Perguntas de Exame by Ghjl2Zeu

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									Perguntas de Exame

Perguntas da Prova Teórica da Avaliação Final
Internato Complementar de Medicina Geral e Complementar
Luís Coentro - 09JUL2004


1. Técnicas usadas para a criação da relação médico-doente

2. Abordagem da infertilidade em MGF

3. Neoplasias do Colo do útero
  - Limites etários para o rastreio
  - testes existentes
  - como é feito o rastreio

4. Diabetes Mellitus tipo II
  - Sintomatologia "clássica"
  - formas terapêuticas

5. Insuficiência Cardíaca
  - Semiologia mais característica
  - Exames complementares mais úteis no diagnóstico
  - Opções terapêuticas

6. Diminuição da acuidade auditiva na criança
  - etiologias (não esquecer cerúmen! :-)
  - metodologias diagnósticas

7. Rectorragias
  - Causas e Diagnóstico Diferencial
  - "Como faria o Rastreio do Cancro Colo-rectal?"

8. Aconselhamento a dar a utente que vai fazer viagem a um país
subdesenvolvido

9. 5 Critérios para o diagnóstico de Depressão Grave

10. Perturbações de humor no período pós-parto
  - Quais existem e em que se diferenciam
  - Patologias orgânicas que se podem confundir com a Depressão Pós-
parto

11. Repercussões sistémicas da Hipertensão Arterial

12. Indicações e Contra-indicações dos IECA e Beta-Bloqueantes

13. Causas de lombalgias
  - mais frequentes
  - mais raras
  - Hipóteses diagn. de lombalgias em adulto jovem

14. Sinais de gravidade na avaliação de lactente/criança
  (ver Escala de Yale - Avaliação do estado geral na criança)

15. Factores de risco na osteoporose

16. Factores de risco para o síndrome de morte súbita do lactente

17. Diferenças entre Eficácia, Eficiência e Efectividade

18. Influência das Doenças Crónicas na estrutura familiar


Exame do 2º ano
Marta Fonseca
17/12/2008
CS Venda Nova

MGF 2 (Dr. Carlos Ferrão)
  1. Polimialgia Reumática: quadro clínico e diagnóstico.
  2. Critérios para o uso de insulinoterapia num doente diabético.
  3. Indicar algumas indicações formais para o uso de determinadas
     classes de fármacos no tratamento da HTA.
  4. Causas de Osteoporose secundária.
  5. Rastreio do cancro da mama: recomendações e como faz na prática
     clínica.
  6. Profilaxia e tratamento farmacológicos e não farmacológicos da
     crise aguda de enxaqueca.
   7. Sinais de alarme de lesões cutâneas.


Urgência (Dr. Hugo Silva)
   1. Como se caracteriza uma crise aguda de asma com paragem
      respiratória eminente?
   2. Coloca a hipótese diagnóstica de EAM num doente que está a
      observar no CS. Como actua?
   3. Como trata um doente com uma cólica renal aguda?
   4. Qual o quadro clínico e como actua perante uma artrite séptica?
   5. Qual a abordagem no CS de um doente com choque anafilático?
   6. Quais os critérios de referenciação à Urgência de Oftalmologia do
      olho vermelho?
   7. Quais os sinais de alarme numa criança com febre e quais os
      critérios para referenciação para os cuidados de saúde secundários?


                             EXAME DE 2º ANO


Perguntas de MGF2


1. Fale do “factor tempo” como instrumento de diagnóstico.
      - Qual o diagnóstico do quadro: criança de 16 meses, com inicio de
      febre abrupto e de duração de 3 dias, com surgimento de rash ao
      nível do tronco e membros quando a febre desaparece?
2. Dê exemplos de indicadores de qualidade de desempenho na consulta
de Saúde Materna.
3. Quais os métodos de avaliação familiar que usou na sua prática clínica e
suas aplicações?
      - Situações em que se faz genograma
      - Nome dos critérios para a realização do genograma
4. Que diagnósticos precoces de neoplasias faz e como os faz?
      - Numa mulher virgem, ex. freira, o que preconiza em relação ao
      rastreio do cancro do colo do útero?
5. O que pensa do PSA como rastreio do cancro da próstata.
6. Que ensinamentos faz a uma pessoa com Eczema atópico, ou seja,
cuidados não farmacológicos?
7. Que conselhos não farmacológicos faz a uma pessoa com
Espondiloartrose?
8. Como faz o seguimento dos diabéticos tipo 2?
      - Periodicidade das consultas;
      - O que avalia;
      - Exames analíticos e com que periodicidade;
      - Outros ECD e com que periodicidade;
      - Com que periodicidade se referencia a outras especialidades.
      - Para além do IMC que outro parâmetro utiliza para avaliar a
Obesidade?
9. Porque é útil quantificar o risco cardiovascular num doente hipertenso?
Em que factores nos baseamos para determinar o risco CV??
10. Dê um exemplo real discutido no grupo Balint em que a intervenção
do grupo tenha alterado a relação médico-doente.


Perguntas do Urgência


1. Homem, 52 anos, vai ao SU por dor lombar intensa e náuseas. Que
diagnósticos coloca? Forma de actuar?
2. Homem, vai ao SU por insuficiência respiratória, tosse com
expectoração muco-purulenta e dispneia. O que faz?
      DPOC – Se for seu utente que cuidados deve ter??
3. Diferenças entre flebotrombose profunda do MI e isquémia do MI?
Perguntas a fazer ao doente? Factores de risco?
4. Doente em coma no SAP. Como agir?
5. Doente em coma, com miose, emagrecido, mal cuidado. Que estigmas
procurávamos no corpo e o que fazíamos que lhe salvava a vida?
6. Utente que vai ao SAP com cefaleias. Em que circunstâncias se envia ao
hospital?
7. No SAP: mulher, 66 anos, fumadora, com dislipidémia, HTA e dor
retroesternal típica de cardiopatia isquémica. Q que faz?
8. Utente que recorre ao SU por vertigens de inicio agudo.
      - Como diferencia a vertigem periférica da central?
      - Qual a causa mais frequente de vertigem periférica?
      - Como se diagnostica a vertigem postural benigna?

                     Exames CS Alvalade Junho 2007


Prova prática
   1. Disse que, neste doente, havia uma suspeita de diabetes. Como
      esclareceria essa suspeita?
   2. Este doente tem cardiopatia isquémica, provavelmente também é
      diabético. Em termos de terapêutica, mesmo não tendo acesso ao
      seu perfil lipídico, o que acha da possibilidade de introduzir uma
      estatina?
   3. Este homem tem história difícil de interpretar de cirurgia prostática.
      Disse que contactaria a Urologia para esclarecer. No entanto, se não
      tivesse acesso a essa informação, como investigaria a situação?
   4. No exame objectivo deste doente, disse que havia uma massa
      abdominal mal definida. Como faria para esclarecer essa situação?
   5. Como caracterizaria o perfil psicológico deste doente? Que
      influência poderá ter esse perfil sobre a pressão arterial? Como
      investigaria essa influência?
   6. Este homem está anticoagulado por miocardiopatia dilatada e
      apresenta-lhe um INR de 3,7. O que faz? Uma vez que este é um
      homem diferenciado, acha-o capaz de controlar o INR? Que
      instruções lhe daria?
   7. Qual o papel do médico de família numa situação como a deste
      doente que é seguido em várias consultas hospitalares?
   8. Este homem tem DPOC. Disse que o medicaria com um b-
      bloqueante. Esta informação alteraria a sua conduta?
   9. Descreveu este homem como triste. O que faria para abordar essa
      tristeza?


Prova teórica 1
   1. Indique objectivos gerais das consultas de saúde infantil.
   2. Indique 4 contra-indicações         absolutas   para    realizar   um
      electrocardiograma de esforço.
   3. Como faz o diagnóstico clínico de menopausa? Diga qual o plano de
      follow-up preconizado para esta etapa da vida da mulher.
   4. Indique 4 ou 5 razões para antecipar o rastreio da diabetes
      gestacional para o primeiro trimestre da gravidez.
   5. Como actua perante uma mastite puerperal?
   6. Indique critérios que distinguem uma icterícia fisiológica de uma
      icterícia não-fisiológica no recém-nascido de termo.
   7. Indique medidas para prevenir agudizações ou exacerbações de
      DPOC. Como faz o tratamento desta patologia? Quando referencia
      estes doentes?
   8. Como faz o diagnóstico clínico de carcinoma do cólon? Distinga a
      sintomatologia relativa a tumores do cólon direito e do cólon
      esquerdo.
   9. Diga-me que critérios usa na sua prática clínica diária para exercer
      uma farmacoterapia racional.


Prova teórica 2
   1. Diga-me os valores alvo do colesterol e dos triglicéridos na
      terapêutica da dislipidémia no indivíduo diabético.
   2. Indique-me indicações da vacina da gripe.
   3. Diga-me sinais e sintomas da doença de Hodgkin.
   4. Diga-me que utilidade tem o genograma como instrumento de
      avaliação familiar. Quando é que o usa? Porquê?
   5. Perante uma grávida a quem acabou de diagnosticar diabetes
      gestacional, que atitude toma? Que terapêutica se deveria instituir,
      mesmo que não seja você a responsável por essa prescrição?
   6. Indique a importância que tem a consulta pré-concepcional.
   7. Dê exemplos de medidas preventivas em medicina geral e familiar.
   8. Como faria a abordagem do défice cognitivo no idoso?
   9. Indique factores que influenciam a adesão à terapêutica.
   10.Indique contra-indicações absolutas para a contracepção hormonal.
   11.Imagine que tem uma criança de dois anos de idade, cuja mãe se
      queixa que a criança tem febre e um exantema que poupa palmas e
      plantas. Uns dias antes tinha tido algum “catarro” e apresenta
      também uma conjuntivite. Qual o diagnóstico? Qual o tratamento?
      Que complicações são possíveis?
   12.Indique 5 causas frequentes de dor abdominal na criança.


Prova teórica 3
   1. Imagine que vê uma criança de dois anos com o primeiro episódio
      de infecção urinária. Descreva o quadro clínico. Como actuaria? Que
      orientação lhe daria? Diga-me se essa orientação era diferente se se
      tratasse de um menino ou de uma menina? Se fosse uma menina de
      4 anos, qual a medida preventiva fundamental a instituir?
   2. Imagine que tem uma grávida Rh negativa na primeira consulta de
      saúde materna. O que faria?
   3. Descreva o quadro clínico do síndrome do cólon irritável. Como faz
      o diagnóstico diferencial? Indique sinais de alarme.
   4. Indique-me diferenças em termos da hipertensão arterial num
      indivíduo de raça branca em comparação com um de raça negra,
      nomeadamente em termos do tipo de medicação a instituir. Se este
      doente fosse um não-deeper, que alterações faria na terapêutica?
   5. Indique a sua actuação perante um bócio multinodular.
   6. Como faz a abordagem da enurese nocturna em idade escolar
   7. Indique os objectivos gerais de um exame global de saúde dos 11-13
      anos.
   8. Como abordaria uma situação de amenorreia (primária e
      secundária)? De que causas excluiria em primeiro lugar?
   9. Indique problemas de saúde associados ao consumo excessivo de
      álcool.
   10.Como abordaria a questão da terapêutica hormonal de substituição
      numa consulta de menopausa.
   11.Perante uma situação de insónia, como actuaria? Que outras
      patologias surgem frequentemente associadas?
   12.Imagine um homem de 48 anos com um quadro de febre com 15
      dias de evolução e astenia. Indique as hipóteses de diagnóstico
      principais que lhe surjam.

MGF2
1- Perante uma rapariga de 16 anos, 3ª filha, em que as 2 primeiras
tiveram gravidezes não-desejadas, que lhe vem pedir a pílula, como
actua?
2- Pedem-lhe uma consulta domiciliária para uma "revisão geral" a
uma doente paliativa. Que critérios utiliza para decidir se vai ou
não fazer essa visita domiciliária e quais as vantagens dessa visita
3- Quando pede EDA? Diga 2 ou 3 situações em que prefere o estudo
baritado.
4- Síndrome do túnel do carpo. Como diagnostica? Como suspeita? Como
encaminha? Como trata?
5- Uma mamografia vem com BIRADS 5. O que significa? Que problemas é
que lhe levanta uma doente que não aceita o diagnóstico? Como gere a
situação? Que conduta tem em relação às filhas?
6- Quando usa instrumentos de avaliação familiar? Dê 2 exemplos.
7- Homem emagrecido de 66 anos com fadiga e perda de peso há 1 mês.
Como abordaria? Em que é que pensava? Que exames pedia?



Prova curricular . Gema Ponce, Fev dia 19-2-09
Juri: Dra Ana Costa, Dr. Joaquim Marques, Dr. Jorge Domingos
1/ como organizar a actividade da consulta.
2/ abordagem alcoólismo
3/ ventagens e desventagens do trabalho numa USF
4/ Formaçao en nutriçao infantil : pq é util?
5/ que é um partograma?
6/ valor da neurocirurgia para MGF
7/ Como realizou o screening do cancro da mama e do utero
8/ Estagio de pediatria: pq necessidade?
9/ Consultas de Consultadoria: masvalia para o Centro de saude
10/ Problemas de Saude ocultos nas ilhas açores: alcolismo
11/ Artrite Reumatoide: abordagem pelo MF
12/ Actividades preventivas nas crianças
13/ Osteoporose tratamento
14/ Utentes com ensino superior, dificuldades na consulta com eles.
15/ Como organizar os sistemas de saude primarios em um pais
desenvolvido


PROVA PRATICA :
Idoso com 85 anos e pluripatologia ( incluindo descompensaçao de ICC)


PROVA TEORICA:
1/ Diagnostico de adenopatia numa jovem, cuidados relacionados com a
quimio e a radio apos descobrir que era um linfoma.
2/ Criança com 15 meses: abordagem
3/ Alimentaçao no 1º ano de idade
4/ caso clinico em relacion com Implante hormonal subdermico
5/ Luto patologico: sinais e sintomas
6/ menopausa abordagem terapeutica
7/ insomina abordagem
8/ indicacçoes formais de IECAS
9/ hipotiroidismo rastreio em Portugal.
10/ Nodulo da tiroide rastreio


Olá pessoal! Espero que estejam todos bem!

Aqui vão as perguntas do meu exame. Mesmo que não seja para já, há-de
ser útil para alguém.

Então aqui vai:

1) Criança de 11 anos, com tinha do couro cabeludo - se tivesse um ou
mais dispositivos à mão, quais teriam utilidade no diagnóstico? (eu
mencionei no relatório a utilização da Luz de wood e o microscópio)
Como tratava?

2) Qual é a monoartrite que mais frequentemente encontramos na
consulta? Que atitudes toma perante essa situação, a curto e a médio
prazo?

3) Refira alguns critérios para a aplicação de métodos de avaliação
familiar. Quais acha mais úteis e qual a informação que nos fornecem.

4) Homem, 48 anos, IMC 30 Kg/m2, HTA controlada, não fumador,
colesterol total 220 mg/dl, HDL 20 mg/dl, TG 180 mg/dl. Que
objectivos, vigilância e terapêutica preconizava para este utente.

5) Quais são os critérios de referênciação das penumonias.

6) Mulher, 56 anos, obesa, rastreio ocasional no trabalho revelou
glicémia de 205 mg/dl. Qual o diagnóstico provável? Como avalia esta
utente? Como tratava?

7) No CATUS chega um homem, 4o anos, obeso, fumador, com queixas de
desconforto torácico epigástrico desde há 5 horas. Qual a sua atitude
terapêutica e outras atitudes.
8) Imagine que esse mesmo homem cai no chão inanimado. O que faz?
(pretendiam SBV)

9) Mulher, idade fértilm apirética, dor intensa com defesa nos
quadrantes inferiores, sem organomegálias. Quais as hipóteses que
colocava e que atitudes tomava.

10) Osteoporose - definição e recomendações para realização de DEXA;
factores de risco major e minor

11) Um senhor entra no consultório com o seu neto, para mostrar o rx
aos joelhos do mesmo. Entretanto, a criança estava a ser irrequieta e
o avô puxa-o pelo braço, provocando dor na criança, que fica sem
mexer o membro afectado. Qual o diagnóstico? Qual a sua atitude? E o
que acha que poderíamos encontrar de especial no rx da criança? (isto
porque no relatório falei sobre a sub-luxação do rádio e do síndrome
de Osgood-Schlater)

12) Gonartrose - avaliação, educação e terapêutica.

Para quem ainda vai fazer exame - muito boa sorte! Para todos - umas
festas muito felizes e uma grandiosa entrada no ano de 2009! Que seja
um ano de sucesso para todos, que a MGF continue a crescer e que o
companheirismo e esta entreajuda tão saudável se mantenham por longos
anos e por muitos cursos de MGF!

Beijinhos para todos!

Rita Paulino (Queluz - Massamá)


Minhas perguntas:
MGF2:
- Atitude perante grávida Rh-
- Dislipidémicos - importância da estratificação de risco cardiovascular
nestes doentes
- Domicílios - mais-valias
- Diabetes - valores alvo a atingir
- Pé diabético - importância e em que consiste a observação.
- Rastreios oncológicos - quais e quando.
Medicina de Urgência:
- Feridas - quando suturar e não suturar
- Abcesso - drenagem - quando referenciar
- Fractura do colo do fémur - sinais que pesquiso
- Diagnóstico diferencial de dor na FID em mulher de 35 anos
- Diagnósticos de epigastralgias
- PAC em idosos - terapêutica e critérios de referenciação


- SCORE, parametros e excepciones
2- FC RISCO Ca. mama e PON
3- OSTEOPOROSE: FC DE RISCO, SCREENIG COMO PORQUE CON QUE
ONDE
4- DMII Criterios diagnosticos e parametros de seguimento dos diabeticos
5- caso clinico: mulher 55 com uma serie de doenças ap e af... como
abarcaria numa primeira consulta ( fundamental para apannar os
screening)
6- caso clinico: homem com febre subinta e exantema maculopapular
(fbre da carraça)
7- Amigdalite Aguda: decissao terapeutic e pq da decissao
8- caso clinico de pneumonia tipica: para apanhar os criterios de ref ao SU
hospitala)
9. Caso clinico utente que vem com diminuiçao do peso e uma medida de
glicemia de 280 que fazer.
10- Dor toracico dciagnostico diferencial
11- caso clinico senhor mordido por cao que facer
12- fc alerta perante trocas em lesoes dermicas
13- caso clinico bebe com 6 meses de idade para SI
14- Vacina do Papiloma virus: indicaçoes, opinioes actuais, opinao da
interna
e acho k nao me estou a esqucer de nada
bom proveito e para os q continuam com ex FORÇA!
PS: ( aproveitei o exame para comentar o problema dos relatorios, para
caso as criticas foram bem aceites por todos =)

Perguntas de exame teórico em Sete Rios 14/02/08

1- Indicações para THS. Que vigilância? Que riscos?

2- Indicações para internamento numa pneumonia adquirida na
comunidade

3- Sinais de maus tratos/negligência/abuso em saúde infantil

4- Detecção precoce cancro colo-rectal. Factores de risco.

5- O que é? Quando se pede amniocentese?

6- Mulher de 19 anos que vem por rotina. Como orienta a consulta?

7- Mulher de 69 anos, hipertensa, com FA e ICC medicada com IECA +
Furosemido + Espironolactona + Anticoagulante. Apresenta-se confusa e
agitada com expectoração hemoptóica e temperatura axilar de 36,9ºC.
Que hipóteses diagnósticas coloca?

8- Grávida de 25 anos, G1P0. 33S. PA130/80mmHg. Nas outras medições
tinha spe < 110/60 mm Hg. Que atitude toma?

9- Doente zangada porque a consulta que estava marcada está muito
atrasada e já esperou 2h. Como reage?

10- O que espera como resultados possíveis para uma colpocitologia?
Que atitude toma perante cada resultado?

11- Homem com cancro da próstata metastizado. Em fim de vida. Dor é o
principal problema. Como trata?

12- O que é o implante contraceptivo? Para quem está indicado?
Vantagens e desvantagens?

13- Suspeita HIV. Como orienta a consulta? Como dá a notícia?

14- Grávida Rh -. Como faz profilaxia da isoimunização? Outras
situações em que tb está indicada profilaxia?

15- BCG. Situações em que não pode fazer?

16- Doente terminal. Como aborda perante o doente e perante a família?

17- Exantema súbito. O que é? Sintomas? Terapêutica?
18- Como classifica a HTA? Em relação à secundária: como suspeita e
que exames complementares pede?

19- Papel marcadores tumorais na prática clínica

20- Competências do MF

21- Doente bipolar. Papel do MF na monitorização dos estabilizadores
de humor

22- Idosa com creat 2,0 Na 140 K 6 Cl 100. Hipóteses diagnósticas?
Plano?


Sobre relatório de actividades/MGF1...

   1. Definições de CSP e que tipo de actividades englobam?
   2. Características dos Cuidados de Saúde Primários
   3. Diferenças entre cuidados de saúde primários e cuidados de saúde
      secundários (prática clínica no CS vs hospital)
   4. Definição de CSP, CSS e CST. Principais diferenças
   5. Génese das USF

   6. Características da Medicina Geral e Familiar.
   7. Características da MGF.
   8. Características da especificidade da MGF
   9. Cinco características da MGF, que a distinguem das outras
       especialidades.
   10.Porque a MGF é uma especialidade diferente das hospitalares
   11.O que se entende por/qual deverá ser a atitude profissional do
       MF/Definição de MF
   12.Cm se explica a um colega hospitalar o q é um MF? O pq de ser
       uma especialidade?
   13.Características e competências do MF.
   14.Quais as competências nucleares da especialidade de medicina
       geral e familiar?
   15.Principais competências do MF cm gestor e cm pessoa

   16.Circuito do utente
17.x% de utentes sem MF. Cm resolver este problema?
18.Interesse dos indicadores na avaliação da MGF, enumerar
   indicadores de qualidade
19.Cometários dos valores dos indicadores de funcionalidade do CS
   que apresentei no relatório (taxa de utilização das consultas de
   Planeamento Familiar, nº de revisões do puerpério, nº de EGS dos
   5/6 anos e 11/13 anos, % de RN com consulta até ao 28º dia, %
   taxa de vacinação) e estratégias a implementar com vista a
   melhorar esses mesmos indicadores.
20.Qual a minha opinião acerca dos indicadores de utilização da
   consulta (a propósito de um quadro do relatório)
21.Indicadores de Qualidade da lista de utentes
22.Como é que se pode avaliar a acessibilidade dos utentes da nossa
   lista?
23.Consultas programadas e não programadas: vantagens e
   desvantagens.

24.A influência das características da comunidade na nossa prática
   clínica.
25.Indicadores da comunidade e sua importância em MGF.
26.Indicadores sócio-económicos e demográficos. Em que consistem e
   qual a importância.
27.Importância dos indicadores (falar nos indicadores geofisicos, socio
    economicos, demográficos, etc)
28.Definição de Índice de Envelhecimento, Índice de Longevidade e
    Índice de dependência total. Importância desses indicadores para a
    MGF.
29.Na comunidade abrangida pelo meu CS existe um grupo
    significativo oriundo de Cabo Verde. Quais as consequências na
    prática clínica.
30.Qual a importância da caracterização da lista de utentes.
31.Quais os indicadores que considera mais importantes para a
    organização/gestão da consulta?
32.Quais os aspectos culturais e socioeconómicos que acha
    importante conhecer, em relação ao doente que tem à sua frente,
    para optimizar a consulta?
33.Utilidade prática da realização da pirâmide etária da lista de
    utentes
34.Pirâmide etária. Dados a retirar e adequação da consulta.
35.Qual a importância das pirâmides etárias que coloquei no relatório
   (da população do concelho e da lista de utentes), de que forma me
   podem ser úteis e de que forma vão influenciar a minha actuação.
36.Qual a diferença entre uma pirâmide etária e a distribuição por
   sexo e idades (a propósito do relatório)?
37.x% da população n frequentou a escola; implicações do
   analfabetismo na prática clínica
38.Influência de factores socio-económicos sobre a taxa de natalidade

39.O que são Indicadores de Saúde e para que servem?
40.Pq se usam indicadores de saúde?
41.Que indicadores de saúde conhece, qual as suas limitações e qual a
   sua aplicabilidade em MGF? (Depois pediram-me para falar em
   maior detalha de questão das taxas de mortalidade geral,
   mortalidade específica, de natalidade e de fecundidade).
42.Definição de incidência e prevalência e sua importância.
43.Tuberculose – problema de saúde pública: A que se deve a elevada
   incidência no concelho Seixal (e distrito de Setúbal)

44.Definição de família
45.Definição de família
46.Definição de família. Tipos de famílias. Importância para a MGF do
   conhecimento dos diferentes tipos de família da
   comunidade/ficheiro.
47.Quais as razões para fazer avaliação familiar e quais os métodos.
48.Exemplos de critérios de avaliação familiar (genograma, Duvall,
   Apgar...)
49.Enumere os métodos de avaliação familiar que conhece. Quais
   usaria na sua consulta. Em que situações acha que devem ser
   aplicados.
50.Genograma.
51.Genograma - definição e importância.
52.Genograma: definição, o que tem de incluir obrigatoriamente.
53.Qual é para si a utilidade do genograma e das fases do ciclo de vida
   familiar e como integra o conhecimento da fase do ciclo de vida na
   sua prática clínica?
54.Exemplo de genograma (incompleto) para identificar o que faltava
   e atitudes perante as patologias que estavam identificadas
55.O que é o Ciclo de Vida de Duvall, quando e para que é que se
   aplica.
56.Ciclo de Duvall (descrição, importância, limitações).
57.Tipos de família e descrição dos 8 estadios do ciclo de vida de
   Duvall.
58.Que tipos de familia conhece, como os define e a que problemas
   esta atento em cada uma?
59.Abordagem das famílias unitárias - que conduta?
60.Pense numa família constituído por um casal com um filho de 2
   meses de idade. Diga como classifica a estrutura familiar, qual a
   fase do ciclo de Duvall, quais as tarefas inerentes a essa fase do
   ciclo de vida e quais os métodos de avaliação familiar que aplicaria
   nesta família.
61.Imagine uma família nuclear, com o filho mais novo a sair de casa.
   Que cuidados antecipatórios para esta família?
62.Dinâmica familiar – alertas de disfunção familiar
63.Disfunção familiar: sinais de alarme (critérios/instrumentos de
   avaliação)

64.Técnicas de comunicação (doente “mudo”/verborreico)
65.Definir Escuta Atenta, nomear o autor deste conceito
66.Passos da consulta.
67.Quais são as fases da consulta?
68.Diferença entre motivos expressos e não expressos e qual a
   vantagem de identificar os motivos não expressos. Dê exemplos.
69.O que entende por motivos de consulta não expressos e qual a sua
   importância? Como actuar para que esse motivo não seja lançado
   apenas no fim da consulta e quais as consequências da não
   identificação do MC não expresso.
70.Explicitar e exemplificar “motivos de consulta não expressos”
71.Do total de consultas, 19,1% foram encontros indirectos. Que
   aspectos positivos encontra neste tipo de consulta?

72.Definição de saúde
73.Definir Prevenção Primária, Secundária e Terciária.
74.Que níveis de prevenção conheces e dá exemplos de cada um
   deles.
75.Quatro características dos Rastreios.
76.Rastreio de CCR e diferenças (vantagens e desvantagens) entre os
   diferentes métodos.
77.Quando e como fazer o rastreio dos cancros do colo do útero e da
   mama.
78.Definir Sensibilidade e Especificidade.
79.Definição de risco relativo e sua importância.
80.Mulher de 40 anos, saudável, com 2 filhos com mais de 10 anos.
   Que procedimentos preventivos numa consulta de vigilância.

81.Abordagem sistemática do doente. Vantagens (falar na familia e
   comunidade)
82.Nome da teoria acerca da génese das doenças que surgiu no séc.
   XIX. Segundo esta teoria, é lícito falar-se em doenças
   psicossomáticas? (segundo a teoria Holística todas as doenças têm
   factores psicossomáticos)
83.O q é a impressão diagnóstica?
84.Diga-me como suspeitaria de um caso de tuberculose e como faria
   o diagnóstico.

85.Diagnóstico de DM.
86.DM tipo 2. Factores aumento de risco.
87.Critérios de diagnóstico de DM Tipo2
88.DM tipo 2: diagnóstico e vigilância.
89.DM tipo 2: diagnóstico e vigilância.
90.Plano de vigilância anual da DM Tipo2.
91.Seguimento de um doente com DM.
92.Observação do pé do diabético.
93.Consulta onde foi diagnosticada Diabetes. Procedimentos
   (burocráticos e clinicos).
94.Como define Anomalia da Glicemia em Jejum, e qual a importância
   na abordagem do doente?
95.O que faria perante um doente com glicemia em jejum de 135
   mg/dL
96.Principais grupos terapêuticos utilizados na DM Tipo 2.
97.Considere uma mulher de 50 anos, 1,55m, 80Kg, Diabética
   medicada com glibenclamida e metformina que lhe refere que lá na
   terra teve um episódio de tonturas, suores, fraqueza e tremor.
   Como actuava?

98.HTA
99.Diagnóstico de HTA.
100.    Diagnóstico de HTA recente - como procedo p avaliar o risco
   cardiovascular.
101.    HTA. Avaliação do risco. Estratificação do risco. Abordagem
   educacional e terapêutica.
102.    Quais os critérios diagnósticos da hipertensão arterial, quais
   os órgãos alvo de lesão numa hipertensão prolongada e que
   exames complementares pedia numa primeira avaliação?

103.    Abordagem do doente com dislipidémia.
104.    Os motivos mais frequentes que encontrou na consulta foram
   a HTA, diabetes e dislipidemia. O que entende por síndrome
   metabólica, como a aborda e quais os objectivos de lipidemia no
   diabético hipertenso?
105.    Indique e descreva algumas ferramentas de cálculo de risco
   cardiovascular.

106.    Diagnóstico diferencial das lombalgias.
107.    Artroses: critérios de diagnóstico, aconselhamento,
   terapêutica.
108.    Osteoartrose - como actuaria na prevenção primária e
   factores de risco.
109.    Vem à consulta mulher de 65 anos com problemas
   osteoarticulares (gonalgias); o que fazer em termos de promoção
   de saúde? Quando referenciar?

110.   Quedas.
111.   Tosse Crónica: causas e terapêutica
112.   Quadro Depressivo: quando referenciar
113.   Perturbação da ansiedade: Tipos, terapêutica
114.   Papel do Médico de Família na Doença Bipolar
115.   Cuidados a ter na utilização dos psicofármacos
116.   Doença de Alzheimer: critérios de diagnóstico, tratamento,
   aconselhamento, prognóstico.
117.   Indica os tipos de cefaleia que conheces e aborda um deles
   em mais pormenor
118.   Sinais e sintomas de hipotiroidismo.
119.   Abordagem dos nódulos da tiróide.
120.   Como faria a abordagem de um doente alcoólico e que
   exames e testes pediria?
121.   Ex. objectivo de um doente com suspeita de insuficiencia
   hepatica crónica.
122.     Doente de 56 anos com colonoscopia que revela neo cólon:
   quais os procedimentos administrativos que são importantes fazer
   (colocar como problema activo; preencher ROR; referenciação
   para consulta; atestado de incapacidade temporária para trabalho;
   passar papel de isenção....)
123.     Equipamentos de desporto e lazer; Importância de conhecer
   este tipo de equipamentos. Em q situações se prescreve exercício
   físico?
124.     Má adesão à terapêutica - estratégias a usar

125.   Grupos de risco e grupos vulneráveis:definição, diferenças e
   exemplos.

126.     Especificidades da 1ª consulta de SIJ.
127.     Consulta dos 24m.
128.     Especificidades dos exames EGS dos 5/6 e 11/13 anos.
129.     EGS 11-13 :descrever a consulta.
130.     Papel da MGF na Obesidade Infantil
131.     Sinais e sintomas da garganta – amigdalites na criança
   (etiologia, clínica, diagnóstico e terapêutica).


132.     Contraceptivos orais: contra-indicações.
133.     Contra-indicações absolutas da contracepção oral.
134.     Que metodo contraceptivo recomendaria a uma mulher com
   anemia falciforme?
135.     Vigilância do cancro do colo do útero.
136.     Consulta pré-concepcional
137.     Mulher de 25A, a fazer ACO, quer engravidar. É nova na sua
   lista e vem sozinha. Qual a abordagem?
138.     Doença inflamatória pélvica.

139.    Quais são os indivíduos com indicação para ser observados
   em consultas domiciliárias e que vantagens tem esse tipo de
   consulta
140.    Critérios para domicílios.
141.    Vantagens dos domicílios.
142.    Conduta e importância da consulta domiciliária.
143.    A consulta domiciliária pode ser uma importante ferramenta
   do medico de família (referência no relatório). Comente esta
   afirmação. (importância dos domicílios)
   144.   Que aspectos ter em conta na realização de uma consulta
      domiciliária.

   145.    Descreva o método de Weed (registo clínico)
   146.    Conceito RMOP. Qual a sua importância?
   147.    RMOP (componentes, importância)
   148.    Fale-me do RMOP, suas componentes, vantagens e
      desvantagens.
   149.    Enumeração de componentes do RMOP
   150.    RMOP – 4 componentes.
   151.    RMOP - o que é e o que inclui
   152.    Funções do registo clínico
   153.    Que dados não biomédicos considera serem relevantes na
      base de dados dos utentes
   154.    RMOP – explicitar SOAP e vantagens do RMOP
   155.    RMOP. Genograma. Lista de problemas (o que deve constar
      dos problemas activos)
   156.    Diferença entre problemas passivos e activos

   157.   Efectua os registos de forma codificada. O que usa?
      Caracterize. (Era para falar sobre o ICPC-2, nos seus capitulos e
      componentes)

Exame 2º ano
USF Mactamã
Interna: Margarida Valente
Júri: Dr.ª Fátima Arnaud e Dr. Joaquim Palma


MGF 2
1 – Doente, sexo masculino, 40 anos, com queixas de pirose de longa data,
primeiro episódio. Qual a abordagem diagnóstica e terapêutica?

2- Doente do sexo masculino, 45 anos, com dor, tumefacção, edema do
calcanhar com 2 semanas de evolução, com história de lombosacralgia de
ritmo inflamatório incapacitante e intensa com anos de evolução. Que
perguntas colocava para esclarecer hipóteses diagnósticas?
(espondilartopatias seronegativas)
3- Doente do sexo feminino, 60 anos, com edemas MI com semanas de
evolução, alopécia, astenia e rouquidão. Analiticamente apresenta Hb 8
com VGM e HGM normais. Que hipóteses diagnósticas colocava e que ECD
pediria para confirmar essas hipóteses? (hipotiroidismo e LES)

4- Das seguintes neoplasias: Pulmão, rim e recto qual é rastreavel?
Porquê?(era para dizer definição de teste de rastreio e características das
patologias a ser rastreadas)

5- Doente que vem à consulta com em ECG com o dg de FA. Qual a
abordagem e tratamento?

6- Quadros clínicos de apresentação da Psoríase.


Urgência
7- Doente, sexo masculino, 55 anos, dor abdominal da FIE com 48 horas
de evolução, febre, dor à descompressão nesse local e hematoquézias. AP:
S. cólon irritável, obstipação crónica. Ausência de cicatrizes abdominais.
Quais as hipóteses diagnósticas? (diverticulite)

8- Doente sexo masculino, 40 anos, hematúria, dor lombar alta e
polaquiúria. Qual o diagnóstico, terapêutica, orientação e critérios
referenciação.

9- Como se avalia clinicamente a gravidade de uma crise de asma?

10- Critérios de referenciação/internamento PAC

11- Queimaduras de 2º grau, quando referenciar?

12- Doente, sexo feminino, 80 anos, tropeçou num tapete em casa caindo
sobre o MI esquerdo. Por apresentar grande dor e dificuldade na
mobilização, a filha pede um domicílio. Quando chega, qual a sua
atitude/abordagem (dizer da suspeita de fractura colo fémur e quais as
alt. Ao EO que ajudam a confirmar a hipótese – encurtamento MI e
rotação ext.)

Perguntas de Exame Final
Celas
Julho 2009

Prática
Plano de acção para a utente, familiares e família (promoção da saúde e
prevenção da doença) (cuidados curativos e de reabilitação)
Comentar Genograma (Padrões de morbilidade, comportamento e análise
global)
Diagnóstico oportunistico de DM >45 A
Colecistite e Litíase Vesicular
HTA – Fármacos de 1ª linha, efeitos 2ºs
Clínica do alcoolismo crónico
Depressão
Ex Global de Saúde 5-6 Anos (integração, promoção da autoestima,
hábitos de leitura, estabelecimento de regras)
Quando perde reflexo da marcha (ao mês)

								
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