Aula Rinites 2

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					RINITES


      Prof. Carlos R. Ballin
            RINITES
   Definição :
Processos inflamatórios da mucosa
 nasal
     RINITES - CONCEITO
Alta incidência   Idade
                  Sexo
                  Raça
Solidariedade Anatomofisiológica
                 Fossas nasais
                Cavidades Paranasais
                Tuba auditiva
                Vias aéreas inferiores
Manifestações nasais
Complicações
        RINITES
CLASSIFICAÇÃO CLÍNICA

      AGUDAS
      CRÔNICAS
             RINITES AGUDAS
RINITE CATARRAL AGUDA
RINITES AGUDAS DO LACTENTE
   SIMPLES       FIBRINOSA OU PSEUDOMEMBRANOSA
   GONOCÓCICA    SIFILÍTICA

RINITES AGUDAS DAS DOENÇAS INFECCIOSAS
   SARAMPO             DIFTÉRICA

   ESCARLATINA

RINITE VESTIBULAR
              RINITES AGUDAS
RINITE CATARRAL AGUDA
  RESFRIADO COMUM
  EPIDÊMICA
 RINOVÍRUS          DIMINUIÇÃO DA ATIVIDADE CILIAR



        EXACERBAÇÃO DE SAPRÓFITAS
    Estreptococos         BACILO DE PFEIFFER

    Pneumococos           Haemophilus influenzae

    Branhamella catarrhalis
     RINITE CATARRAL AGUDA
FATORES ORGÂNICOS PREDISPONENTES
   POLUIÇÃO
   TEMPERATURA              DEFICIÊNCIAS
   UMIDADE                  OUTRAS
   FADIGA

DISTÚRBIOS VASOMOTORES DA MUCOSA NASAL
   ISQUEMIA                       INFECÇÃO
   DIMINUIÇÃO DA SECREÇÃO MUCOSA

   DIMINUIÇÃO DA LIZOSIMA

   ANULAÇÃO DA ATIVIDADE CILIAR
  RINITE CATARRAL AGUDA
SINTOMATOLOGIA ( INICIAL )
    CORIZA          ELEVAÇÃO DE TEMPERATURA
    CALAFRIOS       RINORRÉIA AQUOSA
    ASTENIA
   RINITE CATARRAL AGUDA
SINTOMATOLOGIA                ( EVOLUÇÃO )
   EXSUDATO AMARELADO / CATARRAL / PURULENTO
  TOSSE                  LACRIMEJAMENTO
  OBSTRUÇÃO NASAL        CONJUNTIVITE LEVE ( EVENTUAL)
  RESPIRAÇÃO BUCAL       ALTERAÇÃO DO SONO
  SECURA DA FARINGE
   SENSAÇÃO DE PESO / DESCONFORTO NA FACE
       OBSTRUÇÃO DE ÒSTIOS
  OBSTRUÇÃO DA TUBA AUDITIVA     LASSIDÃO

  MAL ESTAR

  DORES MUSCULARES               ARREPIOS
      RINITE CATARRAL AGUDA
Duração: 8 – 12 dias       Fase Resolutiva

     Diagnóstico       -      FÁCIL

DIFERENCIAL - Rinite Alérgica Nasal
   - Não epidêmico
   - Não infeccioso
   - Coriza esbranquiçada - Aquosa
        RINITE CATARRAL AGUDA

• COMPLICAÇÕES
   • Sinusites
   • Otites
   • Faringite
   • Laringite
   • Traqueobronquites
 – Anosmia transitória
      RINITES AGUDAS DO LACTENTE
RINITE AGUDA SIMPLES
 – Mais graves
 – Fossas nasais exíguas
 – Obstrução nasal absoluta
 – Dificuldade em mamar
 – Alteração na Hematose
 – Sono Agitado
 – Respiração ruidosa       Dispnéia
 – Complicações
       • S.O.F.L.T.
       • Digestivas - Dispepsias / Enterites ( Pirofagia )
      RINITES AGUDAS DO LACTENTE
RINITE GONOCÓCICA
 – Contágio no parto / 2ário a conjuntivite
 – Secreção amarelado esverdeado
 – Exame de mucosa - vermelha
 – Ulcerações de mucosa e lábio superior
 – Cicatrizes
 – Diagnóstico = Bacterioscopia
     ( Diplococo de Neisser )
      RINITES AGUDAS DO LACTENTE

 RINITE SIFILÍTICA


–3a semana após nascimento
–Outros estigmas de LUES hereditária
–Resiste ao tratamento usual das
                       RINITES
      RINITES AGUDAS DO LACTENTE
 RINITE FIBRINOSA OU
PSEUDOMEMBRANOSA
– Por bactérias    Estreptococo
                  Pneumococo
                  Estafilococo
– Diagnóstico : Bacterioscopia e Cultura
– Diferencial com Rinite DIFTÉRICA
  • Cultura sem o bacilo de LOEFFLER
  • Excepcional nessa idade
  • SORO ANTIDIFTÉRICO É INEFICAZ!!!
      RINITES AGUDAS DAS DOENÇAS
              INFECCIOSAS
RINITE DO SARAMPO
–    Junto conjuntivite catarral
–    Clássico “ catarro oculonasal ”
–    Fase de instalação
    RINITE DA ESCARLATINA
–    Rara entre nós
–    Fase inicial ou resolutiva
–    Sem características especiais
–    Formas graves         úlceras e erisipela do
                                  lábio superior
    RINITES AGUDAS DAS DOENÇAS
            INFECCIOSAS
• RINITE DIFTÉRICA
  – Raríssima
  – Rinorréia purulenta bilateral
      • Por vezes sanguinolenta ou epistaxe
  – Lesões diftéricas no lábio superior
  – Rinoscopia        Pseudomembranas
  – freqüente comprometimento estado geral
  – Pode ser insidiosa e até despercebida
  – DIAGNÓSTICO            Exame bacteriológico
                      ( Bacilo de LOEFFLER )
  – Complicações - Paresias / Paralisias
              RINITE VESTIBULAR

• Escoriação / Fissuras da pele
• Infecção 2ária
• Causas : - Assadura - Coriza
                     - Exsudato
          - Trauma ungueo digital
           - Lenços
• Complicações
  – Impetigo – vesículas
  – Furúnculo ( Estafilo ) RISCO!
  – Erisipela ( Estrepto )
     TRATAMENTO DAS RINITES AGUDAS
• RINITE CATARRAL AGUDA
 – Medicação sintomática
    • Instilações vasoconstritoras
    • Instilações desinfetantes
 – Melhorar obstrução nasal / permitir sono
 – Efeito rebote / dependência
 – Medicação diaforética geral( Aspirina / chá / Leite )
 – Descongestionantes nasais sistêmicos / V.O.
 – Vitamina C
 – Repouso
 – Anti histamínicos
 – SSI – Ph e função ciliar
        TRATAMENTO PROFILÁTICO
           ( Crises de repetição )
•   Remoção de adenóides
•   Amígdalas palatinas infectadas
•   Cornetos hipertrofiados
•   Correção de desvio de septo
•   Imunológica
•   Estado geral
•   Outros
         TRATAMENTO DA
    RINITE AGUDA DO LACTENTE

•   Tratamento de Urgência
•   Desobstruir fossas nasais
•   Antitérmico
•   Antiinfeccioso
•   Evitar complicações
•   Aspirar secreções nasais
•   Outras
           TRATAMENTO DA
      RINITE AGUDA DO LACTENTE

• RINITES AGUDAS ESPECÍFICAS DO
  LACTENTE


   • GONOCÓCICA        Penicilina / Sulfa

   • LUÉTICA          Penicilina

   • DIFTÉRICA        Soro Anti - Diftérico
      RINITES CRÔNICAS

•   MUCOPURULENTA
•   HIPERTRÓFICA
•   ATRÓFICA
•   ALÉRGICA
•   VASOMOTORA ( IDIOPÁTICA )
•   MEDICAMENTOSA
•   OUTRAS
           RINITES CRÔNICAS – Causas
• Secundária a agudas subentrantes
   ou mal cuidadas
• Causas locais      Drenagem
   –   Desvio de septo
   –   Adenóides
   –   Hipertrofia de cornetos
• Fatores gerais
   –   Diabetes
   –   Insuficiência hepática
   –   Avitaminoses
   –   Deficiências imunitárias
         RINITES CRÔNICAS – Causas

•   Profissões
     –   Químicos
     –   Serralheiros
     –   Mineiros
     –   Outras
•   Poluição atmosférica
     – Gases tóxicos
     – Micropartículas
•   Barreiras naturais de defesa vencidas
             RINITE MUCOPURULENTA
                 MUCOCATARRAL
    RINORRÉIA Amarelo – esverdeada
    OBSTRUÇÃO NASAL – permanente /
                         intermitente
•   Na Cça  Crostas
           Fissuras
           Dermatoses
           Vestíbulo e lábio Superior

• Uni ou Bilateral
            RINITE MUCOPURULENTA
                MUCOCATARRAL
• Rinoscopia        Exsudato sobre a mucosa
  – Mucosa flácida e depressível
  – Do róseo pálido ao avermelhado
• Histopatológico
  – Epitélio se transforma em Cubóide / Estratificado
  – Queda dos cílios vibráteis
  – Esclerose inflamatória
  – Até ATROFIA
         RINITE MUCOPURULENTA
             MUCOCATARRAL

• Complicações
  – Laringotraqueobronquites “ descendentes”
  – Dispépticas - ( Pirofagia )
  – Sinusites
  – Otites Médias
          RINITE MUCOPURULENTA
              MUCOCATARRAL
•   Tratamento local
     – Instilações de soro fisiológico
     – Aplicações tópicas de vitamina A
     – Remoção de focos sépticos
     – Lavagens nasais – SSI morna
       RINITE MUCOPURULENTA
           MUCOCATARRAL

• Tratamento geral
   –   Mais importante
   –   Estimular condições gerais de defesa
   –   Superalimentação
   –   Vitaminas A e D
   –   Vida ao ar livre
   –   Evitar fumo e Alcool
   –   Outras
                    RINITE HIPERTRÓFICA
• OBSTRUÇÃO NASAL - Permanente
                          Intermitente
  – Rinite em báscula
  – Piora com - Variações da temperatura
               - Variações atmosféricas
               - Decúbito
  – Complicações : ( Semelhantes )
     • Cefaléia
     • Dores faciais           Sinus Vacuum
                   RINITE HIPERTRÓFICA
• RINOSCOPIA

 – Recente - Mucosa túrgida
           - Hiperemiada
           - Se retrai com adrenalina tópica

 – Antigas    - Mucosa empalidecida ou violácea
              - Superfície mamelonada
              - Retrai pouco com adrenalina
             - Mais firme e fibrosa ao toque
           RINITE HIPERTRÓFICA
Proliferação de tecido conjuntivo mais em
cornetos inferiores    Degeneração
                       MIXOMATOSA
  COUVE FLOR ─ VIOLÁCEO
  MAMELONADO
– VÁLVULA OBTURADORA das coanas
– Distúrbios Respiratório na Expiração
– Pode obstruir TUBA
            RINITE HIPERTRÓFICA
Tratamento
– Na Criança – Instilações com S.F.
              Remover adenóides e outros
              Evitar intervenção sobre a mucosa
– No Adulto Galvanização linear de cornetos inf.
            Eletrofulguração com agulhas finas
            Turbinoplastias ( ↓ Óssea )
            Injeções esclerosantes – NÃO!!
            Turbinectomias parciais
            Crioterapia
            Laser
            RINITES CRÔNICAS

• RINITES ATRÓFICAS


     • Rinite Atrófica SIMPLES

     • Rinite Atrófica OZENOSA
          RINITE ATRÓFICA SIMPLES
•   Amplitude exagerada das fossas nasais
•   Certo grau de atrofia da mucosa
•   Sequela de Rinites Infecciosas
•   Pós intervenções cirúrgicas
•   Inalação crônica de:
    – Gases tóxicos
    – Partículas
• Olfato preservado
• Sem crostas
• Sem fetidez
   RINITE ATRÓFICA OZENOSA / OZENA
• TRÍADE - ATROFIA OSTEOMUCOSA
             CROSTAS
             FETIDEZ CARACTERÍSTICA
  – Início insidioso - despercebido
  – Evolução lenta e progressiva
  – Osteíte rarefaciente + reabsorções lacunares ≈
                                      Osteomalácia
  – Atrofia conjuntivo vascular e glandular
  – + frequente no sexo feminino e na puberdade
  – Excepcional após 45 anos
  RINITE ATRÓFICA OZENOSA / OZENA
– + em subalimentados
– Pode ser precedido de fase HIPERTRÓFICA
– CACOSMIA OBJETIVA
– Atrofia de terminações do nervo olfatório
– Fadiga do nervo
– Sensação subjetiva de falta de ar
– Crostas amarelo esverdeada
– Pirâmide óssea nasal pode atrofiar – Binóculo
– Complicações múltiplas
     RINITE ATRÓFICA OZENOSA / OZENA
• ORIGEM : Teorias - Trigêmea
                - Endócrina
                - Infecciosa ( Klebsiella ozenae)
  – TRATAMENTO
     •   Amolecimento e remoção das crostas
     •   Pulverizações oleosas
     •   Lavagens mornas – SSI
     •   Doença retorna curso evolutivo
     •   CIRÚRGICO – Redução da amplitude
         das    fossas nasais
  – Freqüente no passado - Hoje RARA
             RINITE ALÉRGICA
           RINOPATIA ALÉRGICA
• Manifestação nasal de ALERGIA
• Alérgenos
• Sensibilidade individual
• Respostas exageradas
• Reação do tipo I ( Gell e Coombs)
• IgE
              RINITE ALÉRGICA

– SINTOMAS
    •   Espirros
    •   Coriza        Vários lenços
    •   Obstrução nasal       + frequentes
    •   Prurido nasal
    •   Lacrimejamento
    •   Prurido ocular
    •   Tosse
    •   Perda do paladar
           RINITE ALÉRGICA
• HISTÓRIA          É importante
   – Crônica
   – Melhora com vasoconstritor tópico
   – Sintomas freqüentes
   – Antecedentes familiares
                RINITE ALÉRGICA
• EXAME CLÍNICO
   – RINOSCOPIA
      • Hipertrofia de cornetos
      • Palidez de mucosa
      • Eventuais pólipos +
        claros, moles
      • Secreção clara abundante
                   RINITE ALÉRGICA
• DIAGNÓSTICO
   • Essencialmente CLÍNICO
 –Laboratorial
   • Dosagem de IgE - Variabilidade
   • Testes alérgicos - INTRACUTÂNEOS =
                         Intradérmicos
                      EPICUTÂNEOS - Escarificação
                        Punctura – PRICK SKIN TEST
   • RAST = Radio Alergo Sorbent Test
   • Citológico Nasal = Eosinófilos
   • Hemograma
   • Dosagem de Imunoglobulinas A, E, M G
         RINITE ALÉRGICA


•   TRATAMENTO


    – Higiene ambiental
    – Medicamentoso
    – Imunoterápico
                RINITE ALÉRGICA
• TRATAMENTO MEDICAMENTOSO
   • Anti Histamínicos Clássicos – Antagonistas H1
   • Anti Histamínicos não clássicos
      – Astemizol          - Epinastina
      – Cetirizina         - Fexofenadina
      – Cetotifeno        - Loratadina
      – Ebastina           - Desloratadina
   • Descongestionantes    - Catecolaminas
                        - Imidazólicos
           RINITE ALÉRGICA
• Anticolinérgicos ( Brometo de Ipratrópio )
• Cromoglicato dissódico
• Corticosteróides
• Outras
• CIRÚRGICO – Sobre os cornetos
• COMPLICAÇÕES – OMA
               RINOSSINUSITES
                      ASMA
                      CRANIO FACIAIS
             RINITE VASOMOTORA
               RINITE IDIOPÁTICA
• RINITE NÃO ALÉRGICA PERENE
• RINITE ESPASMÓDICA
• + DE 9 MESES / ANO      TODO O ANO OU
                              TEMPORÁRIA
• SINTOMAS - Obstrução nasal
                   SINTOMA DOMINANTE
            - Secreção nasal / retronasal
           - Espirros
             RINITE VASOMOTORA
               RINITE IDIOPÁTICA
• Rinopatia Gravídica
• Conceito de Hiper reatividade - 1910
• Hiper Reatividade Nasal
    •   IRRITANTES AMBIENTAIS
    •   POLUIÇÃO
    •   MUDANÇCAS CLIMÁTICAS
    •   MUDANÇAS EMOCIONAIS
• Sistema Simpático e Parassimpático
  envolvidos
• Sintomas exacerbados - Sem causa aparente
              RINITE VASOMOTORA
                RINITE IDIOPÁTICA
• DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL C/ RINITE
    ALÉRGICA                 DIFÍCIL
  – Importante Diferencial    Tratamento diferente
  – Clínica    Hiper Reatividade
  – Testes Alérgicos Negativos
  – Citológico Nasal SEM EOSINOFILIA = NORMAL
         RINITE VASOMOTORA
           RINITE IDIOPÁTICA
• TRATAMENTO           Restabelecer equilíbrio
                      vasomotor
  • Sintomático
     –Descongestionante Sistemicos
     –Corticoesteróides tópicos           Não
                                          Responde
     –Corticoesteróides Sistêmicos        Bem
     –Instilação de Soro Fisiológico
  • Galvanocauterização de cornetos - Cordão
                                       cicatricial
    Fibroso
          RINITE MEDICAMENTOSA
• Uso PROLONGADO de vasoconstritores nasais
• “ EFEITO REBOTE “ de Sprays e Gotas
 Adrenérgicas
 –Dependencia de MEDICAMENTO
• Por Fármacos
    •   ANTI HIPERTENSIVOS
    •   VASODILATADORES
    •   RESERPINA
    •   ANTIDEPRESSIVOS
    •   ANTICONCEPCIONAIS ORAIS
    •   ESTRÓGENOS
      RINITES ESPECÍFICAS DAS
      GRANULOMATOSES NASAIS
• TUBERCULOSE
  – Secundária a Tb PULMONAR
  – Porção ântero inferior do SEPTO
  – Exame bacterioscópico do Exsudato
  – Bacilo de Koch
  – Biópsia      Folículos de Küster
        RINITES ESPECÍFICAS DAS
        GRANULOMATOSES NASAIS
• SÍFILIS ( LUES )
  – LUES TERCIÁRIA
  – HOJE EXTREMAMENTE RARA
     • PORÇÃO ÓSSEA DO SEPTO
     • NARIZ EM SELA
     • DACRIOCISTITES
     • VDRL (Fixação de complemento )
     • IMUNOFLUORESCÊNCIA ( FTA-ABS )
       RINITES ESPECÍFICAS DAS
       GRANULOMATOSES NASAIS
• ESCLEROMA
 – ALARGAMENTO DA PIRAMIDE NASAL
 – ESTREITAMENTO DAS NARINAS
 – BACILO DE FRISCH = Klebsiella rinoescleromatis
 – BIÓPSIA : Células hidrópicas e vacuoladas de
         Mikulicz que contém a Klebsiella
 – Corpúsculos de Russel
      RINITES ESPECÍFICAS DAS
     GRANULOMATOSES NASAIS
•   LEISHMANIOSE
     – Leishmania brasiliensis
     – Localização cutâneo mucosas
     – Sempre secundárias às cutâneas
     – Invade e destrói Narinas
                     Lábio Superior
                     Pirâmide nasal
     – Biópsia
     – Intradermoreação de Montenegro
       RINITES ESPECÍFICAS DAS
       GRANULOMATOSES NASAIS
•   BLASTOMICOSE
•   Paracoccidioides brasiliensis
•   Secundária a lesões de PELE e BOCA
•   BIÓPSIA
•   RINOSPORIDIOSE
•   Rhinosporidium seeberi ( Fungo )
•   Pólipos de Mucosa
•   BIÓPSIA ⇒ Presença de FUNGO
     RINITES ESPECÍFICAS DAS
     GRANULOMATOSES NASAIS
• LEPRA ( MAL DE HANSEN )
  – Mycobacterium leprae
  – Comprometimento nasal é comum na LEPRA
        lepromatosa
  – FÁCIES LEONINA ⇒ Alargamento Nasal
  – Bacteriologia Nasal ⇒ Bacilo de Hansen
  – Biópsia
  – Reação de MITSUDA E FERNANDEZ
  – Risco de transmissão
     RINITES ESPECÍFICAS DAS
     GRANULOMATOSES NASAIS
GRANULOMATOSE DE WEGENER
   (GRANULOMA DE LINHA MÉDIA )
•   Doença Auto Imune
•   Granuloma necrotizante
•   Necrose do Septo
•   Comprometimento RENAL E
 PULMONAR
•   Fatal se não tratada
•   Biópsia nasal

				
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posted:2/18/2012
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