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PERT/CPM

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PERT/CPM
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1/5/2012
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PERT/CPM



Cálculos das Datas

Cálculo de Datas

 Uma vez estimados os valores das

atividades, devemos passar para as datas

ao longo do projeto.

 Data mais cedo.

 Data mais tarde.

Data mais cedo

 Segundo a ABNT a data mais cedo do

evento ( abreviatura Tc ) é a menor data

em que o evento pode ocorrer, desde que

as atividades anteriores se desenvolvam

nas durações previstas.









Tc

Data mais cedo

A D F G I

30 50 60 70 80

3 1 3 1 2









10









B C E H

20 40

2 3 1 5

Data mais cedo

 O evento 10, ponto de partida do projeto,

terá a si uma data 0 (zero) como

referência para a contagem dos tempos.





10





0

Data mais cedo

 Se a atividade B leva dois dias para ser

executada, e o evento 20 está amarrado

ao seu término, logo ele só ocorrerá ao

final do segundo dia.



20





2

Data mais cedo

 Se a atividade C dura três dias e começa

no início do terceiro dia, ela só terminará

no fim do quinto dia. Veja o evento 40.







40





5

Data mais cedo

 E a data do evento 50?

 Quando mais de uma atividade convergem

para um evento, calcula-se uma data por

cada atividade, adotando-se para a data mais

cedo daquele evento a maior delas.





50





6

Data mais cedo

 A data mais cedo do evento-fim da rede

define a duração do projeto. No caso, o

projeto exemplo tem uma duração possível

igual a 14 dias úteis.









80





14

Data mais cedo

 A data mais cedo de qualquer evento

deve ser interpretada como uma data

possível de ocorrência do mesmo,

sendo determinada em função de

condições internas ao projeto que

amarram o seu desenvolvimento até

aquele evento.

Data mais cedo

 Exercício 01

Atividade Duração Precedência

A 5 -

B 3 -

C 1 B

D 2 A,C

E 4 A, C

F 1 E

Data mais cedo

 Exercício 02

Atividade Duração Precedência

A 1 -

B 2 -

C 3 -

D 7 A

E 5 B

F 1 C

G 2 F

H 6 E,G

Data mais tarde

A D F G I

30 50 60 70 80

3 1 3 1 2









10









B C E H

20 40

2 3 1 5

Data mais tarde

 A data mais cedo em que o projeto pode

terminar é 14. Mas a data em que o

projeto deve acabar nem sempre coincide

com aquela que se pode realizar.

Data mais tarde

 Nem sempre o que é possível será

permissível.

 Generalizando, em qualquer evento a data

correspondente a essa permissão, ao que

deve ser feito, é o que chamamos de data

mais tarde do evento.

Data mais tarde

 A data mais tarde é calculada a partir de

uma data mais tarde imposta ao fim do

projeto e/ou atividade.

Data mais tarde

 Segundo a ABNT a data mais tarde do

evento ( abreviatura Tt ) é a maior data em

que o evento pode ocorrer, sem atrasar a

conclusão do empreendimento.

Tt







Data mais tarde

 Seja 16 a data mais tarde imposta ao

evento-fim do projeto.

16





80

Data mais tarde

 Para não prejudicar essa data (16) e

considerando-se que a atividade I tem

uma duração de 2 dias úteis, a data mais

tarde em que o evento deve ocorrer é: 16

-2 = 14.

14





70

Data mais tarde

 E o evento 60?

 Será constituído da data mais tarde de 16 dias

(evento 80) menos ao atributo da atividade H (5

dias) totalizando 11 dias úteis.

11





60

Data mais tarde

 Calcular a data mais tarde para os exercícios 01

com 11 dias para o fim do projeto.

 Calcular a data mais tarde para os exercícios 02

com 15 dias para o fim do projeto.

Caminho Crítico

 Folga de Evento: segundo a ABNT “é a

disponibilidade de tempo medida pela

diferença entre as datas mais tarde e mais

cedo de um evento”.

Tti





f = Tti – Tci onde i – evento Nº



genérico.

Tci

Evento Crítico

 É aquele que apresenta a menor folga de

evento. No caso limite, quando Tti – Tci

vem f=0.

Atividade Crítica

 Segundo a ABNT, “é a atividade entre

eventos críticos e correspondente à maior

duração entre eles, limitada pelos valores

de datas mais cedo de início e fim. É a

atividade de menor folga em um projeto”.

Caminho Crítico

 “É todo caminho de maior duração em um

projeto, compondo-se, embora não

necessariamente, de uma seqüência de

atividades críticas”.

 Caminho semicrítico: “aquele cuja duração

mais se aproxima daquela do caminho

crítico”.

Caminho Crítico

 “Partindo-se do evento-início do projeto

até o seu evento-fim, o caminho crítico

define o caminho de maior duração; ou

seja, qualquer outro trajeto que ligue o

evento-início ao evento-fim tem duração

menor que a duração do caminho crítico.

 A data mais cedo do evento-fim define a

duração do projeto e a duração do

caminho crítico.

Caminho Crítico

 Caso não existam folgas nos eventos do

caminho crítico, qualquer atraso em uma

de suas atividades pode acarretar um

atraso do mesmo valor, em tempo, igual

ao atraso da atividade.

 Uma diminuição na duração do projeto só

será possível com a redução

correspondente de uma das atividades do

caminho crítico.

Caminho Crítico

 Assim sendo, justifica-se a determinação

desse caminho na rede, onde exercemos

mais controle e concentração de recursos

para evitar atrasos ou até mesmo para

acelerarmos um projeto.

Determinação do Caminho Crítico

 Identificação dos eventos crítico;

 Identificação das atividades críticas;

 Caminho crítico.

Representações

Evento Evento

crítico Atividade

Tti







Atividade

Tci crítica

Conclusões

 Um projeto pode ter mais mais de um

caminho crítico, podendo toda a rede,no

caso-limite, ser crítica;

 As folgas dos eventos das atividades fora

do caminho crítico são sempre maiores do

que as folgas dos eventos críticos;

Conclusões

 A folga dos eventos do caminho crítico é

constante e igual à menor folga de evento da

rede;

 Qualquer atraso em uma das atividades do

caminho crítico (caso não haja folga nos

eventos críticos) acarretará um atraso no

projeto.

 A data mais cedo do evento-fim é a soma das

durações das atividades do caminho crítico


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