1o Benchmark de Melhores Práticas do Modelo SCOR
SCC Capítulo Brasil
Apresentação no 1o SCOR® Conference
Rio de Janeiro, 16 de maio de 2006
CONFIDENCIAL
Agenda
Introdução
Perfil das empresas respondentes
Perfil das áreas de Supply Chain
Disseminação das melhores práticas
Conclusão
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Objetivos do Benchmark
Os objetivos deste estudo foram dois:
• Entender o papel e grau de responsabilidade que a área de
Supply Chain tem nas organizações no Brasil
• Avaliar o grau de disseminação das melhores práticas,
definidas pelo modelo SCOR®, na gestão do supply chain
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Agenda
Introdução
Perfil das empresas respondentes
Perfil das áreas de Supply Chain
Disseminação das melhores práticas
Conclusão
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40 empresas responderam à pesquisa, das quais 24 tem
faturamento superior a R$750 MM e 31 são indústrias
Perfil das Empresas que Responderam à Pesquisa
31
24
15%
77,5%
9
45%
5 6
22,5%
Serviços 5% 3%
5
13% 13%
Indústria 8%
0 - 50 50 - 250 250 - 750 Mais de 750 Indústria Serviço
Receita Anual Respondentes (R$ MM)
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Algumas empresas respondentes
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Introdução
Perfil das empresas respondentes
Perfil das áreas de Supply Chain
Disseminação das melhores práticas
Conclusão
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Nas empresas respondentes, 75% dos executivos responsáveis
pelo Supply Chain respondem diretamente ao CEO da organização
Reporte Direto do Responsável pelo Supply Chain
75%
15%
8% 3%
CEO Head Não há cargo Outros Cargos
Operações de SC
-8-
As áreas de Supply Chain hoje têm abrangência ampla de
atuação
Grau de Integração da Área de Supply Chain
60%
18%
10%
8%
2%
1 2 3 4 5
Aumento de Integração
O Grau de Integração foi definido com base na abrangência do processo
de planejamento sobre os 4 processos operacionais: Suprimentos,
Manufatura, Distribuição e Retorno
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Os grandes objetivos das áreas de Supply Chain são garantir nível
de serviço e reduzir custos, mas ainda há oportunidades que
podem não estar sendo aproveitadas pela área
Objetivos Prioritários da Área de Supply Chain
(% empresas por ranking de importância)
N/A
3º 8%
15% 15% 18%
Objetivo
10%
2º
38% 4o
Objetivo 60%
33%
60%
1º 3o
48% 15%
Objetivo 43%
20% 10% 2o
3% 8% 1o
Melhorar Nível de Reduzir Custos Melhorar o Aumentar as
Serviço Controle e a Vendas*
Confiabilidade do
Processo
*redução dos índices de backlog
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Perfil das empresas respondentes
Perfil das áreas de Supply Chain
Disseminação das melhores práticas
Conclusão
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O modelo SCOR identifica, para cada processo componente, um
conjunto de melhores práticas, as quais foram a matéria-prima
para este estudo
Processos Componentes do
Supply-Chain Operations Reference Model (SCOR®)
Planejamento
Suprimentos Manufatura Distribuição
Retorno Retorno
Fonte: SCOR® 7.0
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O estudo avaliou o grau de utilização de 38 práticas definidas no
modelo SCOR
Modelo de Avaliação do Uso das Melhores Práticas do SCOR
Possíveis Respostas
Não se aplica à empresa (N/A)
Melhores Práticas
Analisadas por Processo
Aplicável à empresa
• Planejamento 15 Grau de Aplicação Nota Atribuída
• Suprimentos 6 Inexistente 0
• Manufatura e Baixo 1
Distribuição 17 Parcial 2
Bom 3
• Total 38
Excelente 4
Contar [Empresas (Nota≥1)] Maturidade [Notas (≥1)]
Empresas
= de uso da =
Praticantes Contar [Empresas (Nota≠N/A)] Contar [Empresas (Nota≥1)]
prática
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Benchmarking é praticado pelas empresas, porém seus resultados
são ainda limitados ou pouco aplicáveis
Melhores Práticas de Planejamento no SC
Empresas
Maturidade de Uso da Prática Destaques
Praticantes
Planejamento SC integrado
com planejamento estratégico. 2,84 97% • Supply Chain hoje é elemento
altamente integrado ao
S&OP funcionando e sob planejamento estratégico da
gestão da alta direção 2,78 82% organização
• Empresas procuram, pelo SC,
Processo de melhoria 2,75 100% melhorar continuamente o
contínua em SC
nível de serviço e reduzir o
SC replanejado à luz da custo
estratégia e de marketing
2,73 95%
• Realização de benchmark
Processo eficaz de benchmark
junto à indústria de atuação é
2,34 90% uma ferramenta que muitas
na indústria de atuação
empresas praticam, mas seu
Ferramentas de apoio a
2,27 grau de desenvolvimento e
decisão (serviço vs. custo) 93%
aplicabilidade é ainda limitado
Compartilhamento dos dados • CPFR é, das melhores
com clientes e fornec. 2,23 100% práticas, a menos
disseminada e com menor
CPFR 1,96 grau de maturidade
68%
Número de práticas: 15
Média = 2,49 Práticas com grau > 3: 0
Práticas com grau 3: 3
Práticas com grau 3: 4
estoques do cliente / EDI 2,09 Práticas com grau < 2,5: 5
Média = 2,71
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Mesmo nas empresas que apresentam bom grau de integração, a
utilização das melhores práticas é limitada, indicando
oportunidades de melhoria na gestão do Supply Chain
Matriz de Maturidade da Área de Supply Chain
Excelente 4,0
ESPECIALIZADO BEST IN CLASS
EFICIENTE 1
3,5
Grau de Maturidade da
Prática por Empresa
3,0 1 2 2
1 2 3
2,5 11
1 3 6
2,0
1,5
1 1 5
IMATURO PROJETOS
Baixo 1,0
0 1 2 3 4 5 6
Grau de Integração
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Perfil das empresas respondentes
Perfil das áreas de Supply Chain
Disseminação das melhores práticas
Conclusão
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Resumo das Conclusões
• As empresas respondentes apresentam de uma área de Supply Chain com
grau alto de integração. Isto provavelmente se deve ao perfil das empresas
respondentes: multinacionais ou grandes empresas locais.
• Entretanto há indícios de que existe ainda potencial para estas empresas
melhorarem a gestão do seu Supply Chain:
– A atividade de Suprimentos, “gênese” do Supply Chain, é a mais
madura de nas empresas respondentes
– Dentre as práticas avaliadas, as melhores práticas em Planejamento
apresentam o maior potencial de melhoria ou ampliação no uso. Nosso
entendimento é que isto indica que há importantes oportunidades na
melhoria da gestão do Supply Chain nas organizações
– Nos processos de Manufatura e Distribuição também há uma série de
melhores práticas, com alto potencial de gerar melhorias, ainda pouco
disseminadas dentro das organizações brasileiras
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ITELOGY PARTNERS
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A Itelogy é uma empresa boutique de consultoria que atua
em 4 áreas
Estratégia
e
Gestão
Otimização Desempenho Crescimento
de IT do Negócio de Receita
Desempenho
Operacional
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Clientes & Referências
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