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Modelos de Processo de Software

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Modelos de Processo de Software
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2/11/2012
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Modelos de Processo de Software

Modelos de Processo de

Softwares

• É uma representação abstrata de um

processo de software. Cada modelo

representa um processo a partir de uma

perspectiva particular.

• Não são descrições definitivas de processo

de software, mas sim abstrações úteis, que

podem ser usadas para explicar diferentes

abordagens de desenvolvimento de

software.

Modelos de Processo de

Softwares

• Modelo em Cascata;

• Desenvolvimento Evolucionário ou

Prototipado;

• Desenvolvimento Formal de Sistemas;

• Desenvolvimento Orientado a Reuso;

O Modelo em “Cascata”

• Primeiro modelo publicado do processo de

desenvolvimento de software;

• Originou-se de outros processos de

engenharia;

• Retrata um desenvolvimento gradual e

possui seqüência de passos em ordem que

devem ser seguidos.

O Modelo em “Cascata”

O Modelo em “Cascata”

• Principais estágios:

– Análise e Definição de

Requisitos: as funções, as

restrições e os objetivos do

sistema sõ estabelecidos por

meio de consulta aos

usuários do sistema. Em

seguida, são definidos em

detalhes e servem como uma

especificação do sistema.

O Modelo em “Cascata”

• Principais estágios:

– Projeto de Sistemas e

Software: o processo de

projeto de sistemas agrupa

os requisitos em sistemas de

hardware e software.

Envolve a identificação e a

descrição das abstrações

fundamentais do sistema de

software e suas relações.

O Modelo em “Cascata”

• Principais estágios:

– Implementação e Testes de

Unidade: Durante este

estágio, o projeto do

software é compreendido

como um conjunto de

programas ou unidades de

programa. O teste de unidade

envolve verificar se cada

uma das unidades atendem à

sua especificação.

O Modelo em “Cascata”

• Principais estágios:

– Integração e Teste de

sistemas: as unidades de

programa ou programas

individuais são integrados e

testados como um sistema

completo a fim de garantir

que os requisitos de software

foram atendidos. Depois do

teste, o software é entregue

ao cliente.

O Modelo em “Cascata”

• Principais estágios:

– Operação e manutenção: O

sistema é instalado e

colocado em operação.

Envolve corrigir erros que

não foram descobertos em

estágios anteriores,

melhorando a implemen-

tação e descobrindo novos

requisitos

O Modelo em “Cascata”

• Cada fase resulta em um ou mais

documentos que deve ser aprovado;

• Existe uma conseqüência nas fases;

• As vezes o processo atrasa e necessita de

uma suspensão dos requisitos;

• Demandam requisitos bem especificados;

• Recomendado para projetos maiores de

sistemas.

Desenvolvimento Evolucionário

• Tem com base a idéia de desenvolver uma

implementação inicial, expor o resultado ao

comentário do usuário e fazer seu

aprimoramento por meio de muitas versões,

até que tenha sido desenvolvido;

• A especificação, desenvolvimento e

validação são executados concorrentemente

para gerar um retorno rápido;

Desenvolvimento Evolucionário

Desenvolvimento Evolucionário

• Pode ser:

– Exploratório: tem como objetivo trabalhar com

o cliente a fim de explorar seus requisitos e

entregar um sistema final. São feitas partes

inicias e acrescentadas novas de acordo com o

desenvolvimento.

– Protótipos descartáveis: tenta compreender os

melhor os requisitos a partir de protótipos e

então desenvolver uma especificação de

requisitos completa.

Desenvolvimento Evolucionário

• Problemas:

– O processo não é visível: como o sistema é

desenvolvido rapidamente, não há tempo de

documentar as versões;

– Os sistemas são mal-estruturados: mudanças

constantes podem corromper a estrutura do

software;

– Requer ferramentas e técnicas especiais: que

nem sempre são disponíveis ou são aplicáveis

ao caso.

Desenvolvimento Formal de

Sistemas

• É uma abordagem do desenvolvimento de

software que tem algo em comum com o

modelo em cascata, mas cujo o processo de

desenvolvimento se baseia na

transformação matemática formal de uma

especificação do sistema em um programa

executável.

Desenvolvimento Formal de

Sistemas

• Difere do Modelo em Cascata:

– A especificação de requisitos de software é

redefinida em uma especificação formal

detalhada, que é expressa em notação

matemática;

– O processo de desenvolvimento de projeto,

implementação e teste de unidade são

substituídos por um processo de

desenvolvimento transformacional, em que a

especificação é refinada, por meio de uma série

de transformações, em um programa.

Desenvolvimento Formal de

Sistemas

Desenvolvimento Formal de

Sistemas

• Essa abordagem é particularmente adequada

ao desenvolvimento de sistemas que tenham

rigorosas exigências de segurança,

confiabilidade e garantia. No entanto, para a

maioria dos sistemas não há um ganho

significativo de custo ou qualidade.

• Necessita de perícia especializada.

Desenvolvimento Orientado a

Reuso

• O reuso é comum no projeto. Mas a

engenharia de software formaliza o reuso

com uma ampla base de componentes

reutilizáveis e com alguma infra-estrutura

de integração para estes componentes;

• Acelera a produção de resultados,

especialmente em prototipagens.

Desenvolvimento Orientado a

Reuso

Desenvolvimento Orientado a

Reuso

• Análise de componentes: considerando a

especificação dos requisitos, é feita uma

busca de componentes para implementar

essa especificação;

• Modificação dos requisitos: adequação dos

requisitos aos componentes encontrados. Se

não puderem ser alterados, repete-se a

análise;

Desenvolvimento Orientado a

Reuso

• Projeto de sistema com reuso: é

desenvolvida uma infra-estrutura ou

reutilizada uma preexistente. Organizam os

componentes que serão utilizados e

projetam o que faltam;

• Desenvolvimento e integração: os

componentes faltantes serão desenvolvidos

e todos integrados a fim de criar um

sistema.

Desenvolvimento Orientado a

Reuso

• Reduz a quantidade de software a ser

desenvolvido e, conseqüentemente, diminui

custos e riscos;

• Acelera a entrega do software;

• Os requisitos podem se perder durante a

adaptação;

• Pode se perder o controle da versão dos

componentes utilizados no sistema.


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