Resist�ncia aer�bia - ESDJCCG by SoxsdP

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									Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes

             Disciplina de Educação Física




Título: Resistência aeróbica

Data: de Novembro de 2004

Ano / Turma: 12º A



           Trabalho elaborado por: Daniela Rocha Labrincha
Resistência aeróbica                                                                              Educação Física



                                                             Índice

Índice.................................................................................................................................1

Introdução........................................................................................................................2

Resistência Aeróbica........................................................................................................3

Teste de Cooper……………….......................................................................................6

Comentário das aulas....................................................................................................10

Curiosidades………………...........................................................................................11

Bibliografia.....................................................................................................................14




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Resistência aeróbica                                                  Educação Física



                                        Introdução
       O atletismo é hoje em dia uma mistura de diferentes actividades. Durante o
século XIX foram modificadas as regras, primeiro na Universidade, onde se
organizavam as competições de atletismo e, mais tarde, pelos organismos
internacionais e olímpicos para, em 1926, assumirem a sua forma actual.
       Dentro do atletismo podemos encontrar diferentes tipos de corrida, tais
como, corrida de velocidade, corrida de estafeta, corrida de barreiras, corrida pelo
campo (“cross-country”), corrida de meio-fundo e ainda corrida continua.
       O atletismo é uma modalidade desportiva constituída por várias
especialidades, distribuídas pelas corridas, saltos e lançamentos. Existe ainda a
possibilidade de agrupar algumas destas especialidades, constituindo as provas
combinadas. Um exemplo é o heptatlo, composto pelas seguintes sete provas: 100
m barreiras, lançamento do peso, salto em altura, 200 m planos, salto em
comprimento, lançamento do dardo e 800 m.
       O atletismo é um desporto individual, apesar de existirem provas que
apelam a cooperação de vários atletas, como as estafetas.
       A maior parte das provas é disputada no estádio de atletismo. Este é
composto por uma pista de 400 metros, com seis a oito corredores para as corridas,
várias zonas para os lançamentos e outras para os saltos.
       Neste trabalho vou falar sobre a resistência aeróbica e sobre o teste de
Cooper.




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                                 Resistência aerobica
       A resistência aeróbica é a capacidade que uma pessoa adquire para resistir
à fadiga.
       A corrida constitui a maneira mais prática de melhorar e manter a
condição física, não só pela sua simplicidade e facilidade de controlo de progresso,
mas também pela variedade de espaço.
       Do ponto de vista fisiológico, contribui para o desenvolvimento da
resistência, melhorando os sistemas cárdio-respiratórios e circulatório; a nível
muscular, permite também a adaptação do aparelho locomotor a um maior nível
de exigência do que a prevista pela simples acção quotidiana.
       O modo como se deve correr também é importante para o bem-estar de
quem o faz, logo, é muito importante que no final da corrida não se tenha sinais de
fadiga, porque isso significa que:

        o     Se realizou um esforço prolongado, isto é, correu-se pelo menos 10
minutos.
        o     Se realizou um esforço moderado e onde o ritmo cardíaco observado
se situou entre as 150 e 170 pulsações por minutos.
        o     Se realizou um esforço uniforme, isto é, manteve-se o mesmo ritmo,
não provocando aumentos ou diminuições da velocidade utilizada desde o início da
corrida.
        o     Durante o esforço, respirou-se de forma normal, sem ser forçada,
nem ofegante, permitindo a entrada da quantidade de oxigénio necessária para a
realização do esforço.

              O que é o esforço prolongado e de fraca intensidade?

       Na primeira semana, vai-se alternando a corrida com a marcha ou passei,
para que não haja fadiga.
       Para se alcançar os objectivos preconizados pela corrida contínua, é
necessário que se cumpram as regras que já foram referidas, bem como o
cumprimento dos ritmos cardíacos assinalados anteriormente. Só assim se poderá
controlar a intensidade do esforço.
       Após o esforço é necessário como já foi referido controlar o ritmo cardíaco,
e para isso temos várias possibilidades, tais como verifica-la no pulso (artéria
radial), no pescoço (carótidas) e na região toráxica do lado esquerdo, junto ao
coração.




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                                    Teste de Cooper
        O teste de Cooper consiste em testar o aluno, que durante o teste deve
correr ou caminhar, se não puder correr, em pista demarcada, a maior distância
possível em 12 minutos. Os valores da distância são anotados e substituídos na
fórmula que vai predizer o VO² máx. Este teste tem como principal vantagem a
simplicidade de aplicação, podendo ser utilizado em grandes grupos,
simultaneamente. Porém, algumas variáveis influem no resultado como a táctica
da corrida (correr com uma velocidade constante), que levam os inexperientes a
conseguir valores muito baixos.
        Na intenção de adaptar o organismo as condições fisiológicas e bioquímicas
condizentes com o estado de stress aplicado ao mesmo, a ciência do treino
desportivo procura, através de metodologias afins, impor uma carga de trabalho
que condicione o indivíduo a um melhor desempenho na qualidade física que se
quer treinar, onde, nesta trabalho, diz respeito a resistência aeróbica, com vistas a
uma melhor performance desportiva, sendo esta, a condicionante pelo qual a
resistência terá o seu nível optimizado. Seguindo critérios lógicos, providos da
fisiologia do exercício, normalmente aceitar-se-ia que organismos treinados sob
exercícios aeróbios, obteriam melhores resultados em testes aeróbicos, do que os
treinados em anaerobiose. Contudo, se um aluno treinar aerobicamente e outro
treinar anaerobicamente, tendo como parâmetro fisiológico de capacidade
aeróbica o VO2 máx., aferido através do teste de Cooper, no início do treino e após
cinco semanas, os alunos iram obter os seguintes resultados: uma melhora mais
acentuada no nível de VO2 máx. do aluno treinado em anaerobiose.




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                                Comentário das aulas
         Nestas aulas de resistência aeróbica além de aprender coisas novas sobre o
tema, tive que observar os meus colegas para agora poder fazer uma apreciação
dos seus trabalhos e das aulas.
         Nas primeiras aulas, e como era de prever, alguns dos alunos tiveram
dificuldades em aguentar o tempo que foi proposto pelo professor, parando por
vezes. A causa para tal acontecer, poderá ter a haver com o facto de durante o
tempo de férias muitos deles não praticarem desporto e o regresso ao esforço ser
difícil.
         Ao fim de algumas aulas alguns alunos ainda continuavam a ter que parar,
provavelmente porque a corrida que faziam não tinha uma velocidade constante
ou não começavam a corrida lentamente e aumentavam a velocidade à medida que
o tempo passava.
         Para que nas aulas de resistência aeróbica os alunos possam correr o
máximo de tempo, sem parar e chegar à fadiga é necessário que o aluno procure a
melhor forma de o fazer, podendo recorrer aquilo que foi dito por mim
anteriormente.
         Para acabar este comentário, não podia deixar de falar de um exercício que
foi proposto pelo professor, que consistia em os alunos correrem durante três
minutos com uma corrida constante. Os alunos após esses 3 minutos param e
voltam a correr, tentando adivinhar quando passarão os 3 minutos, e uma forma
de o fazer poderá ser ao contar as voltas que deram na corrida anterior.
         Este exercício teve como objectivo, verificar se os alunos têm a noção de
espaço e de tempo pelas voltas que dão ao campo ou ao contar os segundos que
passam.




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                                       Curiosidades
       1ª Curiosidade – A pista no formato de hoje, um círculo de 400 metros,
surgiu pela primeira vez nos jogos Olímpicos de Amesterdão, em 1928. O seu
desenvolvimento acompanhou as transformações tecnológicas, desde o tempo em
que eram de terra batida de cinza até às actuais de fibra sintética denominadas
“tartan”, pela primeira vez usadas nos jogos Olímpicos de Tóquio. 1964.

        2ª Curiosidade – Até aos jogos Olímpicos de Roma, em 1960, em todas as
corridas, na linha de chegada, era colocado um fio de lã a 1,22 metros do solo e no
mesmo plano da meta para facilitar aos juízes, nas chegadas mais confusas, a
detecção do primeiro classificado.
                         Em 1912, nos jogos Olímpicos de Estocolmo, é usada uma
câmara ligada a um cronómetro. Mais tarde, foi utilizada uma máquina de filmar,
nos Jogos Olímpicos de Amesterdão, em 1928.
                         Com a chegada da electrónica, a máquina de filmar foi
substituída pelo “photo-finish” – fotografia de chegada; é um equipamento de alta
precisa, automático, fotografando simultaneamente o registo da chegada dos
concorrentes e os respectivos tempos, permitindo identificar diferenças entre os
concorrentes.
                         Electrónica aos centésimos de segundo, na prova de 100
m, o atleta americano Jum Hines com os seus 9,95 segundos baixou, pela primeira
vez, os 10 segundos.

       3ª Curiosidade – Até ao século XIX, as sapatilhas eram flexíveis (pele de
cabra) e de sola lisa. Em 1851, surgiram na Inglaterra sapatilhas com tiras na sola,
com o objectivo de aderirem às pistas mais arenosas. Em 11 de Novembro de 1868,
o americano William B. Curtis apareceu com os sapatos de bicos ou pregos,
sapatos esses utilizados na actualidade.




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                                        Bibliografia
       Para a realização deste relatório científico foi efectuado um trabalho de
pesquisa nas seguintes obras:

    BARATA, joão; COELHO, olimpo; Hoje há Educação Física 6º Ano; Texto
Editora

    BARATA, joão; COELHO, olimpo; Hoje há Educação Física 8º Ano; Texto
Editora

     Diciopédia 2003, cd-room interactivo, Porto Editora multimédia;




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