EVOLU��O BIOL�GICA by 34OIj8J

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									    EVOLUÇÃO
    BIOLÓGICA




Antonio José de Figueiredo (Dedé)
              DEFINIÇÃO
Evolucionismo - Segundo essa teoria, os seres
vivos teriam surgido das modificações genéticas que
ocorrem com o passar das eras, determinando
características novas à medida que as gerações se
sucedem.
         LAMARCKISMO




Jean Baptiste de Monet - Cavaleiro de Lamarck (1744-1829)
               LAMARCKISMO
   Um ambiente em mudança altera as necessidades
    de um organismo que responde alterando seu
    comportamento usando mais alguns órgãos do que
    outros – adaptação ao meio
   Uso e Desuso alteram a morfologia que é
    transmitida para a geração seguinte
   Herança dos caracteres adquiridos pela lei do uso e
    desuso.
DARWINISMO




Charles Robert Darwin (1809-1882)
                 DARWINISMO
   24/11/1859 - Publicação do Livro "A Origem das Espécies por
    meio da Seleção Natural"
   Foi o primeiro a utilizar o que veio a ser denominado método
    Hipotético-Dedutivo onde uma hipótese é testada, determinando
    se as deduções dela obtidas são corroboradas pela observação.
   O livro contém duas teses principais.
   Todos os organismos descenderam com modificações de um
    ancestral comum.
   O mecanismo de transformação é a Seleção Natural que atua
    sobre a variação individual.
   Seleção Natural age favorecendo os mais aptos, sendo
    assim haveria a luta pela sobrevivência.
SELEÇÃO NATURAL
TIPOS DE SELEÇÃO
• Seleção estabilizadora - seleção favorece a
média da distribuição normal da diversidade
fenotípica da população

• Seleção unidirecional - seleção favorece um
extremo da distribuição normal da diversidade
fenotípica da população

• Seleção disruptiva - seleção favorece ambos
dos extremos da distribuição normal da diversidade
fenotípica da população
SELEÇÃO NATURAL
             NEODARWINISMO
   A teoria neodarwinista diz que mutações e recombinações
    genéticas causam as variações entre indivíduos sobre as
    quais age a seleção natural.
   Contribuições da Genética; Paleontologia e Sistemática.
   Reconciliou a Teoria de Darwin com as descobertas da Genética.
   Características adquiridas não são herdáveis.
   Desenvolvimento de teorias genéticas que permitiam a análise da
    seleção natural, bem como outros mecanismos de alteração das
    freqüências gênicas nas populações (Endocruzamento; Fluxo
    Gênico; Deriva Genética)
            NEODARWINISMO
Variabilidade Genética - existência de variação das características
  fenotípicas que representa a matéria prima para seleção dos mais
  aptos ou com reprodução diferencial.
 Mutação Gênica - Origem da variação genética existente
 Recombinação Genética - Novos arranjos entre os genes.


Mecanismos que alteram as freqüências gênicas das Populações
 Seleção Natural - Principal mecanismo evolutivo
 Fluxo Gênico - Migração
 Deriva Genética - Mecanismo estocástico de alteração.
NEODARWINISMO
                  ESPECIAÇÃO
   FORMAÇÃO DE NOVAS ESPÉCIES A
    PARTIR DE UM ANCESTRAL COMUM.
   A ESPECIAÇÃO É UM PROCESSO AUTO-
    REFORÇANTE: Uma vez formada a nova espécie, a
    divergência entre ela e a espécie ancestral é irreversível,
    pois a divergência genética acentuar-se-á e,
    consequentemente, um aprofundamento dos mecanismos
    de isolamento reprodutor.
                ESPECIAÇÃO
   Simpátrica - ocorre quando populações de
    espécies diferentes compartilham o mesmo
    ambiente. A espécie nova surge no mesmo
    ambiente da espécie que lhe deu origem.

   Alopátrica - ocorre quando populações de
    mesmas espécies encontram-se em ambientes
    diferentes. A espécie nova surge em ambiente
    distinto daquele da espécie que lhe deu origem.
ESPECIAÇÃO
ESPECIAÇÃO
               Mecanismos de isolamento reprodutivo
1. Pré-zigóticos – Impedem o contato sexual entre as espécies, logo não
há união de gametas.
Habitacional – Espécies localizam-se em hábitats diferentes.
Sazonal – Espécies possuem períodos reprodutivos em diferentes
estações do ano.
Etológico – Diferenças de comportamento impedem os rituais de
acasalamento.
Mecânico – Diferenças estruturais nos órgãos reprodutores impedem a
fecundação.
2. Pós-zigóticos – O zigoto é formado, mas os híbridos perdem ou
reduzem a fertilidade ou viabilidade de seus descendentes.
Inviabilidade do híbrido – O híbrido é abortado ou nasce com
anomalias e morre.
Esterilidade do híbrido – O híbrido nasce estéril.
EVIDÊNCIAS DA EVOLUÇÃO
   IRRADIAÇÃO ADAPTATIVA - HOMOLOGIA
   CONVERGÊNCIA ADAPATATIVA – ANALOGIA
   ÓRGÃOS VESTIGIAIS
   EMBRIOLOGIA COMPARADA
   ESTUDO DOS FÓSSEIS
   BIOQUÍMICA - DNA
IRRADIAÇÃO ADAPATATIVA
   Surgimento de novas espécies que em muitas
    características apresentavam semelhanças com
    espécies relacionadas e com a ancestral.
   Para que a irradiação possa ocorrer, é necessário
    em primeiro lugar que os organismos já possuam
    em seu equipamento genético as condições
    necessárias para a ocupação do novo meio.
IRRADIAÇÃO ADAPATATIVA
               HOMOLOGIA
   Homologia: mesma origem embriológica de
    estruturas de diferentes organismos, sendo que
    essas estruturas podem ter ou não a mesma função.
   As estruturas homólogas sugerem
    ancestralidade comum.
HOMOLOGIA
EVOLUÇÃO CONVERGENTE
   Processo de adaptação dos seres vivos a
    determinadas condições ambientais de forma a
    que seres de origens ou linhagens distintas
    apresentem características biológicas ou
    paleontológicas similares em respeito às
    exigências de adaptação ao meio ambiente,
    como, por exemplo, os golfinhos e as baleias,
    mamíferos, que se adaptaram ao meio aquático
    desenvolvendo características similares às dos
    peixes.
CONVERGÊNCIA ADAPTAITVA
ANALOGIA
        ÓRGÃOS VESTIGIAIS
   Órgãos reduzidos em tamanho e geralmente sem
    função, que correspondem a órgãos maiores e
    funcionais em outros organismos. Indicam
    ancestralidade comum.
ÓRGÃOS VESTIGIAIS
EMBRIOLOGIA COMPARADA
   O estudo comparado da embriologia de diversos
    vertebrados mostra a grande semelhança de
    padrão de desenvolvimento inicial.
   À medida que o embrião se desenvolve, surgem
    características individualizantes e as semelhanças
    diminuem.
EMBRIOLOGIA COMPARADA
EMBRIOLOGIA COMPARADA
        ESTUDO DOS FÓSSEIS
   A importância do estudo dos fósseis para a
    evolução está na possibilidade de conhecermos
    organismos que viveram na Terra em tempos
    remotos, sob condições ambientais distintas das
    encontradas atualmente, e que podem fornecer
    indícios de parentesco com as espécies atuais.
    Por isso, os fósseis são considerados
    importantes testemunhos da evolução.
ESTUDO DOS FÓSSEIS
        ESTUDO BIOQUÍMICO
   Espécies muito próximas, evolutivamente, que descendem
    de ancestral comum, têm maior semelhança na sua
    composição química, do que espécies mais distantes.
   Comparam-se as seqüências de aminoácidos das proteínas
    e conseqüentemente o DNA que codifica a formação das
    proteínas. A comparação entre moléculas de
    DNA de diferentes espécies tem revelado o grau de
    semelhança de seus genes, o que mostra o parentesco
    evolutivo.
ESTUDO BIOQUÍMICO
CORAGEM PARA CONTINUAR
 ATÉ CONSEGUIR. DESISTIR
        JAMAIS...

								
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