial de mercado e inovação pioneira na produção
e processamento de cédulas, soluções para smart cards, e serviços para
telecomunicações e pagamento eletrônico, documentos de segurança e sistemas de
identificação. Possui 65 subsidiárias e joint ventures em 32 países que garantem a
proximidade com o cliente em todo o mundo. Para mais informações, visite o site:
www.gi-de.com.

Sobre a Wincor Nixdorf

A Wincor Nixdorf é um dos principais fornecedores mundiais de soluções e serviços
de TI para bancos revendedores e varejo. Seu extenso portfólio está direcionado
para o aperfeiçoamento dos processos de negócios em bancos e empresas de
varejo. Destina-se principalmente à redução de custos e complexidade, assim
como, ao aperfeiçoamento do serviço para o cliente final.

A Wincor Nixdorf utiliza do conhecimento de seus principais negócios com bancos e
lojas de varejo para se diversificar em setores relacionados. Neles incluem-se
correios e casas lotéricas e operadores de rede de serviços e hotelaria.

A Wincor Nixdorf está presente em mais de 100 países, sendo que em 41 destes
países com suas filiais próprias. Mais de nove mil funcionários trabalham no Grupo.
A empresa é líder na Europa e a terceira no mundo em Sistemas Eletrônicos
Programáveis (EPOSs) e a segunda na Europa e em todo o mundo em máquinas de
caixa eletrônico. As instalações de produção estão em Paderborn, Alemanha,
Cingapura, Xangai e São Paulo.

Fonte:
http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=32917:g
iesecke-a-devrient-e-wincor-nixdorf-decidem-cooperar-na-automacao-do-ciclo-do-
numerario-mundial&catid=48:cat-info-ti&Itemid=329

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06/04/2011 - 09:37
Válvula de descarga Draco é a mais econômica no consumo de
água

Empresa possui válvula de descarga que utiliza apenas seis litros de água.

São Paulo – A Draco, empresa especializada em sanitários de alto tráfego, é a única
no mercado a oferecer válvulas de descargas com consumo efetivo de 6,8 litros de
água por acionamento, enquanto os convencionais utilizam de 10 a 20 litros. “Isso
representa uma economia de 20% a 25% na conta de água”, destaca Ricardo
Dutra, executivo da Draco Soluções.

A empresa, pioneira na automação de sanitários, oferece válvulas de descarga
sensíveis ao toque. “Basta um leve contato para acioná-la, o que atende pessoas
com necessidades especiais além de ser antivandálica”, completa Dutra.

Outra opção do produto é a automática, que possui um sistema de detecção do
usuário que efetua a descarga imediatamente após o uso do vaso, mantendo o
mesmo sempre higienizado.

O executivo da Draco destaca que estes produtos são ideais para sanitários
públicos. “Em locais com grande fluxo de pessoas, seja em escolas, aeroportos,
indústrias, hospitais, shoppings, clubes e estádios de futebol ainda se desperdiça
muita água. Pensar e optar por soluções que diminuam o consumo traz inúmeros
benefícios”, finaliza.

Perfil- Draco Soluções [www.dracoeletronica.com.br] - Há mais de dez anos, a
empresa oferece Soluções para Sanitários de Alto Tráfego. São mais de 50 produtos
para automação completa de sanitários e lavatórios, sempre visando a Economia,
Higiene e o Conforto. Entre os clientes Draco estão: Ambev, Nestle, Petrobrás,
Rede de Shoppings Iguatemi, Sesc, Senai, Rede Habib’s, Hospital das Clínicas,
Infraero, Net entre tantos outros.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=153096

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Negócios e Empregos
Áreas promissoras
Contratações devem crescer nos setores de serviços e
informática
Estes são alguns dos segmentos que devem oferecer um maior número de
oportunidades de trabalho este ano

Larissa Almeida
Da reportagem local

Divulgação




Eventos como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas de 2016 devem trazer
maior visibilidade para o setor de serviços no País

Os profissionais precisam estar atentos às áreas com mais ofertas de empregos e
que demonstram forte tendência de crescimento. Segundo o gerente de
atendimento da Catho Online, Lucio Tezotto, setores que se destacaram em 2010,
certamente continuarão despontando este ano, como as áreas de serviços,
informática (Tecnologia da Informação - TI), construção civil, indústria, comercial e
vendas, saúde, petróleo, gás e mineração.
Uma área que terá maior visibilidade em 2011 é a de serviços. Isso porque o Brasil
se prepara para dois grandes eventos esportivos, que são a Copa do Mundo em
2014 e as Olimpíadas em 2016. O gerente de atendimento avisa que será
necessária a contratação de muitos profissionais para as atividades que envolvam
serviços, desde atendimento, manutenção, limpeza e transportes.
Diversas empresas já começaram a montar equipes para aproveitar as
oportunidades que os eventos irão trazer para o País. As ofertas de vagas na Catho
Online ultrapassam 70%, conforme apontou o último levantamento da empresa,
em um comparativo entre 2010 e 2009.
Em destaque, a informática que, de acordo com os últimos dados do banco de
empregos da empresa, tem mais de 14 mil vagas. Nesse setor, a área de
Tecnologia da Informação cresce há mais de uma década, conforme explica
Tezotto. O segmento registrou um crescimento no número de ofertas de empregos
de 50% no ano passado, em relação ao número de oportunidades em 2009.
"Por incrível que pareça, alguns setores da economia estão apenas ´engatinhando´
na era da tecnologia da computação/informática, principalmente após o
agravamento da crise econômica mundial. Softwares mais precisos se tornaram
necessários, mas, ao mesmo tempo, analistas que desenvolvam tecnologias
personalizadas são difíceis de serem encontrados", afirma o executivo.

Tendências
Ainda neste primeiro semestre, o especialista acredita que a indústria vai mostrar
                                       30

toda sua força e potencial, principalmente nos setores automobilístico,
eletroeletrônicos e eletrodomésticos. No ano passado, segundo informações da
Catho Online, o parque industrial voltou a ter ocupações acima de 80% de sua
capacidade.
Já a construção civil mantém o mesmo ritmo de 2010. Tezotto explica que o bom
momento do setor se deve ao incentivo por meio dos financiamentos imobiliários.
As vagas anunciadas cresceram em média 50%. Outra área que vai demandar
grande número de profissionais é a comercial e vendas, geralmente um dos últimos
setores de uma empresa a sofrer demissões.
O gerente de atendimento alerta para a carência que a área de saúde tem de
profissionais: "Com o aumento da privatização do setor e a crescente exigência por
especialistas, o mercado sempre oferece um número maior de vagas de emprego
do que a quantidade de profissionais qualificados disponíveis. Vale ressaltar que
estamos falando nesse caso de nicho e não de volume de vagas".

Tezotto destaca ainda que os setores de petróleo, gás e mineração têm boa parte
dos trabalhadores próxima da aposentadoria e poucos novos profissionais prontos
para atuação. Segundo ele, considerando os avanços na última década do Brasil
nesse setor e com mais perspectivas de extração desses recursos em novas fontes,
o mercado necessita urgentemente de pessoas para atenderem à demanda. Não se
trata de grande volume de vagas de emprego, mas as ofertas também superam o
número de profissionais.

Fonte: http://www.moginews.com.br/materias/?ided=1159&idedito=35&idmat=89329

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Negócios

Mudanças regulatórias na indústria farmacêutica impactam na
TI
Empresas modernizam o ambiente de tecnologia da informação para ficar em linha
com as novas exigências normativas.

Por Lucas Callegari, da Computerworld

04 de abril de 2011 - 07h30

Em 2011, um dos grandes desafios dos laboratórios farmacêuticos é atender às
novas exigências do marco regulatório do setor. O movimento deve acentuar ainda
mais a adoção de soluções de tecnologia da informação (TI) em uma indústria já
bastante madura no uso de sistemas. As novas regras exigirão mais investimentos,
mas devem também contribuir para melhorar a eficiência da indústria de
medicamentos.

A mais importante dessas mudanças é a adoção do Sistema Nacional de Controle
de Medicamentos, que vai permitir a cada medicamento produzido no Brasil seu
rastreamento desde a fábrica até os pontos de venda. Criado pela Lei 11.903/09, o
sistema prevê que, assim como o Registro Geral (RG), utilizado para identidade das
pessoas, cada embalagem tenha um Identificador Único de Medicamento (IUM),
impresso em etiquetas de segurança produzidas especificamente para esse fim. A
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que todos os
laboratórios terão de adotar o IUM até 15 de janeiro de 2012.
                                        31

Outra novidade é que os laboratórios terão de obedecer `a Resolução da Diretoria
Colegiada (RDC), 17/2010, da Anvisa, que torna seus sistemas computacionais
mais regulados por procedimentos formais, aprovados e com uso comprovado. A
gestão de TI deverá ser mais alinhada às Boas Práticas de Fabricação. O objetivo
da agência é garantir a qualidade final dos medicamentos e a segurança de quem
os consome. A RDC estabelece que o prazo para os novos sistemas é abril de 2011
e abril de 2012 para os sistemas legados.As adaptações demandarão custos e, no
caso do sistema de rastreabilidade, têm provocado embates entre os laboratórios e
a agência reguladora.

Segundo entidades do setor, a adoção do código de barras no selo sugerido pela
Anvisa custaria cerca de 400 milhões de reais por ano à indústria, encarecendo os
preços dos medicamentos entre 6% e 10%. Para elas, a alternativa mais adequada
é adotar um código bidimensional, conhecido como Datamatrix, impresso
diretamente nas embalagens, de custo mais atraente.

Independentemente de o formato do código a ser adotado, os laboratórios terão de
adequar cada uma de suas linhas de produção. Esse custo pode chegar a cerca de
500 mil reais por linha de produção ou, de acordo com o porte da empresa, de 15
milhões a 20 milhões de reais. Já a adaptação dos sistemas exigida pela RDC pode
ficar entre 300 mil reais e 600 mil reais por laboratório.

Mesmo considerando os custos para adaptação, as mudanças devem beneficiar os
laboratórios. Em relação à rastreabilidade, embora o sistema tenha sido criado para
combater a falsificação e o roubo de medicamentos, deverá também ajudar na
melhoria da competitividade do setor por meio do avanço do uso da TI no processo
de fabricação dos medicamentos. “Em conversa com nossos clientes, dizemos que o
sistema de controle pode ser transformado pelo laboratório em algo mais
estratégico. Todos terão de aderir e, com a rastreabilidade, é possível, por
exemplo, melhorar o controle da gestão dos estoques ou a logística reversa
[retirada de produtos por conta de algum problema]”, afirma o diretor de
Consultoria da IBM Brasil, João Carlos Pissuto.

Segundo o executivo, o fabricante do remédio terá visibilidade melhor da cadeia
produtiva, desde a chegada da matéria-prima até a expedição das embalagens para
o distribuidor. Esse controle maior é importante porque se estima que os custos de
desperdício representem entre 5% e 7% da receita do setor. Pissuto informa que a
adaptação não será simples.

“Não se trata apenas de colocar uma etiqueta de código único. Você tem um
impacto em cerca de dez etapas da cadeia produtiva, tais como armazenagem,
todos os sistemas de warehouse, a distribuição, todo processo de BI, a montagem
de cargas e toda a logística.” Para o diretor da IBM, a legislação obriga os
laboratórios a investirem em aplicativos e em “solução mais inteligente que vai
realimentar modelos de indicadores de gestão”.

“O setor produz perto de 2 bilhões de unidades de medicamentos por ano.
Atualmente, cada lote, com milhares de medicamentos, gera apenas um registro.
Com a mudança, a indústria vai ter de registrar cada uma das unidades
produzidas”, informa o sócio-diretor da Active, empresa especializada em sistemas
de automação e informatização para o setor farmacêutico, Márcio Moreti.

Segundo ele, será preciso adotar um “complexo de soluções. Entre os exemplos
estão um scanner de alta velocidade para ler o número de série, um computador ao
lado de cada linha de produção”. “A Active oferece soluções para o setor
farmacêutico por meio do software Evolutio, que permite a rastreabilidade de todas
as unidades produzidas e expedidas pela indústria farmacêutica”, diz Moreti.
                                        32

O diretor de soluções para o setor de Saúde da Oracle, Fernando Faria, diz que a
questão da rastreabilidade surgiu há cerca de quatro anos, quando alguns estados
norte-americanos começaram a discutir o tema ³e o Brasil importou a experiência.

Por aqui, a Anvisa foi a condutora do processo de concepção do sistema e regula
um setor no qual cerca de 400 laboratórios contabilizam faturamento em torno de
17 bilhões de dólares.

O Oracle Pedigree and Serialization Manager (OPSM) foi desenvolvido para
aumentar a integridade da cadeia de suprimentos na indústria farmacêutica, de
acordo com Faria. “A solução permite obter uma espécie de atestado de nascimento
do remédio. Foi desenvolvida na Europa e nos Estados Unidos e trazida para o
Brasil para atender à legislação.” Outra empresa atuante nesse nicho é a SAP. Ela
oferece o módulo Auto ID Enterprise, criado após alguns projetos pilotos realizados
pelo mundo, com destaque para o adotado pela unidade da Boehringer, na
Alemanha.

Segundo o responsável pela área de saúde da SAP para América Latina e Caribe,
Jomar Fajardo, a solução passou a ser oferecida no Brasil com algumas adaptações
às características do mercado brasileiro.
“A rastreabilidade vai mudar a forma como é gerenciado todo o processo de gestão
de logística da medicação. As indústrias terão de passar por uma reflexão dos
processos, usando uma ferramenta computacional”, diz Fajardo. “Existirá um banco
de dados que informa de onde saiu o medicamento e para onde foi. Isto trará
muitos benefícios ao setor em relação às informações disponíveis.”

Receita de sucesso
O uso da TI ganhou importância estratégica nos laboratórios, independentemente
das mudanças regulatórias. Seu peso maior é em razão das transformações
importantes na indústria. Tradicionalmente, o dinamismo do setor farmacêutico em
todo o mundo sempre se baseou no desenvolvimento de novas drogas. Os
laboratórios gastavam entre 15% a 20% em P&D, mas mantinham a rentabilidade,
criando constantemente novos medicamentos.

A concorrência com os genéricos, tanto no mundo como no Brasil, afetou os
negócios das grandes farmacêuticas que, por sua vez, passaram a amargar um
número crescente de medicamentos, cujo direito de propriedade caducou.
Denominados blockbusters, esses remédios de marca são os que lideram as vendas
e responsáveis por boa parte dos lucros. Quando cai a sua patente, o preço reduz
consideravelmente, afetando sobremaneira o lucro dos laboratórios. Esse cenário
forçou uma busca indispensável pela tecnologia.

Conhecido por investir fortemente em P&D, o setor sempre apostou em soluções de
TI, principalmente na gestão do negócio e na área comercial. Há grande velocidade
na inovação, por exemplo, no uso de TI no relacionamento com os médicos. A
dinâmica das mudanças faz com que os CRMs implementados tenham um ciclo de
vida curto.

“Nossos produtos exigem conhecimento científico por parte do vendedor por causa
do perfil dos clientes, que são médicos. Para levar as informações de forma ética, o
CRM tem de ser muito sofisticado”, exemplifica o diretor de Desenvolvimento de
Novos Negócios da multinacional Roche, Flávio Zemella.

“Ferramentas como o Siebel CRM da Oracle permitem uma gestão ampla da área
de vendas. A Roche tem ainda um portal na internet, para transmitir dados do
pedido do cliente e receber seus retornos”, complementa o executivo. Segundo ele,
os laboratórios sempre foram pioneiros em tecnologias inovadoras como
ferramentas de vendas. “Hoje, estamos com um projeto piloto para que nossa
                                         33

equipe de vendas adote tablets. Já percebemos que esse dispositivo vai ajudar
muito no nosso contato com os médicos.”

“Em relação à TI, a indústria farmacêutica é mais arrojada que outros segmentos.
Só não supera os setores de seguros e de bancos. A maioria dos laboratórios já
tem, por exemplo, seu ERP consolidado, equipe e área de informática bastante
fortes”, reforça o diretor do Segmento Farmacêutico da Sonda Procwork, Carlos
Edilson Oliveira. “Na média, o setor está avançado. É maduro na utilização de TI e
já vive a segunda geração de aplicações, voltada para a otimização”, reforça
Pissuto, da IBM.

As regras
A RDC deverá provocar a adoção de sistemas eficientes. A resolução reforça os
papéis das áreas de TI e de Automação Industrial dos laboratórios. A agência quer
que todo o sistema esteja “enquadrado” para garantir que os medicamentos sejam
produzidos com qualidade.

Passou a ser exigido que a área de TI tenha infraestrutura mais robusta, que inclua
planos de contingência e recuperação de desastres etc. A legislação requer, por
exemplo, que haja um firewall interno nas redes dos laboratórios. Não basta mais
um, voltado para fora da rede. Essa adaptação muitas vezes implica na contratação
de equipes externas.

Sediada na cidade de São Paulo, a União Química é um laboratório de capital
nacional que trocou o sistema de ERP, já seguindo a metodologia de validação
imposta pela Anvisa. No ano passado, iniciou a adoção da tecnologia SAP, que foi
finalizada em janeiro de 2011. Apenas o projeto de troca do ERP custou cerca de 5
milhões de reais, incluindo a troca de estações e equipamentos. No entanto, a
adaptação do projeto à RDC da Anvisa custou mais 600 mil reais.

“Tivemos de readequar alguns equipamentos, criar um setor com a missão de
garantir a validação do sistema às exigências da agência. Contratamos também
uma consultoria especializada em validação de sistemas”, informou o gerente de
Tecnologia e Informação do laboratório, José Luiz Junqueira Simões.

Localizado em Toledo, no estado do Paraná, o laboratório Prati-Donaduzzi também
adotou solução SAP. Implementada pela Sonda Procwork, trouxe ganhos em
relação à visibilidade e ao gerenciamento dos processos, assim como na precisão
dos cálculos de custos e indicadores de rentabilidade. Segundo o gerente de TI da
empresa, Marcelo Fiorin, o laboratório já contratou equipe externa para validar seu
sistema implementado e, também, para novos software que estão atualmente
sendo adotados nas linhas de produção. “Para implementar o novo software,
estamos investindo cerca de 700 mil reais e, com o processo de validação,
devemos gastar mais 300 mil reais”, informa.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/negocios/2011/04/01/mudancas-regulatorias-na-
industria-farmaceutica-impactam-na-ti/#

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                                         34

08 de abril de 2011, às 09h08min

A importância dos meios de transportes para a logística
empresarial
No atual ambiente econômico, caracterizado pelos fenômenos da globalização e da
inovação tecnológica, a logística vem se transformando num dos principais
instrumentos para o aumento da competitividade empresarial. A cada dia surgem
novas tecnologias e abordagens gerenciais que impulsionam e tornam mais
importante a logística empresarial. Tal dinâmica impõe às empresas a necessidade
de revisão contínua de suas práticas gerenciais e operacionais, com o objetivo de
expandir as fronteiras da produtividade e atingir a excelência no atendimento aos
clientes. Acompanhar estas mudanças e liderar o processo de transformação
necessário para aperfeiçoamento da capacitação logística é um dos maiores
desafios dos executivos de topo das organizações vencedoras. Podemos afirmar
que em tempos de globalização e de alta competitividade empresarial, a logística,
hoje em dia, é sem sombra de dúvidas o grande diferencial em termos de gestão
administrativa.

Por JOSUÉ DE OLIVEIRA TEIXEIRA

Os sistemas de transportes de todo o mundo, seja de carga ou de passageiros,
sempre assumiu uma característica importante nas políticas gerenciais. Como é
sabido dos estudiosos em Administração, uma organização que necessite de algum
meio de transporte para defender seus objetivos, deve tratá-lo da mesma forma
que trata a compra de qualquer outra mercadoria: tomando como base a
qualidade, o preço e o serviço. Deve, pois, transportar seus produtos por meios que
garantam pronta entrega, com um mínimo de extravio ou dano à carga, que tenha
disposição para cooperar em caso de eventuais modificações, que cometa o mínimo
de erro no faturamento e assim por diante. Para tanto, o administrador deve saber
o seguinte sobre os possíveis meios de transporte que poderá contratar:

- Transporte Rodoviário: Os caminhões, as carretas, as caminhonetes e demais
veículos de carga rodoviários são responsáveis por 55% de todo o volume de carga
transportado no Brasil. Esta estatística talvez não seja tão representativa na Europa
e nos estados Unidos uma vez que os transportes ferroviários, marítimos, de
cabotagem e até mesmo aéreos são mais viáveis, dentro de um contexto
econômico, que no Brasil. As maiores vantagens trazidas por esse meio seriam o
preço competitivo, apesar de existirem meios mais baratos (ferroviários, marítimos,
cabotagem, etc.), o grande poder de interconectivdade, isto é, a grande capacidade
de se chegar onde quiser e aproveitar outros meios de transporte (por exemplo,
temos os casos de caminhões que embarcam em balsas para economizarem parte
de percurso),a velocidade de entrega, uma das maiores, e a sua capacidade de
carga, que abrange quase todas as necessidades. Por essas colocações, o
transporte rodoviário é o mais comum no Brasil e no mundo.

- Transporte Ferroviário: No Brasil, o transporte de cargas por ferrovias parece ser
de bom tamanho tendo em vista o tamanho da Federação, mas, apesar de muitos
projetos e incentivos governamentais, essa idéia anda cada vez mais para trás em
relação aos demais meios de transporte. A esperança maior fica por conta da
privatização das ferrovias brasileiras tentando tirar a ferrugem dos trilhos, muitas
vezes até virgens. A nível mundial poderíamos até dizer que é o mais utilizado,
sobretudo na Europa, Ásia e América do norte, onde os trilhos chegam a grandes
distâncias, facilitando a distribuição dos bens produzidos. O que podemos observar
é que o transporte ferroviário teve uma alavancagem bastante forte entre os anos
60 e 70, crescendo de 17% para 24% a sua participação no transporte de carga,
                                        35

principalmente nas cargas para longas distâncias, que é o forte do transporte
ferroviário. Mas vem perdendo terreno desde então. Sua conectividade é
relativamente boa para os transportes rodoviários e aquáticos. A capacidade de
carga é bastante elevada, o que atende sobretudo o mercado de extrativismo
mineral, como é o caso das duas ferrovias que atendem as necessidades da
Companhia Vale do Rio Doce, e agrícola, para escoar suas mercadorias para longas
distância e portos do país, como o de Santos - SP, abrindo o caminho para o
mercado exterior. É um transporte de considerável segurança mas exige uma
acomodação cuidadosa do produto durante o transporte. Em matéria de custo, está
competindo com o transporte rodoviário. O problema é que as tarifas dos meios de
transporte rodoviário chegam quase à equivalência das tarifas das ferrovias. Em
outros casos, os preços empregados chegam até mesmo a competir com os
transportes marítimos e de cabotagem, tido como os mais baratos. Assim, deve-se
observar que a força do transporte ferroviário está no transporte de cargas de alto
volume e que se destinem a grandes distâncias atendidas pela rede ferroviária.

- Transportes por Dutos: Sem dúvida alguma esse é o meio de transporte mais
barato que existe, mas é muito restrito ao material transportado: água(aquedutos),
derivados de petróleo (oleodutos) e gás (gasodutos). Apesar de ser um
investimento elevado, o retorno é praticamente seguro.

- Transporte Aéreo: Desde o término da Segunda Guerra Mundial o volume físico do
frete aéreo aumentou pelo menos 50%, embora a tonelagem total ainda seja
apenas uma fração muito pequena da transportada por ferrovias e caminhões (no
contexto mundial). O único fator que apresenta moderado crescimento é o fato de
as tarifas aéreas serem duas vezes mais altas que as cobradas pelas estradas de
ferro e linhas de caminhões. É óbvio que para algumas remessas, a velocidade é
fator importante e a expedição deve ser feita da forma mais rápida possível, quase
sem levar em conta os custos. Mas há, pelo menos, duas outras razões para o veloz
crescimento dos carregamentos aéreos: primeiro, as tarifas aéreas não são tão
altas como se aparentam. Na maioria dos casos é possível usar containers mais
leves e nem sempre é necessária qualquer tipo de embalagem. Em segundo lugar,
é notório que a utilização de fretes aéreos barateia consideravelmente os custos
desse meio de transporte. Devemos considerar, ainda, o fator segurança, que
certamente é bastante alto no transporte aéreo.

- Transporte Aquático: Como transporte aquático podemos citar o marítimo e o de
cabotagem.
O transporte marítimo é a maneira mais barata, e geralmente mais lenta, de
remeter qualquer mercadoria - particularmente em grandes cargueiros. Esse
transporte é preferido para grandes cargas e grandes distâncias, sobretudo
intercontinentais, por garantir uma ótima flexibilidade de rotas na maioria do
percurso.

A navegação de cabotagem, que é feita em rios ou costa marítima, é
razoavelmente utilizada no contexto brasileiro. É mais lenta porém mais barata que
o transporte aéreo, rodoviário ou ferroviário na maioria dos casos. São utilizados
pequenos cargueiros e balsas. O sucesso desta navegação depende das condições
geográficas da região a ser atendida e do tamanho e condições de navegação da
costa marítima visada.

A importância desse meio de transporte é tão considerada que o homem chega
mesmo a desafiar a natureza, como acontece no canal do Panamá, América
Central, onde o relevo acidentado deu lugar a uma passagem para navios através
de comportas e tanques d'água elevadiços. Já o Canal de Suez, no Egito, é tão
importante para o mundo que se fosse fechado , provocaria uma forte crise de
                                          36

petróleo no mundo, tendo em vista que ele está localizado em um ponto
estratégico, ou seja, na região do Oriente Médio.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/a-importancia-dos-meios-de-
transportes-para-a-logistica-empresarial/54021/

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Corredores cheios e reuniões de negócios marcam o segundo
dia da Intermodal
06 de abril de 2011 21:06 HORALOCAL

Executivos aproveitam o grande número de profissionais presentes para fechar
contratos e apresentar lançamentos. O ministro da SEP, Leônidas Cristino, também
marcou presença na feira e trouxe novidades para setor logístico

São Paulo, 6 de abril de 2011 /PRNewswire/ -- Uma verdadeira "onda de soluções".
Foi o que milhares de pessoas encontraram durante o segundo dia da 17ª edição da
Intermodal South America, a mais importante feira de negócios dos setores de
logística, transporte de carga e comércio internacional da América Latina. Um dos
grandes destaques do dia foi a presença do ministro Leônidas Cristino, da
Secretaria de Portos. Ele percorreu a feira e visitou diversos estandes para
conversar com empresários e autoridades presentes. Aproveitou também para
anunciar que o Governo Federal vai investir, nos próximos quatro anos, cerca de R$
500 milhões em inteligência logística. “Faremos muitos projetos, mas alguns já
estão bem adiantados como o Porto sem Papel e o Plano Nacional de Logística
Portuária (PNLP)”, ressaltou o Ministro.

Conferências - A programação desta quarta-feira da Intermodal começou logo pela
manhã com a "JOC - Infra Portos & Intermodal", um dos eventos paralelos da feira.
Temas como "Panorama do setor portuário" e "Porto de Santos" foram abordados.
"A Intermodal é fundamental para se criar uma cultura logística no País. É um
momento onde a comunidade do setor se encontra para discutir temas específicos
que fortalecem a atividade. Eu vejo que parte daqui uma verdadeira onda de
soluções para se aprimorar ainda mais o segmento", disse o presidente do Conselho
da Autoridade Portuária do Porto de Santos e secretário municipal de Assuntos
Portuários e Marítimos de Santos, Sérgio Aquino.

O diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ, Tiago Pereira
Lima, anunciou que a presidente Dilma Rousseff vai acelerar o processo de
implantação de uma política de navegação de cabotagem no País. Para ele, este
ainda é um modal pouco utilizado no Brasil e a ajuda do Governo Federal será
fundamental para mudar este quadro. "O projeto está em fase de discussões na
Casa Civil, mas creio que, ao ser aplicado, vai mostrar resultados em dois ou três
anos", disse Tiago.

Ainda durante a programação da "JOC – Infra Portos & Intermodal", o vice-
presidente da PIERS, Jeffrey Campbell, apresentou números que mostram uma
manutenção no ritmo de crescimento dos índices de exportação e importação nas
relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos (utilizando o modal portuário, nos
próximos dois anos).

A expectativa, segundo Campbell, é de que, em 2012, os EUA transportem para o
Brasil o equivalente a 340.992 TEUs, uma projeção superior em 1,82% em relação
a 2011, cujo as expectativas giram em torno de 334.906 TEUs. O Brasil, por outro
                                        37

lado, deve exportar para os EUA, em 2012, 319.912 TEUs, um crescimento de
2,80% as perspectivas para este ano, que são de 311.196 TEUs.

A manhã deste segundo dia da feira registrou, ainda, a continuidade de outro
evento paralelo, a "Intermodal Connection", que promoveu encontros e palestras
da Câmara de Comércio Brasil-Canadá.

Durante todo o segundo dia de realização da Intermodal os corredores estiveram
cheios e os estandes movimentados por reuniões de negócios. Além disso, outro
evento paralelo à feira, o Workshop Logiport, reuniu executivos e profissionais do
setor em torno de temas como "Descarbonização e logística reversa" e
"Investimentos em dragagem e PPPs".

Feira – O ambiente de sucesso da edição reflete na opinião dos participantes.
"Percebemos o aumento da presença de novas marcas na feira. Não podia ser
diferente. A Intermodal se consolida a cada ano como o principal centro de
exposição das marcas que utilizam o momento para apresentar suas novidades e
conhecer o que os outros estão fazendo. É a principal feira do segmento de
comércio exterior da América Latina", destacou o secretário executivo da
Associação Brasileira de Terminais e Recintos - Abtra, Matheus Miller.

O diretor comercial da MRS Logística, Sérgio Garcia, ressalta o caráter de
vanguarda do evento. "Encontramos aqui todos aqueles que utilizam os nossos
serviços e, principalmente, possíveis e potenciais clientes. Por conta disso, é na
Intermodal que apresentamos nossas novidades como o ciclo de expansão da
empresa previsto para os próximos 15 anos e todo o nosso processo de mudança
do modelo operacional", explicou.

Para o diretor executivo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários –
ANTF, Rodrigo Vilaça, a Intermodal é um momento único, onde fornecedores e
clientes conseguem se encontrar e estreitar relações. "A organização da Intermodal
está de parabéns pela qualidade dos expositores e a ampla participação de
representantes de outros países, que neste ano somam mais de 23 nacionalidades",
destaca Vilaça. "A feira é um local onde são alinhavados muitos negócios, que se
não são concretizados na ocasião, mais adiante são fechados".

Já o presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária - Abifer, Vicente
Abate, reforça que uma das maiores vantagens proporcionadas pela Intermodal é a
possibilidade de sinergia entre os representantes de todos os modais, já que a feira
reúne, além de empresas do transporte ferroviário, também do modal aéreo,
rodoviário e hidroviário. "É muito bom estarmos juntos, pois o mais importante
para o país é que sejam desenvolvidos projetos que contemple a multimodalidade",
afirma Abate.

Terceiro dia – O terceiro e último dia da Intermodal South America também será
movimentado. A programação começa logo cedo com a "Intermodal Connection",
com apresentação, a partir das 9 horas, do Brazilian-American Chamber of
Commerce of Florida. Na oportunidade haverá algumas palestras como "O poder do
acesso", com o Sales Managing Director da Fedex, Matthew Davies, e "Benefícios
Fiscais relacionados ao setor de logística", com Glaucia Lauretta e Renata Correia
Cubas, da Mattos Filho Advogados Associados.

Fonte: http://www.prnewswire.com.br/news/110400000117.htm

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07 de abril de 2011, às 14h20min
Logística e Comercio Eletrônico: nado sincronizado do
mercado atual
O comercio eletrônico ou e-commerce como é mais conhecido no mundo dos
negócios é a mais nova sensação do mercado varejista. Esse novo mercado é muito
dinâmico, mas também muito frágil e para tanto, torná-se forte com a presença de
uma logística estabilizada para dar suporte as vendas eletrônicas.

Por Carolina Celani

Pensar em comércio eletrônico e não pensar em logística é algo impossível de
acontecer. Esse casamento é fundamental para que uma loja virtual tenha o
sucesso garantido através da satisfação de seus clientes. Clientes estes, que só
querem segurança e desejam que seu pedido seja entregue conforme foi feito, no
tempo combinado, sem maiores surpresas.

Em poucos anos o e-commerce vem conquistado espaço no mercado a
desconfiança que antes pairava entre os "Consuminternautas", vem diminuindo
consideravelmente. Este tipo de comércio traz a comodidade de se fazer o pedido
em casa e percorrer vários lugares sem sair da sua poltrona em apenas alguns
cliques. Diante desse fato consumado no mercado mundial, as lojas tradicionais
estão levando a sério a célebre frase de que "se você não pode com o inimigo
junte-se a ele". Exemplos claros dessa atual situação são: casas Bahia, as Lojas
Americanas, Carrefour entre outras. Porém, o sucesso da praticidade que uma
compra pela internet proporciona de um lado, depende de uma cadeia muito bem
interligada do outro. Pois qualquer erro nesse mercado é fatal. Onde um depende
da ação do outro como uma orquestra bem ensaiada. Hélio Meirim afirma que o
não investimento nos processos logísticos poderá fazer com que todos os
investimentos realizados pelas empresas de comércio eletrônico sejam anulados
por uma entrega fora do prazo desejado pelo cliente. Quando se dá um prazo de
sete dias uteis a um cliente que mora em Manaus, precisa existir por traz desse
prazo todo um estudo de tempo e de custos, como principalmente ter aliados bem
conectados em toda a operação.

Um exemplo de sucesso desse novo mercado é o site Submarino, idealizado pelos
seus criadores em 1996, a empresa de razão social TBL S.A foi lançada em São
Paulo no ano de 1999, hoje, está presente em outros países de língua latina. O
Centro de distribuição de alguns mil metros quadrados e com cerca 700 mil itens,
distribuídos em 25 categorias disponíveis à venda, consegue de maneira precisa
entregar em todo o país com maestria. Em 2006, anunciou sua fusão com a
Americanas.com criando a nova empresa B2W Companhia Global de Varejo e foi
avaliada pelo Analista de Varejo Marcio Kawassaki em 8 bilhões de Reais. Diante
desses números fica claro que os investimentos em comércio eletrônico são
crescentes e que da mesma maneira deve ser feito investimentos paralelos em
Logística.

Na logística, envolvemos processos de armazenagem, estocagem, distribuição e
transporte e no Comércio eletrônico não basta só um site cheio de atrativos aos
clientes, como produtos, preços e variedades, mas também, ou melhor,
primordialmente, uma entrega eficaz garantindo a satisfação do cliente, ou quem
sabe até, o seu encantamento.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/logistica-e-comercio-
eletronico-nado-sincronizado-do-mercado-atual/54004/

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Maestra Navegação apresenta serviço de logística integrada
Noticiário cotidiano - Navegação
Qua, 06 de Abril de 2011 20:40

A Maestra Navegação e Logística, empresa do Grupo Triunfo Participações e
Investimentos, destina-se ao mercado nacional, com foco no transporte de
cabotagem, conforme apresentação de seu presidente, Fernando Real, durante a
Intermodal 2011, feira que está sendo realizada em São Paulo.

A companhia está habilitada a fazer tanto o transporte porto a porto, no qual o
cliente entrega a mercadoria no porto de origem e a recebe no porto de destino,
como também o transporte porta a porta, em que a empresa cuidará de toda a
logística, desde a coleta até a entrega da mercadoria.

- A idéia é oferecer um serviço de logística integrada, coordenando todos os braços
do transporte de cargas - disse, acrescentado que "60% a 70% do volume total
será no porta a porta".

Com um navio já em teste, o Maestra Atlântico, com capacidade para 1.356 mil
TEUS , e outro em fase de finalização de reparos, o Maestra Mediterrâneo, com
capacidade para 1.200 TEUS, a empresa, cujo aporte de investimentos realizado
pela Triunfo gira em torno de R$ 60 milhões, atenderá o mercado com quatro
embarcações, mantendo freqüência regular semanal. Com os embarcados, a
companhia terá cerca de 250 colaboradores.

A rotação dos navios Maestra começa em Navegantes, passa por Santos, Salvador,
Suape e Manaus.

- Teremos uma equipe de vendas da Maestra em todos os portos onde vamos
operar - informou Real, acrescentando que "embora seja uma empresa com perfil
jovem e ágil, a equipe é sênior na atividade".

Com grandes perspectivas de desenvolvimentos locais, principalmente nas regiões
Norte e Nordeste do país, e com o aquecimento do mercado doméstico, ele acredita
que os gargalos logísticos do Brasil podem ser superados com a cabotagem.

- As metas audaciosas do governo no transporte, tanto em redução de custos, bem
como em medidas mais ecológicas, podem ser alcançadas com a cabotagem,
beneficiadas pela longa extensão da costa brasileira e também devido às vantagens
no transporte marítimo de longas distâncias.

Segundo ele, a Maestra chega ao mercado para operar como um parceiro logístico e
não apenas como um transportador de contêineres.

Fonte: Monitor Mercantil

Fonte: http://portosenavios.com.br/site/noticiario/navegacao/9038-maestra-navegacao-
apresenta-servico-de-logistica-integrada

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                                        40

CeMAT South America: GKO Informática integra solução de
Business Intelligence ao GKO Frete
Módulo tem como objetivo dar maior variedade de modelos de aproveitamento de
dados do sistema ...

São Paulo, 07 de abril de 2011 – O software de gestão de fretes GKO Frete,
desenvolvido pela GKO Informática, empresa especializada em soluções de base
tecnológica para a área de logística com foco na gestão de fretes, vai ganhar
ganhar uma nova funcionalidade, o Business Intelligence (BI). Com isso, o GKO
Frete terá potencializada a inteligência de negócio para os gestores de transporte
que o utilizam no dia a dia.
A disponibilidade de um ambiente de BI agregará grande variedade de modelos de
aproveitamento dos dados do sistema, com apresentações de informações mais
ágeis e flexíveis. Será possível a criação de ambientes gerenciais que sintetizem,
em uma tela, gráficos de diversas naturezas, rapidamente reorganizados de acordo
com a visão desejada a cada momento.
“A GKO Informática poderá preparar templates para serem usados pelos usuários
do sistema ou poderá permitir que os usuários criem seus próprios templates,
conforme os níveis de demanda e investimento de cada empresa”, explica o diretor
comercial da GKO Informática, Ricardo Gorodovits, reforçando que o BI oferece
aquilo que a sigla promete, ou seja, a inteligência do negócio nas mãos dos
gestores de transporte.
Adicionalmente à função de Business Intelligence, a GKO Informática disponibilizará
no ambiente do GKO Frete uma tabela de frete via web, um recurso interessante
para aquelas empresas que pretendem ter um ambiente compartilhado com
transportadoras. Nesta tabela, as transportadoras poderão lançar os dados relativos
a preços para serem utilizados e validados pelos usuários do GKO Frete.
Para Gorodovits, esse recurso é particularmente interessante nos casos de
concorrências para estabelecer parcerias de longo prazo, em que as tabelas podem
não ser aproveitadas posteriormente para o dia a dia da operação, mas são
necessárias para que o sistema possa realizar simulações comparando preços e
alternativas de transportes. “No GKO FRETE a empresa embarcadora pode
disponibilizar o ambiente web para a transportadora, definindo o grau de
flexibilidade desejado na composição da tabela de preços, evitando limitações que
acabam por provocar sobre-preços no valor final do frete”.

Sobre a GKO Informática
Fundada em 1987, a GKO Informática se dedica ao desenvolvimento e ao apoio à
implantação de soluções de base tecnológica na área de logística e especializou-se
na área de gestão de fretes para embarcadores, segmento no qual atua com seu
principal produto, o software de gestão de fretes GKO FRETE. A empresa oferece
serviços de consultoria e ministra cursos aos embarcadores sobre como contratar e
administrar fretes para gerar lucros. O software GKO FRETE foi eleito a Marca Líder
em software TMS nos anos de 2006, 2007, 2008 e 2009 em premiação promovida
pela revista IntraLogística, editada pelo Instituto IMAM. A GKO Informática foi
eleita “Protagonista da Logística” pela Aslog em 2009, na comemoração do décimo
aniversário da Associação que representa os profissionais de logística.
A GKO estendeu as aplicações do GKO FRETE aos segmentos de serviços, varejo e
portais da internet que oferecem serviços de cotação de fretes, intensificando
também sua atuação junto aos operadores logísticos. A empresa oferece a
modalidade de terceirização de infraestrutura (hardware e software) para seus
clientes, o que permite aos clientes o acesso ao GKO FRETE via internet no modelo
Saas. Mais de 200 empresas implementaram a ferramenta para gerenciar seus
fretes, entre elas Adidas, Danone, Mabel, Melitta, Parmalat, Volkswagen, Volvo,
Schulz, Chevron, BR Distribuidora, Amanco, Natura, DPaschoal, Mabe, Panasonic,
GKS, Novartis, Roche, Mantecorp, Syngenta, BIC, Oi, Teka, Carrefour, WalMart,
Coteminas, Record, Saraiva, O Boticário, entre outras.
                                         41

Em 2011, a GKO Informática espera crescer 20% em relação a 2010.

Mais informações

Manchete Editorial Comunicação
Andrea Espírito Santo
Assessora de imprensa
Rua Pageu, 48 – Vila Mariana
São Paulo – SP – CEP 04139-000
Telefone: (11) 5587-3539/ (11) 8263-4543
e-mail: andrea.espiritosanto@ig.com.br

Fonte: http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=1709

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Avicultura Industrial - Quarta-feira, 06 de abril de 2011 08:19
Logística em pauta

O Diretor Administrativo e Financeiro da União Brasileira de Avicultura (Ubabef),
José Perboyre, participou hoje (05) de encontro com representantes da Embaixada
da Holanda no Brasil, empresários holandeses do setor de supply chain e membros
do Holland International Distribution Concil (HIDC), entidade representativa da
cadeia produtiva de abastecimento daquele país. O encontro ocorreu na sede da
Ubabef, em São Paulo (SP).

Na oportunidade, o Diretor da Ubabef apresentou um panorama sobre a avicultura
brasileira, com dados referentes à produção e exportação, informações sobre polos
de produção e os diferenciais que fazem da avicultura brasileira líder mundial nos
embarques de frangos, como sanidade, qualidade e sustentabilidade.

Durante o encontro, os representantes do HIDC elencaram as características
logísticas e as vantagens em se utilizar os portos holandeses – como o de
Rotterdam, principal porto do país, responsável pelo transporte de 37% das
importações do país - como portão de entrada para distribuição na Europa.
Destacaram ainda, dados gerais sobre a União Europeia como maior mercado
mundial.

“Foi uma excelente oportunidade para discutirmos questões de logística, que hoje é
um dos itens primordiais na pauta de trabalho da Ubabef. Os holandeses detém um
amplo know how neste sentido e, exatamente por isto, esta aproximação será de
grande valia para o setor logístico das agroindústrias avícolas”, destaca José
Perboyre.

Fonte:
http://www.aviculturaindustrial.com.br/PortalGessulli/WebSite/Noticias/logistica-
em-pauta,20110406093216_Q_069,20081118093812_F_643.aspx

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[BR Week] Logística promocional: Um mercado de US$ 1
bilhão para quem fornece ao varejo
ESCRITO POR THIAGO BORGES
QUA, 06 DE ABRIL DE 2011 15:51

Banners, folders, faixas, cartazes, estandes, displays... Segundo o Popai, 87% dos
consumidores decidem sobre o que comprar no ponto de venda – influenciados
pelas informações que recebem logo que entram nas lojas.

Tão importante quanto ter peças que impulsionem o consumo em exposição é ter
alguém para armazená-las e entregá-las nos estabelecimentos comerciais a tempo
de fazer uma campanha bem sucedida. E há um mercado gigantesco por trás disso
– estima-se que o setor de logística de materiais promocionais fatura US$ 1 bilhão
                                             ao ano no Brasil.

                                             E essa cifra deve continuar
                                             aumentando. A Bauducco vai triplicar
                                             a verba disponível para essas ações
                                             até o fim do ano, em comparação com
                                             2009; a Akzo Nobel quer dobrar a
                                             verba para essa área; e a JBS, que
                                             planeja crescer 20% este ano,
                                             também vai investir em merchandising
                                             nas lojas.

                                          Quem sairá ganhando é Flavio
                                          Augusto, diretor-presidente da Autlog
                                          – empresa de logística especializada
no armazenamento e transporte de peças promocionais – que tem todas as
companhias citadas acima como clientes.

Criada em fevereiro de 2010, a companhia entrou em operação em abril com um
único cliente: a Akzo Nobel. Nos primeiros oito meses, faturou R$ 5 milhões. Para
2011, a expectativa é crescer 300% e chegar a R$ 20 milhões em receita, após
conquistar as contas de outras sete companhias (entre elas, Vivo, Cargill e Ceras
Johson). “Só de material da Adidas, eu tenho R$ 4 milhões em estoque”, diz Flavio.

De olho na Copa do Mundo de 2014 e na Olimpíada de 2016, a fornecedora de
artigos esportivos vai mudar toda a comunicação visual no País ainda este ano e,
para isso, quadruplicou seus investimentos nessa área. As lojas da rua Oscar Freire
e no Shopping Eldorado, em São Paulo, por exemplo, receberam materiais
produzidos em Praga (República Tcheca).

Faz pouco tempo que Flavio enxergou a oportunidade de se investir no setor. Ele
trabalha desde 1995 entre as áreas de marketing promocional e logística. Após
organizar eventos e gerenciar transportadoras, decidiu abrir a própria empresa no
final de 2008, seguindo o conselho de quem via muita desorganização e falta de
profissionalismo na área.

“Elas não conseguem entregar o que prometem”, conta Flavio, dizendo que os
executivos não compreendem que para certas ações é preciso ir além do horário
comercial. Ele garante sua média de pontualidade na entrega é de 98%, contra 70
a 80% do restante do mercado.

O armazém da Autlog, localizado em Cotia, tem 5 mil posições e está sendo
                                         43

ampliado para poder contar com 8,7 mil posições. Com 70% da capacidade
ocupada, Flavio completa que a expansão da planta é necessária para suportar a
crescente demanda dos atuais clientes.

Oportunidades em debate

Com uma economia em ascensão e eventos de grande porte à frente, uma das
pontas da cadeia varejista que mais devem ser impactadas é a logística. Verificar
quais as oportunidades existentes é o mote principal do Brazilian Retail Week (BR
Week), evento inédito que vai tratar sobre o que acontece de mais importante no
mercado durante três dias.

A revista Consumidor Moderno NOVAREJO e a Padrão Eventos convidam a
comunidade do setor para discutir “A reinvenção do varejo na era das
oportunidades”, haja visto que só em 2010 o varejo teve sua maior alta em nove
anos - 10,9%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre 24 e 26 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, as personalidades
mais influentes da comunidade do varejo e um leque de entidades e associações
vão se reunir para analisar o novo cenário e propor caminhos inovadores para o
crescimento sustentável do setor no país.

Para saber mais, acesse o site do evento: www.brweek.com.br
Fonte: http://www.revistanovarejo.com.br/varejo-em-foco/pesquisas-e-fluxo-do-
varejo/1412-br-week-logistica-promocional-um-mercado-de-us-1-bilhao-para-quem-fornece-
ao-varejo

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Jornal Floripa - 15/03/2011 às 17h19min - Atualizada em 15/03/2011 às 17h19min
Petrobras dobrará capacidade logística para pré-sal, diz
gerente

A exploração do petróleo no pré-sal exigirá que a capacidade logística da Petrobras
dobre de tamanho, e os gastos da empresa para atender a demanda vão crescer
quase na mesma proporção, segundo o gerente-geral de Logística da estatal,
Ricardo Albuquerque.

A estimativa da empresa é de que a logística cresça 30% em dois anos e 100% em
cinco anos. "Nosso crescimento logístico será espantoso. A produção de petróleo vai
dobrar em uma década, mas para se chegar a isso é preciso dobrar a logística num
prazo menor", disse o gerente-geral da estatal em entrevista, durante evento no
Rio.

Os valores envolvidos na ampliação da logística não foram revelados, mas a
previsão é de que os gastos nessa área avancem no mesmo nível do crescimento
esperado. "Não podemos esquecer o ganho de produtividade ao longo do processo,
mas os gastos devem crescer quase na mesma proporção", disse a jornalistas o
executivo, após palestra no Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef).

Segundo ele, só o transporte de pessoas deve dobrar de 750 mil para mais de 1,4
milhão/ano até 2016 para atender a produção do pré-sal. O número de
embarcações de apoio também deve aumentar das

atuais 240 para cerca de 500 até 2016. "A maioria dessa embarcações será
                                          44

contratada, e estamos estudando a possibilidade de construção de 'hubs' no mar
para fazer o transporte de profissionais. Eles iriam de barco até o 'hub' e depois
seguiriam de helicóptero para a plataforma", afirmou ele.

A empresa já tem quatro "hubs" de diesel em mar para alimentar as embarcações e
as plataformas da empresa, e a previsão é de que até 2016 sejam construídos mais
dois desse tipo. Para atender a produção do pré-sal, a empresa pretende ainda
construir novos aeroportos, expandir os já existentes e construir sozinha ou em
parceria terminais portuários pelo país.

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/economia/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=1695

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