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BATE PAPO

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BATE PAPO
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12/8/2011
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Bate-papo



Na minha vida acadêmica, tenho percebido que mudar paradigmas é a parte mais

desafiante do ser humano. De fato, poucos são aqueles que, em sua área de atuação,

são capazes de mudar a maneira de ver, entender, agir, enfim, a maneira como são feitas

as coisas.



Percebi que para mudar é preciso sair do conceito inicial e se empenhar na prática

de forma corajosa, intuitiva, compromissada. É preciso coragem para arriscar, intuição

para apostar no novo e compromisso com o médio e até longo prazo, pois um tempo de

maturação é exigido para que haja legitimidade e reconhecimento social.



Esse nosso trabalho é uma aventura. A aventura de aproximar a prática do

discurso, sem a pretensão de ditar regras ou esgotar temas. Nosso principal objetivo é

apenas partilhar vivências que deram certo e asseguraram a busca, a construção e a

reflexão do novo.



Como dizia uma antiga professora de Matemática (eu juro): acreditar é

possibilitar o acontecer. A educação é como um rio que tem força e vida próprias. O

educador segue junto com ele, aproveitando suas correntes e possibilitando a descoberta

das riquezas submersas. Porém, por mais que se mergulhe nessas águas, não esgota os

seus mistérios.



Parafraseando um dos gênios do cancioneiro popular: “... meu caminho pelo

mundo, eu mesmo traço, a Bahia já me deu, graças a Deus, régua e compasso, quem

sabe de mim sou eu...” (Aquele abraço, Gilberto Gil).



Um abraço a todos e bom trabalho!



Ana Ferreira



anaferreira2303@yahoo.com.br









1

Oficinas Pedagógicas de Matemática

*Ana Maria de Araújo Ferreira







O professor de hoje tem que desenvolver competências que coloquem ênfase no

sujeito que aprende. Para isso, precisa criar, estruturar e dinamizar situações de

aprendizagem, estimulando, assim, a autoconfiança nas capacidades individuais para

aprender. Com isso, justifica-se, de forma filosófica e profissional, os quatro pilares da

educação, que, segundo Delors (1996, et al.), são o aprender a ser, a conhecer, a fazer e

a viver.

O objetivo principal das oficinas pedagógicas é fazer com que os participantes

percebam que aprender Matemática é fundamental para o nosso dia a dia, seja para

melhorar nossos conhecimentos ou para aumentar nossas chances de sucesso numa

sociedade que cada vez mais se utiliza da ciência e da tecnologia. Dessa forma, auxilia-

se na promoção do indivíduo, proporcionando-lhe acesso a uma cidadania plena e o

tornando sujeito da sua própria história.

Essa oficina tenta, de forma simples, fazer com que os participantes estabeleçam

relações entre os conteúdos curriculares e a prática do dia a dia, com a manutenção do

rigor dos conceitos básicos e, ao mesmo tempo, com a seleção e o processamento de

informações de forma autônoma e substancial.

Outra questão abordada é o trabalho interdisciplinar desenvolvido através de

projetos, elaborado a partir de experiências de sucesso com públicos diversos..

Serão desenvolvidas algumas habilidades de visualização, percepção espacial,

análise e criatividade. Serão utilizados, para isso, materiais alternativos na composição de

painéis, livretos, jogos etc, bem como na realização de releituras das obras de grandes

mestres da arte.

Esperamos colaborar para a reiteração do papel do professor de Matemática como

transmissor de suporte e ânimo para a aprendizagem, e não apenas como um

transmissor de conteúdos pré-estabelecidos.



*Ana Maria de Araújo Ferreira, bacharel em

Matemática e Física pela USP - Campus S. Carlos,

mestranda em Geometria pela UNICAMP, é

professora do Colégio Portinari/Anglo, em

Brodowski









2

Planejando e acontecendo...



Na escola, planeja-se para ver concretizadas idéias educacionais, vinculadas à

formação e informação dos alunos. Para isso, faz-se necessária a abertura para acolhê-

los e atender as suas realidades, pesquisando sempre, estabelecendo prioridades e

limites, e utilizando a criatividade e a flexibilidade para replanejar sempre que necessário

.

Cabe ao educador definir o quê, como e quando vai ensinar e, principalmente, o

quê, como e quando avaliar.

Para tanto, deve-se levar em conta as condições de trabalho e o compromisso

pessoal do educador com o ensino, o projeto pedagógico da escola, os conteúdos

curriculares de cada série e as necessidades e características de aprendizagem dos

alunos.

Os educadores devem oferecer rotas; porém, jamais devem tomar o leme; as

experiências têm que ser vividas de forma singular e transformadas em atitudes.

Por isso, quando se (re)planeja ou se (re)avalia, é necessário acreditar que o

meio é fruto do homem e que, por isso mesmo, pode ser modificado ou conservado

conforme a sua vontade. Esta vontade, se educada para a construção da cidadania,

encontrará canais abertos para dar uma nova cara aos velhos conceitos e às velhas

formas de conceber o ensino.

“A régua e o compasso já estão em nossas mãos...”





Projetos



Trabalhar com projetos não significa propor a eliminação das aulas expositivas.

Segundo Norman Cousins, “o homem é um ser de ação e relação capaz de transformar-

se e transformar o mundo à sua volta” . Portanto, é preciso acreditar e considerar os

projetos instrumentos capazes de efetivar essas transformações de forma cooperativa e

reflexiva, redescobrindo a construção coletiva de conhecimento.

Para tanto, a comunicação na escola e as relações interpessoais devem propiciar

um ambiente que facilite a todos a manifestação dos sentimentos e opiniões. E o mais









3

importante: deve-se fazer sempre uma avaliação criteriosa depois da realização de um

projeto, para que todos possam analisar o processo de crescimento do grupo.

O planejamento de um projeto obedece a alguns procedimentos apresentados a

seguir:









PLANEJAMENTO DE PROJETO

(Visão positiva de futuro)



DIAGNÓSTICO

-Levantamento de dados OBJETIVOS META ESTRATÉGIA

-Análise e reflexão de dados -Aonde se quer chegar -Quantificação dos -Operacionalização do

objetivos trabalho

-Priorização das

necessidades







RECURSOS CRONOGRAMA AVALIAÇÃO

-O que se pode utilizar -Distribuição das -Prática contínua e

para a realização do atividades no tempo sistemática

trabalho









SUGESTÕES:

Projeto “Escher”

O “pensar geométrico” é o conjunto de habilidades de pensamento que podem ser

desenvolvidas desde que trabalhadas sistematicamente. Esse projeto tem como objetivo

principal o desenvolvimento do raciocínio geométrico apresentando ao aluno a

oportunidade de:

- perceber formas geométricas ( ver, tocar, ...);

- representar figuras geométricas ( desenhar, escrever sobre, interpretar esquemas, ...);

- construir ( fazer, modificar,... );

-conceber ( criar objetos e formas, imaginar, ...).

Dessa forma, o trabalho fica estruturado para que o aluno tenha a chance de

desenvolver habilidades de visualização, percepção espacial, análise e criatividade.









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O projeto deve ser organizado em atividades que possibilitem as quatro ações

descritas acima a fim de que o aluno estabeleça relações a nível de pensamento entre

significados e conceitos. Para isso, deve-se estabelecer etapas da seguinte maneira:

1ª) apresentação do trabalho desenvolvido por Escher o “mágico dos mosaicos”

destacando sua paixão pela Matemática. Ele dizia que a Matemática é um jardim imenso

com infinitas portas. Quando se pensava ter aberto a todas, uma outra se apresentava de

forma surpreendente e instigante.

2ª) construção geométrica ( régua e compasso ) e análise das propriedades geométricas

de diversos polígonos – apoio:o paradidático “Geometria dos mosaicos”.;

3ª) atividades de construção livre de mosaicos em papel quadriculado ( 1 cm );

4ª) atividades envolvendo pesquisa de locais na cidade que tenham mosaico como tema (

fotos para painéis de estudo );

5ª) concurso de mosaicos construídos pelos alunos envolvidos no projeto;

6ª) exposição aberta à comunidade.







ATIVIDADES PRÁTICAS:



TANGRAM E SUAS MÚLTIPLAS POSSIBILIDADES



O Tangram é um quebra-cabeça chinês de origem milenar composto de sete

peças envolvidas em muitas lendas e mistérios.

Conta uma dessas lendas que um jovem chinês despedia-se de seu mestre, pois

iniciaria uma grande viagem pelo mundo. Na ocasião, o mestre lhe entregou um espelho

de forma quadrada e disse:

- Com esse espelho você registrará tudo que vir durante a viagem, para me

mostrar na volta.

O discípulo indagou:

- Mas mestre, como, com um simples espelho, poderei eu lhe mostrar tudo o que

encontrar durante a viagem?

No momento em que fazia essa pergunta o espelho caiu de suas mãos,

quebrando-se em sete peças.

Então o mestre disse:









5

- Agora você tem a sua resposta. Com essas peças você poderá construir figuras

para ilustrar o que viu durante a viagem.

Lendas e histórias como esta sempre cercam objetos ou fatos de cuja origem se

tem pouco ou nenhum conhecimento, como é o caso do Tangram. Se é ou não verdade,

pouco importa: o que vale é a magia, própria dos mitos e lendas.





PROPOSTAS:

:I) Incentivar os alunos a pesquisar outras lendas sobre o tangram, comparando-as. Em

seguida, trabalhar, como sugestão, o para-didático: Uma história da China.

II) Ao usar as sete peças do tangram, colocando-as lado a lado sem sobreposição, pode-

se criar e “montar” animais, plantas, pessoas, e, principalmente, figuras geométricas, com

as quais se pode estudar uma gama imensa de conteúdos matemáticos. É essencial que

essas atividades sejam desenvolvidas em qualquer série, mesmo para alunos de séries

mais adiantadas, pois qualquer atividade mais elaborada requer a familiaridade com o

tangram e as propriedades de suas peças. As atividades devem ser organizads do

seguinte modo:

a) reconhecimento das peças através de classificações.

b) Criação livre de figuras.

c) Montagem de figuras através da sobreposição das peças num modelo com as

partes contornadas.

d) Montagem de figuras a partir de um modelo em tamanho reduzido e com ( ou

sem ) as partes contornadas.

e) Montagem de figuras a partir de um modelo em tamanho ampliado e com ) ou

sem ) as partes contornadas.

f) Reprodução de figuras em tamanho reduzido sem apoio das peças.

III) Deve-se utilizar as peças do tangram para atividades envolvendo o estudo de

polígonos, o conceito de área e representação de frações, as construções com régua e

compasso e semelhança. Para isso, algumas habilidades de raciocínio geométrico devem

ser ressaltadas:

a) memória visual;

b) Percepção e conservação de formas e relações;

c) Classificação de figuras;

d) Percepção viso-motora;

e) Discriminação visual.





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TANGRAM OVAL

O tangram de formato quadrado deu origem a quebra-cabeças com outras formas,

como, por exemplo, o tangram oval. Ele é constituído de nove peças, com as quais pode-

se formar diversas figuras como por exemplo, de pássaros.









RECURSOS MATERIAIS:

- papel sulfite A4

- tesoura

- papel cartão

- régua

- lápis de cor

- compasso





A MATEMÁTICA DAS PARLENDAS



As parlendas são versinhos de rimas fáceis recitados nas brincadeiras de crianças.

Muitas delas envolvem números e por isso, devem fazer parte do universo matemático

infantil.

O professor deve realizar uma pesquisa prévia sobre as parlendas matemáticas.

Em seguida, deve apresentá-las às crianças. Nesse 1º contato, a brincadeira deve ser o

tema central. Num 2º momento, a atividade – livretos de saquinhos de papel e/ou sulfite

decorados com retalhos de papel colorido - pode ser realizada.







A ARTE DAS DOBRADURAS





7

Origami é uma arte japonesa que consiste em dobrar papel e formar figuras.

Essa palavra origina-se da junção de duas outras palavras do idioma japonês

que são: ori (cortar) e kami (papel).

Apesar de o Japão ser considerado o berço do origami, há indícios históricos de

ele ter sua origem na China, onde o conhecimento do papel é mais antigo.

O artista Keiniche Fukuda, em seu livro “Origami circular” , faz montagens de

figuras de animais, flores e outros objetos com papéis em forma circular, de diferentes

cores e tamanhos.

A proposta dessa atividade é utilizar os conceitos matemáticos de geometria,

unidades de medidas, circunferências e círculos, aliados ao origami.

O material utilizado é bem simples: tesoura, folhas sulfite, papel cartão, durex

colorido, caixas de fósforos vazias, canudinhos de refrigerante.









“MATEMÁTICA ENVOLVENTE”

Os alunos entrarão em contato com os principais aspectos característicos da

Geometria:- a percepção das formas geométricas, a representação de figuras:; a

construção e a concepção – de uma forma agradável e divertida, verificando que é

possível fazer CURVAS desenhando LINHAS RETAS.





METODOLOGIA:





A atividade deve ser desenvolvida nos seguintes passos:

1º) Apresentação da proposta aos alunos através de texto ilustrado com algumas figuras

de efeitos curiosos tais como: a composição de figuras, a envolvente tradicional, ou ainda,

a cardióide.









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2º) Desenvolvimento das técnicas de construção das curvas: esboço ( sulfite A4 ).

3º) Construção “oficial” das curvas ( papel A3 ou cartão ) .

4º) Montagem da produção

5º) Sugestões de “obras de arte”

RECURSOS MATERIAIS:

- papel sulfite

- lápis de cor

- régua

- compasso

- transferidor

- tesoura

- lã ou barbante colorido

- agulha para tapeçaria







OS POLIEDROS DE PLATÃO

Essa atividade tem como objetivo apresentar aos alunos os Poliedros de Platão

que são poliedros que apresentam todas as faces com o mesmo número de arestas e

todos os vértices também.

Os poliedros de Platão são 5 :

a) Tetraedro : 4 faces triangulares

b) Hexaedro: 6 faces quadrangulares

c) Octaedro: 8 faces triangulares

d) Dodecaedro: 12 faces pentagonais

e) Icosaedro: 20 faces triangulares





Os poliedros – hexaedro e icosaedro - serão construídos utilizando papel cartão,

elástico de dinheiro, tesoura, régua e compasso.

OBS: O planisfério utilizado no icosaedro deve ser previamente preparado.









9

AMPLIAÇÃO DE FIGURAS POR HOMOTETIA

A ampliação de figuras que possuem pontos correspondentes ligados por

segmentos de reta que têm um ponto em comum e que os divide numa razão constante é

conhecida como HOMOTETIA. Essa transformação é uma característica das figuras

semelhantes.









PROPOSTA:



TEATRO DE SOMBRAS



As sombras são formadas porque os raios luminosos só viajam em linha reta. Elas

têm o mesmo formato dos objetos, pois os raios não se dobram em volta deles.

Na Matemática a formação das sombras pode ser explicado através da homotetia.

RECURSOS MATERIAIS:

- tesoura

- papel cartão

- lanterna

- palitos de churrasco







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- fita adesiva

- superfície branca para a apresentação



CONSTRUÇÃO DE UM PERISCÓPIO

Por que você pode ver a imagem ou o reflexo de alguma coisa em um espelho? Uma

superfície plana e lisa como a de um espelho faz a luz incidir sobre um objeto “refletindo-

o”, ou seja, reproduzindo sua imagem.

Utilizando materiais recicláveis e aplicando propriedades matemáticas de ângulos,

paralelas, quadrados, etc, poderemos construir um periscópio e descobrir como os

espelhos refletem a luz e nos fazem enxergar atrás das paredes.





RECURSOS MATERIAIS:

- 2 espelhinhos

- régua

- esquadros de 45°

- tesoura

- embalagem longa vida vazia (sucos, do tipo Ades – mais longa )





Observação Importante:

Esta atividade interdisciplinar apresenta aos educadores a possibilidade de discutir

como a luz do Sol é essencial para a vida na Terra e também a importância da reciclagem

no nosso dia-a-dia. Além disso, conceitos matemáticos são apresentados de forma prática

aproximando a disciplina da realidade do aluno.







CONSTRUÇÃO DE UMA AMPULHETA



MATERIAIS UTILIZADOS:

- 1 canudinho de refrigerante;

- 2 garrafinhas de água vazias e secas;

- 1 rolha furada no meio ( toda a extensão);

- areia bem seca;

- fita adesiva transparente.









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APLICAÇÕES MATEMÁTICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A Educação Infantil é uma etapa fundamental do desenvolvimento escolar das

crianças.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), promulgada em 1996, definiu a

Educação Infantil como a primeira etapa da Educação Básica. Aos poucos, uma nova

mentalidade está sendo instalada no Brasil. Mesmo aquelas crianças que têm o privilégio

de desfrutar a presença materna em casa, freqüentar a escola é um direito garantido pela

Constituição Nacional.Com a aprovação da Lei nº 11 494 do Fundeb, criou-se um padrão

de financiamento para toda a Educação Básica, desde a Educação Infantil. Agora a

escassez de recursos não pode mais justificar a falta de vagas!

Hoje, a função da escola é educar cuidando.





ATIVIDADES PRÁTICAS:

As atividades a seguir têm como objetivo apresentar para as crianças os primeiros

conceitos matemáticos: diversas formas de contar, medir, seriar, comparar, noções de

grandeza e figuras geométricas.

Antes de iniciá-las, conte para seus alunos um pouco da história da invenção e da

evolução dos números e das medidas, a evolução dos sistemas de numeração, bem

como situações que envolvam noções geométricas.





CINEMA/LEITURA NA SALA DE AULA

Para melhor ilustrar as propostas a seguir, o professor pode exibir o filme “Pato

Donald no país da Matemática”, da coleção Fábulas Disney, Vol. 3, e sugerir uma

leitura conjunta professor/alunos) do livro “Aritmética da Emília”, de Monteiro Lobato.







GUARDANDO UM TESOURO

Objetivo: previsão de resultados desenvolvendo estratégias que facilitem a resolução de

cálculos de adição. Os materiais básicos são:

- 1 caixa de leite vazia, papel cartão, cola quente ( para confecção do bauzinho ), ou

- 1 caixa ou saquinho de papel;

- botões, feijões etc (pedras preciosas);





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- um dado (ver hexaedro – poliedros de Platão).



MATEMÁTICA & MEIO AMBIENTE: DOMINÓS

GIGANTES/GRÁFICOS E TABELAS

Os moradores das cidades consomem muita água, eletricidade e produzem muito

lixo – quase sempre mais que o necessário. Esse consumismo, diretamente ligado ao

desperdício, é o inimigo n° 1 da qualidade de vida no meio urbano.

Toda iniciativa que possa assegurar o direito a uma vida urbana rica e prazerosa

deve ser estimulada. Nós como educadores, devemos colaborar na conscientização dos

nossos alunos de que com gestos simples podemos colaborar e muito. O meio ambiente

agradece.





Objetivo: Trabalhar configurações espaciais fixas para facilitar o reconhecimento de

quantidades.

- caixas de leite vazias pintadas ou encapadas

- durex colorido

- sobras de papel

- papel Kraft

- caixas de fósforos encapadas







ORIENTAÇÃO ESPACIAL: EMISSOR/RECEPTOR

Objetivo Desenvolver as competências: linguagem oral (emissor), raciocínio lógico

(emissor/receptor - montagem), noções espaciais ( à direita, à esquerda, em cima, em

baixo etc)

Procedimento: A atividade deverá ser realizada com os alunos divididos em 2

grupos A (emissor) e B (receptor) separados , por um biombo ou similar, por exemplo.

O grupo A deve “montar” uma cena – SÍTIO, FLORESTA, CIDADE, etc, composta

de 10 elementos. Simultaneamente, um dos integrantes do grupo vai “cantando” a mesma

cena para os componentes do grupo B, obedecendo o seguinte.

Com o término das orientações e montagens, o biombo ou similar é descoberto e

as cenas são comparadas. O processo é discutido pelo professor/grupos. Então, trocam-

se os grupos e outra cena é montada.









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CARTELAS NUMERADAS

Objetivo: Relacionar quantidades, antecessor e sucessor, raciocínio lógico.

- tabela em cartolina ou cartão para cada grupo de alunos





QUEBRA – CABEÇA DE PALITOS

Objetivo: Desenvolver o raciocínio lógico e coordenação motora.

- palitos de sorvete;

- tinta guache ou giz de cera;

- fita crepe.



ROUPAS, ROUPÕES,...

Objetivo: Desenvolver os conceitos iniciais de Estatística.

- papel cartão (diversas cores);

- molde de roupas ( tamanho adequado);

- tesoura.





Sugestões de bibliografia:

- BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental.

Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. V.1

e V. 3.

- Coleção Monteiro Lobato – Círculo do Livro: Aritmética da Emília, V. 6 e História das

Invenções, V.9.

- CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. São Paulo: Scipione, 1986.

- TEIXEIRA, Martins Rodrigues: Matemática em Mil e uma histórias – “Uma história da

China” – 2ª ed – São Paulo: FTD, 1999.

- SÃO PAULO, Governo do Estado – Secretaria da Educação – Fundação para o

Desenvolvimento da Educação. Um tigre, dois tigres, três tigres (Parlendas). Edições

Paulinas, 1988.

- VIGOTSKI, Lev Semenovitch. Pensamento e Linguagem. Ed. Martins Fontes, 2008.

- PANIZZA, Mabel. Ensinar matemática na educação infantil e nas séries iniciais:

análise e propostas. Organizado por Mabel Panizza; tradução Antonio Feltrin. Editora

Artmed, 2006.







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- ROSSETTI – FERREIRA, Maria Clotilde & MELLO, Ana Maria & VITÓRIA, Telma &

GOSUEN, Adriano & CHAGURI, Ana Cecília (orgs.). Os fazeres na Educação Infantil.

Ed. Cortez.

- IACOCCA, Liliana & Michele. Clact...Clact...Clact... - Coleção Labirinto . Ed. Ática,

2007.

- CALDAS, Roberto. Domínio das Cores. Ed. Paulus,2005.

- PAES, Ducarmo & VENTURA, Nancy. A viagem do retângulo. Ed. Noovha

América,2008.

- PAES, Ducarmo & VENTURA, Nancy. As aventuras de um triângulo. Ed. Noovha

América, 2008.

- BELINKY, Tatiana. Um zoológico de papel. Ed. Noovha América, 2008.

- IMENES & LELLIS . Geometria dos mosaicos. Editora Scipione, 2005.

- MACHADO, Nilson José . Poliedros de Platão e os dedos das mãos. Editora Scipione,

2006.









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