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Viva Arte Viva - OFB

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Viva Arte Viva - OFB
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11/25/2011
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PROJETO VIVA ARTE VIVA





1. PROPONENTE



Associação dos Amigos das Artes de Brasília Brasil – AMABRA,

organização da sociedade civil de interesse privado sem fins lucrativos, voltada para

atividades artísticas, sociais e educativas.



2. APRESENTAÇÃO



A AMABRA, por meio do Projeto Viva Arte viva, tem como principal

finalidade congregar, fomentar, vivenciar, apreciar e valorizar as diversas formas de

manifestação artística, a fim de cultivar o belo em cada indivíduo envolvido no

processo.



O Projeto busca desenvolver profissionais, possibilitando a criação de

novas formas de trabalho e oportunidades de acesso às atividades artístico-culturais,

despertando talentos e vocações, e incentivando a expressão individual e coletiva.



Ao promover a integração entre os conhecimentos teóricos e as suas

respectivas práticas profissionais, dentro de princípios didático-pedagógicos que

transcendem os padrões curriculares atuais, estimula o aprendizado de forma integrada

e sistêmica, agregando valor à sociedade.



O projeto, ao ampliar horizontes e oportunidades, possibilita melhorar o

exercício da cidadania, fazendo com que o público infanto-juvenil, abrangido pelas

atividades, possa refletir e atuar sobre o meio social de forma espontânea, levando

interação à cultura para camadas da população que porventura não possuam meios de

acesso a tais manifestações artísticas.



Ao ingressar no Projeto Viva Arte Viva, a criança ou jovem não precisa

ter nenhum conhecimento artístico ou musical anterior, igualmente não sendo

necessário processo de seleção, apenas adequação ao número de vagas ofertadas,

constituindo sua única exigência a freqüência regular às entidades públicas de ensino.



Em cada aluno será despertada a consciência de não ser apenas um

número, mas uma peça indispensável ao todo, requerendo paciência para aprender a

tocar instrumentos ou expressar sua respectiva arte, por meio de disciplina,

concentração e respeito aos professores e colegas, sendo assim trabalhada a

socialização em experiências que servem para todas as situações da vida.







Associação dos Amigos das Artes de Brasília Brasil - AMABRA CNPJ 01.635.705/0001-48

SCS Quadra 01, Bloco M, Sala 1013 Ed. Gilberto Salomão CEP 70305-900

Tel.: 61 32232845 Site www.ofb.org.br – e-mail ofb@ofb.org.br

A inclusão social do público infanto-juvenil, ao promover acesso a

oportunidades antes não existentes, possibilita o melhor aproveitamento de talentos até

então ocultos, podendo redundar na formação de orquestras, corais e grupos de teatro e

dança, aptos a se apresentarem publicamente e, ainda podendo gerar alterações

comportamentais positivas na relação com familiares, colegas, professores e

sociedade.



Dentro do princípio de igualdade de condições para crianças e

adolescentes que vivem em lugares culturalmente carentes, o Projeto Arte Viva

constitui relevante oportunidade para o convívio em sociedade utilizando a arte como

multiplicador de educação e cultura.



A finalidade principal do Projeto não é a formação de músicos ou

artistas, não impedindo, todavia, que isso ocorra, em decorrência do aproveitamento de

novos talentos que possam despontar, fortalecendo a construção da cidadania e

inserção de crianças e adolescentes no processo social utilizando a arte como agente

transformador, desenvolvendo habilidades cognitivas, sensoriais e quaisquer outras

faculdades indispensáveis a atividades profissionais e pessoais futuramente escolhidas.



3. GERENTE DO PROJETO, COORDENAÇÃO E

RESPONSABILIDADES



Gerente: Doner Cavalcante

Coordenadora: Beth Lissa



Responsabilidades: Autoridade plena sobre o desenvolvimento do

Projeto, podendo contratar terceiros, realizar compras e gerenciar o time designado,

observado os parâmetros financeiros, objetivos, metas, cronograma e demais critérios

aprovados para a consecução do Projeto.



4. OBJETIVOS



Promover atividades sócio-culturais voltadas principalmente para o

público infanto-juvenil, possibilitando acesso ao aprendizado nas áreas de Música,

Dança, Expressão Corporal e Teatro, promovendo assim a iniciação às artes e

complementando a educação formal, vez que tal aprendizado não integra o currículo

padrão das escolas públicas.



Canalizar a atenção e energia de crianças e adolescentes em atividades

saudáveis, para o desenvolvimento da sociabilidade e auto-estima, desta forma

contribuindo para a diminuição de comportamentos agressivos, redução da violência,

possibilitando retorno cultural coletivo e individual.









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Utilizar a arte como agente multiplicador da educação e cultura,

mediante a implantação de oficinas permanentes, que estimularão seu público alvo a

pensar, criar, agir e viver em sociedade, desenvolvendo o exercício da cidadania.



Formar a Orquestra Juvenil de Brasília, desenvolvendo, aperfeiçoando e

especializando mão-de-obra para futuros profissionais da música, para tanto utilizando

como experimento a Orquestra Jovem de Brasília e, futuramente, a Orquestra

Filarmônica de Brasília ou similar no país, e ainda, grupos de câmara de música e

dança, como o primeiro grupo infantil feminino de música antiga com flauta doce em

Brasília.



Realizar apresentações periódicas abertas à comunidade, como estímulo

à continuidade das ações, possibilitando ainda o despertar vocacional artísticos nos

demais segmentos da sociedade, tendo a Orquestra Filarmônica de Brasília como

suporte de experimento conjunto à comunidade beneficiada pelo Projeto, com

apresentações no Teatro mais nobre da cidade, a sala Villa-Lobos do Teatro Nacional

Cláudio Santoro, onde serão convidados autoridades, políticos, empresários e

comunidade em geral para assistir o evento.



5. JUSTIFICATIVA DO PROJETO



O Projeto Viva Arte Viva atuará como agente pedagógico e de

sustentação social, desenvolvendo suas atividades dentro do princípio de teoria

vinculada à prática, relativamente ao ensino, com atividades de formação e extensão

profissional.



As oficinas objetivam desenvolver e formar futuros profissionais no

campo das artes, possibilitando processos de ensino-aprendizagem transcendentes em

relação às abordagens formais existentes no meio acadêmico, muitas vezes baseadas

somente transmissão de conhecimento, que efetivamente não preparando o aluno para

integrar o mercado de trabalho de forma competitiva e atualizada.



O Projeto Viva Arte Viva surgiu a partir da necessidade de ser oferecida

abertura ao mundo cultural e artístico para a comunidade, como uma tentativa de

minorar desajustes, conflitos sociais e carência de oportunidades.



As atividades artísticas e culturais compreendidas no Projeto

possibilitam a construção de valores, o despertar da sensibilidade, da percepção, de um

novo olhar sobre o mundo, a sociedade, o espaço, o tempo, o outro. Tais atividades

não apenas formam indivíduos, mas os laços que os unem à sociedade dentro de

determinado espaço de tempo.



6. ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO





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O projeto será desenvolvido por tempo indeterminado, iniciando no dia 21 de abril de

2006, com lançamento na Vila Planalto Brasília-DF e, será inicialmente dividido em

quatro etapas, cada etapa com duração de 12 meses, assim distribuídas:



Primeira etapa – de 10/08/06 a 09/08/07



 Elaboração e captação de recursos (preliminar);

 Adaptação do espaço às necessidades das oficinas;

 Aquisição de matérias necessários para início das oficinas;

 Divulgação local da oferta das oficinas;

 Selecionar crianças que serão beneficiadas para participar do projeto;

 Agendamento e organização de horários e turmas;

 Lançamento do projeto, com apresentação artísticas dos ministradores

e participação da Orquestra Filarmônica de Brasília;

 Início das oficinas com aulas de: musicalização, solfejo, flauta doce,

canto coral, ballet clássico, dança moderna e com portadores de

deficiência física;

 Registro das atividades em imagens;

 Acompanhamento e reunião periódicas de avaliação das atividades;

 Verificação de feedback;

 Apresentações periódicas abertas à comunidade em teatros,

auditórios, praças, ginásios, etc.;

 Lançamento de catálogo e vídeo das atividades desenvolvidas;

 Divulgação das atividades nos meios de comunicação (imprensa

falada e escrita) e em todas as apresentações da Orquestra;

 Inserção paulatina de novas oficinas;

 Prestação de contas.





Segunda etapa – 10/08/07 a 09/08/08



 Aprimoramento dos beneficiados pelas oficinas visando a formação

de bandas; corais, conjuntos e grupos de dança infanto-juvenil;





Terceira etapa – 10/08/08 a 08/08/09



 Continuidade do aprimoramento visando formar a primeira orquestra

juvenil e o primeiro corpo de baile de Brasília, agregado a uma

orquestra;



Quarta etapa – a partir de agosto de 2010



 Será inicializado o processo de profissionalização dos estudantes

beneficiados pelo projeto.

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7. DESCRIÇÃO GERAL DAS OFICINAS CONTEMPLADAS PELO

PROJETO



MÚSICA, ENVOLVENDO:



Flauta doce, violino, canto, educação musical e outros instrumentos.



A música tem grande influência na criatividade, no conhecimento, na

percepção, na rapidez de raciocínio, havendo estudos que apontam forte correlação

entre vocação e instrução artística com capacidade de pensar e sucesso científico,

enriquecendo os valores intelectuais das pessoas. A música, principalmente a

percussiva, possui profundas raízes na nossa cultura, modalidade importante pelo seu

caráter popular que a torna acessível a todos, seja pela sua penetração, seja pela

facilidade de manuseio que sua pratica oferece.

Essa proposta vem atender à demanda de crianças e adolescentes que tem acesso

restrito a atividades de arte e cultura. As oficinas de música, oferecidas às crianças e

adolescentes da comunidade no contra turno escolar, além de auxiliarem no

desenvolvimento global dos alunos e contribuírem para um melhor desempenho

escolar, pretendem se constituir, a médio e longo prazo, numa opção de

profissionalização para estes jovens, já que a Orquestra Filarmônica de Brasília

pretende acolher e auxiliar aqueles que, por ventura, desejarem se dedicar à profissão

de músico. Neste sentido, a “Oficina de Flauta Doce” é uma atividade de grande

relevância. A flauta doce, além de preciosa ferramenta para a musicalização, por

possuir tessitura e tamanho adequados ao trabalho com crianças, é um instrumento

antigo que possui vasto repertório tanto erudito quanto popular e merece ser mais bem

difundida e explorada.



Cada oficina acontece duas vezes por semana e para dar continuidade

ao trabalho com aulas demonstrativas, os alunos deverão observar os grupos que irão

se apresentar. Aulas em que os alunos sairão do local de aula para conhecerem outros

ambientes de "arte" fazendo assim com que haja maior contato desses alunos com a

música. Aulas com uso de vídeos demonstrativos para que os alunos conheçam nomes

de grandes violinistas, maestros e orquestras e, continuar desenvolvendo o gosto pelo

instrumento, motivar os alunos, ensinar técnicas do instrumento, melodias simples e

fazer com que esses alunos sintam o prazer de fazer música. Não esquecendo nunca do

valor social, de como as aulas de música podem influenciar positivamente os alunos,

mostrando novos caminhos para a vida.



Além do canto coral, são oferecidos cursos de instrumentos para

primeiras percepções musicais, como flauta doce, teclado, canto e percussão (este



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último, confeccionados pelos próprios alunos) que, juntamente com a teoria musical,

propiciarão uma base importante para a formação de músicos de orquestra.

Paulatinamente são inseridos no plano do Projeto instrumentos como, viola,

violoncelo, piano, contrabaixo, oboé, flauta transversal e outros instrumentos que

compõem uma orquestra sinfônica.



8. DANÇA E EXPRESSÃO CORPORAL, ENVOLVENDO:



1. Dança Negra Contemporânea



A arte negra é um canal de comunicação e o trabalho artístico deve

ampliar o universo de informações, pois a cultura de matrizes africanas não é

simplesmente folclore ou subcultura. É um universo rico e contraditório, dinâmico e

criativo, pleno de sentido e simbologia. Uma cosmologia que possui infinitas

possibilidades de adaptação e interpretações da realidade, que valoriza a cultura negra,

através do trabalho gestual e corporal.



A dança negra faz reencontrar a essência de uma cultura no Brasil sem

perder a perspectiva contemporânea da dança e abrange a comunidade desprovida de

formação e informações culturais, retirando crianças das ruas e possibilitando a todos

o desenvolvimento pessoal através da arte-educação.



No curso são trabalhados a percepção especial, respiração, alongamento,

desenvolvimento das partes do corpo trabalhados em dança negra, conhecimento de

ritmos de matriz negra africana, aulas teóricas e práticas, conhecimentos de arquétipos

de divindades africanas, seqüências coreográficas individuais e em conjunto.



2. Ballet Clássico e Dança Moderna



Com a revisão nos alicerces da educação a dança ressurge num espaço de

progresso intelectual. A dança gera uma integração comportamental dos indivíduos,

dentro de um grupo e da interação entre grupos propõe-se a busca de um espaço de

construção e ampliação da cidadania frente aos problemas psicosociais.



A criação de alternativas de trabalho e de vida pela dança visa à inclusão

social, a produção de uma cultura da não violência, de valorização e afirmação de uma

identidade de auto-estima.



Será trabalhado no curso de dança o alongamento, flexibilidade,

fortalecimento muscular, equilíbrio, musicalidade, respiração, coordenação motora,

percepção espacial, lateralidade, expressão corporal e facial.



Conhecimento e aprendizagem do método Vaganova de Ballet Clássico,

assim como de Ballet Moderno.



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9. TEATRO



As virtudes pedagógicas do Teatro são conhecidas há bastante tempo.

Arte da expressão do corpo e das idéias, do domínio dos movimentos e dos gestos, da

representação de personagens e situações, o Teatro se constitui em uma das principais

manifestações culturais do homem, o curso de teatro, além de todas essas

carecterísticas, obedece aos pressupostos do trabalho educativo realizado na escola.



O curso de Teatro tem como objetivo também desenvolver a capacidade

intuitiva do aluno e aguçar sua percepção e seus reflexos por meio de jogos, exercícios

rítmicos, entre outros recursos.



As aulas contarão com o desenvolvimento corporal dos alunos

(expressividade, coordenação motora, ritmo, domínio e criação de gestos e

movimentos no improviso de cenas curtas), aquecimento vocal (exploração da

articulação das vogais, ressonância das consoantes, apoio diafragmático e projeção de

som), improvisação (criação em grupo e individualmente, desinibição), leitura de texto

(interpretação, dramatização), criação de personagens (caracterização) e ensaio de

peças infantis (cenas, texto, personagens, figurino, cenário). O processo de preparação

dos alunos é semanal, com dois encontros, em local adequado para as atividades

citadas acima. No mês referente à apresentação da peça ensaiada, os encontros tornar-

se-ão mais freqüentes, de acordo com a disponibilidade dos alunos.



10. PRODUTOS DO PROJETO



 Espaços Físicos para a realização dos cursos e oficinas previstos no Projeto;

(realizado em parceria com a Creche Pioneira da Vila Planalto e Associação dos

Idosos da Vila Planalto)

 Adaptação dos Espaços Físicos às necessidades do Projeto;

 Aquisição de Material Permanente e de consumo necessários à realização das

atividades;

 Elaboração de cronograma e grade curricular dos cursos/oficinas desenvolvidas

e oferecidas gradativamente à comunidade;

 21 de abril de 2006 – data do lançamento e início do projeto;

 Divulgação de oferta de cursos/oficinas;

 Reuniões periódicas de avaliação;

 Apresentações artístico-culturais regulares abertas à comunidade.

 Prestação periódicas de contas.



11. EXCLUSÕES DO PROJETO



Obrigatoriedade de oferta de vagas nos cursos/oficinas a alunos

provenientes da rede de ensino particular.





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Restrições de público nos eventos artístico-culturais dirigidos à

comunidade, resguardada a capacidade de lotação dos espaços físicos.



12. REQUISITOS A SEREM OBSERVADOS



A) De acordo com as necessidades verificadas nas comunidades carentes, fornecer

subsídio para transporte, com vistas ao deslocamento dos alunos de suas casas

até os locais de realização dos cursos/oficinas;

B) De acordo com a carga horária diária dos curso/oficinas, fornecer lanche nos

intervalos;

C) Todas as oficinas, à exceção das de flauta doce, teclado, violão e teatro,

demandam a contratação de Assistente em sala de aula;

D) As oficinas de música demandam salas equipadas com cadeiras e mesas,

conforme a faixa etária, e quadros negros específicos com pentagrama para o

ensino de teoria musical;

E) Instrumentos musicais necessários: 30 (trinta) flauta doce, 01 teclado, 05

(cinco) violões, 10 (dez) violinos, 06 (seis) violas, 04 (quatro) violoncelos, 02

(dois) contrabaixos e instrumentos de percussão;

F) As oficinas de Ballet Clássico demandam a seguinte estrutura;

Sala ampla de no mínimo 10m X 10m;

Paredes com espelhos;

Piso forrado e preparado tecnicamente com chapas de compensado, coberto de

linóleo em 70% de sua extensão;

Barras móveis e fixas;

Colchonetes;

Bolas especiais;

Artefatos para a preparação física dos alunos;

Equipamento de som.

G) As oficinas de Dança Negra contemporânea demandam:

Sala ampla apropriada;

Piso forrado e preparado tecnicamente para dança;

Varas de bambu;

Equipamento de som.

H) As oficinas de Teatro demandam;

Local apropriado;

Disponibilização de recursos para a confecção de figurinos e cenários;

Equipamentos básicos de sonorização.

I) Material de Consumo para a realização das atividades;

J) Sala apropriada para a manutenção dos serviços administrativos, na qual

trabalham pelo menos duas servidoras sob a administração da AMABRA,

preferencialmente destacados da própria comunidade, para organização das

rotinas e procedimentos inerentes aos cursos/oficinas, com equipamentos de

escritório e informática necessários.



13. CURRÍCULOS

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CLÁUDIO COHEN



1. DIRETOR MUSICAL E REGENTE TITULAR DA ORQUESTRA



Cláudio Cohen é brasiliense, maestro e violinista, tem participado de forma ativa no

cenário musical do país e exterior seja como solista, camerista bem como artista

convidado dos principais festivais de música do Brasil, é membro fundador da

Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro – OSTNCS, onde atua na

condição de Spalla, faz parte do Quarteto de Brasília com o qual já realizou turnês pelo

Brasil, Ásia, América do Norte, MERCOSUL, Europa e gravou nove CDs, o primeiro

deles vencedor do Prêmio Sharp na categoria de melhor disco Clássico do ano de

1993, é também ganhador do Prêmio OK de Cultura, indicação para o Premio TIM de

música ano 2003, indicação para o VII Prêmio Carlos Gomes sendo em 2004 vencedor

na categoria destaque música de câmara do IX Premio Carlos Gomes com o Quarteto

de Brasília, Premio Brasil de Excelência ALMUB 2006. Cláudio Cohen foi parecerista

em projetos culturais do MinC; professor de violino do Departamento de Música da

UnB, tendo também, ministrado cursos nos principais festivais de música do país.

Exerceu entre 1999 e 2004 à função de Diretor Executivo da OSTNCS e atuou como

maestro adjunto nos anos de 2002 e 2003. É membro e foi Diretor de Música da

Academia Brasileira de Letras e Música – ALMUB. É detentor da Ordem do Mérito

de Brasília no Grau de Oficial e da Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal no

Grau de Comendador.

Trabalhou intensamente a prática da regência com os maestros Silvio Barbato e Emílio

de César, tendo também recebido orientações dos maestros Carlo Paleschi (Itália),

Miguel Graça Moura (Portugal), Ermano Florio (USA), Fabiano Mônica (Itália),

Carmine Pinto (Itália), Christian Ehwald (Alemanha), Roberto Montenegro (Uruguai)

e Abel Rocha (São Paulo).



2. GERENTE DO PROJETO N

DONER CAVALCANTE – PRESIDENTE DA AMABRA E OFB

Natural de Arraias – Tocantins é radicado em Brasília desde 1977, formado pela

Escola de Música de Brasília no curso profissionalizante e técnico em violino na classe

de Ludmila Vinecka e Camilo Pereira, depois passou a ter orientação com Marena I.

Salles. Participou de várias orquestras e grupos de câmara no Distrito Federal.

Colaborador de Cláudio Santoro desde a criação e fundação da Orquestra Sinfônica do

Teatro Nacional Cláudio Santoro até 1994, onde assessorou na produção e montagem

de concertos e óperas com vários regentes titulares, maestros e solistas de diversas

partes do mundo. Produziu o evento cultural de aniversário de 35 anos de Brasília em

1995 na Esplanada dos Ministérios, onde levou o maior público para show ao ar livre

em Brasília até então. É produtor e coordenador de vários eventos e projetos da

Orquestra Filarmônica de Brasília como: Viva Arte Viva, de inclusão social; OFB

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convida grandes artistas; OFB 22 anos para crianças, entre outros. Tem participado de

vários movimentos culturais da cidade como fóruns, feiras, mostras, encontros e

seminários de cultura. Foi Conselheiro de Cultura do Distrito Federal por dois

mandatos consecutivos no período de 1995 a 1999, sendo Secretário Geral do referido

Conselho. Já participou de membro de júri em festivais de música no Distrito Federal.

É membro fundador e violinista da Orquestra Filarmônica de Brasília. É Presidente da

Associação dos Amigos das Artes de Brasília Brasil – AMABRA e da Orquestra

Filarmônica de Brasília. Tem atuado como ator sob a direção de Cleber Magalhães,

Clara de Lucena e Cleo Aguiar e é integrante do grupo de teatro ArteAthos.

, radicado em Brasília desde 1977, é músico violinista e tem atuado em diversos grupos de câmaras e

COORDENADORA E DIRETOR FINANCEIRO DA AMABRA



BETH LISSA



A professora Elisabeth Ângela Toniazzo Lissa, é gaúcha e iniciou seus estudos em

1951, passando por Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Brasília, Washington

(USA) além de cursos na Europa (Áustria, Alemanha e França)



Fez especialização em didática e metodologia da dança, história da dança, anatomia e

fisiologia, dentre outros.



Como bailarina, coreógrafa e professora se apresentou em vários espaços culturais

importantes da cidade.



Ganhou vários prêmios com a participação de seus alunos no Brasil e no exterior.



Desenvolve trabalho em dança com deficientes físicos.



Desde 2007 é uma das diretoras do Fórum de Dança DF e Entorno.





3. PROFESSORA DE INICIALIZAÇÃO MUSICAL E FLAUTA DOCE



Marília Carvalho



Marília do Espírito Santo Carvalho, iniciou seus estudos em música aos seis

anos no Centro Cultural Pró-Música em Juiz de Fora – MG. É formada em

flauta doce e em flauta transversal pela Escola de Música de Brasília. Cursa

licenciatura em música na Universidade de Brasília, e dá aula no Projeto de

Extensão “Música para Crianças”, sob a orientação do professor Dr. Ricardo

Dourado Freire. Já participou de diversas edições de festivais de música pelo

Brasil, dentre eles o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e

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Música Antiga de Juiz de Fora, o Curso Internacional de Verão da Escola de

Música de Brasília e o Festival Internacional de Flautistas. É professora da

Academia BSB Musical desde 2004. Já se apresentou em diversas salas de

concerto e shoppings da cidade com grupos como: Sexteto de Flautas “De

Vento em Popa”, grupo de música antiga “La Serenissima”, grupo “Takto”,

Banda Antiga da Escola de Música de Brasília, Orquestra Filarmônica de

Brasília, além de participações especiais em espetáculos de teatro e dança.



4. PROFESSORA DE INICIALIZAÇÃO MUSICA E VIOLINO

Fabianne Gotelipe

Fabianne Maria Sidiney Gotelipe, natural de Brasília, iniciou seus estudos musicais

na Escola de Música de Brasília em 1986, com práticas de orquestra, musicografia,

canto coral, flauta doce, trombone e violino, seu instrumento específico. Participou de

diversos Cursos Internacional de Verão da referida escola e de outros como: Festival

Internacional de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora e, workshop

Método Bastien para piano na UnB, onde tem licenciatura em Educação Artística com

habilitação em música.



É violinista integrante da Orquestra Filarmônica de Brasília, da Orquestra de

Senhoritas e da Orquestra da Universidade Federal de Mato Grosso. Já atuou com

diversos artistas da música popular brasileira como: Rosa Passos, grupo Dois de Ouro,

Elomar, Xangai, Roupa Nova, Edson Cordeiro, entre outros.



Desde 1996, realiza atividades didáticas, ministrando aulas particulares de violino e

musicalização para alunos de diversas faixas etárias, na UnB, no Instituto de Música

do DF, no Instituto Musical Ágacy, BSB Musical, tendo sido contratada

temporariamente pela Secretaria de Educação, ministrando aulas na Escola de Música

de Brasília e Escola Parque 210/211 Norte.



Desde 2005 é contratada pelo Centro Educacional Leonardo da Vinci como professora

de musicalização e flauta doce para crianças. Em 2007 integra a equipe do Projeto

“Viva Arte Viva” da Orquestra Filarmônica de Brasília, ministrando oficina de música

com inicialização musical, flauta doce e violino para crianças em Brasília-DF.





5. PROFESSORA DE BALLET CLÁSSICO E DANÇA MODERNA



Cleani Calazans







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Cleani Marques Calazans, Bailarina formada pela Academia de Dança Clássica de

Brasília (técnico em ballet clássico) e Atriz, bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade

de Artes Dulcina de Moraes. Violinista nível básico pela Escola de Música de Brasília,

e é integrante do grupo de dança Margaridas. Iniciou sua carreira como bailarina

clássica na Academia de Ballet Ofélia Corvello no ano 1986 e atualmente trabalha

com dança contemporânea. Fez especialização em dança clássica e moderna na

Academia Step em Nova Iorque. Desde 1997 participa de grupos de dança em Brasília:

Cio da dança: “Tempos” e “Tramas”; ASQ - Cia de dança: “Nada Pessoal”, “Dali” e

“Cartum”; Beton – Cia de dança: “N.O.R”, Fúrias confraria de dança: “Objeto um

– sujeito à prova”; e Margaridas grupo de dança: “Campo de Flores”, “Plenas

Mulheres”, “Tu não te moves de ti” e “Rainha”. No teatro participou de peças sob a

direção dos irmãos Guimarães (“Felizes para sempre” e “As caixas de Eva”) Como

coreógrafa desenvolveu alguns trabalhos para teatro (“O moço bom e obediente” e

“No fundo do sítio”, “A poxete da Lalá”), e para dança (“Canta e Dança Vinícius e

Toquinho” e “São?”).







6. PROFESSOR DE DANÇA NEGRA CONTEMPORÂNEA E KEMPÔ



Júlio César



Júlio César Pereira é natural do estado de São Paulo, músico e bailarino,

tem atuado profissionalmente há vários anos na ária da música e da dança negra,

iniciou suas atividades em 1985, estudando jazz com Josef dos Reis. Em 1987 deu

início aos estudos da dança negra sob a orientação de Marcelo M’Dambi e Macalé dos

Santos. Atuou com bailarino e músico na Cia de Dança Negra Contemporânea “Bata

Kotô”, sob a direção de Firmino Pitanga, e também nos grupos folclóricos “Zanza Lá”

e “Abaçaí” sob a direção de Toninho Macedo, onde acumulou a função de preparador

corporal desses dois grupos. Participou da “Ópera dos 500” no Teatro Municipal de

São Paulo. Ministrou cursos de dança negra no SESC (unidade do Carmo), no Acervo

da Memória e do Viver Africano, no Centro de Danças Gisele Bellot e na Academia

Dinah Perry. Desenvolveu projeto de dança com crianças em São Bernardo do Campo

pela Prefeitura Municipal e na Secretaria do Menor no município de SP. É integrante

do grupo “A Tribo”, realizando shows pelo Brasil, divulgando estilos de dança de

raízes negras, como a salsa, o samba e a dança afrocubana. Entre os trabalhos do grupo

estão a participação em vídeo-clip do cantor Djavan e apresentações ao lado do

conjunto HEARTBREAKERS. Como músico percussionista atua desde 1986 nas

bandas Mandela, Energia Total, Banda Veneno e desde 1992 é integrante do elenco

musical do navio português FUNCHAL. Fez oficina de Tambores Lumumba com Moa

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do Catendê, percussão popular na ULM e desenvolveu trabalho com o Coral Missa de

Malungos.







7. PROFESSORA DE DANÇA POPULAR DE RUA – HIP HOP

Louise Lucena

Louise Lucena é natural de Porto Velho (RO) é formada em Educação Física

pela Universidade de Brasília – UnB desde janeiro de 2007. Durante o período em que

permaneceu na faculdade participou de dois grupos de pesquisa em dança: um pelo

PROAFIDI (Programa de Atividades Físicas para Diabéticos) - com apoio do Pibic - e

outro sobre o movimento de dança Expressionista Alemão pela Faculdade de Artes

(IDA) da UnB com apoio do CNPQ.

Conheceu o Hip Hop através de uma academia fitness com o professor Rafael

Raposo em 1997 e em seguida, no ano de 1999, ingressou no grupo de Streetjazz –

Tribo Arte Dança – coreografado por Wesley Messias, no qual foi bailarina e

coordenadora artística e administrativa durante cinco anos. A partir de 2005, começou

a praticar o estilo de dança break através da professora e coreógrafa Fabiana Balduíno,

passando a integrar, logo em seguida, o grupo Bsbgirls do qual faz parte até os dias

atuais. Esse grupo é formado exclusivamente por mulheres e através dele, ela vem

realizando diversos trabalhos de cunho performático em eventos e campanhas

publicitárias no Distrito Federal e outros estados do país, além de competições e

amostras de dança no quadro nacional. Recentemente, ministra aulas de break no

Instituto de Arte Claude Debussy e Mapati, e produz workshops e mini-cursos em que

promove o intercâmbio de informações entre profissionais do DF e outros Estados.

Dentro dos vários estilos de dança que o Hip Hop abrange e influencia, possui

especialização no Hip-hop Freestyle, Break Dance e House Dance, também pratica

capoeira e dança negra contemporânea. Além disso, cursou dança de salão nas

modalidades: forró, salsa, merengue, zuque e samba de gafieira.

Nos workshops em que participou fez aulas com alguns dos maiores nomes

nacionais e internacionais do universo da dança de rua como: Eliseu Côrrea (BRA),

Edson Guiu (BRA), Frank Ejara (BRA), André Pires (BRA), Adriano Mendes (BRA),

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Buddha Strech (EUA), Henry Link (EUA), Luan Keflezgy (EUA), Lauren

Courtelemont (FRA), Jejja Ekspron (SUE), Don Campbell (EUA), Federica Caponny

(ITA) dentre outros.





8. PROFESSORAS DE TEATRO



1. Roberta Rangel



Roberta Rangel, 27 anos, é Bacharel em Direção Teatral pela Faculdade de Artes

Dulcina de Moraes. Em São Paulo estudou com Isabel Scisci, Juliano Zatti, Deto

Montenegro, Jorge Vermelho, Cande Brandão, entre outros.



Em Brasília, participou de diversos espetáculos infantis com as Cias Barraco de Maria

e Néia & Nando. Trabalhou com diretores importantes como Adriana Lodi, André

Amaro, Adriano e Fernando Guimarães, Bárbara Tavares, Cláudio Chinaski, Luciana

Martuchelli, Míriam Virna, Willian Ferreira, entre outros. “Escreveu e dirigiu os

espetáculos infantis: “Prova de Recuperação”, “Doce ou travessura”, “Planeta Água”,

Mentira tem perna curta” entre outros. Desde 2001 ministra aulas de teatro para

crianças e adolescentes na Cia Teatral Néia & Nando. Ministra ainda oficinas de teatro

para crianças nos colégios CNEC e Moraes Rêgo. Ingressou no projeto “Viva Arte

Viva” da Orquestra Filarmônica de Brasília neste ano de 2008.







2. Carolina Sena



Atriz, professora e produtora cultural, iniciou sua carreira em 2000, quando

ingressou na Universidade de Brasília-UnB.

No teatro, atuou em espetáculos como A SINFONIA DA DOR, pela Cia. da

Ilusão; ARS – As Mil Folhas Peladas dos Poemas, A PÁGINA EM BRANCO –

Em busca da inspiração, e MEDÉIA - Gaia em Fúria, pela Cia. Yinspiração

Poéticas Contemporâneas; DE ENGUIAS, HOMENS E ESTRELAS, performance

no projeto Segundas Intenções produzido pela FNAC – Park Shopping; O TAO

DO VIOLÃO, espetáculo musical; ESFINGE, performance poética no lançamento

do livro da poetisa brasiliense Gisele Lemper; KÁTIA PINHEIRO – O Dia Nasce,

espetáculo musical; dentre outros.

Como professora, ministrou oficinas de leitura dramática junto ao Fórum

Permanente de Professores do Cespe-UnB - “O FAZENDEIRO DE

PERCEPÇÃO”; cursos de exploração e conscientização corporal - “IN-PULSO”;

aulas regulares de teatro para iniciantes (crianças, jovens e adultos) na unidade

SESI em Sobradinho; exercícios para preparação corporal no curso de formação

para atores SER ARTISTA NO CORPO E NA ALMA; participou da banca



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debatedora do XVIII Festival de Teatro na Escola, patrocinado pelo CCBB; além

de promover o preparo corporal e expressivo de grupos teatrais como a Cia.

Yinspiração Poéticas Contemporâneas e o NCT – Núcleo de Criação Teatral.

Como produtora, tem seu trabalho concretizado na produção de oito Workshops

para Interpretação em TV e CINEMA, em parceria com a empresa TAO FILMES

Formação para Audiovisual. Em 2005 produziu a banda SOM AFRO BRASIL,

com patrocínio da Caixa Cultural. Recentemente esteve na produção e no elenco

do espetáculo teatral A PÁGINA EM BRANCO – Em Busca da Inspiração,

dirigido por Luciana Martuchelli, com patrocínio da Caixa Cultural; e em Medéia

– Gaia e Fúria, sob direção de Luciana Martuchelli, apoiado pela Secretaria de

Cultura e FAC – Fundo de Arte e Cultura.

No cinema, participou como atriz nos curtas-metragens “FELIZBERTO”, “O

TRICÔ”, e “EU PERSONAGEM”, todos dirigidos e editados por profissionais e

cineastas de Brasília.









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