auto avaliacao institucional CPA

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					           Projeto de Auto Avaliação Institucional

                           CPA FIT




                       FACULDADE INTEGRAÇÃO TIETÊ- FIT

          MANTENEDORA:SOCIEDADE EDUCACIONAL SANTO EXPEDITO LTDA




                   PROJETO DE AUTO AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL




Tietê. 2006/2007
l- APRESENTAÇÃO




Na busca de um ensino superior inovador, de inclusão social sintonizado com as necessidades
de desenvolvimento nacional a sociedade brasileira tem aumentado seus interesse pelo
acompanhamento das políticas desse setor, principalmente meio de programas contínuos de
avaliação institucional. Tais procedimentos visam refletir o estado atual de desenvolvimento
das instituições, o compromisso com a execução de um processo educacional de qualidade e a
participação democrática e efetiva de diferentes segmentos sociais no processo da educação
superior.




No ano de 2004 foi aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente da
república marcos regulatórios e métodos para a avaliação da educação superior no Brasil, a Lei
número 10.861, de 14 de abril de 2004. Trata-se do Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior (SINAES), que dentre as diversas atividades, estabelece um mecanismos
contínuo de avaliação das Instituições de Ensino Superior do país.




Em cumprimento à referida lei e de acordo com os anseios da comunidade acadêmica da Fit, é
apresentado o projeto do programa de avaliação institucional, elaborado sob a
responsabilidade da Comissão Própria de Avaliação da Fit.




2. DA MANTENEDORA E DA MANTIDA EM GERAL
2.1 Identificação da mantenedora



   Sociedade Educacional Santo Expedito Ltda.


Rua Santa Terezinha, número 425 , Belvedere.



CNPJ: 07.297.779/0001-06



CEP: 18530-000 –Tietê/ São Paulo.



Fone/Fax: (15) 3282.7548/ 32827501



E-mail: tatianajacob@faculdadetiete.com.br



2.2 Identificação da mantida



. Faculdade Integração Tietê- Fit



Rua Santa Terezinha, número 425, Belvedere



CEP: 18530-000 –Tietê/São Paulo



Fone/Fax: (15) 3282.7548 / 3282 7501



E-mail: fit@faculdadetiete.com.br



2.3 Administração superior da mantenedora
Diretora Presidente:

Tatiana Maria Oliveira Jacob



Vice-Presidente

Patrícia Silva Jacob

Miguel Silva Jacob



Secretária Geral:

Patrícia Silva Jacob



Gerente Administrativo e financeiro: Mauro Siqueri



2.4 Administração superior da mantida



Diretor



Enio de Souza Rocha



Vice-Diretor



Coordenador de Pós-graduação e Extensão



Secretária Geral



Túlia Glaucia Caliza de Lorenzzi Amaro



Coordenadores dos Cursos:
Ana Claudia leite Moneia;

Cláudio de Oliveira Assumpção

Gilberto Dilela Filho

Antonio Carlos Gomes de Almeida

Daniel Villas Boas

Maria da Conceição Dal Bó



Bibliotecária

Flora Campos Luduvice



2.5 Comissão Própria de Avaliação -CPA



Composta em conformidade com a portaria da direção geral e acadêmica da instituição Fit que
a instituiu, observada a igualdade de participação dos membros nas proposições, votações e
deliberações.



3. INTRODUÇÃO



O grande desafio que ora se apresenta às instituições de ensino superior (IES) é responder às
necessidades da sociedade, que se ampliam no mundo globalizado: desenvolvimento
acelerado da tecnologia de informação e serviços, aliado ao desenvolvimento do “ser
humano”. As IES se defrontam com o paradoxo atual: apresentar à sociedade a capacidade de
acompanhar e responder às suas expectativas, sem, no entanto, abandonar a visão da
formação humana.



O nascimento acelerado de funções e de novas profissões, ocorrido principalmente nos

últimos 40 anos, mudou a face da sociedade e, conseqüentemente, a oferta de estudos das IES
transformou o quadro de possibilidades de formação pessoal e profissional.



Paralelo ao desenvolvimento global da sociedade, as exigências quanto à qualidade nos
serviços cresceram, a exemplo das transformações de qualidades tecnológicas, industriais e
empresariais. As IES passaram a ser vistas não apenas como “celeiros” de produção de
conhecimentos, mas sim como empresas que devem responder à demanda exigida, nas mais
variadas áreas de atuação do homem, que vão desde as de interesse tecnológico às de
interesse humano.



Os bens sociais passaram a ser, então, aqueles que se dedicam à formação dos indivíduos,
como seres que devam se preocupar com o bem-estar de toda a sociedade e mesmo do
ambiente, e termos “ecologicamente corretos” passaram a povoar os discursos acadêmicos,
assim como a necessidade de se atender à “demanda social”.



A avaliação sistematizada surge, na década de 70, como um instrumento precioso nas

empresas para que pudessem descortinar limitações e vislumbrar caminhos menos onerosos e
mais rápidos para a solução de seus problemas. Essas avaliações, gestadas muitas vezes em
situações de extrema urgência e necessidade, transformaram-se em modelos que servem
também às IES, que deixam de avaliar apenas o fazer pedagógico para transformar a sua
avaliação em um ato político-institucional, tal como ocorre em uma empresa – em que se
transformaram para atender ao chamado da qualidade de serviço.



A Avaliação Institucional das Instituições de Ensino Superior – IES tem se mantido

como um dos principais temas na agenda de discussões do Ensino Superior Brasileiro a partir
do final dos anos 1980; contudo, as iniciativas de implantação de sistemas de avaliação nessas
instituições, pelo governo federal, surgiram antes. A reforma universitária de 1968 (Lei
5.540/68) e a regulação da pós-graduação introduziram, à revelia da comunidade acadêmica, a
partir dos anos 1970, um sistemático programa de avaliação da pós-graduação “stricto sensu”,
com finalidades de credenciamento, alocação de recursos financeiros e bolsas de estudo.



A partir da reforma universitária de 1968, diferentes programas elaborados por comissões de
alto nível, vinculadas ao MEC, sofreram descontinuidades. O Programa de Avaliação da
Reforma Universitária (PARU), e outros, por terem sido editados e ditados “de cima para
baixo” não tiveram o apoio da comunidade acadêmica e não se estabeleceram. A situação foi
se modificando a partir de 1987, quando a temática da avaliação passou a entrar na agenda de
preocupações da própria comunidade acadêmica, envolvendo a Associação Nacional dos
Dirigentes de Instituições de Ensino Superior (ANDIFES), o Fórum Nacional de Pró-Reitores de
Graduação, os movimentos docente e discente em defesa da universidade pública gratuita e
por melhores condições de trabalho no ensino, na pesquisa e na extensão.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Lei n.º 9.394, de 20 de

dezembro de 1996), em seus art. 9º e 46, estabelece que a União manterá processo nacional
de avaliação de cursos, programas e instituições de ensino superior, bem como o seu
credenciamento e recredenciamento periódicos, após processo regular de avaliação. O
Decreto n.º 3.860, de 9 de julho de 2001, em seu art. 17, determina que avaliação de cursos e
instituições de ensino superior, compreenderá vários instrumentos e ações, enquanto no art.
18 prevê que os programas de mestrado e doutorado serão avaliados pela CAPES.



Recentemente, a Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, institui o Sistema Nacional de

Avaliação da Educação Superior – SINAES, tendo por finalidades a melhoria da qualidade da
educação superior, a orientação da expansão da sua oferta, o aumento permanente da sua
eficácia institucional e efetividade acadêmica e social e, especialmente, a promoção do
aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais das instituições de educação
superior, por meio da valorização de sua missão pública, da promoção dos valores
democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da autonomia e da
identidade institucional.



O Sinaes integra três modalidades principais de instrumento de avaliação, aplicados em

diferentes momentos:



1) Avaliação das Instituições de Educação Superior (Avalies) que se desenvolve em duas etapas
principais:



a) auto-avaliação – coordenada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) de cada IES,

a partir de 1º de setembro de 2004;



b) avaliação externa – realizada por comissões designadas pelo INEP, segundo diretrizes
estabelecidas pela CONAES.



2) Avaliação dos Cursos de Graduação (ACG) – que avalia os cursos de graduação por

meio de instrumentos e procedimentos que incluem visitas in loco de comissões externas.



3) Avaliação do Desempenho dos Estudantes -Exame Nacional de Avaliação de
Desempenho dos Estudantes (ENADE), aplicado aos estudantes no final do primeiro e do
último ano do curso.



Dessa forma, a Avaliação Institucional não pode ser concebida isoladamente, na medida

em que ela constitui uma das ações de avaliação no contexto do Sistema de Avaliação do
Ensino Superior Brasileiro. Portanto, as Instituições de Ensino Superior devem atentar para as
obrigações de lei implicadas, na medida em que estas ações de avaliação subsidiarão e
constituem pré-requisitos nos processos de recredenciamentos periódicos dessas instituições.



A Avaliação Institucional não deve se limitar, no entanto, ao atendimento de uma exigência
legal. As instituições de ensino superior devem responder em especial às obrigações da busca
contínua da qualidade no desempenho acadêmico, do aperfeiçoamento constante do
planejamento e da gestão universitária e do fortalecimento progressivo dos compromissos
sociais pela prestação de contas à sociedade. De uma forma geral, a preocupação deve
fundamentar-se nas dez dimensões delineadas pela Lei 10.861, de 14 de abril de 2004. Apesar
de sua abrangência, o projeto de avaliação institucional, contudo, deve ser traduzido para a
realidade e os desafios que cada instituição se atingir.



Mas especificamente, esta preocupação com a qualidade deve estar situada no ambiente

de cada instituição, tendo em vista que cada instituição tem um perfil, tem uma história. É
preciso identificar esse perfil e reconstruir essa história, para avaliar o papel que esta
instituição específica tem desempenhado historicamente na sociedade, e colocá-lo em
discussão, especialmente para definir se é isso mesmo que a comunidade universitária e
também a comunidade em geral querem para esta instituição neste momento e no futuro. Por
isso, para a comunidade acadêmica, a avaliação institucional é uma atitude criativa de
autocrítica da Instituição, que evidência a vontade de buscar a qualidade, em sintonia com as
demandas e desafios da ciência e da sociedade.



Criada em .Agosto de 2006. a CPA da Faculdade Integração Tietê-Fit buscará reorganizar a
Avaliação Institucional pela ótica da nova visão adotada pelo MEC, sistematizando e
aperfeiçoando a política interna de avaliação



4. A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL NA FACULDADE INTEGRAÇÃO                TIETÊ-FIT



4.1 Princípios e objetivos da avaliação Institucional
A avaliação institucional na Faculdade Integração Tietê- Fit visa contribuir

para a melhoria da Instituição nos níveis acadêmico e administrativo, e tem como finalidade
básica o auto-conhecimento e a tomada de decisões na perspectiva de desenvolver uma
educação superior com qualidade.



A avaliação institucional é entendida prioritariamente como um ponto de partida para os

ajustes necessários na Instituição. Ela é um “organizador” das idéias sobre os problemas do
ensino superior. Por outro lado, ela sedimenta uma cultura de avaliação diagnóstica, onde são
identificados os erros e os acertos com o objetivo de correção e melhoria.



A trajetória de auto-avaliação da Faculdade Integração Tietê- Fit será construída de modo a
ajustar-se a um modelo de resultados concretos que monitore os indicadores institucionais da
qualidade dos serviços educacionais que prestará a sociedade onde se insere, por meio de um
processo participativo que será construído coletivamente tendo como principal foco o
aperfeiçoamento de sua ação educativa.



Como forma de garantir ensino de excelência e sua inserção qualificada na região, a

Faculdade Integração Tietê- Fit desenvolverá suas atividades em sintonia com

rigoroso processo de auto-avaliação            institucional,   concretizado   mediante   ações
administrativas internas e externas.



Nesse sentido, a Faculdade Integração Tietê- Fit propõe-se a repensar a realidade institucional
num processo sistêmico e participativo desencadeado internamente, que

permitirá examinar criticamente suas estruturas, suas atividades de ensino, de pesquisa e de
extensão, bem como seu modelo de gestão institucional, com vistas a identificar, compreender
e equacionar alternativas para seu aperfeiçoamento acadêmico.



Constituem princípios norteadores da avaliação institucional da Faculdade Integração Tietê-
Fit:



Globalidade: visualizar a avaliação institucional como processo sistêmico que busca a
compreensão global da Instituição. Dessa forma, busca-se avaliar a Instituição como um todo e
não partes ou níveis fragmentados da mesma. Quando se priorizar ou começar a avaliação por
partes da Instituição, sua análise sempre se fará em relação à Instituição em sua globalidade e
unicidade;



Participação descentralizada: promover o envolvimento participativo dos diferentes

segmentos da Instituição no processo de avaliação institucional. Este princípio fundamenta-se
no entendimento de que a avaliação institucional não terá legitimidade se não houver um
envolvimento direto e coletivo de toda a comunidade acadêmica em seus diferentes
momentos.



A avaliação pela comunidade acadêmica será precedida de um período de amplos

esclarecimentos a esta comunidade, também entendido como período de sensibilização, que
deverá servir de orientação e estímulo à participação de cada aluno, professor ou funcionário
na realização deste processo, utilizando-se abordagens qualitativa e quantitativa como
mecanismos necessários para a aferição da qualidade, integrando a avaliação interna e externa
como ações de complementaridade mútua.



Esta participação coletiva só poderá ocorrer na medida em que o processo for

descentralizado, facultando inclusive a tomada de decisões em diferentes níveis de hierarquia
institucional, no encaminhamento de medidas decorrentes dos resultados parciais no processo
avaliativo.



Responsabilidade social com a qualidade da educação superior: estabelecer paradigmas
institucionais para elevar a qualidade dos serviços educacionais que oferece.



Disposição para a mudança: manter o compromisso da Diretoria da Faculdade Integração
Tietê- Fit com a implementação das propostas resultantes do processo avaliativo. Haverá
disposição para a mudança. A necessária relação dialética entre avaliação e planejamento
institucional requer uma atitude de abertura para a mudança, como condição para a inovação
e a qualificação da vida universitária, isto porque a avaliação não tem um sentido em si, ela só
faz sentido quando entendida como um instrumento permanente para alimentar o
planejamento para a melhoria da qualidade. Os seus resultados só alcançarão o potencial
ótimo de inovação se, entre a comunidade acadêmica, houver o reconhecimento majoritário
da precariedade e provisoriedade das práticas e entendimentos em vigor no interior da
instituição,associando à qualificação institucional um conjunto de ações educativas contidas
em propostas e compromissos que se articulam de forma coerente.
Respeito à identidade, à missão e à história da Instituição: embora a avaliação institucional
desenvolvida em cada entidade de ensino superior requeira alguma padronização de
instrumento e indicadores de comparação interinstitucional, o seu desempenho deve sempre
ser analisado em função dos seus projetos e características específicas e das possibilidades de
incremento da qualidade a partir delas. Por isso a avaliação institucional precisa estar em
relação dialética constante com o planejamento institucional e vice-versa.



Continuidade do processo avaliativo: a avaliação institucional não se reduz ao simples

levantamento de dados, sua análise e a produção de um relatório final. Ela é um processo
permanente de conhecimento de si, a fim de alimentar o planejamento para a melhoria da
qualidade. Este processo requer continuidade e regularidade, para que possibilite a
comparação de dimensões e indicadores em diferentes momentos e de maneira constante no
âmbito da Instituição.



Credibilidade: a avaliação institucional somente se converte em instrumento para o

planejamento da melhoria da qualidade, se for desenvolvida com competência técnica,
correção ética e fidedignidade dos dados e evidências utilizados. E isso somente se constrói se
houver transparência nos procedimentos, critérios e resultados alcançados, conduzindo a
participação voluntária. Sem credibilidade, a avaliação permanece como uma formalidade,
incapaz de motivar as pessoas para o seu exercício.



Impessoalidade: a avaliação institucional não toma como objeto de análise as pessoas

enquanto indivíduos. Isto significa que não há nenhuma intenção de julgamento individual de
docentes, técnico-administrativos, alunos e ocupantes de cargos e funções no interior da
Instituição. Não são as pessoas que serão avaliadas, mas sim as estruturas, as práticas, as
relações, os processos, os produtos e os recursos que constituem o saber/fazer da Instituição,
em função dos seus objetivos desejados.



Esse processo visa a aperfeiçoar e a transformar a realidade institucional frente ao

paradigma da qualidade acadêmica e de sua ação educativa. Para tanto foram estabelecidos os
seguintes objetivos:



Geral :
Acompanhar e aperfeiçoar o Projeto Pedagógico Institucional, promovendo a permanente
melhoria e pertinência das atividades relacionadas a ensino, pesquisa, extensão e gestão.



Específicos :



-Refletir sobre a Instituição na sua globalidade, identificando caminhos para a melhoria

do processo educativo, através do conhecimento em profundidade dos pontos fortes e

fracos da instituição;



-Promover a auto-avaliação de cada curso com a participação de todos os atores

envolvidos, objetivando subsidiar a comunidade acadêmica para o planejamento e a

tomada de decisões, no processo de melhoria da qualidade nas diversas dimensões da vida
universitária;



-Revisar a matriz curricular dos cursos superiores, os programas, as ementas das

disciplinas e sua bibliografia, com o propósito de aperfeiçoá-los e adequá-los às Diretrizes
emanadas do Conselho Nacional de Educação;



-Avaliar o desempenho docente como forma de aperfeiçoar as ações pedagógicas,

desencadeando um processo pedagógico de aprendizado do saber/fazer acadêmico, pelo

confronto entre a auto-avaliação e a avaliação externa da Instituição e o relacionamento

dialético entre a avaliação e o planejamento institucional.



-Rever periodicamente a definição do perfil dos egressos dos cursos, para adaptá-lo às

exigências do mercado de trabalho e à evolução do processo educacional;



-Aprimorar o sistema de avaliação do rendimento escolar;



-Avaliar a inserção dos egressos de seus cursos no mercado de trabalho, possibilitando a
redefinição constante dos objetivos institucionais, a fim de sintonizar a Instituição com os
desafios, anseios e necessidades do mundo contemporâneo e da sociedade regional;



-Rever periodicamente os cursos de educação continuada que promove para atender as

necessidades regionais;



-Avaliar o desempenho da gestão acadêmica e da gestão administrativa institucional,

desenvolvendo um processo criativo de autocrítica permanente entre a comunidade

acadêmica para a melhoria da qualidade do saber acadêmico, administrativo e para a
cidadania.



-Promover a transparência pela publicização do desempenho da instituição em relação a

processos e produtos acadêmicos e administrativos.



Os objetivos definidos inserem-se no Programa de Avaliação Institucional, e serão

internalizados pela Comissão Própria de Avaliação – CPA, diretamente vinculada à Diretoria,
tendo na sua composição representantes dos corpos docentes, discente, técnico-
administrativo, da Mantenedora e da sociedade civil organizada.



A Comissão Própria de Avaliação é o órgão responsável pela implantação e

desenvolvimento do Programa de Avaliação Institucional da Faculdade Integração Tietê- Fit,
com as atribuições de condução dos processos de avaliação internos da Instituição, de
sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP.



4.2 As dimensões da Avaliação Institucional



O processo de avaliação da Faculdade Integração Tietê- Fit estará estruturado

em dez dimensões que contemplam o ensino, a pesquisa, a extensão, o planejamento e a
gestão institucional, preservando assim os eixos em que se desenvolvem as suas principais
atividades.
São elas:



 1. A Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional;

 2. A Política para o Ensino, a Pesquisa, a Pós-Graduação, a Extensão e as respectivas

 formas de Operacionalização;

 3. A Responsabilidade Social da Instituição;

 4. A Comunicação com a Sociedade;

 5. As Políticas de Pessoal;

 6. A Organização e a Gestão da Instituição;

 7. A Infra-estrutura Física e Acadêmica;

 8. O Planejamento e a Avaliação;

 9. As Políticas de Atendimento aos Estudantes e egressos;

10. A Sustentabilidade Financeira.



Cada uma das dimensões a serem avaliadas reunirá um conjunto de elementos de

julgamento associados aos indicadores que preservam similitude com as definições
estabelecidas no sistema de avaliação do MEC.



1. Missão e PDI



Nesta dimensão serão avaliados:


I. finalidades, objetivos e compromissos da Instituição, explicitados em documentos

oficiais;

II. concretização das práticas pedagógicas e administrativas e suas relações com os

objetivos centrais da Instituição, identificando resultados, dificuldades, carências,

possibilidades e potencialidades;

III. características básicas do PDI e suas relações com o contexto social e econômico em
que a Instituição está inserida;

IV. articulação entre o PDI e o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), no que diz respeito às
atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão acadêmica, gestão institucional e avaliação
institucional;



Com o intuito de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de

valor e estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de
perguntas a serem discutidos:



a) Existe uma formulação explícita e clara dos objetivos e finalidades da Instituição?

Descreva.

b) Qual é o grau de conhecimento e apropriação do PDI pela comunidade acadêmica?

c) Existe coerência entre as ações e práticas realizadas na Instituição e os propósitos

formulados no PDI?

d) Existem mecanismos para comprovar sua realização efetiva, modificação e revisão? Os
dirigentes, docentes, técnicos administrativos e os órgãos colegiados participam dessas
atividades?

e) Há articulação entre o PDI e o Projeto Pedagógico Institucional no que diz respeito às

políticas de ensino, de pesquisa, de extensão, de gestão acadêmica e administrativa e de

avaliação institucional? Explicite as formas com que isso se concretiza.

f) Qual é o perfil esperado dos ingressantes?

g) Qual é o perfil esperado dos egressos da Instituição?



Para esta dimensão exigir-se-á dados e indicadores enumerados a seguir:



-Plano de Desenvolvimento Institucional.

-Projeto Pedagógico Institucional.

-Projeto Pedagógico dos cursos.

-Efetiva utilização do PDI como referência para programas e projetos desenvolvidos
pelas unidades acadêmicas e pela administração central da Instituição.

-Avaliação e atualização do PDI (realização de seminários, reuniões, consultas).

-Descrição do perfil de egressos (conhecimentos e competências que devem adquirir

durante a sua permanência na IES).

-Descrição do perfil de ingressantes: com base nas demandas regionais e nacionais

(conhecimentos e competências que devem apresentar)



2. Ensino, Pesquisa e Extensão

Na dimensão ensino serão avaliados:



I. Concepção de currículo e organização didático-pedagógica (métodos, metodologias,

planos de ensino e de aprendizagem e avaliação da aprendizagem) de acordo com os fins da
Instituição, as diretrizes curriculares e a inovação da área.

II. Práticas pedagógicas, considerando a relação entre a transmissão de informações e

utilização de processos participativos de construção do conhecimento.

III. Pertinência dos currículos (concepção e prática), tendo em vista os objetivos

institucionais, as demandas sociais (científicas, econômicas, culturais etc.) e as

necessidades individuais.

IV. Práticas institucionais que estimulam a melhoria do ensino, a formação docente, o apoio ao
estudante, a interdisciplinaridade, as inovações didático-pedagógicas e o uso das novas
tecnologias no ensino.



Com o intuito de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de

valor e estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de
perguntas a serem discutidos:



a) Com qual sistemática e periodicidade é realizada a revisão de currículos? A

periodicidade é adequada? Os mecanismos de atualização são adequados? Existem

responsáveis pelo processo?
b) Os currículos e programas de estudos de cada curso respondem ao perfil do egresso?

c) Quais os critérios orientadores da atualização curricular?

d) São desenvolvidos encontros para discutir o(s) currículo(s) do(s) curso(s)? Há

discussão em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais?



Na dimensão pesquisa serão avaliados:



I. Relevância social e científica da pesquisa em relação aos objetivos institucionais, tendo como
referência as publicações científicas, técnicas e artísticas, patentes, produção de teses,
organização de eventos científicos, realização de intercâmbios e cooperação com outras
instituições nacionais e internacionais, formação de grupos de pesquisa, política de
investigação e políticas de difusão dessas produções.

II. Vínculos e contribuição da pesquisa para o desenvolvimento local/regional.

III. Políticas e práticas institucionais de pesquisa para a formação de pesquisadores

(inclusive iniciação científica).

IV. Articulação da pesquisa com as demais atividades acadêmicas.

V. Critérios para o desenvolvimento da pesquisa, participação dos pesquisadores em

eventos acadêmicos, publicação e divulgação dos trabalhos. Com o intuito de ampliar a
compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de valor e estabelecer ações de
melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de perguntas a serem discutidos:



a) A produção científica da IES é coerente com a sua missão e com os investimentos e

políticas propostas para o seu desenvolvimento? E com as necessidades sociais e as

exigências da ciência?

b) Existem na Instituição grupos de pesquisa cadastrados?

c) A Instituição possui veículos de divulgação da produção intelectual, artística e cultural dos
corpos docente e técnico-administrativo (livros, revistas, jornais, editora)?

d) A Instituição promove fóruns que permitam a divulgação da iniciação científica desenvolvida
pelos docentes, discentes e técnico-administrativos?

e) Há política de auxílio aos membros da Instituição em relação à apresentação de

trabalhos científicos em eventos nacionais e internacionais? Descreva.
f) Há política que auxilie na formação de novos pesquisadores na IES (bolsas, auxílios)?

Descreva.

g) São desenvolvidas atividades que permitam a inter-relação do ensino com a pesquisa?

Quais?

h) Existe mecanismo que registre a produção e o desenvolvimento das atividades dos
pesquisadores da IES? Explicite sua forma de funcionamento.

Na dimensão extensão serão avaliados:

I. Concepção de extensão e de intervenção social afirmada no PDI.

II. Articulação das atividades de extensão com o ensino e a pesquisa e com as

necessidades e demandas do entorno social.

III. Participação dos estudantes nas ações de extensão e intervenção social e o respectivo
impacto em sua formação.



 Com o objetivo de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de valor
e estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de perguntas a
serem discutidos:

a) Há um órgão institucional responsável pela coordenação das atividades e da política de
extensão? Explicite sua dinâmica de funcionamento.

b) Há preocupação da IES em desenvolver atividades de extensão que atendam à comunidade
regional em termos sociais, culturais, da saúde e outros? Como se manifesta?

c) Há sistemáticas de avaliação das atividades de extensão desenvolvidas pela IES? Quais?

d) Qual o impacto das atividades de extensão na comunidade e na formação dos estudantes?

e) As atividades de extensão desenvolvidas estão integradas com as de ensino e pesquisa?

São coerentes com a missão da IES? Descreva as formas de integração.

f) Quais as políticas existentes na Instituição para o desenvolvimento das atividades de
extensão?

g) Existem incentivos institucionais ou de outras fontes? Quais são eles?



A Documentação, dados e indicadores da Política para o Ensino, a Pesquisa, a Pós-Graduação,
a Extensão, são:
-Currículos e programas de estudos.

-Mecanismos, acordos e conclusões da revisão, atualização e renovações dos currículos e
programas de estudo.

-Responsáveis pelas ações de atualização dos documentos da IES.

-Sistematização das atividades de extensão (programas, descrição de atividades, número de
estudantes participantes).

-Acompanhamento e avaliação do impacto das atividades de extensão

-Grupos de trabalho, bolsas outorgadas, estímulos à pesquisa.

-Convênios e acordos com outras instituições públicas e privadas, organizações profissionais e
empresariais, associações, centros assistenciais.

-Indicadores de atividades científicas (publicações, existência de grupos de pesquisa, patentes,
entre outros)

-Conceitos da CAPES.

-Indicadores de atuação profissional dos egressos.

-Indicador de publicações (livros e capítulos de livros, artigos publicados em revistas científicas
indexadas, trabalhos publicados em anais, propriedade intelectual, publicações eletrônicas).


3.Responsabilidade Social


Nesta dimensão serão avaliados:


I. Transferência de conhecimento e a importância social das ações universitárias e dos
impactos das atividades científicas, técnicas e culturais, para o desenvolvimento regional e
nacional.

II. Natureza das relações com o setor público, com o setor produtivo e com o mercado de
trabalho e com instituições sociais, culturais e educativas de todos os níveis.

III. Ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, promoção da cidadania, de atenção a
setores sociais excluídos, políticas de ação afirmativa etc.

Com o intuito de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de

valor e estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de
perguntas a serem discutidos:
a) Quais os critérios adotados pela Instituição para ampliar o acesso, inclusive os

portadores de necessidades especiais?



b) Quais as ações desenvolvidas pela Instituição no sentido da inclusão e assistência a

setores ou grupos sociais discriminados e/ou sub-representados no interior de cada

segmento da comunidade universitária (professores, estudantes e funcionários).


c) A Instituição contribui com a criação de conhecimentos para o desenvolvimento

científico, técnico ou cultural da nação?


d) Existem atividades institucionais em interação com o meio social? Em qual (is)

área(s) (educação, saúde, lazer, cultura, cidadania, solidariedade, organizações

econômicas e sociais, meio ambiente, patrimônio cultural, planejamento urbano,

desenvolvimento econômico, entre outras)? Caracterização das atividades.


e) Existem atividades vinculadas com cooperativas, ONGs, corais, centros de saúde,

escolas, clubes, sindicatos, ou outras? Quais?


f) Existe uma avaliação sobre a forma em que as atividades de vinculação com o meio

favorecem o desenvolvimento das finalidades da Instituição? Como ela é feita?



g) Existem políticas institucionais de inclusão de estudantes em situação econômica

desfavorecida? Quais?


h) A Instituição favorece a inclusão de estudantes portadores de necessidades especiais?

Desenvolve estratégias para a intervenção destes nas aulas? Possui políticas de

contratação de pessoal (docentes e técnico-administrativos) com necessidades especiais?


i) Quais as relações estabelecidas pela Instituição com o setor produtivo e com o mercado de
trabalho?
j) Existem ações que visem à promoção da cidadania e de atenção a setores sociais?


A documentação, dados e indicadores para esta dimensão:


-Critérios que a Instituição utiliza para a abertura de cursos e ampliação de vagas.

-Contribuição da Instituição na criação de conhecimentos para o desenvolvimento científico,
técnico ou cultural.

-Caracterização e pertinência das atividades da IES nas áreas de educação, saúde, lazer,
cultura, cidadania, solidariedade, organizações econômicas e sociais, meio ambiente,
patrimônio cultural, planejamento urbano, desenvolvimento econômico, entre outras.

-Descrição e sistematização das atividades relacionadas com cooperativas, ONGs,
corais,centros de saúde, escolas, clubes, sindicatos, partidos políticos ou outras.

-Evidencias da vinculação dessas atividades com o desenvolvimento das finalidades da
Instituição.

-Dados sobre bolsas, descontos e outras evidências de políticas institucionais de inclusão de
estudantes em situação econômica desfavorecida.

-Lista de estudantes/docentes/técnicos-administrativos portadores de necessidades especiais.
Estratégias pedagógico-didáticas empregadas.

-Convênios e acordos com outras instituições públicas e privadas, organizações profissionais e
empresariais, associações, centros assistenciais.



4. Comunicação com a sociedade


Nesta dimensão serão avaliados:


I. Estratégias, recursos e qualidade da comunicação interna e externa.

II. Imagem pública da Instituição nos meios de comunicação social.


Com o intuito de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de valor e
estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de perguntas a
serem discutidos:
a) Quais são os meios de comunicação utilizados pela IES?

b) A comunicação da Instituição é efetiva e comprometida com a missão da IES? Como se
manifesta?

c) A comunicação interna da Instituição é freqüente? Quais os canais de comunicação
utilizados?

d) Existe uma adequada comunicação entre os membros da Instituição?

e) A informação entregue aos usuários da Instituição é completa, clara e atualizada?

f) A informação divulgada inclui os aspectos que dizem respeito às atividades da

Instituição (objetivos, recursos, duração dos cursos, orientação sobre a formação, regimentos
sobre admissão, titulação oferecida, lista de currículos diretivos e docentes, incentivos e bolsas
para estudantes, valor da mensalidade, serviços, procedimentos burocráticos etc.).

g) Existem mecanismos de comunicação e sistemas de informação eficazes para a coordenação
dos diferentes cursos/unidades?

h) Existe uma estrutura de informação sobre a realidade institucional, as características do
meio, os recursos e outros elementos semelhantes para avaliar o cumprimento das metas e
objetivos?


A documentação, dados e indicadores para esta dimensão estão representados pelos:



-Meios e canais de comunicação utilizados para publicizar as atividades da Instituição na
comunidade externa.

-Regimentos e manuais de circulação interna informando sobre procedimentos.

-Folhetos e jornais para divulgação interna, existência de sítios-web de divulgação.

Análises sobre sua eficácia.

-Guia do aluno ou semelhante que contenha informações sobre Projeto Pedagógico do curso,
disciplinas, créditos, horários de funcionamento e outros.

-Questionários destinados aos membros dos diversos segmentos da Instituição avaliando a
efetividade da comunicação e a circulação das informações na Instituição.

-Questionários para os estudantes, docentes e técnico-administrativos indagando e avaliando
as estratégias mais eficazes e os problemas na circulação das informações.

-Procedimentos de recepção de sugestões e procedimentos de resposta.

5. Política de Pessoal
Nesta dimensão serão avaliados:

I. Planos de carreira regulamentados para docentes e funcionários técnico-administrativos com
critérios claros de admissão e de progressão.

II. Programas de qualificação profissional e de melhoria da qualidade de vida de docentes e
funcionários técnico-administrativos.

III. Clima institucional, relações inter-pessoais, estrutura de poder, graus de satisfação pessoal
e profissional.

 Com o objetivo de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de valor
e estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de perguntas a
serem discutidos:

a) Qual a relação entre a quantidade de estudantes dos cursos e os recursos humanos
(docentes e técnico-administrativos) existentes?

b) O número de docentes e técnico-administrativos é suficiente para responder aos objetivos e
funções da Instituição?

c) Existem mecanismos claros e conhecidos para a seleção, contratação, aperfeiçoamento e
avaliação do corpo docente e técnico-administrativo?

d) A experiência profissional, a formação didático-pedagógica dos docentes e a formação e
experiência profissional dos técnico-administrativos permitem desenvolver com qualidade a
missão institucional?

e) Existem instâncias que permitam conhecer o grau de satisfação dos docentes com as
condições de trabalho, os planos de estudos, os recursos e outros aspectos vinculados com sua
função?

f) Existem instâncias que permitam conhecer o grau de satisfação dos técnico-

administrativos com as condições de trabalho, os recursos e outros aspectos vinculados com
sua função?

g) Há instâncias que fomentam a qualificação dos docentes e técnico-administrativos?

h) Existem incentivos e outras formas de apoio para o desenvolvimento das suas funções?

i) Existem políticas de assistência e de melhoria da qualidade de vida dos técnico-
administrativos?

j) Existe integração entre os membros da Instituição e um clima institucional de respeito?

A documentação, dados e indicadores para esta dimensão, serão assim considerados:
a) Docentes


-N.º de docentes em tempo integral, parcial e horistas.

-N.º de docentes doutores, mestres e especialistas com respectivos regimes de trabalho.

-Experiência profissional no magistério superior.

-Experiência profissional fora do magistério superior.

-Formação didático-pedagógica.

-N.º de publicações por docente.

-Critérios de ingresso na instituição e de progressão na carreira.

-Políticas de capacitação e de avaliações de desempenho.

-Pesquisas e/ou estudos sobre docentes com as condições de trabalho, recursos, formação dos
técnico-administrativos.

-Conceitos da CAPES na Pós-Graduação “stricto sensu”

-IQCD – Índice de Qualificação do Corpo Docente.

-Produção acadêmica/docentes.

-Aluno tempo integral/professor.

-Grau de envolvimento como pós-graduação.

-Grau de envolvimento com pesquisa.

-Grau de envolvimento com extensão.



b) técnico-administrativo



-Nº de funcionários técnico-administrativos.

-Escolaridade dos funcionários técnico-administrativos.

-Envolvimento de funcionários técnico-administrativos com pesquisa e extensão.

-Experiência profissional.

-Critérios de ingresso na Instituição.

-Critérios de progressão na carreira.
-Políticas de capacitação.

-Avaliações de desempenho.

-Pesquisas e/ ou estudos sobre a satisfação dos funcionários técnico-administrativos com as
condições de trabalho, recursos, formação dos técnico-administrativos.

-Aluno tempo integral/funcionário técnico-administrativo.


6. Organização e Gestão


Nesta dimensão serão avaliados:


I. Existência de plano de gestão e/ou plano de metas: adequação da gestão ao cumprimento
dos objetivos e projetos institucionais e coerência com a estrutura organizacional oficial e real.

II. Funcionamento, composição e atribuição dos órgãos colegiados.

III. Uso da gestão e tomadas de decisão institucionais em relação às finalidades educativas.

IV. Uso da gestão estratégica para antecipar problemas e soluções

V. Modos de participação dos atores na gestão (consensual, normativa, burocrática)

VI. Investimento na comunicação e circulação da informação (privativa da gestão central ou
fluida em todos os níveis).

Com o intuito de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de valor e
estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de perguntas a
serem discutidos:

a) Existem, na Instituição, procedimentos adequados e conhecidos para organizar e conduzir
os processos de tomada de decisões? Quais são?

b) A gestão está orientada para resultados ou processos? Justifique.

c) Existem na Instituição procedimentos adequados e conhecidos para organizar e conduzir os
processos de tomada de decisões? Quais são eles? Como funcionam?

d) Existem na Instituição instâncias de apoio, participação e consulta para tomar decisões?

Como funcionam? O grau de centralização ou descentralização existente na Instituição é
adequado para a gestão da Instituição?

e) Os sistemas de arquivo e registro são eficientes para dar conta das funções da Instituição?
f) Existem instruções normativas formuladas e conhecidas sobre os procedimentos
institucionais (estatutos, regimentos, organogramas, regulamentos internos, normas
acadêmicas e outros)?

g) Os órgãos colegiados funcionam permitindo a participação e a democracia interna, com
critérios de composição?

h) Existe um organograma institucional explicitando a hierarquia das funções e a dinâmica de
funcionamento da IES? Ele é desenvolvido de acordo com o proposto?

Outras funções e relações são estabelecidas fora do organograma institucional?

A documentação, dados e indicadores para esta dimensão compõem-se de:

-Atas dos órgãos colegiados.

-Regulamentos internos, normas acadêmicas, regimentos e estatutos da Instituição.

-Funcionamento do sistema de registro acadêmico.

-Funcionamento do sistema e recursos de informação.

-Mecanismos de controle de normas acadêmicas.

-Organogramas.

7. Infra-estrutura física e acadêmica



Nesta dimensão serão avaliados:



I. Adequação da infra-estrutura da instituição (salas de aula, biblioteca, laboratórios, áreasde
lazer, transporte, hospitais, equipamentos de informática, rede de informações e outros) em
função das atividades de ensino, pesquisa e extensão.

II. Políticas institucionais de conservação, atualização, segurança e de estímulo à utilização dos
meios em função dos fins.

III. Utilização da infra-estrutura no desenvolvimento de práticas pedagógicas inovadoras.

Com o intuito de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de valor e
estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de perguntas a
serem discutidos:

a) A quantidade de laboratórios é adequada para as necessidades da Instituição em relação
aos cursos e a quantidade dos estudantes?

b) O espaço é suficiente para que os estudantes desempenhem as atividades programadas?
c) Qual o nível de funcionalidade dos laboratórios, bibliotecas, oficinas, espaços
experimentais?

d) Qual o estado de conservação dos laboratórios e bibliotecas e as carências mais relevantes?

e) Os equipamentos dos laboratórios são adequados em quantidade e qualidade?

Justifique.

f) Quais são as características dos laboratórios e bibliotecas quanto à iluminação, refrigeração,
acústica, ventilação, mobiliário e limpeza?

g) A quantidade de postos na biblioteca e salas de leitura é adequada às necessidades dos
usuários? Justifique.

h) Os horários e calendário da biblioteca respondem às necessidades dos estudantes nos
turnos oferecidos pela IES (diurnos e noturnos)? Justifique.

i) Os equipamentos da biblioteca têm a quantidade e qualidade necessárias? Justifique.

j) A organização dos materiais e o volume de consultas e empréstimos são adequados
(Justifique)? São informatizados?

k) Qual é a disponibilidade dos materiais em relação à demanda?

l) Qual é a disponibilidade da bibliografia obrigatória ou recomendada em relação à demanda?

m) Qual o grau de satisfação dos usuários com relação ao sistema de acesso aos materiais e a
sua consulta? Justifique.

n) Qual é a satisfação dos usuários com a quantidade, qualidade e acessibilidade da
bibliografia? Justifique.

o) Qual é a satisfação dos estudantes com os laboratórios e as bibliotecas da IES? Justifique.

p) Existem procedimentos claros para adquirir, manter, revisar e atualizar as instalações e
recursos necessários?

q) São suficientes a infra-estrutura, as instalações e os recursos educativos? Justifique.

r) A instituição possui, em seu quadro de pessoal, técnico-administrativos necessários para o
uso e manutenção das instalações/infra-estrutura? Justifique.

s) As instalações são adequadas e adaptadas para os estudantes com necessidades especiais?
Justifique.

t) Há locais de convívio disponíveis aos discentes, docentes e funcionários técnico-
administrativos? Descreva-os.

u) Há coerência entre as bibliotecas, laboratórios, equipamentos de informática e as práticas
pedagógicas dos docentes? Justifique.
Documentação, dados e indicadores para esta dimensão:


-Nº. de salas de aula.


-Nº. de instalações administrativas.


-Nº. e condições das salas de docentes.


-Nº. e condições das salas de reuniões.

-Nº. e condições dos gabinetes de trabalho.


-Nº. e condições das salas de conferência/auditórios.


-Nº. e condições das instalações sanitárias.


-Existência de áreas de convivência.


-Acessos para portadores de necessidades especiais.


-Nº. de equipamentos (informática, laboratórios, apoio administrativo).


-Nº. de Bibliotecas (central e setoriais).


-Acesso a bases de dados e bibliotecas virtuais.


-Nº. de livros, periódicos e títulos em geral.


-Nº. e condições de laboratórios de informática.


-Nº. de equipamentos informáticos e condições de uso e acesso pelos estudantes.


-Nº. e condições de laboratórios específicos.


-Descrição do plano de segurança, proteção de riscos e proteção ambiental.
-Questionários de satisfação dos usuários sobre as instalações em geral e especialmente sobre
a biblioteca, laboratórios e equipamentos informáticos.


8. Planejamento e Avaliação


Nesta dimensão serão avaliados:


I. Adequação e efetividade do (plano estratégico) planejamento geral da Instituição e sua
relação com o Projeto Pedagógico Institucional e com os Projetos Pedagógicos dos cursos.

II. Procedimentos de avaliação e acompanhamento do planejamento institucional,
especialmente das atividades educativas.



Com o intuito de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de valor e
estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de perguntas a
serem discutidos:



a) Existe um planejamento das atividades da Instituição? Como funciona?

b) O planejamento incorpora ações para a melhoria contínua? Existe relação entre a auto-
avaliação e o planejamento? Justifique.

c) Quais são os mecanismos para a realização dessas ações?

d) Existe consenso sobre os objetivos do processo de auto-avaliação?

e) Houve acordos sobre a metodologia utilizada e os objetivos a atender? Como ocorreu?

f) Houve, no decorrer do processo de auto-avaliação, as condições necessárias para uma
avaliação efetiva? Justifique.

g) Houve participação suficiente para assegurar o comprometimento e a apropriação dos
resultados da auto-avaliação da maior parte da comunidade? Justifique.

h) Foi possível colher e sistematizar as informações importantes disponíveis na Instituição
quando foi realizada a auto-avaliação? Justifique.

i) Foi necessário gerar informação adicional? Porquê?

j) O processo de auto-avaliação permitiu gerar juízos críticos sobre a Instituição?

k) O relatório de auto-avaliação conseguiu comunicar bem as conclusões do processo de
avaliação interna?
l) Houve discussão dos resultados, dos relatórios, com a comunidade?

m) Houve ações e mudanças imediatas como resultado do processo de auto-avaliação?

n) Houve modificações incluídas no planejamento de futuras atividades?

o) Que questões foram mantidas e quais mudaram para a continuidade do processo de auto-
avaliação no âmbito do SINAES?

p) Houve divulgação interna do processo e dos resultados da avaliação interna?


São documentos, dados e indicadores para esta dimensão:

-Projeto Pedagógico Institucional

-Projeto Pedagógico dos cursos

-Relatórios parciais de auto-avaliação.

-Relatório final de auto-avaliação.

-Ações decorrentes das conclusões da auto-avaliação.

-Nº. de eventos e seminários de difusão dos processos de auto-avaliação.



9. Atendimento ao Estudante



Nesta dimensão serão avaliados:



I. Políticas de acesso, seleção e permanência de estudantes (critérios utilizados,
acompanhamento pedagógico, espaço de participação e de convivência) e sua relação com as
políticas públicas e com o contexto social.

II. Políticas de participação dos estudantes em atividades de ensino (estágios, tutoria),
iniciação científica, extensão, avaliação institucional, atividades de intercâmbio estudantil.

III. Mecanismos/sistemáticas de estudos e análises dos dados sobre ingressantes,
evasão/abandono, tempos médios de conclusão, formaturas, relação professor/aluno e outros
estudos tendo em vista a melhoria das atividades educativas.

IV. Acompanhamento de egressos e de criação de oportunidades de formação continuada.

V. Inserção profissional dos egressos.

VI. Participação dos egressos na vida da Instituição.
Com o intuito de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de valor e
estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de perguntas a
serem discutidos:



a) Os critérios de admissão são conhecidos, discutidos e divulgados? Como são construídos?

b) Existem mecanismos de apoio acadêmico, compensação e orientação para os estudantes
que apresentam dificuldades acadêmicas e pessoais?

c) Estão regulamentados os direitos e deveres dos estudantes? Como?

d) O processo de ensino contempla as condições acadêmicas de ordem de matrícula dos
estudantes matriculados? Justifique.

e) Existem mecanismos que permitam comprovar se foram alcançados os objetivos dos planos
de estudos? Como funcionam?

f) Existem mecanismos para incorporar novas tecnologias no processo de ensino-
aprendizagem? Como funcionam?

g) Foram desenvolvidos indicadores para medir os resultados obtidos pelos estudantes?
Quais?

h) Como têm evoluído nos últimos cinco anos? São empregados os resultados na revisão e
organização dos processos de ensino-aprendizagem?

i) Quais são as condições institucionais desenvolvidas no que diz respeito às questões
burocráticas (inscrições, transferências, horários e outros)?

j) Quais são os aspectos positivos e negativos detectados no que diz respeito às políticas de
atendimento ao estudante?

k) Quais as dificuldades? Existe um plano para superar as dificuldades detectadas?

l) Há instâncias que forneçam bolsas de ensino, pesquisa e extensão? Quais? Quantidade de
bolsas e tipos.

m) Há instâncias que favoreçam a participação dos estudantes em eventos? Existem
programas de mobilidade e intercâmbio? Estão baseados em normas e critérios para sua
concessão? Quais são elas?

n) Há políticas claras de incentivo à participação dos estudantes em projetos com os docentes?
Quais?
o) Há políticas de incentivo a estágios, intercâmbios com instituições e estudantes do exterior?
Descreva.

p) Há programas e práticas de iniciação à ciência e de formação inicial de futuros
pesquisadores? Descreva.

q) Existem mecanismos para conhecer a opinião dos egressos sobre a formação recebida,tanto
curricular quanto ética? Quais são?

r) Qual a situação dos egressos? Qual o índice de ocupação entre eles? Há relação entre a
ocupação e a formação profissional recebida?

s) Existem atividades de atualização e formação continuada para os egressos? Quais?

t) Há participação dos egressos na vida da Instituição? Como?

u) Que tipos de atividades desenvolvem os egressos? Que contribuições sociais têm trazido?



Documentação, dados e indicadores para esta dimensão:


-Nº. de Candidatos.


-Nº. de Ingressantes.


-Nº. de Estudantes matriculados por curso .


-Nº. de Estudantes com bolsas.


-Nº. médio de estudantes por turma.


-Nº. de bolsas e estímulos concedidos.


-Nº. de intercâmbios realizados.


-Nº.de eventos realizados.



-Nº. de participações em eventos.


-Nº de trabalhos de estudantes publicados.
-Pesquisas ou estudos sobre os egressos.


-Dados sobre a ocupação dos egressos.


-Evidências de atividades de formação continuada para os egressos.


-TSG -Taxa de Sucesso na Graduação.


-GPE -Grau de Participação Estudantil.


-Tempo médio de conclusão do curso.


-Aluno tempo integral/professor


-Aluno tempo integral/funcionário técnico-administrativo.



10. Sustentabilidade Financeira


Nesta dimensão serão avaliados:


I. Sustentabilidade financeira da Instituição e políticas de captação e alocação de recursos.

II. Políticas direcionadas à aplicação de recursos para programas de ensino, pesquisa e
extensão.


Com o intuito de ampliar a compreensão sobre a Instituição, bem como emitir juízos de valor e
estabelecer ações de melhoria, foram selecionados alguns tópicos em forma de perguntas a
serem discutidos:



a) No PDI, há relação entre a proposta de desenvolvimento da IES e o orçamento previsto?

b) Há compatibilidade entre cursos oferecidos e as verbas e os recursos disponíveis?

c) As obrigações trabalhistas estão sendo cumpridas?

d) Os salários dos docentes e dos técnico-administrativos estão sendo pagos
regularmente?

e) Estão ocorrendo atrasos? Há quanto tempo os salários estão sendo pagos com atraso?

As multas dos atrasos apresentados estão sendo corrigidas e pagas?

f) Foi necessário acordo com sindicato para que ocorressem estes pagamentos?

g) Os equipamentos necessários para o desenvolvimento do Projeto Pedagógico Institucional
são atualizados em número e em qualidade?

h) Há uma política de espaço físico para atualização e adequação das instalações no
atendimento das demandas da IES?

i) Compõe o orçamento a destinação de verbas para capacitação de docentes e técnico-
administrativos?

j) Existe controle entre as despesas efetivas e àquelas referentes à despesa correntes, de
capital e de investimento?


Documentação, dados e indicadores para esta dimensão:

-Aluno tempo integral/técnico-administrativo.

-Planilha de contratação de pessoal docente

-Planilha de contratação de pessoal técnico-administrativa

-Planilha financeira que compõe o PDI

-Tabela de cursos oferecidos pela IES

-Folhas de pagamento dos docentes e dos técnico-administrativos (últimos 6 meses).

-Planilha de liberação de verbas para capacitação de docentes e técnico-administrativos.


-Planilha de liberação de verbas para auxílio de custo para participação em eventos pelos
discentes.

-Planilha de gastos com multas (trabalhistas e outras).

-Relação orçamento/gastos (semestral e anual)

-Relação ingressantes/concluintes.

-Relação docentes em capacitação/capacitados (em nível de pós-graduação – especialização,
mestrado e doutorado).

-Relação dos técnico-administrativos em capacitação/capacitados (em nível de pós-graduação
– especialização, mestrado e doutorado).
4.3 Metodologias e ações para empreender a Avaliação Institucional


Considerando a complexidade e o impacto decorrente da avaliação no contexto institucional, a
Faculdade Integração Tietê- Fit optou pela abordagem participativa para assegurar o
compromisso de todos os segmentos da Instituição com as mudanças impostas pelos
resultados obtidos. Para empreender a avaliação institucional serão levadas a efeito as
seguintes ações:

   1. Coleta de Dados


Os instrumentos para coleta de dados e informações das diferentes dimensões a serem
avaliadas serão definidos pela Comissão Própria de Avaliação, obedecendo à estruturação
anteriormente descrita.

Os formulários, questionários, folhas de dados e resumos de entrevistas serão organizados
tendo em conta os padrões de qualidade utilizados pelo MEC para a avaliação de cursos e
instituições, e as diretrizes curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação.

Para armazenar de forma sistêmica os dados e as informações utilizados na avaliação, a
Faculdade Integração Tietê- Fit implantará um sistema informatizado.


   2. Tratamento dos dados e das informações


Concluído o levantamento anual de dados e informações a CPA deverá organizar um processo
de análise e interpretação crítica do material coletado com os diversos segmentos da
Instituição, em seminários temáticos.



   3. Diagnóstico da avaliação

O produto da análise e da interpretação crítica dos dados e informações permitirá conhecer o
desempenho institucional, sob a ótica de cada dimensão avaliada, e produzir um relato com as
principais recomendações para melhorar a qualidade dos cursos da Instituição e dos serviços
prestados à sociedade.

Esta análise contemplará de forma objetiva a correlação entre os resultados obtidos pela

Faculdade Integração Tietê- Fit em seus cursos, nas últimas edições das avaliações realizadas
pelo MEC, como referencial para aferição dos instrumentos utilizados na autoavaliação.


   4. Insumos para ajustes do PDI
As recomendações oriundas da avaliação institucional constituirão a base para a revisão das
metas do PDI, bem como para o detalhamento das ações que lhe darão sustentação,
integrando desse modo a avaliação e o planejamento estratégico institucional.


4.4 Etapas de Implantação da Avaliação Institucional


As etapas previstas para implantação da avaliação institucional são:


Conscientização da necessidade da avaliação institucional como mecanismo indutor da
qualificação educacional -A etapa de conscientização materializa-se por meio de um conjunto
de reuniões e de seminários, escalonados em dois níveis, o dos cursos e o institucional, com o
objetivo de sensibilizar todos os atores envolvidos sobre a importância, os princípios
norteadores, os objetivos e os resultados esperados da avaliação institucional para garantir a
oferta de ensino com a qualidade desejada.

O foco é o conhecimento da realidade vivenciada e a necessidade de reformular atitudes
diante dos compromissos de mudanças a serem assumidos, em particular pelos docentes, para
assegurar o cumprimento das metas estabelecidas no PDI da IES.

Apresentação das metas contidas no Plano de Desenvolvimento Institucional, a partir do
diagnóstico realizado, tendo em consideração o cenário de inserção regional da Instituição e
suas potencialidades. No contexto das reuniões e dos seminários organizados pela CPA serão
explicitadas as metas estabelecidas no PDI, para o qüinqüênio 2005/2009, e as principais ações
a serem implementadas para alcançá-las. Especial ênfase deve merecer a ampla divulgação e
compreensão por todos os segmentos da Faculdade Integração Tietê- Fit, da sua missão e dos
seus objetivos.

Destaca-se nessa prática a importância e a necessidade da formação de grupos de trabalho
vinculados aos cursos oferecidos pela Faculdade Integração Tietê- Fit, para desdobrar as metas
e as ações previstas no contexto destes e acompanhá-las adequadamente de acordo com o
cronograma proposto.



Acompanhamento das metas do PDI utilizando-se de diversos instrumentos qualitativos e
quantitativos de aferição de resultados.

O acompanhamento das metas estabelecidas no PDI da Faculdade Integração Tietê- Fit dar-se-
á sob a coordenação da CPA e dos Grupos de Trabalho constituídos no âmbito das
Coordenadorias que abrigam os cursos, a cada final de ano letivo,utilizando-se a seguinte
metodologia:



-Definição de indicadores de controle das metas institucionais.
-Coleta sistemática de dados e de informações por meio de: Folha de dados; Formulários;
Questionários; Anotações de entrevistas; Relatórios anuais da IES; Resultados de avaliações
externas promovidas pelo MEC; Relatórios do censo do ensino superior; Indicadores
institucionais do ensino superior produzidos pelo MEC.



-Utilização de instrumentos apropriados para a aferição dos indicadores de controle das

metas, a saber: gráficos e cartas de controle além de outros instrumentos considerados
pertinentes para cada caso.

Diagnóstico dos principais problemas identificados na IES para atingir o paradigma de
qualidade estabelecido. O diagnóstico institucional é produzido a partir da análise e da
discussão nos grupos de trabalho e na CPA, das razões que produziram divergências entre os
valores fixados para os indicadores de qualidade estabelecidos no PDI e sua aferição por meio
dos instrumentos apropriados a cada caso.



Dentre os eixos de discussão relevantes para a formulação deste diagnóstico estão:



-a qualidade intrínseca dos cursos ofertados;



-a proposta pedagógica;



-a metodologia de ensino;



-o processo de ensino-aprendizagem, considerando: a concepção dos cursos ofertados; o perfil
dos seus egressos e sua adequação à realidade regional, e a matriz curricular dos cursos e sua
adequação às Diretrizes Curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional de

Educação e aos padrões de qualidade estabelecidos pelo MEC;



-a qualificação e o perfil dos docentes que atuam nos cursos, sua formação a

compatibilidade entre esta e as disciplinas que ministram;
-a gestão institucional;



-as instalações físicas e



-a infra-estrutura.



Os valores obtidos para cada um dos indicadores de qualidade, quando abaixo daquele
proposto na meta institucional correspondente, será objeto de análise detalhada sobre as
prováveis causas que o produziram.



Adoção ações corretivas de, decorrentes da análise comparativa entre as metas institucionais
estabelecidas no PDI e os resultados aferidos.



4.5 Procedimentos a ações conseqüentes previstas, tendo em vista os resultados dos

processos de auto-avaliação institucional.



Tal como foi concebido, o modelo de avaliação institucional da Faculdade Integração Tietê- Fit
associa auto-avaliação e avaliação externa como elementos complementares e convergentes
para retro-alimentar o planejamento estratégico institucional no PDI, como um processo de
ciclos periódicos progressivamente convergente para o referencial qualitativo desejado.



 Tendo como ponto de partida o diagnóstico descrito no item anterior e após exaustivas
discussões, inclusive em seminários com ampla participação dos principais atores envolvidos,
serão selecionadas medidas de ajustes das metas e das ações a serem implementadas para
atualizar o planejamento institucional, contemplando:



• Revisão das metas institucionais face aos resultados das avaliações internas e externas

e as mudanças de cenários do sistema educacional;



• revisão dos projetos pedagógicos dos cursos ofertados;
. ações corretivas para as metas previstas no PDI;



. revisão das políticas de consolidação e expansão institucional.

4.6 Metodologia para avaliação pela Comunidade Acadêmica e pela Sociedade



O processo de auto-avaliação, balizado pelo Programa de Avaliação Institucional e liderado
pela Comissão Própria de Avaliação, contará com a participação de toda a comunidade
acadêmica, isto é, docentes, discentes e corpo técnico-administrativo, além de representantes
da sociedade civil organizada.



Assim, os grupos de trabalho que vierem a ser constituídos para estudarem problemas
específicos no contexto da avaliação, deverão contar também, sempre com a participação de
representantes dos segmentos diretamente envolvidos.



A avaliação da Faculdade Integração Tietê- Fit pela sua comunidade

acadêmica e será precedida de um período de amplos esclarecimentos a essa comunidade,
também entendido como período de sensibilização, que deverá servir de orientação e
estímulo à participação de cada aluno, professor ou funcionário na realização desse processo e
será realizada conforme a sistemática e os instrumentos a serem estabelecidos pela CPA.



Similarmente aos procedimentos previstos para a avaliação da Faculdade pela comunidade
acadêmica, a avaliação pela sociedade será precedida de um período de sensibilização da
sociedade, objetivando a eficácia da sua participação nesse processo avaliativo.




A avaliação da Faculdade pela sociedade em que se insere será realizada na forma de

pesquisa de campo, com a utilização de pesquisadores selecionados e capacitados pela CPA.



As respostas serão digitadas para o processamento através de sistema eletrônico e, depois de
encerradas as avaliações, um relatório será elaborado, contendo a análise qualitativa e
quantitativa das respostas obtidas.
4.7 Formas de Utilização dos Resultados das Avaliações (interna e externa) na

Revisão do Planejamento e do PDI, tendo em vista o atendimento dos padrões de qualidade
estabelecidos interna e externamente



O Programa de Avaliação Institucional da Faculdade Integração Tietê- Fit

disponibilizará indicadores para a revisão de ações e redirecionamento das estratégias de
atuação da Instituição. Ele é uma ferramenta para o planejamento e gestão institucional,
instrumento este de acompanhamento contínuo do desempenho acadêmico e do processo
sistemático de informações à sociedade.



Para que a avaliação cumpra sua missão, ou seja, sirva de instrumento para o

aperfeiçoamento do projeto acadêmico e sóciopolítico da Instituição, garantindo a melhoria da
qualidade e a pertinência das atividades desenvolvidas, será realizada uma análise criteriosa
dos resultados do processo de avaliação.



Os relatórios gerados servem para que a Instituição identifique os acertos e as

ineficiências, as vantagens, potencialidades e as dificuldades envolvendo-se num processo de
reflexão sobre as causas das situações positivas e negativas, assumindo assim a direção efetiva
de sua gestão política, acadêmica e científica. Os resultados, portanto, também servem de
base para revisar o planejamento do PDI, bem como o projeto pedagógico do curso.



O conhecimento das estratégias adequadas norteia as decisões no sentido de dissemina-las,
generalizando o sucesso. Por outro lado, as formas de ação que não apresentam resultados
satisfatórios são modificadas, buscando-se alternativas para introdução de novos caminhos.



Os resultados das avaliações internas e externas serão sistematizados e consolidados em um
sistema informatizado, que será gerenciado pela Comissão Própria de Avaliação.



Os indicadores institucionais construídos para avaliação interna e aqueles aferidos por
avaliações externas, em particular por comissões designadas pelo MEC, constituirão desse
sistema, que deverá produzir relatórios gerenciais, com ênfase nos desvios observados em
relação aos padrões de qualidade estabelecidos interna e externamente.
A análise destes desvios por grupos específicos de trabalho deverá produzir

recomendações para os ajustes das metas e ações do PDI.




5. CRONOGRAMA (preliminar) DAS ATIVIDADES DE PLANEJAMENTO PARA ELABORAÇÃO DO
ANTEPROJETO DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL



Constituição da CPA e elaboração de Regimento Interno da CPA.

Período: Agosto de 2006.*

Observações: atas de constituição da CPA pela Diretoria da Faculdade.



Aprovação do Regimento Interno da CPA.

Período: Setembro de 2006 *

Observações: Regimento a ser aprovado pelos membros da CPA


Seminários de sensibilização.

Período:Outubro a Dezembro de2006.*

Observações: informação e participação da comunidade



Definição de estratégias, instrumentos de avaliação e cronograma.

Período: Janeiro e Fevereiro de 2007.*

Observações:Articulação da CPA e divulgação da proposta de anteprojeto na comunidade
acadêmica e na sociedade.



Elaboração de anteprojeto de auto-avaliação na CPA.

Período: Março de 2007*



Aprovação do anteprojeto de auto-avaliação na CPA.
Período: Abril de 2007*

Observações: Ata de aprovação do anteprojeto pela CPA



Envio de anteprojeto aos órgãos competentes

Período: de acordo com a legislação*

Observações: protocolo de recebimento do anteprojeto pelos órgãos competentes.



Elaboração dos instrumentos de pesquisa.

Período: Maio de 2007*

Observações: de acordo com os questionamentos do projeto de avaliação



Realização da pesquisa.

Período: Junho de 2007*



Discussão dos resultados

Período: Agosto de 2007*

Observações: Envolvendo os representantes da comunidade acadêmica e da sociedade civil
organizada.



Elaboração do relatório preliminar

Período: Setembro de 2007*

Observações: Discussão do relatório preliminar e seu ajustamento a partir das críticas e
sugestões dos representantes da comunidade acadêmica e da sociedade civil organizada.



As datas acima mencionadas poderão sofrer ajustes no decorrer



Aprovação do Relatório Final da avaliação pela CPA

Período: Outubro de 2007*
Observações: Com quorum mínimo previsto no Regulamento da CPA



Encaminhamento do relatório final de auto-avaliação institucional ao órgão competente

Período: de acordo com a legislação em vigor



Outras atividades previstas da CPA

Período: de acordo com calendário*

Observações: aprovadas pelos membros da CPA



* De acordo com o desenvolvimento dos trabalhos da CPA as datas ( períodos) descritos
poderão sofre alterações.



A cada período letivo os membros da CPA criarão e ou atualizarão cronogramas de atividades a
serem desenvolvidas ou implantadas em cumprimento a sua finalidade e atribuições.



As datas previstas poderão sofrer ajustes no decorrer da implantação deste projeto.




6. CONSIDERAÇÕES FINAIS



O programa de Avaliação Institucional da Faculdade Integração Tietê- Fit dever ser entendido
como uma iniciativa projetada para abranger a avaliação em todas a dimensões das atividades
da Instituição.



O caráter dialógico do presente documento, passível de modificações, indica que a CPA

se abre às observações, críticas e sugestões que levem ao auto conhecimento da Faculdade
Integração Tietê- Fit, para que se consiga um desenvolvimento cada vez mais qualificado da
Instituição.
Tietê,. 2006/2007




Regulamento Interno da Comissão Própria de Avaliação

                                 CPA - FIT -



                    FACULDADE INTEGRAÇÃO TIETÊ- Fit

          Mantenedora: Sociedade Educacional Santo Expedito Ltda




   REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO

                                  CPA
Capítulo I



Da finalidade e das atribuições



Art. 1º A Comissão Própria de Avaliação -CPA, instituída pela Portaria número DR 001 de 04
de Agosto de 2006 da direção geral e acadêmica da Faculdade Integração Tietê- Fit, reger-se-á
pelo disposto neste Regimento, em sua norma instituidora, e pela Lei Federal nº 10.861/2004.



Art. 2º A CPA terá autonomia em relação aos órgãos colegiados existentes na Faculdade

Integração Tietê- Fit.



Art. 3º São atribuições da CPA a condução dos processos de avaliação internos da Faculdade
Integração Tietê- Fit, sistematização e prestação de informações solicitadas pelo Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP, obedecendo às diretrizes
para auto-avaliação das instituições, estabelecidas pela Comissão Nacional de Avaliação da
Educação Superior – CONAES, às quais se somam os poderes de:



I -deliberar sobre o encaminhamento e/ou consultas propostas pelo Instituto Nacional de

Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira -INEP ou outros órgãos, instituições e
particulares;



II -divulgar dados e informações relevantes ao domínio público do desempenho da Faculdade;



III -firmar convênios e parcerias visando o desempenho de suas atribuições;
IV -propor medidas de estímulo à participação dos estudantes no ENADE;



V -deliberar sobre consultas junto ao INEP, visando esclarecimentos e interpretação dos

direitos e deveres da Instituição e da CPA relativos aos processos avaliativos;



VI -fixar a política de avaliação que orientará suas atividades;



VII -deliberar sobre relatórios, informações e dados produzidos pela CPA, no âmbito de suas
atribuições;



VIII -oficializar ao Diretor da Faculdade da Faculdade Integração Tietê- Fit e aos

representados a vacância do cargo de membro da CPA, estabelecendo prazo máximo para a
indicação de novo representante;




IX -solicitar do Diretor da Faculdade Integração Tietê- Fit o custeio de despesas

necessárias ao regular funcionamento da CPA.



Capítulo II



Da composição




Art. 4º A Comissão Própria de Avaliação – CPA será composta em conformidade com

Portaria DR 001 de 04 de Agosto de 2006            da direção geral e acadêmica da Faculdade
Integração Tietê- Fit, que a instituiu, observada a igualdade de participação dos membros nas
proposições, votações e deliberações.
Art. 5º É competência da Diretoria da Faculdade Integração Tietê- Fit elaborar e definir os
critérios das eleições para a composição da CPA.



Art. 6º O mandato dos membros da CPA será de dois anos, permitida recondução

consecutiva, sendo vedado a substituição, a cassação ou o afastamento compulsório de seus
membros por ato dos representados ou de outro órgão da Faculdade.



§ 1º Cada um dos representados apresentará o nome de seu representante ao Diretor da

Faculdade Integração Tietê- Fit para nomeação.



§ 2º O membro nomeado será empossado pelo Diretor da Faculdade.



§ 3º O tempo do mandato é contado individualmente em relação a cada membro da CPA.




Art. 7º Serão gratuitos e considerados de natureza relevante os serviços prestados à

Faculdade Integração Tietê- Fit pelos membros da CPA, ressalvado o recebimento de

diárias, passagens e a manutenção de despesas nas atividades de interesse da Comissão,
conforme apresentação de documentação comprobatória idônea, após prévia aprovação do
Diretor da Faculdade.




Parágrafo único. Serão abonadas as faltas dos membros da CPA, quando, no desempenho de
suas funções, se ausentarem de suas atividades administrativas,discentes ou docentes.




Capítulo III



Do funcionamento da Comissão Própria de Avaliação
Seção I



Das reuniões




Art. 8º A CPA reunir-se-á ordinária e extraordinariamente em sessões convocadas pelo

Coordenador, deliberando por maioria simples dos presentes e observando o quorum mínimo
de 50% (cinqüenta por cento) do total de componentes.



§ 1º As reuniões ordinárias serão bimestrais e realizar-se-ão em datas previamente agendadas
e constantes em calendário próprio, iniciando-se às 16 (dezesseis) horas.



§ 2º As reuniões extraordinárias ocorrerão sempre que necessárias, convocadas pelo
Coordenador ou por maioria simples de seus membros, com a antecedência mínima de 48
(quarenta e oito) horas, limitando-se a sua pauta ao assunto que justificou sua convocação.



§ 3º As reuniões serão abertas à comunidade, podendo os membros da CPA convidar pessoas
que possam prestar esclarecimentos sobre a matéria em discussão e participar dos debates,
sem direito a voto.



§ 4º A convocação, contendo a pauta, das reuniões ordinárias da CPA será de responsabilidade
do Coordenador, o qual deverá fazê-la por escrito e enviá-la a todos os seus membros, com
antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas da data da sua realização.



Art. 9º Os membros da CPA terão total autonomia na tomada das decisões, durante o exercício
das suas funções, mantendo sob caráter confidencial as informações de avaliação ou outras
quaisquer de foro administrativo ou acadêmico.
Art. 10º As reuniões da CPA serão registradas em atas, lavradas pelo secretário da CPA.




Art. 11º Nas aberturas das reuniões, a ata da reunião anterior será lida pelo Secretário e,
aprovada pelos membros após votação, será datada e assinada por todos.

Parágrafo único. No caso de os membros aprovarem a inserção de quaisquer ressalvas,
retificações ou complementações à ata, a reunião prosseguirá enquanto o secretário
providencia as correções e, após lido e aprovado o adendo, a ata será datada e assinada por
todos.



Art. 12º As reuniões serão em local designado pela Faculdade Integração Tietê-Fit.



Seção II



Do Coordenador



Art. 13° Compete ao Coordenador da CPA, escolhido na forma da Portaria Instituidora:



I-   representar a CPA;

II - distribuir funções;

III- criar subcomissões de docentes, quando necessário

V- fomentar os processos de avaliação, de acordo com o

VI- encaminhar relatórios ao CONAES/ INEP/MEC

VII- apresentar a pauta de cada reunião;

VIII- convocar e presidir as reuniões da CPA;

IX - exercer o voto de desempate;

X -   dar ciência aos membros da CPA de todas as informações, solicitações, ofícios e
comunicados recebidos pela CPA, até a primeira reunião ordinária seguinte à data de seu
recebimento;
XI - firmar, após deliberação pela CPA, ofícios, formulários, relatórios de avaliação e outros
documentos de prestação de informações ao SINAES;

XII -cumprir e fazer cumprir este Regimento;

XIII -exercer as demais atribuições inerentes ao cargo.

Parágrafo único. Na ausência do Coordenador, as reuniões da CPA serão presididas pelo
Secretário da CPA.



Seção III



Do Secretário



Art. 14° A CPA disporá de um secretário que terá a seu cargo os serviços administrativos.

Parágrafo único. O secretário da CPA será escolhido mediante eleição realizada entre seus
membros e seu mandato será de 1 (um) ano, permitida a recondução.



Art. 15º Compete ao secretário:



I – secretariar as reuniões, lavrando as respectivas atas;

II – exercer as demais atribuições inerentes ao cargo.



Capítulo IV



Direitos e deveres dos membros




Art. 16° Os membros da CPA têm direito a:
I – participar das reuniões, com direito a voz e voto, podendo apresentar sugestões, propostas,
protestar e fazer constar em atas suas justificativas de votos, sugestões e opiniões, ainda que
divergentes da maioria;

II – convocar, nos termos deste Regimento, reuniões extraordinárias;

III – participar de cursos de capacitação ou aperfeiçoamento, relacionados à Comissão.



Art. 17° São deveres dos membros da CPA:



I - comparecer, pessoalmente, às reuniões;

II – cumprir, pontualmente, os compromissos assumidos com a Comissão;

III – acatar e fazer cumprir as deliberações da Comissão;

IV – manter informados os representantes, em relação às decisões e temas tratados nas
reuniões, prestando-lhes esclarecimentos sempre que convocados para tanto;

V – justificar a ausência às reuniões;

VI – comunicar, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, a impossibilidade de
permanência como membro.




Capítulo V


Das disposições finais



Art. 18° Caberá à Faculdade Integração Tietê- Fit suprir a CPA das condições

materiais, físicas e funcionais necessárias ao seu funcionamento.


Art. 19° A CPA somente poderá reunir-se depois de nomeados, no mínimo, três quartos de
seus membros.


Art. 20° Será considerado renunciante o membro que faltar, sem justificativa, a três reuniões
ordinárias consecutivas ou a cinco intercaladas no mesmo ano civil, devendo o Coordenador
comunicar o fato ao Diretor da Faculdade e aos representados para que estes façam nova
indicação.
Art. 21° Os responsáveis pela prestação de informações falsas ou pelo preenchimento de
formulários e relatórios de avaliação que impliquem omissão ou distorção dos dados a serem
fornecidos à CPA, após conclusão de processo administrativo, serão desligados da CPA e
responderão civil, penal e administrativamente por essas condutas.


Art. 22° O Regimento interno poderá ser modificado em reunião extraordinariamente
convocada para este fim, por voto de 2/3 de seus membros.


Art 23° As omissões e dúvidas de interpretação e execução deste Regimento serão resolvidas
por maioria simples dos votos dos membros presentes.


Art. 24° O Regimento Interno entrará em vigor na data de sua aprovação pela CPA.



                                    Tietê- 06 de Setembro de 2006




 Composição da Comissão Própria de Avaliação CPA FIT


Representante do corpo Docente:

Ana Cláudia Leite Monéia – coordenadora

Cláudio Oliveira Assumpção



Representante do Corpo Discente

Ariana Stela Pereira

Ana Camila de Cica Ciconelo Baldo




Representante do corpo Técnico Administrativo

Mauro Siqueri

Nidia Nunes Mendonça
Representante do Sociedade Civil Organizada

Fernando Biscaro de Souza

Marina Veloso de Oliveira Meneguette.




Novos                       membros                          da                       CPA

A CPA da Faculdade Integração Tietê- Fit está passando por um processo de renovação e de
ampliação no número de membros. Assim, a CPA da FiT terá principalmente novos
colaboradores do corpo discente, docente e da sociedade civil. Brevemente, a nova equipe
será                      conhecida                       por                     todos.

Caso você seja aluno, professor, colaborador técnico administrativo e tenha interesse e
tempo de participar ou então quer enviar informações, esclarecimentos, reclamações,
consultas e outros envie e-mail para cpa@faculdadetiete.com.br que iremos ter o
prazer de informar e ou esclarecer nossas atividades .




      Formulários de Avaliação Institucional - CPA FIT




A Comissão própria de Avaliação CPA, composta por uma equipe multidisciplinar elaborou os
instrumentos de coleta de dados, planejamento de tabulação e apresentação dos resultados.
Para cada público, um questionário específico foi desenvolvido e adaptado ao seu papel na
instituição. Dessa forma, quatro instrumentos de avaliação foram elaborados: para o corpo
docente, para o servidor técnico administrativo um outro para o corpo discente e outro para
os coordenadores de curso




Formulário de avaliação Institucional pelo discente
Formulário de avaliação institucional pelo docente

Formulário de avaliação Institucional pelos coordenadores de cursos

Formulário de avaliação institucional pelo servidor técnico administrativo.




       Relatórios da Comissão Própria de Avaliação CPA

				
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