ORIENTA��O METODOL�GICA by E8oom2R

VIEWS: 139 PAGES: 53

									                         ORIENTAÇÃO METODOLÓGICA

                  ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

INTRODUÇÃO
       A criança principalmente na primeira infância desenvolve-se seguindo determinadas
etapas evolutivas; entra em ritmos diferentes se comparada à outra criança de mesma idade
cronológica.
       Nos primeiros dois anos de vida é a fase em que a criança está mais voltada a
assimilar os estímulos do meio que a cerca, de acordo com as necessidades inerentes à sua
idade.
       É capaz de executar movimentos de preensão que lhe facilitam a possibilidade de
escrever ou manipular objetos e instrumentos. Toda essa herança biológica permite à
criança agir sobre o meio, aprender certas relações, analisar este meio e até mesmo
modifica-lo.
       Algumas pessoas pela influência que exercem sobre a criança, transmitem-lhe
padrões sociais. Os membros família fazem parte desse grupo significativo para a criança.
É o grupo primário responsável por liames emocionais intensos e pela caracterização de
padrões de comportamento, posições e papéis que a criança assume frente à sociedade.
       Os professores são por assim dizer agentes importantes de socialização, à medida
que se tornam modelos significativos conseguem estabelecer liames emocionais com os
alunos e aproximar a família da escola.
       A família, a escola e a comunidade, através de seus membros e serviços se inter-
relacionam à medida que trocam experiência e informações.




          PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA


          ASPECTO                  ASPECTO                    ASPECTO SÓCIO-
         BIOLÓGICO               PSICOLÓGICO                    CULTURAL


                                     AFETIVO
                                    EMOCIONAL                               CONHEC. DO
                                                      SOCIALIZAÇÃO          MEIO FÍSICO
   NUTRIÇÃO           HIGIÊNE
                                        COGNITIVO
              SAÚDE                        O

                     PERCEPTIVO        LINGUAGEM         RACIOCÍNIO
                       MOTOR                               LÓGICO-
                                                         MATEMÁTICO
ESTRUTURA CURRICULAR
  A- PRESSUPOSTOS

   A criança é um ser humano em desenvolvimento, ou seja, sofre mudanças
anatomofisiológicas e psicológicas que se processam continuamente em estruturas cada vez
mais complexas, produzindo um todo unificado e dinâmico. O desenvolvimento é, pois, um
processo que se baseia numa seqüência de fatos biológicos, psicológicos e sociais,
estreitamente inter-relacionados.
         Durante a sua evolução, a criança alcança, nas suas diversas funções, níveis que se
aproximam de auto-regulação e estabilidade cada vez maiores.
         Existem períodos críticos para o desenvolvimento de certos órgãos e funções, e é
possível que interferências negativas durante esses períodos, possam prejudicar o
desenvolvimento normal, ocasionando deficiências ou disfunções permanentes. Muitos
desses períodos localizam-se na infância, em especial na fase de 0 a 6 anos. Daí decorre a
importância dessa faixa etária em todo programa educacional e assistencial.
         Se quisermos controlar e aumentar o ritmo de desenvolvimento de uma criança,
temos que conhecê-la, identificando e analisando os vários fatores que contribuem para o
seu desenvolvimento. Teríamos aqui a considerar, a sua constituição biológica, as suas
experiências culturais e os seus processos psicológicos próprios, que organizam tais
experiências.
         Assim, essa criança será encarada de um ponto de vista evolutivo, considerando-se
estes três aspectos (biológico, psicológico e sócio-cultural) que, orientados
harmonicamente, possibilitarão normal e a conduzirão a realizar-se como pessoa e como ser
social.
         Essa divisão é porém mera estratégia para destacar aspectos importantes do
processo de desenvolvimento, que é essencialmente indivisível.
         A nossa tarefa será reconhecer os múltiplos processos pelos quais cada um deles
facilita e acelera, ou inibe e frustra o desenvolvimento, separadamente, e em conjunto. Não
há ordem de prioridade entre eles, nem ênfase ou preferência por um deles. Todos são de
igual importância.
         Refletindo essa concepção, optamos por uma estrutura curricular que ressaltasse
esses aspectos do desenvolvimento, os quais devidamente trabalhados pelo professor
ajudarão a criança a desenvolver certas habilidades, pré-requisitos para esse
desenvolvimento.
         Deliberadamente, a Estrutura Curricular partiu da justificativa dos “três grandes
aspectos” dos quais derivaram os subaspectos colocados na forma de objetivos.
         Numa tentativa de situar essas estruturas curriculares de um ponto de vista mais
didático, admitem que esses três grandes aspectos, são “a matéria”; e os objetivos
específicos de cada subaspectos, são “o conteúdo”. Completando o raciocínio, diríamos que
a matéria é aqui entendida como o “campo a ser trabalhado” pela Educação da Creche
escola, e o conteúdo, entendido como processos pelos quais serão construídas (pela criança)
as etapas do seu desenvolvimento.
         Convém ressaltar que a orientação do aspecto cognitivo da Estrutura Curricular,
baseou-se na Teoria de Jean Piaget.
B – DETALHAMENTO

Aspecto sócio-cultural
   a) Justificativa

  O homem nasce e vive em uma sociedade. O ambiente humano em que ele nasce, o qual
lhe garante a subsistência nos períodos iniciais da vida, quando ainda não possui condições
para sobreviver por si só.
        É ainda esse ambiente humano, o responsável pelo desenvolvimento, nos
indivíduos, de características essencialmente humanas, através da aprendizagem de
padrões, valores, sentimentos, modos de expressão. A essa internalização de modelos do
comportamento, que se dá através da associação e interação o novo ser em contacto com as
características humanas, acima mencionadas, denominamos socialização.
        A socialização assume, portanto, um caráter de imposição de formas de
comportamento padronizadas socialmente.
        Entretanto, os indivíduos não só se ajustam às situações, mas também provocam
mudanças sociais, quando necessidades pessoais exigem uma adequação às condições
inicialmente existentes.
        Além da mudança social, o fato dos indivíduos não serem nunca perfeitamente
socializados (é impossível ao individuo abranger de modo completo todos os aspectos da
cultura) leva à necessidade de socialização permanente e não só limitada aos anos iniciais
da vida.
        Analisando o aspecto de formação das gerações jovens, que nos interessa
diretamente, nota-se que é a família a instituição social, que inicialmente realiza a
socialização.
        Nas sociedades mais complexas surge a escola como instituição também
responsável pelo desenvolvimento social das crianças. Ela se responsabiliza formalmente
pela educação, sem contudo retirar da família suas atribuições quanto à formação das
gerações jovens.
        A escola está orientada pela sociedade onde se insere. Incumbe-se de dar o preparo
sistemáticos aos indivíduos que, sem ela, teriam influências sociais mais dispersas. As
situações intencionalmente criadas, envolvendo a apresentação de experiências
sistematizadas e programadas, tem condições de atingir as crianças de modo mais eficiente.
        Através de interação entre adultos e crianças entre si, ocorre a socialização. Adultos
e crianças no ambiente escolar exercem influências mútuas. Aqueles fornecem os padrões
sociais, como transmissores que são da cultura. Entretanto, não há uma aceitação passiva.
Faz-se sentir uma reação fundamentada nas necessidades pessoais do educando e nas
condições do estagio de desenvolvimento em que se encontra, com suas peculiaridades
quanto às possibilidades de vivência social. Como conseqüência, os padrões propostos são
interpretados e podem ser modificados.
        É significativa também, para o desenvolvimento social da criança, sua participação
nos grupos da própria idade, os quais lhe garantem uma “orientação de sociabilidade por
vezes tão intensa e efetiva quanto a que lhe quer dar a escola como instituição.”
        Todas as pessoas que participam da vida da escola e realizam contato com as
crianças são importantes no processo da socialização, uma vez que todas as interações
levam à formação do ser social. Daí a necessidade de uma atuação coerente e integrada da
equipe escolar.
        O professor, como elemento mais diretamente ligado aos alunos, estabelecendo com
eles maior número de interações, é elemento fundamental da socialização.
        É importante também que esteja consciente de seu papel educativo, não se ocupando
só do ajustamento rígido das crianças aos padrões sociais.
        O fato da carência cultural, comum em nosso meio ambiente, acarretar pobreza de
vivência de situações sociais, aumenta a importância da creche como agente socializador,
dada à necessidade de suprir as falhas de atuação, às vezes ineficiente da família.
        Ao ser iniciada a escolarização, a criança enfrenta uma situação inédita que lhe
provoca sempre um desequilíbrio, uma insegurança para atuar.
        Podemos auxiliar a superação desse desequilíbrio na medida em que auxiliamos
inicialmente a criança a manipular o ambiente, informando simultaneamente sobre as
pessoas e suas funções na situação apresentada. Espera-se que a partir de um conhecimento
do ambiente escolar (condições físicas e sociais), a criança tenha melhores condições de se
adaptar de forma segura, obtendo satisfação de suas necessidades.
        Justifica-se do mesmo modo o trabalho ou as experiências que se desenvolvem com
as crianças no sentido de informá-las sobre sua família, sobre os papéis desempenhados
pelos seus elementos, assim como, sobre outros serviços úteis dos quais dependem as
instituições escola e família.
        Espera-se que, a partir da observação e exploração do relacionamento e
interdependência entre estas duas instituições e outros serviços, comece a criança a
perceber as inter-relações entre as diferentes instituições, grupos e pessoas.
        Nesse processo de satisfação das necessidades, surge uma variável independente
que precisa ser conhecida, manipulada e controlada – o meio físico, onde se desenrolam as
relações sociais.
        Para controlar essa variável há necessidade de uma exploração adequada para o
conhecimento de seus elementos e fenômenos. Dessa forma, experiências selecionadas que
levem a criança a explorar elementos (animais, vegetais e minerais) e fenômenos, trarão
dados para uma atuação coerente no meio físico sócio-cultural que é uno.

Objetivos
       Com base nestas considerações e levando em conta a faixa etária da criança a ser
atendida (0 a 3 anos), podemos indicar como objetivos do aspecto sócio-cultural:
Dar à criança condições para:
    1. Adquirir padrões de comportamento para viver em sociedade.
    2. Adquirir comportamentos para atuar em grupos.
    3. Utilizar a linguagem como meio de comunicação e interação social.
    4. Identificar:
            A escola e a casa, suas dependências e diferentes funções.
            Os membros da escola e da família e seus papeis.
            Os serviços da comunidade utilizados pela escola e família.
    5. Estabelecer relações entre a escola e a família e serviços da comunidade.
    6. Explorar os elementos (animais, vegetais e minerais) e fenômenos naturais do meio
       físico.


ASPECTO PSICOLÓGICO
      O aspecto psicológico abrange dois subaspectos: o Cognitivo e o Afetivo-
Emocional.

1 – Aspecto Cognitivo
a) Justificativa
        O homem conhece o mundo exterior onde se encontra.
        Piaget explica a capacidade de conhecer, como sendo a capacidade que o individuo
tem de estabelecer relações. Esta capacidade existe graças ao conjunto de estruturas
mentais específicas para o ato de conhecer. O homem conhece o mundo exterior através de
estruturas mentais.
        Estas estruturas mentais não são inatas. Ao nascer, o indivíduo tem somente a
possibilidade de construí-las, e essa construção está em dependência direta das solicitações
e estimulações do meio ambiente que o cerca.
        Segundo Piaget, par conhecer um objeto é preciso agir sobre ele. Conhecer seria
modificar, “transformar o objeto, compreender o processo de sua transformação, e não
apenas possuir uma cópia mental, uma imagem do objeto.”
        Esta ação do indivíduo consiste num movimento contínuo de reajustamento ou
equilibração, uma vez que a cada momento a ação é desequilibrada por transformações
exteriores e interiores a ele.
        Piaget caracteriza o desenvolvimento cognitivo em quatro etapas, que obedecem a
uma seqüência, sendo as aquisições de cada uma delas subestruturas para aquisição da
etapa seguinte.
        A aquisição de uma etapa serve de ponto de partida para a seguinte. Assim, o
desenvolvimento é Progressivo e Evolutivo.
        A ordem das etapas é constante (a aquisição da primeira etapa é invariavelmente
antes da segunda etapa). Ex: para uma criança de 5 meses aproximadamente ter intenção de
pegar um objeto, ela tem que antes ter desenvolvido a preensão de colocar o objeto em sua
mão (coordenação óculo-manual).
        Na transição de uma etapa anterior a outra posterior as estruturas se integram
tornando-se uma parte da outra.
        Assim ficam determinadas as seguintes etapas:

   a) Primeira etapa: 0 a 2 anos

As operações Sensório-motoras dividem-se em 6 subetapas:

0 a 1 mês – Reflexiva: caracteriza-se pelos exercícios reflexos inatos, responde aos
estímulos ambientais que recebe: reflexo à luz, ao som, sucção, agarrar.
1 a 4 meses – Reações circulares: a conduta é reflexa e torna-se organizada. Ex: os olhos
seguem os movimentos das mãos. O interesse está só no movimento e não na produção dos
efeitos. Se por causalidade se realizar uma ação interessante ela será repetida.
4 a 9 meses – Reações circulares secundárias: repete condutas acidentais para produzir um
efeito. Isto é, as condutas são repetidas intencionalmente (sacudir o chocalho, arranhar a
mesa). O meio conduz ao fim. Ex: sacode o chocalho, faz som, sacode o chocalho.
9 a 12 meses – Coordenação dos esquemas secundários as ações são claramente
intencionais, como por exemplo brincar de esconde-esconde (busca de um objeto
escondido). A criança já tem consciência plena que o meio está diferenciado do fim. É a
fase da imitação dos movimentos.
1 ano a 1 ano e meio – Reações circulares terciárias: descoberta de novos meios para
alcançar o desejado. Essa descoberta coincide com o andar. Ex: a criança pega a almofada
com a intenção de pegar o que está em cima.
1 ano e meio a 2 anos – Invenção de novos meios: através de combinações mentais, a
criança inventa novos meios para obter o que deseja. Ex: usa vareta para pegar um objeto,
tenta tirar fósforo da caixa fechada.
         Sintetizando nesta etapa (sensório motor 0 a 2 anos), através da percepção e dos
movimentos, a criança conquista o universo que a cerca. Ela é o centro desse universo que
vai se constituindo objetivamente, com algo exterior a si, na medida em que emerge o
pensamento propriamente dito e a linguagem por volta dos 2 anos.
         Propõem-se exercícios e atividades para as primeiras idades do desenvolvimento
infantil, com o intuito de prevenir ou corrigir os distúrbios característicos desta faixa etária.
         Espera-se que com o emprego dessas técnicas e exercícios realizados em situação do
cotidiano, um maior número de crianças tenham uma evolução mais sadia e equilibrada,
diminuindo também a freqüência e intensidade dos referidos distúrbios.
         Um trabalho estimulante com a criança exerce influência decisiva na sua evolução.
Um ambiente rico e variado em estímulos (móbiles, painéis, brinquedos variados, etc.)
aliado a atividades específicas aceleram o desenvolvimento da criança.
         Uma criança que permanece continuamente em ambiente monótono e triste de um
lar ou creche sem a participação continua e atuante de um adulto, favorece um
desenvolvimento muitas vezes lento e inadequado pela carência de estímulos ambientais e
humanos.
         Esses fatores, negativos podem, além de impedir um desenvolvimento normal,
intensificar as possíveis dificuldades que a criança já possui e que muitas vezes não estão
sendo percebidas.
         Apesar das diferenças existentes entre crianças da mesma idade cronológica,
existem algumas diretrizes que orientam o desenvolvimento. É importante saber que:
      O desenvolvimento infantil depende da maturação e estimulação recebida nos
          primeiros anos de vida.
      Toda criança está apta a assimilar os estímulos ambientais desde que a estimulação
          seja gradual e regular, respeitando as etapas do desenvolvimento infantil.
      Toda a atividade deve partir do conhecido para o desenvolvimento, do próximo
          para o distante e do concreto para o abstrato.
      As atividades devem representar um jogo com o objetivo de obter atenção e
          participação da criança.
      Devem contar conteúdos de novidade, variedade e trocas para manter a atenção da
          criança no período da atividade.
      Evitar a sobrecarga de estímulos sobre a criança para que não se crie uma barreira
          que leve ao desinteresse.
      Os materiais e atividades devem ser levados em conta se a criança é capaz de
          controlá-los e se permanece ativa e interessada.
   Deve-se rodear a criança de um ambiente facilitador da aprendizagem. Os pais e
educadores devem estar alertas aos sinais que a criança dá e a partir deles levá-la a um novo
nível de exploração por meio de experiências de dificuldades gradual.

   a. 2) As áreas abordadas no desenvolvimento infantil são:
   1 – Área Sensório-perceptiva: É a capacidade neurovegetativa e vivencial no processo
   do desenvolvimento do ser humano permitindo-lhe manter-se em interação constante
   com o meio.
   Engloba:
   1.1 – Área Visual: tem como objetivo promover o desenvolvimento da percepção visual
       fazendo com que a visão seja instrumento de enriquecimento de experiências
       sensoriais em todos os campos.
   1.2 – Área auditiva: visa favorecer o desenvolvimento da identificação, localização,
       discriminação e seleção de sons necessários para a compreensão do ambiente em
       que se desenvolve. A estimulação auditiva, amplia o campo dos sons, da música, da
       comunicação humana e da criatividade.
   1.3 – Área tátil: visa proporcionar oportunidades que enriqueçam as sensações da
       criança em termos de: calor, frio, dor, consistência, textura, espessura e resistência
       de materiais.
   1.4 - Área gustativa e olfativa: visa favorecer ao máximo o desenvolvimento de suas
       faculdades gustativas e olfativas como meio e conhecimento e relação com o
       ambiente. As substâncias alimentícias atuam sobre as papilas gustativas provocando
       também sensações olfativas associadas por estarem intimamente ligadas.

2 – Área Motora: visa habilitar a criança na aquisição de posturas adequadas às
  diferentes posições e movimentos desenvolvendo o equilíbrio, a locomoção, além da
  percepção integral da imagem corporal. Inclui também a coordenação motora fina e
  controle das partes e funções essenciais.
  2.1 – Motora ampla: favorece a criança no desenvolvimento motor e bom equilíbrio do
      corpo: rolar, engatinhar, andar, etc.
  2.2 – Motora fina: favorece a criança na coordenação viso-motora: conhecer as mãos,
      pegar objetos, brincar com eles, amassar e rasgar papel, rabiscar, pintar, etc.

3 – Área Cognitiva: envolve a coordenação sensório-motora no acompanhamento das
  variações e permanências dos estímulos. É responsável pelo desenvolvimento da
  intencionalidade, atenção, observação, imitação de movimentos, gestos, linguagem,
  etc., facilitando a exploração e resolução dos problemas cotidianos simples que se lhe
  apresentam.
4 – Área Adaptativo-social: favorece os meios que auxiliam a adaptação e socialização
  no ambiente em que a criança se desenvolve, oferecendo oportunidades de participar
  em atividades com seus familiares e outros. Ainda proporciona à criança condição de
  promover a independência na prática de hábitos e higiene pessoal, favorecendo a
  integração da criança em seu meio social.

Alguns Materiais Utilizados na Estimulação da Criança:
       Área dos Sentidos: móbiles, sininhos e campainhas, apitos, lanternas, papa-ventos,
        livrinhos estampados, brinquedos de plástico com saliências, chaves, animais de
        pelúcia, espelho, tecidos de varias texturas, esponjas ásperas e macias.
       Área Motora: chocalhos, brinquedos pendurados com mola ou elástico, brinquedos
        pequenos de fácil preensão, argolas, caixas de diferentes tamanhos, cubos para
        empilhar, cones para empilhar, cones de lã para encaixe, bastão com argolas, pinos
        para encaixe em tabuleiro, carrinho para puxar com barbante, caixa com objetos
        semelhantes, caixa com objetos pequenos, etc.
       Área Cognitiva e da Linguagem: língua de sogra, apito, vela, tambores, chocalhos,
        guizos, saquinhos surpresa, flanelógrafo, livros de estórias, fantoches e teatrinhos,
        bonecas e bichinhos de diferentes tamanhos, quebra-cabeça simples, boneco
        articulado, etc.
       Área Adaptativo-Social: utensílios de casa, tais como: panelinhas, fogõezinhos,
        colheres, xícaras, etc. roupinhas de boneca, cartelas com zíper, botões, colchetes,
        fivelas, quadro representando atividades de rotina diária.

   a. 3) Segunda etapa: 2 a 11 anos

Operações de pensamento concreto.

2 a 4 anos – preconceitual: conduta observada, realiza expressões verbais, a fala é
repetitiva, utiliza monólogos, dá um significante (palavra) que serve de símbolo para o
significado (objeto).

A construção de estruturas mentais na criança depende fundamentalmente do meio
ambiente que a cerca e, segundo Piaget, ambientes que restringem oportunidades
exploratórias, retardam seu desenvolvimento e por outro lado, ambientes intelectualmente
estimulantes o promovem.
       Compete à creche criar condições de estimulação adequadas e ricas a fim de
promover o desenvolvimento das crianças nos aspectos cognitivo, afetivo e motor.

   b) Objetivos:
Podemos então indicar como objetivos do aspecto cognitivo:
Dar à criança condições para:
   1) explorar o meio ambiente, detendo-se em seus elementos.
   2) Agir sobre o meio, conhecendo-o através da própria ação.
   3) Estruturar progressivamente as experiências adquiridas tendo a organização do
       conhecimento.
   4) Expressar o conhecimento.

   c) Campos Específicos:
A fim de atingir esses objetivos, subdividimos o aspecto cognitivo em três campos
específicos: linguagem, perceptivo-motor e raciocínio lógico-matemático, cujo detalhamnto
segue na forma de objetivos.

c. 1) Linguagem:
Objetivos
Dar à criança condições para:
   1. Desenvolver as funções básicas de linguagem:
            Conscientização corporal
            Percepção visual
            Percepção auditiva
            Percepção tátil
            Percepção temporal
            Orientação espacial

   2. Ampliar o vocabulário significativo em adequação ao desenvolvimento articulário.

   3. Utilizar a linguagem como meio de ampliação do pensamento:
       Organizando idéias
       Organizando seqüências lógicas.

   4. Utilizar a linguagem como meio de comunicação:
       Auditivos
       Visuais
       Recebendo estímulos táteis
       Olfativos
       Gustativos
       Recendo mensagens verbais
       Interpretando mensagens
       Transmitindo mensagens

Detalhando cada um desses objetivos temos:
   1. Desenvolver as funções básicas da linguagem de forma a:
           Conscientizar-se de seu corpo: expressando a imagem que tem do seu corpo;
              expressando a funcionalidade que tem as partes de seu corpo; verbalizando
              as partes de seu corpo.
           Desenvolver a percepção visual: verbalizando diferentes formas;
              verbalizando diferentes cores; verbalizando diferentes tamanhos;
              construindo um todo a partir de partes; verbalizando partes de um todo;
              verbalizando uma figura entre várias figuras entrelaçadas.
           Desenvolver percepção auditiva: verbalizando a presença ou ausência do
              som; verbalizando o local de onde surgiu o estímulo sonoro; verbalizando
              diferentes fontes sonoras; verbalizando uma seqüência dada; verbalizando o
              início, meio e fim de uma estória; verbalizando uma palavra de uma frase;
              verbalizando uma sílaba de uma palavra.
           Desenvolver a percepção tátil: verbalizando diferentes sensações térmicas;
              verbalizando diferentes espessuras; verbalizando diferentes pesos;
              verbalizando diferentes texturas.
           Desenvolver a noção temporal: usando vocabulário adequado à percepção
              temporal.
             Desenvolver a orientação espacial: usando vocabulário adequado à
              orientação espacial.

2 – Ampliar o vocabulário significativo em adequação ao desenvolvimento articulatório de
forma a:
     Nomear-se
     Nomear seus familiares
     Nomear objetos de seu uso pessoal
     Nomear peças do vestuário
     Nomear partes da casa
     Nomear alimentos
     Nomear animais
     Nomear meios de transporte
     Nomear vegetais
     Nomear brinquedos
     Nomear ações
     Nomear objetos
     Nomear figuras diversas

4– Utilizar a linguagem como meio de ampliação de pensamento:
    Organizando idéias
    Organizando seqüências lógicas

5 – Utilizar a linguagem como meio de comunicação:
   Recebendo estímulos
   Auditivos
   Táteis
   Visuais
   Olfativos
   Gustativos
   Recebendo mensagens verbais
   Transmitindo mensagens pela:
   Verbalização
   Execução de ações


   C . 2) Perceptivo-motor:
   Objetivos:
   Dar à criança condições para:
   1 – Desenvolver o esquema corporal:
        Conhecendo seu corpo como um todo.
        Conhecendo seu corpo segmentarmente
        Controlando seus movimentos globais e segmentares
        Conhecendo e vivenciando conceitos de imobilidade e movimento
        Conhecendo e vivenciando a contração e o relaxamento
          Percebendo a existência e atuação de segmentos simétricos no seu corpo
          Obtendo um melhor equilíbrio estático e dinâmico
          Obtendo uma expressão corporal livre e harmônica

2 – Desenvolver a orientação espacial:
     Percebendo relações entre seu corpo e objetos
     Percebendo relações entre seu corpo e outras pessoas
     Percebendo relações entre eu corpo e outros seres vivos animais e vegetais
     Percebendo relações entre objetos e objetos
     Movimentando-se adequadamente num espaço determinado
     Conhecendo e dominando progressivamente as direções
     Conhecendo e dominando progressivamente as posições

3 – Desenvolver a organização temporal:
     Apreendendo e organizando estímulos em seqüências lógica de tempo e duração
     Comparando ritmos
     Comparando intervalos
     Comparando durações
     Percebendo sucessões temporais
     Percebendo relações têmporo-espaciais
    4 – Desenvolver o ritmo:
         Descobrindo o ritmo próprio
         Percebendo a existência de ritmos diferentes do seu
         Adequando movimentos e mudanças rítmicas
         Reproduzindo ritmos
         Expressando-se ritmicamente

    5– Desenvolver a coordenação motora-viso-manual:
         Adequando movimentos manuais finos a estímulos recebidos
         Controlando movimentos manuais finos a estímulos recebidos
         Controlando movimentos manuais finos
         Reproduzindo e expressando graficamente movimentos

6 – Desenvolver a percepção sensorial:
    Discriminando estímulos visuais
    Discriminando estímulos sonoros
    Discriminando estímulos gustativos
    Discriminando estímulos olfativos

7 – Desenvolver a capacidade de atenção e concentração

c. 3) Raciocínio Lógico-Matemático:
Objetivos:
Dar à criança condições para:
1 – observar e explorar o ambiente que a cerca, como um todo e em seus elemento.
2 – Manipular os elementos do seu ambiente.

3 – Classificar elementos observados e/ou manipulados levando em consideração seus
atributos.
4 – Classificar figuras geométricas planas, segundo a sua forma, verbalizando em termos
de: quadrado, triângulo, retângulo e círculo.
5 – Seriar segundo critério próprio e a partir de critério dado, diferentes materiais:
     Do maior para o menor
     Do mais alto par o mais baixo
     Do mais fino para o mais grosso
     Do mais curto para o mais comprido

6– Verbalizar em uma série dada, a partir de um ponto de referencia:
    O primeiro
    O ultimo
    O que vem antes
    O que vem depois

7– Vivenciar experiências que envolvam conceitos.
    De ida e volta
    De construir, destruir e reconstruir

8 – Estabelecer relações entre elementos manipulados e/ou observados que tenham uma
  propriedade em comum.
9 – Reconhecer como conjunto uma coleção de objetos com uma propriedade comum.

2 – Aspecto Afetivo-Emocional

    a) Justificativa:
   A nosso ver o aspecto afetivo-emocional merece destaque, já que é a raiz das condições
da vida afetivo-emocional do adulto, e decisivo para realização do homem.
        Dessa forma, se a Educação pretende ser algo mais do que a simples comunicação
de conhecimentos e habilidades, se ela quiser de fato formar o ser humano, torna-se
necessário que leve em conta a vida de relação. Seja como for, o desenvolvimento da
criança está em estreita dependência do clima afetivo emocional, da segurança que encontra
ao redor de si.
        Afeição e compreensão determinam um clima de livre expansão em que a criança se
sentirá à vontade, em que achará justa as sanções, em que, mesmo as oposições, não se
revestem de caráter dramático-perturbador.
        A faixa etária da creche neste aspecto, caracteriza-se pelo estabelecimento de
relações significativas e define-se pela aquisição do sentido de autonomia e de iniciativa. A
criança já pode assumir o domínio de tarefas específicas e a responsabilidade de si mesma e
do que está englobado no seu mundo: seu corpo, seus brinquedos, seus animais e seus
irmãos.
        A criança investiga e elabora fantasias sobre a pessoa ativa que deseja ser e,
consciente ou inconscientemente põe à prova seus poderes, conhecimentos e qualidades.
Inicia formas de conduta cujas implicações transcedem os limites da sua pessoa e
incursiona nas esferas de outras, conseguindo que estas se vejam implicadas na sua própria
conduta. Consequentemente experimenta também ansiedade e insegurança devido ao
sentimento de dependência em relação aos adultos, que caracterizava a etapa anteiror.

Objetivos
       Podemos então indicar como objetivos do aspecto afetivo-emocional:
Dar à criança condições para:
                    a) Sentir-se aceita e compreendida tal como é, nos sentimentos que
                        manifesta.
                    b) Sentir-se livre para realizar novas experiências
                    c) Tornar-se mais confiante em si mesma, aprendendo a se conduzir.

Aspectos Biológico

     a) Justificativa
Há uma estreita relação entre crescimento e desenvolvimento. Conceitua-se crescimento
como o aumento físico do corpo no seu todo ou em partes e desenvolvimento como um
aumento de complexidade na realização das diferentes funções do organismo.
        O crescimento e o desenvolvimento não se realizam independentemente, em áreas
ou sistemas distintos, mas representam uma continuidade de interação entre o potencial
genético e o meio ambiente.
        O crescimento e o desenvolvimento são influenciados por fatores intrínsecos e
extrínsecos. São fatores intrínsecos aqueles derivados no trabalho do próprio organismo e
subdividem-se em: fatores genéticos, que abrangem todas as características herdadas do
individuo; fatores hormonais, que compreendem a ação conjugada do hormônio tiroideano;
e, finalmente fatores nervosos, que se conjugam aos fatores hormonais.
        São extrínsecos, os fatores externos que agem sobre o organismo do indivíduo e que
dependem das condições sociais e ambientais. Nesta categoria se enquadram:

   a) Os fatores nutritivos – onde a qualidade e a quantidade de absorção dos elementos
      essenciais à vida – água, oxigênio, alimentação – são fundamentais para um
      crescimento ótimo. Por outro lado, a desnutrição causada não pela carência
      alimentar como pela inadequada seleção de alimentos, também influencia o ritmo
      normal de crescimento e desenvolvimento.

   b) Os fatores sociais e emocionais – recentemente tem sido enfatizados como
      importantes modificadores do crescimento potencial. A posição da criança na
      família, a qualidade da interação entre pais e filhos, os padrões educacionais,
      interferem no grau de auto-realização da criança em desenvolvimento.

   c) Os fatores culturais – podem, ao colocar expectativas convencionais de
      comportamento, constituir-se num obstáculo ou auxilio ao desenvolvimento.
      Estudos recentes indicam que os fatores culturais são capazes de alterar de modo
      evidente o tempo médio para a aquisição de certas habilidades; como: permanecer
      sentado, engatinhar, pôr-se de pé, caminhar, tradicionalmente encaradas como
      dependentes quase que completamente da maturação .
       A nossa preocupação ao enfocarmos o aspecto biológico neste currículo, justifica-se
       basicamente pela constatação da influência dos fatores intrínsecos e extrínsecos para
       o crescimento e desenvolvimento na faixa etária de 0 a 3 anos. Como o
       desenvolvimento harmônico e regular depende de fatores orgânicos e também do
       ambiente, a creche, nesse sentido, deverá com uma programação adequada,
       favorecer esse desenvolvimento, contribuindo para a formação de hábitos que
       garantam a manutenção da saúde e o ritmo do crescimento.
               Para o aperfeiçoamento do potencial físico e seu aproveitamento máximo, a
       creche deverá contribuir através das atividades que promovam o desenvolvimento
       de capacidades físicas (força, flexibilidade, equilíbrio, movimento, velocidade, etc)
       e físico-psíquicas (contração relaxamento e coordenação).
               Em resumo, higiene, nutrição e saúde constituem subaspecto do aspecto
       biológico que, redigidos na forma de objetivos e trabalhados por meio de atividades
       na creche, asseguram o desenvolvimento integral objetivado por este currículo.

       Objetivo:

       Dar à criança condições para:

       1 – Formar hábitos sadios quanto a:

             Manutenção da saúde

             Higiene alimentar

             Higiene corporal e do vestuário



2 – Desenvolver

      A coordenação do movimento

      Agilidade, destreza, resistência física, flexibilidade.



                           METODOLOGIA E AVALIAÇÃO



        Se considerarmos que a criança será aquilo que o meio solicitar, o ponto chave da
metodologia de uma educação de 0 a 3, está no desempenho do professor em selecionar
“atividades espontâneas que utilizem os sentidos e a motricidade, bem como a convivência
grupal no preparo das próprias operações lógicas, desde que a lógica apóia-se na
coordenação geral das ações e exige, para se desenvolver, as relações interindividuais.”
        O professor deverá estar consciente que na metodologia a ser empregada deverá
estar implícito que o educando terá sempre alguma conduta a desenvolver e/ou algum
elemento do meio a assimilar.
        O professor deverá correlacionar as atividades de maneira a não perder de vista a
dimensão do aluno como um todo. Por exemplo, ao manipular um material o aluno deverá
ser estimulado em todos os aspectos possívieis.
        Não deverá ser esquecido que, a coerência de atitudes do professor durante a relação
professor-aluno, é responsável pelo desenvolvimento do educando.
        O papel do professor não se limitará, à “transmissão de conteúdos”, mas a dar
condições para que o próprio educando aja sobre o ambiente, descobrindo relações entre os
elementos que o compõem.
        Como a própria metodologia não está desvinculada das funções do professor,
cremos que ele deverá estar conscientizado da responsabilidade de sua atuação no processo
educacional, uma vez que ensinar é: “diagnosticar, planejar, informar, orientar, sensibilizar,
demonstrar, exemplificar, promover, acompanhar, desafiar, atender, discutir, avaliar e
comunicar.”
        A avaliação neste contexto deve ser concebida como um processo contínuo no qual
o desenvolvimento da criança é focalizado em seus múltiplos aspectos, desenvolvimento
este, que é pessoal e cujo ritmo deve ser respeitado.
        O processo de avaliação deverá implicar na aceitação do educando com suas
possibilidades de realização, sem a preocupação de enquadrá-lo em modelos rígidos pré-
estabelecidos.




           FALANDO UM POUCO SOBRE A CRIANÇA DE 0 A 3 ANOS


        No período de gestação, as necessidades da criança são automaticamente satisfeitas.
O nascimento rompe esta situação privilegiada. A criança, por si só, não satisfaz suas
necessidades vitais. Ela é dependente ao nascer, mas, durante o processo de
desenvolvimento, vai cada vez mais aprendendo conceitos e símbolos, localizando-se no
tempo e no espaço, absorvendo valores e padrões grupais, identificando sentimentos
alheios.
        O estágio narcisista primário, segundo Freud, é caracterizado pelas primeiras
exigências afetivas e pela constatação das funções metabólicas que são respiração,
alimentação e excreção.
        O comportamento do recém-nascido varia da insatisfação (quando está com sono,
fome, sede, frio, molhado, sujo, com desconforto) à quietude (quando todas as suas
necessidades estão satisfeitas).
        Sua motricidade, inicialmente, limita-se às reações impulsivas, localizando-se
essencialmente nos membros. É capaz de executar movimentos de preensão que lhe
facilitam a possibilidade de, mais tarde, iniciar-se no grafismo e manipular objetos e
instrumentos.
        Possui certas potencialidades, tendências maturacionais em ritmo próprio,
características individuais e necessidades básicas. Necessita do estimulo do adulto para
desenvolver-se. Há uma simbiose entre a criança e quem cuida dela. A hora da mamada, do
banho, da troca, são os principais momentos desta simbiose.
        A criança necessita da relação corpo a corpo com o adulto. Necessita sentir o calor,
o contato cutâneo, o cheiro, ouvir as palavras e ver o rosto de quem cuida dela. A primeira
expressão da criança ocorre por meio de intercâmbio cutâneo, mas quando a audição e a
visão amadurecem, ela busca a comunicação pela vista e pelo ouvido. Os estímulos visuais,
auditivos e cutâneos provocados pelo adulto são essenciais para que a criança estabeleça
um contato ativo com o ambiente e se desenvolva normalmente. Logo, compete ao adulto
propiciar um ambiente humano afetivo e um meio favorável ao desenvolvimento da
criança.
        A criança, ainda antes dos dois meses, associa movimentos de lábios, de língua a
movimentos de braços, mãos, cabeça, a olhares, sorrisos e a chilreios, mas os processos
perceptivos e cognitivos ainda não estão bem manifestos.
        À medida que a criança cresce, a sua atividade motora se torna intencional. Aos três
meses a criança está na fase da posição deitada e sentada com apoio. Já mantém a cabeça e
olha em direção de um estimulo visual ou sonoro.
        A criança conquistará a verticalidade, o equilíbrio em posição sentada, a visão
global de seu ambiente e realizará com mais segurança, as experiências de manipulação,
entre o 6º e 8º mês de vida.
        Por volta do 9º ao 12º mês, a criança iniciará a locomoção e exploração do espaço.
Ela rastejará, locomover-se-á em posição de quadrupedia, ficará em pé com apoio, passará
à posição bípede, inicialmente titubeando e gradativamente adquirindo firmeza no andar.
        Para que a criança cresça saudavelmente o adulto deverá satisfazer as necessidades
fisiológicas, afetivas ou de comunicação, de segurança e estabilidade, cognitivas e
lingüísticas.
        É necessário, por parte do adulto, uma atitude permissiva que favoreça o esforço de
ajustamento da criança. Isto evitará os fracassos que são fontes de inibição e insegurança.
Rigidez e autoritarismo geram sistema de regras restritas que levam a criança à passividade
e à dependência. Segundo Le Boulch “Educação suave, mas não desprovida de autoridade,
é a mais favorável ao desenvolvimento sensório-motor e intelectual da criança.”
                                    BERÇÁRIO I
                                PLANO DE UNIDADE 1

CONTEÚDO:
1 – As sensações.
OBJETIVOS GERAIS:
Estimular o desenvolvimento dos campos:
Visual
     Dirigir o olhar e seguir o objeto na linha média.
Auditivo:
     Localizar a fonte sonora.
Tátil:
     Reagir à estimulação tátil.

OBJETIVOS OPERACIONAIS:
Visual:
     Fixar o olhar no objeto frente a seus olhos seguindo-o para os lados ampliando o
        campo visual.
Auditivo:
     Virar a cabeça procurando a origem do som.
Tátil:
     Reagir com o movimento do corpo ou gracejos à estimulação tátil.

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES:
Cognitivo:
    Desenvolvendo a área sensorial da criança, ampliando a área visual, auditiva e tátil,
       deixando-a mais alerta e receptiva aos estímulos do meio.
Afetivo-emocional:
    Propiciando maior integração da criança com a mãe ou com quem a atende no
       desenvolvimento do vínculo afetivo (no nosso caso é a creche).

SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
   Executar movimentos com os olhos na procura de um objeto.
   Procurar o som de um objeto.
  Reagir à várias texturas quando acariciada:
      Na hora de trocar de roupa.
      Na hora do banho.

MATERIAIS:
Chocalhos e brinquedos atraentes, diferentes texturas: algodão, esponja macia, áspera, a
mão, o talco, água e sabonete no banho, etc.

AVALIAÇÃO:
Pelas respostas dadas pela criança seguindo os objetos, localizando a fonte sonora e
reagindo com movimentos corporais à estimulação tátil. (toda avaliação é registrada no
relatório).
                                 PLANO DE UNIDADE 2
CONTEÚDO:
Motricidade ampla

OBJETIVOS GERAIS:
Estimular a criança a:
De bruços:
     Manter o corpo sobre os antebraços e a cabeça sustentada.
De costas:
     Manter a cabeça na linha mediana ajudando a tentativa de sentar

OBJETIVOS OPERACIONAIS:
   Erguer a cabeça na linha apoiando-se sobre os antebraços olhando um objeto
     atraente à sua frente.
   Erguer os ombros e a cabeça na tentativa de sentar. Manter-se sentada com apoio
     por alguns segundos.

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES:
Psicomotor:
     Desenvolvendo as áreas visual e auditiva, já que são elementos estimulantes para a
       criança nas tentativas de erguer a cabeça.
Afetivo-emocional:
     Propiciando maior integração da criança com a mãe ou quem a atender no
       desenvolvimento do vínculo afetivo.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
   Colocar a criança de bruços, estimulá-la a erguer a cabeça seguindo um objeto que
     se desloca.
   Auxiliar a criança a sentar-se.

MATERIAS:
Brinquedos atraentes e sonoros, o próprio professor.

AVALIAÇÃO:
Pelas respostas que a criança dá na realização das atividades.
                                 PLANO DE UNIDADE 3

CONTEÚDO:
Motricidade fina.

OBJETIVOS GERAIS:
Estimular a criança a:
     Manter o chocalho seguro na mão
     Tentar alcançar objetos

OBJETIVOS OPERACIONAIS:
   Segurar um chocalho nas mãos, movimentá-lo, produzir som e olhar para ele.
   Tentar alcançar um objeto pendurado à sua frente, deitada de costas.

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES:
Psicomotor:
     Desenvolvendo o tônus muscular e a preensão.
Cognitivo:
     Desenvolvendo a coordenação óculo-manual, a visão e a audição que são fatores
      estimulantes para esta atividade.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
   Segurar um objeto com as mãos fixando o olhar.

MATERIAIS:
Brinquedos de fácil preensão pelo bebê que produzam sons.

AVALIAÇÃO:
Deverá ser feita através das respostas que a criança dá na realização das atividades.
                                 PLANO DE UNIDADE 4
CONTEÚDO:
Adaptativa social

OBJETIVOS GERAIS:
Estimular a criança a:
     Sorrir socialmente
     Vocalizar ao escutar gracejos de quem conversa com ela.

OBJETIVOS OPERACIONAIS:
   Responder a quem fala com ela com sorriso espontâneo
   Vocalizar ao escutar gracejos de quem conversa com ela.

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES:
Cognitivos:
    Desenvolvendo a área visual e auditiva percebendo quem brinca com ela.
Afetivo emocional:
    Propiciando maior interação da criança com a mãe ou com quem a atende;
       demonstrar que diferencia a pessoa com quem brinca.
Linguagem:
    Desenvolvendo a coordenação de movimentos dos órgãos fonoarticuladores na
       emissão da vocalização.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
   Sorrir quando acariciada e estimulada pelo professor.
   Vocalizar alguns sons quando estimulado
   Na hora da alimentação
   Na hora da troca de roupa
   Na hora do banho.

MATERIAIS:
O próprio professor, uma peninha, uma fralda ou tecido fino, talco, toalha, algodão, esponja
áspera e macia, aparelho de som, fitas, discos.

AVALIAÇÃO:
Deverá ser feita através das respostas que a criança dá na realização das atividades.
                                 PLANO DE UNIDADE 5
CONTEÚDO:
As sensações

OBJETIVOS GERAIS:
Estimular o desenvolvimento dos campos:
Visual:
     Desviar a atenção visual de um objeto para outro.
     Procurar o objeto que cai.
Auditivo:
     Perceber sons mais distantes.

OBJETIVOS OPERACIONAIS:
   Olhar para um segundo objeto desviando seu olhar
   Seguir com o olhar o objeto que cai à sua frente
   Localizar o som de campainha tocada em outro cômodo da creche

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES:
Cognitivo:
    Desenvolvendo a área sensorial da criança ampliando a área visual e auditiva
Afetivo emocional:
    Desenvolvendo a percepção de si mesma, como ser diferenciado da mãe e do meio
       que a cerca.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Manipular objetos
   Seguir com os olhos um objeto que se desloca

MATERIAIS:
Brinquedos atraentes e sonoros, bebê-conforto, sininho e o próprio professor.

AVALIAÇÃO
Deverá ser feita através das respostas que a criança dá na realização das atividades.
                                 PLANO DE UNIDADE 6
CONTEÚDO:
Motricidade ampla

OBJETIVOS GERAIS:
Estimular a criança a:
     Agarrar os pés
     Rolar
     Sentar apoiando-se com as mãos ou com um suporte

OBJETIVOS OPERACIONAIS
    De costas, elevar os pés em extensão e os agarrar com as mãos, brincando com
     eles.
    Rolar o corpo da posição de costas para a posição de bruços
    Sentada, manter o corpo ereto apoiando-se nas mãos com as pernas separadas em
     extensão.
    Com ajuda ou suporte, manter-se sentada, durante alguns minutos.

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES:
Psicomotor
     Desenvolvendo o tônus muscular e a reação de equilíbrio nas tentativas de manter-
       se sentado.
     Brincar com seu corpo rolando e pegando os pés.
Cognitivo:
     Amplia-se com o rolar e aquisição da postura de sentar, o seu campo visual, tátil e
       auditivo explorando com maior avidez o meio que a cerca.
Afetivo emocional
     Desenvolvendo a percepção de si como ser diferenciado da mãe e do meio que a
       cerca agindo sobre eles.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Virar a cabeça para um dos lados e depois para outro quando estimulada por fonte
     sonora.

MATERIAIS
Brinquedos atraentes, colchonetes, peninha e esponja.

AVALIAÇÃO
Deverá ser feita através das respostas que a criança dá na realização das atividades.
                                 PLANO DE UNIDADE 7
CONTEÚDO
Motricidade fina

OBJETIVOS GERAIS:
Estimular a criança a:
     Apresentar preensão palmar.
     Manipular objetos sobre uma mesa.
     Separar dois objetos um em cada mão.
     Transferir o objeto de uma mão para outra.
     Dar tapas e arranhar a mesa.

OBJETIVOS OPERACIONAIS:
   Segurar os objetos utilizando a palma das mãos, polegar e a parte do dedo mínimo.
   Brincar com pequenos objetos que estão à sua frente sobre uma mesa ou anteparo.
   Brincar com dois objetos separando-os um em cada mão.
   Passar o objeto de uma mão para outra.

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES:
Psicomotor:
     Desenvolvendo o tônus muscular e a motricidade fina brincando com os objetos.
Afetivo emocional:
     Desenvolvendo a percepção de si como ser diferenciado da mãe e do meio que a
       cerca agindo sobre eles.
    Cognitivo:
     Amplia-se a exploração tátil e visual nas tentativas de descobrir o meio que a cerca.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
   Elevar e segurar os pés.
   Na hora da troca
   Na hora do banho
   Segurar objetos movimentando-os para fazer barulho.

MATERIAIS:
Brinquedos pequenos de fácil preensão: cubinhos, bichinhos de borracha, argolas, bolas,
dados, mesa ou anteparo e cadeiras de almofadas.

AVALIAÇÃO:
Pelas respostas que a criança dá na realização das atividades.
                                 PLANO DE UNIDADE 8

CONTEÚDO
Adaptativo social

OBJETIVOS GERAIS:
Estimular a criança a:
     Responder diferentemente a sons emitidos a sua volta
     Distinguir pessoas conhecidas de estranhas
     Retribuir sorrisos e imitar caretas

OBJETIVOS OPERACIONAIS:
   Ouvir a fala amiga e a diferenciar da zangada
   Demonstrar interesse especial pela voz humana reagindo de diferentes formas
   Na presença de pessoas estranhas reagir diferentemente chorando ou tendo outra
     reação
   Responder os gracejos que lhe são feitos com sorrisos e imitação de caretas

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Cognitivos
    Aumentando a discriminação auditiva e percebendo, que as diferentes entonações
       de voz tem significados diferentes
    Iniciando a imitação de caretas e a distinção entre as pessoas conhecidas e
       estranhas
   Afetivo emocional
        Começando a estranhar pessoas distinguindo as conhecidas das estranhas,
           ampliando a percepção de si em relação ao meio.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
      Falar com a criança nas mais diferentes entonações de voz
      Realizar expressões faciais que exprimam a fala amiga e a zangada
      Passear com a criança em diferentes locais
      Conversar com a criança

MATERIAIS
Nenhum

AVALIAÇÃO
Pelas respostas dadas pela criança no realizar das atividades.
                                    BERÇÁRIO II
                                 PLANO DE UNIDADE 1

CONTEÚDO
Motricidade fina

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Apresentar preensão dígito-radial.
     Sacudir e bater um objeto contra outro
     Retirar objetos de dentro de caixas.

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Pegar objetos pequenos com a oposição do polegar
   Bater um objeto contra outro
   Retirar um objeto que está dentro de uma caixa rasa.
   Procurar os objetos que caem tentando alcançá-lo

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a área motora fina e a coordenação óculo-manual
Cognitivo
     Ampliando a capacidade de agir no meio, na exploração da casa e na busca de
       objetos que lhe interessem.
Afetivo emocional
     Desenvolvendo o conhecimento do que se passa à sua volta, e conhecendo os
       familiares e retraindo-se às pessoas estranhas, buscando aquilo que lhe interessa.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Manipulação de brinquedos pequenos com intuito de propiciar a preensão.
   Pegar pedaços pequenos de bolacha, pão ou outros alimentos treinando, além da
     preensão, a independência no alimentar-se
   Propiciar situações de estimulo para que a criança imite o professor na exploração
     dos brinquedos
   Conversar, incentivar a criança a tomar iniciativas e retirar brinquedos de uma caixa
     rasa.

MATERIAIS
Pequenos brinquedos, bolas pequenas, cubos, argolas, caixas de fósforo, mesa, cadeirão,
caixa rasa.

AVALIAÇÃO
Pelas respostas dadas pela criança durante a realização das atividades.
                                PLANO DE UNIDADE 2
CONTEÚDO
Adaptativo Social

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Começar a se alimentar sozinha
     Responder ao seu nome, quando chamada
     Entender gestos

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Segurar a mamadeira sem auxilio
   Segurar um biscoito levando-o à boca para comer
   Ecolalia: repetir sílabas por imitação.
   Atender quando for chamado pelo nome
   Entender gestos simples como vem cá, apanhar um objeto que se apontou
   Dar adeus quando ouve a palavra ou quando o professor faz o gesto convencional

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a psicomotricidade fina no momento de preensão durante o uso de
       utensílios para auto-alimentar-se
Cognitivo
     Começando a desenvolver a independência no auto-alimentar-se, reconhecendo
       alimentos e utensílios afins. Compreende e imita gestos e sílabas
Afetivo emocional
     Desenvolvendo o conhecimento do que se passa à sua volta, reconhecendo os
       familiares e retraindo-se às pessoas estranhas, buscando aquilo que lhe interessa.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Cobrir a mamadeira com feltro ou espuma para facilitar a preensão
   Colocar um apoio de mamadeira no cabo da colher, para facilitar a preensão
   Dar ordens simples, utilizando-se de gestos

MATERIAIS
Brinquedos e objetos interessantes, utensílios para alimentação (mamadeira, colher) feltro,
espuma.

AVALIAÇÃO
Pelas respostas que a criança dá na realização das atividades
                                 PLANO DE UNIDADE 3
CONTEÚDO
Cognitivo
    Linguagem

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Executar ordens simples dadas em linguagem formal
     Atender a palavras inibitórias
     Identificar palavras que exprimam ações demonstrando o que elas significam

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Cumprir ordens tais como: abrir, fechar, dar, etc., identificar as ações que elas
     exprimem
   Respeitar palavras como: não faça, pare e acabou
   Imitar atitudes tais como: palminhas, adeus, beijo, mostrar olhos, a boca, o cabelo
     iniciando o trabalho de esquema corporal

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Cognitivo
    Desenvolvendo a noção de limites e respondendo às palavras inibitórias como o
       Não. Começa a executar adeus simples.
Afetivo emocional
    Procurando participar do grupo familiar e reagindo frente à outra criança pela posse
       de brinquedos.

SUGESTOES DE ATIVIDADES
   Entender gestos simples respondendo a: adeus venha cá, pegue a... etc.
   Utilizar palavras que exprimam ações
   Utilizar palavras inibitórias
   Imitar atitudes

MATERIAIS
Alguns materiais que possibilitem ações para a identificação das ordens e das palavras

AVALIAÇÃO
Pela realização das atividades e através das respostas dadas pela criança.
                                 PLANO DE UNIDADE 4
CONTEÚDO
Motricidade ampla

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Permanecer em pé sem apoio
     Andar
     Chutar bola

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Ficar em pé sem apoio durante algum tempo
   Andar apoiando-se ou apenas sustentado por uma das mãos
   Andar sozinha elevando os braços para se equilibrar
   Brincar com a bola chutando-se com auxilio

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a capacidade de se deslocar sozinha ampliando seu espaço de
       atuação no meio
Cognitivo
     Amplia-se a noção de limite em relação ao meio e às pessoas
Afetivo emocional
     Procurando participar do grupo familiar e reagindo frente à outra criança pela posse
       de brinquedos

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Utilizar brinquedos que chamem a atenção da criança estimulando-a a olhar e
     permanecer em pé por instantes
   Passar uma toalha em baixo dos braços da criança incentivando-a a andar com as
     mãos livres
   Utilizar uma bola para estimular a criança a deslocar-se
   Estimular a criança a dar alguns passos sozinhos elevando os braços para equilibrar-
     se
   Estimular a criança a andar apoiando-se em uma grade ou móvel


MATERIAIS
Bola, toalha, brinquedos que chamem atenção da criança

AVALIAÇÃO
Pela realização da atividade e através das respostas dadas pela criança.
                                 PLANO DE UNIDADE 5
CONTEÚDO
Motricidade fina

OBJETIVOS GERAIS
Desenvolver a motricidade fina com atividades de:
    Preensão “em pinça”
    Enfileirar cubos
    Colocar e retirar objetos de caixas
    Manusear livros e revistas
    Construção de torres

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Pegar pequenos objetos com movimento “em pinça”
   Fazer “um trem” de cubos enfileirados
   Folhear livros e revistas de folhas mais finas
   Retirar e guardar brinquedos em caixa rasa

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a área motora fina possibilitando a exploração de pequenos objetos
Cognitivo
     Desenvolvendo a atenção e concentração em atividades minuciosas, detendo-se em
       detalhes
Afetivo emocional
     Procurando participar do grupo familiar e reagindo frente à outra criança pela posse
       de brinquedos

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Manipular e brincar com cubos
   Movimentar e imitar “um trem” formado com cubos
   Folhear livros e revistas de folhas finas
   Usar brinquedos em caixas rasas para que a criança retire-os e guarde-os


MATERIAIS
Cubos pequenos, caixas rasas com brinquedos e objetos atraentes, livros e revistas

AVALIAÇÃO
Pela participação, interesse e realização das atividades
                                 PLANO DE UNIDADE 6
CONTEÚDO
Adaptativo social

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Participar do grupo familiar
     Indicar quando está com a roupa molhada
     Auto-alimentar-se

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Participar das atividades rotineiras da família e da escola
   Retirar os sapatos e seus laços e as meias auxiliando o despir-se
   Reclamar quando as roupas estão molhadas e precisam ser trocadas
   Segurar sozinho o copo e a colher tentando a auto-alimentaçao

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a motricidade fina e a preensão de utensílios a auto-alimentação,
       bem como a cooperação no despir-se e vestir-se
Cognitivo
     Desenvolvendo a independência em relação ao meio nas tarefas que lhe dizem
       respeito
Afetivo emocional
     Procurando participar do grupo familiar e reagindo frente à outra criança pela posse
       de brinquedos

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Iniciar a auto-alimentação e a higiene adequada
   Vestir-se e despir-se, verbalizando as partes do corpo

MATERIAIS
Colher com cabo de madeira, comida, roupas e utensílios de higiene

AVALIAÇÃO
Pela realização das atividades e através das respostas dadas pela criança
                                 PLANO DE UNIDADE 7
CONTEÚDO
Cognitivo
    Linguagem

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Vocalizar 10 palavras incluindo o nome e o não
     Reconhecer as partes do próprio corpo
     Olhar, apontar e nomear figuras de um livro
     Compreensão de ordens simples
     Identificar objetos semelhantes

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Identificar em si parte do corpo frente ao espelho: mão, pé, cabeça, barriga, etc.
   Manusear revistas, livros de estórias, identificar, apontar e nomear o que vê.
   Compreender e executar ordens simples: traga, feche, jogue no lixo, etc.
   Ouvir e reagir à conversa e ao canto do professor
   Reagir ao toque das diversas texturas
   Mostrar 2 objetos semelhantes: 2 colheres, 2 copos, etc

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Cognitivo
    Desenvolvendo a compreensão e execução de ordens simples e a intensificação da
       verbalização com a utilização do não, iniciando a internalização da noção de limite.
       Iniciando o reconhecimento do esquema corporal.
Linguagem
    Ampliando o seu vocabulário, utilizando muitas vezes o não para dizer sim
Afetivo emocional
    Começando a internalizar noção de limites e de proibições, o que repercute na
       formação de sua personalidade
SUGESTÕES DE ATIVIDADES
    Reconhecer e movimentar as partes do corpo quando indicadas
    Utilizar a expressão oral simples e o canto
    Perceber e reagir a texturas, temperaturas e movimentos das mãos
    Identificar dois objetos iguais em forma, tamanho e cor
    Emissão e execução de ordens simples

MATERIAIS
Livros, revistas com figuras grandes, objetos semelhantes (2 bolas, 2 dados, 2 bonecas, 2
panelinhas, etc.). Bacia, espelho, algodão, lixa, esponja, etc.

AVALIAÇÃO
Pela participação e através das respostas dadas pela criança no decorrer das atividades.
                                 PLANO DE UNIDADE 8
CONTEÚDO
Motricidade ampla

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Andar sozinha
     Subir e descer escada
     Caminhar até o local onde fará a refeição

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Andar sem apoio executando marcha ligeira e corrida dura
   Colocar os 2 pés em cada degrau para subir e descer a escada, com auxílio

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a independência do andar deslocando-se sem auxílio e aprimorando
       o subir e descer escadas
Cognitivo
     Ampliando o seu espaço e independência no meio
Afetivo emocional
     Começando a internalizar noção de limites e de proibições, o que repercute na
       formação de sua personalidade

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Provocar situações e estímulos para que a criança ande sozinha, desloque-as até
     onde está a alimentação, suba e desça escadas com auxilio.

MATERIAIS
Brinquedos que chamem a atenção da criança e outros objetos

AVALIAÇÃO
Pela realização da atividade e através das respostas dadas pela criança.
                                PLANO DE UNIDADE 9
CONTEÚDO
Motricidade fina

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Construir torres com 3 ou 4 elementos
     Enfiar argolas no bastão
     Abrir caixas
     Folhear revistas

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Empilhar 3 a 4 cubos formando uma torre
   Iniciar atividades de encaixe enfiando argolas no bastão
   Abrir e fechar recipientes simples tais como: latas, caixas, etc.
   Passar 2 ou 3 páginas de um livro ou revista de cada vez

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a área motora fina no aprimoramento da preensão “em pinça”
Cognitivo
     Desenvolvendo a atenção em detalhes e a concentração nas atividades que exigem
       maior destreza
Afetivo emocional
     Começando a internalizar noção de limites e de proibições, o que repercute na
       formação de sua personalidade

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Construir torres de até 3 ou 4 elementos (cubos).
   Colocar argolas no bastão
   Abrir caixas para encontrar brinquedos
   Folhear revistas e livros de páginas grossas, com ilustrações grandes e coloridas,
     deixando passar 2 ou 3 páginas de cada vez

MATERIAIS
Cubos, argolas, latas, caixas fáceis de abrir, livros, revistas com ilustrações grandes e
coloridas
AVALIAÇÃO
Pelo interesse e participação na realização das atividades.
                                PLANO DE UNIDADE 10
CONTEÚDO
Adaptativo Social

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Desenvolver a auto-independência
     Iniciar a se despir
     Auto-alimentar-se
     Beber no copo

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Auxiliar na tarefa de despir retirando as meias e roupas simples
   Comer sozinha com a colher ainda derramando alimentos
   Tomar água segurando o copo

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Cognitivo
    Desenvolvendo a capacidade de auxiliar nas atividades relacionadas à auto-
       independência imitando as pessoas à sua volta
Afetivo emocional
    Iniciando a internalização de noção de limites e de proibições, que repercute na
       formação de usa personalidade

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Começar a despir-se sozinha
   Tentar auto-alimentar-se
   Tentar beber no copo

MATERIAIS
A própria vestimenta da criança, os utensílios para alimentação (prato, colher, copo).
AVALIAÇÃO
Pela participação e realizações da criança durante as atividades.
                               PLANO DE UNIDADE 11
CONTEÚDO
Cognitivo.
    linguagem

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Formar frases, respondendo a perguntas simples.
     Compreender ordens duplas
     Nomear figuras
     Apontar 4 a 5 partes do corpo no boneco
     Desenvolver a associação de objetos, por espécies.

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Utilizar frases com 3 palavras
   Nomear figuras de livros e revistas
   Executar ordens duplas tais como: pegar papel e jogar no lixo
   Apontar em outra pessoa ou boneco algumas partes do corpo
   Juntar objetos por espécies tais como: bota e sapato

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Cognitivo
    Desenvolvendo a compreensão e execução de ordens duplas, a noção do esquema
       corporal em si e no outro e a separação por espécies de objetos. Desenvolvendo a
       capacidade de associação e discriminação mais elaborada.
Linguagem
    Na ampliação de seu vocabulário inicia o uso de frases com eu e você
Afetivo emocional
    Desenvolvendo a relação com outras crianças no jogo paralelo e ampliando sua
       independência no que se refere a si mesma

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Responder a indagações empregando mais que uma palavra
   Atender a ordens duplas. Exemplo: pegue o papel e jogue no lixo
   Apontar as partes do corpo
   Associar por espécies brinquedos e objetos (com auxilio)

MATERIAIS
Brinquedos variados, objetos de uso pessoal, livros e revistas, boneco articulado, papel e
lixeira
AVALIAÇÃO
Pela realização e participação da criança durante as atividades.
                                    MATERNAL I
                                 PLANO DE UNIDADE 1

CONTEÚDO
Motricidade fina

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Apresentar preensão dígito-radial.
     Sacudir e bater um objeto contra outro
     Retirar objetos de dentro de caixas.

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Pegar objetos pequenos com a oposição do polegar
   Bater um objeto contra outro
   Retirar um objeto que está dentro de uma caixa rasa.
   Procurar os objetos que caem tentando alcançá-lo

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a área motora fina e a coordenação óculo-manual
Cognitivo
     Ampliando a capacidade de agir no meio, na exploração da casa e na busca de
       objetos que lhe interessem.
Afetivo emocional
     Desenvolvendo o conhecimento do que se passa à sua volta, e conhecendo os
       familiares e retraindo-se às pessoas estranhas, buscando aquilo que lhe interessa.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Manipulação de brinquedos pequenos com intuito de propiciar a preensão.
   Pegar pedaços pequenos de bolacha, pão ou outros alimentos treinando, além da
     preensão, a independência no alimentar-se
   Propiciar situações de estimulo para que a criança imite o professor na exploração
     dos brinquedos
   Conversar, incentivar a criança a tomar iniciativas e retirar brinquedos de uma caixa
     rasa.

MATERIAIS
Pequenos brinquedos, bolas pequenas, cubos, argolas, caixas de fósforo, mesa, cadeirão,
caixa rasa.

AVALIAÇÃO
Pelas respostas dadas pela criança durante a realização das atividades.
                                PLANO DE UNIDADE 2
CONTEÚDO
Adaptativo Social

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Começar a se alimentar sozinha
     Responder ao seu nome, quando chamada
     Entender gestos

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Segurar a mamadeira sem auxilio
   Segurar um biscoito levando-o à boca para comer
   Ecolalia: repetir sílabas por imitação.
   Atender quando for chamado pelo nome
   Entender gestos simples como vem cá, apanhar um objeto que se apontou
   Dar adeus quando ouve a palavra ou quando o professor faz o gesto convencional

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a psicomotricidade fina no momento de preensão durante o uso de
       utensílios para auto-alimentar-se
Cognitivo
     Começando a desenvolver a independência no auto-alimentar-se, reconhecendo
       alimentos e utensílios afins. Compreende e imita gestos e sílabas
Afetivo emocional
     Desenvolvendo o conhecimento do que se passa à sua volta, reconhecendo os
       familiares e retraindo-se às pessoas estranhas, buscando aquilo que lhe interessa.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Cobrir a mamadeira com feltro ou espuma para facilitar a preensão
   Colocar um apoio de mamadeira no cabo da colher, para facilitar a preensão
   Dar ordens simples, utilizando-se de gestos

MATERIAIS
Brinquedos e objetos interessantes, utensílios para alimentação (mamadeira, colher) feltro,
espuma.

AVALIAÇÃO
Pelas respostas que a criança dá na realização das atividades
                                 PLANO DE UNIDADE 3
CONTEÚDO
Cognitivo
    Linguagem

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Executar ordens simples dadas em linguagem formal
     Atender a palavras inibitórias
     Identificar palavras que exprimam ações demonstrando o que elas significam

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Cumprir ordens tais como: abrir, fechar, dar, etc., identificar as ações que elas
     exprimem
   Respeitar palavras como: não faça, pare e acabou
   Imitar atitudes tais como: palminhas, adeus, beijo, mostrar olhos, a boca, o cabelo
     iniciando o trabalho de esquema corporal

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Cognitivo
    Desenvolvendo a noção de limites e respondendo às palavras inibitórias como o
       Não. Começa a executar adeus simples.
Afetivo emocional
    Procurando participar do grupo familiar e reagindo frente à outra criança pela posse
       de brinquedos.

SUGESTOES DE ATIVIDADES
   Entender gestos simples respondendo a: adeus venha cá, pegue a... etc.
   Utilizar palavras que exprimam ações
   Utilizar palavras inibitórias
   Imitar atitudes

MATERIAIS
Alguns materiais que possibilitem ações para a identificação das ordens e das palavras

AVALIAÇÃO
Pela realização das atividades e através das respostas dadas pela criança.
                                 PLANO DE UNIDADE 4
CONTEÚDO
Motricidade ampla

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Permanecer em pé sem apoio
     Andar
     Chutar bola

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Ficar em pé sem apoio durante algum tempo
   Andar apoiando-se ou apenas sustentado por uma das mãos
   Andar sozinha elevando os braços para se equilibrar
   Brincar com a bola chutando-se com auxilio

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a capacidade de se deslocar sozinha ampliando seu espaço de
       atuação no meio
Cognitivo
     Amplia-se a noção de limite em relação ao meio e às pessoas
Afetivo emocional
     Procurando participar do grupo familiar e reagindo frente à outra criança pela posse
       de brinquedos

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Utilizar brinquedos que chamem a atenção da criança estimulando-a a olhar e
     permanecer em pé por instantes
   Passar uma toalha em baixo dos braços da criança incentivando-a a andar com as
     mãos livres
   Utilizar uma bola para estimular a criança a deslocar-se
   Estimular a criança a dar alguns passos sozinhos elevando os braços para equilibrar-
     se
   Estimular a criança a andar apoiando-se em uma grade ou móvel


MATERIAIS
Bola, toalha, brinquedos que chamem atenção da criança

AVALIAÇÃO
Pela realização da atividade e através das respostas dadas pela criança.
                                 PLANO DE UNIDADE 5
CONTEÚDO
Motricidade fina

OBJETIVOS GERAIS
Desenvolver a motricidade fina com atividades de:
    Preensão “em pinça”
    Enfileirar cubos
    Colocar e retirar objetos de caixas
    Manusear livros e revistas
    Construção de torres

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Pegar pequenos objetos com movimento “em pinça”
   Fazer “um trem” de cubos enfileirados
   Folhear livros e revistas de folhas mais finas
   Retirar e guardar brinquedos em caixa rasa

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a área motora fina possibilitando a exploração de pequenos objetos
Cognitivo
     Desenvolvendo a atenção e concentração em atividades minuciosas, detendo-se em
       detalhes
Afetivo emocional
     Procurando participar do grupo familiar e reagindo frente à outra criança pela posse
       de brinquedos

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Manipular e brincar com cubos
   Movimentar e imitar “um trem” formado com cubos
   Folhear livros e revistas de folhas finas
   Usar brinquedos em caixas rasas para que a criança retire-os e guarde-os


MATERIAIS
Cubos pequenos, caixas rasas com brinquedos e objetos atraentes, livros e revistas

AVALIAÇÃO
Pela participação, interesse e realização das atividades
                                 PLANO DE UNIDADE 6
CONTEÚDO
Adaptativo social

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Participar do grupo familiar
     Indicar quando está com a roupa molhada
     Auto-alimentar-se

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Participar das atividades rotineiras da família e da escola
   Retirar os sapatos e seus laços e as meias auxiliando o despir-se
   Reclamar quando as roupas estão molhadas e precisam ser trocadas
   Segurar sozinho o copo e a colher tentando a auto-alimentaçao

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a motricidade fina e a preensão de utensílios a auto-alimentação,
       bem como a cooperação no despir-se e vestir-se
Cognitivo
     Desenvolvendo a independência em relação ao meio nas tarefas que lhe dizem
       respeito
Afetivo emocional
     Procurando participar do grupo familiar e reagindo frente à outra criança pela posse
       de brinquedos

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Iniciar a auto-alimentação e a higiene adequada
   Vestir-se e despir-se, verbalizando as partes do corpo

MATERIAIS
Colher com cabo de madeira, comida, roupas e utensílios de higiene

AVALIAÇÃO
Pela realização das atividades e através das respostas dadas pela criança
                                 PLANO DE UNIDADE 7
CONTEÚDO
Cognitivo
    Linguagem

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Vocalizar 10 palavras incluindo o nome e o não
     Reconhecer as partes do próprio corpo
     Olhar, apontar e nomear figuras de um livro
     Compreensão de ordens simples
     Identificar objetos semelhantes

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Identificar em si parte do corpo frente ao espelho: mão, pé, cabeça, barriga, etc.
   Manusear revistas, livros de estórias, identificar, apontar e nomear o que vê.
   Compreender e executar ordens simples: traga, feche, jogue no lixo, etc.
   Ouvir e reagir à conversa e ao canto do professor
   Reagir ao toque das diversas texturas
   Mostrar 2 objetos semelhantes: 2 colheres, 2 copos, etc

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Cognitivo
    Desenvolvendo a compreensão e execução de ordens simples e a intensificação da
       verbalização com a utilização do não, iniciando a internalização da noção de limite.
       Iniciando o reconhecimento do esquema corporal.
Linguagem
    Ampliando o seu vocabulário, utilizando muitas vezes o não para dizer sim
Afetivo emocional
    Começando a internalizar noção de limites e de proibições, o que repercute na
       formação de sua personalidade

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
    Reconhecer e movimentar as partes do corpo quando indicadas
    Utilizar a expressão oral simples e o canto
    Perceber e reagir a texturas, temperaturas e movimentos das mãos
    Identificar dois objetos iguais em forma, tamanho e cor
    Emissão e execução de ordens simples
MATERIAIS
Livros, revistas com figuras grandes, objetos semelhantes (2 bolas, 2 dados, 2 bonecas, 2
panelinhas, etc.). Bacia, espelho, algodão, lixa, esponja, etc.

AVALIAÇÃO
Pela participação e através das respostas dadas pela criança no decorrer das atividades.
                                 PLANO DE UNIDADE 8
CONTEÚDO
Motricidade ampla

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Andar sozinha
     Subir e descer escada
     Caminhar até o local onde fará a refeição

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Andar sem apoio executando marcha ligeira e corrida dura
   Colocar os 2 pés em cada degrau para subir e descer a escada, com auxílio

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a independência do andar deslocando-se sem auxílio e aprimorando
       o subir e descer escadas
Cognitivo
     Ampliando o seu espaço e independência no meio
Afetivo emocional
     Começando a internalizar noção de limites e de proibições, o que repercute na
       formação de sua personalidade

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Provocar situações e estímulos para que a criança ande sozinha, desloque-as até
     onde está a alimentação, suba e desça escadas com auxilio.

MATERIAIS
Brinquedos que chamem a atenção da criança e outros objetos

AVALIAÇÃO
Pela realização da atividade e através das respostas dadas pela criança.
                                PLANO DE UNIDADE 9
CONTEÚDO
Motricidade fina

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Construir torres com 3 ou 4 elementos
     Enfiar argolas no bastão
     Abrir caixas
     Folhear revistas

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Empilhar 3 a 4 cubos formando uma torre
   Iniciar atividades de encaixe enfiando argolas no bastão
   Abrir e fechar recipientes simples tais como: latas, caixas, etc.
   Passar 2 ou 3 páginas de um livro ou revista de cada vez

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a área motora fina no aprimoramento da preensão “em pinça”
Cognitivo
     Desenvolvendo a atenção em detalhes e a concentração nas atividades que exigem
       maior destreza
Afetivo emocional
     Começando a internalizar noção de limites e de proibições, o que repercute na
       formação de sua personalidade

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Construir torres de até 3 ou 4 elementos (cubos).
   Colocar argolas no bastão
   Abrir caixas para encontrar brinquedos
   Folhear revistas e livros de páginas grossas, com ilustrações grandes e coloridas,
     deixando passar 2 ou 3 páginas de cada vez

MATERIAIS
Cubos, argolas, latas, caixas fáceis de abrir, livros, revistas com ilustrações grandes e
coloridas
AVALIAÇÃO
Pelo interesse e participação na realização das atividades.
                                PLANO DE UNIDADE 10
CONTEÚDO
Adaptativo Social

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Desenvolver a auto-independência
     Iniciar a se despir
     Auto-alimentar-se
     Beber no copo

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Auxiliar na tarefa de despir retirando as meias e roupas simples
   Comer sozinha com a colher ainda derramando alimentos
   Tomar água segurando o copo

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Cognitivo
    Desenvolvendo a capacidade de auxiliar nas atividades relacionadas à auto-
       independência imitando as pessoas à sua volta
Afetivo emocional
    Iniciando a internalização de noção de limites e de proibições, que repercute na
       formação de usa personalidade

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Começar a despir-se sozinha
   Tentar auto-alimentar-se
   Tentar beber no copo

MATERIAIS
A própria vestimenta da criança, os utensílios para alimentação (prato, colher, copo).
AVALIAÇÃO
Pela participação e realizações da criança durante as atividades.
                               PLANO DE UNIDADE 11
CONTEÚDO
Cognitivo.
    linguagem

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Formar frases, respondendo a perguntas simples.
     Compreender ordens duplas
     Nomear figuras
     Apontar 4 a 5 partes do corpo no boneco
     Desenvolver a associação de objetos, por espécies.

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Utilizar frases com 3 palavras
   Nomear figuras de livros e revistas
   Executar ordens duplas tais como: pegar papel e jogar no lixo
   Apontar em outra pessoa ou boneco algumas partes do corpo
   Juntar objetos por espécies tais como: bota e sapato

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Cognitivo
    Desenvolvendo a compreensão e execução de ordens duplas, a noção do esquema
       corporal em si e no outro e a separação por espécies de objetos. Desenvolvendo a
       capacidade de associação e discriminação mais elaborada.
Linguagem
    Na ampliação de seu vocabulário inicia o uso de frases com eu e você
Afetivo emocional
    Desenvolvendo a relação com outras crianças no jogo paralelo e ampliando sua
       independência no que se refere a si mesma

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Responder a indagações empregando mais que uma palavra
   Atender a ordens duplas. Exemplo: pegue o papel e jogue no lixo
   Apontar as partes do corpo
   Associar por espécies brinquedos e objetos (com auxilio)

MATERIAIS
Brinquedos variados, objetos de uso pessoal, livros e revistas, boneco articulado, papel e
lixeira
AVALIAÇÃO
Pela realização e participação da criança durante as atividades.
                                    MATERNAL II
                                 PLANO DE UNIDADE 1

CONTEÚDO
Motricidade ampla
OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Levantar-se do chão sem auxilio
     Alcançar brinquedos trepando em obstáculos
     Brincar com areia e/ou massa de modelagem

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Levantar-se do chão sem ajuda, estando de joelhos
   Subir e descer escadas, um degrau de cada vez, apoiando-se no corrimão
   Andar de velocípede em círculos com alguma dificuldade
   Correr sem cair, demonstrando bom equilíbrio
   Subir na cadeira para alcançar um objeto
   Brincar na areia fazendo bolinhos, ou com massa de modelar fazendo rolinhos,
     furando, etc;

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo o equilíbrio e a postura nas atividades psicomotoras
Cognitivo
     Desenvolvendo ritmo e orientação espaço-temporal nos exercícios psicomotores
       simples.
Afetivo emocional
     Desenvolvendo a relação com outras crianças no jogo paralelo e ampliando sua
       independência no que se refere a si mesma.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES
     Levantar sem auxílio quando estimulada
     Subir e descer escadas segurando no corrimão
     Andar de velocípede
     Alcançar brinquedos trepando em obstáculos
     Brincar com areia e/ou massa de moder

MATERIAIS
Brinquedos e objetos interessantes que despertem a atenção das crianças, velocípedes
(opcional), escada, cadeira, sofá, banco, areia, massa para modelagem.

AVALIAÇÃO
Pela realização das atividades e através das respostas dadas pela criança.
                                PLANO DE UNIDADE 2

CONTEÚDO
Motricidade fina

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Construir torres
     Colocar argolas e/ou macarrão colorido em fio de nylon grosso
     Pintar livremente

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Empilhar cubos formando torres com 6 ou 7 elementos
   Enfiar contas de madeira em fio de nylon grosso utilizando as mãos.
   Pintar com papel no plano vertical estando em pé.

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES
Psicomotor
     Desenvolvendo a motricidade fina no movimento de pinça e o controle do freio
       inibitório.
Cognitivo
     Desenvolvendo a atenção em detalhes e a concentração nas atitudes que exigem
       maior destreza
Afetivo emocional
     Desenvolvendo a relação com outras crianças no jogo paralelo e ampliando sua
       independência no que se refere a si mesma.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES
     Empilhar cubos
     Colocar argolas sem fio de nylon
     Pintar livremente em espaços livres e determinados

MATERIAIS
Cubos, contas de madeira, fio de nylon grosso (de varal), macarrão colorido, lápis de cera
grosso, tinta guache, papel e papelão.

AVALIAÇÃO
Pela participação, motivação e interesse durante a realização das atividades.
                                 PLANO DE UNIDADE 3

CONTEÚDO
Adaptativo Social

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Referir-se a si mesma pelo nome
     Jogar paralelamente
     Imitar atitudes no asseio pessoal
     Levar a comida e a água à boca

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Referir-se a si mesma pelo nome
   Brincar com as outras crianças estando envolvida apenas com o seu brinquedo
   Demonstrar quando tem necessidade de ir ao banheiro
   Pentear e escovar os dentes imitando o adulto
   Comer sozinho sem auxilio, sem derramar
   Beber água do copo sem derramar

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES

Cognitivo
    Desenvolvendo a imitação nas atividades de independência como alimentação,
       higiene, vestir e despir. Verbalizando seu nome e pedindo o que deseja.
Afetivo emocional
    Desenvolvendo a relação com outras crianças no jogo paralelo e ampliando sua
       independência no que se refere a si mesma.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES
    Dialogo constante para verbalização do nome
    Orientações de como lavar as mãos, escovar dos dentes, pentear os cabelos
    Começar a controlar os esfincteres

MATERIAIS
Utensílios para alimentar-se, de higiene, fecho ecler solto, banheiro, escovas de dente, de
cabelo, penes e espelho.

AVALIAÇÃO
Pela participação, interesse e realização das atividades propostas.
                                 PLANO DE UNIDADE 4

CONTEÚDO
Cognitivo
    Linguagem

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Reconhecer plurais
     Dialogar empregando substantivos, verbos, adjetivos, pronomes, preposições e
       respondendo perguntas
     Nomear gravuras com ações
     Classificar, comparar e identificar objetos.

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Dialogar utilizando as palavras “meu”, “você”, “eu”, “para mim”, “até”, “com” e
     “sem”
   Responder as perguntas: “por que?”, “como”, e “quando?”
   Identificar e nomear ações mostradas em figuras.
   Separar objetos por espécies utilizando material concreto

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES

Cognitivo
    Desenvolver a capacidade de classificar, comparar e identificar elementos mantendo
       maior atenção e concentração nas atividades demonstrando capacidade de raciocínio
Afetivo emocional
    Desenvolvendo interesse em fazer amigos, relacionar-se com o grupo, verbalizando
       intensamente.
Linguagem
    Desenvolvendo o emprego de substantivos, adjetivos e os pronomes “meu, eu ,
       você, e para mim.” Reconhecendo plurais e utilizando preposições: até, com e sem.
       Ampliando a capacidade de explicar a ação que vê.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES
    Verbalizar o singular e o plural
    Dialogo por meio de perguntas e respostas
    Apontar e explicar ações simples
    Identificar e indicar elementos variados em uma gravura
    Distinguir objetos de dois tamanhos: grande e pequeno
    Separar objetos por espécie.

MATERIAIS
Figuras, brinquedos e pecas diversas.
AVALIAÇÃO
Pela participação, interesse e realização das atividades propostas.
                                 PLANO DE UNIDADE 5

CONTEÚDO
    Motricidade Ampla

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Andar e marchar de várias formas com e sem música
     Saltar, engatinhar, virar cambalhotas, subir e descer escadas
     Cantar, dançar e outras atividades que desenvolvam o equilíbrio e a motricidade
       ampla.

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Andar na ponta do pé para frente, para trás
   Pular com os 2 pés como um sapo, flexionando bem as pernas
   Andar de joelhos em todas as direções
   Movimentar as diversas partes do corpo: cabeça, braço, pernas, tronco, pés e mãos.
   Realizar marchas ao som de musicas
   Virar cambalhotas
   Cantar e dançar

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES

Cognitivo
     Desenvolver a atenção, concentração e precisão nas atividades
Afetivo emocional
     Desenvolvendo interesse em fazer amigos, relacionar-se com o grupo, verbalizando
       intensamente.
Psicomotor
     Aprimorando seu desenvolvimento psicomotor em termos de equilíbrio, postura e
       desenvoltura

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Andar sobre linhas determinadas mantendo o equilíbrio, com ou sem musica
   Atividades livres e orientadas utilizando bolas
   Subir e descer escadas, sem auxílio
   Andar, engatinhar, saltar com ritmo ou livremente
   Virar cambalhotas
   Dançar utilizando uma música que envolva as partes do corpo

MATERIAIS
Cubos, bolas, linhas traçadas, escada, tambor, colchonete, etc.

AVALIAÇÃO
Pela participação, e realização das atividades propostas.
                                  PLANO DE UNIDADE 6

CONTEÚDO
    Motricidade Fina

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Construir torres e pontes
     Dobrar panos e papéis
     Pintar, rasgar, colar e cortar
     Reproduzir formas

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Empilhar cubos formando torres
   Construir pontes com blocos de madeira, em duas dimensões
   Imitar a construção de torre vendo o modelo
   Dobrar pedaços de pano ou de papel
   Jogar e receber a bola com o braço estendido
   Segurar o lápis corretamente utilizando o polegar e os dois dedos
   Utilizar a tesoura com dificuldade

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES

Cognitivo
     Desenvolver a atenção, concentração e precisão nas atividades
Afetivo emocional
     Desenvolvendo interesse em fazer amigos, relacionar-se com o grupo, verbalizando
       intensamente.
Psicomotor
     Aprimorando seu desenvolvimento psicomotor em atividades cada vez mais
       especificas e elaboradas

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Construir torres e pontes com vários elementos em duas dimensões
   Dobrar panos e papel transversal e/ou longitudinalmente
   Pintar e/ou colar áreas delimitadas, usar a tesoura
   Reprodução de formas no ar
   Atividade que desenvolva a motricidade fina e a coordenação óculo-manual

MATERIAIS
Cubos, blocos, lápis, gizão de cera, papéis, pincel, tinta, cola, cartaz, etc.

AVALIAÇÃO
Pela participação, interesse e na realização das atividades
                                 PLANO DE UNIDADE 7

CONTEÚDO
    Adaptativo Social

OBJETIVOS GERAIS
Estimular a criança a:
     Realizar atividades que desenvolvam a independência nos cuidados pessoais,
       alimentação, higiene e atividades domésticas

OBJETIVOS OPERACIONAIS
   Brincar em grupo com outras crianças
   Participar na arrumação de mesa e na limpeza
   Na refeição utilizar corretamente os talheres
   Assoar o nariz utilizando o lenço adequadamente
   Despir-se sozinha, calcar sapatos e meias, colocar roupas simples, tentar fazer laços
     nos sapatos.

INTEGRAÇÃO DOS ASPECTOS CURRICULARES

Cognitivo
    Aprimorando a capacidade de auto-independência na higiene, asseio, vestir-se e
       despir-se e no contato com o meio, socializando-se
Afetivo emocional
    Desenvolvendo interesse em fazer amigos, relacionar-se com o grupo, verbalizando
       intensamente.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES
   Auxiliar na arrumação da mesa para o lanche
   Utilizar adequadamente os talheres e o guardanapo
   Vestir-se, desvestir, abotoar, desabotoar, fazer e desfazer laços, fechar e abrir
     colchetes de pressão e fecho echer, etc.

MATERIAIS
Utensílios diários, roupas, bonecos e quadros com botões, fechos, laços e ganchos.

AVALIAÇÃO
Pela participação, interesse e na realização das atividades

								
To top