APOSTILA- SERES VIVOS: 1� ANO -CBC
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APOSTILA- SERES VIVOS: 1º ANO -CBC
Eixo Energia
Tema - Teia da Vida
A diversidade dos reinos de seres vivos
Autor: Prof. Alexandre Benvindo de Sousa
continuação / ver parte I
ATIVIDADES DE TAXONOMIA
Como vimos, Taxonomia ou Sistemática é o ramo da Biologia que trata da identificação, descrição,
nomenclatura e classificação dos organismos vivos. Propomos a vocês mais algumas atividades que
facilitarão a compreensão desse conteúdo. Pretende-se, com elas, mostrar como se estabelece um sistema
de classificação, utilizando-se um modelo simples e a capacidade de observação. Esse exercício ajudará
também a separar, para posterior utilização, dentro de critérios a serem estabelecidos, os materiais ou
seres vivos resultantes de coletas realizadas em trabalho de campo que você e sua turma podem realizar.
Nota: coletas (mesmo para fins científicos e didáticos) devem ter autorização das autoridades de
meio ambiente.
ATIVIDADE 2 - OBSERVAÇÃO DE CARACTERÍSTICAS ESTRUTURAIS PARA
CLASSIFICAÇÃO DE ANIMAIS.
Para a realização desta atividade, seu grupo receberá exemplares de animais vivos ou preservados,
modelos plásticos ou até mesmo fotografias ou desenhos fornecidos pelo professor (numerados de 1 a
10).
Inicialmente, certifique-se de que entende o significado preciso de cada um dos termos da primeira coluna
da Tabela 1. Consulte seus colegas de grupo e seu professor, se tiver dúvidas, e, posteriormente, confira
suas conclusões, se necessário, consulte os conceitos listados no final deste exercício.
Observe atentamente cada um dos exemplares recebidos e assinale, com um X na Tabela l, as
características neles observadas. Complete a tabela escrevendo o nome popular de cada um dos animais,
no espaço reservado para este fim.
Esta etapa de seu trabalho só estará concluída depois de examinados todos os dez exemplares.
Características estruturais de Invertebrados - Tabela l
Característica Exemplar 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Exoesqueleto Presente
Ausente
bilateral e/ou
Simetria do corpo
espiral
Radial
Patas articuladas 3 pares
4 pares
mais de 4 pares
Ausentes
Corpo com anéis Presente
Ausente
Presença de concha Presentes
ausentes
Antenas 1 par
2 ou mais pares
ausentes
Asas presentes
ausentes
Nome popular do
animal
GLOSSÁRIO DO EXERCÍCIO:
Exoesqueleto: esqueleto externo de sustentação comumente presente em artrópodes é rígidos e
constituídos em geral de quitina, um polissacarídeo (um composto orgânico grande de moléculas de
carboidratos).
Simetria corporal: Simetria diz respeito em quantos planos anatômicos o corpo pode ser dividido. Em
geral a simetria é radial (vários planos de divisão que formam um raio) ou bilateral (dois planos de
divisão que dividem o corpo em esquerda e direita).
Segmentação do corpo: Os animais em geral podem apresentar o corpo como um bloco único ou em
vários blocos. Os cordados em geral apresentam bloco único e os insetos e anelídeos apresentam vários
segmentos.
Uma vez que um taxonomista já estabeleceu quais características ele avaliará, poderá a partir das mesmas,
e de posse de uma chave dicotômica classificar um animal que ele tenha encontrado em um jardim ou um
campo, por exemplo. Que tal tentarmos realizar a próxima atividade a partir do que aprendemos na
anterior.
ATIVIDADE 3
Utilização de chave dicotômica para classificação de Invertebrados.
As chaves de classificação são preparadas para auxiliar na classificação dos organismos. Nesta atividade
você usará as informações anotadas na Tabela l, a chave dicotômica para classificação de invertebrados
(Chave 1) e os exemplares usados na atividade l. Tome um dos exemplos de animais usados na atividade
1; releia as características apresentadas por ele, que você assinalou na tabela l. Siga as instruções contidas
na chave abaixo e classifique-o.
Chave l
Chave para classificação de Invertebrados
1a. corpo com simetria radial .......... Equinodermas
1b. corpo com simetria bilateral .......... siga para 2
2a. tentáculos presentes .......... Moluscos
2b. tentáculos ausentes .......... siga para 3
3a. exoesqueleto presente .......... Artrópodes
3b. exoesqueleto ausente .......... siga para 4
4a. segmentação do corpo presente .......... Anelídeos
4b. segmentação do corpo ausente .......... Platelmintos
Se o animal apresenta simetria radial, por esta chave ele será classificado como Equinoderma; se
apresenta simetria bilateral, conforme instrução da chave, você deverá passar para o item 2; caso
apresente tentáculo, será um molusco e, caso não apresente, passe para 3. Continue com este
procedimento até conseguir definir o grupo a que pertence cada um dos dez exemplares.
4.4- OS PRINCIPAIS GRUPOS DOS SERES VIVOS
Atualmente classificamos os seres vivos em cinco grupos principais. Até recentemente esses grupos
equivaliam aos cinco reinos: MONERA, PROTISTA, FUNGOS, ANIMAIS E VEGETAIS.
Recentemente um grupo de pesquisadores propôs um nova classificação dos seres vivos, incluído a
categoria de Domínio acima do reino como visto anteriormente. Assim, são três os principais
DOMINIOS: Eubactéria, Arqueobacteria e Eukarya. Esta nova proposta têm sido cada vez mais
usada.
Os dois primeiros domínios são de seres procariontes, nos quais a célula não possui organelas nem núcleo
individualizado (seu material genético não esta delimitado por membrana), na classificação antiga
corresponderia ao Reino Monera.
O Domínio Eukarya corresponde aos seres eucariotas, nos quais as células possuem organelas que
realizam as diversas funções celulares (você verá isso no tópico de evolução celular) e um núcleo
individualizado que contém o material genético (DNA). Nesse domínio encontramos seres vivos
pertencentes a quatro reinos: os Protistas, os Fungos, os Animais e os Vegetais:
Faremos uma breve descrição de cada um destes grupos:
4.4.1- OS PROCARIONTES
É comum nos referir ao Planeta Terra como nossa casa! Isso é verdade, a Terra é nossa casa, mas talvez
quem mande não sejamos nós. Se somarmos todos os indivíduos de Homo sapiens que já viveram na terra
com seus seis bilhões de habitantes, nem de perto chega ao número de bactérias que vivem neste minuto
no planeta, provavelmente não chega perto nem do número de bactérias que estão AGORA no seu
organismo, na sua pele, na sua boca, no seu trato digestivo etc. As bactérias são seres celulares bem
simples (se comparados aos eucariontes) são chamados de PROCARIONTES.
Desde a década de 70, ate pouco tempo, os seres procariontes eram considerados como pertencentes ao
reino MONERA. Na década de 90 novas descobertas (baseadas, sobretudo, em análises moleculares)
mostraram que os procariontes podem ser divididos em dois grupos, as chamadas eubactérias e as
arqueobacterias (ou simplesmente Arquea). Estes dois grupos são considerados como Domínios, um
táxon ACIMA de reinos. Na classificação atual cada um desses domínios subdivide-se em reinos. O
Domínio Eubactéria possui 5 reinos enquanto o Domínio Arquea possui dois. Na grande maioria dos
livros didáticos os procariontes ainda são tratados como REINO MONERA, mas como vimos nas páginas
anteriores, esta classificação não reflete corretamente a filogenia dos seres Procariontes. A grande
maioria das espécies de bactérias pertence ao domínio Eubactéria. Poucos Arquea foram, até então,
descritos aproximadamente 120 espécies. No Brasil, estima-se que existam somente 4 espécies. Em geral,
as espécies de Arquea descritas estão associadas a ambientes muito extremos: como as grandes
profundidades marítimas, próximas a fissuras vulcânicas ou gêiseres ou fontes termais, sendo, portanto,
chamadas de extremófilas.
Neste texto trataremos dos procariontes como um grupo único sem classificá-lo, ainda, em um grupo
particular.
Estrutura Geral dos Procariontes
Como já vimos procariontes são seres unicelulares. Sua estrutura celular é bem simples o nome
procarionte vem de PRO (Antes) + KARYON (núcleo). Assim são células que não possuem seu material
genético DNA, separado do citoplasma por uma membrana nuclear. Envolvendo sua membrana
plasmática eles apresentam uma estrutura rígida de proteção a PAREDE CELULAR.
Reprodução:
A maioria dos autores considera que as bactérias reproduzem-se assexuadamente, isto é sem a produção
de gametas (espermatozóide e óvulos).
Em geral elas se dividem por fissão, ou seja, divisão simples. Isso faz com que as bactérias reproduzam-
se em velocidades incríveis. Pois uma célula origina duas, duas originam quatro, quatro originam oito
sucessivamente em escala exponencial. As bactérias podem trocar material genético com outras bactérias
ate mesmo entre espécies diferentes. Essa característica está intimamente associada com o aparecimento
de bactérias resistentes a antibióticos. As bactérias têm, além do seu DNA principal, pequenos pedaços
circulares de DNA chamados PLASMÍDEOS. Nesses plasmídeos estão inseridos genes importantes para
as bactérias, como os genes da resistência aos antibióticos.
Através de um processo chamado conjugação uma bactéria pode trocar material genético com outra.
Assim uma bactéria resistente à penicilina pode transmitir esse gene para outra bactéria sensível e esta se
tornar também resistente. Ao se reproduzir por fissão esta bactéria pode gerar milhões de bactérias
resistentes.
Respiração e Nutrição
As bactérias podem ser autotróficas (ou seja, produzir seu próprio alimento, seja por fotossíntese ou por
quimiossíntese) ou heterotróficas (não produzir seu próprio alimento).
Quanto à respiração os procariontes podem ser aeróbicos (produzir energia oxidando O2), anaeróbicos
facultativos (produzir energia na presença ou ausência de O2) ou anaeróbicos estritos (produzem
energia na ausência de O2).
Importância
Como já vimos os procariontes estão presentes nos mais variados ambientes. Muitos seres vivos
dependem dos procariontes. As plantas leguminosas (como feijão e soja), por exemplo, necessitam da
presença de bactérias fixadoras de Nitrogênio nas suas raízes. O nitrogênio é o composto principal das
proteínas, somente as bactérias fixadoras conseguem fixar o nitrogênio da atmosfera e fornecer este
nitrogênio sob a forma de compostos nitrogenados para as plantas e estas para os animais ao longo da
cadeia alimentar. Muitos animais herbívoros, como a vaca, não conseguem digerir a celulose presente nas
células vegetais. Quem na verdade digere a celulose são bactérias presentes no tubo digestivo destes
animais. Muitas bactérias são patogênicas, ou seja, podem causar doenças, tais como pneumonia,
tuberculose, hanseníase, tétano, sífilis, cólera, meningite entre outras.
Um grande número de bactérias é decompositor de matéria orgânica, desempenhando importante papel na
reciclagem dos nutrientes no ambiente.
4.4.2- DOMÍNIO EUKARYA
São todos os seres eucariontes, ou seja, possuem o material genético (DNA) delimitado pela membrana
nuclear. Além disso, as suas funções metabólicas como respiração, fotossíntese, síntese armazenamento
de substancias são realizadas por organelas celulares. São quatro os reinos desse domínio.
A) REINO PROTISTA
Os seres do reino protista são seres uni ou pluricelulares. Podem ser microscópicos como os protozoários
(ameba, paramércio, giárdia) ou atingir grande porte, como as algas pardas e vermelhas. Podem ser
autotróficos ou heterotróficos. Alguns são causadores de doenças importantes como Doença de Chagas, a
leishmaniose, amebíase, giardíase e outras.
Na verdade, a taxonomia do grupo protistas é ainda muito confusa. Alguns autores definem protistas
como todos ser eucarionte que NÃO é animal, NÃO é vegetal e NÂO é fungo.
Alguns exemplos de protistas. Abaixo, algas; acima, protozoários.
B) REINO FUNGI
Seres eucarióticos, unicelulares ou multicelulares nestes últimos, suas células forma m filamentos
conhecidos como hifas. São exclusivamente heterotróficos em geral, sapróbios. Possuem a mais rica
coleção de enzimas digestivas que expelem para o exterior e fazem digestão extracelular. Possuem parede
celular de quitina e armazenam energia sob a forma de glicogênio. Podem ser aeróbicos ou anaeróbicos.
Em geral desenvolvem-se bem em ambiente úmidos, com calor e umidade. Alguns fungos são
comestíveis como champignons e o shitake. Podem estar associados a doenças tanto em animais como em
vegetais. Nos animais as micoses são doenças mais comuns. Nos vegetais doenças: a vassoura de bruxa
no cacau, a sigatoga negra na banana, a fusariose em uvas, são um verdadeiro flagelo para as plantações.
Os fungos desempenham um importante papel de decompositores de matéria orgânica e participam da
reciclagem de nutrientes no ecossistema.
Na indústria alimentícia a produção de pães, queijos, iogurtes e bebidas fermentadas como vinho e
cerveja, só são possíveis devido à utilização dos fermentos biológicos: as leveduras.
Na indústria farmacêutica, grande parte dos antibióticos é derivada de substancias produzidas pelos
fungos. Como a penicilina que foi descoberta na segunda metade do Séc. XX, a partir de estudos como
fungo Penicillium.
Exemplares de Penicillium. Fungo do se extraiu primeiramente a penicilina.
Hoje em dia a penicilina usada é praticamente toda sintética
C) REINO PLANTAE
São seres eucarióticos, multicelulares e autotróficos fotossintetizantes
Suas células possuem parede celular de celulose e apresentam cloroplastos no seu citoplasma. Estes
contem clorofila, um pigmento fotossintetizante que dá a cor verde característica dos vegetais. Vegetais
que possuem partes coloridas como as flores ou folhas ou frutos também possuem cloroplastos e clorofila
nestas partes, só que além deste possuem outros pigmentos amarelos, vermelhos principalmente.
Armazenam energia sob a forma de amido.
Os vegetais reproduzem-se tanto assexuadamente quanto sexuadamente. Como exemplos de reprodução
assexuada dos vegetais temos o brotamento, a regeneração, a estaquia.
Os vegetais são em geral hermafroditos, ou seja, possuem os dois aparelhos reprodutores. O masculino e
o feminino. Os principais grupos de vegetais são:
Briófitas: representados pelos musgos, são vegetais de ambiente úmido. Dependem da água para
a reprodução e não possuem vasos condutores. Esta última característica limita seu tamanho,
sendo, portanto vegetais de pequeno porte.
Pteridófitas: Também estão associados a ambiente úmidos por dependerem da água para a
reprodução. Apresenta um ganho evolutivo importante em relação às briófitas, a presença de
vasos condutores que permitem que estes vegetais sejam de porte considerável. As samambaias
e avencas são bons exemplos de pteridófitas.
Gimnospermas: São vegetais lenhosos. São totalmente independentes da água para a
reprodução. Apresentam sementes livres de um fruto. Os pinheiros são bons exemplos de
gimnospermas.
Angiospermas: É o grupo mais numeroso de vegetais. Apresentam o fruto como principal
ganho evolutivo. Este órgão permitiu que as angiospermas apresentassem uma formidável
dispersão ao redor do planeta.
D) REINO ANIMAL
Seres eucarióticos, multicelulares e heterotróficos. Podem ser fixos ou apresentam mobilidade. A célula
em geral não apresenta parede celular e armazena energia sob a forma de glicogênio. Os animais podem
apresentar uma gama variedade processos reprodutivos sexuados e assexuados. Podem ter sexos
separados ou ser hermafroditas. Os artrópodes são os grupos mais numerosos e destes destacam-se os
insetos. Estima-se que metade das espécies de seres vivos conhecidas no planeta seja de insetos. Os
principais filos deste reino são:
Poríferos - As esponjas. Não possuem tecidos organizados. As funções fisiológicas são desempenhadas
pelas células. São aquáticos
Cnidários - O grupo dos corais, medusas e águas vivas. Possuem células especiais para defesa os
Cnidoblastos que queimam suas presas e agressores.
Platelmintos - Grupo dos vermes chatos. Podem ser de vida livre ou parasitas. As tênias, o
esquistossomo e a planária são alguns de seus representantes.
Nematelmintos - Grupo dos vermes cilíndricos. Podem ser de vida livre ou parasitas. As lombrigas, e os
oxiúros são alguns de seus representantes.
Anelídeos - Possuem corpo segmentado em anéis. A minhoca o sanguessuga pertencem a este filo.
Artrópodes - O maior número de animais conhecidos. Possuem esqueleto de quitina e patas articuladas
(daí o seu nome). Insetos, crustáceos e aracnídeos estão entre os seus representantes.
Moluscos – Animas de corpo mole não segmentado. Podem apresentar concha calcárea. Polvos, lulas,
mexilhões, lesmas e caramujos são moluscos bem conhecidos.
Equinodermas - Marinhos, apresentam um sistema hídrico particular. O sistema ambulacrário. Estrela do
Mar e Ouriços são exemplos de animais deste filo.
Cordados - Apresentam durante uma parte da vida uma estrutura de sustentação do corpo chamada de
notocorda. Na maioria das espécies esta estrutura desaparece. Pertencem a este filo os peixes, anfíbios,
répteis, aves e mamíferos.
VIRUS – Um caso a parte
O que define um ser vivo? Em geral definimos um ser vivo pelas seguintes características: Ser composto
de células, ter metabolismo próprio, ter um ciclo vital (nascer, crescer, reproduzir e morrer). Bem, os
vírus não possuem todas estas características e, além disso, ou tem DNA ou tem RNA (em geral,
recentemente foi descoberto um vírus que tem DNA e RNA).
A estrutura da partícula viral é um envelope protéico que envolve uma molécula de acido nucléico. A
palavra vírus vem do latim e significa veneno, eudilenelis@hotmail.com; eudilenelis@hotmail.com;
eudilenelis@hotmail.com; isto porque, todos os vírus são parasitas intracelulares obrigatórios e
acabam por causar a destruição da célula.
Muitas doenças humanas, de animais e plantas são associadas aos vírus como: AIDS, gripe, poliomielite,
raiva, dengue, febre amarela, sarampo, caxumba e rubéola e até mesmo o câncer de útero.
Alguns exemplos de partículas virais
Material Organizado pelo Prof. Dr. Alexandre Benvindo de Sousa
Biólogo-Professor Adjunto do Colégio Técnico da Universidade Federal de Minas Gerais
Belo Horizonte – Junho de 2007
Referências:
http://www.todabiologia.com/ecologia/seres_vivos.htm
www.idesa.com.br/disciplinas/downloads/biologia/aulas/2/01.PPT
http://www.qualibio.ufba.br/002.html
http://portalbrasil.eti.br/educacao_seresvivos_biodiversidade.htm
http://www.aultimaarcadenoe.com/divisaosistematicafauna.htm
http://www.biota.org.br/publi/livros/arvore
CECIMIG, Atividades de Ciências 6ª série-Programa de aperfeiçoamento de professores de Ciências e
Matemática da rede estadual de Ensino, Belo Horizonte, Março, 2003,112p.il.
WILLIAM K. PURVES, DAVID SADAVA, GORDON H. ORIANS et al. Vida A ciência da
Biologia, Ed. Artmed. São Paulo, 1432p. 2005.
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