PP dombosco2
Shared by: Ive20di
-
Stats
- views:
- 61
- posted:
- 12/8/2011
- language:
- Portuguese
- pages:
- 268
Document Sample


ANEXO I
PROPOSTA CURRICULAR
1 APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA CURRICULAR
O grande desafio da educação brasileira que está sendo enfrentado hoje, não é mais ampliar o número
de oferta de vagas mas, sim a necessidade de construir escolas onde se aprenda mais e melhor.
A Proposta Curricular é a base da conquista de uma educação de qualidade social. Os currículos
expressam os valores e os conhecimentos que nossa sociedade considera relevantes e que devem
fazer parte da vida escolar de nossas crianças, jovens e adultos. Conseqüentemente, dando significado
ao Projeto Político Pedagógico.
Desse modo, o fazer pedagógico apresenta-se como desafio, o qual, privilegia contradições, dúvidas,
questionamentos e diversidades, tornando os conteúdos, ou seja, saberes em construção.
Resultando da produção histórica de como os homens conduzem sua vida nas relações sociais de
trabalho em cada modo de produção.
Portanto, a educação escolar, exige esforços redobrados e maior organização do trabalho educacional.
Não basta apenas preparar o aluno para níveis mais elevados de escolaridade, uma vez que ele
precisa aprender para compreender a vida, a si mesma e a sociedade, como condição para a ação
competente na prática da cidadania (aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver e
aprender a ser).
Neste sentido, a escola precisa preparar um homem transformador da realidade na qual está inserido,
partindo do pressuposto que ele é um ser histórico, possibilitando-lhe a apropriação do conhecimento,
dando-lhe condições de reescrever a sua história de uma maneira crítica, construtiva, traçando metas e
buscando alcança-las, cuidando do meio em que vive, tendo consciência da importância do
desenvolvimento social e ambiental sustentável e do respeito às diferenças individuais e coletivas.
Conseqüentemente, traçar objetivos e diretrizes que estimulem a consciência crítica, reflexiva,
participativa e transformadora, buscando a apropriação e domínio do conhecimento, assim como o
desenvolvimento do respeito às diferenças étnicas e culturais, efetivando o exercício da cidadania.
Conquistar a cidadania significa formar cidadãos capazes de construir conhecimentos, atitudes e
valores que tornem os “homens” solidários, críticos, éticos, participativos e responsáveis.
Nesta perspectiva, tendo claramente definida a finalidade social dos conteúdos escolares,
vislumbramos que professor e aluno são co-autores do processo ensino-aprendizagem.
Os saberes escolares, em sua constituição, vão sendo marcados pelas relações que professores e
alunos estabelecem com o conhecimento, a partir de múltiplas possibilidades de interesses, ênfase no
modo de transmissão, complexidade de análises e das articulações dos conteúdos com a prática social.
Neste processo, a escola deve proporcionar um ensino diferenciado, através da flexibilidade e
adaptação curricular, planejando específico especializado, ou seja, a escola precisa organizar-se e
prever formas de atender às necessidades de sua comunidade, visando À preservação da dignidade, o
fortalecimento da identidade social e o exercício da cidadania de cada um dos envolvidos no processo
de ensino e aprendizagem.
Nosso desafio é estabelecer uma proposta curricular que reconheça e valorize práticas culturais sem
perder de vista o conhecimento historicamente produzido que constitui patrimônio de todos.
Entendemos que redimensionar a proposta curricular da escola pública a qual, reflete os anseios da
sociedade significa:
melhorar a qualidade social da educação, de forma a promover a formação integral do indivíduo,
buscando estratégias para que desenvolva a criticidade que emana do pensamento reflexivo,
bem como, garantir o acesso, a permanência e o sucesso do aluno, inclusive os que pertencem
a grupos que se encontram a margem do processo social, expropriados dos direitos que são
garantidos por lei, independente de sua diferenças individuais;
priorizar a realização humana e construir uma sociedade justa, igualitária e solidária.
Sendo assim, a presente Proposta Curricular resulta do trabalho coletivo de todos os profissionais da
educação, incorporando e concretizando o proposto no Projeto Político Pedagógico com expressão
máxima do compromisso dos envolvidos diretamente no processo ensino-aprendizagem com a
melhoria qualitativa da educação, respondendo às necessidades sociais e históricas daqueles que
buscam a escola pública.
A Proposta Curricular deve ser construída de acordo com o Projeto Político Pedagógico do
estabelecimento de ensino.
Primeiramente, devemos responder a seguinte questão:
- Que escola queremos?
- Concepção de escola (abaixo descrita de acordo com o P.P.P.).
A escola é uma das instâncias, que tem por função a elevação cultural dos seus educandos. Têm uma
função importante e significativa dentro da sociedade, pois é um lugar privilegiado onde ocorre a troca
de experiências entre os seus componentes: alunos, professores, funcionários, direção e comunidade
escolar. É um ambiente pedagógico que tem como um de seus objetivos favorecer o processo de
ensino e aprendizagem, através da ação pedagógica intencional e planejada por todos os integrantes
que dela fazem parte.
― a atuação da escola consiste na preparação do aluno para o mundo e suas
contradições, fornecendo-lhe instrumentos, por meio da aplicação dos conteúdos e
da socialização, para uma participação organizada e ativa na democratização da
sociedade. “ (LUCKESI, 1999, pág. 70).
Partindo desses pressupostos vemos a escola, como uma instância de ação, surgida das necessidades
de ações históricas da humanidade, uma instância social que tem por finalidade educativa garantir ao
educando o acesso, permanência e sucesso. Consequentemente a apropriação dos conhecimentos
científicos, políticos e filosóficos. Viabilizando a formação continuada dos profissionais da educação, o
trabalho coletivo e a gestão educacional democrática.
Neste sentido, repensar e reformular as diretrizes curriculares permite estabelecer os conhecimentos
necessários que atendam à demanda da sociedade, a qual parte do princípio da inclusão social.
A escola como instituição educacional é um espaço onde as diferenças são os princípios da
concretização da democracia e da conquista da cidadania.
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
NRE: 05 - CAMPO MOURÃO MUNICÍPIO: 0430 - CAMPO MOURÃO
ESTABELECIMENTO: 00039 - BOSCO, C E DOM - E FUND MEDIO PROF
ENT MANTENEDORA: GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ
CURSO 4000 - ENS.1.GR.5/8 SER TURNO: MANHÃ/TARDE
ANO DE IMPLANTAÇÃO: 2006 - SIMULTANEA MODULO: 40 SEMANAS
DISCIPLINAS / SERIE 5 6 7 8
ARTES 2 2 2 2
CIENCIAS 3 3 3 3
EDUCAÇÃO FÍSICA 3 3 3 3
BASE NACIONAL COMUM
ENSINO RELIGIOSO * 1 1
GEOGRAFIA 3 3 3 4
HISTÓRIA 3 3 4 3
LÍNGUA PORTUGUESA 4 4 4 4
MATEMÁTICA 4 4 4 4
SUB-TOTAL 22 22 23 23
PD
L.E.M.-INGLÊS ** 2 2 2 2
SUB-TOTAL 2 2 2 2
TOTAL GERAL 24 24 25 25
NOTA: MATRIZ CURRICULAR DE ACORDO COM A LDB N.9394/96
*NÃO COMPUTADO NA CARGA HORÁRIA DA MATRIZ POR SER FACULTATIVA PARA O ALUNO.
** O IDIOMA SERÁ DEFINIDO PELO ESTABELECIMENTO DE ENSINO
DATA DE EMISSÃO: 17 DE OUTUBRO DE 2006 _______________________________________
ASSINATURA DO CHFE DO NRE
Proposta Curricular da Disciplina de
Artes - EF
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE ARTES
O estudo da Arte em sala de aula se dá pela necessidade da humanização dos nossos educandos. E segundo,
ARCO-VERDE (2003), quando o aluno em contato com este instrumento, ―a arte‖, tende a perceber quem somos
e a que viemos. Assim estamos possibilitando a eles o domínio dos sentidos para a vida; instrumentalizando-os
para as batalhas que se apresentam no dia-a-dia.
A arte possibilita, dentro de seu processo de criação, o recriar do ser humano. E nessa produção dialética nasce um
ser propenso a perceber a si e ao outro.
Acreditamos, também, que o processo histórico de formação desta disciplina é imprescindível para a compreensão
de quem realmente somos. Assim passemos a um breve relato do como tudo ocorreu.
1549 a 1759 – No território do Brasil colônia e principalmente onde hoje é o Estado do Paraná, ocorreu, nas
cidades, vilas e missões jesuítas a primeira forma registrada de arte na educação. A congregação católica
denominada Companhia de Jesus (Jesuítas), instituída na contra reforma, veio no Brasil e desenvolveu uma
educação de tradição religiosa para todas as camadas sociais. Nas missões das comunidades indígenas,
realizaram um trabalho de catequização com os ensinamentos de artes e ofícios, através da retórica, literatura,
escultura, pintura, música e artes manuais. Essa arte era de tradição da alta idade média e renascentista
européia.
1792 a 1800 – Com influência do projeto iluminista, que rompeu com o teocentrismo medieval, propondo a
razão como a salvação do ser humano (antropocentrismo), o governo do Marquês de Pombal extingue o
currículo dos Jesuítas a apresenta a primeira reforma Educacional Brasileira – Reforma Pombalina – que dá
ênfase ao ensino da Ciência com o objetivo de desenvolver o Brasil. O Ensino de Arte se torna irrelevante e,
apenas o desenho associado à matemática, é considerado importante. Neste período são implantadas as aulas
régias, que eram aulas avulsas que supriam as disciplinas antes oferecidas pelos jesuítas.
1808 – a família real, fugindo da invasão de Napoleão Bonaparte a Portugal, vem para o Brasil e D. João VI
inicia uma série de obras e ações para acomodar, em termos materiais e culturais, a corte portuguesa. Entre
estas ações está o convite a vários artistas para virem ao Brasil com a finalidade de instituírem escolas de arte e
promover um ambiente cultural aos moldes europeus.
1816 a 1826 – chega ao Brasil um grupo de artistas franceses encarregados da fundação da Academia de Belas
Artes, na qual os alunos poderiam aprender as artes e ofícios artísticos.
No Brasil, apesar dos artistas já estarem desenvolvendo uma arte Barroca, com características próprias, sofrem
a imposição do neoclassicismo.
A partir deste período, foram disseminadas as aulas de piano domiciliares.
Em 1886, no Paraná, iniciou-se um processo de constituição da ―Escola Profissional Feminina‖, oferecendo
desenho, pintura, corte e costura, flores e bordado, que faziam parte da formação da mulher.
1890 – surge a primeira reforma educacional, direcionando o ensino, novamente, para a valorização da ciência
e da geometria.
1920 – em contraposição a todas as formas anteriores de ensino que impõem modelos que não correspondem a
cultura dos alunos inicia-se um movimento de valorização da cultura nacional, expressada na educação pela
escola nova. Esse movimento valorizava a cultura do povo.
1922 – a semana da Arte moderna é considerada um marco importante para a arte brasileira e os movimentos
nacionalistas.
Esta semana influenciou os artistas brasileiros valorizando o ensino da arte para a educação das crianças
através da expressividade, espontaneidade e a criatividade. Este ensino rompeu com padrões da escola
tradicional.
1931 – foi instituído, nas escolas, o ensino de música através do canto orfeônico com grande incentivo do
compositor Heitor Villa Lobos. A música foi muito difundida nas escolas e conservatórios com ensino de hinos,
canto coral com apresentações para grandes públicos.
1948 – Augusto Rodrigues cria, no Rio de Janeiro, a 1ª escolinha de arte no Brasil na forma de Atelier – livre
com a finalidade de desenvolver a criatividade, incentivando a expressão individual, seguindo a pedagogia da
Escola Nova.
1954 – É criada a primeira Escola de Arte na Educação Brasileira do Paraná, no (C.E.P.) em Curitiba, com o
objetivo de trabalhar a dimensão criativa do aluno através das Artes Plásticas, Música e Teatro.
1971 – Lei Federal n.º 5692-71, no seu artigo 7, determinou a obrigatoriedade do ensino da arte nos currículos
do Ensino Fundamental (a partir da 5ª série) e Médio. Cabia ao professor trabalhar com o aluno o domínio dos
materiais que seriam utilizados na sua expressão.
1990 – durante os anos 80, houve uma grande mobilização dos movimentos sociais para a redemocratização do
país e para a constituinte de 1988. Também neste período, no ano de 1992, a Escola Profissional República
Argentina, passa a denominar-se Centro de Artes Guido Viaro, voltada ao ensino de arte.
1996 – Lei Federal n.º 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – mantém a obrigatoriedade
do ensino da arte nas escolas de Educação Básica. Essa lei propõe a formação geral dos alunos em oposição a
lei federal n.º 5692/71.
1998 – São normatizadas, pelo Conselho Nacional de Educação, as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio (D.C.N. E. M.) .
2003 – Inicia-se o processo de Construção Coletiva das Orientações Curriculares do Ensino Médio.
OBJETIVO GERAL
Formar o cidadão apto a construir gradualmente sua identidade cultural, conhecedor de seus
direitos e deveres; tendo na arte desenvolvidas as suas possibilidades de corporeidade holística.
Partindo da utilização da estrutura desenvolvida para o Ensino Fundamental das Diretrizes Curriculares
que são: os elementos básicos da linguagem, as produções/manifestações, e os elementos
contextualizadores.
CONTEÚDOS
5ª SÉRIES
eeeeeeee
CONTEUDOS ESTRUTURANTES - ENSINO FUNDAMENTAL
ELEMENTOS PRODUÇÕES/ ELEMENTOS
BÁSICOS DA MANIFESTAÇÕES CONTEXTUALIZADORES
LINGUAGEM
Conteúdos Específicos
Contextualização Histórica
Imagem Imagens
Arte Pré-histórica, Arte Egípcia
Forma: Suporte, bidimensionais
Antiga, Arte Greco-romana,
Espacialidade, Desenho, pintura,
Arte Pré-Colombiana nas
Texturas, gravura, fotografia,
Américas, Arte Oriental, Arte
Movimento propaganda visual
Africana, Renascimento,
Luz: Sombra,
espectro solar, cor Imagens Barroco, Neoclassicismo,
tridimensionais Romantismo, Realismo,
(tons e matizes)
Esculturas, Impressionismo,
ARTES instalações, Expressionismo, Fauvismo,
VISUAIS construções Cubismo, Abstracionismo,
arquitetônicas Dadaísmo, Surrealismo, Opt-
art, Pop-art, Teatro Pobre,
Imagens virtuais Teatro do Oprimido, Música
Cinema, televisão, Serial, Música
computação gráfica, Eletrônica/Tecno, Música
vídeo arte Minimalista, Arte Engajada,
Hip Hop – Rap, Funk e Break,
Dança Moderna, Dança
Som Composições musicais
contemporânea, Vanguardas
Melodia, Ritmo,
Artísticas, Arte Indígena
Harmonia, Improvisações Brasileira, Arte Brasileira, Arte
Intensidade, musicais Paranaense, Industria Cultural.
Duração, Altura,
MÚSICA
Timbre, Interpretações
Linguagem formal musicais Autores e artistas: modo de
compor/criar
Personagem Representação teatral
Gêneros
Expressão direta e indireta
corporal, gestual,
Estilos
vocal e facial Improvisação cênica
TEATRO Espaço Cênico Técnicas
Dramatização
Cenografia,
Iluminação e
Sonoplastia
Ação Cênica
Enredo, Roteiro e
Texto dramático
Movimento: tempo Composições
e espaço Coreográficas
Espaço, Ações,
DANÇA
Dinâmicas/ ritmo, Improvisações
Relacionamentos Coreográficas
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21
Cultura africana
FESTDOM – Festival de Esportes, Recreação e Artes do Colégio Estadual Dom Bosco
6ª SÉRIES
eeeeeeee
CONTEUDOS ESTRUTURANTES - ENSINO FUNDAMENTAL
ELEMENTOS PRODUÇÕES/ ELEMENTOS
BÁSICOS DA MANIFESTAÇÕES CONTEXTUALIZADORES
LINGUAGEM
Conteúdos Específicos
Imagem Imagens Contextualização Histórica
Forma: Suporte, bidimensionais Arte Pré-histórica, Arte Egípcia
Espacialidade, Desenho, pintura, Antiga, Arte Greco-romana,
Texturas, gravura, fotografia, Arte Pré-Colombiana nas
Movimento propaganda visual Américas, Arte Oriental, Arte
Luz: Sombra, Africana, Renascimento,
espectro solar, cor Imagens Barroco, Neoclassicismo,
(tons e matizes) tridimensionais Romantismo, Realismo,
Esculturas, Impressionismo,
ARTES instalações, Expressionismo, Fauvismo,
VISUAIS construções Cubismo, Abstracionismo,
arquitetônicas Dadaísmo, Surrealismo, Opt-
art, Pop-art, Teatro Pobre,
Imagens virtuais
Teatro do Oprimido, Música
Cinema, televisão,
Serial, Música
computação gráfica,
Eletrônica/Tecno, Música
vídeo arte
Minimalista, Arte Engajada,
Hip Hop – Rap, Funk e Break,
Som Composições musicais Dança Moderna, Dança
Melodia, Ritmo, contemporânea, Vanguardas
Artísticas, Arte Indígena
Harmonia, Improvisações
Intensidade, Brasileira, Arte Brasileira, Arte
musicais
Duração, Altura, Paranaense, Industria Cultural.
MÚSICA Timbre, Interpretações
Linguagem formal musicais
Autores e artistas: modo de
compor/criar
Personagem Representação teatral
Expressão direta e indireta Gêneros
corporal, gestual,
vocal e facial Improvisação cênica Estilos
TEATRO Espaço Cênico
Dramatização Técnicas
Cenografia,
Iluminação e
Sonoplastia
Ação Cênica
Enredo, Roteiro e
Texto dramático
Movimento: tempo Composições
e espaço Coreográficas
Espaço, Ações,
Dinâmicas/ ritmo, Improvisações
DANÇA Relacionamentos Coreográficas
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21
Cultura africana
FESTDOM – Festival de Esportes, Recreação e Artes do Colégio Estadual Dom Bosco
7ª SÉRIES
eeeeeeee
CONTEUDOS ESTRUTURANTES - ENSINO FUNDAMENTAL
ELEMENTOS PRODUÇÕES/ ELEMENTOS
BÁSICOS DA MANIFESTAÇÕES CONTEXTUALIZADORES
LINGUAGEM
Conteúdos Específicos
Imagem Imagens Contextualização Histórica
Forma: Suporte, bidimensionais Arte Pré-histórica, Arte Egípcia
Espacialidade, Desenho, pintura, Antiga, Arte Greco-romana,
Texturas, gravura, fotografia, Arte Pré-Colombiana nas
Movimento propaganda visual Américas, Arte Oriental, Arte
Luz: Sombra, Africana, Renascimento,
espectro solar, cor Imagens Barroco, Neoclassicismo,
(tons e matizes) tridimensionais Romantismo, Realismo,
Esculturas, Impressionismo,
ARTES instalações, Expressionismo, Fauvismo,
VISUAIS construções Cubismo, Abstracionismo,
arquitetônicas Dadaísmo, Surrealismo, Opt-
art, Pop-art, Teatro Pobre,
Imagens virtuais
Teatro do Oprimido, Música
Cinema, televisão,
Serial, Música
computação gráfica,
Eletrônica/Tecno, Música
vídeo arte
Minimalista, Arte Engajada,
Hip Hop – Rap, Funk e Break,
Som Composições musicais Dança Moderna, Dança
Melodia, Ritmo, contemporânea, Vanguardas
Artísticas, Arte Indígena
Harmonia, Improvisações
Intensidade, Brasileira, Arte Brasileira, Arte
musicais
Duração, Altura, Paranaense, Industria Cultural.
MÚSICA Timbre, Interpretações
Linguagem formal musicais
Autores e artistas: modo de
compor/criar
Personagem Representação teatral
Expressão direta e indireta Gêneros
corporal, gestual,
vocal e facial Improvisação cênica Estilos
TEATRO Espaço Cênico
Dramatização Técnicas
Cenografia,
Iluminação e
Sonoplastia
Ação Cênica
Enredo, Roteiro e
Texto dramático
Movimento: tempo Composições
e espaço Coreográficas
Espaço, Ações,
Dinâmicas/ ritmo, Improvisações
DANÇA Relacionamentos Coreográficas
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21
Cultura africana
FESTDOM – Festival de Esportes, Recreação e Artes do Colégio Estadual Dom Bosco
8ª SÉRIES
eeeeeeee
CONTEUDOS ESTRUTURANTES - ENSINO FUNDAMENTAL
ELEMENTOS PRODUÇÕES/ ELEMENTOS
BÁSICOS DA MANIFESTAÇÕES CONTEXTUALIZADORES
LINGUAGEM
Conteúdos Específicos
Imagem Imagens Contextualização Histórica
Forma: Suporte, bidimensionais Arte Pré-histórica, Arte Egípcia
Espacialidade, Desenho, pintura, Antiga, Arte Greco-romana,
Texturas, gravura, fotografia, Arte Pré-Colombiana nas
Movimento propaganda visual Américas, Arte Oriental, Arte
Luz: Sombra, Africana, Renascimento,
espectro solar, cor Imagens Barroco, Neoclassicismo,
(tons e matizes) tridimensionais Romantismo, Realismo,
Esculturas, Impressionismo,
ARTES instalações, Expressionismo, Fauvismo,
VISUAIS construções Cubismo, Abstracionismo,
arquitetônicas Dadaísmo, Surrealismo, Opt-
art, Pop-art, Teatro Pobre,
Imagens virtuais
Teatro do Oprimido, Música
Cinema, televisão,
Serial, Música
computação gráfica,
Eletrônica/Tecno, Música
vídeo arte
Minimalista, Arte Engajada,
Hip Hop – Rap, Funk e Break,
Som Composições musicais Dança Moderna, Dança
Melodia, Ritmo, contemporânea, Vanguardas
Artísticas, Arte Indígena
Harmonia, Improvisações
Intensidade, Brasileira, Arte Brasileira, Arte
musicais
Duração, Altura, Paranaense, Industria Cultural.
MÚSICA Timbre, Interpretações
Linguagem formal musicais
Autores e artistas: modo de
compor/criar
Personagem Representação teatral
Expressão direta e indireta Gêneros
corporal, gestual,
vocal e facial Improvisação cênica Estilos
TEATRO Espaço Cênico
Dramatização Técnicas
Cenografia,
Iluminação e
Sonoplastia
Ação Cênica
Enredo, Roteiro e
Texto dramático
Movimento: tempo Composições
e espaço Coreográficas
Espaço, Ações,
Dinâmicas/ ritmo, Improvisações
DANÇA Relacionamentos Coreográficas
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21
Cultura africana
FESTDOM – Festival de Esportes, Recreação e Artes do Colégio Estadual Dom Bosco
METODOLOGIA
A educação pela arte possibilita ao educando a ampliação de sua visão construindo sua corporeidade holística.
Entendendo visão não só como o olhar e ver um objeto, mas sim a compreensão desse objeto em relação a si e ao
outro. A arte é um instrumento que alavanca os sentidos, as percepções, auxiliando na construção de sua
identidade cultural.
Ao utilizar os recursos artísticos, é importante que ocorra dentro da visão de ensino-aprendizagem da pedagogia
Histórico-Critíca. Para tanto a escola deve ser percebida com um todo e vista como um ―centro de experiência
permanente‖. Deve também possibilitar a co-responsabilidade do professor e aluno no processo de aprendizagem.
É fundamental que durante as aulas o professor, num primeiro momento, deixe claro para os alunos a importância
do conteúdo, partindo do seu ponto de vista e indo para a explicação dos porquês e dos como serão trabalhados. A
postura do professor deve ser a de quem: explica, informa, questiona, corrige. Isso é agir na zona de
desenvolvimento imediato do aluno, segundo Vigotski. Com isso buscar a catarse 1 no aluno para que este possa
explicar, agir e interagir as informações adquiridas com os colegas, com o professor, com a escola, enfim com o
meio que o cerca, o mundo.
Para Ana Mae Barbosa ao trabalharmos com o ensino da arte devemos ter em mente o tripé: do fazer, do sentir e do
perceber as dimensões artísticas. Assim, o trabalho em sala de aula poderá iniciar por qualquer desses eixos ou
pelos três simultaneamente. Uma vez que para o Ensino Fundamental as formas de relação da arte com a sociedade
serão tratadas numa dimensão ampliada, enfatizando a associação da arte com a cultura e da arte com a linguagem.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
1
Segundo GASPARIN catarse é a síntese, ou seja, é a sistematização do conhecimento adquirido, a conclusão que o aluno chegou; dentro
de um processo com seus objetivos já determinados.
De acordo com a LDBN (n.º 9.394/96, art. 24 inciso V) e com a deliberação 07/99 do Conselho Estadual de
Educação (Capítulo I, art. 8º), a avaliação em arte deverá levar em conta as relações estabelecidas pelo aluno entre
os conhecimentos em arte e a sua realidade, evidenciada tanto no processo, quanto na produção individual e
coletiva desenvolvidos a partir desses saberes.
Para se tratar da avaliação em Arte, é necessário referir-se ao conhecimento específico das linguagens artísticas,
tanto em seus aspectos experimentais (práticos) quanto conceituais (teóricos), pois a avaliação consistente e
fundamentada, permite ao aluno posicionar-se em relação aos trabalhos artísticos estudados e produzidos.
Avaliação é um processo amplo de aprendizagem, indissolúvel do todo, que envolveu responsabilidade do
professor e do aluno, pensar avaliação no âmbito da Educação Escolar, no campo da Educação de direitos, nos leva
a pensar a sua função, o papel social do professor, a razão da existência da escola. Traz a discussão sobre a
inclusão e exclusão, privilégios e direitos, direitos e obrigações, que alunos queremos formar, que escola estamos
construindo e para qual sociedade.
Necessita-se sobretudo, de uma avaliação contínua, formativa e emancipativa, na perspectiva do desenvolvimento
integral do aluno. O importante é estabelecer um diagnóstico correto para cada aluno e identificar as possíveis
causas de seus fracassos ou dificuldades visando uma maior qualificação e não somente uma quantificação na
aprendizagem.
A avaliação deve contribuir para o desenvolvimento das capacidades dos alunos, pode-se dizer que ela se converte
em ferramenta pedagógica, em um elemento que melhora a aprendizagem do aluno e a qualidade de ensino.
A postura avaliativa contínua do docente deve compreender as várias áreas de capacidade do aluno, como o
cognitivo, motora, de relação interpessoal, de atuação, ética nos mais variados componentes do currículo. A
avaliação formativa é concebida como meio pedagógico para ajudar o aluno em seu processo educativo.
Assim a avaliação será continua, ou seja, se dará constantemente a cada encontro, e será considerado o avanço
individual de cada aluno em relação as suas potencialidades. E em cada atividade serão focados os pontos
determinados pelos conteúdos estruturantes do Ensino Fundamental. E mais, os valores de cada atividade serão
determinados após consenso com os alunos, respeitando o disposto no regimento do Colégio Estadual Dom Bosco.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- APOSTILA NOBEL. O Multiverso das Artes – Artes Visuais. Maringá: Editora Nobel, 2003.
- BERTELLO, Maria Augusta. Palavra em Ação – Minimanual de Pesquisa – ARTE. Uberlândia: Claranto
Editora, 2003.
- CANTELE, Bruna R. & LEONARDI, Ângela C. Arte Linguagem Visual. São Paulo: IBEP, 2000.
- CHAUÍ, Marilena. Convite a Filosofia. 8º edição. São Paulo: Editora Ática, 1997.
- D‘ANDREA, Flávio Fortes. Desenvolvimento da Personalidade; enfoque psicodinâmico. 9º edição. São Paulo:
Bertrand Brasil, 1989.
- DIRETRIZES CURRICULARES DE ARTES DO ENSINO FUNDAMENTAL. Versão Preliminar, 2006.
- FEIST, Hildegard. Pequena viagem pelo mundo da arte. São Paulo: Editora Moderna, 1996.
- GASPARIN, João Luiz. Uma didática para a pedagogia histórico-critíca. 3.ed.ver. – Campinas: Editora Autores
Associados, 2005. 191p.
- JASON, H. W. e JASON, Anthony F.; [tradução Jefferson Luiz Camargo]. Iniciação a História da arte. São
Paulo: Martins Fontes, 1996.
- MARCHESI JÚNIOR, Isaías. Atividades de Educação Artística. São Paulo: Editora Ática, 1995.
- MANGE, Marilyn Diggs. Arte brasileira para crianças. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
- NEWBERY, Elizabeth. Os segredos da Arte. São Paulo: Ed. Ática, 2004.
- PARANÁ. Secretaria do Estado da Educação. Departamento de Ensino de Primeiro Grau. Currículo Básico
para a Escola Pública do Paraná. Curitiba: SEED/DEPG, 1992.
- PARANÁ. Secretaria do Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Arte
para o Ensino Fundamental. Curitiba: SEED/DEPG, 2006.
- PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ed. Ática, 1990.
- REVERBEL, Olga. Teatro na Escola. Porto Alegre: Ed. Ática.
- VYGOTSKY, Lev Semenovitch. Psicologia da arte. São Paulo: M. Fontes, 1999.
- WELL, Pierre & TOMPAKOW, Roland. O Corpo Fala; A linguagem silenciosa da comunicação não verbal. 3º
edição. Petrópolis: Ed. Vozes, l973.
Proposta Curricular da Disciplina de
Ciências - EF
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE CIÊNCIAS - EF
A ciência é uma construção humana decorrente da evolução do pensamento, da observação dos
fenômenos naturais e das necessidades cotidianas.
Mesmo antes da descoberta do fogo, o homem já utilizava técnicas de conservação de alimentos,
tingimento de peles, confecção de ferramentas, dentre outras, Toda nova descoberta gera novas
necessidades fazendo com que o homem evolua seu pensamento em busca das soluções possíveis
para cada situação problema que surge no dia-a-dia. Desta forma, a ciência é um processo dinâmico
em que a verdade científica modifica-se constantemente.
Com o advento da revolução industrial, no século passado, as descobertas foram ocorrendo de forma
acelerada e as inovações tecnológicas puderam ser observadas dentro de uma mesma geração,
obrigando o homem a adaptar-se a realidade social que se modificava constantemente. Esta nova
postura não foi diferente no campo da Educação escolar, levando os educadores a refletirem sobre
suas metodologias e práticas, acarretando mudanças de paradigmas.
Atualmente, em face dos recursos tecnológicos disponíveis em um mundo globalizado, há de se ter
uma visão sistêmica e repensar o ensino tradicional, a fim de poder criar mecanismos que tornem o
ensino de Ciências mais atrativo e interessante para o aluno, permitindo a busca constante do
conhecimento através do aprender a aprender sempre.
Ao analisar a educação e o currículo de Ciências em cada momento histórico, percebe-se que seu
desenvolvimento segue uma trajetória de acordo com os interesses políticos, econômicos e sociais de
cada período, influenciado pela hegomonia das classes dominantes.
A disciplina de Ciências constitui-se de um conjunto de conhecimentos científicos necessários para
compreender e explicar os fenômenos da Natureza e suas interferências no mundo, estabelecendo
relações entre os conhecimentos físicos, químicos e biológicos.
Na concepção atual do ensino de Ciências busca, dentro do processo ensino-aprendizagem, valorizar a
dúvida, a contradição, a diversidade e a divergência, instigando a curiosidade e o senso crítico do
educando, com a finalidade de formar cidadãos autônomos capazes de intervirem no meio em que vive,
promovendo transformações no mundo que concorram para a melhoria da qualidade de vida, o bem
estar e a felicidade de todos.
OBJETIVO GERAL
O ensino de Ciências deve propiciar ao aluno o desenvolvimento da compreensão do mundo em que
vive, dando-lhe condições de colher e processar informações, interagindo com o ambiente de forma
positiva, sempre preservando as atitudes e valores construídos pela sociedade, em busca do
aprimoramento da cidadania, e o fortalecimento dos laços familiares e da solidariedade humana.
CONTEÚDOS
5ª Série
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Corpo Humano Matéria e Energia
Ambiente Tecnologia
Saúde
Astronomia/ Influência do sol Sistema geocêntrico e Evolução do
Histórico da no seres vivos heliocêntrico instrumentos na
astronomia característica dos astronomia
planetas e do sol E a conquista do espaço
Os seres vivos Ecossitemas e cadeias
e o ambiente alimentares
O solo Solo e saúde Composição básica e Combate ao desgaste do
propriedades solo
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Água Água e saúde Composição básica e Hidrelétricas, estação de
propriedades tratamento
Ciclo da água
Ar Ar e saúde Composição básica e Ações preventivas
Desmatamento propriedades
Preservação Saneamento Parques, reservas Reflorestamentos
do ambiente básico e saúde estações florestais
pública
Segurança no Acidentes no Regras de circulação Asfalto alternativo
trânsito trânsito do pedestre
Cultura Afro O poder curativo Plantas Medicinais
dos Chás
Conteúdos Complementares: Agenda 21
6a Série
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Ambiente Corpo Humano e Matéria e Energia Tecnologia
Saúde
1) As relações Agentes químicos Elementos e Ação transformadora
entre os seres no ambiente interdependência do homem nos
vivos (radiações) (sol, água, solo, ecossistemas.
ar, seres, vivos e
homem).
2)Os Vírus Doenças Caracterísitcas Vacinas.
causadas pelos Básicas
vírus.
3)Os Reinos Doenças Caracterísitcas Importância econômica
Moneras causadas pelos Básicas das bactérias.
moneras. Remédios.
4)Protistas Os protozoários e Tipos de Indústria de alimentos
a saúde humana a Protozoários e
dos principais Caracteres Gerais
protozoários
parasitas
humanos.
5)Fungos Doenças Caracterísitcas Importância econômica
causadas por Básicas dos fungos. Penicilina.
fungos (micoses).
Ambiente Corpo Humano e Matéria e Energia Tecnologia
Saúde
Reino Animal Caracterísitcas
1)Poríferos Básicas
2)Celenterados Importância dos Características
corais nos básicas.
ecossistemas
marinhos.
3)Platelmintos Os ciclos, a Características Tratamento de água e
transmissão e a básicas. esgoto.
profilaxia da
teníase e
esquistossomose.
4)Nematelmintos Verminoses e Caracteres gerais Saneamento Básico
Desnutrição. e classificação.
5)Moluscos Os moluscos e a Classificação e Produção de pérolas.
alimentação características.
humana.
6)Anelídeos Minhocas e a Classificação e Produção do húmus.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
preservação dos características. Adubação orgânica.
solos.
Ambiente Corpo Humano e Matéria e Energia Tecnologia
Saúde
1)Insetos Transmissão de Características e Apicultura
doenças ao classificação.
homem.
2)Aracnídeos Causadores de Características e Soros.
envenenamento e classificação.
parasitismo.
3)Crustáceos Alimentação Características e
humana. classificação.
4)Equinodermos Características e
classificação.
5)Peixes Fonte de alimento. Características e Piscicultura.
classificação.
6)Anfíbios Características e Ranicultura.
classificação.
7)Répteis Noções básicas de Características e Soros
ofidismo. classificação.
8)Aves Fonte de alimento. Características e
Espécies classificação.
Ameaçadas
9) Cultura Afro O poder curativo Plantas
dos Chás Medicinais
Ambiente Corpo Humano e Matéria e Energia Tecnologia
Saúde
1)Mamíferos Preservação da Adaptações Inseminações
fauna. morfológicas e artificiais. Hibridação.
fisiológicas.
Características e
classificação.
2)Reino das Preservação da Características e Uso das algas pela
Plantas flora. classificação. industria
Criptógamos “fertilizantes,sorvetes,
etc”.
3)Fanerógamas Plantas tóxicas e Funções e Técnica da enxertia.
medicinais. morfologia. Hidroponia
Agrotóxicos. Caracteres gerais
Nutrição humana. de: raiz, caule,
folhas, flor, fruto e
semente.
Segurança no Acidentes de Regras de
Trânsito Trânsito Circulação Para o
Ciclista
Conteúdos Complementares: Agenda 21
7ª Série
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Ambiente Corpo Humano Matéria e Energia Tecnologia
Saúde
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
A espécie humana Medicina e o Relação do homem
conhecimento do com o ambiente físico
corpo e com os seres vivos
Como funciona o Níveis de organização
corpo humano
As células câncer Estrutura celular Célula tronco
Os tecidos do Queimaduras Tipos de tecidos Cirurgia plástica
corpo humano
Aparelho Traumatismos do Sistema esquelético e Próteses
locomotor aparelho locomotor muscular
Sistemas Doenças que Visão, audição, Aparelhos
sensorial afetam os sitemas fonação, olfato, auditivos visuais
e a saúde gustação, tato
Os alimentos Desnutrição Classificação dos Conservação dos
miséria alimentos alimentos
Digestão Sistema digestório Fisiologia do sistema Redução do
e as´´ude digestório estomago
Sistema A respiração e a Fisiologia do sistema Cigarros é uma
respiratório nossa saúde respiratório droga
Circulação Doenças do Sistema Eletro
sistema cardiovascular cardiograma
cardiovascular Circulação linfática Doação do
sangue
Excreção Doenças do Sistema urinário Hemodiálise
sistema urinário
Reprodução doenças Sistema genital Inseminação
humana sexualmente Reprodução, artificial
transmissíveis contracepção
Noções de Genes Defeituosos Cromossomos e a Exame de DNA
Genética hereditariedade Clonagem
Leis da Herança
Perigo do álcool e
Cordenação das Sistema nervoso e Fabricação de
drogas
funções endócrino insulina
Diabetes
Segurança no Acidentes no Regras de circulação
trânsito trânsito de coletivos
Cultura Afro O poder curativo Plantas Medicinais
dos Chás
Conteúdos Complementares: Agenda 21
8ª Série
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Ambiente Corpo Humano e Matéria e Energia Tecnologia
Saúde
1)Matérias e Suas Camada de ozônio. Estados físicos da Estações de
Propriedades matéria. tratamento.
Propriedades gerais
e especificas.
2)Substancias e Química da Fracionamento das Aditivos químicos.
Misturas digestão. misturas. Destilação.
Agrotóxicos.
3)O Átomo. Lixo atômico Partículas do átomo.
4)Classificação Contaminação por Tabela periódica. Garimpagem.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
dos elementos mercúrio. Símbolos dos
químicos. Elementos elementos químicos.
radioativos.
5) Ligações Efeito estufa Teoria do octeto.
químicas. Ligação covalente,
iônica e metálica.
Ambiente Corpo Humano e Matéria e Energia Tecnologia
Saúde
1)Funções Substancias Ácidos, bases, saios Chuva acida.
químicas químicas e a e óxidos.
inorgânicas saúde.
2)Reações Reações de síntese
químicas analise,
deslocamento e
dupla troca.
3)As leis da Lei de Lavoisier, Bioquímica.
química Proust e Dalton.
Ambiente Corpo Humano e Matéria e Energia Tecnologia
Saúde
1)Física. Prevenção de Tipos de Industria
Cinemática. acidentes no movimentos. Queda automobilística.
Equipamentos de trânsito dos corpos.
Segurança nos Normas de
meios de segurança para
transporte automóveis
2)Dinâmica Força e movimentos.
Elementos de uma
força.
3)Trabalho e Conceito de trabalho Máquinas
potência. e potência. agrícolas.
4)Energia e Energia e o efeito Estudo da energia Comunicações.
máquinas. estufa. Energia mecânica. Tipos de
nuclear e os máquinas.
ecossistemas.
5) Ambiente Corpo Humano e Matéria e Energia Tecnologia
Saúde
6) Cultura Afro O poder curativo Plantas Medicinais
dos Chás
1)Energia Térmica Intermação e Termometria. Garrafas térmicas.
queimaduras. Quantidade de calor.
Propagação de calor.
2)Energia Sonora O som. Classificação Orquestra e
das ondas. instrumentos.
Propriedades do Sonar. Radar.
som.
3)Energia Defeitos de visão. Fenômenos ópticos. Óculos. Lentes.
Luminosa Espelhos. Velocidade Máquinas
e corrente da luz. fotográficas.
4)Eletricidade e Eletrostática e Eletrodomésticos.
Magnetismo. magnetismo. Pára-raios. Motor
elétrico.
Hidrelétricas.
Conteúdos Complementares: Agenda 21
METODOLOGIA
Os procedimentos metodológicos utilizados deverão retratar a realidade, permitindo que as situações
problemas sejam retiradas do cotidiano do aluno, desenvolvendo atividades através do manuseio e
construção que permitam a utilização dos sentidos objetivando o pleno desenvolvimento.
Por meio de temas, o processo de ensino e aprendizagem na área de ciências naturais deverá ser
desenvolvido dentro de contexto social e cultural em que vive o aluno, correndo para uma
aprendizagem significativa, através de temas flexíveis que abrigue as curiosidades e as dúvidas,
proporcionando a sistematização dos diferentes conteúdos e seu desenvolvimento histórico, conforme
as características e necessidades das classes de alunos, nas diferentes séries.
A aprendizagem deve ocorrer dentro de um ambiente cooperativo, solidário e de respeito às diferenças
permitindo a inclusão e o acesso de todos a uma educação de qualidade, livre de preconceitos de
quaisquer espécie.
Os conteúdos deverão ser trabalhados articulando-se os conhecimentos físicos, químicos e biológicos
através de aulas expositivas dialogadas, da pesquisa bibliográfica, dos trabalhos de campo , dos
experimentos, dos recursos audiovisuais, dentre outros.
Faz-se necessário criar espaços na sala de aula para que o aluno possa elaborar individualmente ou
em grupo, relatos orais, escritos, perguntas e suposições sobre o tema em estudo, bem como realizar
trabalhos práticos sobre elaboração e leitura de gráficos, tabelas figuras e diagramas.
A metodologia deve ser interativa e de construção de conceitos pelos educandos, relacionando a teoria
com a prática vivenciada e/ou percebida no seu cotidiano.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação se dará ao longo do processo ensino/aprendizagem possibilitando ao professor, por meio de uma
interação diária com os alunos, contribuições importantes para verificar em que medida os alunos se
apropriaram dos conteúdos específicos tratados nesse processo. A avaliação deverá ocorrer de forma sistemática
e com critérios previamente determinados pelo professor, considerando os conhecimentos que os alunos
possuem dos conteúdos, a prática social desses alunos, o confronto entre esses conhecimentos e os conteúdos
específicos, as relações e interações estabelecidas por eles no seu progresso cognitivo, ao longo do processo de
ensino e de aprendizagem e no seu cotidiano.
Sendo assim, prevalecerá a avaliação contínua, formativa e emancipatória, na perspectiva do desenvolvimento
global do aluno. Estabelecendo o diagnóstico correto para cada aluno e identificando as possíveis causas dos
seus fracassos e/ou dificuldades, visando uma maior qualificação como princípio da inclusão social e não
somente uma quantificação.
Portanto, o professor deverá em sua prática pedagógica estabelecer um planejamento coerente com a
metodologia e consequentemente com o processo avaliativo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Currículo básico para a escola pública do Paraná.
1.ed. Curitiba: SEED, 1990.
- PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares de Ciências para o Ensino
Fundamental. Versão preliminar, julho/2006.
- CRUZ, Daniel. Ciência e Educação Ambiental. 5ª a 8ª séries. 1.ed., Ática.
- BARROS, Carlos, WILSON R. Ciências. 5ª a 8ª séries. Editora Positivo.
Proposta Curricular da Disciplina de
Educação Física – EF
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Historicamente tenta se situar a trajetória da Educação Física por fatos ocorridos a partir do século XVII, como as
transformações sociais com o fim da exploração escrava e as políticas de incentivo a migração, exigindo medidas
para aplicar preceitos de moralidade instaurar a ordem social.
Após a proclamação da república, vieram a tona mudanças sobre instituições escolares e políticas educacionais.
O parecer emitido por Rui Barbosa sobre o projeto denominado Reforma do Ensino Primário, afirmam a
importância da ginástica para a formação do cidadão, equipara-se a Educação Física em categoria e autoridade com
as demais disciplinas. A partir daí, tornou-se componente obrigatório dos Currículos Escolares.
As práticas pedagógicas escolares de Educação Física foram fortemente influenciadas pela instituição militar e pela
medicina numa perpectiva pedagógica. Melhorar o funcionamento do corpo dependia de técnicas construídas com
base no conhecimento biofísico , com tarefa de construir corpos saudáveis e dóceis, que permitissem uma melhor
adaptação ao processo produtivo.
A Educação física se consolidou no contexto escolar a partir da Constituição de 1937, tendo como objetivo de
doutrinação e contenção dos ímpetos da classe popular, enaltecendo o patriotismo, a hierarquia e a ordem.
Na década de 30, o esporte se popularizou, confundindo-se com a Educação Física, tendo como intuito de
promover políticas nacionalistas.
Em 1942, com a promulgação da lei orgânica do Ensino Secundário, institui-se ciclos educacionais e ampliou a
obrigatoriedade da Educação Física até 21 anos de díade, objetivando formar mão de obra fisicamente adestrada e
capacitada. A partir de 64 o esporte passou a ter mais ênfase devido aos acordos feitos entre o MEC e o
Departamento Federal de Educação Americana, tornado e centrada na competição e no desempenho, através de
métodos tecnicista. Os esportes olímpicos foram priorizados como objetivo principal.
A promulgação da lei 5692/72 manteve a obrigatoriedade e a atividade escolar regular da disciplina de Educação
Física. Assim, a disciplina estava ligada a aptidão física e era considerada importante para o desenvolvimento da
capacidade produtiva.
Na área pedagógica, a psicomotricidade ganhou destaque por buscar autenticidade da disciplina na escola, em
contraposição as perspectivas teóricas metodológicas e ao rendimento motor.
Em meados dos anos 80 já se ouvia falar em tendências ou correntes voltadas a uma criatividade ―progressiva‖,
destacando as abordagens desenvolvimentistas e construtivistas, essas alicerçadas nas discussões da pedagogia
crítica brasileira.
Já no início da década de 90 foi elaborado o currículo básico no Paraná, sua elaboração deu-se no contexto
nacional de redemocratização e resultou-se de um trabalho coletivo dos profissionais comprometidos com a
Educação Pública do Paraná. O Currículo da Educação Física está embasado na Pedagogia Histórico-Crítica,
tendência essa denominada como Educação Física Progressista, revolucionária e crítica, esse documento propôs
um modelo de superação das contradições e injustiças sociais. Era uma proposta avançada, no entanto, apresentava
uma listagem de conteúdos que limitava o trabalho do professor.
No mesmo período foi elaborado também o documento da reestruturação da Proposta Curricular do Ensino Médio
onde vislumbrava-se a perspectiva de mudanças e transformação de uma sociedade fundamentada em valores
individuais para uma sociedade mais igualitária. Essa proposta representou um marco pra a disciplina.
Todos esses avanços teóricos da Educação Física sofreram um retrocesso na década de 90, após a discussão da
LDB apresentou-se a proposta dos PCN`S para a disciplina. Esses Parâmetros Curriculares Nacionais buscavam
romper com as perspectivas de aptidão física. Porém o documento não apresentava uma coerência interna de
Proposta Curricular.
Nos PCN`S, há a descaracterização dos conhecimentos historicamente construídos, ao propor temas amplos que
desviam a centralidade e importância dos conhecimentos de cada conteúdo de tradição da Educação Física.
Por fim, os PCN´S, trazem uma proposta confusa e a crítica com uma redação progressiva. Porém, as diversas
concepções pedagógicas até apresentadas atendem a interesses que visam a um processo de individualização e
adaptação à sociedade, ao invés de construção e abordagens dos conhecimentos.
Considerando o conteúdo histórico citado até o momento, onde a Educação Física transitou em diversas
perspectivas históricas, desde as mais racionarias até as mais críticas, torna-se possível sistematizar propostas
pedagógicas que orientem estas diretrizes, com vistas à avançar sobre a visão hegemônica que aplicou e contínua
aplicando à Educação Física a função de treinar o corpo, sem qualquer reflexão sobre o fazer corporal.
A Educação Física como disciplina escolar, deve tratar da cultura corporal (corporeidade e corporalidade), em
sentido amplo: sua finalidade é introduzir e integrar o aluno e essa esfera formando o cidadão que vai produzir,
reproduzir e também transformar essa cultura. Para tanto, o aluno deverá deter o instrumental necessário para
usufruir de jogos, danças, lutas, ginásticas e esportes em benefício do exercício crítico da cidadania e na melhora
da qualidade de vida.
Sua carga horária total no ensino médio é de 240h/a, divididas em 80h/a em cada série (1º, 2º e 3º anos).
OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA
Desenvolver atividades físicas subsidiadas por uma fundamentação teórica-prática, a fim de possibilitar interações
que se estabeleçam na materialidade das relações sociais, políticas, econômicas e culturais dos alunos,
considerando a realidade social onde vivem, além de favorecer melhorias na qualidade de vida.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
- ESPORTE
- JOGOS
- GINÁSTICA
- LUTAS
- DANÇAS
ELEMENTOS ARTICULADORES
- DESPORTIVIZAÇÃO
- MÍDIA
- SAÚDE
- TÁTICAS E TÉCNICAS
- LAZER
- DIVERSIDADE
5ª e 6ª SÉRIES
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º BIMESTRE
vôlei – fundamentos e regras básicas
futsal
danças folclóricas paranaenses/populares (xote/vaneirão)
xadrez / tênis de mesa – iniciação
jogos de salão
jogos recreativos sociabilizantes
exercícios formativos
condicionamento físico – freqüência cardíaca
noções de higiene
noções de alimentação
caminhada
fitness (aeróbica)
2º BIMESTRE
basquete – fundamentos / regras básicas
atletismo – corridas / salto altura
futsal
danças folclóricas paranaense
xadrez / tênis de mesa / jogos de salão
exercícios formativos / coordenativos
fitness step
jogos recreativos / sociabilizantes
3º BIMESTRE
handebol – fundamentos / regras básicas
futsal
xadrez / tênis de mesa / jogos de salão
jogos recreativos sociabilizantes
exercícios formativos
condicionamento físico – freqüência cardíaca
noções de higiene
noções de alimentação
atividades rítmicas / artísticas
4º BIMESTRE
revisão das modalidades trabalhadas
xadrez/tênis de mesa/ jogos de salão
jogos recreativos sociabilizantes
exercícios formativos / coordenativos
noções de higiene
noções de alimentação
jogos e competições
7ª e 8ª SÉRIES
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º BIMESTRE
Noções de higiene / sexualidade / estética / nutrição
Exercícios formativos
Condicionamento físico – freqüência cardíaca
Voleibol – aperfeiçoamento / fundamentos / sistemas / regras
Futsal – recreação
Xadrez / tênis de mesa – aperfeiçoamento / jogos de salão
Danças coreografadas
Jogos recreativos e sociabilizantes
Caminhada
Fitness – ginástica aeróbica
Noções de 1ºs socorros
2º BIMESTRE
Noções de higiene/sexualidade/estética/nutrição
Basquete – aperfeiçoamento / fundamentos / sistemas / regras
Dança de rua / movimento Hip Hop
Exercícios formativos / condicionamento físico
Futsal – recreação
Xadrez / tênis de mesa / aperfeiçoamento / jogos de salão
Fitness step
Noções de 1º socorros
Jogos recreativos e sociabilizantes
3º BIMESTRE
Handebol – aperfeiçoamento / fundamentos / sistemas / regras
Danças folclóricas (internacionais)
Futsal – recreação
Xadrez / tênis de mesa / aperfeiçoamento / jogos de salão
Exercícios formativos / condicionamento físico
Cultura de circo
Jogos recreativos e sociabilizantes
Atividades rítmicas / artísticas
4º BIMESTRE
Revisão das modalidades trabalhadas
Dança de rua / movimentos hip hop
Xadrez / tênis de mesa – aperfeiçoamento / jogos de salão
Futsal / recreação
Jogos recreativos e sociabilizantes
METODOLOGIA
A Educação Física tem como objetivo de estudo, o homem em movimento, ou seja, a cultura corporal e pode ser
entendida como uma área que interage com todas as suas formas de manifestações culturais, políticas, econômicas
e sociais.
Neste contexto, utiliza-se a metodologia crítico-superadora, a qual permite ao educando ampliar sua visão de
mundo por meio da cultura corporal. Esta metodologia é fundamentada na pedagogia histórico-crítica que tem
como princípio a igualdade entre os seres humanos e estabelece a educação como meio de transformações sociais.
Portanto, os conteúdos podem ser abordados de acordo com o grau de complexidade levando em consideração as
diferenças de entendimento e de relações entre os conteúdos estruturantes, específicos e articuladores
(complementares), em cada série do Ensino Médio.
Nesta linha de raciocínio, os conteúdos são trabalhados de forma simultânea, considerando a espiralidade do
conhecimento, tendo como base os mesmos dados, mas com diferentes graus de aprofundamento e complexidade
de acordo com as séries.
Assim, a metodologia crítico-superadora pressupõe a utilização de estratégias de ensino, abaixo descrita:
a) Prática social – ponto de partida do trabalho do professor é ter interesse por aquilo que o aluno já conhece sobre
o tema a ser desenvolvido. O interesse do professor por aquilo que o aluno já conhece sobre o tema a ser
desenvolvido. O interesse do professor por aquilo que os alunos já conhecem é uma ocupação prévia sobre o tema
que será desenvolvido. É um cuidado preliminar que visa saber quais as ―pré-ocupações‖ que estão nas mentes e
nos sentimentos dos escolares. Isso possibilita ao professor desenvolver um trabalho pedagógico mais adequado, a
fim de que os educandos, nas fases posteriores do processo, apropriem-se de um conhecimento significativo para
suas vidas. (GASPARIM, 2002).
b) Problematização - trata-se de um desafio. É a criação de uma necessidade para que o educando, por meio de
sua ação, busque o conhecimento. É o momento que a prática social é posta em questão, analisada, interrogada,
levando em consideração o conteúdo a ser trabalhado e as exigências sócias de aplicação desse conhecimento.
(GASPARIN, 2002)
c) Instrumentalização – é o caminho por meio do qual o conteúdo sistematizado é posto à disposição dos alunos
para que o assimilem e o recriem e, ao incorpora-lo, transformem-no em instrumento de construção pessoal e
profissional. (GASPARIN, 2002)
d) catarse - é a fase em que o educando sistematiza e manifesta o que assimilou, isto é, que assemelhou a si
mesmo, os conteúdos e os métodos de trabalhos usados na fase anterior. Agora traduz oralmente ou por escrito a
compreensão que teve de todo processo de trabalho. Expressa sua nova maneira de ver o conteúdo e a prática
social. É capaz de entende-lo em um novo patamar, mais elevado, mais consistente e mais bem estruturado
(GASPARIN, 2002).
e) Retorno à prática social – é o ponto de chegada do processo pedagógico na perspectiva histórico-crítica.
Representa a transposição do teórico para o prático dos objetivos da unidade de estudo, das dimensões do conteúdo
e dos conceitos adquiridos. Professor e alunos modificam-se intelectualmente e qualitativamente em relação a suas
concepções sobre o conteúdo que reconstruíram, passando de um estágio de menor compreensão científica a uma
fase de maior clareza e compreensão dessa mesma concepção dentro da totalidade. (GASPARIN, 2002)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será um processo formativo, permanente e cumulativo, que o professor estará organizando e
reorganizando o seu trabalho tendo no horizonte as diversas manifestações corporais, evidenciadas nas formas de
ginástica, do esporte, dos jogos, da dança e das lutas, levando os alunos a refletirem e a se posicionarem
criticamente com o intuito de construir uma suposta relação com o mundo.
Além disso, o processo de avaliação deve ser flexível, de modo a atingir os alunos especiais, valorizando as
habilidades individuais e respeitando os limites e cada um para que a inclusão seja trabalhada de maneira a
propiciar o desenvolvimento potencial do educando incluso.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- APOSTILA DA SEED – Diretrizes curriculares para o ensino da Educação Física - Julho de 2006.
- ALMEIDA, Paulo Nunes. Técnicas e Jogos Pedagógicos. São Paulo, 1987. Edições Loyola.
- BREGOLATO, Roseli A. – Textos de Educação Física para a Sala de Aula. Cascavel, 1994. Ed. Assoite.
- NETO. João O. Machado. Nutrição e Exercício. Rio de Janeiro. 1994. Ed. Sprint.
- TEIXEIRA. Hudson. Ventura. Educação Física e Desportos. São Paulo. 1996. Ed. Saraiva.
- PARECER Nº CNE/CP 003/2004. Brasilia, MEC. 2004.
- MORAES, A.C. Orientações Curriculares do Ensino Médio.
- COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo. 1992.
- BRACHT. V. As Ciências do Esporte no Brasil. Campinas/SP. Autores associados, 1996.
- BETTI, M. Educação Física Escolar. Uma proposta de diretrizes pedagógicas. In Revista Mackenzie de Educação
Física e Esporte. São Paulo, 1981.
- DAOLO. J. Educação Física e o conceito de cultura. Campinas/SP. Autores associados. 2004.
- KUZ. E. Didática da educação física.Ijui. Editoa Unijui, 2003.
- BARRETO D. Dança ensino, sentidos e possibilidades na Escola. Campinas, autores associados, 2004.
- CASTELLANI, Filho, L. Educação física no Brasil. Campinas, Papirus, 1991.
- CASTELLANI, Filho, L. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo, 1992.
- ESCOBAR, M. Cultura corporal na Escola. Revista Motrivência. Florian[opolis. Ijui. 1995.
- LIBÂNIO, J. C. Democratização da Escola Pública. A pedagogia Crítico-social dos conteúdos. São Paulo.
Loyola, 1985.
- NOZAKI, H.T. Educação Física e reordenamento no mundo do trabalho, mediações da regulamentação da
profissão. Tese de doutorado – Niterói. UFF. 2004.
- TABORDA DE OLIVEIRA. Marcus A. Existe espaço para o ensino da Educação Física na escola básica. Pensar
a prática. Goiânia. 1998.
Proposta Curricular da Disciplina de
Ensino Religioso - EF
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE ENSINO RELIGIOSO
Compreender a história do Ensino Religioso é entendê-lo no bojo da educação desenvolvida nas múltiplas relações
do contexto político-educacional.
O Ensino, Religioso no espaço escolar, era tradicionalmente o ensino da Religião Católica Apostólica Romana,
então religião oficial, como determinava a Constituição de 1824. Com a República, o ensino passou a ser laico,
público, gratuito e obrigatório, e a hegemonia católica foi rejeitada. A partir da Constituição de 1934 o Ensino
Religioso passou a ser admitido na escola pública, com matrícula facultativa. Nas constituições de 1937, 1946 e de
1967 foi mantido como matéria do currículo, com freqüência facultativa para o aluno e de caráter confessional, de
acordo com a profissão de fé da família. Na década de 60, surgiram os debates sobre a questão da liberdade e a
diversidade religiosa e o Ensino Religioso perdeu sua função catequética. Porém, na prática, não foi que aconteceu,
pois estava à mercê da crença individual de quem ministrava as aulas, no caso, voluntários e em caráter proselitista,
uma vez que não existiam cursos de licenciatura para professores. Na LDB, lei 4024/61 o Ensino Religioso era
facultativo, sem ônus para o poder público e deveria ser ministrado de acordo com a confissão religiosa do aluno.
Na 5692/71, continuou facultativo e constituía disciplina dos horários dos estabelecimentos oficiais de 1º e 2º graus
a partir da criação da Associação Interconfessional de Curitiba ASSINTEC, que se preocupou em elaborar material
pedagógico e cursos de formação continuada. Em 1973, a SEED designou a ASSINTEC como intermediária entre
a Secretaria e os Núcleos Regionais de Educação; foi instituído o Serviço de Ensino Religioso. Em 1976, pela
resolução nº 754/76, foram autorizados os cursos de atualização e disponibilizado aos professores um conjunto de
apostilas intituladas ―Crescerem em Cristo‖. No ano de 1981, surgiu o projeto ―Diga sim‖ como forma de ampliar a
formação e favorecer a preparação dos temas a serem trabalhados. Também houve o I Simpósio de Educação
Religiosa no CETEPAR, onde se levantou a necessidade de contribuir com as discussões realizadas na Constituinte
e garantir um novo espaço para a Educação Religiosa na legislação brasileira. Em 1987, iniciou-se o curso de
especialização em Pedagogia Religiosa com carga horária de 360 horas, numa parceria SEED, ASSINTEC e
PUC/PR. As discussões iniciadas na Constituinte foram intensificadas com a promulgação da Constituição de
1988, por meio da organização de um movimento nacional para garantir o Ensino Religioso como disciplina
escolar. Em 1992, foi publicado um caderno para o Ensino Religioso seguindo os moldes do Currículo Básico,
elaborado pela ASSINTEC com a colaboração da SEED. A LDBEN 9294/96, art. 33, estabelece o Ensino
Religioso como parte integrante da formação básica, com matrícula facultativa; disciplina dos horários normais das
escolas públicas de Educação Básica; assegura o respeito à diversidade cultural e religiosa, sem quaisquer formas
de proselitismo.
OBJETIVOS GERAIS
A disciplina de Ensino Religioso vem subsidiar o educando no entendimento do fenômeno religioso presente no
cotidiano e que se manifesta de diferentes formas, as quais ele (o educando) experimenta, observa e relaciona com
o seu contexto.
Na pluralidade cultural e religiosa do ambiente escolar, o Ensino Religioso, por meio dos conteúdos desenvolvidos,
desencadeará o diálogo como realidade que se estabelece a partir da palavra de diferentes, que contribuirá para a
formação de identidades afirmativas e presentes necessárias à vida cidadã, a reverência no sentido mais amplo e
profundo da consciência do direito que cada um tem a essa diferença. Uma visão mais ampliada do conhecimento
religioso tem como pressuposto a relação do homem com o transcendente. Na busca de encontrar a coerência para
sua concepção de mundo, o educando deverá adquirir instrumentos universais que o auxiliarão sua superação das
contradições das respostas isoladas; no fortalecimento da sua experiência pessoal, que o levará à liberdade religiosa
e opção de fé, dentro de uma atmosfera de respeito e reverência às diferenças.
CONTEÚDOS
5ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Paisagem Religiosa
Símbolo
Texto Sagrado
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
O Ensino Religioso na Escola Pública.
- Orientações legais
- Objetivos
- Principais diferenças entre as aulas de Religião e o Ensino Religioso como disciplina Escolar.
I RESPEITO À DIVERSIDADE RELIGIOSA
Instrumentos legais que visam assegurar a liberdade religiosa.
- Declaração Universal dos Direitos Humanos e Constituição Brasileira: respeito à liberdade religiosa
- Direito a professar fé e liberdade de opinião e expressão
- Direito à liberdade de reunião e associação pacíficas
- Direitos Humanos e sua vinculação com o Sagrado
II LUGARES SAGRADOS
Caracterização dos lugares e templos sagrados: lugares de peregrinação, de reverência, de culto, de
identidade, principais práticas de expressão do sagrado nestes locais.
- Lugares na natureza: Rios, lagos, montanhas, grutas, cachoeiras, etc.
- Lugars construídos: Templos, Cidades sagradas, etc.
III TEXTOS ORAIS E ESCRITOS – SAGRADOS
Ensinamentos sagrados transmitidos de forma oral e escrita pelas diferentes culturas religiosas.
- Literatura oral e escrita (Cantos, narrativas, poemas, orações, etc.)
Exemplos: Vedas – Hinduismo, Escrituras Bahá´ís – Fé Bahá´l, Tradições Orais Africanans, Afro-
brasileiras e Ameríndias, Alcorão – Islamismo, etc.
IV ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS
As organizações religiosas compõem os sistemas religiosos organizados institucionalmente. Serão
tratadas como conteúdos, destacando-se as suas principais características de organização, estrutura e
dinâmica social dos sistemas religiosos que expressam as diferentes formas de compreensão e de
relações com o sagrado.
- Fundadores e/ ou Líderes Religiosos.
- Estruturas Hierárquicas.
Exemplos de OrganizaçõesReligiosas Mundiais e Regionais: Budismo (Sidarta Gautama),
Confucionismo (Confúcio), Espiritismo (Allan Kardec), Taoísmo (Lao Tsé), Etc.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21
6ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Paisagem Religiosa
Símbolo
Texto Sagrado
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
I UNIVERSO SIMBOLICO RELIGIOSO
Os significados simbólicos dos gestos, sons, formas, cores e textos:
- Nos Ritos
- Nos Mitos
- No cotidiano
Exemplos: Arquitetura Religiosa, Mantras, Paramentos, Objetos, Etc.
II RITOS
São práticas celebrativas das tradições/manifestações religiosas, formadas por um conjunto de rituais.
Podem ser compreendidos como a recapitulação de um acontecimento sagrado anterior, é imitação,
serve à memória e à preservação da identidade de diferentes tradições/manifestações religiosas e
também podem remeter a possibilidades futuras a partir de transformações presentes.
- Ritos de passagem
- Mortuários
- Propiciatórios
- Outros
Exemplos: Dança (Xire) – Candomblé, Kiki (kaingang – ritual fúnebre), via sacra, Festejo indígena de
colheita, Etc.
III FESTAS RELIGIOSAS
São os eventos organizados pelos diferentes grupos religiosos, com objetivos diversos: confraternização,
rememoração dos símbolos, períodos ou datas importantes.
- Peregrinações, festas familiares, festas nos templos, datas comemorativas.
Exemplos: Festa do Dente Sagrado (Budismo), Ramada (Islâmica), Kuanup (indígena), Festa de Iemanjá
(Afro-brasileira), Pessach (Judaísmo), etc.
IV VIDA E MORTE
As respostas elaboradas para vida além da morte nas diversas tradições/manifestações religiosas e sua
relação com o sagrado.
- O sentido da vida nas - Além Morte
tradições/manifestações religiosas - Ancestralidade – vida dos antepassados
- Reencarnação – espíritos dos antepassados se tornam
- Ressurreição – ação de voltar à vida presentes
- Outras interpretações.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21
METODOLOGIA
Os conteúdos serão abordados numa nova proposta que tem como objeto de estudo o Sagrado. Este servirá de base
para os outros conteúdos. Será assegurada a especificidade dos mesmos, sem desconsiderar a sua aproximação com
as demais áreas do conhecimento.
Todo o conteúdo a ser tratado nas aulas de Ensino Religioso contribuirá para a superação: do preconceito à
ausência ou à presença de qualquer crença religiosa; de toda forma de proselitismo, bem como da discriminação de
qualquer expressão do Sagrado. Ou seja, a construção, a reflexão e a socialização do conhecimento religioso
deverão favorecer a formação integral do educando e o convívio com o diferente.
A linguagem a ser utilizadas nas aulas será a pedagógica e não a religiosa, de modo a respeitar o direito à liberdade
de consciência e opção religiosa de educando, pois serão destacados os aspectos científicos do universo cultural do
Sagrado e da diversidade sócio-cultural, ou seja, a base teórica que compõe o universo das diferentes culturas nas
quais se firmam o Sagrado e suas expressões coletivas.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O Ensino Religioso não se constitui como objeto de reprovação, bem como não terá registro de nota ou conceitos
na documentação escolar, isso se justifica pelo seu caráter facultativo.
Caberá ao professor implementar práticas avaliativas que permitam acompanhar o processo de apropriação de
conhecimentos pelo aluno e pela classe, tendo como parâmetro os conteúdos tratados e os seus objetivos.
Buscar-se-á com o processo avaliativo identificar em que medida os conteúdos passam a ser referenciais para a
compreensão das manifestações do Sagrado pelos alunos: relação respeitosa com os colegas que têm opções
religiosas diferentes da sua; reconhecimento do fenômeno religioso como um dado da cultura e da identidade de
cada grupo social‘ emprego de conceitos adequados para referir-se às diferentes manifestações do Sagrado.
No processo formal de registro do processo avaliativo, o professor adotará instrumentos que permitam à escola, ao
aluno, aos pais ou responsáveis, identificarem os processos obtidos na disciplina. Assim o aluno terá a
oportunidade de retomar os conteúdos e perceber que a apropriação dos conhecimentos dessa disciplina lhe
possibilitará conhecer e compreender melhor a diversidade cultural da qual a religiosidade é parte integrante.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ELIADE, Mircea. O Sagrado e o profano: a essência das religiões. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
JUNQUIERA, Sérgio Rogério Azevedo. (orgs.) Conhecimento local e conhecimento universal: pesquisa,
didática e ação docente. Curitiba, Champagnat, 2004.
OTTO, R. O Sagrado. Lisboa. Edições 70, 1992.
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares do Ensino Religioso. Versão Preliminar.
Julho, 2006.
Proposta Curricular da Disciplina de
Geografia – EF
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE GEOGRAFIA - EF
Desde os tempos mais remotos, o saber geográfico estava vinculado às descrições das paisagens e à cartografia.
Durante a Idade Média (século XII a XV ) , destacou-se a evolução do conhecimento cartográfico.
Com o Colonialismo, a Geografia ampliou-se no sentido de catalogar dados sobre os novos territórios recém
descobertos, mas, até o século XIX, a Geografia não havia se sistematizado.
No Imperialismo, (século XIX), várias sociedades geográficas foram criadas (organizavam expedições científicas)
, que subsidiaram, mais tarde , o surgimento das escolas nacionais de pensamento geográfico, com destaque para a
alemã e a francesa.
A Geografia só se tornou ciência no século XIX, com destaque para Ratzel ( 1844 – 1904).
No Brasil o pensamento geográfico esteve presente desde a colonização, com o intuito de descrever o espaço
geográfico, mapear a colônia e localizar os portos para exportação da produção.
Somente no século XX as pesquisas e a ciência geográfica começaram a aparecer de forma mais efetiva. A partir
de 1920, no Brasil, a Geografia foi considerada conhecimento científico. Mas somente após a Revolução de 30, o
ensino e a pesquisa de Geografia no Brasil, se institucionalizaram.
Durante um longo período a Geografia escolar teve um caráter decorativo, focada na descrição de paisagens e no
fortalecimento do nacionalismo. Estas características da Geografia escolar perduraram até os anos 60 do século
XX.
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, o mundo inicia uma Nova Ordem Mundial e os enfoques da geografia
começam a mudar.
Nos anos 70 e 80, as transformações políticas mundiais e nacionais, especialmente com o fim da bipolaridade,
levaram as outras reformulações do pensamento geográfico, estimulando a criticidade e relacionando questões
sócio-econômicas, sócio-ambientais e culturais.
Na atualidade, percebemos o saber geográfico voltado para a humanidade e a natureza, estimulando, além da
criticidade, o exercício da cidadania, motivando para o ―pensar‖ e para a busca do conhecimento científico,
compreendendo ―o que ‘‘ acontece ao nosso redor , mas também ―porque‖ acontece, inventando e reinventando
possibilidades de convivência harmônica entre o ser humano e a natureza‖.
OBJETIVO GERAL
Conhecer e compreender o quadro natural, social e econômico do mundo, posicionando-se criticamente como
agente integrante e transformador do espaço e percebendo-o como resultado da ação humana. Assim, busca-se
desenvolver no aluno a consciência espacial e a leitura geográfica..
CONTEÚDOS
5ª SÉRIE
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
A Dimensão Econômica da Produção do/no espaço.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Lugar e paisagem
O Espaço Geográfico em formação
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
A Dimensão Socioambiental
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
A Terra e o Universo: estrelas, galáxias, sistema solar, Lua e a conquista espacial.
Os movimentos da Terra no Universo e suas conseqüências: rotação: orientação,
Coordenadas geográfica, fusos horários. Translação: estação do ano.
A Cartografia.
As Rochas e minerais: placas tectônicas
O relevo: agentes modificadores do relevo, formas do relevo, formas do relevo do Brasil.
Rios e bacias hidrográficas: hidrosfera, oceano e mares, águas subterrâneas classificação, fenômenos
atmosféricos e mudanças climáticas: camadas da atmosfera, tempo e clima, pressão atmosférica, massas
de ar.
Circulação e poluição atmosférica
Desmatamento: Paisagens vegetais: paisagens equatoriais e tropicais, paisagens Temperadas, paisagens de
altas latitudes.
Biosfera.
6ª SÉRIE
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DIMENSÃO ECONÔMICA DA PRODUÇÃO DO/NO ESPAÇO.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Os setores da economia ( Setores Primário, Secundário e Terciário );
Agroindústria ( A agroindústria no Brasil e Paraná );
Economia e desigualdade social ( Os indicadores sociais e econômicos do Brasil e Paraná );
Sistema de produção Industrial ( O processo de industrialização e modernização tecnológica no Brasil e
Paraná );
Desigualdades sociais e problemas ambientais ( As desigualdades sociais influenciando a organização
espacial e originando impactos ambientais negativos no Brasil e Paraná );
Urbanização e favelização ( O processo desordenado de urbanização no Brasil e suas conseqüências );
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
GEOPOLÍTICA
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Estado, nação e território ( Conceitos; Regionalização brasileira e paranaense );
Globalização ( Brasil e Paraná inseridos no processo de globalização );
Sistema de circulação de mercadorias, pessoas, capitais e informações ( Interação econômica, social,
intelectual e tecnológica entre as regiões brasileiras, bem como entre o Brasil e o mundo );
Economia e desigualdade social ( As desigualdades econômicas e sociais entre as regiões brasileiras );
Narcotráfico ( O poder paralelo do narcotráfico no Brasil e Paraná );
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DINÂMICA CULTURAL E DEMOGRÁFICA
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Urbanização e favelização ( Regiões metropolitanas no Brasil e Paraná, principais problemas urbanos );
Estrutura etária ( Formação, distribuição, crescimento e estrutura etária da população brasileira e
paranaense );
Fatores e tipos de migração e imigração e suas influências no espaço geográfico ( Movimentos
populacionais brasileiros – migração, imigração e emigração – causas e conseqüências );
Êxodo rural ( Movimentos populacionais brasileiros : área rural e urbana );
Ocupação de áreas irregulares ( MST, Reforma agrária, estrutura fundiária brasileira e paranaense;ocupação
de encostas, várzeas e áreas de preservação permanente );
Os movimentos sociais ( Brasil e Paraná );
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DIMENSÃO SÓCIO-AMBIENTAL
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
O ambiente urbano e rural ( A relação de interdependência entre campo e cidade no Brasil e Paraná );
Desmatamento ( Ecossistemas brasileiros e paranaenses : original e atual );
Rios e bacias hidrográficas ( Distribuição espacial das bacias hidrográficas brasileiras e paranaenses; o
uso, preservação e poluição das águas brasileiras e paranaenses – rios, litoral, aqüíferos...);
Políticas ambientais ( Brasil e Paraná : Legislação ambiental - manutenção e uso racional dos recursos
hídricos, tratamento de esgoto, disponibilidade e desperdício de energia elétrica, o destino correto para
pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes, preservação e recuperação de vegetação ciliar; Agenda 21
Brasileira, Paranaense e Escolar...);
Meio ambiente e desenvolvimento ( Brasil e Paraná : em busca do desenvolvimento sustentável ).
7 ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Geopolítica
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
A Guerra Fria: O mundo em transformação.
O Neoliberalismo
A globalização econômica
Desigualdade dos países: Norte X Sul
Blocos Econômicos: o Mercosul
Narcotráfico: O narcotráfico nos Andes
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
A Dimensão Socioeconômica
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Relevo: O relevo da América do Sul, América Central e Anglo-Saxônica
Rios e bacias hidrográficas: América do Sul, Central e Anglo-Saxônica
Classificação, fenômenos atmosféricos e mudanças climáticas: América do Sul Central e Anglo-
Saxônica.
Desmatamento: A vegetação das Américas
Desigualdade social e problemas ambientais das Américas
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
A Dinâmica cultural demográfica
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Aspectos populacionais da América do Sul, Central e Anglo-Saxônica
Estrutura etária: natalidade, mortalidade e esperança de vida
Urbanização e favelização
Fatores e tipos de migrações e imigração e suas influências no espaço Geográfico.
Formações e conflitos étnico-religiosos e raciais: Estados Unidos e Canadá
A população do México, Estados Unidos e Canadá.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
A dimensão econômica da produção do/no espaço
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
A globalização econômica
Agroindústria: Agropecuária e indústria nas Américas, México e EUA
Economia e desigualdade social nas Américas e Canadá
Dependência tecnológica
O turismo no continente Americano.
8 ª SÉRIE
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DIMENSÃO ECONÔMICA DA PRODUÇÃO DO/NO ESPAÇO.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Influências no espaço geográfico ( Questões ambientais, sociais, econômicas e culturais,influenciando o
cotidiano das populações Européia, Asiática e Africana e reorganizando o espaço constantemente );
Desigualdades sociais e problemas ambientais ( A infra-estrutura e os impactos ambientais nas principais
cidades da Europa, Ásia e África );
Urbanização e favelização ( Crescimento desordenado das cidades na Ásia e África );
Acordos e Blocos Econômicos ( Países Europeus, Asiáticos e Africanos, e seus respectivos Blocos
Econômicos );
Órgãos internacionais ( ONU, Banco Internacional, etc.);
Sistemas de produção industrial ( O processo de industrialização, a distribuição espacial das indústrias e a
mineração na Europa, Ásia e África );
Consumo e consumismo (Diferenciação; A influência do consumismo no cotidiano, na economia e no
espaço social Europeu, Asiático e Africano );
Agroindústria ( Agricultura e indústria interagindo e modificando a organização espacial );
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
GEOPOLÍTICA
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Estado, nação e território ( Regionalização da Europa, Ásia e África );
Globalização ( A inserção e a exclusão das populações Européias, Asiáticas e Africanas no processo de
globalização );
Sistema de circulação de mercadorias, pessoas, capitais e informações ( A interdependência econômica,
intelectual e tecnológica entre os países da Europa, Ásia e África, e o restante do mundo );
Economia e desigualdade social ( A exclusão global salientando as diferenças sociais );
Narcotráfico ( O poder paralelo do narcotráfico na Europa, Ásia e África );
A Guerra Fria ( As mudanças no território Europeu durante e após a guerra fria );
Terrorismo ( O terrorismo no mundo ).
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DINÂMICA CULTURAL E DEMOGRÁFICA
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
História das migrações mundiais ( Histórico geral das migrações mundiais, em especial após a Segunda
Guerra Mundial, com destaque para as populações Européias, Asiáticas e Africanas );
Estrutura etária ( A distribuição espacial, o crescimento e a estrutura etária das populações Européias,
Asiáticas e Africanas );
Fatores e tipos de migração e imigração e suas influências no espaço geográfico (Motivos econômicos,
sociais, intelectuais, raciais e culturais, que estimularam e estimulam as migrações mundiais, em especial
aquelas que envolvem as populações Européias, Asiáticas e Africanas );
Êxodo rural ( O histórico geral das migrações rurais na Europa, Ásia e África );
Os movimentos sociais ( Movimentos sociais de maior destaque na Europa, Ásia e África );
Formação de conflitos étnicos, religiosos e raciais ( Europa, Ásia e África : Xenofobia, Apartheid,
discriminação e preconceito de qualquer natureza, terrorismo...);
Ocupação de áreas irregulares ( conflitos territoriais );
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
DIMENSÃO SÓCIO-AMBIENTAL
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
O ambiente rural e urbano ( Relevo e clima Europeu, Asiático e Africano );
Desmatamento ( Vegetação original e atual da Europa, Ásia e África );
Rios e bacias hidrográficas ( Hidrografia da Europa, Ásia e África e as formas de uso, poluição e
preservação da água );
Políticas ambientais (A participação dos países da Europa, Ásia e África na Agenda 21 Global, medidas
preventivas ou de recuperação, relacionadas a poluição do ar, solo e água, Legislação Ambiental...);
Circulação e poluição atmosférica ( Mudanças climáticas, Aquecimento global, Buraco na camada de
ozônio );
Meio ambiente e desenvolvimento ( A busca pelo desenvolvimento sustentável, com destaque para a
Europa, Ásia e África, inter-relacionando as ações efetivadas ou não nestes continentes, com as ações
realizadas ou não no Brasil );
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21 Escolar, Educação Fiscal, Cultura Africana e Indígena, Educação do Campo ( a serem trabalhados em
todas as séries ).
METODOLOGIA
O encaminhamento metodológico para o ensino de Geografia no Ensino Médio, dar-se-á através de aulas
expositivas, com auxílio de recursos áudio visuais, bem como de aulas práticas, através das pesquisas de campo ou
manipulação de materiais concretos.
Os conteúdos geográficos serão trabalhados de maneira à estimular os educandos para o dinamismo e a criticidade,
motivando-os a pensar e a buscar alternativas para as mais diversas situações cotidianas, percebendo-se como
agente construtor da sociedade e modificador das paisagens, interagindo com o meio em que vive. Isto se aplica a
todos os alunos, inclusive aos portadores de necessidades especiais. Cabe ao professor o bom senso para se utilizar
de metodologias variadas para atender a todas as necessidades de todos os educandos independente de raça, credo,
ideologia ou deficiências, bem como a necessidade de apoio do próprio Sistema Educacional.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação é um precioso meio pelo qual o professor pode acompanhar as manifestações de aprendizagem de seus
alunos, além de verificar a sua própria atuação docente. É de suma importância que a avaliação seja contínua,
formativa e emancipatória, na perspectiva do desenvolvimento integral do aluno. O importante é estabelecer um
diagnóstico correto para cada aluno e identificar as possíveis causas de seus fracassos e/ou dificuldades, visando
uma maior qualificação e não somente uma quantificação na aprendizagem.
A avaliação do aproveitamento escolar deverá ser feita pela observação constante de cada aluno, inclusive aqueles
que possuem necessidades especiais ( respeitando os avanços e limites de cada um ), em diferentes experiências de
aprendizagem, tais como: debates, experiências cotidianas, testes orais e escritos, tarefas específicas, interpretação
e produção de textos, confecção e interpretação de mapas, maquetes, gráficos e tabelas, pesquisas teóricas e
práticas, participação em trabalhos coletivos e/ou individuais, entrevistas, seminários, palestras, projetos,
atividades cívicas e outras formas que se mostrarem aconselháveis e de aplicação possível, cumprindo a sua
finalidade educativa de ser permanente e cumulativa.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
2006 Secretaria de Estado da Educação Superintendência da Educação.
Atlas Escolar e Didático DCL, censo 2000, São Paulo.
BOLIGIAN, Levon et ali. Espaço e Vivência Volumes I, II, III e IV. Editora Atual. São Paulo,
CAMARGO, João Borba de, Geografia Física, Humana e Econômica do Paraná. Maringá, 2001, 4ª edição.
GARAVELLO e GARCIA. Volumes I, II, III e IV, Editora Scipione. São Paulo, 2005.
GIGOLINI, et ali, Adilar. Quadro Natural, Transformações territoriais e Economia. Ed. Saraiva.
São Paulo, 2001, 2ª ed.
TÉRCIO, Lúcia Marina e. Geografia Série Novo Ensino Médio. Ed. Ática. São Paulo, 2005, 2ª
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares de Geografia para o Ensino
Fundamental. Versão Preliminar. Julho, 2006.
Proposta Curricular e Planejamento Anual
da Disciplina de História – EF
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE HISTÓRIA
A disciplina de História destacava a política européia, brasileira e citava o trabalho pacífico do escravo e os povos
indígenas sob a ótica do bom selvagem.
Com a democratização do país, com o fim da ditadura, esta disciplina passou a ser novamente objeto de debates,
quanto as suas finalidades e relevância, na formação política, herdada do século XIX e na década de 60 e 70, era
aplicada em forma tecnicista.
A partir da década de 80, houve o processo de redemocratização, implantando o ensino de Estudos Sociais, que já
era anteriormente contestado, nos anos 90, crescem os debates, dentro de uma pedagogia histórico-crítica, deixando
a escola-eurocêntrica, e compreende a formação social do capitalismo ocidental em sua realidade.
A historiografia social, pautada no materialismo, histórico dialético, valorizava as ações dos sujeitos em relação às
estruturas em mudança que demoram o processo histórico das sociedades.
Também embasada na pedagogia histórico-crítica dos conteúdos, apresentava uma proposta curricular de história
que apontava para a organização dos conteúdos, a partir do estudo da formação do capitalismo no mundo ocidental
e a inserção do Brasil nesse quadro de forma integrada, por meio da retomada da historiografia social ligada ao
materialismo histórico dialético.
Depois de dividir em: História do Brasil e Geral, voltar a ter uma visão eurocêntrica da história.
De forma geral, os documentos curriculares para o Primeiro e Segundo Graus, não superavam a história linear e
cronológica como haviam proposto, uma vez que enfatizavam exageradamente as análises políticas e econômicas
de história.
Devido a falta de uma orientação curricular comum, os professores de História viram de forma isolada em
organizar os conteúdos enfraquecendo no sentido de pertencimento a rede pública estadual; contribuindo para a
aceitação dos livros didáticos como referência para a organização dos currículos escolares, sendo os PCN‘S,
implantado de forma autoritária, tendo eles como preocupação formar cidadãos, preparados para exigências
científicas tecnológicas, da sociedade contemporânea preparando o indivíduo para o trabalho.
O propósito da SEED, era superar os problemas do currículo da disciplina de história, tornando obrigatório no
fundamental e médio, os conteúdos de História do Paraná e a obrigatoriedade da História e Cultura afro-brasileira.
O ensino de História na Educação Básica pode se beneficiar dessa corrente historiografia, na medida em que esta
valoriza a diversificação dos documentos na construção do conhecimento histórico, permitindo também relações
interdisciplinares com outras áreas de conhecimento.
Entende-se que a História passada possibilita comparar a evolução anterior com as situações de trabalho hoje,
unindo os conteúdos estruturantes, relação de trabalho, relação de poder e relações culturais.
A EXECUÇÃO DO TRABALHO – requer o emprego físico e mental, estes esforços transformarão elementos da
natureza em bens que satisfazem as necessidades humanas.
Assim, o estudo das relações de trabalho no Ensino Médio, devem contemplar diversos tipos de fontes históricas
para que professores e alunos possam perceber a história além dos documentos oficiais.
RELAÇÃO DE PODER – o poder não possui forma de coisa ou de objeto, mas se manifesta como relações sociais
e ideológicas, manifestando as relações daqueles que exercem o poder e a que se submete.
O entendimento que as relações de poder são exercidas nas diversas instâncias socio-histórica, no mundo de
trabalho, as políticas e as diversas instituições, permite ao aluno perceber que estas relações fazem parte de se
cotidiano, e entender quando e onde reagir a medidas em processo de definição.
RELAÇÕES CULTURAIS – as relações culturais são as correspondências dialéticas entre as estruturas materiais e
simbólicas de um determinado contexto histórico.
Esse estudo deve considerar na relação entre diversas sociedades é o que se pode ser chamado de cultura comum.
TEMPO E ESPAÇO – a concepção de tempo de uma sociedade, se articula a consciência histórica que seus
sujeitos possui.
NA ESCOLA – a compreensão dessas múltiplas experiências temporais pode provocar nos alunos o
desenvolvimento de uma consciência histórica, críticas ou genética.
ESPAÇO – o conceito de espaço contextualizado e articula os conteúdos estruturantes aqui propostos.
Um olhar local é um procedimento fundamental para perceber as fissuras nas estruturas sócio-históricas e aponta
caminhos que mapeiam as transformações estruturais que ocorrem durante a constituição do processo histórico.
OBJETIVOS
Suscitar reflexões a respeito dos aspectos políticos, econômicos, culturais, sociais, relações entre o ensino da
disciplina com a produção do conhecimento histórico de cada um.
CONTEÚDOS
5ª SÉRIE
DAS ORIGENS DO HOMEM AO SÉCULO XVI – DIFERENTES TRAJETÓRIAS, DIFERENTES CULTURAS
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Produção do conhecimento histórico A humanidade e a História
O historiador e produção do De onde viemos, quem somos, como
CULTURALDIMENSÕES
conhecimento histórico, sabemos?
Tempo, temporidade,
Fontes, documentos,
Patrimônio material e imaterial
Pesquisa.
Articulação da História com outras áreas do
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
conhecimento.
Arqueologia, antropologia, paleontologia,
geografia, geologia, sociologia, etnologia
e outras.
POLÍTICA ECONÔMICO-SOCIAL
*Observação: o estudo da produção do
conhecimento histórico e a articulação da História
com outras áreas do conhecimento se faz
necessário em todas as séries do ensino
fundamental, não necessariamente no início do ano
letivo como está proposto para a 5ª série.
Arqueologia no Brasil Surgimento, desenvolvimento da humanidade
Lagoa Santa Luzia (MG) e grandes migrações
Serra da Capivara (PI) Teorias do surgimento do homem na
Sambaquis (PR) América
Mitos e lendas da origem do homem
Desconstrução do conceito de Pré-
história
Povos ágrafos, memória e história
oral
Povos indígenas no Brasil e no Praná As primeiras civilizações na América
Ameríndios do território brasileiro Olmecas, Mochicas, Tiwnacus,
Kaigang, Guarani, Xetá e Xokleng Maias, Incas e Asrecas
Ameríndios da América do norte
As primeiras civilizações na África, Europa e
Ásia
Egito, Núbia, Gana e Mali*
Hebreus, gregos e romanos
*Observação: não se trata aqui, de ―esgotar‖
a história destas civilizações, mais sim,
levantar alguns aspectos como religiosidade,
organização social...
A chegada dos europeus na América Península Ibérica nos séculos XIV e XV:
(dês) encontros entre culturas cultura, sociedade e política
Resistência e dominação reconquista do território
o Escravização religiões: judaísmo, cristianismo e
o Catequização islamismo
comércio(África, Ásia, América e
Europa)
Formação da sociedade brasileira e americana Os reinos e sociedade africanas e os contatos
América portuguesa com a Europa
América espanhola Songai, Benin, Ifé, Congo,
América franco-inglesa Monomopata (Zimbabwe) e outros
Organização político-administrativa Comércio
(capitanias hereditárias, sesmarias) Organização política-administrativa
Manifestações culturais (sagrada e Manifestações culturais
profana) Organização Social
Organização social (família patriarcal e Uso de tecnologias: engenho de
escravismo) açúcar, a batea, construção civil...
Escravização de indígenas e africanos
Economia (pau-brasil, cana-de-açucar e Diáspora Africana
minérios)
6ª SÉRIE
DAS CONTESTAÇÕES A ORDEM COLONIAL AO PROCESSO DE INDEPNDÊNCIA DO BRASIL –
SÉCULO XVII AO XIX
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
SOCIAL CULTURALDIMENSÕES
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
Expansão e consolidação do território Consolidação dos estados nacionais europeus e
POLÍTICA ECONÔMICA –
Missões Reforma Pombalina
Bandeiras Reforma e contra-reforma
Invasões estrangeiras
Colonização do território ―paranaense‖
Economia
Organização social
Manifestações culturais
Organização política-administrativa
Movimentos de contestação Independência das treze colônias inglesas da
Quilombos América do Norte
Irmandades: manifestações religiosas- Diáspora africana
sincretismo
Revoltas Nativistas e Nacionalistas Revolução Francesa
Inconfidência mineira Comuna de Paris
Conjuração baiana
Revolta da cachaça
Revolta do maneta
Guerra dos mascates
Chegada da família real ao Brasil Invasão napoleônica na Península Ibérica
De Colônia à Reino Unido
Missões artístico-científicas
Biblioteca nacional
Banco do Brasil
Urbanização na Capital
Imprensa régia
O processo de independência do Brasil O processo de independência das Américas
Governo de Dom Pedro I Haiti
Constituição outorgada de 1824 Colônias espanholas
Unidade territorial
Manutenção do Equador
Província cisplatina
Haitianismo
Revoltas regenciais:
Malês, Sabinada, Balaiada,
Cabanagem, Farroupilha
7ª SÉRIE
PENSANDO A NACIONALIDADE: DO SÉCULO XIX AO XX – A CONSTITUIÇÃO DO IDEÁRIO DE
NAÇÃO NO BRASIL
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
A construção na Nação Revolução Industrial e relações de trabalho (XIX
Governo de D. Pedro II e XX)
Criação do IHGB Luddismo
Lei de Terras, Lei Euzébio de Queiroz – Socialismo
1850 Anarquismo
POLÍTICA ECONÔMICA –SOCIAL
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
Início da imigração européia
Definição do território Relacionar: Taylorismo, Fordismo, Toyotismo
CULTURALDIMENSÕES
Movimento Abolicionista e
emancipacionista
Emancipação política do Paraná ( 1853)
Economia
Organização social
Manifestações culturais
Organização política-administrativa
Migrações: internas (escravizados, libertos
e homens livres pobres) e externas
(europeus)
Os povos indígenas e a política de terras
A Guerra do Paraguai e/ou a Guerra da Tríplice Aliança
O processo de abolição da escravidão Colonização da África e da Ásia
Legislação
Resistência e negociação Guerra Civil e Imperialismo estadunidense
Discursos Carnaval na América Latina : entrudo, murga e
Abolição candomble
Imigração – senador Vergueiro
Branqueamento e miscigenação
(Oliveira Vianna, Nina Rodrigues,
Euclides da Cunha, Silvio Romero, no
Brasil, Sarmiento na Argentina)
Os primeiros anos da República Questão Agrária na América Latina
Idéias positivistas Revolução Mexicana
Imigração asiática
Oligarquia, coronelismo, e clientelismo Primeira Guerra Mundial
Movimentos de contestação : campo e
cidade Revolução Russa
Movimentos messiânicos
Revolta da vacina e urbanização do Rio de
Janeiro
Movimento operário: anarquismo e
comunismo
Paraná:
Guerra do contestado
Greve de 1917 - Curitiba
Paranismo: movimento regionalista-
Romário Martins , Zaco Paraná,
Langue de Morretes, João Turim
8 ª SÉRIE
REPENSANDO A NACIONALIDADE BRASILEIRA: SO SÉCULO XX AO XXI – ELEMENTOS
CONTITUTIVOS DA CONTEMPORANEIDADE
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
A semana de 22 e o repensar da nacionalidade Crise de 29
CULTURALDIMENSÕES
Economia
Organização social
Organização político-administrativa
Manifestações culturais
Coluna prestes
A ―Revolução‖ de 30 e o Período Vargas (1930 a
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
Ascensão dos regimes totalitários na Europa
1945)
Movimentos populares na América Latina
Leis trabalhistas
Voto feminino Segunda Guerra Mundial
POLÍTICA ECONÔMICA –SOCIAL
Ordem e disciplina no trabalho
Mídia e divulgação do regime
Criação do SPHAN, IBGE
Futebol e carnaval
Contestações à ordem
Integralismo
Participação do Brasil na II Guerra Mundial
Populismo no Brasil e na América Latina Independência das colônias afro-asiáticas
Cárdenas – México Guerra Fria
Perón – Argentina
Vargas, JK, Jânio Quadros e João Goulart -
Brasil
Construção do Paraná Moderno Guerra Fria
Governo de
Manoel Ribas, Moyses Lupion, Bento
Munhoz da Rocha Netto e Ney
Braga
Frentes de colonização do Estado, criação da
estrutura administrativa
Copel, Banestado, Sanepar, Codepar...
Movimentos culturais
Movimentos sociais no campo e na cidade
Ex.: Revolta dos colonos década de 50
– Sudoeste
Os xetá
O regime militar no Paraná e no Brasil Guerra Fria e os Regimes Militares na América
Repressão e censura, uso ideológico dos meios Latina
de comunicação Política e boa vizinhança
O uso ideológico do futebol na década de 70 Revolução Cubana
O tricampeonato mundial 11 de setembro no Chile e a deposição de
A criação da liga nacional(campeonato Salvador Allende
brasileiro) Censura aos meios de comunicação
Cinema Novo O uso ideológico do futebol na década de 70
Teatro A copa Argentina - 1978
Itaipu, Sete Quedas e a questão da terra
Movimentos de contestação no Brasil Movimentos de contestação no mundo
Resistência armada Maio de 68 – França
Tropicalismo Movimento Negro
Jovem Guarda Movimento Hippie
Novo sindicalismo Movimento Homossexual
Movimento Estudantil Movimento feminista
Movimento Punk
Movimento Ambiental
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS COMPLEMENTARES
Paraná no contexto atual
Redemocratização Fim da bipolarização mundial
Constituição de 1988 Desintegração do bloco socialista
Movimentos populares rurais e urbanos : MST Neoliberalismo
(Movimento dos Sem Terra), Globalização
MNLM 11 de setembro nos EUA
(Movimento Nacional de Luta
pela Moradia), CUT (Central África e América Latina no contexto atual
Única dos Trabalhadores),
Marcha Zumbi dos Palmares, etc.,
Mercosul
Alca
O Brasil no contexto atual
A comemoração do ―500 anos do Brasil‖: análise e reflexão
METODOLOGIA
Ensinar história é ensinar a fazer História. Primeiramente, no processo de ensinar História o professor
tem que dominar como se dá a produção histórica. Reconstruindo permanentemente o próprio processo
de pesquisa, o qual está presente em sua prática pedagógica.
Para tanto, deverá entender a construção do conhecimento histórico a partir de critérios estabelecidos
de acordo com a dimensão política, econômica-social e cultural,as quais determinaram os valores
predominantes em diferentes épocas.
Neste sentido, o professor direcionará sua prática visando fortalecer cada vez mais as relações entre o
que se ensina, se pesquisa e se produz.
Nessa perspectiva, a metodologia para o ensino de História deve estimular o aluno a:
- ter interesse pelos acontecimentos do mundo;
- ter uma atitude crítica e reflexiva dos fatos veiculados pelos meios de comunicação;
- ser ator do processo histórico;
-desenvolver a capacidade de ver, ler e escutar;
- sistematizar informações.
Cabe lembrar que o aspecto processual da história está intimamente relacionada com o momento atual.
Consequentemente, não deve apenas ser entendida como acumulação de fatos, datas e
acontecimentos do passado. Portanto, ao propor o ensino de História com perspectiva crítico-
dialética, colocando-nos como sujeitos do processo, significa que ao planejar sua ação pedagógica, o
professor deverá:
- retomar permanentemente com seu aluno como se dá a construção do conhecimento histórico;
- possibilitar acesso as diferentes interpretações de um mesmo acontecimento histórico para
entender diferentes contextos, tendo como referência as limitações apresentadas pelo livro
didático;
- a produção do conhecimento histórico possibilita a explicação do passado e a compreensão do
presente;
- viabilizar acesso a rica produção historiográfica;
- valorização e contribuição na preservação de documentos, museus, bibliotecas, acervos privados
e públicos de fotografias, documentos escritos e audiovisuais;
- reconhecimento do trabalho realizado pelos historiadores. Nesse sentido, o professor utilizará
atividades individuais e/ou coletivas, as quais despertem o interesse do aluno em aprender,
estimulando-o a ser crítico, proponha soluções para problemas, por meio de debates,
questionamentos, pesquisas, coleta de dados, identificando semelhanças e diferenças e
classificando... Visando o desenvolvimento do raciocínio, ou seja, a permanente reflexão
contribuindo para a construção da consciência histórica, fator determinante na sua formação com
agente de transformação social.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A medida que buscamos resgatar o ensino de História na perspectiva crítica- dialética, devemos
estabelecer coerência entre sua concepção e as práticas avaliativas, as quais fazem parte do processo
ensino/aprendizagem.
Neste sentido, a avaliação é um processo amplo de aprendizagem, indissolúvel do todo que envolve
responsabilidade do professor e do aluno. A partir desse pressuposto, necessita-se, sobretudo, de uma
avaliação contínua, formativa e emancipatória, na perspectiva do desenvolvimento integral do aluno. O
importante é estabelecer um diagnóstico correto para cada aluno e identificar as possíveis causas de
seus fracassos e/ou dificuldades visando uma maior qualificação e não somente uma quantificação.
Sendo assim, a avaliação formativa não tem como objetivo classificar ou selecionar o aluno.
Fundamenta-se no processo de aprendizagens significativas e funcionais que se aplicam em seus
diversos contextos e se atualizam quando for preciso para que o aluno continue a aprender.
A fundamental ferramenta pedagógica que contribui para o desenvolvimento do aluno e a oferta de um
ensino de qualidade é a avaliação, ou seja, significa conhecer melhor o aluno e ensinar melhor.
Segundo Hoffman (2000), avaliar nesse novo paradigma é dinamizar oportunidades de ação-reflexão,
num acompanhamento permanente do professor e este deve proporcionar ao aluno em sua forma de
apreendência, reflexão acerca do mundo, formando seres libertários e participativos na construção de
verdades formuladas e reformuladas.
Desse modo, o professor deve valorizar nas experiências propostas ao aluno, o processo de aprender a
aprender, a criticidade, a reflexão como premissa da construção da consciência histórica, o
reconhecimento de si e do outro como atores do processo histórico, e por fim, avaliar o desempenho
individual e/ou coletivo nas diversas práticas escolares, identificando as lacunas no processo
ensino/aprendizagem para corrigir rumos e planejar, visando a superação das dificuldades constatadas.
Cabe ao professor discutir de forma individual e/ou coletiva com o aluno os critérios adotados, a função
da avaliação e a tomada de decisão a partir dos resultados obtidos. Tornando a aprendizagem e a
avaliação um fenômeno compartilhado, onde os próprios alunos após definidas as condutas e o
professor explicar porque e para que essa prática, e determinando que aspecto cada um deve se
avaliar.
As auto-avaliações podem ser orais ou escritas, onde o aluno expõe sua análise, discute com o
professor e/ou colegas, relata ou aponta seus sucessos e dificuldades. Este é mais um instrumento
para melhorar o trabalho docente e promover a autonomia do aluno, colocando-o como sujeito da
própria educação.
Portanto, a avaliação é fundamental como processo dialógico, interativo tornando o aluno também um
ser crítico e participativo.
A avaliação do aproveitamento escolar deverá ser realizada pela observação constante de cada aluno
em diferentes experiências de aprendizagem, tais como; debates, questionamentos, resolução e
proposição de situações-problemas, pesquisas, coletas de dados, identificação de semelhanças e
diferenças, tarefas específicas, trabalhos gráficos, participação em trabalhos coletivos e/ou individuais e
outros.
O professor ao ensinar História e definindo suas práticas avaliativas deve de acordo com os conteúdos
trabalhados analisar:
- os conteúdos e conceitos históricos estão sendo apropriados pelo aluno;
- o conceito de tempo foi construído de forma a permitir o estudo das diferentes dimensões e
contextos históricos propostos para este nível de ensino;
- os alunos empregam os conceitos históricos para analisar diferentes contextos históricos;
- compreendem a História como prática social, da qual participam como sujeitos históricos do seu
tempo;
- analisam as diferentes conjunturas históricas, a partir das dimensões política, econômica-social e
cultural;
- compreendem que o conhecimento histórico é produzido com base em um método, da
problematização de diferentes fontes documentais, a partir das quais o pesquisador produz a
narrativa histórica;
- explicita o respeito à diversidade étnico-racial, religiosa, social e econômica, a partir do
conhecimento dos processos históricos que os constituíram;
- compreende que a produção do conhecimento histórico pode validar, refutar ou complementar a
produção historiográfica já existente.
Ressaltamos que outros aspectos podem ser analisados pelo professor como a utilização de outras
formas de avaliação que se mostrarem aconselháveis e de aplicação possível, também voltadas para a
construção do sucesso escolar e tendo a inclusão como princípio e compromisso social.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Apoio de assuntos em Vídeo, DVD‘S, exemplares adquiridos pela escola.
Revista Isto É, Veja, Super Interessante.
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares de História para o Ensino Fundamental.
Versão Preliminar. Julho, 2006.
Proposta Curricular da Disciplina de
Língua Portuguesa – EF
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE LÍNGUA PORTUGUESA
Historicamente a Língua Portuguesa como disciplina escolar passou a integrar os currículos escolares apenas nas
últimas décadas do século XIX, embora a formação do professor nessa disciplina date apenas dos anos 30 do
século XX.
No processo de colonização brasileira houve um confronto de culturas: o branco aprendendo a língua do índio e
vice-versa, decorrente do isolamento em que viviam os primeiros colonos. Nesse período não houve ensino dos
moldes tradicionais da língua como disciplina, essa prática limitava-se ao ensino do latim para a elite.
Em meados do século XVIII, o Marquês de Pombal , tornou obrigatório o ensino da Língua Portuguesa no Brasil e
em Portugual; entretanto, apenas em 1837, foi criado no Brasil, por decreto imperial, o cargo de Professor de
Português. Somente a partir do século XX iniciou-se o processo de democratização do ensino no Brasil e com o
aumento do número de alunos houve um profundo choque entre modelos e valores escolares e a realidade dos
falantes, segundo Faraco, 1997. Isso trouxe para o espaço escolar a presença de registros linguísticos e padrões
culturais diferentes dos até então admitidos na escola.
Com a implantação da Lei 5692/71 o ensino passou a ser voltado à qualificação para o trabalho e a Língua
Portuguesa centrou-se nas teorias da comunicação visando o aprimoramento as capacidades linguísticas do falante.
Surgiram assim, denominações diferentes: Comunicação e Expressão, nas quatro primeiras séries do 1º grau;
Comunicação em Língua Portuguesa, nas quatro últimas séries. Dessa forma o ensino da Língua Portuguesa estava
voltado aos exercícios estruturais, técninas de redação e treinamento de leitura.
Em decorrência desse fácil acesso a escolaridade ocorre segundo Magda Soares a transferência da tarefa do
professor na preparação de aulas e exercícios ao livro didático e, como consequência de uma política salarial
inadequada, houve perda do prestígio do docente e surgiram profissionais de Letras despreparados para o ensino da
língua.
Superada a facilidade do emprego do livro didático (produto cultural) os estudos lingüísticos passaram a centrar-se
no texto e na interação social das práticas discursivas, e dessa forma o ensino da língua deu espaço a questões
contextualizadas valorizando o texto como unidade fundamental de análise, idéias essas que tomaram corpo, no
Brasil, a partir dos anos 80.
Dessa data em diante, os estudos lingüísticos mobilizaram os professores para a discussão e o repensar sobre o
ensino da Língua Materna e para a reflexão sobre o trabalho realizado em sala de aula. Sobre essas reflexões e
discussões foi reestruturado o ensino do 2º grau, em 1988.
Na década de 90, a proposta do Currículo Básico do Paraná fundamentou-se na concepção dialógica e social da
linguagem. E no final dessa década, os PCN‘S propõem uma reflexão para a disciplina de Língua Portuguesa nas
concepções discursivas acerca dos usos da linguagem oral e escrita. Nessa concepção, com a introdução dos
conceitos de habilidades e competências, a leitura é utilitarista, o ler como subsídio ao que e como escrever.
Dessa forma, torna-se imprescindível que haja novos posicionamentos em relação às práticas do ensino de língua,
quer pela discussão, quer pelo envolvimento direto do professores para a construção de novas alternativas.
Nessa nova concepção de ensino de língua, na linguagem o homem se reconhece humano, interage e troca
experiências, compreende a realidade em que está inserido e o seu papel como participante da sociedade. Essas
idéias abriram novos caminhos no campo do trabalho pedagógico com a linguagem verbal surgindo uma nova
abordagem ―Dialógica‖.
Na abordagem dialógica a ação entre sujeitos se dá historicamente e socialmente, pois elas se constituem uns aos
outros em relações dialógicas, ou seja, interação humana que resultará no trabalho e no produto do trabalho.
Nessa perspectiva, toda a reflexão com e sobre a língua, só tem sentido como ponto de partida as experiências
reais, isto é, professor e aluno terão contatos com a multiplicidade de textos que são produzidos e circulam
socialmente. Ele é visto como lugar onde os participantes da interação dialógica se constroem e são construídos.
Todo texto são vozes que se materializam, é ato humano, é linguagem em uso efetivo.
Consideramos que nesta perspectiva ensinar língua portuguesa/Literatura e compreender e produzir textos não só
ao trato verbal (oral e escrito), mas a capacidade de colocar-se em relação as diversas modalidades de linguagem –
oral – escrita - imagem, imagem movimento, gráficos, infográficos - para delas tirarem sentido, tudo isso, é que
chamamos multiletramento.
OBJETIVO GERAL
• Empregar a língua oral em diferentes situações de uso, sabendo adequá-la a cada contexto e
interlocutor, descobrindo as intenções que estão implícitas nos discursos do cotidiano e
posicionando-se diante dos mesmos;
• Desenvolver o uso da língua escrita em situações discursivas realizadas por meio de práticas
sociais, considerando-se os interlocutores, os seus objetivos, o assunto tratado, os gêneros e
suportes textuais e o contexto de produção/leitura;
• Refletir sobre os textos produzidos, lidos ou ouvidos atualizando o gênero e tipo de texto,
assim como os elementos gramaticais empregados na sua organização;
• Aprimorar, pelo contado com os textos literários a capacidade de pensamento crítico e a
sensibilidade estética dos alunos, propiciado através da Literatura, a constituição de um
espaço dialógico que permita a expansão lúdica do trabalho com as práticas da oralidade, da
leitura e da escrita.
CONTEÚDOS
5ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
- Leitura
- Oralidade
- Escrita
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º BIMESTRE
- Linguagem verbal e linguagem não verbal;
- A carta pessoal e cartão postal;
- Texto, parágrafo e frase;
- Estrutura do diálogo;
- As variedades lingüísticas;
- Padrão formal e informal da linguagem;
- A gíria;
- O substantivo;
- Classificação do substantivo.
2º BIMESTRE
- Ortografia: J ou G?, X ou CH?
- O texto descritivo;
- Locução adjetiva;
- Classificação dos artigos;
- Flexão dos artigos.
3º BIMESTRE
- Anúncio;
- Letra, fonema, dígrafo;
- Encontro consonantal;
- Encontro vocálico;
- Divisão silábica;
- O numeral – classificação e flexão;
- Pronome – classificação
- Pronomes pessoais, de tratamento, possessivo, demonstrativo, indefinido e interrogativo.
4º BIMESTRE
- Relato pessoal;
- O texto de opinião;
- Sílaba tônica e átona;
- Palavras oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas;
- Acentuação: oxítonas, paroxítonas e monossílabos;
- Verbo;
- Flexão: número, pessoa, tempo e modo;
- Modelos de conjugação verbal;
- Advérbio.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
- Agenda 21
6ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
- Leitura
- Oralidade
- Escrita
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º BIMESTRE
Leitura, compreensão, interpretação e produção de texto (ponto de vista, textos de opinião, argumentação,
debates, intencionalidade);
Conteúdos gramaticais contextualizados;
Grau dos substantivos e adjetivos;
A estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências);
Formas nominais do verbo;
Verbos regulares e irregulares;
O modo substantivo dos verbos.
2º BIMESTRE
Leitura, compreensão, interpretação e produção de texto (ponto de vista, textos de opinião, argumentação,
debates, intencionalidade);
Conteúdos gramaticais contextualizados;
Coesão (o papel dos conectores);
Morfossintaxe (seleção e combinação das palavras: artigos, substantivos, adjetivos, verbos e advérbios);
Sujeito e predicado;
Acentuação de ditongos e hiatos;
Ortografia;
Tipos de sujeitos;
Concordância verbal;
Verbo de ligação e predicativo do sujeito.
3º BIMESTRE
Leitura, compreensão, interpretação e produção de texto (ponto de vista, textos de opinião, argumentação,
debates, intencionalidade);
Conteúdos gramaticais contextualizados;
A preposição (combinação e contração, valores semânticos das preposições);
Verbos transitivos (objeto direto e objeto indireto) e verbos intransitivos;
Palavras parônimas;
Tipos de pronomes;
Pronomes na função de complementos verbais.
4º BIMESTRE
Leitura, compreensão, interpretação e produção de texto (ponto de vista, textos de opinião, argumentação,
debates, intencionalidade);
Conteúdos gramaticais contextualizados;
Tipos de predicados;
Plural dos substantivos compostos;
Adjunto adnominal;
Adjetivos pátrios e pátrios compostos;
Plural dos adjetivos pátrios;
Adjunto adverbial.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
- Agenda 21
7ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
- Leitura
- Oralidade
- Escrita
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º BIMESTRE
Leitura, compreensão, interpretação de texto (ponto de vista, textos de opinião, textos literários, argumentação,
debates, intencionalidade) e produção textual;
Textos relacionados ao humor: o humor no texto teatral, depoimentos de humoristas, o humor e a crítica social;
A charge;
O texto teatral escrito;
Anedotas;
Tipos de discurso;
O discurso e o contexto discursivo;
Sujeito indeterminado e oração sem sujeito;
Vozes do verbo e agente da passiva.
2º BIMESTRE
Leitura, compreensão, interpretação de texto (ponto de vista, textos de opinião, textos literários, argumentação,
debates, intencionalidade) e produção textual;
A crônica;
A crônica argumentativa;
O discurso citado nos gêneros narrativos;
Denotação e conotação;
O trema e o acento diferencial;
Predicativo do abjeto e o predicativo verbo-nominal;
O modo imperativo e figuras de linguagem.
3º BIMESTRE
Leitura, compreensão, interpretação de texto (ponto de vista, textos de opinião, textos literários, argumentação,
debates, intencionalidade) e produção textual;
Consumismo e publicidade;
Textos publicitários e anúncios;
Coesão e coerência;
Ortografia, a conectividade, a pontuação;
Complemento nominal;
Vocativo e aposto e valores semânticos relacionados aos tópicos citados.
4º BIMESTRE
Leitura, compreensão, interpretação de texto (ponto de vista, textos de opinião, textos literários, argumentação,
debates, intencionalidade) e produção textual;
Textos sobre questão ecológica, valores humanos, consumismo e miséria;
Coesão e coerência na escrita;
A ambigüidade e o vocabulário;
Conjunções coordenadas e subordinativas;
Período simples e composto.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
- Agenda 21
8ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Leitura;
Oralidade;
Escrita.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º BIMESTRE
Compreensão E interpretação
Produção de texto: conto – tempo, espaço, adequação a linguagem
Análise sintática: período simples
Pronomes demonstrativos: emprego
Textos do cotidiano: grafite, pichações
Poesias afrobraseileiras
2º BIMESTRE
Compreensão e interpretação
Produção de texto: a reportagem editorial
Análise sintática: período composto por coordenação e subordinação substantivas adverbiais e adjetivas
Figuras de sintaxe
Verificação: verso, estrofe, métrica, rima e ritmo
Músicas afrobraseleiras
3º BIMESTRE
Compreensão e interpretação
Produção de texto: o texto argumentativo
Coerência e coesão
Estrutura e formação de palavras: derivação, composição, outros processos
Concordância nominal: regra geral, regras especiais
Concordância verbal
Concordância do verbo com o sujeito composto
Concordância do verbo ser
Ritos afrobrasileiros
4º BIMESTRE
Compreensão e interpretação
Produção de texto – dissertação, argumentação
Anúncio
Coerência e coesão
Sintaxe da regência: regência verbal e nominal
A regência – a crase: casos especiais
Colocação pronominal
Lima Barreto: textos
- CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21.
Obs. Esse planejamento é flexível, podendo haver alteração se necessário for.
METODOLOGIA
O ensino da língua requer transformações constantes na ação pedagógica do professor em função da rapidez das
mudanças ocorridas no meio social e das relações interpessoais.
Dessa forma, a ação pedagógica deve propiciar ao educando o contato com a integralidade do texto literário,
ultrapassando o mero repasse de regras e nomenclatura da gramática tradicional. E, para superar, efetivamente, esta
postura, o trabalho pedagógico com a Língua/Literatura deve ser considerando um processo dinâmico e histórico
dos agentes verbais na interação verbal e a constituição social da linguagem.
O homem se reconhece humano na linguagem e pelas relações dialógicas interage e troca experiências,
compreende a realidade em que está inserido bem como o seu papel ativo na sociedade. Em suma, contemplando
os três eixos: a leitura, escrita e oralidade, que são conhecimentos que representam as necessidades do homem a
cada situação vivida na prática social.
Nesta perspectiva, assumindo a concepção de língua como discurso que se efetiva nas diferentes práticas sociais,
ou métodos selecionados e organizados para o ensino da disciplina vão da exposição verbal, pelo professor, às
atividades especiais envolvendo a interação do aluno com sua família; trabalho, cidade, através das atividades
extraclasse.
Nesse processo de aprendizagem são necessários o método de trabalho independente (tarefas resolvidas de forma
independente pelos alunos, porém orientadas pelo professor); o método de elaboração conjunta (conversação
didática com troca de experiências) e o método do trabalho em grupo (atividade centrada na preparação,
organização dos conteúdos e a comunicação dos resultados).
De acordo com as Diretrizes Curriculares a avaliação formativa é o melhor caminho para garantir a aprendizagem
de todos os alunos, pois dá ênfase ao aprender. Considera que os alunos possuem ritmos e processos de
aprendizagem diferentes e por ser contínua e diagnóstica, aponta as dificuldades, possibilitando assim que a
intervenção pedagógica aconteça a todo o tempo. Informa os sujeitos do processo (professor e alunos), ajuda-os a
refletir. Faz com que o professor procure caminhos para que todos os alunos aprendam a participarem mais das
aulas, envolvendo-se realmente no processo de ensino e de aprendizagem.
As ferramentas utilizadas pelo professor e alunos para a organização e condução do processo metódico do ensino /
aprendizagem constituem no uso do quadro negro, projeção de filmes, análise de textos literários e não-literários,
verbalização.
Análise lingüística e as práticas discursivas – ela acontecerá de forma que não fique presa só a gramática
tradicional. A análise lingüística abrangerá as três práticas – oralidade, escrita e leitura, compreendendo o dinâmico
sistema da linguagem, pois ela não poderá acontecer só com fatos estaques da língua.
As atividades serão planejadas de forma que possibilite ao aluno a leitura, a expressão oral ou escrita refletindo
sobre o uso que faz da linguagem nos diferentes contextos e situações. Essas ações estão no conteúdo estruturante
que é o discurso enquanto prática social na disciplina de Língua Portuguesa/Literatura.
O professor poderá instigar no aluno a percepção da multiplicidade de usos e funções da língua e conduzi-los
gradativamente a atividades de metalingüísticas resultando em um saber lingüístico mais elaborado, a falar sobre a
língua. O estudo dela ancora-se no discurso ou texto, extrapolando o tradicional horizonte da palavra e da frase.
Fazer prática lingüística constitui-se num trabalho de reflexão sobre a organização do texto escrito, ou seja, o
aluno compreenderá que um texto organizado implica em elementos gramaticais, sua função real no interior do
texto, ligando palavras, frases, parágrafos, retomando ou avançando idéias definidas pelo autor.
Assim o aluno reconhecerá a gramática não como um aglomerado de inadequações explicativas sobre os fatos da
língua, mas um documento de consulta para tirar dúvidas em relação aos padrões normativos exigidos pela escrita.
A prática da oralidade – Ela deverá se levar em conta os conhecimentos lingüísticos do aluno, promovendo
situações que o incentive a falar através das seguintes atividades: debates, discussões, seminários, transmissão de
informações, de troca de opiniões, de defesa de ponto de vista (argumentação), contação de histórias, declamação
de poemas, representação teatral, relatos de experiências, entrevistas, etc. Além disso, podemos analisar a
linguagem em uso: em programas televisivos, como jornais, novelas, propagandas e programas radiofônicos. No
que concerne à literatura oral cabe considerar a potencia dos textos literários como Arte, produzindo a necessidade
de considerar seus estatutos, sua dimensão estética e suas forças políticas particulares. O aluno terá que ser capaz
de compreender os discursos dos outros e de seu dia-a-dia e de organizar os seus de forma clara, coesa e coerente.
Prática da leitura – Ela compreende o contato do aluno com uma ampla variedade de textos – discursos produzidos
numa igualmente ampla variedade de práticas sociais, o desenvolvimento de uma atitude crítica de leitura que leve
o aluno a perceber o sujeito presente nos textos, o desenvolvimento de um atitude responsiva diante dos textos. As
atividades serão oferecidas aos alunos através de diferentes práticas sociais – notícias, crônicas, piadas, poemas,
artigos científicos, ensaios, reportagens, propagandas, informações, charges, romances, contos, etc. - , percebendo
em cada texto a presença de um sujeito histórico, de uma intenção.
Ressalta-se ainda que os textos literários dêem os seus leitores a oportunidade de escapar do realismo midiático
movimentando-os pelo tempo do imaginário.
Prática da escrita – Em relação à escrita a produção de texto poderá variar de acordo com cada gênero textual e
suas peculiaridades: a composição, a estrutura e o estilo que poderá ser através de: textos argumentativos,
descritivos, de notícia, narrativos, cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas ou textos de humor,
informativos ou literários, histórias, bilhetes, receitas, entre outros textos. Essas produções terão que circular nas
salas de aula como experiências reais de uso e não partir de conceitos e definições de diferentes modelos de textos.
Pois a capacidade da escrita, criatividade e outros fatores comumente relacionados ao ato de escrever, só se
aprendem na prática da escrita nas suas diferentes modalidades.
Literatura – O texto literário deverá seguir a nova proposta do método rizomático. O rizoma sugere um movimento
que leva a libertação do pensamento em relação a linha do tempo. Ele se preocupa em fazer mapas de leituras do
que enfeixá-las em gavetas imobilizadas na história. O professor é um continuo leitor e selecionador dos textos. As
aulas de literatura estarão abertas as mudanças, atendendo às reações do alunado, incorporando suas idéias e as
relações textuais por eles estabelecidas, isto é, um texto-puxa-texto levando o aluno a uma reflexão e um
aprimoramento do pensar e a um aperfeiçoamento de falante, leitor e escritor.
As atividades de literatura poderão ser sugeridas através de: Literatura e Arte, Literatura e Biologia, Literatura e
Antropologia, Literatura e Religião, Literatura e Psicanálise, entre tantas outras possibilidades. O trabalho de
Literatura é uma prática diferenciada dos conteúdos estruturante e elencados acima e se constitui num forte influxo
capaz de fazer aprimorar o pensamento trazendo sabor ao saber.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Sendo a linguagem um processo dialógico, discursivo, a avaliação deve priorizar a capacidade linguística e
discursiva em práticas de oralidade, leitura e escrita. Por isso, se faz necessária uma avaliação formativa de caráter
contínuo e diagnóstico para que sejam detectadas as dificuldades possibilitando a intervenção pedagógica.
Reconhecendo a função interativa, dialógica ou discursiva na linguafgem, a avaliação precisa ser analisada sob
novos parâmetros, precisa dar ao professor pistas concretas do caminho que o aluno está trilhando para se
apropriar, efetivamente, das atividades verbais – a fala, a leitura e a escrita. Logo, por sua característica
diagnóstica, a avaliação formativa é a que mais se presta ao processo de ensino e aprendizagem da língua, pois
somente assim, o processo de avaliação será tido, efetivamente, como uma inclusão responsável.
Dentro da prática da oralidade, é necessário criar condições para que o aluno construa discurso próprio,
particularize seu estilo e expresse com objetividade e clareza suas idéias, já que a linguagem é uma prática social
que serve para articular as experiências sociais e históricas dos homens. A oralidade deve ser avaliada
progressivamente, levando em consideração a participação individual do aluno, participação organizada, clareza de
idéias, fluência na fala e também a sua consistência argumentativa.
A prática da oralidade deve ser avaliada de forma gradativa, adequada ao nível do aluno, fazendo trabalhos
trabalhos com entrevistas, relatos de situações vividas, teatros, debates orais com exposição clara de idéias nas
séries iniciais e nas séries finais ainda com um bom nível argumentativo, declamações etc, os quais ajudam a
desenvolver a expressão oral no sentido de adequação da linguagem, ao assunto, ao objetivo, a intencionalidade e
dos interlocutores.
No eixo da leitura, é importante enfatizar que a mesma não é apenas a decodificação para o domínio dos aspectos
de fluência e dicção, mas principalmente como um processo interacional entre o leitor e o autor. A leitura deve ser
vista como um processo dinâmico entre sujeitos que instituem trocas de experiências por meio do texto escrito.
Para que a leitura ocorra em sua totalidade é necessário expor o aluno a todo tipo de texto como por exemplo:
fábulas, crônicas, romances, contos, textos poéticos, notícias, reportagens, textos científicos, publicitários, bulas,
receitas, rótulos, cartazes, placas, letras de música, enfim, textos narrativos, informativos, dissertativos, etc, de
acordo com a série cursada pelo aluno. Outras formas de trabalhar a leitura é através de momentos de interação
entre professor e alunos e entre os próprios alunos, ou seja, valorizando a leitura do outro.
No trabalho com a escrita é importante Ter presente no ato de escrever, a noção de iterlocutor, já que é esse
interlocutor que vai condicionar parte da nossa linguagem. Na escrita exige-se unidade temática e coesão entre as
partes. A clareza, a coerência e o nível argumentativo podem ser trabalhados a partir de textos publicados ou textos
dos próprios alunos. A escrita pode ser bem desenvolvida na produção de textos narrativos, informativos e
dissertativos, com adequação à norma padrão, num domínio gradativo.
Nessa avaliação deve haver a articulação entre os objetivos, práticas metodológicas e instrumentos e sua forma
deve estar clara não só para o professor como ao aluno. Dessa forma, a avaliação em a clara função formativa.
Convém lembrar que as avaliações não devem ser vistas apenas como exigência pedagógica, mas sim como uma
oportunidade de reflexão sobre o próprio processo de ensino e seus resultados, oportunizando os requisitos na
programação de temas e práticas.
A avaliação deve englobar as várias maneiras para a aquisição do conhecimento, de tipologia variada, não havendo
assim prejuízos para o aluno.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FAVERO, Leonor L; KOCH, Ingedore G. V. Linguística Textual: uma introdução. São Paulo: Cortez, 1988.
GERALDI, João W. Concepções de Linguagem e ensino de Português. In: João W. (org.) O texto na sala de
aula. 2 ed. São Paulo: Ática, 1997.
KOCH, Ingedore. A Coesão Textual. 3 ed. São Paulo: Contexto, 1991.
FARACO, Carlos Alberto. Português: língua e cultura, ensino médio. Curitiba: Base Editora, 2005.
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa. Versão Preliminar.
Julho, 2006.
Proposta Curricular da Disciplina de
Matemática – EF
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE MATEMÁTICA - EF
A matemática deve ser vista como uma produção sócio-cultural, para que possa ser compreendida como um
conhecimento que se encontra em permanente elaboração e transformação, concebida como um bem cultural.
Tendo um caráter dinâmico, é produzida histórica e sócio-culturalmente no interior das práticas e das relações
sociais, por isso deve ter bases teórico-metodológicas sobre as quais se sustentará a implementação de um processo
de ensino, voltado para a construção dos conceitos e significados.
O Ensino da Matemática deve valorizar os aspectos relacionados ao raciocínio dedutivo, lógico e estimativo, dentre
outros e sempre que possível, deve permear as demais áreas do conhecimento da ciência e da tecnologia, buscando
oferecer subsídios ao educando para que possa interferir em seu meio global, regional e local, formando indivíduos
reflexivos e atuantes, tornando-os pesquisadores de sua realidade, levando em consideração os diferentes valores
culturais dos diferentes saberes, segundo os contextos e/ou situações.
Através dos conteúdos estruturantes objetiva-se o desenvolvimento da capacidade de cálculo mental e de fazer
estimativas, da elaboração de raciocínio criativos, da leitura e interpretação de gráficos e tabelas e de
representações geométricas, utilizando a matemática para compreender a realidade que o cerca.
Segundo Dante, a Matemática está presente em praticamente tudo que nos rodeia, com maior ou menor
complexidade. Perceber isso é compreender o mundo a nossa volta e poder atuar nele. E a todos, indistintamente,
deve ser dada essa possibilidade de compreensão e atuação como cidadão. (DANTE, 2002, p.12).
Dessa forma, o Ensino da Matemática deve valorizar os aspectos pedagógicos e cognitivos da produção do
conhecimento matemático, assim como os aspectos sociais envolvidos. Essa prática implica pensar na sociedade
em que vivemos, tornando o ato de ensinar uma ação reflexiva e política.
OBJETIVO GERAL
Identificar os conhecimentos matemáticos como meio para compreender e transformar o mundo a sua volta.
Desenvolver o gosto pelo estudo, o raciocínio, a iniciativa e a responsabilidade, sentindo-se seguro da sua própria
capacidade de construir conhecimentos matemáticos, desenvolvendo a auto-estima e a perseverança na busca de
soluções.
Sendo assim, pode-se afirmar que a educação matemática visa desenvolver o campo de investigação e de produção
de conhecimento, fazendo com que o estudante compreenda e se aproprie da própria matemática, construindo
valores e atitudes de natureza diversa, visando à formação integral do ser humano e particularmente do cidadão,
isto é, do homem público.
CONTEÚDOS
5ª SÉRIE
CONTEÚDOS CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
ESTRUTURANTES
NÚMEROS, Sistemas de numeração decimal e não decimal;
OPERAÇÕES E Números naturais e suas representações;
ALGEBRA As seis operações e suas inversas (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e
radiciação);
Conjuntos numéricos (naturais);
Adição, subtração, multiplicação e divisão por meio de equivalência;
Noções de proporcionalidade: fração, razão, proporção, semelhança e diferença;
Expressões numéricas;
Fatoração.
MEDIDAS Organização de sistema métrico decimal e do sistema monetário;
Transformações de unidades de medida e massa, capacidade, comprimento e tempo;
Perímetro, área, volume, unidades correspondentes e aplicações na resolução de
problemas algébricos;
Capacidade e volume e suas relações.
GEOMETRIA Elementos de geometria euclidiana e noções de geometria não euclidiana;
Classificação e nomenclatura dos sólidos geométricos e figuras planas;
Construções e representações no espaço e no plano;
Planificação de sólidos geométricos;
Classificação de poliedro e objetos redondos, polígonos e círculos;
Ângulos, polígonos e circunferências; representação cartesiana e confecção de gráficos;
Estudo de polígonos encontrados a partir de prismas e pirâmides;
Circulo e cilindro.
TRATAMENTO DA Coleta, organização e descrição de dados;
INFORMAÇÃO Leitura, interpretação e representação de dados por meio de tabelas, listas, diagramas,
quadros e gráficos;
Gráficos de barras, colunas, linhas poligonais, setores, curvas e histogramas.
CONTEÚDOS
COMPLEMENTARES
Cultura Afro Análise dos Dados do IBGE:
a proporcionalidade dos negros em trabalhos de menor prestígio;
os índices salariais entre brancos e negros;a distribuição dos negros pelo nosso país;
análise da geometria na cultura afro
Agenda 21 Análise de percentual dos nutrientes contidos nos rótulos de embalagem dos alimentos:
Tratamento da informação em relação à casos de alcoolismo, droga, DSTS, Cânceres, etc.
6ª SÉRIE
CONTEÚDOS CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
ESTRUTURANTES
NÚMEROS, As seis operações e suas inversas;
OPERAÇÕES E Conjuntos numéricos (racionais e inteiros);
ALGEBRA Noções de proporcionalidade: fração, razão, proporção, semelhança e diferença;
Transformação de números fracionários (na forma de razão/quociente) em números
decimais;
Juros e porcentagens em seus diferentes processos de cálculo (razão, proporção, frações e
decimais);
Grandezas diretamente e inversamente proporcionais;
Expressões numéricas.
MEDIDAS Perímetro, área, volume, unidades correspondentes e suas aplicações na resolução de
problemas algébricos;
GEOMETRIA Ângulos, polígonos e circunferências;
Representação cartesiana e construção de gráficos;
Estudo de polígonos encontrados a partir de primas e pirâmides;
Circulo e cilindro;
Noções de geometria;
TRATAMENTO DA Coleta, organização e distribuição de dados;
INFORMAÇÃO Leitura, interpretação e representação de dados por meio de tabelas, listas, diagramas,
quadros e gráficos;
Leitura, interpretação de gráficos de barras, colunas, linhas poligonais, setores, curvas e
histogramas;
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Cultura Afro
Análise dos Dados do IBGE:
a proporcionalidade dos negros em trabalhos de menor prestígio;
os índices salariais entre brancos e negros;
a distribuição dos negros pelo nosso país;
análise da geometria na cultura afro
Agenda 21
Análise de percentual dos nutrientes contidos nos rótulos de embalagem dos alimentos:
Tratamento da informação em relação à casos de alcoolismo, droga, DSTS, Cânceres, etc.
7ª SÉRIE
CONTEÚDOS CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
ESTRUTURANTES
NÚMEROS, Conjuntos numéricos (reais e irracionais);
OPERAÇÕES E As noções de variável e incógnita e a possibilidade de cálculo a partir de substituição de
letras por valores numéricos;
ALGEBRA Noções de proporcionalidade: fração, razão, proporção, semelhança e diferença;
Equações e sistemas de equações de 1º grau;
Polinômios e os casos notáveis;
Produtos notáveis;
Ângulos;
Cálculo do número de diagonais de um polígono;
Expressões numéricas.
MEDIDAS Perímetro, área, volume, unidades correspondentes e suas aplicações na resolução de
problemas algébricos;
Ângulos e arcos – unidade, fracionamento e cálculo.
GEOMETRIA Elementos de geometria euclidiana e noções de geometria não euclidiana;
Padrões entre bases, faces e arestas de pirâmides e prismas;
Condições de paralelismo e perpendicularidade;
Ângulos, polígonos e circunferências;
Classificação de triângulos;
Interpretação geométrica de equações e sistemas de equações;
Noção de geometria espacial.
TRATAMENTO DA Coleta, organização e descrição de dados;
INFORMAÇÃO Leitura, interpretação e representação de dados por meio de tabelas, listas diagramas,
quadros e gráficos;
Construção de gráficos de barras, colunas, linhas poligonais, setores, curvas e
histogramas.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Cultura Afro
Análise dos Dados do IBGE:
a proporcionalidade dos negros em trabalhos de menor prestígio;
os índices salariais entre brancos e negros;
a distribuição dos negros pelo nosso país;
análise da geometria na cultura afro
Agenda 21
Análise de percentual dos nutrientes contidos nos rótulos de embalagem dos alimentos:
Tratamento da informação em relação à casos de alcoolismo, droga, DSTS, Cânceres, etc.
8ª SÉRIE
CONTEÚDOS CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
ESTRUTURANTES
NÚMEROS, Potenciação;
OPERAÇÕES E Radiciação;
Equações e sistemas de equações do 2º grau;
ALGEBRA Expressões numéricas;
Funções;
Trigonometria no triângulo retângulo.
MEDIDAS Perímetro, área, volume, unidades correspondentes e suas aplicações na resolução de
problemas algébricos;
Congruência e semelhança de figuras planas – Teorema de Talles;
Triângulo retângulo – Relações métricas e Teorema de Pitágoras;
Triângulos quaisquer;
Poliedros regulares e suas relações métricas.
GEOMETRIA Ângulos, polígonos e circunferências;
Representação cartesiana e construção de gráficos;
Estudo de polígonos encontrados através de prismas e pirâmides;
Interpretação geométrica de equações e sistemas de equações;
Construção de polígonos inscritos em circunferências;
Círculo e cilindro;
Noções de geometria espacial.
TRATAMENTO DA Coleta, organização e descrição de dados;
INFORMAÇÃO Leitura, interpretação e representação de dados por meio de tabelas, listas diagramas,
quadros e gráficos.
Construção de gráficos de barras, colunas, linhas poligonais, setores, curvas e
histogramas;
Noções de probabilidade;
Médias, moda e mediana.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Cultura Afro
Análise dos Dados do IBGE:
a proporcionalidade dos negros em trabalhos de menor prestígio;
os índices salariais entre brancos e negros;
a distribuição dos negros pelo nosso país;
análise da geometria na cultura afro
Agenda 21
Análise de percentual dos nutrientes contidos nos rótulos de embalagem dos alimentos:
Tratamento da informação em relação à casos de alcoolismo, droga, DSTS, Cânceres, etc.
METODOLOGIA
A matemática busca compreender a cidadania como uma participação social e política, fazendo o aluno posicionar-
se de maneira crítica, responsável e construtiva, capaz de agir com autonomia nas suas relações sociais e, para isso,
é necessário que ele se aproprie de conhecimentos, dentre eles o matemático.
A educação matemática propõe uma postura voltada tanto para cognição do aluno como para relevância social do
ensino da matemática, dessa forma, o professor deve saber estabelecer uma postura teórico-metodológica e ser um
questionador frente às concepções pedagógicas historicamente difundidas.
Reflexões realizadas por educadores matemáticos apontam para o exercício da prática docente, por meio da
contextualização do ensino da matemática com o cotidiano dos alunos, com a realidade das escolas e com as
características locais e regionais, revelando a identidade de cada escola.
Faz-se necessário compreender que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a grupos étnico-raciais
distintos, que possuem cultura e histórias próprias.
Deve-se propor aulas mais dinâmicas com uso de recursos tecnológicos disponíveis (software, televisão,
calculadora, internet, etc.), estimulando e facilitando o domínio do mesmo.
A flexibilização/adaptação do currículo é uma prerrogativa para contemplar as diferenças em sala de aula,
respeitando as necessidades especiais e a limitação de cada educando. Vale salientar que tais métodos só poderão
ser aplicados mediante a disponibilidade de instalações físicas adequadas, materiais pedagógicos especiais e a
qualificação dos professores.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação exerce papel de mediação no processo ensino-aprendizagem, que deve ser visto como integrante de um
mesmo sistema, identificando os objetivos atingidos e as dificuldades encontradas no processo.
Deve-se levar em consideração a diversidade cultural e diferentes saberes acumulados pelos educandos, buscando
valorizar suas potencialidades e seu desenvolvimento.
Fazendo uso dos meios disponíveis, é necessário que sejam usadas várias formas de avaliação, individuais e em
grupo, buscando a resolução de situações-problemas, abrangendo todas as habilidades em elaborar conceitos e
procedimentos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LONGEM, Adilson. Matemática. Positivo, 2004.
SILVA, Jorge Daniel e FERNANDES, Valter Santos. Matemática. São Paulo: IBEP, 2000.
MARCONDES, Gentil e Sérgio. Matemática. São Paulo: Ática, 2003.
PARANÁ, Diretrizes Curriculares de Matemática para o Ensino Médio. Curitiba: SEED, julho/2006.
GIOVANNI, José Ruy. Matemática Fundamental. São Paulo: FTD, 2002.
GIOVANNI JÚNIOR, José Ruy. Matemática Fundamental, São Paulo: FTD, 2004.
PAIVA, Manoel. Matemática 2º grau. São Paulo: Moderna, 2002.
D‘AMBRÓSIO, Ubiratan. Da realidade à ação: reflexões sobre educação e matemática. São Paulo, Ed. da
Unicamp, 1986.
FILIPOUSKI, Maria Ribeiro, MARCHI, Diana Maria e SCHAFFER, Neiva Otero. Teorias e Fazeres na Escola em
mudança. Ed. da UFRGS, 2005.
DANTE, Luiz Roberto. Matemática – Tudo é Matemática. São Paulo: Ática, 2002.
http://www.matematica.pr.gov.br
LOPES, Alice Kazue Takahashi. et all. Matemática Ensino Médio. Curitiba: SEED-PR, 2006.
Proposta Curricular da Disciplina de
Inglês – EF
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE INGLÊS
O cenário do Ensino de Língua Estrangeira no Brasil e a estrutura do currículo escolar sofrem
constantes interferências da Organização social no decorrer da história.
Desde o início da colonização do território brasileiro pelos portugueses houve uma preocupação de
facilitar o processo de dominação e de expandir o catolicismo.
Nesse contexto coube aos jesuítas a responsabilidade de evangelizar e de ensinar o latim.
Em 1795 o ministro Marquês de Pombal implantou o sistema de ensino régio no Brasil com a
responsabilidade de contratar professores não religiosos. O latim e o grego continuam a fazer parte do
currículo.
O ensino das línguas estrangeiras modernas só veio com a chegada da família real. D. João VI assina
o decreto criando as cadeiras de inglês e francês. Em 1916 Ferdinand Saussure publica o “Cour de
Linguística Generali” e inaugura os estudos da linguagem em caráter científico que tornou-se um marco
histórico. Esses fundamentos alicerçaram o estruturalismo.
O método Direto surge na Europa no final do século XIX e início do séc. XX em contraposição do
Tradicional com a Reforma Francisco Campos e foi oficialmente estabelecido no Brasil o mesmo induz
ao acesso direto aos sentidos, sem interação da tradução fazendo com que a aprendizagem se
assemelhe à língua materna, através de gestos, gravuras, fotos, simulação. Dava-se preferência ao
professor nato ou fluente na língua alvo.
Nos anos 50, os lingüistas Leonardo Bloonfield, Charles Fries e outros apoiados na psicologia da escola
Behaviorista de Pavloa e Skinner sistematizaram os métodos Áudio-visual e Áudio-oral em que a língua
passou a ser vista, como o conjunto de hábitos a serem automatizados (constante repetição de
modelos) e não mais como um conjunto de regras a serem memorizadas.
A seguir Chomsky, responsável pelos conceitos de competência e desempenho, retoma a discussão
entre língua e fala e propõe a teoria inatista. A língua é vista como uma estrutura que faz intermediação
entre o indivíduo e o mundo.
Nos anos 70, Piaget desenvolveu a abordagem Cognitivismo Construtivista, onde a aquisição da língua
é o resultado da intenção entre o organismo e o ambiente. A partir da década de 1970, surge na
Europa, a Abordagem Comunicativa. A língua é um instrumento de comunicação ou de interação social,
considerando os aspectos semânticos da linguagem. Engloba as quatro habilidades: leitura, escrita, fala
e audição. O professor deixa de ser o centro e passa a mediador do processo de ensino e
aprendizagem.
Não obstante, após uma década de vigência no Brasil, principalmente a partir de 1990, a Abordagem
Comunicativa passou a ser criticada por intelectuais adeptos à pedagogia crítica. Muitos desses
intelectuais foram inspirados pelas idéias de Paulo Freire. Nessa conjuntura, os lingüistas começaram
“a se referir a história, poder, ideologia, política, classe social, consciência crítica, emancipação, nas
discussões acerca da linguagem”. Assim, estudiosos ampliam as definições tradicionais e de uma
pedagogia crítica e as utilizam para a origem de uma abordagem – Letramento Crítico. E essa
abordagem tem orientado os estudiosos e as propostas mais recentes para o ensino de LE no contexto
educacional.
LÍNGUAS ESTRANGEIRAS MODERNAS NO PARANÁ
Na década de 70, o Colégio Estadual do Paraná contava com professores de latim, grego, francês e
espanhol. Porém, a carga horária destinada à língua estrangeira começava a diminuir em função da
inclusão de disciplinas técnicas, conforme LDB 5692.
O resgate do prestígio do ensino de língua estrangeira se dá em 1976, quando essa passa a ser
obrigatória, porém, somente no 2º grau, não perdendo caráter de recomendação para o 1º grau.
No Paraná, em 1982 foi implementado o Centro de Línguas Estrangeiras do Colégio Estadual do
Paraná, que oferecia aulas de inglês, espanhol, francês e alemão. Ainda em 1982, a UFPR inclui no
vestibular as línguas espanhola, italiana e alemã.
Em 15 de Agosto de 1986 houve a criação do CELEM pela SEED. Esses Centros de Línguas
funcionam no contra-turno e oferecem uma possibilidade de estudos sem custo financeiro a alunos da
rede pública estadual.
Atualmente, o CELEM está presente em mais de 300 estabelecimentos de ensino e proporciona aulas
de espanhol, alemão, francês, italiano, japonês, ucraniano e polonês.
Com relação ao ensino de línguas estrangeiras, uma nova perspectiva chegou ao Paraná em 1992,
com a publicação do Currículo Básico, que propõe uma concepção de língua entendida como prática
social e historicamente construída.
No contexto atual, abriu-se concurso para contratação de professores, houve ampliação do número de
escolas com o CELEM, estabeleceram-se parcerias para formação e aprimoramento pedagógico,
adquirndo livros de fundamentação teórica em língua estrangeira para escolas de Ensino Médio de toda
rede estadual e está em processo de implantação do livro didático do EM e EF.
O ensino de língua estrangeira configura-se como um espaço para que o aluno reconheça e
compreenda a diversidade lingüística e cultural, oportunizando-o a engajar-se discursivamente e a
compreender que a língua e a cultura são práticas sociais historicamente construídas e, portanto,
passíveis de transformação. A língua é realizada num contexto concreto, preciso, proporcionando ao
aluno uma prática significativa com acesso a gêneros textuais orais, escritos e imagéticos, com os quais
o aluno passa a sentir-se inserido numa determinada realidade sendo capaz de interagir com ela,
ampliando seu conhecimento de mundo e desenvolvendo seu espírito crítico com relação ao outro e a
si mesmo.
OBJETIVOS GERAIS
Oportunizar o ensino da língua estrangeira ao educando como um instrumento de comunicação
universal;
Revestir a prática discursiva de dialogicidade em espaço interativos;
Utilizar textos significativos para a formação de leitores críticos;
Interagir com textos de vários gêneros;
Perceber a possibilidade de construção de conhecimento voltada para transformação da prática
social;
Articular os pressupostos das diretrizes curriculares com os conhecimentos lingüísticos da língua
inglesa para a educação básica;
Contribuir para uma reflexão dos alunos sobre sua própria língua por meio de comparações e
contrastes, ampliando sua visão de mundo e tornando-o mais crítico e reflexivo.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
É o discurso enquanto prática social efetivada por meio das práticas discursivas, as quais envolvem a
leitura, a oralidade e a escrita, portanto o objetivo do trabalho em sala de aula é a construção do
significado por meio do engajamento discursivo e não apenas a prática de estruturas lingüísticas.
O eixo central deverá ser o discurso (compreendido como prática social) propiciando aos alunos
subsídios para que sejam capazes de compreender e produzir significados na língua meta.
Para tanto, as práticas fundamentais da realização da língua - ler, escrever, falar e compreender
auditivamente - e os conhecimentos necessários para sua efetivação - discursivos, sociolingüísticos,
gramaticais e estratégicos, deverão ser trabalhados sempre juntos, pois são imbricados e
indissociáveis.
O conhecimento discursivo, diz respeito ao modo como se combinam formas gramaticais e significados
em textos falados ou escritos, nos diferentes gêneros. O conhecimento sociolingüístico refere-se ao
conhecimento das particularidades do comportamento social e verbal.
O conhecimento gramatical diz respeito ao domínio do código lingüístico e o conhecimento estratégico
ajuda o aluno a preencher lacunas nos outros conhecimentos estabelecidos como sendo fundamentais
no ensino-aprendizagem de LEM. Podem ser verbais ou não-verbais.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Os conteúdos serão desdobrados a partir de textos (verbais e não-verbais) de diferentes tipos e
gêneros considerando seus elementos lingüísticos discursivos (fonético-fonológicos, léxico-semânticos
e sintáticos), manifestados nas práticas discursivas (leitura, escrita e oralidade).
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS PARA TODAS AS SÉRIES
Os aspectos lingüísticos serão abordados de acordo com a necessidade e realidade dos alunos
para a compreensão dos temas e gêneros propostos.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
ESCRITA ORALIDADE/AUDICÃO LEITURA
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Resumos Convites Tipologia textuais
Bilhetes Poemas Argumentação
Cartazes Relatos cotidianos Narração
Entrevistas Entrevistas Descrição
Tiras Diálogos Bilhetes
Histórias em quadrinhos Música Resenhas
Cartas (formal/informal) Informações Cartas
Anúncios publicitários Opiniões Gráficos estatísticos
E-mails Ordens Notícias
Textos biográficos Dramatizações Resumos
Mímicas Reportagens
Cartazes
Entrevistas
Notícias
Charges
Catoons
Textos de opiniões
Textos poéticos
Textos de instrução
Textos biográficos
CONTEUDOS COMPLEMENTARES
Cultura Afro;
Agenda 21;
5ª SÉRIE:
Numerais Cardinais;
Animais;
Dias da semana;
Meses do ano;
Alfabeto;
Profissões;
Alimentos;
Comandos;
Cores;
Família;
Material escolar.
Estrutura:
Verbo to be- Simple Present (formas afirmativa, interrogativa e negativa);
Pronomes Pessoais do Caso Reto;
Adjetivos;
Pronomes Demonstrativos;
Artigos;
Adjetivos;
Diálogos;
Vocabulário.
6ª SÉRIE:
Esportes;
Características Físicas e psicológicas;
Localização;
Disciplinas escolares (horário);
Habilidades;
Numerais Ordinais;
Preferências;
Informações pessoais;
Partes da casa;
Partes do corpo humano;
Vestuário;
Estações do ano;
Horas;
Estações do ano;
Convites;
Nacionalidade.
Estrutura:
Present Continuous Tense;
To be going to;
Plural dos substantivos;
Caso genitivo;
Presente simples (do/does);
Verbo haver;
How many/How much;
Imperativo;
Pronomes interrogativos.
7ª SÉRIE:
Corpo humano (descrição);
Pontos turísticos (localização);
Meio ambiente
Textos literários (fábulas, contos de fada, biografia, etc.);
Propaganda;
Vocabulário;
Interpretação;
Diálogos.
Estrutura:
Verbo to be- Simple Past (formas afirmativa, negativa e interrogativa);
Verbos regulares e irregulares no passado;
Advérbios;
Condicional;
Futuro simples;
Imperativo;
Verbos modais.
8ª SÉRIE:
Alimentos;
Convites;
Viagens;
Música;
Amor;
Drogas;
Saúde;
Diálogos;
Interpretação;
Vocabulário.
Estrutura:
Grau dos adjetivos;
Conjunções;
Pronomes reflexivos;
Verbos ns tempos: presente, passado, futuro e presente perfeito.
METODOLOGIA
A partir dos conteúdos estruturantes, desenvolver atividades que contemplem o uso da língua na
leitura, na escrita, na oralidade e também a compreensão auditiva. Tendo o texto como unidade de
comunicação verbal, que pode ser escrita, oral ou visual.
Esse texto terá uma problematizarão em relação a um tema, o que despertará o interesse dos alunos
fazendo com que eles desenvolvam uma prática reflexiva e crítica, ampliem seus conhecimentos
lingüísticos e percebam as implicações sociais, históricas, e ideológicas presentes em todo o discurso.
Importante trabalhar o vocabulário do texto, dependendo do grau de conhecimento do aluno tendo
como objetivo o uso efetivo da língua e não apenas memorização de palavras soltas,
descontextualizadas. Deste modo, a língua não será restrita ao ensino de estruturas lingüísticas, mas
sim estabelecer objetivos realistas e sensíveis as diferenças regionais e individuais.
E a partir das falhas apresentadas pelos alunos durante o processo de interação que o professor
abordará as questões lingüísticas de modo a refletir e discutir sobre as mesmas. E nesses momentos o
professor poderá mostrar aos alunos a importância de considerar quem disse o quê, para quem, onde,
quando e por quê, para entender a língua como uma pratica social e que acontece em contextos
diferentes o que o levará a uma compreensão mais efetiva de um enunciado particular.
É fundamental que os textos trabalhados pertençam a vários gêneros do discurso, pois segundo
Bakhtin, esses organizam nossa fala da mesma maneira que dispõe as formas gramaticais e seria
impossível ter que criá-los pela primeira vez no processo da fala.
O aluno deverá familiarizar-se com textos, publicitários, jornalísticos, literários, informativos, de opinião,
etc., ressaltando suas diferenças estruturais e funcionais, a sua autoria o seu caráter público e ao
mesmo tempo aproveitar o conhecimento da língua materna para que esse aluno seja um leitor crítico,
sabendo que por traz de cada texto há um sujeito, com uma história, com uma ideologia e com valores
particulares e próprios da comunidade em que estão inseridos. Isso favorecerá também a percepção
de que as formas lingüísticas não são sempre idênticas, nem tem sempre o mesmo significado,
flexibilidade esta que depende e varia do contexto e da situação em que a prática social da língua
ocorre.
A partir dessas considerações a efetivação do discurso como prática social acontecerá por meio das
práticas discursivas a seguir:
– A oralidade: expor os alunos a textos orais, pertencentes aos diferentes discursos e incentivá-los a
expressar suas idéias em língua estrangeiras, respeitando seu nível lingüístico, possibilitando
familiarizar-se com sons específicos da língua.
– A escrita: propor atividades sócio-interativas, significativas para que o aluno perceba o uso real da
língua, levando em consideração para quem se escreve e através desse diálogo, construir um texto
coerente tanto ao gênero discursivo quanto a variedade lingüística.
– A leitura: apresentar diferentes tipos de textos aos alunos e propor atividades de reflexão, levando-
os a percebê-los como uma prática social de uma sociedade em um determinado contexto sócio-
cultural. Além disso, instrumentalizar os alunos com conhecimentos lingüísticos, discursivos, sócio-
pragmáticos e sócio-culturais que necessitem para interagir melhor com esses textos.
Em suma, o ensino deve ser dinâmico e criativo, valendo-se de todos os recursos disponíveis, com
materiais pedagógicos significativos que facilitem a aprendizagem.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
“A avaliação subsidia o professor com elementos para uma reflexão contínua sobre sua prática, sobre a
criação de novos instrumentos de trabalho e a retomada de aspectos que devem ser revistos, ajustados
ou reconhecidos como adequados para o processo de aprendizagem individual ou de todo o grupo.”
(Luckesi, Cipriano Carlos)
A avaliação deve estar atrelada aos objetivos para o ensino de LEM já explicitados na fundamentação
teórica. O aluno precisa ser envolvido no processo de avaliação uma vez que também é construtor do
conhecimento. Seu esforço precisa ser reconhecido através de ações como o fornecimento de
“feedback” sobre o seu desempenho e entendimento do “erro” como parte integrante da aprendizagem.
É fundamental haver coerência entre o ensino e a avaliação, partes inseparáveis do mesmo processo.
Deve ser avaliada a capacidade de perceber a linguagem nos códigos específicos, a capacidade de
compreender linguagens diferentes, em determinados momentos do cotidiano, a capacidade de
perceber os diferentes interesses vinculados pela linguagem, a capacidade de realizar-se enquanto ser
humano pela e na língua.
Portanto, essa avaliação será processual, contínua e participativa, envolvendo atividades de escrita,
compreensão de textos, focos gramaticais, exercícios de fonética e listening.
É fundamental que o professor, dentro desse processo de avaliação seja flexível, verifique e valorize o
progresso do aluno envolvendo-o num trabalho que inclua uma variedade de situações de
aprendizagem.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AZEVEDO, Dirce Guedes de & GOMES, Ayrton de Azevedo. Blow up. São Paulo: FTD.
BAKHTIN, M. Marxismo e Filosofia da Linguagem. São Paulo: Hucitec, 1988.
BRAHIM, A. C. S. M. Pedagogia crítica, letramento crítico e leitura crítica. Texto e interação:
subsídios para uma pedagogia crítica de leitura de Língua Inglesa. Dissertação de mestrado.
UNICAMP: Campinas, 2001, Cap. 1.
CELANI, M.A.A. As Línguas Estrangeiras e a Ideologia Subjacente à organização dos currículos
da escola pública. São Paulo: Claritas, 1994.
CORACINI, M. J. O Jogo Discursivo na Aula de Leitura: Língua Materna e Língua Estrangeira.
Campinas: Pontes, 1995.
__________. Currículo de Língua Estrangeira: Revisitando fins Educacionais. Anais XI EPPLE,
2003.
__________. Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira para o Ensino Fundamental Versão
Preliminar. Junho 2006.
FOUCAULT, M. A Ordem do Discurso. São Paulo: Loyola, 1996, p. 50.
HOLLAENDER, Arnon & SANDERS Sidney. Keyword- A Complete English Course. São Paulo:
Moderna, 1997.
JORDÃO, C. M. ; ANDREOTTI, V. (orgs.) Perspectivas Educacionais e Ensino de Inglês na Escola
Pública. Pelotas: Educat, 2005.
JORDÃO, C. M. A Língua Estrangeira na Formação do Indivíduo. Curitiba: Mimeo, 2004.
KLASSEN, Susana. Discovery. São Paulo: FTD, 2000.
LUCKESI, C. C. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 1995.
MAXIA, M. A. Discursos Fundadores das Metodologias e Abordagens de Ensino de Língua
Estrangeira. In: CORACINI, M. J. ; BERTOLDO, E. S. (orgs.) O Desejo da Teoria e a Contingência da
Prática: discursos sobre e na sala de aula. Campinas: Mercado de Letras, 2003.
ROLIM, Mírian. Insights into English. São Paulo: FTD, 1998.
SILVA, Antônio de Siqueira; BERTOLIN, Rafael. Compact Dynamic English. São Paulo, IBEP.
ESTADO DO PARANÁ
COLÉGIO ESTADUAL DOM BOSCO - E.F.M.e P.
MATRIZ CURRICULAR - ENSINO MÉDIO - 2007
MATRIZ CURRICULAR - ENSINO MÉDIO
MUNICÍPIO: CAMPO MOURÃO -
NRE: CAMPO MOURÃO
Pr.
ESTABELECIMENTO:DOM BOSCO - ENSINO FUNDAMENTAL, MEDIO E PROFISSIONAL
ENTIDADE MANTENEDORA:GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ
CURSO 0009 - ENSINO MÉDIO TURNO: DIURNO
ANO DE IMPLANTAÇÃO: 2007 - SIMULTÂNEA MODULO: 40 SEMANAS
DISCIPLINAS 1ª 2ª 3ª
ARTE 2
BIOLOGIA 2 2 3
EDUCAÇÃO FÍSICA 2 2 2
FILOSOFIA 2
FÍSICA 2 3 2
BASE
NACIONAL GEOGRAFIA 2 2 2
COMUM
HISTÓRIA 2 2 2
LÍNGUA PORTUGUESA 4 4 4
MATEMÁTICA 4 4 4
QUÍMICA 3 2 2
SOCIOLOGIA 2
SUB-TOTAL 23 23 23
PARTE
DIVERSIFICADA L.E.M. INGLÊS*
2 2 2
SUB-TOTAL 2 2 2
TOTAL GERAL 25 25 25
*NÃO COMPUTADO NA CARGA HORÁRIA DA MATRIZ POR SER FACULTATIVA PARA O ALUNO.
** O IDIOMA SERÁ DEFINIDO PELO ESTABELECIMENTO DE ENSINO
DATA DE EMISSÃO: 15 DE JUNHO DE 2006
Proposta Curricular da Disciplina de
Arte - EM
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE ARTE
O estudo da Arte em sala de aula se dá pela necessidade da humanização dos nossos educandos. E segundo,
ARCO-VERDE (2003), quando o aluno em contato com este instrumento, ―a arte‖, tende a perceber quem somos
e a que viemos. Assim estamos possibilitando a eles o domínio dos sentidos para a vida; instrumentalizando-os
para as batalhas que se apresentam no dia-a-dia.
A arte possibilita, dentro de seu processo de criação, o recriar do ser humano. E nessa produção dialética nasce um
ser propenso a perceber a si e ao outro.
Acreditamos, também, que o processo histórico de formação desta disciplina é imprescindível para a compreensão
de quem realmente somos. Assim passemos a um breve relato do como tudo ocorreu.
1549 a 1759 – No território do Brasil colônia e principalmente onde hoje é o Estado do Paraná, ocorreu, nas
cidades, vilas e missões jesuítas a primeira forma registrada de arte na educação. A congregação católica
denominada Companhia de Jesus (Jesuítas), instituída na contra reforma, veio no Brasil e desenvolveu uma
educação de tradição religiosa para todas as camadas sociais. Nas missões das comunidades indígenas,
realizaram um trabalho de catequização com os ensinamentos de artes e ofícios, através da retórica, literatura,
escultura, pintura, música e artes manuais. Essa arte era de tradição da alta idade média e renascentista
européia.
1792 a 1800 – Com influência do projeto iluminista, que rompeu com o teocentrismo medieval, propondo a
razão como a salvação do ser humano (antropocentrismo), o governo do Marquês de Pombal extingue o
currículo dos Jesuítas a apresenta a primeira reforma Educacional Brasileira – Reforma Pombalina – que dá
ênfase ao ensino da Ciência com o objetivo de desenvolver o Brasil. O Ensino de Arte se torna irrelevante e,
apenas o desenho associado à matemática, é considerado importante. Neste período são implantadas as aulas
régias, que eram aulas avulsas que supriam as disciplinas antes oferecidas pelos jesuítas.
1808 – a família real, fugindo da invasão de Napoleão Bonaparte a Portugal, vem para o Brasil e D. João VI
inicia uma série de obras e ações para acomodar, em termos materiais e culturais, a corte portuguesa. Entre
estas ações está o convite a vários artistas para virem ao Brasil com a finalidade de instituírem escolas de arte e
promover um ambiente cultural aos moldes europeus.
1816 a 1826 – chega ao Brasil um grupo de artistas franceses encarregados da fundação da Academia de Belas
Artes, na qual os alunos poderiam aprender as artes e ofícios artísticos.
No Brasil, apesar dos artistas já estarem desenvolvendo uma arte Barroca, com características próprias, sofrem
a imposição do neoclassicismo.
A partir deste período, foram disseminadas as aulas de piano domiciliares.
Em 1886, no Paraná, iniciou-se um processo de constituição da ―Escola Profissional Feminina‖, oferecendo
desenho, pintura, corte e costura, flores e bordado, que faziam parte da formação da mulher.
1890 – surge a primeira reforma educacional, direcionando o ensino, novamente, para a valorização da ciência
e da geometria.
1920 – em contraposição a todas as formas anteriores de ensino que impõem modelos que não correspondem a
cultura dos alunos inicia-se um movimento de valorização da cultura nacional, expressada na educação pela
escola nova. Esse movimento valorizava a cultura do povo.
1922 – a semana da Arte moderna é considerada um marco importante para a arte brasileira e os movimentos
nacionalistas.
Esta semana influenciou os artistas brasileiros valorizando o ensino da arte para a educação das crianças
através da expressividade, espontaneidade e a criatividade. Este ensino rompeu com padrões da escola
tradicional.
1931 – foi instituído, nas escolas, o ensino de música através do canto orfeônico com grande incentivo do
compositor Heitor Villa Lobos. A música foi muito difundida nas escolas e conservatórios com ensino de hinos,
canto coral com apresentações para grandes públicos.
1948 – Augusto Rodrigues cria, no Rio de Janeiro, a 1ª escolinha de arte no Brasil na forma de Atelier – livre
com a finalidade de desenvolver a criatividade, incentivando a expressão individual, seguindo a pedagogia da
Escola Nova.
1954 – É criada a primeira Escola de Arte na Educação Brasileira do Paraná, no (C.E.P.) em Curitiba, com o
objetivo de trabalhar a dimensão criativa do aluno através das Artes Plásticas, Música e Teatro.
1971 – Lei Federal n.º 5692-71, no seu artigo 7, determinou a obrigatoriedade do ensino da arte nos currículos
do Ensino Fundamental (a partir da 5ª série) e Médio. Cabia ao professor trabalhar com o aluno o domínio dos
materiais que seriam utilizados na sua expressão.
1990 – durante os anos 80, houve uma grande mobilização dos movimentos sociais para a redemocratização do
país e para a constituinte de 1988. Também neste período, no ano de 1992, a Escola Profissional República
Argentina, passa a denominar-se Centro de Artes Guido Viaro, voltada ao ensino de arte.
1996 – Lei Federal n.º 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – mantém a obrigatoriedade
do ensino da arte nas escolas de Educação Básica. Essa lei propõe a formação geral dos alunos em oposição a
lei federal n.º 5692/71.
1998 – São normatizadas, pelo Conselho Nacional de Educação, as Diretrizes Curriculares Nacionais para o
Ensino Médio (D.C.N. E. M.) .
2003 – Inicia-se o processo de Construção Coletiva das Orientações Curriculares do Ensino Médio.
OBJETIVO GERAL
Formar o cidadão apto a construir gradualmente sua identidade cultural, conhecedor de seus direitos e
deveres; tendo na arte desenvolvidas as suas possibilidades de corporeidade holística. Partindo da
utilização da estrutura desenvolvida para o Ensino Fundamental das Diretrizes Curriculares que são: os
elementos básicos da linguagem, as produções/manifestações, e os elementos contextualizadores.
CONTEÚDOS
1ª SÉRIE
eeeeeeee
CONTEUDOS ESTRUTURANTES
ELEMENTOS MOVIMENTOS E
COMPOSIÇÃO
FORMAIS PERIODOS
Conteúdos Específicos
Ponto Figurativa Paleolítico Superior
Linha Abstrata Neolítico
Superfície Figura/fundo Arte Africana
Textura Bi/tridimensional e Egito
ARTES Volume virtuais Arte Grega
VISUAIS Cor Semelhanças Arte Romana
Contrastes Arte Bizantina
Ritmo visual Românica
Gêneros Arte Gótica
Técnicas Renascimento
Altura Ritmo Barroco
Duração Melodia Rococó
Timbre Harmonia Neoclassicismo
Intensidade Intervalo melódico Romantismo
Densidade Intervalo Harmônico Realismo
MÚSICA Tonal Impressionismo
Modal Neo-impressionismo
Gêneros Pós-impressionismo
Técnicas Expressionismo
Improvisações Fauvismo
Personagem: Representação Cubismo
Expressão corporal, Sonoplastia/ Abstracionismo
vocal, gestual e facial Iluminação/ Surrealismo
Ação Cenografia/ Figurino/ Opt-art
Espaço Cênico Maquiagem/ Adereços Pop-art
TEATRO Jogos teatrais/
Dramatização
Roteiro
Enredo
Gêneros
Técnicas
Ponto de apoio
Movimento corporal
Tempo Salto e queda
Espaço Rotação
Ritmo Formação
DANÇA Deslocamento
Sonoplastia
Coreografia
Gêneros
Técnicas
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21
Cultura africana
FESTDOM – Festival de Esportes, Recreação e Artes do Colégio Estadual Dom Bosco
METODOLOGIA
A educação pela arte possibilita ao educando a ampliação de sua visão construindo sua corporeidade holística.
Entendendo visão não só como o olhar e ver um objeto, mas sim a compreensão desse objeto em relação a si e ao
outro. A arte é um instrumento que alavanca os sentidos, as percepções, auxiliando na construção de sua
identidade cultural.
Ao utilizar os recursos artísticos, é importante que ocorra dentro da visão de ensino-aprendizagem da pedagogia
Histórico-Critíca. Para tanto a escola deve ser percebida com um todo e vista como um ―centro de experiência
permanente‖. Deve também possibilitar a co-responsabilidade do professor e aluno no processo de aprendizagem.
É fundamental que durante as aulas o professor, num primeiro momento, deixe claro para os alunos a importância
do conteúdo, partindo do seu ponto de vista e indo para a explicação dos porquês e dos como serão trabalhados. A
postura do professor deve ser a de quem: explica, informa, questiona, corrige. Isso é agir na zona de
desenvolvimento imediato do aluno, segundo Vigotski. Com isso buscar a catarse 2 no aluno para que este possa
explicar, agir e interagir as informações adquiridas com os colegas, com o professor, com a escola, enfim com o
meio que o cerca, o mundo.
Para Ana Mae Barbosa ao trabalharmos com o ensino da arte devemos ter em mente o tripé: do fazer, do sentir e do
perceber as dimensões artísticas. Assim, o trabalho em sala de aula poderá iniciar por qualquer desses eixos ou
pelos três simultaneamente. Uma vez que para o Ensino Fundamental as formas de relação da arte com a sociedade
serão tratadas numa dimensão ampliada, enfatizando a associação da arte com a cultura e da arte com a linguagem.
2
Segundo GASPARIN catarse é a síntese, ou seja, é a sistematização do conhecimento adquirido, a conclusão que o aluno chegou; dentro
de um processo com seus objetivos já determinados.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
De acordo com a LDBN (n.º 9.394/96, art. 24 inciso V) e com a deliberação 07/99 do Conselho Estadual de
Educação (Capítulo I, art. 8º), a avaliação em arte deverá levar em conta as relações estabelecidas pelo aluno entre
os conhecimentos em arte e a sua realidade, evidenciada tanto no processo, quanto na produção individual e
coletiva desenvolvidos a partir desses saberes.
Para se tratar da avaliação em Arte, é necessário referir-se ao conhecimento específico das linguagens artísticas,
tanto em seus aspectos experimentais (práticos) quanto conceituais (teóricos), pois a avaliação consistente e
fundamentada, permite ao aluno posicionar-se em relação aos trabalhos artísticos estudados e produzidos.
Avaliação é um processo amplo de aprendizagem, indissolúvel do todo, que envolveu responsabilidade do
professor e do aluno, pensar avaliação no âmbito da Educação Escolar, no campo da Educação de direitos, nos leva
a pensar a sua função, o papel social do professor, a razão da existência da escola. Traz a discussão sobre a
inclusão e exclusão, privilégios e direitos, direitos e obrigações, que alunos queremos formar, que escola estamos
construindo e para qual sociedade.
Necessita-se sobretudo, de uma avaliação contínua, formativa e emancipativa, na perspectiva do desenvolvimento
integral do aluno. O importante é estabelecer um diagnóstico correto para cada aluno e identificar as possíveis
causas de seus fracassos ou dificuldades visando uma maior qualificação e não somente uma quantificação na
aprendizagem.
A avaliação deve contribuir para o desenvolvimento das capacidades dos alunos, pode-se dizer que ela se converte
em ferramenta pedagógica, em um elemento que melhora a aprendizagem do aluno e a qualidade de ensino.
A postura avaliativa contínua do docente deve compreender as várias áreas de capacidade do aluno, como o
cognitivo, motora, de relação interpessoal, de atuação, ética nos mais variados componentes do currículo. A
avaliação formativa é concebida como meio pedagógico para ajudar o aluno em seu processo educativo.
Assim a avaliação será continua, ou seja, se dará constantemente a cada encontro, e será considerado o avanço
individual de cada aluno em relação as suas potencialidades. E em cada atividade serão focados os pontos
determinados pelos conteúdos estruturantes do Ensino Fundamental. E mais, os valores de cada atividade serão
determinados após consenso com os alunos, respeitando o disposto no regimento do Colégio Estadual Dom Bosco.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- APOSTILA NOBEL. O Multiverso das Artes – Artes Visuais. Maringá: Editora Nobel, 2003.
- Arte / Vários Autores. – Curitiba: SEED-OR – 336 p. Projeto Folha.
- BERTELLO, Maria Augusta. Palavra em Ação – Minimanual de Pesquisa – ARTE. Uberlândia: Claranto
Editora, 2003.
- CANTELE, Bruna R. & LEONARDI, Ângela C. Arte Linguagem Visual. São Paulo: IBEP, 2000.
- CHAUÍ, Marilena. Convite a Filosofia. 8º edição. São Paulo: Editora Ática, 1997.
- D‘ANDREA, Flávio Fortes. Desenvolvimento da Personalidade; enfoque psicodinâmico. 9º edição. São Paulo:
Bertrand Brasil, 1989.
- DIRETRIZES CURRICULARES DE ARTES DO ENSINO MÉDIO. Versão Preliminar, 2006.
- FEIST, Hildegard. Pequena viagem pelo mundo da arte. São Paulo: Editora Moderna, 1996.
- GASPARIN, João Luiz. Uma didática para a pedagogia histórico-critíca. 3.ed.ver. – Campinas: Editora Autores
Associados, 2005. 191p.
- JASON, H. W. e JASON, Anthony F.; [tradução Jefferson Luiz Camargo]. Iniciação a História da arte. São
Paulo: Martins Fontes, 1996.
- MARCHESI JÚNIOR, Isaías. Atividades de Educação Artística. São Paulo: Editora Ática, 1995.
- MANGE, Marilyn Diggs. Arte brasileira para crianças. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
- NEWBERY, Elizabeth. Os segredos da Arte. São Paulo: Ed. Ática, 2004.
- PARANÁ. Secretaria do Estado da Educação. Departamento de Ensino de Primeiro Grau. Currículo Básico
para a Escola Pública do Paraná. Curitiba: SEED/DEPG, 1992.
- PARANÁ. Secretaria do Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Arte
para o Ensino Fundamental. Curitiba: SEED/DEPG, 2006.
- PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ed. Ática, 1990.
- REVERBEL, Olga. Teatro na Escola. Porto Alegre: Ed. Ática.
- VYGOTSKY, Lev Semenovitch. Psicologia da arte. São Paulo: M. Fontes, 1999.
- WELL, Pierre & TOMPAKOW, Roland. O Corpo Fala; A linguagem silenciosa da comunicação não verbal. 3º
edição. Petrópolis: Ed. Vozes, l973.
Proposta Curricular da Disciplina de
Biologia – EM
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE BIOLOGIA
A disciplina de Biologia tem como objeto de estudo o fenômeno Vida. Ao longo da história da humanidade muitos
foram os conceitos elaborados sobre este fenômeno numa tentativa de explicá-lo e ao mesmo tempo, compreende-
lo.
Podemos observar que há cerca de quinze anos, o Paraná promoveu um amplo processo de elaboração de proposta
curricular que se concretizou no Currículo Básico. Esse processo foi um aprendizado novo que passou a reger uma
prática reflexiva de construção de proposta pedagógicas nos diferentes níveis e modalidades de ensino.
Ao analisar o texto, na crise dos anos 80 começou a surgir várias críticas como ás concepções que prevaleciam nos
projetos inovadores para o Ensino de Ciências. O ponto central desta revisão é a respeito da idéia de Ciências
positivista e da utilização da metodologia científica pelo aluno. Os projetos caracterizavam-se por uma concepção
empírico – indutivista para á Biologia, e visavam desenvolver essa concepção no ensino.
Pode-se observar nos PCN de Biologia, é que estes trazem um esvaziamento do conteúdo formal da disciplina,
permitindo a presença de temas geradores e criando subsistemas, na qual valores, conhecimentos e capacidades e
até mesmo Ciência, estariam continuamente se transformando, orientados por uma ―sociedade aberta‖, como
definido por POPPER (1974), e controlada pela competência individual.
Já nas Diretrizes Curriculares, a observação é considerada com um procedimento de investigação que consiste na
atenção sistemática de um fato natural de mecanismo biológico, de processos que ocorrem no âmbito da
biodiversidade.
Dentre a metodologia para o ensino de Biologia, propõe-se a utilização do método da prática social que parte da
pedagogia histórico-crítica centrada na valorização e socialização dos conhecimentos de Biologia.
A utilização de textos informativos ou temas que serão expostos para os alunos em formas dialogada e
contextualizada visa a utilização de recursos didáticos como (jornais, vídeos, experiências, etc.).
É importante, valorizar os conhecimentos e idéias do aluno para obter uma aprendizagem. A partir das explicações
dos fatos e fenômenos observáveis ou não, que os alunos têm, que se deve promover a introdução das concepções
científicos a principal característica dessa relação é o estabelecimento de vínculos entre os conteúdos que são
resultados de experiências de gerações anteriores que visavam atender a uma necessidade prática.
OBJETIVOS GERAIS
É fundamental que o ensino de Biologia relacione o desenvolvimento das ciências naturais ao desenvolvimento
tecnológico e associe as diferentes tecnologia aos problemas que se propuseram e propõem solucionar, bem como
entender o impacto das tecnologias na sua vida pessoal, nos processos de produção, no desenvolvimento do
conhecimento e na vida social.
Reconhecer as relações do homem com o meio ambiente e com os outros seres vivos.
CONTEÚDOS
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Estabelecer os conteúdos estruturantes para o ensino de Biologia requer uma análise desse momento histórico,
social, político e econômico que vivemos; da relevância e abrangência dos conhecimentos que se pretende serem
desenvolvidos nessa modalidade de ensino; da atuação do professor em sala de aula; dos materiais didáticos
disponíveis no mercado; das condições de vida dos alunos e dos seus objetivos.
Os conteúdos estruturantes são os saberes, conhecimentos de grande amplitude, que identificam e organizam os
campos de estudo de uma disciplina escolar.
Nestas Diretrizes Curriculares são apresentados quatro modelos interpretativos de fenômeno VIDA, como base
estrutural para o currículo de Biologia no Ensino Médio.
Os conteúdos Estruturantes de Biologia foram estabelecidos buscando-se sua historicidade para que se perceba a
não neutralidade da construção do pensamento científico e o caráter transitório do conhecimento elaborado. Desta
forma a disciplina de Biologia é capaz de relacionar diversos conhecimentos específicos entre si e com outras áreas
de conhecimento e deve priorizar o desenvolvimento de conceitos cientificamente produzidos e propiciar reflexão
constante sobre as mudanças de tais conceitos, em decorrência de questões emergentes.
I - Organização e Distribuição dos Seres Vivos (Biologia celular e molecular, Histologia, Zoologia, Botânica,
Microbiologia, Ecologia).
a) Organização celular
Composição química
Membrana, citoplasma e núcleo
Divisão celular
Organização dos tecidos
b) Os Seres Vivos e o Ambiente
Produtores * características gerais do grupo
Consumidores * importância biológica
Decompositores * nocividade ao homem
II – Biodiversidade ( Zoologia, Botânica, Ecologia)
c) Biomas terrestres
Tundra * Seres vivos
Taiga * relação entre seres vivos
Floresta * características dos seres vivos
Campos * reprodução
Desertos * problemas ambientais
Biomas Aquáticos
Mares, oceanos * Seres vivos
Geleiras * relação entre seres vivos
Lençóis subterrâneo * reprodução
Rios, lagos * problemas ambientais
d) Ciclos biogeoquímicos
e) Cadeias e teias alimentares
f) Desequilíbrio ambiental (rural e urbano)
III – Processos de Modificações dos Seres Vivos ( Biologia celular e molecular, Genética, Evolução, Fisiologia
comparada animal e vegetal).
g) Origem e Evolução da vida
Teorias do surgimento da vida
Lamarck x Darwin
Mutação
h) Origem das espécies
Conquista dos ambientes pelos seres vivos
Especiação
Árvore filogenética (filogenia dos grupos)
i) Reprodução humana, embriologia e genética
Reprodução humana e embriologia
Leis de Mendel
Anomalias genéticas humana
j) Fisiologia comparada (animal e vegetal)
Nutrição, respiração, circulação, excreção, revestimento do corpo, sustentação, locomoção,
reprodução.
VI – Implicações dos avanços Biológicos no contexto da vida (atualidades, pesquisas científicas, saúde, ambiente,
tecnologia)
k) Método científico
l) Ciência e saúde
m) Pesquisas científicas/biológicas
n) Bioética
o) Biotecnologia
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º Série
O surgimento da vida na Terra.
o Abiogênese e Biogênese.
o Terra primitiva.
o Mecanismo de coacervação.
o Surgimento dos seres autótrofos e heterótrofos.
Ecologia:
o Os seres e o meio ambiente.
o Os ecossistemas.
o Biologia das populações.
o Alguns conceitos ecológicos.
o Cadeias alimentares.
o As pirâmides ecológicas.
o As sucessões ecológicas.
o Relações entre os seres vivos.
o Os ciclos biogeoquímicos.
A constituição química dos organismos:
o Água.
o Glicídios.
o Lipídios.
o Proteínas.
o Enzimas.
o O pH e a vida.
o Vitaminas.
o Ácidos nucléicos.
Citologia:
o Medidas em citologia.
o Organização básica das células.
o A célula como unidade viva.
o A membrana plasmática e a parede celular.
o O citoesqueleto.
o Os centríolos.
o O núcleo.
o O citoplasma.
o O reticulo endoplasmático.
o A síntese de proteínas pela célula.
o Lisossomos, peroxissomos e glixissomos.
o Os vacúolos vegetais.
o Os plastos.
o As mitocôndrias.
o As células e o metabolismo energético.
o Fotossíntese e respiração.
As divisões celulares:
o Mitose e meiose.
o Gametogênese.
o Embriologia animal.
6. Histologia animal:
o Tecido Epitelial.
o Tecido Conjuntivo.
o Tecido Cartilaginoso.
o Tecido Ósseo.
o Tecido Sanguíneo.
o Tecido Muscular.
o Tecido Nervoso.
o Tecido Adiposo.
2ª série
Seres vivos:
o Diversidade entre os seres vivos.
o Nomemclatura científica.
o Classificação dos seres vivos.
o Vírus.
Reino Monera
o Bactérias.
o Importância das bactérias.
o Cianofíceas ou algas azuis.
Reino Protista
o Classificação dos Protozoários.
o Algas protistas.
4. Reino Plantae:
o Vegetais inferiores.
o Vegetais intermediários.
o Vegetais superiores.
5. Reino Animalia:
o Poríferos.
o Celenterados.
o Platelmintos.
o Asquelmintos.
o Anelídeos.
o Artrópodes.
o Moluscos.
o Equinodermos.
o Cordados: peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos.
Fisiologia Vegetal e Animal
o Absorção nos vegetais
o Transporte nos vegetais.
o Sudação ou gutação.
o Transpiração.
o Hormônios vegetais.
o Movimentos vegetais.
o Tipos de digestão nos seres vivos.
o Tipos de respiração nos seres vivos.
o Tipos de circulação nos seres vivos.
o Excreção.
o Sistema Nervoso.
3ª série
Reprodução e desenvolvimento
o Tipos básicos de reprodução.
o O sistema reprodutor masculino.
o O sistema reprodutor feminino.
o Gravidez e nascimento.
o Anticoncepcional.
A Genética de Mendel
o Conceitos fundamentais em genética.
o Como explicar a hereditariedade.
o Cálculos de probabilidade.
o 1ª lei de Mendel.
o Monohibridismo.
o A co-dominância.
o Dihibridismo e a 2ª lei de Mendel.
Genética posterior a Mendel
o Alelos múltiplos.
o Os grupos sanguíneos do sistema ABO.
o Os grupos sanguíneos do sistema Rh e do sistema M-N.
o Epistasia.
o Herança quantitativa.
o O determinismo do sexo.
Teorias da evolução
o O Facismo e o Evolucionismo
o O Lamarquismo.
o O Darwinismo.
o O Mutacionismo.
Evidencias da evolução.
o Anatomia e fisiologia humana
o Sistema digestório.
o Sistema respiratório.
o Sistema circulatório.
o Sistema excretor.
o As atividades hormonais.
o As atividades nervosas.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Implicações dos avanços Biológicos no contexto da Vida ( uma proposta voltada para as implicações da engenharia
genética), considerando-se que, com os avanços da biologia molecular, há a possibilidade de manipular o material
genético dos seres vivos. Exemplo, em poder-se modificar substancialmente um vírus, bactérias, plantas, animais e
os próprios seres humanos.
O estudo da biotecnologia se torna importante para os avanços científicos e de suas implicações éticas e morais na
sociedade, para que os estudantes no caso, de biologia possam discutir questões como nutrição, saúde, emprego e
preservação do ambiente que indiretamente influenciam suas vidas.
Bioética e Biotecnologia pode-se citar alguns conteúdos complementares como:
1 - agrotóxicos;
1 - queimadas;
2 - aditivos químicos;
3 - aborto;
4 - amamentação;
5 - anabolizantes;
6 - prevenção de doenças ( no geral e sexualmente transmissíveis);
7 – agenda 21
8 - transgênicos ( clonagem,etc.); plantas (propriedades terapêuticas, conservação da flora, etc.).
9 - entre outras situações que podem surgir perante a descobertas e transformações do Universo em relação as
decorrências que o homem pode trazer beneficio ou não para todos os seres vivos ou não-vivos.
METODOLOGIA
Com a introdução de elementos da história, torna-se possível compreender que há uma ampla rede de relações
entre a produção científica e os contextos social, econômico, político e cultural, verificando-se que a formulação, a
validade ou não das diferentes teorias científicas, está associada ao momento histórico em que foram propostas e
aos interesses dominante do período.
A apresentação do tema pelo professor com exposição dialogada (conversa com os estudantes) ou acompanhada de
algum recurso didático, como passar um trecho de filme, apresentar uma notícia de revista ou outra situação
concreta para iniciar a problematização.
A aplicação dos conteúdos de Biologia, será feita a partir dos elementos vivenciais, do mundo conhecido dos
alunos, através de levantamentos temáticos ou outras formas de diálogo que permitem articular os saberes trazidos
pelo aluno e o conteúdo científico. Isso contribuirá também para a valorização da diversidade cultural e a
promoção do diálogo inter-cultural, no ambiente escolar.
Em Biologia, são inúmeros os procedimentos (estratégia) que podem ser utilizados. Entre elas, destacam-se textos;
noticiários; experimentos; visitas orientadas (excursões); debates; júri simulado; aulas expositivas; recursos
tecnológicos; jogos de pesquisas; projetos; aulas práticas; relatórios; entrevistas; atividades individuais, em duplas
ou em grupos; dramatizações, palestras. A determinação do professor no sentido de trabalhar com uma biologia
contextualizada e voltada para a realidade dos alunos poderá lhe ser muito útil no sentido de atingir os objetivos a
que se propõe.
Assim, ao utilizar-se desta estratégia metodológica e retomando as metodologias que favoreceram a determinação
dos marcos conceituais apresentados nesta Proposta Curricular para o ensino de Biologia, propõe-se a utilização
dos momentos históricos, porém, adequados ao ensino científico atual.
A associação entre Ciências e tecnologia tem logrado alcançar avanços realmente espetaculares, cujos resultados
não só interferem em nosso cotidiano como, também, suscitam profundas indagações sobre o destino da
humanidade. Devemos lembrar os recentes sucessos alcançados pela Engenharia Genética e suas profundas
implicações em várias áreas da atividade humana.
A Biologia, como parte do processo de construção científica deve ser entendida e compreendida como processo de
produção do próprio desenvolvimento humano.
Não se pode esquecer, que o avanço do conhecimento biológico é um empreendimento científico, como uma
atividade humana, que parte de um processo histórico, produzido coletivamente pela troca de informações.
Considerando o ensino como instrumento de transformação dos mecanismos de reprodução social para melhor
compreender a realidade, a aula experimental torna-se um espaço de organização, discussão e reflexão, a partir de
modelos que reproduzem o real.
O aprendizado é proposto de forma a proporcionar aos alunos o desenvolvimento de uma compreensão do mundo
que lhes dê condições de continuamente colher e processar informações, desenvolver sua comunicação, avaliar
situações, tomar decisões, ter atuação positiva e crítica em seu meio social.
Sendo assim, nesta Proposta Curricular redimensiona-se a importância dada ao processo de construção histórica
dos conhecimentos biológicos de forma que os possibilitem acesso a cultura científica, socialmente valorizada,
tendo o objetivo a formação do sujeito crítico e reflexivo, rompendo com concepções pedagógicas.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Ser entendida como uma alavanca que impulsiona o êxito dos alunos e da escola como um todo. Para tanto, deve
ser contínua e evolutiva, o que dará ao professor subsídios para a percepção de dificuldades e dos avanços dos
alunos;
Desenvolver-se paralelamente o processo de construção do conhecimento;
Servir para desencadear e interpretar comportamentos a serem observados.
É preciso compreender avaliação como prática emancipadora. Deste modo, a avaliação passa a ser entendida como
instrumento cuja finalidade é obter informações necessárias sobre o desenvolvimento da prática pedagógica, para
nela intervir e reformular os processos de aprendizagem oportunizando aos alunos a sanar suas dificuldades e
dúvidas independente de seu nível de conhecimento. Desta forma sendo incluído em atividades grupais para sua
melhor integração ao ambiente que está participando.
Dentre a visão da avaliação emancipadora estará voltada para a construção do sucesso escolar e inclusão como
princípio e compromisso social.
A avaliação deve considerar o desenvolvimento da capacidade dos estudantes com relação á aprendizagem, não só
de conceitos, mas também de procedimentos e atitudes.
A avaliação será diagnóstica e contínua, podendo ser individual e coletiva, oral e escrita, através da participação
dos estudantes durante as aulas, debates, pesquisas, filmes, relatórios, experiências (laboratório Biologia)
proporcionando recursos para torna-los agentes ativos e participativos devem favorecer a construção, pelos
estudantes, de uma visão de mundo como um todo formado por elementos inter-relacionados, entre os quais o ser
humano, agente de transformação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Biologia volume único/ Clarinda Mercadante, José Arnaldo Favoretto.—ed.SP: Moderna, 1999.
Biologia volume único/ Paulino –ed.SP:Ática, 2004.
Biblioteca do estudante moderno/ SP: DCL,2000.
2Apostila de Biologia volume único/ Albino Fonseca—site na internet:www.ibep-nacional.com.Br ou endereço
eletrônico: editoras@ibep-nacional.com.br
Biologia para o ensino médio:volume único/Alba Gaianotti, Alessandra Modelli, --São Paulo: Scipione,2002. –
(Série Parâmetros), www.scipione.com.br
Biologia volume 1,2 e 3/ José Luís Soares/SP:Scipione, 1996.
Biologia volume único/ José Luís Soares/ SP: Scipione, 1997.
Secretária de Estado da Educação. Departamento de Ensino Médio. Biologia – Orientação Curriculares
Preliminares. Curitiba, 2005 e 2006.
Secretária de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Curriculares de Biologia Para o
Ensino Médio. Versão preliminar, 2006.
Proposta Curricular da Disciplina de
Educação Física – EM
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Historicamente tenta se situar a trajetória da Educação Física por fatos ocorridos a partir do século XVII, como as
transformações sociais com o fim da exploração escrava e as políticas de incentivo a migração, exigindo medidas
para aplicar preceitos de moralidade instaurar a ordem social.
Após a proclamação da república, vieram a tona mudanças sobre instituições escolares e políticas educacionais.
O parecer emitido por Rui Barbosa sobre o projeto denominado Reforma do Ensino Primário, afirmam a
importância da ginástica para a formação do cidadão, equipara-se a Educação Física em categoria e autoridade com
as demais disciplinas. A partir daí, tornou-se componente obrigatório dos Currículos Escolares.
As práticas pedagógicas escolares de Educação Física foram fortemente influenciadas pela instituição militar e pela
medicina numa perpectiva pedagógica. Melhorar o funcionamento do corpo dependia de técnicas construídas com
base no conhecimento biofísico , com tarefa de construir corpos saudáveis e dóceis, que permitissem uma melhor
adaptação ao processo produtivo.
A Educação física se consolidou no contexto escolar a partir da Constituição de 1937, tendo como objetivo de
doutrinação e contenção dos ímpetos da classe popular, enaltecendo o patriotismo, a hierarquia e a ordem.
Na década de 30, o esporte se popularizou, confundindo-se com a Educação Física, tendo como intuito de
promover políticas nacionalistas.
Em 1942, com a promulgação da lei orgânica do Ensino Secundário, institui-se ciclos educacionais e ampliou a
obrigatoriedade da Educação Física até 21 anos de díade, objetivando formar mão de obra fisicamente adestrada e
capacitada. A partir de 64 o esporte passou a ter mais ênfase devido aos acordos feitos entre o MEC e o
Departamento Federal de Educação Americana, tornado e centrada na competição e no desempenho, através de
métodos tecnicista. Os esportes olímpicos foram priorizados como objetivo principal.
A promulgação da lei 5692/72 manteve a obrigatoriedade e a atividade escolar regular da disciplina de Educação
Física. Assim, a disciplina estava ligada a aptidão física e era considerada importante para o desenvolvimento da
capacidade produtiva.
Na área pedagógica, a psicomotricidade ganhou destaque por buscar autenticidade da disciplina na escola, em
contraposição as perspectivas teóricas metodológicas e ao rendimento motor.
Em meados dos anos 80 já se ouvia falar em tendências ou correntes voltadas a uma criatividade ―progressiva‖,
destacando as abordagens desenvolvimentistas e construtivistas, essas alicerçadas nas discussões da pedagogia
crítica brasileira.
Já no início da década de 90 foi elaborado o currículo básico no Paraná, sua elaboração deu-se no contexto
nacional de redemocratização e resultou-se de um trabalho coletivo dos profissionais comprometidos com a
Educação Pública do Paraná. O Currículo da Educação Física está embasado na Pedagogia Histórico-Crítica,
tendência essa denominada como Educação Física Progressista, revolucionária e crítica, esse documento propôs
um modelo de superação das contradições e injustiças sociais. Era uma proposta avançada, no entanto, apresentava
uma listagem de conteúdos que limitava o trabalho do professor.
No mesmo período foi elaborado também o documento da reestruturação da Proposta Curricular do Ensino Médio
onde vislumbrava-se a perspectiva de mudanças e transformação de uma sociedade fundamentada em valores
individuais para uma sociedade mais igualitária. Essa proposta representou um marco pra a disciplina.
Todos esses avanços teóricos da Educação Física sofreram um retrocesso na década de 90, após a discussão da
LDB apresentou-se a proposta dos PCN`S para a disciplina. Esses Parâmetros Curriculares Nacionais buscavam
romper com as perspectivas de aptidão física. Porém o documento não apresentava uma coerência interna de
Proposta Curricular.
Nos PCN`S, há a descaracterização dos conhecimentos historicamente construídos, ao propor temas amplos que
desviam a centralidade e importância dos conhecimentos de cada conteúdo de tradição da Educação Física.
Por fim, os PCN´S, trazem uma proposta confusa e a crítica com uma redação progressiva. Porém, as diversas
concepções pedagógicas até apresentadas atendem a interesses que visam a um processo de individualização e
adaptação à sociedade, ao invés de construção e abordagens dos conhecimentos.
Considerando o conteúdo histórico citado até o momento, onde a Educação Física transitou em diversas
perspectivas históricas, desde as mais racionarias até as mais críticas, torna-se possível sistematizar propostas
pedagógicas que orientem estas diretrizes, com vistas à avançar sobre a visão hegemônica que aplicou e contínua
aplicando à Educação Física a função de treinar o corpo, sem qualquer reflexão sobre o fazer corporal.
A Educação Física como disciplina escolar, deve tratar da cultura corporal (corporeidade e corporalidade), em
sentido amplo: sua finalidade é introduzir e integrar o aluno e essa esfera formando o cidadão que vai produzir,
reproduzir e também transformar essa cultura. Para tanto, o aluno deverá deter o instrumental necessário para
usufruir de jogos, danças, lutas, ginásticas e esportes em benefício do exercício crítico da cidadania e na melhora
da qualidade de vida.
Sua carga horária total no ensino médio é de 240h/a, divididas em 80h/a em cada série (1º, 2º e 3º anos).
OBJETIVOS GERAIS DA DISCIPLINA
Desenvolver atividades físicas subsidiadas por uma fundamentação teórica-prática, a fim de possibilitar interações
que se estabeleçam na materialidade das relações sociais, políticas, econômicas e culturais dos alunos,
considerando a realidade social onde vivem, além de favorecer melhorias na qualidade de vida.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
- ESPORTE
- JOGOS
- GINÁSTICA
- LUTAS
- DANÇAS
ELEMENTOS ARTICULADORES
- DESPORTIVIZAÇÃO
- MÍDIA
- SAÚDE
- TÁTICAS E TÉCNICAS
- LAZER
- DIVERSIDADE
1º 2º e 3º ANOS
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º BIMESTRE
Noções e importância das atividades físicas, saúde e 1º socorros;
Qualidade de vida (exercícios formativos e nutrição)
Voleibol: regras, arbitragem, sistemas de jogos
Xadrez / tênis de mesa
Jogos recreativos, cooperativos
Caminhada
Danças populares
2º BIMESTRE
Noções e importância das atividades físicas, saúde e 1º socorros;
Qualidade de vida (exercícios formativos e nutrição)
Futsal – recreação
Xadrez / tênis de mesa
Jogos recreativos / cooperativos
Danças populares
Fitness (step)
Atividades rítmicas / artísticas
3º BIMESTRE
Noções e importância das atividades físicas, saúde e 1º socorros;
Qualidade de vida (exercícios formativos e nutrição)
Basquetebol e handebol: regras, arbitragem, sistemas de jogos;
Xadrez / tênis de mesa;
Jogos recreativos / cooperativos
Danças populares
Atividades rítimicas / artísticas
4º BIMESTRE
Noções e importância das atividades físicas, saúde e 1º socorros;
Qualidade de vida (exercícios formativos e nutrição)
Todas as modalidades trabalhadas
Xadrez / tênis de mesa
Danças populares
Atividades rítmicas / artísticas
Organização competições e eventos
METODOLOGIA
A Educação Física tem como objetivo de estudo, o homem em movimento, ou seja, a cultura corporal e pode ser
entendida como uma área que interage com todas as suas formas de manifestações culturais, políticas, econômicas
e sociais.
Neste contexto, utiliza-se a metodologia crítico-superadora, a qual permite ao educando ampliar sua visão de
mundo por meio da cultura corporal. Esta metodologia é fundamentada na pedagogia histórico-crítica que tem
como princípio a igualdade entre os seres humanos e estabelece a educação como meio de transformações sociais.
Portanto, os conteúdos podem ser abordados de acordo com o grau de complexidade levando em consideração as
diferenças de entendimento e de relações entre os conteúdos estruturantes, específicos e articuladores
(complementares), em cada série do Ensino Médio.
Nesta linha de raciocínio, os conteúdos são trabalhados de forma simultânea, considerando a espiralidade do
conhecimento, tendo como base os mesmos dados, mas com diferentes graus de aprofundamento e complexidade
de acordo com as séries.
Assim, a metodologia crítico-superadora pressupõe a utilização de estratégias de ensino, abaixo descrita:
a) Prática social – ponto de partida do trabalho do professor é ter interesse por aquilo que o aluno já conhece sobre
o tema a ser desenvolvido. O interesse do professor por aquilo que o aluno já conhece sobre o tema a ser
desenvolvido. O interesse do professor por aquilo que os alunos já conhecem é uma ocupação prévia sobre o tema
que será desenvolvido. É um cuidado preliminar que visa saber quais as ―pré-ocupações‖ que estão nas mentes e
nos sentimentos dos escolares. Isso possibilita ao professor desenvolver um trabalho pedagógico mais adequado, a
fim de que os educandos, nas fases posteriores do processo, apropriem-se de um conhecimento significativo para
suas vidas. (GASPARIM, 2002).
b) Problematização - trata-se de um desafio. É a criação de uma necessidade para que o educando, por meio de
sua ação, busque o conhecimento. É o momento que a prática social é posta em questão, analisada, interrogada,
levando em consideração o conteúdo a ser trabalhado e as exigências sócias de aplicação desse conhecimento.
(GASPARIN, 2002)
c) Instrumentalização – é o caminho por meio do qual o conteúdo sistematizado é posto à disposição dos alunos
para que o assimilem e o recriem e, ao incorpora-lo, transformem-no em instrumento de construção pessoal e
profissional. (GASPARIN, 2002)
d) catarse - é a fase em que o educando sistematiza e manifesta o que assimilou, isto é, que assemelhou a si
mesmo, os conteúdos e os métodos de trabalhos usados na fase anterior. Agora traduz oralmente ou por escrito a
compreensão que teve de todo processo de trabalho. Expressa sua nova maneira de ver o conteúdo e a prática
social. É capaz de entende-lo em um novo patamar, mais elevado, mais consistente e mais bem estruturado
(GASPARIN, 2002).
e) Retorno à prática social – é o ponto de chegada do processo pedagógico na perspectiva histórico-crítica.
Representa a transposição do teórico para o prático dos objetivos da unidade de estudo, das dimensões do conteúdo
e dos conceitos adquiridos. Professor e alunos modificam-se intelectualmente e qualitativamente em relação a suas
concepções sobre o conteúdo que reconstruíram, passando de um estágio de menor compreensão científica a uma
fase de maior clareza e compreensão dessa mesma concepção dentro da totalidade. (GASPARIN, 2002)
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será um processo formativo, permanente e cumulativo, que o professor estará organizando e
reorganizando o seu trabalho tendo no horizonte as diversas manifestações corporais, evidenciadas nas formas de
ginástica, do esporte, dos jogos, da dança e das lutas, levando os alunos a refletirem e a se posicionarem
criticamente com o intuito de construir uma suposta relação com o mundo.
Além disso, o processo de avaliação deve ser flexível, de modo a atingir os alunos especiais, valorizando as
habilidades individuais e respeitando os limites e cada um para que a inclusão seja trabalhada de maneira a
propiciar o desenvolvimento potencial do educando incluso.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- APOSTILA DA SEED – Diretrizes curriculares para o ensino da Educação Física - Julho de 2006.
- ALMEIDA, Paulo Nunes. Técnicas e Jogos Pedagógicos. São Paulo, 1987. Edições Loyola.
- BREGOLATO, Roseli A. – Textos de Educação Física para a Sala de Aula. Cascavel, 1994. Ed. Assoite.
- NETO. João O. Machado. Nutrição e Exercício. Rio de Janeiro. 1994. Ed. Sprint.
- TEIXEIRA. Hudson. Ventura. Educação Física e Desportos. São Paulo. 1996. Ed. Saraiva.
- PARECER Nº CNE/CP 003/2004. Brasilia, MEC. 2004.
- MORAES, A.C. Orientações Curriculares do Ensino Médio.
- COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo. 1992.
- BRACHT. V. As Ciências do Esporte no Brasil. Campinas/SP. Autores associados, 1996.
- BETTI, M. Educação Física Escolar. Uma proposta de diretrizes pedagógicas. In Revista Mackenzie de Educação
Física e Esporte. São Paulo, 1981.
- DAOLO. J. Educação Física e o conceito de cultura. Campinas/SP. Autores associados. 2004.
- KUZ. E. Didática da educação física.Ijui. Editoa Unijui, 2003.
- BARRETO D. Dança ensino, sentidos e possibilidades na Escola. Campinas, autores associados, 2004.
- CASTELLANI, Filho, L. Educação física no Brasil. Campinas, Papirus, 1991.
- CASTELLANI, Filho, L. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo, 1992.
- ESCOBAR, M. Cultura corporal na Escola. Revista Motrivência. Florian[opolis. Ijui. 1995.
- LIBÂNIO, J. C. Democratização da Escola Pública. A pedagogia Crítico-social dos conteúdos. São Paulo.
Loyola, 1985.
- NOZAKI, H.T. Educação Física e reordenamento no mundo do trabalho, mediações da regulamentação da
profissão. Tese de doutorado – Niterói. UFF. 2004.
- TABORDA DE OLIVEIRA. Marcus A. Existe espaço para o ensino da Educação Física na escola básica. Pensar
a prática. Goiânia. 1998.
Proposta Curricular da Disciplina de
Física - EM
APRESENTAÇÃO GERAL
DA DISCIPLINA
Como uma das ciências básicas da natureza, o estudo da Física é indispensável àqueles que querem entender os
mecanismos mais profundos de tudo que ocorre na natureza.
A Física, como todas as ciências deve ser percebida como construção histórica, como atividade social humana,
emerge da cultura e leva à compreensão de que modelos explicativos não são únicos nem finais, tendo se sucedido
ao longo dos tempos.
Na Idade Média, por volta do século XIII o conhecimento do universo foi associado a Deus e todas as verdades
relacionadas ao cristianismo.
Mudanças ocorreram a surgir com o Renascimento, em 1453 e aliado a tantos acontecimentos uma nova classe
social: a burguesia, que se opõe ao poder dos príncipes e reis medievais, bem como aos dos cardeais da igreja.
A Física tal qual conhecemos hoje foi inaugurada por Galileu Galilei, no século XVI, com ima nova forma de se
conceber o universo, através da descrição matemática dos fenômenos físicos. Galileu busca descrever um
fenômeno partindo de uma situação particular para chega ao geral, tornando possível construir leis universais.
Com a contribuição de Galileu e demais cientistas como Bacon e Descartes ao instituírem o método retiram das
autoridades eclesiáticas o controle sobre o conhecimento e iniciam um novo período que chamamos de moderno,
nasce então a Ciência Moderna, abrindo caminho para que Isaac Newton (1642-1727) chegasse a unificação da
ciência elevando a Física, no século XVII, ao status de Ciência.
Em contradição, a revolução industrial burguesa que vai levantar a bandeira da educação gratuita para todos, para
se firmar como classe dominante.
Os Estados passam a ser responsáveis pela educação dos trabalhadores marcando o surgimento da instituição
escola tal qual a conhecemos hoje, porém uma escola que não é para todos.
O ensino da Física é trazido para nosso país em 1808 com a vinda da família real e tem a preocupação com a
formação de engenheiros e médicos, de modo a formar as elites dirigentes do país.
O século XIX é marcado com uma outra unificação da Física, cabendo ao escocês James C. Maxwell, por volta de
1861, a sua sistematização.
Em meados do século XIX, aparentemente, todos os problemas poderiam ser resolvidos pela Física Newtoniana,
pelas leis da Termodinâmica e pelas equações de Maxwell.
O ano de 1905, início do século XX é marcado por uma nova revolução no campo da pesquisa da Física com
Einstein que propõe a teoria da relatividade especial.
O final da Segunda Grande Guerra marca uma euforia no ensino de Ciências de uma maneira geral, provocando
mudanças no currículo escolar da disciplina. Essa busca por novas tecnologias de guerra, iniciada com o
desenvolvimento da bomba atômica ampliou o clima de rivalidade, levando as grandes potências a uma corrida
armamentista.
A intensificação do processo de industrialização no Brasil, a partir dos anos de 1950, tornou a Física parte dos
currículos do ensino secundário, hoje ensino médio.
No ano de 1957 aconteceria o lançamento do primeiro satélite artificial, o Sputnik, pela antiga União Soviética,
antes dos Estados Unidos. Esse fato foi atribuído ao avanço tecnológico e científico soviético e ao seu ensino.
Críticas surgiram então ao ensino livresco que eram feitas à educação científica nos EUA e no Brasil.
Com a hegemonia capitalista americana ameaçada alteram-se os rumos do IBECC, a partir de 1959, dando origem
a grandes projetos para a melhoria do ensino de ciências como o da Fundação Nuffield na Inglaterra e o Physical
Science Study Commitee (PSSC) nos EUA, esse com versão também para Biologia e Química.
A revogação da obrigatoriedade de adoção dos programas oficiais do MEC, pela lei de Diretrizes e Bases da
Educação – LDB 4024, de 21 de dezembro de 1961, deu liberdade às escolas na escolha dos conteúdos. Iniciam-se
investimentos para aquisição de kits de materiais para aulas experimentais, através de convênios com instituições e
governos estrangeiros traduzidos os quais vem sempre acompanhados de livros que serviam de roteiros-guia para
as atividades dos professores.
Por outro lado, em São Paulo, durante o golpe militar de 1964, começam a ser desenvolvidos projetos nacionais,
como o Projeto Piloto de Ensino de Física, criado pelo grupo de estudos em Tecnologia de Ensino de Física –
GETEF, formado por um grupo de professores ligados ao ensino secundário paulista, patrocinado pela Unesco.
Além desse projeto, outros dois, foram desenvolvidos: o Projeto de Ensino de Física – PEF, pelo instituto de Física
da USP e o projeto Brasileiro de Ensino de Física – PBEF pela Fundação Brasileira de Educação e Cultura –
FUNBEC.
Com a necessidade de mão de obra qualificada, foi promulgada a Lei nº 5.692, de Diretrizes e Bases da Educação
em 1971. Assim, o ensino de segundo grau devia preparar todos os alunos para o trabalho.
Nos anos 80, o grupo de Reelaboração do Ensino de Física – GREF, integrado por professores da Rede Estadual
Pública de São Paulo, coordenados pelo Instituto de Física da USP, elaborou uma proposta de ensino de Física que
propõe uma abordagem dos conteúdos escolares a partir das contribuições dos alunos, e o universo de vivência de
professores e alunos.
No Estado do Paraná, no final da década de 70 e início dos anos 80 inicia-se a implantação da pedagogia histórico
crítica, através das idéias do Professor Dermeval Saviani, inicialmente na prefeitura de Curitiba e, depois, na rede
estadual. Desse movimento, nasceu o Currículo Básico, o embrião de uma reestruturação do ensino do 2º grau, hoje
Ensino Médio, inclusive na Física, que resultou numa proposta de conteúdos do ensino de 2º Grau para a
disciplina.
Nos anos 90, as novas demandas da educação no país passam a serem explicitadas por diversos documentos de
organismos mundiais, como Banco Mundial – BM e seu braço, o Banco Interamericano de Desenvolvimento –
BID, dentre outros. Num contexto de competitividade e de uma sociedade altamente dominada por recursos
tecnológicos de última geração, o que requer uma reforma educacional, concretizada na LDB 9.394/96, Diretrizes
Curriculares Nacionais e Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com a preocupação de formar cidadãos
polivalentes, criativos e capazes de adaptação permanente às novas formas de produção.
No Paraná, em 1998 começa a ocorrer uma discussão por áreas, tendo em vista a reforma proposta pelo PROEM e
a elaboração do projeto político pedagógico pelas escolas. No que diz respeito à Física o documento, elaborado por
professores integrantes do GREF, denunciava, novamente, a excessiva matematização dos fenômenos físicos, os
métodos de ensino centrados na resolução e repetição dos problemas de Física e o absolutismo da ciência, tal qual
o grupo que elaborou a proposta de reestruturação do segundo grau, em 1993.
Hoje, continuamos com um tratamento disciplinar porque consideramos, que a Física é um campo de
conhecimentos específicos, em construção e socialmente reconhecido. Por isso não aceitamos a generalidade, pois
essa cultura de busca de princípios gerais e abrangentes, tal qual o espírito positivista, é um dos obstáculos ao
desenvolvimento do conhecimento científico, capaz de levar o espírito científico a se prender às soluções fáceis,
imediatas e aparentes.
A ciência surge na tentativa humana de decifrar o universo físico, determinada pela necessidade humana de
resolver problemas práticos e necessidades materiais em determinada época, logo é histórica, constituindo-se em
visão de mundo.
Entende-se que uma abordagem histórica dos conteúdos se apresenta como útil e rica, pois pode auxiliar os sujeitos
a reconhecerem a ciência como um objeto humano, tornando o conteúdo científico mais interessante e
compreensível.
OBJETIVO GERAL
- Construir o ensino de física centrado em conteúdos e metodologias capazes de levar os estudantes a
refletir sobre o mundo das ciências, sob a perspectiva de que esta ciência não é fruto apenas da pura
racionalidade científica. Assim, busca-se contribuir par ao desenvolvimento de um sujeito crítico capaz
de admirar a beleza da produção científica e compreender a necessidade deste conhecimento para
entender o universo de fenômenos que o cerca, percebendo a não neutralidade de sua produção, bem
como os aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais desta ciência, seu comprometimento com as
estruturas que representa estes aspectos;
- Compreender a física hoje, a partir, sempre que possível dos elementos vivenciais e mesmo cotidianos,
a fim de garantir consistência na percepção de sua utilidade e universalizar o saber científico e
tecnológico, interagindo professor e aluno à da busca do conhecimento.
- Entender a relação ciência, tecnologia, habitando-o a julgar o valor da ciência e da técnica na solução de
problemas do seu meio;
- Aplicar os princípios fundamentais da Física na solução de problemas inerentes ao seu cotidiano;
- Interessar-se pelos estudos mais avançados nas áreas profissionais ligadas à Física, dando-lhe condições
de prosseguir seus estudos nessas áreas;
- Estabelecer relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão de cultura humana;
- Desenvolver a capacidade de comunicação, valorizando o diálogo e a consulta, respeitando o
interlocutor e sabendo fazer-se respeitar.
CONTEÚDOS
1ª Série
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
- Estudo dos Movimentos
- Entidades fundamentais: Espaço, tempo e massa.
- Conceitos fundamentais: Inércia, momentum de um corpo, a variação do momentum e suas conseqüências.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Quantidade de movimento (momentum) e inércia, o papel da massa;
A conservação do momentum;
Variação da quantidade de movimento e impulso: 2ª lei de Newton – a idéia de força;
Conceito de Equilíbrio e 3ª lei de Newton;
Potência;
Movimentos retilíneos e curvilíneos;
Gravitação universal;
A energia e o princípio da conservação da energia;
Sistemas oscilatórios: movimentos periódicos, oscilações num sistema massa mola, ondulatória, acústica;
Movimento dos fluídos: propriedades físicas da matéria, estados de agregação, viscosidade dos fluídos,
comportamento de superfícies e interfaces, estrutura dos materiais;
Introdução a sistemas caóticos.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21;
2ª Série
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Termodinâmica
- Entidades fundamentais: Calor e entropia.
- Conceitos fundamentais: Temperatura e calor, reversibilidade e irreversibilidade dos fenômenos físicos, a
conservação da energia.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Temperatura e Calor;
Leis da Termodinâmica: Lei zero da Termodinâmica, equilíbrio térmico, propriedades termométricas, medidas
de temperatura;
1ª Lei da Termodinâmica: idéia de calor como energia, sistemas termodinâmicos que realizam trabalho, a
conservação da energia;
2ª Lei de Termodinâmica: máquinas térmicas, a idéia de entropia, processos irreversíveis e reversíveis;
3ª Lei da Termodinâmica: as hipóteses da sua formulação, o comportamento da matéria nas proximidades do
zero absoluto;
As idéias da termodinâmica desenvolvidas no âmbito da Mecânica Quântica e da Mecânica Estatística. A
quantização da energia no contexto da Termodinâmica.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Cultura Afro-brasileira:;
3ª Série
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Eletromagnetismo
- Entidades fundamentais: Carga, pólos magnéticos e campos.
- Conceitos fundamentais: As quatro Leis de Maxwell, a luz como onda eletromagnética.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Óptica Física e Geométrica;
A dualidade da matéria;
Propriedades da luz como uma onda e como partícula; a dualidade onda-partícula;
As interações eletromagnéticas, a estrutura da matéria.
Conceitos de carga e pólo magnéticos;
As leis de Maxwell: Lei de Coulomb, Leis de Gaus, Lei de Faraday, Lei de Ampere e Lei de Lenz.
Campo elétrico e Magnético, as linhas de campo;
Força elétrica e Magnética, Força de Lorentz;
Circuitos elétricos e Magnéticos: elementos do circuito, fontes de energia num circuito;
As ondas eletromagnéticas: a luz como onda eletromagnética;
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Função e desempenho de motores e aparelhos elétricos;
Radiatividade e Relatividade;
METODOLOGIA
O processo de ensino aprendizagem, em Física parte do conhecimento prévio dos estudantes, onde se incluem as
concepções alternativas ou concepções espontâneas, sobre os quais a ciência tem um conceito científico.
Ressalta-se que na concepção espontânea o estudante adquire no seu dia-a-dia, na interação com diversos objetos
no seu espaço de convivência em que a escola, se faz presente no momento em que se inicia o processo de ensino-
aprendizagem. Já a concepção científica envolve um saber socialmente construído e sistematizado, o qal necessita
de metodologias específicas para ser transmitido no ambiente escolar. A escola é, por excelência, o lugar onde se
lida com o conhecimento científico historicamente produzido. A metodologia a ser trabalhada pelo professor visa
agregar condições favoráveis para se dar início aprendizagem.
O professor no papel de mediador, cabe a formula questões sobre o que os estudantes não têm conhecimento, ou
direcionar informações a fim de sanar dúvidas.
A metodologia adotada pelo professor deve estar em conformidade com o conteúdo trabalhado, tendo como
objetivo a apropriação do conteúdo. Nas estratégias de ação metodológicas, trabalhar com a realidade, acompanhar
a evolução e transformação de produtos, aparelhos de uso domésticos e bens de consumo. Nos recursos para atingir
os fins desejados emprega-se de recursos didáticos tais como: aula expositiva, trabalhar com textos e
contextualização, pesquisas científicas, utilização de recursos audiovisuais, práticas laboratoriais, elaboração de
projetos e mostras interdisciplinar, explorando a interdisciplinaridade com os outros assuntos englobando o
conteúdo como um todo demonstrando como as leis que regem a natureza podem aliar-se ao dia-a-dia das pessoas
proporcionando melhor comodidade e bem estar.
Através dos recursos adotados e procedimentos metodológicos, devem ser enfatizadas a origem e evolução das
idéias e conceitos físicos.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação deve levar em conta os pressupostos teóricos adotados pelas diretrizes curriculares para o ensino de
Física. Consideram-se importante os aspectos históricos, conceituais e culturais, a evolução das idéias em Física e a
não neutralidade da ciência, a avaliação em si deve levar em conta o progresso do estudante quanto esses aspectos.
Ainda, se o objetivo é garantir o objeto de estudo da Física, então ao avaliar deve-se também considerar a
apropriação desses objetivos pelos estudantes.
Dessa forma, a avaliação deve ter um caráter diversificado, levando em consideração todos os aspectos à
compreensão dos conceitos físicos: a capacidade de análise de um texto, seja ele literário ou científico, emitindo
opinião que leve em conta o conteúdo físico; a capacidade de elaborar relatório sobre o experimento, ou qualquer
outro evento que envolva a Física.
No entanto, a avaliação não pode ser utilizada para classificar os alunos com uma nota, tendo como objetivo de
testar o aluno ou mesmo puni-lo, mas sim de auxilia-lo no processo ensino-aprendizagem, ou seja, avaliação só tem
sentido quando utilizada como instrumento para intervir no processo ensino-aprendizagem visando o crescimento
de todos.
A avaliação do aproveitamento escolar deverá ser feita pela observação constante de cada aluno em diferentes
experiências de aprendizagem, tais como: debates, experiências, testes orais e escritos, tarefas específicas,
trabalhos gráficos, pesquisas, participação em trabalhos coletivos e/ou individuais, criatividade, responsabilidade e
outras formas que se mostrarem aconselháveis e aplicação possível, cumprindo a sua finalidade educativa de ser
contínua, permanente e cumulativa.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- Explorando o Ensino de Física – MEC – Brasília, 2006.
- Física, 1,2 e 3 5ª edição, GREF, Edusp – 2005.
- Diretrizes Curriculares, SEED/Julho, 2006.
- Física no Ensino Médio, Secretaria Estadual Educação, Paraná, 2006.
- Física e Realidade: Gonçalves e Toscano, Editora Sc ipione.
- Física, Ciência e Tecnologia, Nicolau e Toledo Editora Moderna
- Físic: Wilson Carron e Osvaldo Guimarães, Editora Moderna.
Proposta Curricular da Disciplina de
Filosofia - EM
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE FILOSOFIA
Pitágoras que viveu no século V antes de Cristo teria sido o inventor da palavra Filosofia, cujo significado é a
amizade pelo saber. Portanto, a história da Filosofia remonta há mais de 2.600 anos e se estruturou como teoria do
conhecimento através de pensadores gregos. A Filosofia desde então vem se ocupando de questões desafiadoras,
inconclusivas mas repleta de significado político, social e educacional. Apesar da amplitude da filosofia, seu ensino
é facilitado de certa forma devido à divisão cronológica – Filosofia Antiga, Filosofia Medieval, Filosofia Moderna
e Filosofia Contemporânea, e através da divisão por conteúdo.
No Brasil, a Filosofia como disciplina está presente desde o período colonial como instrumento de formação moral
e intelectual sob auspícios da Igreja Católica e poderes locais.
Com a Proclamação da Republica, a Filosofia passou a integrar os currículos oficiais até 1932 , mas a
obrigatoriedade do ensino da Filosofia ficou sujeita às oscilações das configurações políticas entre
democracia , populismo e ditadura.
A partir de 1964, a filosofia desapareceu dos currículos escolares pois a ditadura militar considerava
todo pensamento crítico vias para a subversão.
Na década de 80, a filosofia retorna às escolas como resultado de movimentos de resistência à
educação tecnicista.
No corrente ano, 2006, o Conselho Nacional de Educação, determinou a obrigatoriedade das disciplinas
de Filosofia e Sociologia no Ensino Médio. No Estado do Paraná , existem 11 cursos de Filosofia em
faculdades e universidades reconhecidas pelo MEC.
OBJETIVOS GERAIS
Introduzir os estudantes ao mundo do questionamento cuja característica é a ausência de conclusões
definitivas. Todavia, os conteúdos estruturantes da filosofia possibilitarão:
- o conhecimento histórica do surgimento e desenvolvimento da Filosofia;
- o conhecimento da produção filosófica de acordo com a divisão cronológica que abrange desde a
Filosofia Antiga à Filosofia Contemporânea.
CONTEÚDOS
3ª Série
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Mito e Filosofia, Teoria do Conhecimento, Ética e Filosofia Política, Estética e Filosofia da
Ciência.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º Bimestre:
O que é filosofia;
O surgimento da Filosofia;
A atitude filosófica;
Utilidade da Filosofia;
O que é Ética;
Concepção de Ética dos filósofos Aristóteles e Sêneca.
2º Bimestre:
O Senso Comum;
O Conhecimento Científico;
Ciência e Poder;
O Mito da Neutralidade Científica;
O Progresso da Ciência;
A Ciência e a Bioética.
3º Bimestre:
As teorias políticas:
Socialismo;
Fascismo;
Liberalismo;
A questão democrática;
Política e Violência.
4º Bimestre:
Pensar a Beleza;
O Bom e o Belo;
A universalidade do Gosto;
A arte e seu pensamento fascínio;
Arte e Sociedade;
O cinema e uma nova percepção.
CONTEÚDO COMPLEMENTARE
Educação Fiscal
METODOLOGIA
A disciplina da filosofia no ensino médio tem se constituído como ferramenta importante e
desmistificadora na medida em que contribui para a formação de sujeitos livres e pensantes abertos
para a reflexão dos temas e acontecimentos da vida cotidiana e compreensão da complexidade do
mundo moderno. Para que se possa viabilizar o diálogo do aluno com a filosofia , serão utilizados os
seguintes procedimentos metodológicos:
- Propiciar ao aluno o estudo da filosofia em seus recortes históricos desde filosofia pré-socrática à
filosofia contemporânea;
- Possibilitar através de textos filosóficos apresentações em grupos de discussões criativas sobre
temas atuais;
- Propiciar a formação pluridimensional, a categorização, o exercício da ética, justiça, verdade e
cidadania;
- Instigar a capacidade de criar de (re) elaborar e dar significados novos dos conceitos cristalizados.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Uso de processo de avaliações bimestrais. Serão observados os seguintes elementos de
aprendizagem:
- contextualizar conceitos e teorias com a vida cotidiana;
- a relação da filosofia com outras disciplinas correlatas ou não;
- produção dissertativa de textos baseadas em obras publicadas nas áreas;
- interpretar e compreender obras artísticas com conteúdos filosóficos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- DELEUZE, G. Guataki. O que é filosofia? Ed. 34, 1992.
- GALLO, S; KOHAN, W (orgs) Filosofia no Ensino Médio, Vozes, 2000.
- VERHANT, J.P. As origens da Pensamento Grego. S. Paulo, 1994.
- RUSSEL, B. Os Problemas da Filosofia. Almedina, 2001.
- CORBISIER, R. Introdução à Filosofia . Civilização Brasileira , 1986.
- APPEL , E. Filosofia aos vestibulares e ao Ensino Médio, Cadernos PET, Curitiba, 1999.
- ZINGANO, Marco. Platão e Aristóteles – Os caminhos do conhecimento. São Paulo, Ed.
Odysseus, 2002.
- RUSSEL, Bertrand. A conquista da felicidade. Lisboa . Guimarães Editores, 1991.
- SEED – Diretrizes Curriculares de Filosofia – Ensino Médio.
Proposta Curricular da Disciplina de
Geografia – EM
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE GEOGRAFIA
Desde os tempos mais remotos, o saber geográfico estava vinculado às descrições das paisagens e à cartografia.
Durante a Idade Média (século XII a XV), destacou-se a evolução do conhecimento cartográfico.
Com o Colonialismo, a Geografia ampliou-se no sentido de catalogar dados sobre os novos territórios recém
descobertos.
Mas, até o século XIX, a Geografia não havia se sistematizado.
No Imperialismo, (século XIX), várias sociedades geográficas foram criadas (organizavam expedições científicas),
que subsidiaram, mais tarde, o surgimento das escolas nacionais de pensamento geográfico, com destaque para a
alemã e a francesa.
A Geografia só se tornou ciência no século XIX, com destaque para Ratzel (1844 – 1904).
No Brasil o pensamento geográfico esteve presente desde a colonização, com o intuito de descrever o espaço
geográfico, mapear a colônia e localizar os portos para exportação da produção.
Somente no século XX as pesquisas e a ciência geográfica começaram a aparecer de forma mais efetiva. A partir
de 1920, no Brasil, a Geografia foi considerada conhecimento científico. Mas somente após a Revolução de 30, o
ensino e a pesquisa de Geografia no Brasil, se institucionalizaram.
Durante um longo período a Geografia escolar teve um caráter decorativo, focada na descrição de paisagens e no
fortalecimento do nacionalismo. Estas características da Geografia escolar perduraram até os anos 60 do século
XX.
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, o mundo inicia uma Nova Ordem Mundial e os enfoques da geografia
começam a mudar.
Nos anos 70 e 80, as transformações políticas mundiais e nacionais, especialmente com o fim da bipolaridade,
levaram as outras reformulações do pensamento geográfico, estimulando a criticidade e relacionando questões
sócio-econômicas, sócio-ambientais e culturais.
Na atualidade, percebemos o saber geográfico voltado para a humanidade e a natureza, estimulando, além da
criticidade, o exercício da cidadania, motivando para o ―pensar‖ e para a busca do conhecimento científico,
compreendendo ―o que ‗‗ acontece ao nosso redor , mas também ―porque‖ acontece, inventando e reinventando
possibilidades de convivência harmônica entre o ser humano e a natureza‖.
OBJETIVO GERAL
Conhecer e compreender o quadro natural, social e econômico do mundo, posicionando-se criticamente como
agente integrante e transformador do espaço e percebendo-o como resultado da ação humana. Assim, busca-se
desenvolver no aluno a consciência espacial e a leitura geográfica..
CONTEÚDOS
1ª SÉRIE
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- A Dimensão Econômica Da Produção Do/No Espaço
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Desigualdades sócio-econômicas e espaço urbano (Espaço geográfico, paisagem e território; coordenadas
geográficas; movimentos da Terra e fusos horários; cartografia);
Agroindústrias (As atividades agropecuárias e os sistemas agrários; as indústrias no campo);
Processo de urbanização (Urbanização no mundo);
Processo de industrialização (A indústria no mundo);
As relações urbano-rural (As relações campo e cidade);
Valorização do solo urbano: Centro-Periferia (Organização do espaço urbano no mundo).
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- Geopolítica
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
As cidades globais (As cidades globais no mundo)
Os conflitos territoriais urbanos (Urbanização no mundo e suas desigualdades territoriais);
A hierarquia das cidades (Redes urbanas);
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- Dinâmica Cultural E Demográfica
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Movimentos migratórios e ocupação urbana (A população da Terra: fatores do crescimento, teorias
demográficas e diversidades);
Movimentos sociais urbanos (As relações sociais nas áreas urbanas do mundo; desigualdades sociais no
mundo);
As relações étnicos-raciais (Discriminação racial; o desrespeito às diferenças culturais e raciais no mundo);
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- DIMENSÃO SÓCIOAMBIENTAL
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Uso da água no meio urbano e rural (A água no planeta: disponibilidade e desperdício; águas oceânicas,
continentais e subterrâneas);
Poluição dos rios pelos dejetos urbanos e rurais (Esgotos sem tratamento; efluentes industriais; lixo
orgânico e biodegradável; o lixo e as galerias pluviais; agrotóxicos);
Ocupação urbana de encostas e várzeas (Urbanização desordenada e suas conseqüências ambientais;
desmatamento de vegetação ciliar e assoreamento; Legislação ambiental; Biomas terrestres);
Políticas públicas e saneamento básico nas cidades (Urbanização desordenada; tratamento de água e esgoto;
o desperdício da água e energia elétrica nas cidades; a Legislação ambiental e o destino correto para pilhas,
baterias e lâmpadas fluorescentes);
Poluição (Os vários tipos de poluição do ar, do solo e da água; a meteorologia, os climas do mundo e as
mudanças climáticas; fontes de energia; desenvolvimento sustentável);
(Dinâmicas naturais e suas conseqüências: o tempo geológico e as placas tectônicas, a estrutura interna da
Terra, agentes internos e externos do relevo terrestre, as fisionomias da superfície terrestre).
2º SÉRIE
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- A Dimensão Econômica Da Produção Do/No Espaço
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Desigualdades sócio-econômicas e espaço urbano (Países desenvolvidos e subdesenvolvidos; a
internacionalização do capital; o comércio mundial);
Processo de industrialização (Os novos países industrializados: substituição de importações e plataformas
de exportação);
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- Geopolítica
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
As cidades globais (O processo de globalização; os blocos econômicos; capitalismo, socialismo e a guerra
fria);
Os micro-territórios urbanos (Globalização e comércio mundial; metrópoles mundiais);
Os conflitos territoriais (Xenofobia; diáspora; nacionalismos; separatismos; terrorismo no mundo);
A hierarquia das cidades ( Redes urbanas e globalização);
O mundo hoje (Oriente Médio; as mudanças no Leste Europeu; a China e seus sistemas; Coréia do Norte,
Cuba e Vietnã; América Latina; África; Reino Unido, Alemanha, Itália e França; Canadá e Japão; Austrália
e Nova Zelândia; Estados Unidos, potência mundial; Brasil: aspectos gerais).
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- Dinâmica Cultural E Demográfica
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Movimentos migratórios e ocupação urbana (As migrações internacionais);
Movimentos sociais urbanos (As relações de poder na área urbana e as desigualdades sociais);
As relações étnico-raciais no ambiente urbano (O desrespeito e a discriminação racial e cultural no mundo);
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- DIMENSÃO SÓCIOAMBIENTAL
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
O uso da água no mundo ( Disponibilidade e conflitos atuais e futuros devido à água );
Poluição (Os vários tipos de poluição nos países desenvolvidos e subdesenvolvidos; exploração e conflitos
devido aos recursos naturais no mundo).
3º SÉRIE
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- A Dimensão Econômica Da Produção Do/No Espaço
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Desigualdades sócio-econômicas e espaço urbano (Brasil, país industrializado e subdesenvolvido; o espaço
urbano brasileiro e paranaense; formação e expansão do território brasileiro; caracterização do espaço
brasileiro; organização político-administrativa do Brasil e Paraná; a divisão regional do Brasil e as
Mesorregiões do Paraná; os complexos regionais brasileiros);
Agroindústrias (O espaço agropecuário brasileiro e paranaense; as indústrias no campo);
Processo de urbanização (O meio urbano no Brasil e Paraná);
Valorização do solo urbano Centro-Periferia (Organização do espaço urbano brasileiro e paranaense);
Processo de industrialização (A industrialização no Brasil; distribuição espacial da indústria no Brasil e
Paraná; os meios de transporte e comunicação no Brasil e Paraná);
As relações urbano-rural (As relações campo e cidade no Brasil e Paraná; a estrutura fundiária e os
conflitos de terra no Brasil);
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- Geopolítica
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
As cidades globais ( O Brasil e o Paraná inseridos no processo de globalização; o comércio exterior
brasileiro );
Os micro-territórios urbanos (Urbanização e regiões metropolitanas brasileiras e paranaenses);
Os conflitos territoriais urbanos (As relações urbanas);
A hierarquia das cidades (As redes urbanas no Brasil).
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- Dinâmica Cultural E Demográfica
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Movimentos migratórios e ocupação urbana (A população brasileira e paranaense; movimentos da
população brasileira e paranaense; a formação étnica e cultural da população brasileira e paranaense);
Movimentos sociais urbanos (As relações sociais e as desigualdades no Brasil );
As relações étnico-raciais (O desrespeito e a discriminação racial e cultural no Brasil e Paraná – passado e
presente);
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- DIMENSÃO SÓCIOAMBIENTAL
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Uso da água no meio urbano e rural (A água no Brasil e Paraná: disponibilidade em aqüíferos, lençóis
freáticos, rios, lagos e oceano, e o desperdício);
Poluição dos rios pelos dejetos urbanos e rurais (Hidrografia brasileira e paranaense; esgotos sem
tratamento; efluentes industriais; lixo orgânico e biodegradável; o lixo e as galerias pluviais; agrotóxicos);
Ocupação urbana de encostas e várzeas (Urbanização desordenada e os impactos ambientais no Brasil e
Paraná; ecossistemas brasileiros; vegetação paranaense; desmatamento; assoreamento);
Políticas públicas e saneamento básico nas cidades (Brasil e Paraná: urbanização desordenada, tratamento
de água e esgoto, o desperdício da água e energia elétrica nas cidades, a Legislação ambiental e o destino
correto para pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes);
Poluição (Brasil e Paraná: os vários tipos de poluição do ar, do solo e da água, os climas e as mudanças
climáticas, relevo, geologia, mineração e energia, desenvolvimento sustentável).
Aspectos locais (noções de geografia e história de Campo Mourão, enfocando, também, os aspectos
ambientais).
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21 Escolar, Educação Fiscal, Cultura Africana e Indígena, Educação no Campo ( a serem trabalhados em
todas as séries ).
METODOLOGIA
O encaminhamento metodológico para o ensino de Geografia no Ensino Médio, dar-se-á através de aulas
expositivas, com auxílio de recursos áudio visuais, bem como de aulas práticas, através das pesquisas de campo ou
manipulação de materiais concretos.
Os conteúdos geográficos serão trabalhados de maneira à estimular os educandos para o dinamismo e a criticidade,
motivando-os a pensar e a buscar alternativas para as mais diversas situações cotidianas, percebendo-se como
agente construtor da sociedade e modificador das paisagens, interagindo com o meio em que vive. Isto se aplica a
todos os alunos, inclusive aos portadores de necessidades especiais. Cabe ao professor o bom senso para se utilizar
de metodologias variadas para atender a todas as necessidades de todos os educandos independente de raça, credo,
ideologia ou deficiências, bem como a necessidade de apoio do próprio Sistema Educacional.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação é um precioso meio pelo qual o professor pode acompanhar as manifestações de aprendizagem de seus
alunos, além de verificar a sua própria atuação docente. É de suma importância que a avaliação seja contínua,
formativa e emancipatória, na perspectiva do desenvolvimento integral do aluno. O importante é estabelecer um
diagnóstico correto para cada aluno e identificar as possíveis causas de seus fracassos e/ou dificuldades, visando
uma maior qualificação e não somente uma quantificação na aprendizagem.
A avaliação do aproveitamento escolar deverá ser feita pela observação constante de cada aluno, inclusive aqueles
que possuem necessidades especiais ( respeitando os avanços e limites de cada um ), em diferentes experiências de
aprendizagem, tais como: debates, experiências cotidianas, testes orais e escritos, tarefas específicas, interpretação
e produção de textos, confecção e interpretação de mapas, maquetes, gráficos e tabelas, pesquisas teóricas e
práticas, participação em trabalhos coletivos e/ou individuais, entrevistas, seminários, palestras, projetos,
atividades cívicas e outras formas que se mostrarem aconselháveis e de aplicação possível, cumprindo a sua
finalidade educativa de ser permanente e cumulativa.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
* 2006 Secretaria de Estado da Educação Superintendência da Educação.
Atlas Escolar e Didático DCL, censo 2000, São Paulo.
BOLIGIAN, Levon et ali. Espaço e Vivência Volumes I, II, III e IV. Editora Atual. São Paulo,
CAMARGO, João Borba de, Geografia Física, Humana e Econômica do Paraná. Maringá, 2001, 4ª edição.
Diretrizes Curriculares de Geografia para o Ensino Médio – versão preliminar/julho
GARAVELLO e GARCIA. Volumes I, II, III e IV, Editora Scipione. São Paulo, 2005.
GIGOLINI, et ali, Adilar. Quadro Natural, Transformações territoriais e Economia. Ed. Saraiva.
São Paulo, 2001, 2ª ed.
TÉRCIO, Lúcia Marina e. Geografia Série Novo Ensino Médio. Ed. Ática. São Paulo, 2005, 2ª
Proposta Curricular da Disciplina de
História – EM
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE HISTÓRIA
A disciplina de História destacava a política européia, brasileira e citava o trabalho pacífico do escravo e os povos
indígenas sob a ótica do bom selvagem.
Com a democratização do país, com o fim da ditadura, esta disciplina passou a ser novamente objeto de debates,
quanto as suas finalidades e relevância, na formação política, herdada do século XIX e na década de 60 e 70, era
aplicada em forma tecnicista.
A partir da década de 80, houve o processo de redemocratização, implantando o ensino de Estudos Sociais, que já
era anteriormente contestado, nos anos 90, crescem os debates, dentro de uma pedagogia histórico-crítico,
deixando a escola-eurocêntrica, e compreende a formação social do capitalismo ocidental em sua realidade.
A historiografia social, pautada no materialismo, histórico dialético, valorizava as ações dos sujeitos em relação às
estruturas em mudança que demoram o processo histórico das sociedades.
Também embasada na pedagogia histórico-crítica dos conteúdos, apresentava uma proposta curricular de história
que apontava para a organização dos conteúdos, a partir do estudo da formação do capitalismo no mundo ocidental
e a inserção do Brasil nesse quadro de forma integrada, por meio da retomada da historiografia social ligada ao
materialismo histórico dialético.
Depois de dividir em: História do Brasil e Geral, voltar a ter uma visão eurocêntrica da história.
De forma geral, os documentos curriculares para o Primeiro e Segundo Graus, não superavam a história linear e
cronológica como haviam proposto, uma vez que enfatizavam exageradamente as análises políticas e econômicas
de história.
Devido a falta de uma orientação curricular comum, os professores de História viram de forma isolada em
organizar os conteúdos enfraquecendo no sentido de pertencimento a rede pública estadual; contribuindo para a
aceitação dos livros didáticos como referência para a organização dos currículos escolares, sendo os PCN‘S,
implantado de forma autoritária, tendo eles como preocupação formar cidadãos, preparados para exigências
científicas tecnológicas, da sociedade contemporânea preparando o indivíduo para o trabalho.
O propósito da SEED, era superar os problemas do currículo da disciplina de história, tornando obrigatório no
fundamental e médio, os conteúdos de História do Paraná e a obrigatoriedade da História e Cultura afro-brasileira.
O ensino de História na Educação Básica pode se beneficiar dessa corrente historiografia, na medida em que esta
valoriza a diversificação dos documentos na construção do conhecimento histórico, permitindo também relações
interdisciplinares com outras áreas de conhecimento.
Entende-se que a História passada possibilita comparar a evolução anterior com as situações de trabalho hoje,
unindo os conteúdos estruturantes, relação de trabalho, relação de poder e relações culturais.
A EXECUÇÃO DO TRABALHO – requer o emprego físico e mental, estes esforços transformarão elementos da
natureza em bens que satisfazem as necessidades humanas.
Assim, o estudo das relações de trabalho no Ensino Médio, devem contemplar diversos tipos de fontes históricas
para que professores e alunos possam perceber a história além dos documentos oficiais.
RELAÇÃO DE PODER – o poder não possui forma de coisa ou de objeto, mas se manifesta como relações sociais
e ideológicas, manifestando a relação daquele que exerce o poder e o que se submete.
O entendimento que as relações de poder são exercidas nas diversas instâncias socio-histórica, no mundo de
trabalho, as políticas e as diversasinstituições, permite ao aluno perceber que estas relações fazem parte de se
cotidiano, e entender quando e onde reagir a medidas em processo de definição.
RELAÇÕES CULTURAIS – as relações culturais são a correspondência dialética entre as estruturas materiais e
simbólicas de um determinado contexto histórico.
Esse estudo deve considerar na relação entre diversas sociedades é o que se pode ser chamado de cultura comum.
TEMPO E ESPAÇO – a concepção de tempo de uma sociedade, se articula a consciência histórica que seus
sujeitos possui.
NA ESCOLA – a compreensão dessas múltiplas experiências temporais pode provocar nos alunos o
desenvolvimento de uma consciência histórica, críticas ou genética.
ESPAÇO – o conceito de espaço contextualizado e articula os conteúdos estruturantes aqui propostos.
Um olhar local é um procedimento fundamental para perceber as fissuras nas estruturas sócio-históricas e aponta
caminhos que mapeiam as transformações estruturais que ocorrem durante a constituição do processo histórico.
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL
Suscitar reflexões a respeito dos aspectos políticos, econômicos, culturais, sociais, relações entre o ensino da
disciplina com a produção do conhecimento histórico de cada um.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Compreender o conceito de cidadania dentro das relações sociais do trabalho, da organização do Estado e das
relações do poder e de religiosidade nos diversos processos históricos na Europa, Ásia, África e América;
- Identificar e diferenciar temporalmente e especialmente os diferentes conceitos de trabalho presentes tanto na
formação dos Estados, como na constituição das religiões, e/ou das formas de religiosidade popular;
- Relacionar o conhecimento histórico produzido individualmente com aquele organizado socialmente nos diversos
tempos e espaços;
- compreender os espaços de luta e ação política dos trabalhadores como importantes para impor os limites para a
exploração do trabalho;
- Interpretar as variadas maneiras como os políticos e homens de Estado puderam se auto-representar e representar
o povo ao longo do tempo e espaço;
- Compreender as variadas maneiras de viver a religião, religiosidade e a cultura como formas diferenciadas de
interpretação do mundo.
CONTEÚDOS
1ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
RELAÇÕES DE TRABALHO RELAÇÕES DE PODER RELAÇÕES CULTURAIS
O mundo do trabalho nas diferentes Do Estado antigo a descentralização Relações culturais e movimentos de
sociedades: da pré-história à Idade do poder no Feudalismo; resistência presentes na sociedade
ESPECÍFICOS
CONTEÚDOS
Média; antiga e medieval;
Conceito de trabalho
O mundo do trabalho na Pré-história: O exercício do ―poder‖ entre os
o trabalho nas ―comunidades homens pré-históricos;
tribais‖;
a divisão Do trabalho entre
homens e mulheres.
O mundo do trabalho nas sociedades O Egito Antigo e a sociedade A mulher na sociedade egípcia;
teocráticas; teocrática:
Egito Antigo; o poder dos faraós.
trabalho escravo;
a divisão do trabalho entre a
população.
As sociedades Pré-colombianas, a As hierarquias, os cacicados/chefias e A estrutura mútica e a cultura da
organização e a divisão do trabalho: as concepções de guerra entre os povos sociedade pré-colombiana;
os Astecas; das sociedade pré-colombiana..
os Maias;
os Incas.
O mundo do trabalho nas sociedades O Estado na antiguidade Greco- As revoltas dos escravos em Roma;
da antiguidade clássica: romana: A luta dos plebeus contra os
a Grécia Antiga; a formação do Estado na Grécia patrícios em Roma;
a Roma Antiga. Antiga; A mulher na sociedade greco-
As guerras e a decad~encia do romana;
mundo grego;
O direito romano;
As polis e o cidadão;
Roma da Monarquia a
República..
O mundo do trabalho na Sociedade As transformações do Estado na Idade A organização das cidades na
Feudal: Média e a formação do feudalismo: antiguidade e Idade Média;
a origem do feudalismo e sua a Europa Ocidental e o A Revolta dos camponeses na
influência nas relações de feudalismo; Idade Média;
trabalho. o Capitalismo versus O ensino, o conhecimento e a
Feudalismo; arte da Sociedade Antiga a
Medieval;
As cruzadas
o papel da Igreja nas Cruzadas
e suas imposições
econômicas;
o capitalismo X feudalismo.
O Estado Islâmico; As cruzadas:
o papel da Igreja nas Cruzadas
e suas imposições econômicas.
As relações de poder entre os Reinos
Africanos.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
AGENDA 21
Tratado de Kyoto
Leis de Proteção ao Meio Ambiente nas esferas federal, estadual e municipal;
Ações municipais e escolares em relação a proteção do meio ambiente.
2ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
RELAÇÕES DE TRABALHO RELAÇÕES DE PODER RELAÇÕES CULTURAIS
Relações de trabalho na Idade O Estado na Idade Moderna e suas Movimentos Culturais, sociais,
Moderna e a consolidação do relações de poder e violência; políticos e religiosos na Idade
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Capitalismo; Moderna (Europa e Brasil
Colonial);
O trabalho escravo no Brasil: Monarquias nacionais e o Renascimento;
a escravidão indígena; absolutismo; Reformas religiosas protestantes e
a escravidão negra; Contra-Reforma católica;
as formas de trabalho dentro da
relação campo-cidade no Brasil
Colonial e Imperial.
Trabalho livre no Brasil As Revoluções da modernidade entre Iluminismo;
Surgimento do Trabalho assalariado; o nacionalismo, o liberalismo, a A Inquisição e suas diferentes
As correntes migratórias e o processo democracia e a escravidão: a motivações no Brasil.
de formação do mercado de trabalho Revolução francesa e o surgimento Movimentos de Contestação e
assalariado no Brasil, na virada do do Estado Nação; Revolta no Brasil Colônia;
século XIX para o XX; Independência dos Estados da O liberalismo na sociedade capitalista
América; no Brasil Colonial e escravocrata;
Os ideais da República e a abolição o catolicismo no Brasil Colonial: as
da escravidão no Brasil; festas, os ritos e as irmandades
A formação do Estado nacional católicas como espaço de luta e
Brasileiro; conflito étnico-religiosos;
a construção da nacionalidade
no Brasil: as Inconfidências na
Bahia e em Minas Gerais;
a Guerra do Paraguai no Brasil.
O ensino, a arte e o conhecimento na
Idade Moderna.
História da África;
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
EDUCAÇÃO FISCAL
Orçamento Público
Gestão Financeira
Lei de Responsabilidade Fiscal
O Estado Brasileiro
Os Três Poderes
Administração Pública.
3ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
RELAÇÕES DE TRABALHO RELAÇÕES DE PODER RELAÇÕES CULTURAIS
O trabalho no mundo O Estado e as relações de poder no século XX Relações culturais, sociais, política
contemporâneo e movimentos de resistência no século
XX
Trabalho no Paraná: O Estado Imperialista Os movimentos operários:
Escravos, tropeiros, colonos e Estado Totalitário: o nazismo alemão, o Cartismo, Ludismo e Comunismo
operários fascismo italiano na segunda Guerra Mundial e o
autoritarismo no Estado Novo brasileiro
As transformações do trabalho
na contemporaneidade
O trabalho na era Vargas A era Vargas e o Capital versus Estado Os movimentos sociais da mulher,
dos operários, dos jovens, a
participação política e cidadania
A literatura e a música como meio
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
disciplinador na era Vargas e a
releitura do nacionalismo (1930 a
1954)
A estruturação do parque A militarização da sociedade e o O nacionalismo, a massificação da
industrial brasileiro (1950 nacionalismo no Brasil do Estado Novo cultura e o racismo no Brasil
a 1970) e o novo perfil da O Governo Militar Estado novo
classe operária A Integração Nacional e os grandes Os movimentos sociais de
projetos na Amazônia constatação aos governos
militares: os movimentos
estudantis, as guerrilhas urbanas e
rurais
A cultura como campo de luta e
interpretação social entre os anos
50 e 90: bossa nova, a jovem
guarda, o tropicalismo, o cinema
novo, o rock nacional, a música
protesto (1970 a1990)
Urbanização e Estado em tempo de globalização o acesso aos bens culturais
industrialização no Brasil mundiais
Conflitos na atualidade Os movimentos sociais da mulher,
do negro, dos sem terra, estudantil, da
preservação do meio ambiente e
outros diretos civis
Urbanização e industrialização no Paraná Urbanização e industrialização na
sociedade contemporânea
Cultura Africana
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES Educação Fiscal
Estado Democrático de Direito e Cidadania
Estado, Capital e Trabalho
Ética
Sistema Tributário Nacional
Origem dos Tributos e classificação
Reforma Tributária
METODOLOGIA
Ensinar história é ensinar a fazer História. Primeiramente, no processo de ensinar História o professor
tem que dominar como se dá a produção histórica. Reconstruindo permanentemente o próprio processo
de pesquisa, o qual está presente em sua prática pedagógica.
Para tanto, deverá entender a construção do conhecimento histórico a partir de critérios estabelecidos
de acordo com a dimensão política, econômica-social e cultural,as quais determinaram os valores
predominantes em diferentes épocas.
Neste sentido, o professor direcionará sua prática visando fortalecer cada vez mais as relações entre o
que se ensina, se pesquisa e se produz.
Nessa perspectiva, a metodologia para o ensino de História deve estimular o aluno a:
- ter interesse pelos acontecimentos do mundo;
- ter uma atitude crítica e reflexiva dos fatos veiculados pelos meios de comunicação;
- ser ator do processo histórico;
-desenvolver a capacidade de ver, ler e escutar;
- sistematizar informações.
Cabe lembrar que o aspecto processual da história está intimamente relacionada com o momento atual.
Consequentemente, não deve apenas ser entendida como acumulação de fatos, datas e
acontecimentos do passado. Portanto, ao propor o ensino de História com perspectiva crítico-
dialética, colocando-nos como sujeitos do processo, significa que ao planejar sua ação pedagógica, o
professor deverá:
- retomar permanentemente com seu aluno como se dá a construção do conhecimento histórico;
- possibilitar acesso as diferentes interpretações de um mesmo acontecimento histórico para
entender diferentes contextos, tendo como referência as limitações apresentadas pelo livro
didático;
- a produção do conhecimento histórico possibilita a explicação do passado e a compreensão do
presente;
- viabilizar acesso a rica produção historiográfica;
- valorização e contribuição na preservação de documentos, museus, bibliotecas, acervos privados
e públicos de fotografias, documentos escritos e audiovisuais;
- reconhecimento do trabalho realizado pelos historiadores. Nesse sentido, o professor utilizará
atividades individuais e/ou coletivas, as quais despertem o interesse do aluno em aprender,
estimulando-o a ser crítico, proponha soluções para problemas, por meio de debates,
questionamentos, pesquisas, coleta de dados, identificando semelhanças e diferenças e
classificando... Visando o desenvolvimento do raciocínio, ou seja, a permanente reflexão
contribuindo para a construção da consciência histórica, fator determinante na sua formação com
agente de transformação social.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A medida que buscamos resgatar o ensino de História na perspectiva crítica- dialética, devemos
estabelecer coerência entre sua concepção e as práticas avaliativas, as quais fazem parte do processo
ensino/aprendizagem.
Neste sentido, a avaliação é um processo amplo de aprendizagem, indissolúvel do todo que envolve
responsabilidade do professor e do aluno. A partir desse pressuposto, necessita-se, sobretudo, de uma
avaliação contínua, formativa e emancipatória, na perspectiva do desenvolvimento integral do aluno. O
importante é estabelecer um diagnóstico correto para cada aluno e identificar as possíveis causas de
seus fracassos e/ou dificuldades visando uma maior qualificação e não somente uma quantificação.
Sendo assim, a avaliação formativa não tem como objetivo classificar ou selecionar o aluno.
Fundamenta-se no processo de aprendizagens significativas e funcionais que se aplicam em seus
diversos contextos e se atualizam quando for preciso para que o aluno continue a aprender.
A fundamental ferramenta pedagógica que contribui para o desenvolvimento do aluno e a oferta de um
ensino de qualidade é a avaliação, ou seja, significa conhecer melhor o aluno e ensinar melhor.
Segundo Hoffman (2000), avaliar nesse novo paradigma é dinamizar oportunidades de ação-reflexão,
num acompanhamento permanente do professor e este deve proporcionar ao aluno em sua forma de
apreendência, reflexão acerca do mundo, formando seres libertários e participativos na construção de
verdades formuladas e reformuladas.
Desse modo, o professor deve valorizar nas experiências propostas ao aluno, o processo de aprender a
aprender, a criticidade, a reflexão como premissa da construção da consciência histórica, o
reconhecimento de si e do outro como atores do processo histórico, e por fim, avaliar o desempenho
individual e/ou coletivo nas diversas práticas escolares, identificando as lacunas no processo
ensino/aprendizagem para corrigir rumos e planejar, visando a superação das dificuldades constatadas.
Cabe ao professor discutir de forma individual e/ou coletiva com o aluno os critérios adotados, a função
da avaliação e a tomada de decisão a partir dos resultados obtidos. Tornando a aprendizagem e a
avaliação um fenômeno compartilhado, onde os próprios alunos após definidas as condutas e o
professor explicar porque e para que essa prática, e determinando que aspecto cada um deve se
avaliar.
As auto-avaliações podem ser orais ou escritas, onde o aluno expõe sua análise, discute com o
professor e/ou colegas, relata ou aponta seus sucessos e dificuldades. Este é mais um instrumento
para melhorar o trabalho docente e promover a autonomia do aluno, colocando-o como sujeito da
própria educação.
Portanto, a avaliação é fundamental como processo dialógico, interativo tornando o aluno também um
ser crítico e participativo.
A avaliação do aproveitamento escolar deverá ser realizada pela observação constante de cada aluno
em diferentes experiências de aprendizagem, tais como; debates, questionamentos, resolução e
proposição de situações-problemas, pesquisas, coletas de dados, identificação de semelhanças e
diferenças, tarefas específicas, trabalhos gráficos, participação em trabalhos coletivos e/ou individuais e
outros.
O professor ao ensinar História e definindo suas práticas avaliativas deve de acordo com os conteúdos
trabalhados analisar:
- os conteúdos e conceitos históricos estão sendo apropriados pelo aluno;
- o conceito de tempo foi construído de forma a permitir o estudo das diferentes dimensões e
contextos históricos propostos para este nível de ensino;
- os alunos empregam os conceitos históricos para analisar diferentes contextos históricos;
- compreendem a História como prática social, da qual participam como sujeitos históricos do seu
tempo;
- analisam as diferentes conjunturas históricas, a partir das dimensões política, econômica-social e
cultural;
- compreendem que o conhecimento histórico é produzido com base em um método, da
problematização de diferentes fontes documentais, a partir das quais o pesquisador produz a
narrativa histórica;
- explicita o respeito à diversidade étnico-racial, religiosa, social e econômica, a partir do
conhecimento dos processos históricos que os constituíram;
- compreende que a produção do conhecimento histórico pode validar, refutar ou complementar a
produção historiográfica já existente.
Ressaltamos que outros aspectos podem ser analisados pelo professor como a utilização de outras
formas de avaliação que se mostrarem aconselháveis e de aplicação possível, também voltadas para a
construção do sucesso escolar e tendo a inclusão como princípio e compromisso social.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Apoio de assuntos em Vídeo, DVD‘S, exemplares adquiridos pela escola.
Divalte Garcia Figueira. Textos de Jornais.
Revista Isto É, Veja, Super Interessante.
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares de História para o Ensino Fundamental.
Versão Preliminar. Julho, 2006.
História / Vários Autores. – Curitiba: SEED-PR, 2006. – p.376
FIGUEIRA, Divalte Garcia. Novo Ensino Médio. 2.ed. Editora Afiliada, 2005.
Proposta Curricular da Disciplina de
Inglês – EM
APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
O cenário do Ensino de Língua Estrangeira no Brasil e a estrutura do currículo escolar sofrem constantes
interferências da organização social no decorrer da história.
Desde o início da colonização do território brasileiro pelos portugueses houve uma preocupação de facilitar o
processo de dominação e de expandir o catolicismo.
Nesse contexto, coube aos jesuítas a responsabilidade de evangelizar e de ensinar o latim.
Em 1795 o ministro Marquês de Pombal implantou o sistema de ensino régio no Brasil, com a
responsabilidade de contratar professores não religiosos. O latim e o grego continuam a fazer parte do currículo.
O ensino das línguas estrangeiras modernas só veio com a chegada da família real. D. João VI assina o
decreto criando as cadeiras de inglês e francês. Em 1916 Ferdinand Saussure publica o ―Cour de Linguística
Generali‖ e inaugura os estudos da linguagem em caráter científico, que tornou-se um marco histórico. Esses
fundamentos alicerçaram o estruturalismo.
O método Direto surge na Europa no final do século XIX e início do séc. XX, em contraposição do
Tradicional com a Reforma Francisco Campos e foi oficialmente estabelecido no Brasil. O mesmo induz ao acesso
direto aos sentidos, sem interação da tradução, fazendo com que a aprendizagem se assemelhe à língua materna,
através de gestos, gravuras, fotos, simulação. Dava-se preferência ao professor nato ou fluente na língua alvo.
Nos anos 50, os lingüistas Leonardo Bloonfield, Charles Fries e outros apoiados na psicologia da escola
Behaviorista de Pavloa e Skinner sistematizaram os métodos Áudio-visual e Áudio-oral em que a língua passou a
ser vista como o conjunto de hábitos a serem automatizados (constante repetição de modelos) e não mais como um
conjunto de regras a serem memorizadas.
A seguir Chomsky, responsável pelos conceitos de competência e desempenho, retoma a discussão entre
língua e fala e propõe a teoria inatista. A língua é vista como uma estrutura que faz intermediação entre o indivíduo
e o mundo.
Nos anos 70 Piaget desenvolveu a abordagem Cognitivismo Construtivista, onde a aquisição da língua é o
resultado da intenção entre o organismo e o ambiente. A partir da década de 1970, surge na Europa, a Abordagem
Comunicativa. A língua é um instrumento de comunicação ou de interação social, considerando os aspectos
semânticos da linguagem. Engloba as quatro habilidades: leitura, escrita, fala e audição. O professor deixa de ser o
centro e passa a mediador do processo de ensino e aprendizagem.
Não obstante, após uma década de vigência no Brasil, principalmente a partir de 1990, a Abordagem
Comunicativa passou a ser criticada por intelectuais adeptos à pedagogia crítica. Muitos desses intelectuais foram
inspirados pelas idéias de Paulo Freire. Nessa conjuntura, os lingüistas começaram ―a se referir á história, poder,
ideologia, política, classe social, consciência crítica, emancipação, nas discussões acerca da linguagem‖. Assim,
estudiosos ampliam as definições tradicionais e de uma pedagogia crítica e as utilizam para a origem de uma
abordagem – Letramento Crítico. E essa abordagem tem orientado os estudiosos e as propostas mais recentes para
o ensino de LE no contexto educacional.
LÍNGUAS ESTRANGEIRAS MODERNAS NO PARANÁ
Na década de 70, o Colégio Estadual do Paraná contava com professores de latim, grego, francês e
espanhol. Porém, a carga horária destinada à língua estrangeira começava a diminuir em função da inclusão de
disciplinas técnicas, conforme LDB 5692.
O resgate do prestígio do ensino de língua estrangeira se dá em 1976, quando essa passa a ser obrigatória,
porém, somente no 2º grau, não perdendo caráter de recomendação para o 1º grau.
No Paraná, em 1982 foi implementado o Centro de Línguas Estrangeiras do Colégio Estadual do Paraná,
que oferecia aulas de inglês, espanhol, francês e alemão. Ainda em 1982, a UFPR inclui no vestibular as línguas
espanhola, italiana, e alemã.
Em 15 de Agosto de 1986 houve a criação do CELEM pela SEED. Esses Centros de Línguas funcionam no
contra-turno e oferecem uma possibilidade de estudos sem custo financeiro a alunos da rede pública estadual.
Atualmente, o CELEM está presente em mais de 300 estabelecimentos de ensino e proporciona aulas de
espanhol, alemão, francês, italiano, japonês, ucraniano e polonês.
Com relação ao ensino de línguas estrangeiras, uma nova perspectiva chegou ao Paraná em 1992, com a
publicação do Currículo Básico, que propunha uma concepção de língua entendida como prática social e
historicamente construída.
No contexto atual, abriu-se concurso para contratação de professores, houve ampliação do número de
escolas com o CELEM, estabeleceram-se parcerias para formação e aprimoramento pedagógico, adquirindo livros
de fundamentação teórica em língua estrangeira para escolas de Ensino Médio de toda rede estadual e está em
processo de implantação do livro didático do EM e EF.
O ensino de língua estrangeira configura-se como um espaço para que o aluno reconheça e compreenda a
diversidade lingüística e cultural, oportunizando-o a engajar-se discursivamente e a compreender que a língua e a
cultura são práticas sociais historicamente construídas e, portanto, passíveis de transformação. A língua é realizada
num contexto concreto, preciso, proporcionando ao aluno uma prática significativa com acesso a gêneros textuais
orais, escritos e imagéticos, com os quais o aluno passa a sentir-se inserido numa determinada realidade, sendo
capaz de interagir com ela, ampliando seu conhecimento de mundo e desenvolvendo seu espírito crítico com
relação ao outro e a si mesmo.
OBJETIVOS GERAIS:
Oportunizar o ensino da língua estrangeira ao educando como um instrumento de comunicação universal;
Revestir a prática discursiva de dialogicidade em espaço interativos;
Utilizar textos significativos para a formação de leitores críticos;
Interagir com textos de vários gêneros;
Perceber a possibilidade de construção de conhecimento voltada para transformação da prática social;
Articular os pressupostos das diretrizes curriculares com os conhecimentos lingüísticos da língua inglesa
para a educação básica;
Contribuir para uma reflexão dos alunos sobre sua própria língua por meio de comparações e contrastes,
ampliando sua visão de mundo e tornando-o mais crítico e reflexivo.
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
É o discurso enquanto prática social efetivada por meio das práticas discursivas, as quais envolvem a
leitura, a oralidade e a escrita, portanto o objetivo do trabalho em sala de aula é a construção do significado por
meio do engajamento discursivo e não apenas a prática de estruturas lingüísticas.
O eixo central deverá ser o discurso (compreendido como prática social) propiciando aos alunos subsídios
para que sejam capazes de compreender e produzir significados na língua meta.
Para tanto, as práticas fundamentais da realização da língua - ler, escrever, falar e compreender
auditivamente - e os conhecimentos necessários para sua efetivação - discursivos, sociolingüísticos, gramaticais e
estratégicos, deverão ser trabalhados sempre juntos, pois são imbricados e indissociáveis.
O conhecimento discursivo, diz respeito ao modo como se combinam formas gramaticais e significados em
textos falados ou escritos, nos diferentes gêneros. O conhecimento sociolingüístico refere-se ao conhecimento das
particularidades do comportamento social e verbal.
O conhecimento gramatical diz respeito ao domínio do código lingüístico e o conhecimento estratégico
ajuda o aluno a preencher lacunas nos outros conhecimentos estabelecidos como sendo fundamentais no ensino-
aprendizagem de LEM. Podem ser verbais ou não-verbais.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Os conteúdos serão desdobrados a partir de textos (verbais e não-verbais) de diferentes tipos e gêneros
considerando seus elementos lingüísticos discursivos (fonético-fonológicos, léxico-semânticos e sintáticos),
manifestados nas práticas discursivas (leitura, escrita e oralidade).
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS PARA TODAS AS SÉRIES
Os aspectos lingüísticos serão abordados de acordo com a necessidade e realidade dos alunos para a
compreensão dos temas e gêneros propostos.
ESCRITA ORALIDADE/AUDIÇÃO LEITURA
Resumos Convites Tipologia textuais
Bilhetes Poemas Argumentação
Cartazes Relatos cotidianos Narração
Entrevistas Entrevistas Descrição
Tiras Diálogos Bilhetes
Histórias em quadrinhos Música Resenhas
Cartas (formal/informal) Informações Cartas
Anúncios publicitários Opiniões Gráficos estatísticos
E-mails Ordens Notícias
Textos biográficos Dramatizações Resumos
Mímicas Reportagens
Cartazes
Entrevistas
Notícias
Charges
Cartoons
Textos de opiniões
Textos poéticos
Textos de instrução
Textos biográficos
Artigos
LITERATURA
Crônicas
Poemas
Contos
Filmes
Tiras
Charges
Histórias em quadrinhos
Músicas
Fábulas
CONTEUDOS COMPLEMENTARES
Cultura Afro
Agenda 21
Educação Tributária e Fiscal.
OBSERVAÇÃO: Embora o presente planejamento tenha sido elaborado a nível de Município (Campo Mourão) e
os conteúdos específicos não terem sido listados por série (na ocasião), os professores deste estabelecimento de
ensino, após reflexão sobre o assunto, decidiram listar os mesmos, devido a características próprias da comunidade,
tais como: a rotatividade de professores, por doença, licença especial e outros, possibilitando, assim, uma
seqüência lógica dos conteúdos já trabalhados.
1º ANO:
Leitura e interpretação de textos;
Vocabulário;
Diálogos;
Produção de textos.
Estrutura:
Verbo to be (formas afirmativa, negativa e interrogativa);
Present Continuous;
Simple Present – negative/interrogative forms;
Can/Be able;
Adverbs;
Simple Past (regular and irregular verbs);
Pronouns
Future (will/going to);
Substantivos contáveis e incontáveis;
Much/many/little/few;
Too/also/as well;
Enough/too/too much/too many;
Some/any/no/none/every;
2º ANO:
Leitura e interpretação de textos;
Vocabulário;
Diálogos;
Produção de textos.
Estrutura:
Present Perfect Tense (affirmative/negative/interrogative);
Past Perfect Tense (affirmative/negative/interrogative);
Pronomes indefinidos;
Pronomes relativos;
Preposições;
Graus do adjetivo;
Advérbios
Past continuous;
Modais
Voz ativa e voz passiva;
3º ANO:
Leitura e interpretação de textos;
Vocabulário;
Diálogos;
Produção de textos
Questões de vestibular e procedimentos com as diversidades textuais.
Estrutura:
Modal verbs (can (could)/ may (might)/must/should= ought to);
Pronomes reflexivos;
Much/many/little/few;
Presente e passado perfeito;
Imperative;
Conditionals (possible situations/unreal present situations/unreal past situations);
Prepositions;
The passive and active voices;
Relative pronouns;
Direct and reported speech;
METODOLOGIA
A partir dos conteúdos estruturantes, desenvolver atividades que contemplem o uso da língua na leitura, na
escrita, na oralidade e também a compreensão auditiva. Tendo o texto como unidade de comunicação verbal, que
pode ser escrita, oral ou visual.
Esse texto terá uma problematizarão em relação a um tema, o que despertará o interesse dos alunos fazendo
com que eles desenvolvam uma prática reflexiva e crítica, ampliem seus conhecimentos lingüísticos e percebam as
implicações sociais, históricas, e ideológicas presentes em todo o discurso.
Importante trabalhar o vocabulário do texto, dependendo do grau de conhecimento do aluno tendo como
objetivo o uso efetivo da língua e não apenas memorização de palavras soltas, descontextualizadas. Deste modo, a
língua não será restrita ao ensino de estruturas lingüísticas, mas sim estabelecer objetivos realistas e sensíveis as
diferenças regionais e individuais.
E a partir das falhas apresentadas pelos alunos durante o processo de interação que o professor abordará as
questões lingüísticas de modo a refletir e discutir sobre as mesmas. E nesses momentos o professor poderá mostrar
aos alunos a importância de considerar quem disse o quê, para quem, onde, quando e por quê, para entender a
língua como uma pratica social e que acontece em contextos diferentes o que o levara a uma compreensão mais
efetiva de um enunciado particular.
É fundamental que os textos trabalhados pertençam a vários gêneros do discurso, pois segundo Bakhtin,
esses organizam nossa fala da mesma maneira que dispõe as formas gramaticais e seria impossível ter que criá-los
pela primeira vez no processo da fala.
O aluno deverá familiarizar-se com textos, publicitários, jornalísticos, literários, informativos, de opinião,
etc., ressaltando suas diferenças estruturais e funcionais, a sua autoria o seu caráter público e ao mesmo tempo
aproveitar o conhecimento da língua materna para que esse aluno seja um leitor crítico, sabendo que por traz de
cada texto há um sujeito, com uma história, com uma ideologia e com valores particulares e próprios da
comunidade em que estão inseridos. Isso favorecerá também a percepção de que as formas lingüísticas não são
sempre idênticas, nem tem sempre o mesmo significado, flexibilidade esta que depende e varia do contexto e da
situação em que a prática social da língua ocorre.
A partir dessas considerações a efetivação do discurso como prática social acontecerá por meio das práticas
discursivas a seguir:
– A oralidade: expor os alunos a textos orais, pertencentes aos diferentes discursos e incentivá-los a expressar
suas idéias em língua estrangeiras, respeitando seu nível lingüístico, possibilitando familiarizar-se com sons
específicos da língua.
– A escrita: propor atividades sócio-interativas, significativas para que o aluno perceba o uso real da língua,
levando em consideração para quem se escreve e através desse diálogo, construir um texto coerente tanto ao
gênero discursivo quanto a variedade lingüística.
– A leitura: apresentar diferentes tipos de textos aos alunos e propor atividades de reflexão, levando-os a percebê-
los como uma prática social de uma sociedade em um determinado contexto sócio-cultural. Além disso,
instrumentalizar os alunos com conhecimentos lingüísticos, discursivos, sócio-pragmáticos e sócio-culturais
que necessitem para interagir melhor com esses textos.
Serão utilizadas alternativas viáveis para garantir ao aluno a aquisição e domínio dos mecanismos que
compõem a estrutura da língua, possibilitando-lhe o emprego desses mecanismos num contexto específico para
que se processe a comunicação. Gradativamente o aluno irá ampliando seus conhecimentos lingüísticos e a
medida que for superando dificuldades, serão apresentadas estruturas mais complexas e criadas situações para
que ele possa usá-las.
Em suma, o ensino deve ser dinâmico e criativo, valendo-se de todos os recursos disponíveis, com materiais
pedagógicos significativos que facilitem a aprendizagem.
AVALIAÇÃO
―A avaliação subsidia o professor com elementos para uma reflexão contínua sobre sua pratica, sobre a
criação de novos instrumentos de trabalho e a retomada de aspectos que devem ser revistos, ajustados ou
reconhecidos como adequados para o processo de aprendizagem individual ou de todo o grupo.‖ (Luckesi,
Cipriano Carlos)
A avaliação deve estar atrelada aos objetivos para o ensino de LEM já explicitados na fundamentação
teórica. O aluno precisa ser envolvido no processo de avaliação uma vez que também e construtor do
conhecimento. Seu esforço precisa ser reconhecido através de ações como o fornecimento de ―feedback‖ sobre o
seu desempenho e entendimento do ―erro‖ como parte integrante da aprendizagem. E fundamental haver coerência
entre o ensino e a avaliação, partes inseparáveis do mesmo processo.
Deve ser avaliada a capacidade de perceber a linguagem nos códigos específicos, a capacidade de
compreender linguagens diferentes, em determinados momentos do cotidiano, a capacidade de perceber os
diferentes interesses vinculados pela linguagem, a capacidade de realizar-se enquanto ser humano pela e na língua.
Portanto, essa avaliação será processual, contínua e participativa, envolvendo atividades de escrita,
compreensão de textos, focos gramaticais, exercícios de fonética e listening.
E fundamental que o professor, dentro desse processo de avaliação seja flexível, verifique e valorize o
progresso do aluno envolvendo-o num trabalho que inclua uma variedade de situações de aprendizagem.
REFERÊNCIAS
BAKHTIN, M. Marxismo e Filosofia da Linguagem. São Paulo: Hucitec, 1988.
BRAHIM, A. C. S. M. Pedagogia crítica, letramento crítico e leitura crítica. Texto e interação: subsídios para
uma pedagogia crítica de leitura de Língua Inglesa. Dissertação de mestrado. UNICAMP: Campinas, 2001, Cap. 1.
CELANI, M.A.A. As Línguas Estrangeiras e a Ideologia Subjacente à organização dos currículos da escola
pública. São Paulo: Claritas, 1994.
CORACINI, M. J. O Jogo Discursivo na Aula de Leitura: Língua Materna e Língua Estrangeira. Campinas:
Pontes, 1995.
__________. Currículo de Língua Estrangeira: Revisitando fins Educacionais. Anais XI EPPLE, 2003.
FOUCAULT, M. A Ordem do Discurso. São Paulo: Loyola, 1996, p. 50.
HOLLAENDER, Arnon & SANDERS Sidney. Keyword- A Complete English Course. São Paulo: Moderna,
1997.
JORDÃO, C. M. ; ANDREOTTI, V. (orgs.) Perspectivas Educacionais e Ensino de Inglês na Escola Pública.
Pelotas: Educat, 2005.
JORDÃO, C. M. A Língua Estrangeira na Formação do Indivíduo. Curitiba: Mimeo, 2004.
LIBERATO, Wilson. Compact English- Inglês Ensino Médio. São Paulo: FTD, 1998.
__________. Língua Estrangeira Moderna- Espanhol e Inglês/ vários autores. _ Curitiba: SEED-PR, 2006.
LUCKESI, C. C. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 1995.
MARQUES Amadeu. Inglês- Ensino Médio- Edição Reformulada. São Paulo: Ática, 2003.
MARTINS, Elisabeth Prescher; PASQUALIN, Ernesto; AMOS, Eduardo. Graded English. São Paulo: Moderna,
1993.
MAXIA, M. A. Discursos Fundadores das Metodologias e Abordagens de Ensino de Língua Estrangeira. In:
CORACINI, M. J. ; BERTOLDO, E. S. (orgs.) O Desejo da Teoria e a Contingência da Prática: discursos sobre e
na sala de aula. Campinas: Mercado de Letras, 2003.
Proposta Curricular da Disciplina de
Matemática – EM
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE MATEMÁTICA - EM
A matemática deve ser vista como uma produção sócio-cultural, para que possa ser compreendida como um
conhecimento que se encontra em permanente elaboração e transformação, concebida como um bem cultural.
Tendo um caráter dinâmico, é produzida histórica e sócio-culturalmente no interior das práticas e das relações
sociais, por isso deve ter bases teórico-metodológicas sobre as quais se sustentará a implementação de um processo
de ensino, voltado para a construção dos conceitos e significados.
O Ensino da Matemática deve valorizar os aspectos relacionados ao raciocínio dedutivo, lógico e estimativo, dentre
outros e sempre que possível, deve permear as demais áreas do conhecimento da ciência e da tecnologia, buscando
oferecer subsídios ao educando para que possa interferir em seu meio global, regional e local, formando indivíduos
reflexivos e atuantes, tornando-os pesquisadores de sua realidade, levando em consideração os diferentes valores
culturais dos diferentes saberes, segundo os contextos e/ou situações.
Através dos conteúdos estruturantes objetiva-se o desenvolvimento da capacidade de cálculo mental e de fazer
estimativas, da elaboração de raciocínio criativos, da leitura e interpretação de gráficos e tabelas e de
representações geométricas, utilizando a matemática para compreender a realidade que o cerca.
Segundo Dante, a Matemática está presente em praticamente tudo que nos rodeia, com maior ou menor
complexidade. Perceber isso é compreender o mundo a nossa volta e poder atuar nele. E a todos, indistintamente,
deve ser dada essa possibilidade de compreensão e atuação como cidadão. (DANTE, 2002, p.12).
Dessa forma, o Ensino da Matemática deve valorizar os aspectos pedagógicos e cognitivos da produção do
conhecimento matemático, assim como os aspectos sociais envolvidos. Essa prática implica pensar na sociedade
em que vivemos, tornando o ato de ensinar uma ação reflexiva e política.
OBJETIVO GERAL
Identificar os conhecimentos matemáticos como meio para compreender e transformar o mundo a sua volta.
Desenvolver o gosto pelo estudo, o raciocínio, a iniciativa e a responsabilidade, sentindo-se seguro da sua própria
capacidade de construir conhecimentos matemáticos, desenvolvendo a auto-estima e a perseverança na busca de
soluções.
Sendo assim, pode-se afirmar que a educação matemática visa desenvolver o campo de investigação e de produção
de conhecimento, fazendo com que o estudante compreenda e se aproprie da própria matemática, construindo
valores e atitudes de natureza diversa, visando à formação integral do ser humano e particularmente do cidadão,
isto é, do homem público.
CONTEÚDOS
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
O papel dos conteúdos estruturantes (conhecimentos mais amplos, saberes, conceitos, práticas) é de identificar e
organizar os campos de estudo da disciplina, fundamentais para compreensão de seu objeto de ensino.
No Ensino Médio da Rede Pública Estadual, os conteúdos estruturantes são:
Números e álgebras; geometrias; funções e tratamento da informação.
Os conteúdos estruturantes se desdobram nos seguintes conteúdos específicos:
1ª série
Conjunto dos números reais;
NÚMEROS E
ÁLGEBRA
Sistemas de coordenadas cartesianas;
GEOMETRIAS
Operações com arcos;
A trigonometria no triângulo retângulo;
Relações trigonométricas em um triângulo qualquer.
Introdução à funções;
Função afim;
Função quadrática;
FUNÇÕES
Função exponencial;
Função logarítmica;
Função modular;
Composição e inversão de funções;
Proporção aritmética;
Progressão geométrica.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21
Análise de percentual dos nutrientes contidos nos rótulos de embalagem dos alimentos:
Tratamento da informação em relação à casos de alcoolismo, droga, DSTS, Cânceres, etc.
2ª série
Matrizes;
NÚMEROS E
Determinantes;
ÁLGEBRA
Sistemas lineares;
Trigonometria na circunferência;
GEOMETRIAS
Razões trigonométricas na circunferência d raio unitário;
Funções trigonométricas.
Análise combinatória;
TRATAMENTO DA
Estatística;
INFORMAÇÃO
Probabilidades;
Binômio de Newton.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Educação Fiscal
Orçamento Público
Gestão Financeira
Lei de Responsabilidade Fiscal
O Estado Brasileiro
Os Três Poderes
Administração Pública
3ª série
Polinômios;
NÚMEROS E
Números complexos;
ÁLGEBRA
Equações algébricas.
Geometria plana;
Geometria espacial;
GEOMETRIAS
Geometria analítica;
Noções de Geometria não euclidiana.
TRATAMENTO DA Matemática Financeira.
INFORMAÇÃO
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Educação Fiscal
Orçamento Público
Gestão Financeira
Lei de Responsabilidade Fiscal
O Estado Brasileiro
Os Três Poderes
Administração Pública
METODOLOGIA
A matemática busca compreender a cidadania como uma participação social e política, fazendo o aluno posicionar-
se de maneira crítica, responsável e construtiva, capaz de agir com autonomia nas suas relações sociais e, para isso,
é necessário que ele se aproprie de conhecimentos, dentre eles o matemático.
A educação matemática propõe uma postura voltada tanto para cognição do aluno como para relevância social do
ensino da matemática, dessa forma, o professor deve saber estabelecer uma postura teórico-metodológica e ser um
questionador frente às concepções pedagógicas historicamente difundidas.
Reflexões realizadas por educadores matemáticos apontam para o exercício da prática docente, por meio da
contextualização do ensino da matemática com o cotidiano dos alunos, com a realidade das escolas e com as
características locais e regionais, revelando a identidade de cada escola.
Faz-se necessário compreender que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a grupos étnico-raciais
distintos, que possuem cultura e histórias próprias.
Deve-se propor aulas mais dinâmicas com uso de recursos tecnológicos disponíveis (software, televisão,
calculadora, internet, etc.), estimulando e facilitando o domínio do mesmo.
A flexibilização/adaptação do currículo é uma prerrogativa para contemplar as diferenças em sala de aula,
respeitando as necessidades especiais e a limitação de cada educando. Vale salientar que tais métodos só poderão
ser aplicados mediante a disponibilidade de instalações físicas adequadas, materiais pedagógicos especiais e a
qualificação dos professores.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação exerce papel de mediação no processo ensino-aprendizagem, que deve ser visto como integrante de um
mesmo sistema, identificando os objetivos atingidos e as dificuldades encontradas no processo.
Deve-se levar em consideração a diversidade cultural e diferentes saberes acumulados pelos educandos, buscando
valorizar suas potencialidades e seu desenvolvimento.
Fazendo uso dos meios disponíveis, é necessário que sejam usadas várias formas de avaliação, individuais e em
grupo, buscando a resolução de situações-problemas, abrangendo todas as habilidades em elaborar conceitos e
procedimentos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LONGEM, Adilson. Matemática. Positivo, 2004.
SILVA, Jorge Daniel e FERNANDES, Valter Santos. Matemática. São Paulo: IBEP, 2000.
MARCONDES, Gentil e Sérgio. Matemática. São Paulo: Ática, 2003.
PARANÁ, Diretrizes Curriculares de Matemática para o Ensino Médio. Curitiba: SEED, julho/2006.
GIOVANNI, José Ruy. Matemática Fundamental. São Paulo: FTD, 2002.
GIOVANNI JÚNIOR, José Ruy. Matemática Fundamental, São Paulo: FTD, 2004.
PAIVA, Manoel. Matemática 2º grau. São Paulo: Moderna, 2002.
D‘AMBRÓSIO, Ubiratan. Da realidade à ação: reflexões sobre educação e matemática. São Paulo, Ed. da
Unicamp, 1986.
FILIPOUSKI, Maria Ribeiro, MARCHI, Diana Maria e SCHAFFER, Neiva Otero. Teorias e Fazeres na Escola em
mudança. Ed. da UFRGS, 2005.
DANTE, Luiz Roberto. Matemática – Tudo é Matemática. São Paulo: Ática, 2002.
http://www.matematica.pr.gov.br
http://www.somatematica.com.br
http://www.calculando.com.br
Proposta Curricular da Disciplina de
Química – EM
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE QUÍMICA
Desde os primórdios dos tempos, da idade da pedra, a história da Química se faz presente nas civilizações. O
homem foi aprendendo ao longo do tempo manipular e aperfeiçoar a prática da Química, desde o uso de
substâncias vegetais a fundição de metais. Questões sociais, políticas e religiosas influenciaram o desenvolvimento
e a prática na cura das doenças.
A alquimia na idade média, buscava o elixir da vida eterna e a transformação de metais nobres em ouro.
A história da Química sofreu transformações com a revolução industrial - o desenvolvimento da indústria Química.
Permitindo ao homem através deste processo descobriu o átomo, passando este conhecimento científico de
benefício aniquilador com a Segunda Guerra Mundial.
O grande feito do século XX foi a descoberta do DNA.
O estudo da Química como disciplina escolar, ocorreu na França no governo de Napoleão III para atender as
necessidades dos alunos.
A partir do século XIX, no Brasil, ocorreram as primeiras atividades de caráter educativo, envolvendo a Química,
decorrentes das transformações políticas e econômicas da Europa.
O estudo da Química ao longo dos anos sofreu influências de acordo com as necessidades da sociedade brasileira.
Portanto, a disciplina de Química é um campo do conhecimento historicamente construído nas relações políticas,
econômicas, sociais e culturais das diferentes sociedades. O estudo da Química atualmente deve ultrapassar os
limites de preparar o aluno para o mercado de trabalho mas, também formá-lo sendo capaz de refletir criticamente
sobre o período histórico atual.
Ao ensinar os conhecimentos químicos a abordagem, será mostrada, pela construção/reconstrução de significados
dos conceitos científicos, vinculada aos contextos históricos, políticos, econômicos, sociais e culturais.
OBJETIVOS GERAIS
Proporcionar a abordagem dos temas que julgamos fundamentais para construir uma base
conceitual, possibilitando uma visão de conjunto da QUÍMICA: de forma contextualizada,
buscando articular a construção do conhecimento químico, sua aplicação junto aos problemas
sociais, ambientais e tecnológicos.
Propiciar ao educando meios, para articular fatos do seu relacionamento do cotidiano, levando-o
à reflexão de como as coisas acontecem, para quê e para onde levam os resultados.
Desenvolvimento crítico na medida em que assimila os conhecimentos. Entender a herança
cultural. Como veículo que possa ajudar relacionar as necessidades da sociedade em que vive, o
que pode ser feito com o conhecimento adquirido para mudar ou ampliar no sentido cultural este
meio. Levar o educando a uma análise reflexiva onde VER e FAZER ajudam na apropriação do
conhecimento.
O desenvolvimento dos trabalhos junto ao educando, numa linguagem adequada pode conduzir
ao raciocínio, onde ele pode produzir idéias e não somente reproduzi-las.
Sob os olhares da QUÍMICA, o desenvolvimento crítico, social, econômico, político, humanista e
cultural, o mundo geográfico também pode ser explorado. Nele, a dinâmica populacional, a
diversidade étnica, a formação geológica, acrescenta conhecimentos que se relacionam uns aos
outros.
CONTEÚDOS
1ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Matéria e sua natureza;
Biogeoquímica;
Química sintética.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º ANO
CONTEÚDO 1º BIMESTRE
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA QUÍMICA
A importância da química
Conceitos fundamentais
Matéria
Massa/Volume
Materiais de laboratório
Energia
PROPRIEDADES DA MATÉRIA
Estado físico
Sólido
Líquido
Gasoso
Mudança de Estado
Fusão e Solidificação
Vaporização e Condensação
SUBSTÂNCIA PURA E MISTURA
Substâncias químicas
Composição
Apresentar nome e símbolo da tabela periódica
Propriedades
Transformações
Misturas
Homogênica
Monofásica
Heterogênica
Polifásica
Aula Prática
METODOS DE SEPARAÇÃO
Filtração
Destilação
Decantação
Dissolução fracionada
Catação
Tamisação ou peneiração
Separação magnética
Ventilação
Levigação
Sublimação
Liquefação e destilação fracionada
CONTEÚDO 2º BIMESTRE
FENÔMENOS DE REAÇÃO QUÍMICA
Fenômenos
Físicos
Químicos
Reações Químicas
Exemplos de reações químicas
Reagentes e produtos
Reação de decomposição
Substâncias simples X substância composta
ESTRUTURA ATÔMICA
Natureza elétrica da matéria
Raios catatílicos: descoberta do elétron
Descoberta de próton
Radiatividade
experiência e o modelo atômico de Rutherford
Número atômico e número de massa
Tabela periódica
Isótopos
Isóbaros
Um novo modelo para o átomo
Noções sobre espectroscopia
Postulados de Bohr
Modelo Atômico dos orbitais
Geometria dos orbitais
CONTEÚDO 3° BIMESTRE
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA
Camada
Nível
Número máximo de elétrons por camadas
Diagrama de Pauling
CLASSIFICAÇÃO PERIODICA DOS ELEMENTOS
Introdução
Período
Família
PROPRIEDADES DOS ELEMENTOS
Tamanho do átomo
Potencial de ionização
Eletroafinidade
Eletronegatividade
Reatividade química
Densidade
Volume atômico
Ponto de Fusão
CONTEÚDO 4º BIMESTRE
LIGAÇÕES QUÍMICAS
Introdução
Estabilidade atômica
Ligação Iônica ou eletrovalente
Ligação covalente ou molecular
Ligação covalente dativa
Polaridade das ligações
Geometria molecular
Polaridade molecular
A ligação covalente e o modelo das orbitais
Ligações metálicas
Forças intermoleculares
Força de Van de Waais
F orça de Van de Waais dipolo-dipolo
Força de Van de Waais dipolo instantâneo-dipolo induzido
Pontes de hidrogênio
Forças intermoleculares e ponto de ebulição
Número de oxidação
ACIDOS E BASES
Ácidos
Ionização
Classificação
Nomenclatura
Bases ou hidróxidos
Classificação
Nomenclatura
Uma base diferente
Escala de pH
Reação de neutralização
SAIS E ÓXIDOS
Sais
Classificação
Nomenclatura
Óxidos
Nomenclatura
Classificação
Peróxidos
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21.
2ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Matéria e sua natureza;
Biogeoquímica;
Química sintética.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
2º ANO
CONTEÚDO 1º BIMESTRE
CALCULOS QUÍMICOS
Introdução
Fórmulas químicas
Fórmula porcentual
Fórmula mínima
Fórmula molecular
Cálculo estequiométrico
Grau de pureza
Rendimento de uma reação
SOLUÇÕES
Introdução
Dispersões
Soluções
Classificação
Dissolução
Coeficiente de solubilidade
Concentração de uma solução
Concentração comum
Densidade absoluta
Concentração molal
Misturas de soluções
CONTEÚDO 2º BIMESTRE
Análise química
Análise volumétrico
tipos de volumetria
Volumetria por neutralização
Volumetria por precipitação
Volumetria por exirredução
Determinação do grau de pureza
Colóides
Classificação
Propriedades
Preparação de colóides
Purificação de colóides
Destruição de colóides
Colóides Protetores
CONTEÚDO 3º BIMESTRE
TERMOQUÍMICA
Reações químicas e energia
Medida de Calor
O calor nas rações químicas
Entalpia
Equação termoquímica
Gráficos de entalpia
Fatores que influenciam
Temperatura
Estado Físico
Estado alotrópico
Dissolução
Tipos de calores de reação
Calor d formação
Calor de combustão
Calor de neutralização
Energia de ligação
Lei de Hess
CINÉTICA QUÍMICA
Introdução
Velocidade média das reações
Medida da Velocidade
Processo Químico
Processo Físico
Fatores que influenciam a velocidade
Colisão entre as moléculas reagente
Energia de ativação
Temperatura
Concentração dos reagentes
Pressão
Estado sólido
Catalisadores
Ação
CONTEÚDO 4º BIMESTRE
ELETROQUÍMICA
Introdução
Pilhas
Eletrolise
RADIATIVIDADE
Introdução
Tipos de radiações
Leis de desintegração radiativa
Efeitos das radiações
Efeitos elétricos
Efeitos luminosos
Efeitos térmicos
Efeitos químicos
Efeitos fisiológicos
Família radiativa
Radiatividade artificial
Energia nuclear
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21.
3ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Matéria e sua natureza;
Biogeoquímica;
Química sintética.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
3º ANO
CONTEÚDO 1º BIMESTRE
INTRODUÇÃO À QUÍMICA ORGÂNICA
Histórico
Estudo do carbono
Hibridação
Funções orgânicas
Hidrocarbonetos
Funções oxigenadas
Funções nitrogenadas
Outras funções
Funções mistas
Série orgânica
CONTEÚDO 2º BIMESTRE
REAÇÕES ORGÂNICAS
Caráter ácido ou básico dos compostos orgânicos
Tipos de reações orgânicas
Reações de adição
Reações de substituição
Reações de eliminação
Reações de oxidação e redução
Reações de polimerização
CONTEÚDO 3º BIMESTRE
COMPOSTOS ORGÂNICOS NATURAIS
Petróleo
Carvão mineral e huha
Carvão vegetal
Carvão animal
Glicídios
CONTEÚDO 4º BIMESTRE
Lipídios
Aminoácidos
POLIMEROS
Conceito
Classificação
Estudo de alguns polímeros
ISOMETRIA
Isometria plana
Isometria espacial
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21.
METODOLOGIA
O conhecimento químico como ciência está em constante transformação.
O crescimento e desenvolvimento da sociedade capitalista necessitam de respostas precisas e
específicas, nas demandas econômicas, sociais e políticas.
O processo da industrialização passou, ao mesmo tempo, a exigir e abrir campos de trabalho e cursos
profissionalizantes.
O ensino de QUÍMICA privilegiou definições com fórmulas, nomenclaturas, compostos químicos para
resolução de problemas.
Além do domínio dos conceitos de QUÍMICA, a compreensão do conhecimento científico permeia a
apropriação e domínio do uso deste conhecimento quanto ao estudo da matéria e suas transformações.
As aulas experimentais podem ser desenvolvidas não só em laboratórios, mas também em sala ou fora
dela. Não são sós os materiais e equipamentos sofisticados que proporcionam experimentos. Materiais
de baixo custo podem ser utilizados e conduzir aos resultados, cujos conceitos e definições teóricos já
foram vistos.
No processo ensino-aprendizagem, os experimentos são meios para o educando pensar, questionar
conceitos e desenvolver o senso crítico; onde, quando e como ele pode interagir, a partir de sua vida
cotidiana – por exemplo: reciclagem do lixo.
O “currículo inclusivo” abrangente aos portadores de necessidades especiais, envolve também o
desdobramento – sem deixar que se sintam especiais – no tocante às adaptações regionais e ao meio
em que vive a comunidade escolar. A inclusão deve ser igualitária, dependendo unicamente do esforço
de cada aluno. As escolas rurais e urbanas também necessitam de flexibilidade, de acordo com o meio
em que vivem.
O meio ambiente diz respeito a todos – os danos provocados pelo homem, o efeito estufa, o aumento
da temperatura da Terra, os efeitos tanto na vida urbana (industrializada), como na vida rural
(agrotóxicos, desmatamentos, queimadas), a problemática do lixo, são problemas cujas soluções
podem encontrar caminho dentro da QUÍMICA.
A agressão ambiental pode ser estudada em diferentes níveis de abrangência, de acordo com cada
comunidade.
O educando pode comprovar na vida diária a aplicação e uso da QUÍMICA, como o surgimento diário
de produtos e bens de consumo no mercado: nos alimentos, nos medicamentos, biotecnologia entre
outros.
Há o aproveitamento, reaproveitamento e também os desperdícios nesta elaboração.
Em todos os segmentos da vida há presença química, sejam nas questões ambientais, econômicas,
políticas e culturais. Um exemplo de desdobramento é a RADIOATIVIDADE, onde a composição,
propriedades e transformações geram segmentos cujas influências abrem um grande círculo. Povos
interagem, lucram,negociam, criam e destroem.
O livro didático é a penas um ponto de partida. A QUÍMICA como conteúdo e experimento apresentam-
se diariamente na TV, na internet, revistas, fatos nacionais e internacionais.
É função de o professor conduzir e orientar o educando na formação de conhecimentos científicos,
dando uma visão mais abrangente do universo.
Além dos conteúdos dos livros e fórmulas, também os textos, jornais, revistas, composição de
remédios, filmes e demais recursos audiovisuais, podem auxiliar o professor.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
No processo ensino-aprendizagem, a avaliação é um mecanismo que garante a qualidade e o
desenvolvimento do aluno.
A avaliação oferece meios para o professor verificar se as condições são propícias ao aprendizado, se
a continuidade é favorável ou requer um novo direcionamento.
O processo educativo alcança êxito quando o educando demonstra ter superado dificuldades, é capaz
de formular conceitos científicos e relaciona-los com a dinâmica do universo.
Os instrumentos de avaliação abrangem a comunidade inclusiva – sejam os especiais, urbanos, rurais,
EJA, onde o professor flexibilizará os trabalhos, incluindo e contextualizando, em igualdade de
oportunidades. A interdisciplinaridade é um recurso onde alunos e professores interagem somando
conhecimentos.
Os mecanismos de avaliação podem ser enriquecidos das mais variadas modalidades: trabalhar com
textos, pesquisas, experimentos, prova escrita, oral, participação em atividades diárias, seminários,
relatórios, palestras, filmes. São grandes as possibilidades de explorar o processo ensino-
aprendizagem.
A avaliação do aproveitamento escolar é contínua, através de atividades pedagógicas individuais e
grupais. Assim, o educando desenvolve também o processo de socialização e cooperação,
despertando a sua criatividade.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- APOSTILA DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO – DIRETRIZES CURRICULARES DE
QUÍMICA PARA O ENSINO MÉDIO – Versão preliminar – Julho/2006
- APOSTILA COLÉGIO ESTADUAL DOM BOSCO-PROPOSTA CURRICULAR / outubro 2006
- QUÍMICA – VOLUME ÚNICO - Ed. IBEP, Coleção Horizontes
- QUÍMICA GERAL – VOLUME ÚNICO – Ed.MODERNA, Ricardo Feltre
- QUÍMICA – NOVO ENSINO MÉDIO – Ed. ÁTICA, Sardella
- QUÍMICA PARA O ENSINO MÉDIO – Série PARÂMETROS – Ed.SCIPIONE, Eduardo Fleuri Mortimer
e Andréa Horta Machado
Proposta Curricular da Disciplina de
Língua Portuguesa – EM
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE LÍNGUA PORTUGUESA - EM
Historicamente a Língua Portuguesa como disciplina escolar passou a integrar os currículos escolares apenas nas
últimas décadas do século XIX, embora a formação do professor nessa disciplina date apenas dos anos 30 do
século XX.
No processo de colonização brasileira houve um confronto de culturas: o branco aprendendo a língua do índio e
vice-versa, decorrente do isolamento em que viviam os primeiros colonos. Nesse período não houve ensino dos
moldes tradicionais da língua como disciplina, essa prática limitava-se ao ensino do latim para a elite.
Em meados do século XVIII, o Marquês de Pombal , tornou obrigatório o ensino da Língua Portuguesa no Brasil e
em Portugual; entretanto, apenas em 1837, foi criado no Brasil, por decreto imperial, o cargo de Professor de
Português. Somente a partir do século XX iniciou-se o processo de democratização do ensino no Brasil e com o
aumento do número de alunos houve um profundo choque entre modelos e valores escolares e a realidade dos
falantes, segundo Faraco, 1997. Isso trouxe para o espaço escolar a presença de registros linguísticos e padrões
culturais diferentes dos até então admitidos na escola.
Com a implantação da Lei 5692/71 o ensino passou a ser voltado à qualificação para o trabalho e a Língua
Portuguesa centrou-se nas teorias da comunicação visando o aprimoramento as capacidades linguísticas do falante.
Surgiram assim, denominações diferentes: Comunicação e Expressão, nas quatro primeiras séries do 1º grau;
Comunicação em Língua Portuguesa, nas quatro últimas séries. Dessa forma o ensino da Língua Portuguesa estava
voltado aos exercícios estruturais, técninas de redação e treinamento de leitura.
Em decorrência desse fácil acesso a escolaridade ocorre segundo Magda Soares a transferência da tarefa do
professor na preparação de aulas e exercícios ao livro didático e, como conseqüência de uma política salarial
inadequada, houve perda do prestígio do docente e surgiram profissionais de Letras despreparados para o ensino da
língua.
Superada a facilidade do emprego do livro didático (produto cultural) os estudos lingüísticos passaram a centrar-se
no texto e na interação social das práticas discursivas, e dessa forma o ensino da língua deu espaço a questões
contextualizadas valorizando o texto como unidade fundamental de análise, idéias essas que tomaram corpo, no
Brasil, a partir dos anos 80.
Dessa data em diante, os estudos lingüísticos mobilizaram os professores para a discussão e o repensar sobre o
ensino da Língua Materna e para a reflexão sobre o trabalho realizado em sala de aula. Sobre essas reflexões e
discussões foi reestruturado o ensino do 2º grau, em 1988.
Na década de 90, a proposta do Currículo Básico do Paraná fundamentou-se na concepção dialógica e social da
linguagem. E no final dessa década, os PCN‘S propõem uma reflexão para a disciplina de Língua Portuguesa nas
concepções discursivas acerca dos usos da linguagem oral e escrita. Nessa concepção, com a introdução dos
conceitos de habilidades e competências, a leitura é utilitarista, o ler como subsídio ao que e como escrever.
Dessa forma, torna-se imprescindível que haja novos posicionamentos em relação às práticas do ensino de língua,
quer pela discussão, quer pelo envolvimento direto do professores para a construção de novas alternativas.
Nessa nova concepção de ensino de língua, na linguagem o homem se reconhece humano, interage e troca
experiências, compreende a realidade em que está inserido e o seu papel como participante da sociedade. Essas
idéias abriram novos caminhos no campo do trabalho pedagógico com a linguagem verbal surgindo uma nova
abordagem ―Dialógica‖.
Na abordagem dialógica a ação entre sujeitos se dá historicamente e socialmente, pois elas se constituem uns aos
outros em relações dialógicas, ou seja, interação humana que resultará no trabalho e no produto do trabalho.
Nessa perspectiva, toda a reflexão com e sobre a língua, só tem sentido como ponto de partida as experiências
reais, isto é, professor e aluno terão contatos com a multiplicidade de textos que são produzidos e circulam
socialmente. Ele é visto como lugar onde os participantes da interação dialógica se constroem e são construídos.
Todo texto são vozes que se materializam, é ato humano, é linguagem em uso efetivo.
Consideramos que nesta perspectiva ensinar língua portuguesa/Literatura e compreender e produzir textos não só
ao trato verbal (oral e escrito), mas a capacidade de colocar-se em relação as diversas modalidades de linguagem –
oral – escrita - imagem, imagem movimento, gráficos, infográficos - para delas tirarem sentido, tudo isso, é que
chamamos multiletramento.
OBJETIVO GERAL
• Empregar a língua oral em diferentes situações de uso, sabendo adequá-la a cada contexto e
interlocutor, descobrindo as intenções que estão implícitas nos discursos do cotidiano e
posicionando-se diante dos mesmos;
• Desenvolver o uso da língua escrita em situações discursivas realizadas por meio de práticas
sociais, considerando-se os interlocutores, os seus objetivos, o assunto tratado, os gêneros e
suportes textuais e o contexto de produção/leitura;
• Refletir sobre os textos produzidos, lidos ou ouvidos atualizando o gênero e tipo de texto,
assim como os elementos gramaticais empregados na sua organização;
• Aprimorar, pelo contado com os textos literários a capacidade de pensamento crítico e a
sensibilidade estética dos alunos, propiciado através da Literatura, a constituição de um
espaço dialógico que permita a expansão lúdica do trabalho com as práticas da oralidade, da
leitura e da escrita.
CONTEÚDOS
1ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Leitura;
Oralidade;
Escrita.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º Bimestre
Origem da língua portuguesa;
Texto literário e não literário;
Denotação e Conotação;
Tipologia textual (descrição, dissertação, argumentação e narração);
Função da Linguagem;
Gêneros Literários;
Estrutura do Conto;
Produção de Textos Narrativo
Concordância verbal e nominal, pontuação, acentuação e ortograrfia;
Fonologia
Herança Afro-descendente.
2º Bimestre
Trovadorismo;
Humanismo;
Figuras de Linguagem;
Versificação
Ortografia
Produção de Texto poético;
Leitura de Classes Adaptados e poesias
Músicas de origem afro-descendentes
3º Bimestre
Classicismo
Barroco
Estrutura e formação das palavras
Concordância verbal e nominal
Pontuação
Produção de resumo
Leitura de texto: Sonetos Camonianos e Sermões de Antonio Vieira
Alimentação de origem africana
4º Bimestre
Arcadismo
Introdução à morfologia – substantivo e adjetivo
Estrutura do romance
Produção de textos de opinião
Leitura: Romance moderno
Religião umbanda e candomblé
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21;
Com Ciência;
Viagem Nestlé.
2ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Leitura;
Oralidade;
Escrita.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º Bimestre
Revisão das escolas literárias
Romantismo no Brasil
Revisão da estrutura de texto narrativo
Classes gramaticais
Produção de paródia e paráfrase – Gonçalves Dias
Leitura: leitura de autores românticos
Racismo no Brasil
2º Bimestre
Artigo
Numeral
Pronome
Colocação pronominal
Prosa e poesia romântica
Produção de relatório, resumo, texto descritivo / narrativo
Seminário sobre José de Alencar
Leitura: Iracema e outro
Presença do negro na mídia
3º Bimestre
Realismo – Naturalismo
Machado de Assis e Aluísio de Azevedo
Verbo
Produção de textos dissertativo
Leitura: Contos e romances dos autores em foco
Políticas afirmativas - cotas
4º Bimestre
Parnasianismo e Simbolismo
Advérbio
Preposição
Conjunção
Interjeição
Sintaxe - período simples
Leitura: poemas de Olavo Bilac e Cruz de Souza
Produção de texto dissertativo
Mercado de trabalho.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21;
Com Ciência;
Viagem Nestlé.
3ª SÉRIE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
Leitura;
Oralidade;
Escrita.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
1º Bimestre
Pré-modernismo
Vanguardas
Sintaxe – período simples
Produção de texto narrativo
Leitura: textos de autores modernistas
Obras literárias autores negros – Lima Barreto, Cruz e Souza, Machado de Assis.
2º Bimestre
Semana da Arte Moderna
Modernismo
Período composto por coordenação e subordinação – operadores argumentativos
Produção de textos argumentativos
Leitura de textos modernistas
Pesquisas revistas produzidas pela comunidade afrodescendente
Letras de músicas relacionadas a questão racial
3º Bimestre
Concretismo
Regência verbal e nominal
Crase
Concordância verbal e nominal
Produção de texto concreto
Leitura de poesia concretista
Propiciar acesso aos gêneros musicais do samba e o do rap
Poesias relacionadas ao povo afrodescendente e sua cultura
4º Bimestre
Pós-Modernismo
Revisão gramatical
Produção de textos argumentativos
Sugestão de leitura: textos pós-modernos
Na pintura, interpretar obas de Di Cavalcanti, Portinari que retratam a figura do Negro
Cultura afro-brasileira (poesias relacionadas ao povo afrodescendentes e sua cultura);
Realizar estudos de obras brasileiras que discutam, abordem questões relacionadas a cultura afrobrasileira.
Ler, interpretar letras de músicas relacionadas à questão racial;
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21;
Com Ciência;
Viagem Nestlé.
METODOLOGIA
O ensino da língua requer transformações constantes na ação pedagógica do professor em função da rapidez das
mudanças ocorridas no meio social e das relações interpessoais.
Dessa forma, a ação pedagógica deve propiciar ao educando o contato com a integralidade do texto literário,
ultrapassando o mero repasse de regras e nomenclatura da gramática tradicional. E, para superar, efetivamente, esta
postura, o trabalho pedagógico com a Língua/Literatura deve ser considerando um processo dinâmico e histórico
dos agentes verbais na interação verbal e a constituição social da linguagem.
O homem se reconhece humano na linguagem e pelas relações dialógicas interage e troca experiências,
compreende a realidade em que está inserido bem como o seu papel ativo na sociedade. Em suma, contemplando
os três eixos: a leitura, escrita e oralidade, que são conhecimentos que representam as necessidades do homem a
cada situação vivida na prática social.
Nesta perspectiva, assumindo a concepção de língua como discurso que se efetiva nas diferentes práticas sociais,
ou métodos selecionados e organizados para o ensino da disciplina vão da exposição verbal, pelo professor, às
atividades especiais envolvendo a interação do aluno com sua família; trabalho, cidade, através das atividades
extraclasse.
Nesse processo de aprendizagem são necessários o método de trabalho independente (tarefas resolvidas de forma
independente pelos alunos, porém orientadas pelo professor); o método de elaboração conjunta (conversação
didática com troca de experiências) e o método do trabalho em grupo (atividade centrada na preparação,
organização dos conteúdos e a comunicação dos resultados).
De acordo com as Diretrizes Curriculares a avaliação formativa é o melhor caminho para garantir a aprendizagem
de todos os alunos, pois dá ênfase ao aprender. Considera que os alunos possuem ritmos e processos de
aprendizagem diferentes e por ser contínua e diagnóstica, aponta as dificuldades, possibilitando assim que a
intervenção pedagógica aconteça a todo o tempo. Informa os sujeitos do processo (professor e alunos), ajuda-os a
refletir. Faz com que o professor procure caminhos para que todos os alunos aprendam a participarem mais das
aulas, envolvendo-se realmente no processo de ensino e de aprendizagem.
As ferramentas utilizadas pelo professor e alunos para a organização e condução do processo metódico do ensino /
aprendizagem constituem no uso do quadro negro, projeção de filmes, análise de textos literários e não-literários,
verbalização.
Análise lingüística e as práticas discursivas – ela acontecerá de forma que não fique presa só a gramática
tradicional. A análise lingüística abrangerá as três práticas – oralidade, escrita e leitura, compreendendo o dinâmico
sistema da linguagem, pois ela não poderá acontecer só com fatos estaques da língua.
As atividades serão planejadas de forma que possibilite ao aluno a leitura, a expressão oral ou escrita refletindo
sobre o uso que faz da linguagem nos diferentes contextos e situações. Essas ações estão no conteúdo estruturante
que é o discurso enquanto prática social na disciplina de Língua Portuguesa/Literatura.
O professor poderá instigar no aluno a percepção da multiplicidade de usos e funções da língua e conduzi-los
gradativamente a atividades de metalingüísticas resultando em um saber lingüístico mais elaborado, a falar sobre a
língua. O estudo dela ancora-se no discurso ou texto, extrapolando o tradicional horizonte da palavra e da frase.
Fazer prática lingüística constitui-se num trabalho de reflexão sobre a organização do texto escrito, ou seja, o
aluno compreenderá que um texto organizado implica em elementos gramaticais, sua função real no interior do
texto, ligando palavras, frases, parágrafos, retomando ou avançando idéias definidas pelo autor.
Assim o aluno reconhecerá a gramática não como um aglomerado de inadequações explicativas sobre os fatos da
língua, mas um documento de consulta para tirar dúvidas em relação aos padrões normativos exigidos pela escrita.
A prática da oralidade – Ela deverá se levar em conta os conhecimentos lingüísticos do aluno, promovendo
situações que o incentive a falar através das seguintes atividades: debates, discussões, seminários, transmissão de
informações, de troca de opiniões, de defesa de ponto de vista (argumentação), contação de histórias, declamação
de poemas, representação teatral, relatos de experiências, entrevistas, etc. Além disso, podemos analisar a
linguagem em uso: em programas televisivos, como jornais, novelas, propagandas e programas radiofônicos. No
que concerne à literatura oral cabe considerar a potencia dos textos literários como Arte, produzindo a necessidade
de considerar seus estatutos, sua dimensão estética e suas forças políticas particulares. O aluno terá que ser capaz
de compreender os discursos dos outros e de seu dia-a-dia e de organizar os seus de forma clara, coesa e coerente.
Prática da leitura – Ela compreende o contato do aluno com uma ampla variedade de textos – discursos produzidos
numa igualmente ampla variedade de práticas sociais, o desenvolvimento de uma atitude crítica de leitura que leve
o aluno a perceber o sujeito presente nos textos, o desenvolvimento de um atitude responsiva diante dos textos. As
atividades serão oferecidas aos alunos através de diferentes práticas sociais – notícias, crônicas, piadas, poemas,
artigos científicos, ensaios, reportagens, propagandas, informações, charges, romances, contos, etc. - , percebendo
em cada texto a presença de um sujeito histórico, de uma intenção.
Ressalta-se ainda que os textos literários dêem os seus leitores a oportunidade de escapar do realismo midiático
movimentando-os pelo tempo do imaginário.
Prática da escrita – Em relação à escrita a produção de texto poderá variar de acordo com cada gênero textual e
suas peculiaridades: a composição, a estrutura e o estilo que poderá ser através de: textos argumentativos,
descritivos, de notícia, narrativos, cartas ou memorandos, poemas, abaixo assinados, crônicas ou textos de humor,
informativos ou literários, histórias, bilhetes, receitas, entre outros textos. Essas produções terão que circular nas
salas de aula como experiências reais de uso e não partir de conceitos e definições de diferentes modelos de textos.
Pois a capacidade da escrita, criatividade e outros fatores comumente relacionados ao ato de escrever, só se
aprendem na prática da escrita nas suas diferentes modalidades.
Literatura – O texto literário deverá seguir a nova proposta do método rizomático. O rizoma sugere um movimento
que leva a libertação do pensamento em relação a linha do tempo. Ele se preocupa em fazer mapas de leituras do
que enfeixá-las em gavetas imobilizadas na história. O professor é um continuo leitor e selecionador dos textos. As
aulas de literatura estarão abertas as mudanças, atendendo às reações do alunado, incorporando suas idéias e as
relações textuais por eles estabelecidas, isto é, um texto-puxa-texto levando o aluno a uma reflexão e um
aprimoramento do pensar e a um aperfeiçoamento de falante, leitor e escritor.
As atividades de literatura poderão ser sugeridas através de: Literatura e Arte, Literatura e Biologia, Literatura e
Antropologia, Literatura e Religião, Literatura e Psicanálise, entre tantas outras possibilidades. O trabalho de
Literatura é uma prática diferenciada dos conteúdos estruturante e elencados acima e se constitui num forte influxo
capaz de fazer aprimorar o pensamento trazendo sabor ao saber.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Sendo a linguagem um processo dialógico, discursivo, a avaliação deve priorizar a capacidade linguística e
discursiva em práticas de oralidade, leitura e escrita. Por isso, se faz necessária uma avaliação formativa de caráter
contínuo e diagnóstico para que sejam detectadas as dificuldades possibilitando a intervenção pedagógica.
Reconhecendo a função interativa, dialógica ou discursiva na linguafgem, a avaliação precisa ser analisada sob
novos parâmetros, precisa dar ao professor pistas concretas do caminho que o aluno está trilhando para se
apropriar, efetivamente, das atividades verbais – a fala, a leitura e a escrita. Logo, por sua característica
diagnóstica, a avaliação formativa é a que mais se presta ao processo de ensino e aprendizagem da língua, pois
somente assim, o processo de avaliação será tido, efetivamente, como uma inclusão responsável.
Dentro da prática da oralidade, é necessário criar condições para que o aluno construa discurso próprio,
particularize seu estilo e expresse com objetividade e clareza suas idéias, já que a linguagem é uma prática social
que serve para articular as experiências sociais e históricas dos homens. A oralidade deve ser avaliada
progressivamente, levando em consideração a participação individual do aluno, participação organizada, clareza de
idéias, fluência na fala e também a sua consistência argumentativa.
A prática da oralidade deve ser avaliada de forma gradativa, adequada ao nível do aluno, fazendo trabalhos
trabalhos com entrevistas, relatos de situações vividas, teatros, debates orais com exposição clara de idéias nas
séries iniciais e nas séries finais ainda com um bom nível argumentativo, declamações etc, os quais ajudam a
desenvolver a expressão oral no sentido de adequação da linguagem, ao assunto, ao objetivo, a intencionalidade e
dos interlocutores.
No eixo da leitura, é importante enfatizar que a mesma não é apenas a decodificação para o domínio dos aspectos
de fluência e dicção, mas principalmente como um processo interacional entre o leitor e o autor. A leitura deve ser
vista como um processo dinâmico entre sujeitos que instituem trocas de experiências por meio do texto escrito.
Para que a leitura ocorra em sua totalidade é necessário expor o aluno a todo tipo de texto como por exemplo:
fábulas, crônicas, romances, contos, textos poéticos, notícias, reportagens, textos científicos, publicitários, bulas,
receitas, rótulos, cartazes, placas, letras de música, enfim, textos narrativos, informativos, dissertativos, etc, de
acordo com a série cursada pelo aluno. Outras formas de trabalhar a leitura é através de momentos de interação
entre professor e alunos e entre os próprios alunos, ou seja, valorizando a leitura do outro.
No trabalho com a escrita é importante Ter presente no ato de escrever, a noção de iterlocutor, já que é esse
interlocutor que vai condicionar parte da nossa linguagem. Na escrita exige-se unidade temática e coesão entre as
partes. A clareza, a coerência e o nível argumentativo podem ser trabalhados a partir de textos publicados ou textos
dos próprios alunos. A escrita pode ser bem desenvolvida na produção de textos narrativos, informativos e
dissertativos, com adequação à norma padrão, num domínio gradativo.
Nessa avaliação deve haver a articulação entre os objetivos, práticas metodológicas e instrumentos e sua forma
deve estar clara não só para o professor como ao aluno. Dessa forma, a avaliação em a clara função formativa.
Convém lembrar que as avaliações não devem ser vistas apenas como exigência pedagógica, mas sim como uma
oportunidade de reflexão sobre o próprio processo de ensino e seus resultados, oportunizando os requisitos na
programação de temas e práticas.
A avaliação deve englobar as várias maneiras para a aquisição do conhecimento, de tipologia variada, não havendo
assim prejuízos para o aluno.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FAVERO, Leonor L; KOCH, Ingedore G. V. Linguística Textual: uma introdução. São Paulo: Cortez, 1988.
GERALDI, João W. Concepções de Linguagem e ensino de Português. In: João W. (org.) O texto na sala de
aula. 2 ed. São Paulo: Ática, 1997.
KOCH, Ingedore. A Coesão Textual. 3 ed. São Paulo: Contexto, 1991.
FARACO, Carlos Alberto. Português: língua e cultura, ensino médio. Curitiba: Base Editora, 2005.
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa. Versão Preliminar.
Julho, 2006.
Proposta Curricular da Disciplina de
Sociologia – EM
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE SOCIOLOGIA
A compreensão científica dos fatos sociais,é o objetivo primordial do estudo da disciplina de sociologia.
Neste sentido, a partir de uma determinada realidade o estudo sociológico buscará analisar o ser
humano como indivíduo e ser social sem desconsiderar a multiplicidade de relações e inter-relações
sociais que acontecem.
Visando oferecer meios para a compreensão social, o sociólogo em sala de aula, deverá estimular
permanentemente o conhecimento crítico, real e libertador, tanto teórico quanto prático. Não significa
apresentar aos estudantes uma realidade social nova e inteiramente desconhecida, a partir da história e
suas transformações, bem como na qualidade de sujeito ativo dos grupos integrantes das instituições e
dos movimentos sociais.
A Sociologia tem o papel de fiscalizar os problemas que modem a realidade, questionando-os e
buscando, em diferentes sentidos e de diversas formas respostas múltiplas para a construção de
caminhos viáveis para a convivência coletiva e a construção da justiça econômica, uma vez que o
conhecimento sociológico contribui para que o estudante desenvolva a sua autonomia de forma a ser
capaz de confrontar diferentes interpretações e construir sua própria visão de mundo.
OBJETIVOS GERAIS
- Possibilitar o entendimento das ciências sociais, que pesquisam e estudam o
comportamento social humano e suas várias formas de organização.
- Desenvolver a formação da cidadania numa perspectiva sociológica e ética.
- Relacionar os agrupamentos sociais com a estratificação e a mobilidade social.
- Articular o saber histórico escolar de acordo com os princípios da disciplina, reelaborando, assim, a
herança social que o indivíduo adquire de seu grupo.
CONTEÚDOS
2º ANO
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- O aparecimento da Sociologia e teorias sociológicas.
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Contexto Histórico do surgimento da Sociologia;
A contribuição da Filosofia Grega;
A Idade Média (séc. V ao XV) e a predominância da Fé;
A evolução do pensamento científico através do iluminismo do século XVIII;
A consolidação da ciência e da Sociedade Industrial;
Augusto Comte (1798 – 1857) e a iniciação ao pensamento sociológico;
As crises da sociedade e a explicação positivista;
Emile Durkheim
O reconhecimento da Sociologia como ciência e os fatos sociais;
O estabelecimento de regras do método sociológico.
Max Weber
A teoria da Sociologia compreensiva;
A interpretação das realidades sociais através de ideais.
Karl Warc (1818-1883)
A análise e discussão crítica da sociedade capitalista;
Classes sociais e contradições históricas
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- Instituições Sociais
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
A Escola – aparecimento e desenvolvimento como instituição;
Características da escola moderna;
A desnaturalização da instituição escolar
A Religião
O desenvolvimento do pensamento sagrado;
As religiões como instrumentos de dominação.
A Família
A organização da família na história;
Tipos de família;
Dinâmica e mudanças na instituição familiar
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- Trabalho, Produção E Classes Sociais
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Produção e relações sociais em diferentes períodos da história;
O trabalho na Antiguidade, na Idade Média, Moderna e na Era Industrial;
A globalização do processo produtivo;
Desigualdades sociais e mudanças sociais.
CONTEÚDO ESTRUTURANTE
- Poder, Ideologia, Cidadania e Movimentos Sociais;
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
Poder e a formação dos estados nacionais;
A ideologia e a dominação política;
Os aspectos jurídicos, éticos e sociológicos da cidadania;
Movimentos sociais urbanos e agrários.
CONTEÚDOS COMPLEMENTARES
Agenda 21;
Ações públicas e Jurídicas para a preservação do meio-ambiente.
METODOLOGIA
A Sociologia tem contribuído para a ampliação do conhecimento do homem sobre sua própria condição
de vida e fundamentalmente para análise das sociedades e alargar um saber especializado em teoria e
pesquisa que esclareçam muitas dos problemas da vida social.
O tratamento dos conteúdos pertinentes à Sociologia fundamenta-se e sustenta-se em teorias
originárias de diferentes tradições sociológicas.
É importante ter bem claro que a história da Sociologia como disciplina acadêmica e escolar não está
desvinculada dos fundamentos teóricos, cada um a seu modo, elegem conteúdos temáticos,
problemáticos, metodológicos que estão gerados na realidade contemporânea.
Na sociologia a pesquisa deve estar presente, ou seja, ela é um componente importante na relação dos
alunos com o meio em que vivem e com a ciência que estão aprendendo. Ela serve como mais um
instrumento para o desenvolvimento da compreensão e explicação dos fenômenos sociais. Também é
importante orientar como se faz uma pesquisa bibliográfica. Mostrar que antes de fazê-la é necessário
definir objetivos, onde e como buscar esse referencial, bem como a diferença entra as diversas fontes.
Outras práticas são importantes como leituras e analises de textos sociológicos, que ajudarão os alunos
a se familiarizarem com a linguagem específica dessa ciência. Por isso, é necessário que os
professores contextualizem e analisem com eles o que foi escrito, mostrando que a produção científica
não é verdade absoluta, mas apenas uma perspectiva de análise de determinada situação ou questão.
O conhecimento as concepções é de importância central na construção do pensamento sociológico,
especialmente no contexto escolar, possibilitando ao professor, refletir e orientar criticamente sua ação
pedagógica, como também possibilitara ao aluno ter acesso ao conhecimento elaborado de forma
rigorosa, complexa e críticas da realidade social na qual está inserido.
A sociedade brasileira com suas desigualdades sociais, econômicas, políticas e culturais permiti
questionar muito a Sociologia clássica e moderna. O pensamento sociológico na escola é consolidado a
partir da articulação de experiências e conhecimentos apreendidos como totalidades complexas,
procurando dar um tratamento teórico aos problemas, como as desigualdades sociais e econômicas, a
exclusão, as conflituosas relações sociedade-natureza, a negação da diversidade cultural, de gênero e
étnico-racial. Trata-se de reconstruir o conhecimento que o aluno já dispõe num nível de compreensão,
da capacidade de intervenção e transformação dessa prática social.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O processo de avaliação deve ser realizado em todas as atividades relacionadas a disciplina,
necessitando de um tratamento metódico e sistemático. Deve ser pensado e elaborado de forma
transparente e coletivo. Também a mudança na forma de olhar para os problemas sociais, assim como
iniciativa e a autonomia para tomar atitudes diferenciadas e criativas, que rompam com a acomodação
e o senso comum.
As formas de avaliação em Sociologia devem acompanhar as próprias práticas de ensino e de
aprendizagem da disciplina desde que tenha clareza dos objetivos que se pretende atingir.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AZEVEDO R. Princípios de sociologia: pequena introdução ao estudo da sociologia geral. São Paulo:
Duas Cidades, 1973.
BOSI, E. Cultura de massa e cultura popular. Petrópolis: Vozes, 1981.
CHAUÍ, M. O que é ideologia. São Paulo: Brasiliense, 1997.
PRADO JUNIOR, Caio. História econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1973.
OLIVEIRA, P. S. Introdução à sociologia. São Paulo: Ática, 2001.
PARANÁ. Inserção dos conteúdos de história e cultura afro-brasileira nos currículos escolares.
Curitiba, 2005.
Proposta Curricular da Disciplina de
Administração e Planejamento – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA DE
ADMINISTRAÇÃO E PLANEJMENTO
A disciplina de ADMINISTRAÇÃO DE PLANEJAMENTO tem por finalidade prover o aluno da Habilitação
Técnico em Secretariado de conhecimentos sobre o conceito e importância da Administração e do
planejamento; a sua história como ciência; as empresas de modo geral; as grandes áreas funcionais da
empresa; o planejamento; a organização; a direção e controle para melhor desenvolver as disciplinas
específicas da habilitação.
OBJETIVOS GERAIS
A disciplina de ADMINISTRAÇÃO DE PLANEJAMENTO se faz principalmente com bom senso, muito
trabalho e muita responsabilidade, O conhecimento dos princípios básicos é porém indispensável ao
administrador e cada abordagem ou teoria acrescenta novos pontos de vista e novas formas de lidar
com as situações encontradas na administração.
CONTEÚDOS
1 – Administração: Conceito e importância.
- Conceito de Administração
- Importância da Administração
2 – A evolução da Administração como ciência
- Origem da Administração.
- A revolução Industrial
- Precursores da Administração Científica
- O advento da Administração Científica.
- Evolução das teorias Administrativas
3 – A empresa.
- As empresas como organizações sociais.
- As empresa como sistema abertos.
- Os objetivos da empresas.
- Os recursos das empresas.
- Os níveis da empresas.
- O ambiente das empresas.
4 – As grandes áreas funcionais da Empresa.
- A Função marketing.
- A Função produção e material.
- A Função financeira.
- A Função de recursos humanos.
5 – planejamento
- Planejamento: plano, projeto e programa
- Principais fases do planejamento.
- Importância, eficácia e limites do planejamento.
- Tipos de planejamento.
6- Organização
- Conceito de organização
- Classificação de organização
- Imortância da organização
- Organização formal e organização informal
- Estruturas organizacionais
- Tipos de Estrutura
- Organograma
- Departamentização
- Critérios para escolha de uma estrutura
Organizacional
7 – Direção.
- Gerência
8 – Controle.
- Tipos de controle
- Níveis de controle
9 – Gestão da eficiência Administrativa.
METODOLOGIA
O Curso de Técnico em Secretariado tem por objetivo formar um profissional que domine conceitos de
ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento da sociedade histórico/contemporânea e do mundo
do trabalho.
Os conteúdos das diferentes disciplinas das áreas de conhecimentos têm características articuladoras
desenvolvendo capacidades de reflexão/ação contextualizando assim, os protagonistas deste curso.
Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos serão utilizados como recursos pedagógicos: aulas
expositivas, oficinas, laboratórios, seminários, visitas técnicas a organizações ou empresas, palestras,
congressos e outros.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação do Curso Técnico em Secretariado se dará ao longo do período letivo, pelo corpo docente e
discente, Conselho Escolar e adequar-se-á ás orientações da Secretaria de Estado da Educação e
legislação expedidas pelo Conselho Estadual de Educação.
A avaliação será entendida como processo continuo, diagnósticos, se dará ao longo do curso. As
avaliações podem ser através de atividades escritas, pesquisas, seminários, relatórios, e outros, de
acordo com o plano de Curso. Ao final de cada semestre o aluno será informado de seus rendimentos,
conforme Regimento Escolar.
Para certificação no final do curso, o aluno deverá obter média mínima em todas as disciplinas e 75%
(setenta e cinco por cento) de freqüência no decorrer do curso, conforme determinação da legislação
em vigor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANSOFF, Igor. A Nova Estratégia Empresarial. São Paulo: Editora Atlas, 1990.
CERTO, Samuel C. & PETER, J. Paul. Administração Estratégica – Planejamento e Implantação da
Estratégia. São Paulo: Makron Books, 1993.
FISCHMANN, Adalberto A. &. ALMEIDA, Martinho Isnard R. de. Planejamento Estratégico na Prática. 2.
Edição. São Paulo: Atlas, 1991.
Reformulação Curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção Coletiva. SEED, 2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Redação Comercial – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA DE
REDAÇÃO COMERCIAL
A Disciplina de Redação Comercial do Curso Técnico em Secretariado está atrelado ao domínio dos conteúdos
da disciplina da Língua Portuguesa. Havendo a necessidade de um enfoque mais aprofundado em métodos e
técnicas de redação. Uma vez que estão a serviço do comércio, indústria e dos órgãos oficiais e possuem uma
linguagem própria, padronizada, funcional e objetiva.
OBJETIVOS GERAIS
Capacitar o educando na utilização da língua, como instrumento de comunicação nos vários modelos de
redação, bem como desenvolver através de técnicas, atualização e a capacidade produzir e distinguir diferentes
textos e documentos.
Apresentar as regras básicas da redação técnica, conceitos, normas, sugestões e preenchimento de documentos que
fazem parte do dia-a-dia, capacitando-os para o mercado de trabalho e sua auto-realização.
Promover o desenvolvimento profissional dos alunos para atuar na área de secretariado, mediante o exercício
competente e ético das modernas formas de gestão, conectadas com a dinâmica do ambiente.
1º Semestre
1- Métodos e Técnicas de Redação:
Introdução à correspondência
Forma de tratamento
Uniformidade de tratamento
Uso na correspondência
2- Correspondência Oficial:
Ofício
Requerimento
Procuração
Atestado
Declaração
Certidão
Edital
Decreto
Portaria
Parecer
Circular
3- Correspondência Comercial:
Carta Comercial
Solicitação de Emprego
Curriculum Vitae
Ordem de Serviço
Memorando
Recibo
Aviso
Relatório
Ata
METODOLOGIA
Entende-se que o educando está inserido numa realidade histórico-social e que o conhecimento escolar deve
responder a essas necessidades.
O educador deverá articular o conhecimento, o processo de análise e a interação do sujeito-objeto, numa prática
participativa, consciente e transformadora.
A metodologia utilizada terá como eixo básico a relação teoria-prática. Assim, deverão ser utilizados como
recursos pedagógicos para enriquecimento do processo ensino-aprendizagem, os espaços escolares, visitas às
empresas, relatórios, seminários, palestras, projetos interdisciplinares entre outras atividades.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será contínua, cumulativa, cooperativa, diagnóstica e somatória. Realizar-se-á de forma diversificada
tais como : avaliação escrita; avaliação oral; pesquisa; elaboração e participação de seminários e análise de
projetos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CADORE. Luis Agostinho. Curso Prático de Português. São Paulo: Ática, 1999.
KASPARY, Adalberto J. Português para Profissionais. POA: Ed.Prodil, 1999.
PLATÃO, et Fiorin. Para entender o texto - Leitura e Redação. São Paulo: Ática, 1999.
CHALHUB, Samira. Funções da linguagem. 11.ed. São Paulo: Ática, 2001.
FARACO, Carlos. Alberto; TEZZA, Cristóvão. Prática de texto. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
VANOYE, Francis. Usos da linguagem. 11.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
BELTRÃO, Odacir; BELTRÃO, Mariúsa. Correspondência: linguagem e comunicação:
oficial, empresarial, particular. 20. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: leitura e redação. 16.ed. São Paulo: Ática,,
2001.
VAL, Maria da Graça Costa. Redação e textualidade. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
SEED. Reformulação curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção Coletiva - 2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Matemática Comercial e Financeira – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA
DE MATEMÁTICA COMERCIAL E FINANCEIRA
O termo matemática é de origem grega e significa a arte de conhecer. Surgida na Antiguidade por
necessidade da vida cotidiana, converteu-se em um imenso sistema de variadas e extensas disciplinas.
Como as ciências, reflete as leis sociais e serve de poderoso instrumento para o conhecimento do mundo
e domínio da natureza.
Mesmo com conhecimento superficial da matemática é possível reconhecer certos traços que a caracterizam: abstração,
precisão, rigor lógico, caráter irrefutável de suas conclusões, bem como o extenso campo de suas aplicações.
A Matemática Financeira útil na análise de algumas alternativas de investimentos ou financiamentos de bens de
consumo. Consiste em empregar procedimentos matemáticos para simplificar a operação financeira a um Fluxo de
Caixa
OBJETIVOS GERAIS
Desenvolver a capacidade de comunicação, investigação e compreensão.
Utilizar os conhecimentos obtidos de maneira pratica e objetiva.
Aplicar situações práticas no campo da matemática financeira visando a realidade do trabalho no dia-a-dia.
Prover o aluno de conhecimentos que o permitam realizar cálculos financeiros e análises de investimentos para
a tomada de decisão na Gestão Financeira das empresas e das pessoas.
º Semestre
-Razão
-Proporção: Propriedade Fundamental.
-Médias: Aritimética, Ponderada e Harmônica
-Divisão proporcional: Direta e Inversa
-Porcentagem
-Juros Simples
-Desconto Simples
-Juros Compostos
-Desconto Composto
-Operações com Mercadorias
-Câmbio
-Capitalização e Amortização Composta
-Empréstimo
METODOLOGIA
A formação de um profissional que domine conceitos de ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento
histórico e contemporâneo é o objetivo do curso técnico em secretariado.
Portanto, tendo os conteúdos características articuladoras, proporcionarão o desenvolvimento de capacidades de
reflexiva / ativa, numa ação contextualizada.
Para tanto, a forma de aplicação dos conteúdos será de maneira contextualizada e buscará o melhor
aproveitamento de cada assunto trabalhado com tarefas em grupos, listas de exercícios, modelos
envolvendo o cotidiano.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada ao longo do ano letivo e poderá ser entendida como processo contínuo, diagnóstico e
progressivo, dentro do conhecimento alcançado pelo aluno. Será formal e se dará por meio de tarefas em grupos e
avaliações com questões objetivas e subjetivas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CRESPO, Antônio Arnot. Matemática Comercial e Financeira Fácil. São Paulo: Saraiva.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática Financeira. 3. ed. São Paulo: Pearson.
SECURATO, José Roberto. Cálculo Financeiro das Tesourarias. 3. ed. São Paulo: Saint Paul, 2005.
VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemática Financeira. São Paulo, Atlas, 1982. 388 p.
MATHIAS, Washington Franco & GOMES, José Maria. Matemática Financeira. São Paulo, Atlas, 1982. 486 p:
FRANCISCO, Walter de. Matemática Financeira. São Paulo. Atlas.
FARO, Clóvis de. Matemática Financeira. São Paulo, Atlas, 1982. 447 p.
CARVALHO, Thales Mello de. Matemática Financeira.
SEED. Reformulação curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção Coletiva - 2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Psicologia Organizacional – EP
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
A disciplina de Psicologia Organizacional no Curso Técnico em secretariado deve-se à grande importância das
relações humanas na área de atuação do profissional técnico em secretariado, seja na relação consigo mesmo, auto
- compreensão na sociedade e no trabalho.
OBJETIVOS GERAIS
Os conteúdos dessa disciplina proporcionam o entendimento e o aprimoramento dessa relação, tendo em vista a
realização pessoal e profissional.
CONTEÚDOS
De acordo com a caracterização acima, será trabalhado no Curso Subseqüente em Secretariado os seguintes
conteúdos:
1. Psicologia das relações humanas;
Conceito, objetivo e método;
Áreas de atuação;
Importância da psicologia nas relações humanas e no trabalho.
2. Personalidade;
Conceituação;
Fatores que influem na formação da personalidade;
Conflito e desajustamento;
Ajustamento da personalidade e mecanismos de defesa;
Relação humana.
3. Maturidade;
Maturidade emocional;
Maturidade e formação profissional;
Maturidade e superação de conflitos.
4. Comunicação;
Conceituação;
Comunicação e organização do ambiente;
Comunicação, motivação e trabalho;
5. Organizações modernas;
A empresa como organização social;
Papel das organizações no desenvolvimento social.
6. Dinâmica de grupo;
Organização e técnicas de grupo;
Liderança de reuniões e pessoas.
7. Relações humanas e relações públicas
Conceituação e diferenciação.
METODOLOGIA
A formação de um profissional que domine conceitos de ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento
histórico e contemporâneo é o objetivo do curso técnico em secretariado.
.Portanto, tendo os conteúdos características articuladoras,, proporcionarão o desenvolvimento de capacidade
reflexiva / ativa, numa ação contextualizada.
Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos, os conteúdos serão trabalhados através de textos didáticos,
comparando autores dentro do histórico da psicologia humana.
CRITÉRIOS DE AVALIÇAÕ
A avaliação se dará ao longo do ano letivo e será entendida como processo contínuo, diagnóstico e progressivo,
com participação, textos, pesquisas escritas e mudança (adaptação) de postura.
As notas avaliadas serão divididas em dois bimestres, fechando em uma média única.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABTD / Boog, G.G. (Org) (1994).Manual de treinamento e desenvolvimento. São Paulo:
Makron.
Bowditch, J.L. & Buono, A.F. (1992). Elementos de comportamento organizacional. São
Paulo: Pioneira.
Fleury, A. & Fleury, M.T.L. (1995). Aprendizagem e inovação organizacional. São Paulo:
Atlas.
Schein, E. H. (1982). Psicologia organizacional. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil.
Tamayo A., Borges-Andrade, J. & Codo, W. (1997). Trabalho, organização e cultura. São
Paulo: Cooperativa de Autores Associados.
SEED. Reformulação curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção
Coletiva – 2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Prática de Secretariado – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA
DE PRÁTICA DE SECRETARIADO
Na disciplina de Pratica de secretariado I e II o aluno contactua com as atividades inerentes ao exercício
profissional, em instituições comerciais, bancarias, industriais, governamentais, áreas de saúde e serviços. Portanto,
os conteúdos foram selecionados para que os alunos percebam a organização da empresa, seus vários
departamentos e a rotina gerencial adotada.
As aulas terão caráter teórico - pratico, envolvendo o conhecimento da documentação e formulários mais
utilizados, técnicas de arquivamento e uso de telefone. As aulas praticas serão desenvolvidas em oficinas adotando
técnicas de trabalho em grupo, representação dos vários departamentos da instituição com rodízio entre os grupos,
para que os alunos realizem as diversas atividades dos setores das instituições. Diante dessa característica as aulas
deverão ser necessariamente geminadas.
OBJETIVO GERAL
Preparar um profissional que estará capacitado para exercer funções administrativas em empresas, devendo estar
apto para: elaborar e implementar planejamento organizacional, visando uma melhor adequação do sistema
empresarial.
CONTEÚDOS
1º SEMESTRE
1- A (O) Secretaria (o)
1.1 Histórico da profissão e sua evolução
1.2 Requisitos profissionais: apresentação pessoal e atitudes
1.3 Características essenciais ao desempenho
2- Atribuições e responsabilidades
2.1 Tarefas especificas e básicas
2.2 Follow-up
2.3 Atribuições diárias
2.4 Planejamento e definição de prioridade
2.5 A agenda
2.5.1 Organização e providencias
2.5.2 Controle e administração do tempo
2.6 Acompanhamento dos documentos recebidos/expedidos
2.7 Preparação dos documentos para despacho com o executivo
2.8 Visitas e entrevistas
3- Atribuições diárias da (o) secretaria (o)
3.1 Planejamento e organizações das viagens
3.2 Planejamento e preparação das reuniões
3.2.1 Pauta
3.2.2 Elaboração de atas
3.3 Comunicação com a chefia, colegas, clientes, visitantes e familiares.
3.4 Meios de comunicação: Fax, telex, videotexto.
3.5 Uso do telefone.
3.5.1 Técnicas de atendimento.
3.6 Documentação de Arquivo
3.6.1 Tipos de documentos: oficiais e comerciais
3.6.2 Cuidados com os documentos
3.6.3 Registro e protocolos
3.6.4 Sistema e métodos de arquivamento
Métodos: Alfabético, numérico, alfa-numérico, geográfico, por assunto, etc.
2º SEMESTRE
4- Correspondência Geral
4.1 Normas
4.2 Estética
4.3 Estilo
4.4 Datilografia/ Digitação
5- Preenchimento de formulários.
6- Serviços de Correios e telégrafos
6.1 Malote aéreo rodoviário
6.2 Reembolso
6.3 Tarifas e taxas
7- Mensageiro
8.1 Atribuições
8.2 Protocolo de correspondência
8- A Secretaria e o gerenciamento
8.1 Cultura da empresa e os estilos gerenciais
8.2 Contribuição da secretaria no gerenciamento da empresa.
8.3 Visão geral da empresa
8.4 Perfil da secretaria na realidade empresarial
9- Apresentação Pessoal
9.1 Postura
9.2 Vocabulário
9.3 Comportamento
10- Técnicas de apresentação de pessoas na empresa e na sociedade.
METODOLOGIA
O curso de Técnico em Secretariado tem por objetivo formar um profissional que domine conceitos de
ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento da sociedade histórico/ contemporânea e do mundo do
trabalhador. Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos da disciplina serão utilizados como recursos
pedagógicos: aulas expositivas, oficinas, laboratório, seminários, palestras, visitas técnicas e outros, desenvolvendo
assim, capacidades de reflexão/ ação no desenvolvimento das atividades propostas.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será entendida como processo contínuo, diagnóstico, se dará ao longo do semestre. As avaliações serão
formais, prova escritas, pesquisas, seminários, relatórios e outros, de acordo com o Plano de Curso. Ao final de
cada semestre o aluno será informado de seus rendimentos, conforme Regimento Escolar.
REFRÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FERREIRA, José Mathias. Correspondência Comercial e Oficial – Com Técnicas de Redação. 10ª edição São
Paulo; Atica 1995.
AZEVEDO, Ivanise, Costa, Sylvia Ignácio da. Secretária: Histórico da Profissão, 3. ed. São Paulo; Senac 2002.
BOTELHO, Willian. Administração Inteligente. São Paulo: Fracly, 1996.
MEDEIROS, João Bosco, Hernandes, Sonia. Manual da Secretária: Formação Geral. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
NATALENSE, Viana, Secretaria Executiva, Treinamento à Distancia. IDB. 1996.
REVISTA SECRETÁRIA EXECUTIVA, Janeiro 2000.
REFORMULAÇAO CURRICULAR DOS CURSOS TÉCNICOS DA REDE ESTADUAL: UMA
CONSTRUÇÃO COLETIVA – SEED/2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Gestão de Recursos Humanos – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA
DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
A expressão de Gestão de Pessoas visa substituir Administração de Recurso Humano que, ainda mais é
a mais comum entre todas as expressões utilizada nos tempos atuais para designar os modos de lidar
com as pessoas nas organizações. Visa a cooperação das pessoas que atuam nas organizações para o
alcance dos objetivos tanto organizacionais quanto individuais. Constitui, a rigor uma evolução das
áreas designadas no passado como administração de pessoal, relações industriais e administração de
recursos humanos. Essa expressão aparece no final do século XX e guarda similaridade com outras que
também vem popularizando-se, tais como gestão de talentos, gestão de parceiros e gestão de capital
humano.
OBJETIVOS GERAIS
A disciplina Gestão de Pessoas visa orientar o aluno do Curso Técnico em Secretariado nas atividades e distribuições de
documentos, dando noções para que o mesmo possa entender as rotinas do trabalho.
CONTEÚDOS
1 – Administração de Pessoal
- Conceito, finalidade, importância
- Funções e objetivos do órgão da Administração de Pessoal.
2 – Recrutamento e Seleção.
- Conceito, finalidade, importância
- Atribuições
- As fontes e as fases
- Os processos de recrutamento e seleção
3 – Treinamento e avaliação de Desempenho de Pessoal
- Conceito, finalidade, importância
- Atribuições, fases, tipos
- Avaliação de resultados
4 – Rotina de trabalho: movimento e registro.
- Conceito, finalidade, importância
- Rotina da Administração
- Rotina da permanência ou manutenção
- Rotina do desligamento
5 – Avaliação de desempenho, cargos e salários
- Conceito, finalidade, importância
- Os níveis de funções
- A descrição de cargos e salários
METODOLOGIA
O Curso de Técnico em Secretariado tem por objetivo formar um profissional que domine conceitos de
ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento da sociedade histórico/contemporânea e do mundo
do trabalho.
Os conteúdos das diferentes disciplinas das áreas de conhecimentos têm características articuladoras
desenvolvendo capacidades de reflexão/ação contextualizando assim, os protagonistas deste curso.
Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos serão utilizados como recursos pedagógicos: aulas
expositivas, oficinas, laboratórios, seminários, visitas técnicas a organizações ou empresas, palestras,
congressos e outros.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação do Curso Técnico em Secretariado se dará ao longo do período letivo, pelo corpo docente e
discente, Conselho Escolar e adequar-se-á ás orientações da Secretaria de Estado da Educação e
legislação expedidas pelo Conselho Estadual de Educação.
A avaliação será entendida como processo continuo, diagnósticos, se dará ao longo do curso. As
avaliações podem ser através de atividades escritas pesquisas, seminários, relatórios, e outros, de
acordo com o plano de Curso. Ao final de cada semestre o aluno será informado de seus rendimentos,
conforme Regimento Escolar.
Para certificação no final do curso, o aluno deverá obter média mínima em todas as disciplinas e 75%
(setenta e cinco por cento) de freqüência no decorrer do curso, conforme determinação da legislação
em vigor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CARVALHO, Antonio Vieira de. Recrutamento e Seleção. São Paulo: Editora EOB, Coleção Empresarial,
Volume 28, pp 41/42.
CHIAVENATO, Idalberto, Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, volume 2, 1981.
FREEMAN, F. S. Theoy & Practice of Psychological Test. Nova York: Harcourt Brace & word, Inc., 1962,
3. edição.
CORMICK, Ernest J. & TIFFIN, Joseph. Op. cit, p15.
Reformulação Curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção Coletiva. SEED, 2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Legislação Profissional – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA
DE LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL
A disciplina de LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL visa proporcionar aos alunos os conhecimentos básicos dos
fundamentos da legislação vigente.
OBJETIVOS GERAIS
Possibilitar a percepção do direito como ferramenta que estimule o interesse, a curiosidade, o espírito
de investigação e o desenvolvimento da capacidade para resolver problemas.
CONTEÚDOS
1 – Fundamentos da Legislação Profissional, Lei 7.377/85 e
9291/96.
2 – Conceituação e Regulamentação da Lei do Assédio Moral e
Sexual.
3 – Código de Ética.
4 – Ética Profissional.
5 – Noções de Direito Trabalhista.
6 – CIPA – Comissão Interna de Prevenção de acidentes
- Higiene e Segurança no trabalho
- Medicina e Segurança
- Supervisão de Segurança
4 – METODOLOGIA
O Curso de Técnico em Secretariado tem por objetivo formar um profissional que domine conceitos de
ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento da sociedade histórico/contemporânea e do mundo
do trabalho.
Os conteúdos das diferentes disciplinas das áreas de conhecimentos têm características articuladoras
desenvolvendo capacidades de reflexão/ação contextualizando assim, os protagonistas deste curso.
Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos serão utilizados como recursos pedagógicos: aulas
expositivas, oficinas, laboratórios, seminários, visitas técnicas a organizações ou empresas, palestras,
congressos e outros.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação do Curso Técnico em Secretariado se dará ao longo do período letivo, pelo corpo docente e
discente, Conselho Escolar e adequar-se-á ás orientações da Secretaria de Estado da Educação e
legislação expedidas pelo Conselho Estadual de Educação.
A avaliação será entendida como processo continuo, diagnósticos, se dará ao longo do curso. As
avaliações podem ser através de atividades escritas pesquisas, seminários, relatórios, e outros, de
acordo com o plano de Curso. Ao final de cada semestre o aluno será informado de seus rendimentos,
conforme Regimento Escolar.
Para certificação no final do curso, o aluno deverá obter média mínima em todas as disciplinas e 75%
(setenta e cinco por cento) de freqüência no decorrer do curso, conforme determinação da legislação
em vigor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais.
MARTINS, Sérgio Pinto. CLT Universitária. São Paulo: Atlas.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas.
PRADO, Luiz Régis Prado. Curso Direito Penal Brasileiro – Parte Especial. V.3. São Paulo: Editora Revista
dos Tribunais.
Reformulação Curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção Coletiva. SEED, 2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Psicologia Organizacional – EP
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
DE PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL
A disciplina de Psicologia Organizacional no Curso Técnico em secretariado deve-se à grande importância das
relações humanas na área de atuação do profissional técnico em secretariado, seja na relação consigo mesmo, auto
- compreensão na sociedade e no trabalho.
OBJETIVOS GERAIS
Os conteúdos dessa disciplina proporcionam o entendimento e o aprimoramento dessa relação, tendo em vista a
realização pessoal e profissional.
CONTEÚDOS
De acordo com a caracterização acima, será trabalhado no Curso Subseqüente em Secretariado os seguintes
conteúdos:
3. Psicologia das relações humanas;
Conceito, objetivo e método;
Áreas de atuação;
Importância da psicologia nas relações humanas e no trabalho.
4. Personalidade;
Conceituação;
Fatores que influem na formação da personalidade;
Conflito e desajustamento;
Ajustamento da personalidade e mecanismos de defesa;
Relação humana.
3. Maturidade;
Maturidade emocional;
Maturidade e formação profissional;
Maturidade e superação de conflitos.
4. Comunicação;
Conceituação;
Comunicação e organização do ambiente;
Comunicação, motivação e trabalho;
5. Organizações modernas;
A empresa como organização social;
Papel das organizações no desenvolvimento social.
6. Dinâmica de grupo;
Organização e técnicas de grupo;
Liderança de reuniões e pessoas.
7. Relações humanas e relações públicas
Conceituação e diferenciação.
METODOLOGIA
A formação de um profissional que domine conceitos de ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento
histórico e contemporâneo é o objetivo do curso técnico em secretariado.
.Portanto, tendo os conteúdos características articuladoras,, proporcionarão o desenvolvimento de capacidade
reflexiva / ativa, numa ação contextualizada.
Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos, os conteúdos serão trabalhados através de textos didáticos,
comparando autores dentro do histórico da psicologia humana.
CRITÉRIOS DE AVALIÇAÕ
A avaliação se dará ao longo do ano letivo e será entendida como processo contínuo, diagnóstico e progressivo,
com participação, textos, pesquisas escritas e mudança (adaptação) de postura.
As notas avaliadas serão divididas em dois bimestres, fechando em uma média única.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABTD / Boog, G.G. (Org) (1994).Manual de treinamento e desenvolvimento. São Paulo:
Makron.
Bowditch, J.L. & Buono, A.F. (1992). Elementos de comportamento organizacional. São
Paulo: Pioneira.
Fleury, A. & Fleury, M.T.L. (1995). Aprendizagem e inovação organizacional. São Paulo:
Atlas.
Schein, E. H. (1982). Psicologia organizacional. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil.
Tamayo A., Borges-Andrade, J. & Codo, W. (1997). Trabalho, organização e cultura. São
Paulo: Cooperativa de Autores Associados.
SEED. Reformulação curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção
Coletiva – 2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Prática de Secretariado – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA
DE PRÁTICA DE SECRETARIADO
Na disciplina de Pratica de secretariado I e II o aluno contactua com as atividades inerentes ao exercício
profissional, em instituições comerciais, bancarias, industriais, governamentais, áreas de saúde e serviços. Portanto,
os conteúdos foram selecionados para que os alunos percebam a organização da empresa, seus vários
departamentos e a rotina gerencial adotada.
As aulas terão caráter teórico - pratico, envolvendo o conhecimento da documentação e formulários mais
utilizados, técnicas de arquivamento e uso de telefone. As aulas praticas serão desenvolvidas em oficinas adotando
técnicas de trabalho em grupo, representação dos vários departamentos da instituição com rodízio entre os grupos,
para que os alunos realizem as diversas atividades dos setores das instituições. Diante dessa característica as aulas
deverão ser necessariamente geminadas.
OBJETIVO GERAL
Preparar um profissional que estará capacitado para exercer funções administrativas em empresas, devendo estar
apto para: elaborar e implementar planejamento organizacional, visando uma melhor adequação do sistema
empresarial.
CONTEÚDOS
1º SEMESTRE
4- A (O) Secretaria (o)
1.4 Histórico da profissão e sua evolução
1.5 Requisitos profissionais: apresentação pessoal e atitudes
1.6 Características essenciais ao desempenho
5- Atribuições e responsabilidades
2.1 Tarefas especificas e básicas
2.2 Follow-up
2.3 Atribuições diárias
2.4 Planejamento e definição de prioridade
2.5 A agenda
2.5.1 Organização e providencias
2.5.2 Controle e administração do tempo
2.6 Acompanhamento dos documentos recebidos/expedidos
2.7 Preparação dos documentos para despacho com o executivo
2.8 Visitas e entrevistas
6- Atribuições diárias da (o) secretaria (o)
3.1 Planejamento e organizações das viagens
3.2 Planejamento e preparação das reuniões
3.2.1 Pauta
3.2.2 Elaboração de atas
3.3 Comunicação com a chefia, colegas, clientes, visitantes e familiares.
3.4 Meios de comunicação: Fax, telex, videotexto.
3.5 Uso do telefone.
3.5.1 Técnicas de atendimento.
3.6 Documentação de Arquivo
3.6.1 Tipos de documentos: oficiais e comerciais
3.6.2 Cuidados com os documentos
3.6.3 Registro e protocolos
3.6.4 Sistema e métodos de arquivamento
Métodos: Alfabético, numérico, alfa-numérico, geográfico, por assunto, etc.
2º SEMESTRE
4- Correspondência Geral
4.1 Normas
4.5 Estética
4.6 Estilo
4.7 Datilografia/ Digitação
5- Preenchimento de formulários.
6- Serviços de Correios e telégrafos
6.1 Malote aéreo rodoviário
6.2 Reembolso
6.3 Tarifas e taxas
7- Mensageiro
8.1 Atribuições
8.2 Protocolo de correspondência
8- A Secretaria e o gerenciamento
8.1 Cultura da empresa e os estilos gerenciais
8.2 Contribuição da secretaria no gerenciamento da empresa.
8.3 Visão geral da empresa
8.4 Perfil da secretaria na realidade empresarial
9- Apresentação Pessoal
9.1 Postura
9.2 Vocabulário
9.3 Comportamento
10- Técnicas de apresentação de pessoas na empresa e na sociedade.
METODOLOGIA
O curso de Técnico em Secretariado tem por objetivo formar um profissional que domine conceitos de
ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento da sociedade histórico/ contemporânea e do mundo do
trabalhador. Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos da disciplina serão utilizados como recursos
pedagógicos: aulas expositivas, oficinas, laboratório, seminários, palestras, visitas técnicas e outros, desenvolvendo
assim, capacidades de reflexão/ ação no desenvolvimento das atividades propostas.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação será entendida como processo contínuo, diagnóstico, se dará ao longo do semestre. As avaliações serão
formais, prova escritas, pesquisas, seminários, relatórios e outros, de acordo com o Plano de Curso. Ao final de
cada semestre o aluno será informado de seus rendimentos, conforme Regimento Escolar.
REFRÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FERREIRA, José Mathias. Correspondência Comercial e Oficial – Com Técnicas de Redação. 10ª edição São
Paulo; Atica 1995.
AZEVEDO, Ivanise, Costa, Sylvia Ignácio da. Secretária: Histórico da Profissão, 3. ed. São Paulo; Senac 2002.
BOTELHO, Willian. Administração Inteligente. São Paulo: Fracly, 1996.
MEDEIROS, João Bosco, Hernandes, Sonia. Manual da Secretária: Formação Geral. 8.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
NATALENSE, Viana, Secretaria Executiva, Treinamento à Distancia. IDB. 1996.
REVISTA SECRETÁRIA EXECUTIVA, Janeiro 2000.
REFORMULAÇAO CURRICULAR DOS CURSOS TÉCNICOS DA REDE ESTADUAL: UMA
CONSTRUÇÃO COLETIVA – SEED/2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Gestão de Recursos Humanos – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA
DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
A expressão de Gestão de Pessoas visa substituir Administração de Recurso Humano que, ainda mais é
a mais comum entre todas as expressões utilizada nos tempos atuais para designar os modos de lidar
com as pessoas nas organizações. Visa a cooperação das pessoas que atuam nas organizações para o
alcance dos objetivos tanto organizacionais quanto individuais. Constitui, a rigor uma evolução das
áreas designadas no passado como administração de pessoal, relações industriais e administração de
recursos humanos. Essa expressão aparece no final do século XX e guarda similaridade com outras que
também vem popularizando-se, tais como gestão de talentos, gestão de parceiros e gestão de capital
humano.
OBJETIVOS GERAIS
A disciplina Gestão de Pessoas visa orientar o aluno do Curso Técnico em Secretariado nas atividades e distribuições de
documentos, dando noções para que o mesmo possa entender as rotinas do trabalho.
CONTEÚDOS
1 – Administração de Pessoal
- Conceito, finalidade, importância
- Funções e objetivos do órgão da Administração de Pessoal.
2 – Recrutamento e Seleção.
- Conceito, finalidade, importância
- Atribuições
- As fontes e as fases
- Os processos de recrutamento e seleção
3 – Treinamento e avaliação de Desempenho de Pessoal
- Conceito, finalidade, importância
- Atribuições, fases, tipos
- Avaliação de resultados
4 – Rotina de trabalho: movimento e registro.
- Conceito, finalidade, importância
- Rotina da Administração
- Rotina da permanência ou manutenção
- Rotina do desligamento
5 – Avaliação de desempenho, cargos e salários
- Conceito, finalidade, importância
- Os níveis de funções
- A descrição de cargos e salários
METODOLOGIA
O Curso de Técnico em Secretariado tem por objetivo formar um profissional que domine conceitos de
ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento da sociedade histórico/contemporânea e do mundo
do trabalho.
Os conteúdos das diferentes disciplinas das áreas de conhecimentos têm características articuladoras
desenvolvendo capacidades de reflexão/ação contextualizando assim, os protagonistas deste curso.
Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos serão utilizados como recursos pedagógicos: aulas
expositivas, oficinas, laboratórios, seminários, visitas técnicas a organizações ou empresas, palestras,
congressos e outros.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação do Curso Técnico em Secretariado se dará ao longo do período letivo, pelo corpo docente e
discente, Conselho Escolar e adequar-se-á ás orientações da Secretaria de Estado da Educação e
legislação expedidas pelo Conselho Estadual de Educação.
A avaliação será entendida como processo continuo, diagnósticos, se dará ao longo do curso. As
avaliações podem ser através de atividades escritas pesquisas, seminários, relatórios, e outros, de
acordo com o plano de Curso. Ao final de cada semestre o aluno será informado de seus rendimentos,
conforme Regimento Escolar.
Para certificação no final do curso, o aluno deverá obter média mínima em todas as disciplinas e 75%
(setenta e cinco por cento) de freqüência no decorrer do curso, conforme determinação da legislação
em vigor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CARVALHO, Antonio Vieira de. Recrutamento e Seleção. São Paulo: Editora EOB, Coleção Empresarial,
Volume 28, pp 41/42.
CHIAVENATO, Idalberto, Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, volume 2, 1981.
FREEMAN, F. S. Theoy & Practice of Psychological Test. Nova York: Harcourt Brace & word, Inc., 1962,
3. edição.
CORMICK, Ernest J. & TIFFIN, Joseph. Op. cit, p15.
Reformulação Curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção Coletiva. SEED, 2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Administração Financeira e Contábil – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA DE
ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E CONTÁBIL
A disciplina de administração financeira e contábil, se constitui, num eixo fundamental para que o aluno
obtenha os conhecimentos do funcionamento da estrutura organizacional de uma empresa, objetivando
a execução de atividade de apoio a função gerencial.
OBJETIVOS GERAIS
A disciplina de administração financeira e contábil oferecida no Curso Técnico Secretariado Subseqüente para
dar conta da qualificação de qualidade de seus alunos apresenta como objetivos:
Fazer com que o aluno obtenha conhecimentos do funcionamento da estrutura organizacional de uma
empresa, objetivando a execução de atividades de apoio à função gerencial.
Permitir a elaboração de conhecimento administrativo para o exercício de atividades que contribuam com o
desenvolvimento econômico e social da empresa.
Contextualizar as relações entre as organizações e o meio em que se inserem, quanto aos aspectos
econômicos, políticos, sociais, tecnológicos governamentais, legais, éticos e ambientais.
Demonstrar ao aluno os princípios básicos da administração.
Definir o conceito de pessoa física e pessoa jurídica, quais as espécies de firmas e sociedades.
Proporcionar ao aluno o conhecimento básico das situações patrimoniais de um a empresa.
Demonstrar quais os principais impostos e taxas vigentes no Brasil.
Dar uma noção de operações bancárias.
CONTEÚDOS
Organização de empresas.
1-Noções de administração: princípios básicos.
2-Planejamento.
3-Organização.
4-Direção.
5-Controle.
Empresa.
1-Conceito.
2-Pessoa física e pessoa jurídica.
3-Forma de empresa.
4-Espécie de firmas de sociedade.
5-Classificação de empresa.
6-Escolha de atividades da empresa.
7-Recursos empresariais.
8-Fixação e obtenção de capital.
Organização da empresa.
1-Conceito de organização e racionalização.
2-História da organização.
3-Princípios fundamentais da organização.
4-Tipos de organização.
5-Fases da organização e reorganização.
6-Objetivos da organização.
7-Organograma e fluxograma.
Técnica comercial.
1-Conceito.
2-Estudo de mercado: compra e venda.
3-Armazenamento e rotação de estoques.
4-O processo de compras.
5-Propaganda e marketing.
Contabilidade.
1-Conceito.
2-Finalidade.
Boletim de caixa.
1- Boletim
Tesouraria.
1-Operação de caixa.
2-Embolso e desembolso.
3-Movimento de caixa.
4-Documentos específicos.
Serviços auxiliares do comércio.
1-Bolsas
2-Seguros.
3-Transportes.
4-Armazéns gerais.
5-Importação e exportação.
6-Exposição e feira.
Impostos, taxas e contribuições de melhoria.
1-Conceito de imposto.
2-Diferença entre imposto, taxas e contribuição de melhoria.
3-Fonte arrecadadora.
4-Principais impostos federais, estaduais e municipais.
5-Isenção e sonegação.
Imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza.
1-Conceito
2-Declarante.
3-Imposto de renda na fonte.
Títulos de crédito.
1-Conceito
2-Formas de emissão
3-Vencimentos de títulos.
4-Características dos principais títulos de créditos: cheques, nota promissória, duplicata, letra de
câmbio, ações, debêntures, carta de crédito, ―warrant e conhecimento de depósito‖.
Banco.
1-Conceito, origem e evolução.
2-Operações bancárias.
METODOLOGIA
Entende-se que o educando está inserido numa realidade histórico-social e que o conhecimento escolar deve
responder a essas necessidades.Assim, busca-se metodologicamente, desvelar que os conteúdos são marcados por
ideologias e o papel do educador é assegurar a apropriação destes, criando formas para que possam interferir,
escolher, atuar, e exercer sua cidadania.
O trabalho com a disciplina de administração financeira e contábil terá como base um encaminhamento
metodológico e contextualizado assegurando a relação concreta e dinâmica entre o objeto de estudo e as atividades
profissionais.
A escola não é o único meio de transmissão de conhecimento, mas sim um meio, na qual transforma o
conhecimento adquirido em casa, na rua, etc., em conhecimento científico para formar o aluno em cidadão
crítico que juntamente com o saber, poderá compreender e atuar no mundo do conhecimento como um fruto da
construção humana na sua interação constante com o contexto natural, social e cultural. Para que essa interação
seja satisfatória é necessário que a escola desenvolva nos alunos as atitudes de responsabilidades, compromisso,
crítica, satisfação e reconhecimento de seus direitos e deveres para inserir no mundo da cultura, da pluralidade
de etnias que dão origem a diferentes modos de vida, valores, crenças e conhecimentos.Para tanto serão
utilizados além dos recursos disponíveis em sala de aula, outros como vídeos, livros, revistas, Internet.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A verificação da aprendizagem escolar abrange as formas de avaliação.
A avaliação será contínua, cumulativa, cooperativa, diagnóstica e somativa.
Será realizada de forma diversificada tais como:
Avaliação escrita;
Avaliação oral;
Pesquisa;
Elaboração e participação de seminários;
Análise de projetos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
GITMAN, Lawrence J. - Adminstração Financeira, 7 ª ed. São Paulo: Habra, 2002.
BANGS JR, David H. - Guia prático – Administração Financeira, São Paulo: Nobel, 1999
IUDÍCIBUS, Sérgio de - Contabilidade Comercial, 4ª ed. Atlas, 1999.
ROSS, S. A. ;Westerfield, R.W., Jaff. - Administração Financeira, Atlas, 1995.
REFORMULAÇÃO CURRICULAR DA ORGANIZAÇÃO DOS CURSOS SUBSEQÜENTES DA REDE
ESTADUAL – SEED/2004
Proposta Curricular da Disciplina de
Cerimonial e Protocolo – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA DE
CERIMONIAL E PROTOCOLO
Na disciplina de Cerimonial e Protocolo os conteúdos serão desenvolvidos na forma teórico – pratica, com
fundamentações relativas às disciplinas estudadas, que permitira o conhecimento detalhado para uso nas atividades
que devem ser dominadas no exercício da profissão.
OBJETIVO GERAL
Proporcionar ao educando conhecimentos relativos à organização de eventos, para uso nas atividades que devem
ser desenvolvidas nas atribuições de profissão.
CONTEÚDOS:
Conceituação de Organização de eventos.
Organização de Eventos.
Elaboração de Eventos.
Execução de Eventos.
Simpósios.
Seminários
Convenções
Encontros
Exposição
Conferência
WorKshop
Painel
Mesa Redonda
Coquetel
Brunch
Protocolo
Ordem de precedência.
Símbolos Nacionais
METODOLOGIA:
O curso de Técnico em Secretariado tem por objetivo formar um profissional que domine conceitos de ciência,
tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento da sociedade histórico/ contemporânea e do mundo do trabalhador.
Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos da disciplina serão utilizados como recursos pedagógicos:
aulas expositivas, oficinas, laboratório, seminários, palestras, visitas técnicas e outros, desenvolvendo assim,
capacidades de reflexão/ ação no desenvolvimento das atividades propostas.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação do processo de ensino – aprendizagem será contínua diagnóstica e dar-se-á ao longo do semestre.
As avaliações serão formais provas escritas, pesquisas, eventos, relatórios e outros.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MATIAS. Marlene, Organização de Eventos. São Paulo. Manole. 2002.
MELO, Neto Francisco de Paulo de. Marketing de Eventos. 3ª edição, São Paulo; Sprint, 2001.
REFORMULAÇAO CURRICULAR DOS CURSOS TÉCNICOS DA REDE ESTADUAL: UMA
CONSTRUÇÃO COLETIVA – SEED/2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Administração de Materiais de Produção
– EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA DE
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS DE PRODUÇÃO
A ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PRODUÇÃO engloba a seqüência de operações que tem seu início
na identificação do fornecedor, na conta do seu bem, em seu recebimento, transporte interno e
acondicionamento, em seu transporte durante o processo produtivo, em sua armazenagem como
produto acabado, finalmente, em sua distribuição ao consumidor final. Englobando os fatores de
produção – Capital, Terra, (natureza) e trabalho – são recursos e, como tal devem ser administrados.
OBJETIVOS GERAIS
A disciplina Administração de Materiais e Produção, tem por objetivo desenvolver conhecimentos
necessários ao aluno para atuar nas áreas de produção e material nas organizações.
CONTEÚDOS
- Produção e administração da produção: conceitos, campo e evolução histórica.
- Determinação das necessidades dos fatores de produção.
- Necessidades de equipamentos, ferramentas e mão-de-obra.
- Layout da fábrica, produtos e processos
- Controle de produção .
- Controle de produção para fabricação continua e intermitente.
- Análise de métodos e medição do trabalho.
- Administração de material: conceito e campo.
- Conceito de material e administração de material.
- Função de Administração de material
- Aquisição de Bens de Capital, Suprimentos e materiais.
- Avaliação dos estoques (UEPS, PEPS, e custo médio).
- Localização do almoxarifado e sub-almoxarifado.
METODOLOGIA
O Curso de Técnico em Secretariado tem por objetivo formar um profissional que domine conceitos de
ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento da sociedade histórico/contemporânea e do mundo
do trabalho.
Os conteúdos das diferentes disciplinas das áreas de conhecimentos têm características articuladoras
desenvolvendo capacidades de reflexão/ação contextualizando assim, os protagonistas deste curso.
Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos serão utilizados como recursos pedagógicos: aulas
expositivas, oficinas, laboratórios, seminários, visitas técnicas a organizações ou empresas, palestras,
congressos e outros.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação do Curso Técnico em Secretariado se dará ao longo do período letivo, pelo corpo docente e
discente, Conselho Escolar e adequar-se-á ás orientações da Secretaria de Estado da Educação e
legislação expedidas pelo Conselho Estadual de Educação.
A avaliação será entendida como processo continuo, diagnósticos, se dará ao longo do curso. As
avaliações serão através de atividades escritas, pesquisas, seminários, relatórios, e outros, de acordo
com o plano de Curso. Ao final de cada semestre o aluno será informado de seus rendimentos,
conforme Regimento Escolar.
Para certificação no final do curso, o aluno deverá obter média mínima em todas as disciplinas e 75%
(setenta e cinco por cento) de freqüência no decorrer do curso, conforme determinação da legislação
em vigor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Administração de Materiais e Recursos Patrimoniais / Petrônio Garcia Martins, Paulo Renato Campos Alt.
– São Paulo: Saraiva 2003.
Administração / Patrick J. Montana e Bruce H. Charnov; Tradução Robert Brian Taylor; revisão técnica
Reinaldo O. da Silva. – São Paulo: Saraiva: 1999.
GAITHER, N. e FRAZIER, G. Administração da Produção e Operações, 8ª edição. São Paulo: Pioneira
Thonson Learming, 2001.
MOREIRA, Daniel A. Administração da Produção edição Pioneira. 1993.
SLACK, Nigel. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 1996 edição integral.
Reformulação Curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção Coletiva. SEED, 2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Empreendimentos – EP
APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA DE
EMPREENDIMENTOS
A disciplina de EMPREENDIMENTOS do curso Técnico em Secretariado objetiva desenvolver o espírito
empreendedor e oferecer condições de realização de uma análise crítica e reflexiva das condições do
mundo, análise estrutural de empresa, estratégias competitivas, transformações organizacionais.
OBJETIVOS GERAIS
Desenvolver a sensibilidade e a criatividade do desenvolvimento de um produto ou serviço, baseado no
ritmo acelerado de mudanças em que a sociedade contemporânea continuamente vem sofrendo.
CONTEÚDOS
- O ambiente pós-moderno
- Conceitos:
- As transformações do mundo do trabalho
- Análise estrutural de empresas
- Estratégias competitivas
- Transformação organizacional
- Perfil do empreendedores
- A criatividade como vantagem competitiva
- Gestão estratégica
- Como transformar problemas em oportunidades
- A inovação e o espírito empreendedor
- O mundo do trabalho, alternativas do mercado
- Estratégia
- Pesquisa de mercado
- Características dos diversos tipos de empresas e organizações.
METODOLOGIA
O Curso de Técnico em Secretariado tem por objetivo formar um profissional que domine conceitos de
ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento da sociedade histórico/contemporânea e do mundo
do trabalho.
Os conteúdos das diferentes disciplinas das áreas de conhecimentos têm características articuladoras
desenvolvendo capacidades de reflexão/ação contextualizando assim, os protagonistas deste curso.
Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos serão utilizados como recursos pedagógicos: aulas
expositivas, oficinas, laboratórios, seminários, visitas técnicas a organizações ou empresas, palestras,
congressos e outros.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação do Curso Técnico em Secretariado se dará ao longo do período letivo, pelo corpo docente e
discente, Conselho Escolar e adequar-se-á ás orientações da Secretaria de Estado da Educação e
legislação expedidas pelo Conselho Estadual de Educação.
A avaliação será entendida como processo continuo, diagnósticos, se dará ao longo do curso. As
avaliações podem ser através atividades escritas, pesquisas, seminários, relatórios, e outros, de acordo
com o plano de Curso. Ao final de cada semestre o aluno será informado de seus rendimentos,
conforme Regimento Escolar.
Para certificação no final do curso, o aluno deverá obter média mínima em todas as disciplinas e 75%
(setenta e cinco por cento) de freqüência no decorrer do curso, conforme determinação da legislação
em vigor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DORNELAS, J.C.A. Plano de Negócios: Estrutura e Elaboração. Apostila São Carlos – SP.mai. 1999b.
Profa. Da. Rta de Cssia da Csta Mlheiros, Mtodologia para Eaboração de Pojetos Emresariais. UNIVALE, São José SP. 2005.
Vida Moderna – Empreendorismo, RPC de Marketing. Projetos Especiais Gazeta do Povo.
www.geranegoio .com.br
Reformulação Curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção Coletiva. SEED, 2004.
Proposta Curricular da Disciplina de
Marketing – EP
CARACTERIZAÇÃO DA DISCIPLINA
DE MARKETING
A ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING está relacionada ao desempenho de atividades essenciais, tais
como: especificar, através de um sistema de informações e pesquisa, quais produtos ou serviços são
desejados por quais grupos de consumidores, que tomam decisões sobre o preço selecionando o
sistema de canais de distribuição e gerenciando o esforço proporcional.
OBJETIVOS GERAIS
A disciplina de MARKETING tem a finalidade de oferecer ao aluno do Curso Técnico em Secretariado,
noções de Administração e Marketing e suas ramificações, contextualizando os conhecimentos de outras
áreas.
CONTEÚDOS
- O que é administração mercadológica, seu contexto nas organizações contemporâneas.
- Sistemas de informação em Marketing
- Composto mercadológico: produto, preço, promoção e distribuição
- Comportamento do consumidor
- Marketing direto
- Varejo
- Serviços
- Industrial
- Pensamento Sistêmico
- Plano estratégico
- Plano de MARKETING
Estratégia de Marketing para o ciclo de vida do produto
- A atividade de vendas.
METODOLOGIA
O Curso de Técnico em Secretariado tem por objetivo formar um profissional que domine conceitos de
ciência, tecnologia, trabalho, cultura e conhecimento da sociedade histórico/contemporânea e do mundo
do trabalho.
Os conteúdos das diferentes disciplinas das áreas de conhecimentos têm características articuladoras
desenvolvendo capacidades de reflexão/ação contextualizando assim, os protagonistas deste curso.
Para garantir o domínio de conhecimentos mínimos serão utilizados como recursos pedagógicos: aulas
expositivas, oficinas, laboratórios, seminários, visitas técnicas a organizações ou empresas, palestras,
congressos e outros.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação do Curso Técnico em Secretariado se dará ao longo do período letivo, pelo corpo docente e
discente, Conselho Escolar e adequar-se-á ás orientações da Secretaria de Estado da Educação e
legislação expedidas pelo Conselho Estadual de Educação.
A avaliação será entendida como processo continuo, diagnósticos, se dará ao longo do curso. As
avaliações podem ser através de atividades escritas, pesquisas, seminários, relatórios, e outros, de
acordo com o plano de Curso. Ao final de cada semestre o aluno será informado de seus rendimentos,
conforme Regimento Escolar.
Para certificação no final do curso, o aluno deverá obter média mínima em todas as disciplinas e 75%
(setenta e cinco por cento) de freqüência no decorrer do curso, conforme determinação da legislação
em vigor.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANSOFF, Igor. A Nova Estratégia Empresarial. São Paulo: Editora Atlas, 1990.
CERTO, Samuel C. & PETER, J. Paul. Administração Estratégica – Planejamento e Implantação da
Estratégia. São Paulo: Makron Books, 1993.
FISCHMANN, Adalberto A. &. ALMEIDA, Martinho Isnard R. de. Planejamento Estratégico na Prática. 2.
Edição. São Paulo: Atlas, 1991.
Reformulação Curricular dos Cursos Técnicos da Rede Estadual: Uma Construção Coletiva. SEED, 2004.
KOTLER, p. Administração de Marketing: Análise, Planejamento, implementação e Controle. São Paulo:
Atlas, 1998.
Get documents about "