BOYD KENNETH PACKER – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER BOYD K. PACKER.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER PACKER QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER PACKER A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 5 ENSINAMENTOS DO ELDER PACKER, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
Nasceu em 10 setembro 1924 em Brigham City, Utah. 10º dos 11 filhos de Ira e Emma Packer.
A mãe de Boyd aproveitava cada oportunidade para ensinar seus filhos. Certa vez a casa dos Packer
quase se queimou. A mãe teve a impressão de que devia ficar em casa e não ir para a cidade com a
família, por isso ela conseguiu impedir o incêndio. Ela ensinou seus filhos o quão importante é dar
ouvidos aos sussurros do Espírito Santo.
Boyd desenvolveu um grande amor por pássaros e criava belas esculturas deles.
O pai de Boyd montou uma oficina na garagem e depois uma companhia automotiva. “Algumas vezes
em minha juventude pensei que éramos pobres. Eu aprendi mais tarde que isso não era verdade. Nós
apenas não tínhamos dinheiro. Mas sempre fomos ricos nas coisas mais importantes de nossa vida”.
Aos 5 anos, Boyd ficou bastante doente com suspeita de pneumonia. Mas quando melhorou descobriu
que não conseguia andar, era poliomielite. “Lembro claramente de deslizar pelo piso e de me esticar
para subir nas cadeiras e reaprender a andar. Eu tinha plena consciência de que nunca poderia ser um
atleta. Prossegui com a vida, determinado a compensar a deficiência de alguma forma.” (CG, abr.09)
MISSÃO / SERVIÇO MILITAR
Na idade de servir como missionário a Segunda Guerra Mundial começou. Boyd se alistou na Força
Aérea em 1943 sem ter idade suficiente. Ele viu muitas coisas terríveis na guerra. Mais tarde aconselhou
os jovens a nunca mentirem com respeito à idade.
Algumas vezes, em meio a tempestades, os pilotos precisavam escutar atentamente para ouvir o sinal
do rádio. Ele aconselhou: “Existe um sinal espiritual constante. Se souber como orar e como ouvir, você
poderá seguir pela vida, através de águas claras, através de tempestades, através de guerras, através de
paz, e tudo estará bem”. (Ensign, Nov. 1979, p. 21.)
No Japão ele teve muitas oportunidades de estudar o Livro de Mórmon e de ser um missionário entre o
povo japonês. Entre os que ouviram o evangelho estavam Tatsui Sato e sua esposa Chio. Mais tarde, o
irmão Sato traduziu as escrituras e as cerimônias do Templo para o japonês.
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Ainda no Japão, Boyd decidiu ser um professor. Em 1949 ele se formou na Universidade Estadual de
Utah. Em 1953 concluiu o mestrado e em 1962 recebeu seu Doutorado na Universidade de Brigham
Young.
CASAMENTO / FAMÍLIA
Na Faculdade, conheceu Donna Smith. Boyd foi convidado para discursar noutra ala. Donna estava
ouvindo bastante interessada o discurso de Boyd e pensando: “Esse é o tipo de homem com quem eu
gostaria de me casar”. Em 27 julho 1947 foram selados no templo de Logan.
Os Packer foram abençoados com 10 filhos. “Sempre me esforcei, quando estava em casa, para passar
tempo com as crianças”, diz o Elder Packer.
Ele serviu num mandato de 4 anos como vereador de Brigham City.
Enquanto estudava e trabalhava, vieram vários chamados na Igreja: professor, secretário da estaca e
sumo-conselho. Boyd aceitou todos os chamados com o compromisso de fazer sempre o seu melhor.
Em 1949 começou a ensinar o seminário.
De 1949 a 1955 Boyd serviu como coordenador de assuntos com os índios pelo SEI e trabalhava
frequentemente com o Elder Spencer W. Kimball, do Quórum dos Doze Apóstolos.
Serviu no Comitê de Publicação da Igreja, auxiliando na produção de edições das escrituras –Bíblia,
Pérola de Grande Valor, Doutrina e Convênios e o Livro de Mórmon.
Em 1961 foi chamado como assistente do Quórum dos Doze Apóstolos.
De 1965-68 serviu como Presidente de Missão dos estados da Nova Inglaterra.
DONNA PACKER E OS FILHOS
Quando questionado como conseguiu cuidar de uma família grande e muitas outras responsabilidades,
Boyd respondeu: “Tudo isso pode ser explicado em duas palavras: Minha Esposa. Ela é perfeita, e não
estou mentindo quando digo isso!” Donna sorri e explica: “Ele diz isso para eu tentar ser melhor”.
O Elder Tuttle escreveu: “Existe uma fonte de inspiração para o Elder Packer que não existe para mais
ninguém, é Donna. Foi ela que carregou os dez filhos, assumindo a maior parte da responsabilidade de
criá-los, devido ao chamado dele como ‘testemunha especial’. Ela é sua amiga, sua namorada, seu apoio
silencioso”. (Teach Ye Diligently, 1975, p.viii–ix)
‘Apoio silencioso’, não significa passividade. Ela é uma mulher dinâmica: habilidosa no lar, talentosa no
serviço da Igreja e pesquisadora genealógica. Ela escreveu um livro sobre a genealogia dos Packer, o
canto da sala está cheio de estantes e prateleiras onde guarda seus materiais.
Kenneth Packer disse: “Realmente acredito que grande parte do sucesso de papai é devido ao amor de
uma mulher que o ajuda e apóia, e o liberta para cumprir suas responsabilidades eclesiásticas”. Ele
também diz que ele e seus irmãos dão apoio para o ministério de seu pai. “Eu tento viver a minha vida,
dirigir a minha família e criar meus filhos, para que papai não tenha de se preocupar se eu estou vivendo
o evangelho”.
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Allan comenta: “São poucas as vezes que ao acordar não vejo a luz de sua sala acesa. Meu pai
“aprendeu a tirar proveito das horas matutinas, quando a mente está clara... Ele gasta dezenas e
dezenas de horas preparando seus discursos”.
APOSTOLADO
Em 1970 o Elder Packer foi chamado para o Quórum dos Doze Apóstolos e em 1995 foi chamado para
ser o Presidente Interino do Quórum.
Presidente Faust, disse: “Elder Packer é um professor nato. Ainda que todos os Doze sejam professores,
ele é um professor para os Doze”.
Elder Packer é conhecido por seu amor ao Livro de Mórmon, referindo-se a ele como “a influência mais
poderosa de minha vida”.
Russell M. Nelson: “Quando o Quórum dos Doze está ponderando sobre um problema, o Elder Packer
procura em sua mente ensinamentos relevantes no Livro de Mórmon e aplica-os à nossa discussão. O
Livro de Mórmon tem tido um grande impacto na vida do Elder Packer. Sem o Livro de Mórmon, o Elder
Packer não poderia ser o profeta que é, ele é um vidente dotado”.
Elder Packer escreveu vários livros, incluindo: “Ensinai Diligentemente” e “O Templo Sagrado”.
No discurso de Conferência Geral em 1977 ele declarou: “tenho carregado comigo um grande desejo de
prestar testemunho do Senhor Jesus Cristo. Eu conheço Sua voz quando Ele fala.”
ENSINAMENTOS
1. Falando sobre o corpo que temos: “Aprendam a se contentar com o que têm.” (CG, abr.09, p.52)
2. “Há somente uma forma na Terra capaz de manter a família totalmente protegida, e essa forma é
por meio das ordenanças e doutrinas do evangelho de Jesus Cristo. Vivam o evangelho e vocês
ficarão bem.” Boyd K. Packer (TML, 2008, p.8)
3. “Não podemos elevar-nos rebaixando os outros.” (CG, out.06, p.87)
4. “Eu não me permito ser influenciado por qualquer coisa do adversário, pois conheço o poder que ele
tem. Mas também já aprendi sobre o poder da verdade, da retidão e do que é bom, e eu quero ser
bom. Não tenho vergonha de dizer que quero ser bom. Descobri em minha vida que foi
extremamente importante estabelecer isso entre mim e o Senhor, para que eu soubesse que Ele
sabia de que forma eu iria usar o meu livre arbítrio. Eu me dirigi a Ele e disse: Não sou neutro, pode
fazer comigo o que desejar. Não precisa pedir o meu voto, já é seu. Não me importa o que faça
comigo e não precisa me tirar nada pois eu lhe dou tudo, tudo o que tenho e tudo o que sou. E isso
fez toda a diferença.” Boyd K. Packer (To Those Who Teach In Troubled Times, to Religious
Educators, 1970)
5. “O manto está além, muito além do intelecto.” Boyd K. Packer (Simpósio sobre D&C, Universidade de
Brigham Young, 22 Agosto 1981)
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LOWELL TOM PERRY – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER L. TOM PERRY.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER PERRY QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER PERRY A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 6 ENSINAMENTOS DO ELDER PERRY, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
1922, 05 agosto – Nasce em Logan, Utah (é o primeiro filho homem, e o 4º filho de Leslie e Nora)
Nasceu de uma família de notável pioneirismo.
Gustavus Adolphus Perry, trisavô do Elder Perry, e sua família tiveram uma experiência maravilhosa
enquanto viviam em Nova York em 1830. Essa experiência os preparou para receber os missionários
mórmons dois anos depois. No registro familiar dos Perry está escrito:
“A porta da frente se abriu e eles ouviram alguém entrando na casa em direção à cozinha, onde a
família estava reunida. Quando entrou, eles viram que era um senhor idoso com barba branca.
Apesar de ser uma noite chuvosa, não havia sinais de água em suas roupas. Ele disse: ‘Deus os
abençoe’, pediu comida e perguntou se podia passar a noite com eles. Apesar de serem muito
pobres e ter pouquíssima comida, eles deram-lhe comida e abrigo. Durante a noite ele tirou de
seu bolso um livro e leu algumas passagens, dizendo que em breve o livro seria divulgado a eles e
exortando-os a comprarem o livro na primeira oportunidade que tivessem. Ao deixá-los na
manhã seguinte ele prometeu que eles nunca passariam fome, cuja promessa foi literalmente
cumprida. Nesse mesmo dia, um homem que lhes devia dinheiro, perguntou se eles aceitariam o
pagamento com trigo. Algum tempo depois da visita desse homem, dois élderes chegaram com o
Livro de Mórmon e a família adquiriu um. Ao lerem o livro reconheceram as passagens de
escritura que o estranho havia lido para eles naquela noite em que os visitou. No ano de 1832, a
família uniu-se à Igreja.”
O pai do Elder Perry deixou a fazenda da família em Idaho, para freqüentar a escola da Igreja em Salt
Lake. Seu pai, Henry Morgan Perry, deu-lhe 5 dólares, uma passagem de trem e uma bênção. Ao chegar
à cidade começou a procurar emprego e foi encaminhado à Beehive House (casa dos Presidentes da
Igreja), para uma entrevista com Julina Smith, esposa do Presidente Joseph F. Smith:
“A irmã Smith perguntou se eu sabia lavar pratos. Minha experiência limitada nessa arte não era
um bom currículo. Depois me perguntou se eu sabia lavar e esfregar o chão. Mais uma vez deixei
a desejar, pois não só não sabia nada sobre como manter a casa de um profeta perto da
santidade, como também não conseguia aprender com facilidade. Mas sua terceira pergunta
determinou o meu destino: ‘Sabe ordenhar vacas?’ Ordenhar vacas era minha especialidade.”
Ele conseguiu o emprego e mudou-se para a Beehive House com a família Smith.
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Mais tarde, o pai do Elder Perry formou-se como advogado, serviu como bispo por 18 anos,
como conselheiro e presidente de estaca por 20 anos (durante toda a infância e juventude de
Tom), e morreu em abril de 1966 aos 81 anos de idade.
Antes de morrer, L. Tom Perry Sr., escreveu uma biografia que termina com algumas reflexões
interessantes sobre seus filhos. Ele descreveu sua filha mais velha, Zada, como uma criança
brilhante; a segunda filha, Gay, como criança doce; e a filha mais nova, Mignon, como muito bem
sucedida no trabalho de sua vida. Ele descreveu seu segundo filho, Theodore, como o ‘nosso
gênio’; e o filho caçula, Robert, como estando crescendo profissionalmente. De seu filho mais
velho, Tom, ele simplesmente escreveu: “Tom tem-nos surpreendido!”
Esse comentário foi feito apenas 8 anos antes do Presidente Spencer W. Kimball chamá-lo como
o 81º apóstolo desta dispensação.
A mãe do Elder Perry, Elsie Nora, era conhecida por seus familiares por poder assumir qualquer coisa e
ser bem sucedida. Em 1910 graduou-se em Ciência Doméstica pela Universidade Estadual de Utah.
Nora apoiava seu marido e criou os filhos no caminho do Senhor. O Elder Perry lembra de sua
mãe ajoelhando a seu lado para ensiná-lo a orar. Mesmo quando ele era mais velho, a mãe subia
a escada com ele e seus irmãos e esperava junto à porta do quarto por muito tempo até ter
certeza que todos os filhos tinham lembrado de fazer sua oração.
Enquanto passava a ferro ela ajudava os filhos a memorizar as Regras de Fé.
Sua mãe era muito frugal durante a Grande Depressão. Uma das funções de Tom era levar o lixo
para fora, que segundo ele, era ‘o trabalho mais fácil do bairro’ porque sua mãe encontrava uma
utilidade para quase tudo em vez de jogar fora. Ela morreu em 1951 aos 63 anos.
Nora serviu como conselheira da Sociedade de Socorro da ala durante todos os anos em que
Tom morou com os pais.
O jovem Tom tinha se comprometido a ter uma freqüência perfeita na Igreja. Num domingo, ele estava
tão doente que os pais decidiram que o seu recorde de freqüência precisava ser interrompido. Toda a
família foi para a Igreja, exceto Tom e sua mãe. A família ficou surpresa ao vê-los entrar na capela pouco
depois da reunião começar. Apesar de estar muito doente, Tom fez todo o esforço possível para estar
onde sabia que precisava estar.
Tom era o líder de seus amigos. Não era necessário juiz nos jogos que faziam, pois ele tinha uma
habilidade incomum de amenizar disputas. Suas brincadeiras eram incrivelmente isentas de contenda.
Seu irmão Ted, um advogado em Logan, disse: “Quando jovem Tom sempre falava em servir missão, e
não lembro de nenhuma época em que ele não estava guardando dinheiro para cumprir essa missão.”
1940-1941 – Frequentou a Universidade Estadual de Utah.
1942, Janeiro – Missionário na Missão dos Estados do Norte.
Ele gosta de encorajar os missionários contando uma de suas histórias favoritas, que aconteceu durante
as primeiras semanas como missionário: “Fui designado para servir em Columbus, Ohio, assim que cheguei no
campo missionário. Eu não sabia nada sobre trabalho missionário, e o meu companheiro que só tinha 3 semanas
na missão, sabia ainda menos do que eu. Sempre fui forte na Igreja e apesar do meu testemunho nunca ter sido
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colocado à prova eu realmente acreditava que ele nunca poderia vacilar. Bem, meu primeiro dia de proselitismo
foi usado para bater de porta em porta. Não tivemos muito sucesso até que uma simpática senhora Batista nos
convidou a entrar. Ela tinha um profundo conhecimento das escrituras e nós não conseguíamos combater seus
persuasivos argumentos. Voltei para casa naquele dia como um batista convertido. O dia seguinte não foi melhor.
Cheguei em casa como um metodista convertido. No outro dia eu estava mais inclinado para a fé luterana.
Finalmente decidi que isto não deveria estar acontecendo com um missionário mórmon. Decidi que antes de
poder ensinar e prestar testemunho a respeito do evangelho era necessário que primeiramente eu mesmo o
conhecesse. Decidi que todas as noites, depois que meu companheiro adormecesse, eu iria para a cozinha
preparar um discurso, começando com os primeiros princípios e ordenanças do evangelho. Na primeira noite
estudei e preparei um discurso sobre fé e apresentei para a minha audiência: um rato, que eu treinei a sair de seu
buraco usando um biscoito como isca. Ele olhou para mim por um minuto, pegou o biscoito e voltou para o
buraco. Na noite seguinte o assunto era arrependimento. O rato voltou e me ouviu por mais tempo que na noite
anterior e depois voltou para o seu buraco. Eu estava fazendo progressos. Na terceira noite eu enchi a pia da
louça com água antes de preparar o discurso sobre batismo. Mais uma vez, o meu amigo rato saiu do buraco para
ouvir a minha apresentação. Ele ficou ali olhando para mim o tempo todo, e depois que terminei ele voltou para o
buraco em profunda reflexão. Eu sentia-me um pouco orgulhoso de mim mesmo ao voltar para o quarto,
sabendo que eu realmente havia impressionado a minha audiência. Na manhã seguinte, quando eu e meu
companheiro fomos até a cozinha preparar o desjejum, percebi que não havia esvaziado a pia na noite anterior.
Fiquei muito admirado quando vi, no fundo da pia, o meu amigo rato. O meu pequeno discurso realmente o havia
impressionado, em seu profundo arrependimento ele deve ter se arrastado até a pia para aceitar o batismo por
imersão!”
1944 – Alistou-se na marinha e juntou-se ao primeiro grupo de tropas de ocupação a entrar no Japão
após a explosão da bomba atômica.
Com seu habitual entusiasmo ele decidiu ser o melhor marinheiro de sempre. Na ilha de Saipan, ele e
pelotão construíram uma pequena capela. Mais tarde, em Nagasaki, tocou o coração de muitos ao
liderar um grupo de trabalhadores na reconstrução de uma capela protestante. Quando foram
transferidos, mais de 100 membros daquela congregação se alinharam ao longo dos trilhos do trem para
tocarem-lhes nas mãos e demonstrarem sua gratidão. Seu serviço militar tornou-se uma extensão do
serviço missionário. “Fui um missionário melhor no serviço militar porque já tinha dois anos de
experiência. Durante os 2 anos seguintes eu dobrei o número de batismos que tinha tido na missão.”
1947, 18 julho – Casa com Virginia Lee. O casal teve 3 filhos: Barbara, Lee e Gay.
1949 – Graduou-se em Administração.
1951-1966 – Ocupou posições como Auditor, Controller e Vice-Presidente de várias empresas.
1951 – Chamado como conselheiro em um Bispado.
1958 – Chamado como conselheiro da estaca Sacramento e professor do seminário.
1961 – Chamado como 2º conselheiro na Estaca American River
1962, Junho – Mudou-se para o Leste por motivos de trabalho. Enquanto moravam em Nova York foi
chamado como Presidente da Missão da Estaca e mais tarde como sumo conselheiro.
1964 – O casal Perry serviu como missionários no Pavilhão Mórmon da Feira Mundial. O Elder Perry era
conhecido por sua grande habilidade em vender cópias do Livro de Mórmon.
1966 – Uma semana depois de chegar em Boston, foi chamado como conselheiro do Bispo.
1968 – Chamado como conselheiro da estaca Boston.
1970, Janeiro – Chamado como presidente da estaca Boston.
1972, Outubro – Chamado como Assistente do Quórum dos Doze Apóstolos pelo Pres. Harold B. Lee.
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O Elder Perry acredita em envolver a família em muitas atividades. Sua esposa tem sido sua escrevente
favorita. Ela também gravava escrituras e artigos de revistas da Igreja em cassetes para que ele pudesse
escutar enquanto dirigia nas suas viagens. Os filhos ajudaram muitas vezes na correção ortográfica de
discursos. Sua filha caçula o acompanhava em algumas designações para controlar o tempo dos
discursos. Ela sentava-se na congregação bem na frente do púlpito e quando ele passava do horário, ela
tapava a boca com a mão como sinal que já havia falado demais. Envolvendo a todos, o Elder Perry
tornou o seu chamado uma responsabilidade da família.
“Sempre me impressionou o fato de meu pai nunca desafiar a congregação a fazer algo que ele não
fizesse. Isso é um testemunho para mim de sua profunda integridade. A verdadeira medida do caráter
de um homem é percebida quando ele pratica os princípios da mesma forma que os ensina.” Lee Perry
1974, 11 abril – Chamado e Ordenado como Apóstolo de Jesus Cristo pelo Pres. Kimball. Com a morte
do Presidente Lee a Primeira Presidência foi reorganizada e surgiu uma vaga no Quórum dos Doze.
1974, 14 dezembro – Morre a esposa. (8 meses depois de seu chamado para o apostolado)
1983, março – Morre a filha mais velha com 31 anos.
Nessas horas de tristeza, a sua fé em Jesus Cristo deu-lhe esperança: “O Senhor é muito bondoso.
Apesar de algumas experiências serem difíceis, Ele inunda sua mente com boas lembranças e dá-lhe
outras oportunidades. A vida não termina só porque você passou por uma tragédia, existe uma nova
montanha para escalar. Não gaste muito tempo lamentado-se pelo que perdeu, erga-se e escale a
montanha seguinte.”
Após a morte da esposa o Elder Perry esperava poder dedicar-se totalmente ao seu chamado e ser
extremamente produtivo. Em vez disso ele percebeu que foi “um dos anos mais improdutivos de minha
vida. Não existe maneira de compensar a ajuda de uma companheira apoiando-o em seu chamado. A
combinação de marido e esposa trabalhando juntos é muito maior do que 1+1=2.” (Church News, 21
fevereiro 1976, p.7)
“Roberta Jensen estava sentada no avião tentando dar de comer ao seu bebê recém-nascido ao mesmo tempo
em que tentava acalmar seus outros três filhos – todos com menos de quatro anos. Ela estava exausta e
envergonhada. A visita que fazia a Utah tinha o propósito de ser uma época de descanso durante uma época de
grande pressão enquanto ajudava o marido a terminar a faculdade de odontologia em Chicago. Ela lutava para
criar sua família e fazer tudo funcionar em casa. Ela havia começado a viagem física e emocionalmente esgotada,
e até agora a viagem tinha sido tudo menos tranqüila. O passageiro do outro lado do corredor era alto,
sorridente, com um terno escuro e um rosto familiar. Quando ela o cumprimentou ele se apresentou como Elder
L. Tom Perry. ‘Um Apóstolo do meu lado!’ pensou ela, ‘Será que ele consegue sentir o tumulto que me envolve e
entender os sentimentos de meu coração?’ Quando o avião decolou as quatro crianças começaram a chorar. A
vergonha de Roberta tornou-se em pânico. De repente, o Elder Perry colocou sua pasta de lado e perguntou
gentilmente ‘Posso segurar o bebê?’ Durante o restante da viagem ele cuidou do bebê, alimentando e
embalando-o enquanto a mãe agradecida acalmou e deu de comer às outras crianças. Quando o jantar estava
sendo servido, ela se aproximou para pegar no bebê, mas o Elder Perry, ainda sorrindo, disse que o bebê estava
dormindo tranquilamente e não havia necessidade de incomodá-lo. ‘Eu sobrevivi à viagem’, disse ela, ‘e guardo
uma doce lembrança que fará parte de nossa família para sempre. Ele nunca soube das circunstâncias que nos
levaram a estar naquele lugar ou do meu frágil estado emocional naquele momento, mas ele viu alguém que
precisava de auxílio e deixou de lado suas necessidades pessoais para oferecer ajuda’.” Loren C. Dunn (Ensign,
agosto 1986)
1976, abril – Casa com Barbara Dayton no Templo de Salt Lake.
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A irmã Barbara graduou-se pela Universidade de Utah em Enfermagem. Trabalhou por quinze anos num
Hospital SUD em Salt Lake, no setor de pediatria. Depois de completar seu mestrado em Educação da
Saúde na BYU, ela lecionou na Faculdade de Medicina da BYU por quatro anos. A irmã Perry é vibrante e
muito entusiasmada. Ela adora envolver-se em ajudar os outros.
O Elder Perry sempre apreciou atividades físicas e continua se exercitando todas as manhãs para
compensar as muitas horas que fica sentado.
O Elder Perry é conhecido na Igreja por seu rico sorrido, sua grande fé e otimismo.
ENSINAMENTOS
1. “Todos nós devemos ser melhores membros missionários.” (CG, abr.09, p.109)
2. “Um dos desafios desta vida mortal é não permitir que os estresses e as dificuldades da vida nos
abatam; é suportar as várias situações da vida mantendo uma atitude positiva e até otimista.” (CG,
out.08, p.07)
3. “O melhor ainda está por vir.” (CG, out.08, p.07)
4. “Comam alimentos nutritivos, façam exercícios regulares e durmam o suficiente.” (CG, out.08, p.08)
5. “Não gaste mais do que ganha; mantenha-se livre de dívidas e economize para os momentos de
necessidade.” (CG, out.08, p.09)
6. “Se pudéssemos criar em nossa mente uma imagem clara e verdadeira da vida eterna,
começaríamos a comportar-nos de modo diferente. Não precisaríamos ser compelidos a fazer as
muitas coisas envolvidas na perseverança até o fim, como fazer visitas, assistir às reuniões, ir ao
templo, ter uma vida moralmente limpa, orar ou ler as escrituras. Teríamos o desejo de fazer todas
essas coisas e ainda mais.” (CG, abr.08, p.44)
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RUSSELL MARION NELSON – REPOSIÇÃO DE AULA
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1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER RUSSELL M. NELSON.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER NELSON QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER NELSON A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 4 ENSINAMENTOS DO ELDER NELSON, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
9 de setembro de 1924, nasce em Salt Lake, filho de Marion C. Nelson e Edna Anderson (4 filhos).
Seus oito tataravôs se uniram à Igreja na Europa e imigraram para Utah.
Quando jovem trabalhou meio período num banco, nos correios e num estúdio fotográfico.
Aos 19 anos não serviu missão porque os Estados Unidos estava em guerra.
1942-1945 – Universidade de Medicina de Utah. Concluiu o curso de 4 anos em 3, aos 22 anos.
Na Universidade, foi convidado a interpretar um papel no musical da escola. No ensaio, ao ver uma bela
jovem soprano no palco ficou hipnotizado e perguntou ao Diretor: “Quem é aquela linda moça
cantando?”, “É Dantzel White. É com ela que você irá cantar.” Foi amor à primeira vista. Quando ela
voltou para casa disse à família que havia encontrado o homem com quem ela queria casar. Em 31
agosto 1945, casaram no Templo de Salt Lake. Uma união abençoada com 9 filhas e 1 filho.
Dantzel formou-se em Letras e deu aulas até o nascimento de sua 1ª filha. Apesar de ganhar uma bolsa
de estudo trocou-a pelo privilégio de cuidar dos filhos. Em 1967 juntou-se ao Coro do Tabernáculo.
Quando o Pres. Harold B. Lee perguntou como era ser a esposa de um homem tão ocupado, ela disse:
“Quando ele está em casa, ele realmente está em casa. Ele dedica toda a atenção para nós em vez de
assistir TV. Ele ajuda a preparar o alimento, a lavar a louça e com os deveres escolares dos filhos”.
O Dr. Nelson fez parte da equipe que “por três anos desenvolveu a primeira máquina que podia realizar
as funções do coração e dos pulmões durante uma operação. Em 1951 a máquina funcionou bem na
primeira cirurgia cardíaca aberta em um ser humano”.
O Dr. Nelson serviu 2 anos no departamento médico do Exército durante a Guerra da Coréia. Um ano no
Hospital de Massachusetts, e mais um ano na Universidade recebendo o seu Ph.D. em 1954.
Sua profissão incluía momentos de alegria e de grande tristeza. “Em 1957 um casal trouxe a mim sua
filha, para cirurgia no coração. O 1º filho tinha morrido do mesmo problema antes da invenção das
cirurgias cardíacas e o 2º filho também havia morrido depois de uma cirurgia fracassada que eu mesmo
havia realizado. Operei a menina, mas ela morreu na mesma noite. Minha dor era impossível de
expressar. Ao chegar em casa contei para Dantzel o que havia acontecido e disse: ‘Chega! Nunca mais
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farei outra cirurgia do coração enquanto viver’. Chorei na maior parte da noite. Só conseguia pensar no
rosto daqueles pais e ainda conseguia ver na mente aquela criança abatida pela doença mas com um
sorriso de confiança. Pela manhã, Dantzel finalmente disse-me: ‘Não é melhor continuar tentando do
que desistir agora e deixar que outros médicos passem pelo sofrimento que você já conhece?’ Ouvi seu
conselho e retornei ao laboratório para trabalhar mais e aprender mais.”
Em 1959 Dr. Nelson foi trabalhar num consultório particular, com 35 anos e 6 filhas.
1964, chamado como Presidente da Estaca Bonneville. Antes da designação, ele mencionou que sua
maior dificuldade profissional era a troca da artéria aorta. Na benção, o Elder Kimball prometeu que a
sua qualidade como cirurgião iria aumentar. O próprio Elder Kimball iria se beneficiar dessa promessa.
Em 1965 foi-lhe oferecida uma posição de presidente da Divisão de Cirurgia Cardiovascular e Torácica
em outra grande universidade, com um salário generoso e pagamento da educação de todos os seus
filhos. Os Nelson estavam prontos para aceitar, no entanto, antes de tomar uma decisão que afetaria
sua família e seu chamado como Presidente de Estaca, ele procurou o conselho do Presidente David O.
Mckay. Depois de ouvir os detalhes da situação, o Pres. McKay fechou os olhos e recostou-se em sua
cadeira ponderando por algum tempo. Então ele disse: “Irmão Nelson, não me sinto bem com isso. Acho
que não deve ir para Chicago.” Isso foi suficiente e eles recusaram a oferta.
Em junho de 1971 o Dr. Nelson recebeu uma ligação do Presidente N. Eldon Tanner pedindo que fosse
até seu escritório. Ele foi de imediato e ao chegar lá viu que o Pres. Harold B. Lee também estava na
sala. Eles o convidaram para servir como Presidente Geral da Escola Dominical SE isso não atrapalhasse
sua profissão. Depois do choque, o Dr. Nelson disse que aceitaria qualquer chamado do Senhor mesmo
que tivesse de abandonar sua carreira, mas eles insistiram para que ele continuasse realizando cirurgias.
Ele serviu no chamado por 8 anos.
No verão de 1971, um dos maiores desafios aconteceu quando participava de uma Conferência de Área
na Inglaterra. O Elder Spencer W. Kimball do Quórum dos Doze, mencionou a Russell que tinha
problemas de coração. Ao voltarem para casa, exames mostraram deteriorização na válvula aorta e uma
obstrução perigosa em uma das artérias. O Dr. Nelson explicou: “Os riscos de um transplante de válvula
por si só, num homem de 77 anos, são muito altos. Os riscos de uma cirurgia para transplante coronário
também são muito altos. Mas combiná-los aumentaria grandemente os riscos”. Apesar de tudo era mais
arriscado não fazer nada. Uma reunião da Primeira Presidência foi convocada. O Elder Kimball, abatido
pela doença, disse: “Sou um homem velho e pronto para morrer. É melhor que alguém mais jovem
venha para o Quórum e faça o trabalho que eu já não consigo fazer”. Então, o Presidente Lee levantou-
se e com a voz firme disse: “Spencer, você foi chamado! Não é para você morrer! Tem de fazer tudo o
que puder para cuidar da sua saúde e continuar vivendo.” O Elder Kimball disse: “Então passarei pela
cirurgia”. Nesse momento o coração do Dr. Nelson desesperou, pois a responsabilidade agora havia
passado para os seus ombros, mas na véspera da cirurgia ele recebeu uma bênção pelas mãos do Pres.
Lee e do Pres. Tanner. “Eles abençoaram-me para que a cirurgia fosse realizada sem erros e que tudo
correria bem... pois eu havia sido preparado pelo Senhor para realizar aquela cirurgia.” A cirurgia foi
realizada em 12 abril 1972. Milhares de procedimentos executados perfeitamente, de acordo com a
promessa feita. Mas o mais especial para o Dr. Nelson foi um sentimento poderoso ao final da cirurgia:
“O Espírito disse-me que eu havia acabado de operar um homem que mais tarde se tornará o Presidente
da Igreja.” (20 meses depois)
Ao passar dos anos, ele recebeu inúmeras condecorações nacionais e internacionais.
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Em 1972 o décimo filho do casal nasceu, era o primeiro menino. Quando o pai ligou do hospital para
casa dando a notícia às filhas, gritos de alegria encheram a casa.
Notícias Nelson é um jornal mensal com artigos da família e um calendário com as datas importantes.
Todo mês eles reúnem-se para jantar e celebrar os aniversários. Um bolo é decorado com o nome dos
aniversariantes e o Elder Nelson tira fotos e envia para aqueles que estão ausentes.
A família Nelson conhecia bem seus horários: estudo diário das escrituras em família às 06:30; oração
familiar às 06:45, em todas as refeições e às 22:00; e reuniões familiares semanais.
Em fevereiro de 1978, no México, numa convenção de médicos, um dos médicos adoeceu gravemente
com sangramento no estômago. Qualquer um dos médicos poderia tratá-lo, mas eles estavam a muitos
quilômetros do hospital mais próximo. Ao verem o amigo morrendo, aqueles médicos com muitos anos
de experiência na arte da cura, perceberam que não podiam fazer nada. A vítima solicitou uma bênção.
Alguns médicos que possuíam o Sacerdócio de Melquisedeque agiram rapidamente e o Dr. Nelson
conduziu a bênção. “O Espírito ordenou que o sangramento parasse”. Aquele homem recuperou-se e
voltou para casa. O Elder Nelson conclui: “Os homens podem fazer muito pouco para curar os doentes.
Com algum estudo eles podem fazer um pouco mais. Com o avanço da tecnologia, algo ainda maior
pode ser feito. No entanto, o verdadeiro poder de cura é um dom de Deus. Ele permitiu que parte desse
poder fosse usado pela autoridade do sacerdócio, para abençoar a humanidade quando aquilo que os
homens puderem fazer não for suficiente”.
“O Senhor tem um grandioso trabalho a realizar na Igreja. Ele vai precisar de todas as almas fiéis”.
Elder Nelson inicia o dia com uma hora para si mesmo: “Eu levanto antes dos outros e faço meu estudo
pessoal das escrituras, oração e meia hora tocando hinos. Ao sair de casa a minha mente está cheia de
boas coisas, escrituras e boa música. Essa é a melhor maneira que conheço para começar o dia”.
Em 1984 O Presidente Harold B. Lee chamou Russell M. Nelson para o Quórum dos Doze Apóstolos,
após o falecimento do Elder Mark E. Petersen. Ele explica: “Eu tenho uma profunda fé em Deus e em
seu Filho, Jesus Cristo. O trabalho em que estou empenhado no momento é a causa mais importante do
mundo. Preciso fazer o meu melhor, porque preciso responder por esta responsabilidade”.
29 janeiro 1995, a tristeza atingiu a família Nelson quando Russell e Dantzel perderam sua filha Emily
aos 37 anos, deixando uma família com cinco filhos pequenos, após uma luta corajosa contra o câncer.
“As últimas semanas têm sido muito desafiadoras para a Sister Nelson e eu. Nossa preciosa filha Emily
foi chamada para o outro lado do véu. Se eu tivesse o poder da ressurreição, eu teria sido tentado a
trazê-la de volta. Mas apesar de ser um Apóstolo eu não possuo as chaves da Ressurreição. Jesus Cristo
possui essas chaves e Ele as usará em favor de Emily e em favor de todas as pessoas no devido tempo.”
(CG, abril 1995)
Em fevereiro de 2005 uma nova tragédia afligiu a família Nelson, com o falecimento de Dantzel:
“Meus queridos irmãos e irmãs, a minha amada esposa com quem estive casado por 59 anos, faleceu.
Eu estava em casa, num raro sábado sem designações, e tínhamos trabalhado juntos. Ela tinha lavado a
roupa. Eu a ajudei a recolhê-la, dobrá-la e guardá-la. Depois, enquanto estávamos sentados no sofá, de
mãos dadas, assistindo a um programa de televisão, minha querida Dantzel passou serenamente para a
eternidade. Sua morte foi súbita e inesperada. Depois que minhas tentativas de revivê-la, fui tomado
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por um enorme sentimento de choque e tristeza. Minha amiga mais íntima, a mãe angelical de nossos
dez filhos, a avó de nossos 56 netos, tinha sido tirada de nós. Por meio de seu nobre exemplo ensinou
fé, virtude, obediência e misericórdia. Graças a ela, conheço todas as bênçãos de ser marido, pai e avô.”
(CG, abril 2005)
Em 2006, quatorze meses depois, Russell se casou com Wendy Watson. Doutora em terapia de
casamento e família. Lecionou na BYU por 13 anos aos alunos de mestrado e doutorado. Tem mais de
30 anos de experiência como enfermeira, psicóloga e consultora de relacionamentos familiares.
ENSINAMENTOS
1. “Se realmente nos importamos com os outros, devemos orar por eles.” (CG, abr.09, p.47)
2. “O Senhor aceitará aquilo que for suficiente, com muito mais prazer e satisfação do que aquilo que
for demasiado e desnecessário.” (CG, abr.09, p.48)
3. “Só há harmonia no casamento quando a pessoa coloca o bem-estar do cônjuge como uma de suas
maiores prioridades.” (CG, out.08, p.94)
4. “O lar é o laboratório de Deus para o amor e o serviço.” (CG, abr.08, p.8)
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DALLIN HARRIS OAKS – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER DALLIN H. OAKS.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER OAKS QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER OAKS A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 6 ENSINAMENTOS DO ELDER OAKS, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
12 de agosto de 1932, nasce em Provo-Utah, filho de Lloyd Oaks e Stella Harris. Dallin teve duas irmãs.
Quando tinha 8 anos, seu pai morreu de tuberculose. Aos 11, começou a trabalhar para ajudar a mãe.
Seu primeiro emprego foi de varredor numa oficina de conserto de rádios. Ele aprendeu a testar as
válvulas de rádio que encontrava no chão para ver se estavam boas; isto o fez interessar-se pelo rádio.
Antes dos 16 anos já era radiotelefonista e conseguiu trabalho numa rádio, depois foi um locutor.
Ele jogava na seleção de basquete da escola e também jogava futebol americano.
Enquanto transmitia um jogo de basquete colegial, durante o primeiro ano de faculdade, conheceu sua
futura esposa. June Dixon ainda cursava o colegial, quando foram apresentados. Eles se casaram no dia
24 de junho de 1952, enquanto estudavam na BYU. O casal teve 6 filhos.
A Guerra da Coréia estava no auge, mas ele nunca foi chamado para a frente de combate.
Naquele tempo, um número limitado de rapazes estava sendo chamado para missão por causa da
guerra, e Dallin não se encontrou entre eles, pois a quota de sua ala já estava completa.
June aprendeu cedo a reconhecer a capacidade de trabalho dele. Enquanto cursava a Universidade ele
trabalhava 30 horas/semana numa emissora de rádio. Perto da época de se formar, tinha ainda um
segundo emprego como gerente de uma empresa de mudanças.
“Quando Dallin estava na Faculdade de Direito, ele saía de casa todos os dias às sete da manhã e só
voltava às onze da noite”, exceto aos domingos, conta June. Ela se recorda que ele dizia: “Há uma
porção de colegas lá na faculdade mais inteligentes do que eu, mas nenhum é mais esforçado”.
Depois de se bacharelar em contabilidade em 1954, cursou a Faculdade de Direito da Universidade de
Chicago, concluindo em 1957.
“Foram tempos difíceis”, observa ela. Mas mesmo assim ela conseguiu evitar o erro de muitas esposas
de estudantes, que perturbavam o marido porque se julgavam infelizes. Ela aceitou o desafio de se
tornar auto-suficiente e desenvolver seus próprios interesses.
Por sua diligência e conhecimento, Dallin Oaks recebeu a oportunidade de servir como secretário de
Earl Warren, presidente do Supremo Tribunal dos Estados Unidos.
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Um ano depois voltou para Chicago e começa a advogar.
No serviço da Igreja, em 1961, foi chamado como Presidente da Missão da Estaca. A advocacia o
obrigava a trabalhar de noite e fez ele imaginar como seria capaz de cumprir as responsabilidades do
novo chamado, mas ele o aceitou pela fé.
Em 1961, integrou o corpo docente da Faculdade de Direito de Chicago.
Em 1963, foi chamado como 2º conselheiro na Presidência da Estaca Chicago Sul. Serviu com o
Presidente Lysle R. Cahoon e John Sonnenberg, 1º conselheiro. Mais tarde, os três foram chamados
como Representantes Regionais dos Doze (o Ir. Sonnenberg foi chamado como Setenta em out. 1984).
Por volta de 1970, ele já era bem conhecido em sua profissão, tendo servido como procurador
assistente do Estado no Condado de Cook, Illinois, durante o verão de 1964; como Diretor adjunto e
diretor interino da Faculdade de Direito; e como professor convidado da Faculdade de Direito de
Michigan, durante o verão de 1968. Ele recebeu elogios pelo serviço como conselheiro legal do Comitê
de Direitos Humanos, na Convenção Constitucional de Illinois, em 1970. Durante um período de 1970 e
1971 serviu como diretor-executivo da Fundação Americana da Ordem dos Advogados.
Quando o Ir. Sonnenberg foi chamado como Presidente da Estaca Chicago Sul, em 1970, escolheu Dallin
Oaks para seu 1º conselheiro. Mas esta associação não durou muito. Com o discernimento espiritual de
um presidente de estaca, ele recorda: “Quando Ernest Wilkinson se aposentou como Presidente da BYU,
eu senti no mesmo instante que Dallin Oaks seria chamado para ocupar o seu lugar”.
Após um telefonema do Presidente Harold B. Lee em 1971, Dallin H. Oaks tornou-se o Presidente da
Universidade Brigham Young e sua vida mudou completamente de rumo.
Como Presidente da BYU tornou-se nacionalmente conhecido pela oposição à ingerência do governo no
ensino particular. Era visto como porta-voz das faculdades e universidades particulares. Foi presidente
por 3 anos da Associação Americana de Presidentes de Faculdades e Universidades Particulares.
June Oaks recebeu em casa o presidente do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, o presidente e
outros oficiais da Corte Suprema Soviética, o ex-presidente dos Estados Unidos, Gerald R. Ford, três
presidentes da Igreja e várias Autoridades Gerais. Ela se mostrava “tão á vontade com eles como com os
trabalhadores que vinham fazer algum serviço na casa”.
Jeffrey R. Holland, atual presidente da BYU, descreve seu predecessor como homem com “uma
inestimável mescla de qualidades e capacidade. Seu esplêndido julgamento analítico é acentuado não
só pela prática da advocacia, mas, o que é mais importante, por um instinto infalível”.
O Élder Oaks sempre foi muito bem humorado. Em situações difíceis, ele sempre usa o bom humor para
descontrair todos à sua volta.
Na Corte Suprema, quando os advogados falavam por muito tempo, ele começava deslizando
pela cadeira até que as pessoas só conseguiam ver a sua cabeça.
Sobre ser careca, ele disse certa vez: “O Senhor fez muitas cabeças, mas aquelas menos bonitas
Ele cobriu com cabelo.” Peggy Stack (The Salt Lake Tribune)
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Ele está sempre lendo. “Ele lê 3 ou 4 jornais por dia, de Washington, de Salt lake e de Provo, mais as
publicações da Igreja, uma porção de periódicos jurídicos e uma grande variedade de outros livros e
revistas. Ele segue um padrão de leitura: Pela manhã, quando está mais fresco, lê assuntos técnicos,
deixando as coisas mais leves para ler à tarde. Mas sempre tem algo à mão para ler. Se ele acha que o
semáforo vai demorar para abrir, sempre pega algo para ler”, diz June.
“Nunca faço algo só por diversão. Simplesmente me divirto com o que faço”, explica ele.
“O tempo é uma mordomia e minha meta é simplesmente não desperdiçá-lo”, dizia ele a um
entrevistador, em 1981.
Durante os anos na BYU seu pai passava mais tempo em casa, comenta Lloyd. “Quase todos os sábados
íamos apanhar minhocas e pescar no rio Spanish Fork”. Após algum tempo, Lloyd se cansava de pescar,
colecionar ou atirar pedras, mas o pai continuava firme. Isto é típico dele, diz June Oaks. “Se ele pesca,
pesca com a mesma intensidade com que estuda seus livros”.
Depois que Dallin Oaks deixou a presidência da BYU em 1980, ele prestou juramento na Corte Suprema
de Utah em 1º de janeiro de 1981.
Na noite de 6 de abril de 1984, houve outro telefonema, desta vez do Presidente Gordon B. Hinckley, 2º
conselheiro na Primeira Presidência e Dallin Oaks alterou mais uma vez e de bom grado o rumo de sua
vida para sempre. Enquanto o Elder Oaks jantava num restaurante com alguns juízes do Arizona, ele
recebeu o telefonema. “Ele estava ao lado do caixa quando o Presidente Hinckley o chamou para ser um
apóstolo. Ele aceitou de imediato e depois voltou para a mesa de jantar e continuou a conversa como se
nada tivesse acontecido”, diz Ross Hammond, seu cunhado.
“Assim como o serviço na Igreja não é solicitado, também não é rejeitado”, diz ele.
O juiz Oaks desistiu do cargo na Corte Suprema de Utah. No dia 03 de maio de 1984 foi ordenado um
apóstolo de Jesus Cristo, preenchendo a vaga deixada no quórum pelo falecimento do Elder Stephen L.
Richards. Ele foi chamado ao mesmo tempo que o Elder Russell M. Nelson, mas só foi ordenado quase
um mês depois para ter tempo de se desligar da Corte Suprema.
Caso o chamado para o apostolado não tivesse vindo naquele momento, o juiz Dallin H. Oaks poderia ter
sido cogitado para a Corte Suprema dos Estados Unidos. Em 1976 foi incluído na lista de possíveis
candidatos à Suprema Corte, na administração do Presidente Gerald Ford, e em 1981 foi seriamente
considerado ao cargo pela administração do Presidente Ronald Reagan. Quando o repórter do
Washington Post soube de seu novo chamado na Igreja, telefonou para perguntar se isto significava que
Dallin H. Oaks não mais poderia ser candidato a uma posição na mais alta corte do país. Sim, explicou
pacientemente, seu novo chamado certamente significava isso. ‘Mas’, replicou o repórter, ‘a posição na
corte não é, também, um modo muito importante de servir?’ De fato é, concordou o Elder Oaks, porém
não mais importante que o serviço que poderia prestar agora.
Ao exercer posições tão importantes na vida, talvez o orgulho pudesse diminuir a natureza espiritual do
homem. Mas aqueles que lhe eram mais achegados podiam sentir a sua espiritualidade.
“Dallin é simplesmente um homem que anda constantemente na dependência do Espírito do Senhor.
Ele nunca se preocupou muito com ‘as armadilhas do status’. Ele é o clássico exemplo da humildade. É
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genuinamente isento de vaidade.”, comenta Rex Lee, procurador-geral dos Estados Unidos e ex-diretor
da Faculdade de Direito da BYU.
“Se penso em uma palavra que sintetize meu pai, penso em integridade. Sempre soube que nunca faria
algo que fosse censurável”, diz sua filha Sharmon. Ela se lembra que uma vez ele a repreendeu por
tentar remover um selo não carimbado de um envelope, para usá-lo de novo.
“Meu dever como membro do Quórum dos Doze é proteger aquilo que é mais importante na Igreja, a
autoridade do sacerdócio, o testemunho da restauração do evangelho e a divina missão do Salvador.
Tudo pode ser sacrificado a fim de manter a integridade desses fatos essenciais.” (Inside the Mind of
Joseph Smith: Psychobiography and the Book of Mormon, Introduction p. xliii, Footnote 28)
Em 21 de julho de 1998, sua esposa June Oaks, falece.
Em 25 de agosto de 2000, casa-se com Kristen Meredith McMain no Templo de Salt Lake. Ela é
graduada pela BYU e tem mestrado e doutorado em Inglês pela Universidade de Utah. Trabalhou por 15
anos em publicação de livros nacionais e internacionais. Serviu missão em Sendai, no Japão.
Em 2002, o Elder Oaks foi enviado pessoalmente para presidir uma área da Igreja nas Filipinas, uma
tarefa que normalmente é dada a um membro do Quórum dos Setenta.
ENSINAMENTOS
1. “Fomos chamados para estabelecer os padrões do Senhor e não para seguir os padrões do mundo.”
(CG, abr.09, p.95)
2. “A grande aspiração do mundo atual é conseguir algo em troca de nada. Não importa como seja
disfarçado, receber algo em troca de nada é contrário à lei da colheita do evangelho: Tudo que o
homem semear, isso também ceifará.” (CG, abr.09, p.95)
3. “Aqueles que procuram seguir o caminho estreito e apertado encontram desvios convidativos por
todos os lados.” (CG, out.08, p.17)
4. “Precisamos ser guiados pelos mandamentos de Deus e pelos ensinamentos de Seus servos, não
pela cultura popular nem pelo politicamente correto.” (TML, 2008, p.11)
5. “O Senhor não disse que seria fácil, mas garantiu que seria possível.” (TML, 2008, p.11)
6. “Não podemos esperar ser aplaudidos toda vez que fazemos o que sabemos ser certo, mas Deus vai-
nos abençoar.” (TML, 2008, p.16)
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MELVIN RUSSELL BALLARD JR. – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER M. RUSSELL BALLARD.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER BALLARD QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER BALLARD A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 6 ENSINAMENTOS DO ELDER BALLARD, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
Melvin Russell Ballard Jr. nasceu no dia 8 outubro 1928 em Salt Lake, filho de Melvin Russell e Geraldine
Smith Ballard. Russell teve três irmãs.
Neto de dois apóstolos, Elder Hyrum Mack Smith (Quórum dos Doze, 1901-1918) e Elder Melvin J.
Ballard (Quórum dos Doze, 1919-1939), bisneto do profeta Joseph F. Smith, tataraneto de Hyrum
Smith, o irmão de Joseph Smith.
Quando Russell foi apoiado como apóstolo, ele reconheceu: “Reconheço que tem sido uma grande
bênção em minha vida ser nascido de bons pais, avôs e bisavôs que deram tudo que lhes foi pedido dar
para construir o Reino de Deus na Terra”.
“Conheci meu avô Melvin Ballard e sabia que ele era um dos grandes professores desta dispensação.
Lembro que ele me levou para assistir um filme no cinema quando completei 8 anos. Lembro que ele
adormeceu durante um filme da Walt Disney e não consegui entender como isso era possível. Hoje
entendo, as Autoridades Gerais têm grande dificuldade em ficar acordadas quando as luzes se apagam,
por causa do grande peso que têm sobre eles.”
“Ele sempre teve um trabalho. Começou cortando grama”, diz a irmã, Ann Keddington.
Em 1948 serviu missão na Inglaterra, onde um ano depois foi chamado para ser o primeiro conselheiro
na presidência da Missão Britânica.
Ao retornar de sua missão, conheceu Barbara Bowen num baile na Universidade de Utah. Um amigo
queria que ele conhecesse Barbara, então dançou com ela até onde Russell estava e apresentou um
para o outro. Russell dançou com Barbara por 30 segundos antes que outro a pegasse. Aquilo foi o
começo de um namoro de 11 meses. “Ela não era apenas bonita, mas tinha uma personalidade
brilhante. Eu sabia desde o começo que eu queria me casar com ela, mas ela não compartilhava do
mesmo sentimento. Foi um pouco difícil de convencê-la. Eu brinco com ela agora dizendo que
convencê-la a se casar comigo foi o maior trabalho de vendas que eu já fiz”, declara Russell.
Russell e Barbara casaram em 1951 no Templo de Salt Lake, e tiveram dois filhos e cinco filhas.
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A família sempre foi a sua prioridade máxima. Barbara disse: “Ele foi bispo por muitos anos e teve várias
posições na Igreja, mas essas responsabilidades nunca tiveram prioridade sobre sua família. Quando
estava em casa, ele fazia o tempo valer a pena”.
“Eu casei com a mulher certa. Sem a ajuda e direção de Barbara, nosso relacionamento familiar não
teria sido tão bom como tem sido. Dou todos os créditos para Barbara.”
Após o casamento de Russell e Barbara, Russell foi chamado como bispo e desde então teve vários
chamados na Igreja. Russell Freqüentou a Universidade de Utah e era conhecido por seus amigos como
“o bispo”. Seus amigos sabiam que Russell seria fiel às suas crenças em qualquer situação.
“Ele tem metas e objetivos e sempre caminha nessa direção. Ele sabe para onde está indo”, diz Nate
Wade, colega de trabalho por mais de 30 anos.
“Ele tem grande fé de que as coisas podem ser feitas. Ele não é o tipo de pessoa que fica procurando
razões para não fazer as coisas”, diz Ron Knighton, ex-diretor de publicações da Igreja.
Profissionalmente, Russell se envolveu com várias empresas, incluindo automotivas, imobiliárias e
negócios de investimento. Russel foi o melhor vendedor da companhia do seu pai em 1950, a
Companhia Ballard Motor, e em 1956 assumiu a empresa. Durante aquela época, ele também serviu
como Reservista do Exército dos Estados Unidos, como primeiro tenente.
No final da década de 50, ao retornar de uma viagem de negócios, Russell contou à esposa que ele havia
conquistado o direito de ser o vendedor exclusivo da Edsel (o novo carro da Ford) em Salt Lake. Seus
negócios se tornaram os mais bem sucedidos do país e a Ford o convidou para ir a Detroit explicar para
outros negociadores como ele conseguiu aquilo. Mas eventualmente, a Edsel faliu e todos perderam
milhões de dólares. “Foi uma experiência devastadora”, lembra ele. Foi necessário anos para recuperar
do prejuízo, mas por seu trabalho árduo e integridade nos negócios, Russell conseguiu manter a
confiança das instituições financeiras. Ele disse: “Para mim, o fracasso é quando se desiste de tentar. Se
você continua trabalhando e faz o que é certo e honesto, ao final tudo dará certo”.
Em 1974 foi chamado como Pres. Missão Toronto Canadá, onde serviu por dois anos.
“Ele é um homem com grande capacidade, mas mesmo assim é ensinável. É comum vermos pessoas
brilhantes com falta de humildade, mas esse não é o caso de Russell Ballard. Se eu escolhesse uma
palavra para o descrever seria ensinável. Quando ele era o Presidente da Missão Toronto, eu fiz um tour
na missão. Ao chegar em casa minha esposa ficou preocupada por eu parecer tão cansado. ‘Você esteve
com um Presidente de Missão que não aceitou suas instruções?’ Respondi: ‘Não, pelo contrário. Estive
com um presidente de missão tão ansioso por aprender e receber instruções que acabei me esgotando
mais do que é normal’.” Boyd K. Packer
“Lembro de uma experiência que tive quando era presidente de missão no Canadá. Reuni-me com mais
de 30 ministros de diferentes religiões e permiti que eles me fizessem perguntas. A primeira pergunta
foi feita por um excelente ministro que disse: ‘Sr. Ballard, se apenas nos mostrar as placas de ouro então
saberemos que o Livro de Mórmon é verdadeiro’. Olhei para ele e respondi: ‘Padre, o senhor sabe mais
do que isso. Sabe que Deus nunca revela a verdade ao coração das pessoas a menos que seja pelo poder
do Espírito. Mesmo que o senhor tivesse as placas, virasse as páginas e olhasse nelas, ainda assim não
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saberia se o livro é verdadeiro. Pegue apenas no Livro de Mórmon, leia e ore sobre ele, e saberá que o
Pai Celestial responde às orações’.”
Em abril 1976, enquanto presidia a missão, foi chamado para o Primeiro Quórum dos Setenta. Em
fev.1980 foi chamado para a Presidência dos Setenta (até out.1985).
Sua filha, Holly, lembra de seu pai como sendo muito compreensivo: “No dia que consegui minha
licença para dirigir, ele emprestou-me seu lindo Buick Electra para ir numa loja trocar uma roupa dele.
Ao estacionar arranhei o carro. Eu estava tão nervosa quando liguei para meu pai, achando que ele ia
ficar chateado. Ele simplesmente riu e disse-me que aquilo era somente um carro. Ele era tão
compreensivo, sempre sabia quando precisávamos de seus braços à nossa volta.”
Elder Ballard sempre foi muito atencioso com as pessoas que enfrentam dificuldades, e sempre
transmitiu a elas otimismo e encorajamento. Na Conferência de 1980 (como Setenta), convidou os
membros da Igreja que tinham um amigo inativo ou não-membro a virem para a luz do evangelho. “Eu
os convido a me escreverem quando precisarem de uma ajuda adicional. Enviem-me o nome da pessoa
que estão procurando resgatar e eu escreverei uma carta de encorajamento para ela”.
“O Elder Ballard escreveu mais de 600 cartas pessoais para pessoas que precisavam de ajuda para
ganhar um testemunho”, disse Dorothy Anderson, secretária dele.
“Ele tem grande compaixão pelas pessoas que sofrem ou estão infelizes”, diz Barbara.
A família lembra de uma ocasião em que eles dirigiram até um parque de diversões para passar o dia.
No caminho encontraram uma família oriental que também estava indo para o parque, mas o carro
tinha quebrado. Ao chegar ao parque, o Elder Ballard deixou a família e dirigiu de volta. Ele emprestou
seu carro para que a família oriental pudesse chegar ao parque e enquanto isso ele levou o carro deles
para a oficina. Quando o carro foi consertado, ele voltou para o parque e devolveu o veículo à família.
Ele também é muito chegado ao Espírito. Quando seu filho Clark e sua nora tiveram uma menina com
problemas de saúde, o Elder Ballard visitou a criança, de apenas 5 meses, no hospital. No dia seguinte a
criança morreu. “Meu pai disse-nos que a criança havia se comunicado com ele e pediu para não se
preocuparem, pois ela estaria bem. Ele sabia que nossa filha iria falecer antes de qualquer um de nós”.
Em 6 Outubro 1985 o Elder Ballard foi chamado como APÓSTOLO na manhã de domingo antes do início
da Conferência Geral. Barbara lembra: “Foi uma grande surpresa. Estávamos prontos para sair de casa
para ir para a conferência. O telefone tocou e era o Presidente Hinckley. Ele pediu a meu marido que
fosse para o escritório. Russell pensou que pudesse ser um pedido para falar na conferência, uma vez
que um dos oradores estava doente. Estávamos tranqüilos a caminho do escritório do Presidente
Hinckley e até conversamos sobre qual tema ele deveria falar caso fosse chamado para discursar.
Quando chegamos ao escritório, Presidente Hinckley chamou meu marido como um Apóstolo. Eu quase
pensei, “por favor, poderia repetir novamente? Eu acho que não ouvi direito”. Russell olhou para mim
com lágrimas nos olhos. Foi uma experiência incrível”. Com isso, M. Russell Ballard foi apoiado como
membro do Quórum dos Doze Apóstolos, na sessão da tarde da Conferência Geral.
“Sinto-me profundamente humilde com a confiança que o Senhor e meus Irmãos têm em mim, e
prometo a todos que farei o melhor que eu sei. Eu sei qual é a fonte deste chamado. Sei que Jesus é o
Cristo e que Ele vive”.
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Em 25 Junho 2007, o Elder Balard anunciou publicamente que a Igreja atingiu a marca de um milhão de
missionários que serviram desde a restauração. O anúncio foi feito no CTM de Provo, ao lado da estátua
de bronze em tamanho real, representando Samuel Smith, o primeiro missionário da Igreja.
( http://www.newsroom.lds.org/ldsnewsroom/eng/news-releases-stories/one-million-missionaries-thirteen-million-members )
Em 15 dezembro 2007, o Elder Ballard pediu aos membros para usarem mais a internet – chats, blogs e
outros tipos de mídia – para falar sobre a Igreja. “Existe conversas sobre a Igreja constantemente. Essas
conversas vão continuar quer participemos delas ou não. Mas não podemos ficar parados enquanto
outros, especialmente os críticos, tentam definir o que a Igreja ensina. Algumas conversas têm
audiência de milhares e até milhões, mas outras são bem menores. No entanto, todas as conversas têm
impacto sobre aqueles que participam delas. A percepção da Igreja é estabelecida uma conversa de
cada vez.”
( http://www.newsroom.lds.org/ldsnewsroom/eng/news-releases-stories/mormons-encouraged-to-share-personal-perspectives-online-to-explain-their-faith )
Em 20-21 janeiro 2009, O Elder Ballard e o Presidente Uchtdorf foram designados pelo Presidente
Monson para representar a Igreja na posse do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
( http://www.newsroom.lds.org/ldsnewsroom/eng/news-releases-stories/church-leaders-to-attend-inauguration-of-president-elect-barack-obama )
ENSINAMENTOS
1. “Para as perguntas mais importantes de sua vida eterna há respostas nas escrituras e nas palavras
dos apóstolos e profetas.” (CG, abr.09, p.31)
2. “A luz espiritual não se perde porque Deus vira as costas para Seus filhos. A escuridão espiritual
ocorre como resultado de Seus filhos virarem as costas para Ele.” (CG, abr.09, p.32)
3. “Não dá para obter um testemunho pesquisando no Google. Vocês ganham um testemunho forte do
mesmo jeito de sempre. Ele vem com o desejo, o estudo, a oração, a obediência e o serviço.” (CG,
abr.09, p.34)
4. “Esta não é uma época para os espiritualmente fracos.” (CG, out.08, p.84)
5. “As mulheres da Igreja são a arma secreta do Senhor.” (TML, jun.04, p.10)
6. “Não sei como alguém que ama o Senhor Jesus Cristo, não tenha o desejo de servi-Lo seja qual for o
chamado.” (TML, jan.03, p.15)
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RICHARD GORDON SCOTT – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER RICHARD G. SCOTT.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER SCOTT QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER SCOTT A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 4 ENSINAMENTOS DO ELDER SCOTT, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
Nasce em 07 novembro 1928, filho de Kenneth Leroy e Mary Whittle, em Pocatello, Idaho. Ele teve 4
irmãos. Aos 5 anos, sua família mudou para Washington D.C. Seu pai não era SUD, sua mãe era inativa.
Os pais sempre incentivaram os filhos a explorar, construir, montar e desmontar, descobrir como as
coisas funcionam. Até os deixavam consertar o carro da família. Richard tocava clarinete e saxofone
numa banda e bateria nas marchas da cidade. Para pagar a faculdade trabalhou num cruzeiro em Long
Island, cortou árvores em Utah e consertou vagões de trem.
Certa vez, concorreu para trabalhar no parque de Utah, mas foi recusado. Ele jogou fora a carta sem
ninguém saber e viajou para Utah. Depois de atravessar os Estados Unidos ele só tinha 3 centavos no
bolso. Ao chegar ao parque, perguntaram: Você não recebeu a nossa carta?
Sim, mas quero trabalhar aqui. Tem alguma vaga como atendente?
O homem riu com desprezo. Então Richard perguntou: E a vaga de sinaleiro?
Desta vez o homem riu menos! Engolindo em seco, Richard disse: Tá bom, posso lavar pratos?
- Esqueça rapaz, não temos vagas, disse o homem.
Tocando nas 3 moedas que tinha no bolso, Richard estava desesperado: ‘Eu lavo pratos por duas
semanas e se não gostar do meu trabalho não precisa me pagar’, ao menos teria onde dormir e
comer. Relutante, o homem acabou concordando. Richard lavou pratos, mas sempre oferecia
ajuda ao cozinheiro. Ao final do verão, era o 2º melhor cozinheiro.
Ele juntou dinheiro para pagar a faculdade e ainda sobrou. Formou-se em engenharia mecânica na
Universidade George Washington e fez pós-graduação em engenharia nuclear, no Tennessee.
Encorajado pelo bispo e mestres familiares, freqüentava a Igreja sozinho, apesar de ir sem vontade.
Durante a faculdade, seus planos de carreira estavam acontecendo conforme planejado, até que o
Senhor jogou uma bomba no seu caminho: Jeanene Watkins. “Achei que ela nunca aceitaria sair
comigo, mas mesmo assim continuei tentando”. O esforço compensou e eles namoraram por 3 anos.
“Eu estava muito apaixonado por Jeanene e uma noite tivemos uma boa conversa sobre o futuro, até
que ela disse: ‘Quando eu casar vai ser com um missionário retornado no Templo’. Eu estava nos últimos
meses da faculdade e não tinha pensado muito em fazer missão. Pensei nisso a noite inteira e no dia
seguinte. Pouco depois eu estava na sala do bispo decidido a servir uma missão.”
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Jeanene é filha do Senador de Utah, Arthur V. Watkins: “Cresci com grande desejo de ser missionária e
vim de uma família missionária. Por isso eu sempre quis casar com um missionário retornado.”
1950, Richard foi chamado para a Missão Uruguai enquanto Jeanene serviu nos Estados do Noroeste.
Na missão, o Elder Scott descobriu algo de grande valor: “Quando orava pelos outros e pelas coisas que
eles precisavam, eu sentia inspirações para fazer mudanças na minha própria vida. Com a inspiração
para servir os outros vem o feedback para seu próprio crescimento.”
Certa ocasião, uma família convidou os missionários para explicar o que a Igreja ensina, com a condição
de não tentar convertê-los. Quando chegaram à casa da família, descobriram outro convidado, um líder
de outra religião que supervisionava a América do Sul. ‘Ele desafiou e contradisse tudo o que eu
ensinava. Fui despedaçado ao tentar defender minhas crenças, enquanto procurava honrar o
compromisso de não tentar convertê-los. Quando terminou, voltei para casa sentindo-me terrivelmente.
Sentia que não tinha defendido a Igreja adequadamente. Orei muito naquela noite’. No dia seguinte, a
família convidou novamente os missionários. A família estava envergonhada pelo que tinha acontecido
e muito impressionada por os élderes terem cumprido sua promessa, mesmo quando o outro ministro
que não o fez. Agora eles queriam ser ensinados. Por fim foram batizados.
Richard e Jeanene casaram no Templo de Manti, Utah, em 16 julho 1953. “Eu voltei alguns meses antes
dele, e casamos no Templo de Manti duas semanas depois dele chegar”. Tiveram sete filhos.
Cedo no casamento, os Scott perderam 2 filhos, uma filha morreu pouco antes de nascer e seis semanas
depois o filho de dois anos morreu numa cirurgia do coração.
“Ao terminar a operação, o cirurgião nos informou que havia sido um sucesso. Expressamos
profunda gratidão a Deus. Dez minutos depois, o mesmo médico voltou com a fisionomia abatida
e disse: ‘Seu filho morreu’. Aparentemente, o choque da operação foi maior do que seu corpinho
pôde suportar. Mais tarde, já à noite, abracei minha esposa e disse: ‘Agora temos uma razão
para viver na maior retidão. Temos um filho e uma filha que estavam qualificados para ir para o
reino celestial’. Esse conhecimento nos deu grande consolo.” (CG, abr.09, p.45)
“Quando vivemos em retidão, nunca devemos reclamar do que acontece em nossa vida.” (p.45)
O Elder Scott acredita que a decisão de servir missão, foi determinante para seu sucesso Professional.
Antes de ir para missão, um de seus professores chamou-o de louco e disse: “Agora você terá grandes
oportunidades de bons empregos, se for para missão não conseguirá nada quando voltar”.
Ao voltar, trabalhou numa fábrica local, mas após 5 semanas recebeu a ligação de ‘alguém’ chamado
Rickover, pedindo que fosse a Washington para uma entrevista. Esse ‘alguém’ era o Almirante Hyman
G. Rickover. A entrevista parecia fracassada quando mencionou ter servido uma missão: “Que missão?
Que me importa sua missão?” Mas desta vez Richard se defendeu, pois havia sido uma experiência
extraordinária em sua vida. Então o Almirante perguntou: “Qual foi o último livro que você leu?” – “O
Livro de Mórmon”, respondeu Richard. Com as esperanças esgotadas, Richard levantou para sair. “Só
um minuto”, disse o Almirante, “eu estava testando você para ver se conseguia realmente defender
aquilo em que acredita. Este projeto não será fácil, precisamos de pessoas confiantes”. O Elder Scott foi
escolhido dentre muitos candidatos para trabalhar com o Almirante no Programa Naval Nuclear,
desenhando e desenvolvendo sistemas de combustíveis nucleares num projeto militar ultra-secreto. O
Nautilus, tornou-se o primeiro submarino movido a energia nuclear.
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“Depois de alguns meses, estava olhando as listas do pessoal trabalhando no nosso projeto e
descobri que o professor que me disse que eu não conseguiria arrumar nenhum bom emprego
se fosse para missão, estava agora trabalhando sob a minha responsabilidade, três níveis abaixo.
Isso foi para mim um testemunho de como o Senhor me abençoou por ter colocado minhas
prioridades no lugar certo.”
Nesse período o Elder Scott serviu como Pres. Quórum dos Setenta (na estaca) e secretário da estaca.
Ezra Taft Benson era o Pres. Estaca Washington D.C. e Secretário da Agricultura EUA. O pai do Elder
Scott era o Secretário-Assistente da Agricultura. O exemplo do Pres. Benson tocou-lhe profundamente e
ele se converteu. O Pres. Benson o confirmou como membro da Igreja, após 30 anos de casado. O casal
serviu como oficiantes no Templo Washington. Hoje, os 5 filhos são ativos e casados no templo.
1965, chamado como Pres.Missão Argentina Norte, aos 37 anos. Foi fortemente incentivado a rejeitar.
O Almirante não ficou nada feliz com as notícias. “Ele reagiu de forma muito agressiva, mas meu
comprometimento em servir ao Senhor era firme”.
Um dos missionários, Wayne L. Gardner, lembra da designação de preparar uma conferência:
“Deu tudo errado. O local para a reunião foi cancelado na última hora. Cheguei atrasado ao
aeroporto e ele já estava esperando por mim. Esqueci de pedir ao taxista que esperasse, e não
havia outros por perto. Conseguia ver a frustração nos olhos do presidente, mas ele colocou seu
braço em minha volta e disse que me amava. Espero nunca esquecer dessa lição”.
Além da bênção do trabalho missionário, houve a bênção de serem liderados por 3 supervisores
inspirados: Spencer W. Kimball, Gordon B. Hinckley e Franklin D. Richards. “Não poderia haver
outros 3 melhores supervisores para treiná-lo e prepará-lo.” Jeanene
1969, de volta a Washington, depois de 4 anos de missão, Richard trabalhou numa firma de engenharia
nuclear. Nesse período foi chamado para a presidência da estaca Washington D.C. e como
Representante Regional no Uruguai, Paraguai, Carolina do Norte e do Sul, Virginia e Washington D.C.
O Elder Scott é um faz-tudo em casa, conserta encanamentos, eletricidade, carros e qualquer outra
coisa necessária. Ele até construiu alguns cômodos adicionais em casa.
“Algo que sempre admirei, é que apesar de viajar muito durante nossa vida de casada, ele
sempre participou da responsabilidade de criar os filhos comigo.” Jeanene
“Ele possui a mente de um cientista, o olho de um artista e a alma de um homem que possui
prioridades centradas em Deus e na família.” (Biografia)
O médico anunciou que Kenneth Scott tinha câncer e pouco tempo de vida. Em jejum, Richard e seus 4
irmãos deram-lhe uma bênção do sacerdócio prometendo recuperação total. A promessa se cumpriu!
1977, chamado para o Primeiro Quórum dos Setenta, pelo Pres. Spencer W. Kimball.
“Após a entrevista com o Presidente Kimball, estávamos voltando a pé para o hotel, quando
Jeanene voltou-se para mim e disse: ‘O Presidente Kimball disse que três seriam chamados. Ele
mencionou Jim Paramore e Homer Durham. E quem era o terceiro mesmo?’ ‘Eu’, respondi. Ela
realmente estava em estado de choque. Mal conseguíamos andar até o hotel”.
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A Sister Scott conta como a filha Linda, de 13 anos, recebeu a notícia do chamado por telefone:
“Richard disse: ‘Linda, adivinhe? Fui chamado como Autoridade Geral’. Linda deixou cair o
telefone e dançou na sala gritando de alegria. Finalmente, quando voltou a pegar no telefone Ela
disse: ‘Papai, o que é uma Autoridade Geral?’”
O Elder Scott disse: ‘Não existe problema em dedicar toda a sua vida ao Senhor. O problema é se
você está realmente preparado para fazer o que o Senhor quer que você faça”.
Em 1983, foi chamado para a Presidência dos Setenta.
29 setembro 1988, o Pres. Ezra Taft Benson chamou Richard G. Scott como Apóstolo de Jesus Cristo. Foi
apoiado em 01 outubro 1988. Seu chamado foi ocasionado pela morte do Pres. Marion G. Romney.
“Eu sei que este chamado vem do Senhor. Sei que existe uma grande distância entre o que eu
sou e o que se espera que eu seja. Saber disso me faz sentir muito humilde.”
Na mesma ocasião, o Elder Boyd K. Packer disse sobre Jeanene: “Ele é apoiado por sua querida
esposa, Jeanene, que não fica nem um pouco atrás dele em poder espiritual”.
Em 15 maio 1995 Jeanene faleceu de câncer, aos 65 anos, após 42 anos de casados.
“Há 14 anos, o Senhor levou minha esposa para o outro lado do véu. Amo-a de todo o coração, mas
nunca reclamei, porque sei que foi a vontade Dele. Nunca questionei o porquê, mas perguntei o que Ele
deseja que eu aprenda com essa experiência. Creio ser uma boa forma de enfrentar as coisas
desagradáveis em nossa vida: sem reclamar, mas agradecendo ao Senhor pela confiança que Ele deposita
em nós quando nos dá a oportunidade de vencer dificuldades.” (CG, abr.09, p.45)
ENSINAMENTOS
1. “As pessoas fazem grandes sacrifícios para irem a um templo distante. Porém, quando um templo é erguido
nas proximidades, em pouco tempo muitos não o frequentam com regularidade. Estabeleçam metas
específicas... a partir daí, não permitam que nada interfira nesse plano (...) O que poderia ser mais importante
do que ir ao templo e participar das ordenanças sagradas? (...) [O Templo] é o lugar que pode libertá-los das
cadeias que atrasam seu progresso eterno..” (CG, abr.09, p.43-44)
2. “Seus pensamentos mais íntimos são condizentes com a orientação do Santo Espírito ou poderiam ser
beneficiados por uma faxina rigorosa?” (CG, out.08, p.45)
3. “O Pai Celestial reservou Sua maior, mais esplêndida e suprema criação, a mulher, para o fim. Só então, foi
declarado que a obra estava completa e era boa.” (CG, out.08, p.46)
4. “Frequentemente, o verdadeiro valor de certas coisas só é reconhecido quando as perdemos.” (CG, out.08,
p.46)
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ROBERT DEAN HALES – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER ROBERT D. HALES.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER HALES QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER HALES A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 5 ENSINAMENTOS DO ELDER HALES, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
24 agosto 1932, filho de John Rulon e Vera Marie Holbrook, em Nova York. O mais novo de três filhos.
Como Presidente dos Diáconos aprendeu a respeitar os líderes do sacerdócio. A mesa do sacramento
ficava em frente ao palco. Os diáconos costumavam pegar as bandejas do sacramento, subir no palco,
guardar as bandejas e, correndo pulavam do palco para pegar o restante das bandejas. “Pulei do palco e
nosso novo bispo estava por perto. Ele pegou-me antes que chegasse ao chão. Eu disse: ‘Todo o mundo
está fazendo a mesma coisa’, mas ele respondeu: ‘Sim, mas você é o Presidente do Quórum dos
Diáconos’. Passei a admirar os líderes do sacerdócio que se davam ao trabalho de ensinar-me.”
“Quando era um diácono meu pai me levou até o Bosque Sagrado. Nós oramos ali e dedicamos nossa
vida ao Senhor. Depois ele conversou comigo sobre coisas sagradas. Quando voltamos para casa ele
pintou um quadro do Bosque Sagrado para mim. Sempre penduro esse quadro em meu escritório e
quando olho para ele lembro de meu pai e de nossa conversa naquela tarde de verão.”
Ele amava beisebol. Na escola secundária era o lançador principal da equipe, mas numa determinada
época, as jogadas ruins de Robert fizeram com que a equipe da escola perdesse 3 jogos seguidos. A
manchete no jornal da escola dizia: “O Azarado Hales perde Novamente”. Ele pegou o uniforme e foi
dizer ao treinador que ia abandonar a equipe, mas o treinador disse: “Sabe por que você está perdendo?
Seu braço está cansado no final do jogo porque antes dele, em vez do aquecimento, você fica lá fora
impressionando a platéia com suas jogadas, isso equivale ao esforço de 1/3 do tempo do jogo. Pare de
exibir-se e não cansará o braço”. Robert aceitou o conselho e no jogo seguinte não deixou a equipe
adversária marcar ponto algum. “Com o Senhor, as coisas funcionam do mesmo modo. Não me canso
das correções do Senhor ou dos ungidos do Senhor”.
Pagou seus estudos trabalhando para as televisões KDYL e KSL, como câmera e editor de filmes.
Ele continuou a jogar beisebol no time da Universidade de Utah até uma lesão pôr fim a sua carreira.
Graduou-se em Comunicações e Negócios pela Universidade de Utah em 1954. No 2º ano da
faculdade, Hales conheceu Mary Elene Crandall. Eles casaram no Templo de Salt Lake em 10 Junho
1953. O casal teve dois filhos.
Depois da faculdade ele serviu na Força Aérea dos Estados Unidos como piloto de caça (F84
Thunderjets e F100 Super Sabres).
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“Quando eu era jovem, servi na Força Aérea dos Estados Unidos como piloto de caça. Cada unidade de nosso
esquadrão tinha um lema que nos inspiraria em nossos esforços. O lema de nossa unidade – exibido na lateral de
nosso avião – era “Retorne com Honra”. Esse lema era um lembrete constante para nós de nossa determinação
para voltar para nossa base com honra somente após ter despendido todo nosso esforço para completar com
sucesso cada aspecto de nossa missão. Esse mesmo lema pode ser aplicado para cada um de nós em nossa
progressão no plano eterno. Tendo vivido com nosso Pai Celestial e tendo vindo para a vida mortal, nós
precisamos ter a determinação para retornar com honra para nosso lar celestial.” (Ensign, maio 1990)
Ao voltar, fez Mestrado em Administração na Universidade de Harvard, completando-o em 1960.
Nessa época foi chamado como Pres. Quórum de Élderes. Em seu coração estava disposto a
aceitar, mas os professores desencorajavam qualquer atividade extra, devido à intensidade do
curso. Ele aconselhou-se com a esposa. Após jejuarem e orarem, Mary disse: ‘Prefiro um
portador do sacerdócio ativo a um homem que tenha um diploma de Mestre em Harvard’.
Mais tarde o Elder Hales disse: “Demonstramos ao Senhor quem somos e o que pretendemos
tornar-nos ao tomarmos decisões difíceis quando jovens”.
Com o mestrado, várias oportunidades de emprego levaram a família para a Inglaterra, Alemanha,
Espanha e diversas regiões nos Estados Unidos, como executivo de várias empresas:
Presidente da Papermate (Gillette Co.), Vice-Presidente da Max Factor, Presidente da Rede de
Televisão Hughes, Presidente da Chesebrough-Pond's.
Com todas as mudanças da família, o Elder Hales serviu em muitos chamados:
Presidente de Ramo em Albany (Georgia), Weston (Massachusetts) e Frankfurt (Alemanha).
Bispo na Ala Wilmette (Chicago), Frankfurt (Alemanha) e Sevilha (Espanha).
Professor do Seminário em Downey (Califórnia).
Sumo Conselheiro na Estaca Boston e na Estaca Londres.
Conselheiro na Presidência da Estaca Boston.
Mary sempre procurava se adaptar às mudanças. Na Alemanha ela matriculou os filhos na escola,
aprendeu a localizar-se no complicado e movimentado sistema de auto-estradas e acabou por aprender
a falar alemão. Ela sempre fazia o que precisava ser feito.
“Eles formam uma equipe completa. Seu relacionamento é 100% de igualdade, um não domina o outro.
Todas as opiniões são levadas em conta” Susan (nora)
“Uma vez, ao ser promovido, meu chefe disse que eu não estaria onde estava sem minha esposa, ‘ela é
nosso maior trunfo. Não se esqueça disso’ Nunca me esqueci. Seguimos o provérbio: Tu me ergues, eu
te ergo, e assim subimos juntos.”
“Lembro de uma ocasião em que voltei de uma viagem ao estrangeiro. Eu estive fora por algum tempo.
Minha esposa sentou no braço da cadeira e eu encostei a minha cabeça em seu ombro. Estávamos
chegando ao final do mês e ela perguntou se eu já tinha feito minhas visitas de mestre familiar. Vou ser
honesto, eu tinha outras preocupações em mente, mas fui e fiz minhas visitas. Era assim que ela me
treinava. Eu estava começando a entender a lei da consagração”. (CG, abr.75)
1970-1975 Representante Regional dos Doze, nas áreas de Minnesota e Louisiana.
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Em 1975 estava numa reunião de negócios quando a secretária entregou-lhe um bilhete dizendo que o
Pres. Marion G. Romney estava ao telefone. Era bastante incomum interromper-se uma reunião dessas,
todos ficaram surpresos quando ele levantou-se para atender o telefone. O Pres. Romney pediu a
Robert que aceitasse o chamado de presidente de missão em Londres, na Inglaterra.
Algumas semanas depois, ele recebeu outra ligação de Salt Lake, desta vez era o Presidente
Spencer W. Kimball. Ele perguntou a Robert se não se importaria de ir para outra missão.
“Não me importo. Mande-me para onde desejar, Presidente.”
“Você se importaria se o enviarmos para Salt Lake?” – “Não, Presidente, pode ser!”
O Presidente Kimball perguntou: “Você se importaria de servir por mais de três anos?”
Robert disse: “O Tempo que o Presidente quiser.”
Então o Presidente Kimball chamou-o para o serviço integral na Igreja como Autoridade Geral:
“Queremos que sirva pelo resto de sua vida”. “Eu sei que ficou decepcionado, sei que desejava
presidir uma missão, mas não se preocupe você terá muitas missões”.
Abr.1975-Out.1976, Assistente dos Doze (42) chamado pelo Presidente Spencer W. Kimball.
Out.1976-Abr.1985, Primeiro Quórum dos Setenta (44) chamado pelo Presidente Spencer W. Kimball.
Como assistente dos Doze e Setenta, o Elder Hales ajudou a planejar 27 Conferências de Área
para a Primeira Presidência. “Adorava viajar com os membros da Primeira Presidência, com os
Apóstolos e outros líderes. Ver profetas, videntes e reveladores prestarem testemunho da
veracidade do evangelho aos Santos, em cidade após cidade, era simplesmente maravilhoso”.
“Meu sogro disse que quando eu visse um documento com a assinatura da Primeira Presidência,
eu nunca estaria errado se seguisse as instruções deles. Sempre segui esse conselho.”
1978-1979, Presidente da Missão Inglaterra Londres.
Ao terminar a missão em 1979, mudou-se para a Europa como Supervisor de Área. Junto com o Elder
Thomas S. Monson, dos Doze, ele trabalhou de perto com líderes de países onde o evangelho ainda não
havia sido estabelecido. Eles conseguiram aprovação para a construção do Templo de Freiberg. Suas
viagens às vezes coincidiam com agitações políticas e militares, com tanques e bombas de gás
lacrimogêneo, e com pessoas correndo e fugindo pelas ruas.
1983-1984, Presidente da Área América do Norte Sudeste.
Abr.1985-Abr.1994, Chamado como 11º Bispo Presidente (52), pelo Presidente Spencer W. Kimball.
“Ele é excelente para analisar um problema e encontrar uma solução. Tem um talento
extraordinário para realizar as coisas por meio de outras pessoas. Quando o problema é
resolvido ele dá-lhes os créditos. Ele consegue fazer com que as coisas aconteçam
anonimamente” Stephen Hales (filho)
“O Élder Hales é um edificador de pessoas. Ele ajuda as pessoas sem chamar atenção.” Henry B.
Eyring (era dos Setenta e já tinha sido conselheiro do Bispo Hales, no Bispado Presidente)
“Ele nunca cede em seus padrões, vive-os continuamente” Susan (uma das noras)
1994 (2 abril), Quórum dos Doze Apóstolos (61) chamado pelo Presidente Ezra Taft Benson, após a
morte do Elder Marvin J. Ashton.
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“Imaginem o que significa ser um rapaz de Nova York que memorizou os nomes de todos os
Apóstolos quando ainda era um diácono. Eu nunca pensei que seria um deles.” (Conferência de
Imprensa, após a sessão da conferência geral em que foi apoiado)
Na quinta-feira, 07 abril 1994, no Templo de Salt Lake, o Presidente Ezra Taft Benson, junto com
seus conselheiros, Presidente Gordon B. Hinckley e Presidente Thomas S. Monson, ordenou e
designou o Elder Hales como Apóstolo. Todos os membros dos Doze estavam presentes.
“Não desejo deixar passar uma oportunidade de prestar testemunho”.
O Elder Hales já sofreu com três paradas cardíacas. A última, submeteu-o a múltiplas cirurgias.
“Depois de recuperar-me de três grandes cirurgias que me impediram de discursar nas últimas duas conferências
gerais, que alegria é poder... ensinar e prestar testemunho... Nos últimos dois anos, exerci fé no Senhor para que Ele
me ensinasse lições mortais em períodos de dor física e angústia mental. Aprendi que as dores constantes e intensas
são algo que nos consagra, purifica, torna humildes e aproxima do Espírito de Deus. Houve momentos em que fiz
algumas perguntas diretas em minhas orações, como: “Que lições Tu queres que eu aprenda com essas experiências?”
Ao estudar as escrituras nesse período crítico de minha vida o véu tornou-se tênue e recebi respostas. Momentos
sombrios de depressão eram logo dissipados pela luz do evangelho à medida que o Espírito trazia paz, consolo e a
certeza de que tudo terminaria bem. Em algumas ocasiões, disse ao Senhor que eu certamente já aprendera as lições a
serem ensinadas e que eu não precisava passar por mais sofrimentos. Essas súplicas parecem ter sido em vão, porque
me foi mostrado com clareza que esse processo de purificação e testes deveria ser suportado no tempo do Senhor e à
maneira Dele. Uma coisa é ensinar “faça-se a tua vontade”, outra coisa é viver o princípio. Também aprendi que eu não
estaria só ao enfrentar essas provações, mas que anjos protetores me amparariam. E de fato, algumas pessoas eram
quase anjos em forma de médicos, enfermeiras e acima de tudo minha amada companheira, Mary. E em alguns
momentos, quando o Senhor assim desejou, fui consolado com visitas de hostes celestiais que me trouxeram consolo e
tranqüilidade eterna em minhas horas de necessidade. Embora meu sofrimento pessoal não possa ser comparado à
agonia do Salvador no Getsêmani, adquiri melhor compreensão de Sua Expiação e Seu padecimento. As experiências
desses últimos dois anos tornaram-me mais forte em espírito e deram-me coragem para testificar com mais eloqüência
ao mundo sobre os profundos sentimentos de meu coração. Estou diante de vocês hoje determinado a ensinar os
princípios do evangelho como os profetas da antigüidade: sem temer os homens, falando de modo claro e direto e
ensinando as verdades simples do evangelho.” (CG, out.2000, p.6)
ENSINAMENTOS
1. “O excesso de dívidas ocorre quando não conseguimos controlar nossos desejos compulsivos.” (CG,
abr.09, p.7)
2. “Nosso sucesso nunca é medido pela força com que somos tentados, mas sim pela fé com que
reagimos.” (CG, abr.09, p.7)
3. “Os verdadeiros discípulos de Cristo vêem oportunidades em meio à oposição.” (CG, out.08, p.72)
4. “O verdadeiro pastor não corre de um lado para o outro atrás das ovelhas, ele anda entre elas e
conquista sua confiança.” (TML, jun.03, p.8)
5. “O Senhor espera que sejamos tão fiéis, tão corajosos e tão determinados quanto aqueles que
vieram antes de nós. Eles eram chamados para dar suas vidas pelo evangelho. Nós somos chamados
para viver nossas vidas para o mesmo propósito.” (CG, out.05, p.91)
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JEFFREY ROY HOLLAND – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER JEFFREY R. HOLLAND.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER HOLLAND QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER HOLLAND A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 5 ENSINAMENTOS DO ELDER HOLLAND, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
Jeffrey nasceu no dia 3 dezembro 1940, em Saint George, Utah. Seus pais, Alice Bentley e Frank
Holland, tiveram quatro filhos, mas um deles faleceu ainda na infância. A mãe, era descendente de
pioneiros Mórmons, enquanto seu pai, era um Irlandês converso a Igreja.
Jeffrey tinha sua mãe como heroína e não queria desapontá-la. “Jeffrey era um menino obediente. Um
dia permiti que ele fosse a uma festa com a condição de chegar às 22h. Na festa, quando olhou o relógio
e viu que só tinha 15 min para chegar em casa, atravessou toda a cidade correndo. Ele nunca me deu
problema. Ele estava sempre na igreja e sempre cumpriu seus deveres do sacerdócio” (Alice)
“Dennis e Jeff conseguem transformar os incidentes do dia-a-dia em histórias que nos fazem
chorar de rir.” (Debbie, irmã)
Jeffrey era amigável. As criancinhas gostavam dele porque ele era bom para elas.
Jeffrey foi entregador de jornais e empacotador em supermercado. Quando trabalhou como
frentista num posto de gasolina, as pessoas sempre queriam ser atendidas por ele por causa de
sua natural cordialidade.
Ele era um líder por natureza. “Jeff era capaz de guiar seu grupo para fora ou para dentro da
Igreja e sempre escolheu guiá-los para dentro”, diz Karl Brooks (ex-prefeito de St. George)
Jeffrey amava esportes. “A principal alegria de minha juventude foram os esportes. Eu jogava em
qualquer time de equipe que se formasse”. Na Escola Secundaria Estadual Dixie, ele praticou
basquete, futebol, atletismo e beisebol.
o Os esportes mantiveram-no próximo de Patricia Terry, líder de torcida na escola. Eles
começaram a sair dois anos antes de sua missão. “Jamais conheci uma pessoa que tivesse
uma fé mais pura, vigorosa e profunda”, disse o Elder Holland.
Jeffrey foi chamado para servir na Missão Britânica.
“A missão foi o momento espiritual decisivo de minha vida, o começo de meus começos”.
Com a chegada do Presidente Marion D. Hanks, dos Setenta, seu futuro mudou para sempre.
“Ele teve uma profunda influência em minha vida. Antes da missão pensava em tornar-me
médico, mas voltei da missão crendo que Deus queria que eu fosse professor”.
O Pres. Hanks viu no jovem Elder Holland algumas qualidades excepcionais e chamou-o para
fazer parte de uma equipe de Instrutores Viajantes. Sua designação era ajudar outros
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missionários a tornarem-se discípulos de Jesus Cristo. “Mesmo tão jovem, ele floresceu no
discipulado, espelhando-se em Jesus Cristo”, disse o Pres. Hanks.
Enquanto o Elder Holland se preparava para voltar para casa, soube do chamado missionário de seus
pais para a mesma missão onde ele estava. Alice ri quando lembra que seu filho afirmava ser o único
missionário, em todos os tempos, que disse adeus aos pais tanto na ida quanto na volta da missão.
Jeffrey e Pat se casaram no Templo de Saint George, no dia 7 junho 1963, enquanto seus pais ainda
estavam servindo a missão. O casal teve 3 filhos: Matthew, Mary Alice e David Frank.
Após o casamento, Jeffrey e Pat mudaram para Provo, para freqüentar a BYU. Perto do final do curso
ele não se sentia ansioso para ser professor de Inglês, que era a sua especialização acadêmica. Então
surgiu a oportunidade de ensinar religião por meio-período na BYU enquanto se preparava para o
mestrado em instrução religiosa. Ele considerou isso uma resposta às suas orações.
Enquanto isso, Pat foi Presidente da Sociedade de Socorro numa ala de estudantes da BYU.
Em 1966, quando graduou-se em bacharel em inglês na Universidade de Brigham Young, sentiu-se
privilegiado ao ser contratado como professor do Instituto no Sistema Educacional da Igreja.
A família mudou-se para Califórnia onde Jeff ensinou em vários institutos. Após um ano, foi designado
como Diretor do Instituto em Seattle, Washington. O Presidente Brent Nash, Presidente da Estaca na
época, disse: “Os jovens eram atraídos por ele. Se ele conseguisse trazer alguns daqueles jovens para o
Instituto, o evangelho transformava-os”. Em Seattle ele também serviu como Bispo da ala de solteiros.
Prevendo uma carreira na área de ensino, Jeffrey decidiu que precisava de mais estudo, o doutorado.
Ele foi aceito na Universidade de Yale e os Holland mudaram para New Haven, Connecticut, em 1970.
Ali, Jeffrey serviu na Presidência da Estaca e Pat serviu novamente como Pres. Sociedade da ala.
Eles voltaram para Utah em 1972. Jeffrey ensinou no Instituto de Salt Lake por alguns meses antes de
ele ser chamado como Diretor da Associação de Melhoramento Mutuo do Sac. Melquisedeque, com o
privilégio de trabalhar com James E. Faust, L. Tom Perry e Marion D. Hanks, seu ex-Pres. Missão.
Nesse período serviu mais 2 vezes em Presidências de Estaca e como Representante Regional.
Em 1974 Jeffrey foi apontado como Reitor de Educação Religiosa na BYU. Ele sabia o quão importante a
educação religiosa era na universidade e encorajava a religião como um forte papel principal.
Em 1976 foi nomeado Comissário de Educação da Igreja.
Em 1980 foi chamado para uma reunião com a Primeira Presidência. Pres. Kimball, juntamente com
seus dois conselheiros, disse a Jeffrey que ele seria o novo Presidente da BYU, substituindo Dallin H.
Oaks. Jeffrey ficou perplexo e respondeu: “Presidente Kimball, o senhor só pode estar brincando!”.
Presidente Kimball respondeu ironicamente: “Irmão Holland, nesta sala não costumamos brincar”.
Servir como Presidente da Universidade Brigham Young foi uma bênção e desafio para a família Holland.
Enquanto o marido servia como presidente de uma grande universidade, Pat foi chamada como
conselheira na presidência geral das Moças. Com o apoio do seu marido e filhos, ela aceitou.
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Jeffrey sempre arranjava tempo para passar com os filhos, mesmo que isso significasse levá-los consigo
para uma designação ou atividade da Igreja.
Seus filhos sempre souberam que podiam ligar para os pais a qualquer momento; e quando
faziam, eles deixavam de lado tudo o que estavam fazendo para ouvi-los.
Como Presidente da BYU, ele arcou com o peso de fortes protestos contra a construção do Centro da
BYU em Jerusalém, mas nesse processo, conquistou o respeito de muitos oponentes. Ele trabalhou no
projeto com o Presidente Faust e o Presidente Hunter (Presidente do Quórum dos Doze).
Por seu trabalho em melhorar a compreensão entre cristãos e judeus, foi premiado com a "Torch
of Liberty" (Tocha da Liberdade), prêmio dado pela liga Anti-Difamação.
“O Elder Holland tem uma profunda espiritualidade associada a uma excepcional sensibilidade.”
James E. Faust
“Meu marido já está há muito tempo acostumado a viver pela fé. Ele exerce uma influencia
poderosa e edificante sobre as pessoas sem ânimo, ajudando-as a ver que há esperança por
meio do Salvador. Ele enxerga os outros através das lentes da caridade.” Patricia Holland
Em 1 Abril 1989 o Presidente Holland foi chamado para o Primeiro Quorum dos Setenta (aos 48 anos).
“Sou tremendamente grato ao Senhor pelo privilégio deste santo chamado e a oportunidade de
servir. Não existem meios suficientes para expressar o senso de responsabilidade ou os
sentimentos de inadequação que alguém tem ao ser chamado para tal ministério”.
Mesmo como Autoridade Geral, o Elder Holland passou 2 meses indo para o trabalho por um caminho
mais longo, dirigindo uma 1 hora mais que o normal, só para levar David à sua nova escola.
Matt diz que “toda a noite era como uma noite familiar, regada de risos, memórias, conversas
interessantes, testemunhos, ensino e expressões amorosas. Sempre sentíamos que nosso pai
ficava mais feliz do que nunca quando estava em casa com a família”.
Matt também diz que: “Minha mãe sujeita-se totalmente ao sacerdócio de meu pai. Meu pai, por
sua vez, sempre busca o conselho de minha mãe”.
Depois de cinco anos servindo como Setenta, o Presidente Howard W. Hunter, chamou Elder Holland
para servir no Quórum dos Doze Apóstolos (aos 53 anos). Com a morte do Presidente Ezra Taft Benson,
a Primeira Presidência foi reorganizada, ocasionando uma vaga no Quórum dos Doze.
Tarde da noite de 22 de junho, era uma quarta, ao chegarmos em casa, em Bountiful, depois de um dia cheio em Provo no
seminário de Presidentes de Missão, recebemos um telefonema em casa. Era o Presidente Hunter. Era exatamente 21:55…
eu nunca esquecerei. Para vocês pode ser diferente, mas eu não costumo receber ligações do Presidente da Igreja, e ainda
às 10 da noite! Não havia nenhuma secretária ou operadora, era somente a voz doce e inconfundível do nosso novo Profeta
do outro lado da linha. Depois de uma pequena conversa agradável, ele disse: “Tenho uma reunião da Primeira Presidência
às 08:00, mas gostaria de vê-lo antes disso se for conveniente. Não vai demorar. Pode passar no meu escritório às 07:30?
Mas só se for conveniente para você!” Conveniente?! Que típico. Eram 22h e ele ainda estava tratando de assuntos da
Igreja em casa, e eu sabia que ele estaria no escritório às 06:30 ou 07:00 no mais tardar. E ele preocupado se depois do meu
sono de beleza, 07:30 seria ‘conveniente’. Eu lhe assegurei que estaria lá sempre que ele quisesse. Então trocamos mais
algumas palavras e risos, após o qual ele confirmou novamente o horário da reunião e educadamente disse: “Boa noite”.
Eu desliguei o telefone relativamente calmo. Não era incomum alguns dos Irmãos pedirem que fossemos a seus escritórios
antes do início das reuniões matinais, e o Presidente Hunter fez parecer que era tão rotineiro e apropriado. De fato, ele saiu-
se tão bem que eu quase dormi de noite. Pat, esta maravilhosa esposa, não fez qualquer pergunta sobre o porquê dele ter
ligado ou o que ele disse. Nem uma pergunta! Ela simplesmente foi dormir como um bebê… como se o Presidente da Igreja
ligasse para ela todas as noites! Talvez até ligue!
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Na manhã seguinte, o Presidente Hunter já estava no escritório quando cheguei às 07:15. Ele convidou-me a entrar,
conversou um pouco comigo e depois, com grande força e com um olhar fixo que nunca esquecerei, um olhar fixo com olhos
azuis penetrantes, ele inclinou-se sobre a mesa e fez-me o chamado. A maior parte dessa experiência não poderei
compartilhar com vocês, mas foi poderosa, intensa e absolutamente esmagadora. Ele era poderoso e intenso e esmagador.
Eu chorei e ele chorou comigo. Ele deixou-me recuperar, com um silêncio que é tão apropriado nesses momentos. Ele não
disse nada por vários, vários minutos. Finalmente, recompus-me e respondi da melhor maneira que pude. Ele me
tranqüilizou. Depois conversamos calmamente por 30 minutos, com o Presidente Hunter me aconselhando docemente e
dando-me confiança. Eu sentei chorando, atordoado e ouvindo.
Ao terminarmos, ele disse-me que eu deveria estar no Templo às 09:30, onde, disse ele, eu seria naquela manhã, designado e
ordenado como Apóstolo e membro do Quórum dos Doze. Então, ele foi para a reunião das 08:00 com a Primeira
Presidência e eu tremia ao sair da sala. Às 09:15 eu estava esperando, conforme instruído, no 4º andar do Templo de Salt
Lake. Logo, o Presidente Hunter, o Presidente Hinckley e o Presidente Monson chegaram e iniciaram a reunião da Primeira
Presidência com o Quórum dos Doze. O Presidente Hunter conduziu a reunião, apresentou-me ao círculo, passou-me
formalmente minhas responsabilidades apostólicas com mais alguns conselhos pessoais, convidou-me a expressar-me e
depois designou-me e ordenou-me ao chamado. Depois dessa inesquecível e emocionante sequência, durando cerca de 1
hora e meia, fui então convidado a sentar na vazia 12ª cadeira apostólica. (CES Symposium, 09 Aug.1994, BYU)
“Dedico tudo o que possuo e tudo o que conheço para testificar a divindade do Salvador e a restauração
de Seu evangelho. Minha maior alegria e solene obrigação é testificar a respeito de Jesus Cristo, onde
quer que eu vá e para quem quer que seja, enquanto eu viver.”
Seu irmão Dennis disse: “Tudo o que Jeffrey queria era ensinar o evangelho em uma sala de aula. Eu
sempre soube que o Senhor tinha esse mesmo propósito para ele, mas o tamanho da sala de aula e o
número de alunos estavam numa escala muito maior do que Jeff imaginava”.
Elder Jeffrey R. Holland é autor de seis livros, e um deles ele é co-autor com sua esposa Patricia.
ENSINAMENTOS
1. “Deus nunca nos deixa sozinhos nem desamparados nos desafios que enfrentamos. O Pai de todos
nós está vigilante e pronto para ajudar.” (CG, out.08, p.31)
2. “Cremos num Deus que se envolve diretamente com nossa vida.” (CG, abr.08, p.93)
3. “Digam coisas positivas. Digam coisas animadoras, inclusive a respeito de si mesmos. Tentem não
reclamar nem resmungar incessantemente. É, a vida tem problemas; é verdade, há coisas negativas
a enfrentar, mas, por favor, aceitem uma das máximas de vida do Élder Holland: Não há desgraça na
vida que a lamúria não piore”. (CG, abr.07, p.18)
4. “Nossa ênfase especial está em trazer o céu para o lar, tentar trazer Deus para o casamento.” (TML,
2008, p.11)
5. “Às vezes não precisamos fazer todas as coisas que fazemos, mas seremos abençoados por fazer o
essencial.” (TML, 2008, p.16)
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DAVID ALLAN BEDNAR – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER DAVID A. BEDNAR.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER BEDNAR QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER BEDNAR A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 6 ENSINAMENTOS DO ELDER BEDNAR, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
Nasceu em 15 junho 1952 em Oakland, Califórnia. É o 3º de 3 filhos de Lavina Whitney Bednar e
Anthony George Bednar. Nasceu 15 anos depois do 2º filho.
Lavina era descendente dos pioneiros, mas seu marido não era SUD. Embora Anthony não fosse
membro, ele apoiou seus filhos freqüentando a Igreja com eles e ajudando-os em suas funções na
Igreja. Quando chegou a época de David servir como um missionário, seu pai o apoiou completamente.
Em suas cartas David sempre perguntava: “Pai, quando você se batizará?” a resposta era: “Eu me filiarei
a Igreja quando eu souber que é a coisa certa a se fazer”.
David cresceu na baía de San Francisco trabalhava na fazenda de laticínios de seu avô e ajudava sua
mãe a colher pêras e outras frutas. Ele era o quarterback da equipe na escola secundária.
Em 1971 foi chamado para servir na missão Alemanha Sul. Em menos de 1 ano tornou-se Assistente do
Presidente. Anos mais tarde David advertiria os membros da Igreja: “Todos nós somos missionários em
nossa família, escola, trabalho e comunidade. Indiferente de nossa idade, experiência ou situação de
vida, todos somos missionários.” (Ensign, Nov.05)
“Durante o meu treinamento para a missão, íamos para a solene sala de reuniões no Templo de Salt Lake. O
Presidente Harold B. Lee estava lá para responder as perguntas de aproximadamente 300 missionários. Ele se
levantou com o seu terno branco, segurando as escrituras, e respondeu cada pergunta com as escrituras, ou
então ele dizia ‘Eu não sei’. Eu pensei que jamais conheceria as escrituras como ele sabia, mas meu objetivo se
tornou usar as escrituras em meus ensinamentos da mesma maneira que eu vi o Presidente Harold B. Lee fazer”.
Depois de voltar para casa, David decidiu freqüentar a BYU onde conheceu Susan Kae Robinson.
Certa noite, um grupo de amigo reuniu para jogar um tipo de futebol americano. Susan pegou
um passe longo do profissional David e ele ficou muito impressionado, sem saber que esse tinha
sido o único que ela se lembrava de ter conseguido receber.
Eles casaram em 20 março 1975 no Templo de Salt Lake. Têm três filhos: Eric, Michael e Jeffrey.
Susan Bednar
O pai dela foi presidente de um banco e Bispo.
Aprendeu e deu aulas de piano.
Foi Pres. Primária, Pres. Moças, Prof. Esc. Dom, pianista da ala e diretora de música na primária.
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Editora do jornal da escola, secretária do Conselho Estudantil, e tocava piano e dançava nos
musicais da escola.
Formou-se pela BYU em 1974 em Educação, e deu aulas para a 1ª série até tornar-se mãe.
“Minha esposa Susan é uma mulher virtuosa e uma mãe justa. Vocês rapidamente perceberão
que a pureza e a bondade são muito evidentes no rosto dela. Eu tenho mais amor e gratidão por
ela do que as palavras podem expressar”. (CG, out.2004)
David foi bacharel em comunicação em 1976, e mestrado em comunicação organizacional em 1977.
Então, a família mudou-se para Indiana onde David obteve doutorado em comportamento
organizacional na Universidade Purdue, em 1980.
Um ano antes, em 1979, numa quarta-feira, o pai de David ligou: “O que você vai fazer no sábado? Você
poderia dar um pulinho aqui (na Califórnia) para me batizar?”. Após anos de oração e jejum, David
batizou, confirmou e ordenou Anthony G. Bednar ao sacerdócio.
Em 1980, eles mudaram para o Arkansas onde foi Professor Assistente de Gerenciamento na
Universidade do Arkansas – até 1984.
1982, chamado como conselheiro da estaca com apenas 30 anos de idade.
De 1984 a 1986 ensinou na Universidade Tech do Texas, cursos de comportamento organizacional,
gerenciamento de grupo, gerenciamento de qualidade total, comunicação administrativa.
De 1987 a 1992 foi Diretor Associado para Estudos de Graduação na Faculdade de Administração de
Negócios, e Diretor do Laboratório Gerenciamento de Tomada de Decisões de 1992 a 1997.
Em 1994 foi reconhecido como professor destaque da Univ. do Arkansas e recebeu a Premiação
Burlington Northern Foundation por Excelência no Ensino. Ele teve vários artigos publicados.
Nesse período foi bispo, Pres. Estaca Fort Smith Arkansas, Pres. Estaca Rogers Arkansas.
o Uma de suas marcas registradas era convidar os membros da estaca a trazerem suas
escrituras em todas as reuniões. Se alguém não estava com elas, ele os advertia e
encorajava a ser melhores.
o “Meu pai era ferramenteiro e sempre tinha as ferramentas consigo. Para mim, parecia
que as ferramentas dos membros da Igreja eram as escrituras e que sempre precisavam
estar conosco em nossas reuniões. Quando me tornei presidente de estaca, começamos
a dar destaque a elas para lembrar-nos de como elas podem sustentar a nossa fé.”
o “Ele sempre procura as fontes reais: as palavras dos profetas e as escrituras. Ele escuta,
faz perguntas inspiradas, depois escuta e faz outra pergunta inspirada. Quando eu tinha
14 anos, ele fez comigo uma entrevista que parecia uma entrevista para o templo.
Perguntou-me se eu apoiava o Pres. Ezra T. Benson. Eu disse que sim. Então perguntou:
‘O que você leu recentemente das coisas que o Pres.Benson disse?’” Eric (filho)
Mais tarde serviu como representante regional e depois como Setenta de Área.
Em 1997 aceitou ser o Presidente do Ricks College, em Rexburg, Idaho. A maior faculdade particular de
graduação em 2 anos dos Estados Unidos, com mais de 8.500 alunos.
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Ele disse com humildade que não sabia como ser presidente de uma faculdade, mas sabia como
ensinar. No primeiro devocional do ano, transformou um auditório lotado de alunos em uma
enorme sala de aula, pedindo aos estudantes que abrissem as escrituras e fizessem anotações.
Ouvia, ensinava e participava da vida dos alunos. Ensinou aulas de religião todos os semestres.
O Casal convidou estudantes para reuniões familiares onde os ensinavam por meio das
escrituras. Cerca de 35 mil alunos foram abençoados ao passar as tardes com os Bednar.
Susan hospedava as Autoridades Gerais: “Nunca pensei quando minha mãe me ensinou a
arrumar a mesa de jantar, que um dia eu o faria para profetas e apóstolos”.
Em junho 2000 o reitor Bednar foi informado pelo Presidente Hinckley da decisão de transformar o
Ricks College em uma faculdade tradicional de 4 anos.
Ao ser perguntado se estava com medo: “Lembro-me de poucas coisas que tenham feito com
que eu me ajoelhasse com mais fervor e freqüência do que o anúncio do Pres. Hinckley de que o
Ricks College passaria a ser a BYU-Idaho. Se eu pensasse que executaríamos essa transição
confiando exclusivamente em nossas experiências e julgamentos, então eu estaria apavorado.
Mas teremos ajuda dos céus. Não estamos sozinhos, então não, não estou com medo”.
“Parece que a fé expulsou o medo em meu pai. Não importa o que dá errado, ele sempre diz
‘Tudo vai dar certo’.” Michael (filho)
“Foi preciso coragem. Ele enfrentou forte oposição, mas fez com que algumas pessoas
mudassem de opinião e teve paciência com as que tinham dificuldade de deixar o passado para
trás. As pessoas sabiam que ele era totalmente leal ao profeta e ao conselho diretor. Era difícil
alguém seguir um rumo errado quando ele seguia as regras tão claramente.” Robert Wilkes
(reitor interino da BYU-Idaho)
Em 10 agosto 2001 o Ricks College se tornou oficialmente a BYU-Idaho.
Os anos acadêmicos tradicionais (Set-Abr), foram substituídos por uma agenda anual, que
permitia aos estudantes serem aceitos durante todo o ano e fazerem estágios fora do
campus em períodos que não fossem apenas nas férias de verão.
O ensino seria inovador e ao mesmo tempo edificar a fé no evangelho de Jesus Cristo.
1º outubro 2004, depois de 7 anos como Pres. da BYU-Idaho, o Pres. Hinckley fez-lhe o chamado
apostólico, menos de 24h antes de ser apoiado na CG. (falecimento do Elder Neal A. Maxwell)
“Acho que sei, melhor que qualquer pessoa, que na Igreja há literalmente milhares de homens
mais bem qualificados e mais capazes do que eu, mas também sei qual é a origem deste
chamado. Assim, sinto-me honrado em aceitá-lo. Estou ansioso por servir e anseio pela
oportunidade de aprender.”
“Irei aonde o Senhor e os líderes da Igreja quiserem que eu vá, farei o que eles quiserem que eu
faça, ensinarei o que eles quiserem que eu ensine, e me esforçarei para tornar-me o que devo e
preciso me tornar.” (CG, out.2004)
“Ele é um homem comum que pode fazer coisas extraordinárias por causa da força do Senhor. Ele é
uma testemunha viva de que a Expiação tem o poder de aumentar nossa capacidade.” Jeffrey (filho)
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“Quem o conhece bem diria que ele é durão, mas terno. É cheio de iniciativa, energia e discernimento;
tem fé e destemor; tem grande capacidade de liderança e sabedoria para seguir outras pessoas.” Susan
“Há mais de 30 anos, recebi, com o então Élder Thomas S. Monson, o encargo de ir até Berlim para uma conferência de
estaca. Precisávamos ir de Berchtesgaden, no alto dos Alpes, até Munique, para chegar ao aeroporto. Chegamos lá bem
antes do horário de partida do avião, programado para decolar às 10h, mas ficamos retidos por causa do nevoeiro. Ficamos
ali por quase 12 horas. Quase às 22h, dois missionários chegaram. Ele disseram que havia um trem saindo de Munique para
Berlim à meia-noite, nos levaram para a estação ferroviária e ajudaram-nos a comprar os bilhetes. Quando o trem já estava
partindo, um dos missionários perguntou: “Tem dinheiro alemão?”, fiz que não com a cabeça. Ele disse: “É melhor levar
algum”, e correndo ao lado do trem, tirou do bolso uma nota de 20 marcos. Naquela época, a Cortina de Ferro era realmente
de “ferro”. O trem parou em Hof, na fronteira entre a Alemanha Ocidental e a Alemanha Oriental, a tripulação alemã foi
trocada e a tripulação alemã oriental assumiu o controle do trem. Em seguida, o trem entrou na Alemanha Oriental, rumo a
Berlim. O governo americano tinha começado a emitir passaportes de 5 anos e eu tinha um novo. Antes da viagem, fomos
renovar o passaporte de minha esposa, mas eles disseram que o dela, de 3 anos, ainda era válido por mais 2 anos. Por volta
das 02h da manhã, o maquinista, que parecia ser um soldado, apareceu e pediu nossos bilhetes. Ao perceber que não
éramos alemães pediu nossos passaportes. Quase nunca tenho aversão às pessoas, mas ele foi uma exceção! Era um homem
corpulento, carrancudo e feio. Não falávamos nada de alemão. Éramos seis no compartimento do trem: minha esposa e um
alemão sentado ao lado dela e, no banco da frente, com os joelhos quase encostados nos nossos, havia outros três alemães.
Quando o condutor voltou, fez-se total silêncio. Ele começou a falar e eu sabia que ele estava recusando o passaporte da
minha mulher. Ele foi e voltou umas 2 ou 3 vezes. Por fim, sem saber o que fazer, tive a inspiração de mostrar-lhe a nota de
20 marcos. Ele pegou a nota e nos entregou os passaportes. Na manhã seguinte, quando chegamos a Berlim, um membro da
Igreja de alto escalão da CIA, foi receber-nos no trem. Contei-lhe o incidente, de modo descontraído. Ele ficou bem sério e eu
disse: “O que houve?”. “Não sei explicar como vocês chegaram aqui. A Alemanha Oriental é o único país do mundo que não
aceita o passaporte de 3 anos. Para eles, o passaporte de sua esposa não é válido”. Eu disse: “Bem, o que eles poderiam ter
feito?” Ele respondeu: “Tirá-los do trem”. “Eles não nos colocariam para fora do trem,não é?” Ele disse: “Vocês, não. Sua
esposa!” Imaginei como seria ver alguém tentando pôr minha esposa para fora do trem às 2h da madrugada nalgum lugar da
Alemanha Oriental. Não sei se eu saberia o que fazer. Eu me preocupo muito mais com ela do que comigo mesmo. Corremos
um grave perigo. As pessoas cujo passaporte não era aceito eram detidas. Tudo isso se resume ao seguinte: o missionário
que me entregou a nota de 20 marcos foi David A. Bednar, um jovem servindo na Missão Alemanha Sul, e que hoje é
membro do Quórum dos Doze Apóstolos. Se vivermos da maneira como devemos haverá alguém cuidando de nós. Não creio
que aquele élder soubesse as conseqüências do que estava fazendo. Aquela nota de 20 marcos valia 6 dólares e para um
missionário isso é muito dinheiro! Ao longo de sua vida verão que isso acontece quando vocês estão vivendo como deveriam
viver.” Boyd K. Packer (Liahona, jun.09, p.20)
ENSINAMENTOS
1. “Há uma diferença entre os membros que frequentam a igreja, pagam o dízimo e ocasionalmente
passam apressadamente por uma sessão do templo e os membros que fiel e constantemente,
adoram no templo. Procurem as coisas de importância eterna.” (CG, abr.09, p.99-100)
2. “As orações mais significativas e espirituais que já vi continham muitas expressões de
agradecimento e poucos ou nenhum pedido. Recomendo que periodicamente façamos uma oração
em que somente agradeçamos e expressemos gratidão.” (CG, out.08, p.43)
3. “Nosso propósito espiritual é sobrepujar tanto o pecado quanto o desejo de pecar.” (CG, out.07)
4. “Nossos filhos e os jovens da Igreja aprenderão mais com o que fazemos e com o que somos,
mesmo que se lembrem relativamente pouco do que dizemos.” (TML, 2006, p.6)
5. “A lealdade e a fidelidade no casamento não podem limitar-se a palavras bonitas.” (TML, 2006, p.6)
6. “Somos pessoas comuns que precisam realizar um trabalho extraordinário.” (TML, 2006, p.7)
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QUENTIN LAMAR COOK – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER QUENTIN L. COOK.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER COOK QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER COOK A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 6 ENSINAMENTOS DO ELDER COOK, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
Nasceu em 08 Setembro 1940, em Logan, Utah. Filho de Cleo Bernice KImball e Joseph Vernon Cook.
Teve dois irmãos.
A Bênção Patriarcal de Bernice revelava que seus filhos “trariam honra” para a família e “promoveriam
vigorosamente a obra do Senhor”.
Quentin recebeu de sua Presidente da Primária um livro de poemas, por ter atingido 100% de
freqüência nas reuniões da primária.
“Meu pai tinha três regras: Primeira: precisamos estabelecer metas dignas. Segunda: podemos mudar
nossas metas a qualquer momento. Terceira: Seja qual for a meta que escolhermos, temos que
trabalhar diligentemente para alcançá-la.”
Desde cedo aprendeu a observar as pessoas a sua volta e aplicar o melhor que existia nelas a sua
própria vida. “As pessoas têm muito a nos oferecer, se estivermos dispostos a aprender com elas. É por
isso que é importante cercar-nos de boas pessoas.”
O Élder L. Tom Perry contou suas experiências pessoais na reunião sacramental, logo depois de retornar
da II Guerra Mundial. Aquele momento inspirador continua sendo uma das lembranças mais antigas e
marcantes de sua infância.
Aos 15 anos de idade, seu irmão, Joe, queria ser um missionário, mas o pai, um bom homem que deixou
de ser ativo na Igreja, achava melhor que Joe fosse para a faculdade de medicina. Os dois irmãos
respeitavam muito a vontade do pai, por isso foram para um lugar isolado trocar idéias sobre o conselho
dele. Conversaram até tarde da noite sobre o evangelho, o testemunho e a missão, e concluíram: SE a
Igreja fosse apenas outra boa instituição, Joe poderia ajudar mais pessoas cursando a faculdade de
medicina; MAS SE Joseph Smith era realmente um profeta e o Livro de Mórmon era verdadeiro, então
servir uma missão seria muito mais importante. Na manhã seguinte Joe foi falar com o pai e prestou seu
testemunho. Pouco depois, ele partiu para a missão com o apoio do pai.
“Aquela noite foi um dos momentos mais importantes de minha vida. Depois que Joe e eu
conversamos, fui para o quarto e orei a respeito da veracidade do Livro de Mórmon e da Igreja
de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o testemunho veio de modo tão vigoroso que as
dúvidas foram varridas de minha mente para sempre.”
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Quando jovem, o Élder Cook adorava esportes e, no curso médio, ajudou a equipe de basquete e
futebol americano (quarterback) de sua escola a ganhar fama em todo o estado.
Seus interesses também incluíam os debates e a política. Aos 16 anos, foi um dos dois rapazes
escolhidos para representar o estado num evento nacional, no qual teve a oportunidade de conhecer o
presidente dos Estados Unidos, Dwight D. Eisenhower, e os futuros presidentes John F. Kennedy, Lyndon
B. Johnson, Richard M. Nixon e Gerald R. Ford. Ele ficou profundamente impressionado ao ver aqueles
homens criando leis e isso foi uma das coisas que influenciou sua decisão de estudar Direito.
1960-62, é chamado para servir na Missão Britânica com Jeffrey R. Holland. Seu Presidente de Missão
era o Elder Marion D. Hanks, dos Setenta, uma poderosa influencia para os dois jovens missionários.
Elder Cook sempre esteve rodeado de grandes pessoas, mas salienta que muitos deles não ocupavam
cargos de destaque na época. Eram apenas boas pessoas.
“Quando era jovem, queria provar a mim mesmo, com algum gesto heróico. Meu bisavô, David Patten
Kimball, foi um dos rapazes que ajudou a carregar os membros da Companhia Martin de carrinhos de
mão, atravessando o Rio Sweetwater. Isso pareceu-me o tipo de consagração que eu estava
procurando. Mais tarde, ao visitar meu avô, Crozier Kimball, ele explicou que o Presidente Brigham
Young, enviou os homens na missão de resgate instruindo-os a que deveriam fazer todo o possível para
salvar a companhia de carrinhos de mão, mesmo que tivessem que arriscar a própria vida. Os atos de
bravura deveram-se especificamente ao desejo que tinham de ‘Seguir o Profeta’. O ato heróico de
David P. Kimball em resgatar os pioneiros, pode ser comparado atualmente ao ato heróico de seguir o
profeta, não assistindo filmes imorais nem usando linguagem vulgar.”
Quentin conheceu Mary Gaddie enquanto ainda estava no segundo grau. Ela tinha um excelente talento
musical e tocava piano. No final do curso fundamental, ele foi eleito presidente e ela, vice-presidente do
grêmio estudantil. “Já éramos amigos bem antes de sermos qualquer outra coisa. Eu a admirava antes
de me apaixonar por ela. Casar-me com ela foi a melhor decisão que já tomei na vida.”
Eles se casaram no Templo de Logan, Utah, em 30 novembro 1962 e tiveram 3 filhos.
“Amo os hinos da primária. Acho que um dos chamados mais importantes na Igreja é o de Líder de
Música na Primária. Minha esposa serviu nesse chamado, então cantamos os hinos da primária muitas
vezes, em noites familiares e viagens de carro. Como Presidente de Área fiz tour nas missões e
geralmente convidava Mary para conduzir os missionários ao cantarem os hinos da Primária.”
“Papai é um pai perfeito, adoro tudo nele, mas minha mãe é uma santa.” Kathryn Cook Knight (filha)
Formou-se em Ciências Políticas na Universidade de Utah, em 1963, onde foi eleito a um cargo do
grêmio estudantil juntamente com seu amigo, W. Rolfe Kerr (atualmente Autoridade Geral Emérito e
Comissário do Sistema Educacional da Igreja).
Eles mudaram-se para a Califórnia onde Quentin concluiu o doutorado em Direito na Universidade de
Stanford, em 1966. Ele foi aluno de Henry B. Eyring, que era o professor de Direito.
“Nosso plano era voltar a Utah depois que eu me formasse, mas fomos inspirados a ficar na Califórnia,
onde moramos durante 33 anos e onde criamos nossos filhos.” (CG, out.07, p.71)
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Quando inscreveu-se para uma vaga de trabalho num escritório de advocacia em São Francisco, ele foi
convidado para almoçar com alguns dos sócios da firma. O sócio majoritário perguntou se ele aceitava
uma bebida antes do almoço e depois perguntou se queria vinho. Quentin recusou e explicou que era
membro da Igreja. Essa atitude foi mais importante do que ele poderia esperar: “Fui contratado, e
depois aquele sócio disse-me que naquele jantar estava testando-me ao oferecer-me bebidas. Ele tinha
percebido que no currículo eu deixara claro que tinha servido uma missão para a Igreja. Ele tinha
decidido que só ia contratar-me se eu fosse leal aos ensinamentos de minha Igreja, pois considerava isso
um assunto de caráter e integridade”.
Quentin começou como funcionário, depois sócio e finalmente como sócio-gerente. Em sua profissão
ele decidiu que “tudo o que sou e tudo em que acredito deve ficar bem evidente”.
Depois foi contratado como Presidente e Diretor Executivo do Sistema de Saúde da Califórnia.
Serviu como Bispo, conselheiro de estaca (seu irmão Joe era o presidente) e Presidente da Estaca San
Francisco, Califórnia. Sua estaca tinha unidades de língua inglesa, 2 ramos em espanhol, 2 ramos em
tonganês, 1 ramo em samoano, 1 ramo tagalo (das Filipinas), e 1 ramo de mandarim e cantonês.
Alguns desses membros eram muito pobres. Um homem que entregava pão para ganhar seu sustento
foi chamado para servir num bispado. “Esse é um dos maiores homens que já conheci. Aquele irmão
tinha visto os líderes da ala levarem uma maleta para as reuniões, por isso decidiu fazer o mesmo. Como
ainda não tinha nada para pôr dentro dela, ele a enchia de pães para dividir com as pessoas”.
FAMÍLIA – O filho, Joe, conta que o pai estava apreensivo com o fato de que Joe planejava voltar de
Utah para a Califórnia de carro, depois das provas finais de seu 1º semestre na BYU. Era dezembro, e as
estradas poderiam estar cobertas de neve e ele estaria cansado. Antes de viajar, alguém bateu à porta
de seu dormitório, Joe viu o pai, que tinha vindo de avião para acompanhar o filho em sua viagem de
carro para casa. Joe diz que aquela grande expressão de amor do pai por ele e o tempo que passaram
conversando na viagem de 1200 km sobre princípios do evangelho, foi um dos momentos marcantes na
sua vida e definiu seus objetivos em relação a seu testemunho e seu futuro como pai.
“Passar pelo quarto de meus filhos e vê-los estudando as escrituras ou orando de joelhos era a coisa
mais importante para mim, como pai”, diz o Elder Cook.
O Elder Cook serviu como Representante Regional e Autoridade de Área, até abril 1996, quando foi
chamado para servir no Segundo Quórum dos Setenta, como Autoridade Geral da Igreja.
“Conheço Quentin a vida inteira e sei que ele nunca fez nada que desonrasse seu nome, sua família nem
a Igreja.” Lee Burke (amigo de infância e companheiro de missão)
Como Autoridade Geral, serviu dois anos na Presidência de Área das Filipinas/Micronésia e mais dois
anos como Presidente da Área da Oceania, nas ilhas do Pacífico.
Em abril de 1998, foi chamado para o Primeiro Quórum dos Setenta e em agosto de 2007 foi chamado
para a Presidência dos Setenta.
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Atuou como Diretor Executivo do Departamento Missionário, com M. Russell Ballard dos Doze,
e desempenhou um importante papel na elaboração do novo guia missionário: Pregar Meu
Evangelho.
Em fevereiro 2007, quatro missionários foram seqüestrados na Nigéria. Elder Cook
desempenhou um papel importante e notável, coordenando os líderes locais nigerianos
ajudando a facilitar a libertação dos quatro missionários.
Em 06 Outubro 2007, após 11 anos como Setenta, Quentin L. Cook foi chamado para servir no Quórum
dos Doze Apóstolos, ocupando a vaga deixada por Henry B. Eyring, chamado para servir na Primeira
Presidência, após o falecimento do Presidente James E. Faust.
“A qualidade mais importante em todos nós que servimos no reino é sentir-nos bem ao prestar
testemunho da divindade do Salvador. Amo o Salvador e tive muitas experiências espirituais na
vida que me permitem dar testemunho Dele.” (CG, out.07, p.70)
Após o apoio na Conferência Geral, o Elder Cook e o Pres. Eyring foram entrevistados pela mídia. Ambos
receberam seu chamado na 5ª feira pelo Presidente Gordon B. Hinckley. O Pres. Eyring disse que o Pres.
Hinckley ligou para ele e convidou-o a fazer parte da Primeira Presidência. O Elder Cook, por sua vez,
disse: “Acho que o Pres. Hinckley sabia que para mim ia ser uma experiência muito mais assustadora do
que foi para o Pres. Eyring, então ele me convidou para ir ao seu escritório. Se alguém me tivesse
telefonado para fazer esse chamado, eu teria toda a certeza de que se tratava de um trote.”
ENSINAMENTOS
1. “Respeitem as pessoas que não compartilham de nossa crença e tenham apreço por elas. Igualmente
importante é sermos amorosos e bondosos com os membros de nossa própria religião.” (CG, abr.09, p.37)
2. “Embora nossa jornada seja cheia de tribulações, o destino final é verdadeiramente glorioso.” (CG, abr.09,
p.37)
3. “Esta vida nem sempre é fácil, nem é para ser; ela é uma época de testes e provas.” (CG, out.08, p.103)
4. “Sejam quais forem nossas provações, com a abundância que temos hoje, seríamos ingratos se não
reconhecêssemos nossas bênçãos.” (CG, out.08, p.104)
5. “Tenho o mais profundo amor aos irmãos que apoiamos como profetas, videntes e reveladores. Tenho
tentado servir com honra e fazer todo o possível para tornar suas responsabilidades mais leves.” (CG, out.07,
p.71)
6. “Há muitos excelentes membros da Igreja que se camuflam diante de seus vizinhos e colegas de trabalho. Eles
não revelam aos outros quem são nem aquilo em que acreditam. Precisamos que os membros se envolvam
muito mais em divulgar a mensagem da Restauração.” (CG, out.07, p.72)
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DAVID TODD CHRISTOFFERSON – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER D. TODD CHRISTOFFERSON.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER CHRISTOFFERSON QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER CHRISTOFFERSON A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 5 ENSINAMENTOS DO ELDER CHRISTOFFERSON, AO TÉRMINO
DESTE DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
Nasceu em 24 janeiro 1945, em American Fork, Utah, filho de Paul Vickery Christofferson e Jeanne
Swenson. Todd era o mais velho de 5 filhos.
“Tínhamos uma vida familiar muito segura e feliz. Meu pai e minha mãe nos ensinavam por meio
do exemplo.”
Em 1957, aos 12 anos, o pai viajou para Chicago em negócios, quando 13 ovelhas deram à luz na
fazenda. Na mesma noite chegou uma tempestade. Todd enrolou os cordeiros em panos para mantê-los
aquecidos. No dia seguinte, o pai, ouvindo falar da tempestade, ligou para casa e perguntou: “Então,
quantos cordeiros nós perdemos?” Todd respondeu: “Pai, não perdemos nenhum cordeiro”. Ele vigiou a
noite inteira e, mesmo com péssimas condições de sobrevivência, ele foi muito bem sucedido. Sua
esposa diz que isso é uma ilustração de como seu marido cuida dos cordeiros do Senhor que foram
colocados sob sua responsabilidade ao longo dos anos.
Em 1958, aos 13 anos, a mãe passou por um tratamento de câncer. O pai, que ficou com ela no hospital,
soube que Todd reuniu os irmãos para orar pela mãe. A cirurgia impediu que Jeanne realizasse algumas
tarefas domésticas. Todd sabia que a mãe gostava muito de pão caseiro, mas ela não conseguiria mais
fazê-lo. Então, pediu à avó que o ensinasse e passou a fazer pão regularmente para a família, por vários
anos, até ir para a faculdade.
“Há muitos anos, nossa mãe passou por uma cirurgia radical de câncer. Ela quase morreu. Grande parte do tecido do
pescoço e do ombro precisou ser retirado, e por muito tempo era bem doloroso para ela usar o braço direito. Cerca
de um ano após a cirurgia, meu pai levou mamãe a uma loja de eletrodomésticos e pediu que o gerente lhe
ensinasse como usar uma máquina para passar roupas. A máquina chamava-se Ironrite. Uma pessoa sentada numa
cadeira, apertava os pedais com os joelhos para baixar o rolete acolchoado de encontro ao aço quente e girá-lo para
passar a roupa. Isso faria com que passar roupas se tornasse muito mais fácil. Mamãe ficou chocada quando papai
disse ao gerente que eles pagariam à vista. A cirurgia e os remédios haviam deixado a situação financeira difícil. No
caminho para casa, minha mãe perguntou: ‘Como pudemos comprá-la? De onde veio o dinheiro? Como vamos
conseguir pagar as contas agora?’ Finalmente papai contou a ela que havia ficado sem almoço por quase um ano
para economizar o suficiente. ‘Agora, quando você passar roupas, não precisa parar e ir para o quarto chorar até
que a dor do braço desapareça,’ disse ele. Ela não tinha consciência de que ele sabia disso. Eu não sabia do sacrifício
e do ato de amor de meu pai para com minha mãe, mas agora que sei, digo a mim mesmo: Que grande homem era
ele!” (CG, out.06, p.46)
Todd participou da apresentação teatral ao ar livre do Monte Cumorah durante dois verões. Ele
lembrou as palavras de um antigo bispo que incentivou os jovens da ala a não desistirem de buscar o
Senhor até que sentissem “um testemunho do evangelho ardendo no coração”.
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Todd levou a sério as palavras de seu líder e orou, de tempos em tempos, sobre seu testemunho;
mas decidiu que Palmyra era o local certo para receber um testemunho:
“Certa noite fui ao Bosque Sagrado sozinho. Tirei os sapatos, entrei no bosque e comecei a orar.
Orei diligentemente por uma hora, talvez mais... mas nada aconteceu.”
Sentiu-se decepcionado. O que fez de errado? Por que o Pai Celestial não respondeu a sua
oração? Um mês depois, ao ler o Livro de Mórmon em seu quarto, ele recebeu sua resposta.
“Sem que eu pedisse, recebi o testemunho. Veio sem palavras, mas recebi uma confirmação espiritual
muito forte, do tipo que não deixa dúvidas, a respeito do Livro de Mórmon e de Joseph Smith. Não
podemos determinar quando, onde ou como Deus vai falar conosco. Fico contente pelo Pai Celestial não
ter-me respondido naquela noite em Palmyra. Talvez eu tivesse achado que é preciso estar em um lugar
especial para receber resposta a uma oração ou adquirir um testemunho. Mas não precisamos ir até
Jerusalém para saber que Jesus é o Cristo. Se o Pai Celestial conseguiu encontrar-me em Somerset, Nova
Jersey, Ele pode responder às orações de qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo.”
Em 1960, a família mudou-se da pequena cidade para uma cidade muito populosa em Nova Jersey.
Greg (irmão) disse: “Todd sempre teve um comportamento exemplar”. Anos depois do curso médio, um
ex-colega de classe vinha orando com a esposa para saber como criar os filhos. Quando os missionários
bateram à sua porta, ele lembrou de como Todd era bondoso e honrado. Devido àquela lembrança
convidou os missionários a entrar e acabou filiando-se à Igreja com toda a família.
Ele estudou na BYU por 1 ano antes de servir na Missão Argentina Norte, em setembro 1964.
Aprendeu muito com seus presidentes de missão: Pres. Ronald V. Stone e Pres. Richard G. Scott
O Élder Scott um dia viu o Élder Christofferson sofrer um acidente de bicicleta, que lhe rasgou o
terno e machucou as mãos. Ele não se deixou abalar. “Ele se limpou, montou na bicicleta e saiu
pedalando com o companheiro para um compromisso”.
Em dez.1966, o Élder Christofferson matriculou-se novamente na BYU, onde cursou inglês e participou
do grêmio estudantil e de competições esportivas da universidade.
Um dia viu uma bela jovem no campus. Ele não esqueceu do rosto dela e procurou sua foto no anuário
do campus, depois pediu a um amigo para os apresentar. Era Katherine Thelma Jacob. Em 28 maio 1968
casaram-se no Templo de Salt Lake. Eles tiveram 5 filhos.
“Eu já sabia que Kathy era bondosa e maravilhosa quando nos casamos, mas não sabia quão
profundos eram seu caráter, qualidades, sabedoria e virtude. Foi uma agradável surpresa
descobrir, ao longo do tempo, que ela era muito melhor do que eu havia imaginado”.
“Aqueles que conhecem Kathy têm comentado que eu casei com alguém superior a mim, e eu
concordo totalmente com essa conclusão.” (CG, abr.1993)
Todd formou-se na BYU em 1969 em Inglês e Relações Internacionais. Depois, também se formou em
Direito pela Universidade Duke, em 1972.
Ele foi contratado como assessor jurídico do juiz federal John J. Sirica, que viria mais tarde a presidir os
julgamentos do caso Watergate, “o pior escândalo político da história dos Estados Unidos”.
John Joseph Sirica intimou o Presidente Nixon a entregar as gravações da Casa Branca. Ele
presidiu o julgamento dos ladrões de Watergate, mas não acreditou que eles tinham agido
sozinho e pressionou-os a contarem quem era o homem que estava por trás do roubo. Ele foi
eleito ‘Homem do Ano’ em 1973 pela revista TIME.
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Todd recebeu uma oferta de emprego de um escritório jurídico em Washington D.C.
O Juiz Sirica telefonou para o diretor administrativo da empresa e disse: “Não posso liberar o
Todd. Ele é valioso demais. É a única pessoa com quem posso conversar”. Todd auxiliou o Juiz
Sirica durante todo o processo Watergate.
Depois, Todd cumpriu serviço militar obrigatório mais 8 anos na reserva, concluindo como capitão.
Por mais de 30 anos, o Élder Christofferson teve uma carreira jurídica de destaque:
Advogado em Washington, D.C.
Conselheiro Geral Associado no NationsBank Corp. (Bank of America), em Charlotte, NC.
Vice-Presidente Sênior e Conselheiro Geral do Banco Sovran, em Nashville, Tennessee.
Em 1976, aos 31 anos, foi chamado como Bispo.
Ao sair do estacionamento de casa, a caminho de umas férias com a família, ele recebeu uma ligação de
um irmão da ala cuja mãe havia falecido. O homem, um converso de poucos anos de Igreja, tinha a
expectativa de que o Bispo Christofferson iria ao funeral, mas ele expressou seus sentimentos, explicou a
situação e partiu em sua viagem. Ao retornar, descobriu que aquele irmão havia ficado muito magoado
com a ausência do Bispo no funeral e a família deixara de assistir às reuniões da Igreja. ‘Minha reação
inicial foi a de justificar-me pensando que a expectativa do irmão não era justa, mas o Espírito trabalhou
comigo’. Ele foi até a casa daquele homem, que o recebeu friamente, mas após uma hora de conversa
pediu-lhe perdão e o homem o perdoou. Eles se despediram como amigos. Menos de 6 meses depois
aquele irmão morreu. “Se eu não tivesse obedecido à voz do Espírito aquela mágoa poderia ter durado
até a sua morte e a família poderia estar afastada da Igreja. Quando ele morreu eu pude ajudar a família,
pois éramos novamente amigos. Aprendi como é importante que, quer você esteja certo ou errado,
sempre que houver uma ofensa tenha a iniciativa de resolvê-la. Não se preocupe sobre quem é o
culpado. Aja o mais rápido possível”.
Ele também foi Pres. Missão estaca, Cons. Estaca, Pres. da Estaca e Representante Regional.
Peter (filho) foi companheiro de mestre familiar do pai quando ele era assessor jurídico de uma
empresa e presidente de estaca. “Fui inspirado pela dedicação de meu pai como excelente
mestre familiar, apesar dele ter pouco tempo livre. Uma irmã que visitávamos estava confinada
ao lar. Meu pai cuidava dela com carinho, certificando-se de que sempre recebesse o
sacramento e que todas as suas necessidades fossem atendidas.”
Em 3 abril 1993, o Élder Christofferson foi chamado pelo Pres. Thomas S. Monson (delegado pelo Pres.
Ezra Taft Benson) como membro do Primeiro Quórum dos Setenta.
Quando fui chamado para os Setenta, o Elder Packer disse-me: “Nós conhecemos sua esposa
numa conferência regional e ficamos muito impressionados com ela. Achamos que ela deveria
ser a esposa de uma Autoridade Geral da Igreja, mas para isso acontecer tivemos que chamar
você.” Eu achei que ele estava brincado, mas depois percebi que ele estava falando mais sério do
que eu pensava. E Ele estava certo.
Sua primeira designação foi presidir a Área México Sul.
Em 15 agosto 1998, foi chamado pelo Pres. Hinckley, para a Presidência dos Setenta.
Suas responsabilidades incluíam o cargo de Diretor Executivo do Departamento de História da
Igreja e da Família e a supervisão da Área América do Norte Sudeste.
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Nesta função, ele se envolveu em negociações com líderes políticos judeus a respeito de
trabalho vicário em favor das vítimas do Holocausto, enfatizando que os membros da Igreja só
deveriam realizar o trabalho do Templo para membros de sua família.
Depois, supervisionou as Áreas América do Norte Noroeste e América do Norte Oeste.
Nos 15 anos em que serviu como Setenta, esteve em 44 países, em 6 continentes.
Com o falecimento do Pres. Hinckley, a Primeira Presidência foi reorganizada e o Elder Uchtdorf foi
chamado como conselheiro do Presidente Monson, criando uma vaga no Quórum dos Doze. Essa vaga
foi ocupada pelo Élder D. Todd Christofferson no dia 05 abril 2008.
“Há 15 anos, subi pela primeira vez ao púlpito do Tabernáculo, ao ser apoiado Setenta. Eu tinha 48 anos
na época. Meu cabelo era espesso e castanho escuro. Achei que tinha compreendido o que significava
sentir-me inadequado. No final de meu discurso de 5 minutos eu estava com a camisa encharcada de
suor. Para mim, aquela foi uma grande provação. Hoje, porém, aquela experiência parece-me ter sido
muito agradável comparada com a que estou tendo hoje.” (CG, abr.2008)
“Rogo ao Pai Celestial que me sustenha como nunca para que eu esteja à altura de algo que está muito
além de minha capacidade natural.” (CG, abr.2008)
“Alegro-me porque passarei o restante de minha vida pregando a respeito de Cristo.” (CG, abr.2008)
Na entrevista com a mídia, no intervalo da CG, foi-lhe perguntado por que numa Igreja que cresce
mundialmente, com mais membros fora dos EUA, foi chamado mais um Americano para o Quórum dos
Doze em vez de um Apóstolo estrangeiro – “É uma questão de tempo. No entanto, lembrem-se de que
não somos chamados para representar algum lugar, grupo ou região. Não precisamos dizer ao Senhor
como cuidar de Suas ovelhas.”
Coincidência ou a Mão do Senhor? A edição especial sobre o Salvador, de A Liahona - março 2008,
contém um artigo do Elder Christofferson sobre “Tornar-se Uma Testemunha de Cristo”.
Ele começou escrevendo esse artigo muitos meses antes da publicação da revista e não fazia
idéia do que iria acontecer apenas um mês depois da publicação da revista. Ele escreveu:
“Apóstolos... são testemunhas especiais de Cristo no mundo todo. Mas os Apóstolos não podem
fazer essa obra sozinhos. Todos nós que fomos batizados e confirmados tomamos sobre nós o
nome de Jesus Cristo com o compromisso de ‘servir de testemunhas de Deus em todos os
momentos e em todas as coisas e em todos os lugares’. Cada um de nós é capaz de tornar-se Sua
testemunha.”
ENSINAMENTOS
1. “Precisamos de cristãos poderosos que sejam capazes de fazer as coisas acontecerem por meio da fé.” (CG,
abr.09, p.20)
2. “A obediência nos dá mais controle sobre nossa vida. Em épocas de desânimo, deixem que sua obediência
seja perfeita.” (CG, abr.09, p.21-22)
3. “Para ser completo o arrependimento exige um convênio de obediência.” (CG, abr.08, p.78)
4. “Qualquer sacrifício que Deus requeira de nós dá-nos o testemunho do Espírito de que nosso rumo está certo
e é agradável a Deus. Deus, no momento propício, transformará toda aflição em benefício.” (CG, abr.09, p.21)
5. “Não podemos contentar-nos com esforços ocasionais.” (CG, abr.08, p.78)
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NEIL LINDEN ANDERSEN – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO ELDER NEIL L. ANDERSEN.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO ELDER ANDERSEN QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
ELDER ANDERSEN A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 7 ENSINAMENTOS DO ELDER ANDERSEN, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
Nasceu em 9 agosto 1951, Logan, Utah. O 3º de 5 filhos de Lyle P. e Kathryn Andersen.
Aos 3 anos, a família mudou-se para o Colorado, a 145 km de distância da capela. “Queríamos
mostrar aos nossos filhos o quanto a Igreja é importante”, explica sua mãe.
Aos 5 anos, a família mudou para uma fazenda de produção de leite em Pocatello, Idaho. Neil
criava coelhos, andava a cavalo e brincava nos campos com os irmãos.
Quando tinha 7 anos, seu coelho favorito fugiu: “Procurei-o pela fazenda toda. Lembro de ir
para trás do celeiro e orar para encontrá-lo. Imediatamente, veio-me à mente a imagem de um
lugar debaixo de umas tábuas. Fui até lá e encontrei meu coelho. O Senhor responde até à
menor oração de todos nós.”
A vida na fazenda ensinou a Neil o princípio do trabalho árduo. “Nas manhãs de Natal, antes de
abrir os presentes, tínhamos de ordenhar as vacas. Como foi valioso aprender que uma parte da
vida é constituída de trabalho árduo.”
Ainda com 7 anos, ele foi a uma conferência de estaca com a família. Ao final eles esperaram
numa longa fila para cumprimentar o Elder Spencer W. Kimball, dos Doze. “Quando o ouvi
discursar e quando apertei a sua mão, senti e soube que ele era um dos escolhidos do Senhor”.
Quando estudou na Highland High School, foi presidente da Associação de Conselhos
Estudantis de Idaho, que incluía todos os diretores acadêmicos do ensino médio no Estado.
Em fevereiro 1968, Neil foi o aluno do ensino médio escolhido para representar Idaho num
congresso de alunos de 37 países + cada um dos 50 Estados norte-americanos.
Era a 1ª vez que viajava de avião e ficava longe de casa.
Durante o evento, as características de membro da Igreja se evidenciavam em Neil.
Alguns membros das delegações começaram a desafiar suas crenças. Neil jamais havia
sido questionado de modo tão contundente a respeito de sua fé.
“Lembro-me de orar em silêncio para dizer as palavras que deviam ser ditas. O que se
seguiu foi um pequeno milagre. Disse-lhes mais do que eu sabia. Senti o poder do Senhor
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dirigindo-me nos momentos em que compartilhava minhas convicções mais profundas.
Por fim, eles me agradeceram e manifestaram respeito pelo que eu acreditava. Aprendi
que o Senhor nos abençoará além de nossa capacidade.”
No 1º ano na BYU, em 1969, foi um aluno aplicado, mas “por mais que estivesse voltado para a
educação, sempre estava fazendo planos para a missão.” Sheri (irmã)
De 1970 a 1972 o Élder Andersen serviu fielmente na França.
Ao voltar, recebeu uma bolsa de estudos na BYU e foi vice-presidente do grêmio estudantil.
Foi na BYU que conheceu Kathy Sue Williams. Casaram no Templo de Salt Lake em 20 março
1975, pouco antes da formar-se em Economia. O casal teve 4 filhos.
Em 1977 recebeu o grau de mestre em Administração Empresarial na Universidade Harvard.
Com a chegada dos filhos, Kathy adiou os estudos, mas não desistiu de concluir sua graduação.
Depois da formatura, a família se mudou para Tampa, Flórida. Nos primeiros anos de casado
serviu como Pres. Quórum de Élderes e depois no sumo conselho da estaca.
Em 1984 foi chamado como Conselheiro da Estaca Tampa, Flórida.
Apesar de muito ocupado, sua filha, Camey, diz: “Uma vez por mês, papai levava um dos
filhos, individualmente, para fazer o desjejum com ele. Deixava que escolhêssemos o
lugar e o assunto sobre o qual queríamos conversar. Aguardávamos ansiosamente por
esse momento de atenção absoluta”.
Para Neil, Kathy é o centro do lar: “Ele expressa enorme gratidão por pequenas coisas
que faço, coisas que a maioria das pessoas considera insignificantes, como limpar a casa,
preparar o jantar ou lavar a roupa”.
Kristen diz: “Sempre admirei como meu pai trata minha mãe. Ele abre a porta para ela,
ajuda-a a sentar-se e se oferece para lavar a louça, entre outras coisas”.
O Élder Andersen diz: “Kathy é absolutamente leal ao Senhor, a mim e a nossa família. Assim
que me casei com ela os padrões de minha vida subiram muito. A influência dela sobre mim e
nossos filhos é fenomenal. Ela possui uma fé pura e disciplinada.”
Os Andersen eram tão fiéis ao estudo familiar das escrituras e ao canto de um hino todas as
noites, que as crianças faziam isso sozinhas, quando os pais voltavam tarde para casa.
Na noite familiar, a família frequentemente estudava os discursos da conferência, na
Liahona. “Era óbvio que, quando o profeta falava, nós ouvíamos”, diz Derek.
Neil participou de vários negócios bem-sucedidos no ramo imobiliário, planos de saúde e
propaganda. No entanto o Senhor tinha outros planos para ele...
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Em 1989, enquanto servia como conselheiro da estaca, Neil foi chamado como Presidente de
Missão em Bordeaux, França, pelo Presidente Thomas S. Monson.
Neil possuía uma agência de propaganda próspera e em expansão. “Não é exatamente
algo fácil de deixar para outras pessoas. Aceitamos o chamado sem saber como faríamos
o processo de transição.” Em pouco tempo surgiu uma boa oferta de compra do negócio,
aparentemente vinda do nada. “Era claramente a mão do Senhor”.
Ao voltar para a Flórida (1992), foi chamado no mesmo mês como Pres. Estaca Tampa Flórida.
Mas no ano seguinte, em 03 abril 1993, chegou um novo chamado: desta vez, foi chamado pelo
Presidente Ezra Taft Benson para ser membro do Primeiro Quórum dos Setenta.
“Logo após meu chamado como Autoridade Geral, numa conferência de estaca em que
acompanhava o Presidente Boyd K. Packer, ele disse para a congregação: Eu sei quem
sou... Não sou ninguém. Depois, virou-se para mim, que estava sentado no púlpito atrás
dele, e disse: E você, irmão Andersen, também não é ninguém. E se você se esquecer
disso, o Senhor vai lembrá-lo imediatamente, e não vai ser agradável.” (CG, abr.09, p.78)
Suas designações incluíram:
Presidência da Área Utah Norte e da Área Utah Sul,
Presidência da Área América do Norte Nordeste,
Presidência da Área Europa Oeste (1994-1997),
Presidência Geral da Escola Dominical (1997-2001),
Diretor Executivo do Departamento de Sistemas Audiovisuais da Igreja (1998–2001),
Presidente da Área Brasil Sul (2002–2005),
Enquanto foi Diretor Executivo do Departamento de Sistemas Audiovisuais da Igreja, reunia-se
quase semanalmente com o Pres. James E. Faust.
“Certa vez, levei ao Pres.Faust um problema complexo, que não sabia como resolver. Ele
me disse: ‘Neil, você já orou a esse respeito? Orou a noite toda como fez Ênos? Eu já orei
a noite toda muitas vezes a fim de receber resposta para questões difíceis. É assim que
você também conseguirá sua resposta’. E ele estava certo.”
Nessa época o Élder Andersen supervisionou as filmagens de Os Testamentos de Um
Rebanho e Um Pastor.
“Estávamos procurando alguém que fizesse o papel do Salvador e levamos 3 sugestões de
atores profissionais à Primeira Presidência. Eles disseram: ‘Estes homens são bons, mas
não são a pessoa certa’. Com oração e jejum, não sabendo onde mais procurar,
dependíamos totalmente do Senhor. A resposta veio na forma de e-mail, de um membro
da Igreja na Dinamarca. Foi feito um vídeo de um sumo sacerdote dinamarquês, e o vídeo
foi levado à Primeira Presidência. Eles disseram: ‘Agora vocês acharam a pessoa certa’.”
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Ele também supervisionou o desenvolvimento do Mormon.org, site missionário da Igreja,
e a instalação dos sistemas audiovisuais no Centro de Conferências.
Os Andersen sempre procuravam aprender o idioma local.
Neil já sabia francês, mas como Autoridade Geral aprendeu português e espanhol.
Kathy não fica atrás. Quando moraram no Brasil ela aprendeu português e concluiu sua
graduação. Ela sempre se esforçou para fazer discursos na língua do país onde estava. Já
discursou em Português, Francês, Mandarim, Coreano, Espanhol e Grego.
Em 15 agosto 2005, foi chamado para a Presidência dos Setenta, pelo Presidente Hinckley.
Presidente da Área Idaho (2005-2007).
Presidente da Área América do Norte Sudoeste (2007-2009)
Em agosto de 2008 tornou-se o membro sênior da Presidência dos Setenta.
Em 04 abril 2009, ele foi chamado para o Quórum dos Doze Apóstolos. A vaga apostólica foi
ocasionada pelo falecimento do Elder Joseph B. Wirthlin em dezembro de 2008.
Ele recebeu o chamado pelo Pres. Monson 3 dias antes do apoio na CG. Ele e Kathy
dormiram pouco nas noites seguintes enquanto conversavam sobre o novo chamado.
O Élder Andersen humildemente declarou: “Consolo-me com o fato de que numa das
qualificações indispensáveis para o santo apostolado, o Senhor me abençoou profundamente:
sei, com perfeita e segura clareza, pelo poder do Espírito Santo, que Jesus é o Cristo”.
Brandt (filho) disse: “Esse chamado modifica vidas, mas não o fará com a vida de meus pais. Eles
são os mesmos em particular e em público”.
“O Élder Andersen ensina o evangelho com convicção porque o vive fielmente em todos os aspectos de
sua vida.” D. Todd Christofferson
ENSINAMENTOS
1. “Nossa responsabilidade não é trivial. Não é por acaso que estamos onde estamos.” (CG, abr.09,
p.80)
2. “Você não sabe tudo, mas sabe o suficiente!” (CG, out.08, p.13)
3. “É verdade não é? Então, o que mais importa?” (CG, abr.07, p.74)
4. “As desculpas podem impedir nosso progresso.” (CG, abr.07, p.75)
5. “Cuidado com o mal por trás de olhos sorridentes.” (CG, abr.05, p.46)
6. “O dom do Espírito Santo não se associa à indignidade. Vocês não podem ofender nem ignorá-lo
em um dia, e esperar que ele os fortaleça no dia seguinte.” (CG, abr.05, p.47)
7. “Sigam o profeta. Esses 15 homens que apoiamos como profetas, videntes e reveladores,
receberam o poder divino para ver o que às vezes nós não vemos.” (CG, abr.05, p.47)
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DIETER FRIEDRICH UCHTDORF – REPOSIÇÃO DE AULA
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1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO PRESIDENTE DIETER F. UCHTDORF.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO PRESIDENTE UCHTDORF QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
PRESIDENTE UCHTDORF A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 4 ENSINAMENTOS DO PRESIDENTE UCHTDORF, AO TÉRMINO
DESTE DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
Dieter F. Uchtdorf nasceu em Mährisch-Ostrau, Tchecoslováquia (ocupada pelos nazistas), no dia 6
novembro 1940.
Seu pai, Karl Albert Uchtdorf, oficial na alfândega alemã, foi recrutado pelo exército alemão e afastado
de sua esposa e 4 filhos pequenos. Dieter era o mais novo e não entendia onde seu pai estava indo,
apenas que seu pai havia sido tirado de sua família para um lugar onde não queria estar.
Sua mãe, Hildegard Else Opelt, precisou fugir com seus filhos durante a guerra na Europa.
“Durante o frio inverno de 1944, minha mãe decidiu fugir para a Alemanha, onde os pais dela moravam.
Ela nos reuniu e conseguiu de alguma forma nos colocar em um dos últimos trens de refugiados rumo ao
ocidente. Viajar naquela época era perigoso. Onde quer que fôssemos, o som das explosões, os rostos
tensos e a fome onipresente nos lembravam de que estávamos numa zona de guerra. Ao longo da
viagem, o trem parava de vez em quando para obter alimento. Certa noite, durante uma das paradas,
mamãe saiu apressadamente do trem para procurar comida para seus quatro filhos. Quando voltou,
constatou com horror que o trem e as crianças haviam partido! Sufocada pela preocupação, ela encheu o
coração de preces desesperadas. Procurou freneticamente na enorme e escura estação de trens,
atravessando os numerosos trilhos, sem perder as esperanças de que o trem não tivesse partido, apesar
das evidências. Talvez eu nunca venha a saber tudo o que se passou no coração e na mente de minha
mãe... Não tenho dúvida de que ela estava aterrorizada. Com certeza lhe passou pela mente que, se não
encontrasse o trem, talvez nunca mais visse os filhos novamente. Ela não era uma mulher que ficaria
sentada lamentando a tragédia. Ela agiu. Ela correu de trilho em trilho e de trem em trem até finalmente
encontrar o nosso. Ele havia sido removido para uma área remota da estação. Lá, finalmente, ela
reencontrou os filhos. O exemplo de nossa mãe, mesmo nas piores ocasiões, de ir em frente, colocando a
fé e a esperança em ação – e não só lamentando e sonhando, susteve nossa família e a mim, e deu-nos
confiança de que as circunstâncias do presente conduziriam a bênçãos futuras.” (CG, out.08, p.21, 24)
A cidade de Zwickau, devido a sua importância estratégica durante a II Guerra Mundial, tornou-
se um dos principais alvos dos bombardeios dos aliados. Dieter, com 4 anos de idade, sentia
medo, mas também fascinação ao ver a luz dos aviões que sobrevoavam a cidade. Ele recorda-se
de sua mãe levando-o a abrigos antiaéreos para se protegerem.
No entanto, uma luz brilhou na escuridão. Dieter tinha apenas 6 anos: “Após a II Guerra Mundial minha avó
estava numa fila para receber alimento quando uma missionária de idade mais avançada a convidou para uma
reunião sacramental. Minha avó e meus pais foram à igreja, sentiram o Espírito, foram edificados pela bondade
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dos membros e foram inspirados pelos hinos da Restauração. Quão grato eu sou pela sensibilidade espiritual de
minha avó, por pais ensináveis, e uma sábia sister missionária de cabelos grisalhos que teve a doce coragem de
seguir o exemplo do Salvador convidando-nos para vir e ver.” (A Oportunidade de Testificar, Ensign, nov. 2004,
p.74).
Em 1947, os pais de Dieter se batizaram em Zwickau; Dieter foi batizado quase 2 anos depois, aos 8
anos. A família foi selada no Templo de Berna, na Suíça em 1956.
“Frequentávamos a Igreja num quarto dos fundos, apertado e frio, onde a eletricidade falhava com
frequência deixando-nos no escuro. Ao mesmo tempo, este quarto enchia-se do Espírito, e a divina luz do
evangelho restaurado reinava em grande abundancia. Estávamos cercados de amor, amizade e da
preciosa ajuda de membros queridos”. (BYU Women’s Conference, 29 abr.05)
“A capela de Zwickau tinha um antigo órgão de foles. Todos os domingos, um rapaz era designado a ficar
elevando e abaixando a manivela que movimentava os foles que faziam o órgão funcionar. Tive muitas
vezes o grande privilégio de ajudar naquela importante tarefa. Enquanto a congregação cantava os
nossos amados hinos da Restauração, eu movimentava os foles com toda a força para que o órgão não
parasse de funcionar. Os olhos do organista indicavam de modo inconfundível se eu estava fazendo um
bom trabalho ou se precisava aumentar meu empenho rapidamente. Sempre me senti honrado com a
importância daquele encargo e pela confiança que o organista tinha depositado em mim. Era um
sentimento maravilhoso de realização ter uma responsabilidade e fazer parte desta grande obra.” (CG,
abr.05, p.36)
Em 1951, novamente a família teve que deixar tudo o que possuía e ir para Frankfurt, Alemanha
Ocidental. O regime político da Alemanha Oriental, considerou seu pai como “dissidente”.
Para não levantar suspeita a família não poderia viajar junta. Os dois filhos mais velhos tomaram
o rumo norte.
A filha embarcou com duas outras jovens num trem rumo à Alemanha Oriental. Quando o trem
passou pela Alemanha Ocidental, elas convenceram o condutor a abrir a porta e saltaram.
Dieter, o caçula, com 11 anos, seguiu uma rota diferente com a corajosa mãe. Depois de
andarem longas horas, os joelhos da mãe de Dieter começaram a se enfraquecer. Dieter
carregou os pertences de ambos e ajudou a mãe a subir a última colina rumo à liberdade:
Frankfurt.
“Mamãe disse-nos para levarmos apenas roupas quentes e comida, não podíamos levar
nenhuma outra posse. A exaustão, a fome e o medo era ingredientes constantes em nossa
perigosa viagem.” (New Era, jun.2006)
Após muitos e perigosos dias de separação, a família finalmente se reuniu. O pai, que conseguiu
sobreviver, também chegou. A reunião da família foi um momento de júbilo.
Embora tivessem perdido todos os bens materiais, guardavam a lei do dízimo, pois sabiam que o
Senhor abriria as janelas do céu e derramaria bênçãos.
Dieter comentou sobre esse período: “Éramos refugiados com um futuro incerto… eu brincava em casas
destruídas por bombas e cresci... com a consciência que meu próprio país havia causado terríveis dores
em muitas nações durante a horrível II Guerra Mundial.” (Ensign, nov. 2002, p.10).
O apartamento de um cômodo em Frankfurt era pequeno e infestado de ratos. As condições não
permitiam que todos fossem à Igreja todas as semanas, então revezavam-se.
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Aos 14 anos, Dieter pedalava sua bicicleta até o aeroporto de Frankfurt e ficava olhando os aviões com
admiração. Ocasionalmente, com a bondade dos funcionários que faziam a manutenção dos aviões, ele
entrava e olhava a cabine de comando e sonhava com o dia em que poderia voar. Mal sabia ele que um
dia se tornaria, provavelmente, o piloto comercial mais reconhecido e respeitado a atravessar os
portões do mesmo aeroporto que ele visitava naquele momento, quando ainda criança.
Um jovem missionário, disse-lhe: “Você será bem sucedido enquanto estiver do lado do Senhor”.
“Depois do tumulto da II Guerra Mundial, minha família acabou morando na Alemanha Oriental, ocupada
pela Rússia. Quando cursei a 4ª série, tive que aprender russo. Achei muito difícil por causa do alfabeto
cirílico, mas com o tempo, consegui aprender a língua. Quando completei 11 anos, tivemos que sair às
pressas da Alemanha Oriental. Passei a freqüentar a escola na Alemanha Ocidental, ocupada pelos
americanos. Nessa escola, exigia-se inglês, e não russo. Aprender russo tinha sido difícil, mas o inglês foi
impossível para mim. Achei que minha boca não tinha sido feita para falar inglês. Meus professores se
esforçaram. Meus pais sofreram. Mas eu sabia que o inglês definitivamente não era o meu idioma. Então,
algo mudou em minha vida. Quase todos os dias eu ia de bicicleta até o aeroporto para ver os aviões
decolarem e aterrissarem. Li, estudei e aprendi tudo o que pude sobre aviação. O meu maior desejo era
tornar-me piloto. Sentia no fundo do coração que esse era o meu destino! Descobri, então, que para
tornar-me piloto, teria de aprender inglês. Da noite para o dia, para surpresa total de todos, pareceu que
minha boca havia mudado. Consegui aprender inglês. Ainda assim, foi necessário muito trabalho,
persistência e paciência, mas consegui aprender inglês! Por quê? Por causa de um motivo muito forte e
justo!” (CG, out.06, p.37)
Em 1959, com 18 anos, Dieter voluntariou-se para servir na Força Aérea Alemã como cadete. Ele
recebeu uma formação em engenharia e estudou Administração em Cologne, na Alemanha. Depois
graduou-se no Instituto de Gerenciamento Internacional em Lausanne, na Suíça.
Devido a um acordo entre os Estados Unidos e a Alemanha, ele foi para a escola de treinamento de
pilotos de guerra em Big Spring, Texas, onde ganhou premiações na Força Aérea Americana e Alemã.
A maior conquista foi vencer o Commander’s Trophy (Troféu do Comandante) como melhor aluno na
escola de pilotos.
Como conseguiu se tornar um piloto? Ao mudarem para a Alemanha Ocidental... “meus pais abriram uma
pequena lavanderia na cidade. Tornei-me o menino de entregas da lavanderia. Eu precisava de uma
bicicleta para puxar o pesado carrinho da lavanderia. Sempre sonhei em possuir uma bicicleta leve,
vermelha, bonita, esportiva e brilhante. O que ganhei, em vez disso, foi uma bicicleta pesada, feia, preta e
muito forte. Fiz entregas para a lavanderia naquela bicicleta antes e depois da escola, por vários anos. Na
maior parte do tempo, não me sentia muito entusiasmado com a bicicleta, o carrinho e meu emprego. Às
vezes o carrinho parecia tão pesado e o trabalho tão cansativo que eu achava que meus pulmões iam
estourar, e freqüentemente tinha de parar para recuperar o fôlego. Mesmo assim, continuei fazendo a
minha parte, porque sabia que nossa família precisava desesperadamente de dinheiro, e aquela era a
minha maneira de contribuir. Muitos anos depois, quando eu estava prestes a ser convocado para o
exército, decidi apresentar-me como voluntário na Força Aérea e tornar-me piloto. Para ser aceito no
programa, eu teria que passar em diversos testes, inclusive um rigoroso exame físico. Os médicos
estavam um pouco preocupados com os resultados e tive que fazer mais alguns exames. Então, eles
anunciaram: ‘Você tem cicatrizes no pulmão que são indícios de uma doença pulmonar no início de sua
adolescência, mas você está, sem dúvida, saudável agora’. Os médicos ficaram se perguntando a que tipo
de tratamento eu havia sido submetido para curar a doença. Até o dia daquele exame, não sabia que
tivera qualquer tipo de doença pulmonar. Só então ficou claro para mim que meu exercício regular ao ar
livre como menino de entregas da lavanderia tinha sido o fator chave para a cura de minha doença. Sem
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o esforço extra de pedalar aquela bicicleta preta e pesada e levar o carrinho da lavanderia para cima e
para baixo pelas ruas da cidade, eu jamais teria me tornado piloto e mais tarde comandante de um
Boeing 747.” (CG, abr.06, p.43)
Após o treinamento, ele voltou para a Alemanha como piloto de caça na Força Aérea Alemã.
Harriet Reich tinha 14 anos quando dois missionários bateram na sua porta. Harriet abriu a porta
enquanto sua mãe dizia para não deixar os dois missionários entrarem. Mas, Harriet implorou para sua
mãe deixar que eles entrassem.
Os missionários deixaram um Livro de Mórmon com algumas escrituras marcadas. Naquela noite
a mãe de Harriet leu o livro. Harriet lembra de como o semblante da sua mãe mudou quase
imediatamente. Ela havia ficado viúva 8 meses antes (câncer), e com duas meninas, estava
deprimida, pálida, infeliz e insegura quanto ao futuro. Mas ao ler o Livro de Mórmon, “vi a
alegria retornando à vida de minha mãe diante dos meus próprios olhos! Vi a luz voltar aos seus
olhos. Via a esperança encontrar um espaço em sua alma”.
Harriet, sua mãe e sua irmã foram batizadas 4 semanas mais tarde. “A vida mudou para nós
naquele dia. Mais uma vez nós rimos, corremos e encontramos felicidade em nosso lar. Eu devo
tudo isso ao evangelho de Jesus Cristo” explicou Harriet.
Uma bênção notável adveio ao Élder Gary Jenkins, um daqueles missionários. Décadas depois,
em 16 fevereiro 2008, sua neta foi selada ao marido no Templo de Salt Lake por um membro da
Primeira Presidência, o Presidente Dieter F. Uchtdorf.
Numa atividade para jovens, aos 13 anos, Dieter encontrou Harriet pela 1ª vez na Igreja. Ele relembra:
“Quando vi Harriet pela primeira vez, com seus olhos castanhos escuros, pensei: Estes missionários
estão realmente fazendo um ótimo trabalho!”
Como diácono, Dieter sempre tentou sentar na cadeira certa à mesa do sacramento, para ser ele a
distribuir o sacramento à fila de bancos onde ela se sentava. Foi amor à primeira vista para Dieter, mas
não para Harriet. Durante a semana ele passava na casa dela oferecendo carona de bicicleta até a
capela. Ela sempre recusou! Por vezes, a mãe dela dizia: “Harriet prefere andar até a Igreja, mas eu
aceito sua carona na bicicleta!” – “Não era bem isso que eu queria, mas depois percebi que é era uma
grande vantagem cair nas graças da mãe da sua menina dos sonhos!” (BYU Women’s Conference, 29
abr.05)
Somente depois que Dieter voltou dos Estados Unidos, e descobriu que Harriet ainda estava solteira,
dessa vez ele conseguiu conquistar o coração dela. Eles se casaram em 14 dezembro 1962, no Templo
de Berna, na Suíça, e tiveram dois filhos – Guido e Antie. Por ter conseguido conquistar Harriet depois
de tanto tempo, ele diz sorrindo: “Perseverei até o fim”.
A prioridade principal de Dieter sempre foi a família. Antie relembra: ”Papai sempre fazia coisas
emocionantes. Ele fazia tudo parecer uma aventura – até mesmo ir ao supermercado. Quando
éramos crianças vivíamos entusiasmados de um jeito ou de outro, o tempo todo!”
Guido diz: “Não me lembro de nenhum sermão. Em todas as situações ele ensinava pelo
exemplo”.
“Ela é o sol da minha vida”, diz o Élder Uchtdorf com um sorriso. “Sim, e ocasionalmente sua
tempestade também”, ri Harriet.
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“Quando Harriet prepara um prato, é uma obra-prima. Sua culinária é vasta como o mundo, e,
muitas vezes, ela prepara pratos típicos de países que já visitamos. A aparência dos seus pratos é
inspiradora. De fato, são tão bonitos, que parece um crime comê-los. Eles são um banquete,
tanto para os olhos como para o paladar.” (CG, out.08, p.117)
Em 1965, Dieter deixa a Força Aérea para juntar-se à Lufthansa German Airlines.
Em 1970, com 29 anos, foi nomeado capitão na companhia, um nível que lhe foi dito uma vez que
jamais alcançaria até que tivesse muitos anos de profissão.
Nos últimos anos de treinamento como piloto, Dieter fazia um vôo solo acompanhado por seu instrutor
noutro avião. Ele deveria simular um pouso de emergência. Quando iniciou a manobra e tentou colocar o
avião em queda angular, o manche de seu avião não respondeuestava emperrado. O resultado seria uma
queda descontrolada com o avião caindo de cabeça para baixo. “Salte!”, gritou o instrutor. Mas Dieter
com muita coragem reverteu a manobra no momento crítico e tentou novamente aterrissar. O
mecanismo travou novamente. “Salte!” dizia severamente o instrutor. Determinado a controlar a
aeronave, não ao contrário, Dieter, um piloto de força fora do comum, debateu-se fisicamente com o
manche, conseguiu vencer a resistência e fez uma aterrissagem de emergência bem-sucedida. Saiu-se
vitorioso e grato pela ajuda divina nos momentos de necessidade.
Em 1972 ele foi nomeado gerente de frota dos jatos 737.
Em 17 dezembro 1973 o presidente das Linhas Aéreas Alemã Lufthansa recebeu notícias
perturbadoras: Cinco terroristas haviam seqüestrado um jato 737 em Roma, Itália, e estavam
indo para Atenas, na Grécia, com reféns a bordo. 32 pessoas morreram em Roma e um dos
reféns estava para ser morto a tiros e atirado sob a pista em Atenas. Com as armas nas cabeças
do piloto e co-piloto, os seqüestradores fizeram um trajeto bizarro de Roma >> Beirute >>
Atenas >> Damasco >> Kuait. Com rapidez, o presidente da Lufthansa mandou seu piloto-chefe
levantar vôo e ir atrás do 737. Dieter, com 33 anos, deveria levar um grupo de especialistas em
situações de emergência e seguir o avião dos seqüestradores aonde quer que a guerrilha o
levasse. Ele deveria negociar a libertação do avião, dos pilotos e dos reféns; e depois levar o
avião 737 seqüestrado de volta para a sede em Frankfurt. A missão foi cumprida com sucesso.
Em 1975 ele tornou-se o diretor da escola de treinamento de pilotos em Goodyear, Arizona – o posto
de treinamento mais honrado na Lufthansa.
Em 1980 foi piloto-chefe da tripulação de cabine.
E em 1980 foi o vice-presidente sênior de operações de vôo.
Como piloto, Dieter F. Uchtdorf geralmente viaja bem alto acima da Terra: “Vejo como são lindos
os desertos, as florestas e os oceanos. Mesmo depois de 10 longas horas no cockpit, fico
impressionado com o nascer do sol. Fico maravilhado com as diferentes culturas do mundo.
Todos são diferentes e, no entanto, somos todos iguais.”
Na Igreja, ele serviu em chamados como Pres. Rapazes, Cons. no Quórum Élderes, Missionário de
Estaca, sumo conselheiro, Pres. Missão da Estaca e Vice-Presidente Comitê do Templo de Frankfurt.
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“Anos atrás, o Presidente Monson veio à Alemanhã para dedicar o país para a pregação do evangelho, e
o abençoou. Nessa época o muro de Berlim ainda estava de pé. Era uma situação terrível na Alemanha
Oriental. Eu acreditava que um dia as duas Alemanhas se reuniriam, mas achava que somente meus
bisnetos veriam isso. No entanto, após a bênção do Presidente Monson, as coisas mudaram rapidamente.
Um Templo foi construído na Alemanha Oriental, a situação política mudou completamente, e o muro
caiu. Peguem a bênção do Presidente Monson e verifiquem todas as coisas que ele prometeu, foram
todas cumpridas.”
Em 1985, Dieter foi chamado para ser o Presidente Estaca Frankfurt Alemanha e então, quando os
limites da estaca foram alterados, ele foi chamado como Presidente Estaca Mannheim Alemanha.
“Conheci o Presidente Uchtdorf quando eu era Presidente de Área, na Europa. Desde o momento em que
o conheci soube que a mão do Senhor estava sobre ele. Há 23 anos, tive a honra de chamá-lo para servir
como presidente de estaca em Frankfurt. Ao observá-lo ao longo dos anos, notei que tudo que foi
colocado sob sua direção teve sucesso.” Joseph B. Wirthlin (CG, abr.08, p.17)
Em 02 abril 1994, após 9 anos como Presidente de Estaca, ele foi chamado pelo Pres. Ezra Taft Benson,
para o Segundo Quórum dos Setenta, um chamado de cinco anos.
Conselheiro do Elder Dean L. Larsen na Presidência de Área. O Elder Larsen disse: “Nossa área naquela
época cobria a maior parte da Europa Central e Ocidental, países que haviam sido afetados pela II Guerra
Mundial. Dieter só pensava em viajar para os países onde ainda havia dolorosas memórias sobre a guerra.
Elder Uchtdorf ama as pessoas tão genuinamente, e é tão dedicado, que aonde quer que ele tenha ido ele
foi abraçado, literalmente e figurativamente.” (Liahona, mar.05, p.8).
O Élder Uchtdorf era uma Autoridade Geral a quem foi pedido que permanecesse em seu emprego e
servisse a Igreja nos finais de semana. Isso exigia muito dele.
Em 07 abril 1996, dois anos depois de seu chamado como Autoridade Geral, foi chamado pelo Pres.
Hinckley para o Primeiro Quórum dos Setenta.
Um ano antes o Elder Uchtdorf decidiu que precisava se aposentar, para ter mais tempo para
servir como Autoridade Geral. Pouco depois, o Pres. Monson fez-lhe o chamado para o Primeiro
Quórum. “O Presidente Monson disse: ‘A propósito... agora você precisa se aposentar da
Lufthansa!’ Eu respondi: ‘Já aposentei!’”
O Élder Neil L. Andersen, que serviu com o Élder Uchtdorf numa outra presidência de área, e lembra-se
da coragem com que ele enfrentava a oposição. Uma situação difícil surgiu quando o governo alemão
estava reprimindo algumas religiões menos conhecidas: “Uma lista inicial de seitas incluía A Igreja de
Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Para opor-se a essa séria ameaça, os líderes da Igreja
precisavam do representante alemão mais decidido e renomado que pudessem encontrar. Tal pessoa
foi Dieter F. Uchtdorf. Sua apresentação destemida e corajosa foi tão persuasiva e articulada, e sua
reputação junto à Lufthansa era tão admirada, que os oficiais do governo alemão disseram: ‘Se você é
um Santo dos Últimos Dias, não precisamos de qualquer outra evidência. Sua Igreja certamente não será
incluída em qualquer lista semelhante de religiões no futuro’.”
15 agosto 2002: Pres. Hinckley anuncia o chamado do Elder Uchtdorf para a Presidência dos Setenta.
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“Em 2004, por pura coincidência, eu e o Élder Uchtdorf viajamos juntos num vôo da Lufthansa para a
Europa. Não é raro que passageiros reconheçam e venham cumprimentar uma autoridade geral
presente no mesmo vôo. Mas dessa vez, as saudações foram bem diferentes. Quase todos os membros
da tripulação da Lufthansa vieram cumprimentar entusiasticamente o antigo piloto-chefe. Fizeram fila
para ter o privilégio de apertar-lhe a mão. Ficou clara para mim a profunda e merecida admiração que
eles tinham a ele.” Russell M. Nelson
Como Autoridade Geral, ele serviu em presidências de Área na Europa e Estados Unidos, mas também
recebeu designações na Colômbia, Equador, Nova Zelândia, Taiti e Rússia.
Em 02 outubro 2004 o Elder Uchtdorf foi chamado para o Quórum dos Doze Apóstolos, preenchendo a
vaga ocasionada pela morte do Elder David B. Haight.
“Se eu fosse descrever o que sinto, diria que estou calmo como um furacão. Preciso que orem por mim,
preciso do Senhor. Este chamado... influenciará completamente a minha vida para sempre. Muitas vezes
minha emoção quase me leva às lágrimas. Tenho um grande sentimento de inadequação e sinto a doce
angústia de uma profunda e muitas vezes dolorosa auto-análise a que submeti minha alma durante as
muitas horas da noite e do dia que se passaram desde a manhã da 6ª feira desta semana. Depois que o
Pres. Hinckley me fez o chamado... saí de meu atarefado escritório para dar essa notícia totalmente
inesperada à minha querida Harriet. Nesse momento extremamente importante de nossa vida, demos
imenso valor à sagrada tranqüilidade de nosso lar, como local de refúgio e segurança.” (CG, out.04, p.74)
“Esse chamado foi uma grande surpresa para muitos, mas especialmente para nossos netos, que
disseram: Mas ele é o nosso vovô! É apenas uma pessoa comum. Ele brincou conosco, costumava cortar
o nosso cabelo!” Elder Uchtdorf (CG, abr.05, p.36)
“Ele tem fé absoluta em Deus, fé no Senhor Jesus Cristo, fé na Igreja e fé em que receberá auxílio
celeste quando necessário.” Russell M. Nelson
O Presidente Uchtdorf tem um afeto especial pelo falecido Élder Theodore M. Burton (1907–1989), que
foi presidente da Missão Alemã Ocidental. Quando muitos membros da Igreja estavam emigrando, a
família Uchtdorf deu ouvidos ao conselho do Élder Burton de ficar na Alemanha e edificar a Igreja ali.
Eles levaram a sério esse conselho. Agora, em tom de brincadeira, os filhos repreendem os pais por
terem ido morar nos Estados Unidos, enquanto eles ficaram na Europa.
“Não seria interessante poder perguntar à mãe do Presidente Uchtdorf se pressentira que seu
filho mais novo viria um dia a servir na Primeira Presidência da Igreja? Certa vez, ela e os filhos
estavam num auditório público. Ela foi inspirada a retirar-se imediatamente. Por causa desse
sentimento urgente, pegou um carrinho, colocou Dieter dentro e saiu correndo com as crianças
o mais rápido possível. Pouco depois, o edifício foi destruído por um bombardeio durante a
guerra. A maioria dos ocupantes do auditório morreu. A Irmã Uchtdorf e seus filhos foram
poupados.” Russell M. Nelson
“A probabilidade matemática de um menino nascido na Tchecoslováquia, numa família de
conversos, e que sobreviveu a uma vida cheia de riscos, ser chamado na fase adulta para servir
na Primeira Presidência é ínfima. Mas o Senhor conhece e ama esse homem extraordinário
desde antes da criação do mundo. Os membros da Igreja seguirão com alegria e gratidão sua
liderança inspirada.” Russell M. Nelson
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Guido, lembra-se de uma frase alemã que seu pai usava com frequência: “Man könnte sich darüber
ärgern, aber man is nicht verpflichtet dazu” = “Alguém pode ficar zangado com alguma coisa, mas
ninguém é obrigado a zangar-se”. Dieter Uchtdorf sente que tem que ser uma vítima das
circunstâncias. Coisas terríveis podem ocorrer — e elas têm ocorrido em sua vida — mas de mãos dadas
com Deus, ainda podemos traçar um curso que nos libertará e que nos levará ao triunfo.
No dia 12 maio 2006, na Eslováquia, O Elder Uchtdorf ofereceu a oração dedicatória para a pregação do
evangelho naquele país. Apesar do evangelho já ser pregado na Eslováquia à mais de um século, depois
da separação da República Tcheca, essa oração ainda não tinha sido feita no novo país.
Em 03 fevereiro 2008, ele foi convidado pelo Presidente Monson, para fazer parte da nova Primeira
Presidência da Igreja, após o falecimento do Presidente Hinckley.
Ele é o 1º apóstolo em mais de 50 anos que não nasceu nos Estados Unidos, e o 1º nascido na
Alemanha (a Tchecoslováquia pertencia ao território alemão). O último estrangeiro foi o Elder
John A. Widtsoe, nascido na Noruega, e que faleceu em 1952. (houve 11 apóstolos
estrangeiros)Ele é o 2º membro da Primeira Presidência cujo inglês não é a sua língua nativa.
“Faz dois meses que o Presidente Monson me chamou para servir como 2º Conselheiro na
Primeira Presidência. Sei que isso foi uma surpresa para muitos e sem dúvida me pegou
desprevenido também. Na verdade, eu diria que fui a 2ª pessoa mais surpresa do mundo, a 1ª foi
minha esposa. No dia em que o Quórum dos Doze se reuniu no templo para apoiar o Presidente
Monson e ordená-lo e designá-lo profeta, vidente, revelador e Presidente d’A Igreja de Jesus
Cristo dos Santos dos Últimos Dias, senti-me imensamente feliz por ter a oportunidade de erguer
a mão em apoio a meu amado amigo e líder. Depois que o Presidente Monson foi apoiado,
anunciou seus conselheiros. A escolha do Pres. Eyring não foi surpresa. Ele é um grande homem
e de caráter, uma excelente escolha para 1º Conselheiro. Então, o Presidente Monson anunciou
seu 2º Conselheiro e o nome me soou estranhamente familiar… era o meu nome! Olhei a meu
redor, sem saber se tinha ouvido direito, mas o sorriso de meus irmãos e o olhar de compaixão
do Presidente Monson, me asseguraram que minha vida novamente estava prestes a mudar.”
(CG, abr.08, p.57)
Em abril 2009 Dieter Uchtdorf recebeu o título acadêmico de Doutorado Honorífico em Liderança
Internacional, pela Universidade Brigham Young.
ENSINAMENTOS
1. “Quando amamos de verdade nosso Pai Celestial e Seus filhos, demonstramos esse amor por meio
das nossas ações.” (CG, abr.09, p.60)
2. “Ser discípulo não é um esporte para espectadores. Nossa religião é de ação, não de observação.
Precisamos sair da arquibancada e praticar o que pregamos.” (CG, abr.09, p.75-77)
3. “Não obtemos a vida eterna de repente, esta é uma corrida de perseverança.” (CG, abr.09, p.76)
4. “Nunca desistam. Nunca se entreguem. Nunca deixem que o desespero sobrepuje seu espírito.” (CG,
out.08, p.24)
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HENRY BENNION EYRING – REPOSIÇÃO DE AULA
Para repor esta aula, complete as 4 tarefas abaixo e envie por escrito para sei_abc@terra.com.br
1. LEIA TODA A BIOGRAFIA DO PRESIDENTE HENRY B. EYRING.
2. CITE 10 CARACTERÍSITCAS DO PRESIDENTE EYRING QUE MAIS CHAMARAM SUA ATENÇÃO.
3. ESCOLHA 5 CARACTERÍSTICAS E COMENTE SOBRE CADA UMA, EXPLICANDO COMO ISSO AJUDOU O
PRESIDENTE EYRING A SE TORNAR UM APÓSTOLO DE JESUS CRISTO.
4. COMENTE SOBRE CADA UM DOS 5 ENSINAMENTOS DO PRESIDENTE EYRING, AO TÉRMINO DESTE
DOCUMENTO.
BIOGRAFIA
Conhecido como Hal, nasceu em 31 maio 1933, em Princeton, Nova Jersey. Foi o 2º de três filhos.
Seu PAI era um cientista de renome mundial e professor de química na Universidade de Princeton.
Sua MÃE, formou-se na Universidade de Utah e tornou-se chefe do departamento de educação física.
Ela dizia: “Se não tiver nada de bom a dizer sobre uma pessoa, não diga nada”. (CG, out.08, p.71)
Com a guerra, o racionamento de gasolina impedia a família de fazer o trajeto de 27 km até a Igreja. O
lar dos Eyring se tornou então a “capela” para os membros em Princeton.
Hal e seus dois irmãos eram os únicos membros do sacerdócio Aarônico do pequeno ramo.
O pai era o presidente do ramo e a mãe era a pianista e regente (ao mesmo tempo!!).
Hal dizia em tom de brincadeira que nunca faltou a uma reunião lá.
“Na adolescência, percebi o quanto meu irmão era diferente dos demais jovens. Na época da
escola secundária Hal mergulhou nas escrituras e leu o Livro de Mórmon cinco vezes.” Harden
Eyring (irmão caçula)
Hal recusava-se a participar de atividades que perturbassem sua espiritualidade.
Em 1946, Henry, o pai de Hal, já recebera vários títulos honoris causa, grandes prêmios de química e com
excelentes chances de indicação ao Prêmio Nobel. Então, recebeu um telefonema do reitor da Universidade de
Utah, convidando-o para ser o coordenador da pós-graduação. Sua esposa lembrou-o de uma promessa que ele
lhe fizera anos antes: mudar-se com a família para mais perto da sede da Igreja quando os meninos crescessem.
Henry recusou a proposta e Mildred deu-lhe uma carta para ele ler ao chegar ao laboratório. Na carta Mildred
expressava sua decepção, e depois de orar e ponderar, Henry ligou para o reitor e aceitou o convite. Anos mais
tarde, Hal seguiu o exemplo do pai quando se deparou com um dilema semelhante. Em 1946 os Eyring se
mudaram para Salt Lake City.
O lar dos Eyring era cheio de música, inovações intelectuais e crescimento espiritual. Devido ao amor do
pai pela ciência, seus 3 filhos foram encorajados a se formar em física para se tornarem cientistas.
“Quando adolescente, eu ia às sorveterias que eram o ponto de encontro dos jovens, mas Hal
não saía à noite com os amigos. Preferia ler e estudar”, recorda Harden.
Ao estudar FÍSICA na Universidade de Utah, Hal pediu ajuda a seu pai com um problema matemático
complexo. “Meu pai estava escrevendo no quadro-negro que tínhamos no porão. Ele disse: ‘Hal, lidamos
com tipo de problema semana passada. Não me parece que esteja entendendo melhor agora. Você não
estudou nesse meio tempo?’ Admiti que não havia pensado nele. ‘Quando você caminha pela rua, quando
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você está no chuveiro, quando você não tem nada para pensar, não é nisso que você pensa?’ Quando eu
falei ‘não’ meu pai parou. Aquele era um momento muito delicado, porque eu sabia o quanto ele me
amava e o quanto ele queria que eu fosse um cientista. Então ele disse com palavras ternas: ‘Hal, acho
melhor você deixar a física. Você precisa encontrar algo que você ame tanto que quando não tiver nada
para pensar, será isso que lhe virá à mente’.”
Hal se formou Bacharel em Física em 1955, pela Universidade de Utah.
A Guerra da Coréia havia acabado de terminar, durante a qual o nº de missionários foi restringido.
Quando se formou, ele foi para a Força Aérea dos Estados Unidos e não pôde servir MISSÃO.
Antes de partir, Hal recebeu uma bênção de seu bispo, que lhe prometeu que seu serviço militar
seria sua missão. Depois de chegar ao Novo México foi chamado como missionário de distrito,
servindo à noite e nos fins de semana durante os dois anos de serviço militar.
Com o serviço militar concluído, Hal foi para HARVARD, obtendo mestrado e depois doutorado em
administração de empresas.
Ele foi aceito como Professor em Stanford, na Califórnia (professor do jovem Quentin L. Cook).
Durante o verão de 1961, conheceu KATHLEEN JOHNSON. Encantado com sua beleza, ele lembrou das
palavras do Presidente Mckay: “Se você conhece uma garota na qual em sua presença você tem o
desejo de fazer o seu melhor tal jovem é digna do seu amor”.
Eles casaram em julho 1962, selados no Templo de Logan pelo Elder Spencer W. Kimball.
O casal foi abençoado com seis filhos – quatro meninos e duas meninas.
A FAMÍLIA sempre esteve em 1º lugar. Kathleen disse: “Hal tem ensinado o evangelho em nosso lar com
grande clareza e convicção. E, para que ficasse claro para nós entendermos, ele viveu primeiro”.
Como seu pai, Hal encorajou descobertas intelectuais e crescimento espiritual em cada filho.
Nas manhãs de sábado construíam estantes ou plantavam flores.
Em Stanford serviu por 4 anos como bispo, numa ala de estudantes, e dava aula de seminário diário.
Além de Professor, no mundo dos negócios, foi Diretor da Finnigan Instrument Corporation e foi
Fundador e Diretor da System Industries Incorporated (fabricação de computadores).
A vida parecia estar indo bem para a família Eyring. Entretanto, isso estava para mudar...
Uma noite Kathleen o acordou com duas perguntas inusitadas: “Você tem certeza que está fazendo a
coisa certa com a sua vida?”
Sem saber como poderiam ser mais felizes, Hal perguntou surpreso: “O que quer dizer com isso? Tenho
terreno em Stanford. Sou o bispo da ala Stanford. Vivemos perto dos seus pais. Eu amo o que estou
fazendo. É como o Jardim do Éden…”
Então ela perguntou: “Não poderia fazer estudos para Neal Maxwell?”
Neal A. Maxwell acabara de ser nomeado Comissário do SEI. Nenhum dos dois o conhecia, mas Kathleen
sentiu que talvez o marido pudesse fazer mais para mudar a vida das pessoas.
Hal pensou: “Fazer estudos para Neal Maxwell neste estágio da minha carreira? Afinal de contas fazer
estudos é coisa para os jovens pós-graduandos”.
Depois de alguns instantes de silêncio, Kathleen pediu: “Vai orar a respeito?”
Hal levantou da cama, ajoelhou-se e orou. “Não obtive resposta, e adorei, pois não tinha vontade de ir
para lugar algum”.
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No dia seguinte, durante a reunião de bispado, Hal ouviu uma voz na mente que o repreendeu por não
levar a sério a inspiração da esposa. “Não sabes o que te aguarda em tua carreira”.
Preocupado com a experiência, Hal voltou imediatamente para casa e anunciou à esposa: “Temos um
problema!”. Então começou a orar acerca de seu futuro.
Menos de uma semana depois o telefone tocou e o Comissário Maxwell estava na linha perguntando se
Hal poderia ir a Salt Lake para uma reunião. Ele pegou o avião na manhã seguinte. As primeiras palavras
do Comissário Maxwell foram: “Gostaria de convidá-lo para ser o Presidente da Ricks College”.
Nem mesmo a inspiração da esposa o havia preparado para tal surpresa. Ele disse que precisaria orar a
respeito, pois sabia muito pouco sobre a Ricks College. Na manhã seguinte, reuniu-se com a Primeira
Presidência e o Comissário Maxwell confirmou que a vaga seria dele caso a aceitasse.
Ao voltar para a Califórnia, Hal continuou a orar com fervor. Sob joelhos dobrados ele orou até que a
resposta veio. De forma simples, o Senhor respondeu suas orações: “É a minha escola”.
Telefonou para o Comissário Maxwell e anunciou: “Estou a caminho”.
Hal abriu mão de sua situação confortável para viver num trailer em Idaho. Só depois da posse como
reitor é que se mudou para a nova casa, que ajudou a construir.
No dia 10 dezembro 1971 Henry B. Eyring foi nomeado como Presidente do Ricks College (1971-1977)
Como presidente do Ricks College teve o privilégio de estar mais perto das Autoridades Gerais.
Ele ensinou aulas de religião e sua dedicação à juventude do Ricks College será lembrada por gerações.
Sua influência melhorava a vida das pessoas.
Algum tempo depois Hal recebeu uma proposta de alto salário na Califórnia. “Parece uma oportunidade
excelente. Se um dia precisarmos de você, saberemos onde o encontrar”, comentou seu tio, o Pres.
Kimball. Hal achava que o Pres. Kimball lhe pediria que ficasse na Ricks, mas caberia ao casal orar e jejuar
para tomar a decisão. Após uma semana, o Espírito sussurrou que ele teria o privilégio de ficar na Ricks
College por mais algum tempo. Então, telefonou para Jeffrey R. Holland, o Comissário do SEI, dizendo que
recusara a proposta. Na mesma noite, ele recebeu um telefonema do Pres. Kimball: “Vejo que decidiu
ficar”. “É verdade”, respondeu. “Acha que fez um sacrifício?”, perguntou o Pres. Kimball. “Não”, replicou
Henry. “Tem razão!”, tranqüilizou-o o Presidente Kimball.
TELEVISÃO. Com 6 filhos, uma das preocupações era a quantidade e a qualidade da programação a que
os filhos assistiam na televisão.
Henry J., o filho mais velho, lembra: “Eu e meu irmão estávamos assistindo TV numa noite de sábado por
volta da meia-noite. Era um programa humorístico que não deveríamos ver. Nossa mãe chegou sem
avisar, com uma tesoura na mão. Ela foi para trás do televisor, pegou o fio e cortou-o. Voaram faíscas e o
aparelho parou de funcionar. Ela deu meia volta e se retirou”. Sem se alterar, Henry J. ia se deitar, mas
seu criativo irmão cortou o fio de um aspirador quebrado e ligou-o à televisão. Pouco depois, os dois
estavam de novo sentados em frente à televisão. “Porém, foi nossa mãe que riu por último. Ao voltarmos
da escola, achamos o televisor no chão com uma rachadura enorme na tela. Desconfiamos
imediatamente da nossa mãe, mas ela respondeu: ‘Estava passando o espanador embaixo da televisão, e
ela escorregou’”.
Hal e os filhos atenderam ao desejo de Kathleen, e esse foi o fim da TV na casa dos Eyring.
“Nossa mãe é inspirada e destemida. Sua firmeza é uma grande bênção para seus filhos e netos. Ela
mudou para sempre o curso de nossa vida”, observa Henry J.
Sem TV, a família tinha mais tempo para se dedicar uns aos outros, desenvolver talentos, praticar
esportes e realizar atividades em família.
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Hal aperfeiçoou suas aptidões culinárias (faz seu próprio pão), descobriu um talento para a escultura em
madeira e pintura em aquarelas. A casa é cheia de quadros, esculturas e móveis que ele criou.
Seu serviço na Igreja inclui Representante Regional e membro da Junta Geral da Escola Dominical.
Seus oito anos com o Sistema Educacional da Igreja, começaram em 1977, quando o novo Comissário
Jeffrey R. Holland, chamou Hal como Comissário Adjunto, onde serviu por três anos.
Em 1980, quando Jeffrey R. Holland se tornou Presidente da BYU, Hal foi chamado como Comissário de
Educação da Igreja.
Em abril 1985, foi chamado como 1º Conselheiro no Bispado Presidente, servindo com o Bispo
Presidente Robert D. Hales.
Usou seus talentos nas áreas de administração e supervisão de propriedades, planejamento,
projetos, construção de templos e outros assuntos temporais.
Em setembro 1992 voltou a ser o Comissário de Educação e um mês depois foi chamado para o
Primeiro Quórum dos Setenta, pelo Presidente Ezra Taft Benson.
Em 01 abril 1995, o Elder Eyring foi apoiado como membro do Quórum dos Doze Apóstolos. Seu
chamado foi feito pelo Presidente Gordon B. Hinckley, na tarde do dia anterior. Esta vaga foi ocasionado
pelo falecimento do Presidente da Igreja, Howard W. Hunter. O Presidente Hinckley chamou o Elder
Faust como 2º Conselheiro na Primeira Presidência, criando uma vaga no Quórum dos Doze.
Em outubro de 2007, foi chamado como 2º Conselheiro do Pres. Hinckley, (falecimento do Pres. Faust)
“Eu sempre achei que, quando crescesse, eu queria ser como o Presidente Faust. Talvez ainda
haja tempo.” (CG, out.2007, p.66)
Quatro meses depois, em fevereiro 2008, o novo Presidente da Igreja, o Presidente Thomas S. Monson,
chamou o Presidente Eyring como Primeiro Conselheiro na Primeira Presidência.
“Uma rara combinação de talentos, seu legado de fé, sua vida de preparação, sua dedicação ao
serviço e determinação de buscar a Deus e Sua vontade o qualificam de modo único para servir
na Primeira Presidência.” Robert D. Hales
ENSINAMENTOS
1. “Precisamos ser transformados por meio de escolhas corretas tomadas em momentos difíceis.” (CG,
abr.09, p.24)
2. “Encontraremos alegria em ir aonde quer que o Senhor queira nos mandar.” (CG, out.08, p.60)
3. “Alguns podem-se achar castos, quando na verdade não o são. Alguns podem ter racionalizado seus
pecados pensando assim: Se o bispo não fizer perguntas detalhadas sobre atos sexuais, não tenho
que confessar e me arrepender”. (TML, jan.03, p.12)
4. “Não existem chamados pequenos quando representamos o Senhor.” (CG, out.02, p.76)
5. “A força espiritual, que há uns anos atrás era suficiente para os nossos jovens permanecerem firmes,
em breve não será mais suficiente.” (CES, 14 agosto 2001)
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