Informativo mensal da Associação Cultural Ilê Mestre Benedito de Angola
ACIMBA – União Angoleira do Estado do Rio de Janeiro
Número 06 * Outubro de 2011
http://ilemestrebeneditodeangola.blogspot.com/
Editorial
Iêeeee comunidade angoleira! Esta edição é muito especial. E demonstra como
essa comunidade angoleira do Rio de Janeiro pode e consegue se articular, unir
e realizar muitas ações conjuntas. É mês de memória dessa comunidade!
Lembremos os caminhos percorridos por ela através de suas representações
mais antigas no dia 8, sábado próximo, que ficará na história, do Rio, da
capoeira, e na nossa memória. Em entrevista, mestre José Carlos, que iniciou
este projeto, comenta mais detalhes do que foi esse processo de organização e
de elaboração do evento. Enquanto isso, após 30 anos sem mestre Pastinha, a
Homenagem Póstuma, incorporada na roda na rua Uruguaiana e na missa na Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito do Pretos,
relembrará (em novembro) mais uma vez as batalhas de sobrevivência e os passos já realizados por essa comunidade angoleira, pelo legado de
mestre Pastinha, por mestre João Grande e por mestre Moraes. Não é por acaso que essa homenagem é o símbolo da união angoleira. Ambos os
eventos têm premissas em comum: a união e a memória... assim como a construção deles por nós, angoleiros e angoleiras do Estado do Rio de
Janeiro. Parafraseando mestre Pastinha: enquanto houver capoeira angola no Rio, nós viveremos; enquanto nós vivermos, essa capoeira viverá!
Nota: Fotos do Acervo da ACIMBA
Nota: Este informativo tem em suas premissas a divulgação de informações. Estas são
de responsabilidade de seus proponentes. Utilizamos imagens que recebemos ou
pesquisamos, e pedimos a licença a quem se sentir violado em seus direitos – pois nossa
intenção é apenas ilustrar e enriquecer os tópicos do informativo.
Retrospectiva “Aconteceu nas rodas”
Evento do Grupo de Capoeira Angola Mocambo de Aruanda (Vitor Barcellos “Cebola”, do Só Angola)
No dia 10 de setembro, o grupo Mocambo de Aruanda, liderado pela Contramestre Cristina, comemorou seu primeiro aniversário com uma
grande festa no Centro Cultural Africa Brasil Central, na Av. General Caldwell, atual local de treinos do grupo. Na parte da manhã, duas oficinas:
mestre Baba e Contramestre Leandro Bicicleta ofereceram oficinas para os participantes do evento. Após um almoço coletivo, assistimos a um
vídeo sobre a Ocupação sem-teto Machado de Assis, o que serviu como ponto de partida para o debate sobre a questão da luta pelo direito à
moradia no Rio de Janeiro hoje. Entre outros participantes, Mestre Baba fez interessantes comentários sobre sua experiência na Gamboa durante
seu trabalho no Centro Cultural José Bonifácio, em que pode perceber a carência da população da região e a maneira como a especulação
imobiliária e projetos como o “Porto Maravilha” raramente incluem a população da zona portuária como
beneficiários do projeto. Baba falou ainda dos efeitos negativos dessa especulação imobiliárias em locais
como os quilombos em Santa Rita do Bracuí (Sul Fluminense), que têm sido ameaçados pela favelização e
pela disputa por terras. A proposta do debate pelo grupo Mocambo de Aruanda foi muito interessante e
relevante, por estimular o pensamento e o debate sobre as lutas por direitos sociais básicos (trabalho,
moradia, saúde, educação etc.) na comunidade angoleira do Rio de Janeiro. Uma ótima roda de angola –
com a presença de alunos de vários grupos e de lideranças como o mestres Baba, Brinco e Velho de Caxias,
além do CM Bicicleta, entre outros – prosseguiu com a programação, seguida de um coquetel de primeira.
À noite, um grupo de reggae convidado segurou o som no centro cultural, para a confraternização dos
angoleiros, fechando com chave de ouro aquele bonito encontro. Parabéns, Mocambo de Aruanda!!!
Dicas e leituras
Capoeira angola: histórias e recordações da vivência de mestre Curió
Organizado pelo capoeira e professor Jorge Conceição, que, entre outras atividades, coordena o Museu do Objeto
Imaginário no Centro Histórico de Salvador-BA, no começo do ano foi lançado oficialmente em Salvador, no evento do
Irmãos Gêmeos, uma biografia de Jaime Martins dos Santos – o mestre Curió. Junto com relatos de sua vida desde a
infância até entrevistas sobre questões clássicas da capoeira, como ancestralidade e mandinga, este livro é de obrigatória
leitura para capoeiras de todas as linhagens, para quem pesquisa ou até para quem é um simples curioso. É um livro
simples, leve, direto e rico em detalhes. Está traduzido para a língua inglesa, e você poderá lê-lo nas duas línguas, no
mesmo livro. Em breve esperamos que o professor e o mestre possam lançar esta obra no Rio de Janeiro. Por enquanto, se
interessar o livro, você pode entrar em contato com o próprio mestre Curió ou com o professor Jorge para encomendar.
“Vou pra lá pra vadiar...” (Eventos no mês)
1º Encontro da Memória da Capoeira do Rio de Janeiro
Entrevista com mestre José Carlos (na foto), coordenador do 1º Encontro Memória da Capoeira Angola do
Rio de Janeiro (por Alan Jorge “Molejo” e Vitor Barcellos “Cebola”, do Só Angola)
Como já é sabido na maioria da comunidade angoleira do Rio de Janeiro, vai acontecer, a partir das 9h do
dia 8 de outubro (sábado), o 1º Encontro Memória da Capoeira Angola no Rio de Janeiro, coordenado por
José Carlos Gonçalves, o Mestre José Carlos. Com seus 55 anos, o mestre já tem 3 netos, e além de suas aulas
de capoeira, trabalha com muitas outras coisas: é também técnico de tacógrafo, montador de bateria,
eletricista de ônibus, bombeiro hidráulico e mecânico de refrigeração. O Mestre José Carlos começou o seu
aprendizado com o Grupo de Capoeira Angola Mestre Moraes no Clube Gurilândia em Botafogo no Rio de
Janeiro em 1973, sendo formado mestre em 1978 por seu mestre. Foi um dos fundadores do GCAP – Grupo
de Capoeira Angola Pelourinho, em 1980, na feira de artesanato do Cosme Velho no Rio de Janeiro. Desde
então vem atuando com Capoeira Angola em vários locais no Estado do RJ, como Nova Iguaçu, no Catete,
no fundo do quintal de sua própria casa e, atualmente, em Santa Teresa. O mestre tem se dedicado à
organização do evento e concedeu uma rápida entrevista para o Informativo ACIMBA (IA) após sua
tradicional roda em seu espaço no Mercado das Pulgas, em Santa Teresa.
IA: Mestre, que idéia motivou a criação deste evento?
Na verdade, estamos tentando criar isso, não consegui criar isso ainda. Precisarei da ajuda dos universitários... (risos). A ideia é evitar que amanhã
ou depois alguém que tem dinheiro, um deputado chegue com 3.000, 4.000 reais e mude o evento, vai fugir da proposta. A idéia é que a pessoa
que fique responsável como coordenador busque juntar os recursos justamente para juntar as pessoas, para reavivar nas pessoas o espírito de
trabalho, de união, de fazer pela capoeira, colocar a mão no bolso e dar 10, 20 reais. No mínimo, com a compra de uma camiseta. Se a pessoa não
tem 15 reais para pagar em uma feijoada, mas pode pagar 25 reais pela camiseta, já está ajudando. Com isso, já dá pra gente pagar uma camisa,
um berimbau que venha lá de Salvador, uma carne, o que for pra gente. O encontro não é meu, é dos angolas, é dos angoleiros, dos capoeiristas. E
não vai estar ligado ao grupo N´Golo, você não vê nada do grupo N´golo no material, no cartaz e nos panfletos do Encontro, se não daqui a pouco
vão dizer que é o grupo N´golo que está articulando. Precisamos preservar essa ideia, senão isso vai se desencaminhar. Quero inclusive registrar o
logotipo, a marca, e o formato do encontro para que continue sendo patrocinado pelos próprios angoleiros e não seja vinculado a nenhum grupo
específico.
Eu até poderia juntar todo o pessoal do grupo N´golo e fazer essa festa, entende? Mas a proposta não é essa! A proposta é positiva, é boa,
justamente porque envolve outros grupos, dá responsabilidade para outros grupos para que eles venham fazer parte. Mas ainda tem uma galera
que fica muito melindrada se você esquece de mandar um convite, ou de apresentar. E se não frequentar a roda dele. Muitos dizem: “Eu não vou
mais na roda de fulano, porque fulano não vem aqui, então ele não é mais meu amigo”. São coisas assim que não tem nada a ver com capoeira,
isso é da pessoa. Enquanto capoeirista tem que ser muito mais do que isso. A proposta está aí para que se reflita sobre isso, pensar o que se pode
fazer daqui por diante.
IA: No projeto do evento que o senhor circulou, você afirma que o evento está focado nos angoleiros da escola de Moraes, mas que não está
fechado para outras vertentes. Como vocês estão pensando o papel do evento nesse contato entre capoeiras de diferentes vertentes?
A ideia não é “misturar” as capoeiras, não é por aí. A proposta surgiu sim dentro da escola de mestre Pastinha, de João Grande, de Moraes, e a
ideia é seguir essas tradições, dar continuidade. Mas esse fato não impede que praticantes de outras vertentes, de outras capoeiras, regional,
contemporânea, venham participar do evento. Até porque quando Mestre Moraes chegou aqui no Rio com a proposta da Capoeira Angola que
nós praticamos hoje, não tinha essa estrutura. Era o Moraes com a capoeira dele e as pessoas que faziam capoeira com ele, eram uns 10, 15 no
máximo. E por que todos são bem-vindos? Porque quando essa capoeira nossa, da escola de Pastinha, de Moraes, chegou aqui no Rio, ela não se
criou sozinha, ela precisou dessa capoeira que já tinha aqui, já tinha uma capoeira aqui no Rio de Janeiro que era forte. Essa capoeira Angola que
nós praticamos hoje foi se desenvolvendo a partir do contato, de convivência, até mesmo da luta corporal mesmo, de sair no tapa um com o
outro... Eu acredito que, no final de tudo, todos saíram ganhando. A Capoeira Angola que nós praticamos hoje conseguiu evoluir, melhorou. E as
pessoas que não jogavam capoeira angola aprenderam, evoluíram também, cresceram junto. Por isso, eu não vejo a necessidade de você dizer “Só
venha pessoal da escola de capoeira angola de mestre pastinha”. Não! Até porque existem vários mestres de capoeira em Salvador, e que tem seus
alunos espalhados aqui pelo Rio, em São Paulo, Minas Gerais. Então será que é só o pessoal da escola de mestre pastinha que teria espaço? De
forma alguma.
IA: Em relação à organização, quem está sendo seu braço direito?
Alguns alunos de diferentes grupos estão me ajudando na organização.
IA: Quais as suas expectativas em relação ao evento no cenário da Capoeira Angola do Rio?
A minha expectativa é que os capoeiristas aqui do Rio se organizem, e participem, porque o encontro é nosso.
IA: Que mensagem o senhor enviaria para a comunidade angoleira?
A mensagem é que as pessoas precisam entender que capoeira angola não é isso que estão fazendo aí, muita firula, muita fuleragem. E o cara
achando que aquilo é capoeira angola. Está se perdendo... As pessoas não estão se preocupando em ir em busca de quem realmente conhece
capoeira angola. Porque para conhecer Capoeira Angola tem que ter dedicação, tem que ter trabalho, tem que estar trabalhando pela Capoeira
Angola. Não é só tirar da Capoeira, o povo só quer tirar da Capoeira Angola; mas dar alguma coisa pela Capoeira Angola é fica mais difícil. Aí
está mais uma oportunidade para o pessoal estar se juntando, ajudar a coordenar o trabalho para justamente acabar com isso aí, com esse
individualismo.
Mais informações: http://blog.angolangolo.com/memoria Tel: 21 3770.7256 | cel: 21 9876.9915 - angolangolo@yahoo.com.br
Roda de Angola na Praça da Cruz Vermelha para as Crianças, dia 12
Em homenagem às crianças, no feriado do dia 12 de outubro, às 10h, haverá uma roda de capoeira angola organizada pelo Contramestre Geraldo,
do São Bento Pequeno, e convida toda comunidade angoleira para esta festa. Será na Praça da Cruz Vermelha, no Centro, perto do bairro de
Fátima, onde também haverá outras atrações para a molecada!
Mais informações com o próprio CM Geraldo: 21 8774 9783
Inauguração do novo espaço do Kabula, na Praça Mauá
A praça Mauá será o mais um local de treino do Kabula Rio. Mestre Carlão estará ministrando aulas de
capoeira angola nas Terças e Quintas (19h às 21h) no Centro Cultural Pequena África - Largo da
prainha, n.4 (Esquina da Sacadura Cabral com Largo de São Francisco da Prainha).
Informações: carloalex@kabula.org 21 2711 4581 http://www.kabulario.com/
Capoeira: Cultura, Patrimônio e Identidade, com o professor Luiz Renato Vieira
Segue abaixo divulgação de seminário/disciplina “Capoeira: Cultura, Patrimônio e Identidade” que será oferecida no Programa de Pós-Graduação
de História Comparada/Instituto de História/Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os interessados devem contactar o prof. Luiz Renato em:
lr.luizrenato@gmail.com ou lrvieira@senado.gov.br
De 24 a 28 de outubro: De 9 às 12 horas – leitura e trabalho de grupo / De 14 às 20 horas – debate em sala de aula
Local: IFCS/UFRJ (Largo de São Francisco, n.1, Centro – Rio de Janeiro – RJ)
São 20 vagas para estudantes de pós-graduação. Quem já possui graduação pode também manifestar interesse, sendo contemplado caso haja
sobra de vaga. As inscrições iam até 30 de setembro, mas vale a pena verificar as possibilidades como ouvinte.
Programa:
O objetivo da disciplina consiste em debater temas relacionados à formação e ao cenário contemporâneo das políticas culturais no Brasil. O fio
condutor do trabalho será a análise de tópicos sobre a história e a atualidade da capoeira. A opção se justifica pela trajetória dessa luta que,
possuidora de forte conteúdo cultural, foi proibida por lei no início da República e, em 2008, foi registrada como patrimônio cultural imaterial do
Brasil.
O percurso da capoeira, então, permite identificar interessantes aspectos do processo de legitimação de manifestações culturais de origem popular
e a dinâmica da modernização cultural – incompleta e desigual – que marcou a sociedade brasileira ao longo do século XX. Examinaremos,
também, as linhas gerais do processo de transnacionalização da luta brasileira. Analisaremos, em seguida, o momento em que o Estado consolida
políticas de fomento e se volta para o incentivo à capoeira, procurando identificar os processos de fortalecimento da organização e da valorização
da identidade dos diversos segmentos que compõem a capoeiragem, no Brasil e no exterior.
O curso será desenvolvido em cinco dias, de 24 a 28 de outubro de 2011. As aulas que consistirão em exposições realizadas pelo professor
seguidas de debates sobre os textos previamente recomendados para cada encontro. Os textos – a maioria em meio magnético – serão
encaminhados aos alunos inscritos com antecedência mínima de um mês. Atividades complementares de leitura e pesquisa sobre o material
indicado na bibliografia serão recomendadas. O programa se dividirá em quatro unidades, a seguir especificadas.
“Quem vem lá...” (Eventos diversos para você anotar em sua agenda)
30ª Homenagem Póstuma a mestre Pastinha
Com o tema “A capoeira angola da Escola de Pastinha e seu legado no Rio de Janeiro”, os 30
anos de homenagem póstuma será comemorado nos dias 11, 12 e 13 de novembro com
palestras, oficinas e a tradicional roda na rua Uruguaiana em frente à Igreja de Nossa Senhora
do Rosário e São Benedito dos Pretos. Este ano, devido às obras no Centro Cultural Municipal
José Bonifácio, nosso querido evento será realizado na nossa sede e no espaço na rua Marechal
Floriano 42 (sobrado com entrada pela Rua dos Andradas). Haverá uma recepção de abertura
na sexta; oficinas de ritual, ritmo e movimento sábado o dia todo; e no domingo uma mesa de
debate seguida da 30ª roda. Haverá camisa comemorativa, necessária para a participação dos
momentos de oficina, especialmente para ajudar nos custeios do evento. Este evento está
sendo financiado por toda a comunidade angoleira, ao confirmar a participação.
Campanha de camisas: Para você que ainda não adquiriu a camisa da 29ª Homenagem
Póstuma a mestre Pastinha e não ajudou antes a ACIMBA, aproveite e nos procure pelo
correio eletrônico ou diretamente na sede para comprar a sua por R$ 15,00 a 25,00. Com o
tema “capoeira e educação”, a imagem da frente da camisa tem por base uma foto rara de
Pastinha jogando com um menino, já nas costas, contribuições de mestre Moraes sobre o tema.
Haverá uma promoção especial para a camisa da 30ª Homenagem ao comprar junto uma
camisa da 29ª. Estaremos também vendendo as camisas desta Homenagem antecipadamente.
Fique por dentro!
Homenagem a Zumbi dos Palmares, 20 de novembro
Este ano, no mesmo dia, será realizada esta homenagem, além da tradicional roda na Praia do Arpoador, no
monumento a Zumbi (na foto), na avenida Presidente Vargas. Mais detalhes na próxima edição!
Nas rodas que o mundo dá
Rodas de capoeira angola pelo Rio de Janeiro, por ordem de acontecimento. Se a roda mensal de seu grupo ainda não está cadastrada, envie
as informações que prontamente estaremos atualizando no próximo informativo. Você também pode e deve ajudar a completar este mapa
de rodas pelo Rio!
Realização / Coordenação Quando? Local / Endereço Horário Contatos para
informações
21 8714-0974
Flor da Gente 1ª sexta-feira Rua do Catete / Catete 19h
21 7543-1941
Aluandê 1º sábado Rua do Lavradio / Lapa 15h
Casa da Cultura da Baixada 21 3752-5555
1º domingo Praça da Bandeira / São João de Meriti 10h
Fluminense 21 9876-9915
21 7543-1941
Aluandê 2ª segunda-feira Fundição Progresso / Lapa 20h30
Colégio Pinheiro Guimarães: Rua Nascimento 21 8899-8832
Volta ao Mundo 2º sábado 17h
Silva, 45 / Ipanema
Comunidade Sementes de 21 8627-3265
2º domingo Rua Gal Gomes de Castro, 300 / Padre Miguel 10h30
Malungo
21 8881-0040
Kabula 3ª quarta-feira Botafogo 19h30
Rua Leandro Martins, 10 sobreloja / Centro do acimba@gmail.com
Na sede da ACIMBA 3ª sexta-feira 18h30
Rio
21 8571-4720
Heranças Ancestrais 3º domingo Sede, perto do Terminal de Piabetá 9h
21 9443-9262
Mocambo de Aruanda Última terça-feira Ocupação Chiquinha Gonzaga / Central do Brasil 19h30
21 9444-4773
FICA-Rio Última quinta-feira Rua Cândido Mendes, 476 / Glória 19h30 21 8789-4972
21 8439-5843
21 9299-2750
Ypiranga de Pastinha Última sexta-feira Cinelândia / Centro do Rio 19h30
21 9771-7214
Largo dos Guimarães / Santa Tereza (Rua 21 9876-9915
N´golo Último sábado 11h
Almirante Alexandrino) mestre@angolangolo.com
21 8549-4707
Angolinha Quintas-feiras UFRRJ – Seropédica
Roda de Caxias Todo domingo Centro de Duque de Caxias
Conselho Diretor (2010-2012)
DIR.PRESIDENTE: M. Brinco - (21) 8659-3237
DIR.VICE-PRESIDENTE: M. Lumumba - (21) 9872-8907
DIR.FISCAL: M. Lumumba - (21) 9872-8907
DIR.CULTURAL: M. Neco Pelourinho - (21) 8606-7699
DIR.FINANCEIRO: CM. Geraldo - (21) 9783-8360
DIR.PROJETOS: M. Fred Mussa - (21) 9873-8770
SECRETÁRIO: Cebola - (21) 9493-7659
Treinos na Sede da ACIMBA:
SEGUNDAS, QUARTAS e SEXTAS: 19h às 21h (M.Brinco - Só Angola)
TERÇAS e QUINTAS: 17h às 19h (M.Lumumba - Gungaê); 19h às 21h (M.Lumumba - Gungaê)
Endereço da Sede: Rua Leandro Martins 10, sobreloja. Centro. Rio de Janeiro – RJ - Brasil.