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PLANO DE

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PLANO DE
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12/10/2011
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PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE



I – OBJETIVOS



 GERAL - Deve expressar clara e concretamente o que se pretende alcançar com o PGRSS.



 ESPECÍFICOS – riscos a ser eliminados com a implementação da ação.

II - EQUIPE DE TRABALHO



Listar o nome e a formação profissional do (os) envolvido (os) na confecção do Plano de Gerenciamento

de Resíduos de Serviços de Saúde - PGRSS.



SETOR RESPONSÁVEL FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Ex: Enfermagem Nome da enfermeira Enfermeira

responsável



Obs: Compor a equipe com

representante dos vários setores



A designação de profissional, com registro ativo junto ao seu Conselho de Classe, com apresentação de

Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, ou Certificado de Responsabilidade Técnica ou

documento similar, quando couber, para exercer a função de Responsável pela elaboração e implantação

do PGRSS.

Quando a formação profissional não abranger os conhecimentos necessários, este poderá ser assessorado

por equipe de trabalho que detenha as qualificações correspondentes.

Os serviços que geram rejeitos radioativos devem contar com profissional devidamente registrado pela

CNEN nas áreas de atuação correspondentes, conforme a Norma NE 6.01 ou NE 3.03 da CNEN.

Os dirigentes ou responsáveis técnicos dos serviços de saúde podem ser responsáveis pelo PGRSS,

desde que atendam aos requisitos acima descritos.

O Responsável Técnico dos serviços de atendimento individualizado pode ser o responsável pela

elaboração e implantação do PGRSS.





III - DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ATUAL



1 - CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO



DADOS GERAIS -

RAZÃO SOCIAL _Secretaria Municipal de Saúde______________________________________

NOME FANTASIA Ambulatório Municipal de Psiquiatria_____________________________________

QUANTO À PROPRIEDADE: (X ) PÚBLICO

( ) PRIVADO

( ) OUTRO: DESCREVER

______________________

ENDEREÇO _Rua 132 n° 159 Setor Sul____________________________________

________________________________________________

FONE _3524-1690_______________ FAX ___________________________

E-MAIL: __________________________________________

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO 7:00 as 18:00_____________________

REFERÊNCIA EM _Psiquiatria_________________________________

NÚMERO DE LEITOS ______________________________

CAPACIDADE DE ATENDIMENTO ________ Paciente/ mês



RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO ESTABELECIMENTO _________________________________________________________

1

2 – CAPACIDADE OPERACIONAL









UNIDADE OU SERVIÇO NÚMERO DE LEITOS PACIENTE/MÊS



PROJETADO ATUAL PROJETADO ATUAL

Listar setores e/ou Para os setores que tem a Para os setores que tem a

especialidades capacidade de atendimento capacidade de atendimento

atendidas pelo definida pelo número de leitos, definida pelo número de

estabelecimento de saúde. descrever a capacidade pacientes/ mês atendidos,

projetada e a capacidade atual descrever a capacidade

projetada e a capacidade atual.







3 – ESPAÇO FÍSICO







ÁREA TOTAL DO TERRENO: QUANTIDADE DE PRÉDIOS:



NÚMERO DE PAVIMENTOS: ÁREA TOTAL CONSTRUÍDA:







4 – ORGANOGRAMA



Áreas ligadas à implementação do PGRSS: Ex:

DIREÇÃO

GERAL









SUPERVISOR SUPERVISOR

TÉCNICO ADMINISTRATIVO





EMERGÊNCIA / CPD

URGÊNCIA



LIMPEZA

AMBULATÓRIO



ADMINISTRAÇÃO

FARMÁCIA



RECEPÇÃO

LABORATÓRIO



ALMOXARIFADO

CME





ODONTOLOGIA





RADIOLOGIA

2

5 – CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS



SETOR (Ex: Ambulatório)

LOCAL RESÍDUOS SÓLIDOS EMISSÕES GASOSAS EFLUENTES LÍQUIDOS

(unidade ou serviço)

Listar os locais (unidades Descrever resíduos Descrever as emissões Descrever os efluentes

ou serviços) do dos quatro grupos gasosas geradas em líquidos

estabelecimento (biológico, químicos, cada um dos locais resultantes dos

de saúde que geram radioativos, comuns) (caldeira, autoclave, procedimentos

resíduos (sólidos, emissões gerados em cada local fogão, lavanderia, realizados no

gasosas, efluentes líquidos). listado na coluna anterior. laboratório de química estabelecimento de serviços

etc). de saúde.

Ex: Sala de injeção Papel, plástico, perfuro

cortante, frasco/ampola de ---------------------------- Água, álcool

vidro etc.









IV- DEFINIÇÃO DO PGRSS



1- CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

A classificação dos RSS objetiva destacar a composição desses resíduos segundo as suas características

biológicas, físicas, químicas, estado da matéria e origem, para seu manejo seguro.

A classificação adotada é baseada na Resolução RDC da ANVISA No. 306 de 7 de dezembro de 2004,

Resolução CONAMA no. 358, de 29 de abril de 2005.

Os resíduos gerados são:



Descrever todos os resíduos gerados na unidade de saúde de acordo com o que segue:



(CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE)

GRUPO A (POTENCIALMENTE INFECTANTES)

Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características de maior

virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção.

Enquadram-se neste grupo:

A1

- Culturas e estoques de microrganismos; resíduos de fabricação de produtos biológicos, exceto os

hemoderivados; descarte de vacinas de microrganismos vivos ou atenuados; meios de cultura e

instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas; resíduos de laboratórios

de manipulação genética.

- Resíduos resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de

contaminação biológica por agentes classe de risco 4, microrganismos com relevância epidemiológica

e risco de disseminação ou causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente

importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido.

- Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação ou por má

conservação, ou com prazo de validade vencido, e aquelas oriundas de coleta incompleta.

- Sobras de amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos, recipientes e materiais

resultantes do processo de assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.

A2

- Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais submetidos a

processos de experimentação com inoculação de microorganismos, bem como suas forrações, e os

3

cadáveres de animais suspeitos de serem portadores de microrganismos de relevância epidemiológica e

com risco de disseminação, que foram submetidos ou não a estudo anátomo-patológico ou confirmação

diagnóstica.

A3

- Peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação sem sinais vitais, com peso

menor que 500 gramas ou estatura menor que 25 centímetros ou idade gestacional menor que 20

semanas, que não tenham valor científico ou legal e não tenha havido requisição pelos pacientes ou

familiares.

A4

- Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores, quando descartados.

- Filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana filtrante de equipamento médico-

hospitalar e de pesquisa, entre outros similares.

- Sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções, provenientes

de pacientes que não contenham e nem sejam suspeitos de conter agentes Classe de Risco 4, e nem

apresentem relevância epidemiológica e risco de disseminação, ou microrganismo causador de doença

emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja

desconhecido ou com suspeita de contaminação com príons.

- Resíduos de tecido adiposo proveniente de lipoaspiração, lipoescultura ou outro procedimento de

cirurgia plástica que gere este tipo de resíduo.

- Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não

contenha sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.

- Peças anatômicas (órgãos e tecidos) e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de

estudos anátomo-patológicos ou de confirmação diagnóstica.

- Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais não submetidos a

processos de experimentação com inoculação de microorganismos, bem como suas forrações.

- Bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós-transfusão.

A5

- Órgãos, tecidos, fluidos orgânicos, materiais perfurocortantes ou escarificantes e demais materiais

resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de contaminação com

príons.

GRUPO B (QUÍMICOS)

Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio

ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e

toxicidade.

Enquadram-se neste grupo:

- Produtos hormonais e produtos antimicrobianos; citostáticos; antineoplásicos; imunossupressores;

digitálicos; imunomoduladores; anti-retrovirais, quando descartados por serviços de saúde, farmácias,

drogarias e distribuidores de medicamentos ou apreendidos e os resíduos e insumos farmacêuticos dos

Medicamentos controlados pela Portaria MS 344/98 e suas atualizações.

- Resíduos de saneantes, desinfetantes, desinfestantes; resíduos contendo metais pesados; reagentes

para laboratório, inclusive os recipientes contaminados por estes.

- Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores).

- Efluentes dos equipamentos automatizados utilizados em análises clínicas.

- Demais produtos considerados perigosos, conforme classificação da NBR

10.004 da ABNT (tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos).

GRUPO C (REJEITOS RADIOATIVOS)

Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades

superiores aos limites de isenção especificados nas normas do CNEN e para os quais a reutilização é

imprópria ou não prevista.







4

- Enquadram-se neste grupo os rejeitos radioativos ou contaminados com radionuclídeos, provenientes

de laboratórios de análises clinicas, serviços de medicina nuclear e radioterapia, segundo a resolução

CNEN-6.05.

GRUPO D (RESÍDUOS COMUNS)

Resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente,

podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.

- papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos, peças descartáveis de vestuário, resto alimentar

de paciente, material utilizado em anti-sepsia e hemostasia de venóclises, equipo de soro e outros

similares não classificados como A1;

- sobras de alimentos e do preparo de alimentos;

- resto alimentar de refeitório;

- resíduos provenientes das áreas administrativas;

- resíduos de varrição, flores, podas e jardins;

- resíduos de gesso provenientes de assistência à saúde.

GRUPO E (PERFUROCORTANTES)

Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: Lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas

de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos capilares;

micropipetas; lâminas e lamínulas; espátulas; e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório

(pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas de Petri) e outros similares.





2 - SEGREGAÇÃO, ACONDICIONAMENTO E IDENTIFICAÇÃO





SETOR: UNIDADE OU SERVIÇO

GRUPO EST

( Ex: Ambulatório) RECIPIENTE UTILIZADO

FÍS

D

LOCAL RESÍDUOS

A B E N SIMBOLOGIA /

ESPECÍFICO GERADOS R S L DESCRIÇÃO CAP

R IDENTIFICAÇÃO

Forma de

identificação dos

resíduos (grupo,

Forma, material, tipo de

característica)

acionamento da tampa Capacida

Assinalar o Descrever (comum, com pedal). de do

Contidos no

local onde o sucintamente o

recipiente

recipiente

resíduo é resíduo X X

Ex: Recipiente rígido de Utilizado.

gerado. Ex: Símbolo e

cor cinza, revestido de saco N

Ex: Secreções inscrição de efluente

Ex: impermeável, resistente, Litros

de risco biológico

Consultório de branco.

Grupo A (Ver

Ginecologia símbolo em anexo

V)

Luvas, máscaras X X

Papel, plástico X X



Sala de espera



Sala de vacina

LEGENDA: A,B,C,D,E – Classificação dos resíduos segundo RDC n° 306/04;

R – Reciclável;

NR – Não Reciclável;

S – Sólido;

L – Líquido;







5

OBS: Pode ser feito um quadro deste por cada setor da Unidade: um para a farmácia, outro para a

Emergência/Urgência, outra para a Enfermagem etc.





3 - COLETA

3.1 - COLETA INTERNA





 I - Da fonte de geração para o local de armazenamento temporário (se existir armazenamento

temporário);

 II - Do abrigo temporário para o abrigo externo (se existir armazenamento temporário);

 III - Da fonte de geração para abrigo externo.





I – DA FONTE DE GERAÇÃO PARA O LOCAL DE ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO

SETOR: UNIDADE OU SERVIÇO (Ex: Emergência/Urgência)

LOCAL GRUPO HORA FREQ EQUIPAMEN EPI´s Nº DE CARRINHOS DE TRANSPORTE

ESPECÍFI (A,B,D,E) COLETA TO FUNC.

QTD CAPAC RECIPIENTES

CO

Indicar o Indicar Quanta Descrever as Descrever Equipe Quant Capaci Tipos de

grupo ao horário de s vezes EPI’s

características atuante idade dade do recipientes

Indicar o qual o coleta, caso são do utilizadas na de carrinh utilizados para

local. resíduo exista (se coletad equipamento pelos Coleta. carrin o em transporte nos

pertence. não existir as utilizado. funcionári Indicar hos litros. carrinhos.

Ex:

colocar (diária, os da se são por

Consultóri Ex: Contêiner

“sem semana coleta. funcioná grupo

os de 40 litros

Ex: D horário l etc.) rios

Pediátricos Ex: Botas,

fixo”). fixos ou

luvas,

não.

uniformes.









II- DO ABRIGO TEMPORÁRIO PARA O ABRIGO EXTERNO

SETOR: UNIDADE OU SERVIÇO (Ex: Emergência/Urgência)

LOCAL GRUPO HORA FREQ EQUIPAME EPI´s Nº DE CARRINHOS DE TRANSPORTE

ESPECÍ (A,B,D,E) COLETA NTO FUNC.

QTD CAPA RECIPIENTES

FICO

C

Equipe

Indicar o Indicar Quantas Descrever as Descrever atuante Quan Capaci Tipos de

grupo ao horário de vezes são característic EPI’s na tidade dade do recipientes

Indicar o

qual o coleta, caso coletadas as do utilizadas Coleta. de carrinh utilizados para

local.

resíduo exista (se não (diária, equipamento pelos Indicar carrin o em transporte nos

Ex: pertence. existir colocar semanal utilizado. funcionári se são hos litros. carrinhos.

Consultó “sem horário etc.) Ex: os dafuncioná por

rios fixo”). Contêiner de coleta. rios fixos grupo

Pediátric Ex: D 40 litros

Ex: Botas, ou não.

os

luvas,

uniformes.









6

III - DA FONTE DE GERAÇÃO PARA O ABRIGO EXTERNO

SETOR: UNIDADE OU SERVIÇO (Ex: Emergência/Urgência)

LOCAL GRUPO HORA FREQ EQUIPAME EPI´s Nº DE CARRINHOS DE TRANSPORTE

ESPECÍ (A,B,D,E) COLETA NTO FUNC.

QTD CAPA RECIPIENTES

FICO

C

Equipe

Indicar o Indicar Quantas Descrever as Descrever Quan Capaci Tipos de

atuante

grupo ao horário de vezes são característic EPI’s na tidade dade do recipientes

Indicar o

qual o coleta, caso coletadas as do utilizadas Coleta. de carrinh utilizados para

local.

resíduo exista (se não (diária, equipamento pelos Indicar carrin o em transporte nos

Ex: pertence. existir colocar semanal utilizado. funcionári se são hos litros. carrinhos.

Consultó “sem horário etc). os da funcioná por

Ex:

rios fixo”). coleta. rios fixos grupo

Contêiner de

Pediátric Ex: D ou não.

40 litros Ex: Botas,

os

luvas,

uniformes.









ANEXAR PLANTA BAIXA OU CROQUI COM OS ROTEIROS DAS COLETAS I, II OU III PARA CADA PAVIMENTO DE CADA PRÉDIO







OBS: Pode ser feito um quadro deste por cada setor da Unidade: um para a farmácia, outro para a

Emergência/Urgência, outra para a Enfermagem etc;









4 – ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO ( Se existir)

Consiste na guarda temporária dos recipientes contendo os resíduos já acondicionados.





ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO

VENTILAÇÃO







ILUMINAÇÃO









ABRIGO GRUP REVESTIMENTO DESTINO DO

ADEQUADA?







ADEQUADA?







PROTEÇÃO?

EXCLUSIVA









SIFONADO?

PARA RSS?



PONTO DE

ÁGUA?









PORTA









O MATERIAL

RALO









PISO PAREDE

(A,B,D DESPEJADO NO

,E) RALO



Descrição Qual o Qual o Perguntas com resposta SIM (S) ou NÃO (N) Descrever o destino dos

ou sigla revestimento revestimento sobre as condições do local de armazenamento líquidos despejados no

do abrigo do piso da parede temporário de resíduos. ralo sifonado (direto

conforme na

planta rede de esgoto,

anexa. recipiente, etc.).





Ex: Ex: Ex: Ex:

Depósito Concreto Concreto Esgoto Sanitário

de lixo Urbano







7

5 - TRATAMENTO INTERNO





Informar quando é realizado algum tipo de tratamento interno do resíduo produzido.



DISPOSIÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS E DOS EFLUENTES LÍQUIDOS

Efluentes Líquidos Resíduos Sólidos Emissões gasosas

Tipos de Tratamento: Não realiza tratamento ( ) Coleta de lixo Pública LOCAL:

( ) Pré-tratamento Disposição: ( ) Coleta seletiva Descrever local em

( )Tratamento primário ( ) Outros. Descrever: -------- que é gerado gás ou

( ) Tratamento secundário ( ) Rede pública de --------------------------- vapor.

( ) Tratamento terciário esgoto ( ) Pé-tratamento: ORIGEM:

Descrever a atividade

( ) Tanque séptico ( ) Autoclavação

ou o processo que

( ) Incineração

origina o poluente

atmosférico.

Descrição do tratamento dos efluentes POLUENTES

líquidos: GERADOS:

Descrever quais os

poluentes gerados.



Descrição/Etapas Disposição dos SISTEMA DE

Descrever os resíduos sólidos CONTROLE DE

métodos e etapas

do tratamento POLUIÇÃO:

de cada um dos

Descrever forma de Descrever as formas

tratamentos

disposição de controle de poluição

realizados, dos resíduos adotadas.

incluindo os sólidos do

tratamento. PROCEDIMENTO EM

resíduos sólidos

SITUAÇÃO DE

gerados.

EMERGÊNCIA:

Descrever, ou anexar,

os procedimentos a

serem seguidos em

situações emergenciais.





TRATAMENTO INTERNO

GRUPO (A,B,D) RESÍDUO GERENCIAMENTO/TRATAMENTO LOCAL

DESCRIÇÃO QUANTIDA

DE

Tipo de resíduo Quantidade Procedimento para o tratamento interno Área ou setor onde o

GRUPO C: ver

com tratamento de resíduo (autoclavagem, tratamento químico, tratamento interno é

observação

interno (no caso gerado (Kg ou ionização, incineração, outros), ou caso realizado.

de diferentes litro). não seja tratado (devolução para o

tipos de resíduos fabricante, armazenamento até o

para um mesmo decaimento no caso de radioativos, etc.)

grupo, por

exemplo, perfuro

cortantes dentro

do grupo A).

OBS: Para os resíduos do Grupo C é necessário licença ambiental e identificar a situação dentro do tratamento

interno, inclusive em situações de emergência, descrever os procedimentos para cada situação e a contramedida em

situações de riscos.





8

6 – ARMAZENAMENTO EXTERNO







ARMAZENAMENTO EXTERNO









VENTILAÇÃO







ILUMINAÇÃO

ABRIGO GRUPO REVESTIMENTO DESTINO DO









ADEQUADA?







ADEQUADA?







PROTEÇÃO?

EXCLUSIVA









SIFONADO?

PARA RSS?



PONTO DE

ÁGUA?









PORTA

(A,B,D,E) MATERIAL









RALO

PISO PAREDE

DESPEJADO NO

RALO



Descrição Qual o Qual o Perguntas com resposta SIM (S) ou NÃO (N) Descrever o

ou sigla revestimen revestimen sobre as condições do local de armazenamento destino dos

do abrigo to do piso to da temporário de resíduos. líquidos

conforme parede despejados no

planta ralo sifonado

anexa. (direto na

rede de esgoto,

recipiente, etc.).



Ex: Ex: Ex: Ex:

Depósito Concreto Concreto Esgoto

de lixo Sanitário

Urbano

ANEXAR PLANTA BAIXA OU CROQUI IDENTIFICANDO A LOCALIZAÇÃO DO ABRIGO EXTERNO NO TERRENO

DO ESTABELECIMENTO.







7 - PROGRAMA DE RECICLAGEM



PROGRAMA DE RECICLAGEM

TIPOS DE LOCAL DE FORMA DE DESTINO (Empresa)

RESÍDUOS ARMAZENAGEM ARMAZENAGEM NOME LOCALIZAÇÃO UTILIZAÇÃO DOS

(Fone e endereço) RESÍDUOS



Caracterizar os Descrever Como são Forma como a

resíduos sucintamente onde armazenados os instituição-destino

recicláveis gerados são armazenados materiais utiliza os resíduos

(ver quadro os materiais recicláveis até a recicláveis (se revende

abaixo). recicláveis até a coleta (separados para quais empresas, se

coleta externa. por tipo, todos recicla, reutiliza, dispõe

juntos, em aterro sanitário, etc).

armazenados a céu

aberto, etc).









Pra resíduos reaproveitados no próprio estabelecimento

TIPOS MAIS COMUNS DE RESÍDUOS RECICLÁVEIS: Papel, (por exemplo, garrafas de PET utilizadas como recipiente

papelão, plástico, vidro, metal, orgânicos. para resíduos na forma líquida), escrever no campo

NOME “Reaproveitados no estabelecimento”.









9

LEVANTAMENTO DE AÇÕES-SUPORTE

AÇÃO ÁREA RESPONSÁVEL

Listar ações para redução Área de abrangência de Pessoa responsável pela

REDUZIR

do consumo de água e cada ação. implementação da ação.

energia, materiais de alto

risco e geração de resíduos.

Listar ações para a

REUTILIZAR

reutilização de materiais

evitando a necessidade de

descarte e reciclagem.

Listar ações necessárias

RECICLAR

para aperfeiçoar o sistema

de reciclagem do

estabelecimento de saúde,

tais como segregação,

coleta, parcerias com

empresas que façam uso

dos materiais reciclados.





8 – COLETA EXTERNA





COLETA EXTERNA



COLETA DO GRUPO A ( ) B ( ) C ( ) D ( ) E ( ) TODOS ( )

Reproduzir este formulário de acordo com a quantidade de empresas que atuam na coleta externa. Assinalar quais dos grupos

de resíduos são coletados pela empresa. Se a empresa fizer a coleta de todos assinalar opção TODOS.

LICENÇA RESPONSAVEL

REGISTRO

EMPRESA CNPJ DE ENDEREÇO/FONE NOME

PROFISSIONAL

OPERAÇÃO



Ex:

COMURG





COLETA EXTERNA

GRUPO (A, TIPO DE VEÍCULO/EQ EPI’s FREQ HOR DISTÂNCIA CUSTO DA

B, C, D, E) RESÍDUO UIPAMENTO A ATÉ COLETA

DISPOSIÇÃO (Kg/Tonelada)

FINAL

Descrever Descrever Descrever Freqüên Horá Distancia entre o No caso de empresa

tipos de sucintamente equipa cia da rio da estabelecimento e contratada, valor

resíduos características mentos de coleta coleta o local de do contrato. Se

caso exista dos veículos e proteção disposição final realizada pelo

distinção na equipamentos individual ou tratamento próprio

coleta utilizados. utilizados. externo, em km. estabelecimento,

externa para custo total

um mesmo envolvido (pessoal

grupo. + combustível +

equipamentos +

materiais, etc.).









10

9 - TRATAMENTO EXTERNO





TRATAMENTO EXTERNO

GRUPO TRATAMENTO EQUIPAMENTO LICENÇA CUSTO EMPRESA

RESÍDUO

(A,B,C,D,E) (R$/Tonelada)

Caso exista Descrever o tipo de Descrever dados Órgão emissor Custo pago pelo Nome da empresa

tratamento tratamento externo relevantes sobre o e número da estabelecimento que realiza o

diferenciado realizado. equipamento licença para a realização tratamento externo.

para resíduos utilizado no ambiental. do tratamento

de um mesmo tratamento. externo.

grupo,

descrever o

tipo de resíduo,

caso contrário

escrever “todos

do grupo”.









10 - DISPOSIÇÃO FINAL

Consiste na disposição de resíduo no solo, previamente preparado para recebê-lo, obedecendo a

critérios técnicos de construção, operação e licenciamento em órgão competente.





DISPOSIÇÃO FINAL

GRUPO RESÍDUO DISPOSIÇÃO MÉDIA CUSTO EMPRESA

(A,B,C,D) FINAL MENSAL (R$/Toneladas)

(Kg/mês)

(L/mês)

Descrever o Vala séptica Custo por Empresa responsável

resíduo ou tipo de Aterro sanitário tonelada de pelo local da disposição

resíduo dentro do Aterro controlado resíduo de cada final.

grupo (por Disposição a céu grupo para

exemplo, aberto disposição final

material orgânico Destino

dentro dos desconhecido

resíduos do

grupo D). Caso

não exista

diferença do

destino dos

resíduos do

mesmo grupo,

escrever “todos

do grupo”. E a

quantidade.









V - ETAPAS TERCEIRIZADAS NO MANEJO DOS RESÍDUOS









11

1– DESTINO FINAL

DADOS COMPLETOS DA EMPRESA

EMPRESA LOCALIZAÇÃO LICENÇA DE RESPONSÁVEL TÉCNICO

OPERAÇÃO

NOME/CNPJ (FONE/ENDEREÇO) NOME PROFISSÃO REGISTRO

PROFISSIONAL









PESSOA DIRETAMENTE RELACIONADO COM O MANEJO DOS RESÍDUOS

ATIVIDADE NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS

DO ESTABELECIMENTO TERCEIRIZADOS TOTAL

MANHÃ TARDE NOITE MANHÃ TARDE NOITE

COLETA

INTERNA

TRATAMENTO

INTERNO

COLETA

EXTERNA

TRATAMENTO

EXTERNO

DISPOSIÇÃO

FINAL

TRATAMENTO

POR

DECAIMENTO

DOS REJEITOS

RADIOATIVOS

OUTROS

OUTROS

TOTAL









12

VI- MAPEAMENTO DOS RISCOS ASSOCIADOS AO RSS









SETOR ( Ex: Laboratório)

LOCAL RISCOS RISCOS RISCOS RISCOS DE

(Unidade ou serviço) BIOLÓGICOS QUÍMICOS ERGONÔMICOS ACIDENTES









Ex:

Ex: Ex:

Ex: Ex: Iluminação inadequada,

Laboratório e Área Levantamento e materiais perfuro cortantes,

Microorganismos Compostos e

de Lavagem transporte manual de acondicionamento inadequado,

substâncias em

pesos, postura inexistência ou incorreção na

geral

inadequada. identificação dos recipientes e

sacos coletores.





1 – CONTROLE DE RISCOS





CONTROLE DE RISCOS

ÁREA/PROCESSO SEGREGAÇÃO, ACONDICIONAMENTO, COLETA INTERNA, TRANSPORTE E

TRANSBORDO PARA O ABRIGO EXTERNO

ONDE O QUE QUEM COMO QUANDO AÇÃO

Área da abrangência Descrever o Quem está Descrever forma Descrever Descrever forma de

(todo o tipo de risco e exposto ao risco de Exposição. momentos ou controle de

estabelecimento, a atividade identificado fases da jornada risco(eliminação,Mini

áreas Específicas). (ação) que (pacientes, de trabalho onde mização).

gera o risco. funcionários, a probabilidade

Comunidade). de ocorrência é

maior.

Ex: Ex: Ex: Ex:

Ex: Ex:

Cursos de

Laboratório e Área Médicos, Lesão por corte e Horário de coleta

capacitação.

de Lavagem, sala de RISCO odontólogos, Téc. perfuração interna, transporte

Utilização dos EPl's

drenagem e abscesso, BIOLÓGI e aux. de causada por e transbordo para

necessários.

injeção, reanimação, CO enfermagem, resíduo perfuro abrigo externo.

Segregação correta.

observação de odontologia e cortante. Contato Na segregação e

Contaminação Condicionamento em

clientes, postos de raio-x e serviços com materiais acondicionamento

por agentes recipientes

enfermagem, gerais contaminados .

biológicos. específicos para cada

pequena cirurgia, com fluidos

tipo de resíduo.

sala de vacina, de orgânicos

Identificação correta

curativos,

dos recipientes e

esterilização / CME e

sacos coletores.

raio-X, sanitários e

copa / cozinha,

Consultórios, sala de

aerossol, ultra-som e

eletrocardiograma,

sala do teste do

pezinho, Sala de

Coleta.







13

2 - LEVANTAMENTO DOS RECURSOS NECESSÁRIOS









RECURSOS NECESSÁRIOS - EQUIPAMENTOS



RISCO ASSOCIADO EQUIPAMENTOS LOCAL OBSERVAÇÕES

Descrever os

equipamentos de Descrever a área de

Descrever o risco proteção e de manejo de abrangência do Descrever, por exemplo, quem utiliza estes

associado à falta de RSS necessários (EPC, controle de risco equipamentos

equipamento EPI, contêineres, com a utilização do

veículos, sistema de equipamento.

tratamento).

Ex: Laboratório,

Área de Lavagem,

sala de drenagem e

abscesso, injeção,

reanimação,

Ex: Microorganismos, observação de

levantamento e clientes, postos de

transporte manual de enfermagem,

pesos, postura pequena cirurgia, Ex: Os EPI’s são

inadequada. Ex: Luvas de borracha, sala de vacina, de Utilizados pelo

Acondicionamento máscara cirúrgica, curativos, Pessoal de coleta,

inadequado, uniforme, capote, toca esterilização / CME transporte de resíduos

inexistência de e raio-X, sanitários e limpeza.

identificação nos e copa / cozinha,

recipientes e sacos Consultórios, sala

coletores. de aerossol, ultra-

som e

eletrocardiograma,

sala do teste do

pezinho, Sala de

Coleta





RECURSOS NECESSÁRIOS - MATERIAIS



RISCO ASSOCIADO MATERIAL LOCAL OBSERVAÇÕES





Descrever o material de

consumo necessário

Descrever a área de

(recipientes

Descrever o risco abrangência do Descrever, por exemplo, o custo dos

descartáveis, sacos para

associado à falta de controle de risco materiais para controle do

resíduos, etiquetas para

materiais com a utilização do risco identificado.

identificação, adesivos

material.

de sinalização) para

controle de risco

identificado.









14

RECURSOS NECESSÁRIOS - PESSOAL

QUANTIDADE CUSTO TOTAL

RISCO ASSOCIADO FUNÇÃO FORMAÇÃO

Descrever as Número de pessoas

Descrever o risco

funções de cada necessárias, para

associado à falta de Formação

funcionário completar o quadro.

pessoal direta ou necessária para

necessário (agente

indiretamente exercer a respectiva

de higienização,

relacionado com o função.

supervisor do

manejo de resíduos

PGRSS, etc.).









RECURSOS NECESSÁRIOS - OBRAS

DESCRIÇÃO DA CUSTO DE CUSTO DE MÃO- CUSTO TOTAL

RISCO ASSOCIADO DE-OBRA

OBRA MATERIAL



Descrever o risco Descrever tipo de Descrever gastos

associado que pode ser obra (ampliação, Descrever gastos previstos com mão

minimizado ou reforma, nova previstos com de obra. Caso seja

controlado com construção), material para a necessário utilizar

realização de obra ou metragem e outras realização da obra. mão-de-obra do

reforma. características estabelecimento,

relevantes. citar.









RECURSOS NECESSÁRIOS - CAPACITAÇÃO

DESCRIÇÃO DA OUTRAS CUSTO TOTAL

CUSTO COM

RISCO ASSOCIADO FORMA DE DESPESAS

CAPACITAÇÃO

CAPACITAÇÃO



Descrever curso, Descrever gastos

treinamento ou Descrever gastos previstos com

Descrever o risco

outra atividade de previstos com equipamentos e

associado que pode ser

capacitação em capacitação materiais utilizados

minimizado ou

saúde ambiental (inscrição em em atividades de

controlado com

ou assunto cursos, pagamento capacitação.

capacitação.

específico de palestrantes).

relacionado ao

PGRSS.









15

VII- PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DO PGRSS





PLANO DE AÇÃO

O QUÊ? POR QUÊ? QUANDO? ONDE? QUEM? COMO? QUANTO?

Atividade ou Risco a ser Prazo para Local, setor, Responsável Forma de Custo envolvido

ação a ser eliminado com execução ou unidade ou pela garantia implementação (pessoal,

realizada a periodicidade especialidade da execução. ou materiais,

(capacitação, implementação procedimento. equipamentos,

aquisição de da ação. serviços).

equipamento,

construção,

alteração,

etc.).









VIII - ACOMPANHAMENTO DA EFICÁCIA DO PLANO

1 - INDICADORES



Compete ainda ao gerador de RSS monitorar e avaliar seu PGRSS, considerando;

O desenvolvimento de instrumentos de avaliação e controle, incluindo a construção de indicadores

claros, objetivos, auto-explicativos e confiáveis, que permitam acompanhar a eficácia do PGRSS

implantado.

A avaliação referida no item anterior deve ser realizada levando-se em conta, no mínimo, os seguintes

indicadores:

• Taxa de acidentes com resíduo perfuro cortante

• Variação da geração de resíduos

• Variação da proporção de resíduos do Grupo A

• Variação da proporção de resíduos do Grupo B

• Variação da proporção de resíduos do Grupo D

• Variação da proporção de resíduos do Grupo E

• Variação do percentual de reciclagem

Os indicadores devem ser produzidos no momento da implantação do PGRSS e posteriormente com

freqüência anual.

A ANVISA publicará regulamento orientador para a construção dos indicadores mencionados.





De acordo com o item 4.2 da RDC 306 da ANVISA, os indicadores abaixo especificados, nesta data,

são:









16

DATA / / PERÍODO DE ANÁLISE de -------------a----------------------

INDICADORES GRUPO META ACOMPANHAMENTO DA EVOLUÇÃO DOS

ÚLTIMOS 3 MESES

(A,B, D,E)

Taxa de acidente com perfurocortante Volume em

L ou Kg

Variação de geração de resíduos

Variação de proporção de resíduos do

Grupo A

Variação de proporção de resíduos do

Grupo B

Variação de proporção de resíduos do

Grupo D

Variação de proporção de resíduos do

Grupo E

Variação percentual de reciclagem









IX – MEDIDAS ADOTADAS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA E ACIDENTES





TIPOS DE EMERGÊNCIA/ACIDENTE AÇÕES ADOTADAS









X - ROTINAS DE HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA DE AMBIENTES





LOCAL (unidade ou serviço) PRODUTOS UTILIZADOS (saneantes) FREQUENCIA









OBS: De acordo com CCIH









XI– DADOS DO(S) PROFISSIONAL(IS) RESPONSÁVEL(IS) PELA ELABORAÇÃO DO PGRSS





NOME:

FORMAÇÃO PROFISSIONAL:

DATA:

ASSINATURA:





17

XII– ANEXOS







1 - Treinamento dos funcionários do estabelecimento envolvidos na segregação e coleta de resíduos;

2 - Glossário;

3 - Bibliografia.

4 - Técnica de lavagem das mãos;

5 – Símbolo de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de material;

6 – Documentação da empresa terceirizada na coleta de resíduos dos Grupos A e B;

7 – Certificados da capacitação técnica dos responsáveis pela elaboração do PGRSS;

8 - Documentações das medidas preventivas e corretivas de controle integrado de insetos e roedores (de

acordo com item 4.1.3 da RDC n° 306/2004);

9 - Planta baixa do estabelecimento identificando os pontos de geração de resíduos.









18

ANEXO 1





TREINAMENTO (PARTICIPANTES)



NOME ASSINATURA DATA





.









OBS: Anexar o conteúdo programático abordado no treinamento e a carga horária.









19

ANEXO 2– GLOSSÁRIO



ATERRO INDUSTRIAL - Técnica de destinação final de resíduos químicos no solo, sem causar

danos ou riscos à saúde pública, minimizando os impactos ambientais e utilizando procedimentos

específicos de engenharia para o confinamento destes.



ATERRO SANITÁRIO - Técnica de destinação final de resíduos sólidos urbanos no solo, por meio de

confinamento em camadas cobertas com material inerte, segundo normas específicas, de modo a evitar

danos ou riscos à saúde e à segurança, minimizando os impactos ambientais.



CLASSE DE RISCO: de um agente infeccioso leva em conta o potencial patogênico do

microrganismo (morbidade leve X alta mortalidade, doença aguda X crônica). Quanto mais grave

potencialmente a doença adquirida, maior o risco.



EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI - dispositivo de uso individual, destinado a

proteger a saúde e a integridade física do trabalhador, atendidas as peculiaridades de cada atividade

profissional ou funcional.



LICENCIAMENTO AMBIENTAL - atos administrativos pelos quais o órgão de meio ambiente

aprova a viabilidade do local proposto para uma instalação de tratamento ou destinação final de

resíduos, permitindo a sua construção e operação, após verificar a viabilidade técnica e o conceito de

segurança do projeto.



MATERIAIS PERFUROCORTANTES - materiais pontiagudos ou que contenham fios de corte

capazes de causar perfurações ou cortes.



PATOGENICIDADE - capacidade de um agente infeccioso causar doença em indivíduos normais

suscetíveis.



RESÍUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE - RSS - resíduos sólidos dos estabelecimentos prestadores de

serviço de saúde em estado sólido, semi-sólidos, resultantes destas atividades. São também

considerados sólidos os líquidos produzidos nestes estabelecimentos, cujas particularidades tomem

inviáveis o seu lançamento em rede pública de esgotos ou em corpos d'água, ou exijam para isso,

soluções técnica e economicamente inviáveis em face à melhor tecnologia disponível. (Resolução

CONAMA N° 05/1993).



SISTEMA DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS - conjunto de unidades, processos e procedimentos

que alteram as características físicas, químicas ou biológicas dos resíduos e conduzem à minimização

do risco à saúde pública e à qualidade do meio ambiente.



VEÍCULO COLETOR - veículo utilizado para a coleta externa e o transporte de resíduos de serviços

de saúde.









20

ANEXO 3 – BIBLIOGRAFIA



MANUAL DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DA

SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL DO ESTADO DE GOIÁS.



CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente



Resolução n° 5 de 05/08/93



Resolução n° 6 de 19/09/91



Resolução n° 358 de 29 de abril de 2005



Resolução n° 275, de 25 de abril de 2001



ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas



NBR - 7.500 - Símbolos de Risco e Manuseio para o Transporte e Armazenamento de Material, de

março de 2000



NBR - 12808 , Resíduos de serviços de saúde - Classificação - de janeiro de 1993



NBR - 10004 - Resíduos Sólidos - Classificação, de setembro de 1987



NBR - 12807 - Resíduos de Serviços de Saúde - Terminologia, de janeiro de 1993



NBR - 12809 - Resíduos de Serviços de Saúde - Manuseio, de fevereiro de 1993



NBR - 9191 - Sacos plásticos para acondicionamento de lixo - Requisitos e métodos de ensaio, de julho

de 2000



NBR 13853- Coletores para resíduos de serviços de saúde perfurantes ou cortantes Requisitos e

métodos de ensaio, de maio de 1997



NBR 9259 - Agulha hipodérmica estéril e de uso único, de abril de 1997



NBR 12235 - Armazenamento de resíduos sólidos perigosos, de abril de 1992



NBR 12.810 - Coleta de resíduos de serviços de saúde - de janeiro de 1993



ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária



RDC n° 50, de 21 de fevereiro de 2002



RDC n° 305 de 14 de novembro de 2002



RDC n° 306 de 7 de dezembro de 2004









21

ANEXO 4 – TÉCNICA DE LAVAGEM DAS MÃOS



LAVAGEM DAS MÃOS



A lavagem das mãos é, sem dúvida, a rotina mais simples, mais eficaz, e de maior importância na

prevenção e controle da disseminação de infecções, devendo ser praticada por toda equipe, sempre ao

iniciar e ao término de uma tarefa.



Quando lavar as mãos:



- No início e no fim do turno de trabalho.

- Antes de preparar medicação.

- Antes e após o uso de luvas.

- De utilizar o banheiro.

- Antes e depois de contato com pacientes.

- Depois de manusear material contaminado, mesmo quando as luvas tenham sido usadas.

- Antes e depois de manusear catéteres vasculares, sonda vesical, tubo orotraqueal e outros

dispositivos

- Após o contato direto com secreções e matéria orgânica.

- Após o contato com superfícies e artigos contaminados.

- Entre os diversos procedimentos realizados no mesmo paciente.

- Quando as mãos forem contaminadas, em caso de acidente.

- Após coçar ou assoar nariz, pentear os cabelos, cobrir a boca para espirrar, manusear dinheiro

- Antes de comer, beber, manusear alimentos e fumar.

- Após manusear quaisquer resíduos.

- Ao término de cada tarefa.

- Ao término da jornada de trabalho.







TÉCNICA DE LAVAGEM DAS MÃOS







1. Retirar anéis, pulseiras e relógio.

2. Abrir a torneira e molhar as mãos sem encostar na pia.

3. Colocar nas mãos aproximadamente 3 a 5 ml de sabão. O sabão deve ser, de preferência, líquido e

hipoalergênico.

4. Ensaboar as mãos friccionando-as por aproximadamente 15 segundos.

22

5. Friccionar a palma, o dorso das mãos com movimentos circulares, espaços interdigitais,

articulações, polegar e extremidades dos dedos (o uso de escovas deverá ser feito com atenção).



6. Os antebraços devem ser lavados cuidadosamente, também por 15 segundos.

7. Enxaguar as mãos e antebraços em água corrente abundante, retirando totalmente o resíduo do

sabão.

8. Enxugar as mãos com papel toalha.

9. Fechar a torneira acionando o pedal, com o cotovelo ou utilizar o papel toalha; ou ainda, sem

nenhum toque, se a torneira for fotoelétrica. Nunca use as mãos.







PROTEJA-SE:







- Lave corretamente as mãos;

- Utilize corretamente os equipamentos de proteção individual - EPI.







LEMBRETES TÉCNICOS:







- O uso de luvas não exclui a lavagem das mãos.

- Manter líquidos anti-sépticos para uso, caso não exista lavatório no local.

- Tem-se comprovado que a contagem de microrganismos sob as unhas e quando se está usando anéis,

relógios e pulseiras é mais alta.

- Mantenha as unhas tão curtas quanto possível, e remova todas as jóias antes da lavagem das mãos.

- Realize o mesmo procedimento a cada paciente ou ensaio.

- A lavagem das mãos deve ser feita em uma pia distinta daquela usada para a lavagem do

instrumental, vidrarias ou materiais de laboratório.

- Deve-se evitar lesionar as mãos. Caso as luvas sejam rasgadas ou puncionadas durante quaisquer

procedimento, elas devem ser removidas imediatamente, e as mãos devem ser lavadas cuidadosamente.

- Profissionais com lesões nas mãos ou dermatites devem abster-se, até o desaparecimento dessas

lesões, de cuidar de pacientes e de manipular instrumentos, aparelhos ou quaisquer materiais

potencialmente contaminados.



No caso de dúvida "LAVE SUAS MÃOS"





23

ANEXO 5 – SÍMBOLO DE RISCO E MANUSEIO PARA O TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO DE MATERIAL









INFECTANTE









QUÍMICO









RADIOATIVO









RECICLÁVEL









24


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