Viva Arte Viva - OFB

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					                                PROJETO VIVA ARTE VIVA


   1. PROPONENTE

              Associação dos Amigos das Artes de Brasília Brasil – AMABRA,
organização da sociedade civil de interesse privado sem fins lucrativos, voltada para
atividades artísticas, sociais e educativas.

   2. APRESENTAÇÃO

             A AMABRA, por meio do Projeto Viva Arte viva, tem como principal
finalidade congregar, fomentar, vivenciar, apreciar e valorizar as diversas formas de
manifestação artística, a fim de cultivar o belo em cada indivíduo envolvido no
processo.

             O Projeto busca desenvolver profissionais, possibilitando a criação de
novas formas de trabalho e oportunidades de acesso às atividades artístico-culturais,
despertando talentos e vocações, e incentivando a expressão individual e coletiva.

              Ao promover a integração entre os conhecimentos teóricos e as suas
respectivas práticas profissionais, dentro de princípios didático-pedagógicos que
transcendem os padrões curriculares atuais, estimula o aprendizado de forma integrada
e sistêmica, agregando valor à sociedade.

              O projeto, ao ampliar horizontes e oportunidades, possibilita melhorar o
exercício da cidadania, fazendo com que o público infanto-juvenil, abrangido pelas
atividades, possa refletir e atuar sobre o meio social de forma espontânea, levando
interação à cultura para camadas da população que porventura não possuam meios de
acesso a tais manifestações artísticas.

              Ao ingressar no Projeto Viva Arte Viva, a criança ou jovem não precisa
ter nenhum conhecimento artístico ou musical anterior, igualmente não sendo
necessário processo de seleção, apenas adequação ao número de vagas ofertadas,
constituindo sua única exigência a freqüência regular às entidades públicas de ensino.

              Em cada aluno será despertada a consciência de não ser apenas um
número, mas uma peça indispensável ao todo, requerendo paciência para aprender a
tocar instrumentos ou expressar sua respectiva arte, por meio de disciplina,
concentração e respeito aos professores e colegas, sendo assim trabalhada a
socialização em experiências que servem para todas as situações da vida.



     Associação dos Amigos das Artes de Brasília Brasil - AMABRA CNPJ 01.635.705/0001-48
            SCS Quadra 01, Bloco M, Sala 1013 Ed. Gilberto Salomão CEP 70305-900
                Tel.: 61 32232845 Site www.ofb.org.br – e-mail ofb@ofb.org.br
              A inclusão social do público infanto-juvenil, ao promover acesso a
oportunidades antes não existentes, possibilita o melhor aproveitamento de talentos até
então ocultos, podendo redundar na formação de orquestras, corais e grupos de teatro e
dança, aptos a se apresentarem publicamente e, ainda podendo gerar alterações
comportamentais positivas na relação com familiares, colegas, professores e
sociedade.

              Dentro do princípio de igualdade de condições para crianças e
adolescentes que vivem em lugares culturalmente carentes, o Projeto Arte Viva
constitui relevante oportunidade para o convívio em sociedade utilizando a arte como
multiplicador de educação e cultura.

               A finalidade principal do Projeto não é a formação de músicos ou
artistas, não impedindo, todavia, que isso ocorra, em decorrência do aproveitamento de
novos talentos que possam despontar, fortalecendo a construção da cidadania e
inserção de crianças e adolescentes no processo social utilizando a arte como agente
transformador, desenvolvendo habilidades cognitivas, sensoriais e quaisquer outras
faculdades indispensáveis a atividades profissionais e pessoais futuramente escolhidas.

   3. GERENTE      DO                   PROJETO,             COORDENAÇÃO                   E
      RESPONSABILIDADES

Gerente: Doner Cavalcante
Coordenadora: Beth Lissa

             Responsabilidades: Autoridade plena sobre o desenvolvimento do
Projeto, podendo contratar terceiros, realizar compras e gerenciar o time designado,
observado os parâmetros financeiros, objetivos, metas, cronograma e demais critérios
aprovados para a consecução do Projeto.

   4. OBJETIVOS

             Promover atividades sócio-culturais voltadas principalmente para o
público infanto-juvenil, possibilitando acesso ao aprendizado nas áreas de Música,
Dança, Expressão Corporal e Teatro, promovendo assim a iniciação às artes e
complementando a educação formal, vez que tal aprendizado não integra o currículo
padrão das escolas públicas.

              Canalizar a atenção e energia de crianças e adolescentes em atividades
saudáveis, para o desenvolvimento da sociabilidade e auto-estima, desta forma
contribuindo para a diminuição de comportamentos agressivos, redução da violência,
possibilitando retorno cultural coletivo e individual.




     Associação dos Amigos das Artes de Brasília Brasil - AMABRA CNPJ 01.635.705/0001-48
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               Utilizar a arte como agente multiplicador da educação e cultura,
mediante a implantação de oficinas permanentes, que estimularão seu público alvo a
pensar, criar, agir e viver em sociedade, desenvolvendo o exercício da cidadania.

             Formar a Orquestra Juvenil de Brasília, desenvolvendo, aperfeiçoando e
especializando mão-de-obra para futuros profissionais da música, para tanto utilizando
como experimento a Orquestra Jovem de Brasília e, futuramente, a Orquestra
Filarmônica de Brasília ou similar no país, e ainda, grupos de câmara de música e
dança, como o primeiro grupo infantil feminino de música antiga com flauta doce em
Brasília.

             Realizar apresentações periódicas abertas à comunidade, como estímulo
à continuidade das ações, possibilitando ainda o despertar vocacional artísticos nos
demais segmentos da sociedade, tendo a Orquestra Filarmônica de Brasília como
suporte de experimento conjunto à comunidade beneficiada pelo Projeto, com
apresentações no Teatro mais nobre da cidade, a sala Villa-Lobos do Teatro Nacional
Cláudio Santoro, onde serão convidados autoridades, políticos, empresários e
comunidade em geral para assistir o evento.

   5. JUSTIFICATIVA DO PROJETO

              O Projeto Viva Arte Viva atuará como agente pedagógico e de
sustentação social, desenvolvendo suas atividades dentro do princípio de teoria
vinculada à prática, relativamente ao ensino, com atividades de formação e extensão
profissional.

             As oficinas objetivam desenvolver e formar futuros profissionais no
campo das artes, possibilitando processos de ensino-aprendizagem transcendentes em
relação às abordagens formais existentes no meio acadêmico, muitas vezes baseadas
somente transmissão de conhecimento, que efetivamente não preparando o aluno para
integrar o mercado de trabalho de forma competitiva e atualizada.

             O Projeto Viva Arte Viva surgiu a partir da necessidade de ser oferecida
abertura ao mundo cultural e artístico para a comunidade, como uma tentativa de
minorar desajustes, conflitos sociais e carência de oportunidades.

              As atividades artísticas e culturais compreendidas no Projeto
possibilitam a construção de valores, o despertar da sensibilidade, da percepção, de um
novo olhar sobre o mundo, a sociedade, o espaço, o tempo, o outro. Tais atividades
não apenas formam indivíduos, mas os laços que os unem à sociedade dentro de
determinado espaço de tempo.

   6. ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO


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O projeto será desenvolvido por tempo indeterminado, iniciando no dia 21 de abril de
2006, com lançamento na Vila Planalto Brasília-DF e, será inicialmente dividido em
quatro etapas, cada etapa com duração de 12 meses, assim distribuídas:

Primeira etapa – de 10/08/06 a 09/08/07

                Elaboração e captação de recursos (preliminar);
                Adaptação do espaço às necessidades das oficinas;
                Aquisição de matérias necessários para início das oficinas;
                Divulgação local da oferta das oficinas;
                Selecionar crianças que serão beneficiadas para participar do projeto;
                Agendamento e organização de horários e turmas;
                Lançamento do projeto, com apresentação artísticas dos ministradores
                 e participação da Orquestra Filarmônica de Brasília;
                Início das oficinas com aulas de: musicalização, solfejo, flauta doce,
                 canto coral, ballet clássico, dança moderna e com portadores de
                 deficiência física;
                Registro das atividades em imagens;
                Acompanhamento e reunião periódicas de avaliação das atividades;
                Verificação de feedback;
                Apresentações periódicas abertas à comunidade em teatros,
                 auditórios, praças, ginásios, etc.;
                Lançamento de catálogo e vídeo das atividades desenvolvidas;
                Divulgação das atividades nos meios de comunicação (imprensa
                 falada e escrita) e em todas as apresentações da Orquestra;
                Inserção paulatina de novas oficinas;
                Prestação de contas.


Segunda etapa – 10/08/07 a 09/08/08

              Aprimoramento dos beneficiados pelas oficinas visando a formação
               de bandas; corais, conjuntos e grupos de dança infanto-juvenil;


Terceira etapa – 10/08/08 a 08/08/09

             Continuidade do aprimoramento visando formar a primeira orquestra
               juvenil e o primeiro corpo de baile de Brasília, agregado a uma
               orquestra;
            
Quarta etapa – a partir de agosto de 2010

              Será inicializado o processo de profissionalização dos estudantes
               beneficiados pelo projeto.
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   7. DESCRIÇÃO GERAL DAS OFICINAS CONTEMPLADAS PELO
      PROJETO

MÚSICA, ENVOLVENDO:

Flauta doce, violino, canto, educação musical e outros instrumentos.

               A música tem grande influência na criatividade, no conhecimento, na
percepção, na rapidez de raciocínio, havendo estudos que apontam forte correlação
entre vocação e instrução artística com capacidade de pensar e sucesso científico,
enriquecendo os valores intelectuais das pessoas. A música, principalmente a
percussiva, possui profundas raízes na nossa cultura, modalidade importante pelo seu
caráter popular que a torna acessível a todos, seja pela sua penetração, seja pela
facilidade de manuseio que sua pratica oferece.
Essa proposta vem atender à demanda de crianças e adolescentes que tem acesso
restrito a atividades de arte e cultura. As oficinas de música, oferecidas às crianças e
adolescentes da comunidade no contra turno escolar, além de auxiliarem no
desenvolvimento global dos alunos e contribuírem para um melhor desempenho
escolar, pretendem se constituir, a médio e longo prazo, numa opção de
profissionalização para estes jovens, já que a Orquestra Filarmônica de Brasília
pretende acolher e auxiliar aqueles que, por ventura, desejarem se dedicar à profissão
de músico. Neste sentido, a “Oficina de Flauta Doce” é uma atividade de grande
relevância. A flauta doce, além de preciosa ferramenta para a musicalização, por
possuir tessitura e tamanho adequados ao trabalho com crianças, é um instrumento
antigo que possui vasto repertório tanto erudito quanto popular e merece ser mais bem
difundida e explorada.

               Cada oficina acontece duas vezes por semana e para dar continuidade
ao trabalho com aulas demonstrativas, os alunos deverão observar os grupos que irão
se apresentar. Aulas em que os alunos sairão do local de aula para conhecerem outros
ambientes de "arte" fazendo assim com que haja maior contato desses alunos com a
música. Aulas com uso de vídeos demonstrativos para que os alunos conheçam nomes
de grandes violinistas, maestros e orquestras e, continuar desenvolvendo o gosto pelo
instrumento, motivar os alunos, ensinar técnicas do instrumento, melodias simples e
fazer com que esses alunos sintam o prazer de fazer música. Não esquecendo nunca do
valor social, de como as aulas de música podem influenciar positivamente os alunos,
mostrando novos caminhos para a vida.

             Além do canto coral, são oferecidos cursos de instrumentos para
primeiras percepções musicais, como flauta doce, teclado, canto e percussão (este

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último, confeccionados pelos próprios alunos) que, juntamente com a teoria musical,
propiciarão uma base importante para a formação de músicos de orquestra.
Paulatinamente são inseridos no plano do Projeto instrumentos como, viola,
violoncelo, piano, contrabaixo, oboé, flauta transversal e outros instrumentos que
compõem uma orquestra sinfônica.

   8. DANÇA E EXPRESSÃO CORPORAL, ENVOLVENDO:

   1. Dança Negra Contemporânea

              A arte negra é um canal de comunicação e o trabalho artístico deve
ampliar o universo de informações, pois a cultura de matrizes africanas não é
simplesmente folclore ou subcultura. É um universo rico e contraditório, dinâmico e
criativo, pleno de sentido e simbologia. Uma cosmologia que possui infinitas
possibilidades de adaptação e interpretações da realidade, que valoriza a cultura negra,
através do trabalho gestual e corporal.

             A dança negra faz reencontrar a essência de uma cultura no Brasil sem
perder a perspectiva contemporânea da dança e abrange a comunidade desprovida de
formação e informações culturais, retirando crianças das ruas e possibilitando a todos
o desenvolvimento pessoal através da arte-educação.

             No curso são trabalhados a percepção especial, respiração, alongamento,
desenvolvimento das partes do corpo trabalhados em dança negra, conhecimento de
ritmos de matriz negra africana, aulas teóricas e práticas, conhecimentos de arquétipos
de divindades africanas, seqüências coreográficas individuais e em conjunto.

   2. Ballet Clássico e Dança Moderna

             Com a revisão nos alicerces da educação a dança ressurge num espaço de
progresso intelectual. A dança gera uma integração comportamental dos indivíduos,
dentro de um grupo e da interação entre grupos propõe-se a busca de um espaço de
construção e ampliação da cidadania frente aos problemas psicosociais.

              A criação de alternativas de trabalho e de vida pela dança visa à inclusão
social, a produção de uma cultura da não violência, de valorização e afirmação de uma
identidade de auto-estima.

             Será trabalhado no curso de dança o alongamento, flexibilidade,
fortalecimento muscular, equilíbrio, musicalidade, respiração, coordenação motora,
percepção espacial, lateralidade, expressão corporal e facial.

            Conhecimento e aprendizagem do método Vaganova de Ballet Clássico,
assim como de Ballet Moderno.

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   9. TEATRO

              As virtudes pedagógicas do Teatro são conhecidas há bastante tempo.
Arte da expressão do corpo e das idéias, do domínio dos movimentos e dos gestos, da
representação de personagens e situações, o Teatro se constitui em uma das principais
manifestações culturais do homem, o curso de teatro, além de todas essas
carecterísticas, obedece aos pressupostos do trabalho educativo realizado na escola.

               O curso de Teatro tem como objetivo também desenvolver a capacidade
intuitiva do aluno e aguçar sua percepção e seus reflexos por meio de jogos, exercícios
rítmicos, entre outros recursos.

              As aulas contarão com o desenvolvimento corporal dos alunos
(expressividade, coordenação motora, ritmo, domínio e criação de gestos e
movimentos no improviso de cenas curtas), aquecimento vocal (exploração da
articulação das vogais, ressonância das consoantes, apoio diafragmático e projeção de
som), improvisação (criação em grupo e individualmente, desinibição), leitura de texto
(interpretação, dramatização), criação de personagens (caracterização) e ensaio de
peças infantis (cenas, texto, personagens, figurino, cenário). O processo de preparação
dos alunos é semanal, com dois encontros, em local adequado para as atividades
citadas acima. No mês referente à apresentação da peça ensaiada, os encontros tornar-
se-ão mais freqüentes, de acordo com a disponibilidade dos alunos.

   10. PRODUTOS DO PROJETO

        Espaços Físicos para a realização dos cursos e oficinas previstos no Projeto;
        (realizado em parceria com a Creche Pioneira da Vila Planalto e Associação dos
        Idosos da Vila Planalto)
        Adaptação dos Espaços Físicos às necessidades do Projeto;
        Aquisição de Material Permanente e de consumo necessários à realização das
        atividades;
        Elaboração de cronograma e grade curricular dos cursos/oficinas desenvolvidas
        e oferecidas gradativamente à comunidade;
        21 de abril de 2006 – data do lançamento e início do projeto;
        Divulgação de oferta de cursos/oficinas;
        Reuniões periódicas de avaliação;
        Apresentações artístico-culturais regulares abertas à comunidade.
        Prestação periódicas de contas.

   11. EXCLUSÕES DO PROJETO

             Obrigatoriedade de oferta de vagas nos cursos/oficinas a alunos
provenientes da rede de ensino particular.


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            Restrições de público nos eventos artístico-culturais dirigidos à
comunidade, resguardada a capacidade de lotação dos espaços físicos.

   12. REQUISITOS A SEREM OBSERVADOS

   A) De acordo com as necessidades verificadas nas comunidades carentes, fornecer
      subsídio para transporte, com vistas ao deslocamento dos alunos de suas casas
      até os locais de realização dos cursos/oficinas;
   B) De acordo com a carga horária diária dos curso/oficinas, fornecer lanche nos
      intervalos;
   C) Todas as oficinas, à exceção das de flauta doce, teclado, violão e teatro,
      demandam a contratação de Assistente em sala de aula;
   D) As oficinas de música demandam salas equipadas com cadeiras e mesas,
      conforme a faixa etária, e quadros negros específicos com pentagrama para o
      ensino de teoria musical;
   E) Instrumentos musicais necessários: 30 (trinta) flauta doce, 01 teclado, 05
      (cinco) violões, 10 (dez) violinos, 06 (seis) violas, 04 (quatro) violoncelos, 02
      (dois) contrabaixos e instrumentos de percussão;
   F) As oficinas de Ballet Clássico demandam a seguinte estrutura;
      Sala ampla de no mínimo 10m X 10m;
      Paredes com espelhos;
      Piso forrado e preparado tecnicamente com chapas de compensado, coberto de
      linóleo em 70% de sua extensão;
      Barras móveis e fixas;
      Colchonetes;
      Bolas especiais;
      Artefatos para a preparação física dos alunos;
      Equipamento de som.
   G) As oficinas de Dança Negra contemporânea demandam:
      Sala ampla apropriada;
      Piso forrado e preparado tecnicamente para dança;
      Varas de bambu;
      Equipamento de som.
   H) As oficinas de Teatro demandam;
      Local apropriado;
      Disponibilização de recursos para a confecção de figurinos e cenários;
      Equipamentos básicos de sonorização.
   I) Material de Consumo para a realização das atividades;
   J) Sala apropriada para a manutenção dos serviços administrativos, na qual
      trabalham pelo menos duas servidoras sob a administração da AMABRA,
      preferencialmente destacados da própria comunidade, para organização das
      rotinas e procedimentos inerentes aos cursos/oficinas, com equipamentos de
      escritório e informática necessários.

   13. CURRÍCULOS
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CLÁUDIO COHEN

   1. DIRETOR MUSICAL E REGENTE TITULAR DA ORQUESTRA

Cláudio Cohen é brasiliense, maestro e violinista, tem participado de forma ativa no
cenário musical do país e exterior seja como solista, camerista bem como artista
convidado dos principais festivais de música do Brasil, é membro fundador da
Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro – OSTNCS, onde atua na
condição de Spalla, faz parte do Quarteto de Brasília com o qual já realizou turnês pelo
Brasil, Ásia, América do Norte, MERCOSUL, Europa e gravou nove CDs, o primeiro
deles vencedor do Prêmio Sharp na categoria de melhor disco Clássico do ano de
1993, é também ganhador do Prêmio OK de Cultura, indicação para o Premio TIM de
música ano 2003, indicação para o VII Prêmio Carlos Gomes sendo em 2004 vencedor
na categoria destaque música de câmara do IX Premio Carlos Gomes com o Quarteto
de Brasília, Premio Brasil de Excelência ALMUB 2006. Cláudio Cohen foi parecerista
em projetos culturais do MinC; professor de violino do Departamento de Música da
UnB, tendo também, ministrado cursos nos principais festivais de música do país.
Exerceu entre 1999 e 2004 à função de Diretor Executivo da OSTNCS e atuou como
maestro adjunto nos anos de 2002 e 2003. É membro e foi Diretor de Música da
Academia Brasileira de Letras e Música – ALMUB. É detentor da Ordem do Mérito
de Brasília no Grau de Oficial e da Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal no
Grau de Comendador.
Trabalhou intensamente a prática da regência com os maestros Silvio Barbato e Emílio
de César, tendo também recebido orientações dos maestros Carlo Paleschi (Itália),
Miguel Graça Moura (Portugal), Ermano Florio (USA), Fabiano Mônica (Itália),
Carmine Pinto (Itália), Christian Ehwald (Alemanha), Roberto Montenegro (Uruguai)
e Abel Rocha (São Paulo).

   2. GERENTE DO PROJETO N
DONER CAVALCANTE – PRESIDENTE DA AMABRA E OFB
Natural de Arraias – Tocantins é radicado em Brasília desde 1977, formado pela
Escola de Música de Brasília no curso profissionalizante e técnico em violino na classe
de Ludmila Vinecka e Camilo Pereira, depois passou a ter orientação com Marena I.
Salles. Participou de várias orquestras e grupos de câmara no Distrito Federal.
Colaborador de Cláudio Santoro desde a criação e fundação da Orquestra Sinfônica do
Teatro Nacional Cláudio Santoro até 1994, onde assessorou na produção e montagem
de concertos e óperas com vários regentes titulares, maestros e solistas de diversas
partes do mundo. Produziu o evento cultural de aniversário de 35 anos de Brasília em
1995 na Esplanada dos Ministérios, onde levou o maior público para show ao ar livre
em Brasília até então. É produtor e coordenador de vários eventos e projetos da
Orquestra Filarmônica de Brasília como: Viva Arte Viva, de inclusão social; OFB
     Associação dos Amigos das Artes de Brasília Brasil - AMABRA CNPJ 01.635.705/0001-48
            SCS Quadra 01, Bloco M, Sala 1013 Ed. Gilberto Salomão CEP 70305-900
                Tel.: 61 32232845 Site www.ofb.org.br – e-mail ofb@ofb.org.br
convida grandes artistas; OFB 22 anos para crianças, entre outros. Tem participado de
vários movimentos culturais da cidade como fóruns, feiras, mostras, encontros e
seminários de cultura. Foi Conselheiro de Cultura do Distrito Federal por dois
mandatos consecutivos no período de 1995 a 1999, sendo Secretário Geral do referido
Conselho. Já participou de membro de júri em festivais de música no Distrito Federal.
É membro fundador e violinista da Orquestra Filarmônica de Brasília. É Presidente da
Associação dos Amigos das Artes de Brasília Brasil – AMABRA e da Orquestra
Filarmônica de Brasília. Tem atuado como ator sob a direção de Cleber Magalhães,
Clara de Lucena e Cleo Aguiar e é integrante do grupo de teatro ArteAthos.
, radicado em Brasília desde 1977, é músico violinista e tem atuado em diversos grupos de câmaras e
COORDENADORA E DIRETOR FINANCEIRO DA AMABRA

BETH LISSA

A professora Elisabeth Ângela Toniazzo Lissa, é gaúcha e iniciou seus estudos em
1951, passando por Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Brasília, Washington
(USA) além de cursos na Europa (Áustria, Alemanha e França)

Fez especialização em didática e metodologia da dança, história da dança, anatomia e
fisiologia, dentre outros.

Como bailarina, coreógrafa e professora se apresentou em vários espaços culturais
importantes da cidade.

Ganhou vários prêmios com a participação de seus alunos no Brasil e no exterior.

Desenvolve trabalho em dança com deficientes físicos.

Desde 2007 é uma das diretoras do Fórum de Dança DF e Entorno.


    3. PROFESSORA DE INICIALIZAÇÃO MUSICAL E FLAUTA DOCE

    Marília Carvalho

         Marília do Espírito Santo Carvalho, iniciou seus estudos em música aos seis
         anos no Centro Cultural Pró-Música em Juiz de Fora – MG. É formada em
         flauta doce e em flauta transversal pela Escola de Música de Brasília. Cursa
         licenciatura em música na Universidade de Brasília, e dá aula no Projeto de
         Extensão “Música para Crianças”, sob a orientação do professor Dr. Ricardo
         Dourado Freire. Já participou de diversas edições de festivais de música pelo
         Brasil, dentre eles o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e
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      Música Antiga de Juiz de Fora, o Curso Internacional de Verão da Escola de
      Música de Brasília e o Festival Internacional de Flautistas. É professora da
      Academia BSB Musical desde 2004. Já se apresentou em diversas salas de
      concerto e shoppings da cidade com grupos como: Sexteto de Flautas “De
      Vento em Popa”, grupo de música antiga “La Serenissima”, grupo “Takto”,
      Banda Antiga da Escola de Música de Brasília, Orquestra Filarmônica de
      Brasília, além de participações especiais em espetáculos de teatro e dança.

   4. PROFESSORA DE INICIALIZAÇÃO MUSICA E VIOLINO
Fabianne Gotelipe
Fabianne Maria Sidiney Gotelipe, natural de Brasília, iniciou seus estudos musicais
na Escola de Música de Brasília em 1986, com práticas de orquestra, musicografia,
canto coral, flauta doce, trombone e violino, seu instrumento específico. Participou de
diversos Cursos Internacional de Verão da referida escola e de outros como: Festival
Internacional de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora e, workshop
Método Bastien para piano na UnB, onde tem licenciatura em Educação Artística com
habilitação em música.

É violinista integrante da Orquestra Filarmônica de Brasília, da Orquestra de
Senhoritas e da Orquestra da Universidade Federal de Mato Grosso. Já atuou com
diversos artistas da música popular brasileira como: Rosa Passos, grupo Dois de Ouro,
Elomar, Xangai, Roupa Nova, Edson Cordeiro, entre outros.

Desde 1996, realiza atividades didáticas, ministrando aulas particulares de violino e
musicalização para alunos de diversas faixas etárias, na UnB, no Instituto de Música
do DF, no Instituto Musical Ágacy, BSB Musical, tendo sido contratada
temporariamente pela Secretaria de Educação, ministrando aulas na Escola de Música
de Brasília e Escola Parque 210/211 Norte.

Desde 2005 é contratada pelo Centro Educacional Leonardo da Vinci como professora
de musicalização e flauta doce para crianças. Em 2007 integra a equipe do Projeto
“Viva Arte Viva” da Orquestra Filarmônica de Brasília, ministrando oficina de música
com inicialização musical, flauta doce e violino para crianças em Brasília-DF.


   5. PROFESSORA DE BALLET CLÁSSICO E DANÇA MODERNA

Cleani Calazans



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Cleani Marques Calazans, Bailarina formada pela Academia de Dança Clássica de
Brasília (técnico em ballet clássico) e Atriz, bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade
de Artes Dulcina de Moraes. Violinista nível básico pela Escola de Música de Brasília,
e é integrante do grupo de dança Margaridas. Iniciou sua carreira como bailarina
clássica na Academia de Ballet Ofélia Corvello no ano 1986 e atualmente trabalha
com dança contemporânea. Fez especialização em dança clássica e moderna na
Academia Step em Nova Iorque. Desde 1997 participa de grupos de dança em Brasília:
Cio da dança: “Tempos” e “Tramas”; ASQ - Cia de dança: “Nada Pessoal”, “Dali” e
“Cartum”; Beton – Cia de dança: “N.O.R”, Fúrias confraria de dança: “Objeto um
– sujeito à prova”; e Margaridas grupo de dança: “Campo de Flores”, “Plenas
Mulheres”, “Tu não te moves de ti” e “Rainha”. No teatro participou de peças sob a
direção dos irmãos Guimarães (“Felizes para sempre” e “As caixas de Eva”) Como
coreógrafa desenvolveu alguns trabalhos para teatro (“O moço bom e obediente” e
“No fundo do sítio”, “A poxete da Lalá”), e para dança (“Canta e Dança Vinícius e
Toquinho” e “São?”).



   6. PROFESSOR DE DANÇA NEGRA CONTEMPORÂNEA E KEMPÔ

Júlio César

               Júlio César Pereira é natural do estado de São Paulo, músico e bailarino,
tem atuado profissionalmente há vários anos na ária da música e da dança negra,
iniciou suas atividades em 1985, estudando jazz com Josef dos Reis. Em 1987 deu
início aos estudos da dança negra sob a orientação de Marcelo M’Dambi e Macalé dos
Santos. Atuou com bailarino e músico na Cia de Dança Negra Contemporânea “Bata
Kotô”, sob a direção de Firmino Pitanga, e também nos grupos folclóricos “Zanza Lá”
e “Abaçaí” sob a direção de Toninho Macedo, onde acumulou a função de preparador
corporal desses dois grupos. Participou da “Ópera dos 500” no Teatro Municipal de
São Paulo. Ministrou cursos de dança negra no SESC (unidade do Carmo), no Acervo
da Memória e do Viver Africano, no Centro de Danças Gisele Bellot e na Academia
Dinah Perry. Desenvolveu projeto de dança com crianças em São Bernardo do Campo
pela Prefeitura Municipal e na Secretaria do Menor no município de SP. É integrante
do grupo “A Tribo”, realizando shows pelo Brasil, divulgando estilos de dança de
raízes negras, como a salsa, o samba e a dança afrocubana. Entre os trabalhos do grupo
estão a participação em vídeo-clip do cantor Djavan e apresentações ao lado do
conjunto HEARTBREAKERS. Como músico percussionista atua desde 1986 nas
bandas Mandela, Energia Total, Banda Veneno e desde 1992 é integrante do elenco
musical do navio português FUNCHAL. Fez oficina de Tambores Lumumba com Moa
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do Catendê, percussão popular na ULM e desenvolveu trabalho com o Coral Missa de
Malungos.



   7.      PROFESSORA DE DANÇA POPULAR DE RUA – HIP HOP
Louise Lucena
           Louise Lucena é natural de Porto Velho (RO) é formada em Educação Física
pela Universidade de Brasília – UnB desde janeiro de 2007. Durante o período em que
permaneceu na faculdade participou de dois grupos de pesquisa em dança: um pelo
PROAFIDI (Programa de Atividades Físicas para Diabéticos) - com apoio do Pibic - e
outro sobre o movimento de dança Expressionista Alemão pela Faculdade de Artes
(IDA) da UnB com apoio do CNPQ.
           Conheceu o Hip Hop através de uma academia fitness com o professor Rafael
Raposo em 1997 e em seguida, no ano de 1999, ingressou no grupo de Streetjazz –
Tribo Arte Dança – coreografado por Wesley Messias, no qual foi bailarina e
coordenadora artística e administrativa durante cinco anos. A partir de 2005, começou
a praticar o estilo de dança break através da professora e coreógrafa Fabiana Balduíno,
passando a integrar, logo em seguida, o grupo Bsbgirls do qual faz parte até os dias
atuais. Esse grupo é formado exclusivamente por mulheres e através dele, ela vem
realizando diversos trabalhos de cunho performático em eventos e campanhas
publicitárias no Distrito Federal e outros estados do país, além de competições e
amostras de dança no quadro nacional. Recentemente, ministra aulas de break no
Instituto de Arte Claude Debussy e Mapati, e produz workshops e mini-cursos em que
promove o intercâmbio de informações entre profissionais do DF e outros Estados.
           Dentro dos vários estilos de dança que o Hip Hop abrange e influencia, possui
especialização no Hip-hop Freestyle, Break Dance e House Dance, também pratica
capoeira e dança negra contemporânea. Além disso, cursou dança de salão nas
modalidades: forró, salsa, merengue, zuque e samba de gafieira.
           Nos workshops em que participou fez aulas com alguns dos maiores nomes
nacionais e internacionais do universo da dança de rua como: Eliseu Côrrea (BRA),
Edson Guiu (BRA), Frank Ejara (BRA), André Pires (BRA), Adriano Mendes (BRA),
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Buddha Strech (EUA), Henry Link (EUA), Luan Keflezgy (EUA), Lauren
Courtelemont (FRA), Jejja Ekspron (SUE), Don Campbell (EUA), Federica Caponny
(ITA) dentre outros.


   8. PROFESSORAS DE TEATRO

   1. Roberta Rangel

Roberta Rangel, 27 anos, é Bacharel em Direção Teatral pela Faculdade de Artes
Dulcina de Moraes. Em São Paulo estudou com Isabel Scisci, Juliano Zatti, Deto
Montenegro, Jorge Vermelho, Cande Brandão, entre outros.

Em Brasília, participou de diversos espetáculos infantis com as Cias Barraco de Maria
e Néia & Nando. Trabalhou com diretores importantes como Adriana Lodi, André
Amaro, Adriano e Fernando Guimarães, Bárbara Tavares, Cláudio Chinaski, Luciana
Martuchelli, Míriam Virna, Willian Ferreira, entre outros. “Escreveu e dirigiu os
espetáculos infantis: “Prova de Recuperação”, “Doce ou travessura”, “Planeta Água”,
Mentira tem perna curta” entre outros. Desde 2001 ministra aulas de teatro para
crianças e adolescentes na Cia Teatral Néia & Nando. Ministra ainda oficinas de teatro
para crianças nos colégios CNEC e Moraes Rêgo. Ingressou no projeto “Viva Arte
Viva” da Orquestra Filarmônica de Brasília neste ano de 2008.



   2. Carolina Sena

Atriz, professora e produtora cultural, iniciou sua carreira em 2000, quando
ingressou na Universidade de Brasília-UnB.
No teatro, atuou em espetáculos como A SINFONIA DA DOR, pela Cia. da
Ilusão; ARS – As Mil Folhas Peladas dos Poemas, A PÁGINA EM BRANCO –
Em busca da inspiração, e MEDÉIA - Gaia em Fúria, pela Cia. Yinspiração
Poéticas Contemporâneas; DE ENGUIAS, HOMENS E ESTRELAS, performance
no projeto Segundas Intenções produzido pela FNAC – Park Shopping; O TAO
DO VIOLÃO, espetáculo musical; ESFINGE, performance poética no lançamento
do livro da poetisa brasiliense Gisele Lemper; KÁTIA PINHEIRO – O Dia Nasce,
espetáculo musical; dentre outros.
Como professora, ministrou oficinas de leitura dramática junto ao Fórum
Permanente de Professores do Cespe-UnB - “O FAZENDEIRO DE
PERCEPÇÃO”; cursos de exploração e conscientização corporal - “IN-PULSO”;
aulas regulares de teatro para iniciantes (crianças, jovens e adultos) na unidade
SESI em Sobradinho; exercícios para preparação corporal no curso de formação
para atores SER ARTISTA NO CORPO E NA ALMA; participou da banca

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debatedora do XVIII Festival de Teatro na Escola, patrocinado pelo CCBB; além
de promover o preparo corporal e expressivo de grupos teatrais como a Cia.
Yinspiração Poéticas Contemporâneas e o NCT – Núcleo de Criação Teatral.
Como produtora, tem seu trabalho concretizado na produção de oito Workshops
para Interpretação em TV e CINEMA, em parceria com a empresa TAO FILMES
Formação para Audiovisual. Em 2005 produziu a banda SOM AFRO BRASIL,
com patrocínio da Caixa Cultural. Recentemente esteve na produção e no elenco
do espetáculo teatral A PÁGINA EM BRANCO – Em Busca da Inspiração,
dirigido por Luciana Martuchelli, com patrocínio da Caixa Cultural; e em Medéia
– Gaia e Fúria, sob direção de Luciana Martuchelli, apoiado pela Secretaria de
Cultura e FAC – Fundo de Arte e Cultura.
No cinema, participou como atriz nos curtas-metragens “FELIZBERTO”, “O
TRICÔ”, e “EU PERSONAGEM”, todos dirigidos e editados por profissionais e
cineastas de Brasília.




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